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TRABALHO DE HISTÓRIA DE EDUCAÇÃO – ATIVIDADE 2

Esta atividade é feita em grupo de 4 a 5 alunos, pesquisem em várias fontes


(livros, revistas, jornais, atas, sites e outros) das existências de associações de
surdos no Brasil e façam uma ‘linha de tempo’ das primeiras associações até as
atuais e enviem para AVA (que posteriormente vão ser colocados em midiateca
ou Fórum á disposição para os outros colegas verem) e elaborem um cartaz bem
bonito para expor no terceiro encontro presencial em seu polo.

DISCENTE: Érika Morais Costa

Fhelipe Tornelly Mendes Gonçalves

Helenice Maria Marques

Jennifer Karolliny Oliveira Santos

Lidiane Rodrigues Brito

O Estudo da história de surdos pode ser uma fonte de prazer, isto porque ela desperta
a nossa curiosidade, não é mesmo?

Antes de raciocinarmos sobre a história de surdos, primeiro vamos contemplar o que é


‘história’. A história é a ciência que estuda a forma de como os homens se

organizaram e viveram no passado e entender o processo de constante


transformação, no caso da história de surdos, estudamos de como os povos surdos se
organizaram e viveram no passado e entender o processo e de transformações de
como as comunidades surdas surgiram.

O estudo do passado é importante para entendermos a situação atual. O estudo do


passado nos ajuda a compreender o presente.

Para saber o motivo de estudar a história, devemos nos lembrar de três palavras
essenciais: passado, presente e futuro. Por exemplo: Vivemos o presente, temos um
passado e esperamos ter um futuro, com as comunidades surdas é a mesma coisa.

1857

O início da história dos surdos no Brasil deu-se em 1857, durante o império de D.


Pedro II, quando o professor francês Hernest Huet fundou o Instituto Nacional dos
Surdos-Mudos no Rio de Janeiro. Após formar a primeira turma de professores, em
1954, o Instituto Nacional dos Surdos-Mudos, em 1957, passou a se chamar Instituto
Nacional dos Surdos.

1951

Os anos 50 foram marcados por uma série de ações importantes, como a criação do
primeiro curso normal para professores na área da surdez (1951). Neste ano, o INES
recebeu a visita de Helen Keller, cidadã americana, surdacega, cuja trajetória de vida
é um exemplo até os dias de hoje. Em 1952 foi fundado o Jardim de Infância do
Instituto e no anos seguinte criou-se o curso de Artes Plásticas, com o
acompanhamento da Escola Nacional de Belas Artes. Em 06 de junho de 1957, o
Instituto passou a denominar-se Instituto Nacional de Educação de Surdos.

1970 a 1980

Na década de 70 foi criado o Serviço de Estimulação Precoce para atendimento de


bebês de zero a três anos de idade. No início dos anos 80, com a criação do Curso de
Especialização para professores na área da surdez, o INES investe na capacitação de
recursos humanos.

1977

Fundada a FENEIDA (Federação Nacional de Educação e Integração dos Deficientes


Auditivos), cujos participantes na direção da instituição na época, eram apenas
pessoas ouvintes. Os surdos eram tratados e reabilitados, assim devolvidos para o
convivio com a sociedade.

1987

Criada a Associação Brasileira dos Surdos, cuja finalidade é lutar pelos direitos dos
surdos, a FENEIDA passa a se chamar FENEIS (Federação Nacional de Educação e
Integração dos Surdos). O ensino de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) passa a ser
exigido pelos surdos que passam a ser responsáveis pela sua Instituição e por suas
decisões.

1990

É criado o informativo técnico-científico Espaço, cujos artigos são voltados para a


educação do aluno surdo. A partir de 1993, o INES adquiriu nova personalidade com a
mudança de seu Regimento Interno, através de ato ministerial. O Instituto passa a ser
um centro nacional de referência na área da surdez.

2002

Reconhecimento oficial da LIBRAS pelo Governo Federal(Lei no 10.436, mais


conhecida como a Lei da LIBRAS.

2005

Regulamentação da Lei 10436/02, pelo Decreto 5626 que determina entre outras
obrigações, um prazo máximo de 10 anos estar inserida a LIBRAS nos currículos dos
cursos de licenciaturas, Pedagogia, Letras e Fonoaudiologia, além de professores
bilíngües em todas as escolas com classes regulares. É regulamentada a profissão de
intérprete e através de concurso público o Governo de Pernambuco torna-se pioneiro.

2006 a 2007

Implantação em Pernambuco do primeiro Curso Técnico nível nacional de


Tradutor/Intérprete da Língua de Sinais oferecido na Escola Estadual Almirante Soares
Dutra. É realizado o 1º exame de proficiência da LIBRAS – Prolibras. Surgindo
mercado de trabalho para profissionais surdos e ouvintes nas categorias de instrutor,
intérpretes e professores, em cumprimento ao Decreto 5626/05.

Referência Bibliográfica:

http://www.facol.com/gestus/artigos/artigo6-completo.htm

http://www.libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoEspecifica/historiaDaEduca
caoDeSurdos/assets/258/TextoBase_HistoriaEducacaoSurdos.pdf

https://cinararklibras.webnode.com.br/news/historia%20da%20educa%C3%A7%C3%A
3o%20de%20surdos/

http://karinfeneis.blogspot.com/2011/06/linha-do-tempo-das-lutas-surdas.html

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