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Setembro de 2018

A
Agosto de 2019

TRANSTECH TRANSPORTE E LOGÍSTICA LTDA


Unidade: Pirassununga/SP
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Razão Social: TRANSTECH TRANSPORTE E LOGÍSTICA LTDA

Endereço: Rua Genésio de Bem, 1634 CEP: 13633-412

Bairro: Distrito Industrial Cidade: Pirassununga Estado: SP

C.N.P.J.: 03.277.663/0009-01

CNAE: 49.30-2 Grau de Risco 03

Processo Produtivo: Transporte rodoviário de carga

Nº Colaboradores: 23 Feminino: 04 Masculino: 19

2. OBJETIVO

O presente programa visa à continuidade da implantação de procedimentos, através de ações


preventivas/técnicas/legais, almejando a preservação da saúde e integridade física dos
colaboradores da empresa, redução de acidentes e doenças ocupacionais através de
antecipação, reconhecimento, avaliação e controle de ocorrências de riscos ambientais
existentes nos locais de trabalho, conforme o que preceitua a NR-9 subitem 9.2.1.1

A meta final, deste programa, é a preservação da saúde e da integridade física dos


trabalhadores e, dentro de um conjunto mais amplo de iniciativas, principalmente articulado
com o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), previsto na NR-7,
promover o bem-estar de todos durante a execução de suas atividades laborais.

TRANSCRIÇÃO – ITENS NR 9

A seguir será apresentada a transcrição na íntegra de alguns itens referente à NR 9 (Norma


Regulamentadora Nove), conforme redação dada pela Portaria MTE 25 (29/12/94).

9.3.5.5. A utilização de EPI no âmbito do programa deverá considerar as Normas Legais e


Administrativas em vigor e envolver, no mínimo:

a) Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador está exposto e à


atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle de exposição ao
risco e o conforto oferecido segundo avaliação do trabalhador usuário;

b) Programa de treinamento dos trabalhadores quanto a sua correta utilização e orientação


sobre as limitações de proteção que EPI oferece;

c) Estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o fornecimento, o uso, a


guarda, a higienização, a manutenção e a reposição do EPI, visando garantir as condições de
proteção originalmente estabelecidas;

d) Caracterização das funções ou atividades dos trabalhadores, com a respectiva


identificação dos EPI utilizados para os riscos ambientais.

1
9.3.6. DO NÍVEL DE AÇÃO

9.3.6.1. Para os fins desta NR considera-se nível de ação o valor acima do qual devem ser
iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a
agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição. As ações devem incluir o
monitoramento periódico da exposição, a informação aos trabalhadores e o controle médico.

9.3.6.2. Deverão ser objeto de controle sistemático as situações que apresentem exposição
ocupacional acima dos níveis de ação, conforme indicado nas alíneas que seguem:

a) Para agentes químicos, a metade dos limites de exposição ocupacionais considerados de


acordo com alínea “c” do subitem 9.3.45.1.

b) Para o ruído, a dose de 0,5 (dose superior a 50%), conforme critério estabelecido na NR-
15, Anexo no 1, item 6.

9.5.1. Os trabalhadores interessados terão o direito de apresentar propostas e receber


informações e orientações a fim de assegurar a proteção aos riscos ambientais identificados
na execução do PPRA.

9.6.3. O empregador deverá garantir que, na ocorrência de riscos ambientais nos locais de
trabalho que coloquem em situação de grave e iminente risco um ou mais trabalhadores, os
mesmos possam interromper de imediato as suas atividades, comunicando o fato ao superior
hierárquico direto para as devidas providências.

2.1 Critério Legal

 Consolidação das Leis do Trabalho - CLT - Decreto Lei 5.452 de 01/05/1943;


 Lei 6.514/77 de 22/12/1977 alteração do capitulo V da CLT;
 Portaria nº 3.214 de 08/06/1978, regulamenta a Lei 6514/77;
 Portaria nº 25 de 29/12/1994, altera a redação da NR-9 da Portaria 3.214/78;
 Portaria nº 3.311 de 29/11/1989, quanto à instrução para elaboração de laudos;
 Resolução nº 359 de 31/07/1991, exercício da engenharia de segurança.

2
Fluxograma / Gestão dos Riscos

Elaborar plano de ação


p/redução e controle de Riscos

Início N
Plano adequado?
Identificar as atividades S
de trabalho
Implementar plano de Ação
p/ controle de Riscos
Identificar os perigos
(fontes de riscos)
Monitorar e Avaliar
Avaliar Riscos implementação e resultados do
(probabilidade e impacto) plano

Risco Tolerável? Atividade segura?


N N

Estabelecer e manter registros


das ações relevantes.
S

2.2 Estratégia e Metodologia de Ação

Planejamento
Será adotada, basicamente, a
orientação contida no próprio
conceito de “Higiene e Segurança
do Trabalho”. “... Ciência é a arte
Reconhecimento
do reconhecimento, avaliação e
Tomada de Controle dos controle dos fatores de ambiente,
decisão riscos que pela sua natureza e
Avaliação
intensidade podem se constituir
em perigo à saúde e à
integridade física do
Nexo Casual
trabalhador...”.

3
2.3 Antecipação, Reconhecimento, Avaliação e Controle

 Antecipação

A Antecipação deverá envolver a análise de projetos de novas instalações, métodos ou


processos de trabalho, ou de modificação dos já existentes, visando identificar os riscos.

Objetivo específico é
Objetivo específico: Prevenir a prevenir a ocorrência de
ocorrência de riscos potenciais. riscos potencias decorrentes
da implantação de novas
Antecipação dos áreas, de novas unidades de
Determinação de riscos potencia trabalho, de modificações
riscos
de instalações de Layout ou
de procedimentos
Estudo de novos projetos e
operacionais.
modificações de instalações ou
procedimentos.

Sistemas Similares a outros existentes na empresa. Se o sistema a ser analisado possui


similaridade a outros existentes na empresa, a definição de ações preventivas fica facilitada
pela experiência.

Sistemas pouco similares a outros existentes na empresa. Quando o sistema a ser analisado
possui pouca similaridade a quaisquer outros existentes na empresa, pode-se utilizar, por
exemplo, a técnica de Análise Preliminar de Riscos (APR) para a determinação dos requisitos
de prevenção dos riscos.

 Reconhecimento dos Riscos

O objetivo específico é
realizar um estudo do Objetivo específico: Reconhecer os riscos
processo de trabalho e da ambientais.
produção e dispersão de
agentes ambientais que
possam oferecer riscos à Reconhecimentos Reconhecimento de riscos ambientais:
saúde dos trabalhadores, dos riscos Referente ao processo produtivo/local de
ou seja, o levantamento trabalho.
das áreas/postos de
trabalho, com a finalidade Definição das prioridades de ações de
de identificar os métodos avaliação quantitativa.
e os processos de
trabalho em questão, as operações de rotina.

Os riscos de natureza física são, geralmente, facilmente reconhecidos, pois com exceção das
radiações ionizantes, os demais atuam diretamente nos sentidos. Os riscos de natureza
química podem passar despercebidos, principalmente quando o agente é produto de reação
química do processo, ou aparece como impureza de determinados produtos químicos.
Portanto, para um reconhecimento do processo produtivo e de seu encadeamento.

4
 Avaliação
Reconhecimento Objetivo específico: Avaliar a provável
dos riscos magnitude dos riscos ambientais O objetivo específico
é avaliar,
quantitativamente, a
Avaliações progresso; exposição atual dos
Métodos de amostragem; trabalhadores aos
agentes ambientais
Avaliação
que podem oferecer
Avaliar a aceitabilidade das exposições e risco e estabelecer a
provável magnitude
definir a estratégia de controle. de seu impacto.

 Controle

Esta ultima fase constitui-se na execução das orientações dadas, através de dispositivos que
visam melhores condições de segurança nos locais de trabalho e proteção individual,
garantindo a preservação da saúde e da integridade física dos trabalhadores.

2.4 Metodologia de Ação / Graduação dos Riscos

A seguir vamos expor a metodologia adotada nas principais etapas do programa:

Antecipação e Reconhecimento

Serão realizadas considerando-se como base do reconhecimento os seguintes itens,


onde houver:

 Estabelecimento de Prioridades e Metas de Avaliação e Controle conforme ficar


caracterizado pelas observações ambientais em consonância com os possíveis danos à saúde
dentro do nível de ação requerido.

 Na etapa de controle deve ser reavaliado o agente reconhecido sempre que ocorrerem
alterações nas características da atividade, do local ou do equipamento. Caso não ocorram
alterações, os agentes devem ser reavaliados pelo menos uma vez ao ano.

 Implantação de Medidas de Controle estabelecendo procedimentos técnico-


administrativos.

 Procedimento de monitoramento e de acompanhamento das medidas de controle e


estabelecimento de procedimentos administrativos para acompanhamento do PPRA.

 Procedimento de Registro de dados: os dados coletados através das planilhas de


levantamento, antecipação e reconhecimento de riscos, efetuadas nos locais de trabalho,
constarão como fonte de consulta para realizarem o monitoramento ambiental nas diversas
áreas da empresa. Procedimento de divulgação dos dados.

Estabelecer sistema que permita a divulgação dos dados aos empregados, considerando-se
sempre a necessidade de manter disponível a documentação.

Para a fase de RECONHECIMENTO e AVALIAÇÃO foi adotado Análise Preliminar de Riscos


para Higiene Ocupacional (APR-HO). Esta técnica nos permite registrar os agentes ambientais
evidenciados, determinar as exposições ocupacionais e avaliar a existência de condições de
risco, graduando-o a fim de estabelecermos prioridades de ação para nosso programa.

5
Para avaliação do Risco foi adotado a seguinte expressão:

RISCO = GRAU DE EXPOSIÇÃO X POTENCIAL DE DANO À SAÚDE

Contudo, o GRAU DE EXPOSIÇÃO é função de duas variáveis: Tempo de exposição ao


agente e quantidade ou intensidade do agente na operação ou ambiente laboral, assim
teremos:

GRAU DE EXPOSIÇÃO = TEMPO DE EXPOSIÇÃO X QUANTIDADE / INTENSIDADE

TEMPO DE EXPOSIÇÃO
TEMPO DE
SITUAÇÃO AVALIADA
EXPOSIÇÃO
Exposição diária ao agente com tempo de exposição inferior a 6% do total
EVENTUAL da jornada.
Exposição não diária (uma vez por semana ou menos)
INTERMITENTE Exposição diária, com tempo até 60% do total da jornada.

PERMANENTE Exposição diária com tempo superior a 60% da jornada.

QUANTIDADE / INTENSIDADE
QUANTIDADE /
SITUAÇÃO AVALIADA
INTENSIDADE
Exposição a quantidades ou intensidades muito pequenas (< Nível de ação)
ou exposição a quantidades ou intensidades maiores, porém com a adoção
BAIXA
de meios adequados de controle sobre a exposição (EPI ou EPC)
minimizando o contato com o trabalhador a níveis desprezíveis.
Exposição a quantidades ou intensidades significativas (entre o Nível de
MÉDIA ação e o limite de tolerância) e não podemos garantir que os meios de
controle sobre as exposições são suficientes.
Exposição a grandes intensidades ou quantidades (acima do limite de
ALTA tolerância) e não podemos garantir que os meios de controle sobre as
exposições são suficientes.

GRAU DE EXPOSIÇÃO
PERMANENTE INTERMITENTE EVENTUAL
BAIXA DE ATENÇÃO IRRELEVANTE IRRELEVANTE
MÉDIA CRÍTICA DE ATENÇÃO IRRELEVANTE
ALTA CRÍTICA CRÍTICA DE ATENÇÃO

6
POTENCIAL DE DANO
POTENCIAL DE
CARACTERÍSTICAS
DANO
Quando o agente, não representar risco potencial de dano à saúde nas condições
BAIXO
usuais descritas na literatura, ou pode representar apenas situação de desconforto e
(B)
não de risco.

Quando o agente representa um risco moderado à saúde, nas condições usuais


descritas na literatura, não causando efeitos agudos (imediatos), porém não se verifica
controle técnico para exposição ocupacional.

Quando o agente apresenta características irritantes, cáusticas ou corrosivas aos olhos,


mucosas e pele, porém as práticas operacionais/condições ambientais indicam controle
técnico sobre a exposição.
MÉDIO
(M) Quando o agente apresenta características de absorção via cutânea (notação – pele),
porém as práticas operacionais/condições ambientais indicam controle técnico sobre a
exposição.

Quando o agente não possui LT valor-teto, e o valor de LT média ponderada é


consideravelmente alto (centenas de ppm).

Quando não há queixas aparentemente relacionadas com o agente.

Quando o agente pode causar efeitos agudos (imediatos), possui LT valor-teto e/ou
valores de LT muito baixo (alguns ppm), porém existe controle sobre a exposição
ocupacional.

Quando não há proteção cutânea específica no manuseio de substâncias com notação-


pele (absorção via cutânea) e as práticas operacionais/condições ambientais indicam
aparente descontrole de exposição
ALTO
(A) Quando o agente apresenta características irritantes, cáusticas ou corrosivas aos olhos,
mucosas e pele, porém as práticas operacionais/condições ambientais indicam
descontrole ou controle insuficiente sobre a exposição.

Quando há possibilidade de deficiência de oxigênio.

Quando há queixas específico-indicadores biológicos de exposição excedidos, (vide


PCMSO).

7
POTENCIAL DE
CARACTERÍSTICAS
DANO
Quando envolve exposição, sem controle a carcinogênicos.

Quando situações aparentes de risco grave e iminente.

Quando o agente possui efeitos agudos (imediatos), baixos LT e as práticas


operacionais/situação ambiental indicam aparente descontrole de exposição.
IMINENTE
(I)
Quando as queixas são específicas e frequentes, com indicadores biológicos de
exposição excedidos.

Quando há risco aparente de deficiência de oxigênio.

Quando há exposição cutânea severa a substâncias com notação-pele.

As definições acima não esgotam todas as alternativas, mas apenas servem de orientação
para a avaliação dos riscos. Assim teremos a seguinte graduação de Riscos:

GRADUAÇÃO DO RISCO
DANO / EXPOSIÇÃO CRÍTICA DE ATENÇÃO IRRELEVANTE
BAIXO MODERADO TRIVIAL TRIVIAL
MÉDIO SUBSTANCIAL MODERADO TRIVIAL
ALTO INTOLERÁVEL SUBSTANCIAL MODERADO
IMINENTE INTOLERÁVEL INTOLERÁVEL SUBSTANCIAL

3. CONCEITUAÇÃO QUANTO AO RISCO

Inicialmente devemos frisar que toda substância pode ser considerada agressiva dependendo
das condições de exposição, em nosso caso, em conformidade com a NR-9, serão
considerados agentes:

 Físicos, dentre outros: ruído, vibrações, temperaturas anormais, pressões anormais,


radiações ionizantes, radiações não ionizantes e umidade.

 Químicos, dentre outros: névoa, neblinas, poeiras, fumos, gases e vapores.

 Biológicos, dentre outros: bactérias, fungos, protozoários e vírus.

8
CATEGORIAS DE RISCOS

As definições para classificação quanto às categorias não esgotam todas as alternativas, mas
apenas servem de orientação para a classificação dos riscos quanto à gravidade de suas
consequências, cabendo ao bom senso técnico o enquadramento das situações não
estabelecidas.

DEFINIÇÕES

POTENCIAL DE DANO DESCRIÇÃO

Quando o agente não representar risco potencial de dano à


saúde nas condições usuais, descritas na literatura, ou pode
I - DE ROTINA representar apenas situações de desconforto e não de risco.

9
POTENCIAL DE DANO DESCRIÇÃO

Quando um agente representa um risco moderado à saúde,


nas condições usuais descritas na literatura, não causando
efeitos agudos.
II - DE ATENÇÃO
Quando o agente não possui LT valor-teto, e o valor de LT
média ponderada é consideravelmente alto (centenas de
ppm).

Quando não há queixas aparentemente relacionadas com o


agente.

Quando o agente pode causar efeitos agudos, possui LT


valor-teto ou valores de LT muito baixos (alguns ppm).

Quando as práticas operacionais / condições ambientais


III - DE CRÍTICA
indicam aparente descontrole de exposição.

Quando não há proteção cutânea específica no manuseio de


substâncias com notação-pele.
Quando há queixas específicas / indicadores biológicos de
exposição excedidos (vide PCMSO)

Quando envolve exposição a carcinogênicos.

Nas situações aparentes de risco grave e iminente.

Quando o agente possui efeitos agudos, baixos Lt e IDLH e as


práticas operacionais / situação ambiental indicam aparente
descontrole de exposição.
IV - EMERGENCIAL
Quando as queixas são específicas e frequentes, com
indicadores biológicos de exposição excedidos.

Quando há exposição cutânea severa a substâncias com


notação-pele.

4. RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO DO PPRA

O responsável pelo desenvolvimento do PPRA será o próprio responsável pela unidade da


empresa, o qual caberá coordenar o seu desenvolvimento e a execução das medidas
necessárias para atingir as metas propostas.

Responsabilidade do Empregador

Subsidiar as condições necessárias para a implantação e desenvolvimento do PPRA


(Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) na empresa.

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Cabe ao responsável pelo desenvolvimento do PPRA delegar funções e atribuições
de forma a:
 Estabelecer, programar e assegurar o cumprimento permanente do PPRA;
 Manter o documento base disponível ao acesso das autoridades competentes;
 Seguir o cronograma de implantação e execução do PPRA;
 Avaliar medidas de controle;
 Executar treinamentos;
 Manter registro de dados por um período mínimo de 20 anos, histórico técnico e
administrativo;
 Revisar e atualizar o PPRA;
 Divulgar o programa na Empresa.

Responsabilidade dos Trabalhadores

 Colaborar e participar da implantação e execução do PPRA;

 Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA;

 Informar ao seu superior hierárquico direto ocorrências que, a seu julgamento, possam
implicar riscos à saúde dos trabalhadores;

 Os trabalhadores interessados têm o direito de apresentar propostas e receber


informações e orientações a fim de assegurar a proteção aos riscos ambientais
identificados na execução do PPRA.

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5. ENCERRAMENTO
Será realizada uma vez por ano, ao final de cada cronograma anual do
PPRA, uma avaliação global deste PPRA, a fim de se atender às metas estabelecidas e o
cumprimento do cronograma. Esta auditoria se dará através da realização da fase de
avaliação (anteriormente descrita) a cada reavaliação do PPRA, o que nos indicará quanto à
melhoria ou não das condições ambientais de trabalho, em função das medidas adotadas.
Através destes procedimentos nos será possível realizar os ajustes necessários em nosso
PPRA (suas metas e prioridades), a fim de que possamos estar sempre melhorando as
condições laborativas de nossos trabalhadores.

São Paulo, 19 de outubro de 2018.

Tatiana Coaracy Preposto da empresa


Eng.ª Segurança do Trabalho TRANSTECH TRANSPORTE E LOGÍSTICA LTDA
CAU A71707-0 | NIS 124.73735.83-4 CNPJ: 03.277.663/0009-01

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DISTRIBUIÇÃO DE FUNÇÕES

GRUPO DE EXPOSIÇÃO SIMILAR


QUANT.
SETOR FUNÇÃO ATRIBUIÇÕES DA FUNÇÃO

Administrativo Auxiliar Administrativo 2


Elabora e redige documentos, notas fiscais, analisa, examina e confere; acompanha o fluxo de entrada e saída, auxilia na
elaboração de projetos, desenvolve outras atividades determinadas pela chefia.
Assistente Administrativo Junior 1
Operação
Líder Operacional Junior 2 Controla a logística de recebimento, armazenamento e transporte; Opera empilhadeira a gás.
1

Exerce a gerência dos serviços administrativos, das operações financeiras e dos riscos em empresas industriais, comerciais,
agrícolas, públicas, de educação e de serviços, incluindo-se as do setor bancário. Gerencia recursos humanos, administra
Gerência Gerente de Filial 1
recursos materiais e serviços terceirizados de sua área de competência. Planeja, dirige e controla os recursos e as atividades
de uma organização, com o objetivo de minimizar o impacto financeiro da materialização dos riscos.

Operação Auxiliar de Limpeza 1 2 Executa a higienização e limpeza de todas das dependências da empresa.

Administrativo Conferente 1
Confere e armazena produtos e materiais do estoque, faz os lançamentos da movimentação de entradas e saídas e
controle, distribue produtos e materiais a serem expedidos.
Conferente Junior 4 3

Operação

Arrumador 11 Auxilia na separação de mercadorias e organização dos estoques.


CARACTERÍSTICA DO SETOR

LOCAL SETOR PÉ DIREITO PAREDES PISO COBERTURA TIPO DE ILUMINAÇÃO TIPO DE VENTILAÇÃO

Natural através de Janelas


Telhas e Portão. Artificial através Natural através de
Galpão > 3 Metros Alvenaria Cimentado
Metálicas de Lâmpadas Janelas e Portão.
Fluorescentes.

Artificial através de
Divisória Laja com Forro Artificial através de
Administrativo < 3 Metros Cimentado Aparelhos de Ar
Naval de PVC Lâmpadas Fluorescentes.
Condicionado.
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - HIGIENE OCUPACIONAL
Empresa: Transtech Transporte e Logística LTDA
Filial: Pirassununga/SP
Área Administrativo: Auxiliar Administrativo; Operação: Assistente Administrativo Junior, Líder Operacional Junior; Gerência: Gerente de Filial

Grupo de Exposição
Similar
1

EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL TECNOLOGIA DE PROTEÇÃO


exposição INDIVIDUAL COLETIVA

MEIO DE EXPOSIÇÃO
AGENTE

potencial de dano
(risco potencial)

exposição resultante
Avaliações a serem

intensidade
FONTE GERADORA EFEITO CRÍTICO
GRAU DE RISCO realizadas

tempo

Eficaz

Eficaz
E/R descrição E/R descrição

Sem Riscos
.. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. ..

..

..
Expecifícos

TEMPO: E - Eventual I - Intermitente P - Permanente INTENSIDADE: B - baixa M - Média A - Alta EXPOSIÇÃO RESULTANTE: C - crítica A - de atenção I - irrelevante
POTENCIAL DE DANO: B - baixo M - médio A - alto I - iminente GRAU DE RISCO: Trivial Moderado Substancial Intolerável E - existente R - recomendado S - sim N - não

OBSERVAÇÕES:
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - HIGIENE OCUPACIONAL
Empresa: Transtech Transporte e Logística LTDA
Filial: Pirassununga/SP
Área Operação: Auxiliar de Limpeza

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intensidade
FONTE GERADORA EFEITO CRÍTICO
GRAU DE RISCO realizadas

tempo

Eficaz

Eficaz
E/R descrição E/R descrição

Gerado durante a utilização da


FÍSICO
Lavadora de Piso Elétrica (2x por Sistema Auditivo Ar E B I B R Protetor Auricular .. .. .. ..
Ruído
semana em média 30 minutos)

Produtos domésticos (sabão em pó,


detergente neutro, veja multiuso,
QUÍMICO TRIVIAL ..
etc). Produtos utilizados durante o .. Pele
processo de limpeza e higienização Calçado de
da empresa. I B I B R segurança e luva .. .. .. ..
de PVC

BIOLÓGICO Na coleta de lixo dos banheiros e


Risco Biológico Pele
Micoorganismos limpeza de sanitários.

TEMPO: E - Eventual I - Intermitente P - Permanente INTENSIDADE: B - baixa M - Média A - Alta EXPOSIÇÃO RESULTANTE: C - crítica A - de atenção I - irrelevante
POTENCIAL DE DANO: B - baixo M - médio A - alto I - iminente GRAU DE RISCO: Trivial Moderado Substancial Intolerável E - existente R - recomendado S - sim N - não

OBSERVAÇÕES: No momento da vistoria a Lavadora Elétrica não estava em uso para posterior avaliação de ruído.
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - HIGIENE OCUPACIONAL
Empresa: Transtech Transporte e Logística LTDA
Filial: Pirassununga/SP
Área Administrativo: Conferente; Operação: Conferente Junior, Arrumador

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MEIO DE EXPOSIÇÃO
AGENTE

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(risco potencial)

exposição resultante
Avaliações a serem

intensidade
FONTE GERADORA EFEITO CRÍTICO
GRAU DE RISCO realizadas

tempo

Eficaz

Eficaz
E/R descrição E/R descrição

Sem Riscos
.. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. ..

..

..
Expecifícos

TEMPO: E - Eventual I - Intermitente P - Permanente INTENSIDADE: B - baixa M - Média A - Alta EXPOSIÇÃO RESULTANTE: C - crítica A - de atenção I - irrelevante
POTENCIAL DE DANO: B - baixo M - médio A - alto I - iminente GRAU DE RISCO: Trivial Moderado Substancial Intolerável E - existente R - recomendado S - sim N - não

OBSERVAÇÕES: Atividades realizadas no Galpão. Avaliação de ruído 78,5 dB(A)


SETOR

Operação
Administrativo
FUNÇÃO

Arrumador
Conferente

Conferente Junior
Auxiliar de Limpeza

AVENTAL PUMBLÍFERO

AVENTAL TECIDO

AVENTAL PVC

CAPA DE CHUVA

CALÇADO SEGURANÇA COM BIQUEIRA

CAPACETE CLASSE 2

CALÇADO DE SEGURANÇA ANTI DERRAPANTE

CREME DE PROTEÇÃO

CINTO DE SEGURANÇA TIPO PARAQUEDISTA


COM TALABARTE DUPLO

LUVAS ISOLANTES

LUVA TÉRMICA FRIO

LUVA LÁTEX
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL RECOMENDADO

LUVA PROCEDIMENTO

LUVA RASPA DE COURO

LUVA NITRÍLICA

LUVA DE PVC

LUVA TRICOTADA PIGMENTADA

MÁSCARA DE SOLDA

ÓCULOS SEGURAÇA AMPLA VISÃO

PROTETOR AURICULAR TIPO INSERÇÃO

PROTETOR AURICULAR TIPO CONCHA

PROTETOR FACIAL

RESPIRADOR PURIFICADOR DE AR PEÇA SEMI


FACIAL P2 CONTRA POEIRAS
AVALIAÇÕES AMBIENTAIS

DESCRIÇÃO DO LOCAL NÍVEIS DE RUÍDO

LIMITE DE
NM
PONTO DE MEDIÇÃO OU POSTO DE EXPOSIÇÃO 8H
SETOR PERÍODO OBSERVAÇÃO
TRABALHO/AMBIENTE
dB(A) dB(A)

Galpão Ambiente diurno 78,5 85,0 Limite de Tolerância NR-15

Administrativo Ambiente diurno 65,4 85,0 Limite de Tolerância NR-15


PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
PLANO DE AÇÕES 2018/2019

INÍCIO DA DATA PREVISTA PARA CONCLUSÃO DA AÇÃO (mm/aa)


SETOR/ LOCAL AÇÃO RESPONSÁVEL
AÇÃO 09/18 10/18 11/18 12/18 01/19 02/19 03/19 04/19 05/19 06/19 07/19 08/19

Geral Divulgação do PPRA.

Fornecimento de EPI´s, conforme tabela EPI X FUNÇÃO PERMANENTE

Ministrar treinamento aos trabalhadores sobre a necessidade e correta


utilização dos EPI’s (equipamentos de proteção individual E MEDIDAS
DE PROTEÇÃO COLETIVA, além de orientações quanto à forma correta
para realizar sua conservação, guarda e higienização. Orienta-los
ainda quanto à suas obrigações com relação aos equipamentos de
proteção individual.

Estabelecer procedimentos para aquisição, entrega e substituição dos


Administrativo: Auxiliar de
EPI’s adequados à cada atividade imediato
Limpeza, Conferente;
Administração
Operação: Conferente
Registrar a entrega e substituição dos EPI’s, bem como o treinamento
Junior, Arrumador
para sua correta utilização, em ficha apropriada, assinada
OBRIGATORIAMENTE pelos empregados.

PERMANENTE
Exigir dos fornecedores de EPI’s, os respectivos CA - Certificado de
Aprovação atualizados, mantendo atualizado os laudos técnicos
destes EPI’s, fornecidos pelos fabricantes, assegurando sua efetiva
proteção, como estabelece a NR-6 “Equipamentos de Proteção
Individual - EPI” .

Manter locais adequados para higienização e guarda dos EPI’s

Geral Reavaliação do PPRA. ..


ANEXO
Certificado de Calibração dos
Equipamentos
Laboratório de Metrologia
CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO

íNumero do Certificado
39407/2018

CRente Soãcitante:

NOME: L a v o r s e g A s s e s s o r i a e m Segurança do T r a b a l h o CNPJ: 08.629.541/0001-95


Ltda
ENDEREÇO: R u a Heitor P e n t e a d o N° 1049 - Conjunto 0 6
BAIRRO: Sumarezinho
CIDADE: São Paulo ESTADO: S P
C E P : 05437-000

OSjeto da Caãôração:

E Q U I P A M E N T O : Dosímetro Digital O.SHISEG: 11988/2018


FABRICANTE: 01 d B
MODELO: Wed CLASSE: Tipo 2
NÚMERO D E SÉRIE: 13880 IDENTIFICAÇÃO: H54717
D A T A DA C A L I B R A Ç Ã O : 22/06/2018

Condições JlmSientaisApRcáveis durante a Caãôração:

Temperatura U m i d a d e Relativa % ur P r e s s ã o Atmosférica


25,6°C 58% 9 3 4 nnbar

Metodologia de Caãôração

Procedimento de Calibração: HS-PCA-002 - Método de calibração de acordo com a s normas l E C


60651:1979 - Medidor de Nível de Sonoro e l E C 60804:1985 - Medidor Integrador de Nível Sonoro,
como aplicável.

HiSeg Comércio e Assistência Técnica de Instramentos de Medição Ltd


Avenida Jabaquara, N° 1.245 - Sala 31 • M i r a n d ó p o l i s ^ ã o Paulo • S P • C E P 04^
Fones: (11) 2729-0643 / 2729-0647 / 2729-5887 / 2729-8810 / 5071-9811
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Laboratório de Metrologia
CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO

ladrões VtíRzados:

Instrumentos 1 Certificado de Calibração - Validade do Padrão


- Calibrador de Nível Sonoro, modelo CR-2 marca R B C - C B R 1 8 0 0 1 3 0 - Fevereiro/2019
Criffer, número de série 17052332.
- Termo-Higrômetro Analógico Haar-Synth-Hygro, R B C - T 0 0 3 8 6 / 1 7 - Agosto/2018
identificação 11174, N° de Série H51032.
- Barómetro Digital, modelo BAR-100, número de RBC-PS-07-254/17 -Julho/2018
identificação BAR-01.
Obs. Caso queira receber uma cópia dos Padrões, por favor, encaminhe um email para padrao@hiseg.com.br.

Observações gerais: 1- Certificado com rastreabilidade RBC - Rede Brasileira de Calibração.


2- Os resultados apresentados referem-se a média dos valores encontrados.
3- A incerteza Expandida de Medição (U) relatada é declarada como incerteza padrão de
medição multiplicada pelo fator de abrangência k, para uma probabilidade de
abrangência de aproximadamente 95%.
4- O presente certificado de calibração é válido apenas ao item calibrado e às condições
supra mencionadas.
5- Este certificado de calibração somente pode ser reproduzido por completo. Não pode
ser utilizado para fins comerciais

"* (Rfsuíiaá)s Oôtidos:

Valores antes do ajuste Valores após o ajuste (reparo)


Escalas (dB) Nível Sonoro (dB) Frequência (Hz) Nível Sonoro (dB) Frequência (Hz)
VM (VR) VM (VR) VM (VR) VM (VR)
80~130-114dB 116,3 997,7 114,0 997,8

Erro(dB)-114dB 0,0 Incerteza (dB) 0,13

VIVI: Resultado obtido da média aritmética das medições realizadas


VR: Valor real da medição

Executante: Responsável:
F9J3itJ\^raujo estjni^ io Garrido de Camargo
Bspánsável •«Chico engenheiro Eletricista
RGÍ24 05-6 C R E A : 5063378179-SP

Data de 06/2018.
Página 2/2

HiSeg Comércio e Assistência Técnica de Instrumentos de Medição Ltda.


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