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​ALUNO IRRESISTÍVEL - PARTE 2 (FACULDADE)

Esse ebook é de autoria de Vicente “V” Fawkes, mais


conhecido como Nerd Sedutor, e foi escrito com a intenção de
ensinar através de seu conhecimento como deve ser o
comportamento ideal de um aluno da escola que busca
melhorar seus resultados sociais, seja fazendo mais amigos ou
conquistando mulheres.

Todas as histórias aqui são reais e fazem parte de uma


jornada de aprendizado que pode e deve servir de lição para
aqueles que buscam conhecimento nas áreas sociais
principalmente em ambientes de estudo.

Essa obra é protegida pela lei de direitos autorais, não deve


ser vendida ilegalmente, compartilhada ou comercializada de
nenhuma outra forma. Ela é uma recompensa ​exclusiva para
aqueles que cumpriram o desafio financeiro imposto pelo
próprio Nerd Sedutor no canal do youtube.

Se você recebeu uma cópia desse ebook significa que cumpriu


o desafio, então parabéns! Saiba que essa não é a única
recompensa que você irá receber. Iremos entrar em contato
com você pelo seu Email cadastrado ou através do whatsapp
para te convidar a conhecer o projeto ALUNO ALFA.

Caso não receba nada, entre em contato conosco através do


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O NAMORO E O INÍCIO DA FACULDADE

Conforme descrevi no final da parte 1, no final do 2º ano do


ensino médio, na escola de estilo tradicional, comecei um
relacionamento com uma das patricinhas chamada Ana Paula.

Foi incrível em vários aspectos, primeiro pela questão da


conquista e de finalmente dominar o ambiente da sala e ficar
com uma garota tão linda e popular como ela, e não era
apenas isso. Ela era realmente alguém muito bacana, que se
importava comigo e fazia eu me sentir bem. Como nós dois
começamos a ficar mais sério, comecei a introduzir meus
amigos não tão populares no grupo das patricinhas e depois de
um tempo, mais dois ou três amigos meus começaram a ficar
com duas amigas da Ana Paula. Além de realizar um grande
golaço, sobrou rebote pros meus colegas e isso foi muito
divertido, porque fizemos incontáveis encontros, viagens,
jantares e reuniões de casais.

Foi nesses eventos de casal que eu aprendi um pouco de


como cozinhar, porque eu era sempre o cara que queria
realizar uma surpresa para as namoradas (até hoje sou meio
assim). Acho que a característica que mais importa para
desempenhar bem esse papel não é o conhecimento culinário
e sim a atitude e iniciativa de fazer. Não precisa ser nada
grandioso, as vezes o simples fato de jogar molho de tomate
pronto, presunto, queijo e orégano em cima de uma massa de
pizza já é o suficiente para deixar as garotas encantadas.
Lembro muito bem que estávamos ficando a aproximadamente
3 meses quando eu resolvi fazer o pedido de namoro. Foi
numa festa de 15 anos de algum conhecido nosso, levei-a para
o segundo andar do baile, sentei numa poltrona muito
confortável e coloquei-a em meu colo, e comecei a falar a
importância dela em minha vida, suas qualidades e os planos
que eu tinha com ela para o futuro. Foi a primeira vez que eu
chamei uma garota de “namorada​” e isso foi bastante estranho
e empolgante para mim.
Eu era apenas um ano mais velho que ela, eu com 17 e ela
com 16 acreditávamos que éramos feitos um para o outro, pura
inocência de jovens apaixonados.

Um pouco dessa inocência de dava pelo fato de que ambos


éramos virgens, estávamos descobrindo a vida juntos e
perdidamente apaixonados. Vivemos um relacionamento muito
bacana durante 4 anos, que aos poucos foi desgastando ao
longo dos anos por imaturidade, traições e outras coisas que
não me orgulho mas também não me arrependo. A verdade é
que não haveria possibilidade de ficarmos juntos até hoje uma
vez que iniciamos nossa relação ainda muito novos.

Quando terminamos o namoro, logo eu entrei pra uma


faculdade particular, chamada UNISUL, para cursar jornalismo,
pois eu tinha muita dúvida quanto ao meu futuro, e como meu
pai trabalhava em uma das maiores emissoras de TV de
Florianópolis eu achava que ali pelo menos eu teria mais
chances no mercado de trabalho (péssima escolha).

A grande verdade é que eu não estava nem aí pras aulas.


Estava louco pra curtir a vida, e a faculdade cheia de mulheres
era um excelente ponto de partida. Acontece que eu odiei o
curso, de tal forma que eu não aguentava sequer ir às aulas.
Eu simplesmente não suportava os professores, as matérias e
não consegui criar um forte vínculo de amizade com os
colegas. Cheguei a ir em algumas festas, participei até de um
campeonato de futsal, mas não tinha jeito de eu continuar
cursando aquilo, e logo na segunda fase acabei abandonando
o curso.

Por isso eu reforço a importância de pensar bem nessa fase da


sua vida. Se você não escolher bem o que você deseja estudar
e por algum motivo você não conseguir se adaptar ao curso,
ao campus, aos colegas ou até mesmo aos professores, talvez
você não consiga manter aquela rotina desgastante de estudo
de uma forma saudável e vai acabar se desmotivando.

Quando isso aconteceu, meu pai ficou muito bravo com minha
decisão de abandonar o curso e o clima em minha casa não
estava nada bom. Decidi ficar alguns meses apenas
trabalhando e me divertindo, e para isso achei a oportunidade
ideal.
UMA TEMPORADA NA PRAIA

Um grande amigo e vizinho meu chamado Neto iria abrir uma


lanchonete natural uma praia chamada Guarda do Embaú e
como nós dois tínhamos praticamente a mesma idade eles
acabaram me convidando para trabalhar com eles na praia
durante a temporada. Eles alugaram uma casa, e eu fui morar
com eles durante esse período. Era perfeito pra mim. Ia
trabalhar numa lanchonete, preparando calzones, sucos e
açaís, atendendo belas meninas de bikini, e enquanto não
estava trabalhando estava surfando e curtindo a vibe de uma
das melhores praias da região.

Nessa temporada eu e o Neto, disputamos quem pegava mais


mulheres e o safado conseguiu vencer de mim (por incrível que
pareça) A estratégia que usamos era simples. A gente
acordava cedo lá pelas 6 da manhã, e ia surfar até
aproximadamente 9:30. Depois disso a gente ia tomar um café
da manhã reforçado (juntos) e um banho (separados) e
abríamos a lanchonete lá pelas 10 horas da manhã. Durante o
nosso trabalho, nosso objetivo era conhecer o máximo de
mulheres que fossem passando pela lanchonete, sempre
puxando um papo do tipo ​“E ae, tá gostando da praia? Você tá
em algum hotel ou está de passagem?”.

Ao fazer isso, a gente filtrava as garotas turistas, quem tava


pela região só de passagem e quem morava pela região e se a
conversa fosse produtiva e bem recebida por elas, sempre
rolava um convite pra baladinha que tinha nos barzinhos a
beira da praia.
Nunca me esquecerei de um dia, que estava em um desses
barzinhos na beira da praia, à noite, e conheci uma garota
chamada Carolina. Ela estava me olhando, e decidi dar em
cima dela de uma jeito diferente, sem conversar muito e
fazendo o tipo misterioso uma vez que ela me encarava de
uma forma bastante intensa.

Como estava tranquilo e confiante por causa dos olhares que


ela disparava em mim, me aproximei dela dançando e fui
recebido com sorriso, aumentando ainda mais minha moral.
Estava tocando um funk e eu decidi passar meu braço pela
cintura dela, para dançarmos juntos. DETALHE. Eu ainda não
tinha falado 1 palavra sequer com ela. No meio da dança,
comecei aproximar meu rosto do rosto dela, seguindo o ritmo
da dança, aproximei meu rosto do pescoço dela para testar o
nível de confiança dela em mim. Caso você não saiba, o
pescoço é uma parte vital para o ser humano, e quando a
garota permite que você se aproxime dele significa que ela
está confortável com sua presença. Como ela não mostrou
nenhuma resistência em minha aproximação no pescoço, com
as pontas do meu dedo em seu queixo, puxei carinhosamente
o rosto dela para ficar de frente ao meu, e com um sorriso
safado e meu olhar sedutor, deixei-a envergonhada
imediatamente.

A partir do momento que você consegue exercer essa


presença sobre uma garota, ela sorri envergonhada e olha
para o lado, pode ter certeza que ela está dominada, e vai
aceitar qualquer movimento que você fizer, mas eu não tinha
pressa, e queria “torturá-la” mais um pouco. Pois eu tinha
outros objetivos.
Quando eu decidi puxá-la para o beijo, fiz isso de forma lenta,
ela parecia estar com muita vontade. O que eu fiz? Puxei em
direção a minha boca, mas no último segundo virei o rosto,
deixando ela sentir o perfume em meu pescoço. Nesse
momento ela perguntou meu nome e imediatamente eu fiz
sinal para que ela ficasse quieta, colocando o dedinho na
boquinha dela, com carinho e sorrindo. Não queria conversar,
eu estava preocupado em provocá-la, e isso estava surtindo
um efeito muito forte uma vez que ela estava ficando ofegante
e soltando gemidinhos toda vez que eu acariciava a parte de
trás da cabeça dela com a ponta dos meus dedos, entre os
cabelos dela. Fiquei nesse jogo de sedução mais algumas
músicas, quando ela ameaçava se afastar de mim eu puxava
ela novamente.

Detalhe muito importante é que graças a minha experiência eu


sabia exatamente como agir, e de nenhuma forma estava
assediando ela, uma vez que ela também estava se divertindo.
Se em algum momento ela se mostrasse desconfortável com a
situação eu a deixaria ir, mas isso não aconteceu.

Quando a música acabou eu percebi que era hora de passar


pro próximo nível, porque eu não teria mais a ajuda do efeito
da audição (música) estimulando nossos corpos a ficarem
ligados. Então assim que a música acabou, eu me afastei um
pouco, peguei na mão dela, e me dirigi até um lugar mais
escuro do barzinho, encostei na parede, puxei ela pra minha
frente agarrando ela pela cintura e aí sim dei um beijo intenso.
Ela estava com tanta vontade que o beijo chegou a ser
desconfortável no começo. Me aproveitei da situação que ela
estava totalmente entregue e estávamos em um lugar escuro,
para tocar em diferentes partes do corpo dela, assim como ela
também aproveitou para colocar a mão na minha barriga (que
estava num shape legal na época, devido ao surf) Ficamos ali
durante um tempo, nos beijando até que finalmente trocamos
as primeiras palavras.

Mas meu objetivo final era levar ela pra casa no final da noite,
por isso eu tentei ser intenso ao máximo em cada detalhe
dessa abordagem. Aproveitei a emoção que ela estava
sentindo no momento para perguntar se estava hospedada em
algum hotel, ou pousada, e convidei ela para ir pra “minha
casa”.

Ela disse que estava em uma praia vizinha na casa dos tios, e
recusou meu convite, porém me ofereceu carona até a minha
casa. Assim que entramos no carro começou uma chuva, eu
indiquei a ela onde era o local e paramos no meio da rua. A
chuva estava muito forte para eu descer do carro, então decidi
iniciar o segundo round da pegação, agora dentro do carro. O
clima esquentou, a chuva intensa do lado de fora nos deu certa
segurança de que ninguém ia passar na rua e ver o que
estávamos prestes a fazer dentro do carro, mesmo porque o
vidro facilmente embaçou. Comecei a tocá-la em partes que
antes não havia feito, deixando ela cada vez mais louca e com
vontade de transar. Mas ela ainda dizia que não ia rolar, eu ria
por dentro ao mesmo tempo que concordava e dizia coisas do
tipo.
- “ Claro que não vai rolar nada, não pensa que vai
transar comigo assim facilmente.”

O movimento final foi quando eu estava por cima dela e tirei,


sem ela perceber uma camisinha da minha carteira, e
entreguei nas mãos dela (talvez fosse esse o motivo para ela
insistir na ideia que não ia rolar nada) ao mesmo tempo que
me joguei pra trás como quem diz ​“Agora é a sua vez de vim
por cima”. ​Não deu outra, ela aceitou a sugestão e o resto
vocês já sabem. Foi a primeira vez que eu transava dentro do
carro com uma garota que eu recém havia conhecido.

Lembro que outro evento muito bacana que aconteceu quando


eu estava nessa praia foi que, em uma noite de carnaval, o
falcão do ​RAPPA​, deu um show na frente da lanchonete onde
eu trabalhava. Foi simplesmente sensacional, porque juntou a
mulherada aglomerou em frente ao lugar e a gente conheceu
muitas gatinhas, mesmo trabalhando. Quando encerrou o
horário combinado de trabalho, era hora de acionar o “​sedutor
mode on”​ e fazer valer à pena essas novas amizades.

Durante a temporada de verão, não sei ao certo quantas


garotas eu fiquei mas lembro que devo ter transado com mais
ou menos meia dúzia de garotas, umas locais da praia, outras
turistas fora as ficantes fixas que apareciam por lá.

Foi uma experiência incrível que eu jamais vou me esquecer,


tanto pelo contato com a natureza, pelo surf, pela companhia
de um grande amigo e principalmente pelos corpos morenos
de praia com marquinhas de bikini que eu consegui​ “derrubar”.
DE VOLTA AOS ESTUDOS

Depois da minha última decepção com o ensino superior, meu


pai não me deixou muitas escolhas e me obrigou escolher um
curso de uma faculdade chamada Estácio de Sá, que era bem
próximo da minha casa.

Como meu pai também tinha uma empresa, acabei escolhendo


administração e marketing, e como eu falei o campus era
próximo a minha casa, consequentemente os colegas seriam
provavelmente moradores do mesmo bairro que eu morava ou
bairros próximos o que facilitou bastante com relação a fazer
novas amizades, uma vez que alguns eu já conhecia de vista.

Nessa faculdade, logo no primeiro dia eu já pude ver que a


coisa ia ferver. Sala lotada, metade mulher metade homem, e
uma mulherada muito gata. Eu acho que de aproximadamente
25 mulheres que tinham na sala, 10 eram tops, e pelo menos
mais 10 dava pra encarar tranquilamente.

Essa época da minha vida eu tava numa ​vibe surf​, e soube que
tinha umas meninas que gostavam disso, e eu ia usar isso ao
meu favor.

Logo nas primeiras semanas de aula, usei a estratégia de


sentar em lugares diferentes pra conhecer o máximo de
pessoas possíveis. Fiz amizade com vários caras, e conheci
algumas meninas. No final da primeira semana de aula eu
praticamente já sabia o nome de todo mundo, foi quando rolou
um trote, do pessoal do 2º semestre.
Eles chegaram na sala fazendo uma bagunça gigante, com a
intenção de zoar a gente, só que pra surpresa deles, nossa
sala já estava unida demais, e o trote que eles planejaram deu
errado, tanto que acabamos estourando um extintor de
incêndio nos corredores como forma de nos defender do trote
e isso resultou em uma merda gigante na faculdade, que
desde então proibiu ações de trotes.

Minha sala tinha tantas gatas que era difícil escolher uma para
atacar, e nem precisou. Minha postura social totalmente
ajustada ao ambiente já começou a me render resultados.

Logo nos primeiros dias já senti a maldade no olhar de uma


garota chamada Renata. Ela vinha com gracinha pra cima de
mim, sempre ria das minhas piadas e tocava demais em meus
braços e ombro toda vez que vinha conversar comigo.

Quando uma garota se inclina demais em sua direção, toca


muito em você, ri de tudo que você fala e tenta ao máximo
permanecer na sua presença, atenção. Esse é definitivamente
um alvo fácil. E eu já sabia disso.

Foi rápido até eu convidá-la pra sair. Fomos a um barzinho,


tomamos uma coisa juntos e depois de poucas horas já
transamos transando em motel que ela pagou. Ela era um
pouco mais velha e deu pra ver que ela não queria perder
tempo, depois de uns dias descobri o porque.

A Louca da Renata namorava com um cara que não estudava


na faculdade e eu não fazia ideia disso, pois ela não usava
aliança.
Assim que eu descobri, parei de ficar com ela porque uma das
coisas que mais me deixava puto da cara na vida, era quando
uns caras davam em cima da minha namorada. Logo, não
queria fazer com os outros o que eu não gostaria que fizessem
comigo. Meses depois ela ficou ainda com outro colega da
minha sala, e um dia eles saíram da aula pra dar uns beijos,
quando derrepente o celular dela começou a tocar
insistentemente. O professor colocou no silencioso e continuou
a aula. Quando ela voltou pra sala, avisamos a ela que o
celular havia tocado e pra nossa surpresa tinha mais de 70
chamadas não atendidas no celular dela. Era do namorado,
que provavelmente descobriu algo. Ainda bem que eu não
estava mais nesse rolo.

Meses depois eu fiquei com outra garota da sala, chamada


Sofia e aconteceu uma história interessante que vale a pena
compartilhar aqui. Ela também me deu brecha e eu consegui
arrastá-la para um cineminha, onde demos o primeiro beijo.
Depois disso marcamos um encontro numa pizzaria. Peguei
ela em casa, porque tava na intenção de ir para um motelzinho
depois dali e fomos até a pizzaria. Depois da janta coloquei a
mão no bolso e adivinhem só. Esqueci minha carteira. Tive que
pedir para ela pagar a conta e acabei abortando a missão
motel. O pior ainda estava por vir. Convidei ela novamente
para um encontro outro dia, dessa vez me certifiquei que
estava de carteira. Fomos a um outro estabelecimento comer,
e na hora de pagar a conta, apresentei meu cartão de crédito e
para minha surpresa foi recusado, por problemas de sinal com
a operadora. Ela teve que pagar novamente e ficou muito
brava com a situação, perdi o sexo novamente.
Por isso eu sempre ensino aos meus seguidores e alunos, se
você está planejando ​molhar o biscoito, ​esteja totalmente
planejado na questão da logística, tanto de transporte, lugar,
alimentação e principalmente camisinha!

Ainda nessa faculdade foi responsável por algumas festas que


me renderam bons frutos. Sempre morei em uma casa com um
pátio grande, piscina e uma área grande para churrasco, então
sempre que meu pai permitia eu realizava festas e geralmente
as festas faziam grande sucesso. Era a típica festa americana
onde cada um levava o que ia beber. Eu geralmente gastava
um pouco mais, normalmente com bebidas destiladas para
fazer uma moral a mais com as garotas. Toda a experiência
que eu aprendi com JP e o Paulista eram muito bem utilizadas
aqui.

Nessa faculdade fiz grandes amizades com a rapaziada,


alguns moravam próximos e se tornaram amigos de estudos,
futebol e principalmente festas. Foram tantas festas que fui
nesse período de faculdade que eu precisaria de um livro
exclusivo para contá-las. Nessa mesma época consegui um
estágio em um banco, que pagava muito bem, portanto tinha
condições de sair de literalmente todos os dias. Logo meu
dinheiro ia praticamente todo para pagar a gasolina e as
entrada para as festas.

Tinha um colega fiel que sempre pegava balada comigo, e o


desgraçado era muito bonito. Na época eu achava isso muito
ruim, porque as garotas sempre olhavam pra ele. Ele era
moreno, alto e tinha olhos verdes, além tinha um corpo atlético
de surfista, enquanto eu ainda era magrelo. Com o tempo fui
percebendo que me aliar a ele me traria 2 vantagens. Primeira
delas era ops rebotes, pois o cara pegava muita mina e
sobrava as amigas para mim. Segunda vantagem é que eu tive
que aprender a me virar na lábia, porque na aparência eu não
teria chance nenhuma contra ele. A gente era uma dupla
imbatível pois a gente sempre ficava com várias garotas. Foi
saindo com ele que eu descobri a malícia de ficar com várias
mulheres na mesma noite e essas noitadas trouxeram uma
consequência drástica no meu cartão de crédito.

Tive que imediatamente parar com as baladas, não dava mais.


Estava devendo mais de R$ 2 mil reais para o cartão de crédito
e isso era muita grana na época. Todo o dinheiro que eu
ganhava no estágio ia para pagar apenas parte da conta, e
você sabe que pior coisa que existe é você dever pro cartão de
crédito. Tive que recorrer ao meu pai, que devido a minha
irresponsabilidade financeira, proibiu que eu saísse tanto.

Durante seis meses fiquei sossegado, até namorei durante um


tempo com a Ana (aquela da festa da Carol que eu contei no
primeiro livro). Esse namoro iniciou devido a uma carência
emocional e financeira pela qual eu estava passando. Além
disso, alguns dos meus melhores amigos também estavam
namorando então eu decidi ficar com uma garota que eu tinha
um certo carinho e era bonita, para não ficar em casa sem
fazer nada.

Outra coisa que me motivou a começar a namorar foi que com


o passar dos semestres dessa faculdade, as meninas da sala
começaram a namorar e não aceitavam mais os convites para
as festas. A maioria dos caras também estava muito focado
nos estudos enquanto eu estava louco pra tocar o terror.
Já estava me reestruturando financeiramente, mas percebi que
não tinha mais mulheres pra focar e nem amigos pra fazer a
parceria e comecei a entrar em desespero por novidades.

Foi aí que um dos meus melhores amigos chamado Daniel,


descobriu que havia uma possibilidade de realizarmos uma
prova de transferência externa, para tentar vaga em uma
universidade pública. A universidade era conhecida pela
qualidade de ensino, mas tinha duas outras qualidades que
muito me interessavam. Ela era famosa também pelas festas e
pelos eventos esportivos. Era tudo que eu precisava, uma
prova que me levasse pra uma faculdade totalmente nova, e
além disso sem precisar pagar, o que certamente ia aliviar o
bolso do meu pai e me trazer benefícios consequentemente.

Era uma prova meio difícil, e na primeira vez que fiz a


concorrência estava muito alta, se eu não me engano era algo
em torno de 35 alunos para 3 vagas, logo não consegui ser
aprovado. Meu amigo Daniel conseguiu passar.

Tive que aguentar firme mais 6 meses e nesse meio tempo


conheci um pessoal que estudava nessa universidade e peguei
com eles uns livros emprestados, uma vez que a prova era
vocacionada ( sobre o assunto do curso).

Com a saída do Daniel, acabei fortalecendo amizade com um


cara chamado Bruno, que me ajudou a aguentar a chatice que
estava naquela faculdade. Graças ao meu estágio no banco, e
ao atendimento VIP que eu prestava aos donos de balada, eu
ganhava deles alguns ingressos das festas que eles
realizavam. Essas festas não eram as melhores da cidade mas
pelo menos eu não precisava pagar. Melhor que isso, eu
ganhava ingressos suficiente para todos os meus amigos e os
que sobravam eu vendia na frente a preços mais baratos que
na bilheteria e consequentemente tinha um sobrava um
trocado pra gasolina e bebidas. Eu tinha boas memórias dessa
balada, porque a primeira vez que eu fui (meio contrariado por
puro preconceito) consegui levar uma garota para o motel na
mesma noite. Então como a situação financeira ainda não era
das melhores, o jeito era aproveitar a oportunidade e lembrar
daquele ditado ​“cavalo dado não se olha os dentes”.

Nessa época eu ainda namorada, por isso combinava de ficar


com a namorada sexta, e sábado geralmente eu ficava com ela
até umas 22:00 da noite. Ai dava alguma desculpa do tipo ​“tô
muito cansado, acho que vou pra casa” e passava pra buscar o
Bruno pra ir pra festa. Eu ia praticamente todo sábado, e
sempre conseguia ficar com algumas garotas. Teve situações
que eu passava pelos corredores pensando ​“ hmmm essa aqui
eu já fiquei, aquela ali também, aquela outra também…”
Honestamente eu me sentia o rei daquela balada, primeiro
porque eu sempre tinha acesso aos camarotes, segundo
porque eu era um dos únicos caras que dançava, logo toda
atenção das garotas era minha e terceiro porque eu tinha muita
opção de mulheres que eu podia escolher ou já havia ficado.

Compartilhei com ele os livros que eu havia pego emprestado


para que ele fizesse também a prova de transferência.
A segunda vez que tentei foi no meio do ano, e por sorte a
concorrência estava menor, se eu não me engano foi algo em
torno de 17 alunos para 5 vagas, e eu fui aprovado em terceiro
lugar e meu amigo Bruno passou na quinta colocação.

Estava chegando os melhores anos da minha vida.


OS MELHORES ANOS DA MINHA VIDA

Quando eu falei que estavam chegando os melhores anos da


minha vida, eu não estava brincando.

O nome da universidade que eu consegui entrar através da


prova de transferência é UDESC (Universidade do Estado de
Santa Catarina) mais precisamente no centro acadêmico
chamado de ​ESAG​, (​Escola Superior de Administração e
Gerência) e como eu já disse é de excelente qualidade de
ensino mas também é responsável pela mais famosa festa
universitária de Florianópolis.

Além disso ela realiza diversos eventos extras como gincanas,


interclasses, outras festas temáticas e o principal evento que
acontece uma vez por ano chamado ​JIUDESC (Jogos internos
da UDESC) que é tipo uma olimpíada esportiva entre outros
centros acadêmicos da mesma universidade. Ou seja, meu
centro acadêmico (ESAG) organiza os alunos para formarem
times e viajarem juntos para outras cidades para um evento
esportivo que geralmente dura 4-5 dias e obviamente termina
com festas incríveis. Era tudo que eu mais queria. Existe um
lema famoso que todos os alunos aprendem assim que se
iniciam as aulas.

“ O que o amor constrói a ESAG destrói”

Já deu pra perceber que meu namoro que já estava respirando


por aparelhos não ia sobreviver muito tempo. Logo nas
primeiras aulas já deu pra ver que o bagulho ia ferver.
Lembro que entrei fazendo algumas matérias na primeira fase
junto com os calouros, mas a maioria das matérias eu acabei
fazendo na segunda fase, uma vez que eu consegui validar
algumas matérias da faculdade antiga.

Isso poderia ter vários pontos negativos, mas como eu sou um


cara muito otimista eu enxergo apenas ​OPORTUNIDADES ​e
estudar em duas salas, na minha opinião é sem dúvidas o
dobro de oportunidades. Só o fato de conhecer o dobro de
pessoas, principalmente mulheres já valeria a pena.

Logo no trote já usei minha rede de contatos para meu


benefício próprio. O cara que tava realizando o trote era o ​Digo
(diminutivo de mendigo, porque ele pedia comida pros outros
na hora do intervalo), que eu conhecia desde pequeno graças
as partidas de futebol nos campinhos da rua. O irmão dele
tinha o apelido de ​Toddy (por causa do cabelo de cogumelo
que lembrava o Toad do Mário) estudava comigo na segunda
fase e também tava realizando o trote.

Colei neles e falei:


- “Pô Digo e Toddy , vocês não vão querer me dar trote não
né? Afinal eu já to até cursando a segunda fase… vamos
fazer o seguinte, deixa eu zuar com vocês meus próprios
colegas, vai ser uma coisa nova e divertida”

Eles aceitaram eu me juntei a eles na zoeira, às vezes sendo


zoado de leve, às vezes amenizando a zoeira nas meninas que
eu tava mais interessado e tal.

No final deu tudo certo, foi uma ótima oportunidades para


conhecer melhor os colegas e interagir com todos. Além disso
rolou uma festinha no final do dia e a galera ficou muito louca
com a cerveja que os veteranos pagaram pra gente.

No meu curso aluno alfa eu fiz um vídeo onde eu ensino a


importância do trote para seu desenvolvimento social na
faculdade. Tem gente que fica brabo com certas brincadeiras e
acaba se afastando do povo. Claro que o trote deve ser uma
coisa saudável, nada de bater nem humilhar, mas sujar e zuar
é perfeitamente normal e é apenas uma vez. Tem gente que
não tem estabilidade emocional para entender que aquilo é
uma brincadeira de interação, depois dali serão todos amigos
se você souber aceitar na boa esse momento. E mais, no
semestre seguinte é sua vez de “brincar” com os seus
calouros, por isso não seja o chatão que se recusa a participar
desse tipo de atividade.

Nessa festinha, conversei com algumas veteranas gatas,


conversei bastante com alguns membros da equipe do grêmio
esportivo que organizava os times para os jogos internos e fiz
amizade com o pessoal da segunda fase que estava
preparando uma festa exclusiva para o pessoal da primeira
fase. Eu e o Bruno (aquele que fez a prova comigo e passou)
éramos os únicos que estudávamos tanto na primeira quanto
na segunda fase, então era a oportunidade da gente ser o elo
de ligação entre as turmas e fazer de tudo para uni-los, e
consequentemente fazer uma festa histórica.
A FESTA DOS CALOUROS DA ESAG

Como eu estudava em ambas as turmas, era muito mais fácil


ajudar os alunos da segunda fase a organizar a festa para a
primeira fase, então logo quando eu soube que ia acontecer
esse evento eu logo já me coloquei à disposição. No começo,
eles estavam com 5 organizadores e não me deram tanta bola,
mas eu não ia desistir e fiquei ligado, pois tinha certeza que
uma oportunidade ia surgir. E ela surgiu.

Um dos organizadores que era mais velho ficou responsável


pela compra das bebidas, e no dia que ele podia ir, nenhum
dos outros organizadores podia ir para ajuda-lo. Logo me
disponibilizei e isso me rendeu pontos positivos pois minha
pré-disposição em ajudar foi muito importante para o evento.
Com minha experiência em me socializar, fui me infiltrando
cada vez mais na organização da festa que quando percebi já
estava sendo considerado como um dos organizadores.

Isso ficou bem claro porque eles me deram a função de


convidar meus colegas da primeira fase para a festa, então
decidi caprichar. Fiz uma apresentação do planejamento da
festa, falei a todos que estava na organização e que a festa ia
ser demais. Ofereci carona e ajudei o pessoal a se organizar
para ir, inclusive fazendo com que pessoas desconhecidas se
dessem carona para facilitar para todos.

Esse é o papel do líder, usar suas qualidades para benefício


de todos, e como eu tinha boa sociabilidade e experiência com
festas, sabia que era meu momento de brilhar.
Chegou o dia da grande festa, que chamamos de “​Festa do
approach, a festa dos calouros da ESAG”.

A festa foi projetada para aproximadamente 80 a 100 pessoas


o que daria mais ou menos 40 ou 50 pessoas por sala, mas
algo saiu do nosso controle. A divulgação da festa foi tão
insana, que apareceu gente da faculdade inteira, incluindo
outros cursos e fases.

Havia dois pequenos problemas. O primeiro é que como a


festa era open bar, nosso planejamento de bebidas iria servir
no máximo 110 pessoas, e quando paramos de contar já tinha
mais que o dobro disso. Até hoje não sabemos quantas
pessoas foram naquela festa, mas acreditamos que foi em
torno de 250 pessoas.
O segundo problema é que a festa era realizada na casa de
um colega nosso. O cara tava apavorado de tanta gente que
entrou na casa dele. Se você já viu filmes como ​“Projeto X’’
ou ​“Superbad”​, então deve saber do que eu estou falando. Se
você não viu vá assistir agora!

Nesse dia eu estava querendo me destacar então preparei


uma surpresinha. Durante a maioria do tempo trabalhei no bar
(que ao contrário do que pensam é uma coisa muito legal de
se fazer em uma festa universitária) e em certo momento
decidi revelar minha surpresa. Peguei o microfone que estava
ligado no som do DJ e falei que as mulheres deviam fazer uma
fila na frente do palco porque a gente ia distribuir doses de
tequila de graça. Acontece que a tequila não estava incluída no
open bar, eu que havia comprado com meu próprio dinheiro
para fazer um astral diferente na festa. E foi um sucesso.
Juntou cerca de 50 mulheres em fila para eu derramar tequila
em suas linda boquinhas. Quando eu percebi que a tequila
estava acabando, imediatamente mandei um colega meu
colocar cachaça pura na garrafa de tequila, afinal naquele
estágio de alcoolismo, provavelmente nenhuma garota iria
perceber.

O lance da tequila fez tanto sucesso que ficaram falando


semanas e semanas nas salas de aula. Adivinha de quem as
garotas iam lembrar na festa, de um monte de anônimo que
tava na pista de dança curtindo ou o cara que derramou tequila
na boca delas? É isso que eu quero que vocês aprendam,
sejam criativos e tragam coisas novas que vocês sempre vão
ter benefícios. Sem dúvida, o valor gasto com aquela tequila
foram os mais bem gastos da minha vida, porque além de eu
ter ficado com 3 garotas nesse dia, eu conheci praticamente
TODAS as garotas da universidade que estavam na festa.

Realizamos mais 3 versões dessa festa, uma melhor que a


outra e todas elas um sucesso. Durante os anos que
realizamos essa festa, alguns alunos consideravam a ​Festa do
Approach melhor que a festa oficial da ESAG que é chamada
de ​Choppada da Esag. ​Em breve eu volto a falar mais dessa
festa, pois ela me gerou muitos benefícios.

Como eu disse, essa universidade realizava inúmeros eventos


externos de caráter acadêmico, mas que ajudam muito na
socialização entre os alunos, como congressos, viagens,
encontros e palestras. Certa vez a ​ESAG organizou um desses
eventos externos em um resort de uma praia do litoral de
Santa Catarina. Um bando de alunos, hospedados num resort
à beira da praia? Certamente não era pra estudar.
Lembro que essa experiência foi sensacional, e a vibe muito
positiva e a galera muito unida. Lembro que eu estava em
dúvida se eu devia ir ou não, por questão de grana e tal, mas
agradeço por ter feito a escolha correta. A dica que eu dou é,
VÁ SEMPRE​! Dinheiro você consegue novamente, mas
experiências que você deixou de viver não voltam atrás. E se
você é do tipo preguiçoso que não vai por falta de vergonha na
cara pra ficar em casa jogando vídeo game, você não sabe o
que está perdendo, e algum dia com certeza você vai se
arrepender disso. Muita gente diz que não vai a esses
encontros porque ​“não conhece bem o pessoal da sala” ​e não
percebe que é exatamente essa, a oportunidade ideal para
conhecer todos.

De manhã assistimos algumas palestras porque era obrigatório


assistir pelo menos algumas, a tarde o povo aproveitava para
curtir as dependências do resort como piscina e quadras
esportivas e a noite rolava esquenta para as festas da região.
Era uma loucura total. Como a galera já estava doidona de
cachaça, a pegação já começava dentro do micro-ônibus que
nos levava pras baladas. Lá nas festas a putaria rolava solta.

Foi em uma dessas festas que eu fiquei pela primeira vez que
fiquei com uma garota de apelido Nyne.
Ela não tinha um rolo com um cara no prédio dela mas não era
namorado, ao contrário de mim, que namorava mas não estava
nem aí pro relacionamento. A gente se encaixou tão
perfeitamente que a gente trocava uns beijos em praticamente
toda festa da faculdade que nos encontrávamos.
A essa etapa da minha vida meu namoro já tinha acabado, e
uma dessas vezes que eu estava em um canto escondido
trocando uns beijos com essa Nyne, fui visto por uma amiga da
minha namorada. No mesmo dia à noite, durante a festa,
recebi uma ligação no meu celular, dela chorando, e no dia
seguinte expliquei que não havia mais condições de continuar
namorando. Me senti muito livre e pronto pra aproveitar ainda
mais tudo que a ESAG tinha para oferecer.

Nos semestres seguintes, os membros da organização da


Festa do Approach foram desistindo da função e eu fui
ficando com a responsabilidade e também os lucros, é claro. A
realização dessas festas me rendeu tantos contatinhos que
vocês nem imaginam.

Eu passava de sala em sala dos calouros, para convidá-los


para a festa que eu realizava. Era muito poder. Por dois
motivos, primeiro por eu ser realizador de uma festa foda, e
segundo pelo poder implícito no status de ​veterano. Eu lembro
de escutar as meninas cochichando sempre que eu entrava
nas salas com alguns amigos meus para realizar essa função,
eu já sabia que ali era um alvo fácil. Eu usava também minha
influência para ser convidado para as festas secretas que os
calouros realizavam entre eles.

Porque uma coisa é certa, se você é calouro homem, vai


querer pegar as meninas da sua sala antes que os veteranos
venham e papem tudo.
Uma forma de fazer isso é realizando uma festa exclusiva para
a sala, sem intrusos. Eu adorava fazer amizades com os
líderes das salas de calouros porque isso me permitia invadir
essas festas e ganhar mais moral ainda com as meninas. Em
alguns casos eu até fazia uma troca de favores, eu entrava na
festas dos calouros e em retribuição eu permitia que eles
entrassem em minhas festas.

Quando eu estava na terceira fase, comecei a entrosar com os


calouros e lembro que em uma das festas que eu fui consegui
ficar uma novinha muito 10/10, chamada Luiza. Eu lembro de
ter ficado com ela em uma quadra de tênis, conversando sobre
física e química (o que prova que assunto não é tão importante
assim numa abordagem).

Acontece que eu ficava frequentemente com a Nyne, e quando


ia nas festas dos calouros acabava ficando com essa Luiza. Só
que era questão de tempo para rolar uma festa onde as duas
estariam presentes e quando isso aconteceu eu tive que ser
mais ilusionista que o Doutor Estranho.

Foi na segunda versão da ​Festa do Approach ​que eu tive que


fazer a mágica. Estava ficando com a Nyne, mas a Luiza
também estava na festa e eu não estava afim de perder
nenhuma delas. Então como eu era organizador, fiquei o
tempo todo “fingindo” estar ocupado para não ficar colado em
nenhuma das duas. Como a festa estava com
aproximadamente 700 pessoas, era mais fácil se esconder na
multidão. Consegui deixar a Nyne com umas amigas em um
canto da festa, e a Luiza com o pessoal da sua sala no outro
canto. Dessa forma conseguia, às vezes ir lá dar uma beijo em
uma, as vezes ir lá dar um beijo em outra. Deu certo.
GINCANAS E EVENTOS ESPORTIVOS

Isso pra mim, sem dúvidas foi a melhor parte de estudar na


faculdade. Eu sempre fui apaixonado por esportes, e um dos
motivos por eu me motivar tanto em estudar para conseguir a
transferência para ​ESAG​, foi por conta dos campeonatos
esportivos. Meu sonho era fazer parte do time da universidade,
representar meu campus, viajar com meus colegas em
delegações, dormir em alojamentos e principalmente ir em
festas depois dos jogos. Para isso eu precisava me dedicar em
duas coisas. Primeiro nos estudos, porque essas viagens
prejudicam demais a absorção do conhecimento das matérias
em virtude de algumas faltas que ocasionalmente iam
acontecer. E em segundo porque para entrar no time que vai
representar a Universidade em uma competição esportiva séria
você precisa ser bom naquela modalidade.

Com relação aos estudos eu conseguia graças a ajuda da


Nyne, que nessa época já estava ficando mais ou menos sério
comigo, sem namorar. Ela estudava na mesma sala e fazia
alguns trabalhos para mim, e isso me ajudou muito.

Com relação a qualidade no esporte, eu já tinha certa


habilidade e comecei a treinar pesado para ser escolhido pelo
treinador. E consegui. Ao longo de 4 anos pela faculdade viajei
3 vezes para disputar esse campeonato esportivo (a primeira
vez, o campeonato foi na nossa cidade, então não teve tanta
graça).
Conheci cidades no interior do estado que nunca tinha sequer
ouvido falar, fiz amizade com pessoas que eu nunca havia
falado, e fui nas festas mais incríveis que eu poderia ter ido.
Essa altura do campeonato os torneios esportivos era o que
menos importava.

Era sensacional fazer parte daquilo, desde o pagode que


rolava dentro do ônibus, mesmo que fosse 12 horas de
viagem, o perrengue de ficar em um alojamento (geralmente
escolas públicas) passando frio e dormindo em um colchão no
chão junto com outros 10 machos, a alimentação algumas
vezes precária, porque afinal não é fácil alimentar uma
delegação de 600 “atletas”, mas principalmente por conta da
zoeira que rola nos jogos.

Quando você não está dando o sangue nas quadras jogando,


você está na arquibancada torcendo para outro time do seu
centro acadêmico em alguma outra modalidade esportiva,
xingando a outra torcida de forma amistosa e engraçada e
fazendo a maior bagunça. Era nesses momentos que
geralmente rolava a aproximação com aquela gatinha que você
nunca havia falado de outra sala, ganhando o “acesso” para
futuramente encontrá-la em alguma das festas que ia rolar
naquela noite.

Os alojamentos eram separados entre meninas e meninos,


provavelmente para evitar gravidez precoce (hehehe). Os
administradores do evento colocam seguranças na frente dos
alojamentos feminino para evitar que os rapazes entrassem,
mas uma vez eu consegui burlar essa segurança.
Eu estava ficando com a Nyne e depois de uma festa
decidimos que a gente ia tentar dormir junto. Claro que eu não
ia levar ela pro alojamento masculino. Isso ia ferir totalmente o
status social dela da universidade. Então, com a ajuda dela
despistamos

Perdi as contas de quantas garotas eu fiquei nessas viagens,


entre colegas de sala, alunas de outros campus e até mesmo
moradoras locais da cidade que estava sediando os jogos. Pra
você ver como eu gostava tanto dessa vibe esportiva que
mesmo depois de formado, eu viajei mais uma vez com a
delegação, agora como técnico de Futsal, para participar mais
uma vez disso. Fui de carro, pois não me permitiram viajar no
ônibus com a delegação, afinal eu não era mais aluno, mas
isso me deu uma liberdade maior porque eu podia ir em todas
as festas voltar a hora que eu quisesse e além disso dar
carona para as gatinhas que eu estava afim.

As gincanas também eram eventos anuais que aconteciam na


faculdade e rolava muita pegação. A universidade decidia
algum lugar isolado da cidade, geralmente num acampamento
em alguma praia para que acontecesse o evento que é
basicamente uma série de brincadeiras e dinâmicas que valem
pontos e no final irá premiar a turma campeã.
Era trabalhoso para as turmas organizar tudo. Era necessário
barracas, alimentação, bebidas, mas o resultado valia muito a
pena. Depois das provas cada turma se organizava e montava
sua própria festa, que ficava geralmente próximo às suas
barracas. Som, bebida e pegação, pra que melhor?
Lembro que em uma dessas gincanas eu ficava com a Nyne,
como sempre, e a Luiza chegou perto de mim pra dançar,
trocar ideia ou sei lá, e quase deu treta pois as duas
começaram a se estranhar. Foi a primeira vez que a Nyne me
chamou no canto e disse. ​“Te decide se você vai querer ficar
comigo ou com outras”. A essa altura do campeonato a Nyne
estava marcando território e eu não conseguia mais dar o olé
que eu geralmente dava. Eu gostava bastante de ficar com ela,
e já estava enrolando ela a praticamente 1 ano.

Comecei a colocar na balança o que mais importava pra mim


naquele momento, ficar com a Nyne ou ter a liberdade de ficar
com qualquer garota que eu queria.

Durante o período de praticamente um ano que fiquei com ela,


mas também fiquei com outras 60 garotas pelo menos (25 foi
só no carnaval) e nenhuma dessas valia mais a pena que a
companhia dela. Isso começou a pesar pra mim.

No início ela era apenas uma colega de sala que me ajudava


nos trabalhos, depois se tornou uma grande amiga de baladas,
logo começamos a ficar por ficar, e isso se transformou em
algo frequente. Quando percebi, já não imaginava como seria
não ter mais a possibilidade de ficar com ela. Sempre nos
demos muito bem, éramos do tipo loucos inconsequentes e
isso fazia com que a gente se completasse.

Ela sempre foi apaixonada por mim (eu acho) e mesmo


sabendo que eu pegava geral, se manteve firme afinal nunca
prometi nada sério a ela, até então. Às vezes ela até que
mostrava certo descontentamento com meu comportamento
“promíscuo”, porém a gente se dava tão bem que sempre
conseguimos resolver todos os problemas.

Todos esses fatores fizeram com que eu depois de um ano


enrolando a pobre garota, eu finalmente resolvesse assumir o
namoro com ela. Pedi ela em namoro quando levei ela pra
minha casa depois de um show. Ela foi fundamental para que
eu conseguisse me formar. Foi inclusive ela que me ajudou no
trabalho de conclusão de curso, pois eu não tinha a mínima
noção de como configurar de acordo com as normas da ABNT.

Esse relacionamento foi sensacional enquanto durou, mas de


certa forma me privou um pouco de aproveitar um pouco as
vantagens que eu tinha na universidade por conta da minha
popularidade.

Ficamos juntos durante 4 anos, e entre idas e vindas nosso


relacionamento acabou terminando de uma maneira nada
agradável. Eu tinha havia me apaixonado por uma amiga,
garota que era querida e admirada por todos os meus amigos
e que não ligava para status e camarotes, inclusive falava mal
disso. Como o tempo muda as pessoas, ela também mudou e
isso me fez perder a admiração por ela, consequentemente
desgastando o relacionamento. Toda a compatibilidade de
personalidade, jeitos e gostos que tínhamos no começo foi
desaparecendo e sobrou apenas um carinho, insuficiente para
sustentar uma relação. A gente se separou uma vez, voltamos
meses depois por conta da saudade, mas já não era lá essas
coisas. Terminamos de vez e cada um seguiu a sua vida.
SOLTEIRO NOVAMENTE

Durante o tempo que namoramos, a Nyne se tornou umas das


garotas mais gatas da universidade, graças a exercícios físicos
intensos que ela começou a praticar e também uma ajudinha
da medicina de estética. E isso de certa forma me trouxe um
status do ​“namorado da gostosona”.

Quando eu terminei com a Nyne, pude realmente perceber a


moral que eu tinha na universidade graças a esse título.
Mesmo não sendo mais aluno eu ainda mantinha fortes laços
de amizade com as praticamente toda a universidade, por isso
eu continuei frequentando as festas e eventos. E foi em uma
dessas festas que eu comecei a entender mais o ​status social
que eu tinha. Garotas que antes não se aproximavam de mim,
em respeito a Nyne, começaram a jogar ​“pedrinhas no meu
telhado”.

Pela primeira vez entendi a importância do que ensino no


curso aluno alfa, relacionado a você ter ​acesso à todas as
garotas da sua escola ou faculdade​. Durante os anos que
namorei, não dei em cima de nenhuma da garota da ESAG,
porém conhecia todas e tinha amizade com a maioria. Agora
que eu estava solteiro, eu tinha liberdade para abordar,
conversar, tirar para dançar praticamente qualquer mulher,
pois elas tinham alto nível de confiança em mim.

Lembro que certa vez, em uma festa, encontrei algumas


garotas que estudavam em outra sala. Logo que me viram
abriram sorrisos e me cumprimentaram. Eu invadi a roda delas
e retribuí os sorrisos e cumprimentos. Cheguei com boa
energia como sempre brincando, até que uma delas perguntou
por onde andava a Nyne, afinal eu estava sozinho.

Respondi a elas que a gente havia terminado e eu estava


solteiro e nesse momento senti um pingo de maldade no olhar
de uma garota chamada Mariana. Era o sinal que eu precisava
para fazer valer a pena o início dessa nova fase.

Tirei essa Mariana pra dançar e logo em seguida já consegui


ficar com ela. Mais tarde conversando ela me confessou:

- “Lembra quando você passava nas nossas salas pra falar


da Festas do Approach? Então… todas as meninas
ficavam babando por você!”

Foi muito gratificante ouvir aquilo, porque eu sabia que o fator


determinante para elas pensarem aquilo de mim não era
relacionado à minha beleza e sim por conta da minha postura,
comportamento, atitude e principalmente da imagem social que
eu criei naquele ambiente.

Sabendo dessa informação fiquei com outras garotas, da sala


dela em outras festas, porque minha confiança estava nas
alturas.

Inclusive, com essa Mariana eu consegui evoluir o que eram


simples ​“ficadas esporádicas” , para um relacionamento tipo
“amizade colorida​”. Era a primeira vez que eu experimentava
esse conceito.
A gente ficava e transava, mas não tinha nada sério um com o
outro. Quando a gente tava afim, ligava um pro outro e
combinava um rolê ou até mesmo um ​“filminho debaixo do
cobertor”​. E se porventura a gente se encontrasse em alguma
balada, e nós já estivéssemos acompanhados, ninguém ficava
triste ou magoado, era respeito total por nossas escolhas
daquela noite e amizade colorida continuava.

Já aconteceu uma vez de ela me encontrar numa festa ficando


com outra garota, ela também ficar com um cara, e no final da
noite a gente trocar mensagens e combinar de irmos pra minha
casa transar. Estranho né? A verdade é que a gente tinha
confiança um no outro, então era melhor transar com um
conhecido do que com um desconhecido.

Acho que o fator mais importante para essa questão de


amizade colorida é sem dúvidas a confiança. Muitos caras
perdem essa oportunidade por conta de ser boca grande e
espalhar pra um monte de gente quando fica com uma garota,
não façam isso jamais. Como diz o ditado ​“quem come quieto
come de novo”.

Fiquei alguns meses nessa amizade colorida com a Mariana, e


também curtindo outras garotas sempre que possível, mas fui
enchendo o saco da vida de solteiro. Era muito gasto com
baladas, eu chegava muito tarde em casa e acabava indo
trabalhar cansado durante o dia. Outra coisa que me
desestimulava era o fato de eu não ter um parceiro fixo para
sair comigo. A maioria dos meus amigos estava namorando e
apesar de eu gostar de sair sozinho, depois de um tempo
acaba ficando meio desagradável.
Em uma dessas festas que eu fui sozinho, estava tão
entediado que abri meu celular e fiquei fuçando o facebook no
meio da pista de dança, enquanto tomava uma cerveja. Já
estava prestes a ir embora quando uma amiga chamada
Fabiana me chamou no ​messenger.

- “Tá fazendo o que sexta-feira à noite, sozinho na internet


hein amigo?”

Respondi que realmente estava sozinho, mas não estava em


casa, e expliquei que tinha ido para uma festa e estava chato
demais. De brincadeira, falei que ela precisava me apresentar
umas amigas, para evitar que eu tivesse que sair sozinho
novamente. Ela concordou e disse que eu poderia ir no
facebook dela escolher a amiga que mais me agradasse que
ela ia me ajudar ​“fazendo minha moral”​.

Semanas se passaram e eu estava de bobeira em casa e


decidi acessar o facebook, quando uma foto dela, cheia de
amigas apareceu na minha timeline. Decidi dar uma olhada
(afinal ela disse que eu podia escolher), e logo bati meu olho
em uma morena. Naquele momento decidi que era aquela que
eu queria para mim. Fui imediatamente falar com ela que me
alertou que a garota que eu havia escolhido se chamava Paula
e era a única amiga dela que não aceitava estranhos no
facebook, e que era dura na queda.

Tá de sacanagem? Vai colocar desafio logo pra mim, Nerd


Sedutor? Eu escolhi ela e ela vai ser minha. Insisti para que ela
fizesse a gentileza de pelo menos falar pra Paula que eu
gostaria de conhecê-la, e a morena finalmente cedeu,
aceitando minha solicitação de amizade.
Ao invés de chegar dando em cima, fui de leve. Observei as
características dela que estavam visíveis no facebook, o que
ela fazia, o que ela estudava, que time ela torcia. Realmente
estudei essa garota, e iniciamos algumas poucas conversas
online, sempre de maneira rápida e não invasiva.

Depois de algumas semanas decidimos que era hora de nos


conhecermos pessoalmente, então eu providenciei uns
convites para ela e todas as amigas dela em uma festa que ia
rolar e fui sozinho.

Chegando lá ela fez um charme, me deu ​“oi” e continuou


virada para o show, sem me dar muita moral. Conversei com
todas as amigas dela, inclusive a Fabiana que também tinha
ido, me diverti até o final da primeira banda. No intervalo das
bandas, me aproximei dela e iniciamos um papo agradável.
Assim que começou a segunda banda eu tirei ela pra dançar e
usando uma estratégia de ​isolamento ​eu levei ela para longe
das amigas, enquanto dançávamos. Aí já era, alguns minutos
depois demos nosso primeiro beijo, e isso aconteceu dia
01/07/2011 e desde então ela foi a última garota que eu fiquei.
Paula hoje é minha noiva e estamos juntos a mais de 7 anos.

Ela é uma mulher maravilhosa, cuidadosa e trabalhadora, que


me motiva, me incentiva a crescer e apoia 100% meu canal,
desde que eu não faça infields (unica exigencia dela).

Desde então, decidi criar o canal como uma forma de ajudar


as pessoas a viverem experiências incríveis em suas
juventudes como eu vivi, e do canal surgiu esse Projeto
chamado Aluno Alfa.
Se de alguma forma esse ebook adicionou algo de positivo no
jeito que você pensa e no modo que você vai se comportar
daqui em diante, devia conhecer o projeto que eu desenvolvi
nos últimos anos chamado PROJETO ALUNO ALFA.

O projeto Aluno Alfa é um curso online que vai te ajudar a criar


uma imagem social respeitada no ambiente escolar e
faculdade.

São vídeos temáticos que te ensinarão os segredos de


socializar e fazer mais amizades, estratégias para conquistar
as mulheres e dicas para impor sua liderança. Tudo que eu
aprendi ao longo da escola, somado ao conhecimento que
adquiri no meu tempo de faculdade resumido para que você
entenda as regras do jogo a tempo de aproveitar a melhor fase
da sua vida.

Ao se inscrever no projeto Aluno Alfa, você terá acesso a uma


plataforma exclusiva com os 3 módulos de vídeos.

O primeiro é totalmente focado em uma mudança interna e


preparação da sua personalidade para encarar da melhor
forma possível a mudança que eu proponho. Nesse módulo
apresento um conteúdo com noções avançadas de como
encarar os medos, traumas e qualquer coisa que atrapalhe seu
desenvolvimento como timidez e ansiedade. Além disso falo de
autoconfiança e inteligência emocional, postura e comunicação
específicas para o ambiente de escola e faculdade.
O segundo módulo é voltado para dicas de comportamento e
postura para melhorar seus resultados sociais no quesito fazer
amizades e conquistar pessoas no ambiente de escola e
faculdade. Eu ensino o ciclo de interação social, como fazer
para aumentar sua popularidade, dicas de como quebrar o
gelo, executar com sucesso a arte da sedução nesses
ambientes e os erros mais comuns que as pessoas cometem.

O terceiro módulo é bastante focado na sedução e possui


dicas valiosas de como você pode agir para se tornar
naturalmente sedutor e combinam perfeitamente com o
ambiente de escola e faculdade. Cada vídeo vai te apresentar
uma série de características que atraem naturalmente as
pessoas, o jeito certo de usá-las.

O projeto Alfa ainda possui um módulo bônus, com dicas de


como implementar sua imagem online, dicas de moda e estilo
masculino, dicas de como realizar as melhores festas e vídeos
com as melhores histórias minhas e de outros coaches e
especialistas do youtube em suas respectivas épocas de
escola e faculdade.

O projeto Aluno Alfa foi desenvolvido nos últimos anos com


muito trabalho, e teve acompanhamento de profissionais de
outros canais e análise de psicólogos. Ele é hospedado em um
site de alta tecnologia que possui proteção contra pirataria, e
controle de acesso, ou seja. Ao adquirir o curso o próprio site
vai te enviar os dados de acesso. Por todas essas vantagens o
projeto possui um custo para inscrição, que é pago apenas
UMA VEZ​ através de boleto ou cartão de crédito.
O projeto possui ​vagas limitadas e as inscrições estarão
abertas ​SOMENTE no período das férias, pois isso faz parte
da estratégia e metodologia adotada no curso que vão
impulsionar seus resultados.

Além disso o aluno fará parte de um grupo exclusivo nas redes


sociais onde ele poderá tirar dúvidas diretamente com o
Vicente Fawkes (Nerd Sedutor) e compartilhar suas
experiências com os demais alunos do curso.

Mais informações acesse nosso site: ​www.nerdsedutor.com


ou entre em contato conosco através do endereço de
Email ​projetoalunoalfa@gmail.com
Você também pode entrar em contato conosco através do
nosso whatsapp (48) 988497633 ou acesse nosso projeto no
link: ​https://sou.superboss.com.br/nerdsedutoralunoalfa/

TE VEJO NA TURMA DE ALUNOS DO PROJETO ALUNO ALFA