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INGLÊS INSTRUMENTAL CEPAG / TÉCNICO EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA PROF. ALISSON AMORIM

INGLÊS

INSTRUMENTAL

CEPAG / TÉCNICO EM COMPUTAÇÃO GRÁFICA PROF. ALISSON AMORIM

INGLÊS INSTRUMENTAL Autores: Msc. Alison Zille Lopes Msc. Leonardo Silva Salinas-MG 2010

INGLÊS INSTRUMENTAL

Autores:

Msc. Alison Zille Lopes Msc. Leonardo Silva

Salinas-MG

2010

Conteúdo

1

INTRODUÇÃO

5

2

RECONHECIMENTO DE GÊNEROS TEXTUAIS

9

3

OBJETIVOS DA LEITURA E NÍVEIS DE COMPREENSÃO

12

4

COGNATOS

20

5

CONHECIMENTO PRÉVIO

23

6

SKIMMING

28

7

SCANNING

32

8

INFORMAÇÃO NÃO VERBAL

38

9

43

– INFERÊNCIA CONTEXTUAL –

10

11 GRUPOS NOMINAIS

PALAVRAS-CHAVE

49

53

12 REFERÊNCIA PRONOMINAL

56

13 MARCADORES DISCURSIVOS

61

3

1 –

INTRODUÇÃO

1.1 –

A Reconstrução da Torre de Babel

PorPorPorPor RubensRubensRubensRubens QueirozQueirozQueirozQueiroz dededede AlmeidaAlmeidaAlmeidaAlmeida

Diz a Bíblia que muitos anos atrás todos os habitantes da Terra se uniram para construir uma torre que chegasse até o céu, para tornar seu nome célebre e impedir que fossem espalhados pelo mundo. Para punir os homens por sua ambição demasiada, Deus confundiu sua linguagem e depois os dispersou pelo mundo. Ainda hoje os povos da Terra falam uma imensidão de línguas diferentes. Na Internet entretanto, apesar dos muitos povos que autilizam, existe um meio de comunicação comum. Da mesma forma que os computadores se comunicam independentemente de cor e raça, ou melhor, de fabricante

e protocolo de comunicação, também os internautas possuem uma linguagem comum: a

língua inglesa. Será a Internet uma nova Torre de Babel, construída para reunificar eletronicamente os habitantes deste lindo mundo azul?

É claro que nem todos que utilizam a Internet compreendem a língua inglesa. Porém mais

de 80% dos documentos e das comunicações feitas através da Internet encontram-se em inglês. Apenas 0,7 % do oceano de informação que é a Internet está em português. É perfeitamente possível usar a Internet e se divertir muito navegando apenas por sites escritos em português. Fazer isto entretanto é o equivalente a ir à praia, não entrar na água e ficar se molhando com um baldinho de água que alguém encher para você. O que fazer? Aprender inglês é difícil e demora muitos anos. Como então adquirir o domínio desta ferramenta tão essencial à utilização plena da Internet? Realmente, para se ler, falar, escrever e ouvir com fluência a língua inglesa são necessários de seis a oito anos de estudo constante. Para que aprender tanta coisa se o mais importante é apenas ler? É muito mais fácil dominar um dos aspectos de um idioma (leitura) do que todos os quatro simultaneamente (ler, ouvir, falar e escrever). A Internet possui muito conteúdo interativo, onde a capacidade de se falar e escrever bem a língua inglesa certamente é uma grande vantagem, mas o mais importante certamente é saber ler. Ler para utilizar a informação existente na Internet para aprender, resolver problemas pessoais ou profissionais, se divertir, enfim, para uma infinidade de propósitos.

Como aprender a ler? É raro encontrar um curso de inglês onde se ensine o aluno apenas

a ler. Só vendem o pacote completo, o que é totalmente insensato. Se precisamos investir

vários anos para dominar o idioma em todos os seus aspectos, aprender a ler certamente demora muito menos. Em apenas quatro meses é possível obter uma compreensão razoável do idioma que nos permite começar a compreender textos em inglês.

Mas porque a leitura é mais fácil de se dominar? A própria Internet nos dá a resposta. Em um estudo realizado em 1997, realizamos um trabalho para determinar as palavras mais comuns da língua inglesa e seu percentual de ocorrência. Para este estudo utilizamos os livros online do Projeto Gutemberg. Este projeto, integrado por voluntários, tem por objetivo digitalizar obras de literatura cujos direitos autorais tenham se expirado. Nos Estados Unidos uma obra é colocada no domínio público 60 anos após a morte do autor. Obras de autores como Jane Austen, Conan Doyle, Edgar Rice Burroughs, e muitos

outros estão disponíveis gratuitamente na Internet. De posse destes livros, 1600 ao todo na época da pesquisa, fizemos então nossos cálculos. Os 1600 livros combinados geraram um arquivo de 680 MB contendo aproximadamente sete milhões de palavras. Os resultados foram bastante surpreendentes. As 250 palavras mais comuns compõem cerca de 60% de qualquer texto. Em outras palavras, se você conhece as 250 palavras mais comuns, 60% de qualquer texto em inglês é composto de palavras familiares. Para facilitar ainda mais a nossa tarefa os cognatos, que são as palavras parecidas em ambos os idiomas (possible e possível, por exemplo), totalizam entre 20 e 25% do total das palavras. Aí já temos então 80 a 85% do problema de vocabulário resolvido. Se subirmos o número de palavras mais comuns a 1.000, chegamos a 70%. Somando a este valor os cognatos chegamos a valores entre 90 a 95% de um texto.

É claro que 90 ou 95% ainda não chega a 100%. Como fazer com o restante das

palavras? Mais uma vez, usamos nossa intuição (lembra-se que nossa intuição está correta em 99,999% das vezes?). Pensemos em nosso texto como um enigma a ser desvendado. Possuímos alguns elementos familiares, as palavras que conhecemos, e outros que nos são desconhecidos. Devemos deduzir, por meio de nossa intuição, de nossos conhecimentos anteriores, o que as palavras desconhecidas podem significar. Não precisamos nos preocupar com todas as palavras, apenas com aquelas que desempenhem um papel importante no texto. Quais são elas? Se uma palavra aparece com relativa frequência em um texto, ela certamente desempenha um papel importante na compreensão do todo. Se uma palavra aparece apenas uma vez, muito provavelmente não precisaremos nos preocupar com ela.

O maior problema é que tal enfoque é encarado de forma suspeita pela maioria das

pessoas. Como é possível, ignorar uma palavra desconhecida e continuar lendo como se nada houvesse acontecido? O que estamos propondo não é nada absurdo. Qual foi a última vez em que consultou um dicionário? Toda vez que encontramos uma palavra desconhecida vamos em busca do dicionário? Muito provavelmente não. O que acontece

é que, como a nossa familiaridade com o português é grande, na hipótese de

depararmonos com uma palavra desconhecida, o seu sentido, dado o contexto que a cerca, será facilmente deduzido. Isto tudo praticamente sem mesmo nos darmos conta do ocorrido. A não ser que nos proponhamos a tarefa de parar a cada vez que encontrarmos uma palavra desconhecida, a nossa leitura se dá com frequência sem interrupções. As palavras desconhecidas são intuídas, quase que subconscientemente, e passam a integrar o nosso vocabulário. Considerando-se que o vocabulário de um adulto consiste de aproximadamente 50.000 palavras, é ridículo imaginar que tal conhecimento tenha sido adquirido através de 50.000 visitas ao dicionário. Este vocabulário foi adquirido, em um processo iniciado em nossa infância, de forma contínua e através da observação do nosso ambiente, observando outras pessoas falarem, prestando atenção nas palavras utilizadas em determinadas situações e também através da leitura.

A nossa estratégia para o domínio da língua inglesa para leitura é exatamente aquela utilizada há milhares de anos, com excelentes resultados, pela raça humana. Aprendizado natural, seguindo nossos instintos e pela interação com o ambiente que nos cerca.

Como vimos, o domínio das palavras mais frequentes da língua inglesa, pode nos ajudar

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a dar um impulso substancial em nosso aprendizado. Nesta listagem as palavras não

estão organizadas alfabeticamente, mesmo porque não é nosso objetivo reproduzir aqui um dicionário. Também não incluímos todos os significados possíveis das palavras apresentadas. Todas as palavras são apresentadas em contexto, em exemplos de utilização. Não fornecemos a definição da palavra. Para cada palavra são listados em média três exemplos de utilização, com a respectiva tradução.

É muito importante ressaltar que estas palavras não devem ser memorizadas de forma

alguma. O ser humano não funciona de forma semelhante ao computador, onde as informações podem ser armazenadas de qualquer forma, e ainda assim estão disponíveis em milésimos de segundos quando necessitamos. O ser humano, para reter alguma informação, precisa situá-la dentro de um referencial de conhecimentos. A informação nova precisa se integrar à nossa visão do mundo, à nossa experiência prévia. Apenas desta forma podemos esperar que o conhecimento adquirido seja duradouro. A maioria de

nós certamente já vivenciou situações em que dados memorizados desapareceram de nossa memória quando não mais necessários. Ao contrário, tudo que aprendemos ativamente, permanece presente em nossa memória de forma vívida por muitos e muitos anos.

Embora esteja sendo fornecida uma lista de palavras, não adote de forma alguma o procedimento padrão de memorização, que é a repetição intensiva dos itens a serem memorizados. É certo que cada um de nós possui estratégias distintas para lidar com o aprendizado, mas eu gostaria de sugerir uma forma de estudo que certamente funciona.

Primeiramente, não tenha pressa. Não memorize, procure entender os exemplos. Para cada palavra apresentada, leia os exemplos e suas respectivas traduções. Não se preocupe em reter na memória o formato exato das frases e nem de sua tradução. O objetivo é apenas compreender o significado da palavra apresentada e apenas isto. Uma vez compreendido este significado o objetivo foi alcançado.

Em segundo lugar, procure ler apenas enquanto estiver interessado. Não adianta nada ler todas as palavras de uma vez e esquecer tudo dez minutos depois. Se nos forçarmos a executar uma atividade monótona por muito tempo, depois de alguns momentos a nossa atenção se dispersa e nada do que lemos é aproveitado. Eu sugiro a leitura de dez palavras diariamente. Caso você ache que 10 palavras diárias é muito, não tem importância, este número é sua decisão. Se quiser ler apenas uma palavra, o efeito é o mesmo. Irá demorar um pouco mais, mas chegar ao final é o que importa. É só não esquecer, você deve LER as palavras e NUNCA tentar memorizar as palavras e os exemplos.

E finalmente, faça revisão. No primeiro dia leia e entenda dez palavras (ou quantas julgar

conveniente). No segundo dia leia mais dez palavras e faça a revisão das dez palavras aprendidas no dia anterior. No terceiro dia, aprenda mais dez palavras e revise as vinte palavras aprendidas nos dias anteriores. E assim por diante até o último dia, onde aprenderá as últimas dez palavras e revisará as 240 palavras anteriores. Muito importante, por revisão não quero dizer que se deve fazer a leitura de todas as palavras e exemplos anteriores. As palavras mais frequentes estão grafadas em tipo diferente e em

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negrito, para que possamos localizá-las facilmente na página. Apenas examine as palavras anteriores em sua revisão. Caso não se recorde de seu significado, então, e apenas então, leia os exemplos. A revisão é extremamente importante. Nós realmente aprendemos quando revisamos conceitos aos quais já fomos expostos. Procedendo desta forma, tenha certeza de que tudo o que aprendeu será absorvido de forma permanente, constituindo a base fundamental de tudo que irá aprender em seus estudos da língua inglesa.

Caso a sua motivação seja realmente alta e você queira reler todos os exemplos já estudados, vá em frente. Como você pode notar, os exemplos empregam um vocabulário bastante rico. A leitura mais frequente dos exemplos fará com que ao final do estudo o seu vocabulário tenha se enriquecido muito além das 750 palavras básicas.

Outro ponto importante é a questão do estudo da gramática. A gramática, ou o estudo da estrutura da língua, deve ser apenas para ajudar o aluno a identificar as construções verbais. Não é necessária, para fins de aprendizado da leitura, a memorização de estruturas gramaticais. Como já afirmado, o nosso aprendizado se dá de forma natural. Da mesma forma que uma criança não tem aulas de gramática para aprender sua língua materna, nós também não devemos nos preocupar com este aspecto em nosso estudo. A leitura dos exemplos das palavras mais comuns irá lançar os fundamentos iniciais do conhecimento da estrutura da língua inglesa.

Resta agora esclarecer um ponto, que é a desculpa favorita de todos nós nos dias de hoje: a falta de tempo. Tempo certamente é fácil de se encontrar para fazer aquilo que nos dá prazer. Para resolver o problema de tempo para este estudo, pense nesta atividade como algo prazeiroso e que lhe trará benefícios enormes, tanto no campo pessoal como profissional. E além do mais, o aprendizado e a revisão das palavras pode ser feito diariamente em não mais de quinze minutos. Se levarmos em conta que os intervalos comerciais em programas de televisão geralmente duram entre quatro a cinco minutos, todo o tempo necessário para este estudo pode ser encaixado nos intervalos de sua novela favorita, certo?

Finalmente, queria lembrar a todos que aprender o inglês é bastante fácil. Basta deixar de lado os preconceitos e traumas que temos com a língua inglesa e realmente acreditarmos em nossa capacidade de aprender. Não leva a nada guardar rancores de tentativas frustradas de aprendizado ocorridas no passado. O domínio da língua inglesa é hoje o nosso passaporte para um mundo de informações que podem nos ser úteis tanto na esfera pessoal quanto profissional. Se você não domina a língua inglesa o momento certo para começar é hoje. Você vai ver que sem fazer muita força em, pouco você estará se locomovendo com desenvoltura cada vez maior pela To rre de Babel reconstruída que é a Internet.

8

2 –

RECONHECIMENTO DE GÊNEROS TEXTUAIS

2.1 –

Gêneros textuais são tipos de texto cuja função comunicativa é reconhecida social e culturalmente por determinada comunidade. Além de terem essa função comunicativa específica, os gêneros textuais se caracterizam por organização, estrutura gramatical e vocabulário específicos, assim como pelo contexto social em que ocorrem.

Reconhecer o gênero de um texto significa ter conhecimento de seu formato (layout), isto é, das características próprias a ele, as quais o distinguem de outros gêneros. Por exemplo, o gênero textual receita culinária contém uma lista de ingredientes e um modo de fazer. Já o gênero resumo (ou abstract) de artigo de revista científica apresenta, de forma geral, o(s) objetivo(s) da pesquisa, a metodologia, os resultados alcançados e a conclusão. A familiariedade com o gênero textual possibilita ao leitor efetuar leituras mais eficientes e direcionadas, pois permite localizar informações mais rapidamente.

Função comunicativa

2.2 –

Observe os recortes desta página e da página seguinte (da letra A até a letra G) e identifique o gênero textual ao qual eles se referem.

Familiarização com gêneros diferentes

Directions A Adults and children over 12: Take 1 caplet every 4 hours as needed.
Directions A Adults and children over 12: Take 1 caplet every 4 hours as needed.

Directions A Adults and children over 12: Take 1 caplet every 4 hours as needed. Do not exceed 3 caplets in 24 hours, unless directed by a physician. Children 12 and under should use Children’s Advil. Caution Keep out of reach of children. This package contains enough medicine to seriously harm a child. Non-medicinal Ingredients corn starch, croscarmellose sodium, hydroxypropyl methylcellulose, iron oxides, lecithin, pharmaceutical shellac, polyethylene glycol, pregelatinized starch, silicon dioxide, simethicone, sodium lauryl sulfate, stearic acid, talc, titanium dioxide

B
B

9

C

impending adjective

/ m pen.d ŋ/ [before noun]

describes an event, usually something unpleasant or unwanted, that is going to happen soon impending disaster/doom Lineker announced his impending retirement from international football before the 1992 European Championships.

Abstract. This paper details an algorithm that

E

automatically annotates blocks of code associated to variabilities in software product lines. The proposed algorithm is based on a tool to implement variabilities called CIDE (Colored IDE). CIDE enhances standard IDE with the ability to associate colors to lines of code in charge of implementing variabilities. Furthermore, the tool supports the generation of projections of a system in which the code annotated with a given color is not showed. Using the proposed algorithm, we have automatically extracted four variabilities from the Prevayler persistence framework .

Calvin and Hobbes

D F
D
F
the Prevayler persistence framework . Calvin and Hobbes D F Cook roast beef as usual. The

Cook roast beef as usual. The larger the roast, the more drippings. While roast is cooking, make the Yorkshire Pudding batter. YORKSHIRE PUDDING BATTER:

1

G

1/2 c. sifted flour

lg. eggs c. whole milk

4

2

Salt & pepper to taste Beat eggs together. Add eggs to sifted flour and beat with wooden spoon until elastic. While stirring mixture with whisk, gradually add in milk until batter is smooth. Season with salt and pepper to taste.

10

2.3 –

O que nos permite identificar os diferentes tipos de texto

(

) o formato (layout)

(

) os recursos tipográficos (negrito, itálico, etc)

(

) as palavras características de cada tipo de texto

(

) o tipo de letra (fonte)

(

) as figuras

(

) a tradução de todas as palavras do texto

2.4 –

um deles. Observe o exemplo abaixo:

A) Posologia; efeitos colaterais; composição química

B)

C)

D)

E)

F)

G)

Com base nos diferentes textos, liste o que você espera encontrar em cada

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3 –

OBJETIVOS DA LEITURA E NÍVEIS DE COMPREENSÃO

5

10

15

20

Depression: The darker side of your Internet habit

A

 

UK study finds that people who replace human contact with online friends can be troubled

By Sharon Gaudin February 3, 2010 11:24 AM ET

A team of psychologists at the University of Leeds in the U.K. said they have found that people who spend significant time online are far more likely to suffer symptoms of depression. When people begin to substitute real-life, face- to-face interaction with online conversations in chat rooms and on social

networking sites like Facebook and Twitter, there's often "a serious impact on [their] mental health," the study found.

This study echoes a one published last August conclusion.

that

came

to

a

similar

That study, conducted by the Centers for Disease Control and Prevention,

found that the average online gamer is not a teenager, but is actually a 35-year- old overweight, aggressive, introverted -- and often depressed -- man. The study also found that when children and teenagers become game players, many tend to follow a trend toward physical inactivity and corresponding health problems that extend into adulthood.

The University of Leeds research found that people considered to be "Internet addicts" spent far more time than average users browsing sexual Web sites, online gaming sites and online communities. And Internet addicts showed a "higher incidence" of moderate to severe depression, though the study did not report on the exact percentage of addicts that showed depressive symptoms.

For this study, researchers interviewed 1,319 people between the ages of 16 and 51 -- 1.2% of whom were found to be Internet addicts. That number is higher than the 0.6% of Brits who are considered to be gambling addicts, the researchers noted.

FONTE:

http://www.computerworld.com/s/article/9151299/Depression_The_dark

er_side_of_your_Internet_habit

12

Laptop Computer Freezes Up, Runs Slow and Shuts Off

B

Q: My laptop computer freezes up, runs slow (really slow) and shuts off. I’ve tried registry cleaner, scan and repair programs, program that are supposed to speed it up. But it's still acting up. I also updated my antivirus software.

A: Is this laptop online? If so it sounds a lot like a spyware problem. I would try downloading and installing Spybot and Adaware. Both are free, updatable and do a great job cleaning out spyware. Check out our spyware page for downloading link.

I also recommend CCleaner to clean up unused files and registry items. It is also a free program. Make sure you let it make a backup of your registry when it asks though www.ccleaner.com.

FONTE: http://www.onlinecomputertips.com/troubleshooting/tq1.html

   

C

ABSTRACT: Mobile robots are physical agents that move and interact continuously while embedded in a dynamic environment. Communications can be one of the most difficult parts of building robot architecture because of the increasing complexity of sensor and actuator hardware, and the interaction between intelligent features and

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real-time constraints. Currently, hybrid architectures offer the most widespread solutions for controlling intelligent mobile robots. This paper deals with the communications framework necessary to design and implement these architectures. The main goal of this work is to design a modular and portable architecture that allows the development of robot control systems. A multi-level and distributed

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architecture based on the reactive/deliberative paradigm is presented. Its main components are mobile software agents that interact through a distributed blackboard communications framework. These agents can be run on onboard processors, as well as on fixed workstations depending on their real-time restrictions. The presented control architecture has been tested in a real mobile robot and results demonstrate the

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effectiveness of distributing software agents to guarantee hard real-time execution.

Keywords: Mobile robots; Distributed computer control systems; Object-oriented technology; Agent-based systems; Real-time systems

FONTE: POSADAS, J. L.; POZA, J. L.; SIMÓ, J. E.; BENET, G.; BLANES, F. Agent-based distributed architecture for mobile robot control. Engineering Applications of Artificial Intelligence, v. 21, n. 8, p. 805-823, Jun. 2008.

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3.1

Compreensão geral

Faça uma leitura rápida dos textos das páginas anteriores, com base no título (quando houver), nas palavras semelhantes ao português e em seu conhecimento do assunto tratado. A seguir, descreva em apenas uma sentença a idéia geral de cada um deles.

TEXTO A:

TEXTO B:

TEXTO C:

3.2 –

Compreensão das idéias principais

Volte ao texto e responda a que se referem as seguintes informações. (As linhas estão indicadas entre parênteses.)

TEXTO A:

A) symptoms of depression (3)

B) Twitter (5)

C) one published last August (7)

D) 35-years-old (10)

14

E) physical inactivity (13)

F) 1,319 (20)

G) gambling addicts (22)

TEXTO B:

A) freezes up (1)

B) cleaner, scan and repair (1)

C) Is this laptop online? (3)

D) Spybot (3)

E) www.ccleaner.com

TEXTO C:

A) physical agents (1)

B) main goal of this work (8)

C) onboard processors (12)

3.3 –

Compreensão detalhada

Leia os textos novamente e assinale verdadeiro (V) ou falso (F) para as seguintes afirmações:

TEXTO A:

A) Pesquisadores descobriram que pessoas que passam longos períodos na Internet têm maior chance de desenvolver depressão.

B) As pessoas estão cada vez mais substituindo a comunicação frente a frente por salas de bate papo e sítios de redes sociais.

C) Um estudo conduzido pelo centro de controle e prevenção de doenças descobriu que a maioria dos jogadores online é constituída por adolescentes.

D) Pessoas consideradas “Viciadas em Internet” passam maior tempo que usuários comuns visitando sites de conteúdo adulto, jogos online e redes sociais.

E) A porcentagem de britânicos viciados em jogos é apenas um pouco maior do que a encontrada na pesquisa a respeito de “viciados em internet”.

F) Crianças e adolescentes que se tornam jogadores tendem a inatividade física que, felizmente, não se estende até a idade adulta.

G) Homens com idade de 35 anos, com sobrepeso, agressivos, introvertidos e, geralmente, depressivos são atualmente a maior parte dos jogadores online.

H) Um estudo conduzido agosto passado entrevistou 1319 pessoas entre 16 e 51 anos

16

das quais 1,2 % foram consideradas viciadas em Internet.

TEXTO B:

A) O laptop encontra-se lento e tem vezes que liga sozinho.

B) O laptop “trava”, fica lento e desliga sozinho.

C) A pessoa que responde a pergunta diz ao dono do laptop para atualizar o antivírus.

D) CCleaner é um programa gratuito para excluir arquivos e registros não utilizados.

E) A pessoa que responde informa da possibilidade de ser um spyware.

F) Programas para a limpeza dos registros, varredura do computador e reparo foram usados, mas não solucionaram o problema.

TEXTO C:

A) O principal objetivo do trabalho foi desenvolver sensores e atuadores para arquiteturas de robôs móveis.

B) Esses agentes podem funcionar apenas em processadores integrados a placa do robô (onboard).

C) Robôs moveis são agentes físicos que se movem e interagem continuamente quando imersos em um ambiente dinâmico.

D) Arquiteturas hibridas oferecem, atualmente, as soluções mais populares para o controle de robôs móveis inteligentes.

E) A comunicação pode ser a parte de mais difícil tratamento na construção da arquitetura de robôs.

F) Uma arquitetura multi-camadas e distribuída baseada no paradigma reativo/deliberativo é apresentado.

3.4 –

Estabelecendo objetivos e níveis de compreensão

Toda leitura deve ter um objetivo. Lemos porque queremos algo da leitura. Às vezes, somos levados a ler por motivos práticos e bem definidos, como quando consultamos o dicionário para encontrar o significado de uma palavra. Outras vezes, nossos objetivos se definem de modo inconsciente; assim, por exemplo, lemos em busca de fatos quando olhamos o noticiário do jornal. Também lemos texots sobre assuntos relacionados a nossa área de interesse, em busca de novas idéias. E, muitas vezes, lemos simplesmente pelo prazer que a leitura nos traz. Alguns dos objetivos mais comuns da leitura são:

1) Aplicação prática

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2)

Aprendizagem

3) Entretenimento

Relacione os objetivos acima a suas descrições:

A)

Leitura motivada principalmente pelo prazer que ela traz ao leitor.

B)

Leitura utilitária, em que buscamos informações necessárias a nossa sobrevivência.

C)

Leitura destinada a expandir nosso conhecimento de mundo.

Nossos objetivos têm grande influência sobre como realizamos a leitura. A maneira como corremos os olhos pela lista telefônica em busca de um número é bem diferente do modo cuidadoso que adotamos para a leitura de uma procuração.

Pela mesma razão, há graus diferentes de compreensão de um texto. O nível de compreensão pode variar de acordo com nossas necessidades e objetivos e com as dificuldades que o texto apresenta. Assim, temos:

Compreensão geral

Quando apenas observamos um texto rapidamente para obter uma ideia geral, focalizando de modo especial os títulos e subtítulos, tabelas, figuras, ênfase tipográficas, cognatos (palavras semelhantes ao português) etc. Para identificarmos o tema, podemos utilizar a técnica do skimming – uma leitura rápida, sem interrupções, feita apenas para obter a idéia geral, como na leitura de um jornal sobre o possível interesse em determinada matéria.

Compreensão das idéias principais

Quando buscamos não só identificar a idéia geral, mas também compreender os argumentos ou idéias principais, sem contudo nos determos em detalhes. Uma técnica empregada para obter as idéias principais é o scanning – uma leitura qual nos concentramos na busca de uma informação específica. É o caso, por exemplo, da consulta a uma enciclopédia, catálogo ou lista telefônica.

Compreensão detalhada

Quando buscamos não só identificar a idéia geral e compreender os argumentos ou ideias principais, mas também conhecer os detalhes do texto. Por exemplo, ao selecionarmos uma matéria de interesse no jornal, prestamos atenção aos detalhes e estabelecemos comparações com o que já sabemos a respeito do assunto.

3.5 – Identifique pela respectiva letra (A, B ou C) os gêneros dos três textos utilizados nesta unidade:

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TEXTO A

Carta ao leitor

TEXTO B

Resumo de artigo

TEXTO C

Ajuda em fórum

Anúncio publicitário

Relato de pesquisa

3.6 –

Cite os textos (A, B ou C) que apresentam as seguintes informações:

Objetivo

Descrição

Pedido de informação

Resultados obtidos

Dúvidas

19

4 –

COGNATOS

When did the term ‘computer virus’ arise?

Steven White, manager of IBM Research's Massively Distributed System Group, offers some complementary information:

The term "computer virus" was coined in the early 1980s. Fred Cohen, then a Ph.D. student at the University of Southern California, came up with the idea of using self-replicating software, which spreads by attaching itself to existing programs as a way of attacking the security of multi-user computing systems. He showed this idea to Len Adleman, his thesis advisor. Adleman pointed out the similarity to a biological virus, which uses the resources of the cell it attacks to reproduce itself, and the term "computer virus" began its journey into everyday English.

Since then, computer viruses have mimicked their biological namesakes, spreading digital disease around the world. And here at IBM Research, we are taking inspiration from biological defenses to viruses and creating a kind of immune system for cyberspace, which will be able to find, analyze and eliminate new computer viruses from the world's computers quickly and automatically.

Alex Haddox is product manager of the Symantec AntiVirus Research Center, which manufactures Norton AntiVirus products. He adds:

The history of the computer virus began in the 1940s when John von Neumann published a paper called "Theory and Organization of Complicated Automata," which documented the possibility of replicating computer programs. John Conway is credited with creating the first "virus" in the form of a life emulating program called the "Game of Life" in the 1960s. In the 1970s the first true self- replicating programs, referred to as "organisms," were written as experiments in artificial intelligence on UNIX systems and used in small, isolated network type games by large research companies. In 1983 the term "virus" was first coined to describe self-replicating programs by Frederick Cohen and his colleague, Len Adleman. The first reports of serious damage from a PC virus occurred in 1986; the infection was caused by the "Pakistani Brain" virus, which was written by two brothers, Basit and Amjad Farooq Alvi, of Lahore, Pakistan.

Fonte: http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=when-did-the-term-compute

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4.1 –

Familiarização com o texto

Retire do texto acima:

A) Dez exemplos de palavras idênticas ou semelhantes a vocábulos da língua portuguesa (exemplos: computer; virus)

B) Cinco exemplos de palavras da língua inglesa cujos significados você já conhecia.

C) Dois exemplos de palavras cujos significados você conseguiu inferir através do contexto.

4.2 –

Apresentação da estratégia (identificando cognatos)

A semelhança existente entre a língua portuguesa e a língua inglesa em termos de vocabulário deve-se principalmente ao fato de o português ser uma língua latina e de grande parte do vocabulário inglês provir do latim. Por essa razão, até os leitores que se julgam nada saber sobre a língua inglesa conseguem reconhecer muitas palavras em textos nesse idioma. Por exemplo: important, necessary, modern, dictionary, manual, interpretation, vocabulary, radio, cinema, map, etc. Tais palavras são denominadas COGNATOS.

Por outro lado, existem também os chamados falsos cognatos, ou falsos amigos, que são palavras normalmente derivadas do latim, que aparecem em diferentes idiomas com ortografia semelhante, e que têm portanto a mesma origem, mas que ao longo dos tempos acabaram adquirindo significados diferentes. A tabela a seguir contém alguns exemplos de falsos cognatos:

INGLÊS - PORTUGUÊS

PORTUGUÊS - INGLÊS

Actually (adv) - na verdade

,

o fato é que

Atualmente - nowadays, today Amassar - crush Argumento - reasoning, point Aplicação (financeira) - investment Audiência - court appearance; interview Bife - steak Cafeteria - coffee shop, snack bar Casualidade - chance, fortuity Cigarro - cigarette Colar - necklace Colégio (2º grau) - high school Excitante - thrilling

Amass (v) - acumular, juntar Argument (n) - discussão, bate boca Application (n) - inscrição, registro, uso Audience (n) - platéia, público Beef (n) - carne de gado Cafeteria (n) - refeitório tipo universitário ou industrial Casualty (n) - baixa (morte), fatalidade Cigar (n) - charuto

Collar (n) - gola, colarinho, coleira College (n) - faculdade, ensino de 3º grau Exciting (adj) - empolgante

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4.3 –

Compreensão geral do texto

A) Descreva em poucas palavras o assunto do texto.

B) Complete o quadro abaixo com informações retiradas do texto.

Quando?

Quem?

O que fez/fizeram?

1940s

 

Publicou um artigo chamado “Theory and Organization of Complicated Automata”, o qual documentou a possibilidade de duplicação de programas de computador.

1960s

John Conway

 
 

Grandes empresas de pesquisa

Desenvolveram os primeiros verdadeiros programas que se autocopiavam, conhecidos como “organismos”.

1980s

Len Adleman

Orientador da tese de Fred Cohen, apontou a semelhança existente entre o software que se autocopia e o vírus biológico, o qual utiliza recursos da célula que ele ataca para reproduzir-se.

   

Criaram o termo computer virus.

1986

Basit & Amjad Farooq Alvi

 

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5 –

CONHECIMENTO PRÉVIO

Violent video games linked to child aggression

PRÉVIO Violent video games linked to child aggression About 90 percent of U.S. kids ages 8

About 90 percent of U.S. kids ages 8 to 16 play video games, and they spend about 13 hours a week doing so (more if you're a boy). Now a new study suggests virtual violence in these games may make kids more aggressive in real life.

Kids in both the U.S. and Japan who reported playing lots of violent video games had more aggressive behavior months later than their peers who did not, according to the study, which appears in the November issue of the journal Pediatrics.

The researchers specifically tried to get to the root of the chicken-or-egg problem -- do children become more aggressive after playing video games or are aggressive kids more attracted to violent videos?

It's a murky -- and controversial -- issue. Many studies have linked violence in TV shows and video games to violent behavior. But when states have tried to keep under-18 kids from playing games rated "M" for mature, the proposed restrictions have often been challenged successfully in court.

In the new study, Dr. Craig A. Anderson, Ph.D., of Iowa State University in Ames, and his colleagues looked at how children and teen's video game habits at one time point related to their behavior three to six months later.

The study included three groups of kids: 181 Japanese students ages 12 to 15; 1,050 Japanese students aged 13 to 18; and 364 U.S. kids ages 9 to 12.

The U.S. children listed their three favorite games and how often they played them. In the younger Japanese group, the researchers looked at how often the children played five different violent video game genres (fighting action, shooting, adventure, among others); in the older group they gauged the violence in the kids' favorite game genres and the time they spent playing them each week.

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Japanese children rated their own behavior in terms of physical aggression, such as hitting, kicking or getting into fights with other kids; the U.S. children rated themselves too, but the researchers took into account reports from their peers and teachers as well.

In every group, children who were exposed to more video game violence did become more aggressive over time than their peers who had less exposure. This was true even after the researchers took into account how aggressive the children were at the beginning of the study -- a strong predictor of future bad behavior.

The findings are "pretty good evidence" that violent video games do indeed cause aggressive behavior, says Dr. L. Rowell Huesmann, director of the Research Center for Group Dynamics at the University of Michigan's Institute for Social Research in Ann Arbor.

There are two ways violent media can spur people to violent actions, said Huesmann, who has been studying violence in media and behavior for more than 30 years.

First is imitation; children who watch violence in the media can internalize the message that the world is a hostile place, he explains, and that acting aggressively is an OK way to deal with it.

Also, he says, kids can become desensitized to violence. "When you're exposed to violence day in and day out, it loses its emotional impact on you," Huesmann said. "Once you're emotionally numb to violence, it's much easier to engage in violence.

But Dr. Cheryl K. Olson, co-director of the Center for Mental Health and the Media at Massachusetts General Hospital in Boston, isn't convinced.

"It's not the violence per se that's the problem, it's the context and goals of the violence," said Olson, citing past research on TV violence and behavior.

There are definitely games kids shouldn't be playing, she said, for example those where hunting down and killing people is the goal. But she argues that the label "violent video games" is too vague. Researchers need to do a better job at defining what is considered a violent video game and what constitutes aggressive behavior, she added.

I think there may well be problems with some kinds of violent games for some kinds of kids," Olson said. "We may find things we should be worried about, but right now we don't know enough."

Further, she adds, playing games rated "M" for mature has become "normative behavior" for adolescents, especially boys. "It's just a routine part of what they do," she says. Her advice to parents? Move the computer and gaming stuff out of kids' rooms and into public spaces in the home, like the living room, so they can keep an eye on what their child is up to.

Dr. David Walsh, president of the National Institute on Media and the Family, a Minneapolis-based non-profit, argues that the pervasiveness of violence in media has led to a "culture of disrespect" in which children get the message that it's acceptable to treat one another rudely and even aggressively.

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"It doesn't necessarily mean that because a kid plays a violent video game they're immediately going to go out and beat somebody up," Walsh says. "The real impact is in shaping norms, shaping attitude. As those gradually shift, the differences start to show up in behavior."

5.1 –

Familiarização com texto

A) Com base apenas no título do texto da página anterior, descreva em poucas palavras o provável assunto do texto.

B) Antes de iniciar a leitura, reflita sobre o que você já leu ou ouviu a respeito do assunto. Cite algumas das informações que você tem sobre ele.

C) Leia o texto e verifique se ele apresenta alguma das informações que você listou na questão anterior. Você concorda com o texto?

D) Volte ao texto e responda:

Qual foi a descoberta encontrada pela pesquisa relatada no texto? Qual a opinião do Dr. Huesmann sobre essa descoberta?

Qual é a opinião da doutora Olson sobre o termo “vídeo games violentos”? E qual o exemplo citado de tipo de jogo que crianças não deveriam jogar?

25

5.2

Familiarização com texto

Acionando conhecimento prévio

A compreensão de um texto depende em grande parte do conhecimento que o leitor já possui e que se encontra armazenado em sua memória – ou seja, de seu conhecimento prévio. Esse conhecimento resulta da aprendizagem acumulada com base nas experiências vivenciadas pelo indivíduo ao longo do tempo e pode ser acessado para auxiliar na assimilação de informações novas. O conhecimento prévio é um recurso fundamental no processo de compreensão, pois possibilita a formulação de hipóteses e inferências pertinentes ao significado do texto.

5.3 –

Consolidação

Cognatos

Volte ao texto e encontre o equivalente em inglês das seguintes palavras:

agressivo

horas

agressivamente

imitação

aparece

imediatamente

atraído

impacto

atitude

incluído

causa

instituto

centro

internalisa

citando

japonês

colegas

listado

considerado

maduro

constitui

mental

contexto

mensagem

controverso

necessariamente

convencido

normas

definindo

pediátricos

definitivamente

percentagem

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diferenças

físico

diferente

ponto

diretor

preditor

dinâmicas

problema

emocional

proposto

evidência

real

exemplo

reportado

exposto

restrições

exposição

social

favorito

especificamente

futuro

termos

gradualmente

universidade

grupos

vago

hábitos

vídeo

hospital

violência

hostil

virtual

27

6 –

SKIMMING

A) Latvian 'Robin Hood' hacker leaks bank details to TV

Latvia has been suffering in the global recession. An alleged hacker has been hailed as a latter-day Robin Hood for leaking data about the finances of banks and state-owned firms to Latvian TV. Using the alias "Neo" - a reference to The Matrix films - the hacker claims he wants to expose those cashing in on the recession in Latvia. He is slowly passing details of leading Latvian firms via Twitter to the TV station and has its audiences hooked. The Latvian government and police are investigating the security breach. Data leaked so far includes pay details of managers from a Latvian bank that received a bail-out. It reveals that many did not take the salary cuts they promised. Other data shows that state-owned companies secretly awarded bonuses while publicly asking the government for help.

Fonte: http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8533641.stm

B) Binary Numbers

Binary numbers are well suited for use by computers, since many electrical devices have two distinct states: on and off. They are the numbers computers themselves understand. Composed entirely of zeros and ones, they express all values in power of two. The advantage of the binary system is that you only need two symbols (0 and 1) to express any number, no matter how big it is. Since computers are basically just large groups of awitches, and since these switches can only be either on or off, binary system fits right in; you just define 0 as off and 1 as on and then binary numbers tell the computer which switches to throw.

Fonte: GALANTE, Terezinha Prado; LAZARO, Svetlana P. Inglês Básico para Informática. 3ª ed. São Paulo: Atlas. 1992. Pág.: 42.

C) Microsoft's foiling of botnet gets mixed response

Security experts are split over the effectiveness of Microsoft's efforts to shut down a network of PCs that could send 1.5 billion spam messages a day. The firm persuaded a US judge to issue a court order to cripple 277 internet domains used by the Waledac botnet. Botnets are usually armies of hijacked Windows PCs that send spam or malware. "We aim to be more proactive in going after botnets to help protect the internet," said Richard Boscovich, the head of Microsoft's digital crime unit. "We will do whatever it takes to look out for our customers and our brand. We hope it will spur similar actions," Mr Boscovich told the BBC. Many saw Waledac as a devastatingly active botnet. Microsoft cited one 18-day period in December when the botnet sent more than 650 million spam e- mails to Hotmail accounts for everything from online pharmacies to fake designer goods, jobs and more.

Fonte: http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8537771.stm

D) Facebook's news-feed patent could mean lawsuits

Facebook this week was awarded a patent pertaining to streaming "feed" technology -- more specifically, "dynamically providing a news feed about a user of a social network," complementing another patent filing that has been published but not yet approved. The implications for this, as AllFacebook.com pointed out earlier on Thursday, are far-flung:

Facebook may choose to pursue action against other social-media sites that potentially violate this patent. Twitter, as AllFacebook points out, is effectively one giant news feed, to the extent that it clearly has influenced some of the changes that Facebook made to its own feed technology. That reaction could be alarmist. And yet prominent figures elsewhere in the social-media world don't seem thrilled.

Fonte: http://www.cnn.com/2010/TECH/02/26/facebook.patent/index.html?hpt=Sbin

28

6.1

Familiarização com o texto

Leia os textos da página anterior, observando títulos, cognatos, bem como as primeiras e últimas linhas de cada parágrafo. Leve em conta também o seu conhecimento prévio dos assuntos tratados. Em seguida, tente resumir, com suas palavras, a idéia central de cada um deles.

A

B

C

D

6.2

Buscando a idéia geral do texto (skimming)

Esta estratégia de leitura consiste em observarmos o texto rapidamente apenas para detectar o assunto geral do mesmo, sem nos preocuparmos com os detalhes.Para tanto,

é necessário prestar atenção ao layout do texto, título, sub-título (se houver), cognatos,

primeiras e/ou últimas linhas de cada parágrafo, bem como à informação não-verbal (figuras, gráficos e tabelas). Skimming é muito utilizada em nosso dia a dia, quando foleamos um jornal ou revista para obter uma idéia geral das principais matérias / reportagens. No contexto acadêmico é bastante empregada na seleção de material bibliográfico para trabalhos de pesquisa.

6.3 –

Volte aos textos e releia-os, desta vez para ir além do nível de compreensão geral dos mesmos. Responda as seguintes perguntas sobre os textos.

Compreensão das idéias principais e compreensão detalhada

Texto A:

1. Qual era o codinome (apelido) utilizado pelo hacker para divulgar informações sigilosas?

2. O que motivou o hacker a divulgar tais informações?

3. O que significa a expressão ‘bail-out’ na frase: “…includes pay details of managers from a Latvian bank that received a bail-out.”

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4.

Quem foram as pessoas e/ou empresas desmascaradas pela ação do hacker?

a.

Robin Hood and Latvia

b.

Banks and State-owned companies

c.

Neo and The Matrix

d.

Twitter and Latvian TV station

Texto B

1. Por que os números binários são adequados para o uso em computadores?

2. Qual a vantagem de se utilizar números binários?

3. É possível representar um número muito grande usando a notação binária?

4. O que significa a expressão ‘fits right in’ na frase: “…since these switches can only be either on or off, binary system fits right in.

Texto C

1. O que é uma botnet?

2. A Microsoft é contra ou a favor das botnets? Por quê?

3. Quem, segundo a Microsoft, enviou 650 milhões de spams em um período de 18 dias?

a) Mr. Boscovich

b) BBC

c) Waledac

d) Hotmail

4. O que significa a expressão ‘split over’ na frase: “Security experts are split over the effectiveness of Microsoft's efforts to shut down a network…

30

Texto D

1. Explique como funciona a tecnologia feed ou news-feed utilizada no Facebook?

2. Segundo o site AllFacebook.com, o Facebook pode processar outros sites de redes socias, como o Twitter, por exemplo. Por quê?

3. Quem não aparenta preocupação com o fato do Facebook poder processar outros sites de redes sociais?

a. Twitter

b. AllFacebook.com

c. Prominent figures in the social-media world

d. A giant that has influenced some of the changes that Facebook made

4. O que significa a expressão ‘pointed out’ na frase: “The implications for this, as AllFacebook.com pointed out earlier …”

31

7 –

SCANNING

TEXTO .A. Installation
TEXTO
.A.
Installation

For some Windows ® Operating Systems, administrative access is required to install software on a PC hard drive – it cannot be run on a server.

CD-ROM Method:

Place the CD into the drive. Follow the on-screen menu to install MPLAB IDE. If no on- screen menu appears, use Explorer to find and execute CD menu by double-clicking on the

executable file MPxxx.exe (where xxx represents the version) in the root directory of the

CD.

Download Method:

From the Microchip web site (www.microchip.com), double-click on the downloaded executable file to begin installation.

NOTE: For Windows NT ® systems, Microsoft recommend reinstalling the service pack after ANY software or device driver is installed.

Minimum Configuration

Compatible Intel Pentium ® class system

Support Windows operating system (see list below)

32 MB memory (128 MB recommended)

85 MB of hard disk space

Internet Explorer 5.0 or greater for installation and on-line Help

Considerations for Installation

Operating systems:

Windows NT 4.0 SP6a Workstation (NOT Servers)

Windows 2000 SP2

Windows XP Home and Professional

Tools associated with MPLAB IDE may not support the same operating systems as MPLAB IDE. See individual tool README files for more information.

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TEXTO .B. The header file stdio.h
TEXTO
.B.
The header file stdio.h

stdio.h, which stands for "standard input/output header", is the header in the C standard library that contains macro definitions, constants, and declarations of functions and types used for various standard input and output operations. The functionality descends from a "portable I/O package" written by Mike Lesk at Bell Labs in the early 1970s. C++, for compatibility reasons, includes stdio.h as well as an essentially equivalent header, cstdio, which declares the stdio.h functions and types within the std namespace.

Functions declared in stdio.h are extremely popular, since as a part of the C standard library, they are guaranteed to work on any platform that supports C. Applications on a particular platform might, however, have reasons to use the platform's I/O routines, rather than the stdio.h routines.

Functions declared in stdio.h can generally be divided into two categories: the functions for file manipulation and the functions for input-output manipulation.

Name

Notes

 

File manipulation functions

fclose

closes a file associated with the FILE * value passed to it

fopen, freopen

opens a file for certain types of reading or writing

remove

removes a file (deletes it)

rename

renames a file

rewind

acts as if fseek(stream, 0L, SEEK_SET) was called for the stream passed, and then its error indicator cleared

tmpfile

creates and open a temporary file, which is deleted when closed with fclose()

 

Input-output manipulation functions

clearerr

clears end-of-file and error indicators for a given stream

feof

checks whether an end-of-file indicator has been set for a given stream

ferror

checks whether an error indicator has been set for a given stream

fflush

forces any pending buffered output to be written to the file associated with a given stream

fgetpos

stores the file position indicator of the stream associated by its first argument (a FILE *) to its second argument (a fpos_t *)

fgetc

returns one character from a file

fgets

gets a string from the file (ending at newline or end-of-file)

fputc

writes one character to a file

fputs

writes a string to a file

ftell

returns a file-position indicator which can then be passed to fseek

fseek

seeks through a file

fsetpos

sets the file position indicator of a stream associated by its first argument (a FILE *) as stored in its second argument (a fpos_t *)

fread

reads data from a file

fwrite

writes data to a file

getc

reads and returns a character from a given stream and advances the file position indicator; it is allowed to be a macro with the same effects as fgetc, except that it may evaluate the stream more than once

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getchar

has the same effects as getc(stdin)

gets

reads characters from stdin until a newline is encountered and stores them in its only argument

printf, vprintf

used to print to the standard output stream

fprintf, vfprintf

used to print to a file

sprintf, snprintf, vsprintf, vsnprintf

used to print to a char array (C string)

perror

writes an error message to stderr

putc

writes and returns a character to a stream and advances the file position indicator for it; equivalent to fputc, except that a macro version may evaluate the stream more than once

putchar, fputchar

has the same effects as putc(stdout)

scanf, vscanf

used to input from the standard input stream

fscanf, vfscanf

used to input from a file

sscanf, vsscanf

used to input from a char array (e.g., a C string)

setbuf, setvbuf

sets the buffering mode for a given stream

tmpnam

creates a temporary filename

ungetc

pushes a character back onto a stream

puts

outputs a character string to stdout

7.1 –

Familiarização com o texto

Observe rapidamente os textos anteriores e localize as seguintes informações:

TEXTO A:

A) O tipo de acesso necessário para instalar o programa no disco rígido em algumas versões do Windows ®

B) Espaço que deverá ser ocupado pelo programa

C) A quantidade de memória recomendada

D) A configuração mínima

E) O site através do qual deverá ser feito o download

F) Os sistemas operacionais suportados pelo MPLAB IDE

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TEXTO B:

A) O conteúdo do arquivo de cabeçalho stdio.h

B) As duas categorias nas quais se dividem as funções do stdio.h

C) A categoria a qual pertence a função fflush

D) O uso da função tmpfile

E) Função que escreve um caractere em um arquivo

F) O uso da função scanf

G) A categoria da função fscanf

H) Função que realiza uma busca em um arquivo

I) Funções que tem o mesmo resultado obtido quando se usa putc

J) O uso da função fread

K) Fecha um arquivo

L) Pode ser uma macro com o mesmo efeito de fgetc

M) Para que serve a função fgetpos

N) Renomeia um arquivo

35

7.2

Apresentação da estratégia

Buscando informação específica no texto (scanning)

Como vimos anteriormente, nossos objetivos determinam o modo pelo qual realizamos a leitura. Quando buscamos uma informação específica, concentramos a atenção apenas em identificá-la, ignorando outros detalhes do texto. Essa técnica de leitura, conhecida como scanning, consiste em correr rapidamente os olhos pelo texto até localizar a informação sobre o significado de palavras, a busca de um número na lista telefônica ou a utilização do índice de uma revista ou livro para encontrar um artigo ou capítulo de interesse. Essa técnica não exige leitura completa nem detalhada do texto.

7.3 –

Consolidação

Skimming, cognatos e gêneros textuais

Ubuntu Linux Vs. Windows Vista: The Battle For Your Desktop

Is Linux finally ready to take on Windows as a desktop OS? We tried out both Vista and Ubuntu on individual PCs to see which works better. Here's who won.

By Serdar Yegulalp InformationWeek Abril 27, 2007 12:00 AM

The prevailing wisdom about Linux on the desktop runs something like this: "I'll believe Linux is ready for the desktop as soon as you can give me a Linux distribution that even my grandmother can run."

For some time, the folks at Ubuntu have been trying their best to make Granny – and most everyone else – happy. They've attempted to build a Linux distribution that's easy to install, use, configure, and maintain – one that's at least as easy as Windows, and whenever possible, even easier. As a result, Ubuntu is one of the Linux distributions that has been most directly touted as an alternative to Windows.

In this feature, I'm going to compare the newly-released Ubuntu 7.04 (codenamed "Feisty Fawn") with Microsoft Windows Vista in a number of categories. To keep the playing field as level as possible, I'm looking wherever I can at applications – not just in the sense of "programs," but in the sense of what the average user is going to do with the OS in a workday. Sometimes the differences between the two OSes are profound, but sometimes the playing field levels itself – OpenOffice.org, for instance, is installed by default in Ubuntu, but adding it to Vista isn't terribly difficult.

I tried to stick whenever possible with preinstalled software, although this rule sometimes had to be bent a little – for instance, to see what backup solutions were available for Ubuntu through its own software catalog. Also, while I was tempted to compare Vista's Aero interface to the Beryl window manager (which has a similar palette of visual effects), I decided that pretty graphics, while nice, had more to do with personal preference than efficiency. In addition, Beryl isn't installed by default in Ubuntu, and Aero isn't available on all PCs.

In each case, I've tried to look at practical benefits rather than theoretical ones – what works, what doesn't, and what you have to do to get certain things done. I should also note that, despite being a big fan of Vista, I've tried to keep my enthusiasm for it from overriding my judgment. Everyone needs something different, and not everyone needs (or wants) Vista – or Ubuntu – so I've done my best to keep my mind, and my eyes, wide open.

FONTE: www.informationweek.com

36

1.

Utilizando a estratégia skimming, faça uma leitura rápida do trecho anterior para identificar o assunto tratado.

2. Releia o texto prestando atenção aos cognatos, ou seja, às palavras que você consegue reconhecer devido à semelhança ao português. Depois, selecione seis exemplos de palavras cognatas.

Como vimos anteriormente, os textos possuem características que são associadas a determinado gênero textual. Observando essas características (por exemplo: o formato e a organização), podemos reconhecer o gênero textual a que pertencem.

O texto acima apresenta a seguinte organização:

Título: apresentando a comparação entre dois elementos.

Subtítulo: completando a compreensão do tema.

Dados de autoria

O que foi realizado e os objetivos.

3. Dentre as opções abaixo, identifique o gênero do texto

Carta

Tutorial

Artigo Científico

Artigo em revista eletrônica

Manual de instruções do site do fabricante

Editorial de revista eletrônica

37

8 –

INFORMAÇÃO NÃO VERBAL

8 – INFORMAÇÃO NÃO VERBAL

38

39

39

8.1 – Familiarização com o texto 1. Nesta e nas duas páginas anteriores, observe a

8.1 –

Familiarização com o texto

1. Nesta e nas duas páginas anteriores, observe a capa do relatório realizado pela Nielsen e os tópicos em destaque. Em seguida, descreva em poucas palavras o provável assunto do relatório.

40

2. Com base em seu conhecimento prévio sobre o assunto e utilizando a estratégia de skimming faça uma leitura do texto e verifique se as suas previsões estavam corretas.

8.2 –

Apresentação e prática da estratégia

Como o próprio título sugere, informação não-verbal é toda a informação fornecida por meio de figuras, gráficos, tabelas, mapas etc. O leitor poderá se concentrar neles a fim de obter a informação que deseja ou necessita.

No entanto, sabe-se que, não raro, a informação não verbal é ignorada ou considerada supérflua pelo leitor. Contudo, se o autor a colocou à disposição, é porque ela deve ser observada. De fato, em muitos textos que combinam informação verbal e não-verbal, aqueilo que se busca pode estar apenas num gráfico ou tabela, por exemplo. Nesse caso, a leitura do texto passa a ser apenas a confirmação das informações obtidas por meio de tais recursos.

Observando a informação não-verbal apresentada no texto, localize os seguintes dados:

A) Numero de acessos únicos globais do Orkut.

B) Rede social mais popular no Japão.

C) Percentual de norte americanos online que acessam o Facebook.

D) Segunda rede social de maior alcance global.

E) Países onde o Facebook não é líder em popularidade, sendo desbancado por redes sociais domésticas.

41

8.3 –

Consolidação

Scanning

Localize as seguintes informações no texto:

A) Fundador do Facebook

B) Características da arquitetura do Facebook que contribuem para seu rápido crescimento.

C) Redes sociais que permaneceram com um alcance consistente.

D) Significado de “Beacon advertising”.

E) Primeira companhia a bloquear o acesso ao Facebook na Itália.

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9 –

INFERÊNCIA CONTEXTUAL

9 – INFERÊNCIA CONTEXTUAL Why “Free Software” is better than “Open Source” While free software by

Why “Free Software” is better than “Open Source”

While free software by any other name would give you the same freedom, it makes a big difference which name we use: different words convey different ideas.

In 1998, some of the people in the free software community began using the term “open source software” instead of “free software” to describe what they do. The term “open source” quickly became associated with a different approach, a different philosophy, different values, and even a different criterion for which licenses are acceptable. The Free Software movement and the Open Source movement are today separate movements with different views and goals, although we can and do work together on some practical projects.

The fundamental difference between the two movements is in their values, their ways of looking at the world. For the Open Source movement, the issue of whether software should be open source is a practical question, not an ethical one. As one person put it, “Open source is a development methodology; free software is a social movement.” For the Open Source movement, non-free software is a suboptimal solution. For the Free Software movement, non-free software is a social problem and free software is the solution.

Relationship between the Free Software movement and Open Source movement

The Free Software movement and the Open Source movement are like two political camps within the free software community.

Radical groups in the 1960s developed a reputation for factionalism: organizations split because of disagreements on details of strategy, and then treated each other as enemies. Or at least, such is the image people have of them, whether or not it was true.

The relationship between the Free Software movement and the Open Source movement is just the opposite of that picture. We disagree on the basic principles, but agree more or less on the practical recommendations. So we can and do work together on many specific projects. We don't think of the Open Source movement as an enemy. The enemy is proprietary software.

We are not against the Open Source movement, but we don't want to be lumped in with them. We acknowledge that they have contributed to our community, but we created this community, and we want people to know this.

We want people to associate our achievements with our values and our philosophy, not with theirs. We want to be heard, not obscured behind a group with different views. To prevent people from thinking we are part of them, we take pains to avoid using the word “open” to describe free software, or its contrary, “closed”, in

43

talking about non-free software.

So please mention the Free Software movement when you talk about the work we have done, and the software we have developed—such as the GNU/Linux operating system.

Comparing the two terms

This rest of this article compares the two terms “free software” and “open source”. It shows why the term “open source” does not solve any problems, and in fact creates some.

Ambiguity

The term “free software” has an ambiguity problem: an unintended meaning, “Software you can get for zero price,” fits the term just as well as the intended meaning, “software which gives the user certain freedoms.”

We address this problem by publishing a more precise definition of free software, but this is not a perfect solution; it cannot completely eliminate the problem. An unambiguously correct term would be better, if it didn't have other problems.

Unfortunately, all the alternatives in English have problems of their own. We've looked at many alternatives that people have suggested, but none is so clearly “right” that switching to it would be a good idea. Every proposed replacement for “free software” has a similar kind of semantic problem, or worse—and this includes “open source software.”

The official definition of “open source software,” as published by the Open Source Initiative, is very close to our definition of free software; however, it is a little looser in some respects, and they have accepted a few licenses that we consider unacceptably restrictive of the users. However, the obvious meaning for the expression “open source software” is “You can look at the source code.” This is a much weaker criterion than free software; it includes free software, but also some proprietary programs, including Xv, and Qt under its original license (before the QPL).

That obvious meaning for “open source” is not the meaning that its advocates intend. The result is that most people misunderstand what those advocates are advocating. Here is how writer Neal Stephenson defined “open source”:

Linux is “open source” software meaning, simply, that anyone can get copies of its source code files.

I don't think he deliberately sought to reject or dispute the “official” definition. I think he simply applied the conventions of the English language to come up with a meaning for the term. The state of Kansas published a similar definition:

Make use of open-source software (OSS). OSS is software for which the source code is freely and publicly available, though the specific licensing agreements vary as to what one is allowed to do with that code.

Of course, the open source people have tried to deal with this by publishing a precise definition for the term, just as we have done for “free software.”

But the explanation for “free software” is simple—a person who has grasped the idea of “free speech, not free beer” will not get it wrong again. There is no such succinct way to explain the official meaning of “open source” and show clearly why the natural definition is the wrong one.

Fear of Freedom

The main argument for the term “open source software” is that “free software” makes some people uneasy.

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That's true: talking about freedom, about ethical issues, about responsibilities as well as convenience, is asking people to think about things they might rather ignore. This can trigger discomfort, and some people may reject the idea for that. It does not follow that society would be better off if we stop talking about these things.

Years ago, free software developers noticed this discomfort reaction, and some started exploring an approach for avoiding it. They figured that by keeping quiet about ethics and freedom, and talking only about the immediate practical benefits of certain free software, they might be able to “sell” the software more effectively to certain users, especially business. The term “open source” is offered as a way of doing more of this—a way to be “more acceptable to business.” The views and values of the Open Source movement stem from this decision.

This approach has proved effective, in its own terms. Today many people are switching to free software for purely practical reasons. That is good, as far as it goes, but that isn't all we need to do! Attracting users to free software is not the whole job, just the first step.

Sooner or later these users will be invited to switch back to proprietary software for some practical advantage. Countless companies seek to offer such temptation, and why would users decline? Only if they have learned to value the freedom free software gives them, for its own sake. It is up to us to spread this idea—and in order to do that, we have to talk about freedom. A certain amount of the “keep quiet” approach to business can be useful for the community, but we must have plenty of freedom talk too.

At present, we have plenty of “keep quiet”, but not enough freedom talk. Most people involved with free software say little about freedom—usually because they seek to be “more acceptable to business.” Software distributors especially show this pattern. Some GNU/Linux operating system distributions add proprietary packages to the basic free system, and they invite users to consider this an advantage, rather than a step backwards from freedom.

We are failing to keep up with the influx of free software users, failing to teach people about freedom and our community as fast as they enter it. This is why non-free software (which Qt was when it first became popular), and partially non-free operating system distributions, find such fertile ground. To stop using the word “free” now would be a mistake; we need more, not less, talk about freedom.

If those using the term “open source” draw more users into our community, that is a contribution, but the rest of us will have to work even harder to bring the issue of freedom to those users' attention. We have to say, “It's free software and it gives you freedom!” – more and louder than ever before.

Misunderstandings(?) of “Open Source”

The Open Source Definition is clear enough, and it is quite clear that the typical non-free program does not qualify. So you would think that “Open Source company” would mean one whose products are free software (or close to it), right? Alas, many companies are trying to give it a different meaning.

At the “Open Source Developers Day” meeting in August 1998, several of the commercial developers invited said they intend to make only a part of their work free software (or “open source”). The focus of their business is on developing proprietary add-ons (software or manuals) to sell to the users of this free software. They ask us to regard this as legitimate, as part of our community, because some of the money is donated to free software development.

In effect, these companies seek to gain the favorable cachet of “open source” for their proprietary software products—even though those are not “open source software”—because they have some relationship to free software or because the same company also maintains some free software. (One company founder said quite explicitly that they would put, into the free package they support, as little of their work as the community would stand for.)

45

Over the years, many companies have contributed to free software development. Some of these companies primarily developed non-free software, but the two activities were separate; thus, we could ignore their non- free products, and work with them on free software projects. Then we could honestly thank them afterward for their free software contributions, without talking about the rest of what they did.

We cannot do the same with these new companies, because they won't let us. These companies actively invite the public to lump all their activities together; they want us to regard their non-free software as favorably as we would regard a real contribution, although it is not one. They present themselves as “open source companies,” hoping that we will get a warm fuzzy feeling about them, and that we will be fuzzy- minded in applying it.

This manipulative practice would be no less harmful if it were done using the term “free software.” But companies do not seem to use the term “free software” that way; perhaps its association with idealism makes it seem unsuitable. The term “open source” opened the door for this.

At a trade show in late 1998, dedicated to the operating system often referred to as “Linux”, the featured speaker was an executive from a prominent software company. He was probably invited on account of his company's decision to “support” that system. Unfortunately, their form of “support” consists of releasing non-free software that works with the system—in other words, using our community as a market but not contributing to it.

He said, “There is no way we will make our product open source, but perhaps we will make it ‘internal’ open source. If we allow our customer support staff to have access to the source code, they could fix bugs for the customers, and we could provide a better product and better service.” (This is not an exact quote, as I did not write his words down, but it gets the gist.)

People in the audience afterward told me, “He just doesn't get the point.” But is that so? Which point did he not get?

He did not miss the point of the Open Source movement. That movement does not say users should have freedom, only that allowing more people to look at the source code and help improve it makes for faster and better development. The executive grasped that point completely; unwilling to carry out that approach in full, users included, he was considering implementing it partially, within the company.

The point that he missed is the point that “open source” was designed not to raise: the point that users deserve freedom.

Spreading the idea of freedom is a big job—it needs your help. That's why we stick to the term “free software” in the GNU Project, so we can help do that job. If you feel that freedom and community are important for their own sake—not just for the convenience they bring—please join us in using the term “free software”.

Joe Barr wrote an article called Live and let license that gives his perspective on this issue.

Lakhani and Wolf's paper on the motivation of free software developers says that a considerable fraction are motivated by the view that software should be free. This was despite the fact that they surveyed the developers on SourceForge, a site that does not support the view that this is an ethical issue.

9.1 –

Familiarização com o texto

1.

Observando o título e a imagem faça previsões sobre o provável assunto do texto.

46

2.

Qual o significado de cada uma das três imagens que precedem o texto?

3. Observando o texto podemos ver certa organização hierárquica em sub-tópicos. Com base na mesma, escreva com suas palavras o assunto central de cada tópico e subtópico. Tal organização pode ser vista a seguir:

1. Why “Free Software” is better than “Open Source”

1.1 Relationship between the Free Software movement and Open Source movement

1.2 Comparing the two terms

1.2.1 Ambiguity

1.2.2 Fear of Freedom

1.3 Misunderstandings(?) of “Open Source”

4. Utilizando a mesma estrutura da questão anterior, sempre considerando o nível mais interno, enumere as palavras em negrito no tópico ou sub-tópico, deduzindo seu significado de acordo com o contexto.

47

9.2 –

Apresentação da Estratégia

Fazendo/tecendo inferência contextuais

A inferência é uma estratégia de grande valor na compreensão de textos; muitas adivinhações/suposições, que podem ser rejeitadas ou confirmadas, ocorrem até o leitor chegar à interpretação da mensagem. Ao encontrar uma palavra desconhecida, podemos tentar adivinhaar seu significado fazendo uso do contexto, isto é, observando a sentença em que a palavra aparece, ou as sentenças anteriores e posteriores. A habilidade de inferir é utilizada também para resgatar mensagens que não são indicadas explicitamente no texto. Esse processo é conhecido como ‘ler nas entrelinhas’.

Para ler nas entrelinhas é necessário ter em mente as idéias expressas pelo texto, ao invés de palavras isoladas. Consequentemente, os enunciados devem ser lidos por inteiro e não palavra por palavra.

Para inferir palavras ou idéias de um texto, podemos utilizar os seguintes recursos:

Conhecimento prévio (background knowledge) – o conhecimento que o leitor já possui sobre o assunto tratado.

Contexto semântico – o significado do texto como um todo (ou seja, descobrir o significado de palavras/idéias a partir do contexto em que estão inseridas, aproveitando as informações contidas em palavras/sentenças que vêm antes e depois e que contribuem para a construção do sentido global do texto).

Contexto linguístico – pistas que indicam se a palavra é um substantivo, um adjetivo, um verbo, etc.

Contexto não-linguístico (ou informação não-verbal) – pistas contidas em gravuras, gráficos, tabelas, etc.

Conhecimento sobre a organização textual – pistas contidas no título, subtítulo, divisão em parágrafos, etc.

48

10 –

PALAVRAS-CHAVE

10 – PALAVRAS-CHAVE Using Biological Inspiration to Build Artificial Life That Locomotes Robert J. Full Department

Using Biological Inspiration to Build Artificial Life That Locomotes

Robert J. Full

Department of Integrative Biology University of California at Berkeley Berkeley, CA, 94720, USA rjfull@socrates.berkeley.edu

Evolutionary robotics appears to have evolved. The commonly held tenets now point toward the attainment of self-organized, autonomous, situated, interactive machines. The field’s collective focus seems to have progressed from a branch of artificial intelligence involving machine learning that was virtual to an emphasis on situated and embodied robotics. Yet, within the field of evolutionary robotics at least three more distinct goals have been articulated.

Artificial Life. The artificial life community desires to create life-like creatures and life-as-it-could-be. Those attempting to create artificial life value full autonomy, self-sufficiency and self-containment. Many terms and concepts have been borrowed in part from the field of evolutionary biology in an effort to reveal possible patterns of life. Obviously, this effort impacts algorithm development in fields of learning, adaptive control and optimization. By bringing novel ideas and methodologies, perhaps integration with evolutionary biology will lead to novel hypotheses for understanding the evolution and behavior of real life.

Assisting biologists with physical models. For centuries, biologists have borrowed ideas from physics, mathematics and engineering. Truly remarkable discoveries have been made about how organisms work by developing testable hypotheses from knowledge in the physical sciences. Advances in the fields of physiology and biomechanics provide the most striking examples. In particular, the use of physical models to elucidate complex phenomenon still plays a major role despite our increasing capacity for accurate simulation. For example, the paradox of insect flight was resolved, not by solving three-dimensional Navier- Stokes equations, but by flapping scaled-model wings in a vat of syrup. Our own research on legged locomotion has benefitted directly from the construction of several robots by providing us new hypotheses of control, stability and adhesion. The use of physical models from evolutionary robotics directed toward the evolution and behavior of organisms promises to deliver novel hypotheses that may explain complex biological phenomenon. Attainment of this goal will continue to foster the exchange of ideas that will benefit several communities.

Attaining automated engineering. Artificial evolution can assist in automatically developing algorithms and machines that display complex, life-like capabilities that would be otherwise difficult to program. Evolutionary techniques have been successfully applied in diverse areas such as network management, insurance, elevator operation, and circuit design. A more ambitious goal strives for “full autonomy . not only at the level of power and behavior, but also at the levels of design and fabrication”. The justifications for using artificial evolution in engineering are varied. One extreme view claims that human engineers have failed and will continue to fail. “Robots are still laboriously designed and constructed by teams of human engineers, usually at considerable expense. Few robots are available because these costs must be absorbed through mass production, which is justified only for toys, weapons and industrial systems such as automatic teller machines.” The implication being that an artificial evolution approach would necessarily yield better results.

Engineers may not have created robots that operate as effectively as we have imagined or robots that are an economic success. However, the reliance on evolutionary processes mimicking nature will not necessarily do better. Biological evolution operates more on sufficiency rather than optimality. Engineers have distinct advantages over evolutionary processes. Secondly, an approach where biology inspires engineering holds greater promise. Biological inspiration involves the transfer of biological principles to engineers who are capable of capitalizing on them. Although nature is complex, general principles, rules and mathematical models can be extracted and novel designs characterized. Biological inspiration should include concepts

49

from evolution, adaptation and learning. Thirdly, one of the reasons we may be dissatisfied with present day robots is that until now nature could not be a very good teacher because human technology differed so from natural technology.

10.1 –

Familiarização com o texto

1. Observando o título e a imagem faça previsões sobre o provável assunto do texto.

2. Pense no que já sabe sobre o assunto e faça uma lista de pelo menos cinco palavras em português ou inglês, relacionadas a ele.

3. Utilizando o conhecimento prévio e apoiando-se de modo especial nos cognatos e nas palavras/expressões que você conhece, faça um skimming do texto. Em seguida, descreva em poucas palavras a idéia central.

4. As frases abaixo são um resumo das idéias apresentadas em cada parágrafo. Enumere-as na ordem em que aparecem no texto.

A comunidade de vida artificial deseja criar robôs que se assemelham a criaturas vivas e a vida como ela poderia ser. Por trazer novas idéias e conceitos, talvez sua integração com a evolução biológica possa gerar novas hipóteses sobre a evolução e comportamento da vida real.

A evolução biológica funciona na suficiência e não no ótimo, mas a inspiração biológica é uma grande promessa. Engenheiros munidos da inspiração biológica são capazes de capitalizá-las. Entretanto, ainda existe certa insatisfação com os robôs atuais, uma vez que a natureza não é uma boa professora, pois a tecnologia humana difere da natural.

50

A robótica parece ter progredido, com a mudança de foco no estudo da aprendizagem de máquina (ramo da inteligência artificial) que era virtual para uma ênfase em agentes (robôs) reais.

A física sempre teve um papel importantíssimo na compreensão de fenômenos biológicos. Assim, o uso de modelos físicos da robótica evolucionária, direcionados à evolução e comportamento de organismos, promete novas hipóteses que podem explicar fenômenos biológicos complexos.

A evolução artificial pode assistir o desenvolvimento automático de algoritmos e maquinas que realizam tarefas complexas difíceis de programar. Além disso, um outro objetivo seria alcançar a total autonomia, não só no comportamento ou energia, mas também no desenvolvimento e fabricação, uma vez que o custo de produção de robôs, ainda, é basta elevado.

5. Porque ainda hoje existem poucos robôs disponíveis?

6. Cite cinco palavras que, em sua opinião, foram essenciais para a compreensão do texto e indique quantas vezes elas aparecem.

10.2 –

Apresentação da Estratégia

Identificando palavras-chave

As palavras-chave são imprescindíveis para a copreensão do texto porque têm relação direta com o assunto tratado. Tais palavras são de fácil identificação, pois uma de suas características é a repetição ao longo do texto. Além disso, são em geral substantivos – classe de palavras que contém muito significado. O reconhecimento das palavras-chave nos auxilia a identificar o assunto e construir o significado do texto. Portanto, devemos sempre procurar identificá-las para facilitar/otimizar a compreensão durante o processo de leitura.

10.3 –

Consolidação de Estratégia

Leia o texto a seguir e responda as perguntas subsequentes.

51

Microsoft Windows is a series of software operating systems and graphical user interfaces produced by Microsoft. Microsoft first introduced an operating environment named Windows in November 1985 as an add-on to MS-DOS in response to the growing interest in graphical user interfaces (GUIs). Microsoft Windows came to dominate the world's personal computer market, overtaking Mac OS, which had been introduced previously. As of October 2009, Windows had approximately 91% of the market share of the client operating systems for usage on the Internet. The most recent client version of Windows is Windows 7; the most recent server version is Windows Server 2008 R2; the most recent mobile OS version is Windows Mobile 6.5.

the most recent mobile OS version is Windows Mobile 6.5. 1. Qual a relação da figura

1. Qual a relação da figura com o texto?

2. Utilizando a estratégia de inferência, deduza o significado das palavras destacadas em negrito no texto. Descreva quais foram as palavras e/ou técnica (senão inferência) empregada na dedução.

52

11 –

GRUPOS NOMINAIS

11 – GRUPOS NOMINAIS Wireless Sensor Network A wireless sensor network (WSN) consists of spatially distributed

Wireless Sensor Network

A wireless sensor network (WSN) consists of spatially distributed

autonomous sensors to cooperatively monitor physical or environmental conditions, such as temperature, sound, vibration, pressure, motion or pollutants. The development of wireless sensor networks was motivated by military applications such as battlefield surveillance and are now used in many industrial and civilian application areas, including industrial process monitoring and control, machine health monitoring, environment and habitat monitoring, healthcare applications, home automation, and traffic control.

In addition to one or more sensors, each node in a sensor network is

typically equipped with a radio transceiver or other wireless communications device, a small microcontroller, and an energy source, usually a battery. A sensor node might vary in size from that of a shoebox down to the size of a grain of dust, although functioning "motes" of genuine microscopic dimensions have yet to be created. The cost of sensor nodes is similarly variable, ranging from hundreds of dollars to a few pennies, depending on the size of the sensor

network and the complexity required of individual sensor nodes. Size and cost constraints on sensor nodes result in corresponding constraints on resources such as energy, memory, computational speed and bandwidth.

A sensor network normally constitutes a wireless ad-hoc network, meaning that each sensor supports a multi- hop routing algorithm where nodes function as forwarders, relaying data packets to a base station.

In computer science and telecommunications, wireless sensor networks are an active research area with numerous workshops and conferences arranged each year.

11.1 –

Familiarização com o texto

1. Observando o título e a imagem faça previsões sobre o provável assunto do texto.

2. Faça uma leitura rápida do texto e confirme ou descarte suas predições.

3. Leia novamente o texto e localize as seguintes informações.

A. Definição de redes de sensores sem fio

53

B. O tamanho que um sensor pode adquirir

C. O custo dos nós sensores

D. A constituição normal de uma rede de sensores

4. Que tipo de texto é esse?

(A) publicitário

(B) Informativo

(C) Científico

5. Qual o objetivo do auto ao escrevê-lo?

11.2 –

Apresentação e Prática de Aspectos Linguísticos

Grupos Nominais

(D) Literário

Os grupos nominais são formados de um núcleo (substantivo) e um ou mais modificadores (que podem ser adjetivos ou outros substantivos). Em português, os modificadores geralmente aparecem DEPOIS do núcleo (exemplo: computadores pessoais). Em inglês, porém, os modificadores quase sempre aparecem ANTES do núcleo (exemplo: personal computers). Por isso, é importante observar que, em inglês, o núcleo será quase sempre a última palavra do grupo nominal. Nos três grupos nominais a seguir, os núcleos são, respectivamente, complex, teacher e women: a. the biggest industrial Latin American complex; b. my new Mathematics teacher; c. three beautiful tall women.

Algumas vezes, entretanto, o grupo nominal poderá incluir uma preposição (in, on, at, of, for, etc.); nesses casos, o núcleo será a palavra que precede a proposição. Exemplos: the colour of his hair; the funny picture on the blackboard; the fear in her voice.

1- As siglas abaixo são grupos nominais. Com base na informação fornecida em inglês,

54

procure deduzir o significado de seus correspondentes em português:

IMF: International Monetary Fund

FMI:

EU: European Union

EU:

UNO: United Nations Organization

ONU:

2- Sublinhe o núcleo dos grupos nominais abaixo, retirados do texto “Wireless Sensor Network”, e traduza-os:

A. wireless sensor network

B. spatially distributed autonomous sensors

C. military applications

D. multi-hop routing algorithm

E. Size and cost constraints on sensor nodes

…………………………………………………………………………………………………

F. The cost of sensor nodes

G. an active research área

H. radio transceiver

I. wireless communications device

J. a small microcontroller

55

12 –

REFERÊNCIA PRONOMINAL

Nurse charged with aiding suicides over Web

Minn. man used Internet chat rooms to offer expertise, investigators say

By CHRIS WILLIAMS

to offer expertise, investigators say By CHRIS WILLIAMS updated 4/23/2010 2:06:39 PM ET 1 MINNEAPOLIS —

updated 4/23/2010 2:06:39 PM ET

1

MINNEAPOLIS — A former Minnesota nurse was charged Friday with aiding the suicides of a British man and

2

Canadian woman by allegedly encouraging them to kill themselves in Internet chat rooms.

3

William Melchert-Dinkel, 47, is charged under a rarely used state law that carries a maximum penalty of 15 years in

4

prison and a fine of $30,000.

5

Melchert-Dinkel is accused of encouraging the suicides of Mark Drybrough, 32, who hanged himself at his home in

6

Coventry, England, in 2005; and Nadia Kajouji, 18, of Brampton, Ontario, who drowned in 2008 in a river in Ottawa,

7

where she was studying at Carleton University.

8

Rice County Attorney Paul Beaumaster declined to comment on the case. When reached at his home in Faribault on

9

Friday, Melchert-Dinkel told an Associated Press reporter he had no comment and ordered her off of his property. His

10

first court appearance is scheduled for May 25.

11

'Thrill of the chase'

12

Investigators have said Melchert-Dinkel feigned compassion for those he chatted with, while offering step-by-step

13

instructions on how to take their lives. The criminal complaint filed in the case said he told investigators he encouraged

14

"dozens" of people to commit suicide and "characterized it as the thrill of the chase."

15

He also "indicated his interest in death and suicide could be considered an obsession," the complaint said.

16

The Minnesota Board of Nursing, which revoked his license last June, said he encouraged numerous people to commit

17

suicide and told at least one person his job as a nurse made him an expert on the most effective way to do it.

18

"Most important is the placement of the noose on the neck

Knot behind the left ear and rope across the carotid is very

19

important for instant unconsciousness and death," he allegedly wrote in one Web chat.

20

Legal experts have said prosecuting the case would be difficult on freedom-of-speech grounds because Melchert-Dinkel

21

didn't physically help kill them, just allegedly encouraged them and gave technical directions. The decades-old state law

22

does not specifically address situations involving the Internet or suicides that occur out of state.

23

Minnesota authorities began investigating in March 2008 when an anti-suicide activist in Britain alerted them that

24

someone in the state was using the Internet to manipulate people into killing themselves. A state task force on Internet

25

crimes searched his computer last May.

26

Melchert-Dinkel worked at various hospitals and nursing homes over the years and was cited several times for neglect

27

and being rough with patients, according to the nursing board.

28

After his license was revoked, Melchert-Dinkel said he didn't think he'd be charged.

29

"Nothing is going to come of it," Melchert-Dinkel told the AP in October. "I've moved on with my life, and that's it."

56

12.1 –

Familiarização com o texto

1. Observando o título e a imagem faça previsões sobre o provável assunto do texto.

2. Faça uma leitura rápida do texto e confirme ou descarte suas predições.

3. Relacione os tópicos abaixo com parágrafos do texto

A. Pena e fiança para o crime (

B. Resumo do texto (

)

)

C. O acusado não quis falar sobre o assunto (

D. O motivo do início das investigações (

E. Detalhes sobre sua acusação (

)

)

)

F. Indicação de seu interesse em morte e suicídio (

)

4. As respostas às perguntas abaixo são todas grupos nominais. Identifique-os no texto, circulando seus respectivos núcleos, e faça o exercício.

A. Quem foi preso na sexta-feira acusado de ajudar no suicídio de um homem britânico e de uma mulher canadense?

B. A quem Melchert-Dinkel disse que não tinha comentários e que era para sair de sua propriedade?

C. Quem revogou a licença de Melchert-Dinkel?

57

12.2 –

Apresentação e Prática de Aspectos Linguísticos

Referência pronominal

A referência pronominal é um dos recursos utilizados para dar coerência à língua; ele leva a uma

interligação lógica das orações que compõem um texto. Assim, em vez de repetir algo mencionado anteriormente, podem-se utilizar elementos de referência como os pronomes pessoais I, you, he, she, it, we, you, they (eu, você, ele, ela, nós, vocês, eles/elas); os pronomes demonstrativos this (isto/este/esta), that (aquilo/aquele/aquela), these (estes/estas), those (aqueles/aquelas); os pronomes relativos who, that, which (que); os pronomes interrogativos who, what, whitch (quem, o que, qual).

Os elementos de referência têm a função de levar o pensamento do leitor de volta para algo que

já foi mencionado, ligando as idéias e tornando o texto menos repetitivo.

Um texto poderá ser mal compreendido se o leitor não estiver ciente da ligação entre os elementos de referência e as palavras que eles substituem.

Pronomes

Pronomes são palavras que substituem substantivos. O “antecedente” de um pronome é a palavra que ele substitui. Exemplo: John has a car. He drives to work. Aqui, o antecedente de He é John. He, portanto, refere-se a John.

Entre as categorias de pronome, temos:

Pronomes pessoais (I,you,he, she,it , we, you, they), que geralmente se referem a algo ou alguém específico.

Exemplo: Lions are opportunists; they prefer to eat without having to do much work.

Pronomes demostrativos (this, that, these, those), que se referem a substantivos.

Exemplo:

A dog’s intelligente is much greater than that of a cat.

These cars are mine. Those are yours.

Powerful people frequently are tempted to drop old friends in favor of those who are more powerful. They prefer to socialize with those of equal or superior power.

Observação: this e that podem se referir a idéias completas.

Exemplo: She decided to sell the house. This really upset her neighbors.

Pronomes relativos, que ligam orações. Who e that referem-se a pessoas; which e that referem- se a animais e objetos inanimados; where refere-se a lugares.

Exemplos:

That’s the teacher who/that voted against the proposition.

58

The table which/that had a marble top cost too much.

This is the place where the accident happened.

Pronomes interrogativos (who, what, which), que são usados em perguntas.

Exemplos:

Who do you think you are?

What are you doing?

Which color do you prefer, red or yellow?

 

Pronomes Pessoais (Retos e Oblíquos) e Possessivos

Pronomes retos

Pronomes oblíquos

Adjetivos possessivos

Pronomes possessivos

I

me

my

mine

you

you

your

yours

he

him

his

his

she

her

her

hers

it

it

its

its

we

us

our

ours

you

you

your

yours

they

them

their

theirs

Pronomes pessoais retos têm a função de sujeito da oração, portanto aparecem antes do verbo.

Exemplos:

The boy has a dog. It follows him everywhere.

Julia is my friend. She gave me a birthday present.

John and I watched some videos. We love watching science fiction.

Observação: em orações como it’s raining ou it’s four o’clock, a palavra it não contém informação. Nesses casos, ela é usada porque, em inglês, toda oração deve ter um sujeito expresso.

Pronomes pessoais oblíquos têm a função de objeto direto ou indireto. Desse modo, ocorrem tipicamente após o verbo da oração.

59

Exemplos:

The boy has a dog. It follows him everywhere.

Julia is my friend. She gave me a birthday present.

Adjetivos possessivos e pronomes possessivos indicam posse. Os adjetivos possessivos sempre precedem o substantivo que modificam. Já os pronomes possessivos substituem o substantivo a que referem, evitando a repetição de palavras.

Exemplo:

This is my [adjetivo possessivo] umbrella. Yours [pronome possessivo] is in the car.

One (plural: ones) é outra palavra de referência, pois pode estar no lugar de um substantivo.

Exemplo:

Which is your boyfriend? The one in the blue shirt.

I’d like to try on those shoes. Which ones? The black ones.

Observação: outra função da palavra one é se referir a pessoas em geral, no sentido de “a gente”. You pode ser usado com a mesma finalidade.

Exemplos:

The moment one gets into the mountains, one has to rely on oneself for everything.

The moment you get into the mountains, you have to rely on yourself for everything.

5. Volte ao texto “Nurse charged with aiding suicides over web” e identifique os referentes dos pronomes abaixo:

them (linha 2)

witch (linha 16)

that (linha 3)

them (linha 21)

who (linha 5)

that (linha 22)

her (linha 9)

his (linha 25)

those (linha 12)

his (linha 28)

60

13 –

MARCADORES DISCURSIVOS

Noise Induced Hearing Loss Due To Regular, Sustained Usage of Headphones

Hearing Loss Due To Regular, Sustained Usage of Headphones Hearing damage from headphones is probably more

Hearing damage from headphones is probably more common than from loudspeakers, because many people exploit the acoustic isolation by listening at higher volumes. Damaging levels can easily be reached under headphones, and the prevalence of noise induced hearing loss (NIHL) from headphone use is highly correlated with length of exposure. Moreover, the risk of hearing damage from headphones is higher than with loudspeakers, even at comparable volumes, due to the close coupling of the transducers to the ears.

In loudspeaker reproduction, sounds must travel several feet before reaching the listener’s ears. By the time they arrive, a portion of the high frequencies have been absorbed by the air. Low frequencies are not absorbed as much, but they are more felt through bone conduction than actually heard. With headphones, the ears hear all frequencies without any attenuation, because the transducers are literally pressed against them. Thus, when listening to headphones at the same effective volume level as loudspeakers, headphones may still transmit louder high frequencies that are more likely to cause hearing damage. When a person is exposed to loud noise over a long period of time, symptoms of NIHL will increase gradually. Hearing phenomenon that seems to be more noticeable with headphones is a decreasing sensitivity to sound levels over time, as the ears adapt to loud sounds. The listener perceives a gradual drop in loudness even though the volume control setting hasn’t changed. Over time, the sounds a person hears may become distorted or muffled, and it may be difficult for the person to understand speech. The acoustic isolation of headphones tends to highlight this dulling effect. It is all too easy for headphone listeners to turn up the volume to the point where hearing is at risk. Interestingly, most people find it difficult to distinguish between 85dB and 100dB sound pressure levels, despite that the latter is more injurious to hearing.

Hence, hearing damage can be gradual, cumulative and without obvious warning signs. Someone with NIHL may not even be aware of the loss, but it can be detected with a hearing test. A hearing test and a medical examination are the only way to truly diagnose hearing damage. However, the following symptoms are serious enough to warrant an appointment with the ear doctor:

Ringing or buzzing in the ears.

Difficulty in understanding speech.

Slight muffling of sounds.

Difficulty understanding speech in noisy places or places with poor acoustics.

13.1 –

Familiarização com o texto

1. Utilize a estratégia skimming para identificar o tema central do texto

2. Utilize a estratégia scanning para encontrar as seguintes informações:

A. sintomas que são sérios o bastante para marcar uma consulta médica

61

B. níveis de pressão sonora que a maioria das pessoas encontram dificuldade em distinguir

C. o que acontece com a alta frequência transmitida por alto-falantes

D. o que acontece com uma pessoa exposta a índices elevados de ruído (barulho)

13.2 –

Apresentação e Prática de Aspectos Linguísticos

Marcadores discursivos

Marcadores discursivos, frequentemente representados por conjunções, são termos utilizados para ligar orações e idéias, indicando como els se relacionam. Através dessas palavras de ligação, os autores mostram com maior clareza a organização de suas idéias. Elas constituem, portanto, importante recurso de coesão textual.

Os marcadores discursivos expressam idéias de adição, contraste, causa/conseqüência, tempo, sequência cronológica etc. No quadro a seguir, observe alguns exemplos de marcadores de discurso.

       

Causa e

 

Adição

Contraste

Consequência

Tempo

and (e)

 

but (mas)

so (assim)

*First *To start with (Primeiramente,)

*Furthemore, *In addittion, *Moreover, /Besides, (Além disso,)

in addition to… as well as… (além de)

*However,/Yet,

 

*Therefore,/Thus, Because of this,/ For this reason (Portanto,)

Nevertheless,

 

(Entretanto)

*Second,/Third… (Em segundo/terceiro lugar)

*Although,/ though (embora)

*Consequently, *As a result, (Consequentemente,)

since (visto que)

*Despite the fact that (Apesar do fato de

)

*Then,/Next,/After that, (A seguir)

also/too/as well

   

*Finally,

(também)

 

in spite of (apesar de

)

because (porque, por causa de)

(Finalmente)

both

and

 

formely

(tanto

quanto

)

rather than…

 

so that (a fim de que)

(anteriormente)

 

instead of…

62

not only

but also

(ao invés de; em vez de)

*On the other hand, (Por outro lado,)

while/whereas (enquanto que; ao passo que)

*Still, (Ainda assim,)

nowadays/currently

(atualmente)

afterwards

(posteriormente)

before (antes)

after (depois)

until (até)

while (enquanto)

when (quando)

(não apenas

mas também)

Exemplificação

Conclusão

for example/for instance/e.g./i.e. (por exemplo) such as (tal/tais como) like(como)

*In short,/In conclusion,/In summary, *Finally,/To sum up, (Finalmente/em resumo)

Ênfase

Comparação

*As a matter of fact,/In fact,/Actually,/Indeed, (De fato,/Realmente)

*In the same way,/Likewise,/*Similarly, Correspondingly, (Da mesma forma,)

* Esses marcadores são geralmente encontrados no início de orações.

Volte ao texto e relacione os marcadores discursivos encontrados (coluna A) com as idéisas expressas por eles (coluna B)

Coluna A

 

Coluna B

[

] because (linha 2)

(A)

Exemplificação

[

] and (linha 3)

(B)

Contraste

[

] moreover (linha 5)

(C)

Causa e Consequência

[

] before (linha 8)

(D)

Adição

[

] but (linha 10)

(E)

Tempo

[

] Thus (linha 11)

(F)

Conclusão

[

] When (linha 13)

(G)Ênfase

[

] even though (linha 15)

(H)

Conclusão

[

] Hence (linha 20)

63

13.3 –

Consolidação

Referência pronomial e grupo nominal

1. A que se referem os pronomes em negrito nestas orações do texto “Noise Induced Hearing Loss Due To Regular, Sustained Usage of Headphones”?

A. With headphones, the ears hear all frequencies without any attenuation, because the transducers are literally pressed against them

then

B. Over time, the sounds a person hears may become distorted or muffled, and it may be difficult for the person to understand speech. The acoustic isolation of headphones tends to highlight this dulling effect. It is all too easy for headphone listeners to turn up the volume to the point where hearing is at risk.

it

this

it

where

2. Combine as palavras das duas colunas para formar alguns dos grupos nominais incluídos no texto. Em seguida, traduza-os.

Coluna 1

Coluna 2

noise induced

damage

hearing

isolation

acoustic

frequecies

low

hearing loss

phenomenon

64

Inglês para Informática Fabiane de Matos Araújo Manaus - AM 2010
Inglês para Informática Fabiane de Matos Araújo Manaus - AM 2010

Inglês para Informática

Fabiane de Matos Araújo

Inglês para Informática Fabiane de Matos Araújo Manaus - AM 2010

Manaus - AM

2010

Aula 1 – What are computers?

Objetivos

Conhecer a estrutura gramatical inglesa.

Compreender as diferenças idiomáticas entre português e inglês.

Empregar corretamente os adjetivos nas frases em inglês.

1.1 Idiomatic differences between English and Portuguese

É indispensável para o bom desenvolvimento e familiaridade com outro idioma adquirir certa intimidade com a sua fala, com a sua pronúncia, para em seguida dominar mais facilmente a sua escrita. A inversão dessa sequência pode causar vícios de pronúncia resultantes da incorreta interpretação fonética das letras, principalmente no caso do aprendizado do inglês, em que a correlação entre pronúncia e ortografia é extremamente irregular. A pronúncia das palavras em inglês é bastante diferente da do português.

Ao que compete à tradução textual, evitaremos o uso exagerado do dicionário. Se possível, daremos preferência aos dicionários “inglês-inglês”, facultando ao estudante maior desempenho e concentração. Enfatizamos que a atenção deve concentrar-se na ideia central de um texto, evitando-se a prática da tradução simultânea de cada palavra. A maior dificuldade nem sempre é entender o significado das palavras, mas sua função gramatical e consequentemente a estrutura da frase. O grau de dificuldade dos textos vai avançar gradativamente, e o estudante procurará fazer da leitura um hábito frequente e permanente.

Na linguagem coloquial, nas expressões do linguajar de todos os dias, ocorrem formas peculiares e contrastes acentuados entre os dois idiomas. A dificuldade surge sempre que nos defrontamos com uma expressão idiomática, tanto no inglês quanto no português. São formas que não têm qualquer semelhança com as formas usadas na outra língua para expressar a mesma ideia, ou seja, existe correspondência no plano da ideia, mas não no

Aula 1 – What are computers?

15

e-Tec Brasil

e-Tec Brasil

da forma.

É

importante lembrar que os idiomas não são rígidos como as ciências exatas

e

que normalmente existem várias maneiras de se expressar uma ideia. As

formas do inglês, aqui empregadas, não são as únicas possíveis, são apenas

as mais comuns e provavelmente as mais usadas por falantes nativos.

1.1.1 To be significando “ter”

O verbo ter do português é largamente usado, aparecendo muito em

expressões do nosso cotidiano e assumindo frequentemente um papel idiomático. O verbo to have, seria seu correspondente em inglês, tem um uso mais restrito, não aparecendo muito em formas idiomáticas. O verbo to be,

que originariamente significa ser e estar em português, por outro lado, cobre em inglês uma grande área de significado, aparecendo em muitas expressões

do dia a dia, de forma semelhante ao verbo ter do português. Portanto, muitas

vezes ter corresponde a to be, conforme os seguintes exemplos:

Quantos anos você tem? – How old are you? Você tem certeza? – Are you sure? Você tem razão. – You are right.

Não tenho medo de cachorro. – I’m not afraid of dogs.

O que é que tem de errado? – What’s wrong?

Não tive culpa disso. – It wasn’t my fault. Tivemos sorte. – We were lucky. Tenha cuidado. – Be careful. Isto não tem graça. – That’s not funny. Você deve ser paciente. – You must be patient.

1.1.2 “Estar de

e “estar com

A combinação do verbo estar com as preposições de e com é muito

comum em português, sendo que os significados que essas combinações representam podem assumir diferentes formas em inglês, conforme os seguintes exemplos:

Estou com frio /

Estou com pressa – I’m in a hurry. Estou com dor de cabeça – I have a headache. Está com defeito – It’s out of order. Ela está com 15 anos – She is 15 years old. Estou de férias – I’m on vacation.

fome /

medo – I’m cold /

hungry /

afraid.

Estou de folga – It’s my day off. Estou de serviço – I’m on duty. Estou de castigo – I’m grounded. Estou de saída – I’m leaving. Estou só de passagem – I was just passing by. Estamos de acordo – We agree.

Certas expressões idiomáticas frequentemente citadas não são na verdade muito importantes, porque as ideias que elas representam podem ser facilmente colocadas de outra forma. Outras, entretanto, desempenham um papel de fundamental importância pelo fato de dificilmente poderem ser substituídas, bem como pela frequência com que ocorrem no inglês dos falantes nativos.

Apesar da origem comum, no que se refere à cultura grega, romana e à religião cristã, que diminuem as diferenças culturais e promovem certas semelhanças linguísticas entre o inglês e o português, as diferenças entre esses dois idiomas ocorrem quanto ao vocabulário, quando na forma escrita, na estruturação de frases e especialmente na pronúncia apresentam profundos contrastes.

1.2 Pronouns

A seguir vamos estudar os pronomes pessoais. O estudo dos pronomes é

algo simples e comum. Em inglês existe apenas uma especificidade, que pode causar um pouco de estranheza, que é o pronome “it”, o qual não utilizamos na língua portuguesa; mas, com a prática, você vai conseguir entender e aprender bem rápido.

I (eu)

I am a singer.

YOU (você, tu, vocês)

You are a student.

HE (ele)

He is a teacher.

SHE (ela)

She is a nurse.

IT (ele, ela)

It is a dog/ It is a table.

WE (nós)

We are friends.

THEY (eles)

They are good dancers.

O pronome pessoal (subject pronoun) é usado apenas no lugar do sujeito

(subject), como mostra o exemplo abaixo:

Mary is intelligent = She is intelligent.

como mostra o exemplo abaixo: Mary is intelligent = She is intelligent. Aula 1 – What
Sobre este assunto, acesse Gramática Inglesa – Verbo To Be - http://www.youtube.com/ watch?v=B9iYffcijyU e depois

Sobre este assunto, acesse Gramática Inglesa – Verbo To Be - http://www.youtube.com/ watch?v=B9iYffcijyU e depois de conhecer mais sobre o que indicamos, escreva algumas frases em língua inglesa. Ilustre as frases e monte uma apresentação em PowerPoint depositando sua apresentação no fórum do AVEA

Subject

Subject

How to use “it”

a) To refer an object, thing, animal, natural phenomenon.

e.g: The dress is ugly. It is ugly.

The pen is red.

The dog is strong. It is strong.

It is red.

Attention

a) If you talk about a pet use HE or SHE

Dick is the name of my little dog. He’s very intelligent!

b) If you talk about a baby/children that you don’t know if is a girl or a boy.

The baby is in tears. It is in tears. The child is happy. It is happy.

Lembre-se que é importante identificar em primeiro lugar os elementos essenciais da oração, ou seja, sujeito, verbo e complemento.in tears. It is in tears. The child is happy. It is happy. 1.3 Verb to

1.3 Verb to be – simple present

Assim como os pronomes, o verbo to be está presente na maioria das frases no momento da comunicação. Na sua flexão o verbo possui apenas três formas que são: “am” – usado somente para o pronome I; are para “you”, “we” e “they” e is que se usa com os pronomes “he” , “she” e it.

Affirmative form

Contracted form

Negative form

Interrogative form

I am

I’m

I am not

Am I?

You are

You’re

You are not

Are you?

He is

He’s

He is not

Is he ?

She is

She’s

She is not

Is she?

It is

It’s

It is not

Is it?

We are

We’re

We are not

Are we?

They are

They’re

They are not

Are they?

You are

You’re

You are not

Are you?

Examples:

Microsoft Outlook is a personal information manager from Microsoft. Computer science is the science of how to treat information. Algorithms are ways to solve problems or do things. Andrew is working at computer science laboratory.

I am tired to seek the motherboard’s problem. You are correct about it.

Learning activities

 
Learning activities  

1.

Place the following sentences into the negative and interrogative form:

a)

The computer is working.

 

b)

My keyboard is broken.

 

c)

Jonathan is tired.

d)

Marta and Gloria are operating windows system.

 

2.

Use the correct form of the verb to be.

a)

Computers

machines that perform tasks or calculations.

b)

It

the “brain” of your computer.

c)

The web

also

a shopper’s delight.

d)

A website

a collection of interconnected webpage.

e)

These computers

built

to perform a limited number of tasks.

Para fazer uma pergunta deve ser observada a posição do verbo. Com o verbo TO BE basta inverter a posição. O verbo passa para o início da frase e o pronome vem logo a seguir. Para negar apenas se usa a negação not após o verbo

passa para o início da frase e o pronome vem logo a seguir. Para negar apenas

1.4 What are computers?

Computers are machines that perform tasks or calculations according to a set of instructions, or programs. The first fully electronic computers, introduced in the 1940s, were huge machines that required teams of people to operate. Compared to those early machines, today’s computers are amazing. Not only they are thousands of times faster, they can fit on your desk, in your lap, or even in your pocket.

Computers work through an interaction of hardware and software. Hardware refers to the parts of a computer that you can see and touch, including the case and everything inside it. The most important piece of hardware is a tiny rectangular chip inside your computer called the central processing unit

(CPU), or microprocessor. It’s the “brain” of your computer—the part that translates instructions and performs calculations. Hardware items such as your monitor, keyboard, mouse, printer, and other components are often called hardware devices, or devices.

Software refers to the instructions, or programs, that tell the hardware what to do. A word processing program that you can use to write letters on your computer is a type of software. The operating system (OS) is a software that manages your computer and the devices connected to it. Two well-known operating systems are Windows and Macintosh operating system. Probably your computer uses the Windows operating system.

Learning activities

Você pode se apropriar de algo quando conhece e entende. Para isso é fundamental que você exercite a interpretação e treine a tradução dos textos. Então vamos tentar? Leia o texto acima e responda às questões que seguem, depositando sua resposta no fórum do AVEA.uses the Windows operating system. Learning activities a) O que são computadores? b) Como os computadores

a) O que são computadores?

b) Como os computadores trabalham?

c) Qual a peça mais importante?

d) Quais são os itens que compõem o computador?

1.5 Adjectives

O adjetivo em inglês é invariável e precede o substantivo. Observe:são os itens que compõem o computador? 1.5 Adjectives Para conhecer mais sobre este assunto, acesse:

Para conhecer mais sobre este assunto, acesse: vestibulando digital inglês – adjetivos – parte I http://www.youtube.com/

watch?v=BKE40liiUBQ

Nice girls / good students / lazy boys You are nice girls. They are good students. You are lazy boys.

full

short

bad

optimistic

beautiful

new

cold

slow

thick

young

early

clean

strong

tall

small

bitter

long

good

happy

difficult

old

hot/warm

expensive

wrong

old (age)

late

fast

left

empty

big

dirty

pessimistic

ugly

unhappy

sweet

thin

cheap

easy

weak

short

right

Some rules:

a) Adjectives don’t have plural sweet dream – sweet dreams.

b) Adjectives don’t change according to the gender strong man – strong woman.

c) Adjectives usually come before the noun I have sweet dreams – He’s a strong man.

É fundamental que você se familiarize com a estrutura da língua que está

aprendendo, ou seja, é preciso saber qual é o sujeito, o verbo, o artigo,

o advérbio, entre outros. Esse conhecimento certamente será útil em uma

tradução ou elaboração de frases, assim como na compreensão de um texto.

de frases, assim como na compreensão de um texto. Lembre-se que o adjetivo (uma qualidade) em

Lembre-se que o adjetivo (uma qualidade) em inglês se diferencia do português. É invariável (não tem plural) e vem depois do nome.

É invariável (não tem plural) e vem depois do nome. 1.6 Parts of speech It is

1.6 Parts of speech

It is important you to know the grammatical basic structure of a sentence, for that we gathered the grammatical components below that usually appears

in a sentence.

“Parts of speech” are the basic types of words that English has. Most grammar books say that there are eight parts of speech: nouns, verbs, adjectives, adverbs, pronouns, conjunctions, prepositions and interjections. We will add one more type: articles.

It is important to be able to recognize and identify the different types of

words in English, so that you can understand grammar explanations and use the right word form in the right place. Here is a brief explanation of what the parts of speech are:

1

NOUN

A noun is a naming word. It names a person, place, idea, thing, quality, living creature or action.

Ex.: doctor, drugstore, table.

 

2

VERB

A verb is a word which describes an action or a state.

Ex.: need, fix, work, travel, read, install.