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Noções de Identifcação p/ Papiloscopista Policial – PC/DF

Aula 00
Pro. Marcos irão

Aula 00 – Aula De"onstrati%a

Olá, futuros Papiloscopistas da PC/DF!


Primeiramente, gostaria de compartilhar minha alegria e privilégio em tê-
los como meus futuros alunos nessa ornada preparatria para o esperad"ssimo
e á pu#licado concurso PC/DF 2014 para o cargo de Papiloscopista$
Falando um pouco so#re mim, sou, com muito orgulho, %écnico do
Departamento de Comunica&'o do (anco Central do (rasil e tra#alho na sede,
em (ras"lia )saudades do meu Ceará!*$ +tualmente, eer&o a fun&'o de
Coordenador da %elevis'o Corporativa do meu uerido rg'o, depois de ter
vivido a eperiência de . anos no Departamento de 0eguran&a da casa$
Dentre as mais diversas atividades á eercidas, tive a alegria de
participar de um importante 1rupo de %ra#alho ue desenvolveu a Pol"tica de
0eguran&a do (anco Central e o Plano Diretor de 0eguran&a do (anco para o
#iênio 2.32-2.3$ +lém disso, fui convidado pela Cesgranrio para ministrar
disciplinas de 0eguran&a 4nstitucional no Procap )Programa de Capacita&'o*
do grupo de técnicos nomeados em unho de 2.32$ 5 mais6 sou o
representante do Departamento de 0eguran&a para a ministra&'o das palestras
7Cultura de 0eguran&a8 e 7Prote&'o do Conhecimento8 para os novos
servidores, terceiri9ados e menores aprendi9es$
:inha forma&'o acadêmica é em 1est'o P;#lica, pela F+%5C < Curiti#a, e
sou ps-graduado em Direito +dministrativo pela Faculdade Darc= >i#eiro$
:inha eperiência no ensino para concursos p;#licos come&ou em 2..?,
ministrando aulas presenciais de @egisla&'o de %rAnsito, fruto de eperiência
como estudante dessa disciplina durante os dois anos anteriores$
+inda no ano de 2.3., concorrendo a um dos concursos mais disputados
do pa"s, logrei aprova&'o para o cargo de %écnico do (anco Central do (rasil
)área de seguran&a*$ +", amigos, n'o perdi tempo!!! + partir tam#ém das
muitas horas dedicadas de estudo nas disciplinas relativas B 0eguran&a
Corporativa,
iniciei dos variados cursos
o desenvolvimento oferecidos
de mais um pelo (anco
proeto de nos uais participei,
ensino6 0eguran&a
Corporativa para Concursos$
os ;ltimos dois anos, mesclando as áreas de %>04%O e 051E>++,
ministrei, modéstia a parte, com enorme sucesso, cursos presenciais e cursos
on-line em Fortale9a )minha terrinha natal!* e em (ras"lia )a terrinha adotiva!*
voltados para os concursos$ + seguir, alguns eemplos6

!!!.pontodosconcursos.co".#r $ Pro. Marcos irão


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à (om#eiros/DF < (om#eiro militar Operador e Condutor de Giatura


à D5%>+/DF - +gente de Policiamento e Fiscali9a&'o de %rAnsito
à Pol"cia >odoviária Federal < +gente de Pol"cia )2.33*
à
0enado Federal6 Policial @egislativo
à Pol"cia Federal < +gente, Papiloscopista e 5scriv'o )2.32*
à %>% HI >egi'o6 %écnico de 0eguran&a e %ransportes
à 0%J e CJ - +nalista Judiciário - Krea Judiciária
à Pol"cia Civil de 1oiás6 +gente e 5scriv'o
à Pol"cia :ilitar do DF6 0oldado Com#atente
à Pol"cia Federal < +gente, Papiloscopista e 5scriv'o )2.32/2.3L*
à Pol"cia Civil do DF6 +gente e 5scriv'o )2.3L*

à Pol"cia >odoviária Federal < +gente de Pol"cia )2.3L*


à CAmara dos Deputados < +gente de Pol"cia @egislativa )2.3*

à Pol"cia Federal < +gente +dministrativo )2.3*


à Pol"cia Civil %ocantins < +gente e 5scriv'o de Pol"cia )2.3*
à Pol"cia Federal < +gente de Pol"cia )2.3 - %urma 4 e 44*
à Pol"cia Civil >J6 Papiloscopista )2.3*
à Pol"cia Civil C56 Delegado, 4nspetor e 5scriv'o )2.3*

estes certames, tive e estou tendo a honra de compartilhar in;meras


aprova&Mes de vários de meus alunos! os ;ltimos concursos 2012/2014
para os mais varia dos cargos policiais, tive a alegria de rece#er vários e-
mails de agradecimentos pelo nosso material, o ue muito me orgulhou e me
encheu de maior responsa#ilidade em continuar dando o meu melhor!
5nt'o vem a sua pergunta6 mas ual mesmo é sua eperiência em
concursos p;#licos, professorN

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(om, vamos a elas6

• Banco Central do Brasil 2013 – Analista


• 0ecretaria do %esouro acional 2.3L < +nalista de Finan&as e Controle
• %ri#unal >egional do %ra#alho 3.I >egi'o 2.3L < +nalista Judiciário
• Banco Central do Brasil 2010 – Técnico Área Segran!a
• :inistério do %ra#alho e 5mprego 2.. < +gente +dministrativo
• :inistério de Desenvolvimento +grário 2..? < +gente +dministrativo
• +utaruia :unicipal de %ransito e Cidadania de Fortale9a < 2.. <
+gente De %ransito 5 Cidadania
• :inistério da Justi&a 2..? < +gente +dministrativo
• Funda&'o acional do ndio 2.3. < +gente De 4ndigenismo

Como vocês podem ver, foram vários anos na luta e mais recentemente
consegui alcan&ar o meu maior sonho6 a aprova&'o pra o cargo de +nalista do
meu uerido rg'o, o (anco Central do (rasil!
(om, mas vamos voltar ao ue de fato interessa!
osso presente curso une, em um formato simples, sistemático e
anal"tico, o estudo das "o!#es de $denti%ica!&o co#rada na parte de
Con'eci(entos )spec*%icos do conte;do programático do )dital PC/DF
201+ para o cargo de Papiloscopista Policial$
Como é um assunto #astante espec"fico e com vários detalhes, é
etremamente importante estudá-lo em separado$ QuestMes so#re ele lhe
render'o pontos preciosos em sua prova!

O certame prevê +0 ,agas i(ediatas e mais de cadastro de reser,a!


Quem mora aui no DF sa#e muito #em da carência de pessoal e ue é uase
certo ue todos os aprovados ser'o nomeados!

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R tamanha a importAncia de uma ecelente prepara&'o, ue o concurso


PC/DF 201+ prevê ue ser'o classifica dos para a segunda etapa, a corre&'o
da Prova Discursiva, os pri(eiros -2. classi%icados )ou mais!* na
prova o#etiva$
0ério mesmo, professorN 0ério sim! O edital nos detalha essa informa&'o
em seu item 3L$S$ Confira6

5 mais6 os 314 pri(eiros aprovados na Prova Discursiva seguem para a


terceira etapa )eames #iométrico e avalia&'o médica* e, desses, os 1+
pri(eiros seguem para o Crso de For(a!&o$ Quem passar #em por todas
elas á será considerado aprovado!
Geam s uantas chances!
R preciso ent'o se garantir na primeira etapa desse certame e eis aui
mais uma ferramenta para a sua caminhada! )( ( certa(e e ser t&o
disptado cada ponto ser precioso $ R preciso ent'o se garantir na
primeira fase desse certame e essa é a hora!
+ ideia é tra9er em nossas aulas uma vis'o prática de um concurseiro,
alguém acostumado B vivência de in;meras provas e ue possa, dentro da
dinAmica do curso, tra9er dicas, macetes e #i9us de como o#ter sucesso com o
7eito de ser8 da #anca Fnda!&o ni,ersa Fni,ersa5$
5 so#re a Fni,ersa, n'o há muito o ue falar$ Já estamos #em
acostumados com essa #anca! 5la costuma aplicar a metodologia de m;ltipla
escolha, (as ino,o para o concrso Papiloscopista PC/DF resol,endo
i(itar a (etodologia Cespe/n6 de est#es tipo Certo e )rrado ! :uito
#om isso!

temasEma penaestudaremos$$$
ue aui apen as é ela ter um "nfimo histrico de uestMes so#re os

5 o ue fa9er ent'o, professorNN

Fiuem tranuilos, pois, para ue vocês tenham a melhor e mais efica9
prepara&'o poss"vel, além do grande n;mero de uestMes Cespe, a ca(pe&

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de est#es so6re tais assntos , tra#alharemos com um mi de muitas


uestMes de várias outras #ancas, adaptando-as para a mesma metodologia$
Dessa forma, vocês ter'o contato com um #om uantitativo de uestMes
recentes, ue lhes proporcionará uma ecelente prepara&'o!
+s uestMes Cespe s'o muito inteligentes e ecelentes para deiá-los
#em preparados$ +ssim, garanto ue vocês, meus alunos do Ponto, estar'o
afiad"ssimos e prontos para enfrentar ualuer uest'o Fni,ersa ao final de
nossa ornada$ +inda mais agora ue ela resolver imitar a outra!!
+s uestMes presentes em cada aula ser'o todas co(entadas no
decorrer das eplana&Mes e, ao final da aula, estar'o disponi#ili9adas em forma
de um simulado$
+h, e uando for necessário ou o n;mero de uestMes so#re o tema n'o
for t'o vasto )ou ineistente*, contrataremos os servi&os da mais nova
organi9adora do peda&o6 a #anca 7 Ponto e Marcos Girão8$
De um eit o ou de out ro, todas ser&o co(entadas no decorrer das
eplana&Mes e estar'o, ao final, disponi#ili9adas em forma de lista$
+ finalidade é ue no fim do curso vocês esteam treinados em alto n"vel
e, com isso, aptos a lhe dar com ualuer uest'o so#re os assuntos aui
estudados$ R permitir-lhes a possi#ilidade real de ga#aritar essa parte da prova
ue, diga-se de passagem, terá grande peso na sua nota final!
O CE>0O
O nosso curso é composto de 04 alas te7ricas se(anais com todos
os seus eerc"cios comentados, sendo .3 )uma* delas esta de apresenta&'o$
O conte;do programático será, portanto, o seguinte6

Aula Conte&doPro'ra"(tico Data

- 8ei n9 12:03/200; )identifica&'o criminal do


civilmente identificado*$
..
- 8ei n9 ;:4+4/1;; )n;mero ;nico de registro de
identidade civil*$
.3
- 8ei n9 :11-/1;.3 )epedi&'o e validade
nacional das carteiras de identidade*$
- Caracter*sticas (or%ol7gicas de identi%ica!&o6
gênero, ra&a, idade, estatura, malforma&Mes, sinais

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profissionais, sinais individuais, tatuagens$

.2 - $dentidade policial e <diciria 6


(ertiolagemT>etrato faladoT Fotografia sinalética$

.L - Papiloscopia= 4mpressMes datiloscpicasT 0istema


datiloscpico de Gucetich$

5 para vocês terem uma ideia, os feedbacks ue rece#emos dos nossos
alunos do ;ltimo concurso da C>(ara dos Deptados 2014 , para Agente
de Pol*cia 8egislati,a foram simplesmente fantásticos! Gea s um eemplo
das vários comentários positivos ue temos rece#ido so#re o curso6

“Prof. Girão, sei que não me conhece, mas não podia deixar de agradecer pelo
que fez por mim. Tenho certeza de que as suas aulas foram fundamentais para
minha aproa!ão no concurso de Policial "egislatio #ederal da $%mara dos
&eputados. &urante toda minha prepara!ão s' estudei pelo seu material para as
mat(rias espec)ficas do edital que c preparou. *aiu ho+e a tão dese+ada
nomea!ão. cabei/aleu
minha alegria. ficando em - "ugar
Professor, muitoneste certamepor
obrigado e ho+e
me diido com c o
proporcionar
conhecimento necess0rio para a tão sonhada aproa!ão. $ontinue trilhando o
sonho de muitos concurseiros1 #orte bra!o1 &eus prote+a c e sua fam)lia.2

Chega de conversa, ent'o!


esta aula, iniciaremos a nossa #oa caminhada com o estudo das
primeiras @eis Federais relacionadas B 4dentifica&'o6 a 8ei n9 12:03/0 , a
nossa famosa 8ei de $denti%ica!&o Cri(inal e a 8ei n9 ;:4+4/; a lei ue
criou )ou pelo menos tentou criar!* o ?@ "acional$ R importante ue a partir
de á vocês tenham em m'os uma vers'o atuali9ada destas normas$ Caso
ainda n'o tenham, vocês podem #aiar a vers'o mais recente )dessa e das
demais leis* no seguinte link6

'ttp=//2:planalto:go,:6r/presidencia/legislacao
R de suma importAncia, nesta primeira semana, ue vocês deem uma
lida completa nestes dispositivos legais para ue possam familiari9ar-se e ter

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uma vis'o geral so#re tais regramentos$ O propsito é ue fa&am um voo
rasante por essas leis e comecem a esuentar as tur#inas para o estudo de
nossas aulas$ (ele9aN
Gamos ent'o ao ue interessa e repetir com vocês o sucesso de
aprova&Mes dos ;ltimos certames para cargos policiais!
(ons estudos e ue Deus te a#en&oe!

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S(rio

I - LEI Nº 12.037/09 – IDENTIFICAÇÃO CRIMINAL.....................................................................9


1. Conceio! In"o#$%"io!................................................................................................................9
2. A I#eni&ic'()o C"i*in'+ #e Ci,i+*ene I#eni&ic'#o!...............................................................12
3. I#eni&ic'()o C"i*in'+ - Con!i#e"'(e! I*o"'ne!.................................................................19
II - LEI Nº 9./97 – CRIAÇÃO DO R NACIONAL..................................................................2
1. In"o#$()o...................................................................................................................................2
2. O Rei!"o #e I#eni#'#e Ci,i+ 4RIC5.........................................................................................29
6E8TE8 DE 8A ALA.............................................................................................................3

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$  8)$ "9 12:03/0; – $D)"T$F$CAE C?$$"A8

1: Conceitos $ntrodt7rios

+ @ei de 4dentifica&'o Criminal )@ei nU 32$.LV/2..?* é o normativo ue


agora dispMe so#re a identi%ica!&o cri(inal do civilmente identificado,
regulamentando o art$ SU, inciso @G444, da Constitui&'o Federal$
5sse dispositivo constitucional assim determina6

$#3445
rt. 67 8...9
"/::: ; a pessoa ciilmente identificada não deverá ser
submetida à identificação criminal, salvo nas hipóteses
previstas em lei.

:as professor, o ue significa essa identi%ica!&o cri(inalN


4dentificar criminalmente alguém consiste em reunir informa&Mes acerca
de uma pessoa envolvida em uma prática criminosa, com o#etivo de se criar
uma identidade criminal )registros policiais e folha de antecedentes* para
diferenciá-la dos demais indiv"duos no Am#ito penal$ +ssim, é por meio dessa
identifica&'o ue se levantam dados válidos e confiáveis das caracter"sticas do
provável autor de um il"cito penal, uma ve9 ue dele s'o etra"das informa&Mes
peculiares )ualifica&'o, caracter"sticas e sinais f"sicos, modo de agir, etc$*,
dentre outras de interesse policial$
Os dados s'o coletados por ocasi'o da pris'o em flagrante ou
indiciamento em inuérito policial )ato pelo ual a autoridade policial atri#ui a
alguém a práticainseridos
posteriormente, de uma nos
infra&'o penal,
#ancos #aseado
de dados dosem ind"ciospara
5stados, de autoria* e,
auiliar os
rg'os policiais e o Poder Judiciário$
5 como se dá esse tipo de identifica&'oN
+ identifica&'o criminal, reali9ada pela autoridade policial, se dá por meio
de fotografia e da colheita de impressMes digitais )método datiloscpico,
tam#ém chamado de papiloscpico* do acusado$

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 O processo datiloscpico e o
fotográfico ser'o <ntados aos atos da co(nica!&o da pris&o
e( %lagrante o do inérito policial o otra %or(a de
in,estiga!&o$

0eguindo B lu9 do ditame constitucional )artigo SU$, @G444, CF*, a


identifica&'o criminal é ece&'o para os civilmente identificados$ Portanto, a
identifica&'o criminal somente será regra para aueles ue n'o forem
civilmente identificados$ Os civilmente identificados, ao reverso, em regra, s'o
dispensados da identifica&'o criminal e somente s'o a ela su#metidos em
casos legalmente previstos$
(ele9a, e o ue significa, B lu9 da @ei em estudo, ser ci,il(ente
identi%icadoN
Ora, muito #vio! Para ser considerada civilmente identificada, uma
pessoa deve possuir algum tipo de documento ue sirva como sua identifica&'o
civil$
Pela @ei 32$.LV/.?, a identifica&'o civil é atestada por ualuer dos
seguintes documentos6

 carteira de identidadeT
 carteira de tra6al'oT
 carteira pro%issionalT
 passaporteT
 carteira de identi%ica!&o %ncional eT
 otro doc(ento pG6lico ue permita a identifica&'o do indiciado$

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 )ipara(se aos doc(entos de identi%ica!&o C$H$S os


doc(entos de identi%ica!&o $8$TA?)S$

5ssa nova lei apresenta uma evolu&'o em vários aspectos com rela&'o
ao anterior tratamento da matéria, inclusive mostrando-se mais adeuada ao
regime constitucional e atenta Bs garantias individuais$
5nuanto a @ei 3.$.S/.. )art$ 2U* contentava-se em apenas conceituar
auilo ue seria considerado como uma 7identifica&'o civil8 de forma genérica,
referindo-se a 7documento de identidade reconhecido pela legisla&'o8, o
diploma atual é #em mais minucioso$ +ca#amos de ver ue ele elenca os
diversos documentos ue doravante ser'o considerados induvidosamente como
de identifica&'o civil e cua apresenta&'o em srcinal servirá para afastar a
possi#ilidade legal de identifica&'o criminal$
5m#ora a @ei 32$.LV/.? n'o mencione ue o documento deverá ser
apresentado em srcinal, como fa9ia epressamente em seu artigo LU$ a @ei
3.$.S/.., a conclus'o pela necessidade do srcinal continua válida, pois ue
o diploma inovador se refere a 7documentos8 e em nenhum momento fa9
men&'o ou ualuer euipara&'o com cpias ou similares$

%am#ém é de se considerar o fato de ue a lei somente permite ue


Idoc(entos pG6licos8 sirvam para evitar a identifica&'o criminal$ Portanto,
documentos particulares, ainda ue emanados de institui&Mes respeitáveis
)institui&Mes de ensino, empresas conhecidas etc$*, n'o servem para os fins
preconi9ados pela @ei de 4dentifica&'o Criminal$
Pois #em, a pergunta agora é6 e o ue acontece uando, mesmo tendo
apresentado um dos documentos acima, n'o se tem a certe9a ou a seguran&a
de ue determinada pessoa é identificada civilmenteN
+" estamos diante de ece&Mes ue, segundo os ditames constitucionais,
devem estar previstas em lei$ 5 est'o é o ue veremos no tpico a seguir!!

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2: A $denti%ica!&o Cri(inal de Ci,il(ente $denti%icados

+ @ei 32$.LV/.?, em seu art$ LU, incisos 4 a G4 esta#elece ue em#ora


apresentado documento de identifica&'o, poder ocorrer identi%ica!&o
cri(inal uando6

 o documento apresentar rasra o ti,er ind*cio de


%alsi%ica!&oT
 o documento apresentado %or ins%iciente para identi%icar
ca6al(ente o indiciadoT
 o indiciado portar doc(entos de identidade distintos , co(
in%or(a!#es con%litantes entre siT
 a identi%ica!&o cri(inal %or essencial Js in,estiga!#es
policiais, segundo despacho da autoridade <diciria competente,
ue decidirá de of"cio ou mediante representa&'o da autoridade
policial, do :inistério P;#lico ou da defesaT
 constar de registros policiais o so de otros no(es o
di%erentes ali%ica!#esT
 o estado de conser,a!&o o a dist>ncia te(poral o da
localidade da eKpedi!&o do doc(ento apresentado
i(possi6ilite a co(pleta identi%ica!&o dos caracteres
essenciais$

5 mais6 as cpias dos documentos apresentados de,er&o ser <ntadas


aos atos do inérito o otra %or(a de in,estiga!&o , ainda e
consideradas ins%icientes para identi%icar o indiciado$
Perce#a ue a lei procura esta#elecer uma ecepcionalidade euili#rada
)proporcionalidade* no seio de uma racionalidade ue promove um euil"#rio
entre os direitos individuais )insu#miss'o desnecessária B humilhante

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identifica&'o criminal* e o interesse social )devida identifica&'o dos reais


suspeitos de infra&Mes penais*$
+ orienta&'o legal prima por um 7 Princ)pio de <ecessidade 8 para erigir
um sistema proporcional em ue se verifiuem os casos nos uais o
identificado civilmente tam#ém deverá sê-lo criminalmente$ +liás, tal
proporcionalidade á vem estampada no prprio teto constitucional uando
esta#elece como regra a insu#miss'o do civilmente identificado B identifica&'o
criminal, mas a#re espa&o para casos ecepcionais previstos em lei$
5ssa proporcionalidade somente pode orientar-se pelo critério á
mencionado da 7a#soluta necessidade8 da su#miss'o B identifica&'o criminal, a
ual se consu#stancia no fato de ue a identifica&'o civil apresentada n'o sea,
por algum motivo plaus"vel, suficientemente segura para a individuali9a&'o e
identifica&'o da pessoa investigada$ 5sse proceder rigoroso deve respeitar a
dignidade humana, evitando humilha&Mes e rituais de constrangimento
desnecessários, #em como o interesse social na correta identifica&'o dos
envolvidos em investiga&Mes criminais$
o ue se refere B proporcionalidade e eKcepcionalidade da
identifica&'o criminal dos civilmente identificados a @ei 32$.LV/.? representa
um grande salto de ualidade em rela&'o ao diploma revogado )a @ei
3.$.S/..*$
O artigo LU, inciso 4, da @ei 3.$.S/.., ora revogada, representava uma
afronta B proporcionalidade no trato da matéria com sua conseuente ofensa B
Carta :agna, pois ue arrolava certos crimes em cua investiga&'o os
suspeitos seriam necessariamente su#metidos B identifica&'o criminal,
independentemente de serem ou n'o civilmente identificados$ + identifica&'o
criminal era imposta somente tendo em conta a nature9a da infra&'o e n'o
critérios proporcionais de necessidade da identifica&'o a serem avaliados no
caso concreto$
O legislador de forma a#strata impunha a identifica&'o criminal, #aseado
somente na nature9a da infra&'o investigada$ essa situa&'o o investigado era
simplesmente su#metido a um ritual de constrangimento a#solutamente
desnecessário á ue n'o havia ualuer d;vida uanto B sua identifica&'o$
+ @ei 32$.LV/.? soluciona a contento essa falha da legisla&'o
antecedente$ 5m seu artigo LU, 4 a G4, n'o elenca nenhuma infra&'o penal para
a ual sea o#rigatria de forma a#strata a identifica&'o criminal do civilmente
identificado$ +penas arrola casos em ue a identifica&'o criminal mostra-se
necessária devido B inseguran&a dos documentos apresentados pelo
interessado, o ue o#edece estritamen te a um critério de proporcionalidade e
necessidade constitucionalmente deseável$

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Como muito provavelmente a #anca lhe co#rará o conhecimento de cada


um desses casos, n'o é interessante ue você apenas os memori9e$ R preciso
entender um pouco mais so#re cada um deles$ Gamos lá!

 = documento apresentar rasura ou tiver indício de falsificação6

%al hiptese dispensa maiores comentários$ Certamente um documento


rasurado ou com ind"cios de falsifica&'o n'o pode ser aceito como suficiente
para afastar a identifica&'o criminal$

 = documento apresentado for insuficiente para identificar


cabalmente o indiciado5

Em documento de identifica&'o deve conter os dados ualificativos


#ásicos
m"nimosdo investigado, é#em
a identifica&'o como esua
insegura n'o foto recente$
se pode a ue
afirmar faltaa desses
pessoa dados
está
devidamente individuali9ada, o ue ustifica a recusa dessa insuficiente
identifica&'o civil, procedendo-se B identifica&'o criminal$
5ste dispositivo é mais uma demonstra&'o de ue o documento aceitável
para identifica&'o civil ue afasta a possi#ilidade de identifica&'o criminal de,e
ser pro,ido de %oto recente $

 = indiciado portar documentos de identidade distintos, com


informações conflitantes entre si5

%am#ém se ustifica tal ece&'o, pois ue n'o há ualuer seguran&a no


uso de um outro documento conflitante$ Como poderia a +utoridade Policial,
por eemplo, optar por um ou outro >1 portado por um suspeito, sendo ue
em cada um deles consta um nome diferente ou uma data de nascimento
divergenteN

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O melhor caminho nesses casos é realmente proceder B identifica&'o


criminal, principalmente com a coleta das impressMes d"gito < papilares, com
as uais se determinará com seguran&a a identidade do suspeito$
Deve-se destacar ue o simples fato de ue alguém apresente vários
documentos de identidade n'o ensea a necessidade de identifica&'o criminal$
+penas ocorrerá a hiptese do artigo LU$, 444, da @ei 32$.LV/.? uando houver
divergências entre os documentos apresentados$ R comum ue uma pessoa
tenha consigo
reservista seu >1,
e outros sua CW,de
documentos suaidentifica&'o$
Carteira de %ra#alho, seutalcertificado
O#viamente de
fato n'o será
motivador de sua identifica&'o criminal$ :uito ao contrário, n'o havendo
informa&Mes conflitantes em tais documentos, mais ue satisfeita estará a
seguran&a uanto B sua real identidade$
+ssim, uando um documento apresentado corro#ora as informa&Mes
constantes nos outros n'o há ra9'o para d;vidas e, portanto, para a
identifica&'o criminal$
Em eemplo de situa&'o duvidosa é auela em ue o investigado
apresenta mais de uma Carteira de 4dentidade, sendo cada uma de unidade
diversa da federa&'o$ Por eemplo, um >1 de 0'o Paulo e outro do >io de
Janeiro$ o entanto, considerando o fato de ue o >1 ainda n'o é um
documento nacional, sendo ue cada ente da federa&'o tem seu respectivo
instituto
diferentesde
n'oidentifica&'o, a mera
é suficiente para eistência
considerar de >1s
ustificada oriundos de criminal
a identifica&'o 5stados
#aseada no fato de haverem documentos diversos com 7informa&Mes
conflitantes entre si8$
4sso, é claro, se apenas os documentos forem diversos e os respectivos
n;meros de registro$ :as, se houver divergência de informa&Mes como nome,
filia&'o, naturalidade, nacionalidade ou data de nascimento, será sim o caso de
proceder-se B identifica&'o criminal$

  identifica!ão criminal for essencial às investigações policiais ,


segundo despacho da autoridade +udici0ria competente, que decidir0
de ofício ou mediante representação da autoridade policial , do
Minist(rio P>blico ou da defesa5

O reuisito necessário é a demonstra&'o pelo ui9 em sua decis'o


fundamentada )artigo ?L, 4X, CF* uanto a ser a identifica&'o criminal
7essencial Bs investiga&Mes policiais8$ 5ssa decis'o fundamentada é eKclsi,a
do LiM , de modo ue nem a +utoridade Policial nem o :inistério P;#lico
podem tomar tal providência por conta prpria$ + esses agentes p;#licos ca#e

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a tarefa de representar ao Jui9 pela ado&'o da medida$ 5m respeito B isonomia


prevê a lei a possi#ilidade de ue o defensor tam#ém possa reuerer a
providência$

O#serve, caro aluno, ue o legislador se esueceu de mencionar o


advogado do uerelante nos crimes de a&'o penal privada como mais um
legitimado
casos a postulardevidamente
ecepcionais pela identifica&'o criminal do +
fundamentados$ civilmente
doutrinaidentificado em
entende ue,
em#ora tenha havido esse esuecimento do legislador, por aplica&'o do
Princ"pio da 4sonomia, pode tam#ém o uerelante formular tal pedido$
5 para a sua prova, é preciso conhecer tam#ém outros detalhes
important"ssimos recentemente acrescentados na @ei 32$.LV/.? pela @ei
32$HS/32 e ue s'o correlacionados a esse caso em especial$ 0'o eles6

 a hiptese desse dispositivo )art$ LU,


inciso 4G*, a identifica&'o criminal poder inclir a CE8)TA D)
AT)?$A8 B$E8N@$CE para a o6ten!&o do per%il genético $

Os dados relacionados B coleta do perfil genético de,er&o ser


arma9enados em #anco de dados de perfis genéticos, gerenciado por unidade
oficial de per"cia criminal$ 5sse #anco de dados ser sigiloso, conforme
regulamento a ser epedido pelo Poder 5ecutivo$
+s informa&Mes genéticas contidas nos #ancos de dados de perfis
genéticos n&o poder&o re,elar tra!os so(ticos o co(porta(entais
das pessoas, eceto determina&'o genética de gênero, consoante as normas
constitucionais e internacionais so#re direitos humanos, genoma humano e
dados genéticos$

Os sigiloso
carter dados constantes dos #ancos
, respondendo de dados
ci,il penal de perfis genéticos auele
e ad(inistrati,a(ente ter&o
ue permitir ou promover sua utili9a&'o para fins diversos dos previstos nesta
@ei ou em decis'o udicial$
+s informa&Mes o#tidas a partir da coincidência de perfis genéticos
dever'o ser consignadas em laudo pericial firmado por perito oficial
devidamente ha#ilitado$

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 + )OC8SE dos per%is genéticos dos 6ancos de dados ocorrerá


no tér(ino do praMo esta6elecido e( lei para a P?)SC?$E do
delito$8

 Constar de registros policiais o uso de outros nomes e diferentes


qualifica!?es5

'o é incomum o fato de ue certas pessoas se utili9em de vários


pseudYnimos uando identificadas
indiv"duos procurados criminalmente$
pela Justi&a, #em como 4sso é muito
entre comum entre
os praticantes de
estelionato$ :uitas ve9es fa9em uso de nomes e ualifica&Mes fict"cias e outras
de nomes e ualifica&Mes de pessoas reais, até mesmo seus parentes )primos,
irm'os etc$*, n'o se detendo nem mesmo diante da possi#ilidade concreta de
incrimina&'o de inocentes$
Pode ocorrer ent'o ue um desses indiv"duos apresente uma
identifica&'o civil com determinado nome e ualifica&'o, mas ao ser consultado
o #anco informati9ado da pol"cia ou do udiciário, verificam-se outros nomes e
ualifica&Mes tam#ém á utili9ados pelo mesmo infrator$ Certamente esse é um
caso concreto de d;vida relevante uanto B identifica&'o civil apresentada, de
modo ue se torna #astante ustificada a reali9a&'o da identifica&'o criminal,
principalmente para coleta de impressMes digitais com o intuito de esta#elecer
a certe9a uanto B identidade do suspeito$

 = estado de conservação ou a distância temporal ou da


localidade de expedi!ão do documento apresentado
impossibilite a completa identificação dos caracteres
essenciais5

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este dispositivo s'o delineadas três hipteses ue ustificam o


procedimento etremo, mesmo sendo apresentada identidade civil6
O primeiro caso refere-se ao documento ue está em (a estado de
conser,a!&o, a ponto de impossi#ilitar uma leitura de seus dados ou
visuali9a&'o da foto ilustrativa da fisionomia do identificado de maneira
ra9oável$

+ deli#era&'o
#om senso o estado da
de +utoridade
conserva&'odeve
dos dar-se caso ae caso,
documentos analisando
o acesso com
aos dados
ualificativos e fisionYmicos$ Como eemplo temos6 um documento ueimado
parcialmente, impedindo a leitura do nome completo ou outros dados do
identificado, um documento cua foto foi retirada intencional ou
acidentalmente, um documento ue foi lavado unto com a roupa e perdeu
total ou parcialmente seus registros, inclusive preudicando a ualidade da
fotografia etc$
+ segunda hiptese di9 respeito B dist>ncia te(poral entre a
eKpedi!&o do doc(ento e sa apresenta!&o $ +ui entra em ogo
principalmente a identifica&'o fisionYmica e corporal do suspeito$ Ocorre ue a
passagem do tempo pode alterar significativamente as caracter"sticas f"sicas de
uma pessoa$ 0e um indiv"duo providencia seu >1 uando tinha 3S anos de
idade e depois o utili9a para sua identifica&'o aos SS anos, certamente a
fotografia
portador, ali
de estampada pouco aouidentifica&'o
modo a tornar mesmo nadaumterátanto
de semelhante ao seu e
uanto insegura
ustificar a identifica&'o criminal$
Como n'o há no (rasil um pra9o de validade para os documentos de
identidade, a avalia&'o deve dar-se com #om senso em cada caso concreto
pela +utoridade Policial$ R preciso considerar ue somente terá lugar a
identifica&'o criminal nos casos em ue a dist>ncia te(poral pre<dicar
real(ente a con,ic!&o anto a ser o %otogra%ado no doc(ento a
(es(a pessoa a ser indiciada $
Finalmente a lei inova ao acrescentar tam#ém a hiptese da dist>ncia
entre a localidade de eKpedi!&o do doc(ento e aela e( e ele é
tiliMado$ 5ssa hiptese n'o constava do correspondente artigo LU$, 444, da
revogada @ei 3.$.S/.., ue somente tratava do estado de conserva&'o e da
distAncia temporal$
+ inova&'o em geral parece inoportuna, pois ue dependendo da
amplitude interpretativa pode ensear identifica&Mes criminais ar#itrárias$ 'o
se ustifica, por eemplo, a identifica&'o criminal de alguém ue apresente um
>1 do +cre no 5stado de 0'o Paulo, somente #aseado na distAncia entre as
localidades$ 4sso euivaleria a atri#uir uma indefinida e ineistente validade
espacial aos documentos de identidade epedidos por rg'os oficiais e idYneos
dentro do pa"s$

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%alve9 em se tratando de uma identidade estrangeira a dificuldade na


aferi&'o da autenticidade e caracteres do documento ustifi ue a aplica&'o do
dispositivo$ 5ntretanto, tal caso poderia ser suficientemente co#erto pelo inciso
44 do mesmo artigo LU$, da lei em estudo$

3: $denti%ica!&o Cri(inal  Considera!#es $(portantes

5m seu art$ U, a @ei 32$.LV/.? determina ue uando houver


necessidade de identifica&'o criminal, a autoridade encarregada to(ar as
pro,idncias necessrias para e,itar o constrangi(ento do
identi%icado$
R #om deiar claro ue a lei n'o se refere ao constrangimento natural da
providência de identifica&'o criminal$ %ratando-se de caso reali9ado dentro da
legalidade n'o há ue se falar em constrangimento ilegal$ o entanto, o ue o
dispositivo acima uer é evitar a espetaculari9a&'o do procedimento,
su#metendo o indiciado a eposi&'o desnecessária, mediante eplora&'o
midiática ou outras formas a#usivas de viola&'o da imagem, da intimidade e
da vida privada$
Deve-se salientar ue, em se tratando de identifica&'o criminal a ser
reali9ada com #ase na lei, a negativa do indiciado B sua su#miss'o pode
inclusive configurar os cri(es de deso6edincia )artigo LL., CP* ou,
conforme o caso, de resistncia )artigo L2?, CP*$ os casos de identifica&'o
criminal legalmente previstos, o indiciado pode ser compelido, inclusive com
uso de for&a moderada, ao procedimento necessário para a prática do ato$
Já em se tratando de identifica&Mes a#usivas, reali9adas B margem da lei,
eventual resistência oposta n'o configura nenhuma infra&'o penal e sim
eerc"cio de leg*ti(a de%esa )artigo 2S, CP*$ :uito ao revés, será a
+utoridade coatora uem estará incidindo, como á estudamos, em a6so de
atoridade )@ei ?/HS, art$ U$, 7#8*$

 R H)DADE (encionar a identi%ica!&o cri(inal do indiciado e(


atestados de antecedentes ou e( in%or(a!#es n&o destinadas

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ao <*Mo cri(inal , A"T)S DE T?Q"S$TE ) L8@ADE da


senten&a condenatria$
%em-se, no destaue acima, uma verdadeira homenagem prestada pela
@ei 32$.LV/.? ao Princ*pio da Presn!&o de $nocncia previsto pela
Constitui&'o Federal em seu artigo SU, inciso @G44$
Finalmente tam#ém inova a lei prevendo a possi#ilidade de ue, no caso
de indiciado
ao n'o oferecimento daaps
ou ao réu den;ncia, ou sua reei&'o,
o aruivamento ou do
definitivo a#solvi&'o,
inuérito,é ou
%acltado
trAnsito
em ulgado da senten&a, reerer a retirada da identi%ica!&o %otogr%ica
do inérito o processo , desde ue apresente provas de sua identifica&'o
civil$
R verdade ue a lei n'o esta#elece com clare9a a uem se deve dirigir o
pedido, mas entende-se ue sea ao Jui9, pois ue o 4nuérito Policial á
estaria encerrado e remetido a u"9o nesse momento, sea no caso de
aruivamento ou ainda com mais nitide9 no caso de senten&a a#solutria em
ue á há inclusive processo criminal$ +ssim sendo, a +utoridade Policial á
teria eaurido sua participa&'o e toda e ualuer decis'o ficaria a cargo do
Judiciário$
O pedido de retirada da identifica&'o fotográfica, ino#stante o silêncio da

lei, deveráp;#lico,
defensor dotado depor7 +us
ser formulado postulandi
advogado constitu"do, dativo, ser
8, n'o podendo nomeado ou
procedido
diretamente pelo indiciado ou réu$ %ratando-se de interesse individual tam#ém
é de se concluir ue n'o ca#erá ao :inistério P;#lico formular o referido
pedido em nome do indiciado ou réu, mas apenas opinar acaso assim o
entenda conveniente o Jui9, a#rindo-lhe vista para manifesta&'o$
5m caso de decis'o condenatria final n'o ca#erá o pedido de retirada da
identifica&'o fotográfica dos autos em nenhum momento por ausência de
previs'o legal$
O#serve ainda, caro aluno, ue a lei permite a retirada t'o somente da
identificação fotográfica, n'o fa9endo men&'o aos demais epedientes ue
compMem a identifica!ão criminal, tais como (oletins de 4dentifica&'o,
4ndividuais Datiloscpicas, Qualifica&'o e Gida Pregressa$ Ocorre ue a retira
da fotografia é reali9ada em aten&'o B preserva&'o da imagem da pessoa, sem
haver preu"9o aos informes constantes dos autos, enuanto ue os demais
epedientes ela#orados podem preudicar o conte;do informativo$
(om, so#re a @ei 32$.LV/.? isso é tudo o ue você precisa sa#er!
+tualmente, podemos afirmar ue a @ei 32$.LV/.?, num cYmputo geral,
constitui um considerável avan&o no ue se refere ao regramento da
4dentifica&'o Criminal no ordenamento ur"dico #rasileiro, especialmente

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uando ao devido euil"#rio e proporcionalidade no trato da matéria com um


#om respeito aos ditames constitucionais$
R isso! Gamos aos eerc"cios6

[!"#! $ %&'C!( )*'+!  C-./  01234 'eferente à identificação


criminal, 5ulgue os itens a seguir6
126 = preso em flagrante delito, o indiciado em inqu(rito policial, assim como
aqueles contra os quais tenha sido expedido mandado de prisão +udicial, desde
que não identificados ciilmente, serão submetidos @ identifica!ão criminal,
inclusie pelo processo datilosc'pico e fotogr0fico.
106 s informa!?es gen(ticas contidas nos bancos de dados de perfis
gen(ticos não poderão em hip'tese alguma reelar tra!os som0ticos ou
comportamentais das pessoas.
176  proa de identifica!ão ciil far;se;0 mediante apresenta!ão, dentre
outros, de qualquer documento profissional que permita a identifica!ão do
indiciado.
186 =s dados constantes dos bancos de dados de perfis gen(ticos terão
car0ter
fins sigiloso,
diersos dospodendo
preistosaquele
em "eique permitir
ou em ou +udicial
decisão promoer sua utiliza!ão
responder para
ciil, penal
e administratiamente.
136 s c'pias dos documentos apresentados deerão ser +untadas aos autos
do inqu(rito, ou outra forma de inestiga!ão, exceto se consideradas
insuficientes para identificar o indiciado.
Comentário .36
Caro aluno, essa era uma disposi&'o tra9ida pela @ei 3.$.S/.., ue fora
revogada pela ent'o vigente @ei 32$.LV/.?$ "&o ' (ais essa previs'o
epressa de ue o preso em flagrante delito, o indiciado em inuérito policial,
assim como aueles contra os uais tenha sido epedido mandado de pris'o
udicial, desde ue n'o identificados civilmente, seam su#metidos B
identifica&'o criminal, inclusive pelo processo datiloscpico e fotográfico$
+tualmente, toda e aler pessoa , inclusive as citadas, desde ue
n'o identificados civilmente, ser'o su#metidos B identifica&'o criminal$
Podemos concluir, ent'o, ue a reda&'o da nova norma n'o invalida o
item á as pessoas nele citadas, n'o estando civilmente identificadas, ter'o
mesmo ue passar pela identifica&'o criminal$

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1a#arito6 Certo

Comentário .26
O erro da assertiva está em usar a epress'o 7em hiptese alguma8, pois
as informa&Mes genéticas contidas nos #ancos de dados de perfis genéticos n'o
poder'o revelar tra&os somáticos ou comportamentais das pessoas eKceto
deter(ina!&o genética de gnero , consoante as normas constitucionais e
internacionais so#re direitos humanos, genoma humano e dados
genéticos$ :uita aten&'o, pois essa disposi&'o é uma novidade tra9ida pela
recente @ei 32$HS/32 ue á alterou a @ei 32$.LV/.?$ (oa dica para o
ela#orador de sua prova!
1a#arito6 )rrado
Comentário .L6
'o é mediante apresenta&'o de ualuer documento profissional ue se
fa9 a prova de identifica&'o civil e, sim, de ualuer documento pG6lico ue
permita a identifica&'o do indiciado$ 'o caia nessa, oZN
1a#arito6 )rrado
Comentário .6
:ais uma inova&'o na @ei 32$.LV/.? tra9ida pela recente @ei 32$HS/32$
5 agora o item está certinho! >epito6 as disposi&Mes so#re os dados de perfis
genéticos s'o #ons candidatos B usa prova )arts$ SU-+ , VU-+ e VU-( da lei em
estudo*$
1a#arito6 Certo
Comentário .S6
'o é #em assim! :esmo ue consideradas insuficientes para identificar
o indiciado, as cpias dos documentos apresentados dever'o ser untadas aos
autos do inuérito, ou outra forma de investiga&'o$
1a#arito6 )rrado
196 [!"#! $ %&'C!( )*'+!  C-./  01234 ! civilmente
identificado por documento srcinal não será submetido a identificação
criminal, e:ceto ;uando<

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89 estier indiciado ou acusado pela pr0tica de homic)dio doloso, crimes


contra o patrimAnio praticados mediante iolBncia ou grae amea!a, crime de
recepta!ão qualificada, crimes contra a liberdade sexual ou crime de
falsifica!ão de documento p>blico.

8C9 houer fundada suspeita de falsifica!ão ou adultera!ão do documento de


identidade.
8$9 o estado de consera!ão ou a dist%ncia temporal da expedi!ão ou da
localidade do documento apresentado impossibilite a completa identifica!ão
dos caracteres essenciais.
8&9 houer registro de extraio do documento de identidade.
8D9 o indiciado ou acusado não comproar, em quarenta e oito horas, sua
identifica!ão ciil.
Comentário6
5ssa uest'o tem o intuito proposital de fa9ê-lo perce#er as diferen&as
entre as antigas disposi&Mes da á revogada @ei 3.$.S/.. e as novas da @ei
32$.LV/.?$
+penas um dos itens fa9 parte do rol de ece&Mes tra9idos pela nova
norma no ue di9 respeito B necessidade de identifica&'o criminal os
identificados civilmente6 uando o estado de consera!ão ou a dist%ncia
temporal da expedi!ão ou da localidade do documento apresentado
impossibilite a completa identifica!ão dos caracteres essenciais. +s demais
alternativas tra9em situa&Mes hoe revogadas$
>evisando6 em#ora apresentado documento de identifica&'o, poder
ocorrer identi%ica!&o cri(inal uando6
 o documento apresentar rasura ou tiver ind"cio de falsifica&'oT
 o documento apresentado for insuficiente para identificar ca#almente
o indiciadoT
 o indiciado portar documentos de identidade distintos, com
informa&Mes conflitantes entre siT
 a identifica&'o criminal for essencial Bs investiga&Mes policiais,
segundo despacho da autoridade udiciária competente, ue decidirá
de of"cio ou mediante representa&'o da autoridade policial, do
:inistério P;#lico ou da defesaT

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 constar de registros policiais o uso de outros nomes ou diferentes


ualifica&MesT

 o estado de conserva&'o ou a distAncia temporal ou da localidade da


epedi&'o dodosdocumento
identifica&'o apresentado impossi#ilite a completa
caracteres essenciais$
1a#arito6 8etra ICR
[!"#! $ %&'C!( )*'+!  C-./  01234 =ulgue os itens a seguir,
de acordo com o regramento tra>ido pela ?ei n@ 20617A-011B6
1A6 = dogado, em defesa de seu cliente, pode pleitear ao Euiz a
:dentifica!ão $riminal de seu cliente.
16 = su+eito que apresentar documento de identidade não ser0 submetido @
:dentifica!ão $riminal.
1B6  "ei -F.HI preceitua que a identifica!ão ciil incluir0 o processo
datilosc'pico e o fotogr0fico, que serão +untados aos autos da comunica!ão da
prisão em flagrante, ou do inqu(rito policial ou outra forma de inestiga!ão.
Comentário .V6
Com toda certe9a!
O inciso 4G do art$ L da @ei 32$.LV/.? preceitua ue, em#ora
apresentado documento de identifica&'o, poderá ocorrer identifica&'o criminal
uando a identifica&'o criminal for essencial Bs investiga&Mes policiais, segundo
despacho da autoridade udiciária competente, ue decidirá de of"cio ou
mediante representa&'o da autoridade policial, do :inistério P;#lico ou da
de%esa$
1a#arito6 Certo
Comentário .6
Por ue n'oN 0erá sim!
+ simples apresenta&'o do documento de identidade n&o i(pede e
ele se<a identi%icado cri(inal(ente $ (asta olhar ualuer um dos incisos
do art$ L da @ei 32$.LV/.?, á descritos no comentário da uest'o anterior$
1a#arito6 )rrado

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Comentário .?6
+ui foi a pegadinha do malandro$$$ )rsrsr*$ (ancas como a Fni,ersa,
ue adoram co#rar a literalidade das normas, costuma trocar alguns termos de
dispositivos legais, a fim de 7pegar8 os candidatos mais apressadinhos$$$
Fi9emos aui eatamente isso, com o intuito de testar sua aten&'o!
+ assertiva está errad"ssima! Gamos corrigi-la6 a @ei nU 32$.LV/.?
preceitua ueue
fotográfico, a identifica&'o cri(inal
ser'o untados aos civil
autos incluirá o processo datiloscpico
da comunica&'o da pris'o em eo
flagrante, ou do inuérito policial ou outra forma de investiga&'o )art$ SU*$
1a#arito6 )rrado
[D"$%&# *"E$(#*)&.!' .$ !?*C*&  C-%#  01214 &ssinale a
alternativa correta acerca das disposições insertas na ?ei 20617A-1B,
;ue dispõe sobre a identificação criminal6
216  pessoa ciilmente identificada por documento srcinal, mesmo que este
este+a rasurado, não ser0 submetida @ identifica!ão criminal.
226 = ciilmente identificado por documento srcinal, não ser0 submetido @
identifica!ão criminal, exceto, quando, entre outras hip'teses, o documento
apresentado for insuficiente para identificar cabalmente o indiciado.
206 Por expressa eda!ão legal, não ser0 identificado criminalmente o agente
que praticar infra!ão de menor potencial ofensio, mesmo quando não portar
documento de identifica!ão ciil.
276  autoridade policial somente poder0 determinar a +untada dos materiais
datilosc'pico e fotogr0fico nos autos do inqu(rito Policial, +amais na
comunica!ão da prisão em flagrante.
286 $'pia do documento de identifica!ão ciil apresentada não poder0 ser
mantida nos autos da prisão em flagrante nem nos autos do :P, sob pena de
responsabilidade funcional da autoridade policial.
Comentário 3.6
Ema das hipteses para ue uma pessoa sea su#metida B identifica&'o
criminal, mesmo sendo civilmente identificada, é a de o documento
apresentar rasra o ti,er ind*cio de %alsi%ica!&o )art$ LU inciso 4*$ +ssim,
erra a assertiva ao afirmar o contrário$
1a#arito6 )rrado
Comentário 336

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4sso mesmo! R uma das hipteses tra9idas pelo art$ LU inciso 44 da @ei
32$.LV/.?$ O civilmente identificado por documento original, n'o será
su#metido B identifica&'o criminal, eceto, uando, entre outras hipteses, o
documento apresentado for insuficiente para identificar ca#almente o indiciado$
1a#arito6 Certo
Comentário 326
5ssa veda&'o legal constava da @ei 3.$.S/.., hoe revogada$ +s #ancas
gostam de inserir, dentre as op&Mes, as disposi&Mes revogadas no intuito de
7pegar8 o candidato ue n'o estudou a @ei 32$.LV/.?$ 'o é o seu caso, é
claro!
1a#arito6 )rrado
Comentário 3L6
O art$ SU da lei em comento nos ensina ue a identifica&'o criminal
incluirá o processo datiloscpico e o fotográfico, ue ser'o untados aos atos
da co(nica!&o da pris&o e( %lagrante o do inérito policial o
otra %or(a de in,estiga!&o$
1a#arito6 )rrado
Comentário 36
Gamos revisar o ue di9 o parágrafo ;nico do art$ LU6 as cpias dos
documentos apresentados de,er&o ser <ntadas aos autos do inuérito, ou
outra forma de investiga&'o, ainda ue consideradas insuficientes para
identificar o indiciado$ @ogo, a nosso assertiva está euivocada! )5rrado*
1a#arito6 )rrado
[%(C!"CD'(!( .$?$)&.! .$ !?*C*&  C-&  01204 autandoF
se na ?ei n@ 20617A, de 2@ de outubro de 011B, ;ue dispõe sobre a
identificação criminal do civilmente identificado, assinale a alternativa
incorreta<
236 J permitido mencionar a identifica!ão criminal do indiciado em atestados
de antecedentes ou em informa!?es não destinadas ao +u)zo criminal, antes do
tr%nsito em +ulgado da senten!a condenat'ria.
296  identifica!ão ciil ( atestada, dentre outros documentos, pela carteira de
identifica!ão funcional.
2A6 Dmbora apresentado documento de identifica!ão, poder0 ocorrer
identifica!ão criminal quando o indiciado portar documentos de identidade
distintos, com informa!?es conflitantes entre si.

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26 <o caso de não oferecimento da den>ncia, ou sua re+ei!ão, ou absoli!ão,


( facultado ao indiciado ou ao r(u, ap's o arquiamento definitio do
inqu(rito, ou tr%nsito em +ulgado da senten!a, requerer a retirada da
identifica!ão fotogr0fica do inqu(rito ou processo, desde que apresente proas
de sua identifica!ão ciil.

2B6 Kuando tomar0


encarregada houerasnecessidade
proidBncias de identifica!ão
necess0rias criminal,
para eitar a autoridade
o constrangimento
do identificado.
Comentário 3S6
De eito nenhum! +ntes do trAnsito em ulgado da senten&a condenatria
é ,edado mencionar a identifica&'o criminal do indiciado em atestados de
antecedentes ou em informa&Mes n'o destinadas ao u"9o criminal$ Já temos a
nossa resposta!
1a#arito6 )rrado
Comentário 3H6
Perfeito! Gamos revisar os documentos ue, conforme o art$ 2U da @ei
32$.LV/.?, a identifica&'o civil poderá ser atestada6
 carteira de identidadeT

 carteira de tra#alhoT
 carteira profissionalT
 passaporteT
 carteira de identi%ica!&o %ncional eT
 outro documento p;#lico ue permita a identifica&'o do indiciado$
1a#arito6 Certo

Comentário 3V6
R o ue esta#elece o art$ LU inciso 444, da @ei 32$.LV/.?$ 5m#ora
apresentado documento de identifica&'o, poderá ocorrer identifica&'o criminal
uando o indiciado portar documentos de identidade distintos, com
informa&Mes conflitantes entre si$
1a#arito6 Certo

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Comentário 36
5ssa informa&'o é uma dauelas ue você amais deve esuecer para a
sua prova e é o ue determina o art$ VU caput da lei em estudo$ Gamos repeti-
la, para você n'o esuecer6

o caso de n'o oferecimento da den;ncia, ou sua reei&'o, ou


a#solvi&'o, é facultado ao indiciado ou ao réu, aps o aruivamento definitivo
do inuérito, ou trAnsito em ulgado da senten&a, reuerer a retirada da
identifica&'o fotográfica do inuérito ou processo, desde ue apresente provas
de sua identifica&'o civil$
1a#arito6 Certo
Comentário 3?6
Certinha, tam#ém$ R a literalidade do art$ U da @ei de 4dentifica&'o
Criminal$ + ideia é evitar o constrangimento do indiciado$
1a#arito6 Certo

$$  8)$ "9 ;:4+4/; – C?$AE DE ?@ "AC$E"A8

1: $ntrod!&o

Caro aluno, vamos estudar agora um dispositivo legal no m"nimo curioso$


Curioso por ue, professorN

0e toda
apresenta lei #rasileira
no #anco fosseseu
para sacar respeitada, a carteira
dinheiro ou de identidade
ao policial uenuma
ue o a#orda você
revista n'o teria nenhum valor! 0im, é verdade!
0e toda lei editada fosse para valer, a carteira de todos os #rasileiros
teria vencido em . de a#ril de 2..2, e com ele uma por&'o de outros
documentos ue a maioria leva na carteira$

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+s carteiras de identidades passariam )ou passar'o!* a ser su#stitu"das


pelo ?egistro de $denti%ica!&o do Cidad&o ?$C5 $ %rata-se de um n;mero
;nico de registro de identidade civil, dispon"vel por meio de um cart'o
magnético com a impress'o digital, ue prometerá por um fim B necessidade
de o #rasileiro portar vários documentos$

0ancionada
a @ei Federal pelo ent'o
nU ?$S presidente
instituiu ( GnicoFernando Wenriue
registro Cardoso ci,il
de identidade em 3??V,
para
os #rasileiros e limitou a validade dos atuais documentos civis a cinco anos$ O
pra9o venceu em a#ril de 2..2 sem ue a lei fosse regulamentada$
Pois é! Para você ter uma id eia, a @ei ?$S/?V prevê a cria&'o do
documento ;nico um ano depois$ + lei #aiada no governo Fernando Wenriue
foi modificada em 2..? na gest'o @ula$ o ano seguinte, um proeto piloto
previu emitir 2 milhMes de identidades na (ahia, >io de Janeiro e Distrito
Federal$ De acordo com reportagem pu#licada B época pela #olha de *. Paulo ,
esse plano custaria >[ ?. milhMes, mas foram feitas apenas
3 mil identidades, das uais s S s'o válidas hoe$
a prática, o proeto tam#ém n'o saiu do papel e passou a ser revisto
em 2.32, á no governo Dilma$ 5 assim está até hoe, sem ainda ter sa"do do
papel!
Professor, legal, mas uma pergunta6 se é assim, preciso mesmo estudar
essa lei para meu concurso PC/1ON!
Claro ue sim! +pesar de ser uma lei inefica9, está em pleno vigor e,
uem sa#e, um dia será levada a sério pelo governo$ 5 o principal6 %oi
co6rada no conteGdo progra( tico do se concrso e, se foi co#rada,
deve ser estudada com afinco!
R o ue faremos aui$ + not"cia #oa é ue se trata de uma norma
peuenina e de poucas disposi&Mes #oas de prova$ o ue facilitará o seu
estudo$
(om, chega de conversa e vamos ent'o ao estudo dela!

2: E ?egistro de $dentidade Ci,il ?$C5

5m seu art$ 3U, a @ei nU ?$S/?V, institui o nG(ero "$CE de


?egistro de $dentidade Ci,il , pelo ual cada cidad&o 6rasileiro, nato ou
naturali9ado, será identificado em suas rela&Mes com6

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 a sociedadeT
 os organismos governamentaisT e
 os organismos privados$

Gea um eemplo do ue seria )ou do ue será* esse novo documento6

Ficou tam#ém institu"do o Cadastro "acional de ?egistro de


$denti%ica!&o Ci,il , destinado a conter o nG(ero Gnico de ?egistro de
$dentidade Ci,il, acompanhado dos dados de identifica&'o de cada cidad'o$
0erá o Poder 5ecutivo uem definirá a entidade ue centrali9ará as
atividades de implementa&'o, coordena&'o e controle do Cadastro "acional
de ?egistro de $denti%ica!&o Ci,il $ 5sse rg'o se constituirá em rg'o
central do Siste(a "acional de ?egistro de $denti%ica!&o Ci,il :

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 Fica a "$E atoriMada a %ir(ar CE"H"$E co( os )stados


e o Distrito Federal para a i(ple(enta!&o do nG(ero Gnico
de ?egistro de $denti%ica!&o Ci,il$

Os 5stados e o Distrito Federal, signatários do convênio, participa r'o do


0istema acion al de >egistro de 4dentifica&'o Civil e %icar&o respons,eis
pela operacionaliMa!&o e ataliMa!&o , nos respectivos territrios, do
Cadastro "acional de ?egistro de $denti%ica!&o Ci,il , em regime de
compartilhamento com o rg'o central, a uem ca#erá disciplinar a forma de
compartilhamento a ue se refere este parágrafo$
a proposta or&amentária do rg'o central do sistema, será inclu"da a
provis'o de meios necessários, acompanhada do cronograma de
implementa&'o e manuten&'o do sistema$
(om, é isso! O art$ SU da norma em estudo ainda esta#elecia ue o
Poder 5ecutivo providenciaria, no pra9o de 3. dias, a regulamenta&'o desta
@ei e, no pra9o de LH. dias, o in"cio de sua implementa&'o$ :as, porém,
contudo, todavia, á sa#emos ue pouco foi feito até os dias atuais e ue a lei
ainda n'o tem seus efeitos validados$
:ais pra sua prova tem e aproveitaremos o enseo para resolver as
;ltimas uestMes da aula$
+os tra#alhos!

[!"#! $ %&'C!( )*'+!  C-./  01234 (egundo o ;ue dispõe a


?ei n@ B6838-BA, ;ue cria o registro Gnico nacional de identidade,
5ulgue os itens a seguir6
016  "ei institui o n>mero >nico de Legistro de :dentidade $iil, pelo qual
toda pessoa, ser0 identificada em suas rela!?es com a sociedade e com os
organismos goernamentais e priados.
026 =s Dstados e o &istrito #ederal, signat0rios de conBnio com a nião,
participarão do *istema <acional de Legistro de :dentifica!ão $iil e ficarão
respons0eis pela implementa!ão e controle, nos respectios territ'rios, do

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$adastro <acional de Legistro de :dentifica!ão $iil, em regime de


compartilhamento com o 'rgão central.
006  implementa!ão do n>mero >nico de Legistro de :dentifica!ão $iil ser0
de competBncia exclusia da nião, eada a celebra!ão de conBnios para este
fim.
076 Naer0 um 'rgão central do *istema <acional de Legistro de :dentifica!ão
$iil, respons0el
e controle por centralizar
do $adastro <acional as
deatiidades de :dentifica!ão
Legistro de implementa!ão, coordena!ão
$iil. *er0 o
Poder Dxecutio da nião que definir0 a entidade que far0 esse papel.
086 = n>mero >nico de Legistro de :dentidade $iil permitir0 a um cidadão
naturalizado, por exemplo, ser identificado em suas rela!?es tanto com
organizamos priados quanto goernamentais, sem a exigBncia, ia de regra,
de outro documento que o identifique.
Comentário 2.6
Opa, cuidado com a leitura rápida! Wá um errinho maldoso na assertiva,
ue a deia completamente errada$
+ @ei nU ?$S/?V institui o n;mero ;nico de >egistro de 4dentidade Civil,
n'o para toda pessoa, mas sim para cada cidad&o 6rasileiro, nato ou
naturali9ado$ Gocê #em sa#e ue pessoa é #em diferente de cidad'o, n'o \e
verdadeN
Cidad'o é toda pessoa ue go9a de plenos direitos pol*ticos e a lei fe9
uest'o de dar o direito de ter o >4C a uem é considerado cidad'o$ (ele9aN
1a#arito6 )rrado
Comentário 236
%am#ém errada! 5 presta aten&'o no detalhe, pois é a cara do eito
Fni,ersa de ser!
Os 5stados e o Distrito Federal, signatários de convênio com a Eni'o,
participar'o do 0istema acional de >egistro de 4dentifica&'o Civil e ficar'o
responsáveis pela operacionaliMa!&o e ataliMa!&o implementa&'o e
controle, nos respectivos territrios, do Cadastro acional de >egistro de
4dentifica&'o Civil, em regime de compartilhamento com o rg'o central$
1a#arito6 )rrado
Comentário 226

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5ssa foi tranuila! +o contrário do ue afirma a assertiva, é claro ue '
si( a possi#ilidade de a Eni'o cele#rar convênio com os 5stados e Distrito
Federal para a implementa&'o do >4C$ 'o esue&a6

1a#arito6 )rrado

Comentário 2L6
Cert"ssima a assertiva!
0egundo o ue esta#elece o art$ LU da @ei nU ?$S/?V, será o Poder
5ecutivo uem definirá a entidade ue centrali9ará as atividades de
implementa&'o, coordena&'o e controle do Cadastro acional de >egistro de
4dentifica&'o Civil$ 5sse rg'o se constituirá em rg'o central do 0istema
acional de >egistro de 4dentifica&'o Civil$
1a#arito6 Certo
Comentário 26
5atamente, pois essa é a finalidade srcinal da norma! Gimos aui ue
ela assim esta#elece6
rt. -o J institu)do o n>mero >nico de Legistro de :dentidade
$iil, pelo qual cada cidadão brasileiro, nato ou naturalizado ,
ser0 identificado em suas rela!?es com a sociedade e com os
organismos goernamentais e priados.
1a#arito6 Certo

036n>mero
do [C$($>nico
F $'*#! &*?!(CH*C!
de registro F C-$(
de identifica!ão  01224
ciil ( de  implementa!ão
competBncia exclusia
da nião, sendo edada, para tanto, a celebra!ão de conBnio com os estados
e o &istrito #ederal.
Comentário6
Depois das uestMes da (anca Ponto e :arcos 1ir'o, agora ficou #em
fácil fa9er uma de concurso!

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+ implementa&'o do n;mero ;nico de registro de identifica&'o civil ]O


é de competência eclusiva da Eni'o$ + @ei nU ?$S/?V permite a cele#ra&'o
de convênio com os estados e o Distrito Federal$ De novo6

1a#arito6 )rrado

096 [C$($ F $'*#! &*?!(CH*C! F C-$(  01224  "ei n7


O.63OI instituiu o n>mero >nico de registro de identidade ciil, pelo qual
cada cidadão brasileiro, nato ou naturalizado, ser0 identificado em suas
rela!?es com a sociedade e com os organismos goernamentais e priados.
Comentário6
+lguma d;vida de ue está correta a assertiva! %ranuil"ssima, n'o é
mesmoN 0e o Cespe fe9 assim, imagina s a Fni,ersa!
5m seu art$ 3U, a @ei nU ?$S/?V, institui o n;mero ;nico de registro de
identidade civil, pelo ual cada cidad'o #rasileiro, nato ou naturali9ado, será
identificado em suas rela&Mes com a sociedade, os organismos governamentais
os organismos privados$
1a#arito6 Certo

QQQ

(om, chegamos ao fim de nossa primeira aula$ 5spero ue tenham


gostado da metodologia! ( aperiti,o do e ,e( por a* !
Ese o frum de nosso curso como mais uma ferramenta de au"lio para a
consolida&'o de seus conhecimentos$ 5starei sempre B disposi&'o procurando
dirimir suas d;vidas o mais rápido poss"vel$ Conte sempre comigo!

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5 fiue tranuilo ue, eistindo uest'o Fni,ersa so#re o assunto


estudado, todas aparecer'o no decorrer de nossas aulas$ Pode deiar!
1rande a#ra&o e #ons estudos!
5spero por você nas nossas primas aulas!

QE50%^50 D5 0E+ +E@+

UPE"TE ) A?CES @$?E – PC/DF – 201+V ?e%erente J identi%ica!&o


cri(inal <lge os itens a segir:
01: O preso em flagrante delito, o indiciado em inuérito policial, assim como
aueles contra os uais tenha sido epedido mandado de pris'o udicial, desde
ue n'o identificados civilmente, ser'o su#metidos B identifica&'o criminal,
inclusive pelo processo datiloscpico e fotográfico$
02: +s informa&Mes genéticas contidas nos #ancos de dados de perfis genéticos
n'o poder'o em hiptese alguma revelar tra&os somáticos ou comportamentais
das pessoas$
03: + prova de identifica&'o civil far-se-á mediante apresenta&'o, dentre
outros, de ualuer documento profissional ue permita a identifica&'o do
indiciado$
04: Os dados constantes dos #ancos de dados de perfis genéticos ter'o caráter
sigiloso, podendo auele ue permitir ou promover sua utili9a&'o para fins
diversos dos previstos em @ei ou em decis'o udicial responder civil, penal e
administrativamente$
0+: +s cpias dos documentos apresentados dever'o ser untadas aos autos
do inuérito, ou outra forma de investiga&'o, eceto se consideradas
insuficientes para identificar o indiciado$

0-: UPE"TE ) A?CES @$?E – PC/DF – 201+V E ci,il(ente


identi%icado por doc(ento srcinal n&o ser s6(etido a identi%ica!&o
cri(inal eKceto ando=
)+* estiver indiciado ou acusado pela prática de homic"dio doloso, crimes
contra o patrimYnio praticados mediante violência ou grave amea&a, crime de

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recepta&'o ualificada, crimes contra a li#erdade seual ou crime de


falsifica&'o de documento p;#lico$
)(* houver fundada suspeita de falsifica&'o ou adultera&'o do documento de
identidade$
)C* o estado de conserva&'o ou a distAncia temporal da epedi&'o ou da
localidade do documento apresentado impossi#ilite a completa identifica&'o
dos caracteres essenciais$
)D* houver registro de etravio do documento de identidade$
)5* o indiciado ou acusado n'o comprovar, em uarenta e oito horas, sua
identifica&'o civil$

UPE"TE ) A?CES @$?E – PC/DF – 201+V Llge os itens a segir


de acordo co( o regra(ento traMido pela 8ei n9 12:03/200;:
0: O +dvogado, em defesa de seu cliente, pode pleitear ao Jui9 a
4dentifica&'o Criminal de seu cliente$
0.: O sueito ue apresentar documento de identidade n'o será su#metido B
4dentifica&'o Criminal$
0;: + @ei 32$.LV preceitua ue a identifica&'o civil incluirá o processo
datiloscpico e o fotográfico, ue ser'o untados aos autos da comunica&'o da
pris'o em flagrante, ou do inuérito policial ou outra forma de investiga&'o$

U")AT –$"H)ST$@ADE? D) PE8$C$A – PC/T – 2010V Assinale a


alternati,a correta acerca das disposi!#es insertas na 8ei 12:03/0;
e disp#e so6re a identi%ica!&o cri(inal:
10: + pessoa civilmente identificada por documento srcinal, mesmo ue este
estea rasurado, n'o será su#metida B identifica&'o criminal$
11: O civilmente identificado por documento srcinal, n'o será su#metido B
identifica&'o criminal, eceto, uando, entre outras hipteses, o documento
apresentado for insuficiente para identificar ca#almente o indiciado$
12: Por epressa veda&'o legal, n'o será identificado criminalmente o agente
ue praticar infra&'o de menor potencial ofensivo, mesmo uando n'o portar
documento de identifica&'o civil$
13: + autoridade policial somente poderá determinar a untada dos materiais
datiloscpico e fotográfico nos autos do inuérito Policial, amais na
comunica&'o da pris'o em flagrante$
14: Cpia do documento de identifica&'o civil apresentada n'o poderá ser
mantida nos autos da pris'o em flagrante nem nos autos do 4P, so# pena de
responsa#ilidade funcional da autoridade policial$

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USCE"C?SES –D)8)@ ADE D) PE8$C$A – PC/PA – 2012V Patando


se na 8ei n9 12:03 de 19 de ot6ro de 200; e disp#e so6re a
identi%ica!&o cri(inal do ci,il(ente identi%icado assinale a alternati,a
incorreta=
1+: R permitido mencionar a identifica&'o criminal do indiciado em atestados
de antecedentes ou em informa&Mes n'o destinadas ao u"9o criminal, antes do
trAnsito em ulgado da senten&a condenatria$

1-: + identifica&'o
identifica&'o civil é atestada, dentre outros documentos, pela carteira de
funcional$
1: 5m#ora apresentado documento de identifica&'o, poderá ocorrer
identifica&'o criminal uando o indiciado portar documentos de identidade
distintos, com informa&Mes conflitantes entre si$
1.: o caso de n'o oferecimento da den;ncia, ou sua reei&'o, ou a#solvi&'o,
é facultado ao indiciado ou ao réu, aps o aruivamento definitivo do inuérito,
ou trAnsito em ulgado da senten&a, reuerer a retirada da identifica&'o
fotográfica do inuérito ou processo, desde ue apresente provas de sua
identifica&'o civil$
1;: Quando houver necessidade de identifica&'o criminal, a autoridade
encarregada tomará as providências necessárias para evitar o constrangimento
do identificado$

UPE"TE ) A?CES @$?E – PC/DF – 201+V Segndo o e disp#e a


8ei n9 ;:4+4/; e cria o registro Gnico nacional de identidade
<lge os itens a segir:
20: + @ei institui o n;mero ;nico de >egistro de 4dentidade Civil, pelo ual
toda pessoa, será identificada em suas rela&Mes com a sociedade e com os
organismos governamentais e privados$
21: Os 5stados e o Distrito Federal, signatários de convênio com a Eni'o,
participar'o do 0istema acional de >egistro de 4dentifica&'o Civil e ficar'o
responsáveis pela implementa&'o e controle, nos respectivos territrios, do
Cadastro acional de >egistro de 4dentifica&'o Civil, em regime de
compartilhamento com o rg'o central$
22: + implementa&'o do n;mero ;nico de >egistro de 4dentifica&'o Civil será
de competência eclusiva da Eni'o, veada a cele#ra&'o de convênios para este
fim$
23: Waverá um rg'o central do 0istema acional de >egistro de 4dentifica&'o
Civil, responsável por centrali9ar as atividades de implementa&'o, coordena&'o
e controle do Cadastro acional de >egistro de 4dentifica&'o Civil$ 0erá o Poder
5ecutivo da Eni'o ue definirá a entidade ue fará esse papel$
24: O n;mero ;nico de >egistro de 4dentidade Civil permitirá a um cidad'o
naturali9ado, por eemplo, ser identificado em suas rela&Mes tanto com

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Noções de Identifcação p/ Papiloscopista Policial – PC/DF
Aula 00
Pro. Marcos irão

organi9amos privados uanto governamentais, sem a eigência, via de regra,


de outro documento ue o identifiue$

2+: UC)SP)  P)?$TE PAP$8ESCNP$CE  PC/)S – 2011V + implementa&'o


do n;mero ;nico de registro de identifica&'o civil é de competência eclusiva
da Eni'o, sendo vedada, para tanto, a cele#ra&'o de convênio com os estados
e o Distrito Federal$

2-: UC)SP)  P)?$TE PAP$8ESCNP$CE  PC/)S – 2011V + @ei nU


?$S/?V instituiu o n;mero ;nico de registro de identidade civil, pelo ual
cada cidad'o #rasileiro, nato ou naturali9ado, será identificado em suas
rela&Mes com a sociedade e com os organismos governamentais e privados$

1+(+>4%O

1234+-
C55C5CC
. ; 10 11 12 13 14
555C555
1+ 1- 1 1. 1; 20 21
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22 23 24 2+ 2-
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