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Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais

Disciplina: Estado e Políticas Públicas na América Latina (EPPAL)

1º semestre de 2019

Prof. Carlos Aurélio Pimenta de Faria

Leitura Obrigatória

Bibliografia para a 1ª seção (23 abril 2019):

Uma introdução ao Caleidoscópio Latino-Americano (23 abril) (46p.)

1. NOVAES, Adauto. A outra margem do Ocidente. In: NOVAES, A. (Ed.). A


outra margem do Ocidente. SP, Cia das Letras, 1999, pp.7-14.
2. OSPINA, William. América mestiza. Bogotá, Mondadori, 2013. (pp.9-21).
3. KRAUZE, Enrique. Os Redentores. Ideias e poder na América Latina. RJ,
Benvirá, sem data. (Prefácio, pp.9-12).
4. FUENTES, Carlos. El espejo enterrado. México, Fondo de Cultura Económica,
1992. (Introdução, pp.9-13).
5. NARLOCH, Leandro & TEIXEIRA, Duda. Guia politicamente incorreto da
América Latina. SP, Ed. Leya, 2011. (Introdução, pp.17-20).
6. MENDOZA, Plinio Apuleyo; MONTANER, Carlos Alberto & VARGAS
LLOSA, Álvaro. Últimas noticias del Nuevo Idiota ibero-americano. Bogotá,
Ed. Planeta, 2014. (Del idiota de ayer al neoidiota de hoy, pp.37-44).
7. GALEANO, Eduardo. A descoberta da América (que ainda não houve). Porto
Alegre, Ed. da UFRGS, 1988. (pp.32-37).

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Bibliografia para a 2ª seção (30 abril 2019) (93p.):

A América Latina contemporânea: entre a “Onda Rosa” e a virada à direita

1. PANIZA, Francisco. La marea rosa. Análise de Conjuntura OPSA, No.8, ago.


2006.
2. CASTANEDA, Jorge G. Latin America’s Left Turn. Foreign Affairs, v.83, n. 3,
2006.
3. SILVA, Fabricio Pereira da. Da onda rosa à era progressista: a hora do
balanço. Revista Sures, v. 1, n. 5, 2015.
4. _______________________. O fim da Onda Rosa e o neogolpismo na América
Latina. Revista Sul-Americana de Ciência Política, Vol.4, No.2, pp.165-178,
2018.
5. VELADOR, Octavio; IBARRA, Carlos Alberto. Golpe de Estado y
Neogolpismo en América Latina. REVISTA DEBATES, v. 13, n. 1, p. 150-172,
2019.
6. VILLAZÓN, Julio Córdova. Velhas e novas direitas religiosas na América
Latina: os evangélicos como fator político. In: VELASCO e CRUZ, S. et al.
(Orgs.). Direita, volver! O retorno da direita e o ciclo político brasileiro. SP,
Ed. Fundação Perseu Abramo, 2015, pp.163-176.

Bibliografia para a 3ª seção (07 maio 2019) (89p.):

Neodesenvolvimentismo, pós-desenvolvimento e neoliberalismo na América Latina


do século XXI

1. MONIZ BANDEIRA, Luiz Alberto. As políticas neoliberais e a crise na


América do Sul. Revista Brasileira de Política Internacional, Vol.45, No.2,
pp.135-146, 2002.
2. WRIGHT, Lawrence. Sonhos de lítio. Revista Piauí, Edição 45, Junho de 2010.
3. BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos; THEUER, Daniela. Um estado novo-
desenvolvimentista na América Latina? Economia e Sociedade, vol.21, pp.811-
829, 2012.
4. GUDYNAS, Eduardo. Estado compensador y nuevos extractivismos. Las
ambivalencias del progresismo sudamericano. Nueva Sociedad, No.237, 2012,
pp.128-146.
5. BURCHARDT, Hans-Jurgen. Logros y contradiciones del extrativismo. Bases
para una fundamentación empírica y analítica. Nueva Sociedad-FES, Fev. 2014.
6. FÉLIZ, Mariano et al. ¿Qué hacer... con el desarrollo? Neodesarrollismos,
buenvivir y alternativas populares. Sociedad y Economía, n. 28, p. 29-49, 2015.

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Bibliografia para a 4ª seção (14 maio 2019) (123 p.)::

O Estado de Bem-Estar Social na América Latina: modelos, reformas e


convergências

1. DRAIBE, Sônia M. & RIESGO, Manuel. Estados de bem-estar social e


estratégias de desenvolvimento na América Latina: um novo
desenvolvimentismo em gestação? Sociologias, Anno.13, No.27, pp.220-254,
2011.
2. COUTINHO, Marcelo; SANT’ANNA, Julia. Estados de Reacomodação Social:
Política e Políticas de Combate à Pobreza na América do Sul. Observatório
Político Sul-Americano, abr. 2008.
3. LAVINAS, Lena. 21st Century Welfare. New Left Review, No.84, pp.5-40,
2013.
4. FARIA, Carlos Aurélio Pimenta de. Sumak Kawsay ou Buen Vivir? Os novos
fundamentos constitucionais nativos e a reforma das políticas sociais no
Equador da Revolução Cidadã. Interseções (UERJ), v. 18, pp.7-38, 2016.
5. KRAUSE, Enrique. O poder e o delírio. SP, Ed. Benvirá, 2013. (“Diagnóstico
das missiones”, pp.83-87.

Bibliografia para a 5ª seção (21 maio 2019):

Haveria uma “latino-americanização” da política social?