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Índice

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Doenças Tropicais

Inocência concerne de doenças, preocupação Atualmente a tem proliferação e no Malária. há no livro, uma que

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Romeu Sertão e Julieta do

Inocência mântica regionalista e a prosa ro-

Conhecendo o cenário

O na Mato Livro região Grosso Inocência Centro-oeste, do Sul se passa no

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Papilio Innocentia

contra Quando a sua Meyer valiosa en- sistema referência borboleta, de taxonomia de direta ele Lineu. faz ao

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O regionalismo Romantismo e o

cia, características A mento romântico obra representa artístico de Taunay, no Brasil. do muitas literário movi- Inocên- das

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Vozes Verbais

A verbais aplicação na poesia das vozes

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Mato A Culinária Grosso Sul do do

Durante vro, alguns são pratos o mencionados curso da região. típicos do li-

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e A gem as tendência iguras de romântica lingua-

tismo subjetividade. A preferência por redondilhas do roman- e a

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A Meios Evolução de Trans- portes dos

A história dos portes trans-

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dos sociais A inluência preceitos

O comportamento a da pode nalista dos partir ilosoia personagens ser de das explicado Rous- racio- teorias seau.

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Pausa para o Cinema

da A obra para de as Taunay telas. adapta-

Editorial

Essa nas quem de Figurado. “s.f. rece Ao uma se delicada, a Característica última é pesquisar seguinte inocente; personagem Qualidade palavra sutil deinição: a inocência.” palavra e do chama pura, importante do que que “candura” mas é atenção cândido é puro; também na não prosa (muito característica no só por Google, regional. por ser branco). ser nome ape- apa- de

Ao colocado ler o livro, esse como confesso nome que da achava ilha, ainal, óbvio Inocência o pai ter

era nome. racterísticas sim Mas uma como da menina ilha o pai antes de sabia alma mesmo limpa que essas da e fazia menina seriam jus crescer ao as seu ca-

e desenvolver sua personalidade?

É simples, Inocência não de todo pura e meiga, mas precisava seu ragem Amor jovem pai esse para garota queria era que enfrentar sem de que era algo maldade puro assim qualquer que e despertasse sincero, fosse. em coisa seu Tudo pois coração. apenas dentro que vinha por a dela menina de amor. uma co-

Ao inal da obra, se descobre que a pureza de Ino-

lutar sincero somente cia. cência Que pelo não e logo, obedecê-lo eterno. seu era amor não a pureza E pode é por e aí se que Cirino, que ser guardar, se confundida seu encontrava que pai mas ela desejava, era, acreditava com sua sobretudo ingenui- inocên- não era ser dade, exageros Por mos isso, de pois deixar românticos) nessa o amor claro primeira entre que era os edição recíproco. o dois título da (sem é revista, em contar homenagem gostaría- com os

Cujo seu gentil corpo fora

entregue a terra, no imerso sertão de Sant’Ana do Pa-

ranaíba, para aí dormir o sono da eternidade.”

à “Inocência coitadinha

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Carvalho

O Romantismo e o regionalismo

A cas obra do movimento de Taunay, Inocência, artístico literário representa romântico muitas no das Brasil. característi-

Por Renata Ananda Costa Carvalho, Fernanda Guedes, Ana Luíza Cavalcanti,

XVIII, mas Passado ele um não o novo movimento vem acompanhado ideal começa árcade, a de no surgir seu inal tom na do clássico literatura, século e

é voltado para a burguesia. Com seus traços religio-

sos, morte, seu eis amor que pátrio, surge o seus Romantismo. dramas da vida e ideiais da

na Como Europa, os demais e só chegou movimentos, ao Brasil o Romantismo em 1836, com surgiu a

publicação tir de 1860, de as Suspiros transformações poéticos econômicas, e saudades. políticas E a par-

e sociais levaram a uma literatura mais próxima da

vinha realidade, sendo reletindo implantado o sentimento nos brasileiros nacionalista desde o que co-

meço Regional, do século. pois as Dentre histórias as prosas demonstravam românticas, a visão uma

cada que o região país tinha e seus sobre costumes, si mesmo. podendo Além de assim caracterizar mostrar ça Um ao é leitor dos Inocência, livros a diversidade que de Visconde ressalta cultural com Taunay. do clareza país. O autor essa brasilei- diferen- características país ro utilizou para escrever suas visuais experiências suas como obras, os que reproduzindo valores teve viajando sertanejos tanto pelo da as cante, de, pensamentos época. Mas como por conseguindo Além que a linguagem essa disso, dos necessidade personagens equilibrar o culta choque da tanto entre que regional. é algo os a as icção autores bastante culturas e realida- tinham mar- e os de cipalmente Independência, ser tão patriotas? por em causa 1822. Em de um Mas especial, fato ao se marcante voltar isso ocorre na que linha prin- foi do a tempo esse processo sentimento histórica de mudanças. do nacionalista Brasil, é possível surgir, houve perceber um que longo até No sileira colônia tugueses voltar tempo para era de que exploração, algo colonial, sua só terra. praticamente queriam por E o logo exemplo, Brasil extrair depois não era toda encontrado. amor composto por matéria escravos à pátria por prima Sendo por- bra- ne- e gros foram lutavam Os primeiros que retirados pelas sonhavam passos terras a força. em e brasileiras que retornar Os mostraram índios por para eram serem o África, sentimento os daqui. únicos de onde que de

a

das que mais possuía esse sentimento nacionalista foi

nacionalidade foram revolta neira, a Inconidência em foi 1789. uma Essa rea- Mi- um Mas são leiro ção movimento dos do resultou contra portugueses. povo a apenas opres- brasi- frus- Porém, dência. trado de o grande indepen- im- O com vez pulso Brasil esse a para chegada sentimento caminhava atiçar da corte de nos então portuguesa brasileiros para um no se processo Rio deu de em Janeiro. real 1808, de cia, tos certo Desde Independência, abolicionistas demonstra patriotismo. então, todo um que É também pouco o aconteceu tanto século que da ocorrem. escravidão, XIX nessa em é 1822. época, marcado O livro já movimen- que Inocên- por a em- um que Ventre publicação pelas do pregada, próprio nascessem causas Livre Maria do Visconde abolicionistas. que livro, a Conga, partir dava em de de era liberdade 1871, Taunay então. uma Um foi escrava ano apresentar aos aprovada antes ilhos negra, da escravos simpatia a própria Lei apesar do sozinha sem Conclui-se apoio constituir algum então, dos características que modelos a literatura europeus, só regional, suas. E conseguiu fazendo mesmo cimento tipo mais com de que apurado prosa sobre os próprios uma da sua realidade maior enorme escritores autonomia brasileira. diversidade tivessem cultural Dando regional. um e conhe- a sendo esse E poder apresentam serva-se algumas tor vê paternal o que que dessas no Inocência são irrestrito; livro características poucos Inocência, realmente A os idealização momentos como da sente prosa a feminina em por retratação regional que meio o (Ob- dos lei- do se olhos baseado idealizada lismo, que aparecessem dela, o quase uso beleza além de que disso, expressões em dela. exclusivamente vários o ); amor Regionalismo momentos, regionais dos dois na é estonteante e mas, e obviamente coloquiais, Coloquia- princi- e

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palmente, sentação costumes e e nas descrição o modo falas de de da pensar Pereira;

palmente, sentação costumes e e nas descrição o modo falas de de da pensar Pereira; região, de assim Realismo quem como ali na morava; os repre- seus Amor Uma das proibido. principais características do Romantismo

é o seu nacionalismo e a constante busca por uma

A independência e o Romantismo

igura nacionalismo que represente está no a momento nação, e histórico o motivo em para que esse o

brasileira. Romantismo O processo 155 de ocorreu: independência logo após no Brasil a independência tem início

com a vinda do rei português para o Brasil quan-

do Napoleão decretou o Bloqueio Continental. Uma

glaterra, gal invadir Quando cializar tornar vez e que manter a Portugal com Portugal estipulações chegou e a D.João a a coroa Inglaterra. no caso era Brasil, se intacta. aliado francesas eles viu Então, não em forçado a Inglaterra, 1808, rompessem e Napoleão continuar a D. fugir João tentou com de ameaçou a estabe- comer- Portu- a con- In-

que contrava em leceu-se sede transformaram do no e uma governo. Rio de dela a Janeiro, situação Ele foi tomou a abertura transformando em várias que dos o medidas Brasil portos a cidade se para bra- en-

colonial. sileiros ás Entre nações outras amigas, medidas rompendo que ele assim tomou o estão: pacto

a criação do Banco do Brasil, do Jardim Botânico,

da Academia Militar, da Escola de Belas Artes, da

Biblioteca real, e foram convidados vários artistas

para virem ao Brasil e formarem a missão artística

http://3.bp.blogspot.com/-KjwpXXW7nt4/Tmc_Q3CNUKI/AAAAAAAAAHE/ LaYu3xbQcdw/s1600/imagem-8.jpg

francesa. um lação Quando período mais a corte pobre mais portuguesa próspero se permitiu viria veio ter com para a esperança eles. o Brasil No entanto, a de popu- que dução pagar o que as houve agrícola, despesas foi o um da que corte aumento incentivou e uma de seca impostos vários que afetou movimentos para a poder pro- Dom contra revoltas de revolta. João a permanência que teve Essas ocorreram que revoltas escolher da em corte no Portugal, entre no Brasil Rio voltar de se que Janeiro. associaram para protestavam Portugal Então, as D. seu ou Pedro icar ilho no D. encontrou Brasil, Pedro. e diiculdade decidiu por em voltar, centralizar deixando o poder aqui ceiros, vaziou sa autonomia. pois para em uma os que Lisboa, cofres. Além D.Pedro vez que, as E disso, cortes então voltasse ao retornar estava começou tratavam para com a Portugal, Portugal. cada a pressão problemas província a Só portugue- corte que inan- com es- D. Pedro que do nhecido povo permanecesse, recebeu do como Rio uma Dia de Janeiro, do e coletânea decidiu Fico. num A então de partir episódio assinaturas realizar de então, que a que icou vontade ele pedia co- to- mou o Guerra, por cou medidas processo José uma uma escolheu que Assembleia Bonifácio, série de fossem independência: de um medidas seu novo Constituinte, determinadas principal ministério, que organizou prepararam conselheiro, exigiu em que Portugal a que era Marinha o país liderado todas convo- deve- para de as

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riam ter a sua aprovação ou não entrariam em vigor

e realizou várias viagens para acalmar os ânimos da

de colônia. Ao cebeu população. tentar mesmo em Foi rebaixar uma tempo, enviada viagem o se Brasil uma espalhou que carta a fazia sua a condição a D.Pedro de ideia Santos em original que para Portugal ele São re- de Paulo. tasse Constituinte 7 dência cia Após de ou setembro para a Morte!” Nessa e independência, teria Portugal que carta, dito de ele 1822, aquele estava e tinha estava que D. famoso sendo convocado. Pedro ele anulando proclamou exigido I grito foi coroado Foi a ‘Independên- que Assembleia a nesse indepen- ele impe- vol- dia,

rador Portugal, do Brasil depois e de a independência terem exigido foi uma reconhecida indenização. por Embora marcou identidade cia, histórico o livro o a da início nacional independência em época si do é em Romantismo mais esteja que inluenciado tenha presente foi escrito. e sido a no procura o pelo Ainal, livro evento contexto Inocên- de existe uma que uma com seu inal, o grande indianismo no qual distância pre- e o entre o início do Romantismo, em no livro ano 1872, de foi e 1860 publicado a se passa para 1861, metade ocorreram danças na sociedade e, na do na várias séc. política segunda brasi- XIX, mu- e leira. transição quia A para começar da o monar- regime pela mentos enfraqueceu aconteci- Uma

republicano. série de

O

condoreira.

dominava

Da Monarquia para a República

poesia

o a proclamação império e causou da re-

pública. Um desses

lutou do brasileiros fatores Paraguai, o próprio foi que a na guerra no autor qual im do dela livro, não receberam que mobilizou aquilo vários que

o governo lhes tinha prometido, o que levou os mi-

quia, litares conhecidos ência e o a isso distanciamento concluir aliado com Questão que com não alguns entre Militar tinham o incidentes Exército teve o apoio como e que da o consequ- Regime icaram Monar-

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Monárquico. O clero também entrou em conlito com

a Monarquia, alegando que deveriam obediência ao

papa e não ao imperador. Além disso, a força ganha

pelo movimento abolicionista exerceu pressão sobre

o governo. Então, no dia 15 de novembro de 1889,

Fonseca houve um que golpe tirou militar D.Pedro pelo II do marechal poder e Deodoro proclamou da

a

Também há a transição da mão de obra escrava para

a

vre, em publicação nenhuma 1888 que concedia houve menção do livro, a a abolição. direta liberdade foi aprovada ao Embora movimento aos ilhos a Lei Taunay de do abolicionista escravos. Ventre não faça Li- E

ou fez ciedade Maria mostre uma Conga representação brasileira pontos e Tico, de de ambos vista 1860 da situação abolicionistas por escravos meio dos da de escravos retratação Pereira. no livro na so- ele de O litar presidente da Visconde política teve carreira da por de província não Taunay, política aceitar além de , a Santa chegando queda de ter Catarina, do tido a Político ser carreira nomeado mas Con- saiu mi- servador.

mão república. de obra assalariada. Em 1871, um ano antes da

A arte no Romantismo

Europa vidualismo, natureza ência O Movimento dos e humana, pensamentos tinha a liberdade as Romântico retratação seguintes de de Rousseau), expressão, do na características: bom arte selvagem teve interesse representação origem o (inlu- indi- pela na de paisagens e da natureza com idelidade, denúncia

Ender enciclopedia.itaucultural.org.br Cercanias de Laranjeiras (1817-8), de homas em A obra 1817, acima pela Expedição

Ender enciclopedia.itaucultural.org.br Cercanias de Laranjeiras (1817-8), de homas

em A obra 1817, acima pela Expedição é de homas Cientíica Ender, que de História veio ao Natu- Brasil gens do ral casamento que retratadas acompanhava da por arquiduquesa ele a eram comitiva em Leopoldina. austríaca sua maioria em As paisa- razão ima- das essas Outro romantismo, gens prosas feitas pinturas artista durante regionais por europeu do século apresentarem sua e Frans viagem que XVII, retrata Post. elas país. paisagens Apesar se bem aplicam as bem de paisagens ter bem elabo- feito ao radas.

aplicam as bem de paisagens ter bem elabo- feito ao radas. Rio São Frans (1647), Francisco

Rio São Frans (1647), Francisco Post. de

corcel, te’ Dom como em Pedro é si e romantizado.A provavelmente o próprio montasse grito um nunca ‘Independência obra burrico de ocorreu Pedro em vez do Américo ou de modo mor- um

racterística apresenta o romântica, enorme patriotismo, e apresenta que as é seguintes uma ca-

características neoclássicas: a pintura é didática,

é uma narrativa que conta a história da inde-

pendência harmonia do do colorido, país, há exatidão o realismo nos e contornos, também a

composição equilibrada e simétrica. Sendo que

o realismo se apresenta na forma como as iguras

anteriormente, ção independência des. são representadas histórica, até a e tela foram porque, e não foi na tomadas pintada como idelidade foi anos várias mencionado da depois liberda- retrata- da

social, cismo, no Brasil patriotismo. atração a partir pelo da O trágico, segunda Romantismo fuga metade do que do academi- chegou século

XIX não era exatamente um romantismo ‘puro’

oclássica, e se misturou que com é a as que características tinha sido introduzida da arte ne-

com a missão artística francesa. Os temas da

mente centivadas pintura temas romântica por nacionalistas, Dom no Pedro Brasil obras II, eram por que isso principal- eram houve in-

a retratação de eventos históricos, da natureza

mo brasileira, de forma de a iguras fortalecer populares a buscar e do de uma indianis- identidade

nacional. Como foi mencionado antes, essas pinturas

não seguiam completamente os padrões românticos

mentos europeus, artísticos, pois tinham principalmente inluências do de neoclassicismo. outros movi-

tela Independência ou Morte do artista italiano Pe- do uma a espada tela enorme, ao declarar que mostra a independência Dom Pedro do I Brasil. esrguen-

É

A

dro Américo retrata de forma romântica o sentimento

nacionalista que se intensiicou com a independência.

Brasileiro

que se intensiicou com a independência. Brasileiro que quantidade independência, grande, Só que o artista

que quantidade independência, grande, Só que o artista essa além de pintura teve disso, guardas, o ao que a retratar foi casa explica feita que no tal muitos nunca canto cena. as várias da poderia A anos pintura começar liberdades depois ser só pela tão foi da construída rando o trajeto anos que depois percorria, da independência. era mais provável Conside- que

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A inluência dos preceitos sociais

O das comportamento teorias da ilosoia dos racionalista personagens de pode Rousseau. ser explicado a partir

Por Paulo Victor Veloz, Camila Torres, Aimi Bianca, Renata Costa

eu “– ente tudo Agora, e não lhe prosseguiu olhe disse, para peço-lhe Nocência Pereira uma com coisa: falei certo assim veja vexame, só a mecê, a que do- sem no destes, quarto ser de muito extrema de minha chegado percisão ilha a este Eu seu lhe criado, juro Homem pisou em nenhum, nunca casos

torno-lhe Sr. Pereira, a dizer replicou que, Cirino como com médico, calma, estou lá há lhe muito disse

-las. tempo É acostumado este meu dever, a lidar e até com hoje, famílias graças e a a respeitá- Deus, a

tiça. as isso minha nasce, suas são Entretanto, fama tarde opiniões, prevenções é ou boa nunca é nem inútil Quanto vindas as se discutirmos acho endireita de às razoáveis longe, mulheres, porque O e Sr. nem quem não falou-me sei de tenho torto jus- que com quero boas para toda como tanto responder. a nós, desconiar franqueza, se No não meu melhores: delas e parecer, também e ter não as com os mulheres há, homens franqueza pois, são em motivo tão tão lhe boa -lhe contrariar, conta à vontade, para e viver é costume bem com meu todos antigo e deles a ninguém merecer

o tratamento que julgo ter direito a receber. Cuide

cada queira qual arvorar-se de si, olhe em Deus palmatória para todos do mundo. nós, e ninguém

Tal perior, reira, proissão que pareceu fora de aplaudindo impressionar fé, expedida com em agradavelmente expressivo tom dogmático movimen- a e Pe- su-

to de cabeça a sensatez dos conceitos e a luência da

frase.” ral, ência “Essa em que corrente imediata opinião são mantidas, nos injuriosa e nossos prática, não sertões sobre além as o da e casamento traz mulheres rigorosa como é, consequ- clausura conven- em ge- cionado de cometidos, intriga tranho.” menor amorosa entre idade, mal parentes se mas entre suspeita sobretudo pessoa muito possibilidade da chegados os família numerosos de e para algum qualquer crimes ilhos es-

Enim, essas suas ideias podem quadrar-

porque era de minha obrigação

e

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au. romantismo fos ilósofos mo Uma que A está das ilosoia teve na racionalistas características inluencia foi grande de Jean Rousseau inluência Jacques e que um do sofreu dos romantis- tem Rousse- sobre ilóso- uma dos o sociedade homem em Bom teoria seu Selvagem’ conhecida estado bom, em que primitivo, generoso, que vive como diz que que natural, mas o o ‘Mito o transfor- que homem é é um do a Desigualdade da sseau ma propriedade e corrompe. isso tem entre início privada, De acordo os com homens. que o com advento inicia Rou- Pois a gualdade. preceitos sociedade essa desigualdade que Para desigual tentam ele, o dá que manter modo origem dá do essa origem homem a desi- uma a de E nar governantes meio retornar como Taunay? visando do essa a contrato sua Não o se ilosoia interesse comprometem bondade por social meio se do associa inicial pelo do povo. Contrato a qual gover- à é obra por os quilo é Bom Social, a sociedade Selvagem’ no mas qual sim, que os por e homens determina a meio sua teoria acreditam, do muito ‘Mito de que da- do o vro. mento que Como se de pode Pereira icou perceber bastante durante pelo o explícito curso comporta- do pelo li- ponto de vista nha vive de sendo Para Pereira a na essa maior que cidade sociedade, essa e importância pelos é última muito relatos a era díspar igura dentro incrivelmente de Cirino, da patriarcal das que casas, a vive sociedade tradicional. era no sendo a interior, que que que ti- determinavam mento pode rino que ser perguntar tomaram observado o futuro qual várias na a postura dos inclinação decisões ilhos do sem por pai pessoal e e ele, do nenhum mas, tio dele. de mes- mo- Isso Ci- mo atingiu E cerce esse assim, as controle a maioridade, mulheres, Cirino era teve que ainda conseguiu certa deveriam mais liberdade ainda restrito ser completamente mais e, no depois liberdade. que con- que

Jean Jacq

ues Rousseau, https://resenhasdeilosoia.iles.wordpress.com/2013/03/rousseau.jpg

que bre submissas as ele decisões decidir e nunca e, do posteriormente, pai, protestar acatando ou mesmo qualquer aceitando comentar casamento qualquer so- eles se. coisa E estavam foi que isso o marido inseridos que ocorreu escolhido nessa com sociedade pelo Pereira pai tradicional, e determinas- Inocência, e, considerasse da). à direito, casamento como Manecão. E foi foi e, criado de isso bom Isso certa bom, que para com também forma a o opinião a motivou esses ilha até se valores, no (Um dela relete a dever, oferecer nunca casamento se no de acreditava foi modo arranjar a mão consulta- que como dela um ele no ele cuidava da ilha: ele acreditava que ela teria que

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para homens, distanciou ser completamente ter tanto permitido o máximo que, pura, o que único que se por pôde motivo encon- isso dos a amava lência, dele contrariou médico. trasse foi com mas ou cheia Então, o até Cirino não pai, de mesmo quando a porque repressão foi reação o porque que Inocência ele imediata ele e não vio- era ele a que a tava dade acreditava partir ela errada, impregnou era dos que ingrata, mas conceitos ela porque em era e sua estava ingrata que ele mente. a achava errada socie- e es- O que agravou a situação foi o fato

de ela ter mentido e o desobedeci-

considerado do em público, algo o que que as também mulheres era esses porque Dessa não poderiam conceitos forma, fazem fazer. parte Pereira e preconceitos de tinha sua nature- todos não

criado ses de pregnados za, sua preceitos mas pela natureza porque na sociedade. também mente se conforme tornaram de estavam Muitos Inocência, ele parte des- im- foi mas forte o que amor ela que os ignorou. ela sentia era tão

O que ajuda a evidenciar que to-

dos do meio esses social valores interiorano são resultados e não da

natureza dos personagens é o pon-

to de vista do próprio Cirino. Ele

determinado conhece e respeita por essa aquilo sociedade, que foi ceitos pletamente interiorana logo do que no que ele começo ele tem diferentes é muito segue. com do dade, mas as conservadora livro Na ele e, suas então verdade, como não se palavras, pode foi esses sabe ele criado perceber e que não tem preconceituosa, principalmente nessa a ideias são sociedade o os cuida- socie- com- pre- depois mulheres. E, nhece é gera iança natural quando receio os de de códigos a Pereira ouvir chega partir e é um a em um da dessa opinião dos sociedade Meyer. estrangeiro, fatores sociedade, que que em Pereira Meyer, foi ele causou criado. fala tem que a o sobre descon- que desco- E isso lhe as

A linguagem tendência romântica e as iguras de

Assim Inocência Paixão como proibida queria as borboletas, ser;

E de ideias absolutas,

Quis Ela não fugir queria das sombras saber; pretas,

E quis mudar sua conduta.

Se apaixonou de repente

Mas Pelo não seu próprio estava contente: doutor,

A dúvida trouxe dor.

Mesmo assim seguiu em frente

Se Quis encontrando fugir ou convencer com o amor.

Seu Mas E sem lhe amor de chão restava nada deixou então adiantou morrer de icou viver

E a vida abandonou.

seu Outra dondilhas nores, gular preferência Uma das sentimentalismo das com característica características redondilhas, maiores, por versos versos pentassílabos, com escritos do tanto e da versos poesia a Romantismo as com sua redondilhas quanto romântica heptassílabos. a subjetivida- métrica as é me- é re- re- o a queria Comparação: sos de, o como ser” que iguras Uma explica “Assim comparação de a como linguagem ampla as ocorre borboletas, utilização em quando seus de Inocência se textos. recur- cria to rísticas um comparativo elo de de semelhança dois expresso. elementos ou diferença E por isso meio ocorre entre de um nesse as elemen- caracte- texto,

queria borboletas queria cria-se literalmente era uma e ter de semelhança a Inocência, liberdade se tornar entre ainal, que uma a as não borboleta borboleta, características é que Inocência tem o que de das ela ir

e vir, e, como essa semelhança se deu por meio do

comparativo ‘como’, é uma comparação explícita. de re chão Metáfora: tos, pois uma só então que, a palavra metáfora “Quis icou” no fora entanto, fugir é A de uma metáfora seu das essa comparação sentido sombras comparação se associa usual, pretas” entre e com isso ocorre elemen- “E o ocor- sem uso de

forma implícita, sem o uso de comparativos. Por

exemplo, em ‘quis fugir das sombras pretas’, não

é que realmente havia sombras a perseguindo, mas

se xou em ma que apoiava, ‘e para a de sem situação existir, ela, chão que e, em mas por icou’ era que isso, que Cirino, não se ela ela signiica encontrava queria o perdeu homem escapar que aquilo era que o chão um dele. em amava. dile- dei- que E, tuação forma abandonou” expressa Eufemismo: explícita que essa é Eufemismo considerada “Seu situação parece amor por algo ocorre deixou desagradável, meio muito quando do de chocante, uso viver” de que, existe palavras “E se então uma dita a vida si- ou de se expressões de amor nou”, está atenuar se está deixou referindo se a com informação. falando de signiicado viver”, a morte da mesma como Por de mais um exemplo, situação, em modo suave, “e a tanto mais vida a como morte, em, indireto. abando- forma mas, “seu

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Vozes Verbais

As pal vozes da informação verbais se contida relacionam nas orações: a um aspecto quem princi- realiza

a ação? No caso da voz ativa, quem realiza a ação

verbal é o sujeito, que nesse tipo de voz se classiica

agora, como sujeito dessa terra agente. ele Um partira”, exemplo onde de a voz ação ativa de partir é “E,

em da é realizada pelo uma mesmo ação pelo que sujeito, sujeito é ao mesmo por ‘ele’. exemplo, A tempo voz relexiva sofrida “Eles se e implica realiza- encon- traram pois ‘eles nos se laranjais”. encontraram’ Nessa implica oração que há um reciprocidade encontrou

o outro, o que classiica essa voz como relexiva. E

existe recebe paciente. ca meio verbal que e realiza a da sintética. uma + a seguinte ação agente Existem última a ação verbal, A da estrutura: voz voz, dois que passiva, sendo passiva a tipos atinge voz sujeito sendo classiicado passiva, de analítica o voz sujeito, esse paciente passiva: na é último qual como mas formada + a o não locução analíti- sujeito sujeito aquele que por não voz do direto. descobertos”, pois anteriormente descobriu descoberto, também esse ativa tem embora Exemplo modelo, a que pode ausência algo, ou não necessariamente no onde ser seja, ou de apareça contanto texto, convertida do voz seja o sofreu sujeito agente e passiva não observa-se na que a oração realizou ação da em paciente o aparecer analítica passiva verbo voz verbal. já que a foi passiva seja é ação, na pois “ o mencionado desinencial, Observa-se Mas sujeito oração. transitivo este mas seguin- foram não não foi A

é uma estrutura obrigatória. A voz passiva sintética

bo segue pois transitivo concorda uma estrutura na com terceira o diferente: sujeito) pessoa acrescido é (singular formada do ou pelo pronome plural, ver-

apassivador não va sintética há agente é se “Declarou-se da e do passiva. sujeito Um o paciente; amor”, exemplo que Nessa de se voz classiica estrutura passi- como mo, alguém voz ou o passiva mas desconhecimento voz não foi passiva é se declarado mencionado. relaciona pois de o por amor justamente quem Em alguém, não alguns realizou declarou com sendo casos, a a ação. ocultação a que o si uso mes- esse da

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Tragédia amorosa Perdidamente Pois Pediu do, Mesmo Inocência, tinha que fraca, fosse se menina apaixonado tinha por sua aquela bela, o donzela encanta- Eles Que tinha se encontraram curado. nos laran- Juraram Pois Mas Declarou-se jais foram ele era serem pensamentos apenas o amor sempre o curador leais irreais E, Você, rou; Mas agora, foram aqui, dessa descobertos foi tudo terra que ele partira. aspi- Tenha tara: Ficar junto a certeza a ti foi de com que ele o que ten- ele Mas frentara, E que teu mais ele caiu nome suspirou. sonhou, quando foi a última Manecão coisa en-

Romeu e Julieta do Sertão

Inocência e a prosa romântica regionalista

O romance se passa em 1860, em meio a um sertão

mato-grossense com ideias e pensamentos ainda farmacêutico menina do conservadores. Cirino. pelo de sertão 18 que anos em Tem se busca chamada como intitula de protagonistas pacientes médico Inocência e que está e uma um se viajan- chama jovem doce

comentários, que apesar de sem segundas intenções, homem deixaram nha prometeu-a tinha a dado ilha sertanejo, Pereira noiva sua em palavra casamento cuja muito icou honra que desconiado. dividido, a tinha iria Manecão, tratar que por Ele, proteger, um bem por como lado, o outro, alemão. ainal, ele típico ele ti- Seu controu descontentamento uma nova espécie aumentou de borboleta quando e Meyer a nomeou en-

Preso cência. Meyer Papilio dente, xilio, sem nessa contando fosse inoccentia, perceber situação, embora para em que, logo. ele tudo tinha Toda homenagem seu na Ele que realidade, a interesse dilema, desconiança fez fez de foi e Cirino a em procurando torcer era beleza Inocência. Cirino de seu para de Pereira coni- Ino- que que au- para no sem e quase Meyer, Inocência que permitiu despercebidos: se aproximas- que Ciri-

a única pessoa que percebeu

Pereira um lava. essa Quando anão aproximação mas Meyer que que trabalhava foi quase embora foi não Tico, para fa- e,

Manecão com a ameaça a qualquer da chegada instante, de dois em a situação um amantes. nível icou crítico Eles ameaçadora pensaram para os em opção, fugir, então mas Cirino Inocência foi atrás não

do padrinho de Inocência, que resposta Enquanto poderia com necão os intervir chegou preparativos desse Cirino padrinho, pelos a esperava fazenda, dois. do casó- Ma- já a ele icou va. Meyer, e Inocência que furioso então preferia com Tico declarou morrer isso, contou e que rio antes assumiu que prontos, não na de queria verdade, se que e casarem. foi fosse ter atrás quem nada culpa Pereira da ama- com noi- de va Manecão, se pítulo encontram, Inocência acaba furioso, quando era brigam, Cirino. vai o padrinho e atrás Manecão de de Cirino. mata Inocência Cirino, Quando vem o eles ca- e o enterra. No no evento cia, ro mediante qual epílogo que ocorreu provavelmente Meyer do a morte livro, dois está anos de mostrando mostra-se ocorreu Cirino depois devido sua um da morte evento descoberta. a seu de cientíico desespe- Inocên- Esse

Por Ananda Carvalho, Luiza Santana, Renata Costa

O Enredo

Inocência como vro 30 capítulos se do organiza Romance não e só um em é Regionalista a obra prima em de si. Taunay, O li- epílogo

O livro retrata uma his-

entre toria de Cirino amor é e proibido Inocên- ambulante. se uma macêutico, intitulando moça Inocência do que interior, médico viaja é

ilha paciente pai reira, fazenda Santana ele dor, é de de e muito é Inocência, Pereira, no dono extremamente do de interior Paranaíba, Cirino. conserva- de que uma Pe- de O é protetor mão Manecão. ele da prometeu ilha, cuja a sezões, do- e

Inocência ente, com

por medicamento cidade isso, Pereira para comprar do foi qual até ela necessitava, mas não o en-

a

o

controu. encontrou Durante com Cirino o caminho e, o convidou de volta para para se casa, hospedar ele se

em sua casa. Cirino aceita o convite e, quando chega

lá, é convidado a tratar da moça: ao ver Inocência, ele

se encanta.

Também o Meyer, chegam e seu assistente, na propriedade José (Juque). um cientista Meyer alemão, apre-

irmão senta para que ele Pereira não vê um há carta muito de tempo recomendação e, por isso, de Pe- um reira próprio estonteado dá irmão. sua por palavra Quando sua beleza de tratar Meyer e, Meyer começa vê Inocência, como a fazer se ele fosse vários ica o

cia. Cirino

como a fazer se ele fosse vários ica o cia. Cirino

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/6d/Capa_Original_de_

Inoc%C3%AAncia_de_Taunay.jpg

um far-

podia suportar a vergonha des-

sa

estava

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O trágico romance mostra os choques de culturas

tinha vinha entre os uma de personagens cidade mentalidade grande como europeia, e também Pereira e entre retrata e Cirino, Meyer, também que que o Visconde espécie poder papel da de de mulher uma de Romeu Taunay, paixão na e sociedade Julieta faz impossível. o leitor do da sertão, realmente época. Inocência, Sendo sentir uma de o

Análise personagens crítica sobre os principais

mostra nal, consequências já que que em o seu meio que emocional essa a paixão, aventura supera nem amorosa sequer o seu lado pensou poderiam racio- nas

até alguma Meyer:Ironicamente que lhe mais causar. ocorre em que também seus a própria elogios, por o Inocência, personagem vir homenagens de uma pois terra mais e não presentes, com inocente, vê valo- malícia o res icar da língua, sociais tão “escondidas”, pois, diferentes, apesar onde de e, também falar mulheres um devido ótimo não português precisam à barreira considerando que é estrangeiro, há algumas palavras

Pereira: mostra conservador altamente Durante e isso toda a obra, o pai de Inocência se

se da principal-

meio mente rido, de patriarcal, numa onde por causa está socieda- onde inse- do

o homem é o único

meço Inocência: apenas que tem ela como vez. é No retratada fraca co-

e ingênua, típica

Mas moça ao de passo interior. que a

prosa se desenrola,

e principalmente ao

casar ser pressionada com Manecão, a se recusando sua alguns mostra personalidade, pontos levemente o noiva- de tra seu tou do apenas e que para pai. enfrentando um tudo O menina que pouco que mos- era fal- de

tomar de autonomia, e motivação suas próprias liberda- para

decisões e não viver

a sombra de seu pai

como foi imposto a ela. ber os outras Além Cirino: avisos estar disso, casas O apaixonado do jovem existe se que vê que era em toda até sempre por um uma então Inocência, conlito pressão se seu portou interno amigo, ainda social tão Pereira. ao mais bem sobre perce- em com

os ele dois, conhece pois, os embora seus costumes não sendo e preconceitos. da região em Mas si,

e expressões que

lhe pode faltam perceber e ele o não que

subliminar. outros pretendiam

expressar de forma

Análise obra da

os

outros pretendiam expressar de forma Análise obra da os

http://editoramelhoramentos.com.br/v2/wp-content/uploads/2013/01/Inocencia_capa-

-e1357159024870.jpg

O romance regiona-

intuito novos lista alidades, surgiu cenários de explorando apresentar com e re- o

as várias regiões do

país de valorizar como um o nacio- modo

ros. nalismo o Brasil Esses e aos apresentar romances brasilei-

regi- sertanejo país. Eles como retratam um

herói nacional, para

o qual o mais impor-

assumindo tante dianista. do papel índio é equivalente a na No sua assim, prosa roman- honra, um in- há ao inluenciados nesses sim essa como variedade cenários, a retratação pela de mas Europa. cenários os do enredos, modo conforme de de vida forma as predominante regiões, geral, são as- apresenta vista por A obra ser como considerada de muitas Taunay, tal. A começar características a Inocência, obra-prima por uma também dessa da das prosa prosa mais é regional, conhecida marcan- para ser e

exaltam

essas

ões, versidade mostrando existente a di-

no

o

ce

regionalista

13

região, o que se deve ao fato de Taunay ter viajado

tes conhecido que é a sua essa idelidade região antes em de sua escrever rica descrição sobre ela, da

além nalismos disso, e coloquialismos ele apresenta em que seu estão texto presentes muitos regio- prin-

do tre época, é cipalmente a poder Pereira representação que paternal está e nas Inocência. presente falas irrestrito, iel de dos Também principalmente Pereira que valores é Outra havia o que da sociedade acontecia característica a na idealização retratação en- da feminina, cência mesmo com quando uma descrição ela estava deslumbrante doente, além de disso, Ino-

o leitor conhece mais sobre os sentimentos de Ciri-

impressão ocorre sem ela no do faz levar que na um perspectiva que em sobre paralelo conta Inocência os de à outra dele, Romeu Inocência, é inalcançável. característica o que e Julieta, tem já que como representan- Isso dessa quase efeito é claro, obra, tudo a do um amor adolescente intenso e súbito, mas que é

disso, dizer separados, mente proibido, que se baseado analisado só era o que que também na os era por estonteante amantes frequente uma um amor perspectiva preferem no beleza supericial, romantismo. morrer de atual Inocência, pode-se basica- a Além icar

para já que, realmente foram poucos conhecer os momentos o outro. em que um parou

e

A religiosidade presente nos personagens

O

Devido mento, livro mostra os à inluência europeus como trouxeram de a religiosidade Portugal, para desde na o país vida o descobri- em das suas pes-

soas da época era algo que estava bastante presente.

caravelas a religião católica. Religião essa que se No é manteve marcante. livro, forte as no evidências país por muito dessa tempo religião e que são até várias, hoje catolicismo. padre citações além das no de casamento constantes santas, a retratam exclamações necessidade elementos da de presença “Meu presentes Deus!” de um no e os Outro nal diz Apesar que gens valores perdoar da possivelmente é momento história o de Candomblé, católicos não Manecão quando estar importante deveria na explícito por trazido Cirino vida ser dos ser do um por está na livro de personagens, bom obra, escravos prestes um que cristão. outra dos deixa a africanos morrer persona- religião é no claro i- e ao que velmente força Brasil Maria da natureza. cultuava durante Conga, a o deuses escrava período e orixás negra colonial. que da história representam Isso signiica prova- a

que da história representam Isso signiica prova- a

https://faciletrando.iles.wordpress.com/2014/08/inocc3aancia.jpg

nay, Alfredo era ilho d’Escragnolle de Félix Emile

nay, Alfredo era ilho d’Escragnolle de Félix Emile Taunay, Taunay mais conhecido que era ilho como do pintor Visconde Nicolas de Tau- Taunay Antoine de foi viajar motivado seguiu Taunay e conhecer a carreira ingressar que veio o país. militar para nessa Ele o e carreira viajou lutou Brasil durante na muito devido Missão e a foi a guerra possibilidade artística em suas do Francesa. Paraguai. viagens que que tinha Ele cenário para de Uma do escrever característica interior do livro. seu do Além Centro-Oeste. romance. marcante disso, O dele ele relexo visitou deinitivamente é que dessas o já Mato percebia, viagens Grosso, conheceu séculos é uma onde e riquíssima atrás, ele absorveu recolheu um problema descrição os as valores informações muitíssimo que e a cultura imerge que atual: da o precisava leitor socieda- o no desmatamento, do bioma da Mata ele Atlântica. protestava Matas contra que a destruição praticamente das não matas existem do Rio mais. de Janeiro. Matas que faziam parte

http://quemdisse.com.br/autores/viscondedetaunay.jpg

14

Conhecendo o cenário

Por Renata Costa, Ana Paola , Ananda Carvalho

O -oeste, Livro no Inocência Mato Grosso se passa do Sul na região Centro-

sul-oriental a “Corta ter estrada ao sítio extensa que abandonado da da vastíssima e Vila quase de de Sant’Ana despovoada província Camapuã. do de zona Paranaíba Desde Mato da Grosso aquela parte vai povoação, coninam Goiás e Mato os assente territórios Grosso próximo até de o São ao rio vértice Paulo, Sucuriú, Minas do aluente ângulo Gerais, que do

Uma das principais características da prosa regional

é

Taunay, majestoso presentado, que a descrição ele realmente esse Paraná” o aspecto e que a valorização viajou se deve em e especíico principalmente conheceu da região, é os muito e, cenários na ao bem obra fato que re- de de

de livro descreveu. detalhes se resume Graças incrível, basicamente a isso, sendo o que livro á descrição o tem primeiro uma do abundância capítulo cenário. do

E qual era esse cenário? A obra prima da prosa regio-

cia não. Paranaíba íba, nalista era região Antes um se ambienta e de distrito que Inocência ser hoje um de no município corresponde Paranaíba), (Coincidência? sertão de reconhecido, Santana no aos Mato Provavelmente municípios do Grosso Inocên- Parana- do de

O Relevo

“Cresce-lhe o orgulho na razão da extensão e im- quando transmontou que gosto portância transpôs, cifra-se não das levou e os os viagens em ribeirões pantanais dias enumerar e empreendidas; dias que que batizou, as a rodeá-los afoitamente correntes as e serras seu com caudais cortou, maior rara que te Com paciência.” na região, uma variedade de acordo de com formas, a classiicação o relevo predominan- do geógra- critérios trutura foi ponde fo Jurandyr feita ao geológica. utilizados com número Ross, auxílio são três Essa foram do os dessa região planaltos. Projeto altimetria, classiicação: em RadamBrasil, Essa especíico a gênese classiicação os planal- corres- e cujos a es-

tos e chapadas da bacia do Paraná, e foram formados principalmente ríodos sedimentar por meio subsequentes. da do ação Paraná. durante dos agentes Essa o período bacia externos paleozoico antiga sobre foi formada e a os bacia pe-

Sul. Fronteira Localizam-se com Goiás no e Minas norte do Gerais. estado, próximos á

com Goiás no e Minas norte do Gerais. estado, próximos á Município

Município wikipedia/commons/thumb/4/40/MatoGrossodoSul_Municip_Paranaiba. svg/280px-MatoGrossodoSul_Municip_Paranaiba.svg.png de Paraníba, no Mato Grosso do Sul https://upload.wikimedia.org/

no Mato Grosso do Sul https://upload.wikimedia.org/ Relevo mMzZe4/TcbjWVnHdWI/AAAAAAAAAxg/seDBrRQJUxQ/s1600/

Relevo mMzZe4/TcbjWVnHdWI/AAAAAAAAAxg/seDBrRQJUxQ/s1600/ Mapa+de+Relevo+Jurandyr+Ross.jpg do Brasil por Jurandyr Ross. http://3.bp.blogspot.com/-d4Szz-

15

Mapa Climas do Brasil. tp://geotp.ibge.gov.br/mapas_tematicos/mapas_murais/clima.pdf

o dia ciclo todo. de chuvas do clima Tropical Semiúmido é

o

dia ciclo todo. de chuvas do clima Tropical Semiúmido é

determinado vez, ocorre titude No com inverno, temperaturas são e por a determinadas pressão que pela a Massa temperatura ação mis é inluenciada Polar das baixas, pelas massas Atlântica é estações o inluenciada ar pela de ica ar ganha do temperatura. que, mais ano. pela por denso, força: Isso sua la-

na o que região aumenta durante sua a pressão. estação Essa seca, é a mas massa como que pode atua

determinante uma Massa Úmida, da seca? formada Isso se no deve oceano, ao relevo, ser o fator pois

conforme a massa adentra o continente, ela se depa-

ra

gião sul do país, onde ica concentrada a maior parte

dessa com umidade. o relevo Quando mais alto, essa o que massa causa chega chuvas na região na re-

centro-oeste, ela está praticamente seca e permane-

ce densa, assim, sua alta pressão impede a ação de

massas isso tem de menor ar quente, pressão. que são menos densas, e por

No verão, quando as temperaturas aumentam, o ar

ica que menos a Massa denso, Polar o Atlântica que diminui perca a pressão força, recuando. e faz com

O que permite que a Massa Equatorial Continental

e essas a Massa massas Tropical se encontram Atlântica e atuem formam sobre a a Zona região: de

Convergência do Atlântico Sul, o que determina a

Dessa estação forma, chuvosa. tanto a variação de temperatura, as es-

tações e a atuação das massas de ar se relaciona com

o ângulo de inclinação do planeta, o que se relacio-

na com a trigonometria.

O

O Clima

“É cair, porém, daí a dias copiosa brios de chuva, fada recantos e andou parece a por que traçar aqueles uma às varinha pressas som- espantosa Entra jardins tudo encantados atividade. num trabalho e Transborda nunca íntimo vistos. de a doras, “Se vida.” falham então, essas por muitos chuvas e viviica- muitos com sorriso, dos mente devastadas meses, clarões, todas iluminadas uma icam as sem pelo esperança suas aquelas uma por fogo, opulências sombra, avermelha- campinas, de lugubre- vida, um e desespero como verdejantes que por raladas pimpolhos não poderem de dor ocultos, e osten- mudo

tar as riquezas e galas encerradas no ubertoso seio.”

O

clima do Sul predominante é o Tropical Continental na região norte ou Semiúmido, do Mato Gros- que

abril e cada todo se por caracteriza a dia o ter setembro, ano, que duas por é por estações deinida ter e uma ser um quente, chuvosa, bem pelo grande deinidas, efeito praticamente amplitude de continentalidade, outubro uma térmica a seca, durante março. de a latitude, cia cia A gação temperatura de se de raios propaga que energia solares é baixa, dessa por por meio durante região meio o que de de signiica todo é radiação, ondas deinida o ano. eletromagnéticas que que a Essa partir tem é a incidên- incidên- propa- de sua

e pode inclusive se propagar no vácuo. A latitude é

um eixo fator de rotação determinante inclinado do em clima, aproximadamente pois a terra tem 23,5° um

e esse eixo, durante o movimento de translação não

vimento permanece semelhante na mesma ao posição, de um peão, mas o realiza que dá um origem mo-

ás estações do ano. Assim, cada região tem uma ca-

racterística climática diferente a partir da latitude:

no caso todo, As cido Equador regiões como da essas região de temperado, e regiões nas médias abordada, regiões são latitudes onde, conhecidas de há baixa incidência devido tem latitude, um como a sua clima do sol como tropicais. distância conhe- o ano é o do Altas Equador, Latitudes, existem o clima 4 estações é polar, bem sendo deinidas. que, devido E nas

á inclinação do eixo, podem ocorrer fenômenos nos

sem quais a essas luz do regiões sol, ou passam meses em meses que o completamente sol está no céu

so

16

A ponto, cossecante o valor é da o tangente inverso do equivale seno, dessa a

A ponto, cossecante o valor é da o tangente inverso do equivale seno, dessa a zero. forma, tam- podendo cante ter bém valores está é o assumir inverso no maiores eixo valores do y, que com cosseno, 1 acima a ou diferença por menores de isso 1 ou de está que abaixo que no -1. só eixo de A pode se- -1. x, sume com valores, reta que A cotangente é exterior o valor razão círculo mas 0. do ao é é ocorre cosseno o uma círculo inverso reta no e sobre que ponto da horizontal tangente, pode o 1 seno. do assumir cuja eixo Também o que intersecção y, quaisquer onde signiica é uma as- porção quanto gonométrico compreende No círculo, que em pi radianos, pode-se os se radianoss ângulos divide analisar só em equivale entre é preciso quadrantes: ângulos 0° e a se 180°. 90°; lembrar tanto o o O 1º 2° círculo quadrante em quadran- da graus pro- tri- te, 180° Um gonométrico determinado os conceito e ângulos 270°; e é quadrante importante entre o o 4º de quadrante, simetria, 90° tem e que 180°; ângulos pois se entre relaciona o cada 3° 270° que quadrante, ângulo são e ao 360°. ciclo simétri- em entre um tri- cos está para pendendo No 1º a em as ele quadrante, razões que nos do os outros quadrante. trigonométricas, ângulos todas quadrantes, as simétricos razões só e trigonométricas variando a tem importância valores o sinal iguais disso são de- positivas; sitivas, negativas; cossecante e cosseno, No No são 2º 3° negativas quadrante, quadrante secante, e tangente tangente seno seno, e cosseno, cossecante e e cotangente cotangente secante são são são po- e positivas; E, no 4º quadrante cosseno positivas cossecante, e secante e seno, tan- são gente te são negativas. e cotangen-

Círculo: http://www.es-

tudopratico.com.br/wp-

circulo-trigonometrico.png -content/uploads/2014/08/

Latitude: http://www.avon-

trail.ca/images/Latitude-

br/grimm/aposmeteo/cap2/ Image193.jpg Angulos: Globe.jpg http://isica.ufpr.

O gonométrico círculo tri-

da

radiação

A inlência

solar está diretamente re-

lacionada com o grau de

tre. inclinação Em baixas do latitudes, eixo terres- as

temperaturas os raios atingem são a altas terra pois de forma vertical, e os ângu-

los vão diminuindo conforme se distancia do Equa-

explica clima dor, ou tropical. por seja, que conforme a região a onde latitude. se passa Dessa a história forma, isso tem

O círculo trigonométrico é uma circunferência com

pontos centro na 0 horizontal origem do e plano 0 vertical cartesiano, e que tem ou raio seja, com nos

valor equivalente a uma unidade. Por meio dele, po-

Essas gente, cas. dem ser razões secante, estudadas trigonométricas cossecante várias propriedades e são: cotangente. seno, trigonométri- cosseno, O seno tan- re-

presenta a relação, a partir de um triângulo retângu-

lo, da razão do cateto oposto sobre a hipotenusa. No

círculo trigonométrico, ele corresponde ao eixo y, ou

seja, existindo presenta nusa, trigonométrico, vertical, dessa a valores relação forma, e tem assumindo para de ele assume cateto ele corresponde acima valores adjacente valores disso. entre ao entre sobre eixo O 1 cosseno 1 e x e a -1. do hipote- -1, eixo não re- Existem duas relações entre seno e cosseno, uma de-

las é a relação fundamental da trigonometria, que diz

quadrado que a soma sempre do seno tem ao de quadrado ser igual com a 1. o A cosseno outra rela- ao exterior assumir seno circula, ção é sobre a a ao relação quaisquer tangente círculo o cosseno. de trigonométrico, valores. tem tangente, A uma tangente Embora intersecção que é é dessa uma igual seja forma, reta com exterior á razão vertical ele pode do no ao ponto 1 do eixo x do círculo trigonométrico, nesse

seja forma, reta com exterior á razão vertical ele pode do no ao ponto 1 do
A Vegetação dos São “Ora das de árvores Paulo é arbustos a perspectiva e que,

A Vegetação

dos São “Ora das de árvores Paulo é arbustos a perspectiva e que, Minas raquíticos, se Gerais, bem dos cerrados, não mas enfezados tomem, de garbosas não e todas, desses retorcidos o e cerra- eleva- corpo de de gadas com que folhuda pelas são capazes linfas rama o dos à terreno beira córregos, das que águas lhes contudo ica correntes em ensombram derredor ou re-

e mostram na casca lisa a força da seiva que as ali-

menta; ora são compôs a perder de vista, cobertos de sões em grama, olhos; macega sua de ora, luxuriantes toda disposição alta enim, salpicada e alourada, que charnecas capões, de surpreendem ou silvestres tão de meio regulares viridente lores; apauladas, e embelezam e de ora simétricos mimosa suces- meio os

secas, onde nasce o altivo buriti e o gravatá entrança

o seu tapume espinhoso.”

“Nesses capim forma-se crescido campos, em vicejante e tão ressecado diversos tapete pelo de pela relva, ardor matiz quando do das Sol cores, trans- lavra o

o incêndio que algum tropeiro, por mero desenfado,

ateia com uma faúlha do seu isqueiro.” adaptadas pécies por história A vegetação ter uma são é ao o tropóilas riquíssima Cerrado. clima predominante e, ou durante Essa biodiversidade. caducifólias, vegetação na a área estação onde Muitas ou se seca, caracteriza seja, se passa perdem das estão es- a são que folhas incrivelmente muitas para tentar das folhas evitar adaptadas são a evapotranspiração, latifoliadas. ás condições Essas climáticas, espécies uma vez lhas água. elas e apresentam A troncos profundidade de resinas, casca dos grossa como lençóis para cera, freáticos impedir ou pelos a inluencia perda nas fo- de

tarem, a distribuição apresentando de água raízes forçando profundas as plantas que a permitem se adap-

galhos área. que O solo maior Além do tortuosos. cerrado absorção disso, é muitas ácido de água e dessas pobre por cobrirem em plantas nutrientes apresentam uma maior . Esse

solo ração é avermelhada um latossolo, devido que tem a sua sua riqueza característica em dióxido colo-

óxido plantas, de ferro, de o alumínio. é que rico as também força Sendo a se em esse adaptarem. trióxido último de tóxico ferro, para e em as

É importante ressaltar que o cerrado apresenta uma

se enorme relaciona variedade com as de condições itoisionomias, do relevo, e essa de variedade água, e abaixo lativamente costumam do muito solo. profundas. da Por superfície, ter alto, exemplo, pequeno a Já água em assim em porte, locais tende locais as mas plantas a onde se onde concentrar apresentar o características o relevo relevo é muito raízes mais é re-

baixo, caracteriza pouco ções variar que entre profundas. a água se árvores formações caracterizam está Dessa mais de campestres, maior próxima forma, como porte, existem cerrado, da savanas superfície, mas várias que com ou podem forma- lores- raízes o que

Outra incêndios como rante tas. Taunay a se característica seca. pode naturais, descreveu A perceber importância que do algumas Cerrado pela ocorrem análise do esta dessa fogo principalmente de na para itoisionomias seus ocorrência o escritos. Cerrado du- de está tes temperaturas só na germinam reprodução altíssimas. depois de algumas O de fogo terem espécies, também sido submetidas cujas se relaciona semen- a

espalha dispersão essas das sementes. sementes, ao queimar a palha seca que

se acumula no solo, ele facilita a ação do vento que

á

19

A riscos atualidade e os

Atualmente, o principal risco que

o Cerrado corre é o desmatamen-

outras para to, tanto o desmatamento regiões. o seu As próprio principais no quanto Cerrado causas o são de

a agricultura e a pecuária, que come-

de tem que terra isso arboricídio para faz com cultivo de que extensas e essas pasto. regiões Sendo áreas

percam parte da capacidade de ab-

sorver me retirar dos água, a aquíferos, cobertura, o que e diminui desprotegem além disso, o volu- ao o

solo de forma que facilitam a erosão

e também tiram tantos nutrientes de

fertilizam que forma pois leva que tão se a rápida o outro extrai solo, problema, o e inutilizando-o. máximo indevida possível pois que de- in- O

de uma área, abandona-se a mesma

e

o

prejudicial. pliar vegetação do E, tendo MATOPIBA, as áreas em é o vista de cerrado, monocultura cujo a recente objetivo não só criação em é negligenciando am- alguns estados o cuja am-

tura disso, dade um biente escoamento visa de a e plantação quem as o interesse nascentes mora de de nutrientes nessas somente um dos único rios, regiões, nos do como gênero latifundiários. mais já também que tende abrupto. a monocul- a a levar Além reali- a

O Cerrado é absurdamente ameaçado pelo desmata-

mento da Amazônia, o que ocorre devido ao fenôme- no d’água evapotranspiração umidade dos rios atmosféricos. para voadores, outras da Eles regiões Floresta que são são do uma formados Amazônica país, espécie inluenciando por e de meio levam cursos da a

matamento diretamente calização dos depende Rios dessa Voadores. adequada, constante, no umidade regime E, está que de uma é levando é chuvas. justamente agravado das principais ao No enfraquecimento pela entanto, a área falta áreas do o de Cer- des- que is- rado, essa umidade, em outras inicie-se palavras, e o consolide-se mais provável o surgimento é que, sem

de um deserto na área.

do Brasil, Ressaltando e global, quanto e o e daAmazônia problema os que efeitos o Cerrado do já podem desmatamento é um é problema o ser ‘berço sentidos. tanto local, das É águas’ do nacional um Cerra- pro- do

desmatamento desmata-se outra, em ciclo transformando vicioso e

atinge mático regiões, no blema resto todo local no do é Cerrado nacional país, o pois país e afeta e, afeta também pois além diretamente bastante a disso, água causaria que um a economia, quem desequilíbrio um vem desequilíbrio mora do Cerrado ainal, nesses cli- o clima economia disso, afeta é global, brasileira diretamente pois se o baseia processo a agricultura: na de agricultura. desertiicação grande parte E, além do da Cerrado cimento global, e da Amazônia e isso sem causa contar um as aumento enormes no perdas aque-

de biodiversidade.

Outro risco para o Cerrado está no El Niño, um fenô-

meno climático que ocorre naturalmente no Oceano

Pacíico, mas que tem se acentuado nos últimos anos.

O que ocorre normalmente é que os ventos se movi-

mentam o vem Pacíico a água de para leste com Ásia/Austrália, para eles, oeste, levando ou água seja, e normalmente, em da América temperaturas para mo-

água mais fria quentes no leste. para No o oeste, entanto, o que de tempos causa a em ‘subida’ tempos da e

de forma imprevisível ocorre o fenômeno do El Niño,

concentra no e líbrio a qual umidade nas a no chuvas, água que leste, quente vem fazendo ou com seja, em a vez no com água continente de que causa ir elas para um Americano, sejam o oeste, desequi- mui- se

20

deslizamentos. to intensas e levando As imagens a catástrofes acima representam como enchentes o que
deslizamentos. to intensas e levando As imagens a catástrofes acima representam como enchentes o que

deslizamentos. to intensas e levando As imagens a catástrofes acima representam como enchentes o que e mento imagem condições acontece da retrata com intensidade e o o ciclo o clima; fenômen normal do A El primeira El dos Niño Niño. ventos, tem imagem (Imagens afetado e, a extraídas retrata segunda o Cer- de: as rado, aumento levando da umidade ao aumento leva das a proliferação chuvas. Além de doenças disso, o

https://www.youtube.com/watch?v=WPA-KpldDVc)Assim, o au-

21

tropicais como Dengue e Malária.

Regiões elevado em regiões índice como endêmicas de a Amazônia, umidade. de média estado ou alta que temperatura mais sofreu e com densidade ter a a doença epidemia demográica, devido tendo a maior diversos dispersão como des. cil acesso Outros diiculdade Pará, fatores populacional em estados Acre, várias como para Maranhão, próximos localida- comba- a e baixa difí- taminação, evitar As Mato formas Grosso, áreas de usar propensas etc. se roupas prevenir a con- que é corpo cobrindo protejam e de pernas grande cores claras e parte braços, para do dir usar que repelente se prolifere e fazer de uso modo o que de mosquito mosquiteiros. coletivo seja possível se é recomendável aproximando, Para identiicar impe- dias trole manter e da condições as vegetação áreas mais de aquática trabalho, limpas, e como melhoramento fazendo aterros, uso racional fazer de mora- con- da tratou de Na instituído terra. doenças, obra Caso essas Inocência rapidamente seja situações. devido contaminado, é ao possível modo a base realista de perceber o medicamentos. tratamento como a proliferação Taunay deve ser re- palavra que Uma Inocência das usada partes regionalmente estava mais importante doente, para com do designar sezões, enredo do que a malária. livro é uma foi trou, para Como conseguir e, ela foi estava na volta os doente, medicamentos, dessa seu viagem pai viajou mas que não ele para encontrou os a encon- cidade receram Além Cirino, do que no fato se decorrer de dizia a protagonista médico da história e foi ter cuidar outros tido da Malária, personagens menina. apa- só do que prejudicou que vieram um buscar deles sua tinha saúde, o auxílio Lepra, como médico uma também doença de o Cirino. prejudicou que Sen- não causada marginalizados socialmente, pela bactéria ainal, pela sociedade. aqueles Mycobacterium com A Lepra essa leprae. é doença uma A doença eram pala-

toses descrevia pele, vra impureza, cujo dável. “Lepra” convívio e antigas), A o sociedade termo doença carregava é uma é e pode maléico o do doença fato da tipo consigo ser época de hanseníase encontrado ou que estar o extremamente tinha afeta sentido associada tanto principalmente (doenças na de Bíblia, preconceito pejorativo, a desagra- ideia derma- onde de a com da dável, a si imagem mesmas. as que pessoas a que excluíam as que afecções sofriam de tal na modo de pele tal que e doença, aspecto as faziam por desagra- temer causa

Doenças Tropicais

Por Ana Paola

cerne Inocência Atualmente a proliferação tem há Malária. uma preocupação de doenças, no e no que livro, con-

nha ilha, doente “Estou ido e de por a com Sant’Ana maleitas, essa uma causa menina buscar minha ti- e quina voltava não do havia bem comércio; da agoniado. maldita mas o zões[55], minhas outro, muito malas. tenho remédio uma Para com- nas se- clima A posição localização tropical ” infalível e geográica, eventos climáticos que foi responsável como fenômeno pelo picais, ambiente ENSO, a inluente como perfeito a malária, na para umidade, a proliferação dengue, trouxeram zika, de febre ao doenças Brasil amarela, tro- um transmitidas Atualmente etc. pelo o país mosquito está sofrendo Aedes aegypti, diversas que doenças se ori- não século ginou trouxeram na XVI África e XIX apenas chegando junto escravos com a América os como navios do muitos negreiros, Sul, por mosqui- volta que incontáveis Malária tos que e carregavam Leishmaniose, índios que, em na si que doenças. época, promoveram não Doenças, tinha a morte sistema como de - tipos, ses A imunológico Plasmodium Malária, tropicais, sendo por os preparado o protozoário dois falciparum, exemplo, mais para marcantes: um Plasmodium, predominante combate-las. dos principais possuindo na parasito- África, 4 - crianças causando Plasmodium áfricas. malária Vivax, O maligna mais parasita difícil e que atingindo de combater. causa a milhares malária be- de febre, dia, Podendo fecção nigna, dores tontura, e do podendo apresentar de tipo cabeça calafrios, falciparum, ser em e encontrado musculares. sua fraquesa, pode vítima, no também vômitos, Caso Brasil. sintomas seja apresentar taquicar- uma como: in- desmaio, convulsões, de chance delírios, de desorientação, desenvolver inchaço, malária urina sonolência escura, cerebral, ou e excitação, responsá- tem 10% vel A através quito que contaminado. Malária pela passa fêmea de maioria a um encontrada contaminar do Que parasita, dos gênero atua casos no durante ou depois Anopheles Plasmodium letais seja, de a a da noite picada picar doença. contaminado e um é se de transmitida concentra indivíduo um mos- ou

Ora –

Trago,

interrompeu

z

picar doença. contaminado e um é se de transmitida concentra indivíduo um mos- ou Ora –

22

Papilio innocentia

leta, Quando xonomia ele faz Meyer de referência Lineu. encontra direta a sua ao valiosa sistema borbo- de ta-

Por Renata Costa

licônias. proissionais “Este tão honra bom inseto, à ilha tratamento. Denominei-a prelecionou na do matéria, Sr. Pereira, Tributo logo, ele pertence todo como de Papilio quem o se à respeito falange o innocentia, tenho ouvissem ao recebido das gran- dois He- em classe Papilio de glória mas sábio é, ninguém a e sua pois, Linneu a espécie, classiicação Diurna; mais – e Innocentia, me Meyer a falange, pode já levou está tirar espécie Helicônia; um a Daqui mão pouco minha ao vou, o velha. chápeu gênero e hoje cuja A mesmo, Entomológica tão Um importante dos principais oiciar de para ao Magdeburgo, motivos secretário mim e para para perpétuo participando-lhe a a desconiança sábia da Germânia.” Sociedade de fato Pe- reira nova homenagem beleza foi espécie fora o fato do à de ilha comum de borboleta, que, de seus quando haverá ele anitrião, de resolveu Meyer fasciná-lo. Inocência, descobriu nomeá-la O nome uma cuja em que Meyer deu à borboleta, Papilio innocentia, segue

De hoje. lecido o modelo acordo por de Lineu, com nomenclatura esse um sistema sistema, cientíica que, o nome aliás que é da seguido foi espécie estabe- até é dessas destacada, do sempre por palavras duas escrito ou palavras, em em sempre itálico, latim além tem e ou é disso, duplo, a sublinhado. inicial é ou escrito maiúscula: seja, A de é primeira forma- forma é o pécie epíteto gunda especíico, niicado pertence palavra genérico, completa que sempre e, designa nesse que quando designa é caso, a escrita espécie, em é conjunto o o minúscula: gênero gênero mas que com Papilio. ao só é qual o o tem epiteto epíteto A a sig- se- es- genérico, especíico no é innocentia. caso da espécie de borboleta, o epíteto

é innocentia . caso da espécie de borboleta, o epíteto

http://recreio.uol.com.br/noticias/zoo/o-mundo-das-borboletas.phtml#.VvU7hXrfVZ

24

Por Camila Torres e Ana Paola

A Culinária do Mato Grosso do Sul

Durante guns pratos o curso típicos do da livro, região. são mencionados al-

onde Os índios suas fontes foram de os alimentos primeiros eram habitantes à base da de região, carnes

de caça, peixes e frutas nativas. Com a chegada dos

meçaram espanhóis a e possuir posteriormente alguns hábitos dos portugueses, diferentes, eles e que co- que rem uma eles no parte Brasil, eram ainda acostumados não é presente se encontravam em na ter atualidade. no muitos seu país, Ao alimentos surgin- chega-

tões zadores do então alimentícias. trouxeram a necessidade O foi principal a de farinha um alimento “improviso” de mandioca. que os nas coloni- ques-

O estado do Mato Grosso do Sul é relativamente

novo, pois até o ano de 1979 ele fazia parte do ter-

ritório do Mato Grosso. Após a separação uma boa

teve, parte presentes inclusive da cultura assim a como presente culinária. a carne no Os Mato vermelha. pescados Grosso são se muito man-

A maioria das comidas típicas do Mato Grosso do

Sul é a mandioca, peixes, carnes como capivara,

excesso pode provocar obesidade. O Manganês, tam- se delgado, bém dirige encontrado para acabando as diferentes em a ambas maior partes parte é absorvido no do fígado, corpo. no O intestino de exces- onde

son” prejudiciais nervoso está so de na (doença manganês lista central dos é degenerativa), que metais provoca acumulado o manganês pesados. sintomas por no é esses Mas considerado fígado do por e outros tipo e outro no “Parkin- tóxico sistema efeitos lado a e deiciência afetar a capacidade de manganês reprodutiva, causa perda a função de peso, pancreática além de

de e o 1mg metabolismo a 5mg por de dia, carboidratos. através de alimentos. O consumo ideal é

Receita de carne seca com mandioca (https://www.comi-

daereceitas.com.br/carnes/carne-seca-com-mandioca.html)

- daereceitas.com.br/carnes/carne-seca-com-mandioca.html)

http://pizzariaspeed.com.br/wp-content/uploads/2013/07/carne_seca_mandioca-

-500x200.jpg

Ingredientes

Sal, 2 2 dentes cebolas pimenta de grandes alho do reino picados fatiadas e cheiro verde picado a

Deixe Modo 24 na horas, panela a de carne preparo trocando de seca pressão de a água molho com 3 a vezes.Escorra na mandioca. água na geladeira Cubra e coloque com por

meçar água e a leve chiar. ao Retire fogo médio, a pressão, por abra 20 minutos, a panela, após escorra co-

to.Aqueça a água e reserve uma panela 1 xícara grande, de chá em da fogo água médio, do cozimen- com a

manteiga Acrescente do cozinhe do engrossar cozimento por e refogue a 15 mandioca, e reservada.Tempere a minutos mandioca a cebola a em carne e fogo e a o carne seca alho baixo com desiada por icarem sal, ou 10 pimenta até minutos. e macias. a o água cal- e Transira para um, prato, polvilhe com o cheiro verde

e sirva.

Rendimento:6 porções

gosto

2 1 1 colheres kg kg de de mandioca carne (sopa) seca de descascada cortada manteiga em em cubos pedaços

rios também jacaré, outros. entre doces Além outas, típicos de churrasco todos desse esses estado com salgados, mandioca como a possuem rapadu- e vá-

ra, doces de goiaba, caju, carambola, doce de leite…

cionados como Alguns Apesar a mandioca de desses no essas decorrer alimentos comidas e a rapadura. da história serem são multiplamente bastante do livro comum Inocência, men- no

dia tanto mandioca a dia benefícios dos é uma sul-mato-grossenses, quanto rica fonte malefícios. de hidrato elas Além de podem carbono, da cana, trazer ela a é mina doenças também B9, cardíacas, Vitamina uma excelente C, retarda Magnésio fonte o envelhecimento, de e Carboidratos, Manganês, previne prote- Vita-

ser ção glicósiodeos gastrintestinais, A rapadura consumida antioxidante também cianogénicos cru, neurológicos entre pois contém possui outros, podendo vitaminas e quantidades respiratórios. porém, causar essenciais ela tóxicas distúrbios não pode que de complementam nas ro, cálcio, como A, fósforo, B, a C, alimentação D potássio, e E, e sais magnésio diária. minerais Rica e em manganês. como vitami- fer-

O ferro contido na rapadura previne a anemia, mas

alto: também consumido aumentar tros Como problemas. 100 ambos é g a um com fornecem incidência os alimento grande alimentos entre de frequência com cáries 400 são valor e muito e 500 e diabetes calórico quantidade, calorias. calóricos, entre bastante Se pode seu ou- for consumo dioca que deve é rica ser em moderado. carboidrato Principalmente e o seu consumo a man- em

25

https://carrosantigos.iles.wordpress.com/2008/07/ford_t_1924.jpg

Por Paulo Victor Veloz, Aimi Bianca, Isabela Rayer,Ananda Carvalho

A Transportes Evolução dos Meios de

da: mais a velocidade longe Hoje, em pode-se menos permitiu dizer tempo. ao que homem Desde a distância chegar a Invenção foi cada venci- vez da

zação to Roda, proporcionou de com 3500 data a.C, aproximada ao pelo ser humano povo de da sua maior Suméria, mais que te, mobilidade, o anteriormen- antiga seu transporte inven- utili- já

tado era muito em técnicas limi-

com troncos de

foguetes madeira, e até ôni- os

bus espaciais de

precisaram luir Os com hoje. de transportes os conhe- acordo evo- ia humanidade adquirindo, que

conseguiria época ainal, Meyer naquela não vir

de menos avião seria e muito ca-

paz de cruzar o

extraordinário são caravelas Marítima, consistiam no da século evolução em XV, grandes dos as transportes famosas embarcações O atlântico exemplo caravelas. é de a Expan- cavalo. feitas mais As de entrada triângulo madeira do retângulo, vento, com velas geralmente e era triangulares esse eram vento que em que facilitavam forma im- de um a pulsionava barcação. barcos como na res constante, direção mudam um não veleiro Uma do velejam o de com movimento vento, direção curiosidade: não esses em os pode linha velejado- de zigueza- da forma viajar reta, em- os gues, o vento. eles mantêm as velas contra

Os

vios tumbeiros’’ desde o século

XV

tenas velas de capazes escravos de transportar á péssimas con- cen-

vetores, transporte, dições, eram os mesmos como sujeitos a peste eram a pegarem negra cassados onde doenças para os a ratos sobrevivên- durante eram os o açafrão, rias cia dos e especiarias negros cravo, nas canela (pimenta, caravelas, e seda) gengibre, e onde toneladas eram noz de favorecidas mercado- moscada, ropeus transporte O pelo conhecimento clima do seu aquaviário da Ásia/Europa. continente. adquirido tornou Esse para possível fato construir deu a saída início um meio dos à des- eu- de tivas tornou-se XIX, inventores coberta de o trem seu de popular foi novas desenvolvimento: se George tornou a terras partir Stephenson, popular como de 1830 o e a transporte após América. e o um criador inúmeras dos ferroviário No principais da século tenta- loco- motiva água do a tênder vapor, que funcionava eram transferidos a partir do para combustível a Fornalha e

e a Caldeira. O combustível é queimado na Fornalha

chaminé. Caixa eram formavam arrastados de Fumaça, Passando gases através quentes de pelos onde dos (principalmente tubos, eram tubos expelidos o da calor caldeira dos CO2) através gases para que da é a

Vapor, -através mando-a las transferido direcionais, gera de em uma para pressão vapor, e válvula a daí água e sendo para é transferido, e dentro de os acumulado cilindros. um da tubo- quando caldeira para Com no solicitado Domo as transfor- o válvu- passar de do 1924 externa, combustão passaram tempo, os seus foram então, as interna motores locomotivas substituídos a e serem o a número vapor, foram chamadas por que motor de aperfeiçoadas tinham vagões diesel de “trem”. combustão aumentou, que tinha e em No

início do inseguras com aproximadamente os não avanços e era suscetíveis um tecnológicos, meio 45km/h. a de roubos. transporte Isso o trem No tornava im foi veloz, do considera- as século viagens viajan- e do um dos meios mais modernos de transporte. Com

a criação do motor a vapor, houve uma evolução no

cimentos

a

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a2/Caravela_ Vera_Cruz_no_rio_Tejo.jpg/220px-Caravela_Vera_Cruz_no_rio_Tejo.jpg

https://rodrigozeviani.iles.wordpress.com/2012/12/trem-a-vapor.jpg

‘’navios até o século negreiros’’ XIX eram ou cara- ‘’na-

26

http://mycargear.com/wp-content/uploads/Airplane-7.jpg

http://mycargear.com/wp-content/uploads/Airplane-7.jpg transporte marítimo com a construção de barcos mo- porte vidos

transporte marítimo com a construção de barcos mo- porte vidos foi a Outro essa a invenção tecnologia. marco na do evolução carro. Criado dos meios na Alemanha, de trans- torwagen três por Karl rodas Benz, (carro e era em movido motorizado), 1886, à o gasolina. primeiro as primeiras Chamado automóvel unidades de tinha mo- de & foram Cia., arranque produzidas na cidade a manivela, alemã pela empresa de este Mannheim. primeiro do inventor, automóvel Com sistema a Benz ti- de se nha aprimorando ser potência renovado, de e 0,8cv, no durante design, podendo todo na tecnologia século atingir XX, 18 e não na km/h, acessi- parou foi transportes irmãos Santos bilidade. Dumont O americanos avião e sua (1906). abriu criação Wilbur a Com nova é atribuída e Orville esse fase meio de a Wright três revolução de pessoas, transpor- (1903) nos os e te, navios sável que a em população por para 1906 esse fazer voou feito não longas sobre foi precisa Santos o viagens. céu mais Dumont, de Paris O utilizar principal em um seu apenas brasileiro respon- 14-bis. os Apartir melhoria tor dos dele, aviões desse novas a meio jato inovações de funciona transporte foram do no seguinte realizadas mundo. modo: O para mo- a a ventoinha ar tível, é comprimido o calor nos produzido motores e aquecido serve pela pela para queima queima a entrada faz de com de combus- ar, que esse o essa com gire as turas, outras e expansão que e impulsione quando a turbina estru- faz e, o gás um que sai, jato impulsiona ele que forma é o o motor. no século Ainda XX, a

gás

expanda

espacial ambição entre do homem EUA e o URSS levou ao possibilitou espaço. A a corrida rápida

evolução dos transportes espaciais. Através de es-

paçonavesetecnologiascomopropulsão,astrodinâ-

mica, dentre outras, os veículos são impulsionados ploração, sível: preendentes. objetos se para desenvolveu o Coletar espaço. de a estudo im Com amostras É de no um importantes encontrar esses século tipo de meios de planetas XXI transporte respostas para de e tem transporte descobertas por sido que sobre meio também um da a é pos- vida sur- dos ex- está exemplo humana fazendo e disso a existência com são as o planeta coletas de vida e Marte; estudos extraterrestre. Lançar que a NASA satéli- Um um curam internet estações tes tipo de lazer de e telecomunicações do turismo espa- e GPS, manutenção aberto por exemplo); para (responsável das os indivíduos Turismo pelo espacial, que uso pro- da ciais. tes, bus desenvolveram não espaciais naves tardaram Os fogue- e ôni- que em transportar nautas tornar uma para astro- reali- lua e dade constante ra sas. para Os a sua foguetes pesqui- da saída Ter- base lei conforme de na Newton: terceira o com- com bustível ele le gases forma queima, em e expe- jato para voca trás a reação que pro- de impulsionar o foguete para frente.

funcionam

http://unisci24.com/317326.html

27

O funcionamento dos meios de transporte

Caravelas

Quando a embarcação vai na direção do vento, ela é submetida à simples pressão do vento em sua

vela. Diante a essa pressão, a caravela consegue ir para frente. Mas ao navegar contra o vento, a vela

é

exposta a um conjunto mais complexo de forças. Quando o ar em movimento passa por trás do lado

côncavo da vela, sua velocidade diminui; e quando passa pela parte dianteira, o ar flui mais rapidamente. Isso origina uma zona de alta pressão atrás da vela e uma zona de baixa pressão a sua frente. A diferença de pressão entre os dois lados cria uma força para frente, em ângulo com o vento.

O

veleiro ainda se submete a uma força lateral devido à resistência da água. A composição das duas

forças cria a força resultante na direção do movimento. Para velejar contra o vento é preciso exercer a

chamada navegação à bolina ou cochado e é feita mantendo a embarcação sempre cerca de 45 graus em relação ao vento contrário. É importante lembrar que um barco não avança em linha reta para o meio do vento, ele tem que ir ziguezagueando em uma série de movimentos curtos e angulares. Para aumentar ao máximo a velocidade, o navegador procura ajustar as posições da vela. Quando muda de posição, a vela oscila na transversal, panejando por um momento ao ficar de face para o vento. O barco diminui a velocidade nessa chamada zona morta, até ser de novo colhido pelo vento, no lado oposto.

Trem

Motores a vapor eram usados para fornecer energia dos trens. Para que ocorresse esse movimento uma locomotiva a vapor precisava de fogo queimando em uma fornalha, que é rodeada por uma câmara cheia de água. Tubos partindo da fornalha para a câmara de água transportavam os gases quentes necessários para aquecê-la. Quando a água da locomotiva fervia, ela produzia vapor que subia para o topo da câmara e era recolhido num compartimento. A partir daí, o vapor passava através de uma série de tubos para os cilindros do motor, e a sua quantidade era regulada enquanto passava para as válvulas do motor. Conforme o vapor se expandia para alcançar sua pressão normal, era também empurrado pelos pistões que se moviam para frente e para trás. Esse movimento era usado para girar as rodas de um trem a vapor, através de uma série de barras que as conectam aos pistões. No século XIX, foram inventadas as locomotivas a diesel e à eletricidade, que vieram com o intuito de substituir as locomotivas a vapor. Essa nova locomotiva combinava algumas das grandes tecnologias mecânicas, incluindo um enorme motor a diesel 2 tempos de 12 cilindros, a alguns motores elétricos grandes e geradores. Ela foi projetada para puxar vagões de passageiros a uma velocidade de até 177 km/h. O motor a diesel produz 3.200 cv, e o gerador pode produzir quase 4.700 ampères de corrente elétrica. Os quatro motores elétricos usam esta eletricidade para gerar 29.030 kg de empuxo.

Carro

A

função principal do motor é transformar combustível em energia capaz de gerar movimento nas

rodas. E para o funcionamento desse sistema é necessário uma pequena câmara de combustão chamada cilindro. Dentro de cada cilindro estão os pistões. A queima do combustível faz os pistões se movimentarem, levando a energia mecânica até o sistema de transmissão, que por sua vez distribui essa energia para as rodas. O resultado dessa reação é o movimento. A bateria também contribui para

o

funcionamento, gerando uma corrente elétrica que faz o combustível explodir. Antes de chegar ao

motor, essa corrente é amplificada pela bobina e passa pelo distribuidor, que divide a corrente entre as velas do motor. Há também dois filtros - o de óleo, que purifica o líquido lubrificante do motor, e o de ar, que barra as impurezas do ar que o carro joga nos pistões. Por fim, o radiador usa a água do reservatório para resfriar o motor, mantendo a temperatura controlada.

 

Avião

Para que este meio de transporte funcione é necessário vencer a resistência do ar contra o avião ou qualquer objeto em movimento. E para isso, os aviões usam hélices, turbinas ou foguetes para conseguir um impulso maior que a resistência. Mas não é só isso, o próprio peso da aeronave também tem que ser superado. Nesse caso, é preciso criar uma força mais poderosa que o peso para empurrar

 

o

avião para cima - o empuxo. Quando a velocidade da passagem do ar por uma superfície aumenta, a

pressão diminui. Para isso servem as asas, pois o ar passa mais rápido na parte de cima e mais devagar na parte de baixo. Essa diferença de pressão "suga" a asa para cima, gerando um empuxo suficiente para fazer o avião levantar. No ar, pás móveis ajudam a controlar os movimentos laterais e de subida e descida.

Foguete

O

termo foguete aplica-se a um motor que impulsiona um veículo expelindo gases de combustão por

queimadores situados em sua parte traseira. Os motores de foguetes vêm sendo utilizados amplamente em voos espaciais, nos quais sua grande potência e capacidade de operar no vácuo são essenciais, mas também podem ser empregados para movimentar mísseis, aeroplanos e automóveis.

O

princípio básico para a propulsão de foguetes é a terceira lei de Newton: para cada ação há uma

reação igual e oposta. Reduzindo-se o diâmetro de saída, esse empuxo será ainda mais forte. No foguete, quando os gases queimados escapam em um jato forte através de um bocal comprimido, o engenho é impulsionado na direção oposta. A magnitude do empuxo depende da massa e da

velocidade dos gases expelidos.

Pausa para o Cinema

A obra de Taunay adaptada para as telas.

Pausa para o Cinema A obra de Taunay adaptada para as telas. Por Isabela Rayer e

Por Isabela Rayer e Ana Luíza Cavalcanti

O

diretor Walter Lima Júnior, baseado na obra literária

de

mo

as paisagem vestimentas ilme, excelentes como do antigas as ilme fotograias paisagens e típicas. a música feitas de Chamou uma de por Wagner região Pedro atenção Tiso sertaneja Farkas também ‘’Luar da e

do Sertão’’.

arranjado, liberdade No ilme de ou escolha. várias seja, na cenas época que as abordam mulheres o não casamento tinham

O ilme é relatado no sertão brasileiro e conta a histó-

mãe ria de em Inocência, seu nascimento. uma bela moça que se tornou órfã de

Inocência foi criada por seu pai, Martinho Pereira,

e estava su-

bordinada casar, sua com Manecão, vontade, contra a se

um ro rico, fazendei- porém

havia xonado Só curandeiro bruto que se e rude. apai- pelo ela chamado Ciri-

no, que viajava

pela região e

a ajudou a se

curar da ma-

isso muita lária conseguiu conian- e com

ça de Martinho

vários regional aspectos com o gênero que chamam dramático. bastante atenção no

ilme Visconde Inocência de Taunay, foi produzido ambos retrataram no ano de o 1983 romantis- pelo

chamado No Pereira. decorrer Meyer, do drama que estava surge naquela um naturalista região junto alemão com

barrou seu irmão retribuição seu Meyer, companheiro. companheiro, de na após Pereira, casa Pereira ser de levado Pereira Francisco, Juca, ofereceu em por e lhe busca hospedagem Pereira havia entregou de lhe a insetos. conhecer mandado. a a carta Meyer Ele que Ino- Em es- e o a cência, que sante espécie meou causa pelos em elogia de homenagem desconiança borboleta insetos, constantemente o até naturalista à Inocência. do então pai. desconhecida a Em capturou beleza uma da caça uma moça, e inces- a linda no- o Após go, a im a partida de registrar de Meyer a espécie para a capturada, cidade de aumenta-se Magdebur-

o medo que Inocência tinha de que seu pai descobris-

se o romance que mantinha com Cirino.

Ao ver Manecão em sua casa, a bela moça insinuou

ao nho seu com pai sua que mãe, não porém, queria este se casar plano e não inventou teve sucesso um so-

e fez com que seu pai começasse a culpar Meyer de

ter O pai seduzido de Inocência a moça. conta sobre esse suposto romance

meteu de cia, Inocência revela matá-lo. que com Porém, na Meyer verdade Tico, para Inocência um Manecão, escravo mantinha o de qual Inocên- pro- um

romance com Cirino, o doutor, e não com Meyer.

orgulho Manecão, e honra após e descobrir mata Cirino. isso, Não é motivado podendo pelo suportar seu

a morte de seu amado, Inocência se suicida.

28

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