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SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS

SOLUÇÕES DOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS

NOTA: Se bem que os dados métricos dos enunciados estejam em centímetros, as soluções apresentadas não consideraram o centímetro como unidade.
De facto, no sentido do estudante, o objetivo da consulta das soluções dos exercícios deve ser a verificação da correção dos raciocínios e dos traçados e não
a comparação métrica dos mesmos. Dessa forma, considerou­‑se de maior utilidade o desenvolvimento dos relatórios e a resolução gráfica dos problemas
a uma escala que evite qualquer tentativa de comparação métrica. A escala utilizada foi de ½, o que significa que a cada centímetro da resolução do aluno
corresponderá 0,5 cm nestas soluções.

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C O N C E I TO S G E R A I S R E L AT I V O S À G E O M E T R I A

1.
O ponto, como elemento visual, é uma mancha pequena, de forma mais ou menos circular e de dimensões variáveis. O ponto, como elemento geométrico, é a
unidade base (o elemento base) da Geometria, não possuindo qualquer dimensão física real (tem zero dimensões), sendo uma forma infinitamente pequena que
assinala uma determinada posição no plano ou no espaço.

2.
Em Geometria, um ponto deve representar-se como a interseção de duas linhas retas – o ponto pretendido será o ponto de interseção dessas duas linhas retas.

3.
A identificação de pontos processa-se com o recurso a letras maiúsculas do alfabeto latino (A, B, C, etc…)

4.
Uma reta tem uma única dimensão – uma reta tem apenas comprimento, pois não tem espessura.

5.
Uma reta, em Geometria, deve ser entendida como um conjunto infinito de pontos dispostos sucessivamente e infinitamente próximos uns dos outros ao longo
de uma determinada direção ou, segundo outros autores, como a sequência de posições que um dado ponto ocupa quando se movimenta ao longo de uma dada
direção.

6.
Por direção de uma reta entende-se a posição que essa reta ocupa no campo visual (no plano ou no espaço), em relação a um determinado referencial (ou a
determinadas referências visuais).

7.
Uma “família” de retas é o conjunto de todas as retas (do plano ou do espaço) com a mesma direção.

8.
Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção.

9.
A identificação de retas processa-se com o recurso a letras minúsculas do alfabeto latino (r, s, m, etc…)

10.
Duas retas, no espaço, podem ser complanares ou não complanares.

11.
Por retas complanares entendem-se retas que estão contidas no mesmo plano e que, por isso mesmo, ou são paralelas ou são concorrentes.

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SOLUÇÕES
12.
Se duas retas são complanares, sabe-se que as duas retas são necessariamente paralelas ou concorrentes.

13.
Por retas concorrentes entendem-se retas que têm direções diferentes e um ponto em comum situado a distância finita – o ponto de concorrência.

14.
Por retas paralelas entendem-se retas que são concorrentes num ponto do infinito (um ponto situado a distância infinita – um ponto impróprio) e que, por isso,
têm a mesma direção.

15.
Por retas enviesadas entendem-se retas que não estão contidas no mesmo plano (não pertencem ao mesmo plano), ou seja, são retas que têm direções dife‑
rentes (não são paralelas) e que não têm pontos em comum (não são concorrentes), pelo que são retas que não são paralelas nem concorrentes.

16.
Se duas retas têm direções diferentes, sabe-se que as duas retas não são paralelas – logo, podem ser concorrentes (se forem complanares) ou enviesadas (se
forem não complanares).

17.
Por segmento de reta entende-se uma parte (um troço, uma porção, um bocado) de uma reta, ou seja, é uma linha reta com princípio e fim (os extremos do
segmento).

18.
Por reta suporte de um segmento de reta entende-se a reta da qual o segmento é uma parte (uma porção), ou seja, a reta que contém o segmento.

19.
Por lugar geométrico entende-se a figura geométrica constituída por todos os pontos, todas as retas ou todos os planos que verificam uma dada condição (um
conjunto de condições).

20.
A mediatriz de um segmento de reta é o lugar geométrico dos pontos do plano que estão equidistantes dos extremos do segmento. Atendendo a que a figura
geométrica resultante da condição atrás enunciada é uma reta perpendicular ao segmento e que divide o segmento em duas partes iguais (pois contém o ponto
médio do segmento de reta) a mediatriz de um segmento de reta é, assim, uma reta perpendicular ao segmento de reta e que passa pelo seu ponto médio.

21.
O plano mediador de um segmento de reta é o lugar geométrico dos pontos do espaço que estão equidistantes dos extremos do segmento. Atendendo a que a
figura geométrica resultante da condição atrás enunciada é um plano ortogonal ao segmento de reta e que divide o segmento em duas partes iguais (pois contem
o ponto médio do segmento), o plano mediador de um segmento de reta é um plano ortogonal ao segmento e que contém o seu ponto médio.

22.
Mediatriz de um segmento de reta e plano mediador de um segmento de reta são, ambos, lugares geométricos de pontos equidistantes dos extremos do
segmento. No entanto, no caso da mediatriz trata-se de um lugar geométrico no plano, enquanto no caso do plano mediador se trata de um lugar geométrico
no espaço.

23.
Um plano é uma superfície puramente bidimensional, gerada pela deslocação de uma reta, paralelamente a si mesma, ao longo de uma outra reta.

24.
Por orientação de um plano entende-se a posição que o plano ocupa no espaço, em relação a um determinado referencial (relativamente a um conjunto de re‑
ferências visuais).

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25.
Enquanto a orientação de um plano é a posição que o plano ocupa no espaço em relação a um conjunto de referências visuais, a direção de uma reta é a po‑
sição de uma reta ocupa no plano ou no espaço, em relação, também, a um conjunto de referências visuais.

26.
A identificação de planos processa-se com o recurso a letras minúsculas do alfabeto grego (a, b, d, etc…)

27.
Uma reta pertencer a um dado plano significa que a reta está contida nesse plano, ou seja, que essa reta é complanar com toda e qualquer outra reta desse mes‑
mo plano.

28.
Para uma reta pertencer a um plano, a reta tem de conter dois pontos desse plano (no caso em que a reta está definida por dois pontos) ou tem de conter um
ponto desse plano e ser paralela a uma outra reta desse plano (no caso em que a reta está definida por um ponto e uma direção).

29.
Um ângulo é a porção do plano que está compreendida entre duas semirretas com direções diferentes e a mesma extremidade. Trata-se de uma porção de pla‑
no, pois um ângulo é uma superfície bidimensional. As semirretas que limitam o ângulo são os lados do ângulo. A extremidade comum aos dois lados do ângulo
é o vértice do ângulo

30.
Por distância de um ponto a uma reta entende-se a menor distância entre o ponto e a reta, que é medida perpendicularmente à reta – a distância do ponto à reta
é o comprimento do segmento da reta perpendicular ao segmento que tem um extremo no ponto dado e o outro extremo no ponto de interseção das duas retas.

31.
Para determinar a distância de um ponto a uma reta:
1. conduz-se, pelo ponto, uma reta perpendicular à reta dada;
2. determina-se o ponto de interseção (ou ponto de concorrência) das duas retas;
3. a distância entre os dois pontos é a distância do ponto à reta.

32.
A bissectriz de um ângulo é o lugar geométrico dos pontos do plano que estão equidistantes dos dois lados do ângulo. Atendendo a que a figura geométrica resul‑
tante da condição atrás enunciada é uma reta que contém o vértice do ângulo e que divide o ângulo em dois ângulos geometricamente iguais, a bissetriz de um
ângulo é, assim, uma reta que passa pelo vértice do ângulo e que divide o ângulo em dois ângulos geometricamente iguais.

33.
Um diedro é a porção do espaço que está compreendida entre dois semiplanos com orientações diferentes e com a mesma reta limite (ou reta de origem). Trata-
se de uma porção de espaço, pois um diedro é uma entidade tridimensional. Os semiplanos que limitam o diedro são as faces do diedro. A reta limite das duas
faces do diedro é a aresta do diedro.

34.
O retilíneo de um diedro é o ângulo formado pelas duas semirretas que resultam da interseção das duas faces do diedro com um plano ortogonal à aresta do
diedro.

35.
Por distância de um ponto a um plano entende-se a menor distância entre o ponto e o plano, que é medida ortogonalmente ao plano – a distância do ponto ao
plano é o comprimento do segmento da reta ortogonal ao plano que tem um extremo no ponto dado e o outro extremo no ponto de interseção da reta com o
plano dado.

36.
Para determinar a distância de um ponto a um plano:
1. conduz-se, pelo ponto, uma reta ortogonal ao plano dado;
2. determina-se o ponto de interseção da reta com o plano;
3. a distância entre os dois pontos é a distância do ponto ao plano.

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SOLUÇÕES
37.
O plano bissetor de um diedro é o lugar geométrico dos pontos do espaço que estão equidistantes das faces do diedro. Atendendo a que a figura geométrica re‑
sultante da condição atrás enunciada é um plano que contém a aresta do diedro e que divide o diedro em dois diedros geometricamente iguais, o plano bissetor
de um diedro é, assim, o plano que contém a aresta do diedro e que divide o diedro em dois diedros geometricamente iguais.

38.
Enquanto ângulo é uma entidade bidimensional (é uma porção do plano compreendida entre duas semirretas), já o diedro é uma entidade tridimensional (é
uma porção do espaço compreendida entre dois semiplanos).

39.
Critério de paralelismo entre retas e planos: uma reta é paralela a um plano se e só se não estiver contida no plano e for paralela uma reta desse plano, ou
seja, se a reta não estiver contida no plano e pertencer a uma “família” de retas que o plano contenha. De forma inversa, um plano é paralelo a uma reta se e só
se esse plano não contiver a reta e contiver uma reta paralela à reta dada, ou seja, um plano é paralelo a uma reta se o plano não contiver a reta e contiver a “fa‑
mília” de retas a que a reta dada pertence.

40.
Uma reta é concorrente com um plano quando não é paralela a esse plano, ou seja, quando não é paralela a nenhuma reta desse plano.

41.
A afirmação é verdadeira. De facto, um plano e uma reta intersetam-se sempre num ponto, que é o ponto que pertence simultaneamente à reta e ao plano. Esse
ponto, no entanto, pode situar-se a uma distância finita (um ponto próprio), no caso de a reta ser concorrente com o plano, ou a uma distância infinita (um ponto
impróprio), no caso de a reta ser paralela ao plano.

42.
Por interseção entende-se a figura geométrica que é comum a duas figuras geométricas dadas (a figura geométrica que pertence simultaneamente a duas figu‑
ras geométricas dadas). A interseção entre uma reta e um plano, por exemplo, é um ponto.

43.
Se dois planos têm a mesma orientação, os planos são paralelos. Caso tenham orientações diferentes, os planos são secantes.

44.
Critério de paralelismo entre planos: dois planos são paralelos se e só se duas retas concorrentes de um dos planos forem paralelas a duas retas concorrentes
do outro plano, ou seja, se os dois planos tiverem, em comum, duas “famílias” de retas (se houver duas “famílias” de retas que existam, simultaneamente, nos
dois planos).

45.
Por planos secantes entendem-se planos com orientações diferentes e que se intersetam (se cortam) segundo uma reta – a reta de interseção dos dois planos.
Assim, dois planos secantes são planos que têm uma única “família” de retas em comum, sendo que a reta de interseção entre os dois planos é necessariamente
uma reta dessa única “família” de retas que os dois planos têm em comum.

46.
Retas perpendiculares são duas retas concorrentes que fazem, entre si, quatro ângulos retos (quatro ângulos com uma amplitude de 90º).

47.
Retas perpendiculares são duas retas concorrentes (complanares) cujas direções são ortogonais. Retas ortogonais são retas paralelas a duas retas concor‑
rentes – são retas com direções ortogonais mas que não são necessariamente concorrentes (são retas cujas direções são ortogonais). Assim, retas perpen-
diculares são necessariamente ortogonais, mas retas ortogonais podem ser perpendiculares (caso sejam complanares) ou meramente ortogonais (se forem
enviesadas – não complanares).

48.
Critério de ortogonalidade entre retas e planos: uma reta é ortogonal a um plano se e só se for ortogonal ou perpendicular a duas retas concorrentes desse
plano, ou seja, se a reta for ortogonal a duas “famílias” de retas desse plano. De forma inversa, um plano é ortogonal a uma reta se e só se o plano contiver duas
retas concorrentes ortogonais ou perpendiculares à reta dada, ou seja, se o plano contiver duas “famílias” de retas ortogonais à reta dada.

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49.
Teorema da ortogonalidade entre retas e planos: uma reta ortogonal a um plano é ortogonal ou perpendicular a todas as retas desse plano. De forma inversa,
se um plano é ortogonal a uma reta, todas as retas desse plano são ortogonais ou perpendiculares à reta dada.

50.
Por planos ortogonais entendem-se planos secantes que fazem, entre si, diedros de retilíneos de 90º, ou seja, planos secantes cujas orientações são ortogonais.

51.
Critério de ortogonalidade entre planos: dois planos são ortogonais entre si se e só se um deles contiver uma reta ortogonal ao outro plano, ou seja se um dos
planos contiver a “família” de retas ortogonal ao outro plano.

52.
Por figura plana entende-se toda a superfície plana (a região do plano) que está limitada por uma linha fechada, linha essa que pode ser quebrada, curva ou mista.

53.
Uma figura plana não pode ser um espaço, pois uma figura plana só tem duas dimensões (é uma entidade bidimensional – uma porção de um plano, que só tem
duas dimensões) e, por isso, não tem volume, enquanto que um espaço tem necessariamente três dimensões (tem volume).

54.
Uma circunferência é o lugar geométrico dos pontos do plano que estão equidistantes (à mesma distância – o raio da circunferência) de um dado ponto (o cen‑
tro da circunferência).

55.
A afirmação é falsa. De facto, o centro da circunferência não é um ponto da circunferência, pois a distância do centro da circunferência a si mesmo é zero. Aten‑
dendo a que a circunferência é o lugar geométrico dos pontos do plano que estão a uma mesma distância (o raio da circunferência) do centro da circunferência,
o centro da circunferência só será um ponto da circunferência no caso de o raio da circunferência ser zero – e, nesse caso, a circunferência reduz-se a um único
ponto, que é o próprio centro da circunferência. Em todos os outros casos em que o raio da circunferência não é zero (em que se trata realmente de uma circun‑
ferência), o centro da circunferência não é um ponto da circunferência.

56.
Por círculo entende-se a superfície plana que é limitada pela circunferência – o círculo é, assim, uma figura plana.

57.
A circunferência é a linha plana (curva) fechada que delimita o círculo. O círculo, por sua vez, é a figura plana limitada por uma linha que é a circunferência. As‑
sim, enquanto a circunferência é uma linha, o círculo, por se tratar de uma figura plana, é uma superfície plana.

58.
Uma corda é todo o segmento de reta cujos extremos são dois pontos da circunferência. Um diâmetro é toda a corda que contém o centro da circunferência, ou
seja, é todo o segmento de reta que contém o centro da circunferência e cujos extremos são dois pontos da própria circunferência.

59.
Por raio de uma circunferência pode entender-se todo o segmento de reta que tem um extremo no centro da circunferência e o outro extremo num ponto
qualquer da circunferência. Por outro lado, por raio da circunferência pode entender-se, também, a distância de qualquer ponto da circunferência ao centro da
circunferência, ou seja, o comprimento de todo e qualquer segmento de reta a que se aplique a definição de raio da circunferência.

60.
Um polígono é toda a figura plana limitada por uma linha quebrada fechada (uma linha poligonal).

61.
Um polígono regular é todo o polígono com todos os lados iguais e com todos os ângulos iguais sendo, também, inscritível numa circunferência.

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SOLUÇÕES
62.
Um retângulo é um polígono irregular, pois, apesar de ter todos os seus ângulos iguais (são quatro ângulos retos) e de ser inscritível numa circunferência, não
tem todos os seus lados iguais (os seus lados são iguais dois a dois).

63.
Um polígono estar inscrito numa circunferência significa que todos os vértices do polígono são pontos dessa circunferência (o polígono tem todos os seus vértices
sobre a circunferência). Nessa situação, a circunferência, por sua vez, está circunscrita ao polígono.

64.
Lado de um polígono é todo o segmento que tem, por extremos, dois vértices consecutivos do polígono. Diagonal de um polígono, por sua vez, é todo o segmen‑
to de reta que tem, por extremos, dois vértices não consecutivos do polígono.

65.
Geratriz é toda a linha cujo movimento (ao longo da diretriz) gera uma superfície. Diretriz é a linha (a regra, a lei) que define (rege) o movimento da geratriz.

66.
Superfície regrada é toda a superfície cuja geratriz é uma linha reta. Superfície curva é toda a superfície cuja geratriz é uma linha curva.

67.
Superfície planificável é toda a superfície regrada em que quaisquer duas geratrizes são complanares (ou são paralelas ou são concorrentes). Superfície em-
penada é toda a superfície regrada em que tal não se verifica, ou seja, é toda a superfície regrada em que existem pelo menos duas geratrizes que não são
complanares (não são paralelas nem concorrentes).

68.
Em ambas as superfícies (cónica e piramidal), as geratrizes são retas concorrentes num ponto (o vértice da superfície) exterior ao plano da diretriz. A diferença
entre ambas reside no facto de, numa superfície cónica, a diretriz ser uma linha curva e, numa superfície piramidal, a diretriz ser uma linha quebrada.

69.
Em ambas as superfícies (piramidal e prismática), a diretriz é uma linha quebrada e as geratrizes são retas (trata-se de superfícies regradas). A diferença en‑
tre ambas reside no facto de, numa superfície piramidal, as geratrizes serem retas concorrentes num ponto situado a distância finita (o vértice da superfície) e,
numa superfície prismática, as geratrizes serem retas paralelas entre si (o vértice da superfície está no infinito).

70.
Por folha de uma superfície entende-se uma porção da superfície que tem extremidade no vértice da superfície. As superfícies cónicas e piramidais, por exem‑
plo, admitem a existência de duas folhas, simétricas entre si em relação ao vértice da superfície. Já as superfícies cilíndricas e prismáticas (em que o vértice da
superfície se situa no infinito) admitem a existência de uma única folha.

71.
Uma superfície de revolução é gerada pelo movimento rotativo de uma linha (a geratriz) em torno de um eixo, de tal forma que qualquer ponto da geratriz, no
seu movimento, descreve uma circunferência contida num plano ortogonal ao eixo e cujo centro é o ponto de interseção desse plano com o eixo da superfície.

72.
Uma superfície cónica oblíqua não será, nunca, uma superfície de revolução, pois a diretriz, mesmo que seja uma circunferência (pode não o ser), está contida
num plano oblíquo ao eixo da superfície que, dessa forma, não pode ser um eixo de rotação. Assim, caso se considerasse a rotação de uma geratriz em torno
do eixo da superfície numa superfície cónica oblíqua, o movimento seria elíptico ou ovular e não circular, pois os pontos da geratriz descreveriam, em torno do
eixo, elipses ou óvulos e não circunferências.

73.
Uma superfície é uma figura geométrica infinita (sem limites) e sem espessura, resultante do movimento de uma geratriz (uma linha) em torno de um eixo ou ao
longo de uma diretriz. Já um sólido é o espaço limitado por superfícies (qualquer tipo de superfícies, nas quais se podem incluir planos), resultando num corpo,
com massa, volume e peso. A título de exemplo referem-se a superfície esférica e a esfera, em que a primeira é uma superfície e a segunda é o sólido limitado
pela superfície esférica (a superfície que limita a esfera).

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74.
Uma pirâmide é o espaço limitado lateralmente por um troço de uma superfície piramidal fechada e por um plano que não contém o vértice da superfície e que
corta todas as geratrizes da superfície (o plano que contém a base da pirâmide).

75.
Um cilindro é o espaço limitado lateralmente por um troço de uma superfície cilíndrica e por dois planos paralelos entre si e que cortam todas as geratrizes da
superfície (os planos que contêm as bases do sólido).

76.
Por contorno aparente de um sólido entende-se a linha fechada (curva, quebrada ou mista) que existe na superfície do sólido e que, segundo um determinado
ponto de vista, separa rigorosamente a parte visível da superfície do sólido da parte da sua superfície que é invisível (para esse mesmo ponto de vista).

77.
Essa aresta não integra o contorno aparente do sólido (nem nunca poderia integrá-lo), pois a aresta referida separa duas faces visíveis do sólido. De facto, uma
vez que o contorno aparente separa, sempre, as partes visíveis da superfície um sólido das partes dessa superfície que são invisíveis, só as arestas do dado que
separam uma face visível de uma face invisível é que podem integrar o contorno aparente do dado.

78.
Um poliedro é um sólido geométrico limitado apenas por polígonos, ou seja, é um sólido limitado apenas por superfícies planas (as faces do poliedro) que se
intersetam entre si segundo linhas retas (as arestas do poliedro).

79.
Uma aresta é todo o segmento de reta que é o lado comum aos polígonos de duas faces contíguas desse poliedro, ou seja, é o segmento de reta segundo o qual
se intersetam duas faces contíguas do poliedro.

80.
Um poliedro regular é todo o poliedro cujas faces são polígonos regulares, todos iguais, e que é inscritível numa superfície esférica. Atendendo a que as faces de
qualquer poliedro regular são polígonos regulares todos iguais, todas as arestas de qualquer poliedro regular são necessariamente iguais.

81.
Um paralelepípedo não é um poliedro regular. Justificação: as faces de um paralelepípedo não são polígonos regulares (são retângulos), pelo que, apesar de
ser possível inscrever um paralelepípedo numa superfície esférica, um paralelepípedo não é um poliedro regular.

82.
Existem cinco poliedros regulares – o tetraedro, o hexaedro (o cubo), o octaedro, o dodecaedro e o icosaedro.

83.
Uma pirâmide quadrangular é necessariamente um poliedro irregular, pois as suas faces não são todas polígonos regulares iguais – a base é um quadrado e
as faces laterais são triângulos (que podem ou não ser equiláteros). Assim, a base e as faces laterais, mesmo que sejam polígonos regulares, não são iguais,
pelo que uma pirâmide quadrangular (regular ou não) nunca poderá ser um poliedro regular.

84.
A afirmação é falsa. A altura de um sólido é a distância entre os planos das bases (no caso dos prismas) ou a distância do vértice ao plano da base (no caso das
pirâmides), que é, necessariamente, medida ortogonalmente ao(s) plano(s) da(s) base(s). Assim, a altura de um sólido só é o comprimento do seu eixo nas situa­
ções particulares em que se trate de prismas retos ou de pirâmides retas, cujos eixos são ortogonais ao(s) plano(s) da(s) base(s).

85.
Aresta lateral é todo o segmento de reta segundo o qual se intersetam duas faces laterais contíguas do sólido (é um lado comum aos polígonos de duas faces
laterais contíguas do sólido). Aresta da base é todo o segmento de reta segundo o qual se intersetam uma face lateral e uma base do sólido (é um lado comum
ao polígono de uma face lateral e ao polígono da base ou de uma das bases do sólido).

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SOLUÇÕES
86.
Por pirâmide regular entende-se toda a pirâmide reta cuja base é um polígono regular. Assim, por se tratar de uma pirâmide reta, o eixo da pirâmide é orto-
gonal ao plano da base. Por outro lado, uma vez que a base é um polígono regular, as arestas da base são geometricamente iguais entre si e todos os vértices
da base estão equidistantes do vértice da pirâmide, o que resulta no facto de as faces laterais da pirâmide serem triângulos isósceles, geometrica­mente iguais
entre si.

87.
Por altura de uma pirâmide entende-se a distância do vértice da pirâmide ao plano da base, medida ortogonalmente ao plano da base da pirâmide.

88.
Pirâmide reta é toda a pirâmide cujo eixo é ortogonal ao plano da base e pode ser regular ou não. Uma pirâmide regular é uma pirâmide reta cuja base é um
polígono regular, pelo que as suas faces laterais são triângulos isósceles, geometricamente iguais entre si. Numa pirâmide reta, a base pode não ser um po‑
lígono regular, pelo que as faces laterais, embora sendo triângulos, podem ou não ser isósceles e não são geometricamente iguais. Exemplos: uma pirâmide
quadrangular regular é uma pirâmide regular, pois é uma pirâmide reta cuja base é um polígono regular (é um quadrado); uma pirâmide retangular reta é uma
pirâmide reta mas não regular, pois a sua base (que é um retângulo) não é um polígono regular.

89.
Um prisma reto é todo o prisma cujo eixo é ortogonal aos planos das bases (e cujas arestas laterais, por serem paralelas ao eixo, são também ortogonais aos
planos das bases), o que resulta no facto de as suas faces laterais serem retângulos. Um prisma oblíquo é um prisma cujo eixo é oblíquo aos planos das bases
(e cujas arestas laterais, por serem paralelas ao eixo, são também oblíquas aos planos das bases), o que resulta no facto de as suas faces laterais serem parale‑
logramos (que podem ou não ser retângulos).

90.
Por prisma regular entende-se todo o prisma reto cujas bases são polígonos regulares. Assim, por se tratar de um prisma reto, o eixo do prisma é ortogonal
ao plano da base (tal como as suas arestas laterais), pelo que as suas faces laterais são retângulos. Por outro lado, uma vez que as bases são polígonos regula‑
res, as arestas das bases são geometricamente iguais, o que resulta no facto de as faces laterais do prisma serem retângulos geometricamente iguais entre si.

91.
Por altura de um prisma entende-se a distância entre os planos das duas bases do prisma, medida ortogonalmente aos planos das bases.

92.
Prisma reto é todo o prisma cujo eixo é ortogonal aos planos das bases, e pode ser regular ou não. Um prisma regular é um prisma reto cujas bases são
polígonos regulares, pelo que as suas faces laterais são retângulos todos iguais entre si. Num prisma reto, as bases podem não ser polígonos regulares, pelo
que as faces laterais, embora sendo retângulos, não são todas iguais. Exemplos: um prisma quadrangular regular é um prisma regular, pois é um prisma reto
cujas bases são polígonos regulares (são quadrados); um paralelepípedo é um prisma reto mas não regular, pois as suas bases (que são retângulos) não são
polígonos regulares.

93.
Um cone é o espaço (um corpo com massa, volume e peso) limitado por uma folha de uma superfície cónica e por um plano que corta todas as geratrizes e não
contém o vértice (o plano da base do cone). Uma superfície cónica é uma figura geométrica sem massa, espessura ou peso, gerada pelo movimento de uma
reta (a geratriz) com um ponto fixo (o vértice da superfície) ao longo de uma linha curva (a diretriz), apresentando duas folhas simétricas em relação ao vértice
da superfície.

94.
Um cone reto é um cone cujo eixo é ortogonal ao plano da base. No caso de se tratar de um cone de base circular, a superfície cónica que o limita lateralmente é
necessariamente uma superfície de revolução. Um cone oblíquo é um cone cujo eixo é oblíquo ao plano da base. Mesmo nas situações em que a base do cone
seja circular, a superfície cónica que limita o cone oblíquo não será nunca uma superfície de revolução.

95.
A afirmação é verdadeira, se considerarmos apenas os cones retos de base circular. Um cone de revolução é um cone que é limitado, lateralmente, por uma
folha de uma superfície cónica de revolução, sendo que a sua base é necessariamente circular. Acontece que num cone reto de base circular, a base é um círculo
e o eixo é ortogonal ao plano da base. Considerando a circunferência que delimita a base do cone como a diretriz da superfície que limita o sólido, e atendendo a
que o eixo do cone (e da superfície) é ortogonal ao plano que contém a base (que é limitada pela diretriz da superfície), a superfície gerada é uma necessariamente
uma superfície cónica de revolução, pelo que um cone reto é necessariamente um cone de revolução.

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96.
Por altura de um cone entende-se a distância do vértice do cone ao plano da base, medida ortogonalmente ao plano da base do cone.

97.
Um cilindro reto é um cilindro cujo eixo é ortogonal aos planos das bases, bem como as suas geratrizes (que são paralelas ao eixo do sólido). No caso de se tratar
de um cilindro de bases circulares, a superfície cilíndrica que limita lateralmente o sólido é necessariamente uma superfície de revolução. Um cilindro oblíquo é
um cilindro cujo eixo é oblíquo aos planos das bases.
Mesmo nas situações em que as bases do cilindro sejam circulares, a superfície cilíndrica que limita o cilindro oblíquo não será nunca uma superfície de revolução.

98.
Por cilindro de revolução entende-se um cilindro limitado lateralmente por um troço de uma superfície cilíndrica de revolução e por dois planos, ortogonais ao
eixo do sólido (eixo de rotação), que são os planos que contêm as duas bases do sólido (que são necessariamente circulares). Os planos das bases são necessa‑
riamente ortogonais às geratrizes do sólido (que são paralelas ao eixo da superfície).

99.
Por altura de um cilindro entende-se a distância entre os planos das duas bases do cilindro, medida ortogonalmente aos planos das bases.

100.
Uma esfera é o espaço (um corpo, com massa, volume e peso) limitado por uma superfície esférica.

101.
A figura originada pelo corte de uma esfera por qualquer plano é sempre um círculo.

102.
A figura originada pelo corte de uma superfície esférica por qualquer plano é sempre uma circunferência. Comparação com a situação anterior: quando um
plano corta uma esfera, a figura resultante desse corte é um círculo, enquanto que quando o plano corta uma superfície esférica, a figura resultante é uma cir-
cunferência.

103.
Por círculo máximo de uma esfera entende-se todo o círculo com centro no centro da esfera e com o mesmo raio da esfera, cuja rotação, em torno de qualquer
dos seus diâmetros, origina a própria esfera. Na prática, o círculo máximo de uma esfera é sempre o corte produzido na esfera por qualquer plano que conte‑
nha o centro da esfera.

104.
Por secção plana de um poliedro entende-se o polígono cujos lados são os segmentos de reta resultantes da interseção entre o plano secante e as faces desse
poliedro.

105.
Por plano secante entende-se todo o plano que corta um determinado sólido, originando uma secção.

106.
Considerando o polígono resultante da secção produzida numa pirâmide por um determinado plano, tem-se: o lado do polígono da secção é o segmento de reta
segundo o qual o plano secante corta uma face lateral da pirâmide ou a base da pirâmide, enquanto que vértice do polígono da secção é o ponto em que o plano
secante corta uma aresta da pirâmide (uma aresta lateral ou uma aresta da base).

107.
Por sólido truncado (ou sólido resultante da secção) entende-se uma determinada parte do sólido compreendida entre o plano secante e uma base ou o vér‑
tice do sólido. Por figura da secção entende-se, apenas, o polígono resultante da secção produzida no sólido pelo plano secante.

108.
A afirmação é verdadeira. De facto, na situação em que o plano secante contém o vértice do sólido e corta a circunferência que delimita a base do cone em dois
pontos, a figura da secção é necessariamente um triângulo. O vértice do cone e os dois pontos em que o plano corta a circunferência eu delimita a base são os
três vértices do cone.

9
SOLUÇÕES
109.
Por equipamento afeto ao desenho técnico entende-se todo o material necessário à representação de formas, objetos e espaços através dos códigos de repre‑
sentação do desenho rigorosos e do desenho técnico.

110.
Alguns exemplos de suportes: papel vegetal (transparente), papel de máquina, papel cavalinho, etc.

111.
Alguns exemplos de riscadores: lápis, lapiseiras, esferográficas, tira-linhas, canetas a tinta-da-china, etc.

112.
Alguns exemplos de materiais de precisão: compasso, réguas, esquadros, escantilhões, etc.

113.
Por normalização entende-se a sistematização de um conjunto de normas, regionais ou universais, que pretendem sistematizar e uniformizar formas de apre‑
sentação, de produção, de trabalho, etc., nos mais diversos campos, desde o desenho técnico à mecânica, à agricultura (na Comunidade Europeia), à indústria
automóvel, têxtil, etc.

114.
A importância da criação de sistemas de normalização reside, precisamente, no facto de se estabelecerem regras para as mais diversas áreas profissionais (em
termos regionais ou universais), de modo a que, numa determinada área profissional, todos os profissionais possuam uma linguagem comum.

115.
A Organização Internacional de Normalização é o organismo internacional que tem, por função, fiscalizar e uniformizar as normas existentes nos diversos pa‑
íses e, dessa forma, estabelecer normas universais e comuns a todos os países, ou seja, reconhecidas internacionalmente.

116.
A normas ISO são, precisamente, as normas estabelecidas pela Organização Internacional de Normalização, sendo que aquela sigla provém das iniciais do
nome do organismo em inglês – International Standardization Organization.

117.
As retas identificam-se com letras minúsculas do alfabeto latino (r, s, m, etc.), enquanto que os pontos se identificam com letras maiúsculas do mesmo al‑
fabeto (A, B, C, etc.).

118.
Os planos identificam-se com letras minúsculas do alfabeto grego (a, b, d, etc.)

119.
A palavra traçado, em Geometria Descritiva, refere-se genericamente às diferentes formas de utilização da linha, como elemento fundamental de representação
em Geometria Descritiva – essas formas de utilização podem ter a ver com convenções ao nível do uso da linha (traço interrompido, tracejado, etc.) ou com a
expressividade (intensidade) da linha (leve, médio, forte).

120.
[AB] refere-se ao segmento de reta que tem extremos nos pontos A e B, enquanto que AB se refere à distância entre os pontos A e B. Assim, AB refere-se pre‑
cisamente ao comprimento do segmento de reta [AB].

10
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
2.
INTRODUÇÃO

121.
A finalidade da Geometria Descritiva é a representação bidimensional (na superfície do plano) dos objetos e das formas que existem no espaço (e que, por isso
mesmo, têm uma existência tridimensional).

122.
O que tem duas dimensões é o plano, porque o plano não tem volume – um plano tem área.

123.
O que tem três dimensões é o espaço, porque o espaço tem volume.

124.
Objecto bidimensional: um quadrado. Objecto tridimensional: um cubo.

125.
A fotografia tem apenas duas dimensões. Justificação: a imagem da fotografia está impressa na superfície da folha, que é uma superfície plana, portanto bidi‑
mensional (o plano tem apenas duas dimensões). Ao contrário das pessoas fotografadas (que são seres tridimensionais – têm corpos tridimensionais), a foto‑
grafia não tem volume e para ter três dimensões teria de ter volume.

126.
Em primeiro lugar foi no Renascimento, com Brunelleschi, que se formularam as primeiras leis da perspetiva (representação bidimensional rigorosa de objetos
tridimensionais). Ainda no século XV, Leon Battista Alberti teorizou as descobertas de Brunelleschi que, mais tarde, Leonardo da Vinci desenvolveu. Por fim,
foi já no final do século XVIII que Gaspard Monge formulou as regras da Geometria Descritiva, enquanto ciência, generalizando os métodos introduzidos por
Brunelleschi, Alberti e Leonardo.

127.
A Geometria Descritiva nasceu em França, numa época de grandes mutações tanto sociais como científicas, cujo principal foco foi, precisamente, a França do sé‑
culo XVIII. Assim, tanto as revoluções de ordem social e política (a Revolução Francesa, com a queda do Antigo Regime), como as revoluções de ordem científica
e tecnológica (a Revolução Industrial e todas as descobertas científicas da época), criaram um ambiente favorável ao desenvolvimento de um espírito científico,
no qual se insere a invenção da Geometria Descritiva.

128.
Por referencial entende-se um conjunto de elementos, relacionados entre si, que organizam/estruturam uma determinada realidade e nos permite referenciar
objetos existentes nessa entidade em relação a esses elementos.

129.
Um referencial no plano tem duas dimensões, porque o plano é uma entidade bidimensional (tem apenas duas dimensões).

130.
Um referencial no espaço tem três dimensões, porque o espaço é uma entidade tridimensional (tem três dimensões).

131.
Exemplo de um referencial: o referencial terrestre. Elementos constituintes do referencial terrestre: os paralelos e os meridianos. Entidade que o referencial
organiza/estrutura: o globo terrestre.

132.
O eixo X é a reta de interseção do plano frontal (plano 2 ou jo) com o plano horizontal (plano 1 ou no). O eixo Y é a reta de interseção do plano horizontal (plano 1
ou no) com o plano de perfil (plano 3 ou po). O eixo Z é a reta de interseção do plano frontal (plano 2 ou jo) com o plano de perfil (plano 3 ou po).

11
SOLUÇÕES
133.
A sigla SPHA refere-se ao Semi-Plano Horizontal Anterior. A sigla SPHP refere-se ao Semi-Plano Horizontal Posterior.

134.
A sigla SPFS refere-se ao Semi-Plano Frontal Superior. A sigla SPFI refere-se ao Semi-Plano Frontal Inferior.

135.
O referencial, em Geometria Descritiva, divide o espaço em quatro partes (quatro porções espaciais), que se chamam Diedros.

136.
O 1o Diedro é o espaço compreendido entre o SPHA e o SPFS.

137.
O 2o Diedro é o espaço compreendido entre o SPHP e o SPFS.

138.
As coordenadas de um ponto, em Geometria Descritiva, são as distâncias desse ponto aos planos do referencial, são três e escrevem-se invariavelmente por
ordem alfabética – a abcissa, o afastamento e a cota.

139.
As coordenadas são abcissa, afastamento e cota, por esta ordem. Abcissa – é a distância do ponto ao Plano de Perfil (plano 3 ou po). Afastamento – é a distância
do ponto ao Plano Frontal (plano 2 ou jo). Cota – é a distância do ponto ao Plano Horizontal (plano 1 ou no).

140.
Sobre o ponto A (2; 5; 1), sabe-se que o ponto A tem 2 cm de abcissa, 5 cm de afastamento e 1 cm de cota.

141.
Se o ponto A tem cota positiva, sabe-se que o ponto se situa para cima do Plano Horizontal – o ponto A pode situar-se no 10 Diedro, no 20 Diedro ou no SPFS.

142.
Se o ponto B tem cota negativa, sabe-se que o ponto se situa para baixo do Plano Horizontal – o ponto B pode situar-se no 30 Diedro, no 40 Diedro ou no SPFI.

143.
Se o ponto C tem afastamento nulo, sabe-se que o ponto C se situa no próprio Plano Frontal (a distância do ponto C ao Plano Frontal é nula). Se o ponto D tem
cota nula, sabe-se que o ponto D se situa no próprio Plano Horizontal (a distância do ponto D ao Plano Horizontal é nula).

144.
Um ponto com afastamento positivo situa-se para a frente do Plano Frontal, pelo que pode situar-se no 10 Diedro, no 40 Diedro ou no SPHA. Um ponto com afas‑
tamento negativo situa-se para trás do Plano Frontal, pelo que pode situar-se no 20 Diedro, no 30 Diedro ou no SPHP.

145.
Um ponto com cota positiva situa-se para cima do Plano horizontal – pode situar-se no 10 Diedro, no 20 Diedro ou no SPFS. Um ponto com afastamento positivo
situa-se para a frente do Plano Frontal – pode situar-se no 10 Diedro, no 40 Diedro ou no SPHA. Nesse sentido, um ponto com cota e afastamento positivos situa-
-se necessariamente no 10 Diedro.

146.
Um ponto com abcissa positiva situa-se para a esquerda do Plano de Perfil, podendo situar-se em qualquer um dos quatro Diedros ou em qualquer um dos se‑
miplanos – no SPHA, no SPFS, no SPHP ou no SPFI.

147.
As coordenadas que determinam os diferentes Diedros em que um ponto se pode situar são o afastamento e a cota, pois são estas as coordenadas que são
referenciadas aos planos que dividem o espaço em Diedros – o Plano Frontal e o Plano Horizontal. De facto, e como se pôde observar na resposta à questão
anterior, um ponto com uma determinada abcissa pode situar-se em qualquer um dos quatro Diedros ou, ainda, no Plano Frontal ou no Plano Horizontal, inde‑
pendentemente da abcissa do ponto ser positiva ou negativa – a mudança de sinal da abcissa não implica uma mudança de Diedro na localização do ponto, pois,
num mesmo Diedro, o ponto pode ter abcissa positiva, negativa ou nula. O mesmo já não acontece com o afastamento e com a cota, pois a mudança de sinal de
qualquer uma destas duas coordenadas implica, necessariamente, uma mudança no Diedro em que o ponto se situa.

12
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
148.
Pontos situados no Plano Frontal têm afastamento nulo.

149.
Pontos situados no Plano Horizontal têm cota nula.

150.
O lugar geométrico dos pontos do espaço que têm afastamento positivo e cota nula é o SPHA (é a figura geométrica constituída por todos os pontos que verificam
as condições dadas – ter afastamento positivo e cota nula).

151.
O lugar geométrico dos pontos do espaço que têm afastamento nulo e cota negativa é o SPFI (é a figura geométrica constituída por todos os pontos que verificam
as condições dadas – ter afastamento nulo e cota negativa).

152.
O lugar geométrico dos pontos do espaço que têm afastamento negativo e cota positiva é o 2o Diedro (é a figura geométrica constituída por todos os pontos que
verificam as condições dadas – ter afastamento negativo e cota positiva).

153.
O SPHP é o lugar geométrico dos pontos do espaço que têm afastamento negativo e cota nula.

154.
O eixo X é o lugar geométrico dos pontos do espaço que têm afastamento e cota nulos.

155.
O ponto A tem afastamento positivo, pelo que se situa para a frente do Plano Frontal – o ponto pode situar-se no 1o Diedro, no SPHA ou no 4o Diedro. Como o
ponto A tem cota positiva, o ponto está para cima do Plano Horizontal, pelo que o ponto A se situa no 1o Diedro.

156.
O ponto B tem afastamento positivo, pelo que se situa para a frente do Plano Frontal – o ponto pode situar-se no 1o Diedro, no SPHA ou no 4o Diedro. Como o
ponto B tem cota nula, o ponto situa-se no próprio Plano Horizontal, pelo que o ponto B se situa no SPHA.

157.
O ponto C tem afastamento positivo, pelo que se situa para a frente do Plano Frontal – o ponto pode situar-se no 1o Diedro, no SPHA ou no 4o Diedro. Como o
ponto C tem cota negativa, o ponto está para baixo do Plano Horizontal, pelo que o ponto C se situa no 4o Diedro.

158.
O ponto D tem afastamento negativo, pelo que se situa para trás do Plano Frontal – o ponto pode situar-se no 2o Diedro, no SPHP ou no 3o Diedro. Como o ponto D
tem cota positiva, o ponto está para cima do Plano Horizontal, pelo que o ponto D se situa no 2o Diedro.

159.
O ponto E tem afastamento negativo, pelo que se situa para trás do Plano Frontal – o ponto pode situar-se no 2o Diedro, no SPHP ou no 3o Diedro. Como o ponto E
tem cota nula, o ponto situa-se no próprio Plano Horizontal, pelo que o ponto E se situa no SPHP.

160.
O ponto F tem afastamento negativo, pelo que se situa para trás do Plano Frontal – o ponto pode situar-se no 2o Diedro, no SPHP ou no 3o Diedro. Como o ponto D
tem cota negativa, o ponto está para baixo do Plano Horizontal, pelo que o ponto F se situa no 3o Diedro.

161.
O ponto G tem afastamento nulo, pelo que se situa no próprio Plano Frontal – o ponto pode situar-se no SPFS, no SPFI ou no eixo X. Como o ponto G tem cota
positiva, o ponto situa-se para cima do Plano Horizontal, pelo que o ponto G se situa no SPFS.

162.
O ponto H tem afastamento nulo, pelo que se situa no próprio Plano Frontal – o ponto pode situar-se no SPFS, no SPFI ou no eixo X. Como o ponto H tem cota
negativa, o ponto situa-se para baixo do Plano Horizontal, pelo que o ponto H se situa no SPFI.

13
SOLUÇÕES
163.
O ponto I tem afastamento nulo, pelo que se situa no próprio Plano Frontal – o ponto pode situar-se no SPFS, no SPFI ou no eixo X. Como o ponto I tem cota
nula, o ponto situa-se no próprio Plano Horizontal, pelo que o ponto I se situa no eixo X.

164.
A ∈ 10 Diedro; B ∈ 40 Diedro; C ∈ SPHA; D ∈ 20 Diedro; E ∈ SPHP; F ∈ eixo X;
G ∈ 30 Diedro; H ∈ SPFS; I ∈ SPFI; J ∈ SPHP.

165.
A ∈ 10 Diedro; B ∈ 20 Diedro; C ∈ SPHP; D ∈ 40 Diedro; E ∈ SPFS; F ∈ 30 Diedro;
G ∈ SPFI; H ∈ SPHA.

166.
O plano b1/3 é o plano bissetor dos Diedros Ímpares (10 e 30 Diedros) – é o lugar geométrico dos pontos do espaço que estão equidistantes do SPHA e do SPFS (no
1o Diedro) ou que estão equidistantes do SPHP e do SPFI (no 3o Diedro). O plano b2/4 é o plano bissetor dos Diedros Pares (20 e 40 Diedros) – é o lugar geométrico
dos pontos do espaço que estão equidistantes do SPHP e do SPFS (no 2o Diedro) ou que estão equidistantes do SPHA e do SPFI (no 4o Diedro).

167.
O que divide os Diedros em Octantes são os planos bissetores (o b1/3 e o b2/4).

168.
O que divide o espaço em Octantes são os planos do referencial (Plano Frontal e Plano Horizontal) e os planos bissetores (o b1/3 e o b2/4).

169.
O 10 e o 20 Octantes situam-se no 10 Diedro – o 1o Octante é o espaço compreendido entre o SPHA e o b1/3 e o 2o Octante é o espaço compreendido entre o b1/3 e
o SPFS. O 50 e o 60 Octantes situam-se no 30 Diedro – o 5o Octante é o espaço compreendido entre o SPHP e o b1/3 e o 6o Octante é o espaço compreendido entre
o b1/3 e o SPFI.

170.
O 30 e o 40 Octantes situam-se no 20 Diedro – o 3o Octante é o espaço compreendido entre o SPFS e o b2/4 e o 4o Octante é o espaço compreendido entre o b2/4 e
o SPHP. O 70 e o 80 Octantes situam-se no 40 Diedro – o 7o Octante é o espaço compreendido entre o SPFI e o b2/4 e o 8o Octante é o espaço compreendido entre
o b2/4 e o SPHA.

171.
O 2o Octante é o espaço compreendido entre o b1/3 e o SPFS.

172.
O 5o Octante é o espaço compreendido entre o SPHP e o b1/3.

173.
Pontos situados no b1/3 têm coordenadas iguais.

174.
Pontos situados no b2/4 têm coordenadas simétricas.

175.
A ∈ 10 D, 20 Oct.
O ponto A tem afastamento positivo, pelo que se situa para a frente do Plano Frontal – pode situar-se no 1o Diedro, no SPHA ou no 4o Diedro. Como o ponto A tem
cota positiva, o ponto está para cima do Plano Horizontal, pelo que o ponto A se situa no 1o Diedro. No 1o Diedro, o ponto A pode situar-se no 1o Octante, no b1/3
ou no 2o Octante. Como o ponto A está mais próximo do SPFS (está a 2 cm do SPFS) do que do SPHP (está a 8 cm do SPHP), o ponto A situa-se no 2o Octante.

176.
B ∈ 20 D, 40 Oct.
O ponto B tem afastamento negativo, pelo que se situa para trás do Plano Frontal – pode situar-se no 2o Diedro, no SPHP ou no 3o Diedro. Como o ponto B tem
cota positiva, o ponto está para cima do Plano Horizontal, pelo que o ponto B se situa no 2o Diedro. No 2o Diedro, o ponto B pode situar-se no 3o Octante, no b2/4
ou no 4o Octante. Como o ponto B está mais próximo do SPHP (está a 1 cm do SPHP) do que do SPFS (está a 5 cm do SPFS), o ponto B situa-se no 4o Octante.

14
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
177.
C ∈ 30 D, 60 Oct.
O ponto C tem afastamento negativo, pelo que se situa para trás do Plano Frontal – pode situar-se no 2o Diedro, no SPHP ou no 3o Diedro. Como o ponto C tem
cota negativa, o ponto está para baixo do Plano Horizontal, pelo que o ponto C se situa no 3o Diedro. No 3o Diedro, o ponto C pode situar-se no 5o Octante, no b1/3
ou no 6o Octante. Como o ponto C está mais próximo do SPFI (está a 3 cm do SPFI) do que do SPHP (está a 8 cm do SPHP), o ponto C situa-se no 6o Octante.

178.
D ∈ 40 D, 80 Oct.
O ponto D tem afastamento positivo, pelo que se situa para a frente do Plano Frontal – pode situar-se no 1o Diedro, no SPHA ou no 4o Diedro. Como o ponto D tem
cota negativa, o ponto está para baixo do Plano Horizontal, pelo que o ponto D se situa no 4o Diedro. No 4o Diedro, o ponto D pode situar-se no 7o Octante, no b2/4
ou no 8o Octante. Como o ponto D está mais próximo do SPHA (está a 2 cm do SPHA) do que do SPFI (está a 4 cm do SPFI), o ponto D situa-se no 8o Octante.

179.
E ∈ 40 D, b2/4.
O ponto E tem afastamento positivo, pelo que se situa para a frente do Plano Frontal – pode situar-se no 1o Diedro, no SPHA ou no 4o Diedro. Como o ponto E tem
cota negativa, o ponto está para baixo do Plano Horizontal, pelo que o ponto E se situa no 4o Diedro. No 4o Diedro, o ponto D pode situar-se no 7o Octante, no b2/4
ou no 8o Octante. Como o ponto E está equidistante do SPHA e do SPFI, o ponto E situa-se no b2/4.

180.
F ∈ 10 D, b1/3.
O ponto F tem afastamento positivo, pelo que se situa para a frente do Plano Frontal – pode situar-se no 1o Diedro, no SPHA ou no 4o Diedro. Como o ponto F tem
cota positiva, o ponto está para cima do Plano Horizontal, pelo que o ponto F se situa no 1o Diedro. No 1o Diedro, o ponto A pode situar-se no 1o Octante, no b1/3
ou no 2o Octante. Como o ponto F está equidistante do SPHA e do SPFS, o ponto F situa-se no b1/3.

181.
A ∈ 20 D, 30 Oct.; B ∈ SPHP; C ∈ 10 D, b1/3; D ∈ SPFS; E ∈ 20 D, b2/4; F ∈10 D, 20 Oct.;
G ∈ 20 D, 40 Oct.; H ∈ 10 D, 10 Oct.; I ∈ 30 D, b1/3; J ∈ SPHA; L ∈ 30 D, 50 Oct.; M ∈ SPFI;
N ∈ 30 D, 60 Oct.; O ∈ 40 D, 80 Oct.; P ∈ 40 D, 70 Oct.; Q ∈ 40 D, b2/4.

182.
A ∈ 10 D, 20 Oct.; B ∈ 20 D, b2/4; C ∈ 20 D, 30 Oct.; D ∈ 10 D, b1/3; E ∈ 10 D, 10 Oct.; F ∈30 D, 50 Oct.;
G ∈ 30 D, b1/3; H ∈ 40 D, 80 Oct.; I ∈ 20 D, 40 Oct.; J ∈ 40 D, 70 Oct.; L ∈ 30 D, 60 Oct.; M ∈ 40 D, b2/4.

3.
P R OJ E Ç Õ E S

183.
A representação bidimensional das formas tridimensionais processa-se através da projeção dessa formas sobre uma superfície plana (bidimensional) – um
plano de projeção.

184.
Por plano de projeção entende-se a superfície plana sobre a qual se processam as projeções.

185.
Centro de Projeção é um ponto exterior ao plano de projeção e é o ponto de concorrência das retas projetantes.

186.
Por reta projetante entende-se toda a reta que passa pelo Centro de Projeção e que projeta um ponto no Plano de Projeção.

187.
A projeção de um ponto num plano é a representação desse ponto no plano (plano de projeção) com o recurso a um qualquer sistema de projeção. A proje-
ção de um ponto num plano é, assim, o ponto de interseção da reta projetante que passa pelo ponto (a reta projetante que contém o ponto) com o plano de
projeção.

15
SOLUÇÕES
188.
Para determinar a projeção de um ponto num plano conduz-se, pelo ponto, uma reta projetante – o ponto de interseção da reta projetante com o plano de pro‑
jeção é a projeção do ponto.

189.
A projeção de uma figura num plano (de projeção) é a figura formada, no plano de projeção, pelos pontos de interseção das retas projetantes (que passam pelos
diversos pontos da figura) com o plano de projeção.

190.
Por Sistema de Projeção entende-se um conjunto de elementos que nos permitem projetar um qualquer objeto numa superfície plana (um plano), elementos
esses que são: um Plano de Projeção, um Centro de Projeção e (um feixe de) retas projetantes.

191.
Os elementos constituintes de um Sistema de Projeção são um Plano de Projeção, um Centro de Projeção e um feixe de retas (ou linhas) projetantes. O Pla-
no de Projeção é o plano sobre qual se processam as projeções dos objetos (o plano no qual se projetam os objetos). O centro de projeção é um ponto exterior
ao plano de projeção e é o ponto de concorrência das retas projetantes. As retas (ou linhas) projetantes são todas as retas que passam pelo centro de projeção
e que projetam os diversos pontos do objeto no plano de projeção.

192.
No Sistema de Projeção Cónica ou Central, o centro de projeção situa-se a uma distância finita do plano de projeção (é um ponto próprio), pelo que as retas
projetantes são concorrentes entre si. No Sistema de Projeção Paralela ou Cilíndrica, o centro de projeção está a uma distância infinita do plano de projeção
(é um ponto impróprio), pelo que as retas projetantes são paralelas entre si (são concorrentes num ponto situado a distância infinita).

193.
O Sistema de Projeção Paralela ou Cilíndrica subdivide-se no Sistema de Projeção Ortogonal e no Sistema de Projeção Oblíqua (ou Clinogonal). No primeiro
(Projeção Ortogonal), as retas projetantes são ortogonais ao plano de projeção, enquanto que, no segundo (Projeção Clinogonal ou Oblíqua), as retas projetantes
são oblíquas ao plano de projeção.

194.
a) Projeção Cónica ou Central (o centro de projeção situa-se a uma distância finita do plano de projeção). Centro de Projeção – a lâmpada do projetor; retas pro‑
jetantes – os raios luminosos emitidos pela lâmpada; plano de projeção – o ecrã; objeto projetado – os diapositivos.

b) Projeção Cónica ou Central (o centro de projeção situa-se a uma distância finita do plano de projeção). Centro de Projeção – a lâmpada da lanterna; retas pro‑
jetantes – os raios luminosos emitidos pela lâmpada; plano de projeção – a parede; objeto projetado – o objeto iluminado pela lanterna.

c) Projeção Paralela ou Cilíndrica (o centro de projeção situa-se a uma distância que se pode considerar infinita), Subsistema de Projeção Oblíqua (ou Clinogo-
nal). Centro de Projeção – o Sol; retas projetantes – os raios luminosos emitidos pelo Sol; plano de projeção – o chão da rua; objeto projetado – a pessoa. Trata-se
da Projeção Clinogonal (ou Oblíqua), pois as retas projetantes (os raios luminosos), ao entardecer, são oblíquas ao plano de projeção (o chão).

195.
a) Projeção Cónica ou Central (o centro de projeção situa-se a uma distância finita do plano de projeção). Centro de Projeção – a lâmpada do candeeiro; retas
projetantes – os raios luminosos emitidos pela lâmpada; plano de projeção – o chão da rua; objeto projetado – a pessoa.

b) Projeção Paralela ou Cilíndrica (o centro de projeção situa-se a uma distância que se pode considerar infinita), Subsistema de Projeção Oblíqua (ou Clinogo-
nal). Centro de Projeção – o Sol; retas projetantes – os raios luminosos emitidos pelo Sol; plano de projeção – o telhado da casa; objeto projetado – o pássaro.
Trata-se da Projeção Clinogonal (ou Oblíqua), pois as retas projetantes (os raios luminosos), ao meio dia, se bem que sejam sensivelmente ortogonais ao
plano do chão, são oblíquas ao plano de projeção (o telhado, que é inclinado).

196.
Projeção Paralela ou Cilíndrica (o centro de projeção situa-se a uma distância que se pode considerar infinita), Subsistema de Projeção Ortogonal. Centro de
Projeção – o Sol; retas projetantes – os raios luminosos emitidos pelo Sol; plano de projeção – o chão; objeto projetado – o paraquedista. Trata-se da Projeção
Ortogonal, pois as retas projetantes (os raios luminosos), ao meio dia, são sensivelmente ortogonais ao plano do chão.

197.
Por Sistema de Projeção entende-se um conjunto de elementos que nos permite projetar um qualquer objeto num plano. Por Método de Representação en‑
tende-se toda a forma de representar um qualquer objeto tridimensional numa superfície plana, com o recurso à sua projeção nessa superfície, verificando-se,
sempre, o Critério de Reversibilidade.

16
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
198.
O Critério de Reversibilidade é a característica, inerente a todo e qualquer Método de Representa­ção, segundo a qual se tem que, tal como, a partir de qualquer
objeto, é possível determinar a sua representação bidimensional (projeção), a partir da projeção (representação bidimensional) de um qualquer objeto deverá
igualmente ser possível a reconstrução mental desse objeto, da sua volumetria e a determinação da sua exata localização no espaço.

199.
A necessidade de verificação do Critério de Reversibilidade para a validação de um qualquer Método de Representação tem a ver com o objetivo dos Métodos
de Representação – a representação eficaz de um qualquer objeto, de forma a que, a partir dessa representação, seja possível saber de que objeto se trata e
identificar a sua correta localização no espaço. Sempre que, a partir da representação de um determinado objeto, não é possível identificar o objeto (por não se
verificar o Critério de Reversibilidade), a representação não é eficaz e, por isso mesmo, não se trata de um Método de Representação.

200.
O problema é o facto de, ao se efetuar a projeção sobre uma superfície bidimensional (que não tem volume) de uma forma tridimensional (que tem volume),
perder-se necessariamente alguma informação sobre esse mesmo objeto. De uma forma geral, essa perda de informação compromete a verificação do Critério
de Reversibilidade, o que significa que a representação do objeto não é eficaz, pois não nos permite identificar corretamente o objeto representado.

201.
O Método das Projeções Cotadas consiste na projeção ortogonal de um determinado objeto num plano (de projeção), com o recurso a um Sistema de Projeção
Ortogonal, resultando numa representação bidimensional (projeção) do mesmo, em que a terceira dimensão (a dimensão perdida na projeção) é fornecida atra‑
vés de um número (a cota) aposto junto à projeção de cada ponto.

202.
O Método da Dupla Projeção Ortogonal consiste na representação (projeção) de um determinado objeto em dois planos de projeção, ortogonais entre si, com
o recurso a dois Sistemas de Projeção Ortogonal distintos mas complementares, de forma que em cada uma das projeções se obtenha a informação perdida
na outra projeção.

203.
a) A utilização conjunta de dois planos de projeção distintos prende-se com a necessidade da verificação do Critério de Reversibilidade, para a validade de qual‑
quer Método de Representação. De facto, este Método de Representação permite-nos obter duas representações (projeções) distintas, mas complementa‑
res, de um objeto, sendo que a perceção da terceira dimensão do objeto representado é obtida através da leitura simultânea das suas duas projeções, em que
é o conjunto das duas projeções que nos fornece, precisamente, todas as informações sobre a tridimensionalidade do objeto, a sua volumetria e a sua exata
localização no espaço.

b) As vantagens do Método da Dupla Projeção Ortogonal (em relação ao Método das Projeções Cotadas) têm a ver com o facto de a informação fornecida pelas
duas projeções de um objeto, no seu conjunto, ao nível da tridimensionalidade do objeto, ser bastante mais precisa e de lei­tura mais clara do que a informação
fornecida pelo Método das Projeções Cotadas. Em particular em objetos de forma mais complexa, a informação fornecida pelo Método das Projeções Co-
tadas é bastante mais limitada e de leitura mais confusa.

204.
A afirmação é verdadeira, pois, de facto, no Método da Dupla Projeção Ortogonal recorre-se a dois Sistemas de Projeção Ortogonal distintos, cada um deles
com o respetivo plano de projeção e feixe de retas projetantes (dois planos de projeção e dois feixes de retas projetantes).

205.
O recuso à Múltipla Projeção Ortogonal justifica-se, sobretudo, nas situações em que, dada a complexidade morfológica do objeto, duas projeções do mesmo
(no Método da Dupla Projeção Ortogonal) podem ser insuficientes para nos elucidar sobre a exata volumetria do objeto. As vantagens têm a ver, precisamente,
com uma informação mais detalhada e precisa sobre a totalidade do objeto, como que observado a partir de vários pontos de vista distintos, com vista à verifica‑
ção do Critério de Reversibilidade.

206.
A Projeção Triédrica (ou Método da Tripla Projeção Ortogonal) consiste na representação (projeção) de um determinado objeto em três planos de projeção,
ortogonais entre si, com o recurso a três Sistemas de Projeção Ortogonal distintos mas complementares, de forma que em cada uma das projeções se obtenha
a informação perdida na outra projeção.

17
SOLUÇÕES
207.
A afirmação é verdadeira, pois, de facto, a representação de um objeto através de seis vistas (todas as vistas possíveis) fornece-nos uma informação bastante
detalhada sobre quase todos os aspetos da volumetria do objeto, permitindo-nos, por isso, um conhecimento quase total da forma do objeto, o que não se passa
com a Dupla Projeção Ortogonal ou com a Projeção Triédrica.

208.
Por perspetiva entende-se toda a representação bidimensional de um objeto tridimensional, na qual se vêem, de forma direta, as três dimensões do objeto re‑
presentado.

209.
Uma perspetiva distingue-se das restantes representações estudadas por nos fornecer, numa única representação do objeto, uma informação visual global so‑
bre as três dimensões do objeto. Uma perspetiva permite, dessa forma, uma perceção empírica e instantânea da tridimensionalidade do objeto, ao contrário das
restantes representações, que exigem treino de visualização e uma aprendizagem.

210.
O Sistema Axonométrico recorre à Projeção Oblíqua, sempre que um dos planos coordenados (um plano que contém dois eixos) é paralelo ao plano de proje‑
ção. O Sistema Axonométrico recorre à Projeção Ortogonal, sempre que nenhum dos planos coordenados seja paralelo ao plano de projeção. As representações
que a projeção Oblíqua nos fornece, no Sistema Axonométrico, são a perspetiva cavaleira e a perspetiva militar (ou planométrica). As representações que a
Projeção Ortogonal nos fornece, no Sistema Axonométrico, são a perspetiva isométrica, a perspetiva dimétrica e a perspetiva trimétrica (ou anisométrica).

211.
Uma perspetiva dimétrica integra-se nas Axonometrias Ortogonais.

212.
Uma perspetiva cavaleira integra-se nas Axonometrias Oblíquas.

213.
Numa perspetiva cónica, o plano de projeção é o Quadro, o Centro de Projeção é o olho do observador e as retas projetantes são os raios visuais.

214.
Uma perspetiva cónica é um método de representação que provém do Sistema de Projeção Cónica ou Central. Uma perspetiva axonométrica (seja ela qual
for) é um método de representação que provém do Sistema de Projeção Paralela ou Cilíndrica – do Subsistema de Projeção Ortogonal (caso da perspetiva
isométrica, da perspetiva dimétrica e da perspetiva trimétrica) e do Subsistema de Projeção Clinogonal (caso das perspetiva cavaleira e da perspetiva militar).

215.
Todas as representações denominadas de perspetiva têm a ver com um único plano de projeção, pois qualquer perspetiva recorre a um único Sistema de
Projeção (com um único plano de projeção). Essa é, afinal, a característica que diferencia as perspetivas das outras representações – é que uma única repre-
sentação do objeto (uma única projeção) permite a verificação do Critério de Reversibilidade, sendo, por isso, desnecessário o recurso a quaisquer outras in‑
formações obtidas a partir de qualquer outra projeção (representação) do objeto.

216.
O pintor deverá recorrer à Perspetiva Cónica (ou linear), ou seja, ao Sistema de Projeção Cónica ou Central, por ser aquele que nos permite obter representa‑
ções muito próximas da nossa perceção visual da realidade envolvente. De facto, a Perspetiva Cónica permite representar a realidade envolvente tal e qual como
a vemos, como se o quadro (o plano de projeção) fosse uma janela de vidro.

217.
O designer deverá recorrer à Múltipla Projeção Ortogonal (ou método das vistas), ou seja, ao Sistema de Projeção Ortogonal, por ser aquele método de re‑
presentação que nos permite representar as várias vistas do objeto (a planta e todos os alçados) de forma articulada e complementar, fornecendo-nos uma in‑
formação detalhada e rigorosa sobre o mesmo, à escala.

18
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
4.
REPRESENTAÇÃO DO PONTO E DA Reta

218.
O processo para se determinar a projeção frontal de um ponto consiste em conduzir, por esse ponto, uma reta projetante frontal, sendo que o ponto de
interseção da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto.

219.
Para se determinar a projeção horizontal de um ponto conduz­‑se, por esse ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante
horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção horizontal do ponto.

220.
Por reta projetante frontal entende­‑se toda a reta que é ortogonal ao Plano Frontal de Projeção e que projeta um ponto no Plano Frontal de Projeção.

221.
Uma reta projetante frontal é uma reta que é ortogonal ao Plano Frontal de Projeção e que projeta um ponto no Plano Frontal de Projeção. Já uma reta
projetante horizontal é uma reta ortogonal ao Plano Horizontal de Projeção e que projeta um ponto no Plano Horizontal de Projeção.

222.
Em Dupla Projeção Ortogonal, um ponto é representado por duas projeções – a sua projeção frontal (a projeção do ponto no Plano Frontal de Projeção) e a sua
projeção horizontal (a projeção do ponto no Plano Horizontal de Projeção).

223.
O afastamento do ponto A, em projeções, é a distância da projeção horizontal do ponto A (A1) até ao eixo X.

224.
A cota do ponto A, em projeções, está representada na distância da projeção frontal do ponto A (A2) até ao eixo X.

225.
Para reduzir a tridimensionalidade à bidimensionalidade da folha de papel, a Dupla Projeção Ortogonal recorre ao rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre
o Plano horizontal de Projeção. Assim, o Plano Frontal de Projeção roda em torno do eixo X, até coincidir com o Plano Horizontal de Projeção, fazendo com que o
referencial tridimensional se transforme numa superfície bidimensional.

226.
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, na superfície da folha de papel, o que se situa para cima do eixo X é o
SPHP (o Semiplano Horizontal Posterior) e o SPFS (o Semiplano Frontal Superior), que ficam coincidentes (o SPFS fica sobreposto ao SPHP).

227.
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, na superfície da folha de papel, o que se situa para baixo do eixo X é o
SPHA (o Semiplano Horizontal Anterior) e o SPFI (o Semiplano Frontal Inferior), que ficam coincidentes (o SPFI fica sobposto ao SPHA).

228.
A distância da projeção horizontal do ponto ao eixo X corresponde ao afastamento desse ponto (é o afastamento do ponto em projeções). A distância da
projeção frontal do ponto ao eixo X corresponde à cota desse ponto (é a cota do ponto em projeções).

229.
Por alfabeto do ponto entende­‑se o estudo da representação dos pontos (através das suas projeções), em função das suas localizações no espaço (estruturado
pelo referencial).

230.
Atendendo a que, neste exercício, o objetivo principal consiste na representação dos pontos em Dupla Projeção C2
Ortogonal e não apenas na sua localização no espaço, omitir­‑se­‑á, aqui, a apresentação dos raciocínios que justificam a B2
localização de cada ponto. Para melhor compreender a localização dos pontos que em seguida se apresenta, sugere­‑se
A2
a leitura dos relatórios dos exercícios 175. a 180.

Localização dos pontos no espaço:


A ∈ 10 Diedro, 10 Octante. B ∈ 10 Diedro, b1/3; C ∈ 10 Diedro, 20 Octante.
X
Determinação das projeções dos pontos: C1
Ponto A:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano
Horizontal de Projeção é a projeção horizontal do ponto A (A1), que se situa no SPHA, a 5 cm (o afastamento é 5) do B1
eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção da reta projetante frontal com o Plano
Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto A (A2), que se situa no SPFS, a 2 cm (a cota é 2) do eixo X. Após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto A (A1) A1
situa­‑se 5 cm para baixo do eixo X e a projeção frontal do ponto A (A2) situa­‑se 2 cm para cima do eixo X.

19
SOLUÇÕES
Ponto B:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto B (B1), que se situa no SPHA, a 3 cm (o afastamento é 3) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto B (B2), que se situa no SPFS, a 3 cm (a cota é 3) do eixo X. Após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto B (B1) situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X e a
projeção frontal do ponto B (B2) situa­‑se 3 cm para cima do eixo X.

Ponto C:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto C (C1), que se situa no SPHA, a 1 cm (o afastamento é 1) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto C (C2), que se situa no SPFS, a 4 cm (a cota é 4) do eixo X. Após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto C (C1) situa­‑se 1 cm para baixo do eixo X e a
projeção frontal do ponto C (C2) situa­‑se 4 cm para cima do eixo X.

231.
Atendendo a que, neste exercício, o objetivo principal consiste na representação dos pontos em Dupla Projeção D1
Ortogonal e não apenas na sua localização no espaço, omitir­‑se­‑á, aqui, a apresentação dos raciocínios que justificam a
F2
localização de cada ponto. Para melhor compreender a localização dos pontos que em seguida se apresenta, sugere­‑se
a leitura dos relatórios dos exercícios 175. a 180.. E1E2

D2 F1
Localização dos pontos no espaço:
D ∈ 20 Diedro; 40 Octante; E ∈ 20 Diedro; b2/4; F ∈ 20 Diedro; 30 Octante.
X
Determinação das projeções dos pontos:
Ponto D:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto D (D1), que se situa no SPHP, a 4 cm (o afastamento é –4) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de
interseção da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto D (D2), que se situa no SPFS, a 1 cm (a cota é 1) do eixo X.
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto D (D1) situa­‑se 4 cm para cima do eixo X
e a projeção frontal do ponto D (D2) situa­‑se 1 cm igualmente para cima do eixo X.

Ponto E:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto E (E1), que se situa no SPHP, a 2 cm (o afastamento é –2) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de
interseção da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto E (E2), que se situa no SPFS, a 2 cm (a cota é 2) do eixo X.
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto E (E1) situa­‑se 2 cm para cima do eixo X e
a projeção frontal do ponto E (E2) situa­‑se 2 cm igualmente para cima do eixo X. Nesta situação, as duas projeções do ponto E (E1 e E2) ficam coincidentes pelo
que se tem E1 ≡ E2.

Ponto F:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto F (F1), que se situa no SPHP, a 1 cm (o afastamento é –1) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto F (F2), que se situa no SPFS, a 3 cm (a cota é 3) do eixo X. Após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto F (F1) situa­‑se 1 cm para cima do eixo X e a
projeção frontal do ponto F (F2) situa­‑se 3 cm igualmente para cima do eixo X.

232.
H1 Atendendo a que, neste exercício, o objetivo principal consiste na representação dos pontos em Dupla Projeção
G1 Ortogonal e não apenas na sua localização no espaço, omitir­‑se­‑á, aqui, a apresentação dos raciocínios que justificam a
localização de cada ponto. Para melhor compreender a localização dos pontos que em seguida se apresenta, sugere­‑se
I1
a leitura dos relatórios dos exercícios 175. a 180.

Localização dos pontos no espaço:


G ∈ 30 Diedro; 50 Octante; H ∈ 30 Diedro; b1/3; I ∈ 30 Diedro; 60 Octante.
X
G2 Determinação das projeções dos pontos:
Ponto G:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o
Plano Horizontal de Projeção é a projeção horizontal do ponto G (G1), que se situa no SPHP, a 3 cm (o afastamento é
H2 –3) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção da reta projetante frontal com
o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto G (G2), que se situa no SPFI, a 1 cm (a cota é –1) do eixo X.
I2 Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto G
(G1) situa­‑se 3 cm para cima do eixo X e a projeção frontal do ponto G (G2) situa­‑se 1 cm para baixo do eixo X.

20
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
Ponto H:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto H (H1), que se situa no SPHP, a 4 cm (o afastamento é –4) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto H (H2), que se situa no SPFI, a 4 cm (a cota é –4) do eixo X. Após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto H (H1) situa­‑se 4 cm para cima do eixo X e a
projeção frontal do ponto H (H2) situa­‑se 4 cm para baixo do eixo X.

Ponto I:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto I (I1), que se situa no SPHP, a 2 cm (o afastamento é –2) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto I (I2), que se situa no SPFI, a 5 cm (a cota é –5) do eixo X. Após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto I (I1) situa­‑se 2 cm para cima do eixo X e a
projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se 5 cm para baixo do eixo X.

233.
Atendendo a que, neste exercício, o objetivo principal consiste na representação dos pontos em Dupla Projeção
X
Ortogonal e não apenas na sua localização no espaço, omitir­‑se­‑á, aqui, a apresentação dos raciocínios que justificam a
localização de cada ponto. Para melhor compreender a localização dos pontos que em seguida se apresenta, sugere­‑se J2 K1K2
a leitura dos relatórios dos exercícios 175. a 180.
L1
Localização dos pontos no espaço:
J ∈ 40 Diedro; 80 Octante; K ∈ 40 Diedro; b2/4; L ∈ 40 Diedro; 70 Octante. J1
L2
Determinação das projeções dos pontos:
Ponto J:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto J (J1), que se situa no SPHA, a 4 cm (o afastamento é 4) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto J (J2), que se situa no SPFI, a 2 cm (a cota é –2) do eixo X. Após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto J (J1) situa­‑se 4 cm para baixo do eixo X e a
projeção frontal do ponto J (J2) situa­‑se 2 cm igualmente para baixo do eixo X.
L ( 3; –5).

Ponto K:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto K (K1), que se situa no SPHA, a 1 cm (o afastamento é 1) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto K (K2), que se situa no SPFI, a 1 cm (a cota é –1) do eixo X. Após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto K (K1) situa­‑se 1 cm para baixo do eixo X e a
projeção frontal do ponto K (K2) situa­‑se 1 cm igualmente para baixo do eixo X. Nesta situação, as duas projeções do ponto K (K1 e K2) ficam coincidentes pelo
que se tem K1 ≡ K2.

Ponto L:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto L (L1), que se situa no SPHA, a 3 cm (o afastamento é 3) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto L (L2), que se situa no SPFI, a 5 cm (a cota é –5) do eixo X. Após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto L (L1) situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X e a
projeção frontal do ponto L (L2) situa­‑se 5 cm igualmente para baixo do eixo X.

A2
234.
C1 Localização dos pontos no espaço:
A ∈ 10 Diedro; 20 Octante; B ∈ 40 Diedro; 70 Octante; C ∈ 20 Diedro; 40 Octante; D ∈ 30 Diedro; 60 Octante.
C2
D1 Determinação das projeções dos pontos:
Ponto A:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal
X
com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção horizontal do ponto A (A1), que se situa no SPHA, a 2 cm (o
afastamento é 2) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção da reta
A1 projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto A (A2), que se situa no SPFS,
B1 a 5 cm (a cota é 5) do eixo X. Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de
D2 Projeção, a projeção horizontal do ponto A (A1) situa­‑se 2 cm para baixo do eixo X e a projeção frontal do ponto
B2 A (A2) situa­‑se 5 cm para cima do eixo X.

21
SOLUÇÕES
Ponto B:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto B (B1), que se situa no SPHA, a 3 cm (o afastamento é 3) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto B (N2), que se situa no SPFI, a 4 cm (a cota é –4) do eixo X. Após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto B (B1) situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X e a
projeção frontal do ponto B (B2) situa­‑se 4 cm igualmente para baixo do eixo X.

Ponto C:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto C (C1), que se situa no SPHP, a 3 cm (o afastamento é –3) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de
interseção da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto C (C2), que se situa no SPFS, a 2 cm (a cota é 2) do eixo X.
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto C (C1) situa­‑se 3 cm para cima do eixo X e
a projeção frontal do ponto C (C2) situa­‑se 2 cm igualmente para cima do eixo X.

Ponto D:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto D (D1), que se situa no SPHP, a 1 cm (o afastamento é –1) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto D (D2), que se situa no SPFI, a 3 cm (a cota é –3) do eixo X. Após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto D (D1) situa­‑se 1 cm para cima do eixo X e a
projeção frontal do ponto D (D2) situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X.

235.
Localização dos pontos no espaço:
A ∈ SPHA; B ∈ SPHP; C ∈ SPHA. B1

Determinação das projeções dos pontos:


A2 B2 C2
Ponto A:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o X
Plano Horizontal de Projeção é a projeção horizontal do ponto A (A1), que se situa no SPHA, a 3 cm (o afastamento é 3)
do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção da reta projetante frontal com o
Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto A (A2), que se situa no eixo X (a reta projetante frontal que passa
pelo ponto A está contida no Plano Horizontal de Projeção e interseta o Plano Frontal de Projeção no eixo X). Após o A1
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto A (A1) C1
situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X e a projeção frontal do ponto A (A2) situa­‑se no eixo X.

Ponto B:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto B (B1), que se situa no SPHP, a 2 cm (o afastamento é –2) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto B (B2), que se situa no eixo X (a reta projetante frontal que passa pelo
ponto B está contida no Plano Horizontal de Projeção e interseta o Plano Frontal de Projeção no eixo X). Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre
o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto B (B1) situa­‑se 2 cm para cima do eixo X e a projeção frontal do ponto B (B2) situa­‑se no eixo X.

Ponto C:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto C (C1), que se situa no SPHA, a 4 cm (o afastamento é 4) do eixo X. Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção
da reta projetante frontal com o Plano Frontal de Projeção é a projeção frontal do ponto C (C2), que se situa no eixo X (a reta projetante frontal que passa pelo
ponto C está contida no Plano Horizontal de Projeção e interseta o Plano Frontal de Projeção no eixo X). Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre
o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto C (C1) situa­‑se 4 cm para baixo do eixo X e a projeção frontal do ponto C (C2) situa­‑se no eixo X.

a) Ao nível das suas coordenadas, pontos do Plano Horizontal de Projeção têm cota nula.
b) Ao nível das suas projeções, pontos do Plano Horizontal de Projeção têm a sua projeção frontal no eixo X.

236.
Localização dos pontos no espaço:
D ∈ SPFS; E ∈ SPFI; F ∈ SPFS.

Determinação das projeções dos pontos:


Ponto D:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto D (D1), que se situa no eixo X (a reta projetante horizontal que passa pelo ponto D está contida no Plano Frontal de Projeção e interseta o
Plano Horizontal de Projeção no eixo X). Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção da reta projetante frontal com o Plano Frontal
de Projeção é a projeção frontal do ponto D (D2), que se situa SPFS, a 5 cm (a cota é 5) do eixo X. Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano
Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto D (D1) situa­‑se no eixo X e a projeção frontal do ponto D (D2) situa­‑se 5 cm para cima do eixo X.

22
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
Ponto E:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano
F2 Horizontal de Projeção é a projeção horizontal do ponto E (E1), que se situa no eixo X (a reta projetante horizontal que
passa pelo ponto E está contida no Plano Frontal de Projeção e interseta o Plano Horizontal de Projeção no eixo X).
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção da reta projetante frontal com o Plano Frontal
D2 de Projeção é a projeção frontal do ponto E (E2), que se situa SPFI, a 4 cm (a cota é –4) do eixo X. Após o rebatimento do
Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto E (E1) situa­‑se no eixo X
e a projeção frontal do ponto E (E2) situa­‑se 4 cm para baixo do eixo X.

Ponto F:
Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano
Horizontal de Projeção é a projeção horizontal do ponto F (F1), que se situa no eixo X (a reta projetante horizontal que
E1 passa pelo ponto F está contida no Plano Frontal de Projeção e interseta o Plano Horizontal de Projeção no eixo X).
X D1 F1 Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção da reta projetante frontal com o Plano Frontal
de Projeção é a projeção frontal do ponto F (F2), que se situa SPFS, a 7 cm (a cota é 7) do eixo X. Após o rebatimento do
Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto F (F1) situa­‑se no eixo X
e a projeção frontal do ponto F (F2) situa­‑se 7 cm para cima do eixo X.

a) Ao nível das suas coordenadas, pontos do Plano Frontal de Projeção têm afastamento nulo.
E2 b) Ao nível das suas projeções, pontos do Plano Frontal de Projeção têm a sua projeção horizontal no eixo X.

237.
Localização do ponto P no espaço:
O ponto P situa­‑se no eixo X (o ponto P tem cota e afastamento nulos). X P1P2

Determinação das projeções do ponto P:


Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante horizontal – o ponto de interseção da reta projetante horizontal com o Plano Horizontal de Projeção é a projeção
horizontal do ponto P (P1), que se situa no eixo X (a reta projetante horizontal que passa pelo ponto P está contida no Plano Frontal de Projeção e interseta o Plano
Horizontal de Projeção no eixo X). Conduz­‑se, pelo ponto, uma reta projetante frontal – o ponto de interseção da reta projetante frontal com o Plano Frontal de
Projeção é a projeção frontal do ponto P (P2), que se situa no eixo X (a reta projetante frontal que passa pelo ponto P está contida no Plano Horizontal de Projeção
e interseta o Plano Frontal de Projeção no eixo X). Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, as duas projeções do
ponto P (a sua projeção horizontal, D1, e a sua projeção frontal, D2) situam­‑se, ambas, no eixo X. Assim, nesta situação, as duas projeções do ponto P (P1 e P2)
ficam coincidentes num ponto do eixo X, pelo que se tem P1 ≡ P2.

Comparação com as situações anteriores:


O ponto P pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que a sua projeção frontal está necessariamente no eixo X (ver exercício 235. e respetivo relatório).
O ponto P pertence ao Plano Frontal de Projeção, pelo que a sua projeção horizontal também está no eixo X (ver exercício 236. e respetivo relatório). As duas
projeções do ponto P situam­‑se no eixo X, pois o ponto P é, simultaneamente, um ponto do Plano Horizontal de Projeção e do Plano Frontal de Projeção.

238.
Atendendo a que, neste exercício, o objetivo principal consiste na extracção de algumas conclusões a partir da
C2 representação dos pontos em Dupla Projeção Ortogonal, omitir­‑se­‑á, aqui, a apresentação dos raciocí­nios espaciais que
B2 nos conduzem à determinação das projeções de cada ponto, expostos nos relatórios dos exercícios anteriores. Nesse
sentido referir­‑se­‑á, apenas, a localização das projeções de cada ponto, após a sua determinação com o recurso às retas
A2 projetantes (retas projetantes horizontais e retas projetantes frontais). Para melhor compreensão dos procedimentos
espaciais que conduziram à determinação das projeções de cada ponto, sugere­‑se a leitura dos relatórios dos exercícios
230., 232. e 234.

X Localização dos pontos no espaço:


A ∈ 10 Diedro; b1/3; B ∈ 30 Diedro; b1/3; C ∈ 10 Diedro; b1/3.
A1
Determinação das projeções dos pontos:
B1 Ponto A:
C1 Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto A
(A1) situa­‑se 2 cm para baixo eixo X (o afastamento do ponto A é 2) e a projeção frontal do ponto A (A2) situa­‑se 2 cm
para cima do eixo X. (a cota do ponto A é 2).

Ponto B:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto B (B1) situa­‑se 3 cm para cima eixo X
(o afastamento do ponto B é –3) e a projeção frontal do ponto B (B2) situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X. (a cota do ponto B é –3).

Ponto C:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto C (C1) situa­‑se 4 cm para baixo eixo X
(o afastamento do ponto C é 4) e a projeção frontal do ponto C (C2) situa­‑se 4 cm para cima do eixo X. (a cota do ponto C é 4).

a) Ao nível das suas coordenadas, pontos do b1/3 têm coordenadas iguais.


b) Ao nível das suas projeções, pontos do b1/3 têm as suas projeções simétricas em relação ao eixo X.

23
SOLUÇÕES
239. F1F2
Atendendo a que, neste exercício, o objetivo principal consiste na extracção de algumas conclusões a partir da D1D2
representação dos pontos em Dupla Projeção Ortogonal, omitir­‑se­‑á, aqui, a apresentação dos raciocí­nios espaciais que
nos conduzem à determinação das projeções de cada ponto, expostos nos relatórios dos exercícios anteriores. Nesse
sentido referir­‑se­‑á, apenas, a localização das projeções de cada ponto, após a sua determinação com o recurso às retas X
projetantes (retas projetantes horizontais e retas projetantes frontais). Para melhor compreensão dos procedimentos
espaciais que conduziram à determinação das projeções de cada ponto, sugere­‑se a leitura dos relatórios dos exercícios
231., 233. e 234..

Localização dos pontos no espaço: E1E2


D ∈ 20 Diedro; b2/4; E ∈ 40 Diedro; b2/4; F ∈ 20 Diedro; b2/4.

Determinação das projeções dos pontos:


Ponto D:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto D (D1) situa­‑se 1 cm para cima eixo X (o
afastamento do ponto D é –1) e a projeção frontal do ponto D (D2) situa­‑se igualmente 1 cm para cima do eixo X. (a cota do ponto D é 1). Nesta situação, as duas
projeções do ponto D (D1 e D2) ficam coincidentes, pelo que se tem D1 ≡ D2.

Ponto E:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto E (E1) situa­‑se 4 cm para baixo eixo X (o
afastamento do ponto E é 4) e a projeção frontal do ponto E (E2) situa­‑se igualmente 4 cm para baixo do eixo X (a cota do ponto E é –4). Nesta situação, as duas
projeções do ponto E (E1 e E2) ficam coincidentes, pelo que se tem E1 ≡ E2.

Ponto F:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto F (F1) situa­‑se 2 cm para cima eixo X (o
afastamento do ponto F é –2) e a projeção frontal do ponto F (F2) situa­‑se igualmente 2 cm para cima do eixo X (a cota do ponto F é 2). Nesta situação, as duas
projeções do ponto F (F1 e F2) ficam coincidentes, pelo que se tem F1 ≡ F2.

a) Ao nível das suas coordenadas, pontos do b2/4 têm coordenadas simétricas.


b) Ao nível das suas projeções, pontos do b2/4 têm as suas projeções coincidentes.

240.
Considera­‑se que, nesta altura, e após a resolução de todos os exercícios precedentes, a compreensão dos raciocínios espaciais que nos conduzem à determinação
das projeções de cada ponto se torna desnecessária. Nesse sentido referir­‑se­‑á, apenas, a localização das projeções de cada ponto, após a sua determinação com
o recurso às retas projetantes (retas projetantes horizontais e retas projetantes frontais).

Determinação das projeções dos pontos:


Ponto A:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto A (A1) situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X
(o afastamento do ponto A é 3) e a projeção frontal do ponto A (A2) situa­‑se 2 cm para cima do eixo X (a cota do ponto A é 2).

Ponto B:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto B (B1) situa­‑se 4 cm para baixo do eixo X
(o afastamento do ponto B é 4) e a projeção frontal do ponto B (B2) situa­‑se 1 cm igualmente para baixo do eixo X (a cota do ponto B é –1).

Ponto C:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre
o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal
do ponto C (C1) situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X (o H2
afastamento do ponto C é 3) e a projeção frontal do ponto
C (C2) situa­‑se no eixo X (a cota do ponto C é nula).
D2
Ponto D:
A2 E1
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre
D1 J1
o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal G1
do ponto D (D1) situa­‑se 2 cm para cima do eixo X (o E2 I1
afastamento do ponto D é –2) e a projeção frontal do
X C2 F1F2 H1 J2
ponto D (D2) situa­‑se 3 cm para cima do eixo X (a cota B2
do ponto D é 3).
I2
Ponto E:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre A1 C1 G2
o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal B1
do ponto E (E1) situa­‑se 2 cm para cima do eixo X (o
afastamento do ponto E é –2) e a projeção frontal do
ponto E (E2) situa­‑se no eixo X (a cota do ponto E é nula).

24
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
Ponto F:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto F (F1) situa­‑se no eixo X (o afastamento do
ponto F é 0) e a projeção frontal do ponto F (F2) situa­‑se também no eixo X (a cota do ponto F é 0) – o ponto F é um ponto do eixo X, pois tem cota e afastamento
nulos.

Ponto G:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto G (G1) situa­‑se 1 cm para cima do eixo X
(o afastamento do ponto G é –1) e a projeção frontal do ponto G (G2) situa­‑se 4 cm para baixo do eixo X (a cota do ponto G é –4).

Ponto H:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto H (H1) situa­‑se no eixo X (o afastamento
do ponto H é 0) e a projeção frontal do ponto H (H2) situa­‑se 5 cm para baixo do eixo X (a cota do ponto H é 5).

Ponto I:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto I (I1) situa­‑se no eixo X (o afastamento do
ponto I é 0) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se 2 cm para baixo do eixo X (a cota do ponto I é –2).

Ponto J:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto J (J1) situa­‑se 1 cm para cima do eixo X (o
afastamento do ponto J é –1) e a projeção frontal do ponto J (J2) situa­‑se no eixo X (a cota do ponto J é nula).

241.
Considera­‑se que, nesta altura, e após a resolução de todos os exercícios precedentes, a compreensão dos raciocínios espaciais que nos conduzem à determinação
das projeções de cada ponto se torna desnecessária. Nesse sentido referir­‑se­‑á, apenas, a localização das projeções de cada ponto, após a sua determinação com
o recurso às retas projetantes (retas projetantes horizontais e retas projetantes frontais).

Determinação das projeções dos pontos:


Ponto A:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto A (A1) situa­‑se 1 cm para cima do eixo X
(o afastamento do ponto A é –1) e a projeção frontal do ponto A (A2) situa­‑se 2 cm igualmente para cima do eixo X (a cota do ponto A é 2).

Ponto B:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto B (B1) situa­‑se 2 cm para cima do eixo X
(o afastamento do ponto B é –2) e a projeção frontal do ponto B (B2) situa­‑se no eixo X (a cota do ponto B é nula).

Ponto C:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto C (C1) situa­‑se 2 cm para baixo do eixo X
(o afastamento do ponto C é 2) e a projeção frontal do ponto C (C2) situa­‑se 2 cm para cima do eixo X (a cota do ponto C é 2).

Ponto D:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto D (D1) situa­‑se no eixo X (o afastamento
do ponto D é 0) e a projeção frontal do ponto D (D2) situa­‑se 5 cm para cima do eixo X (a cota do ponto D é 5).

Ponto E:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto E (E1) situa­‑se 4 cm para cima do eixo X (o
afastamento do ponto E é –4) e a projeção frontal do ponto E (E2) situa­‑se igualmente 4 cm para cima do eixo X (a cota do ponto E é 4). Nesta situação, as duas
projeções do ponto E (E1 e E2) ficam coincidentes, pelo que se tem E1 ≡ E2.

F2
D2 L1
E1E2
G1 I1 M2
A2 H2
B1 C2 N1
A1 G2 J2
X B2 D1 M1
L2
P1 Q1Q2
C1 N2 O2
F1 I2 J1

O1
H1 P2

25
SOLUÇÕES
Ponto F:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto F (F1) situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X (o
afastamento do ponto F é 3) e a projeção frontal do ponto F (F2) situa­‑se 6 cm para cima do eixo X (a cota do ponto F é 6).

Ponto G:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto G (G1) situa­‑se 3 cm para cima do eixo X
(o afastamento do ponto G é –3) e a projeção frontal do ponto G (G2) situa­‑se 1 cm para cima do eixo X (a cota do ponto G é 1).

Ponto H:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto H (H1) situa­‑se 6 cm para baixo do eixo X
(o afastamento do ponto H é 6) e a projeção frontal do ponto H (H2) situa­‑se 2 cm para cima do eixo X (a cota do ponto H é 2).

Ponto I:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto I (I1) situa­‑se 3 cm para cima do eixo X (o
afastamento do ponto I é –3) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X (a cota do ponto I é –3).

Ponto J:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto J (J1) situa­‑se 4 cm para baixo do eixo X
(o afastamento do ponto J é 4) e a projeção frontal do ponto J (J2) situa­‑se no eixo X (a cota do ponto J é nula).

Ponto L:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto L (L1) situa­‑se 5 cm para cima do eixo X (o
afastamento do ponto L é –5) e a projeção frontal do ponto L (L2) situa­‑se 1 cm para baixo do eixo X (a cota do ponto L é –1).

Ponto M:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto M (M1) situa­‑se no eixo X (o afastamento
do ponto M é 0) e a projeção frontal do ponto M (M2) situa­‑se 3 cm para cima do eixo X (a cota do ponto M é 3).

Ponto N:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto N (N1) situa­‑se 1 cm para cima do eixo X
(o afastamento do ponto N é –1) e a projeção frontal do ponto N (N2) situa­‑se 2 cm para baixo do eixo X (a cota do ponto N é –2).

Ponto O:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto O (O1) situa­‑se 5 cm para baixo do eixo X
(o afastamento do ponto O é 5) e a projeção frontal do ponto O (O2) situa­‑se 3 cm também para baixo do eixo X (a cota do ponto O é –3).

Ponto P:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto P (P1) situa­‑se 2 cm para baixo do eixo X
(o afastamento do ponto P é 2) e a projeção frontal do ponto P (P2) situa­‑se 6 cm também para baixo do eixo X (a cota do ponto P é –6).

Ponto Q:
Após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do ponto Q (Q1) situa­‑se 1 cm para baixo do eixo X (o
afastamento do ponto Q é 1) e a projeção frontal do ponto Q (Q2) situa­‑se igualmente 1 cm para baixo do eixo X (a cota do ponto Q é –1). Nesta situação, as duas
projeções do ponto Q (Q1 e Q2) ficam coincidentes, pelo que se tem Q1 ≡ Q2.

242.
Em primeiro lugar, desenhou­‑se uma reta vertical (perpendicular ao eixo X), sensivelmente a meio da folha – esta reta YZ
corresponde à sobreposição do eixo Y e do eixo Z, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano
Horizontal de Projeção, sendo identificada com Y ≡ Z (o eixo Y e o eixo Z ficam coincidentes). Essa reta (o eixo Y ≡ Z)
corresponde à representação, em Dupla Projeção Ortogonal, do Plano de Perfil (o plano YZ). O ponto A situa­‑se para a C2
esquerda do Plano de Perfil (plano YZ), pois tem abcissa positiva. O pon­to C situa­‑se para a direita do Plano de Perfil
(plano YZ), pois tem abcissa negativa. O ponto B situa­‑se no Plano de Perfil (plano YZ), pois tem abcissa nula.
C1
Ponto A – a sua abcissa é positiva (é 2), pelo que a linha de chamada do ponto se situa 2 cm para a esquerda do eixo Y ≡ Z.
A2
Sobre a determinação das projeções do ponto, ver exercício 230. e respetivo relatório.
B0
Ponto B – a sua abcissa é nula (é 0), pelo que a linha de chamada do ponto coincide com a representação do eixo Y ≡ Z – a X A0 C0
linha de chamada do ponto B é o próprio eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções do ponto, ver exercício 233. e
respetivo relatório. B2
A1
Ponto C – a sua abcissa é negativa (é –3), pelo que a linha de chamada do ponto se situa 3 cm para a direita do eixo Y ≡ Z. B1
Sobre a determinação das projeções do ponto, ver exercício 231. e respetivo relatório.

26
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
243. YZ I2
Em primeiro lugar, desenhou­‑se uma reta vertical (perpendicular ao eixo X),
sensivelmente a meio da folha – esta reta corresponde à sobreposição do eixo
Y e do eixo Z, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano J1J2
Horizontal de Projeção, sendo identificada com Y ≡ Z (o eixo Y e o eixo Z ficam
coincidentes). Os pontos A, D, E, H e J situam­‑se para a esquerda do Plano de
I1
Perfil (plano YZ), pois têm abcissa positiva. Os pon­tos B, C, F e I situam­‑se para a
direita do Plano de Perfil (plano YZ), pois têm abcissa negativa. O ponto G situa­‑se B1
no Plano de Perfil (plano YZ), pois tem abcissa nula. E2 C2
Ponto A – a sua abcissa é positiva (é 2), pelo que a linha de chamada do ponto se A2
situa 2 cm para a esquerda do eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções do H0E1E0 D0J0 G0G2 C 0 B0 I0
ponto, ver exercício 230. e respetivo relatório. X A0 F0F1F2
Ponto B – a sua abcissa é negativa (é –5), pelo que a linha de chamada do ponto D1D2
se situa 5 cm para a direita do eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções do H2 C1
ponto, ver exercício 232. e respetivo relatório.
A1 G1 B2
Ponto C – a sua abcissa é negativa (é –4), pelo que a linha de chamada do ponto H1
se situa 4 cm para a direita do eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções do
ponto, ver exercício 230. e respetivo relatório.

Ponto D – a sua abcissa é positiva (é 4), pelo que a linha de chamada do ponto se situa 4 cm para a esquerda do eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções
do ponto, ver exercício 233. e respetivo relatório.

Ponto E – a sua abcissa é positiva (é 5), pelo que a linha de chamada do ponto se situa 5 cm para a esquerda do eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções
do ponto, ver exercício 236. e respetivo relatório.

Ponto F – a sua abcissa é negativa (é –2), pelo que a linha de chamada do ponto se situa 2 cm para a direita do eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções do
ponto, ver exercício 237. e respetivo relatório.

Ponto G – a sua abcissa é nula (é 0), pelo que a linha de chamada do ponto coincide com a representação do eixo Y ≡ Z – a linha de chamada do ponto G é o próprio
eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções do ponto, ver exercício 235. e respetivo relatório.

Ponto H – a sua abcissa é positiva (é 5), pelo que a linha de chamada do ponto se situa 5 cm para a esquerda do eixo Y ≡ Z. Note que o ponto H tem a mesma
abcissa que o ponto E, pelo que se tem H0 ≡ E0. Sobre a determinação das projeções do ponto, ver exercício 233. e respetivo relatório.

Ponto I – a sua abcissa é negativa (é –7), pelo que a linha de chamada do ponto se situa 7 cm para a direita do eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções do
ponto, ver exercício 231. e respetivo relatório.

Ponto J – a sua abcissa é positiva (é 4), pelo que a linha de chamada do ponto se situa 4 cm para a esquerda do eixo Y ≡ Z. Note que o ponto J tem a mesma
abcissa que o ponto D, pelo que se tem J0 ≡ D0. Sobre a determinação das projeções do ponto, ver exercício 231. e respetivo relatório.

244.
Os pontos A e B situam­‑se na mesma reta projetante frontal, pelo que:
– no que respeita às coordenadas, os dois pontos têm a mesma cota;
– no que respeita às projeções, os dois pontos têm as projeções frontais coincidentes (pontos situados na mesma reta projetante frontal têm as suas projeções
frontais coincidentes).

245.
Os pontos R e S situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que:
– no que respeita às coordenadas, os dois pontos têm o mesmo afastamento;
– no que respeita às projeções, os dois pontos têm as projeções horizontais coincidentes (pontos situados na mesma reta projetante horizontal têm as suas
projeções horizontais coincidentes).

246. M2
Determinação das coordenadas do ponto N:
O ponto N situa­‑se na mesma reta projetante horizontal do ponto M, pelo que os dois pontos têm necessariamente o mesmo
afastamento – assim, o ponto N tem 2 cm de afastamento. Uma vez que é dada a cota do ponto N, as coordenadas do ponto N
são (2; 1).
N2
Determinação das projeções dos dois pontos:
Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções do ponto M, em função das suas coordenadas (ver exercício 230. e respetivo X
relatório). Atendendo a que os dois pontos se situam na mesma reta projetante horizontal, a reta projetante horizontal que projeta
o ponto M no Plano Horizontal de Projeção é a mesma reta projetante horizontal que projeta o ponto N no Plano Horizontal de
Projeção – os dois pontos têm, assim, as suas projeções horizontais coincidentes. A projeção frontal do ponto N determinou­‑se M1N1
em função da sua cota.

27
SOLUÇÕES
247.
Determinação das coordenadas dos pontos B e C:
Os pontos A e B situam­‑se na mesma projetante frontal, pelo que têm a mesma cota – assim, a cota do
ponto B é 3. O ponto B tem coordenadas iguais, pois o ponto B situa­‑se no b1/3 ­‑ as coordenadas do ponto B A2B2C2
são ( 3; 3). Os pontos A, B e C situam­‑se na mesma projetante frontal, pelo que têm a mesma cota – assim,
a cota do ponto C também é 3. O ponto C situa­‑se no Plano Frontal de Projeção, pelo que tem afastamento
nulo – as coordenadas do ponto C são ( 0; 3). A1

Determinação das projeções dos três pontos: X C1


Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções do ponto A, em função das suas coordenadas (ver
exercício 231. e respetivo relatório). Atendendo a que os três pontos se situam na mesma reta projetante
frontal, a reta projetante frontal que projeta o ponto A no Plano Frontal de Projeção é a mesma reta
projetante frontal que projeta os pontos B e C no Plano Frontal de Projeção – os três pontos têm, assim, as
B1
suas projeções frontais coincidentes. A projeção horizontal do ponto B determinou­‑se em função do seu
afastamento. O ponto C, porque tem afastamento nulo, tem a sua projeção horizontal no eixo X.

248.
a) Desenharam­‑se as projeções do ponto P, em função das suas coordenadas (ver exercício 230. e
respetivo relatório).

b) Os pontos P e Q situam­‑se na mesma projetante horizontal, pelo que têm o mesmo afastamento – Q2
assim, o afastamento do ponto Q é 4. O ponto Q tem coordenadas iguais, pois o ponto Q situa­‑se no
b1/3 ­‑ as coordenadas do ponto Q são ( 4; 4). Atendendo a que os dois pontos se situam na mesma
reta projetante horizontal, a reta projetante horizontal que projeta o ponto P no Plano Horizontal de P2R2R1
Projeção é a mesma reta projetante horizontal que projeta o ponto Q no Plano Horizontal de Projeção
– os dois pontos têm, assim, as suas projeções horizontais coincidentes. A projeção frontal do ponto Q
determinou­‑se em função da sua cota.
X
c) Os pontos P e R situam­‑se na mesma projetante frontal, pelo que têm a mesma cota – assim, a cota do
ponto R é 2. O ponto R tem coordenadas simétricas, pois o ponto R situa­‑se no b2/4 ­‑ as coordenadas do
ponto R são ( 2; 2). Atendendo a que os dois pontos se situam na mesma reta projetante frontal, a reta
projetante frontal que projeta o ponto P no Plano Frontal de Projeção é a mesma reta projetante frontal
que projeta o ponto Q no Plano Frontal de Projeção – os dois pontos têm, assim, as suas projeções
P1Q1
frontais coincidentes. A projeção horizontal do ponto R determinou­‑se em função do seu afastamento e,
nesta situação, está coincidente com a projeção frontal do ponto (pontos do b2/4 têm as suas projeções
coincidentes).

249.
a) Desenharam­‑se as projeções dos pontos A e R, em função das suas coordenadas.
Ponto A – a sua abcissa é positiva (é 2), pelo que a linha de chamada do ponto A se situa 2 cm para a
esquerda do eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções do ponto, ver exercício 230. e respetivo
B2 YZ
relatório.
Ponto R – a sua abcissa é negativa (é –4), pelo que a linha de chamada do ponto R se situa 4 cm para R2S2S1
a direita do eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções do ponto, ver exercício 230. e respetivo
relatório.
A2
b) Os pontos A e B situam­‑se na mesma projetante horizontal, pelo que têm o mesmo afastamento –
assim, o afastamento do ponto B é 6. O ponto B tem coordenadas iguais, pois o ponto B situa­‑se no
b1/3 ­‑ as coordenadas do ponto B são ( 6; 6). Atendendo a que os dois pontos se situam na mesma
R0
reta projetante horizontal, a reta projetante horizontal que projeta o ponto A no Plano Horizontal de
Projeção é a mesma reta projetante horizontal que projeta o ponto B no Plano Horizontal de Projeção X A0
– os dois pontos têm, assim, as suas projeções horizontais coincidentes. A projeção frontal do ponto B
determinou­‑se em função da sua cota.
R1
c) Os pontos R e S situam­‑se na mesma projetante frontal, pelo que têm a mesma cota – assim, a cota do
ponto S é 5. O ponto S tem coordenadas simétricas, pois o ponto S situa­‑se no b2/4 ­‑ as coordenadas do
ponto S são ( –5; 5). Atendendo a que os dois pontos se situam na mesma reta projetante frontal, a reta
projetante frontal que projeta o ponto R no Plano Frontal de Projeção é a mesma reta projetante frontal
que projeta o ponto S no Plano Frontal de Projeção – os dois pontos têm, assim, as suas projeções A1B1
frontais coincidentes. A projeção horizontal do ponto R determinou­‑se em função do seu afastamento e,
nesta situação, está coincidente com a projeção frontal do ponto (pontos do b2/4 têm as suas projeções
coincidentes).

28
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
250.
a) Desenharam­‑se as projeções dos pontos M e D, em função das suas coordenadas.
Ponto D – a sua abcissa é positiva (é 5), pelo que a linha de chamada do ponto D se situa 5 cm D2E2 YZ
para a esquerda do eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções do ponto, ver exercício 231. e
respetivo relatório.
Ponto M – a sua abcissa é negativa (é –3), pelo que a linha de chamada do ponto M se situa 3 cm
para a direita do eixo Y ≡ Z. Sobre a determinação das projeções do ponto, ver exercício 233. e D1
respetivo relatório.
M0N2
b) Atendendo a que os dois pontos se situam na mesma reta projetante horizontal, a reta projetante
X D0E1
horizontal que projeta o ponto M no Plano Horizontal de Projeção é a mesma reta projetante
horizontal que projeta o ponto N no Plano Horizontal de Projeção – os dois pontos têm, assim, as
suas projeções horizontais coincidentes. A projeção frontal do ponto M situa­‑se no eixo X, pois o
ponto N é um ponto do Plano Horizontal de Projeção. Tenha em conta que, face ao exposto, é possível M2
resolver o exercício sem determinar previamente as coordenadas do ponto N (que nem sequer são
pedidas no enunciado), mas que seria possível determiná­‑las com raciocínios semelhantes aos
dos exercícios anteriores, conforme se expõe em seguida. Os pontos N e M situam­‑se na mesma
projetante horizontal, pelo que têm o mesmo afastamento – assim, o afastamento do ponto N é M1N1
6. O ponto N tem cota nula, pois situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção ­‑ as coordenadas do
ponto N são ( 6; 0).

c) Atendendo a que os dois pontos se situam na mesma reta projetante frontal, a reta projetante frontal que projeta o ponto D no Plano Frontal de Projeção é a
mesma reta projetante frontal que projeta o ponto E no Plano Frontal de Projeção – os dois pontos têm, assim, as suas projeções frontais coincidentes. A projeção
horizontal do ponto E situa­‑se no eixo X, pois o ponto E é um ponto do Plano Frontal de Projeção. Tenha em conta que, face ao exposto, é possível resolver o
exercício sem determinar previamente as coordenadas do ponto E (que nem sequer são pedidas no enunciado), mas que seria possível determiná­‑las com
raciocínios semelhantes aos dos exercícios anteriores, conforme se expõe em seguida. Os pontos D e E situam­‑se na mesma projetante frontal, pelo que têm a
mesma cota – assim, a cota do ponto E é 5. O ponto E tem afastamento nulo, pois situa­‑se no Plano Frontal de Projeção ­‑ as coordenadas do ponto E são ( 0; 5).

251.
Os pontos A e B são simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que:
– no espaço, os dois pontos situam­‑se necessariamente na mesma reta projetante horizontal;
– no que respeita às coordenadas, os dois pontos têm necessariamente o mesmo afastamento (pois situam­‑se na mesma reta projetante horizontal).

252.
Os pontos A e B são simétricos em relação ao Plano Frontal de Projeção, pelo que:
– no espaço, os dois pontos situam­‑se necessariamente na mesma reta projetante frontal;
– no que respeita às coordenadas, os dois pontos têm necessariamente a mesma cota (pois situam­‑se na mesma reta projetante frontal).

253.
a) Desenharam­‑se as projeções do ponto E, em função das suas coordenadas (ver exercício 230. e
respetivo relatório).

b) Determinação das coordenadas do ponto F:


O ponto E e o ponto F são simétricos em relação ao Plano Frontal de Projeção – atendendo a que
ponto E se situa no 10 Diedro, o ponto F situa­‑se necessariamente no 20 Diedro. O ponto F é si­ E2F2
métrico do ponto E em relação ao Plano Frontal de Projeção, pelo que os pontos E e F se situam na
mesma reta projetante frontal – o ponto F tem cota igual à cota do ponto E e afasta­mento si­mé­trico
ao afastamento do ponto E. As coordenadas do ponto F são ( –1; 4). F1
Determinação das projeções do ponto F:
X
Pontos si­métri­cos em relação ao Plano Frontal de Projeção situam­‑se na mesma reta projetante
frontal, pelo que as projeções frontais dos dois pontos (os pontos E e F) estão coinci­dentes – tem­‑se E1G1
imediatamente E2 ≡ F2. A projeção horizontal do ponto F determinou­‑se em função do seu afastamento.

c) Determinação das coordenadas do ponto G:


O ponto E e o ponto G são simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção – atendendo a G2
que ponto E se situa no 10 Diedro, o ponto G situa­‑se necessariamente no 40 Diedro. O ponto G é si­
métrico do ponto E em relação ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que os pontos E e G se situam
na mesma reta projetante horizontal – o ponto G tem afastamento igual ao afastamento do ponto E
e cota si­mé­trica à cota do ponto E. As coordenadas do ponto G são ( 1; –4).

Determinação das projeções do ponto G:


Pontos si­métri­cos em relação ao Plano Horizontal de Projeção situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que as projeções horizontais dos dois
pontos (os pontos E e G) estão coinci­dentes – tem­‑se imediatamente E1 ≡ G1. A projeção frontal do ponto G determinou­‑se em função da sua cota.

29
SOLUÇÕES
254. A2
Determinação das coordenadas dos dois pontos:
Os pontos A e B são simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que se situam necessariamente na mesma
reta projetante horizontal – por isso, os dois pontos têm o mesmo afastamento (que é 3, que é o afastamento do ponto B).
Uma vez que a cota do ponto A é dupla do seu afastamento (e o ponto A se situa no 1o Diedro), a cota do ponto A é 6. Assim, as
coordenadas do ponto A são ( 3; 6). Os dois pontos, por serem simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, têm cotas
simétricas, pelo que a cota do ponto B é –6. Assim, as coordenadas do ponto B são ( 3;–6).

Determinação das projeções dos dois pontos:


Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. Pontos si­métri­cos em X
relação ao Plano Horizontal de Projeção situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que as projeções horizontais dos
dois pontos (os pontos A e B) estão coinci­dentes – tem­‑se imediatamente A1 ≡ B1. A projeção frontal do ponto B determinou­‑se
em função da sua cota. A1B1

B2

255.
Determinação das coordenadas dos dois pontos:
Os pontos R e S são simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que se situam em Diedros distintos – o ponto S
situa­‑se no 4o Diedro, pelo que o ponto R se situa no 1o Diedro. Os dois pontos, por serem simétricos em relação ao Plano
Horizontal de Projeção, têm cotas simétricas – uma vez que a cota do ponto S é –4, a cota do ponto R é 4. O afastamento do R2
ponto R é metade da sua cota, pelo que o afastamento do ponto R é 2. As coordenadas do ponto R são ( 2; 4). Os dois pontos, por
serem simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, situam­‑se necessariamente na mesma reta projetante horizontal
– por isso, os dois pontos têm o mesmo afastamento (que é 2, que é o afastamento do ponto R). Assim, as coordenadas do
ponto S são ( 2; –4).

Determinação das projeções dos dois pontos: X


Em primeiro lugar representou­‑se o ponto R, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. Pontos si­métri­cos em
relação ao Plano Horizontal de Projeção situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que as projeções horizontais dos R1S1
dois pontos (os pontos R e S) estão coinci­dentes – tem­‑se imediatamente R1 ≡ S1. A projeção frontal do ponto S determinou­‑se
em função da sua cota.
S2

256.
Determinação das coordenadas dos dois pontos: M1
Os pontos M e N são simétricos em relação ao Plano Frontal de Projeção, pelo que se situam em Diedros distintos e têm
afastamentos simétricos – uma vez que o afastamento do ponto M é –6, o afastamento do ponto N é 6. A cota do ponto N é
metade do seu afastamento, pelo que a cota do ponto N é 3. As coordenadas do ponto N são ( 6; 3). Os dois pontos, por serem
simétricos em relação ao Plano Frontal de Projeção, situam­‑se necessariamente na mesma reta projetante frontal – por isso, M2N2
os dois pontos têm a mesma cota (que é 3, que é a cota do ponto N). Assim, as coordenadas do ponto M são ( –6; 3).

Determinação das projeções dos dois pontos:


Em primeiro lugar representou­‑se o ponto M, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. Pontos si­métri­cos em
relação ao Plano Frontal de Projeção situam­‑se na mesma reta projetante frontal, pelo que as projeções frontais dos dois pontos X
(os pontos M e N) estão coinci­dentes – tem­‑se imediatamente M2 ≡ N2. A projeção horizontal do ponto N determinou­‑se em
função do seu afastamento.

N1

30
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
257.
a) Determinação das coordenadas do ponto Q:
O ponto Q e o ponto P são simétricos em relação ao Plano Frontal de Projeção – atendendo a que ponto P se situa no 20
Diedro, o ponto Q situa­‑se necessariamente no 10 Diedro. O ponto Q é si­métrico do ponto P em relação ao Plano Frontal
de Projeção, pelo que os pontos Q e P se situam na mesma reta projetante frontal – o ponto Q tem cota igual à cota do
ponto P e afasta­mento si­mé­trico ao afastamento do ponto P. Assim, as coordenadas do ponto Q são ( 4; 3). P1
Determinação das projeções do ponto Q:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. Pontos si­métri­ P2Q2
cos em relação ao Plano Frontal de Projeção situam­‑se na mesma reta projetante frontal, pelo que as projeções frontais
dos dois pontos (os pontos P e Q) estão coinci­dentes – tem­‑se imediatamente P2 ≡ Q2. A projeção horizontal do ponto Q
determinou­‑se em função do seu afastamento.
b) Determinação das coordenadas do ponto T: X
O ponto T e o ponto Q são simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção – atendendo a que ponto Q se situa no 10
Diedro, o ponto T situa­‑se necessariamente no 40 Diedro. O ponto T é si­métrico do ponto Q em relação ao Plano Horizontal
de Projeção, pelo que os pontos T e Q se situam na mesma reta projetante horizontal – o ponto T tem afastamento igual
ao afastamento do ponto Q e cota si­mé­trica à cota do ponto Q. Assim, as coordenadas do ponto T são ( 4; –3). T2

Determinação das projeções do ponto T: Q1T1


Pontos si­métri­cos em relação ao Plano Horizontal de Projeção situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que
as projeções horizontais dos dois pontos (os pontos Q e T) estão coinci­dentes – tem­‑se imediatamente Q1 ≡ T1. A projeção
frontal do ponto T determinou­‑se em função da sua cota.

258.
a) Determinação das coordenadas dos dois pontos:
Os pontos A e B são simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que se situam em Diedros distintos
– o ponto A situa­‑se no 1o Diedro (no 1o Octante), pelo que o ponto B se situa no 4o Diedro. Nesse sentido, a cota de B é
necessariamente negativa. Uma vez que a cota de B, em valor absoluto, é 2, o valor relativo da cota do ponto B é –2 (o
ponto B tem –2 de cota). Os dois pontos, por serem simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, têm cotas
simétricas – uma vez que a cota do ponto B é –2, a cota do ponto A é 2. A cota do ponto A é metade do seu afastamento,
pelo que o afastamento do ponto A é 4 (o dobro da cota). As coordenadas do ponto A são ( 4; 2). Os dois pontos, por serem
simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, situam­‑se necessariamente na mesma reta projetante horizontal
– por isso, os dois pontos têm o mesmo afastamento (que é 4, que é o afastamento do ponto A). Assim, as coordenadas
do ponto B são ( 4; –2).
Determinação das projeções dos dois pontos:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. Pontos si­métri­
cos em relação ao Plano Horizontal de Projeção situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que as projeções
horizontais dos dois pontos (os pontos A e B) estão coinci­dentes – tem­‑se imediatamente A1 ≡ B1. A projeção frontal do C1
ponto B determinou­‑se em função da sua cota.
A2C2
b) Determinação das coordenadas do ponto C:
O ponto C situa­‑se na mesma reta projetante frontal do ponto A, pelo que os dois pontos têm a mesma cota – o ponto C
tem 2 de cota. Por outro lado, uma vez que o ponto C se situa no 4o Octante, a distância do ponto C ao SPHP tem de ser X
inferior à distância do ponto C ao SPFS. Assim, em valor absoluto, o afastamento do ponto C tem de ser superior à sua
cota (tem de ser superior a 2). Por outro lado, uma vez que o ponto C se situa no 2o Octante, o seu afastamento tem de B2
ser negativo. Assim, escolheu­‑se –3 para o afastamento do ponto C, mas poderia ter sido –4, –5, –6 e por aí em diante.
As coordenadas do ponto C são ( –3; 2).
Determinação das projeções do ponto C:
A1B1D1D2
Pontos situados na mesma reta projetante frontal têm as suas projeções frontais coinci­dentes, pelo que se tem
imediatamente A2 ≡ C2. A projeção horizontal do ponto C determinou­‑se em função do seu afastamento.

c) Determinação das coordenadas do ponto D:


O ponto D situa­‑se na mesma reta projetante horizontal do ponto B, pelo que os dois pontos têm o mesmo afastamento
– o ponto D tem 4 de afastamento (que é o afastamento do ponto B). Por outro lado, uma vez que o ponto D se situa
no b2/4, o ponto D tem coordenadas simétricas (pontos do b2/4 têm coordenadas simétricas). Assim, as coordenadas do
ponto D são (4; –4).
Determinação das projeções do ponto D:
Pontos situados na mesma reta projetante horizontal têm as suas projeções horizontais coinci­dentes, pelo que se tem
imediatamente B1 ≡ D1. A projeção frontal do ponto D determinou­‑se em função da sua cota. Note que o ponto D tem
necessariamente as suas projeções coincidentes, porque é um ponto do b2/4 (pontos do b2/4 têm as suas projeções
coincidentes).

31
SOLUÇÕES
259.
a) Determinação das coordenadas do ponto B:
Os pontos B e D são simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que se situam necessariamente na
mesma reta projetante horizontal – por isso, os dois pontos têm o mesmo afastamento (que é –2, que é o afastamento
do ponto D). Os dois pontos, por serem simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, têm cotas simétricas –
uma vez que a cota do ponto D é –4, a cota do ponto B é 4. Assim, as coordenadas do ponto B são ( –2; 4).
Determinação das coordenadas do ponto A:
O ponto A situa­‑se na mesma reta projetante frontal do ponto B, pelo que os dois pontos têm a mesma cota – o ponto A
tem 4 de cota (que é a cota do ponto B). Por outro lado, uma vez que o ponto A se situa no b1/3, o ponto A tem coordenadas A2B2
iguais (pontos do b1/3 têm coordenadas iguais). Assim, as coordenadas do ponto A são ( 4; 4).
Determinação das coordenadas do ponto C:
Os pontos A e C são simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que se situam necessariamente na B1D1
mesma reta projetante horizontal – por isso, os dois pontos têm o mesmo afastamento (que é 4, que é o afastamento do
ponto A). Os dois pontos, por serem simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, têm cotas simétricas – uma
vez que a cota do ponto A é 4, a cota do ponto C é –4. Assim, as coordenadas do ponto C são ( 4; –4). X

b) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas (o ponto A, por ser
um ponto do b1/3, tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X). Os pontos A e B situam­‑se na mesma reta
projetante frontal, pelo que as projeções frontais dos dois pontos estão coincidentes – tem­‑se imediatamente A2 ≡ B2.
A projeção horizontal do ponto B determinou­‑se em função do seu afastamento. O ponto C e o ponto A, por serem
simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que têm as A1C1C2D2
suas projeções horizontais coincidentes – tem­‑se imediatamente A1 ≡ C1. A projeção frontal do ponto C determinou­‑se
em função da sua cota (o ponto C é um ponto do b2/4, pelo que tem as suas projeções coincidentes). O ponto B e o ponto D,
por serem simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo
que têm as suas projeções horizontais coincidentes – tem­‑se imediatamente B1 ≡ D1. A projeção frontal do ponto D
determinou­‑se em função da sua cota.

260.
a) Determinação das coordenadas do ponto R:
Os pontos R e S situam­‑se na mesma reta projetante horizontal – nesse sentido, os dois pontos têm o mesmo
afastamento (que é 2, que é o afastamento do ponto S). Por outro lado, uma vez que o ponto R se situa no b1/3, o ponto R
tem coordenadas iguais (pontos do b1/3 têm coordenadas iguais). Assim, as coordenadas do ponto R são ( 2; 2).

Determinação das coordenadas do ponto T:


Os pontos R e T são simétricos em relação ao Plano Frontal de Projeção, pelo que se situam necessariamente na mesma
reta projetante frontal – por isso, os dois pontos têm a mesma cota (que é 2, que é a cota do ponto R). Os dois pontos, por
serem simétricos em relação ao Plano Frontal de Projeção, têm afastamentos simétricos – uma vez que o afastamento
do ponto R é 2, o afastamento do ponto T é –2. Assim, as coordenadas do ponto T são ( 2; –2). Note que o ponto T é R2T2T1
necessariamente um ponto do b2/4, pois tem coordenadas simétricas.

Determinação das coordenadas do ponto U:


Os pontos R e U são simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que se situam necessariamente na X
mesma reta projetante horizontal – por isso, os dois pontos têm o mesmo afastamento (que é 2, que é o afastamento do
ponto R). Os dois pontos, por serem simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, têm cotas simétricas – uma S1R1U1U2
vez que a cota do ponto R é 2, a cota do ponto U é –2. Assim, as coordenadas do ponto U são ( 2; –2). Note que o ponto U
é necessariamente um ponto do b2/4, pois tem coordenadas simétricas.

b) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto S, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. Os pontos R e S S2
situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que as projeções horizontais dos dois pontos estão coincidentes –
tem­‑se imediatamente S1 ≡ R1. A projeção frontal do ponto R determinou­‑se em função da sua cota (o ponto R, por ser
um ponto do b1/3, tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X). O ponto R e o ponto T, por serem simétricos
em relação ao Plano Frontal de Projeção, situam­‑se na mesma reta projetante frontal, pelo que têm as suas projeções
frontais coincidentes – tem­‑se imediatamente R2 ≡ T2. A projeção horizontal do ponto T determinou­‑se em função do
seu afastamento O ponto R e o ponto U, por serem simétricos em relação ao Plano Horizontal de Projeção, situam­‑se
na mesma reta projetante horizontal, pelo que têm as suas projeções horizontais coincidentes – tem­‑se imediatamente
R1 ≡ U1. A projeção frontal do ponto U determinou­‑se em função da sua cota (o ponto T é um ponto do b2/4, pelo que tem
as suas projeções coincidentes).

32
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
261.
a) Determinação das coordenadas do ponto A:
O ponto A é um ponto do b2/4, pelo que tem as suas coordenadas simétricas (pontos do b2/4 têm
coordenadas simétricas). O afastamento do ponto A é –4 (é dado no enunciado), pelo que a cota do
ponto A é 4 – as coordenadas do ponto A são ( –4; 4).

Determinação das coordenadas do ponto C:


Os pontos A e C situam­‑se na mesma reta projetante frontal, pelo que os dois pontos têm a mesma
cota (que é 4, que é a cota do ponto A). O ponto C é um ponto do b1/3, pelo que tem as suas coordenadas
iguais (pontos do b1/3 têm coordenadas iguais), pelo que o ponto C tem 4 de afastamento. As
coordenadas do ponto C são ( 4; 4).

Determinação das coordenadas do ponto B:


Os pontos B e C situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que os dois pontos têm o mesmo A1A2C2
afastamento (que é 4, que é o afastamento do ponto C). O ponto B é um ponto do b2/4, pelo que tem as
suas coordenadas simétricas (pontos do b2/4 têm coordenadas simétricas), pelo que a cota do ponto B
é –4. Assim, as coordenadas do ponto B são ( 4; –4).

Determinação das coordenadas do ponto D: D2


Os pontos D e C situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que os dois pontos têm o mesmo X
afastamento (que é 4, que é o afastamento do ponto C). O ponto D é um ponto do Plano Horizontal de
Projeção, pelo que tem cota nula (pontos do Plano Horizontal de Projeção têm cota nula), pelo que a
cota do ponto D é 0. Assim, as coordenadas do ponto D são ( 4; 0).

b) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. C1B1B2D1
O ponto A tem as suas projeções coincidentes, pois é um ponto do b2/4 (pontos do b2/4 têm as suas
projeções coincidentes). Os pontos A e C situam­‑se na mesma reta projetante frontal, pelo que as
projeções frontais dos dois pontos estão coincidentes – tem­‑se imediatamente A2 ≡ C2. A projeção
horizontal do ponto C determinou­‑se em função do seu afastamento (o ponto C, por ser um ponto
do b1/3, tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X). Os pontos B e C situam­‑se na mesma
reta projetante horizontal, pelo que as projeções horizontais dos dois pontos estão coincidentes – tem­
‑se imediatamente C1 ≡ B1. A projeção frontal do ponto B determinou­‑se em função da sua cota (o
ponto B, por ser um ponto do b2/4, tem as suas projeções coincidentes). Os pontos D e C situam­
‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que as projeções horizontais dos dois pontos estão
coincidentes – tem­‑se imediatamente C1 ≡ D1. A projeção frontal do ponto D determinou­‑se em função
da sua cota, que é nula (o ponto D, por ser um ponto do Plano Horizontal de Projeção, tem a sua
projeção frontal do eixo X).

262.
Por projeção horizontal de uma reta entende­‑se o lugar geométrico das projeções horizontais de
todos os pontos da reta – a projeção horizontal de uma reta é, assim, uma reta do Plano Horizontal de
Projeção que contém as projeções horizontais de todos os pontos da reta.

263.
Por projeção frontal de uma reta entende­‑se o lugar geométrico das projeções frontais de todos os
pontos da reta – a projeção frontal de uma reta é, assim, uma reta do Plano Frontal de Projeção que
contém as projeções frontais de todos os pontos da reta.
YZ
M2

m2

264. N2
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos M e N, pelas respetivas projeções, em função das M0
respetivas coordenadas. Em seguida desenharam­‑se as projeções da reta m. A projeção horizontal da X N0
reta m (m1) está definida pelas projeções horizontais dos dois pontos (m1 passa por M1 e por N1). A
projeção frontal da reta m (m2) está definida pelas projeções fron­tais dos dois pontos (m2 passa por M2
e por N2). M1

m1

N1

33
SOLUÇÕES

YZ

A2
265. r2
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das respetivas B2
coordenadas. Em seguida desenharam­‑se as projeções da reta r. A projeção horizontal da reta r (r1) está
definida pelas projeções horizontais dos dois pontos (r1 passa por A1 e por B1). A projeção frontal da reta r B1
(r2) está definida pelas projeções fron­tais dos dois pontos (r2 passa por A2 e por B2). As projeções da reta A0
estão, assim, definidas pelas projeções homónimas (do mesmo nome) dos dois pontos que a definem. X B0
r1
A1

266.
A sigla a.d. significa abertura à direita e refere­‑se ao sentido da abertura que a projeção (horizontal ou frontal) de uma determinada reta faz com o eixo X, no
espaço do 1o Diedro. De forma idêntica, a sigla a.e. significa abertura à esquerda e refere­‑se ao sentido da abertura que a projeção (horizontal ou frontal) de uma
determinada reta faz com o eixo X, no espaço do 1o Diedro.

s2

P2 267.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta s, em função dos ângulos dados.
A projeção frontal da reta s (s2) passa pela projeção frontal do ponto P (P2) e faz, com o eixo X, um
45º ângulo de 45º de abertura para a direita (a.d.). Note que o ângulo que a projeção frontal da reta
s (s2) faz com o eixo X se mediu para cima do eixo X (sentido positivo das cotas – o ângulo que
X se situa no SPFS). A projeção horizontal da reta s (s1) passa pela projeção horizon­tal do ponto P
30º
(P1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a esquerda (a.e.). Note que o ângulo
que a projeção horizontal da reta s (s1) faz com o eixo X se mediu para baixo do eixo X (sentido
positivo dos afastamentos – o ângulo que se situa no SPHA).
s1

P1

A2 a2

268.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. Em
seguida, desenharam­‑se as projeções da reta a, em função dos ângulos dados. A projeção frontal da reta
a (a2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a
direita (a.d.). Note que o ângulo que a projeção frontal da reta a (a2) faz com o eixo X se mediu para cima
do eixo X (sentido positivo das cotas – o ângulo que se situa no SPFS). A projeção horizontal da reta a (a1)
passa pela projeção horizon­tal do ponto A (A1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 60º de abertura para a X
direita (a.d.). Note que o ângulo que a projeção horizontal da reta a (a1) faz com o eixo X se mediu para
baixo do eixo X (sentido positivo dos afastamentos – o ângulo que se situa no SPHA).
A1

a1

34
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
YZ

B2
r2
269. A2 C2
Para que um ponto pertença a uma reta, é necessário que a projeção horizontal do ponto pertença à B0
projeção horizontal da reta e que a projeção frontal do ponto pertença à projeção frontal da reta, ou seja, X A0
para que um ponto pertença a uma reta é necessário que as projeções do ponto pertençam às projeções
B1
homónimas (do mesmo nome) da reta.

C1
A1
r1

270.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das respetivas coordenadas. Em seguida desenharam­‑se as
projeções da reta r. A projeção horizontal da reta r (r1) está definida pelas projeções horizontais dos dois pontos (r1 passa por A1 e por B1). A projeção frontal
da reta r (r2) está definida pelas projeções fron­tais dos dois pontos (r2 passa por A2 e por B2). As projeções da reta estão, assim, definidas pelas projeções
homónimas (do mesmo nome) dos dois pontos que a definem.

Determinação das projeções do ponto C:


Determinaram­‑se as projeções de um ponto C, qualquer, pertencente à reta, para o que se teve em conta a condição para que um ponto pertença a uma reta.
Nesse sentido, a projeção frontal do ponto C (C2) pertence à projeção frontal da reta r (r2) e a projeção horizontal do ponto C (C1) pertence à projeção horizontal
da reta r (r1), o que nos garante que o ponto C pertence à reta r.

YZ
D2
B2
r2
A2
D1
271.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados (ver exercício anterior
B0
e respetivo relatório). Em seguida determinaram­‑se as projeções do ponto D, atendendo à condição
X A0 para que um ponto pertença a uma reta. O ponto D é o ponto da reta que tem 4 cm de cota. Assim,
B1 em primeiro lugar determinou­‑se a projeção frontal do ponto D (D2) sobre a projeção frontal da reta r
(r2), em função da sua cota – D2 situa­‑se 4 cm para cima do eixo X (a cota do ponto D é positiva) e situa­
‑se sobre r2 (a projeção frontal da reta r). Em seguida, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto D
(D1), sobre a projeção horizontal da reta r (r1) e na linha de chamada de D2.
A1
r1

YZ

272. E2 B2
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados (ver exercício 270. e r2
respetivo relatório). Em seguida determinaram­‑se as projeções do ponto E, atendendo à condição para A2
que um ponto pertença a uma reta. O ponto E é o ponto da reta que tem 2 cm de afastamento. Assim, B0
em primeiro lugar determinou­‑se a projeção horizontal do ponto E (E1) sobre a projeção horizontal da reta X A0
r (r1), em função do seu afastamento – E1 situa­‑se 2 cm para baixo do eixo X (o afastamento do ponto E
é positivo) e situa­‑se sobre r1 (a projeção horizontal da reta r). Em seguida, determinou­‑se a projeção E1 B1
frontal do ponto E (E2), sobre a projeção frontal da reta r (r2) e na linha de chamada de E1.

A1
r1

35
SOLUÇÕES
273.
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. Em
seguida, desenharam­‑se as projeções da reta s, em função dos ângulos dados. A projeção frontal da reta
s (s2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para
a esquerda (a.e.). Note que o ângulo que a projeção frontal da reta s (s2) faz com o eixo X se mediu para
cima do eixo X. A projeção horizontal da reta s (s1) passa pela projeção horizon­tal do ponto A (A1) e faz, com YZ
o eixo X, um ângulo de 45º de abertura para a direita (a.d.). Note que o ângulo que a projeção horizontal T2
da reta s (s1) faz com o eixo X se mediu para baixo do eixo X.
s2 A2
b) As projeções do ponto R foram determinadas atendendo à condição para que um ponto pertença a uma R2
reta. O ponto R é o ponto da reta que tem 4 cm de afastamento. Assim, em primeiro lugar determinou­‑se a
projeção horizontal do ponto R (R1) sobre a projeção horizontal da reta s (s1), em função do seu afastamento
– R1 situa­‑se 4 cm para baixo do eixo X (o afastamento do ponto R é positivo) e situa­‑se sobre s1 (a projeção X T1 A0
horizontal da reta s). Em seguida, determinou­‑se a projeção frontal do ponto R (R2), sobre a projeção frontal
da reta s (s2) e na linha de chamada de R1. s1

c) U
 m ponto com 0 de afastamento (afastamento nulo) situa­‑se no Plano Frontal de Projeção e tem
necessariamente a sua projeção horizontal no eixo X (pontos do Plano Frontal de Projeção têm a sua A1 R1
projeção horizontal no eixo X). O ponto T é um ponto da reta s, pelo que tem de verificar a condição para
que um ponto pertença a uma reta. Assim, em primeiro lugar determinou­‑se a projeção horizontal do
ponto T (T1) sobre a projeção horizontal da reta s (s1), em função do seu afastamento – T1 situa­‑se no
eixo X (o afastamento do ponto T é nulo) e situa­‑se sobre s1 (a projeção horizontal da reta s). Em seguida,
determinou­‑se a projeção frontal do ponto T (T2), sobre a projeção frontal da reta s (s2) e na linha de
chamada de T1. Note que T é o ponto da reta cuja projeção horizontal está no eixo X. O ponto T situa­‑se no
SPFS, pois tem cota positiva.

274.
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. Em
seguida, desenharam­‑se as projeções da reta m, em função dos dados. A projeção horizontal da reta m
(m1) passa pela projeção horizontal do ponto P (P1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 35º de abertura para
a direita (a.d.). Note que o ângulo que a projeção horizontal da reta m (m1) faz com o eixo X se mediu para
baixo do eixo X. A projeção frontal da reta m (m2) passa pela projeção frontal do ponto P (P2) e é paralela
à projeção horizontal da reta m (m1). Note que as duas projeções da reta m são paralelas apenas na folha
de papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. De facto, G2
no espaço, as duas projeções da reta m nunca poderiam ser paralelas, pois uma situa­‑se no Plano Frontal P2
de Projeção (a projeção frontal da reta m) e a outra situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção (a projeção
m2
horizontal da reta m).
L2
b) As projeções do ponto G foram determinadas atendendo à condição para que um ponto pertença a uma X
reta. O ponto G é o ponto da reta que tem 3 cm de cota. Assim, em primeiro lugar determinou­‑se a projeção
frontal do ponto G (G2) sobre a projeção frontal da reta m (m2), em função da sua cota – G2 situa­‑se 3 cm
para cima do eixo X (a cota do ponto G é positiva) e situa­‑se sobre m2 (a projeção frontal da reta m). Em
seguida, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto G (G1), sobre a projeção horizontal da reta m (m1)
G1
e na linha de chamada de G2.
P1
c) Um ponto com 0 de cota (cota nula) situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção e tem necessariamente a sua m1
projeção frontal no eixo X (pontos do Plano Horizontal de Projeção têm a sua projeção frontal no eixo X).
L1
O ponto L é um ponto da reta m, pelo que tem de verificar a condição para que um ponto pertença a
uma reta. Assim, em primeiro lugar determinou­‑se a projeção frontal do ponto L (L2) sobre a projeção
frontal da reta m (m2), em função da sua cota – L2 situa­‑se no eixo X (a cota do ponto L é nula) e situa­‑se
sobre m2 (a projeção frontal da reta m). Em seguida, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto L (L1),
sobre a projeção horizontal da reta m (m1) e na linha de chamada de L2. Note que L é o ponto da reta cuja
projeção frontal está no eixo X. O ponto L situa­‑se no SPHA, pois tem afastamento positivo.

36
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS

275.
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto R, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta m, em função dos ângulos dados.
A projeção frontal da reta m (m2) passa pela projeção frontal do ponto R (R2) e faz, com o eixo X, YZ
um ângulo de 45º de abertura para a direita (a.d.) – o ângulo que a projeção frontal da reta m m2
(m2) faz com o eixo X mediu­‑se para cima do eixo X. A projeção horizontal da reta m (m1) passa R2
pela projeção horizon­tal do ponto R (R1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para
a direita (a.d.) – o ângulo que a projeção horizontal da reta m (m1) faz com o eixo X mediu­‑se A2
para baixo do eixo X.

b) Determinaram­‑se as projeções dos dois pontos, atendendo à condição para que um ponto
pertença a uma reta. O ponto A é o ponto da reta que tem 3 cm de afastamento. Assim, em B1
primeiro lugar determinou­‑se a projeção horizontal do ponto A (A1) sobre a projeção horizontal R0
da reta m (m1), em função do seu afastamento – A1 situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X (o X
afastamento do ponto A é positivo) e situa­‑se sobre m1. Em seguida, determinou­‑se a projeção
frontal do ponto A (A2), sobre a projeção frontal da reta m (m2) e na linha de chamada de A1. O
ponto B é o ponto da reta com –3 de cota. Assim, em primeiro lugar determinou­‑se a projeção
frontal do ponto B (B2) sobre a projeção frontal da reta m (m2), em função da sua cota – B2 situa­
B2 A1
‑se 3 cm para baixo do eixo X (a cota do ponto B é negativa) e situa­‑se sobre m2. Em seguida,
determinou­‑se a projeção horizontal do ponto B (B1), sobre a projeção horizontal da reta m (m1) e R1
na linha de chamada de B2. Note que o ponto B tem –3 de cota e as projeções frontais de pontos m1
com cota negativa situam­‑se no SPFI, que fica para baixo do eixo X (após o rebatimento do Plano
Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção).

276.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas. Note que, não sendo dada a abcissa de qualquer dos dois pontos, é dada
uma relação de abcissa entre os dois pontos – a linha de chamada do ponto B situa­‑se 4 cm para
a esquerda da linha de chamada do ponto A. Em seguida desenharam­‑se as projeções da reta s. A
projeção horizontal da reta s (s1) está definida pelas projeções horizontais dos dois pontos (s1 passa
por A1 e por B1). A projeção frontal da reta s (s2) está definida pelas projeções fron­tais dos dois
pontos (s2 passa por A2 e por B2).
N2
Determinação das projeções do ponto M: B2
O ponto M tem cota nula, pelo que se situa no Plano Horizontal de Projeção e tem necessariamente s2
a sua projeção frontal no eixo X (pontos do Plano Horizontal de Projeção têm a sua projeção frontal
A2
no eixo X). O ponto M é um ponto da reta s, pelo que tem de verificar a condição para que um ponto
pertença a uma reta. Assim, em primeiro lugar determinou­‑se a projeção frontal do ponto M (M2) B0 M2
sobre a projeção frontal da reta s (s2), em função da sua cota – M2 situa­‑se no eixo X (a cota do ponto X N1 A0
M é nula) e situa­‑se sobre s2 (a projeção frontal da reta s). Em seguida, determinou­‑se a projeção
B1
horizontal do ponto M (M1), sobre a projeção horizontal da reta s (s1) e na linha de chamada de M2.
Note que M é o ponto da reta cuja projeção frontal está no eixo X.
s1
Determinação das projeções do ponto N:
A1
O ponto N tem afastamento nulo, pelo que se situa no Plano Frontal de Projeção e tem
necessariamente a sua projeção horizontal no eixo X (pontos do Plano Frontal de Projeção têm a sua
projeção horizontal no eixo X). O ponto N é um ponto da reta s, pelo que tem de verificar a condição M1
para que um ponto pertença a uma reta. Assim, em primeiro lugar determinou­‑se a projeção
horizontal do ponto N (N1) sobre a projeção horizontal da reta s (s1), em função do seu afastamento
– N1 situa­‑se no eixo X (o afastamento do ponto N é nulo) e situa­‑se sobre s1 (a projeção horizontal
da reta s). Em seguida, determinou­‑se a projeção frontal do ponto N (N2), sobre a projeção frontal
da reta s (s2) e na linha de chamada de N1. Note que N é o ponto da reta cuja projeção horizontal
está no eixo X.

37
SOLUÇÕES
277. YZ
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em A2
função das respetivas coordenadas. Em seguida desenharam­‑se as projeções da reta r.
A projeção horizontal da reta r (r1) está definida pelas projeções horizontais dos dois pontos
(r1 passa por A1 e por B1). A projeção frontal da reta r (r2) está definida pelas projeções fron­ r2
tais dos dois pontos (r2 passa por A2 e por B2).

Determinação das projeções do ponto S:


O ponto S tem afastamento nulo, pelo que se situa no Plano Frontal de Projeção e tem B2
necessariamente a sua projeção horizontal no eixo X (pontos do Plano Frontal de Projeção têm R2
a sua projeção horizontal no eixo X). O ponto S é um ponto da reta r, pelo que tem de verificar a
X A0 B0 S1
condição para que um ponto pertença a uma reta. Assim, em primeiro lugar determinou­‑se
a projeção horizontal do ponto S (S1) sobre a projeção horizontal da reta r (r1), em função do T1T2
seu afastamento – S1 situa­‑se no eixo X (o afastamento do ponto S é nulo) e situa­‑se sobre r1 R1
B1
(a projeção horizontal da reta r). Em seguida, determinou­‑se a projeção frontal do ponto S (S2),
r1
sobre a projeção frontal da reta r (r2) e na linha de chamada de S1. Note que S é o ponto da reta
cuja projeção horizontal está no eixo X. Note ainda que o ponto S tem cota negativa, pois a sua A1 S2
projeção frontal está para baixo do eixo X (o ponto S situa­‑se no SPFI).

Determinação das projeções do ponto R:


O ponto R tem cota nula, pelo que se situa no Plano Horizontal de Projeção e tem necessariamente a sua projeção frontal no eixo X (pontos do Plano Horizontal
de Projeção têm a sua projeção frontal no eixo X). O ponto R é um ponto da reta r, pelo que tem de verificar a condição para que um ponto pertença a uma reta.
Assim, em primeiro lugar determinou­‑se a projeção frontal do ponto R (R2) sobre a projeção frontal da reta r (r2), em função da sua cota – R2 situa­‑se no eixo X
(a cota do ponto R é nula) e situa­‑se sobre r2 (a projeção frontal da reta r). Em seguida, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto R (R1), sobre a projeção
horizontal da reta r (r1) e na linha de chamada de R2. Note que R é o ponto da reta cuja projeção frontal está no eixo X.

Determinação das projeções do ponto T:


O ponto T é um ponto da reta r, pelo que tem de verificar a condição para que um ponto pertença a uma reta – a projeção horizontal do ponto T tem de
pertencer à projeção horizontal da reta r e a projeção frontal do ponto T tem de pertencer à projeção frontal da reta r. Por outro lado, o ponto T é o ponto da reta
que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção horizontal do ponto T (T1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta r (r1) e a projeção frontal do ponto T (T2)
situa­‑se sobre a projeção frontal da reta r (r2) – tendo em conta que as duas projeções do ponto T (T1 e T2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto T
situam­‑se no ponto de concorrência das duas projeções da reta (r1 e r2) – T1 ≡ T2 no ponto em que as duas projeções da reta se intersetam. Note que o ponto T é
necessariamente um ponto do b2/4, pois pontos do b2/4 têm as suas projeções coincidentes.

278.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das respetivas coordenadas. Em seguida desenharam­‑se as
projeções da reta m. A projeção horizontal da reta m (m1) está definida pelas projeções horizontais dos dois pontos (m1 passa por A1 e por B1). A projeção
frontal da reta m (m2) está definida pelas projeções fron­tais dos dois pontos (m2 passa por A2 e por B2).

b) Determinaram­‑se as projeções do ponto M, atendendo à condição para que um ponto pertença a uma reta. O ponto M é o ponto da reta que tem 3 cm de
afastamento. Assim, em primeiro lugar determinou­‑se a projeção horizontal do ponto M (M1) sobre a projeção horizontal da reta m (m1), em função do seu
afastamento – M1 situa­‑se 3 cm para baixo do eixo X (o afastamento do ponto M é positivo) e situa­‑se sobre m1. Em seguida, determinou­‑se a projeção frontal
do ponto M (M2), sobre a projeção frontal da reta m (m2) e na linha de chamada de M1. Nesta situação particular, verifica­‑se que a projeção frontal do ponto M se
situa no eixo X, pelo que o ponto M tem cota nula. Assim, o ponto M é um ponto do Plano
Horizontal de Projeção. Por outro lado, e porque tem afastamento positivo, o ponto M
situa­‑se no SPHA. Por fim, nesta situação articular constata­‑se também que o ponto M YZ
tem abcissa nula, pelo que se situa no Plano de Perfil (o plano YZ). A2

c) D
 eterminaram­‑se as projeções do ponto R, atendendo à condição para que um ponto
pertença a uma reta. O ponto R é o ponto da reta com –1 de cota. Assim, em primeiro
lugar determinou­‑se a projeção frontal do ponto R (R2) sobre a projeção frontal da reta m
(m2), em função da sua cota – R2 situa­‑se 1 cm para baixo do eixo X (a cota do ponto R é m2
negativa) e situa­‑se sobre m2. Em seguida, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto R
(R1), sobre a projeção horizontal da reta m (m1) e na linha de chamada de R2. Note que
o ponto R tem –1 de cota e as projeções frontais de pontos com cota negativa situam­‑se
no SPFI, que fica para baixo do eixo X (após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção M2 B0
sobre o Plano Horizontal de Projeção). X A0 R2 B1
d) O ponto I é um ponto da reta r, pelo que tem de verificar a condição para que um ponto
I1I2
pertença a uma reta – a projeção horizontal do ponto I tem de pertencer à projeção R1
horizontal da reta m e a projeção frontal do ponto I tem de pertencer à projeção frontal B2
M1
da reta m. Por outro lado, o ponto I é um ponto do b2/4, pelo que o ponto I é o ponto da
reta que tem projeções coincidentes (pontos do b2/4 têm projeções coincidentes). Assim, a
m1
projeção horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta m (m1) e a
projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta m (m2) – tendo em
conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do
ponto I situam­‑se no ponto de concorrência das duas projeções da reta (m1 e m2) – I1 ≡ I2 A1
no ponto em que as duas projeções da reta se intersetam.

38
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
279.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas. Em seguida desenharam­‑se as projeções da reta a. A projeção horizontal
da reta a (a1) passa pelas projeções horizontais dos dois pontos (a1 passa por A1 e por B1).
A projeção frontal da reta a (a2) passa pelas projeções fron­tais dos dois pontos (a2 passa por A2
e por B2).

b) Determinação das projeções do ponto R: YZ


A2
As projeções do ponto R foram determinadas atendendo à condição para que um ponto
pertença a uma reta. O ponto R é o ponto da reta que tem 4 cm de cota. Assim, em primeiro lugar R2 falta corrigir
determinou­‑se a projeção frontal do ponto R (R2) sobre a projeção frontal da reta a (a2), em função a coordenada dada para
a2
da sua cota – R2 situa­‑se 4 cm para cima do eixo X (a cota do ponto R é positiva) e situa­‑se sobre o ponto “T”...
a2 (a projeção frontal da reta a). Em seguida, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto R (R1),
sobre a projeção horizontal da reta a (a1) e na linha de chamada de R2. S2

Determinação das projeções do ponto R: A0 S0 B0


As projeções do ponto S foram determinadas atendendo à condição para que um ponto pertença X
a uma reta. O ponto S é o ponto da reta que tem abcissa nula – assim, a linha de chamada do ponto
S é o próprio eixo Y ≡ Z. Em seguida determinaram­‑se as duas projeções do ponto S, sobre as a1
projeções homónimas da reta a – a projeção frontal do ponto S (S2) está sobre a projeção frontal A1 R1 S1 B1
da reta a (a2) e a projeção horizontal do ponto S (S1) está sobre a projeção horizontal da reta a (a1).
Determinação das projeções do ponto T: B2
Os pontos que definem a reta a (os pontos A e B) têm, ambos, o mesmo afastamento (que é 2
cm). Os pontos R e S, pertencentes à reta a e determinados anteriormente têm, também, 2 cm de
afastamento. Assim, conclui­‑se que todos os pontos da reta a têm 2 cm de afastamento. Nesse
sentido, não há nenhum ponto da reta que tenha –5 de afastamento (que é o afastamento dado
do ponto T), pelo que não é possível determinar as projeções do ponto T. De facto, se o ponto T
pertence à reta a, o ponto T não pode ter –5 de afastamento. Se o ponto T tem –5 de afastamento,
não pode pertencer à reta a.

280.
O traço horizontal de uma reta é o ponto de interseção da reta com o Plano Horizontal de Projeção – é o único ponto da reta que tem cota nula. O traço frontal
de uma reta é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção – é o único ponto da reta que tem afastamento nulo.

YZ
281.
Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções dos pontos A e B, em função das respetivas F2
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta r, passando pelas projeções homónimas dos
pontos A e B. Em seguida procedeu­‑se à determinação dos traços da reta nos planos de projeção
– o ponto F (o traço frontal da reta) e o ponto H (o traço horizontal da reta). Para que os pontos A2
pertençam à reta r, os dois pontos têm de verificar a condição para que um ponto pertença a uma
reta – as projeções horizontais dos dois pontos têm de se situar sobre a projeção horizontal da reta r r2
e as projeções frontais dos dois pontos têm de se situar sobre a projeção frontal da reta r. O traço
frontal (F) da reta r é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção e é o único ponto A0 H 2 B0
da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal do ponto F) situa­‑se no eixo X, X F1
B2
sobre a projeção horizontal da reta r (r1) – F2 (a projeção frontal do ponto F) tem de se situar sobre r2
A1
(a projeção frontal da reta r), na linha de chamada de F1. O traço horizontal (H) da reta r é o ponto de
r1
interseção da reta r com o Plano Horizontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem cota nula.
Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal da reta r (r2) – H1 H1
B1
(a projeção horizontal do ponto H) tem de se situar sobre r1 (a projeção horizontal da reta r), na linha
de chamada de H2.

39
SOLUÇÕES

282.
Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções dos pontos M e N, em função das respetivas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta s, passando pelas projeções homónimas dos M2
pontos M e N. Note que, não sendo dada a abcissa de qualquer dos dois pontos, é dada uma relação
de abcissa entre os dois pontos – a linha de chamada do ponto N situa­‑se 4 cm para a esquerda s2
da linha de chamada do ponto M. Em seguida procedeu­‑se à determinação dos traços da reta nos
planos de projeção – o ponto F (o traço frontal da reta) e o ponto H (o traço horizontal da reta). Para
que os pontos pertençam à reta s, os dois pontos têm de verificar a condição para que um ponto F1 N0 M0
pertença a uma reta – as projeções horizontais dos dois pontos têm de se situar sobre a projeção X H2
horizontal da reta s e as projeções frontais dos dois pontos têm de se situar sobre a projeção N1
frontal da reta s. O traço frontal (F) da reta s é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal H1
de Projeção e é o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal N2
do ponto F) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta s (s1) – F2 (a projeção frontal do s1
ponto F) tem de se situar sobre s2 (a projeção frontal da reta s), na linha de chamada de F1. O traço F2 M1
horizontal (H) da reta s é o ponto de interseção da reta s com o Plano Horizontal de Projeção e é o
único ponto da reta que tem cota nula. Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X,
sobre a projeção frontal da reta s (s2) – H1 (a projeção horizontal do ponto H) tem de se situar sobre
s1 (a projeção horizontal da reta s), na linha de chamada de H2.

283.
Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções dos pontos A e B, em função das respetivas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta r, passando pelas projeções homónimas dos
pontos A e B. Note que, não sendo dada a abcissa de qualquer dos dois pontos, é dada uma relação
de abcissa entre os dois pontos – a linha de chamada do ponto B situa­‑se 4 cm para a direita da linha
de chamada do ponto A.

Determinação dos pontos de interseção da reta com os planos de projeção (os traços da reta
nos planos de projeção):
Em seguida procedeu­‑se à determinação dos traços da reta nos planos de projeção – o ponto F (o E2
traço frontal da reta) e o ponto H (o traço horizontal da reta). Para que os pontos pertençam à reta r,
os dois pontos têm de verificar a condição para que um ponto pertença a uma reta – as projeções B2
horizontais dos dois pontos têm de se situar sobre a projeção horizontal da reta r e as projeções F2
frontais dos dois pontos têm de se situar sobre a projeção frontal da reta r. O traço frontal (F) da reta r D2
é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem r2 E1
afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal do ponto F) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção A2
horizontal da reta r (r1) – F2 (a projeção frontal do ponto F) tem de se situar sobre r2 (a projeção frontal B1
H2
da reta r), na linha de chamada de F1. O traço horizontal (H) da reta r é o ponto de interseção da reta r
com o Plano Horizontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem cota nula. Assim, H2 (a projeção X A0 F1 B0
frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal da reta r (r2) – H1 (a projeção horizontal C2 D1
do ponto H) tem de se situar sobre r1 (a projeção horizontal da reta r), na linha de chamada de H2.
r1
Determinação das projeções dos pontos C, D e E: A1
Por fim determinaram­‑se as projeções dos três pontos pedidos – os pontos C, D e E. Os três pontos
pertencem à reta, pelo que têm de verificar a condição para que um ponto pertença a uma reta. H1
Começou­‑se por se representar o ponto C pelas suas projeções – o ponto C pertence à reta r, pois
a sua projeção horizontal (C1) está sobre a projeção horizontal da reta r (r1) e a sua projeção frontal C1
(C2) está sobre a projeção frontal da reta r (r2). O ponto C situa­‑se no 4o Diedro, pois tem afastamento
positivo e cota negativa. Em seguida representou­‑se o ponto D pelas suas projeções – o ponto D
pertence à reta r, pois a sua projeção horizontal (D1) está sobre a projeção horizontal da reta r (r1) e a
sua projeção frontal (D2) está sobre a projeção frontal da reta r (r2). O ponto D situa­‑se no 1o Diedro,
pois tem cota e afastamento positivos. Por fim representaram­‑se as projeções do ponto E – o ponto E
pertence à reta r, pois a sua projeção horizontal (E1) está sobre a projeção horizontal da reta r (r1) e
a sua projeção frontal (E2) está sobre a projeção frontal da reta r (r2). O ponto E situa­‑se no 2o Diedro,
pois tem afastamento negativo e cota positiva.

40
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS

284.
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta a, em função dos ângulos
YZ
dados. A projeção frontal da reta a (a2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e faz, A2
com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a esquerda (a.e.) – o ângulo que a projeção
H1
frontal da reta a (a2) faz com o eixo X mediu­‑se para cima do eixo X. A projeção horizontal da a2
reta a (a1) passa pela projeção horizon­tal do ponto A (A1) e faz, com o eixo X, um ângulo de F2
45º de abertura para a esquerda (a.e.) – o ângulo que a projeção horizontal da reta a (a1) faz
com o eixo X mediu­‑se para baixo do eixo X.

b) E
 m seguida determinaram­‑se os traços da reta nos planos de projeção – o ponto F (o traço A0 H2
frontal da reta) e o ponto H (o traço horizontal da reta). Para que os pontos pertençam à reta a, X F1
os dois pontos têm de verificar a condição para que um ponto pertença a uma reta – as
projeções horizontais dos dois pontos têm de se situar sobre a projeção horizontal da reta a
e as projeções frontais dos dois pontos têm de se situar sobre a projeção frontal da reta a. O a1
traço frontal (F) da reta a é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção e é
o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal do ponto F)
situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta a (a1) – F2 (a projeção frontal do ponto F) A1
tem de se situar sobre a2 (a projeção frontal da reta a), na linha de chamada de F1. O traço
horizontal (H) da reta a é o ponto de interseção da reta a com o Plano Horizontal de Projeção
e é o único ponto da reta que tem cota nula. Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se
no eixo X, sobre a projeção frontal da reta a (a2) – H1 (a projeção horizontal do ponto H) tem
de se situar sobre a1 (a projeção horizontal da reta a), na linha de chamada de H2.

YZ
F2

m2
285.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto M, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas. Os dados do enunciado permitem­‑nos determinar as projeções de um outro ponto M2
da reta – o ponto F (o traço frontal da reta). De facto, sabe­‑se imediatamente que o traço frontal
da reta (o ponto F) tem afastamento nulo (o traço frontal de uma reta é o único ponto da reta com
afastamento nulo). Sendo dadas, no enunciado, as restantes coordenadas do ponto F (a abcissa M0
e a cota), sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto F são ( –3; 0; 7), o que nos X H2 F0F1
permitiu representar o ponto F pelas suas projeções. Em seguida, desenharam­‑se as projeções
da reta m, passando pelas projeções homónimas dos pontos M e F. É pedido o traço horizontal m1
(o ponto H) da reta m, que é o ponto de interseção da reta m com o Plano Horizontal de Projeção
e é o único ponto da reta que tem cota nula. Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se
no eixo X, sobre a projeção frontal da reta m (m2) – H1 (a projeção horizontal do ponto H) tem de
se situar sobre m1 (a projeção horizontal da reta m), na linha de chamada de H2.
M1

H1

286. YZ
r2
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto R, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas. Os dados do enunciado permitem­‑nos determinar as projeções de um outro
R2
ponto da reta – o ponto F (o traço frontal da reta). De facto, sabe­‑se imediatamente que o traço
frontal da reta (o ponto F) tem afastamento nulo (o traço frontal de uma reta é o único ponto da
reta com afastamento nulo). Sendo dadas, no enunciado, as restantes coordenadas do ponto F F0F1 H2
(a abcissa e a cota), sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto F são ( 3; 0; –4), o
X R0
que nos permitiu representar o ponto F pelas suas projeções. Em seguida, desenharam­‑se as
projeções da reta r, passando pelas projeções homónimas dos pontos R e F.

b) É pedido o traço horizontal (o ponto H) da reta r, que é o ponto de interseção da reta r com H1
o Plano Horizontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem cota nula. Assim, H2 (a
projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal da reta r (r2) – H1 (a F2 R1
projeção horizontal do ponto H) tem de se situar sobre r1 (a projeção horizontal da reta r), na r1
linha de chamada de H2.

41
SOLUÇÕES
287.
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das
suas coordenadas. Os dados do enunciado permitem­‑nos determinar as projeções
de um outro ponto da reta – o ponto H (o traço horizontal da reta). De facto, sabe­
‑se imediatamente que o traço horizontal da reta (o ponto H) tem cota nula (o YZ
traço horizontal de uma reta é o único ponto da reta com cota nula). Sendo dadas,
no enunciado, as restantes coordenadas do ponto H (a abcissa e o afastamento), A2
sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto H são ( –2; –3; 0), o que nos
permitiu representar o ponto H pelas suas projeções. Em seguida, desenharam­‑se a2
as projeções da reta a, passando pelas projeções homónimas dos pontos A e H.
F2
H1
b) É pedido o traço frontal (o ponto F) da reta a, que é o ponto de interseção da reta a
com o Plano Frontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem afastamento nulo.
Assim, F1 (a projeção horizontal do ponto F) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção I1I2
horizontal da reta a (a1) – F2 (a projeção frontal do ponto F) tem de se situar sobre
a2 (a projeção frontal da reta a), na linha de chamada de F1. A0 H0H2
X F1
 ponto I é um ponto da reta a, pelo que tem de verificar a condição para que um
c) O
ponto pertença a uma reta – a projeção horizontal do ponto I tem de pertencer
à projeção horizontal da reta a e a projeção frontal do ponto I tem de pertencer A1
à projeção frontal da reta a. Por outro lado, o ponto I é o ponto da reta que tem a1
projeções coincidentes. Assim, a projeção horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre a
projeção horizontal da reta a (a1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre
a projeção frontal da reta a (a2) – tendo em conta que as duas projeções do ponto I
(I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de
concorrência das duas projeções da reta (a1 e a2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas
projeções da reta se intersetam.

288.
O traço de uma reta no b1/3 é o ponto de interseção da reta com o plano bissetor b1/3 –
é o único ponto da reta que tem projeções simétricas em relação ao eixo X. O traço de
uma reta no b2/4 é o ponto de interseção da reta com o plano bissetor b2/4 – é o único
ponto da reta que tem projeções coincidentes.

289.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta r, passando
pelas projeções homónimas dos pontos A e B.

Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:


YZ
Na determinação dos traços da reta nos planos de projeção – o ponto F (o traço frontal
da reta) e o ponto H (o traço horizontal da reta) – teve­‑se em conta que os dois pontos
têm de verificar a condição para que um ponto pertença a uma reta em relação à H1 A2
reta r. O traço frontal (F) da reta r é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal
de Projeção e é o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção r2
horizontal do ponto F) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta r (r1) – F2 B2
F2
(a projeção frontal do ponto F) tem de se situar sobre r2 (a projeção frontal da reta r),
I1I2
na linha de chamada de F1. O traço horizontal (H) da reta r é o ponto de interseção da
reta r com o Plano Horizontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem cota nula. H2 B0
Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal da X F1 A0
reta r (r2) – H1 (a projeção horizontal do ponto H) tem de se situar sobre r1 (a projeção B1
horizontal da reta r), na linha de chamada de H2.

Determinação do traço da reta no b24:


O ponto I é um ponto da reta r, pelo que tem de verificar a condição para que um ponto r1
pertença a uma reta em relação à reta r. Por outro lado, o ponto I é um ponto do b2/4,
pelo que o ponto I é o ponto da reta que tem projeções coincidentes (pontos do b2/4
têm projeções coincidentes). Assim, a projeção horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre
A1
a projeção horizontal da reta r (r1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre
a projeção frontal da reta r (r2) – tendo em conta que as duas projeções do ponto I
(I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de
concorrência das duas projeções da reta (r1 e r2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas
projeções da reta se intersetam.

42
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
290.
Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções dos pontos I e F, em função das respetivas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta r, passando pelas projeções homónimas dos
pontos I e F. Note que, não sendo dada a abcissa de qualquer dos dois pontos, é dada uma relação
de abcissa entre os dois pontos – a linha de chamada do ponto F situa­‑se 6 cm para a direita da
linha de chamada do ponto I. Note ainda que o ponto F é o traço frontal da reta r e que o ponto I
é o traço da reta r no b2/4. F2

Determinação dos traços da reta nos planos de projeção: r2


Na determinação dos traços da reta nos planos de projeção teve­‑se em conta que os pontos têm
de verificar a condição para que um ponto pertença a uma reta em relação à reta m. O traço
frontal (F) da reta m é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção e é o único Q2
ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal do ponto F) situa­‑se no
eixo X, sobre a projeção horizontal da reta m (m1) – F2 (a projeção frontal do ponto F) tem de se I0 H2
situar sobre m2 (a projeção frontal da reta m), na linha de chamada de F1. O traço horizontal (H) da X F1F0
reta r é o ponto de interseção da reta r com o Plano Horizontal de Projeção e é o único ponto da reta r1
Q1
que tem cota nula. Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção H1
frontal da reta m (m2) – H1 (a projeção horizontal do ponto H) tem de se situar sobre m1 (a projeção I1I2
horizontal da reta m), na linha de chamada de H2.

Determinação do traço da reta no 1o Bissetor (no b1/3):


O traço da reta r no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único ponto da
reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Para que o ponto pertença à reta r, o ponto
tem de verificar a condição para que um ponto pertença a uma reta em relação à reta r. Para a
determinação do ponto Q recorreu­‑se a uma reta auxiliar, simétrica da projeção frontal da reta r (r2)
em relação ao eixo X – o ponto em que a reta auxiliar interseta a projeção horizontal da reta r (r1)
é Q1, a projeção horizontal do ponto Q. A projeção frontal do ponto Q (Q2) situa­‑se sobre a projeção
frontal da reta r (r2), na linha de chamada de Q1.

291.
Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções dos pontos R e S, em função das respetivas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta m, passando pelas projeções homónimas
dos pontos R e S.
F2 YZ
Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:
O traço frontal da reta r (o ponto F) é um dos pontos que define a reta r (é dado no enunciado),
pelo que está determinado à partida. O traço horizontal (H) da reta r é o ponto de interseção da
reta r com o Plano Horizontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem cota nula. Assim, H2 R2
(a projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal da reta r (r2) – H1 (a
m2
projeção horizontal do ponto H) tem de se situar sobre r1 (a projeção horizontal da reta r), na linha
de chamada de H2.

Determinação do traço da reta no b24: Q2


O traço da reta no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o único ponto da
reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre
a projeção horizontal da reta m (m1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre a projeção R0 H2 S0
frontal da reta m (m2) – tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de estar X F1
coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência das duas projeções da R1
reta (m1 e m2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se intersetam. S2

Determinação do traço da reta no b1/3: Q1


H1 S1
O traço da reta m no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único ponto da
reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Para a determinação do ponto Q recorreu­‑se
m1 I1I2
a uma reta auxiliar, simétrica da projeção frontal da reta m (m2) em relação ao eixo X – o ponto
em que a reta auxiliar interseta a projeção horizontal da reta m (m1) é Q1, a projeção horizontal
do ponto Q. A projeção frontal do ponto Q (Q2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta m (m2), na
linha de chamada de Q1.

43
SOLUÇÕES
292.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das
suas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta m, em função
dos ângulos dados. A projeção frontal da reta m (m2) passa pela projeção frontal do
ponto P (P2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 20º de abertura para a direita (a.d.) – o
ângulo que a projeção frontal da reta m (m2) faz com o eixo X mediu­‑se para cima do
eixo X. A projeção horizontal da reta m (m1) passa pela projeção horizon­tal do ponto
P (P1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º de abertura para a esquerda (a.e.) – o I1I2
ângulo que a projeção horizontal da reta m (m1) faz com o eixo X mediu­‑se para baixo
do eixo X. m2
Q2
Determinação do traço da reta no b24: P2
O traço da reta no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o único
ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção horizontal do ponto I
(I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta m (m1) e a projeção frontal do ponto I (I2)
situa­‑se sobre a projeção frontal da reta m (m2) – tendo em conta que as duas projeções X
m1
do ponto I (I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto
de concorrência das duas projeções da reta (m1 e m2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas
projeções da reta se intersetam. Q1
P1
Determinação do traço da reta no b1/3:
O traço da reta m no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único
ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Para a determinação do
ponto Q recorreu­‑se a uma reta auxiliar, simétrica da projeção horizontal da reta m (m1)
em relação ao eixo X – o ponto em que a reta auxiliar interseta a projeção frontal da
reta m (m2) é Q2, a projeção frontal do ponto Q. A projeção horizontal do ponto Q (Q1)
situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta m (m1), na linha de chamada de Q2.

293.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto T, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas. Os dados do enunciado permitem­‑nos determinar as projeções de um
outro ponto da reta – o ponto F (o traço frontal da reta). De facto, sabe­‑se imediatamente
que o traço frontal da reta (o ponto F) tem afastamento nulo. Sendo dadas, no enunciado,
as restantes coordenadas do ponto F (a abcissa e a cota), sabe­‑se imediatamente que as
YZ
coordenadas do ponto F são ( –3; 0; –3), o que nos permitiu representar o ponto F pelas
suas projeções. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta a, passando pelas T2
projeções homónimas dos pontos T e F.
a2
Determinação do traço da reta no b24:
O traço da reta a no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o único Q2
ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção horizontal do ponto I
F0F1
(I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta a (a1) e a projeção frontal do ponto I (I2)
situa­‑se sobre a projeção frontal da reta a (a2) – tendo em conta que as duas projeções do X T0
I1I2
ponto I (I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto
de concorrência das duas projeções da reta (a1 e a2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas Q1
projeções da reta se intersetam. a1 T1
F2
Determinação do traço da reta no b1/3:
O traço da reta a no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único
ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Para a determinação do
ponto Q recorreu­‑se a uma reta auxiliar, simétrica da projeção horizontal da reta a (a1) em
relação ao eixo X – o ponto em que a reta auxiliar interseta a projeção frontal da reta a (a2)
é Q2, a projeção frontal do ponto Q. A projeção horizontal do ponto Q (Q1) situa­‑se sobre a
projeção horizontal da reta a (a1), na linha de chamada de Q2.

44
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
294. H1 YZ
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados.
A projeção frontal da reta r (r2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e faz, com o
eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a direita (a.d.) – o ângulo que a projeção frontal
da reta r (r2) faz com o eixo X mediu­‑se para cima do eixo X. A projeção horizontal da
reta r (r1) passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) e é perpendicular à projeção
frontal da reta r (r2). Note que as duas projeções da reta r são perpendiculares apenas
na folha de papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano A2
Horizontal de Projeção. De facto, no espaço, as duas projeções da reta r nunca poderiam
Q2
r2
ser perpendiculares, pois uma situa­‑se no Plano Frontal de Projeção (a projeção frontal da F2
reta r) e a outra situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção (a projeção horizontal da reta r).
I1I2
b) O traço frontal (F) da reta r é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção
e é o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal do
ponto F) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta r (r1) – F2 (a projeção H2 A0
frontal do ponto F) tem de se situar sobre r2 (a projeção frontal da reta r), na linha de
X F1
chamada de F1. O traço horizontal (H) da reta r é o ponto de interseção da reta r com o
Plano Horizontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem cota nula. Assim, H2 (a
projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal da reta r (r2) – H1 r1
(a projeção horizontal do ponto H) tem de se situar sobre r1 (a projeção horizontal da reta
r), na linha de chamada de H2.
A1
c) Determinação do traço da reta no b24:
O traço da reta r no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o único Q1
ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção horizontal do ponto I
(I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta r (r1) e a projeção frontal do ponto I (I2)
situa­‑se sobre a projeção frontal da reta r (r2) – tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I
situam­‑se no ponto de concorrência das duas projeções da reta (r1 e r2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se intersetam.
Determinação do traço da reta no b1/3:
O traço da reta r no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X.
Para a determinação do ponto Q recorreu­‑se a uma reta auxiliar, simétrica da projeção horizontal da reta r (r1) em relação ao eixo X – o ponto em que a reta
auxiliar interseta a projeção frontal da reta r (r2) é Q2, a projeção frontal do ponto Q. A projeção horizontal do ponto Q (Q1) situa­‑se sobre a projeção horizontal
da reta r (r1), na linha de chamada de Q2.

295.
Por pontos notáveis de uma reta entendem­‑se alguns pontos da reta que, pela sua posição específica no referencial, são determinantes para o estudo e
compreensão da reta.

296.
Os dados do enunciado permitem­‑nos determinar as projeções de dois pontos da reta – o ponto F (o traço frontal da reta) e o noto H (o traço horizontal da reta).
Sabe­‑se imediatamente que o traço frontal da reta (o ponto F) tem afastamento nulo e que o traço horizontal da reta (o ponto H) tem cota nula. Sendo dados, no
enunciado, a cota do ponto F e o afastamento do ponto H, sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto F são ( 0; 6) e que as coordenadas do ponto H
são ( –2; 0). Por outro lado, não sendo dada a abcissa de qualquer dos dois pontos, é dada uma relação de abcissa entre os dois pontos – a linha de chamada do
ponto F situa­‑se 6 cm para a direita da linha de chamada do ponto H. A partir do exposto, representaram­‑se o ponto F e o ponto H pelas respetivas projeções e
desenharam­‑se as projeções da reta r, passando pelas projeções homónimas dos pontos F e H.

Determinação do traço da reta no b24:


F2
O traço da reta r no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o único
ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção horizontal do ponto I (I1)
situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta r (r1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se r2
sobre a projeção frontal da reta r (r2) – tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1
e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência Q1
das duas projeções da reta (r1 e r2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se
I1I2
intersetam. H1

Determinação do traço da reta no b1/3: F0F1


O traço da reta r no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único X H0H2
r1
ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Para a determinação do ponto Q
recorreu­‑se a uma reta auxiliar, simétrica da projeção frontal da reta r (r2) em relação ao eixo
X – o ponto em que a reta auxiliar interseta a projeção horizontal da reta r (r1) é Q1, a projeção
horizontal do ponto Q. A projeção frontal do ponto Q (Q2) situa­‑se sobre a projeção frontal da Q2
reta r (r2), na linha de chamada de Q1.

45
SOLUÇÕES
297. YZ
Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções dos pontos A e B, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta n, passando pelas projeções
homónimas dos pontos A e B. n2 A2 Q2 F2 B2
I1I2
Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:
B1
O traço frontal (F) da reta n é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção e é
o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal do ponto F) X A0 F1 B0
situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta n (n1) – F2 (a projeção frontal do ponto F)
tem de se situar sobre n2 (a projeção frontal da reta n), na linha de chamada de F1. O traço
horizontal (H) da reta n é o ponto de interseção da reta n com o Plano Horizontal de Projeção Q1
e é o único ponto da reta que tem cota nula. No entanto, nesta situação específica, constata­
‑se que todos os pontos da reta têm a mesma cota (que é 2 cm), pelo que não há nenhum
ponto da reta n com cota nula – a reta n não tem traço horizontal (a reta n não interseta n1 A1
Plano Horizontal de Projeção).

Determinação do traço da reta no b24:


O traço da reta n no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o único ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção
horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta n (n1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta n (n2)
– tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência das duas
projeções da reta (n1 e n2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se intersetam.

Determinação do traço da reta no b1/3:


O traço da reta n no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Nesse
sentido, o ponto Q poderia ter sido determinado de forma semelhante à dos exercícios anteriores, mas, nesta situação específica, optou­‑se por um raciocínio
diferente. Como acima se referiu, todos os pontos da reta n têm a mesma cota (que é 2 cm), pelo que se sabe imediatamente que o ponto Q tem necessariamente
2 cm de cota. Tendo em conta que pontos do b1/3 têm coordenadas iguais, sabe­‑se imediatamente que o ponto Q tem também 2 cm de afastamento. Assim,
nesta situação, bastou determinar o ponto da reta que tem 2 cm de afastamento. O ponto Q é, assim, o ponto da reta n que tem 2 cm de afastamento. Assim, em
primeiro lugar determinou­‑se a projeção horizontal do ponto Q (Q1) sobre a projeção horizontal da reta n (n1), em função do seu afastamento – Q1 situa­‑se 2 cm
para baixo do eixo X (o afastamento do ponto Q é positivo) e situa­‑se sobre n1 (a projeção horizontal da reta n). Em seguida, determinou­‑se a projeção frontal do
ponto Q (Q2), sobre a projeção frontal da reta n (n2) e na linha de chamada de Q1.

298.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta r, em
função dos ângulos dados. A projeção frontal da reta r (r2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 60º de abertura para
a esquerda (a.e.) – o ângulo que a projeção frontal da reta r (r2) faz com o eixo X mediu­‑se para cima do eixo X. A projeção horizontal da reta r (r1) passa pela
projeção horizon­tal do ponto A (A1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a direita (a.d.) – o ângulo que a projeção horizontal da reta r (r1) faz com
o eixo X mediu­‑se para baixo do eixo X. Em seguida, determinaram­‑se os pontos notáveis da reta r – o traço frontal da reta (o ponto F), o traço horizontal da reta
(o ponto H), o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) e o traço da reta no b2/4 (o ponto I).

Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:


YZ
O traço frontal (F) da reta r é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção e é
F2
o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal do ponto F)
situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta r (r1) – F2 (a projeção frontal do ponto F)
tem de se situar sobre r2 (a projeção frontal da reta r), na linha de chamada de F1. O traço
horizontal (H) da reta r é o ponto de interseção da reta r com o Plano Horizontal de Projeção e
r2
é o único ponto da reta que tem cota nula. Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se
no eixo X, sobre a projeção frontal da reta r (r2) – H1 (a projeção horizontal do ponto H) tem de
se situar sobre r1 (a projeção horizontal da reta r), na linha de chamada de H2.

Determinação do traço da reta no b24: A2


O traço da reta r no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o único
ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção horizontal do ponto I (I1)
situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta r (r1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se Q2
sobre a projeção frontal da reta r (r2) – tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1
e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência
H2
das duas projeções da reta (r1 e r2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se
intersetam. X F1 A0
r1
Determinação do traço da reta no b1/3: A1 Q1
O traço da reta r no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único
ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Para a determinação do ponto Q
H1
recorreu­‑se a uma reta auxiliar, simétrica da projeção horizontal da reta r (r1) em relação
ao eixo X – o ponto em que a reta auxiliar interseta a projeção frontal da reta r (r2) é Q2, a
projeção frontal do ponto Q. A projeção horizontal do ponto Q (Q1) situa­‑se sobre a projeção I1I2
horizontal da reta r (r1), na linha de chamada de Q2.

46
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
299.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta m, em função dos dados. A
projeção frontal da reta m (m2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e faz, com o eixo X, m2 F2
um ângulo de 45º de abertura para a direita (a.d.) – o ângulo que a projeção frontal da reta m (m2)
faz com o eixo X mediu­‑se para cima do eixo X. A projeção horizontal da reta m (m1) passa pela
projeção horizontal do ponto A (A1) e é paralela à projeção frontal da reta m (m2). Salienta­‑se Q2
que as duas projeções da reta m são paralelas apenas na folha de papel, após o rebatimento
A2
do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. De facto, no espaço, as
duas projeções da reta m nunca poderiam ser paralelas, pois uma situa­‑se no Plano Frontal H2
de Projeção (a projeção frontal da reta m) e a outra situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção (a X F1
projeção horizontal da reta m). Em seguida, determinaram­‑se os pontos notáveis da reta m – o
traço frontal da reta (o ponto F), o traço horizontal da reta (o ponto H), o traço da reta no b1/3 (o m1
ponto Q) e o traço da reta no b2/4 (o ponto I).
Q1
Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:
O traço frontal (F) da reta m é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção e A1
é o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal do ponto F) H1
situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta m (m1) – F2 (a projeção frontal do ponto
F) tem de se situar sobre m2 (a projeção frontal da reta m), na linha de chamada de F1. O traço
horizontal (H) da reta m é o ponto de interseção da reta m com o Plano Horizontal de Projeção e
é o único ponto da reta que tem cota nula. Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal da reta m (m2) – H1 (a projeção
horizontal do ponto H) tem de se situar sobre m1 (a projeção horizontal da reta m), na linha de chamada de H2.

Determinação do traço da reta no b24:


O traço da reta m no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o único ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção
horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta m (m1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta m (m2)
– tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência das duas
projeções da reta (m1 e m2).Acontece que, nesta situação específica, em que as duas projeções da reta m são paralelas entre si, não é possível determinar nenhum
ponto que pertença à reta m e que tenha as suas projeções coincidentes. Assim, constata­‑se que a reta m não tem traço no b2/4 (a reta m não interseta o b2/4).

Determinação do traço da reta no b1/3:


O traço da reta m no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Para a
determinação do ponto Q recorreu­‑se a uma reta auxiliar, simétrica da projeção horizontal da reta m (m1) em relação ao eixo X – o ponto em que a reta auxiliar
interseta a projeção frontal da reta m (m2) é Q2, a projeção frontal do ponto Q. A projeção horizontal do ponto Q (Q1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta m
(m1), na linha de chamada de Q2.

300.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas. Os dados do enunciado permitem­‑nos determinar as projeções de um outro ponto
da reta – o ponto H (o traço horizontal da reta). Sabe­‑se imediatamente que o traço horizontal da
reta (o ponto H) tem cota nula. Sendo dadas, no enunciado, as restantes coordenadas do ponto
H (a abcissa e o afastamento), sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto H são
( 0; 2; 0), o que nos permitiu representar o ponto H pelas suas projeções. Em seguida, desenharam­
‑se as projeções da reta r, passando pelas projeções homónimas dos pontos A e H. Em seguida,
determinaram­‑se os pontos notáveis da reta r – o traço frontal da reta (o ponto F), o traço horizontal
da reta (o ponto H), o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) e o traço da reta no b2/4 (o ponto I).

Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:


O traço frontal (F) da reta r é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção e é o
único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal do ponto F) situa­
‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta r (r1) – F2 (a projeção frontal do ponto F) tem de
se situar sobre r2 (a projeção frontal da reta r), na linha de chamada de F1. O traço horizontal (H)
da reta r é o ponto de interseção da reta r com o Plano Horizontal de Projeção e é o único ponto
da reta que tem cota nula. Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X, sobre a
projeção frontal da reta r (r2) – H1 (a projeção horizontal do ponto H) tem de se situar sobre r1 (a
projeção horizontal da reta r), na linha de chamada de H2.

Determinação do traço da reta no b24:


O traço da reta r no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o único ponto da
reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre
a projeção horizontal da reta r (r1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre a projeção
frontal da reta r (r2) – tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de estar
coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência das duas projeções da
reta (r1 e r2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se intersetam.

47
SOLUÇÕES
Determinação do traço da reta no b1/3:
O traço da reta r no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Para
a determinação do ponto Q recorreu­‑se a uma reta auxiliar, simétrica da projeção horizontal da reta r (r1) em relação ao eixo X – o ponto em que a reta auxiliar
interseta a projeção frontal da reta r (r2) é Q2, a projeção frontal do ponto Q. A projeção horizontal do ponto Q (Q1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta r
(r1), na linha de chamada de Q2.

301.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das
suas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta s, em função
dos dados. A projeção horizontal da reta s (s1) passa pela projeção horizontal do
ponto P (P1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 60º de abertura para a esquerda
(a.e.) – o ângulo que a projeção horizontal da reta s (s1) faz com o eixo X mediu­‑se
para baixo do eixo X. A projeção frontal da reta s (s2) passa pela projeção frontal do
ponto P (P2) e é perpendicular à projeção horizontal da reta s (s1). Sublinha­‑se que
as duas projeções da reta s são perpendiculares apenas na folha de papel, após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. De
facto, no espaço, as duas projeções da reta s nunca poderiam ser perpendiculares,
pois uma situa­‑se no Plano Frontal de Projeção (a projeção frontal da reta s) e a
outra situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção (a projeção horizontal da reta s). Em
seguida, determinaram­‑se os pontos notáveis da reta s – o traço frontal da reta (o
ponto F), o traço horizontal da reta (o ponto H), o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) e
o traço da reta no b2/4 (o ponto I).

Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:


O traço frontal (F) da reta s é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de
Projeção e é o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção
horizontal do ponto F) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta s
(s1) – F2 (a projeção frontal do ponto F) tem de se situar sobre s2 (a projeção frontal
da reta s), na linha de chamada de F1. O traço horizontal (H) da reta s é o ponto de
interseção da reta s com o Plano Horizontal de Projeção e é o único ponto da reta
que tem cota nula. Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X,
sobre a projeção frontal da reta s (s2) – H1 (a projeção horizontal do ponto H) tem
de se situar sobre s1 (a projeção horizontal da reta s), na linha de chamada de H2.

Determinação do traço da reta no b24:


O traço da reta s no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o único ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção
horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta s (s1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta s (s2)
– tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência das duas
projeções da reta (s1 e s2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se intersetam.

Determinação do traço da reta no b1/3:


O traço da reta s no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Para a
determinação do ponto Q recorreu­‑se a uma reta auxiliar, simétrica da projeção frontal da reta s (s2) em relação ao eixo X – o ponto em que a reta auxiliar interseta
a projeção horizontal da reta s (s1) é Q1, a projeção horizontal do ponto Q. A projeção frontal do ponto Q (Q2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta s (s2), na
linha de chamada de Q1.

302.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função
das suas coordenadas. Os dados do enunciado permitem­‑nos determinar as
projeções de um outro ponto da reta – o ponto H (o traço horizontal da reta).
Sabe­‑se imediatamente que o traço horizontal da reta (o ponto H) tem cota nula.
Sendo dadas, no enunciado, as restantes coordenadas do ponto H (a abcissa e o
afastamento), sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto H são ( 6; 7; 0),
o que nos permitiu representar o ponto H pelas suas projeções. A partir das
projeções dos pontos A e H, desenharam­‑se as projeções da reta r, passando pelas
projeções homónimas dos pontos A e H. Em seguida, determinaram­‑se os pontos
notáveis da reta r – o traço frontal da reta (o ponto F), o traço horizontal da reta (o
ponto H), o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) e o traço da reta no b2/4 (o ponto I).

Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:


O traço horizontal da reta (o ponto H) é um ponto dado no enunciado, pelo que a
sua determinação foi imediata – foi um dos pontos que nos permitiu desenhar as
projeções da reta r. O traço frontal (F) da reta r é o ponto de interseção da reta com
o Plano Frontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem afastamento nulo.
Assim, F1 (a projeção horizontal do ponto F) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção
horizontal da reta r (r1) – F2 (a projeção frontal do ponto F) tem de se situar sobre r2
(a projeção frontal da reta r), na linha de chamada de F1.

48
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
Determinação do traço da reta no b24:
O traço da reta r no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o único ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção
horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta r (r1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta r (r2) – tendo
em conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência das duas projeções
da reta (r1 e r2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se intersetam.

Determinação do traço da reta no b1/3:


O traço da reta r no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Para
a determinação do ponto Q recorreu­‑se a uma reta auxiliar, simétrica da projeção horizontal da reta r (r1) em relação ao eixo X – o ponto em que a reta auxiliar
interseta a projeção frontal da reta r (r2) é Q2, a projeção frontal do ponto Q. A projeção horizontal do ponto Q (Q1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta r
(r1), na linha de chamada de Q2.

303.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das
suas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta a, em função
dos dados. A projeção horizontal da reta a (a1) passa pela projeção horizontal do
ponto P (P1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º de abertura para a esquerda
(a.e.) – o ângulo que a projeção horizontal da reta a (a1) faz com o eixo X mediu­
‑se para baixo do eixo X. Não há dados que nos permitam desenhar, de forma
direta, a projeção frontal da reta a. No entanto, é dada uma informação sobre o
traço frontal da reta – o ponto F. Uma vez que o ponto F (o traço frontal da reta)
é o ponto da reta que tem afastamento nulo, sabe­‑se imediatamente que F1 (a
projeção horizontal do ponto F) se situa no eixo X, sobre a projeção horizontal da
reta a (a1) Nesse sentido, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto F – F1.
Tendo em conta que, no enunciado, é dada a cota do ponto F (que é 3 cm), foi
possível determinar F2 (a projeção frontal do ponto F), em função da sua cota.
A partir das projeções frontais dos pontos P e F, desenhou­‑se a projeção frontal
da reta a (a2), passando pelas projeções frontais dos pontos P e F. Em seguida,
determinaram­‑se os pontos notáveis da reta a – o traço frontal da reta (o ponto F),
o traço horizontal da reta (o ponto H), o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) e o traço
da reta no b2/4 (o ponto I).

Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:


O traço frontal da reta (o ponto F) é um ponto dado no enunciado, pelo que a sua
determinação foi imediata – foi um dos pontos que nos permitiu desenhar as
projeções da reta a. O traço horizontal (H) da reta a é o ponto de interseção da reta a
com o Plano Horizontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem cota nula.
Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal
da reta a (a2) – H1 (a projeção horizontal do ponto H) tem de se situar sobre a1
(a projeção horizontal da reta a), na linha de chamada de H2.

Determinação do traço da reta no b24:


O traço da reta a no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta com o b2/4 e é o
único ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção horizontal
do ponto I (I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta a (a1) e a projeção
frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta a (a2) – tendo em
conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de estar coincidentes, as
projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência das duas projeções da
reta (a1 e a2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se intersetam.

Determinação do traço da reta no b1/3:


O traço da reta a no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Para a
determinação do ponto Q recorreu­‑se a uma linha auxiliar que passa pela projeção horizontal do ponto H (H1) e pela projeção frontal do ponto F (F2) – o ponto de
interseção dessa linha auxiliar com o eixo X marca a abcissa do ponto Q (trata­‑se do 2o processo descrito no Manual). Assim, pelo ponto de interseção da linha
auxiliar com o eixo X, conduziu­‑se a linha de chamada do ponto Q (perpendicular ao eixo X) e determinaram­‑se as projeções do ponto Q, situadas nessa linha de
chamada e sobre as projeções homónimas da reta a – Q2 (a projeção frontal do ponto Q) situa­‑se sobre a2 (a projeção frontal da reta a) e Q1 (a projeção horizontal
do ponto Q) situa­‑se sobre a1 (a projeção horizontal da reta a).

304.
A parte de uma reta que é visível é a parte dessa reta que se situa no espaço do 1o Diedro.

49
SOLUÇÕES
305.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta s, em função dos dados (ver exercício
298. e respetivo relatório). Ao nível do percurso da reta, os pontos que separam as partes da
reta que se situam em Diedros distintos são os traços da reta nos planos de projeção (o traço
frontal e o traço horizontal da reta), pois é nos pontos em que a reta interseta os planos de
projeção que a reta muda de Diedro. Assim, determinaram­‑se os traços da reta s nos planos
de projeção (ver exercício 298. e respetivo relatório) e percebeu­‑se que a reta atravessa três
Diedros. Analisando­‑se a localização dos pontos da reta que se situam em cada uma das três
partes da reta, conclui­‑se: a parte da reta situada entre os traços da reta (os pontos F e H)
situa­‑se no 10 Diedro (os pontos desta parte da reta têm cota e afasta­mento positivos); a
parte da reta que se situa para a direita do traço horizontal da reta (o ponto H) situa­‑se no
40 Diedro (os pontos desta parte da reta têm afastamento posi­tivo e cota negativa); a parte
da reta que se situa para a esquerda do traço frontal da reta (o ponto F) situa­‑se no 20 Diedro
(os pontos desta parte da reta têm cota positiva e afastamento negativo). O percurso da reta
foi assinalado numa reta paralela ao eixo X, situada abaixo da figura, na qual se indicaram,
previamente, os pontos em que a reta interseta os planos de projeção (os pontos em que
a reta muda de Diedro). No que respeita às visibi­lida­des/invisibilida­des da reta, teve­‑se
em conta que a parte da reta que é visível é aquela que se situa no 1o Diedro, pelo que as
partes da reta que se situam no 2o e no 4o Diedros são invisíveis (as partes invisíveis da reta
assinalam­‑se a traço interrompido).

306.
a) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta s, em função dos dados (ver exercício 298. e respetivo relatório).

b) Os pontos notáveis de uma reta são o traço frontal da reta (o ponto F), o traço horizontal da reta (o ponto H), o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) e o traço da
reta no b2/4 (o ponto I). Os traços da reta nos planos de projeção (os pontos F e H) e o traço da reta no b2/4 (o ponto I) determinaram­‑se conforme exposto no
relatório do exercício 298. (ver exercício 298. e respetivo relatório).
Determinação do traço da reta no b1/3:
Para a determinação do ponto Q recorreu­‑se a uma linha auxiliar que passa pela projeção horizontal do ponto H (H1) e pela projeção frontal do ponto F (F2) – o
ponto de interseção dessa linha auxiliar com o eixo X marca a abcissa do ponto Q (trata­‑se do 2o processo descrito no Manual). Assim, pelo ponto de interseção
da linha auxiliar com o eixo X, conduziu­‑se a linha de chamada do ponto Q (perpendicular ao eixo X) e determinaram­‑se as projeções do ponto Q, situadas
nessa linha de chamada e sobre as projeções homónimas da reta s – Q2 (a projeção frontal do ponto Q) situa­‑se sobre s2 (a projeção frontal da reta s) e Q1 (a
projeção horizontal do ponto Q) situa­‑se sobre s1 (a projeção horizontal da reta s).

 ercurso da reta ao nível dos Diedros:


c) P
Os pontos que separam as partes da reta que se situam em Diedros distintos são os traços
da reta nos planos de projeção (o traço frontal e o traço horizontal da reta), pois é nos
pontos em que a reta interseta os planos de projeção que a reta muda de Diedro. Assim,
percebeu­‑se que a reta atravessa três Diedros. Analisando­‑se a localização dos pontos da
reta que se situam em cada uma das três partes da reta, conclui­‑se: a parte da reta situada
entre os traços da reta (os pontos F e H) situa­‑se no 10 Diedro (os pontos desta parte da
reta têm cota e afasta­mento positivos); a parte da reta que se situa para a esquerda do
traço horizontal da reta (o ponto H) situa­‑se no 40 Diedro (os pontos desta parte da reta têm
afastamento posi­tivo e cota negativa); a parte da reta que se situa para a direita do traço
frontal da reta (o ponto F) situa­‑se no 20 Diedro (os pontos desta parte da reta têm cota
positiva e afastamento negativo). O percurso da reta foi assinalado numa reta paralela ao
eixo X, situada abaixo da figura, na qual se indicaram, previamente, os pontos em que a
reta interseta os planos de projeção (os pontos em que a reta muda de Diedro).
Percurso da reta ao nível dos Octantes:
No que respeita aos Octantes, os Octantes são separados pelos planos de projeção e pelos
planos bissetores (são os planos de projeção e os planos bissetores que dividem o espaço
em Octantes). Nesse sentido, são os traços da reta nos planos de projeção (os pontos F
e H) e nos planos bissetores (os pontos Q e I) que sepa­ram as partes da reta que se
situam em Octantes dis­tintos – é nos pontos notáveis da reta que esta muda de Octante.
Há que ter também em conta que, quando a reta muda de Diedro, a reta tam­bém muda
necessariamente de Octante. Assim, a reta muda de Octante no ponto F, no ponto Q, no
ponto H e no ponto I, ou seja, a reta atravessa cinco Octantes distintos. Uma vez que para a
esquerda do traço horizontal da reta (para a esquerda do ponto H) não existe mais nenhum
ponto notável, a reta não muda de Octante – toda a parte da reta situada à esquerda do seu
traço horizontal situa­‑se no 8o Octante (os pontos estão mais próximos do SPHA do que do
SPFI). A parte da reta que está entre o traço horizontal (o ponto H) e o traço da reta no b1/3
(o ponto Q) situa­‑se no 1o Octante, pois os pontos estão mais próximos do SPHA do que
do SPFS. A parte da reta que está entre o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) e o traço frontal
(o ponto F) situa­‑se no 2o Octante, pois os pontos estão mais próxi­mos do SPFS do que do
SPHA. A parte da reta que está entre o traço frontal (o ponto F) e o traço da reta no b2/4 (o
ponto I) situa­‑se no 3o Octante, pois os pontos estão mais próximos do SPFS do que do

50
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
SPHP. A parte da reta que está para a direita do traço da reta no b2/4 (o ponto I) situa­‑se no 4o Octante, pois os pontos estão mais próximos do SPHP do que do
SPFS. O percurso ao nível dos Octantes assinalou­‑se numa outra reta paralela ao eixo X, situada abaixo da anterior (a reta que assinala o percurso ao nível dos
Diedros), na qual se indicaram, previamente, os pontos em que a reta interseta os planos de projeção e os planos bissetores.
Visibi­lida­des/invisibilida­des da reta:
Teve­‑se em conta que a parte da reta que é visível é aquela que se situa no 1o Diedro, pelo que as partes da reta que se situam no 2o e no 4o Diedros são
invisíveis (as partes invisíveis da reta assinalam­‑se a traço interrompido).

307.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados
(ver exercício 302. e respetivo relatório). Em seguida, determinaram­‑se os
pontos notáveis da reta r – o traço frontal da reta (o ponto F), o traço horizontal
da reta (o ponto H), o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) e o traço da reta no b2/4
(o ponto I). Os pontos notáveis da reta r determinaram­‑se conforme exposto no
relatório do exercício 298. (ver exercício 298. e respetivo relatório).

Percurso da reta ao nível dos Diedros:


Os pontos que separam as partes da reta que se situam em Diedros distintos
são os traços da reta nos planos de projeção (o traço frontal e o traço horizontal
da reta), pois é nos pontos em que a reta interseta os planos de projeção que
a reta muda de Diedro. Assim, percebeu­‑se que a reta atravessa três Diedros.
Analisando­‑se a localização dos pontos da reta que se situam em cada uma das
três partes da reta, conclui­‑se: a parte da reta situada entre os traços da reta
(os pontos F e H) situa­‑se no 10 Diedro (os pontos desta parte da reta têm cota
e afasta­mento positivos); a parte da reta que se situa para a esquerda do traço
horizontal da reta (o ponto H) situa­‑se no 40 Diedro (os pontos desta parte da reta
têm afastamento posi­tivo e cota negativa); a parte da reta que se situa para a
direita do traço frontal da reta (o ponto F) situa­‑se no 20 Diedro (os pontos desta
parte da reta têm cota positiva e afastamento negativo). O percurso da reta foi
assinalado numa reta paralela ao eixo X, situada abaixo da figura, na qual se
indicaram, previamente, os pontos em que a reta interseta os planos de projeção
(os pontos em que a reta muda de Diedro).

Visibi­lida­des/invisibilida­des da reta:
Teve­‑se em conta que a parte da reta que é visível é aquela que se situa no
1o Diedro, pelo que as partes da reta que se situam no 2o e no 4o Diedros são
invisíveis (as partes invisíveis da reta assinalam­‑se a traço interrompido).

308.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta s, em
função dos dados. A projeção frontal da reta s (s2) passa pela projeção frontal do ponto P (P2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a esquerda
(a.e.) – o ângulo que a projeção frontal da reta s (s1) faz com o eixo X mediu­‑se para cima do eixo X. Não há dados que nos permitam desenhar, de forma direta, a
projeção horizontal da reta s. No entanto, é dada uma informação sobre o traço horizontal da reta – o ponto H. Uma vez que o ponto H (o traço horizontal da reta)
é o ponto da reta que tem cota nula, sabe­‑se imediatamente que H2 (a projeção
frontal do ponto H) se situa no eixo X, sobre a projeção frontal da reta s (s2) Nesse
sentido, determinou­‑se a projeção frontal do ponto H – H2. Tendo em conta que, no
enunciado, é dado o afastamento do ponto H (que é 6 cm), foi possível determinar
H1 (a projeção horizontal do ponto H), em função do seu afastamento. A partir das
projeções horizontais dos pontos P e H, desenhou­‑se a projeção horizontal da
reta s (s1), passando pelas projeções horizontais dos pontos P e F. Em seguida,
determinaram­‑se os pontos notáveis da reta a – o traço frontal da reta (o ponto F),
o traço horizontal da reta (o ponto H), o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) e o traço
da reta no b2/4 (o ponto I). Os traços da reta nos planos de projeção (os pontos F
e H) e o traço da reta no b2/4 (o ponto I) determinaram­‑se conforme exposto no
relatório do exercício 298. (ver exercício 298. e respetivo relatório).

Determinação do traço da reta no b1/3:


Para a determinação do ponto Q recorreu­‑se a uma linha auxiliar que passa pela
projeção horizontal do ponto H (H1) e pela projeção frontal do ponto F (F2) – o ponto
de interseção dessa linha auxiliar com o eixo X marca a abcissa do ponto Q (trata­
‑se do 2o processo descrito no Manual). Assim, pelo ponto de interseção da linha
auxiliar com o eixo X, conduziu­‑se a linha de chamada do ponto Q (perpendicular
ao eixo X) e determinaram­‑se as projeções do ponto Q, situadas nessa linha de
chamada e sobre as projeções homónimas da reta s – Q2 (a projeção frontal do
ponto Q) situa­‑se sobre s2 (a projeção frontal da reta s) e Q1 (a projeção horizontal
do ponto Q) situa­‑se sobre s1 (a projeção horizontal da reta s).

51
SOLUÇÕES
Percurso da reta ao nível dos Diedros:
Os pontos que separam as partes da reta que se situam em Diedros distintos são os traços da reta nos planos de projeção (o traço frontal e o traço horizontal
da reta), pois é nos pontos em que a reta interseta os planos de projeção que a reta muda de Diedro. Assim, percebeu­‑se que a reta atravessa três Diedros.
Analisando­‑se a localização dos pontos da reta que se situam em cada uma das três partes da reta, conclui­‑se: a parte da reta situada entre os traços da reta (os
pontos F e H) situa­‑se no 10 Diedro (os pontos desta parte da reta têm cota e afasta­mento positivos); a parte da reta que se situa para a esquerda do traço frontal
da reta (o ponto F) situa­‑se no 20 Diedro (os pontos desta parte da reta têm afastamento negativo e cota positiva); a parte da reta que se situa para a direita do
traço horizontal da reta (o ponto H) situa­‑se no 40 Diedro (os pontos desta parte da reta têm afastamento positivo e cota negativa). O percurso da reta foi assinalado
numa reta paralela ao eixo X, situada abaixo da figura, na qual se indicaram, previamente, os pontos em que a reta interseta os planos de projeção (os pontos em
que a reta muda de Diedro).

Visibi­lida­des/invisibilida­des da reta:
Teve­‑se em conta que a parte da reta que é visível é aquela que se situa no 1o Diedro, pelo que as partes da reta que se situam no 2o e no 4o Diedros são invisíveis
(as partes invisíveis da reta assinalam­‑se a traço interrompido).

Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções do ponto P e a projeções frontal da reta, em função do ângulo dado. A partir da projeção frontal da reta determinou­
‑se H2, a projeção frontal do traço horizontal da reta, que se situa no eixo X (H tem cota nula) – H1 situa­‑se 6 cm abaixo do eixo X (H tem 6 cm de afastamento).
A partir de P1 e de H1 desenhou­‑se a projeção horizontal da reta – s1. Para a determinação de F (traço frontal da reta), I (traço da reta no b2/4), percurso da reta e
suas invisibilidades, ver relatório do exercício 197. A determinação de Q (traço da reta no b1/3) processou-s­e de uma forma distinta das atrás referidas ­– recorreu­
‑se a uma linha reta auxiliar que passa por F2 e H1 – o ponto de interseção dessa linha auxiliar com o eixo X indica­‑nos a posição da linha de chamada de Q. As
projeções de Q estão sobre as projeções homónimas de s.

309.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta a, em função dos dados (ver
exercício 303. e respetivo relatório). Em seguida, determinaram­‑se os pontos notáveis da
reta a – o traço frontal da reta (o ponto F), o traço horizontal da reta (o ponto H), o traço
da reta no b1/3 (o ponto Q) e o traço da reta no b2/4 (o ponto I). Os pontos notáveis da reta
a determinaram­‑se conforme exposto no relatório do exercício 303. (ver exercício 303. e
respetivo relatório).

Percurso da reta ao nível dos Diedros:


Os pontos que separam as partes da reta que se situam em Diedros distintos são os traços
da reta nos planos de projeção (o traço frontal e o traço horizontal da reta), pois é nos
pontos em que a reta interseta os planos de projeção que a reta muda de Diedro. Assim,
percebeu­‑se que a reta atravessa três Diedros. Analisando­‑se a localização dos pontos da
reta que se situam em cada uma das três partes da reta, conclui­‑se: a parte da reta situada
entre os traços da reta (os pontos F e H) situa­‑se no 20 Diedro (os pontos desta parte da
reta têm afasta­mento negativo e cota positiva); a parte da reta que se situa para a esquerda
do traço horizontal da reta (o ponto H) situa­‑se no 30 Diedro (os pontos desta parte da reta
têm cota e afastamento negativos); a parte da reta que se situa para a direita do traço
frontal da reta (o ponto F) situa­‑se no 10 Diedro (os pontos desta parte da reta têm cota
e afastamento positivos). O percurso da reta foi assinalado numa reta paralela ao eixo X,
situada abaixo da figura, na qual se indicaram, previamente, os pontos em que a reta
interseta os planos de projeção (os pontos em que a reta muda de Diedro).

Percurso da reta ao nível dos Octantes:


No que respeita aos Octantes, os Octantes são separados pelos planos de projeção e pelos
planos bissetores (são os planos de projeção e os planos bissetores que dividem o espaço
em Octantes). Nesse sentido, são os traços da reta nos planos de projeção (os pontos F e H) e nos planos bissetores (os pontos Q e I) que sepa­ram as partes
da reta que se situam em Octantes dis­tintos – é nos pontos notáveis da reta que esta muda de Octante. Há que ter também em conta que, quando a reta muda
de Diedro, a reta tam­bém muda necessariamente de Octante. Assim, a reta muda de Octante no ponto F, no ponto Q, no ponto H e no ponto I, ou seja, a reta
atravessa cinco Octantes distintos. Uma vez que para a esquerda do traço horizontal da reta (para a esquerda do ponto H) não existe mais nenhum ponto notável,
a reta não muda de Octante – toda a parte da reta situada à esquerda do seu traço horizontal situa­‑se no 5o Octante (os pontos estão mais próximos do SPHP do
que do SPFI). A parte da reta que está entre o traço horizontal (o ponto H) e o traço da reta no b2/4 (o ponto I) situa­‑se no 4o Octante, pois os pontos estão mais
próximos do SPHP do que do SPFS. A parte da reta que está entre o traço da reta no b2/4 (o ponto I) e o traço frontal (o ponto F) situa­‑se no 3o Octante, pois os
pontos estão mais próxi­mos do SPFS do que do SPHP. A parte da reta que está entre o traço frontal (o ponto F) e o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) situa­‑se no
2o Octante, pois os pontos estão mais próximos do SPFS do que do SPHA. A parte da reta que está para a direita do traço da reta no b1/3 (o ponto Q) situa­‑se no
1o Octante, pois os pontos estão mais próximos do SPHA do que do SPFS. O percurso ao nível dos Octantes assinalou­‑se numa outra reta paralela ao eixo X,
situada abaixo da anterior (a reta que assinala o percurso ao nível dos Diedros), na qual se indicaram, previamente, os pontos em que a reta interseta os planos
de projeção e os planos bissetores.

Visibi­lida­des/invisibilida­des da reta:
Teve­‑se em conta que a parte da reta que é visível é aquela que se situa no 1o Diedro, pelo que as partes da reta que se situam no 2o e no 3o Diedros são invisíveis
(as partes invisíveis da reta assinalam­‑se a traço interrompido).

52
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
310.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta m, em função dos dados (ver exercício
302. e respetivo relatório). Ao nível do percurso da reta, os pontos que separam as partes da
reta que se situam em Diedros distintos são os traços da reta nos planos de projeção (o traço
frontal e o traço horizontal da reta), pois é nos pontos em que a reta interseta os planos de
projeção que a reta muda de Diedro. Assim, determinaram­‑se os traços da reta m nos planos
de projeção (ver exercício 289. e respetivo relatório) e percebeu­‑se que a reta atravessa três
Diedros. Analisando­‑se a localização dos pontos da reta que se situam em cada uma das três
partes da reta, conclui­‑se: a parte da reta situada entre os traços da reta (os pontos F e H)
situa­‑se no 40 Diedro (os pontos desta parte da reta têm afastamento positivo e cota negativa);
a parte da reta que se situa para a direita do traço horizontal da reta (o ponto H) situa­‑se no 10
Diedro (os pontos desta parte da reta têm cota e afastamento posi­tivos); a parte da reta que
se situa para a esquerda do traço frontal da reta (o ponto F) situa­‑se no 30 Diedro (os pontos
desta parte da reta têm cota e afastamento negativos). O percurso da reta foi assinalado numa
reta paralela ao eixo X, situada abaixo da figura, na qual se indicaram, previamente, os pontos
em que a reta interseta os planos de projeção (os pontos em que a reta muda de Diedro). No
que respeita às visibi­lida­des/invisibilida­des da reta, teve­‑se em conta que a parte da reta que
é visível é aquela que se situa no 1o Diedro, pelo que as partes da reta que se situam no 4o e
no 3o Diedros são invisíveis (as partes invisíveis da reta assinalam­‑se a traço interrompido).

311.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta s, em função dos dados (ver exercício
308. e respetivo relatório). Ao nível do percurso da reta, os pontos que separam as partes da
reta que se situam em Diedros distintos são os traços da reta nos planos de projeção (o traço
frontal e o traço horizontal da reta), pois é nos pontos em que a reta interseta os planos de
projeção que a reta muda de Diedro. Assim, determinaram­‑se os traços da reta s nos planos
de projeção (ver exercício 301. e respetivo relatório) e percebeu­‑se que a reta atravessa três
Diedros. Analisando­‑se a localização dos pontos da reta que se situam em cada uma das três
partes da reta, conclui­‑se: a parte da reta situada entre os traços da reta (os pontos F e H)
situa­‑se no 20 Diedro (os pontos desta parte da reta têm afastamento negativo e cota positiva);
a parte da reta que se situa para a direita do traço horizontal da reta (o ponto H) situa­‑se no 30
Diedro (os pontos desta parte da reta têm cota e afastamento negativos); a parte da reta que
se situa para a esquerda do traço frontal da reta (o ponto F) situa­‑se no 10 Diedro (os pontos
desta parte da reta têm cota e afastamento positivos). O percurso da reta foi assinalado numa
reta paralela ao eixo X, situada abaixo da figura, na qual se indicaram, previamente, os pontos
em que a reta interseta os planos de projeção (os pontos em que a reta muda de Diedro). No
que respeita às visibi­lida­des/invisibilida­des da reta, teve­‑se em conta que a parte da reta que
é visível é aquela que se situa no 1o Diedro, pelo que as partes da reta que se situam no 2o e
no 3o Diedros são invisíveis (as partes invisíveis da reta assinalam­‑se a traço interrompido).

312.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta g, em função dos dados (ver exercício
299. e respetivo relatório).

Percurso da reta ao nível dos Octantes:


Os Octantes são separados pelos planos de projeção e pelos planos bissetores (são os planos de
projeção e os planos bissetores que dividem o espaço em Octantes). Nesse sentido, são os traços
da reta nos planos de projeção (os pontos F e H) e nos planos bissetores (os pontos Q e I) que
sepa­ram as partes da reta que se situam em Octantes dis­tintos – é nos pontos notáveis da reta
que esta muda de Octante. Assim, há que determinar, em primeiro lugar, os pontos notáveis da
reta (ver exercício 299. e respetivo relatório). Sublinha­‑se que esta reta não admite a existência
de traço no b2/4 (ver exercício 299. e respetivo relatório). A partir da determinação dos pontos
notáveis da reta (os pontos F H e Q), sabe­‑se que a reta muda de Octante no ponto F, no ponto Q
e no ponto H, ou seja, a reta atravessa quatro Octantes distintos. Para a esquerda do traço frontal
da reta (para a esquerda do ponto F) não existe mais nenhum ponto notável, pelo que a reta não
muda de Octante à esquerda do ponto F – toda a parte da reta situada à esquerda do seu traço
frontal situa­‑se no 3o Octante (os pontos estão mais próximos do SPFS do que do SPHP). A parte
da reta que está entre o traço frontal (o ponto F) e o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) situa­‑se no 2o
Octante, pois os pontos estão mais próximos do SPFS do que do SPHA. A parte da reta que está
entre o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) e o traço horizontal (o ponto H) situa­‑se no 1o Octante, pois
os pontos estão mais próxi­mos do SPHA do que do SPFS. Para a direita do traço horizontal da reta
(para a direita do ponto H) não existe mais nenhum ponto notável, pelo que a reta não muda de
Octante à direita do ponto H – toda a parte da reta situada à direita do seu traço horizontal situa­‑se
no 8o Octante (os pontos estão mais próximos do SPHA do que do SPFI). O percurso ao nível dos
Octantes assinalou­‑se numa reta paralela ao eixo X, na qual se indicaram, previamente, os pontos
em que a reta muda de Octante (os pontos em que a reta interseta os planos de projeção e o b1/3).

53
SOLUÇÕES
Visibi­lida­des/invisibilida­des da reta:
A parte da reta que é visível é aquela que se situa no 1o Diedro, sendo que o 1o Diedro integra o 1o e o 2o Octantes. Todos os restantes Octantes se situam em outros
Diedros que não o primeiro. Assim, a parte da reta que é visível é aquela que se situa no 1o Octante e no 2o Octante, sendo que as partes da reta que se situam nos
restantes Octantes são invisíveis (por não se situarem no 1o Diedro). As partes invisíveis da reta assinalam­‑se a traço interrompido.

313.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta s, em função dos dados (ver exercício 301.
e respetivo relatório). Em seguida determinaram­‑se os pontos notáveis da reta s, conforme
exposto no relatório do exercício 303. (ver exercício 303. e respetivo relatório).

Percurso da reta ao nível dos Diedros:


Os pontos que separam as partes da reta que se situam em Diedros distintos são os traços da
reta nos planos de projeção (o traço frontal e o traço horizontal da reta), pois é nos pontos em que
a reta interseta os planos de projeção que a reta muda de Diedro. Assim, percebeu­‑se que a reta
atravessa três Diedros. Analisando­‑se a localização dos pontos da reta que se situam em cada uma
das três partes da reta, conclui­‑se: a parte da reta situada entre os traços da reta (os pontos F e H)
situa­‑se no 20 Diedro (os pontos desta parte da reta têm afasta­mento negativo e cota positiva); a
parte da reta que se situa para a direita do traço horizontal da reta (o ponto H) situa­‑se no 30 Diedro
(os pontos desta parte da reta têm cota e afastamento negativos); a parte da reta que se situa para
a esquerda do traço frontal da reta (o ponto F) situa­‑se no 10 Diedro (os pontos desta parte da reta
têm cota e afastamento positivos). O percurso da reta foi assinalado numa reta paralela ao eixo X,
situada abaixo da figura, na qual se indicaram, previamente, os pontos em que a reta interseta os
planos de projeção (os pontos em que a reta muda de Diedro).

Percurso da reta ao nível dos Octantes:


No que respeita aos Octantes, estes são separados pelos planos de projeção e pelos planos
bissetores (são os planos de projeção e os planos bissetores que dividem o espaço em Octantes).
Nesse sentido, são os traços da reta nos planos de projeção (os pontos F e H) e nos planos
bissetores (os pontos Q e I) que sepa­ram as partes da reta que se situam em Octantes dis­tintos
– é nos pontos notáveis da reta que esta muda de Octante. Há que ter também em conta que,
quando a reta muda de Diedro, a reta tam­bém muda necessariamente de Octante. Assim, a reta
muda de Octante no ponto F, no ponto Q, no ponto H e no ponto I, ou seja, a reta atravessa cinco
Octantes distintos. Uma vez que para a direta do traço horizontal da reta (para a direita do ponto H)
não existe mais nenhum ponto notável, a reta não muda de Octante – toda a parte da reta
situada à direita do seu traço horizontal situa­‑se no 5o Octante (os pontos estão mais próximos
do SPHP do que do SPFI). A parte da reta que está entre o traço horizontal (o ponto H) e o traço
da reta no b2/4 (o ponto I) situa­‑se no 4o Octante, pois os pontos estão mais próximos do SPHP
do que do SPFS. A parte da reta que está entre o traço da reta no b2/4 (o ponto I) e o traço frontal (o ponto F) situa­‑se no 3o Octante, pois os pontos estão mais
próxi­mos do SPFS do que do SPHP. A parte da reta que está entre o traço frontal (o ponto F) e o traço da reta no b1/3 (o ponto Q) situa­‑se no 2o Octante, pois os
pontos estão mais próximos do SPFS do que do SPHA. A parte da reta que está para a direita do traço da reta no b1/3 (o ponto Q) situa­‑se no 1o Octante, pois
os pontos estão mais próximos do SPHA do que do SPFS. O percurso ao nível dos Octantes assinalou­‑se numa outra reta paralela ao eixo X, situada abaixo da
anterior (a reta que assinala o percurso ao nível dos Diedros), na qual se indicaram, previamente, os pontos em que a reta interseta os planos de projeção e os
planos bissetores.

Visibi­lida­des/invisibilida­des da reta:
Teve­‑se em conta que a parte da reta que é visível é aquela que se situa no 1o Diedro, pelo que as partes da reta que se situam no 2o e no 3o Diedros são invisíveis
(as partes invisíveis da reta assinalam­‑se a traço interrompido).

YZ
B2
314.
Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções dos pontos A, B e C, em função das respetivas
coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados – as projeções
r2 s2 da reta r passam pelas projeções homónimas dos pontos A e B (os pontos que definem a reta). A partir
C2 das projeções da reta r, desenharam­‑se as projeções da reta s, passando pelas projeções homóni­
A2 mas do ponto C e paralelas às projeções homónimas da reta r (retas paralelas têm as suas projeções
C0 B0 horizontais paralelas entre si e as suas projeções frontais paralelas entre si) – s1 (a projeção horizontal
X A0 da reta s) passa por C1 (a projeção horizontal do ponto C) e é paralela a r1 (a projeção horizontal
da reta r), tal como s2 (a projeção frontal da reta s) passa por C2 (a projeção frontal do ponto C)
e é paralela a r2 (a projeção frontal da reta r).
C1 s1
Conclusão:
A1 Retas paralelas têm as suas projeções horizontais paralelas entre si e têm as suas projeções frontais
r1 paralelas entre si, ou seja, retas paralelas têm as projeções homónimas paralelas entre si.
B1

54
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
315.
Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções dos pontos A, B e C, em função das respetivas YZ
coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados – as projeções B2
da reta r passam pelas projeções homónimas dos pontos A e B (os pontos que definem a reta). A
reta m é concor­rente com a reta r no ponto B, pelo que o ponto B pertence, simultanea­mente, às r2
duas retas. Assim, as projeções da reta m passam também pelas projeções homónimas do ponto B
(retas concorrentes têm as suas projeções horizontais concorrentes entre si sobre a projeção A2 m2 C2
horizontal do ponto de concorrência, bem como as suas projeções frontais concorrentes entre si
sobre a projeção frontal do ponto de concorrência) – m1 (a projeção horizontal da reta m) passa C0 B0
por B1 (a projeção horizontal do ponto B) e por C1 (a projeção horizontal do ponto C), enquanto m2 X A0
(a projeção frontal da reta m) passa por B2 (a projeção frontal do ponto B) e por C2 (a projeção
frontal do ponto C). As projeções da reta m estão, assim, definidas pelas projeções homónimas dos
dois pontos que a definem – os pontos B e C. C1
m1
A1
Conclusão:
Retas concorrentes têm as suas projeções horizontais concorrentes entre si sobre a projeção r1 B1
horizontal do ponto de concorrência e têm as suas projeções frontais concorrentes entre si sobre a
projeção frontal do ponto de concorrência, ou seja, retas concorrentes têm as projeções homónimas
concorrentes entre si sobre as projeções homónimas do ponto de concorrência.

YZ
316. a2 b2
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta s, em função dos dados. R2
P2
b) Em primeiro lugar, representou­‑se o ponto S, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas. Em seguida, atendendo a que as duas retas são concorrentes num ponto R,
determinaram­‑se as projeções do ponto R. De acordo com o enunciado, o ponto R pertence à S0
reta a (as projeções do ponto têm de pertencer às projeções homónimas da reta a) e tem 5 cm X P0
de afastamento – o ponto R é, pois, o ponto da reta a que tem 5 cm de afastamento. O ponto R S1S2
é o ponto de concorrência das duas retas. Nesse sentido, desenharam­‑se as projeções da reta b
– b1 (a projeção horizontal da reta b) passa por R1 (a projeção horizontal do ponto R) e por S1
(a projeção horizontal do ponto S), enquanto b2 (a projeção frontal da reta b) passa por R2 (a
P1
projeção frontal do ponto R) e por S2 (a projeção frontal do ponto S). As projeções da reta b
estão, assim, definidas pelas projeções homónimas dos dois pontos que a definem – os pontos
R e S.
R1

a1 b1

317.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta r, passando pelas
projeções homónimas dos pontos A e B. A partir das projeções da reta r, desenharam­‑se as
projeções da reta s, passando pelas projeções homóni­mas do ponto C e paralelas às projeções YZ
homónimas da reta r (retas paralelas têm as suas projeções horizontais paralelas entre si e as f2
A2
suas projeções frontais paralelas entre si) – s1 (a projeção horizontal da reta s) passa por C1 (a R2
projeção horizontal do ponto C) e é paralela a r1 (a projeção horizontal da reta r), tal como s2 (a r2
projeção frontal da reta s) passa por C2 (a projeção frontal do ponto C) e é paralela a r2 (a projeção
frontal da reta r). B2 s2
C2
B1
b) Os dados do exercício permitiram­‑nos desenhar, de forma imediata, a projeção horizontal da S2
B0 A0
reta f – f1 é paralela ao eixo X e situa­‑se 2 cm abaixo deste. A reta f é concorrente com as retas
r e s, pelo que existem dois pontos de concorrência. O ponto R é o ponto de con­corrência da X C0
reta f com a reta r – o ponto R foi determinado a partir da sua projeção horizontal. A projeção
f1
horizontal do ponto R (R1) é o ponto de con­corrência das projeções horizontais das duas retas
(R1 é o ponto de concorrência de f1 com r1) e R2 (a projeção frontal do ponto R) situa­‑se sobre r2 S1 R1
r1
(a projeção frontal da reta r). O ponto S é o ponto de con­corrência da reta f com a reta s – o C1
ponto S foi igualmente determinado a partir da sua projeção horizontal. A projeção horizontal s1
A1
do ponto S (S1) é o ponto de con­corrência das projeções horizontais das duas retas (S1 é o ponto
de concorrência de f1 com s1) e S2 (a projeção frontal do ponto S) situa­‑se sobre s2 (a projeção
frontal da reta s). A projeção frontal da reta f fica definida pelas projeções frontais dos pontos R
e S – f2 passa por R2 e por S2.

55
SOLUÇÕES
318.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta a,
passando pelas projeções homónimas dos pontos A e B. Os dados do enunciado permitem­ YZ
‑nos determinar as projeções de um ponto da reta b – o ponto H (o traço horizontal da reta). B2
Sabe­‑se imediatamente que o traço horizontal da reta (o ponto H) tem cota nula. Sendo
dadas, no enunciado, as restantes coordenadas do ponto H (a abcissa e o afastamento),
sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto H são ( 4; 2; 0), o que nos permitiu a2
representar o ponto H pelas suas projeções e, em seguida, desenhar as projeções da reta b. b2
A projeção horizontal da reta b (b1) passa pela projeção horizontal do ponto H (H1) e é
paralela à projeção horizontal da reta a (a1). A projeção frontal da reta b (b2) passa pela A2
projeção frontal do ponto H (H2) e é paralela à projeção horizontal da reta b (b1). Salienta­‑se H0H2 B0
que as duas projeções da reta b são paralelas apenas na folha de papel, após o rebatimento A0
X
do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. De facto, no espaço,
as duas projeções da reta b nunca poderiam ser paralelas, pois situam­‑se em planos de H1 B1
projeção distintos – a projeção frontal da reta b situa­‑se no Plano Frontal de Projeção e a b1
A1
projeção horizontal da reta b situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção. a1

b) As retas a e b são enviesadas (não complanares), pois não são paralelas (as projeções
homónimas não são paralelas entre si) nem concorrentes (não é possível determinar as
projeções de um ponto comum às duas retas – um ponto de concorrência).

319.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta r, passando YZ
pelas projeções homónimas dos pontos A e B. As duas retas são concorrentes no ponto A, s2
pelo que o ponto A pertence simultaneamente às duas retas. Por isso mesmo, a reta r está
definida pelos pontos A e B. Também nesse sentido, o ponto A é um ponto que pertence à
A2
reta s. Por isso, a projeção horizontal da reta s (s1) passa pela projeção horizontal do ponto A
(A1) e faz, com o eixo X, o ângulo dado (um ângulo de 60º de abertura à esquerda, medido m2
r2
para baixo do eixo X). Por outro lado, a projeção frontal da reta s (s2) passa pela projeção P2
frontal do ponto A (A2) e faz, com o eixo X, o ângulo dado (um ângulo de 30º de abertura à
esquerda, medido para cima do eixo X). B2

b) A reta m é concorrente com a reta r num ponto P com 2 cm de cota, pelo que se determinaram
X B0 A0
as projeções do ponto P – o ponto P é, pois, o ponto da reta r que tem 2 cm de cota. O ponto P
é o ponto de concorrência da reta m com a reta r – as retas m e r são concorrentes, pelo m1
que as duas retas têm as suas projeções frontais concorrentes entre si sobre a projeção s1
B1
frontal do ponto de concorrência e as suas projeções horizontais concorrentes entre si
P1 r1
sobre a projeção horizontal do ponto de concorrência (que é o ponto P). Por outro lado, a
reta m é paralela à reta s, pelo que as duas retas têm as suas projeções frontais paralelas A1
entre si e as suas projeções horizontais paralelas entre si. Nesse sentido, desenharam­‑se
as projeções da reta m – m1 (a projeção horizontal da reta m) passa por P1 (a projeção
horizontal do ponto P) e é paralela a s1 (a projeção horizontal da reta s), enquanto m2 (a
projeção frontal da reta m) passa por P2 (a projeção frontal do ponto P) e é paralela a s2 (a
projeção frontal da reta s.
r2
R2
320.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas s2
coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados. A
projeção horizontal da reta b (b1) passa pela projeção horizontal do ponto H (H1) e é paralela m2
à projeção horizontal da reta a (a1). A projeção horizontal da reta r (r1) passa pela projeção P2
horizontal do ponto P (P1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º (de abertura para a direita,
medido para baixo do eixo X). A projeção frontal da reta r (r2) passa pela projeção frontal do S2
ponto P (P2) e é paralela à projeção horizontal da reta r (r1). Salienta­‑se que as duas projeções
da reta r são paralelas apenas na folha de papel, após o rebatimento do Plano Frontal de
Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. De facto, no espaço, as duas projeções da reta r X M1M2
nunca poderiam ser paralelas, pois situam­‑se em planos de projeção distintos – a projeção
m1
frontal da reta r situa­‑se no Plano Frontal de Projeção e a projeção horizontal da reta r situa­
R1 S1
‑se no Plano Horizontal de Projeção. Em seguida desenharam­‑se as projeções da reta s, em
função dos dados. Tendo em conta que as duas retas são concorrentes no ponto P, o ponto P s1
r1
é um ponto que pertence às duas retas. Assim, a projeção horizontal da reta s (s1) passa pela
projeção horizontal do ponto P (P1) e é perpendicular à projeção horizontal da reta r (r1). É dado,
no enunciado, que a reta s é concorrente com o eixo X num ponto M – a projeção horizontal P1
do ponto M (M1) é, assim, o ponto de concorrência da projeção horizontal da reta s (s1) com o
eixo X. Tendo em conta que o ponto M é um ponto do eixo X, o ponto M tem as suas projeções

56
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
coincidentes – tem­‑se, imediatamente, M1 ≡ M2. Este procedimento permitiu­‑nos desenhar, em seguida, a projeção frontal da reta s (s2), que passa pela projeção
frontal do ponto M (M2) e pela projeção frontal do ponto P (P2). Os dados permitiram­‑nos, ainda, desenhar a projeção horizontal da reta m (m1), que é paralela
ao eixo X e se situa 2 cm abaixo do eixo X. A reta m é concorrente com as retas r e s, pelo que existem dois pontos de concorrência. O ponto R é o ponto de con­
corrência da reta m com a reta r – o ponto R foi determinado a partir da sua projeção horizontal. A projeção horizontal do ponto R (R1) é o ponto de con­corrência
das projeções horizontais das duas retas (R1 é o ponto de concorrência de m1 com r1) e R2 (a projeção frontal do ponto R) situa­‑se sobre r2 (a projeção frontal
da reta r). O ponto S é o ponto de con­corrência da reta m com a reta s – o ponto S foi igualmente determinado a partir da sua projeção horizontal. A projeção
horizontal do ponto S (S1) é o ponto de con­corrência das projeções horizontais das duas retas (S1 é o ponto de concorrência de m1 com s1) e S2 (a projeção frontal
do ponto S) situa­‑se sobre s2 (a projeção frontal da reta s). A projeção frontal da reta m fica definida pelas projeções frontais dos pontos R e S – m2 passa por R2
e por S2

321.
a) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados – s2
desenhou­‑se a sua projeção frontal da reta r (r2), paralela ao eixo X e situada 2 cm acima
deste. Em seguida desenhou­‑se a projeção horizontal da reta r (r1), de forma arbitrária m2 A2
mas respeitando o ângulo pedido (o ângulo que r1 faz com o eixo X mediu­‑se para baixo do
eixo X). Em seguida desenhou­‑se a projeção horizontal da reta s (s1), paralela ao eixo X e
situada 3 cm abaixo deste. A reta s é concorrente com a reta r no ponto P (que é o ponto de r2 P2
concorrência das duas retas). O ponto P foi determinado a partir da sua projeção horizontal.
A projeção horizontal do ponto P (P1) é o ponto de con­corrência das projeções horizontais
das duas retas (P1 é o ponto de concorrência de s1 com r1) e P2 (a projeção frontal do ponto P)
situa­‑se sobre r2 (a projeção frontal da reta r). Em seguida desenhou­‑se a projeção frontal X A0
da reta s (s2), passando pela projeção frontal do ponto P (P2) e fazendo, como eixo X, um
ângulo de 45º (a.d.) – o ângulo que s2 (a projeção frontal da reta s) faz com o eixo X mediu­
‑se para cima do eixo X. s1
P1 A1
b) A reta m é concorrente com a reta s num ponto A com 4 cm de cota, pelo que se
determinaram as projeções do ponto A – o ponto A é, pois, o ponto da reta s que tem 4 r1
cm de cota. O ponto A é o ponto de concorrência da reta m com a reta s – as retas m e s m1
são concorrentes, pelo que as duas retas têm as suas projeções frontais concorrentes
entre si sobre a projeção frontal do ponto de concorrência e as suas projeções horizontais
concorrentes entre si sobre a projeção horizontal do ponto de concorrência (que é o ponto A).
Assim, desenhou­‑se a projeção frontal da reta m (m2), passando pela projeção frontal do ponto A (A2) e paralela ao eixo X (conforme é expressamente pedido
no enunciado). Em seguida desenhou­‑se a projeção horizontal da reta m (m1), passando pela projeção horizontal do ponto A (A1) e fazendo, como eixo X, um
ângulo de 60º (a.e.) – o ângulo que m1 (a projeção horizontal da reta m) faz com o eixo X mediu­‑se para baixo do eixo X.

c) As retas r e m são enviesadas (são não complanares), pois não são paralelas (não têm a mesma direção, pois as suas projeções horizontais não são paralelas
entre si) nem concorrentes (não existe nenhum ponto comum às duas retas – não há nenhum ponto que pertença simultaneamente às duas retas). Note que,
apesar de as projeções frontais das retas m e r serem paralelas entre si, as suas projeções horizontais não o são, pelo que as duas retas não são paralelas.
Por outro lado, não é possível determinar as projeções de nenhum ponto que pertença simultaneamente às duas retas (um ponto que verifique a condição para
que um ponto pertença a uma reta em relação às duas retas simultaneamente), pelo que as duas retas também não são concorrentes.

322.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta r, YZ
passando pelas projeções homónimas dos pontos A e B. A partir das projeções da reta r, C2
desenharam­‑se as projeções da reta s, passando pelas projeções homóni­mas do ponto C r2 s2
e paralelas às projeções homónimas da reta r (retas paralelas têm as suas projeções A2
horizontais paralelas entre si e as suas projeções frontais paralelas entre si) – s1 (a projeção h2 R2 S2
horizontal da reta s) passa por C1 (a projeção horizontal do ponto C) e é paralela a r1
(a projeção horizontal da reta r), tal como s2 (a projeção frontal da reta s) passa por C2 (a
projeção frontal do ponto C) e é paralela a r2 (a projeção frontal da reta r). B2

b) Os dados sobre a reta h permitiram­‑nos desenhar a projeção frontal da reta h (h2), que é
X A0 C0 B0
paralela ao eixo X e se situa 3 cm acima do eixo X. A reta h é concorrente com as retas r e s,
pelo que existem dois pontos de concorrência. O ponto R é o ponto de con­corrência da reta h A1
com a reta r – o ponto R foi determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal R1 r1
do ponto R (R2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas (R2 é o
ponto de concorrência de h2 com r2) e R1 (a projeção horizontal do ponto R) situa­‑se sobre r1 B1
(a projeção horizontal da reta r). O ponto S é o ponto de con­corrência da reta h com a reta
s – o ponto S foi igualmente determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal s1 h1
do ponto S (S2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas (S2 é o ponto
de concorrência de h2 com s2) e S1 (a projeção horizontal do ponto S) situa­‑se sobre s1 (a C1
projeção horizontal da reta s). A projeção horizontal da reta h fica definida pelas projeções S1
horizontais dos pontos R e S – h1 passa por R1 e por S1.

57
SOLUÇÕES
323.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções,
em função das respetivas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da YZ
reta r, passando pelas projeções homónimas do ponto A e em função dos dados. A
projeção frontal da reta r (r2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e faz, com r2
m2 A2
o eixo X, um ângulo de 45º de abertura para a direita (note que o ângulo que r2 faz
com o eixo X se mediu para cima do eixo X). A projeção horizontal da reta r (r1) passa R2
pela projeção horizontal do ponto A (A1) e é paralela ao eixo X. A partir das projeções
da reta r, desenharam­‑se as projeções da reta s, passando pelas projeções homóni­
mas do ponto B e paralelas às projeções de nome contrário da reta r – a projeção B2 S2 s2
horizontal da reta s (s1) passa por B1 (a projeção horizontal do ponto B) e é paralela
à projeção frontal da reta r (r2), tal como a projeção frontal da reta s (s2) passa
por B2 (a projeção frontal do ponto B) e é paralela a projeção horizontal da reta r (r1). B0 A0 H0H2
X
b) As retas r e s são enviesadas (são não complanares), pois não são paralelas (não S1
H1
têm a mesma direção, pois não têm as projeções homónimas paralelas entre si) nem r1
concorrentes (não existe nenhum ponto comum às duas retas – não há nenhum R1 A1
m1
ponto que pertença simultaneamente às duas retas).

c) Os dados sobre a reta m permitiram­‑nos determinar, antes de mais, a projeção frontal
do traço horizontal da reta m – H2. Tendo em conta que o traço horizontal da reta m B1
(o ponto H) é o único ponto da reta com cota nula, sabe­‑se imediatamente que H2 (a s1
projeção frontal do ponto H) se situa no eixo X. Uma vez que é dada a abcissa do ponto H,
a determinação da sua projeção frontal (H2) foi imediata. Em seguida desenhou­‑se a
projeção frontal da reta m (m2), que passa pela projeção frontal do ponto H (H2) e faz,
com o eixo X, um ângulo de 30 de abertura para a esquerda (note que o ângulo que m2 faz com o eixo X se mediu para cima do eixo X). A reta m é concorrente
com as retas r e s, pelo que existem dois pontos de concorrência. O ponto R é o ponto de con­corrência da reta m com a reta r – o ponto R foi determinado a
partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto R (R2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas (R2 é o ponto de concorrência
de m2 com r2) e R1 (a projeção horizontal do ponto R) situa­‑se sobre r1 (a projeção horizontal da reta r). O ponto S é o ponto de con­corrência da reta m com a
reta s – o ponto S foi igualmente determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto S (S2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais
das duas retas (S2 é o ponto de concorrência de m2 com s2) e S1 (a projeção horizontal do ponto S) situa­‑se sobre s1 (a projeção horizontal da reta s). A projeção
horizontal da reta m fica definida pelas projeções horizontais dos pontos R e S – m1 passa por R1 e por S1.

324.
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto M, pelas suas projeções, em função das
suas coordenadas. O ponto M é um ponto do b1/3, pelo que tem coordenadas iguais
(a cota e o afastamento do ponto M são iguais). Sendo dadas, no enunciado, a abcissa
e a cota do ponto M, sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto M são
(–5; 3; 3). Por outro lado, sendo um ponto do b1/3, sabe­‑se, também, que as projeções
do ponto M são simétricas em relação ao eixo X. Em seguida, desenharam­‑se as YZ
projeções da reta r, passando pelas projeções homónimas do ponto M e em função
dos dados. A projeção frontal da reta r (r2) passa pela projeção frontal do ponto M a1
(M2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a direita (note que o
ângulo que r2 faz com o eixo X se mediu para cima do eixo X). A projeção horizontal a2 P1
da reta r (r1) passa pela projeção horizontal do ponto M (M1) e é perpendicular A1
à projeção frontal da reta r (r2). Salienta­‑se que as duas projeções da reta r são
perpendiculares apenas na folha de papel, após o rebatimento do Plano Frontal r2s1
M2
de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. De facto, no espaço, as duas S2 R2
projeções da reta r nunca poderiam ser perpendiculares, pois situam­‑se em planos A2 b2
de projeção distintos – a projeção frontal da reta r situa­‑se no Plano Frontal de
S1 T2T1
Projeção e a projeção horizontal da reta r situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção.
Em seguida identificaram­‑se as projeções da reta s, que estão coincidentes com as P2 M0
projeções de nome contrário da reta r – a projeção horizontal da reta s (s1) está X P0
coincidente com a projeção frontal da reta r (r2), tal como a projeção frontal da
reta s (s2) está coincidente com a projeção horizontal da reta r (r1). Assim, tem­‑se R1
imediatamente s1 ≡ r2 e s2 ≡ r1. Salienta­‑se que as projeções de nome contrário
das duas retas estão coincidentes apenas na folha de papel, após o rebatimento M1 b1
do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. De facto, no
espaço, duas projeções de nome contrário de duas retas nunca poderiam estar s2r1
coincidentes, pois situam­‑se em planos de projeção distintos – as projeções frontais
situam­‑se no Plano Frontal de Projeção e as projeções horizontais situam­‑se no
Plano Horizontal de Projeção.

Posição relativa das duas retas:


As duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto T.

58
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
Justificação:
As projeções frontais das duas retas (r2 e s2) são concorrentes sobre a projeção frontal do ponto de concorrência (T2) e as projeções horizontais das duas retas
(r1 e s1) são concorrentes sobre a projeção horizontal do ponto de concorrência (T1).

b) A reta a é concorrente com a reta r num ponto com abcissa nula, pelo que se determinaram as projeções do ponto de concorrência das duas retas (o ponto P)
– o ponto P é, pois, o ponto da reta r que tem abcissa nula. O ponto P é o ponto de concorrência da reta a com a reta r – as retas a e r são concorrentes, pelo
que as duas retas têm as suas projeções frontais concorrentes entre si sobre a projeção frontal do ponto de concorrência e as suas projeções horizontais
concorrentes entre si sobre a projeção horizontal do ponto de concorrência (que é o ponto P). Por outro lado, a reta a é paralela à reta s, pelo que as duas retas
têm as suas projeções frontais paralelas entre si e as suas projeções horizontais paralelas entre si. Nesse sentido, desenharam­‑se as projeções da reta a – a1
(a projeção horizontal da reta a) passa por P1 (a projeção horizontal do ponto P) e é paralela a s1 (a projeção horizontal da reta s), enquanto a2 (a projeção frontal
da reta a) passa por P2 (a projeção frontal do ponto P) e é paralela a s2 (a projeção frontal da reta s.

c) Os dados sobre a reta b permitiram­‑nos determinar, antes de mais, desenhar a sua projeção frontal – b2 (a projeção frontal da reta b) é paralela ao eixo X e
situa­‑se 2,5 cm acima do eixo X. A reta b é concorrente com as retas r e a, pelo que existem dois pontos de concorrência. O ponto A é o ponto de con­corrência
da reta b com a reta a – o ponto A foi determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto A (A2) é o ponto de con­corrência das projeções
frontais das duas retas (A2 é o ponto de concorrência de b2 com a2) e A1 (a projeção horizontal do ponto A) situa­‑se sobre a1 (a projeção horizontal da reta a).
O ponto B é o ponto de con­corrência da reta b com a reta r – o ponto B foi igualmente determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto B
(B2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas (B2 é o ponto de concorrência de b2 com r2) e B1 (a projeção horizontal do ponto B) situa­
‑se sobre r1 (a projeção horizontal da reta r). A projeção horizontal da reta b fica definida pelas projeções horizontais dos pontos A e B – b1 passa por A1 e
por B1.
Posição relativa das retas b e s:
As duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto S.
Justificação:
As projeções frontais das duas retas (b2 e s2) são concorrentes sobre a projeção frontal do ponto de concorrência (S2) e as projeções horizontais das duas retas
(b1 e s1) são concorrentes sobre a projeção horizontal do ponto de concorrência (S1).

325.
Por alfabeto da reta entende­‑se a sistematização e a classificação das retas, em função das posições que podem ter no espaço relativamente ao referencial, bem
como o estudo das respetivas representações em função das suas posições específicas.

326. B2 F2 Q2 A2 h 2
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
dos dados. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta h, passando pelas projeções I1I2
homónimas dos dois pontos e determinaram­‑se os seus pontos notáveis.
Determinação dos traços da reta nos planos de projeção: B1
F1
O traço frontal (F) da reta h é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção e é A0
X B0
o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal do ponto F)
situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta h (h1) – F2 (a projeção frontal do ponto F) h1
tem de se situar sobre h2 (a projeção frontal da reta h), na linha de chamada de F1.
A reta h não tem traço horizontal (ponto H) porque: Q1
– t odos os pontos da reta h têm a mesma cota (que não é nula), pelo que não existe nenhum
ponto da reta com cota nula; A1
– p or outro lado, a reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que a reta h não
interseta o Plano Horizontal de Projeção. 2ºD 1ºD
Determinação do traço da reta no b24:
O traço da reta h no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta h com o b2/4 e é o único ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção
horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta h (h1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta h (h2)
– tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência das duas
projeções da reta (h1 e h2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se intersetam.
Determinação do traço da reta no b1/3:
O traço da reta h no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta h com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X.
Como acima se referiu, todos os pontos da reta h têm a mesma cota (que é 3 cm), pelo que se sabe imediatamente que o ponto Q tem necessariamente
3 cm de cota. Tendo em conta que pontos do b1/3 têm coordenadas iguais, sabe­‑se imediatamente que o ponto Q tem também 3 cm de afastamento. Assim,
nesta situação, bastou determinar o ponto da reta que tem 3 cm de afastamento. O ponto Q é, assim, o ponto da reta h que tem 3 cm de afastamento. Assim,
em primeiro lugar determinou­‑se a projeção horizontal do ponto Q (Q1) sobre a projeção horizontal da reta h (h1), em função do seu afastamento – Q1 situa­‑se
3 cm para baixo do eixo X (o afastamento do ponto Q é positivo). Em seguida, determinou­‑se a projeção frontal do ponto Q (Q2), sobre a projeção frontal da
reta h (h2) e na linha de chamada de Q1.

59
SOLUÇÕES
Percurso da reta (ao nível dos Diedros):
Os pontos que separam as partes da reta que se situam em Diedros distintos são os traços da reta nos planos de projeção (o traço frontal e o traço horizontal da
reta). Tendo em conta que a reta h não tem traço horizontal, a reta h atravessa, apenas, dois Diedros. Analisando­‑se a localização dos pontos da reta que se situam
em cada uma das duas partes da reta, conclui­‑se: a parte da reta que se situa para a esquerda do traço frontal da reta (o ponto F) situa­‑se no 20 Diedro (os pontos
desta parte da reta têm afastamento negativo e cota positiva); a parte da reta que se situa para a direita do traço frontal da reta (o ponto F) situa­‑se no 10 Diedro
(os pontos desta parte da reta têm cota e afastamento positivos). O percurso da reta foi assinalado numa reta paralela ao eixo X, situada abaixo da figura, na qual
se indicou, previamente, o ponto em que a reta interseta o Plano Frontal de Projeção (o ponto em que a reta muda de Diedro).

b) A característica fundamental comum a todos os pontos desta reta é que todos os pontos da reta h têm a mesma cota.

c) Posição da reta no referencial:


A reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção e oblíqua ao Plano Frontal de Projeção.
De que reta se trata:
Trata­‑se de uma reta horizontal (ou reta de nível).

327.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
dos dados. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta f, passando pelas projeções
homónimas dos dois pontos e determinaram­‑se os seus pontos notáveis.
Determinação dos traços da reta nos planos de projeção: B2
O traço horizontal (H) da reta f é o ponto de interseção da reta com o Plano Horizontal de
f2
Projeção e é o único ponto da reta que tem cota nula. Assim, H2 (a projeção frontal do ponto
H) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal da reta f (f2) – H1 (a projeção horizontal do
ponto H) tem de se situar sobre f1 (a projeção horizontal da reta f), na linha de chamada de Q2
H2.
A reta f não tem traço frontal (ponto F) porque: H 2 A0
– todos os pontos da reta f têm o mesmo afastamento (que não é nulo), pelo que não existe X B0
nenhum ponto da reta com afastamento nulo; A2
– por outro lado, a reta f é paralela ao Plano Frontal de Projeção, pelo que a reta f não f1 I1I2
interseta o Plano Frontal de Projeção. B1 Q1 H1 A1
Determinação do traço da reta no b24:
1ºD 4ºD
O traço da reta f no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta f com o b2/4 e é o único
ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção horizontal do ponto I (I1)
situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta f (f1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se 2º oct 1º oct 8ºoct 7º oct
sobre a projeção frontal da reta f (f2) – tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1
e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência
das duas projeções da reta (f1 e f2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se
intersetam.
Determinação do traço da reta no b1/3:
O traço da reta f no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta f com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Como
acima se referiu, todos os pontos da reta f têm o mesmo afastamento (que é 2 cm), pelo que se sabe imediatamente que o ponto Q tem necessariamente
2 cm de afastamento. Tendo em conta que pontos do b1/3 têm coordenadas iguais, sabe­‑se imediatamente que o ponto Q tem também 2 cm de cota. Assim,
nesta situação, bastou determinar o ponto da reta que tem 2 cm de cota. O ponto Q é, assim, o ponto da reta f que tem 2 cm de cota. Assim, em primeiro lugar
determinou­‑se a projeção frontal do ponto Q (Q2) sobre a projeção frontal da reta f (f2), em função da sua cota – Q2 situa­‑se 2 cm para cima do eixo X (a cota
do ponto Q é positiva). Em seguida, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto Q (Q1), sobre a projeção horizontal da reta f (f1) e na linha de chamada de Q2.
Percurso da reta ao nível dos Diedros:
Os pontos que separam as partes da reta que se situam em Diedros distintos são os traços da reta nos planos de projeção (o traço frontal e o traço horizontal
da reta). Tendo em conta que a reta f não tem traço frontal, a reta f atravessa, apenas, dois Diedros. Analisando­‑se a localização dos pontos da reta que se
situam em cada uma das duas partes da reta, conclui­‑se: a parte da reta que se situa para a direita do traço horizontal da reta (o ponto H) situa­‑se no 40 Diedro
(os pontos desta parte da reta têm afastamento positivo e cota negativa); a parte da reta que se situa para a esquerda do traço horizontal da reta (o ponto H)
situa­‑se no 10 Diedro (os pontos desta parte da reta têm cota e afastamento positivos). O percurso da reta foi assinalado numa reta paralela ao eixo X, situada
abaixo da figura, na qual se indicou, previamente, o ponto em que a reta interseta o Plano Horizontal de Projeção (o ponto em que a reta muda de Diedro).
Percurso da reta ao nível dos Octantes:
No que respeita aos Octantes, os Octantes são separados pelos planos de projeção e pelos planos bissetores (são os planos de projeção e os planos bissetores
que dividem o espaço em Octantes). Nesse sentido, é nos pontos notáveis da reta que a reta muda de Octante. Há que ter também em conta que, quando a
reta muda de Diedro, a reta tam­bém muda necessariamente de Octante. Assim, a reta muda de Octante no ponto F, no ponto Q e no ponto I (a reta não tem
traço horizontal), ou seja, a reta atravessa quatro Octantes distintos. A parte da reta que está para a esquerda do traço da reta no b1/3 (o ponto Q) situa­‑se
no 2o Octante, pois os pontos estão mais próximos do SPFS do que do SPHA. A parte da reta que está entre o traço horizontal (o ponto H) e o traço da reta
no b1/3 (o ponto Q) situa­‑se no 1o Octante, pois os pontos estão mais próximos do SPHA do que do SPFS. A parte da reta que está entre o traço horizontal

60
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
(o ponto H) e o traço da reta no b2/4 (o ponto I) situa­‑se no 8o Octante, pois os pontos estão mais próximos do SPHA do que do SPFI. A parte da reta que está
para a direita do traço da reta no b2/4 (o ponto I) situa­‑se no 7o Octante, pois os pontos estão mais próxi­mos do SPFI do que do SPHA. O percurso ao nível dos
Octantes assinalou­‑se numa outra reta paralela ao eixo X, situada abaixo da anterior (a reta que assinala o percurso ao nível dos Diedros), na qual se indicaram,
previamente, os pontos em que a reta muda de Octante.

b) A característica fundamental comum a todos os pontos desta reta é que todos os pontos da reta f têm o mesmo afastamento.

c) Posição da reta no referencial:


A reta f é paralela ao Plano Frontal de Projeção e oblíqua ao Plano Horizontal de Projeção.
De que reta se trata:
Trata­‑se de uma reta frontal (ou reta de frente).

328.
a) O ponto B situa­‑se no 2o Diedro, pelo que o seu afastamento é negativo. Uma vez que o afastamento do
ponto B, em valor absoluto, é metade da sua cota, o afastamento do ponto B é –1. Assim, as coordenadas
do ponto B são ( –1; 2). Os pontos A e B situam­‑se na mesma reta projetante frontal, pelo que os dois
pontos têm necessariamente a mesma cota. Uma vez que a cota do ponto B é 2, a cota do ponto A
também é 2. O afastamento do ponto A é duplo da sua cota, pelo que o afastamento do ponto A é 4. As A2B2(r2)F2Q2I2I1
coordenadas do ponto A são ( 4; 2). A ∈ 10 D., 10 Oct.; B ∈ 20 D., 30 Oct. B1

b) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B pelas respetivas projeções, em função das
X F1
respetivas coordenadas, e atendendo ao facto de os dois pontos se situarem na mesma reta projetante
frontal – as projeções frontais dos dois pontos estão coincidentes (A2 ≡ B2). Em seguida desenharam­
‑se as projeções da reta r, a reta que passa pelos dois pontos. A projeção horizontal da reta r (r1) passa Q1
pelas projeções horizontais dos dois pontos (A1 e B1) – r1 é perpendicular ao eixo X. A projeção frontal da
reta r (r2) é um único ponto, que está coincidente com as projeções frontais dos pontos A e B – tem­‑se,
A1
imediatamente, A2 ≡ B2 ≡ (r2). Tenha em conta que a projeção frontal de uma reta é o lugar geométrico
das projeções frontais de todos os seus pontos, e as projeções frontais de todos os pontos desta reta
r1
estão coincidentes num único ponto – o ponto no qual se projeta a própria reta. Sublinha­‑se que, neste
caso, em que a projeção frontal da reta é um único ponto, esse facto se assinala necessariamente
como recurso a parêntesis – (r2). Em seguida determinaram­‑se os pontos notáveis da reta r.
Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:
O traço frontal (F) da reta r é o ponto de interseção da reta r com o Plano Frontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1
(a projeção horizontal do ponto F) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta r (r1). Por outro lado, todos os pontos da reta r têm as suas projeções
frontais coincidentes num único ponto (pois trata­‑se de uma reta projetante frontal), pelo que se tem necessariamente (r2) ≡ F2.

A reta r não tem traço horizontal (ponto H) porque:


– todos os pontos da reta r têm a mesma cota (que não é nula), pelo que não existe nenhum ponto da reta com cota nula;
– por outro lado, a reta r é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que a reta r não interseta o Plano Horizontal de Projeção.
Determinação do traço da reta no b24:
O traço da reta r no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta r com o b2/4 e é o único ponto da reta que tem projeções coincidentes. Uma vez que todos
os pontos da reta r têm as suas projeções frontais coincidentes num único ponto (pois trata­‑se de uma reta projetante frontal), tem­‑se necessariamente
(r2) ≡ I2. A projeção horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta r (r1) – tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1 e
I2) têm de estar coincidentes (pontos do b2/4 têm as suas projeções coincidentes), a determinação da projeção horizontal do ponto I é imediata – tem­‑se
imediatamente (r2) ≡ I2 ≡ I1. Por outro lado, sabe­‑se imediatamente que o ponto I tem 2 cm de cota, pois todos os pontos da reta r têm 2 cm de cota. Uma vez
que pontos do b2/4 têm coordenadas simétricas, depreende­‑se imediatamente que o afastamento do ponto I é –2.
Determinação do traço da reta no b1/3:
O traço da reta r no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta r com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X.
Uma vez que todos os pontos da reta r têm as suas projeções frontais coincidentes num único ponto (pois trata­‑se de uma reta projetante frontal), tem­‑se
necessariamente (r2) ≡ Q2. A projeção horizontal do ponto Q (Q1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta r (r1) – tendo em conta que pontos do b1/3 têm as
suas projeções simétricas em relação ao eixo X, Q1 (a projeção horizontal do ponto Q) é simétrica de Q2 (a projeção frontal do ponto Q) em relação ao eixo X.
Por outro lado, sabe­‑se imediatamente que o ponto Q tem 2 cm de cota, pois todos os pontos da reta r têm 2 cm de cota. Uma vez que pontos do b1/3 têm
coordenadas iguais, depreende­‑se imediatamente que o afastamento do ponto Q é 2.
Visibilidades e invisibilidades:
A parte visível da reta é a parte que se situa no 10 Diedro – é a parte da reta cujos pontos têm afastamento positivo (tendo em conta que todos os pontos da
reta têm cota positiva). A parte invisível da reta é aquela que se situa no 20 Diedro – é a parte da reta cujos pontos têm afastamento negativo. Note que o traço
frontal da reta (que é o ponto da reta que tem afastamento nulo), é o ponto que separa a parte visível da parte que é invisível. Note, ainda, que só há lugar à
representação de invisibilidades na projeção horizontal da reta (que é uma reta) e nunca na projeção frontal da reta, que é um único ponto.

c) T rata­‑se de uma reta de topo (ou reta projetante frontal). A reta r é paralela ao Plano Horizontal de Projeção e ortogonal ao Plano Frontal de Projeção. A reta
atravessa o 1o Diedro e o 2o Diedro.

61
SOLUÇÕES
329.
Uma reta de topo e uma reta horizontal (de nível) são, ambas, retas paralelas ao Plano Horizontal de Projeção. A reta de topo é, assim, um caso particular das
retas horizontais (de nível) – é uma reta horizontal (de nível) que é ortogonal ao Plano Frontal de Projeção.

330.
a) Os pontos M e N situam­‑se na mesma reta projetante horizontal, pelo que os dois pontos têm
necessariamente o mesmo afastamento. Uma vez que o afastamento do ponto M é 3, o afastamento do
ponto N também é 3. O ponto M situa­‑se no 1o Diedro e os dois pontos situam­‑se em Diedros distintos, v2
pelo que o ponto N situa­‑se necessariamente no 4o Diedro. A cota do ponto N, em valor absoluto, é
metade do seu afastamento, pelo que a cota do ponto N é –1,5. As coordenadas do ponto N são ( 3; –1,5).
Q2
b) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos M e N pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e atendendo ao facto de os dois pontos se situarem na mesma reta projetante
horizontal – as projeções horizontais dos dois pontos estão coincidentes (M1 ≡ N1). Em seguida M2
desenharam­‑se as projeções da reta v, a reta que passa pelos dois pontos. A projeção frontal da reta v
(v2) passa pelas projeções frontais dos dois pontos (M2 e N2) – v2 é perpendicular ao eixo X. A projeção X H2
horizontal da reta v (v1) é um único ponto, que está coincidente com as projeções horizontais dos pontos N2
M e N – tem­‑se, imediatamente, M1 ≡ N1 ≡ (v1). Tenha em conta que a projeção horizontal de uma reta
é o lugar geométrico das projeções horizontais de todos os seus pontos, e as projeções horizontais de
M1N1(v1)H1Q1I1I2
todos os pontos desta reta estão coincidentes num único ponto – o ponto no qual se projeta a própria
reta. Sublinha­‑se que, neste caso, em que a projeção horizontal da reta é um único ponto, esse facto
se assinala necessariamente como recurso a parêntesis – (v1). Em seguida determinaram­‑se os pontos
notáveis da reta v.
Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:
O traço horizontal (H) da reta v é o ponto de interseção da reta v com o Plano Horizontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem cota nula. Assim,
H2 (a projeção frontal do ponto H) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal da reta v (v2). Por outro lado, todos os pontos da reta v têm as suas projeções
horizontais coincidentes num único ponto (pois trata­‑se de uma reta projetante horizontal), pelo que se tem necessariamente (v1) ≡ H1.
A reta v não tem traço frontal (ponto F) porque:
– todos os pontos da reta v têm o mesmo afastamento (que não é nulo), pelo que não existe nenhum ponto da reta com afastamento nulo;
– por outro lado, a reta v é paralela ao Plano Frontal de Projeção, pelo que a reta v não interseta o Plano Frontal de Projeção.
Determinação do traço da reta no b24:
O traço da reta v no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta v com o b2/4 e é o único ponto da reta que tem projeções coincidentes. Uma vez que todos
os pontos da reta v têm as suas projeções horizontais coincidentes num único ponto (pois trata­‑se de uma reta projetante horizontal), tem­‑se necessariamente
(v1) ≡ I1. A projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta v (v1) – tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de
estar coincidentes (pontos do b2/4 têm as suas projeções coincidentes), a determinação da projeção frontal do ponto I é imediata – tem­‑se imediatamente
(v1) ≡ I1 ≡ I2. Por outro lado, sabe­‑se imediatamente que o ponto I tem 3 cm de afastamento, pois todos os pontos da reta v têm 3 cm de afastamento. Uma
vez que pontos do b2/4 têm coordenadas simétricas, depreende­‑se imediatamente que a cota do ponto I é –3.
Determinação do traço da reta no b1/3:
O traço da reta v no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta v com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Uma
vez que todos os pontos da reta v têm as suas projeções horizontais coincidentes num único ponto (pois trata­‑se de uma reta projetante horizontal), tem­
‑se necessariamente (v1) ≡ Q1. A projeção frontal do ponto Q (Q2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta v (v2) – tendo em conta que pontos do b1/3 têm as
suas projeções simétricas em relação ao eixo X, Q2 (a projeção frontal do ponto Q) é simétrica de Q1 (a projeção horizontal do ponto Q) em relação ao eixo X.
Por outro lado, sabe­‑se imediatamente que o ponto Q tem 3 cm de afastamento, pois todos os pontos da reta v têm 3 cm de afastamento. Uma vez que pontos
do b1/3 têm coordenadas iguais, depreende­‑se imediatamente que a cota do ponto Q é 3.
Visibilidades e invisibilidades:
A parte visível da reta é a parte que se situa no 10 Diedro – é a parte da reta cujos pontos têm cota positiva (tendo em conta que todos os pontos da reta têm
afastamento positivo). A parte invisível da reta é aquela que se situa no 20 Diedro – é a parte da reta cujos pontos têm cota negativa. Note que o traço horizontal
da reta (que é o ponto da reta que tem cota nula), é o ponto que separa a parte visível da parte que é invisível. Note, ainda, que só há lugar à representação de
invisibilidades na projeção frontal da reta (que é uma reta) e nunca na projeção horizontal da reta, que é um único ponto.

c) T rata­‑se de uma reta vertical (ou reta projetante horizontal). A reta v é paralela ao Plano Frontal de Projeção e ortogonal ao Plano Horizontal de Projeção. A
reta atravessa o 1o Diedro e o 4o Diedro.

331.
Uma reta vertical e uma reta frontal (de frente) são, ambas, retas paralelas ao Plano Frontal de Projeção. A reta vertical é, assim, um caso particular das retas
frontais (de frente) – é uma reta frontal (de frente) que é ortogonal ao Plano Horizontal de Projeção.

62
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
332.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta g, em função dos dados. Os pontos da reta g têm 3 cm de cota, pelo que a projeção frontal da reta g (g2) é
paralela ao eixo X e situa­‑se 3 cm acima do eixo X. Os pontos da reta g têm 2 cm de afastamento, pelo que a projeção horizontal da reta g (g1) é paralela ao eixo
X e situa­‑se 2 cm abaixo do eixo X.

a) A característica fundamental comum a todos os pontos desta reta é que todos os pontos da reta g têm o mesmo afastamento e a mesma cota.

b) A reta g é paralela ao Plano Horizontal de Projeção e paralela ao Plano Frontal de Projeção. Trata­‑se de uma reta fronto­‑horizontal.

c) Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:


A reta g não tem traço frontal (ponto F) porque:
– t odos os pontos da reta g têm o mesmo afastamento (que não é nulo), pelo que não existe nenhum ponto da reta com afastamento nulo;
– p or outro lado, a reta g é paralela ao Plano Frontal de Projeção, pelo que a reta g não interseta o Plano Frontal de Projeção.
A reta g não tem traço horizontal (ponto H) porque:
– t odos os pontos da reta g têm a mesma cota (que não é nula), pelo que não existe nenhum ponto da reta com cota nula;
– p or outro lado, a reta g é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que a reta g não interseta o Plano Horizontal de Projeção.
Determinação do traço da reta no b24:
A reta g não tem traço no b2/4 (ponto I) porque:
– não há nenhum ponto da reta g com projeções coincidentes (note que não há nenhum ponto da reta com coordenadas simétricas, pois todos os pontos da
reta têm 2 cm de afastamento e 3 cm de cota – essa é, precisamente, a característica fundamental desta reta);
– atendendo a que a reta g não interseta o b2/4, depreende­‑se que a reta g é paralela ao b2/4.
Determinação do traço da reta no b1/3:
A reta g não tem traço no b1/3 (ponto Q) porque:
– não há nenhum ponto da reta g com projeções simétricas em relação ao eixo X (note que não há nenhum ponto da reta com coordenadas iguais, pois todos
os pontos da reta têm 2 cm de afastamento e 3 cm de cota – essa é, precisamente, a característica fundamental desta reta);
– atendendo a que a reta g não interseta o b1/3, depreende­‑se que a reta g é paralela ao b1/3.
Percurso da reta:
Os pontos que separam as partes da reta que se situam em Diedros distintos são os traços da reta nos planos de projeção (o traço frontal e o traço horizontal
da reta). Tendo em conta que a reta g não tem nenhum desses traços, a reta g nunca muda de Diedro. Por outro lado, todos os pontos da reta têm 2 cm de
afastamento (afastamento positivo) e 3 cm de cota (cota positiva), pelo que todos os pontos da reta se situam no 1o Diedro. No que respeita aos Octantes,
os Octantes são separados pelos planos de projeção e pelos planos bissetores (são os planos de projeção e os planos bissetores que dividem o espaço em
Octantes). Nesse sentido, e uma vez que a reta g não tem nenhum ponto notável, a reta g nunca muda de Octante. Todos os pontos da reta têm 2 cm de
afastamento e 3 cm de cota, ou seja, todos os pontos da reta situam­‑se no 2o Octante, pois estão mais próximos do SPFS do que do SPHA. O percurso da reta
foi assinalado em duas retas paralelas ao eixo X, situadas abaixo da figura.

g2

g1

1ºD

2º oct

333.
Uma reta fronto­‑horizontal e uma reta horizontal (de nível) são, ambas, retas paralelas ao Plano Horizontal de Projeção. A reta fronto­‑horizontal é, assim, um
caso particular das retas horizontais (de nível) – é uma reta horizontal (de nível) que é paralela ao Plano Frontal de Projeção.

334.
Uma reta fronto­‑horizontal e uma reta frontal (de frente) são, ambas, retas paralelas ao Plano Frontal de Projeção. A reta fronto­‑horizontal é, assim, um caso
particular das retas frontais (de frente) – é uma reta frontal (de frente) que é paralela ao Plano Horizontal de Projeção.

63
SOLUÇÕES
335.
a) O ponto B situa­‑se no 2o Diedro, pelo que o seu afastamento é negativo. Uma vez que o
afastamento do ponto B, em valor absoluto, é duplo da sua cota, o afastamento do ponto B é
–4. Assim, as coordenadas do ponto B são ( –4; 2). Os pontos A e B situam­‑se na mesma reta
projetante frontal, pelo que os dois pontos têm necessariamente a mesma cota. Uma vez que f2
a cota do ponto B é 2, a cota do ponto A também é 2. O afastamento do ponto A é metade da B1
sua cota, pelo que o afastamento do ponto A é 1. As coordenadas do ponto A são ( 1; 2). A ∈
10 D., 20 Oct.; B ∈ 20 D., 40 Oct.
A2B2(r2)Q2I2I1F2P2
b) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e atendendo ao facto de os dois pontos se situarem na
mesma reta projetante frontal – as projeções frontais dos dois pontos estão coincidentes X F1
(A2 ≡ B2). Em seguida desenharam­‑se as projeções da reta r, a reta que passa pelos dois A1
pontos. A projeção horizontal da reta r (r1) passa pelas projeções horizontais dos dois Q1
pontos (A1 e B1) – r1 é perpendicular ao eixo X. A projeção frontal da reta r (r2) é um
único ponto, que está coincidente com as projeções frontais dos pontos A e B – tem­‑se,
imediatamente, A2 ≡ B2 ≡ (r2). Tenha em conta que a projeção frontal de uma reta é o
lugar geométrico das projeções frontais de todos os seus pontos, e as projeções frontais P1 f1
de todos os pontos desta reta estão coincidentes num único ponto – o ponto no qual se
projeta a própria reta. Sublinha­‑se que, neste caso, em que a projeção frontal da reta é
r1
um único ponto, esse facto se assinala necessariamente como recurso a parêntesis – (r2).
Em seguida determinaram­‑se os pontos notáveis da reta r, conforme exposto no relatório
do exercício 328. (ver exercício 328. e respetivo relatório).
Tipo de reta e Diedros que atravessa:
Trata­‑se de uma reta de topo (ou reta projetante frontal). A reta atravessa o 1o e o 2o Diedros.

c) Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções do ponto P, o ponto de concorrência das duas retas. O ponto P pertence à reta r, pelo que a projeção frontal do
ponto P (P2) está coincidente com a projeção frontal da reta r (r2) – as projeções frontais de todos os pontos da reta estão coincidentes num único ponto, que é
a projeção frontal da reta. O ponto P tem 5 cm de afastamento, o que nos permitiu determinar a projeção horizontal do ponto P (P1), sobre a projeção horizontal
da reta r (r1). Em seguida, pelas projeções do ponto P conduziram­‑se as projeções homónimas da reta f, de acordo com os dados. A projeção horizontal da
reta f (f1) passa pela projeção horizontal do ponto P (P1) e é paralela ao eixo X, pis trata­‑se de uma reta frontal (todos os pontos da reta f têm o mesmo
afastamento, que é 5 cm). Por outro lado, o ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção projeta­‑se no Plano Frontal de Projeção, no ângulo que
a sua projeção frontal (f2) faz com o eixo X. Assim, a projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto P (P2) e faz, com o eixo X, um ângulo de
30º de abertura para a direita (medido acima do eixo X).

336.
a) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados. A projeção
frontal da reta h (h2) é paralela ao eixo X, pois todos os pontos da reta h têm a mesma cota. f2
O ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção projeta­‑se no Plano Horizontal
h2 P2
de Projeção, no ângulo que a projeção horizontal da reta (h1) faz com o eixo X. Assim,
desenhou­‑se a projeção horizontal da reta h (h1), fazendo, com o eixo X, um ângulo de 45º de
abertura para a esquerda (o ângulo foi medido para baixo do eixo X). Em seguida desenhou­ A2 g2
‑se a projeção horizontal da reta f (f1), que é paralela ao eixo X (pois todos os pontos da reta
têm o mesmo afastamento). A reta f é concorrente com a reta h, pelo que se determinaram
as projeções do ponto de concorrência das duas retas (o ponto P). O ponto P é o ponto de X
con­corrência da reta f com a reta h – o ponto P foi determinado a partir da sua projeção
horizontal. A projeção horizontal do ponto P (P1) é o ponto de con­corrência das projeções f1g1
horizontais das duas retas (P1 é o ponto de concorrência de f1 com h1) e P2 (a projeção frontal A1 P1
do ponto P) situa­‑se sobre h2 (a projeção frontal da reta h). Por outro lado, o ângulo que a reta f
faz com o Plano Horizontal de Projeção projeta­‑se no Plano Frontal de Projeção, no ângulo
h1
que a sua projeção frontal (f2) faz com o eixo X. Assim, a projeção frontal da reta f (f2) passa
pela projeção frontal do ponto P (P2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para
a direita (medido acima do eixo X).

b) Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções do ponto A, o ponto de concorrência das retas f e g. O ponto A pertence à reta f, pelo que a projeção frontal do
ponto A (A2) está sobre a projeção frontal da reta f (f2) – o ponto A é o ponto da reta f que tem 1 cm de cota. Em seguida, pelas projeções do ponto A conduziram­
‑se as projeções homónimas da reta g, que é uma reta fronto­‑horizontal. Nesse sentido, porque todos os pontos da reta g têm a mesma cota, a projeção
frontal da reta g (g2) é paralela ao eixo X e passa pela projeção frontal do ponto A(A2). Atendendo a que todos os pontos da reta g têm o mesmo afastamento, a
projeção horizontal da reta g (g1) é paralela ao eixo X e passa pela projeção horizontal do ponto A (A1). Note que as projeções horizontais das retas f e g (f1 e g1)
ficam necessariamente coincidentes, pelo que se tem f1 ≡ g1.
Posição relativa das retas h e g:
As retas h e g são enviesadas, pois não são paralelas (as duas retas não têm a mesma direção, pois as suas projeções homónimas não são paralelas) nem
concorrentes (não existe nenhum ponto que pertença simultaneamente às duas retas).

64
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
337. YZ
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
S2
função das respetivas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções das retas v
e t, em função das suas posições. A projeção frontal da reta v (v2) passa pela projeção
frontal do ponto A (A2) e é perpendicular ao eixo X. A projeção horizontal da reta v (v1)
é um único ponto, que está coincidente com a projeção horizontal do ponto A – tem­‑se, f2
v2
imediatamente, A1 ≡ (v1). Sublinha­‑se que, neste caso, em que a projeção horizontal
da reta é um único ponto, esse facto se assinala necessariamente com recurso a
parêntesis – (v1). A projeção horizontal da reta t (t1) passa pela projeção frontal do ponto B A2
(B1) e é perpendicular ao eixo X. A projeção frontal da reta t (t2) é um único ponto, que
está coincidente com a projeção frontal do ponto B – tem­‑se, imediatamente, B2 ≡ (t2).
Sublinha­‑se que, neste caso, em que a projeção frontal da reta é um único ponto, esse B2(t2)T2
facto se assinala necessariamente com recurso a parêntesis – (t2).
Posição relativa das retas h e g:
As retas v e t são enviesadas, pois não são paralelas (as duas retas não têm a mesma
direção, pois a reta v é paralela ao Plano Horizontal de Projeção e ortogonal ao Plano A0 B0
Frontal de Projeção, enquanto a reta t é paralela ao Plano Frontal de Projeção e ortogonal X
ao Plano Horizontal de Projeção) nem concorrentes (não existe nenhum ponto que
pertença simultaneamente às duas retas). T1 f1
A1(v1)S1
b) A reta f é concorrente com as retas v e t, pelo que existem dois pontos de concorrência t1
– o ponto de concorrência da reta f com a reta v e o ponto de concorrência da reta f com
a reta t. O ponto de concorrência da reta f com a reta v é o ponto S, que é um ponto B1
que pertence simultaneamente às duas retas. Tendo em conta que a reta v é uma reta
projetante horizontal (que projeta no Plano Horizontal de Projeção todos os seus pontos,
num único ponto), a projeção horizontal do ponto S determina­‑se de forma imediata – está
necessariamente coincidente com a projeção horizontal da reta v, pelo que se tem (v1) ≡ S1. O ponto de concorrência da reta f com a reta t é o ponto T, que é
um ponto que pertence simultaneamente às duas retas. Tendo em conta que a reta t é uma reta projetante frontal (que projeta no Plano Frontal de Projeção
todos os seus pontos, num único ponto), a projeção frontal do ponto T determina­‑se de forma imediata – está necessariamente coincidente com a projeção
frontal da reta t, pelo que se tem (t2) ≡ T2. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta f, que é uma reta frontal (de frente). Assim, porque todos os pontos
da reta f têm o mesmo afastamento, a projeção horizontal da reta f (f1) é paralela ao eixo X e passa pela projeção horizontal do ponto S (S1). A partir da projeção
horizontal da reta f (f1) foi possível determinar a projeção horizontal do ponto T (T1) – o ponto T é o ponto de concorrência da reta f com a reta t, pelo que a
projeção horizontal do ponto T tem de se situar sobre as projeções horizontais das duas retas (T1 é o ponto de concorrência de f1 com t1). Por outro lado, o ângulo
que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção projeta­‑se no Plano Frontal de Projeção, no ângulo que a sua projeção frontal (f2) faz com o eixo X. Assim, a
projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto T (T2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º de abertura para a esquerda (medido acima do eixo
X). Por fim, determinou­‑se a projeção frontal do ponto S (S2) – o ponto S é o ponto de concorrência da reta f com a reta v, pelo que a projeção frontal do ponto S
tem de se situar sobre as projeções frontais das duas retas (S2 é o ponto de concorrência de f2 com v2).

338.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções,
em função das suas coordenadas. Em seguida desenhou­‑se a
projeção horizontal da reta f (f1), que passa pela projeção horizontal v2
do ponto P (P1) e é paralela ao eixo X (todos os pontos da reta f têm o
mesmo afastamento). Por outro lado, o ângulo que a reta f faz com o
f2 A2
Plano Horizontal de Projeção projeta­‑se no Plano Frontal de Projeção,
no ângulo que a sua projeção frontal (f2) faz com o eixo X. Assim, a
P2
projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto P Q2
(P2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a direita
(medido acima do eixo X). R2Q2I2I1F2(t2)B2 S2 h2

a) Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções do ponto A, o ponto


de concorrência das duas retas. O ponto A pertence à reta f, pelo que a X F1 H2
projeção frontal do ponto A (A2) está sobre a projeção frontal da reta f Q1
(f2) – o ponto A é o ponto da reta f que tem 5 cm de cota. Em seguida,
pelas projeções do ponto A conduziram­‑se as projeções homónimas f1 B1
da reta v, que é uma reta vertical (uma reta projetante horizontal). A P1 A1(v1)H1Q1I1I2S1
projeção frontal da reta v (v2) passa pela projeção frontal do ponto A
(A2) e é perpendicular ao eixo X. A projeção horizontal da reta v (v1)
t1
é um único ponto, que está coincidente com a projeção horizontal do h1
ponto A – tem­‑se, imediatamente, A1 ≡ (v1). Sublinha­‑se que, neste
caso, em que a projeção horizontal da reta é um único ponto, esse
facto se assinala necessariamente com recurso a parêntesis – (v1). Em R1
seguida determinaram­‑se os pontos notáveis da reta v e distinguiram­
‑se as suas partes visíveis das invisíveis, de acordo com o exposto no
relatório do exercício 328. (ver exercício 328. e respetivo relatório).

65
SOLUÇÕES
b) Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções do ponto B, o ponto de concorrência das duas retas. O ponto B pertence à reta f, pelo que a projeção frontal do
ponto B (B2) está sobre a projeção frontal da reta f (f2) – o ponto B é o ponto da reta f que tem 1 cm de cota. Em seguida, pelas projeções do ponto B conduziram­
‑se as projeções homónimas da reta t, que é uma reta de topo (uma reta projetante frontal). A projeção horizontal da reta t (t1) passa pela projeção frontal do
ponto B (B1) e é perpendicular ao eixo X. A projeção frontal da reta t (t2) é um único ponto, que está coincidente com a projeção frontal do ponto B – tem­‑se,
imediatamente, B2 ≡ (t2). Sublinha­‑se que, neste caso, em que a projeção frontal da reta é um único ponto, esse facto se assinala necessariamente como
recurso a parêntesis – (t2). Em seguida determinaram­‑se os pontos notáveis da reta t e distinguiram­‑se as suas partes visíveis das invisíveis, de acordo com o
exposto no relatório do exercício 330. (ver exercício 330. e respetivo relatório).

c) A reta h é concorrente com as retas v e t, pelo que existem dois pontos de concorrência – o ponto de concorrência da reta h com a reta v e o ponto de
concorrência da reta h com a reta t. O ponto de concorrência da reta h com a reta v é o ponto S, que é um ponto que pertence simultaneamente às duas retas.
Tendo em conta que a reta v é uma reta projetante horizontal (que projeta no Plano Horizontal de Projeção todos os seus pontos, num único ponto), a projeção
horizontal do ponto S determina­‑se de forma imediata – está necessariamente coincidente com a projeção horizontal da reta v, pelo que se tem (v1) ≡ S1. O
ponto de concorrência da reta h com a reta t é o ponto R, que é um ponto que pertence simultaneamente às duas retas. Tendo em conta que a reta t é uma reta
projetante frontal (que projeta no Plano Frontal de Projeção todos os seus pontos, num único ponto), a projeção frontal do ponto R determina­‑se de forma
imediata – está necessariamente coincidente com a projeção frontal da reta t, pelo que se tem (t2) ≡ R2. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta h,
que é uma reta horizontal (de nível). Assim, porque todos os pontos da reta f têm a mesma cota, a projeção frontal da reta h (h2) é paralela ao eixo X e passa
pela projeção frontal do ponto R (R2). A partir da projeção frontal da reta h (h2) foi possível determinar a projeção frontal do ponto S (S2) – o ponto S é o ponto
de concorrência da reta h com a reta v, pelo que a projeção frontal do ponto S tem de se situar sobre as projeções horizontais das duas retas (S2 é o ponto de
concorrência de h2 com v2). Por outro lado, o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção projeta­‑se no Plano Horizontal de Projeção, no ângulo que
a sua projeção horizontal (h1) faz com o eixo X. Assim, a projeção horizontal da reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto S (S1) e faz, com o eixo X,
um ângulo de 45º de abertura para a esquerda (medido abaixo do eixo X). Por fim, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto R (R2) – o ponto R é o ponto
de concorrência da reta h com a reta t, pelo que a projeção horizontal do ponto R tem de se situar sobre as projeções frontais das duas retas (R1 é o ponto de
concorrência de h1 com t1).

d) As retas h e f são enviesadas, pois não são paralelas (as duas retas não têm a mesma direção, pois a reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção e
oblíqua ao Plano Frontal de Projeção, enquanto a reta f é paralela ao Plano Frontal de Projeção e oblíqua ao Plano Horizontal de Projeção) nem concorrentes
(não existe nenhum ponto que pertença simultaneamente às duas retas).

339.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
dos dados. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta r, passando pelas projeções
homónimas dos dois pontos.

Posição da reta no referencial:


A reta r é oblíqua aos dois planos de projeção (é simultaneamente oblíqua ao Plano Horizontal
de Projeção e oblíqua ao Plano Frontal de Projeção).

De que reta se trata:


Trata­‑se de uma reta oblíqua.

Determinação dos traços da reta r nos planos de projeção:


O traço frontal (F) da reta r é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção
e é o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a projeção horizontal do
ponto F) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta r (r1) – F2 (a projeção frontal
do ponto F) tem de se situar sobre r2 (a projeção frontal da reta r), na linha de chamada de F1.
O traço horizontal (H) da reta r é o ponto de interseção da reta r com o Plano Horizontal de
Projeção e é o único ponto da reta que tem cota nula. Assim, H2 (a projeção frontal do ponto H)
situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal da reta r (r2) – H1 (a projeção horizontal do ponto H)
tem de se situar sobre r1 (a projeção horizontal da reta r), na linha de chamada de H2.

340.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
dos dados, e desenharam­‑se as projeções da reta r, passando pelas projeções homónimas dos
dois pontos. Em seguida determinaram­‑se as projeções do ponto C, em função dos dados. O
ponto C é um ponto do eixo X (um ponto com cota e afastamento nulos), pelo que o ponto C
tem as suas projeções coincidentes num ponto do eixo X – C1 ≡ C2. A reta s, porque é paralela
à reta r, tem as suas projeções paralelas às projeções homónimas da reta r. Assim, a projeção
horizontal da reta s (s1) passa pela projeção horizontal do ponto C (C1) e é paralela à projeção
horizontal da reta r (r1). Por outro lado, a projeção frontal da reta s (s2) passa pela projeção
frontal do ponto C (C2) e é paralela à projeção frontal da reta r (r2).

Nome da reta em função da sua posição no referencial:


A reta s é uma reta oblíqua passante.

Justificação:
A reta é oblíqua, pois é oblíqua a ambos os planos de projeção (é simultaneamente oblíqua ao
Plano Horizontal de Projeção e oblíqua ao Plano Frontal de Projeção), e é passante, pois é uma
reta concorrente com o eixo X.

66
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
341.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
função dos dados. Note que não é possível representar o ponto C de forma imediata, pois
não é dada, de forma direta, a abcissa do ponto. O ponto B é um ponto do eixo X (um ponto
com cota e afastamento nulos), pelo que o ponto B tem as suas projeções coincidentes
num ponto do eixo X – B1 ≡ B2. Em seguida desenharam­‑se as projeções das duas retas,
em função dos dados. As projeções da reta r passam pelas projeções homónimas dos
dois pontos. As projeções da reta p desenharam­‑se de forma imediata, passando pelas
projeções homónimas do ponto A (que é um ponto da reta p, pois é o ponto de concorrência
das duas retas) – as duas projeções da reta p são coinci­dentes e ambas perpendiculares
ao eixo X. Todos os pontos de uma reta de perfil têm a mesma abcissa, o que nos permitiu
inferir a abcissa do ponto C e representar o ponto C pelas suas projeções (que se situam
sobre as projeções homónimas da reta p). Note que as projeções da reta p não verificam o
Crité­rio de Reversibilidade (as projeções de qualquer reta de perfil não verificam o Critério
de Reversibilidade).

b) A reta h tem 2 cm de cota, pelo que a sua projeção frontal (h2) é paralela ao eixo X
e se situa 2 cm acima do eixo X. A reta h é concorrente com as retas r e p, pelo que
existem dois pontos de concorrência. O ponto de concorrência da reta h com a reta r é o
ponto D, que é um ponto que pertence simultaneamente às duas retas – o ponto D foi
determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto D (D2) é o ponto
de con­corrência das projeções frontais das duas retas (D2 é o ponto de concorrência
de h2 com r2) e D1 (a projeção horizontal do ponto D) situa­‑se sobre r1 (a projeção
horizontal da reta r). O ponto de concorrência da reta h com a reta p é o próprio ponto C,
que é o ponto da reta p que tem 2 cm de cota. Tenha em conta que todos os pontos
da reta h têm 2 cm de cota, pelo que o ponto de concorrência da reta h com a reta p é
o ponto da reta p que tem 2 cm de cota, que é o ponto C. Em seguida desenhou­‑se a
projeção horizontal da reta h (h1), passando pelas projeções horizontais dos pontos C
e D (C1 e D1). Como atrás se referiu, o ponto de concorrência da reta h com a reta p é o
ponto C. Sublinha­‑se que, com os conhecimentos adquiridos até ao momento, não seria
possível determinar qualquer outro ponto da reta p, para além dos pontos dados e que
definem a reta p.

342.
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das
suas coordenadas. Em seguida desenharam­‑se as projeções da reta m, passando pelas
projeções homónimas do ponto P e respeitando os ângulos dados. A projeção horizontal
da reta m (m1) passa pela projeção horizontal do ponto P (P1) e faz, com o eixo X, um
ângulo de 25º de abertura para a direita (medido abaixo do eixo X). A projeção frontal da
reta m (m2) passa pela projeção frontal do ponto P (P2) e faz, com o eixo X, um ângulo de
40º de abertura para a direita (medido acima do eixo X).

b) As projeções da reta p desenharam­‑se de forma imediata, em função da abcissa dada –


todos os seus pontos têm a mesma abcissa, o que nos permitiu desenhar imediatamente
as projeções da reta (as projeções são coinci­dentes e ambas perpendiculares ao eixo X).
No entanto, as projeções de uma reta de perfil não verificam o Crité­rio de Reversibilidade.
Por isso mesmo, uma reta de perfil tem que estar definida por dois pontos. Atendendo
a que a reta p é concorrente com a reta m, determinou­‑se o ponto de concorrência das
duas retas – o ponto B. A projeção frontal do ponto B (B2) é o ponto de concorrência das
projeções frontais das duas retas (m2 e p2), tal como a projeção horizontal do ponto B
(B1) é o ponto de concorrência das projeções horizontais das duas retas (m1 e p1). Por
outro lado, uma vez que a reta p é uma reta passante, a reta p é concorrente com o eixo X.
Assim, determinaram­‑se as projeções do ponto A, que é o ponto de concorrência da reta p
com o eixo X – o ponto A é um ponto do eixo X (um ponto com cota e afastamentonulos),
pelo que as suas projeções estão coincidentes num único ponto do eixo X. A reta p está,
assim, definida por dois pontos – os pontos A e B.

67
SOLUÇÕES

343.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas
projeções, em função das respetivas coordenadas. Em seguida, desenharam­
‑se as projeções das retas v e t, em função das suas posições. A projeção frontal
da reta v (v2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e é perpendicular
ao eixo X. A projeção horizontal da reta v (v1) é um único ponto, que está
coincidente com a projeção horizontal do ponto A – tem­‑se, imediatamente,
A1 ≡ (v1). Sublinha­‑se que, neste caso, em que a projeção horizontal da reta
é um único ponto, esse facto se assinala necessariamente com recurso a
parêntesis – (v1). A projeção horizontal da reta t (t1) passa pela projeção frontal
do ponto B (B1) e é perpendicular ao eixo X. A projeção frontal da reta t (t2) é
um único ponto, que está coincidente com a projeção frontal do ponto B – tem­
‑se, imediatamente, B2 ≡ (t2). Sublinha­‑se que, neste caso, em que a projeção
frontal da reta é um único ponto, esse facto se assinala necessariamente
com recurso a parêntesis – (t2).

b) A determinação dos pontos notáveis da reta v e a distinção das suas partes


visíveis das invisíveis processaram­‑se de acordo com o exposto no relatório
do exercício 328. (ver exercício 328. e respetivo relatório). A determinação
dos pontos notáveis da reta t e a distinção das suas partes visíveis das
invisíveis processaram­‑se de acordo com o exposto no relatório do exercício
330. (ver exercício 330. e respetivo relatório).

c) A reta r é concorrente com as retas v e t, pelo que existem dois pontos de concorrência – o ponto de concorrência da reta r com a reta v e o ponto de concorrência da
reta r com a reta t. O ponto de concorrência da reta r com a reta v é o ponto M, que é um ponto que pertence simultaneamente às duas retas. Tendo em conta que
a reta v é uma reta projetante horizontal (que projeta no Plano Horizontal de Projeção todos os seus pontos, num único ponto), a projeção horizontal do ponto M
determina­‑se de forma imediata – está necessariamente coincidente com a projeção horizontal da reta v, pelo que se tem (v1) ≡ M1. O ponto de concorrência da reta r
com a reta t é o ponto N, que é um ponto que pertence simultaneamente às duas retas. Tendo em conta que a reta t é uma reta projetante frontal (que projeta no
Plano Frontal de Projeção todos os seus pontos, num único ponto), a projeção frontal do ponto N determina­‑se de forma imediata – está necessariamente coincidente
com a projeção frontal da reta t, pelo que se tem (t2) ≡ N2. Em seguida, desenhou­‑se projeção horizontal da reta r, em função dos dados. A projeção horizontal da reta r
(r1) passa pela projeção horizontal do ponto M (M1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º de abertura para a esquerda (medido abaixo do eixo X). Tendo em conta que
a reta r é uma reta passante, a reta r é concorrente com o eixo X. Assim, determinaram­‑se as projeções do ponto de concorrência da reta r com o eixo X – o ponto L.
O ponto L foi determinado a partir da sua projeção horizontal, que é o ponto de concorrência da projeção horizontal da reta r (r1) com o eixo X. Tendo em conta que o
ponto L é um ponto com cota e afastamento nulos, o ponto L tem as suas projeções coincidentes num ponto do eixo X. Em seguida, desenhou­‑se a projeção frontal
da reta r (r2) que passa pelas projeções frontais dos pontos N e L (N2 e L2). A partir da projeção horizontal da reta r (r1) foi possível determinar a projeção horizontal
do ponto N (N1) – o ponto N é o ponto de concorrência da reta r com a reta t, pelo que a projeção horizontal do ponto N tem de se situar sobre as projeções horizontais
das duas retas (N1 é o ponto de concorrência de r1 com t1). Por fim, determinou­‑se a projeção frontal do ponto M (M2) – o ponto M é o ponto de concorrência da reta r
com a reta v, pelo que a projeção frontal do ponto M tem de se situar sobre as projeções frontais das duas retas (M2 é o ponto de concorrência de r2 com v2).

344.
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto L (o ponto do eixo X que tem –1
de abcissa), pelas suas projeções. O ponto L é o ponto de concorrência da
reta r com o eixo X, pelo que é um ponto que pertence tanto ao eixo X como
à reta r. Em seguida desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos
dados. A projeção frontal da reta r (r2) passa pela projeção frontal do ponto L
(L2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a esquerda
(medido acima do eixo X). Tendo em conta que as duas projeções da reta
são perpendiculares entre si, a projeção horizontal da reta r (r1) passa pela
projeção horizontal do ponto L (L1) e é perpendicular à projeção frontal da
reta r (r2). Sublinha­‑se que as duas projeções da reta r são perpendiculares
apenas na folha de papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção
sobre o Plano Horizontal de Projeção. De facto, no espaço, as duas projeções
da reta r nunca poderiam ser perpendiculares, pois uma situa­‑se no Plano
Frontal de Projeção (a projeção frontal da reta r) e a outra situa­‑se no Plano
Horizontal de Projeção (a projeção horizontal da reta r). Depois representou­
‑se o ponto R, pelas suas projeções, em função dos dados. O ponto R é um
ponto do b1/3, pelo que tem coordenadas iguais (a cota e o afastamento do
ponto R são iguais). Sendo dadas, no enunciado, a abcissa e a cota do ponto R,
sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto R são ( –2; 5; 5). Por
outro lado, sendo um ponto do b1/3, sabe­‑se, também, que as projeções do
ponto R são simétricas em relação ao eixo X. Em seguida, desenharam­‑se
as projeções da reta s, passando pelas projeções homónimas do ponto R e
em função dos dados. A projeção frontal da reta s (s2) passa pela projeção
frontal do ponto R (R2) e é paralela à projeção frontal da reta r (r2). A projeção
horizontal da reta s (s1) passa pela projeção horizontal do ponto R (R1) e é
paralela à projeção horizontal da reta r (r1).

68
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
b) Em primeiro lugar, desenhou­‑se a projeção frontal da reta h (h2), que é paralela ao eixo X e situa­‑se 3 cm acima do eixo X (a reta h é uma reta horizontal, pelo
que todos os seus pontos têm a mesma cota, que é 3). A reta h é concorrente com as retas r e s, pelo que existem dois pontos de concorrência. O ponto A é o
ponto de con­corrência da reta h com a reta r – o ponto A foi determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto A (A2) é o ponto de con­
corrência das projeções frontais das duas retas (A2 é o ponto de concorrência de h2 com r2) e A1 (a projeção horizontal do ponto A) situa­‑se sobre r1 (a projeção
horizontal da reta r). O ponto B é o ponto de con­corrência da reta h com a reta s – o ponto B foi igualmente determinado a partir da sua projeção frontal. A
projeção frontal do ponto B (B2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas (B2 é o ponto de concorrência de h2 com s2) e B1 (a projeção
horizontal do ponto B) situa­‑se sobre s1 (a projeção horizontal da reta s). A projeção horizontal da reta h fica definida pelas projeções horizontais dos pontos A
e B – h1 passa por A1 e por B1.

345.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas. Em seguida desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f
(f1), que passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) e é paralela ao eixo X (todos os
pontos da reta f têm o mesmo afastamento). Por outro lado, o ângulo que a reta f faz com
o Plano Horizontal de Projeção projeta­‑se no Plano Frontal de Projeção, no ângulo que a
sua projeção frontal (f2) faz com o eixo X. Assim, a projeção frontal da reta f (f2) passa pela
projeção frontal do ponto A (A2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a
direita (medido acima do eixo X). A reta f’ é paralela à reta f, pelo que as suas projeções são
paralelas às projeções homónimas da reta f. Assim, a projeção horizontal da reta f’ (f’1)
passa pela projeção horizontal do ponto B (B1) e é paralela à projeção horizontal da reta f (f1).
Por outro lado, a projeção frontal da reta f’ (f’2) passa pela projeção frontal do ponto B (B2) e é
paralela à projeção frontal da reta f (f2). Note que a reta f’ é também ela uma reta frontal (de
frente), pelo que todos os seus pontos têm o mesmo afastamento – a projeção horizontal da
reta f’ (f’1) é necessariamente paralela ao eixo X. Em seguida desenharam­‑se as projeções
da reta p, de forma imediata, em função da abcissa dada – todos os seus pontos têm a
mesma abcissa, o que nos permitiu desenhar imediatamente as projeções da reta p (as suas
projeções são coinci­dentes e ambas perpendiculares ao eixo X). No entanto, as projeções de
uma reta de perfil não verificam o Crité­rio de Reversibilidade. Por isso mesmo, uma reta de
perfil tem que estar definida por dois pontos. Atendendo a que a reta p é concorrente com as
retas f e f’, a reta p está definida pelos pontos M e N – o ponto M é o ponto de concorrência da
reta p com a reta f e o ponto N é o ponto de concorrência da reta p com a reta f’.

346.
a) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados. A
projeção frontal da reta h (h2) é paralela ao eixo X, pois todos os pontos da reta h têm
a mesma cota (que é 3 cm). O ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção
projeta­‑se no Plano Horizontal de Projeção, no ângulo que a projeção horizontal da reta
(h1) faz com o eixo X. Assim, desenhou­‑se a projeção horizontal da reta h (h1), fazendo,
com o eixo X, um ângulo de 45º de abertura para a direita (medido para baixo do eixo X).
Em seguida desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f (f1), que é paralela ao eixo X
(pois todos os pontos da reta têm o mesmo afastamento, que é 4). A reta f é concorrente
com a reta h, pelo que se determinaram as projeções do ponto de concorrência das duas
retas (o ponto P). O ponto P é o ponto de con­corrência da reta f com a reta h – o ponto P
foi determinado a partir da sua projeção horizontal. A projeção horizontal do ponto P
(P1) é o ponto de con­corrência das projeções horizontais das duas retas (P1 é o ponto
de concorrência de f1 com h1) e P2 (a projeção frontal do ponto P) situa­‑se sobre h2
(a projeção frontal da reta h). Por outro lado, o ângulo que a reta f faz com o Plano
Horizontal de Projeção projeta­‑se no Plano Frontal de Projeção, no ângulo que a sua
projeção frontal (f2) faz com o eixo X. Assim, a projeção frontal da reta f (f2) passa pela
projeção frontal do ponto P (P2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º de abertura para
a direita (medido acima do eixo X).

b) Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções do ponto B, o ponto de concorrência


das retas r e f. O ponto B pertence à reta f, pelo que a projeção frontal do ponto B (B2) está
sobre a projeção frontal da reta f (f2) – o ponto B é o ponto da reta f que tem 6 cm de cota.
Em seguida, pela projeção horizontal do ponto B (B1) conduziu­‑se a projeção horizontal
da reta r (r1) fazendo, com o eixo X, um ângulo de 45º de abertura para a esquerda
(medido abaixo do eixo X). A reta r é também concorrente com a reta h, pelo que existe
um outro ponto de concorrência. O ponto A é o ponto de con­corrência da reta r com a reta h
– o ponto A foi determinado a partir da sua projeção horizontal. A projeção horizontal do
ponto A (A1) é o ponto de con­corrência das projeções horizontais das duas retas (A1 é o
ponto de concorrência de r1 com h1) e A2 (a projeção frontal do ponto A) situa­‑se sobre
h2 (a projeção frontal da reta h). Em seguida desenhou­‑se a projeção frontal da reta r,
que fica definida pelas projeções frontais dos pontos A e B – r2 passa por A2 e por B2.

69
SOLUÇÕES

347.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos M e N, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas. Os dois pontos têm cota nula (são pontos do Plano Horizontal de
Projeção), pelo que as suas projeções frontais se situam no eixo X. Em seguida desenharam­‑se
as projeções da reta h, que passam pelas projeções homónimas dos dois pontos. Note que a
projeção frontal da reta h está sobre o eixo X, pelo que se tem imediatamente X ≡ h2. Trata­‑se
de uma reta horizontal (de nível), pois todos os seus pontos têm a mesma cota, que é nula – a
projeção frontal da reta está sobre o eixo X e a sua projeção horizontal é a própria reta. Esta reta
está contida no Plano Horizontal de Projeção e é oblíqua ao Plano Frontal de Projeção.

348.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas. Os dois pontos têm afastamento nulo (são pontos do Plano Frontal de
Projeção), pelo que as suas projeções horizontais se situam no eixo X. Em seguida desenharam­
‑se as projeções da reta f, que passam pelas projeções homónimas dos dois pontos. Note que a
projeção horizontal da reta f está sobre o eixo X, pelo que se tem imediatamente X ≡ f1. Trata­‑se
de uma reta frontal (de frente), pois todos os seus pontos têm o mesmo afastamento, que é
nulo – a projeção horizontal da reta está sobre o eixo X e a sua projeção frontal é a própria reta.
Esta reta está contida no Plano Frontal de Projeção e é oblíqua ao Plano Horizontal de Projeção.

349.
a) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados. A projeção
frontal da reta h (h2) é paralela ao eixo X, pois todos os pontos da reta h têm a mesma cota
(que é 2 cm). O ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção projeta­‑se no Plano
Horizontal de Projeção, no ângulo que a projeção horizontal da reta (h1) faz com o eixo X.
Assim, desenhou­‑se a projeção horizontal da reta h (h1), fazendo, com o eixo X, um ângulo de
30º de abertura para a direita (medido para baixo do eixo X).

b) Desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f (f1). Uma reta frontal (de frente) contida no Plano
Frontal de Projeção é uma reta frontal (de frente) com 0 de afastamento (afastamento nulo),
pelo que a sua projeção horizontal se situa no eixo X – tem­‑se imediatamente X ≡ f1. O ponto
de concorrência da reta f com a reta h é, assim, um ponto da reta f que tem afastamento nulo
– é o traço frontal da reta h. Determinou­‑se o traço frontal da reta h – o ponto F. Note que f1
(a projeção horizontal da reta f) e h1 (a projeção horizontal da reta h) são necessariamente
concorrentes entre si sobre F1 (a projeção horizontal do ponto F). Por F2 (a projeção frontal do
ponto F), conduziu­‑se f2 (a projeção frontal da reta f), com o ângulo pretendido – um ângulo
de 45º de abertura para a direita (medido acima do eixo X). O ponto de concorrência das duas
retas é o traço frontal da reta h.

70
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
350.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções,
em função das respetivas coordenadas. Em seguida desenharam­‑se as projeções
da reta r, que passam pelas projeções homónimas dos dois pontos.

b) Desenhou­‑se a projeção frontal da reta h (h2). A reta h é uma reta horizontal


(de nível) com 0 de cota (cota nula), pelo que a sua projeção frontal se situa no
eixo X – tem­‑se imediatamente X ≡ h2. O ponto de concorrência da reta h com
a reta r é, assim, um ponto da reta r que tem cota nula – é o traço horizontal
da reta r. Determinou­‑se o traço horizontal da reta r – o ponto H. Note que h2 (a
projeção frontal da reta h) e r2 (a projeção frontal da reta r) são necessariamente
concorrentes entre si sobre H2 (a projeção frontal do ponto H). Por H1 (a projeção
horizontal do ponto H), conduziu­‑se h1 (a projeção horizontal da reta h), com o
ângulo pretendido – um ângulo de 60º de abertura para a direita (medido abaixo
do eixo X). A reta h situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção e o ponto de
concorrência das duas retas é o traço horizontal da reta r.

351.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções
(em função das respetivas coordenadas) e desenharam­‑se as projeções da reta m,
que passam pelas projeções homónimas dos dois pontos. Em seguida desenhou­
‑se a projeção horizontal da reta f (f1). A reta f é uma reta frontal (de frente) com
afastamento nulo, pelo que a sua projeção horizontal se situa no eixo X – tem­‑se
imediatamente X ≡ f1. O ponto de concorrência da reta f com a reta m é, assim, um
ponto da reta m que tem afastamento nulo – é o traço frontal da reta m. Determinou­
‑se o traço frontal da reta m – o ponto F. Note que f1 (a projeção horizontal da reta f)
e m1 (a projeção horizontal da reta m) são necessariamente concorrentes entre si
sobre F1 (a projeção horizontal do ponto F). Por F2 (a projeção frontal do ponto F),
conduziu­‑se f2 (a projeção frontal da reta f), com o ângulo pretendido – um ângulo de
45º de abertura para a direita (medido acima do eixo X). Em seguida desenhou­‑se a
projeção frontal da reta h (h2). A reta h é uma reta horizontal (de nível) com cota nula,
pelo que a sua projeção frontal se situa no eixo X – tem­‑se imediatamente X ≡ h2.
O ponto de concorrência da reta h com a reta m é, assim, um ponto da reta m que
tem cota nula – é o traço horizontal da reta m. Determinou­‑se o traço horizontal da
reta m – o ponto H. Note que h2 (a projeção frontal da reta h) e m2 (a projeção frontal
da reta m) são necessariamente concorrentes entre si sobre H2 (a projeção frontal
do ponto H). Por H1 (a projeção horizontal do ponto H), conduziu­‑se h1 (a projeção
horizontal da reta h), com o ângulo pretendido – um ângulo de 60º de abertura para a
direita (medido abaixo do eixo X).

Localização das retas f e h:


A reta f situa­‑se no Plano Frontal de Projeção. A reta h situa­‑se no Plano Horizontal
de Projeção.

Posição relativa das retas f e h:


As retas h e f são enviesadas, pois não são paralelas (as duas retas não têm a
mesma direção, pois a reta h está contida no Plano Horizontal de Projeção e é oblíqua
ao Plano Frontal de Projeção, enquanto a reta f está contida no Plano Frontal de
Projeção e é oblíqua ao Plano Horizontal de Projeção) nem concorrentes (não existe
nenhum ponto que pertença simultaneamente às duas retas).

71
SOLUÇÕES
352.
a) As coordenadas do ponto P são ( 0; 0). Justificação: todos os pontos da reta h têm cota nula
(a reta h tem cota nula) e o ponto P pertence à reta h, pelo que o ponto P tem cota nula; todos
os pontos da reta f têm afastamento nulo (a reta f tem afastamento nulo), pelo que o ponto P
tem cota nula. Assim, o ponto P tem cota e afastamento nulos.

b) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas – as duas projeções do ponto P estão coincidentes, num ponto do eixo X. Em
seguida desenharam­‑se as projeções das duas retas. A projeção frontal da reta h (h2) passa
pela projeção frontal do ponto P (P2) e é paralela ao eixo X – a sua projeção frontal situa­‑se
no eixo X, pelo que se tem imediatamente X ≡ h2. A projeção horizontal da reta h (h1) passa
pela projeção horizontal do ponto P (P1) e faz, com o eixo X, o ângulo pretendido – um ângulo
de 45º de abertura para a direita (medido abaixo do eixo X). A projeção horizontal da reta f
(f1) passa pela projeção horizontal do ponto P (P1) e é paralela ao eixo X – a sua projeção
frontal situa­‑se no eixo X, pelo que se tem imediatamente X ≡ f1. A projeção frontal da reta f
(f2) passa pela projeção frontal do ponto P (P2) e faz, com o eixo X, o ângulo pretendido – um
ângulo de 45º de abertura para a direita (medido acima do eixo X).

 m primeiro lugar determinaram­‑se as projeções do ponto de concorrência das retas r e f,


c) E
que é necessariamente um ponto com afastamento nulo (todos os pontos da reta f têm
afastamento nulo). Assim, o ponto de concorrência das duas retas é necessariamente o traço
frontal da reta r – o ponto F. O ponto F pertence à reta f, pelo que a projeção frontal do ponto F
(F2) está sobre a projeção frontal da reta f (f2) – o ponto F é o ponto da reta f que tem 4 cm
de cota. Tenha em conta que a projeção horizontal do ponto F (F1) se situa no eixo X, sobre a
projeção horizontal da reta f (f1). Em seguida, pela projeção frontal do ponto F (F2) conduziu­‑se a projeção frontal da reta r (r2) fazendo, com o eixo X, um ângulo
de 45º de abertura para a esquerda (medido abaixo do eixo X). A reta r é também concorrente com a reta h, pelo que existe um outro ponto de concorrência.
Tendo em conta que todos os pontos da reta h têm cota nula, o ponto de concorrência das duas retas é necessariamente o traço horizontal da reta r – o ponto H.
O ponto H foi determinado a partir da sua projeção frontal . A projeção frontal do ponto H (H2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas
(H2 é o ponto de concorrência de r2 com h2) e H1 (a projeção horizontal do ponto H) situa­‑se sobre h1 (a projeção horizontal da reta h). Em seguida desenhou­‑se
a projeção horizontal da reta r, que fica definida pelas projeções horizontais dos pontos F e H – r1 passa por F1 e por H1.

d) O ponto de concorrência da reta r com a reta f é o traço frontal da reta r (é o ponto da reta r que tem afastamento nulo). O ponto de concorrência da reta r com
a reta h é o traço horizontal da reta r (é o ponto da reta r que tem cota nula).

353.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas. O ponto A é um ponto do b1/3, pelo que tem coordenadas iguais
(a cota e o afastamento do ponto A são iguais). Sendo dada, no enunciado, a cota do ponto A,
sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto A são ( 3; 3). O ponto B é também um
ponto do b1/3, pelo que também tem coordenadas iguais (a cota e o afastamento do ponto B
são iguais). Sendo dado, no enunciado, o afastamento do ponto B, sabe­‑se imediatamente que
as coordenadas do ponto B são ( 1; 1). A partir das projeções dos pontos, desenharam­‑se as
projeções da reta r, passando pelas projeções homónimas dos pontos A e B – as projeções
da reta r ficam simétricas em relação ao eixo X, pois todos os pontos da reta têm projeções
simétricas em relação ao eixo X. Conclusão: retas do b1/3 têm as suas projeções simétricas
em relação ao eixo X.

354.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos M e N, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas. O ponto M é um ponto do b2/4, pelo que tem coordenadas
simétricas (a cota e o afastamento do ponto M são simétricas). Sendo dadas, no enunciado, a
abcissa e a cota do ponto M, sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto M são ( –2;
–4; 4). O ponto N é também um ponto do b2/4, pelo que também tem coordenadas simétricas
(a cota e o afastamento do ponto N são simétricas). Sendo dados, no enunciado, a abcissa e
o afastamento do ponto N, sabe­‑se imediatamente que as coordenadas do ponto N são ( 3; 2;
–2). A partir das projeções dos pontos, desenharam­‑se as projeções da reta s, passando pelas
projeções homónimas dos pontos M e N – as projeções da reta s ficam coincidentes, pois todos
os pontos da reta s têm projeções coincidentes. Conclusão: retas do b2/4 têm as suas projeções
coincidentes.

72
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
355.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta f, em função dos dados. A projeção horizontal
da reta f (f1) é paralela ao eixo X (pois todos os pontos da reta f têm o mesmo afastamento) e o
ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção projeta­‑se no Plano Frontal de Projeção,
no ângulo que a projeção frontal da reta f (f2) faz com o eixo X (um ângulo de 45º de abertura
para a esquerda, medido para cima do eixo X). A reta r é uma reta do b1/3, pelo que todos os
seus pontos pertencem ao b1/3. Nesse sentido, o ponto de concorrência das duas retas tem de ser
necessariamente um ponto do b1/3 – o ponto de concorrência das duas retas é o traço da reta f no b1/3.
Dessa forma, determinou­‑se o traço da reta f no b1/3 – o ponto Q. Uma vez que todos os pontos da
reta f têm 2 cm de afastamento, o ponto Q é o ponto da reta f que tem 2 cm de cota (pontos do b1/3
têm coordenadas iguais). Em seguida, pelas projeções do ponto Q conduziram­‑se as projeções
homónimas da reta r. A projeção frontal da reta r (r2) passa pela projeção frontal do ponto Q (Q2) e
faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a direita (medido acima do eixo X). A projeção
horizontal da reta r (r1) passa pela projeção horizontal do ponto Q (Q1) e é concorrente com r2 (a
projeção frontal da reta r) no eixo X. Nome do ponto de concorrência das duas retas: o ponto de
concorrência das duas retas é o traço da reta f no b1/3.

356.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados. A projeção frontal
da reta h (h2) é paralela ao eixo X (pois todos os pontos da reta h têm a mesma cota, que é 2 cm)
e o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção projeta­‑se no Plano Horizontal de
Projeção, no ângulo que a projeção horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X (um ângulo de 45º de
abertura para a direita, medido para baixo do eixo X). A reta s é uma reta do b2/4, pelo que todos os
seus pontos pertencem ao b2/4. Nesse sentido, o ponto de concorrência das duas retas tem de ser
necessariamente um ponto do b2/4 – o ponto de concorrência das duas retas é o traço da reta h no b2/4.
Dessa forma, determinou­‑se o traço da reta h no b2/4 – o ponto I. O ponto I é o ponto da reta h que
tem as suas projeções coincidentes (pontos do b2/4 têm projeções coincidentes). Em seguida, pelas
projeções do ponto I conduziram­‑se as projeções homónimas da reta s. A projeção frontal da reta s
(s2) passa pela projeção frontal do ponto I (I2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 25º de abertura
para a esquerda (medido acima do eixo X). A projeção horizontal da reta s (s1) passa pela projeção
horizontal do ponto I (I1) e é coincidente com r2 (a projeção frontal da reta r). Nome do ponto de
concorrência das duas retas: o ponto de concorrência das duas retas é o traço da reta h no b2/4.

357.
a) As coordenadas do ponto P são ( 0; 0). Justificação: todos os pontos da reta r pertencem ao
b1/3 (a reta r é uma reta do b1/3) e o ponto P pertence à reta r, pelo que o ponto P pertence
ao b1/3; todos os pontos da reta s pertencem ao b2/4 (a reta s é uma reta do b2/4) e o ponto P
pertence à reta s, pelo que o ponto P pertence ao b2/4. Assim, o ponto P é um ponto que pertence
simultaneamente ao b1/3 e ao b2/4, pelo que o ponto P é um ponto que se situa no eixo X (que é a
reta de interseção entre os dois planos) – assim, o ponto P tem cota e afastamento nulos.

b) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas – as duas projeções do ponto P estão coincidentes, num ponto do eixo X. Em seguida
desenharam­‑se as projeções das duas retas. A projeção frontal da reta r (r2) passa pela projeção
frontal do ponto P (P2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de abertura para a direita (medido
acima do eixo X). A reta r, porque é uma reta do b1/3, tem as suas projeções simétricas em
relação ao eixo X – a projeção horizontal da reta r (r1) passa pela projeção horizontal do ponto P
(P1) e faz, com o eixo X um ângulo de 30º de abertura para a direita (medido abaixo do eixo X).
Note que a reta r tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X. A projeção frontal
da reta s (s2) passa pela projeção frontal do ponto P (P2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 60º
de abertura para a direita (medido acima do eixo X). A reta s, porque é uma reta do b1/3, tem as
suas projeções coincidentes – a projeção horizontal da reta s (s1) fica coincidente com a projeção
frontal da reta s – tem­‑se imediatamente s1 ≡ s2.

 m primeiro lugar desenhou­‑se a projeção frontal da reta h (h2), paralela ao eixo X e situada 4 cm acima do eixo X. A reta h é concorrente com a reta r, pelo
c) E
que existe um ponto de concorrência. O ponto Q é o ponto de con­corrência da reta h com a reta r – o ponto Q foi determinado a partir da sua projeção frontal.
A projeção frontal do ponto Q (Q2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas (Q2 é o ponto de concorrência de h2 com r2) e Q1 (a projeção
horizontal do ponto Q) situa­‑se sobre r1 (a projeção horizontal da reta r). Note que o ponto Q é o ponto da reta h que tem projeções simétricas em relação ao eixo X
(é o ponto da reta h que se situa no b1/3). A reta h é também concorrente com a reta s, pelo que existe um outro ponto de concorrência. O ponto I é o ponto de
con­corrência da reta h com a reta s – o ponto I foi determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto I (I2) é o ponto de con­corrência das
projeções frontais das duas retas (I2 é o ponto de concorrência de h2 com s2) e I1 (a projeção horizontal do ponto I) situa­‑se sobre s1 (a projeção horizontal da
reta s). Note que o ponto I é o ponto da reta h que tem projeções coincidentes (é o ponto da reta h que se situa no b2/4).

d) Nomes dos pontos de concorrência das retas r e s com a reta h: o ponto de concorrência das retas r e h é o traço da reta h no b1/3; o ponto de concorrência
das retas s e h é o traço da reta h no b2/4.

73
SOLUÇÕES
358.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções
(em função das respetivas coordenadas) e desenharam­‑se as projeções da reta m,
que passam pelas projeções homónimas dos dois pontos. Em seguida, procedeu­‑se
à determinação das projeções da reta r. A reta r é uma reta do b1/3, pelo que todos os
seus pontos pertencem ao b1/3. Nesse sentido, o ponto de concorrência da reta r com
a reta m tem de ser necessariamente um ponto do b1/3 – o ponto de concorrência das
duas retas é o traço da reta m no b1/3. Dessa forma, determinou­‑se o traço da reta m
no b1/3 – o ponto Q. Em seguida, pelas projeções do ponto Q conduziram­‑se as
projeções homónimas da reta r. A projeção frontal da reta r (r2) passa pela projeção
frontal do ponto Q (Q2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º de abertura para a
esquerda (medido acima do eixo X). A projeção horizontal da reta r (r1) passa pela
projeção horizontal do ponto Q (Q1) e é concorrente com r2 (a projeção frontal da reta r)
no eixo X. O ponto P é o ponto de concorrência da reta r com o eixo X, pois a reta r
é necessariamente uma reta passante. Em seguida procedeu­‑se à determinação
das projeções da reta s. A reta s é uma reta do b2/4, pelo que todos os seus pontos
pertencem ao b2/4. Nesse sentido, o ponto de concorrência da reta s com a reta m tem
de ser necessariamente um ponto do b2/4 – o ponto de concorrência das duas retas é
o traço da reta m no b2/4. Dessa forma, determinou­‑se o traço da reta m no b2/4 – o
ponto I. O ponto I é o ponto da reta h que tem as suas projeções coincidentes (pontos
do b2/4 têm projeções coincidentes). A reta s é também concorrente com a reta r –
uma vez que a reta r é uma reta do b1/3 e a reta s é uma reta do b2/4, as duas retas
têm de ser concorrentes num ponto do eixo X (ver alínea a) do relatório do exercício
anterior). O ponto P (o ponto de concorrência da reta r com o eixo X) é, assim, o
ponto de concorrência das retas r e s. Em seguida desenharam­‑se as projeções da
reta s. A projeção frontal da reta s (s2) passa pela projeção frontal do ponto I (I2) e
pela projeção frontal do ponto P (P2). A projeção horizontal da reta s (s1) passa pela
projeção horizontal do ponto I (I1) e pela projeção horizontal do ponto P (P1). As
projeções da reta s são coincidentes, pois a reta s é uma reta do b2/4.

Nome do ponto de concorrência das retas r e m: o ponto de concorrência das duas


retas é o traço da reta m no b1/3. Nome do ponto de concorrência das retas s e m:
o ponto de concorrência das duas retas é o traço da reta m no b2/4.

359.
a) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados.
A projeção frontal da reta h (h2) é paralela ao eixo X (pois todos os pontos da reta h
têm a mesma cota, que é 3 cm) e o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal
de Projeção projeta­‑se no Plano Horizontal de Projeção, no ângulo que a projeção
horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X (um ângulo de 45º de abertura para a
direita, medido para baixo do eixo X). Em seguida, procedeu­‑se à determinação
das projeções da reta r. A reta r é uma reta do b1/3, pelo que todos os seus pontos
pertencem ao b1/3. Nesse sentido, o ponto de concorrência das duas retas tem de
ser necessariamente um ponto do b1/3 – o ponto de concorrência das duas retas é
o traço da reta h no b1/3. Dessa forma, determinou­‑se o traço da reta h no b1/3 – o
ponto Q. Uma vez que todos os pontos da reta h têm 3 cm de cota, o ponto Q é o
ponto da reta h que tem 3 cm de afastamento. Em seguida, pelas projeções do
ponto Q conduziram­‑se as projeções homónimas da reta r. A projeção frontal da
reta r (r2) passa pela projeção frontal do ponto Q (Q2) e faz, com o eixo X, um ângulo
de 45º de abertura para a esquerda (medido acima do eixo X). A projeção horizontal
da reta r (r1) passa pela projeção horizontal do ponto Q (Q1) e é concorrente com r2
(a projeção frontal da reta r) no eixo X. O ponto N é o ponto de concorrência da reta r
com o eixo X, pois a reta r é necessariamente uma reta passante. Em seguida
procedeu­‑se à determinação das projeções da reta s. A reta s é uma reta do b2/4,
pelo que todos os seus pontos pertencem ao b2/4. Nesse sentido, o ponto de
concorrência das duas retas tem de ser necessariamente um ponto do b2/4 – o
ponto de concorrência das duas retas é o traço da reta h no b2/4. Dessa forma,
determinou­‑se o traço da reta h no b2/4 – o ponto I. O ponto I é o ponto da reta h
que tem as suas projeções coincidentes. A reta s é também concorrente com a reta r
– uma vez que a reta r é uma reta do b1/3 e a reta s é uma reta do b2/4, as duas
retas têm de ser concorrentes num ponto do eixo X (ver alínea a) do relatório do
exercício 357.). O ponto N (o ponto de concorrência da reta r com o eixo X) é, assim, o ponto de concorrência das retas r e s. Em seguida desenharam­‑se as
projeções da reta s. A projeção frontal da reta s (s2) passa pela projeção frontal do ponto I (I2) e pela projeção frontal do ponto N (N2). A projeção horizontal
da reta s (s1) passa pela projeção horizontal do ponto I (I1) e pela projeção horizontal do ponto N (N1). As projeções da reta s são coincidentes, pois a reta s é
uma reta do b2/4.

b) O ponto de concorrência da reta r coma reta h é o traço da reta n no b1/3. O ponto de concorrência da reta s com a reta h é o traço da reta h no b2/4.

74
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
360.
Por Verdadeira Grandeza de um segmento de reta entende­‑se o comprimento real do segmento no espaço.

361.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B pelas respetivas projeções, em função das respetivas
coordenadas. Em seguida dese­nharam­‑se as projeções do segmento de reta que tem extremos nos pontos A e B.
A projeção frontal do segmento de reta [AB] é o segmento de reta que tem, por extremos, as projeções frontais dos
pontos A e B (A2 e B2). A projeção horizontal do segmento de reta [AB] é o segmento de reta que tem, por extremos,
as projeções horizontais dos pontos A e B (A1 e B1). Em seguida analisou­‑se a posição do segmento de reta no
espaço, em relação aos dois planos de projeção – o segmento de reta é oblíquo a ambos os planos de projeção, pelo
que o segmento não se projeta em verdadeira grandeza em nenhuma das suas projeções – as duas projeções do
segmento estão deformadas. Nesse sentido, não é possível determinar a verdadeira grandeza do segmento [AB]
nas suas projeções de forma direta, pois o segmento não é paralelo a ne­nhum dos planos de projeção. A verdadeira
grandeza do segmento de reta não está em nenhuma das suas projeções.

362.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B pelas respetivas projeções, em função das respetivas
coordenadas. Em seguida dese­nharam­‑se as projeções do segmento de reta que tem extremos nos pontos A e B.
A projeção frontal do segmento de reta [AB] é o segmento de reta que tem, por extremos, as projeções frontais dos
pontos A e B (A2 e B2). A projeção horizontal do segmento de reta [AB] é o segmento de reta que tem, por extremos,
as projeções horizontais dos pontos A e B (A1 e B1). Em seguida analisou­‑se a posição do segmento de reta no espaço,
em relação aos dois planos de projeção – o segmento de reta é paralelo ao Plano Horizontal de Projeção e oblíquo ao
Plano Frontal de Projeção. Assim, a sua projeção horizontal não apresenta qualquer deformação enquanto que a
sua projeção frontal, apresenta deformação (está deformada). A verdadeira grandeza do segmento mede­‑se na
projeção horizontal do segmento, pois o segmento de reta é paralelo ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que é essa
a projeção que não apresenta deformação. Nesse sentido, assinalou­‑se, no desenho, a projeção do segmento que está
em verdadeira grandeza.

363.
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos R e S pelas respetivas projeções, em função das respetivas
coordenadas. Em seguida dese­nharam­‑se as projeções do segmento de reta que tem extremos nos pontos R e S.
A projeção frontal do segmento de reta [RS] é o segmento de reta que tem, por extremos, as projeções frontais
dos pontos R e S (R2 e S2). A projeção horizontal do segmento de reta [RS] é o segmento de reta que tem, por
extremos, as projeções horizontais dos pontos R e S (R1 e S1). Em seguida analisou­‑se a posição do segmento
de reta no espaço, em relação aos dois planos de projeção – o segmento de reta é paralelo ao Plano Frontal
de Projeção e oblíquo ao Plano Horizontal de Projeção. Assim, a sua projeção frontal não apresenta qualquer
deformação enquanto que a sua projeção horizontal, apresenta deformação (está deformada). A verdadeira
grandeza do segmento mede­‑se na projeção frontal do segmento, pois o segmento de reta é paralelo ao Plano
Frontal de Projeção, pelo que é essa a projeção que não apresenta deformação. Nesse sentido, assinalou­‑se, no
desenho, a projeção do segmento que está em verdadeira grandeza.

364.
Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções dos pontos M e N, em função das suas coordenadas e da sua posição
no espaço – M e N são dois extremos de um segmento de reta de topo, pelo que se situam necessariamente na mesma
reta projetante frontal (uma reta de topo é uma reta projetante frontal). Assim, as projeções frontais dos dois pontos estão
necessariamente coincidentes. A projeção frontal do segmento reduz­‑se a um ponto e a projeção horizontal do segmento de
reta [MN] é o segmento de reta que tem extremos nas projeções horizontais dos pontos M e N (M1 e N1). O segmento de reta
é paralelo ao Plano Horizontal de Projeção e orto­gonal ao Plano Frontal de Projeção – assim, a sua projeção horizontal não
apresenta qualquer deformação enquanto que a sua projeção frontal (que é um ponto), apresenta a deformação máxima
A verdadeira grandeza do segmento mede­‑se na projeção horizontal do segmento, pois o segmento de reta é paralelo
ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que é essa a projeção que não apresenta deformação (tal como nos segmentos de reta
horizontais, pois uma reta de topo é um caso particular das retas horizontais). Por fim, assinalou­‑se, no desenho, a projeção do
segmento que está em verdadeira grandeza.

75
SOLUÇÕES
365.
Em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções dos pontos E e F, em função das suas coordenadas e da sua posição no
espaço – E e F são dois extremos de um segmento de reta vertical, pelo que se situam necessariamente na mesma reta
projetante horizontal (uma reta vertical é uma reta projetante horizontal). Assim, as projeções horizontais dos dois pontos estão
necessariamente coincidentes. A projeção horizontal do segmento reduz­‑se a um ponto e a projeção frontal do segmento de reta
[EF] é o segmento de reta que tem extremos nas projeções frontais dos pontos E e F (E2 e F2). O segmento de reta é paralelo ao
Plano Frontal de Projeção e orto­gonal ao Plano Horizontal de Projeção – assim, a sua projeção frontal não apresenta qualquer
deformação enquanto que a sua projeção horizontal (que é um ponto), apresenta a deformação máxima A verdadeira
grandeza do segmento mede­‑se na projeção frontal do segmento, pois o segmento de reta é paralelo ao Plano Frontal
de Projeção, pelo que é essa a projeção que não apresenta deformação (tal como nos segmentos de reta frontais, pois uma
reta vertical é um caso particular das retas frontais). Por fim, assinalou­‑se, no desenho, a projeção do segmento que está em
verdadeira grandeza.

366.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas, e
desenharam­‑se as projeções da reta h, a reta suporte do segmento de reta, em função dos dados (o ângulo
que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção horizontal faz
com o eixo X). Atendendo a que a reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal
do segmento de reta [AB] não apresenta deformação. Assim, a verdadeira grandeza do segmento está
na sua projeção horizontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Horizontal de Projeção. Nesse sentido,
sobre a projeção horizontal da reta h (h1), a partir da projeção horizontal do ponto A (A1), mediram­‑se os
5 cm (o comprimento do segmento), obtendo­‑se B1 (a projeção horizontal do ponto B) sobre h1 (a projeção
horizontal da reta h) – B é o extremo de maior afastamento do segmento e B2 (a projeção frontal do ponto B)
situa­‑se sobre h2 (a projeção frontal da reta h). Note que se mediram os 5 cm para baixo da projeção
horizontal do ponto A (A1), pois caso se medissem os 5 cm para cima, o ponto B teria afastamento negativo
e situar­‑se­‑ia no 2o Diedro, o que não se pode verificar – no enunciado está expresso de forma inequívoca
que o segmento se situa no 1o Diedro, pelo que os seus dois extremos têm também de se situar no
1o Diedro.

367.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto M, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta f, a reta suporte do segmento de reta, em
função dos dados. A projeção horizontal da reta f (f1) passa pela projeção horizontal do ponto M
(M1) e é paralela ao eixo X. Os dados do enunciado permitem­‑nos, ainda, determinar as projeções
do ponto H, o traço horizontal da reta f – o ponto H é o ponto da reta f com a abcissa dada no
enunciado. Uma vez que o traço horizontal de uma reta é o único ponto da reta que tem cota
nula, é possível determinar, de forma direta, a projeção frontal do ponto H (H2), que se situa no
eixo X – H1 (a projeção horizontal do ponto H) situa­‑se sobre f1 (a projeção horizontal da reta f).
Atendendo a que a reta f é paralela ao Plano Frontal de Projeção, a projeção frontal do segmento
de reta [MN] não apresenta deformação. Assim, a verdadeira grandeza do segmento está na sua
projeção frontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Frontal de Projeção. Nesse sentido, sobre
a projeção frontal da reta f (f2), a partir da projeção frontal do ponto M (M2), mediram­‑se os 6 cm
(o comprimento do segmento), obtendo­‑se N2 (a projeção frontal do ponto N) sobre f2 (a projeção
frontal da reta f) – N é o extremo de maior cota do segmento e N1 (a projeção horizontal do ponto N)
situa­‑se sobre f1 (a projeção horizontal da reta f). Note que se mediram os 6 cm para cima da
projeção frontal do ponto M (M2), pois caso se medissem os 6 cm para baixo, o ponto N teria cota
negativa e situar­‑se­‑ia no 4o Diedro, o que não se pode verificar – no enunciado está expresso
de forma inequívoca que o segmento se situa no 1o Diedro, pelo que os seus dois extremos têm
também de se situar no 1o Diedro.

368.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto B, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas, e desenharam­‑se as
projeções da reta t, a reta suporte do segmento, em função dos dados. A projeção frontal da reta t é um único ponto, pois a
reta t é uma reta projetante frontal (projeta todos os seus pontos num único ponto, no Plano Frontal de Projeção). Uma vez
que a reta t é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do segmento de reta [AB] não apresenta
deformação (trata­‑se de um caso particular das retas horizon­tais). Assim, a verdadeira grandeza do segmento está na sua
projeção horizontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Horizontal de Projeção. Nesse sentido, sobre a projeção horizontal da
reta t (t1), a partir de B1 (a projeção horizontal do ponto B), mediram­‑se os 5 cm (o comprimento do segmento), obtendo­‑se A1
(a projeção horizontal do ponto A) sobre t1 (a projeção horizontal da reta t) – A é o extremo de maior afastamento do segmento
e A2 (a projeção frontal do ponto A) está coincidente com (t2) e com B2 (pois a reta t é uma reta projetante frontal). Note que a
projeção frontal do segmento de reta é um único ponto – a projeção frontal do segmento apresenta a deformação máxima.
Note ainda que se mediram os 5 cm para baixo de R1 (a projeção horizontal do ponto R), pois no enun­ciado está expresso de
forma inequívoca que o ponto B é o extremo de menor afastamento e, caso se tivessem medido os 5 cm para cima de B1, o
ponto A teria afastamento inferior a B.

76
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
369.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto J, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas,
e desenharam­‑se as projeções da reta v, a reta suporte do segmento, em função dos dados. A projeção
horizontal da reta v é um único ponto, pois a reta v é uma reta projetante horizontal (projeta todos os
seus pontos num único ponto, no Plano Horizontal de Projeção). Uma vez que a reta v é paralela ao Plano
Frontal de Projeção, a projeção frontal do segmento de reta [JL] não apresenta deformação (trata­
‑se de um caso particular das retas frontais). Assim, a verdadeira grandeza do segmento está na sua
projeção frontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Frontal de Projeção. Nesse sentido, sobre a projeção
frontal da reta v (v2), a partir de J2 (a projeção frontal do ponto J), mediram­‑se os 6 cm (o comprimento
do segmento), obtendo­‑se L2 (a projeção frontal do ponto L) sobre v2 (a projeção frontal da reta v) – L é
o extremo de menor cota do segmento e L1 (a projeção horizontal do ponto L) está coincidente com (v1)
e com J1 (pois a reta v é uma reta projetante horizontal). Note que a projeção horizontal do segmento de
reta é um único ponto – a projeção horizontal do segmento apresenta a deformação máxima. Note ainda
que se mediram os 6 cm para baixo de J2 (a projeção frontal do ponto J), pois no enun­ciado está expresso
de forma inequívoca que o ponto J é o extremo de maior cota e, caso se tivessem medido os 6 cm para
cima de J2, o ponto L teria cota superior a J. Sublinha­‑se que, nesta situação, o segmento de reta [JL] não
se situa no espaço do 1o Diedro na sua totalidade, pois o ponto L situa­‑se no 4o Diedro.

370.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto R, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas,
e desenharam­‑se as projeções da reta v, a reta suporte do segmento, em função dos dados. A projeção
horizontal da reta v é um único ponto, pois a reta v é uma reta projetante horizontal (projeta todos os
seus pontos num único ponto, no Plano Horizontal de Projeção). Uma vez que a reta v é paralela ao
Plano Frontal de Projeção, a projeção frontal do segmento de reta [RS] não apresenta deformação
(trata­‑se de um caso particular das retas frontais). Assim, a verdadeira grandeza do segmento está na
sua projeção frontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Frontal de Projeção. Nesse sentido, sobre
a projeção frontal da reta v (v2), a partir de R2 (a projeção frontal do ponto R), mediram­‑se os 5 cm (o
comprimento do segmento), obtendo­‑se S2 (a projeção frontal do ponto S) sobre v2 (a projeção frontal
da reta v) – S é o extremo de menor cota do segmento e S1 (a projeção horizontal do ponto S) está
coincidente com (v1) e com R1 (pois a reta v é uma reta projetante horizontal). Note que a projeção
horizontal do segmento de reta é um único ponto – a projeção horizontal do segmento apresenta a
deformação máxima. Note ainda que se mediram os 5 cm para baixo de R2 (a projeção frontal do
ponto R), pois no enun­ciado está expresso de forma inequívoca que o ponto R é o extremo de maior
cota e, caso se tivessem medido os 5 cm para cima de R2, o ponto S teria cota superior a R. Sublinha­
‑se que, em função dos dados e do comprimento do segmento, o ponto S tem necessariamente as
suas projeções coincidentes (é um ponto do b2/4).

371.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas, e
desenhou­‑se projeção frontal da reta h (a reta suporte do segmento de reta) – h2 (a projeção frontal da reta h)
passa por P2 (a projeção frontal do ponto P) e é paralela ao eixo X. Os dados do enunciado permitiram­‑nos,
ainda, determinar a projeção frontal do ponto Q (Q2) sobre a projeção frontal da reta h (h2), em função
da abcissa do ponto Q. No entanto, não há dados que nos permitam desenhar a projeção horizontal da
reta h (h1) – o único dado tem a ver com o comprimento do segmento de reta [PQ]. Atendendo a que a
reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do segmento de reta [PQ] não
apresenta deformação. Assim, a verdadeira grandeza do segmento está na sua projeção horizontal, pois
o segmento é paralelo ao Plano Horizontal de Projeção. Nesse sentido, com o recurso ao compasso,
fazendo centro em P1 (a projeção horizontal do ponto P) e com 8 cm de raio (o comprimento do segmento
de reta [PQ]), desenhou­‑se um arco de circunferência de forma a intersetar a linha de chamada do ponto Q
– o ponto de interseção desse arco de circunferência com a linha de chamada do ponto Q é Q1 (a projeção
horizontal do ponto Q). Este procedimento garantiu­‑nos que a distância entre os pontos P a Q (a distância
de P1 a Q1 é a projeção horizontal da distância entre os dois pontos) é 8 cm e está em verdadeira grandeza
(em projeção horizontal). Em seguida, foi possível desenhar a projeção horizontal d a reta h (h1), passando
pelas projeções horizontais dos dois pontos (P1 e Q1) e, ainda, desenhar as duas projeções do segmento
de reta [PQ].

77
SOLUÇÕES

372.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, a reta suporte do segmento de reta, em
função dos dados – a projeção frontal da reta h (h2) é paralela ao eixo X e situa­‑se 3 cm acima do
eixo X e o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua
projeção horizontal (h1) faz com o eixo X. Em seguida determinaram­‑se as projeções do ponto R,
pertencente à reta h – o ponto R é o ponto da reta h que tem 1 cm de afastamento. Atendendo a que
a reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do segmento de reta
[RS] não apresenta deformação. Assim, a verdadeira grandeza do segmento está na sua projeção
horizontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Horizontal de Projeção. Nesse sentido, sobre a
projeção horizontal da reta h (h1), a partir da projeção horizontal do ponto R (R1), mediram­‑se os 7 cm
(o comprimento do segmento), obtendo­‑se S1 (a projeção horizontal do ponto S) sobre h1 (a projeção
horizontal da reta h) – S é o extremo de maior afastamento do segmento e S2 (a projeção frontal do
ponto S) situa­‑se sobre h2 (a projeção frontal da reta h). Note que se mediram os 7 cm para baixo
da projeção horizontal do ponto R (R1), pois caso se medissem os 7 cm para cima, o ponto S teria
afastamento negativo e situar­‑se­‑ia no 2o Diedro, o que não se pode verificar – no enunciado está
expresso de forma inequívoca que o segmento se situa no 1o Diedro, pelo que os seus dois extremos
têm também de se situar no 1o Diedro.

373.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta f, a reta suporte do segmento de reta, em função
dos dados – a projeção horizontal da reta f (f1) é paralela ao eixo X e situa­‑se 4 cm abaixo do eixo X e o
ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção
frontal (f2) faz com o eixo X. Em seguida determinaram­‑se as projeções do ponto P, pertencente à reta f –
o ponto P é o ponto da reta f que tem 3 cm de cota. Atendendo a que a reta f é paralela ao Plano Frontal de
Projeção, a projeção frontal do segmento de reta [PQ] não apresenta deformação. Assim, a verdadeira
grandeza do segmento está na sua projeção frontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Frontal de
Projeção. Nesse sentido, sobre a projeção frontal da reta f (f2), a partir da projeção frontal do ponto P (P2),
mediram­‑se os 8 cm (o comprimento do segmento), obtendo­‑se Q2 (a projeção frontal do ponto Q) sobre f2
(a projeção frontal da reta f) – Q é o extremo de menor cota do segmento e Q1 (a projeção horizontal do
ponto Q) situa­‑se sobre f1 (a projeção horizontal da reta f). Note que se mediram os 8 cm para baixo da
projeção frontal do ponto P (P2), pois caso se medissem os 8 cm para cima, o ponto Q teria cota superior
a P, o que não se pode verificar – no enunciado está expresso de forma inequívoca que o ponto P é o
extremo de major cota do segmento. Sublinha­‑se que, nesta situação, o segmento de reta [PQ] não se
situa no espaço do 1o Diedro na sua totalidade, pois o ponto Q situa­‑se no 4o Diedro.

374.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas,
e desenharam­‑se as projeções da reta v, a reta suporte do segmento, em função dos dados. A projeção
horizontal da reta v é um único ponto, pois a reta v é uma reta projetante horizontal (projeta todos os
seus pontos num único ponto, no Plano Horizontal de Projeção). Uma vez que a reta v é paralela ao Plano
Frontal de Projeção, a projeção frontal do segmento de reta [AB] não apresenta deformação (trata­‑se
de um caso particular das retas frontais). Assim, a verdadeira grandeza do segmento está na sua projeção
frontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Frontal de Projeção. Nesse sentido, sobre a projeção frontal
da reta v (v2), a partir de A2 (a projeção frontal do ponto A), mediram­‑se os 8 cm (o comprimento do
segmento), obtendo­‑se B2 (a projeção frontal do ponto B) sobre v2 (a projeção frontal da reta v) – B é o
extremo de maior cota do segmento e B1 (a projeção horizontal do ponto B) está coincidente com (v1)
e com A1 (pois a reta v é uma reta projetante horizontal). Note que a projeção horizontal do segmento
de reta é um único ponto – a projeção horizontal do segmento apresenta a deformação máxima. Note
ainda que se mediram os 8 cm para cima de A2 (a projeção frontal do ponto A), pois no enun­ciado está
expresso de forma inequívoca que o segmento de reta se situa, na totalidade, no espaço do 1o Diedro.
Assim, caso se tivessem medido os 8 cm para baixo de A2, o ponto B teria cota negativa e, nessa situação,
o segmento já não se situaria na totalidade no espaço do 1o Diedro.

78
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
375.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas, e
desenharam­‑se as projeções da reta h, a reta suporte do lado [AB] do triângulo, em função dos dados.
A projeção frontal da reta h (h2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e é paralela ao eixo X. A
projeção horizontal da reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) e faz, com o eixo X, um
ângulo de 60º, de abertura à esquerda, medido para baixo do eixo X (o ângulo que a reta h faz com o
Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção horizontal faz com o eixo X). A reta h
é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que a projeção horizontal do segmento de reta [AB]
não apresenta deformação. Assim, sobre h1 (a projeção horizontal da reta h) e a partir de A1 (a projeção
horizontal do ponto A), mediram­‑se os 7 cm (o comprimento de [AB]), em verdadeira grandeza, obtendo B1
(a projeção horizontal do ponto B) e garantindo que o segmento se situa, na totalidade, no espaço do 1o
Diedro (ver exercício 372. e respetivo relatório). A projeção frontal do ponto B (B2) situa­‑se sobre h2 (a
projeção frontal da reta h). Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta f (a reta suporte do lado
[BC]), em função dos dados. A projeção horizontal da reta f (f1) passa pela projeção horizontal do ponto B
(B1) e é paralela ao eixo X. A projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto B (B2) e
faz, com o eixo X, um ângulo de 30º, de abertura à esquerda, medido para cima do eixo X (o ângulo que a
reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção frontal faz com
o eixo X). A reta f é paralela ao Plano Frontal de Projeção, pelo que a projeção frontal do segmento de
reta [BC] não apresenta deformação. Assim, sobre f2 (a projeção frontal da reta f) e a partir de B2 (a
projeção frontal do ponto B), mediram­‑se os 6 cm (o comprimento de [BC]), em verdadeira grandeza,
obtendo C2 (a projeção frontal do ponto C) e garantindo que o segmento se situa, na totalidade, no espaço
do 1o Diedro (ver exercício 367. e respetivo relatório). A partir das projeções dos três vértices do triângulo
(A, B e C), foi possível desenhar as projeções dos três lados da figura – os lados [AB], [BC] e [AC] – e
concluir a construção das projeções do triângulo. Sublinha­‑se que cada um dos três lados da figura tem
duas projeções – uma projeção frontal e uma projeção horizontal. As projeções da figura são constituídas
pelas projeções homónimas dos seus três lados.

376.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas,
e desenharam­‑se as projeções da reta f, a reta suporte do lado [AB] da figura, em função dos dados. A
projeção horizontal da reta f (f1) passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) e é paralela ao eixo X. A
projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e faz, com o eixo X, um ângulo de
60º, de abertura à direita, medido para cima do eixo X (o ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de
Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção frontal faz com o eixo X). A reta f é paralela ao Plano
Frontal de Projeção, pelo que a projeção frontal do segmento de reta [AB] não apresenta deformação.
Assim, sobre f2 (a projeção frontal da reta f) e a partir de A2 (a projeção frontal do ponto A), mediram­‑se
os 7 cm (o comprimento de [AB]), em verdadeira grandeza, obtendo B2 (a projeção frontal do ponto B) e
garantindo que o segmento se situa, na totalidade, no espaço do 1o Diedro (ver exercício 367. e respetivo
relatório). A projeção horizontal do ponto B (B1) situa­‑se sobre f1 (a projeção horizontal da reta f). Em
seguida, desenharam­‑se as projeções da reta h (a reta suporte do lado [AD]), em função dos dados. A
projeção frontal da reta h (h2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e é paralela ao eixo X. A projeção
horizontal da reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) e faz, com o eixo X, um ângulo de
30º, de abertura à esquerda, medido para baixo do eixo X (o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal
de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção horizontal faz com o eixo X). A reta h é paralela ao
Plano Horizontal de Projeção, pelo que a projeção horizontal do segmento de reta [AD] não apresenta
deformação. Assim, sobre h1 (a projeção horizontal da reta h) e a partir de A1 (a projeção horizontal do
ponto A), mediram­‑se os 3 cm (o comprimento de [AD]), em verdadeira grandeza, obtendo D1 (a projeção
horizontal do ponto D) e garantindo que o ponto D tem afastamento inferior a A (é expressamente referido
no enunciado que o ponto D está mais próximo do Plano Frontal de Projeção do que o ponto A). Em
seguida, desenharam­‑se as projeções da reta v, a reta vertical (projetante horizontal) que é a reta suporte
do lado [BC] – a reta v contém o ponto B. Uma vez que a reta v é paralela ao Plano Frontal de Projeção, a
projeção frontal do segmento de reta [BC] não apresenta deformação. Assim, a verdadeira grandeza
do segmento está na sua projeção frontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Frontal de Projeção. Nesse
sentido, sobre a projeção frontal da reta v (v2), a partir de B2 (a projeção frontal do ponto B), mediram­‑se
os 4 cm (o comprimento do segmento), obtendo­‑se C2 (a projeção frontal do ponto C) sobre v2 (a projeção
frontal da reta v) – C é o extremo de menor cota do segmento e C1 (a projeção horizontal do ponto C) está
coincidente com (v1) e com B1 (pois a reta v é uma reta projetante horizontal). A projeção horizontal do
segmento de reta é um único ponto (apresenta a deformação máxima). Note que se mediram os 4 cm
para baixo de B2 (a projeção frontal do ponto B), pois no enun­ciado está expresso de forma inequívoca
que o ponto C se situa abaixo do ponto B (ver exercício 369. e respetivo relatório). A partir das projeções
dos quatro vértices da figura (A, B, C e D), foi possível desenhar as projeções dos quatro lados da figura –
os lados [AB], [BC], [CD] e [AD] – e concluir a construção das projeções da figura. Sublinha­‑se que cada
um dos quatro lados da figura tem duas projeções – uma projeção frontal e uma projeção horizontal. As
projeções da figura são constituídas pelas projeções homónimas dos seus quatro lados. Sublinha­‑se que
a projeção horizontal da figura só apresenta três lados – tal deve­‑se ao facto de a projeção horizontal de
um dos seus lados (o lado [BC]) ser apenas um ponto.

79
SOLUÇÕES
377.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta h, a reta suporte
do lado [AB] da figura, em função dos dados. A projeção frontal da reta h (h2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e é paralela ao eixo X. A projeção
horizontal da reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º, de abertura à esquerda, medido para baixo do
eixo X (o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção horizontal faz com o eixo X). A reta h é paralela ao
Plano Horizontal de Projeção, pelo que a projeção horizontal do segmento de reta [AB] não apresenta deformação. Assim, sobre h1 (a projeção horizontal
da reta h) e a partir de A1 (a projeção horizontal do ponto A), mediram­‑se os 9 cm (o comprimento de [AB]), em verdadeira grandeza, obtendo B1 (a projeção
horizontal do ponto B) e garantindo que o segmento se situa, na totalidade, no espaço do 1o Diedro (ver exercício 372. e respetivo relatório). A projeção frontal
do ponto B (B2) situa­‑se sobre h2 (a projeção frontal da reta h). Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta t, a reta de topo (projetante frontal) que é a reta
suporte do lado [AE] – a reta t contém o ponto A. Uma vez que a reta t é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, a projeção horizontal do segmento de reta
[AE] não apresenta deformação. Assim, a verdadeira grandeza do segmento está na sua projeção horizontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Horizontal
de Projeção. Nesse sentido, sobre a projeção horizontal da reta t (t1), a partir de A1 (a projeção horizontal do ponto A), mediram­‑se os 4 cm (o comprimento do
segmento), obtendo­‑se E1 (a projeção horizontal do ponto E) sobre t1 (a projeção horizontal da reta t) – E é o extremo de maior afastamento do segmento e E2
(a projeção frontal do ponto E) está coincidente com (t2) e com A2 (pois a reta t é uma reta projetante frontal). A projeção frontal do segmento de reta é um único
ponto (apresenta a deformação máxima). Note que se mediram os 4 cm para baixo de A1 (a projeção horizontal do ponto A), pois no enun­ciado está expresso
de forma inequívoca que a figura se situa no espaço do 1o Diedro. Caso se tivessem medido os 4 cm para cima de A1, o ponto E situar­‑se­‑ia no 2o Diedro e a
figura já não se situaria, na totalidade, no espaço do 1o Diedro. Desenharam­‑se em seguida as projeções da reta v, a reta vertical (projetante horizontal) que
é a reta suporte do lado [DE] – a reta v contém o ponto E. Uma vez que a reta v é paralela ao Plano Frontal de Projeção, a projeção frontal do segmento de
reta [DE] não apresenta deformação. Assim, a verdadeira grandeza do segmento está na sua projeção frontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Frontal de
Projeção. Nesse sentido, sobre a projeção frontal da reta v (v2), a partir de E2 (a projeção frontal do ponto E), mediram­‑se os 4 cm (o comprimento do segmento),
obtendo­‑se D2 (a projeção frontal do ponto D) sobre v2 (a projeção frontal da reta v) – D é o extremo de maior cota do segmento e D1 (a projeção horizontal
do ponto D) está coincidente com (v1) e com E1 (pois a reta v é uma reta projetante horizontal). A projeção horizontal do segmento de reta é um único ponto
(apresenta a deformação máxima). Note que se mediram os 4 cm para cima de E2 (a projeção frontal do ponto E), pois no enun­ciado está expresso de forma
inequívoca que o ponto D está mais distante do Plano Horizontal de Projeção do que o ponto E (o ponto D tem cota superior a E). Em seguida, desenharam­‑se
as projeções da reta f (a reta suporte do lado [CD]), em função dos dados. A projeção horizontal da reta f (f1) passa pela projeção horizontal do ponto D (D1) e é
paralela ao eixo X. A projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto D (D2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º, de abertura à direita, medido
para cima do eixo X (o ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção frontal faz com o eixo X). A reta f é
paralela ao Plano Frontal de Projeção, pelo que a projeção frontal do segmento de reta [CD] não apresenta deformação. Assim, sobre f2 (a projeção frontal
da reta f) e a partir de D2 (a projeção frontal do ponto D), mediram­‑se os 9 cm (o comprimento de [CD]), em verdadeira grandeza, obtendo C2 (a projeção frontal
do ponto C) e garantindo que o ponto C tem cota inferior a D (como é expressamente pedido no enunciado). A partir das projeções dos cinco vértices da figura
(A, B, C, D e E), foi possível desenhar as projeções dos cinco lados da figura – os lados [AB], [BC], [CD], [DE] e [AE] – e concluir a construção das projeções da
figura. Sublinha­‑se que cada um dos quatro lados da figura tem duas projeções – uma projeção frontal e uma projeção horizontal. As projeções da figura são
constituídas pelas projeções homónimas dos seus quatro lados. Note que a projeção horizontal da figura só apresenta quatro lados – tal deve­‑se ao facto de
a projeção horizontal de um dos seus lados (o lado [DE]) ser apenas um ponto. De forma semelhante, também a projeção frontal da figura apresenta, apenas,
quatro lados – também aqui tal se deve ao facto de a projeção frontal de um dos lados da figura (o lado [AE]) ser apenas um ponto.

80
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
378.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta v, a reta suporte do lado [AB] da figura,
em função dos dados. Uma vez que a reta v é paralela ao Plano Frontal de Projeção, a projeção
frontal do segmento de reta [AB] não apresenta deformação. Assim, a verdadeira grandeza do
segmento está na sua projeção frontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Frontal de Projeção.
Nesse sentido, sobre a projeção frontal da reta v (v2), a partir de A2 (a projeção frontal do ponto A),
mediram­‑se os 4 cm (o comprimento do segmento), obtendo­‑se B2 (a projeção frontal do ponto B)
sobre v2 (a projeção frontal da reta v) – B é o extremo de maior cota do segmento e B1 (a projeção
horizontal do ponto B) está coincidente com (v1) e com A1 (pois a reta v é uma reta projetante
horizontal). A projeção horizontal do segmento de reta é um único ponto (apresenta a deformação
máxima). Note que se mediram os 4 cm para cima de A2 (a projeção frontal do ponto A), pois caso
contrário a figura não se situaria no 1o Diedro (caso se tivesse medido para baixo de A2, o ponto B
teria cota negativa e situar­‑se­‑ia no 4o Diedro). Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta t, a
reta de topo (projetante frontal) que é a reta suporte do lado [BC] – a reta t contém o ponto B.
Uma vez que o ponto C tem afastamento nulo, o ponto C é o próprio traço frontal da reta t. Assim,
determinaram­‑se as projeções do ponto C – o ponto da reta que tem afastamento nulo. A projeção
horizontal do ponto C (C1) situa­‑se no eixo X e a projeção frontal do ponto C (C2) está coincidente
com (t2) e com B2 (pois a reta t é uma reta projetante frontal). Desenharam­‑se, em seguida, as
projeções da reta h, a reta suporte do lado [CD] da figura. A projeção frontal da reta h (h2) passa pela
projeção frontal do ponto C (C2) e é paralela ao eixo X. A projeção horizontal da reta h (h1) passa pela
projeção horizontal do ponto C (C1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º, de abertura à esquerda,
medido para baixo do eixo X (o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção corresponde
ao ângulo que a sua projeção horizontal faz com o eixo X). A reta h é paralela ao Plano Horizontal de
Projeção, pelo que a projeção horizontal do segmento de reta [CD] não apresenta deformação.
Assim, sobre h1 (a projeção horizontal da reta h) e a partir de C1 (a projeção horizontal do ponto C),
mediram­‑se os 7 cm (o comprimento de [CD]), em verdadeira grandeza, obtendo D1 (a projeção horizontal do ponto D) e garantindo que o segmento se situa, na
totalidade, no espaço do 1o Diedro (ver exercício 372. e respetivo relatório). A projeção frontal do ponto D (D2) situa­‑se sobre h2 (a projeção frontal da reta h). Em
seguida, desenharam­‑se as projeções da reta f (a reta suporte do lado [AE]), em função dos dados. A projeção horizontal da reta f (f1) passa pela projeção horizontal
do ponto A (A1) e é paralela ao eixo X. A projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 60º, de abertura à
esquerda, medido para cima do eixo X (o ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção frontal faz com o eixo X).
A reta f é paralela ao Plano Frontal de Projeção, pelo que a projeção frontal do segmento de reta [AE] não apresenta deformação. Assim, sobre f2 (a projeção
frontal da reta f) e a partir de A2 (a projeção frontal do ponto A), mediram­‑se os 7 cm (o comprimento de [AE]), em verdadeira grandeza, obtendo E2 (a projeção frontal
do ponto E) e garantindo que o segmento se situa, na totalidade, no espaço do 1o Diedro (ver exercício 367. e respetivo relatório). A partir das projeções dos cinco
vértices da figura (A, B, C, D e E), foi possível desenhar as projeções dos cinco lados da figura – os lados [AB], [BC], [CD], [DE] e [AE] – e concluir a construção das
projeções da figura. Sublinha­‑se que cada um dos cinco lados da figura tem duas projeções – uma projeção frontal e uma projeção horizontal. As projeções da figura
são constituídas pelas projeções homónimas dos seus cinco lados. Note que a projeção horizontal da figura só apresenta quatro lados – tal deve­‑se ao facto de a
projeção horizontal de um dos seus lados (o lado [AB]) ser apenas um ponto. De forma semelhante, também a projeção frontal da figura apresenta, apenas, quatro
lados – também aqui tal se deve ao facto de a projeção frontal de um dos lados da figura (o lado [BC]) ser apenas um ponto.

379.
a) Em primeiro lugar, representaram­‑se os pontos R e S, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas f e f’, em função dos
dados. A projeção horizontal da reta f (f1) passa pela projeção horizontal do ponto R (R1) e é
paralela ao eixo X. A projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto R (R2)
e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º, de abertura à esquerda, medido para cima do eixo X (o
ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua
projeção frontal faz com o eixo X). . A projeção horizontal da reta f’ (f’1) passa pela projeção
horizontal do ponto S (S1) e é paralela ao eixo X. A projeção frontal da reta f’ (f’2) passa pela
projeção frontal do ponto S (S2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º, de abertura à direita,
medido para cima do eixo X (o ângulo que a reta f’ faz com o Plano Horizontal de Projeção
corresponde ao ângulo que a sua projeção frontal faz com o eixo X).
Posição relativa das duas retas:
As retas f e f’ são não complanares (enviesadas), pois não são paralelas (as duas retas
não têm a mesma direção, pois apesar de as suas projeções horizontais serem paralelas, as
suas projeções frontais não são paralelas) nem concorrentes (não existe nenhum ponto que
pertença simultaneamente às duas retas).

b) Em primeiro lugar, desenhou­‑se a projeção frontal da reta h (h2), que é paralela ao eixo X e situa­‑se 2 cm acima do eixo X (a reta h é uma reta horizontal, pelo
que todos os seus pontos têm a mesma cota, que é 2). A reta h é concorrente com as retas f e f’, pelo que existem dois pontos de concorrência. O ponto A é o
ponto de con­corrência da reta h com a reta f – o ponto A foi determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto A (A2) é o ponto de con­
corrência das projeções frontais das duas retas (A2 é o ponto de concorrência de h2 com f2) e A1 (a projeção horizontal do ponto A) situa­‑se sobre f1 (a projeção
horizontal da reta f). O ponto B é o ponto de con­corrência da reta h com a reta f’ – o ponto B foi igualmente determinado a partir da sua projeção frontal. A
projeção frontal do ponto B (B2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas (B2 é o ponto de concorrência de h2 com f’2) e B1 (a projeção
horizontal do ponto B) situa­‑se sobre f’1 (a projeção horizontal da reta f’). A projeção horizontal da reta h fica definida pelas projeções horizontais dos pontos
A e B – h1 passa por A1 e por B1.

81
SOLUÇÕES
380.
a) Em primeiro lugar, representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções,
em função das respetivas coordenadas. O enunciado fornece­‑nos, ainda, a
abcissa e a cota do traço frontal da reta r (o ponto F), que é o único ponto da
reta r com afastamento nulo. Assim, é possível concluir que as coordenadas
do ponto F são ( –4; 0; 5). Nesse sentido, representou­‑se o ponto F pelas suas
projeções e desenharam­‑se, em seguida as projeções da reta r – a projeção
horizontal da reta r (r1) passa pelas projeções horizontais dos pontos A e F (A1 e
F1) e a projeção frontal da reta r (r2) passa pelas projeções frontais dos pontos A
e F (A2 e F2). Tendo em conta que as retas r e s são paralelas, sabe­‑se que as
projeções homónimas das duas retas são paralelas entre si. Nesse sentido, a
projeção horizontal da reta s (s1) passa pela projeção horizontal do ponto B (B1)
e é paralela à projeção horizontal da reta r (r1), tal como a projeção frontal da
reta s (s1) passa pela projeção horizontal do ponto B (B1) e é paralela à projeção
horizontal da reta r (r1).

b) Em primeiro lugar desenhou­‑se a projeção frontal da reta h (h2), que é paralela ao
eixo X e situa­‑se 3 cm acima do eixo X (a reta h é uma reta horizontal, pelo que
todos os seus pontos têm a mesma cota, que é 3). A reta h é concorrente com as
retas r e s, pelo que existem dois pontos de concorrência. O ponto M é o ponto de
con­corrência da reta h com a reta r – o ponto M foi determinado a partir da sua
projeção frontal. A projeção frontal do ponto M (M2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas (M2 é o ponto de concorrência de h2 com
r2) e M1 (a projeção horizontal do ponto M) situa­‑se sobre r1 (a projeção horizontal da reta r). O ponto N é o ponto de con­corrência da reta h com a reta s – o
ponto N foi igualmente determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto N (N2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das
duas retas (N2 é o ponto de concorrência de h2 com s2) e N1 (a projeção horizontal do ponto N) situa­‑se sobre s1 (a projeção horizontal da reta s). A projeção
horizontal da reta h fica definida pelas projeções horizontais dos pontos M e N – h1 passa por M1 e por N1.

c) Em primeiro lugar desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f (f1), que é paralela ao eixo X e situa­‑se 1 cm abaixo do eixo X (a reta f é uma reta frontal, pelo que
todos os seus pontos têm o mesmo afastamento, que é 1). A reta f é concorrente com as retas r e s, pelo que existem dois pontos de concorrência. O ponto R
é o ponto de con­corrência da reta f com a reta r – o ponto R foi determinado a partir da sua projeção horizontal. A projeção horizontal do ponto R (R1) é o ponto
de con­corrência das projeções horizontais das duas retas (R1 é o ponto de concorrência de f1 com r1) e R2 (a projeção frontal do ponto R) situa­‑se sobre r2 (a
projeção frontal da reta r). O ponto S é o ponto de con­corrência da reta f com a reta s – o ponto S foi igualmente determinado a partir da sua projeção horizontal.
A projeção horizontal do ponto S (S1) é o ponto de con­corrência das projeções horizontais das duas retas (S1 é o ponto de concorrência de f1 com s1) e S2 (a
projeção frontal do ponto S) situa­‑se sobre s2 (a projeção frontal da reta s). A projeção frontal da reta f fica definida pelas projeções frontais dos pontos R e
S – f2 passa por R2 e por S2.
Posição relativa das retas h e f:
As retas h e f são concorrentes, pois existe um ponto que pertence simultaneamente às duas retas o ponto P (que é o ponto de concorrência. De facto, as
projeções horizontais das duas retas são concorrentes sobre a projeção horizontal do ponto de concorrência (P1) e as suas projeções frontais são concorrentes
entre si sobre a projeção frontal do ponto de concorrência (P2).

381.
a) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados.
A projeção frontal da reta h (h2) é paralela ao eixo X, pois todos os pontos da
reta h têm a mesma cota (que é 3 cm). O ângulo que a reta h faz com o Plano
Frontal de Projeção projeta­‑se no Plano Horizontal de Projeção, no ângulo que a
projeção horizontal da reta (h1) faz com o eixo X. Assim, desenhou­‑se a projeção
horizontal da reta h (h1), fazendo, com o eixo X, um ângulo de 45º de abertura
para a direita (medido para baixo do eixo X). Em seguida desenhou­‑se a projeção
horizontal da reta f (f1), que é paralela ao eixo X (pois todos os pontos da reta
têm o mesmo afastamento, que é 4). A reta f é concorrente com a reta h, pelo
que se determinaram as projeções do ponto de concorrência das duas retas (o
ponto P). O ponto P é o ponto de con­corrência da reta f com a reta h – o ponto P
foi determinado a partir da sua projeção horizontal. A projeção horizontal do
ponto P (P1) é o ponto de con­corrência das projeções horizontais das duas retas
(P1 é o ponto de concorrência de f1 com h1) e P2 (a projeção frontal do ponto P)
situa­‑se sobre h2 (a projeção frontal da reta h). A projeção frontal da reta f (f2)
passa pela projeção frontal do ponto P (P2) e é paralela à projeção horizontal da
reta h (h1). Salienta­‑se que a projeção frontal da reta f é paralela à projeção
horizontal da reta h apenas na folha de papel, após o rebatimento do Plano
Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. De facto, no espaço,
duas projeções nunca poderiam estar coincidentes, pois situam­‑se em planos
de projeção distintos – a projeção frontal da reta f (f2) situa­‑se no Plano Frontal
de Projeção e a projeção horizontal da reta h (h1) situa­‑se no Plano Horizontal
de Projeção.

82
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
b) Em primeiro lugar determinou­‑se o traço frontal da reta h – o ponto F. Em seguida determinou­‑se a projeção frontal do ponto H, o traço horizontal da reta r,
que tem a mesma abcissa do ponto F. Desenhou­‑se a projeção frontal da reta r (r2), que passa pela projeção frontal do ponto H (H2) e faz, com o eixo X, um
ângulo de 60º de abertura para a direita (medido acima do eixo X). A reta r é concorrente com as retas h e f, pelo que existem dois pontos de concorrência.
O ponto A é o ponto de con­corrência da reta r com a reta h – o ponto A foi determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto A (A2) é
o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas (A2 é o ponto de concorrência de r2 com h2) e A1 (a projeção horizontal do ponto A) situa­‑se
sobre h1 (a projeção horizontal da reta h). O ponto B é o ponto de con­corrência da reta r com a reta f – o ponto B foi igualmente determinado a partir da sua
projeção frontal. A projeção frontal do ponto B (B2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas (B2 é o ponto de concorrência de f2 com
r2) e B1 (a projeção horizontal do ponto B) situa­‑se sobre f1 (a projeção horizontal da reta f). A projeção horizontal da reta r fica definida pelas projeções
horizontais dos pontos A e B – r1 passa por A1 e por B1. Em seguida, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto H (H1), sobre a projeção horizontal da
reta r (r1).

382.
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta r, passando pelas projeções
homónimas do ponto P e em função dos dados. A projeção horizontal da reta r (r1) passa
pela projeção horizontal do ponto P (P1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º de abertura
para a esquerda (medido para cima do eixo X). A projeção frontal da reta r (r2) passa pela
projeção frontal do ponto P (P2) e é paralela à projeção horizontal da reta r (r1). Salienta­‑se
que as duas projeções da reta r são paralelas apenas na folha de papel, após o rebatimento
do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. De facto, no espaço, as
duas projeções da reta r nunca poderiam ser perpendiculares, pois situam­‑se em planos
de projeção distintos – a projeção frontal da reta r situa­‑se no Plano Frontal de Projeção
e a projeção horizontal da reta r situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção. Em seguida
identificaram­‑se as projeções da reta s, que estão coincidentes com as projeções de nome
contrário da reta r – a projeção horizontal da reta s (s1) está coincidente com a projeção
frontal da reta r (r2), tal como a projeção frontal da reta s (s2) está coincidente com a
projeção horizontal da reta r (r1). Assim, tem­‑se imediatamente s1 ≡ r2 e s2 ≡ r1. Salienta­
‑se que as projeções de nome contrário das duas retas estão coincidentes apenas na
folha de papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal
de Projeção. De facto, no espaço, duas projeções de nome contrário de duas retas nunca
poderiam estar coincidentes, pois situam­‑se em planos de projeção distintos – as projeções
frontais situam­‑se no Plano Frontal de Projeção e as projeções horizontais situam­‑se no
Plano Horizontal de Projeção.

b) Posição relativa das duas retas:


As duas retas são paralelas, pelo que têm a mesma direção.
Justificação:
As projeções frontais das duas retas (r2 e s2) são paralelas entre si e as projeções horizontais
das duas retas (r1 e s1) são também paralelas entre si.

c) Em primeiro lugar desenhou­‑se a projeção frontal da reta h (h2), que é paralela ao eixo X e situa­‑se 3 cm acima do eixo X (a reta h é uma reta horizontal, pelo
que todos os seus pontos têm a mesma cota, que é 3). A reta h é concorrente com as retas r e s, pelo que existem dois pontos de concorrência. O ponto A é o
ponto de con­corrência da reta h com a reta r – o ponto A foi determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto A (A2) é o ponto de con­
corrência das projeções frontais das duas retas (A2 é o ponto de concorrência de h2 com r2) e A1 (a projeção horizontal do ponto A) situa­‑se sobre r1 (a projeção
horizontal da reta r). O ponto B é o ponto de con­corrência da reta h com a reta s – o ponto B foi igualmente determinado a partir da sua projeção frontal. A
projeção frontal do ponto B (B2) é o ponto de con­corrência das projeções frontais das duas retas (B2 é o ponto de concorrência de h2 com s2) e B1 (a projeção
horizontal do ponto B) situa­‑se sobre s1 (a projeção horizontal da reta s). A projeção horizontal da reta h fica definida pelas projeções horizontais dos pontos A
e B – h1 passa por A1 e por B1.

d) Determinação dos traços da reta nos planos de projeção:


O traço frontal (F) da reta h é o ponto de interseção da reta com o Plano Frontal de Projeção e é o único ponto da reta que tem afastamento nulo. Assim, F1 (a
projeção horizontal do ponto F) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção horizontal da reta h (h1) – F2 (a projeção frontal do ponto F) situa­‑se sobre h2 (a projeção
frontal da reta h), na linha de chamada de F1.
A reta h não tem traço horizontal (ponto H) porque:
– todos os pontos da reta h têm a mesma cota (que não é nula), pelo que não existe nenhum ponto da reta com cota nula;
– por outro lado, a reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que a reta h não interseta o Plano Horizontal de Projeção.
Determinação do traço da reta no b2/4:
O traço da reta h no b2/4 (o ponto I) é o ponto de interseção da reta h com o b2/4 e é o único ponto da reta que tem projeções coincidentes. Assim, a projeção
horizontal do ponto I (I1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta h (h1) e a projeção frontal do ponto I (I2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta h (h2)
– tendo em conta que as duas projeções do ponto I (I1 e I2) têm de estar coincidentes, as projeções do ponto I situam­‑se no ponto de concorrência das duas
projeções da reta (h1 e h2) – I1 ≡ I2 no ponto em que as duas projeções da reta se intersetam.

83
SOLUÇÕES
Determinação do traço da reta no b1/3:
O traço da reta h no b1/3 (o ponto Q) é o ponto de interseção da reta h com o b1/3 e é o único ponto da reta com projeções simétricas em relação ao eixo X. Tendo
em conta que todos os pontos da reta h têm a mesma cota (que é 3 cm), sabe­‑se imediatamente que o ponto Q tem 3 cm de cota. Uma vez que pontos do
b1/3 têm coordenadas iguais, o ponto Q tem também 3 cm de afastamento. Assim, o ponto Q é o ponto da reta h que tem 3 cm de afastamento. Nesse sentido
determinou­‑se a projeção horizontal do ponto Q (Q1) sobre a projeção horizontal da reta h (h1), em função do seu afastamento – Q1 situa­‑se 3 cm para baixo
do eixo X e a projeção frontal do ponto Q (Q2) está sobre a projeção frontal da reta h (h2), na linha de chamada de Q1.
Percurso da reta (ao nível dos Diedros):
Os pontos que separam as partes da reta que se situam em Diedros distintos são os traços da reta nos planos de projeção (o traço frontal e o traço horizontal
da reta). Tendo em conta que a reta h não tem traço horizontal, a reta h atravessa, apenas, dois Diedros. Analisando­‑se a localização dos pontos da reta que se
situam em cada uma das duas partes da reta, conclui­‑se: a parte da reta que se situa para a direita do traço frontal da reta (o ponto F) situa­‑se no 20 Diedro (os
pontos desta parte da reta têm afastamento negativo e cota positiva); a parte da reta que se situa para a esquerda do traço frontal da reta (o ponto F) situa­‑se
no 10 Diedro (os pontos desta parte da reta têm cota e afastamento positivos). O percurso da reta foi assinalado numa reta paralela ao eixo X, situada abaixo
da figura, na qual se indicou, previamente, o ponto em que a reta interseta o Plano Frontal de Projeção (o ponto em que a reta muda de Diedro). Note que,
casualmente, o ponto Q é o próprio ponto A (o ponto de concorrência da reta h com a reta r).

383.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas. Em seguida, desenharam­‑se as projeções das
retas v e t, em função das suas posições. A projeção frontal da reta v (v2) passa pela
projeção frontal do ponto A (A2) e é perpendicular ao eixo X. A projeção horizontal da
reta v (v1) é um único ponto, que está coincidente com a projeção horizontal do ponto A
– tem­‑se, imediatamente, A1 ≡ (v1). A projeção horizontal da reta t (t1) passa pela
projeção frontal do ponto B (B1) e é perpendicular ao eixo X. A projeção frontal da reta t
(t2) é um único ponto, que está coincidente com a projeção frontal do ponto B – tem­‑se,
imediatamente, B2 ≡ (t2).
Posição relativa das duas retas:
As retas v e t são não complanares (enviesadas), pois não são paralelas (as duas
retas não têm a mesma direção, pois a reta v é paralela ao Plano Horizontal de Projeção
e ortogonal ao Plano Frontal de Projeção e a reta t é paralela ao Plano Frontal de
Projeção e ortogonal ao Plano Horizontal de Projeção) nem concorrentes (não existe
nenhum ponto que pertença simultaneamente às duas retas).

b) A reta a é concorrente com as retas v e t, pelo que existem dois pontos de concorrência
– o ponto de concorrência da reta a com a reta v e o ponto de concorrência da reta a
com a reta t. Tendo em conta que a reta a é uma reta do b1/3, o ponto de concorrência
da reta a com a reta v é o traço da reta v no b1/3 (o ponto Q) e o ponto de concorrência
da reta a com a reta t é o traço da reta t no b1/3 (o ponto Q’). Determinaram­‑se os
traços das retas v e t no b1/3 (os pontos Q e Q’, respetivamente) e desenharam­‑se
as projeções da reta a, passando pelas projeções homónimas daqueles dois pontos.
A projeção horizontal da reta a (a1) passa pelas projeções horizontais dos pontos Q
e Q’ (Q1 e Q’1) e a projeção frontal da reta a (a2) passa pelas projeções frontais dos
pontos Q e Q’ (Q2 e Q’2). A reta a, porque é uma reta do b1/3, tem as suas projeções
simétricas em relação ao eixo X. A reta b é concorrente com as retas v e t, pelo que
existem dois pontos de concorrência – o ponto de concorrência da reta b com a reta v
e o ponto de concorrência da reta b com a reta t. Tendo em conta que a reta b é uma
reta do b2/4, o ponto de concorrência da reta b com a reta v é o traço da reta v no
b2/4 (o ponto I) e o ponto de concorrência da reta b com a reta t é o traço da reta t no
b2/4 (o ponto I’). Determinaram­‑se os traços das retas v e t no b2/4 (os pontos I e I’,
respetivamente) e desenharam­‑se as projeções da reta b, passando pelas projeções
homónimas daqueles dois pontos. A projeção horizontal da reta b (b1) passa pelas
projeções horizontais dos pontos I e I’ (I1 e I’1) e a projeção frontal da reta b (b2) passa
pelas projeções frontais dos pontos I e I’ (I2 e I’2). A reta b, porque é uma reta do b2/4,
tem as suas projeções coincidentes.

c) O ponto de concorrência da reta a com a reta v é o traço da reta v no b1/3 e o ponto de


concorrência da reta a com a reta t é o traço da reta t no b1/3.

d) O ponto de concorrência da reta b com a reta v é o traço da reta v no b2/4 e o ponto de


concorrência da reta b com a reta t é o traço da reta t no b2/4.

84
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
384.
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto M, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta m, em função dos dados. O ponto M
tem as suas projeções coincidentes num ponto do eixo X. A projeção horizontal da reta m
(m1) passa pela projeção horizontal do ponto M (M1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 30º de
abertura para a esquerda (medido abaixo do eixo X). A projeção frontal da reta m (m2) está
coincidente com a projeção horizontal da reta (m1), pois retas do b2/4 têm as suas projeções
coincidentes.

b) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta g, atendendo a que é paralela à reta m.
A projeção horizontal da reta g (g1) passa pela projeção horizontal do ponto P (P1) e é paralela
à projeção horizontal da reta m (m1). A projeção frontal da reta g (g2) passa pela projeção
frontal do ponto P (P2) e é paralela à projeção frontal da reta m (m2).

c) Em primeiro lugar desenhou­‑se a projeção frontal da reta h (h2), que é paralela ao eixo X e
situa­‑se 2 cm acima do eixo X (a reta h é uma reta horizontal, pelo que todos os seus pontos
têm a mesma cota, que é 2). A reta h é concorrente com as retas g e m, pelo que existem dois
pontos de concorrência. O ponto A é o ponto de con­corrência da reta h com a reta g – o ponto A
foi determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto A (A2) é o ponto
de con­corrência das projeções frontais das duas retas (A2 é o ponto de concorrência de h2
com g2) e A1 (a projeção horizontal do ponto A) situa­‑se sobre g1 (a projeção horizontal da
reta g). O ponto B é o ponto de con­corrência da reta h com a reta m – o ponto B foi igualmente
determinado a partir da sua projeção frontal. A projeção frontal do ponto B (B2) é o ponto de
con­corrência das projeções frontais das duas retas (B2 é o ponto de concorrência de h2 com m2)
e B1 (a projeção horizontal do ponto B) situa­‑se sobre m1 (a projeção horizontal da reta m).
A projeção horizontal da reta h fica definida pelas projeções horizontais dos pontos A e B
– h1 passa por A1 e por B1.

385.
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta AB (a reta h), em função dos dados. A
reta h é a reta suporte do lado [AB] do triângulo. A projeção frontal da reta h (h2) é paralela ao
eixo X, pois todos os pontos da reta h têm a mesma cota (que é 4 cm). O ângulo que a reta h faz
com o Plano Frontal de Projeção projeta­‑se no Plano Horizontal de Projeção, no ângulo que a
projeção horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X. Assim, desenhou­‑se a projeção horizontal
da reta h (h1), fazendo, com o eixo X, um ângulo de 45º de abertura para a direita (medido para
baixo do eixo X). Em seguida determinaram­‑se as projeções dos pontos A e B, pertencentes
à reta h. O vértice A do triângulo situa­‑se no Plano Frontal de Projeção, pelo que o ponto A
é o próprio traço frontal da reta h. Assim, A1 (a projeção horizontal do ponto A) situa­‑se no
eixo X, sobre a projeção horizontal da reta h (h1) – A2 (a projeção frontal do ponto A) situa­‑se
sobre h2 (a projeção frontal da reta h), na linha de chamada de A1. Por outro lado, o vértice B
do triângulo situa­‑se no b1/3, pelo que o ponto B é o próprio traço da reta h no b1/3. Tendo em
conta que todos os pontos da reta h têm a mesma cota (que é 4 cm), sabe­‑se imediatamente
que o ponto B tem 4 cm de afastamento (pontos do b1/3 têm coordenadas iguais). Assim, o
ponto B é o ponto da reta h que tem 4 cm de afastamento. Nesse sentido determinou­‑se a
projeção horizontal do ponto B (B1) sobre a projeção horizontal da reta h (h1), em função do seu
afastamento – B1 situa­‑se 4 cm para baixo do eixo X e a projeção frontal do ponto B (B2) está
sobre a projeção frontal da reta h (h2), na linha de chamada de B1. Em seguida desenharam­
‑se as projeções da reta BC (a reta f), em função dos dados. A reta f é a reta su­porte do lado
[BC] do triângulo. A projeção horizontal da reta f (f1) passa pela projeção horizontal do ponto B
(B1) e é paralela ao eixo X, pois todos os pontos da reta f têm o mesmo afastamento. O ângulo
que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção projeta­‑se no Plano Frontal de Projeção,
no ângulo que a projeção frontal da reta f (f2) faz com o eixo X. Assim, desenhou­‑se a projeção
frontal da reta f (f2), passando pela projeção frontal do ponto B (B2) e fazendo, com o eixo
X, um ângulo de 45º de abertura para a direita (medido para cima do eixo X). Em seguida
determinaram­‑se as projeções do ponto A, pertencentes à reta f. O vértice C do triângulo situa­
‑se no Plano Horizontal de Projeção, pelo que o ponto C é o próprio traço horizontal da reta f.
Assim, C2 (a projeção frontal do ponto C) situa­‑se no eixo X, sobre a projeção frontal da reta f
(f2) – C1 (a projeção horizontal do ponto C) situa­‑se sobre f1 (a projeção horizontal da reta f), na
linha de chamada de C2. Note que, nesta situação, e em particular pela posição específica das
retas h e f, o ponto A e o ponto C situam­‑se necessariamente na mesma linha de chamada.

85
SOLUÇÕES
386.
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas,
e desenharam­‑se as projeções da reta h, a reta suporte do lado [AB] da figura, em função dos dados.
A projeção frontal da reta h (h2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e é paralela ao eixo X. A
projeção horizontal da reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) e faz, com o eixo X,
um ângulo de 60º, de abertura à esquerda, medido para baixo do eixo X (o ângulo que a reta h faz com
o Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção horizontal faz com o eixo X).
A reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que a projeção horizontal do segmento de
reta [AB] não apresenta deformação. Assim, sobre h1 (a projeção horizontal da reta h) e a partir de A1
(a projeção horizontal do ponto A), mediram­‑se os 6 cm (o comprimento de [AB]), em verdadeira
grandeza, obtendo B1 (a projeção horizontal do ponto B) e garantindo que o segmento se situa, na
totalidade, no espaço do 1o Diedro (ver exercício 372. e respetivo relatório). Em seguida desenharam­
‑se as projeções da reta v, a reta projetante horizontal que contém o lado [BC] da figura – a reta v
contém o ponto B. Uma vez que a reta v é paralela ao Plano Frontal de Projeção, a projeção frontal
do segmento de reta [BC] não apresenta deformação. Assim, a verdadeira grandeza do segmento
está na sua projeção frontal, pois o segmento é paralelo ao Plano Frontal de Projeção. Nesse sentido,
sobre a projeção frontal da reta v (v2), a partir de B2 (a projeção frontal do ponto B), mediram­‑se os 7
cm (o comprimento do segmento), obtendo­‑se C2 (a projeção frontal do ponto C) sobre v2 (a projeção
frontal da reta v) – C é o extremo de maior cota do segmento e C1 (a projeção horizontal do ponto C)
está coincidente com (v1) e com B1 (pois a reta v é uma reta projetante horizontal). A projeção
horizontal do segmento de reta é um único ponto (apresenta a deformação máxima). Note que se
mediram os 7 cm para cima de B2 (a projeção frontal do ponto B), pois caso contrário a figura não se
situaria no 1o Diedro. Em seguida, desenharam­‑se as projeções da reta f (a reta suporte do lado [CD]),
em função dos dados. A projeção horizontal da reta f (f1) passa pela projeção horizontal do ponto C
(C1) e é paralela ao eixo X. A projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto C (C2)
e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º, de abertura à esquerda, medido para cima do eixo X (o ângulo
que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção frontal
faz com o eixo X). A reta f é paralela ao Plano Frontal de Projeção, pelo que a projeção frontal do
segmento de reta [CD] não apresenta deformação. Assim, sobre f2 (a projeção frontal da reta f)
e a partir de C2 (a projeção frontal do ponto C), mediram­‑se os 8 cm (o comprimento de [CD]), em
verdadeira grandeza, obtendo D2 (a projeção frontal do ponto D). Note que se teve em conta que a cota
do ponto D tem de ser inferior à cota do ponto C, como refere expressamente o enunciado. A partir
das projeções dos quatro vértices da figura (A, B, C e D), foi possível desenhar as projeções dos quatro
lados da figura – os lados [AB], [BC], [CD] e [AD] – e concluir a construção das projeções da figura
(tenha em conta que cada um dos quatro lados da figura tem duas projeções – uma projeção frontal
e uma projeção horizontal). As projeções da figura são constituídas pelas projeções homónimas dos
seus quatro lados. Note que a projeção horizontal da figura só apresenta três lados – tal deve­‑se ao
facto de a projeção horizontal de um dos seus lados (o lado [BC]) ser apenas um ponto.

387.
A partir do enunciado infere­‑se que as coordenadas do ponto A são ( 1; 1), pois o ponto A pertence
ao b1/3 e, nesse sentido, a sua cota é igual ao seu afastamento (pontos do b1/3 têm coordenadas
iguais). Assim, em primeiro lugar determinaram­‑se as projeções do ponto A, em função das suas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta f, a reta suporte do segmento [AB]. A projeção
horizontal da reta f (f1) passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) e é paralela ao eixo X. A projeção
frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º,
de abertura à direita, medido para cima do eixo X (o ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal
de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção frontal faz com o eixo X). A reta f é paralela
ao Plano Frontal de Projeção, pelo que a projeção frontal do segmento de reta [AB] não apresenta
deformação. Assim, sobre f2 (a projeção frontal da reta f) e a partir de A2 (a projeção frontal do ponto A),
mediram­‑se os 7 cm (o comprimento de [AB]), em verdadeira grandeza, obtendo B2 (a projeção frontal
do ponto B) e garantindo que o segmento se situa, na totalidade, no 1o Diedro (ver exercício 367. e
respetivo relatório) – B1 (a projeção horizontal do ponto B) situa­‑se sobre f1 (a projeção horizontal
da reta f). Em seguida desenharam­‑se as projeções da reta h, a reta suporte do lado [BC] da figura.
A projeção frontal da reta h (h2) passa pela projeção frontal do ponto B (B2) e é paralela ao eixo X. A
projeção horizontal da reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto B (B1) e faz, com o eixo X,
um ângulo de 45º, de abertura à esquerda, medido para baixo do eixo X (o ângulo que a reta h faz com
o Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção horizontal faz com o eixo X).
A reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção, pelo que a projeção horizontal do segmento de
reta [BC] não apresenta deformação. Assim, sobre h1 (a projeção horizontal da reta h) e a partir de B1
(a projeção horizontal do ponto B), mediram­‑se os 7 cm (o comprimento de [BC]), em verdadeira
grandeza, obtendo C1 (a projeção horizontal do ponto C) e garantindo que o segmento se situa, na
totalidade, no espaço do 1o Diedro (ver exercício 372. e respetivo relatório) – C2 (a projeção frontal do
ponto C) situa­‑se sobre h2 (a projeção frontal da reta h). Em seguida, desenharam­‑se as projeções
da reta f’, a reta suporte do segmento [CD]. A projeção horizontal da reta f’ (f’1) passa pela projeção
horizontal do ponto C (C1) e é paralela ao eixo X. A projeção frontal da reta f’ (f’2) passa pela projeção

86
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
frontal do ponto C (C2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º, de abertura à esquerda, medido para cima do eixo X (o ângulo que a reta f’ faz com o Plano Horizontal
de Projeção corresponde ao ângulo que a sua projeção frontal faz com o eixo X). A reta f’ é paralela ao Plano Frontal de Projeção, pelo que a projeção frontal do
segmento de reta [CD] não apresenta deformação. Assim, sobre f’2 (a projeção frontal da reta f’) e a partir de C2 (a projeção frontal do ponto C), mediram­‑se
os 7 cm (o comprimento de [CD]), em verdadeira grandeza, obtendo D2 (a projeção frontal do ponto D) e garantindo que o ponto D tem cota inferior a C – D1 (a
projeção horizontal do ponto D) situa­‑se sobre f’1 (a projeção horizontal da reta f’). Por fim, pelas projeções do ponto D conduziram­‑se as projeções homónimas
da reta t, a reta suporte do seg­mento [DE]. A reta t é uma reta projetante frontal, pelo que a projeção frontal do ponto E está coincidente com a projeção frontal
do ponto D – E2 ≡ D2. Atendendo a que o ponto E se situa na mesma projetante horizontal do ponto B sabe­‑se imediatamente que as projeções horizontais dos
dois pontos estão coincidentes (pontos situados na mesma reta projetante horizontal têm as suas projeções horizontais coincidentes) – tem­‑se imediatamente
E1 ≡ B1. A partir das projeções dos cinco vértices da figura (A, B, C, D e E), foi possível desenhar as projeções dos cinco lados da figura – [AB], [BC], [CD], [DE]
e [AE] – e desenhar as projeções da figura. Sublinha­‑se que cada um dos cinco lados da figura tem duas projeções – uma projeção frontal e uma projeção
horizontal. As projeções da figura são constituídas pelas projeções homónimas dos seus quatro lados. Note que a projeção frontal da figura tem apenas quatro
lados, pois a projeção frontal do lado [DE] se reduz a um único ponto. De forma semelhante, a projeção horizontal da figura também tem apenas quatro lados,
porque a projeção horizontal do lado [BE] se reduz a um único ponto.

5.
REPRESENTAÇÃO DO PLANO

388.
Os quatro pontos podem definir exactamente quatro planos: o próprio plano ABC e, para além deste, o plano ABD, o plano ACD e o plano BCD.

389.
Os três pontos e a reta podem definir exactamente quatro planos: o próprio plano ABC e os três planos que contêm a reta r e cada um dos três pontos – o plano
que contém a reta r e o ponto A, o plano que contém a reta r e o ponto B e ainda o plano que contém a reta r e o ponto C. Note que, caso dois dos pontos A, B e C
estejam numa reta paralela à reta r, existirá menos um plano (poderia haver apenas três planos).

390.
As retas r e s, por pertencerem a um mesmo plano, são necessariamente complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes.

391.
Dados:
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções das retas r e s, em função dos dados – o plano está
representado pelas projeções das duas retas. Em seguida determinou­‑se a projeção horizontal
do ponto F (o traço frontal da reta m), em função dos dados – a projeção horizontal do ponto F
(F1) situa­‑se no eixo X e o ponto tem 5 cm de abcissa. Por F1 (a projeção horizontal do ponto F)
con­duziu­‑se m1 (a projeção horizontal da reta m), fazendo um ângulo de 45º (a.d.) com o eixo X
(medido abaixo do eixo X).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta m. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e
uma direção. As retas m e r são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são
paralelas ou são concorrentes. As retas m e r não são paralelas, pois as suas projeções horizontais
não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto R. R1 é a projeção horizontal do ponto R e é o ponto de concorrência das
projeções frontais das retas m e r. A projeção frontal do ponto R (R2) está sobre a projeção frontal
da reta r (r2). Já temos um ponto para definir a reta m. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção
para definir a reta m. As retas m e s são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo
que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas m e s não são paralelas, pois as suas projeções
horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um
ponto de concorrência – o ponto S. S1 é a projeção horizontal do ponto S e é o ponto de concorrência
das projeções horizontais das retas m e s. A projeção frontal do ponto S (S2) está sobre a projeção
frontal da reta s (s2). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta m. A reta m está definida
por dois pontos – os pontos R e S. A projeção frontal da reta m (m2) passa pelas projeções frontais
dos pontos R e S (R2 e S2). Por fim, determinou­‑se a projeção frontal do ponto F (F2), sobre a
projeção frontal da reta m (m2).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta m, que
é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio
(é a linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve (trata­‑se de linhas de chamada).

87
SOLUÇÕES
392.
Dados:
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções das retas r e s, em função dos dados – o plano
está representado pelas projeções das duas retas. Em seguida desenhou­‑se a projeção horizontal
da reta f, em função dos dados – f1 (a projeção horizontal da reta f) é paralela ao eixo X e situa­‑se
3 cm (o afastamento da reta f) abaixo do eixo X.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta f. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e
uma direção. As retas f e r são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são
paralelas ou são concorrentes. As retas f e r não são paralelas, pois as suas projeções horizontais
não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto
de concorrência – o ponto R. R1 é a projeção horizontal do ponto R e é o ponto de concorrência
das projeções horizontais das retas f e r. A projeção frontal do ponto R (R2) está sobre a projeção
frontal da reta r (r2). Já temos um ponto para definir a reta f. Falta­‑nos outro ponto ou uma
direção para definir a reta. As retas f e s são complanares (pois pertencem ambas ao plano a),
pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f e s não são paralelas, pois as suas
projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo
que existe um ponto de concorrência – o ponto S. S1 é a projeção horizontal do ponto S e é o ponto
de concorrência das projeções horizontais das retas f e s. A projeção frontal do ponto S (S2) está
sobre a projeção frontal da reta s (s2). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta f.
A reta f está definida por dois pontos – os pontos R e S. A projeção frontal da reta f (f2) passa pelas
projeções frontais dos pontos R e S (R2 e S2).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta f, que
é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio
(é a linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve (trata­‑se de linhas de chamada).

393.
Dados:
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções das retas a e b, em função dos dados – o plano
está representado pelas projeções das duas retas. Em seguida desenhou­‑se a projeção frontal da
reta h, em função dos dados – h2 (a projeção frontal da reta h) é paralela ao eixo X e situa­‑se 3 cm
(a cota da reta h) acima do eixo X.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto
e uma direção. As retas h e a são complanares (pois pertencem ambas ao plano d), pelo que
ou são paralelas ou são concorrentes. As retas h e a não são paralelas, pois as suas projeções
frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um
ponto de concorrência – o ponto A. A2 é a projeção frontal do ponto A e é o ponto de concorrência
das projeções frontais das retas h e a. A projeção horizontal do ponto A (A1) está sobre a projeção
horizontal da reta a (a1). Já temos um ponto para definir a reta h. Falta­‑nos outro ponto ou
uma direção para definir a reta. As retas h e b são complanares (pois pertencem ambas ao plano
d), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas h e b não são paralelas, pois as suas
projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que
existe um ponto de concorrência – o ponto B. B2 é a projeção frontal do ponto B e é o ponto de
concorrência das projeções frontais das retas h e b. A projeção horizontal do ponto B (B1) está
sobre a projeção horizontal da reta b (b1). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta h.
A reta h está definida por dois pontos – os pontos A e B. A projeção horizontal da reta h (h1) passa
pelas projeções horizontais dos pontos A e B (A1 e B1).

Traçado:
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta h, que
é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio
(é a linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve (trata­‑se de linhas de chamada).

88
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
394.
a) As retas h e f são complanares (pertencem, ambas, ao plano q), pelo que ou são paralelas ou
são concorrentes. A reta f é paralela ao Plano Frontal de Projeção e oblíqua ao Plano Horizontal
de Projeção e a reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção e oblíqua ao Plano Frontal de
Projeção, pelo que as duas retas têm direções diferentes, pelo que não são paralelas – logo, as duas
retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência.

b) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados, bem como a
projeção horizontal da reta f (f1). Atendendo a que as duas retas são necessariamente concorrentes
(ver alínea anterior), é necessário determinar as projeções do ponto de concorrência – o ponto P. A
projeção horizontal do ponto P (P1) é o ponto de concorrência das projeções horizontais das retas h
e f (h1 e f1) e a projeção frontal do ponto P (P2) situa­‑se sobre a projeção frontal da reta h (h2). Em
seguida desenhou­‑se a projeção frontal da reta f (f2), passando pela projeção frontal do ponto P (P2)
e em função dos dados. O plano está representado pelas projeções das duas retas.

c) Em primeiro lugar desenhou­‑se r2 (a projeção frontal da reta r), qualquer, oblíqua ao eixo X e
excluindo a situação referida – a reta r não deve conter o ponto P, pelo que a sua projeção frontal (r2)
não pode passar pela projeção frontal do ponto P (P2). Em seguida efetuaram­‑se os procedimentos
necessários à determinação da projeção horizontal da reta r, de acordo com os raciocínios que
em seguida se expõem. É pedida uma reta – a reta r. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As retas r e h são
complanares (pois pertencem ambas ao plano q), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas r e h não são paralelas, pois as suas projeções
frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto A. A2 é a projeção frontal do
ponto A e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas r e h. A projeção horizontal do ponto A (A1) está sobre a projeção horizontal da reta h
(h1). Já temos um ponto para definir a reta r. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta. As retas r e f são complanares (pois pertencem
ambas ao plano q), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas r e f não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si,
pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto B. B2 é a projeção frontal do ponto B e é o ponto de concorrência
das projeções frontais das retas r e f. A projeção horizontal do ponto B (B1) está sobre a projeção horizontal da reta f (f1). Já temos o ponto que nos faltava
para definir a reta r. A reta r está definida por dois pontos – os pontos A e B. A projeção horizontal da reta r (r1) passa pelas projeções horizontais dos pontos A
e B (A1 e B1).

Traçado:
As retas dadas (as retas h e f) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta r, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

395.
Dados:
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções das retas h e f, em função dos dados (ver alínea a) do
exercício anterior) – o plano está representado pelas projeções das duas retas. Em seguida desenhou­
‑se a projeção horizontal da reta f’, em função dos dados – f’1 (a projeção horizontal da reta f’) é
paralela ao eixo X e situa­‑se 4 cm (o afastamento da reta f’) abaixo do eixo X.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta f’. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e
uma direção. As retas f’ e h são complanares (pois pertencem ambas ao plano q), pelo que ou são
paralelas ou são concorrentes. As retas f’ e h não são paralelas, pois as suas projeções horizontais
não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto A. A1 é a projeção horizontal do ponto A e é o ponto de concorrência das
projeções horizontais das retas f’ e h. A projeção frontal do ponto A (A2) está sobre a projeção
frontal da reta h (h2). Já temos um ponto para definir a reta f’. Falta­‑nos outro ponto ou uma
direção para definir a reta. As retas f’ e f são complanares (pois pertencem ambas ao plano q),
pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f’ e f não são concorrentes, pois as suas
projeções horizontais não são concorrentes entre si, pelo que as duas retas são paralelas, pelo que
têm a mesma direção (a direção da reta f). Já temos a direção que nos faltava para definir a reta f’.
A reta f’ está definida por um ponto (o ponto A) e uma direção (a direção da reta f). A projeção
frontal da reta f’ (f’2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e é paralela à projeção frontal da
reta f (f2).

Traçado:
As retas dadas (as retas h e f) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X representou­
‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). A reta f’, que é a reta pedida (o objetivo do exercício),
representou­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

89
SOLUÇÕES
396.
a) As retas r e h são complanares (pertencem, ambas, ao plano a), pelo que ou são paralelas ou são
concorrentes. A reta r é oblíqua tanto ao Plano Frontal de Projeção como ao Plano Horizontal de
Projeção mas a reta h, sendo também oblíqua ao Plano Frontal de Projeção, é paralela ao Plano
Horizontal de Projeção, pelo que as duas retas têm necessariamente direções diferentes, pelo que
não são paralelas – logo, as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência.

b) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados. Sublinha­‑se que
as projeções da reta r são perpendiculares entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício
294. e respetivo relatório). Em seguida desenhou­‑se a projeção frontal da reta h (h2), em função da
sua cota. Atendendo a que as duas retas são necessariamente concorrentes (ver alínea anterior),
é necessário determinar as projeções do ponto de concorrência – o ponto P. A projeção frontal do
ponto P (P2) é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas r e h (r2 e h2) e a projeção
horizontal do ponto P (P1) situa­‑se sobre a projeção horizontal da reta r (r1). Em seguida desenhou­
‑se a projeção horizontal da reta h (h1), passando pela projeção horizontal do ponto P (P1) e em
função dos dados. O plano está representado pelas projeções das duas retas.

c) Em primeiro lugar desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f, em função dos dados – f1 (a
projeção horizontal da reta f) é paralela ao eixo X e situa­‑se 6 cm (o afastamento da reta f) abaixo
do eixo X. Em seguida efetuaram­‑se os procedimentos necessários à determinação da projeção
frontal da reta f, de acordo com os raciocínios que em seguida se expõem. É pedida uma reta – a
reta f. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As retas f e r
são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f e r não são paralelas, pois as suas projeções
horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto A. A1 é a projeção
horizontal do ponto A e é o ponto de concorrência das projeções horizontais das retas f e r. A projeção frontal do ponto A (A2) está sobre a projeção frontal da
reta r (r2). Já temos um ponto para definir a reta f. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta. As retas f e h são complanares (pois pertencem
ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f e h não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas
entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto B. B1 é a projeção horizontal do ponto B e é o ponto de
concorrência das projeções horizontais das retas f e h. A projeção frontal do ponto B (B2) está sobre a projeção frontal da reta h (h2). Já temos o ponto que
nos faltava para definir a reta f. A reta f está definida por dois pontos – os pontos A e B. A projeção frontal da reta f (f2) passa pelas projeções frontais dos
pontos A e B (A2 e B2).

Traçado:
As retas dadas (as retas h e r) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta f, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

397.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções em função das suas coordenadas, e
desenharam­‑se as projeções das retas r e s, em função dos dados. Sublinha­‑se que as projeções da reta r
são paralelas entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício 274. e respetivo relatório). Em
seguida determinaram­‑se as projeções do ponto A, o ponto da reta s que tem 3 cm de cota (o ponto A
é o ponto de concorrência das retas m e s).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta m. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. A reta m é paralela à reta r (é expressamente dado no enunciado), pelo que as retas m e r têm
a mesma direção. Já temos uma direção para definir a reta m. Falta­‑nos um ponto para definir a
reta. A reta m é concorrente com a reta s no ponto A (é expressamente dado no enunciado), pelo que já
temos o ponto que nos faltava para definir a reta m. A reta m está definida por um ponto (o ponto A)
e uma direção (a direção da reta r). A projeção frontal da reta m (m2) passa pela projeção frontal do
ponto A (A2) e é paralela à projeção frontal da reta r (r2), tal como a projeção horizontal da reta m (m1)
passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) e é paralela à projeção horizontal da reta r (r1).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta m, que
é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é
a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de
chamada.

90
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
398.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções em função das suas coordenadas,
e desenharam­‑se as projeções das retas r e s, em função dos dados. Sublinha­‑se que as projeções
da reta r são paralelas entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício 274. e respetivo
relatório). Em seguida determinou­‑se a projeção horizontal do ponto F (o traço frontal da reta m), em
função dos dados – a projeção horizontal do ponto F (F1) situa­‑se no eixo X e o ponto tem 2 cm de
abcissa. Por F1 (a projeção horizontal do ponto F) con­duziu­‑se m1 (a projeção horizontal da reta m),
fazendo um ângulo de 45º (a.d.) com o eixo X (medido abaixo do eixo X).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta m. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e
uma direção. As retas m e r são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são
paralelas ou são concorrentes. As retas m e r não são paralelas, pois as suas projeções horizontais
não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto R. R1 é a projeção horizontal do ponto R e é o ponto de concorrência das
projeções horizontais das retas m e r. A projeção frontal do ponto R (R2) está sobre a projeção frontal
da reta r (r2). Já temos um ponto para definir a reta m. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção
para definir a reta m. As retas m e s são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo
que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas m e s não são paralelas, pois as suas projeções
horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um
ponto de concorrência – o ponto S. S1 é a projeção horizontal do ponto S e é o ponto de concorrência
das projeções horizontais das retas m e s. A projeção frontal do ponto S (S2) está sobre a projeção
frontal da reta s (s2). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta m. A reta m está definida
por dois pontos – os pontos R e S. A projeção frontal da reta m (m2) passa pelas projeções frontais
dos pontos R e S (R2 e S2). Por fim, determinou­‑se a projeção frontal do ponto F (F2), sobre a projeção
frontal da reta m (m2).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta m, que é
a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a
linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve (trata­‑se de linhas de chamada).

399.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano a, pelas projeções das retas r e s (ver Dados do relatório
do exercício anterior). Em seguida determinou­‑se a projeção frontal do ponto H (o traço horizontal da
reta a), em função dos dados – a projeção frontal do ponto H (H2) situa­‑se no eixo X e o ponto tem 3 cm
de abcissa. Por H2 (a projeção frontal do ponto H) con­duziu­‑se a2 (a projeção frontal da reta a),
paralela a r2 (a projeção frontal da reta r).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta a. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e
uma direção. As retas a e r são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou
são paralelas ou são concorrentes. As retas a e r não são concorrentes, pois as suas projeções
frontais não são concorrentes entre si, pelo que as duas retas são paralelas, pelo que têm a mesma
direção. Já temos uma direção para definir a reta a. Falta­‑nos um ponto para definir a reta a. As
retas a e s são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas ou são
concorrentes. As retas a e s não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas
entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o
ponto A. A2 é a projeção frontal do ponto A e é o ponto de concorrência das projeções frontais das
retas a e s. A projeção horizontal do ponto A (A1) está sobre a projeção horizontal da reta s (s1). Já
temos o ponto que nos faltava para definir a reta a. A reta a está definida por um ponto (o ponto A)
e uma direção (a direção da reta r). A projeção horizontal da reta a (a1) passa pela projeção horizontal
do ponto A (A1) é é paralela à projeção horizontal da reta r (r1). Por fim, determinou­‑se a projeção
horizontal do ponto H (H1), sobre a projeção horizontal da reta a (a1).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta a, que é a
reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a
linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve (trata­‑se de linhas de chamada).

91
SOLUÇÕES
400.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas a e b, em
função dos dados. Em seguida determinou­‑se a projeção frontal do ponto H (o traço
horizontal da reta r), em função dos dados – a projeção frontal do ponto H (H2) situa­‑se
no eixo X e o ponto tem –5 cm de abcissa. Por H2 (a projeção frontal do ponto H) con­
duziu­‑se r2 (a projeção frontal da reta r), fazendo um ângulo de 45º (a.e.) com o eixo X
(medido acima do eixo X).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta r. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um
ponto e uma direção. As retas r e a são complanares (pois pertencem ambas ao plano d),
pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas r e a não são paralelas, pois
as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são
concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto C. C2 é a projeção
frontal do ponto C e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas r e a.
A projeção horizontal do ponto C (C1) está sobre a projeção horizontal da reta a (a1).
Já temos um ponto para definir a reta r. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para
definir a reta r. As retas r e b são complanares (pois pertencem ambas ao plano d), pelo
que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas r e b não são paralelas, pois as suas
projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes,
pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto D. D2 é a projeção frontal do ponto D
e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas r e b. A projeção horizontal
do ponto D (D1) está sobre a projeção horizontal da reta b (b1). Já temos o ponto que
nos faltava para definir a reta r. A reta r está definida por dois pontos – os pontos C e D.
A projeção horizontal da reta r (r1) passa pelas projeções horizontais dos pontos C e D
(C1 e D1). Por fim, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto H (H1), sobre a projeção
horizontal da reta r (r1).

Traçado:
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados.
A reta r, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve
(trata­‑se de linhas de chamada).

401.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos R e S, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta r, em função
dos dados. Sublinha­‑se que as projeções da reta r são paralelas entre si apenas no papel
e não no espaço (ver exercício 274. e respetivo relatório). Em seguida desenhou­‑se a
projeção horizontal da reta s (s1), passando pela projeção horizontal do ponto S (S1) e
perpendicular à projeção horizontal da reta r (r1). As duas retas são concorrentes, pelo
que existe um ponto de concorrência – o ponto P. Nesse sentido, determinaram­‑se as
projeções do ponto P. A projeção horizontal do ponto P (P1) é o ponto de concorrência
das projeções horizontais das retas r e s (r1 e s1). A projeção frontal do ponto P (P2)
situa­‑se sobre a projeção frontal da reta r (r2). Por fim desenhou­‑se a projeção frontal
da reta s (s2), passando pelas projeções frontais dos pontos S e P (S2 e P2). Em seguida
determinou­‑se a projeção horizontal do ponto F (o traço frontal da reta m), em função dos
dados – a projeção horizontal do ponto F (F1) situa­‑se no eixo X e o ponto tem 6 cm de
abcissa. Por F1 (a projeção horizontal do ponto F) con­duziu­‑se m1 (a projeção horizontal
da reta m), fazendo um ângulo de 45º (a.d.) com o eixo X (medido abaixo do eixo X).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta m. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um
ponto e uma direção. As retas m e r são complanares (pois pertencem ambas ao plano q),
pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas m e r não são concorrentes,
pois as suas projeções horizontais não são concorrentes entre si, pelo que as duas retas
são paralelas, pelo que têm a mesma direção. Já temos uma direção para definir a
reta m. Falta­‑nos um ponto para definir a reta m. As retas m e s são complanares (pois
pertencem ambas ao plano q), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas
m e s não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas entre si,

92
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto T. T1 é a projeção horizontal do ponto T e é o ponto de concorrência
das projeções horizontais das retas m e s. A projeção frontal do ponto T (T2) está sobre a projeção frontal da reta s (s2). Já temos o ponto que nos faltava para
definir a reta m. A reta m está definida por um ponto (o ponto T) e por uma direção (a direção da reta r). A projeção frontal da reta m (m2) passa pela projeção
frontal do ponto T (T2) é é paralela à projeção frontal da reta r (r2). Por fim, determinou­‑se a projeção frontal do ponto F (F2), sobre a projeção frontal da reta m (m2).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta m, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve (trata­‑se de linhas de chamada).

402.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas h e h’,
em função dos dados. Recorde que o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de
Projeção corresponde ao ângulo que a projeção horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X.
Assim, a projeção horizontal da reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto A
(A1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º (a.d.), sendo que o ângulo foi medido para
baixo do eixo X. Em seguida desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f, em função
dos dados – f1 (a projeção horizontal da reta f) é paralela ao eixo X e situa­‑se 3 cm (o
afastamento da reta f) abaixo do eixo X.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta f. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um
ponto e uma direção. As retas f e h são complanares (pois pertencem ambas ao plano d),
pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f e h não são paralelas, pois
as suas projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são
concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto C. C1 é a projeção
horizontal do ponto C e é o ponto de concorrência das projeções horizontais das retas f
e h. A projeção frontal do ponto C (C2) está sobre a projeção frontal da reta h (h2). Já
temos um ponto para definir a reta f. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para
definir a reta f. As retas f e h’ são complanares (pois pertencem ambas ao plano d),
pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f e h’ não são paralelas, pois
as suas projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são
concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto D. D1 é a projeção
horizontal do ponto D e é o ponto de concorrência das projeções horizontais das retas f
e h’. A projeção frontal do ponto D (D2) está sobre a projeção frontal da reta h’ (h’2).
Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta f. A reta f está definida por dois
pontos – os pontos C e D. A projeção frontal da reta f (f2) passa pelas projeções frontais
dos pontos C e D (C2 e D2).

Traçado:
As retas dadas (as retas h e h’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados.
A reta f, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a
leve (trata­‑se de linhas de chamada).

403.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos M e N, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas f e f’,
em função dos dados. Recorde que o ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de
Projeção corresponde ao ângulo que a projeção frontal da reta f (f2) faz com o eixo X.
Assim, a projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto M (M2) e
faz, com o eixo X, um ângulo de 45º (a.e.), sendo que o ângulo foi medido para cima
do eixo X. Em seguida desenhou­‑se a projeção frontal da reta h, em função dos dados
– h2 (a projeção frontal da reta h) é paralela ao eixo X e situa­‑se 2 cm abaixo do eixo X
(a cota da reta h é negativa). Note que, nesta situação, a projeção frontal da reta h (h2)
fica coincidente com a projeção horizontal da reta f’ (f’1), que tem 2 cm de afastamento.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um
ponto e uma direção. As retas h e f são complanares (pois pertencem ambas ao plano l),
pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas h e f não são paralelas, pois
as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são
concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto C. C2 é a projeção
frontal do ponto C e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas h e f

93
SOLUÇÕES
(h2 e f2). A projeção horizontal do ponto C (C1) está sobre a projeção horizontal da reta f (f1). Já temos um ponto para definir a reta h. Falta­‑nos outro ponto
ou uma direção para definir a reta h. As retas h e f’ são complanares (pois pertencem ambas ao plano l), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As
retas h e f’ não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto D. D2 é a projeção frontal do ponto D e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas h e f’ (h2 e f’2). A projeção horizontal
do ponto D (D1) está sobre a projeção horizontal da reta f’ (f’1). Note que o ponto D tem as suas projeções coincidentes. Já temos o ponto que nos faltava
para definir a reta h. A reta h está definida por dois pontos – os pontos C e D. A projeção horizontal da reta h (h1) passa pelas projeções horizontais dos pontos
C e D (C1 e D1).

Traçado:
As retas dadas (as retas f e f’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta h, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve (trata­‑se de linhas de chamada).

404.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções em função das suas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos
dados. Sublinha­‑se que as projeções da reta r são perpendiculares entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício 294. e respetivo relatório). Em seguida
indicaram­‑se as projeções da reta s, que estão coincidentes com as projeções de nome contrário da reta r. Salienta­‑se que as projeções de nome contrário das
duas retas estão coincidentes apenas na folha de papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção (ver exercício
324. e respetivo relatório). A reta r e a reta s são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As duas retas não são paralelas, pois as suas
projeções frontais (tal como as suas projeções horizontais) não são paralelas, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto A.
Nesse sentido determinaram­‑se as projeções do ponto A, o ponto de concorrência das duas retas. Sublinha­‑se que a representação de duas retas concorrentes
deve contemplar sempre a representação do ponto de concorrência das duas retas. Por fim, desenhou­‑se a projeção frontal da reta h, em função dos dados – h2
(a projeção frontal da reta h) é paralela ao eixo X e situa­‑se 2 cm (a cota da reta h) acima do eixo X.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As retas h e r são complanares (pois pertencem
ambas ao plano d), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas h e r não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si,
pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto R. R2 é a projeção frontal do ponto R e é o ponto de concorrência das
projeções frontais das retas h e r (h2 e r2). A projeção horizontal do ponto R (R1) está sobre a projeção horizontal da reta r (r1). Já temos um ponto para definir a
reta h. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta h. As retas h e s são complanares (pois pertencem ambas ao plano d), pelo que ou são paralelas
ou são concorrentes. As retas h e s não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo
que existe um ponto de concorrência – o ponto S. S2 é a projeção frontal do ponto S e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas h e s (h2 e s2). A
projeção horizontal do ponto S (S1) está sobre a projeção horizontal da reta s (s1). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta h. A reta h está definida
por dois pontos – os pontos R e S. A projeção horizontal da reta h (h1) passa pelas projeções horizontais dos pontos R e S (R1 e S1). Salienta­‑se que o ponto P e
o ponto S não são o mesmo ponto. De facto, apesar de os dois terem as projeções coincidentes, as projeções que estão coincidentes são as projeções de nome
contrário e não as projeções homónimas.

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta h, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve (trata­‑se de linhas de chamada).

94
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
405.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e s, em função dos
dados. Sublinha­‑se que as projeções da reta r (tais como as projeções da reta s) são paralelas
entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício 274. e respetivo relatório). O plano a
está definido (representado) pelas projeções das retas r e s.

b) Determinou­‑se a projeção horizontal do ponto F (o traço frontal da reta m), em função dos
dados – a projeção horizontal do ponto F (F1) situa­‑se no eixo X e o ponto tem –5 de abcissa.
Por F1 (a projeção horizontal do ponto F) con­duziu­‑se m1 (a projeção horizontal da reta m),
paralela às projeções horizontais das retas r e s (é dado, no enunciado, que a reta m é paralela
às retas r e s). Em seguida efetuaram­‑se os procedimentos necessários à determinação da
reta m. É pedida uma reta – a reta m. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou
um ponto e uma direção. A reta m é paralela às retas r e s (é dado no enunciado), pelo que já
temos uma direção para definir a reta m. Falta­‑nos um ponto para definir a reta m. Tendo
em conta que, a partir dos dados do plano a (as retas r e s, apenas), não é possível obter o
elemento que nos falta para definir a reta m (o ponto que nos falta), conclui­‑se, então, que os
dados do plano a (as retas r e s) são insuficientes para definir a reta m, pelo que é necessário
o recurso a uma reta auxiliar do plano (uma outra reta do plano), reta essa que, também
ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta a
como reta auxiliar do plano a. A reta a (a reta auxiliar do plano) está definida por dois pontos
– o ponto A e o ponto B (dados no enunciado). Note que o ponto A é o ponto de concorrência
da reta a com a reta r e que o ponto B é o ponto de concorrência da reta a com a reta s. Há que
recordar, no entanto, que o objetivo do exercício é determinar as projeções da reta m, para o
que as duas retas dadas se revelaram insuficientes. No entanto, já temos três retas do plano a
– as retas r, s e a. As retas m e a são complanares (estão contidas no plano a), pelo que ou
são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções horizontais
não são paralelas, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o
ponto C. C1 é a projeção horizontal do ponto C e é o ponto de concorrência das projeções
horizontais das retas m e a. A projeção frontal do ponto C (C2) está sobre a projeção frontal
da reta a (a2). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta m. A reta m está definida
por um ponto (o ponto C) e pela sua direção (a direção das retas r e s). A projeção frontal da
reta m (m2) passa pela projeção frontal do ponto C (C2) e é paralela às projeções frontais das
retas r e s (r2 e s2).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta m, que
é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representa­‑se a médio (é
a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados
auxiliares (caso da reta a) ou são linhas de chamada.

406.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e C, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e p, em função dos dados.
Em seguida representou­‑se o ponto B (cuja abcissa não é dada) pelas suas projeções, garantindo
que o ponto B pertence à reta p (as projeções do ponto B estão sobre as projeções homónimas
da reta p). O plano está representado pelas projeções das duas retas. Em seguida desenhou­‑se
a projeção frontal da reta h, em função dos dados – h2 (a projeção frontal da reta h) é paralela ao
eixo X e situa­‑se 3 cm acima do eixo X (a cota da reta h).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto
e uma direção. As retas h e r são complanares (estão contidas no plano s), pelo que ou são
paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são
paralelas, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto P.
P2 é a projeção frontal do ponto P e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas
h e p. A projeção horizontal do ponto P (P1) está sobre a projeção horizontal da reta h (h1). Já
temos um ponto para definir a reta h. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a
reta h. As retas h e p são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não
são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas, pelo que são concorrentes,
pelo que existe um ponto de concorrência. No entanto, não é possível determinar o ponto de
concorrência das retas h e p de forma direta, pois, com os conhecimentos adquiridos, não é

95
SOLUÇÕES
possível determinar as projeções de outros pontos de uma reta de perfil para além dos dados, sem o recurso a raciocínios auxiliares (as projeções da reta p
não verificam o Critério de Reversibilidade). Assim, só temos um ponto para definir a reta h. Conclui­‑se, então, que os dados do plano (as retas r e p) são
insuficientes para definir a reta h, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano (uma outra reta do plano), reta essa que, também ela, terá de
ser definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta h’ como reta auxiliar do plano s. A reta h’ (a reta auxiliar do plano) está definida
por dois pontos – os seus pontos de concorrência com as retas r e p (os pontos D e B, respetivamente). Note que se conduziu a reta h’ pelo ponto B (o outro
ponto conhecido da reta p), pois, para além dos pontos A e B, não é possível determinar quaisquer outros pontos da reta p (com os conhecimentos adquiridos
até agora). Há que recordar que o objetivo do exercício é determinar as projeções da reta h, para o que as duas retas dadas (as retas r e p) se revelaram
insuficientes. No entanto, já temos três retas do plano s – as retas r, p e h’. As retas h e h’ são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes –
não são concorrentes, pois as suas projeções frontais não são concorrentes, pelo que são paralelas, pelo que têm a mesma direção. Já temos a direção que
nos faltava para definir a reta h. A reta h está definida por um ponto (o ponto P) e pela sua direção (a direção da reta h’). A projeção horizontal da reta h (h1)
passa pela projeção horizontal do ponto P (P1) e é paralela à projeção frontal da reta h’ (h’1).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e p) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta h, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da reta h’)
ou são linhas de chamada.

407.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se as retas r e s, pelas respetivas projeções, em função dos dados (ver exercício 397. e respetivo relatório). O plano está
representado pelas projeções das duas retas. Em seguida desenhou­‑se a projeção horizontal da reta a, em função dos dados – a1 (a projeção horizontal da reta
a) passa pela projeção horizontal do ponto P (P1) e é perpendicular à projeção horizontal da reta s (s1).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta a. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. A reta a passa pelo ponto P (é dado no
enunciado), pelo que já temos um ponto para definir a reta a. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta a. Note que o ponto P é,
simultaneamente o ponto de concorrência da reta a com a reta r e o ponto de concorrência da reta a com a reta s. Assim, a partir dos dados do plano g (as
retas r e s, apenas), não é possível obter o elemento que nos falta para definir a reta a (o ponto que nos falta ou a direção), pelo que se conclui que os dados
do plano g (as retas r e s) são insuficientes para definir a reta a, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano (uma outra reta do plano),
reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta h como reta auxiliar do plano g.
A reta h (a reta auxiliar do plano) está definida por dois pontos – os seus pontos de concorrência com as retas r e s (os pontos R e S, respetivamente). Há
que recordar que o objetivo do exercício é determinar as projeções da reta a, para o que as duas retas dadas (as retas r e s) se revelaram insuficientes.
No entanto, já temos três retas do plano g – as retas r, s e h. As retas a e h são complanares (estão contidas no plano g), pelo que ou são paralelas ou
são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto A. A1 é a projeção horizontal do ponto A e é o ponto de concorrência das projeções horizontais das retas a e h (a1 e h1). A projeção
frontal do ponto A (A2) está sobre a projeção frontal da reta h (h2). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta a. A reta a está definida por dois
pontos – o ponto A e o ponto P. A projeção frontal da reta a (a2) passa pelas projeções frontais dos pontos P e A (P2 e A2).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta a, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da reta h)
ou são linhas de chamada.

96
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
408.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se as retas r e s, pelas respetivas projeções, em função dos dados
(ver exercício 397. e respetivo relatório). O plano está representado pelas projeções das duas retas.
Em seguida desenhou­‑se a projeção frontal da reta h, em função dos dados – h2 (a projeção frontal da
reta a) passa pela projeção frontal do ponto P (P2) e é paralela ao eixo X.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e
uma direção. A reta h passa pelo ponto P (é dado no enunciado), pelo que já temos um ponto para
definir a reta h. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta h. Note que o ponto P é,
simultaneamente o ponto de concorrência da reta h com a reta r e o ponto de concorrência da reta h
com a reta s. Assim, a partir dos dados do plano g (as retas r e s, apenas), não é possível obter o
elemento que nos falta para definir a reta h (o ponto que nos falta ou a direção), pelo que se conclui
que os dados do plano g (as retas r e s) são insuficientes para definir a reta h, pelo que é necessário
o recurso a uma reta auxiliar do plano (uma outra reta do plano), reta essa que, também ela, tem
de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta a como reta
auxiliar do plano g. A reta a (a reta auxiliar do plano) está definida por um ponto e uma direção – o
ponto R (que é o ponto de concorrência da reta a com a reta r) e por uma direção (a direção da reta s).
Há que recordar que o objetivo do exercício é determinar as projeções da reta h, para o que as duas
retas dadas (as retas r e s) se revelaram insuficientes. No entanto, já temos três retas do plano g – as
retas r, s e a. As retas h e a são complanares (estão contidas no plano g), pelo que ou são paralelas ou
são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas, pelo que são
concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto A. A2 é a projeção frontal do ponto A
e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas h e a (h2 e a2). A projeção horizontal do
ponto A (A1) está sobre a projeção horizontal da reta a (a1). Já temos o ponto que nos faltava para
definir a reta h. A reta h está definida por dois pontos – o ponto A e o ponto P. A projeção horizontal da
reta h (h1) passa pelas projeções horizontais dos pontos P e A (P1 e A1).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta h, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da reta a)
ou são linhas de chamada.

409.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções em função das suas coordenadas,
e desenharam­‑se as projeções das retas r e h, em função dos dados. Sublinha­‑se que as projeções da
reta r são paralelas entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício 274. e respetivo relatório).
Em seguida desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f (f1), paralela ao eixo X e passando pela
projeção horizontal do ponto P (P1).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta f. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e
uma direção. A reta f passa pelo ponto P (é dado no enunciado), pelo que já temos um ponto para
definir a reta f. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta f. Note que o ponto P é,
simultaneamente o ponto de concorrência da reta f com a reta r e o ponto de concorrência da reta f
com a reta h. Assim, a partir dos dados do plano p (as retas r e h, apenas), não é possível obter o
elemento que nos falta para definir a reta f (o ponto que nos falta ou a direção), pelo que se conclui
que os dados do plano p (as retas r e h) são insuficientes para definir a reta f, pelo que é necessário
o recurso a uma reta auxiliar do plano (uma outra reta do plano), reta essa que, também ela, tem
de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta f’ como reta
auxiliar do plano p. A reta f’ (a reta auxiliar do plano) está definida por dois pontos – os pontos A e B
(respetivamente, os pontos de concorrência da reta f’ com a reta h e com a reta r). Há que recordar que
o objetivo do exercício é determinar as projeções da reta f’, para o que as duas retas dadas (as retas r
e h) se revelaram insuficientes. No entanto, já temos três retas do plano p – as retas r, h e f’. As retas f e f’ são complanares (estão contidas no plano p), pelo que
ou são paralelas ou são concorrentes – não são concorrentes, pois as suas projeções horizontais não são concorrentes, pelo que são paralelas, pelo que têm a
mesma direção. Já temos a direção que nos faltava para definir a reta f’. A reta f’ está definida por um ponto (o ponto P) e uma direção (a direção da reta f’). A
projeção frontal da reta f’ (f’2) passa pela projeção frontal do ponto P (P1) e é paralela à projeção frontal da reta f’ (f’2).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e h) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta f’, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da reta f’)
ou são linhas de chamada.

97
SOLUÇÕES
410.
a) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados, bem como
a projeção horizontal da reta f (f1). Atendendo a que as duas retas são concorrentes (é dado
no enunciado), é necessário determinar as projeções do ponto de concorrência – o ponto P.
A projeção horizontal do ponto P (P1) é o ponto de concorrência das projeções horizontais das
retas h e f (h1 e f1) e a projeção frontal do ponto P (P2) situa­‑se sobre a projeção frontal da
reta h (h2). Em seguida desenhou­‑se a projeção frontal da reta f (f2), passando pela projeção
frontal do ponto P (P2) e em função dos dados. O plano está definido (representado) pelas
projeções das duas retas.

b) Desenhou­‑se a projeção frontal da reta h’, em função da sua cota – h’2 (a projeção frontal da
reta h’) é paralela ao eixo X e situa­‑se 4 cm acima do eixo X (a cota da reta h’). Em seguida
efetuaram­‑se os procedimentos necessários à determinação da reta h’. É pedida uma reta – a
reta h’. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As retas h’
e h são complanares (pois pertencem ambas ao plano q), pelo que ou são paralelas ou são
concorrentes. As retas h’ e h não são concorrentes, pois as suas projeções frontais não são
concorrentes entre si, pelo que as duas retas são paralelas, pelo que têm a mesma direção. Já
temos uma direção para definir a reta h’. Falta­‑nos um ponto para definir a reta h’. As retas h’
e f são complanares (pois pertencem ambas ao plano q), pelo que ou são paralelas ou são
concorrentes. As retas h’ e f não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas
entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o
ponto A. A2 é a projeção frontal do ponto A e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas h’ e f (h’2 e f2). A projeção horizontal do ponto A (A1)
está sobre a projeção horizontal da reta f (f1). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta h’. A reta h’ está definida por um ponto (o ponto A) e por
uma direção (a direção da reta h). A projeção horizontal da reta h’ (h’1) passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) é é paralela à projeção horizontal da
reta h (h1). Posição da reta h’ em relação à reta h: as duas retas são paralelas, pois pertencem ao mesmo plano (ou são paralelas ou são concorrentes) e
não são concorrentes. Posição da reta h’ em relação à reta f: as duas retas são concorrentes, pois pertencem ao mesmo plano (ou são paralelas ou são
concorrentes) e não são paralelas.

c) Desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f’, em função do seu afastamento – f’1 (a projeção horizontal da reta f’) é paralela ao eixo X e situa­‑se 2 cm
abaixo do eixo X (o afastamento da reta f’). Em seguida efetuaram­‑se os procedimentos necessários à determinação da reta f’. É pedida uma reta – a reta f’.
Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As retas f’ e f são complanares (pois pertencem ambas ao plano q), pelo que
ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f’ e f não são concorrentes, pois as suas projeções horizontais não são concorrentes entre si, pelo que as
duas retas são paralelas, pelo que têm a mesma direção. Já temos uma direção para definir a reta f’. Falta­‑nos um ponto para definir a reta f’. As retas f’
e h são complanares (pois pertencem ambas ao plano q), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f’ e h não são paralelas, pois as suas
projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto B. B1 é a
projeção horizontal do ponto B e é o ponto de concorrência das projeções horizontais das retas f’ e h (f’1 e h1). A projeção frontal do ponto B (B2) está sobre
a projeção frontal da reta h (h2). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta f’. A reta f’ está definida por um ponto (o ponto B) e por uma direção
(a direção da reta f). A projeção frontal da reta f’ (f’2) passa pela projeção frontal do ponto B (B2) é é paralela à projeção frontal da reta f (f2). Posição da
reta f’ em relação à reta f: as duas retas são paralelas, pois pertencem ao mesmo plano (ou são paralelas ou são concorrentes) e não são concorrentes.
Posição da reta f’ em relação à reta h: as duas retas são concorrentes, pois pertencem ao mesmo plano (ou são paralelas ou são concorrentes) e não
são paralelas.

Traçado:
As retas dadas (as retas h e f) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As retas h’ e f’, que são retas pedidas (os dois objetivos do exercício),
representaram­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas
de chamada.

411.
Reta horizontal (de nível) de um plano com 3 cm de cota é o lugar geométrico dos pontos do plano que têm 3 cm de cota.

412.
Reta frontal (de frente) de um plano com 6 cm de afastamento é o lugar geométrico dos pontos do plano que têm 6 cm de afastamento.

413.
Por lugar geométrico dos pontos de um plano a com 4 cm de cota entende­‑se a reta horizontal (de nível) que pertence ao plano a e que tem 4 cm de cota.

414.
Por lugar geométrico dos pontos de um plano d com 5 cm de afastamento entende­‑se a reta frontal (de frente) que pertence ao plano d e que tem 5 cm de
afastamento.

98
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
415.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e s, em função dos dados.

a) Desenhou­‑se a projeção frontal da reta h, em função da sua cota – h2 (a projeção frontal da reta h)
é paralela ao eixo X e situa­‑se 4 cm acima do eixo X (a cota da reta h). Em seguida efetuaram­‑se
os procedimentos necessários à determinação da reta h. É pedida uma reta – a reta h. Para definir
uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As retas h e r são complanares
(pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas h e r
não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas
retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto D. D2 é a projeção
frontal do ponto D e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas h e r (h2 e r2). A
projeção horizontal do ponto D (D1) está sobre a projeção horizontal da reta r (r1). Já temos um
ponto para definir a reta h. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta h. As retas h
e s são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas ou são
concorrentes. As retas h e s não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas
entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o
ponto E. E2 é a projeção frontal do ponto E e é o ponto de concorrência das projeções frontais
das retas h e s (h2 e s2). A projeção horizontal do ponto E (E1) está sobre a projeção horizontal
da reta s (s1). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta h. A reta h está definida por
dois pontos – o ponto D e o ponto E. A projeção horizontal da reta h (h1) passa pelas projeções
horizontais dos pontos D e E (D1 e E1). Note que a reta h é o lugar geométrico dos pontos do
plano que têm 4 cm de cota.
b) Desenhou­‑se a projeção frontal da reta h’, em função da sua cota – h’2 (a projeção frontal da
reta h’) é paralela ao eixo X e situa­‑se 1 cm acima do eixo X (a cota da reta h’). Em seguida
efetuaram­‑se os procedimentos necessários à determinação da reta h’. É pedida uma reta – a
reta h’. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As
retas h’ e r são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas
ou são concorrentes. As retas h’ e r não são paralelas, pois as suas projeções frontais não
são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto F. F2 é a projeção frontal do ponto F e é o ponto de concorrência das
projeções frontais das retas h’ e r (h’2 e r2). A projeção horizontal do ponto E (E1) está sobre a
projeção horizontal da reta r (r1). Já temos um ponto para definir a reta h’. Falta­‑nos outro
ponto ou uma direção para definir a reta h’. As retas h’ e s são complanares (pois pertencem
ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas h’ e s não são
paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas
são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto G. G2 é a projeção
frontal do ponto G e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas h’ e s (h’2 e s2).
A projeção horizontal do ponto G (G1) está sobre a projeção horizontal da reta s (s1). Já temos
o ponto que nos faltava para definir a reta h’. A reta h’ está definida por dois pontos – o ponto F
e o ponto G. A projeção horizontal da reta h’ (h’1) passa pelas projeções horizontais dos pontos F
e G (F1 e G1). Note que a reta h’ é o lugar geométrico dos pontos do plano que têm 1 cm de
cota.
c) Desenhou­‑se a projeção frontal da reta h’’, em função da sua cota – h’’2 (a projeção frontal da reta h’’) situa­‑se no eixo X, pois a reta h’’ tem cota nula. Em
seguida efetuaram­‑se os procedimentos necessários à determinação da reta h’’. É pedida uma reta – a reta h’’. Para definir uma reta são necessários dois
pontos ou um ponto e uma direção. As retas h’’ e r são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As
retas h’’ e r não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto H. H2 é a projeção frontal do ponto H e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas h’’ e r (h’’2 e r2). A projeção horizontal
do ponto H (H1) está sobre a projeção horizontal da reta r (r1). Já temos um ponto para definir a reta h’’. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a
reta h’’. As retas h’’ e s são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas h’’ e s não são paralelas,
pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto I. I2
é a projeção frontal do ponto I e é o ponto de concorrência das projeções frontais das retas h’’ e s (h’’2 e s2). A projeção horizontal do ponto I (I1) está sobre
a projeção horizontal da reta s (s1). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta h’’. A reta h’’ está definida por dois pontos – o ponto H e o ponto I. A
projeção horizontal da reta h’’ (h’’1) passa pelas projeções horizontais dos pontos H e I (H1 e I1). Note que a reta h é o lugar geométrico dos pontos do plano
que têm cota nula. Localização da reta: a reta h’’ situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção, pois trata­‑se de uma reta horizontal (de nível) do plano com cota
nula.
d) Conclui­‑se que retas horizontais (de nível) de um plano são paralelas entre si.

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As retas h, h’ e h’’, que são retas pedidas (o objetivo do exercício),
representaram­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de
chamada. Atendendo a que a reta h’’ tem cota nula e que, em função disso mesmo, a sua projeção frontal se situa no eixo X, o eixo X, no final, ficou representado
a traço forte.

99
SOLUÇÕES
416.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos R, S e T, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas a e b, em função dos dados.

a) Desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f, em função do seu afastamento – f1 (a projeção


horizontal da reta f) é paralela ao eixo X e situa­‑se 2 cm abaixo do eixo X (o afastamento da reta f).
Em seguida efetuaram­‑se os procedimentos necessários à determinação da reta f. É pedida uma
reta – a reta f. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção.
As retas f e a são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas
ou são concorrentes. As retas f e a não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não
são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto A. A1 é a projeção horizontal do ponto A e é o ponto de concorrência das
projeções horizontais das retas f e a (f1 e a1). A projeção frontal do ponto A (A2) está sobre a projeção
frontal da reta a (a2). Já temos um ponto para definir a reta f. Falta­‑nos outro ponto ou uma
direção para definir a reta f. As retas f e b são complanares (pois pertencem ambas ao plano a),
pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f e b não são paralelas, pois as suas
projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que
existe um ponto de concorrência – o ponto B. B1 é a projeção horizontal do ponto B e é o ponto de
concorrência das projeções horizontais das retas f e b (f1 e b1). A projeção frontal do ponto B (B2)
está sobre a projeção frontal da reta b (b2). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta f.
A reta f está definida por dois pontos – o ponto A e o ponto B. A projeção frontal da reta f (f2) passa
pelas projeções frontais dos pontos A e B (A2 e B2). Note que a reta f é o lugar geométrico dos
pontos do plano que têm 2 cm de afastamento.
b) Desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f’, em função do seu afastamento – f’1 (a projeção
horizontal da reta f’) é paralela ao eixo X e situa­‑se 3 cm abaixo do eixo X (o afastamento da reta f’).
Em seguida efetuaram­‑se os procedimentos necessários à determinação da reta f’. É pedida uma
reta – a reta f’. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção.
As retas f’ e a são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas
ou são concorrentes. As retas f’ e a não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não
são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto C. C1 é a projeção horizontal do ponto C e é o ponto de concorrência das
projeções horizontais das retas f’ e a (f’1 e a1). A projeção frontal do ponto C (C2) está sobre a
projeção frontal da reta a (a2). Já temos um ponto para definir a reta f’. Falta­‑nos outro ponto ou
uma direção para definir a reta f’. As retas f’ e b são complanares (pois pertencem ambas ao plano
a), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f’ e b não são paralelas, pois as suas
projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que
existe um ponto de concorrência – note que, neste caso, o ponto de concorrência das duas retas é
o próprio ponto T (o ponto que nos permitiu desenhar as projeções da reta b). Já temos o ponto
que nos faltava para definir a reta f’. A reta f’ está definida por dois pontos – o ponto C e o ponto T.
A projeção frontal da reta f’ (f’2) passa pelas projeções frontais dos pontos C e T (C2 e T2). Note que
a reta f’ é o lugar geométrico dos pontos do plano que têm 3 cm de afastamento.
c) Desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f’’, em função do seu afastamento – f’’1 (a projeção horizontal da reta f’’) situa­‑se no eixo X, pois a reta f’’ tem
afastamento nulo. Em seguida efetuaram­‑se os procedimentos necessários à determinação da reta f’’. É pedida uma reta – a reta f’’. Para definir uma reta são
necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As retas f’’ e a são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas ou são
concorrentes. As retas f’’ e a não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que
existe um ponto de concorrência – o ponto D. D1 é a projeção horizontal do ponto D e é o ponto de concorrência das projeções horizontais das retas f’’ e a (f’’1
e a1). A projeção frontal do ponto D (D2) está sobre a projeção frontal da reta a (a2). Já temos um ponto para definir a reta f’’. Falta­‑nos outro ponto ou uma
direção para definir a reta f’’. As retas f’’ e b são complanares (pois pertencem ambas ao plano a), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f’’
e b não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto E. E1 é a projeção horizontal do ponto E e é o ponto de concorrência das projeções horizontais das retas f’’ e b (f’’1 e b1). A projeção frontal
do ponto E (E2) está sobre a projeção frontal da reta b (b2). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta f’’. A reta f’’ está definida por dois pontos – o
ponto D e o ponto E. A projeção frontal da reta f’’ (f’’2) passa pelas projeções frontais dos pontos D e E (D2 e E2). Note que a reta f’’ é o lugar geométrico dos
pontos do plano que têm afastamento nulo. Localização da reta: a reta f’’ situa­‑se no Plano Frontal de Projeção, pois trata­‑se de uma reta frontal (de frente)
do plano com afastamento nulo.
d) Conclui­‑se que retas frontais (de frente) de um plano são paralelas entre si.

Traçado:
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As retas f, f’ e f’’, que são retas pedidas (o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.
Atendendo a que a reta f’’ tem afastamento nulo e que, em função disso mesmo, a sua projeção horizontal se situa no eixo X, o eixo X, no final, ficou representado
a traço forte.

100
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
417.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas f e f’, em função dos dados. Recorde que
o ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção corresponde ao ângulo que a projeção frontal
da reta f (f2) faz com o eixo X. Assim, a projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto A
(A2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º (a.d.), sendo que o ângulo foi medido para cima do eixo X. Em
seguida desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f’’, em função dos dados – f’’1 (a projeção horizontal da
reta f’’) é paralela ao eixo X e situa­‑se 3 cm abaixo do eixo X (o afastamento da reta f’’).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta f’’. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. A reta f’’ é uma reta frontal (de frente) do plano d e as retas f e f’ são também retas frontais (de
frente) do mesmo plano. Atendendo a que retas frontais (de frente) de um mesmo plano são paralelas
entre si, já temos uma direção para definir a reta f’’ – a direção das retas frontais (de frente) do plano d.
Falta­‑nos um ponto para definir a reta f’’. Tendo em conta que, a partir dos dados do plano d (as retas f
e f’, apenas), não é possível obter o elemento que nos falta para definir a reta f’’ (o ponto que nos falta),
conclui­‑se, então, que os dados do plano d (as retas f e f’) são insuficientes para definir a reta f’’, pelo
que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano (uma outra reta do plano), reta essa que,
também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta r
como reta auxiliar do plano d. A reta r (a reta auxiliar do plano) está definida por dois pontos – o ponto D e o ponto C (que são, respetivamente, os pontos de
concorrência da reta r com a reta f e com a reta f’). Há que recordar, no entanto, que o objetivo do exercício é determinar as projeções da reta f’’, para o que as
duas retas dadas se revelaram insuficientes. No entanto, já temos três retas do plano d – as retas f, f’ e r. As retas f’’ e r são complanares (estão contidas no plano
d), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas, pelo que são concorrentes, pelo que
existe um ponto de concorrência – o ponto E. E1 é a projeção horizontal do ponto E e é o ponto de concorrência das projeções horizontais das retas f’’ e r (f’’1 e r1).
A projeção frontal do ponto E (E2) está sobre a projeção frontal da reta r (r2). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta f’’. A reta f’’ está definida por
um ponto (o ponto E) e pela sua direção (a direção das retas frontais do plano d). A projeção frontal da reta f’’ (f’’2) passa pela projeção frontal do ponto E (E2) e é
paralela às projeções frontais das retas f e f’ (f2 e f’’2).

Traçado:
As retas dadas (as retas f e f’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta f’’, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve, pois ou são linhas auxiliares (caso da reta r) ou são linhas de chamada.

418.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos M e N, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas h e h’, em função dos dados.
Recorde que o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo que a
projeção horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X. Assim, a projeção horizontal da reta h (h1) passa
pela projeção horizontal do ponto M (M1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º (a.e.), sendo que o
ângulo foi medido para baixo do eixo X. Em seguida desenhou­‑se a projeção frontal da reta h’’, em
função dos dados – h’’2 (a projeção frontal da reta h’’) é paralela ao eixo X e situa­‑se 1 cm acima do
eixo X (a cota da reta h’’).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta h’’. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e
uma direção. A reta h’’ é uma reta horizontal (de nível) do plano q e as retas h e h’ são também
retas horizontais (de nível) do mesmo plano. Atendendo a que retas horizontais (de nível) de um
mesmo plano são paralelas entre si, já temos uma direção para definir a reta h’’ – a direção das retas
horizontais (de nível) do plano q. Falta­‑nos um ponto para definir a reta h’’. Tendo em conta que, a
partir dos dados do plano q (as retas h e h’, apenas), não é possível obter o elemento que nos falta
para definir a reta h’’ (o ponto que nos falta), conclui­‑se, então, que os dados do plano q (as retas h e h’)
são insuficientes para definir a reta h’’, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do
plano (uma outra reta do plano), reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta f como
reta auxiliar do plano q. A reta f (a reta auxiliar do plano) é uma reta frontal (de frente) do plano q e está definida por dois pontos – o ponto A e o ponto B (que
são, respetivamente, os pontos de concorrência da reta f com a reta h e com a reta h’). Há que recordar, no entanto, que o objetivo do exercício é determinar as
projeções da reta h’’, para o que as duas retas dadas se revelaram insuficientes. No entanto, já temos três retas do plano d – as retas h, h’ e f. As retas h’’ e f são
complanares (estão contidas no plano q), pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas,
pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto C. C2 é a projeção frontal do ponto C e é o ponto de concorrência das projeções
frontais das retas h’’ e f (h’’2 e f2). A projeção horizontal do ponto C (C1) está sobre a projeção horizontal da reta f (f1). Já temos o ponto que nos faltava para
definir a reta h’’. A reta h’’ está definida por um ponto (o ponto C) e pela sua direção (a direção das retas horizontais do plano q). A projeção horizontal da reta h’’
(h’’1) passa pela projeção horizontal do ponto C (C1) e é paralela às projeções horizontais das retas h e h’ (h1 e h’’1).

Traçado:
As retas dadas (as retas h e h’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta h’’, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve, pois ou são linhas auxiliares (caso da reta f) ou são linhas de chamada.

101
SOLUÇÕES
419.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas,
e desenharam­‑se as projeções da reta m, em função dos dados (note que a reta m é uma reta
passante). Em seguida desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados – h2 (a projeção
frontal da reta h) passa por P2 (a projeção frontal do ponto P) e é paralela ao eixo X, enquanto h1 (a
projeção horizontal da reta h) passa por P1 (a projeção horizontal do ponto P) e faz, com o eixo X, um
ângulo de 45º, de abertura para a esquerda (medido abaixo do eixo X). Em seguida desenhou­‑se a
projeção frontal da reta f (f2), passando pela projeção frontal do ponto P (P2)

Resolução:
É pedida uma reta – a reta f. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. A reta f passa pelo ponto P (é dado no enunciado), pelo que já temos um ponto para definir
a reta f – o ponto P. Note que o ponto P é, simultaneamente, o ponto de concorrência das retas f e m
e o ponto de concorrência das retas f e h. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta f.
Tendo em conta que, a partir dos dados do plano g (as retas m e h, apenas), não é possível obter o
elemento que nos falta para definir a reta f, conclui­‑se, então, que os dados do plano g (as retas m e h)
são insuficientes para definir a reta f, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano
(uma outra reta do plano), reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por
um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta f como reta auxiliar do plano g. A reta f’ (a reta auxiliar do
plano) é uma reta frontal (de frente) do plano g e está definida por dois pontos – o ponto A e o ponto B
(que são, respetivamente, os pontos de concorrência da reta f’ com a reta m e com a reta h). Há
que recordar, no entanto, que o objetivo do exercício é determinar as projeções da reta f, para o que as duas retas dadas se revelaram insuficientes. No entanto,
já temos três retas do plano g – as retas r, h e f’. As retas f’ e f são duas retas frontais (de frente) do mesmo plano. Assim, e atendendo a que retas frontais (de
frente) de um mesmo plano são paralelas entre si, já temos a direção que nos faltava para definir a reta f’ – a direção das retas frontais (de frente) do plano g.
A reta f está definida por um ponto (o ponto P) e pela sua direção (a direção das retas frontais do plano g). A projeção frontal reta f (f2) passa pela projeção frontal
do ponto P (P2) e é paralela à projeção frontal da reta f’ (f’2).

Traçado:
As retas dadas (as retas m e h) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta f, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício) e as restantes linhas a leve, pois ou são linhas auxiliares (caso da reta f’) ou são linhas de
chamada).

420.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e p, em função dos dados. Note
que o ponto C é um ponto do eixo X. O plano está representado pelas projeções das duas retas. Em
seguida desenhou­‑se a projeção frontal da reta h, em função dos dados – h2 (a projeção frontal da
reta h) é paralela ao eixo X e passa por A2 (a projeção frontal do ponto A).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. A reta h passa pelo ponto A (é dado no enunciado), pelo que já temos um ponto para definir
a reta h – o ponto A. Note que o ponto A é, simultaneamente, o ponto de concorrência das retas h e r
e o ponto de concorrência das retas h e p. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta h.
Tendo em conta que, a partir dos dados do plano q (as retas r e p, apenas), não é possível obter o
elemento que nos falta para definir a reta h, conclui­‑se, então, que os dados do plano q (as retas r e p)
são insuficientes para definir a reta h, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano
(uma outra reta do plano), reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por
um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta h como reta auxiliar do plano q. A reta h’ (a reta auxiliar
do plano) é uma reta horizontal (de nível) do plano q e está definida por dois pontos – o ponto D e o
ponto B (que são, respetivamente, os pontos de concorrência da reta h’ com a reta r e com a reta p).
Há que recordar, no entanto, que o objetivo do exercício é determinar as projeções da reta h, para o
que as duas retas dadas se revelaram insuficientes. No entanto, já temos três retas do plano q – as
retas r, p e h’. As retas h e h’ são duas retas horizontais (de nível) do mesmo plano. Assim, e atendendo a que retas horizontais (de nível) de um mesmo plano são
paralelas entre si, já temos a direção que nos faltava para definir a reta h – a direção das retas horizontais (de nível) do plano q. A reta h está definida por um
ponto (o ponto A) e pela sua direção (a direção das retas horizontais do plano q). A projeção horizontal reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto A (A1)
e é paralela à projeção horizontal da reta h’ (h’1).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e p) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta h, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da reta h’)
ou são linhas de chamada.

102
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
421.
a) As retas h e f são complanares (pertencem, ambas, ao plano d), pelo que ou são paralelas
ou são concorrentes. A reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção e oblíqua ao Plano
Frontal de Projeção, enquanto a reta f, é paralela ao Plano Frontal de Projeção e oblíqua ao
Plano Horizontal de Projeção, pelo que as duas retas têm necessariamente direções diferentes,
pelo que não são paralelas – logo, as duas retas são concorrentes, pelo que existe um ponto
de concorrência.
b) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados. Em seguida
indicaram­‑se as projeções da reta f, que estão coincidentes com as projeções de nome
contrário da reta h. Salienta­‑se que as projeções de nome contrário das duas retas estão
coincidentes apenas na folha de papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção
sobre o Plano Horizontal de Projeção (ver exercício 324. e respetivo relatório). A reta h e a
reta f são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto M. Nesse sentido
determinaram­‑se as projeções do ponto M, o ponto de concorrência das duas retas. Sublinha­
‑se que a representação de duas retas concorrentes deve contemplar sempre a representação
do ponto de concorrência das duas retas. O plano está representado pelas projeções das retas
h e f.
 m primeiro lugar desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f’, em função dos dados – f’1 (a
c) E
projeção horizontal da reta f’) é paralela ao eixo X e situa­‑se 2 cm (o afastamento da reta f’)
abaixo do eixo X. Em seguida efetuaram­‑se os procedimentos necessários à determinação da
projeção frontal da reta f’, de acordo com os raciocínios que em seguida se expõem. É pedida
uma reta – a reta f’. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. As retas f’ e f são duas retas frontais (de frente) do mesmo plano. Assim, e atendendo
a que retas frontais (de frente) de um mesmo plano são paralelas entre si, já temos uma
direção para definir a reta f’ – a direção das retas frontais (de frente) do plano d. Falta­‑nos um
ponto para definir a reta f’. As retas f’ e h são complanares (pois pertencem ambas ao plano d),
pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. As retas f’ e h não são paralelas, pois as suas
projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que as duas retas são concorrentes, pelo
que existe um ponto de concorrência – o ponto P. P1 é a projeção horizontal do ponto P e é o
ponto de concorrência das projeções horizontais das retas f’ e h (f’1 e h1). A projeção frontal do
ponto P (P2) está sobre a projeção frontal da reta h (h2). Já temos o ponto que nos faltava para
definir a reta f’. A reta f’ está definida por um ponto (o ponto P) e uma direção (a direção das retas
frontais do plano d). A projeção frontal da reta f’ (f’2) passa pela projeção frontal do ponto P (P2)
e é paralela à projeção frontal da reta f (f2).

Traçado:
As retas dadas (as retas f e h) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta f’, que
é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio
(é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas
de chamada.

422.
Para determinar as projeções do ponto P pertencente ao plano a, o ponto P tem de verificar a condição para que um ponto pertença a um plano, ou seja, o ponto P
tem de pertencer a uma reta que pertença ao plano a. Essa reta poderá ser uma reta horizontal (de nível) com 3 cm de cota (porque o ponto P tem 3 cm de cota)
e, nesse caso, o ponto P será o ponto dessa reta que tiver 5 cm de afastamento. Uma outra hipótese seria uma reta frontal (de frente) com 5 cm de afastamento
(porque o ponto P tem 5 cm de afastamento) e, nesse caso, o ponto P será o ponto dessa reta que tiver 3 cm de cota.

423.
a) É necessário recorrer a uma reta horizontal (de nível) do plano a com 3 cm de cota, pois essa reta é o lugar geométrico dos pontos do plano a que têm 3 cm
de cota, ou seja, todos os pontos do plano a que têm 3 cm de cota situam­‑se nessa reta. Nesse sentido, o ponto P será, então, o ponto dessa reta que tiver 5
cm de afastamento (tendo em conta que o ponto P tem necessariamente 3 cm de cota, porque pertence a essa reta).

b) É necessário recorrer a uma reta frontal (de frente) do plano a com 5 cm de afastamento, pois essa reta é o lugar geométrico dos pontos do plano a que têm
5 cm de afastamento, ou seja, todos os pontos do plano a que têm 5 cm de afastamento situam­‑se nessa reta. Nesse sentido, o ponto P será, então, o ponto
dessa reta que tiver 3 cm de cota (tendo em conta que o ponto P tem necessariamente 5 cm de afastamento, porque pertence a essa reta).

103
SOLUÇÕES
424.
a) Condição para que um ponto pertença a um plano: o ponto tem de pertencer a uma reta
que pertença ao plano.
b) Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas a e b, em função dos
dados. Tenha em conta que as projeções da reta a foram desenhadas também a partir da
informação que é dada, no enunciado, sobre o traço horizontal da reta (o ponto H).

Resolução:
É pedido um ponto P, pertencente ao plano y. Para que o ponto pertença ao plano, o ponto
tem de pertencer a uma reta que pertença ao plano (condição para que um ponto pertença
a um plano). Já temos duas retas do plano – as retas a e b. No entanto, não há nenhum
ponto das retas a e b com as coordenadas do ponto P (as coordenadas pretendidas), pelo
que é necessário recorrer a uma outra reta do plano (uma reta auxiliar). Sendo conhecidas
as coordenadas do ponto P, é necessário escolher criteriosamente a reta auxiliar do plano
que nos permite determinar as projeções do ponto P, pois é necessário garantir previamente
que a reta contenha o ponto. Para tal, a reta auxiliar terá de ser uma reta horizontal (de
nível) do plano com 4 cm de cota (que é a cota do ponto P) ou uma reta frontal (de frente)
do plano com 3 cm de afasta­mento (que é o afastamento do ponto P). No primeiro caso
(uma reta horizontal do plano com 4 cm de cota), essa reta é o lugar geométrico dos pontos
do plano que têm 4 cm de cota, ou seja, todos os pontos do plano com 4 cm de cota estão
contidos na reta. No segundo caso (uma reta frontal com 3 cm de afastamento), essa reta
é o lugar geométrico dos pontos do plano que têm 3 cm de afastamento, ou seja, todos os
pontos do plano com 3 cm de afastamento estão contidos na reta. Optou­‑se pela segunda
hipótese – uma reta frontal (de frente) do plano, com 3 cm de afastamento. Determinaram­‑se
as projeções da reta f, uma reta frontal (de frente) com 3 cm de afastamento e pertencente ao
plano (ver exercício 392. e respetivo relatório). A reta f está definida por dois pontos – os seus
pontos de concorrência com as retas a e b (os pontos C e D, respetivamente). Todos os pontos
da reta f pertencem ao plano e têm 3 de afastamento, pelo que o ponto P é o ponto da reta f
que tem 4 cm de cota. O ponto P, com 3 cm de afastamento e 4 cm de cota, pertence ao plano,
pois pertence a uma reta do plano – a reta f.

Traçado:
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício).
As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da reta f) ou são linhas de chamada. Note que, na presente situação, não há
nenhuma linha a forte, pois o que é pedido é um ponto e as linhas de chamada são sempre a leve.

425.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos R e S, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas a e b, em função dos dados.
Tenha em conta que as projeções da reta a foram desenhadas também a partir da informação
que é dada, no enunciado, sobre o traço frontal da reta (o ponto F).

Resolução:
Determinação das projeções do ponto A:
É pedido um ponto A, pertencente ao plano a. Para que o ponto pertença ao plano, o ponto tem
de pertencer a uma reta que pertença ao plano (condição para que um ponto pertença a um
plano). Já temos duas retas do plano – as retas a e b. No entanto, não há nenhum ponto das
retas a e b com as coordenadas do ponto A (as coordenadas pretendidas), pelo que é necessário
recorrer a uma outra reta do plano (uma reta auxiliar). Sendo dadas a abcissa e a cota do ponto A,
é necessário escolher criteriosamente a reta auxiliar do plano que nos permite determinar as
projeções do ponto A, pois é necessário garantir previamente que a reta contenha o ponto. Para
tal, a reta auxiliar terá de ser uma reta horizontal (de nível) do plano com 3 cm de cota (que
é a cota do ponto A) – essa reta é o lugar geométrico dos pontos do plano que têm 3 cm de cota,
ou seja, todos os pontos do plano com 3 cm de cota estão contidos na reta. Determinaram­‑se as
projeções da reta h, uma reta horizontal (de nível) com 3 cm de cota e pertencente ao plano (ver
exercício 393. e respetivo relatório). A reta h está definida por dois pontos – os seus pontos de
concorrência com as retas a e b (os pontos M e N, respetivamente). Todos os pontos da reta h
pertencem ao plano a e têm 3 cm de cota, pelo que o ponto A é o ponto da reta h que tem 1,5 cm
de abcissa. O ponto A, com 3 cm de cota e 1,5 cm de abcissa, pertence ao plano, pois pertence a
uma reta do plano – a reta h.

104
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
Determinação das projeções do ponto B:
É pedido um ponto B, pertencente ao plano a. Para que o ponto pertença ao plano, o ponto tem de pertencer a uma reta que pertença ao plano (condição para que
um ponto pertença a um plano). Já temos duas retas do plano – as retas a e b. No entanto, não há nenhum ponto das retas a e b com as coordenadas do ponto B
(as coordenadas pretendidas), pelo que é necessário recorrer a uma outra reta do plano (uma reta auxiliar). Sendo dadas a abcissa e o afastamento do ponto B, é
necessário escolher criteriosamente a reta auxiliar do plano que nos permite determinar as projeções do ponto B, pois é necessário garantir previamente que
a reta contenha o ponto. Para tal, a reta auxiliar terá de ser uma reta frontal (de frente) do plano com 4 cm de afastamento (que é o afastamento do ponto B)
– essa reta é o lugar geométrico dos pontos do plano que têm 4 cm de afastamento, ou seja, todos os pontos do plano com 4 cm de afastamento estão contidos
na reta. Determinaram­‑se as projeções da reta f, uma reta frontal (de frente) com 4 cm de afastamento e pertencente ao plano (ver exercício 392. e respetivo
relatório). A reta f está definida por dois pontos – os seus pontos de concorrência com as retas a e b (os pontos O e N, respetivamente). Todos os pontos da reta f
pertencem ao plano a e têm 4 cm de afastamento, pelo que o ponto B é o ponto da reta f que tem –3 de abcissa. O ponto B, com 4 cm de afastamento e –3 de
abcissa, pertence ao plano, pois pertence a uma reta do plano – a reta f.

Traçado:
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As
restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da reta h e da reta f) ou são linhas de chamada. Note que, na presente situação, não
há nenhuma linha a forte, pois o que é pedido é um ponto e as linhas de chamada são sempre a leve.

426.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas h e h’, em
função dos dados. Recorde que o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção
corresponde ao ângulo que a projeção horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X. Assim,
a projeção horizontal da reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) e faz,
com o eixo X, um ângulo de 45º (a.d.), sendo que o ângulo foi medido para baixo do eixo X.

Resolução:
Para desenhar as projeções do triângulo [PQR], é necessário, em primeiro lugar,
determinar as projeções dos três pontos (os pontos P, Q e R), pertencentes ao plano, o
que se processa de acordo com os raciocínios expostos no relatório do exercício 424.,
aplicados a cada ponto, pelo que se aconselha o acompanhamento da resolução proposta
com a leitura daquele relatório. Para determinar as projeções do ponto R, recorreu­‑se a
uma reta f, frontal (de frente), com 2 cm de afastamento, como reta auxiliar do plano. A reta f
está definida por dois pontos – o ponto C (que é o ponto de concorrência da reta f com a
reta h) e o ponto B (que é o ponto de concorrência da reta f com a reta h’). Todos os pontos
da reta f pertencem ao plano a e têm 2 cm de afastamento – a reta f é o lugar geométrico
dos pontos do plano a que têm 2 cm de afastamento. Assim, o ponto R, porque tem
2 cm de afastamento, situa­‑se necessariamente na reta f – o ponto R é o ponto da reta f
que tem 6 cm de cota. Para determinar as projeções do ponto P, recorreu­‑se a uma reta f’,
frontal (de frente), com 5 cm de afastamento, como reta auxiliar do plano. A reta f’ está
definida por um ponto (o ponto A, que é o ponto de concorrência da reta f’ com a reta h) e
por uma direção (a direção das retas frontais do plano a – a reta f’ é paralela à reta f, pois
são, ambas, retas frontais do plano a). Todos os pontos da reta f’ pertencem ao plano a
e têm 5 cm de afastamento – a reta f’ é o lugar geométrico dos pontos do plano a que
têm 5 cm de afastamento. Assim, o ponto P, porque tem 5 cm de afastamento, situa­‑se
necessariamente na reta f’ – o ponto P é o ponto da reta f’ que tem 1 cm de cota. Para
determinar as projeções do ponto Q, teve­‑se em conta que a reta h’ (uma das duas retas
que define o plano a) tem 5 cm de cota (a cota do ponto B), pelo que a reta h’ é o lugar
geométrico dos pontos do plano a que têm 5 cm de cota. Assim, o ponto Q, porque tem
5 cm de cota, situa­‑se necessariamente na reta h’ – o ponto Q é o ponto da reta h’ que tem
6 cm de afastamento. A partir das projeções dos três pontos, desenharam­‑se as duas
projeções do triângulo [PQR].

Traçado:
As retas dadas (as retas h e h’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As
projeções do triângulo [PQR], que é o pedido (o objetivo do exercício), representaram­‑se a
forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes
linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso das retas f e f’) ou são
linhas de chamada.

105
SOLUÇÕES
427.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos R e S, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e s, em
função dos dados. Tenha em conta que as projeções da reta r foram desenhadas também
a partir da informação que é dada, no enunciado, sobre o traço frontal da reta (o ponto F).

Resolução:
Para desenhar as projeções do triângulo [ABC], é necessário, em primeiro lugar, determinar
as projeções dos três pontos (os pontos A, B e C), pertencentes ao plano, o que se processa
de acordo com os raciocínios expostos no relatório do exercício 424., aplicados a cada
ponto, pelo que se aconselha o acompanhamento da resolução proposta com a leitura
daquele relatório. Para determinar as projeções do ponto A, recorreu­‑se a uma reta f,
frontal (de frente), com 2 cm de afastamento, como reta auxiliar do plano. A reta f está
definida por dois pontos – o ponto R (que é o ponto de concorrência da reta f com a reta r) e
o ponto S (que é o ponto de concorrência da reta f com a reta s). Note que os pontos R e S
são os pontos dados no enunciado e que, tendo ambos 2 cm de afastamento, a reta que
passa pelos dois pontos é uma reta frontal (de frente) – é a reta f. Todos os pontos da reta f
pertencem ao plano q e têm 2 cm de afastamento – a reta f é o lugar geométrico dos
pontos do plano q que têm 2 cm de afastamento. Assim, o ponto A, porque tem 2 cm de
afastamento, situa­‑se necessariamente na reta f – o ponto A é o ponto da reta f que tem
5 cm de cota. Para determinar as projeções do ponto B, recorreu­‑se a uma reta h, horizontal
(de nível), com 3 cm de cota, como reta auxiliar do plano. A reta h está definida por dois
notos – o ponto R (que é o ponto de concorrência da reta f com a reta r) e o ponto M (que é
o ponto de concorrência da reta f com a reta s). Note que o ponto R é um dos pontos dados
no enunciado e que, tendo 3 cm de cota, é necessariamente um ponto da reta h. A reta h é o
lugar geométrico dos pontos do plano q que têm 3 cm de cota. Assim, o ponto B, porque
tem 3 cm de cota, situa­‑se necessariamente na reta h – o ponto B é o ponto da reta h que tem 1 cm de afastamento. Para determinar as projeções do ponto C,
recorreu­‑se a uma reta f’, frontal (de frente), com 3 cm de afastamento, como reta auxiliar do plano. A reta f’ está definida por um ponto (o ponto N, que é o ponto
de concorrência da reta f’ com a reta s) e por uma direção (a direção das retas frontais do plano q – a reta f’ é paralela à reta f, pois são, ambas, retas frontais do
plano q). Todos os pontos da reta f’ pertencem ao plano q e têm 3 cm de afastamento – a reta f’ é o lugar geométrico dos pontos do plano q que têm 3 cm de
afastamento. Assim, o ponto C, porque tem 3 cm de afastamento, situa­‑se necessariamente na reta f’ – o ponto C é o ponto da reta f’ que tem 10 cm de cota.
A partir das projeções dos três pontos, desenharam­‑se as duas projeções do triângulo [ABC].

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As projeções do triângulo [ABC], que é o pedido (o objetivo do exercício),
representaram­‑se a forte. O eixo X representou‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados
auxiliares (caso das retas h, f e f’) ou são linhas de chamada.

428.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas f e f’, em
função dos dados. Recorde que o ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção
corresponde ao ângulo que a projeção frontal da reta f (f2) faz com o eixo X. Assim, a
projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto A (A2) e faz, com o eixo X,
um ângulo de 45º (a.e.), sendo que o ângulo foi medido para cima do eixo X.

Resolução:
A determinação das projeções dos dois pontos, pertencentes ao plano, processa­‑se de
acordo com os raciocínios expostos no relatório do exercício 424., aplicados a cada um
dos dois ponto, pelo que se aconselha o acompanhamento da resolução proposta com a
leitura daquele relatório.
Determinação das projeções do ponto N:
Para determinar as projeções do ponto N, recorreu­‑se a uma reta h, horizontal (de nível),
com 3 cm de cota, como reta auxiliar do plano. A reta h está definida por dois pontos – o
ponto C (que é o ponto de concorrência da reta h com a reta f) e o ponto D (que é o ponto
de concorrência da reta h com a reta f’). Todos os pontos da reta h pertencem ao plano d e
têm 3 cm de cota – a reta h é o lugar geométrico dos pontos do plano d que têm 3 cm de
cota. Assim, o ponto N, porque tem 3 cm de cota, situa­‑se necessariamente na reta h – o
ponto N é o ponto da reta h que tem 4 cm de abcissa.

106
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
Determinação das projeções do ponto M:
Para determinar as projeções do ponto M, recorreu­‑se a uma reta f’’, frontal (de frente), com 4 cm de afastamento, como reta auxiliar do plano. A reta f’’ está
definida por um ponto (o ponto E, que é o ponto de concorrência da reta f’’ com a reta h) e por uma direção (a direção das retas frontais do plano d – a reta f’’
é paralela às retas f e f’, pois são retas frontais do plano d). Todos os pontos da reta f’’ pertencem ao plano d e têm 4 cm de afastamento – a reta f’’ é o lugar
geométrico dos pontos do plano d que têm 4 cm de afastamento. Assim, o ponto M, porque tem 4 cm de afastamento, situa­‑se necessariamente na reta f’’ – o
ponto M é o ponto da reta f’’ que tem 7 cm de cota.

Traçado:
As retas dadas (as retas f e f’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As
restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da reta h e da reta f’’) ou são linhas de chamada. Note que, na presente situação, não
há nenhuma linha a forte, pois o que é pedido é um ponto e as linhas de chamada são sempre a leve.

429.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos M e N, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas h e h’,
em função dos dados. Recorde que o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal
de Projeção corresponde ao ângulo que a projeção horizontal da reta h (h1) faz com
o eixo X. Assim, a projeção horizontal da reta h (h1) passa pela projeção horizontal
do ponto M (M1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º (a.d.), sendo que o ângulo foi
medido para baixo do eixo X.

Resolução:
A determinação das projeções dos três pontos, pertencentes ao plano, processa­‑se
de acordo com os raciocínios expostos no relatório do exercício 424., aplicados a
cada um dos dois pontos, pelo que se aconselha o acompanhamento da resolução
proposta com a leitura daquele relatório.
Determinação das projeções do ponto B:
Para determinar as projeções do ponto B, recorreu­‑se a uma reta f, frontal (de frente),
com 4 cm de afastamento, como reta auxiliar do plano. A reta f está definida por dois
pontos – o ponto J (que é o ponto de concorrência da reta f com a reta h) e o ponto L
(que é o ponto de concorrência da reta f com a reta h’). Todos os pontos da reta f
pertencem ao plano l e têm 4 cm de afastamento – a reta f é o lugar geométrico dos
pontos do plano l que têm 4 cm de afastamento. Assim, o ponto B, porque tem 4 cm
de afastamento, situa­‑se necessariamente na reta f – o ponto B é o ponto da reta f
que tem 1 cm de cota.
Determinação das projeções do ponto A:
Para determinar as projeções do ponto A, recorreu­‑se a uma reta h’’, horizontal (de
nível), com 3 cm de cota, como reta auxiliar do plano. A reta h’’ está definida por um
ponto (o ponto K, que é o ponto de concorrência da reta h’’ com a reta f) e por uma
direção (a direção das retas horizontais do plano l – a reta h’’ é paralela às retas h e h’,
pois são retas horizontais do plano l). Todos os pontos da reta h’’ pertencem ao plano l
e têm 3 cm de cota – a reta h’’ é o lugar geométrico dos pontos do plano l que têm
3 cm de cota. Assim, o ponto A, porque tem 3 cm de cota, situa­‑se necessariamente
na reta h’’ – o ponto A é o ponto da reta h’’ que tem 6 cm de afastamento.
Determinação das projeções do ponto C:
Para determinar as projeções do ponto C, recorreu­‑se a uma reta f’, frontal (de frente), com –2 de afastamento, como reta auxiliar do plano. Note que a projeção
horizontal da reta f’ (f’1) está necessariamente coincidente (na folha de papel) com a projeção frontal da reta h (h2) – tem­‑se imediatamente h2 ≡ f’1. A reta f’
está definida por um ponto (o ponto G, que é o ponto de concorrência da reta f’ com a reta h’) e por uma direção (a direção das retas frontais do plano l – a reta f’
é paralela à reta f, pois são, ambas, retas frontais do plano l). Todos os pontos da reta f’ pertencem ao plano l e têm –2 de afastamento – a reta f’ é o lugar
geométrico dos pontos do plano l que têm –2 de afastamento. Assim, o ponto C, porque tem –2 de afastamento, situa­‑se necessariamente na reta f’ – o ponto C
é o ponto da reta f’ que tem abcissa nula.

Traçado:
As retas dadas (as retas h e h’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As
restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso das retas h’’, f e f’) ou são linhas de chamada. Note que, na presente situação, não
há nenhuma linha a forte, pois o que é pedido é um ponto e as linhas de chamada são sempre a leve.

107
SOLUÇÕES
430.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das
suas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e h, em função dos
dados. Sublinha­‑se que as projeções da reta r são paralelas entre si apenas no
papel e não no espaço (ver exercício 274. e respetivo relatório). Recorde ainda que o
ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo que
a projeção horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X. Assim, a projeção horizontal
da reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto P (P1) e faz, com o eixo X, um
ângulo de 45º (a.e.), sendo que o ângulo foi medido para baixo do eixo X.

Resolução:
A determinação das projeções dos dois pontos, pertencentes ao plano, processa­‑se
de acordo com os raciocínios expostos no relatório do exercício 424., aplicados a
cada um dos dois pontos, pelo que se aconselha o acompanhamento da resolução
proposta com a leitura daquele relatório.
Determinação das projeções do ponto A:
Para determinar as projeções do ponto A, recorreu­‑se a uma reta f, frontal (de frente),
com 3 cm de afastamento, como reta auxiliar do plano. A reta f está definida por dois
pontos – o ponto J (que é o ponto de concorrência da reta f com a reta h) e o ponto K
(que é o ponto de concorrência da reta f com a reta r). Todos os pontos da reta f
pertencem ao plano a e têm 3 cm de afastamento – a reta f é o lugar geométrico
dos pontos do plano a que têm 3 cm de afastamento. Assim, o ponto A, porque tem
3 cm de afastamento, situa­‑se necessariamente na reta f – o ponto A é o ponto da reta f
que tem cota nula (o ponto A é, na prática, o traço horizontal da reta f).
Determinação das projeções do ponto B:
Para determinar as projeções do ponto B, recorreu­‑se a uma reta h’, horizontal (de nível), com 2 cm de cota, como reta auxiliar do plano. A reta h’ está definida por
um ponto (o ponto L, que é o ponto de concorrência da reta h’ com a reta f) e por uma direção (a direção das retas horizontais do plano a – a reta h’ é paralela à
reta h, pois são, ambas, retas horizontais do plano a). Todos os pontos da reta h’ pertencem ao plano a e têm 2 cm de cota – a reta h’ é o lugar geométrico dos
pontos do plano a que têm 2 cm de cota. Assim, o ponto B, porque tem 2 cm de cota, situa­‑se necessariamente na reta h’ – o ponto B é o ponto da reta h’ que
tem afastamento nulo (o ponto B é, na prática, o traço frontal da reta h’).

Traçado:
As retas dadas (as retas h e h’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X representa­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As
restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso das retas f e h’) ou são linhas de chamada. Note que, na presente situação, não há
nenhuma linha a forte, pois o que é pedido é um ponto e as linhas de chamada são sempre a leve.

431.
Por reta de interseção entre dois planos entende­‑se o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem simultaneamente aos dois planos, ou seja, a reta
que pertence simultaneamente aos dois planos.

432.
Dados:
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados.
Em seguida desenhou­‑se f1, a projeção horizontal da reta f. As retas h e f, porque
são concorrentes (é dado no enunciado), têm um ponto em comum – o ponto P.
A projeção horizontal do ponto P (P1) é o ponto de concorrência das projeções
f2
horizontais das duas retas – h1 e f1. A projeção frontal do ponto P (P2) está sobre
a projeção frontal da reta h (h2). Uma vez que o ângulo que a reta f faz com o Plano i2
Horizontal de Projeção corresponde ao ângulo que a projeção frontal da reta f (f2) faz
h2 P2
com o eixo X, a projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto P
(P2) e faz, com o eixo X, um ângulo de 55º (a.e.), sendo que o ângulo foi medido para Q2 Q2
cima do eixo X. O plano q já está representado pelas projeções das duas retas.

Resolução:
É pedida uma reta, que é reta de interseção do plano q com o b1/3 – a reta i. A reta i X
é a reta de interseção entre os dois planos, que é o lugar geométrico dos pontos
do espaço que pertencem simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que P1 f1
pertence simultaneamente aos dois planos. Nesse sentido, para determinar a reta Q1
de interseção do plano q com o b1/3 é necessário determinar pelo menos um ponto
que pertença simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se o ponto Q, o traço i1 Q1
da reta h no b1/3 (o ponto de interseção da reta h com o b1/3). O ponto Q pertence h1
ao plano q, pois pertence a uma reta do plano – a reta h. O ponto Q pertence ao b1/3,
pois tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X. O ponto Q é, assim, um
ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de
interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i. Falta­‑nos outro

108
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
ponto ou uma direção para definir a reta i. Em seguida determinou­‑se o ponto Q’, o traço da reta f no b1/3 (o ponto de interseção da reta f com o b1/3). O ponto Q’
pertence ao plano q, pois pertence a uma reta do plano – a reta f. O ponto Q’ pertence ao b1/3, pois tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X.
O ponto Q’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos o ponto
que nos faltava para definir a reta – a reta i está definida por dois pontos (os pontos Q e Q’). Note que a reta i, porque se trata de uma reta do b1/3, tem as suas
projeções simétricas em relação ao eixo X.

Traçado:
As retas dadas (as retas f e h) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). A reta i,
porque é pedida (é o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

433.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano q pelas projeções das duas retas (ver relatório do
exercício anterior).

Resolução:
É pedida uma reta, que é reta de interseção do plano q com o b2/4 – a reta i. A reta i é a reta de
interseção entre os dois planos, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem
simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. f2
Nesse sentido, para determinar a reta de interseção do plano q com o b2/4 é necessário determinar
pelo menos um ponto que pertença simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se o ponto I, o h2 P2 I1I2
traço da reta h no b2/4 (o ponto de interseção da reta h com o b2/4). O ponto I pertence ao plano q,
pois pertence a uma reta do plano – a reta h. O ponto I pertence ao b2/4, pois tem as suas projeções
coincidentes. O ponto I é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo
que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i.
Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i. Em seguida determinou­‑se o ponto I’,
o traço da reta f no b2/4 (o ponto de interseção da reta f com o b2/4). O ponto I’ pertence ao plano q, X
pois pertence a uma reta do plano – a reta f. O ponto I’ pertence ao b2/4, pois tem as suas projeções f1 P1 I1I2
coincidentes. O ponto I’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo
que é outro ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para
definir a reta – a reta i está definida por dois pontos (os pontos I e I’). Note que a reta i, porque se
trata de uma reta do b2/4, tem as suas projeções coincidentes. h1
i1i2
Traçado:
As retas dadas (as retas f e h) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). A reta i, porque é pedida (é o objetivo
do exercício), representou­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas
de chamada.

434.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas a e b, em função dos dados.
YZ I1I2
Resolução:
É pedida uma reta, que é reta de interseção do plano d com o b2/4 – a reta i. A reta i é a reta de
interseção entre os dois planos, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem
simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos.
Nesse sentido, para determinar a reta de interseção do plano d com o b2/4 é necessário determinar
pelo menos um ponto que pertença simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se o ponto I, o A2
traço da reta a no b2/4 (o ponto de interseção da reta a com o b2/4). O ponto I pertence ao plano d, I1I2
a2
pois pertence a uma reta do plano – a reta a. O ponto I pertence ao b2/4, pois tem as suas projeções
coincidentes. O ponto I é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo b2
que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i. B2
Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i. Em seguida determinou­‑se o ponto I’,
o traço da reta b no b2/4 (o ponto de interseção da reta b com o b2/4). O ponto I’ pertence ao plano d,
pois pertence a uma reta do plano – a reta b. O ponto I’ pertence ao b2/4, pois tem as suas projeções
coincidentes. O ponto I’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo X A0 B0
que é outro ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para
definir a reta – a reta i está definida por dois pontos (os pontos I e I’). A reta i, porque se trata de
uma reta do b2/4, tem as suas projeções coincidentes. i2i1
Traçado: A1 B1
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X representou­ a1
‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). A reta i, porque é pedida (é o objetivo do exercício), b1
representou­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

109
SOLUÇÕES
435.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas a e b, em função dos dados.

Resolução: YZ
É pedida uma reta, que é reta de interseção do plano d com o b1/3 – a reta i. A reta i é a reta de a2
interseção entre os dois planos, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem i2
simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois A2
planos. Nesse sentido, para determinar a reta de interseção do plano d com o b1/3 é necessário Q2
determinar pelo menos um ponto que pertença simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se
o ponto Q, o traço da reta a no b1/3 (o ponto de interseção da reta a com o b1/3). O ponto Q pertence b2
ao plano d, pois pertence a uma reta do plano – a reta a. O ponto Q pertence ao b1/3, pois tem Q2
B2
as suas projeções simétricas em relação ao eixo X. O ponto Q é, assim, um ponto que pertence
simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já
temos um ponto para definir a reta i. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i.
Em seguida determinou­‑se o ponto Q’, o traço da reta b no b1/3 (o ponto de interseção da reta b X A0 B0
com o b1/3). O ponto Q’ pertence ao plano d, pois pertence a uma reta do plano – a reta b. O ponto Q’
pertence ao b1/3, pois tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X. O ponto Q’ é, assim,
outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta de
Q1
interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i está
A1 B1
definida por dois pontos (os pontos Q e Q’). A reta i, porque se trata de uma reta do b1/3, tem as
suas projeções simétricas em relação ao eixo X. Q1
i1
Traçado: a1
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X b1
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). A reta i, porque é pedida (é o objetivo
do exercício), representou­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são
linhas de chamada ou são linhas auxiliares (caso das construções para determinar os traços das
retas no b1/3).

436.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas h e h’, em função dos dados.
Recorde que o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo
que a projeção horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X. Assim, a projeção horizontal da reta h
(h1) passa pela projeção horizontal do ponto A (A1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 45º (a.d.), YZ
sendo que o ângulo foi medido para baixo do eixo X. i2i1

Resolução: B2 h2
É pedida uma reta, que é reta de interseção do plano a com o b2/4 – a reta i. A reta i é a I1I2
reta de interseção entre os dois planos, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que
pertencem simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente A2 h2
aos dois planos. Determinou­‑se o ponto I, o traço da reta h no b2/4 (o ponto de interseção da I1I2
reta h com o b2/4). O ponto I pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano – a reta h. O
ponto I pertence ao b2/4, pois tem as suas projeções coincidentes. O ponto I é, assim, um ponto
que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos A0
dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção X B0
para definir a reta i. Em seguida determinou­‑se o ponto I’, o traço da reta h’ no b2/4 (o ponto de
interseção da reta h’ com o b2/4). O ponto I’ pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do A1 B1
plano – a reta h’. O ponto I’ pertence ao b2/4, pois tem as suas projeções coincidentes. O ponto I’
é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da
reta de interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i h1
está definida por dois pontos (os pontos I e I’). A reta i, porque se trata de uma reta do b2/4, tem
as suas projeções coincidentes. h1

Traçado:
As retas dadas (as retas h e h’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). A reta i, porque é pedida (é o objetivo
do exercício), representou­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são
linhas de chamada.

110
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
437.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano a pelas projeções das duas retas (ver
relatório do exercício anterior).

Resolução:
É pedida uma reta, que é reta de interseção do plano a com o b1/3 – a reta i. A reta i
YZ i2
é a reta de interseção entre os dois planos, que é o lugar geométrico dos pontos do
espaço que pertencem simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que B2 Q2 h2
pertence simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se o ponto Q, o traço da reta h
no b1/3 (o ponto de interseção da reta h com o b1/3). O ponto Q pertence ao plano a,
pois pertence a uma reta do plano – a reta h. O ponto Q pertence ao b1/3, pois tem as A2 Q2 h2
suas projeções simétricas em relação ao eixo X. O ponto Q é, assim, um ponto que
pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção
dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i. Falta­‑nos outro ponto ou uma
direção para definir a reta i. Em seguida determinou­‑se o ponto Q’, o traço da reta h’ A0
no b1/3 (o ponto de interseção da reta h’ com o b1/3). O ponto Q’ pertence ao plano a, X B0
pois pertence a uma reta do plano – a reta h’. O ponto Q’ pertence ao b1/3, pois tem as
suas projeções simétricas em relação ao eixo X. O ponto Q’ é, assim, outro ponto que A1 B1
pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta de interseção
dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i está Q1
definida por dois pontos (os pontos Q e Q’). A reta i, porque se trata de uma reta do b1/3, h1
tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X.
h1 Q1
i1
Traçado:
As retas dadas (as retas h e h’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X
representou‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). A reta i, porque é pedida (é
o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a
leve, pois ou são linhas de chamada ou são linhas auxiliares (caso das construções para
determinar os traços das retas no b1/3).

438.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas a e b,
em função dos dados. Tenha em conta que as projeções da reta a foram desenhadas
também a partir da informação que é dada, no enunciado, sobre o traço frontal da
reta (o ponto F). O plano está definido (representado) pelas projeções das duas retas.

b) São pedidas as retas de interseção do plano g com o b1/3 e o b2/4.


YZ
Resolução:
Determinação da reta de interseção do plano g com o b2/4: a2 i2
É pedida uma reta – a reta i’. A reta i’ é a reta de interseção entre os dois planos, que I1I2
é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem simultaneamente aos dois F2 b2
Q2
planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se i1i2 A2
o ponto I, o traço da reta a no b2/4 (o ponto de interseção da reta a com o b2/4). O ponto I
pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano – a reta a. O ponto I pertence
ao b2/4, pois tem as suas projeções coincidentes. O ponto I é, assim, um ponto que B0
pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção X F0F1 A0
dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i’. Falta­‑nos outro ponto ou
B2
uma direção para definir a reta i’. Em seguida determinou­‑se o ponto I’, o traço da reta b
no b2/4 (o ponto de interseção da reta b com o b2/4). O ponto I’ pertence ao plano g, pois I1I2
Q1
pertence a uma reta do plano – a reta b. O ponto I’ pertence ao b2/4, pois tem as suas B1
projeções coincidentes. O ponto I’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente b1 i1
aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos
o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i’ está definida por dois pontos (os A1
pontos I e I’). A reta i’, porque se trata de uma reta do b2/4, tem as suas projeções
coincidentes. a1

Determinação da reta de interseção do plano g com o b1/3:


É pedida uma reta – a reta i. A reta i é a reta de interseção entre os dois planos, que é
o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem simultaneamente aos dois
planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se
o ponto Q, o traço da reta a no b1/3 (o ponto de interseção da reta a com o b1/3). O ponto Q
pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano – a reta a. O ponto Q pertence ao
b1/3, pois tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X. O ponto Q é, assim,

111
SOLUÇÕES
um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i.
Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i. Poder­‑se­‑ia determinar o traço da reta b no b1/3, mas optou­‑se por uma situação diferente. Sabe­‑se
que as retas de interseção de um dado plano com o b1/3 e com o b2/4 são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X. Assim, o ponto de concorrência
da reta i’ (a reta de interseção do planog com o b2/4) com o eixo X é, também o ponto de concorrência da reta i (a reta de interseção do plano g com o b1/3) com
o eixo X. Nesse sentido, já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i está definida por dois pontos (o ponto Q e o ponto de concorrência das
retas i e i’ com o eixo X).

Traçado:
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As retas i
e i’, porque são pedidas (é o objetivo do exercício), representam­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são linhas de chamada ou são
linhas auxiliares (caso da construção para determinar o traço da reta a no b1/3).

439.
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas
projeções, em função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as
YZ
projeções das retas r e s, em função dos dados. O plano a está definido
(representado) pelas projeções das duas retas. I1I2
r2
B2 i1i2
b) São pedidas as retas de interseção do plano a com o b1/3 e o b2/4.
A2 r1
Determinação da reta de interseção do plano a com o b2/4: I1I2
i2 s2
É pedida uma reta – a reta i’. A reta i’ é a reta de interseção entre os dois planos, Q2
Q2
que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem simultaneamente B1C2
aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos.
Determinou­‑se o ponto I, o traço da reta r no b2/4 (o ponto de interseção da reta r
com o b2/4). O ponto I pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano – a X A0 B0C0 s1
reta r. O ponto I pertence ao b2/4, pois tem as suas projeções coincidentes. O
ponto I é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo A1 Q1
que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para i1
definir a reta i’. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i’. Em Q1 C1
seguida determinou­‑se o ponto I’, o traço da reta s no b2/4 (o ponto de interseção
da reta s com o b2/4). O ponto I’ pertence ao plano a, pois pertence a uma reta
do plano – a reta s. O ponto I’ pertence ao b2/4, pois tem as suas projeções
coincidentes. O ponto I’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente
aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta de interseção dos dois planos.
Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i’ está definida por
dois pontos (os pontos I e I’). A reta i’, porque se trata de uma reta do b2/4, tem
as suas projeções coincidentes.
Determinação da reta de interseção do plano a com o b1/3:
É pedida uma reta – a reta i. A reta i é a reta de interseção entre os dois planos, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem simultaneamente
aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se o ponto Q, o traço da reta r no b1/3 (o ponto de interseção da reta r
com o b1/3). O ponto Q pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano – a reta r. O ponto Q pertence ao b1/3, pois tem as suas projeções simétricas em
relação ao eixo X. O ponto Q é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já
temos um ponto para definir a reta i. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i. Em seguida determinou­‑se o ponto Q’, o traço da reta s no b1/3
(o ponto de interseção da reta s com o b1/3). O ponto Q’ pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano – a reta s. O ponto Q’ pertence ao b1/3, pois tem as
suas projeções simétricas em relação ao eixo X. O ponto Q’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta
de interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i está definida por dois pontos (os pontos Q e Q’). A reta i, porque se
trata de uma reta do b1/3, tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X.
Observação:
Sublinha­‑se que as retas i e i’ são necessariamente duas retas concorrentes num ponto do eixo X. Isto tem a sua justificação no facto de as duas retas serem
complanares. Assim, ou são paralelas ou são concorrentes. Não são paralelas, pois têm direções diferentes, pelo que são necessariamente concorrentes. Tendo
em conta que todos os pontos da reta i pertencem ao b1/3, o ponto de concorrência das duas retas tem de pertencer ao b1/3. Por outro lado, tendo em conta que
todos os pontos da reta i’ pertencem ao b2/4, o ponto de concorrência das duas retas tem de pertencer ao b2/4. Assim, as duas retas são concorrentes num ponto
que pertença simultaneamente ao b1/3 e ao b2/4 – um ponto do eixo X.

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As retas
i e i’, porque são pedidas (é o objetivo do exercício), representam­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são linhas de chamada ou são
linhas auxiliares (caso das construções para determinar os traços das retas no b1/3).

112
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
440.
Dados:
As retas h e f, porque são complanares (porque definem o plano g) ou são paralelas ou são
concorrentes. A reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção e oblíqua ao Plano Frontal
de Projeção e a reta f é paralela ao Plano Frontal de Projeção e oblíqua ao Plano Horizontal de
Projeção, pelo que as duas retas têm necessariamente direções diferentes, pelo que não são
paralelas, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto P.
Nesse sentido, desenharam­‑se as projeções da reta f, em função dos dados. Em seguida
desenhou­‑se h2, a projeção frontal da reta h. Atendendo a que as duas retas são concorrentes
f2
num ponto P, a projeção frontal do ponto P (P2) é o ponto de concorrência das projeções
frontais das duas retas – h2 e f2. A projeção horizontal do ponto P (P1) está sobre a projeção i2
I1I2 h2 P2 Q2
horizontal da reta f (f1). O plano g está representado pelas projeções das duas retas.

Resolução: Q2
São pedidas as retas de interseção do plano g com o b1/3 e o b2/4.
Determinação da reta de interseção do plano g com o b1/3:
É pedida uma reta – a reta i. A reta i é a reta de interseção entre os dois planos, que é o lugar
geométrico dos pontos do espaço que pertencem simultaneamente aos dois planos, ou seja, X
é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se o ponto Q, o traço da
P1 f1
reta h no b1/3 (o ponto de interseção da reta h com o b1/3). O ponto Q pertence ao plano g, pois
pertence a uma reta do plano – a reta h. O ponto Q pertence ao b1/3, pois tem as suas projeções I1I2 Q
1 h1
simétricas em relação ao eixo X. O ponto Q é, assim, um ponto que pertence simultaneamente
aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto
i1i2 Q1 i1
para definir a reta i. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i. Em seguida
determinou­‑se o ponto Q’, o traço da reta f no b1/3 (o ponto de interseção da reta f com o b1/3).
O ponto Q’ pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano – a reta f. O ponto Q’ pertence
ao b1/3, pois tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X. O ponto Q’ é, assim,
outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta de
interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i está
definida por dois pontos (os pontos Q e Q’). A reta i, porque se trata de uma reta do b1/3, tem as
suas projeções simétricas em relação ao eixo X.
Determinação da reta de interseção do plano g com o b2/4:
É pedida uma reta – a reta i’. A reta i’ é a reta de interseção entre os dois planos, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem simultaneamente
aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se o ponto I, o traço da reta h no b2/4 (o ponto de interseção da reta h
com o b2/4). O ponto I pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano – a reta h. O ponto I pertence ao b2/4, pois tem as suas projeções coincidentes.
O ponto I é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto
para definir a reta i’. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i’. Em seguida determinou­‑se o ponto I’, o traço da reta f no b2/4 (o ponto de
interseção da reta f com o b2/4). O ponto I’ pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano – a reta f. O ponto I’ pertence ao b2/4, pois tem as suas projeções
coincidentes. O ponto I’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta de interseção dos dois planos. Já
temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i’ está definida por dois pontos (os pontos I e I’). A reta i’, porque se trata de uma reta do b2/4, tem as
suas projeções coincidentes.
Observação:
Sublinha­‑se que as retas i e i’ são necessariamente duas retas concorrentes num ponto do eixo X.

Traçado:
As retas dadas (as retas h e f) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. O eixo X representa­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As retas i
e i’, porque são pedidas (é o objetivo do exercício), representam­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

441.
Por reta de interseção de um plano com o Plano Horizontal de Projeção, entende­‑se o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem simultaneamente
aos dois planos ou, de uma forma ainda mais precisa, o lugar geométrico dos pontos desse plano que têm cota nula (por pertencerem ao Plano Horizontal de
Projeção).

442.
Por reta de interseção de um plano com o Plano Frontal de Projeção, entende­‑se o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem simultaneamente
aos dois planos ou, de uma forma ainda mais precisa, o lugar geométrico dos pontos desse plano que têm afastamento nulo (por pertencerem ao Plano Frontal
de Projeção).

113
SOLUÇÕES
443.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas a e b, em função dos dados. Tenha
em conta que as projeções da reta a foram desenhadas também a partir da informação
que é dada, no enunciado, sobre o traço horizontal da reta (o ponto H). Sublinha­‑se que as
projeções da reta a são paralelas entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício
274. e respetivo relatório). O plano está definido (representado) pelas projeções das duas
retas.

a) É pedida uma reta – a reta i. É pedida a reta de interseção do plano d com o Plano
Frontal de Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem
simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois
planos. Nesse sentido, para determinar a reta de interseção do plano d com o Plano Frontal
de Projeção é necessário determinar pelo menos um ponto que pertença simultaneamente
aos dois planos. Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta a (o ponto de interseção
da reta a com o Plano Frontal de Projeção). O ponto F pertence ao plano d, pois pertence YZ
a uma reta do plano – a reta a. O ponto F pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem
afastamento nulo (todos os pontos do Plano Frontal de Projeção têm afastamento nulo). i2
O ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é b2
um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i. F2
Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i. Em seguida determinou­‑se o
ponto F’, o traço frontal da reta b (o ponto de interseção da reta b com o Plano Frontal de H1
P2
Projeção). O ponto F’ pertence ao plano d, pois pertence a uma reta do plano – a reta b. O
ponto F’ pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é, F2
assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto a2
da reta de interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta
– a reta i está definida por dois pontos (os pontos F e F’). Note que a reta i, porque pertence
H0H2 P0
ao Plano Frontal de Projeção, tem a sua projeção horizontal no eixo X. Tipo de reta: a reta i
é uma reta frontal (de frente) do plano, com afastamento nulo. X
i1 i2 F1 F1 H2
b) É pedida uma reta – a reta i’. É pedida a reta de interseção do plano d com o Plano
Horizontal de Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem P1
i1
simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos
dois planos. Nesse sentido, para determinar a reta de interseção do plano d com o Plano
Horizontal de Projeção é necessário determinar pelo menos um ponto que pertença
simultaneamente aos dois planos. O ponto H, o traço horizontal da reta a (o ponto de
interseção da reta a com o Plano Horizontal de Projeção) é um ponto dado no enunciado e
é um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos. De facto, o ponto H pertence H1
a1
ao plano d, pois pertence a uma reta do plano (a reta a) e pertence ao Plano Horizontal b1
de Projeção, pois tem cota nula (todos os pontos do Plano Horizontal de Projeção têm
cota nula). O ponto H é, pois, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos,
pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para
definir a reta i’. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i’. Em seguida
determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta b (o ponto de interseção da reta b com
o Plano Horizontal de Projeção). O ponto H’ pertence ao plano d, pois pertence a uma reta
do plano – a reta b. O ponto H’ pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota
nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos,
pelo que é outro ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos
faltava para definir a reta – a reta i’ está definida por dois pontos (os pontos H e H’). Note
que a reta i’, porque pertence ao Plano Horizontal de Projeção, tem a sua projeção frontal
no eixo X. Tipo de reta: a reta i’ é uma reta horizontal (de nível) do plano, com cota
nula.

Observação:
Sublinha­‑se que as retas i e i’ são necessariamente duas retas concorrentes num ponto do eixo X. Isto tem a sua justificação no facto de as duas retas serem
complanares. Assim, ou são paralelas ou são concorrentes. Não são paralelas, pois têm direções diferentes (a reta i é uma reta frontal e a reta i’ é uma reta
horizontal), pelo que são necessariamente concorrentes. Tendo em conta que todos os pontos da reta i têm afastamento nulo, o ponto de concorrência das duas
retas tem necessariamente afastamento nulo. Por outro lado, tendo em conta que todos os pontos da reta i’ têm cota nula, o ponto de concorrência das duas
retas tem necessariamente cota nula. Assim, as duas retas são concorrentes num ponto que tem, simultaneamente, cota e afastamento nulos – um ponto do
eixo X.

Traçado:
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As retas i e i’, porque são pedidas (é o objetivo do exercício), representam­‑se
a forte. Neste caso, o eixo X representou‑se a forte, pois a projeção horizontal da reta i e a projeção frontal da reta i’ (que são duas retas pedidas) situam­‑se
ambas no eixo X – uma vez que fazem parte do objetivo do exercício, representaram­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas
de chamada.

114
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
444.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das
retas a e b, em função dos dados. Tenha em conta que as projeções da reta a foram desenhadas também a partir da informação que é dada, no enunciado, sobre
o traço frontal da reta (o ponto F).

a) É pedida uma reta – a reta i. É pedida a reta de interseção do plano s com o Plano Frontal de Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço
que pertencem simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. Nesse sentido, para determinar a reta
de interseção do plano s com o Plano Frontal de Projeção é necessário determinar pelo menos um ponto que pertença simultaneamente aos dois planos.
O ponto F, o traço frontal da reta a (o ponto de interseção da reta a com o Plano Frontal de Projeção) é um ponto dado no enunciado e é um ponto que pertence
simultaneamente aos dois planos. De facto, o ponto F pertence ao plano s, pois pertence a uma reta do plano (a reta a) e pertence ao Plano Frontal de Projeção,
pois tem afastamento nulo. O ponto F é, pois, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois
planos. Já temos um ponto para definir a reta i. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i. Em seguida determinou­‑se o ponto F’, o traço
frontal da reta b (o ponto de interseção da reta b com o Plano Frontal de Projeção). O ponto F’ pertence ao plano s, pois pertence a uma reta do plano – a reta b.
O ponto F’ pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos,
pelo que é outro ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i está definida por dois pontos (os
pontos F e F’). Note que a reta i, porque pertence ao Plano Frontal de Projeção, tem a sua projeção horizontal no eixo X. Tipo de reta: a reta i é uma reta frontal
(de frente) do plano, com afastamento nulo.

b) É pedida uma reta – a reta i’. É pedida a reta de interseção do plano s com o Plano Horizontal de Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do
espaço que pertencem simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. Nesse sentido, para determinar
a reta de interseção do plano s com o Plano Horizontal de Projeção é necessário determinar pelo menos um ponto que pertença simultaneamente aos
dois planos. Determinou­‑se o ponto H, o traço horizontal da reta a (o ponto de interseção da reta a com o Plano Horizontal de Projeção). O ponto H pertence
ao plano s, pois pertence a uma reta do plano – a reta a. O ponto H pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H é, assim, um
ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i’.
Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i’. Em seguida determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta b (o ponto de interseção da
reta b com o Plano Horizontal de Projeção). O ponto H’ pertence ao plano s, pois pertence a uma reta do plano – a reta b. O ponto H’ pertence ao Plano
Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta
de interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i’ está definida por dois pontos (os pontos H e H’). Note que a
reta i’, porque pertence ao Plano Horizontal de Projeção, tem a sua projeção frontal no eixo X. Tipo de reta: a reta i’ é uma reta horizontal (de nível) do
plano, com cota nula.

Observação:
Sublinha­‑se que as retas i e i’ são necessariamente duas retas concorrentes num ponto do eixo X (ver observação no relatório do exercício anterior), apesar de,
na presente situação, esse ponto se situar fora dos limites da folha de papel.

Traçado:
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As retas i e i’, porque são pedidas (é o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. Neste caso, o eixo X representou­‑se a forte, pois a projeção horizontal da reta i e a projeção frontal da reta i’ (que são duas retas pedidas) situam­‑se
ambas no eixo X – uma vez que fazem parte do objetivo do exercício, representam­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de
chamada.

YZ
i2

F2
F2

B2
b2
a2

A2

H2 A0B0
X
i1 i2 H2 B1 F1 F1

A1 a1
b1
i1
H1
H1

115
SOLUÇÕES
445.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas a e b, em função dos YZ
dados. Tenha em conta que as projeções da reta a foram desenhadas também a partir da F2
informação que é dada, no enunciado, sobre o traço horizontal da reta (o ponto H). b2

Resolução:
a2
Determinação da reta de interseção do plano y com o Plano Frontal de Projeção: B2
É pedida uma reta – a reta i. É pedida a reta de interseção do plano y com o Plano
Frontal de Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem F2
simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois A2
planos. Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta a (o ponto de interseção da reta a i2
com o Plano Frontal de Projeção). O ponto F pertence ao plano y, pois pertence a uma reta B1
F1 H2
do plano – a reta a. O ponto F pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento
nulo. O ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que X
i1 i2 A0B0 F1 H2
é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i.
Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i. Em seguida determinou­‑se o a1 H1
ponto F’, o traço frontal da reta b (o ponto de interseção da reta b com o Plano Frontal de
Projeção). O ponto F’ pertence ao plano y, pois pertence a uma reta do plano – a reta b. O i1 b1
A1
ponto F’ pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é,
assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto H1
da reta de interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta
– a reta i está definida por dois pontos (os pontos F e F’). Note que a projeção horizontal da
reta i se situa no eixo X.
Determinação da reta de interseção do plano y com o Plano Horizontal de Projeção:
É pedida uma reta – a reta i’. É pedida a reta de interseção do plano y com o Plano Horizontal de Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que
pertencem simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. O ponto H, o traço horizontal da reta a (o ponto de
interseção da reta a com o Plano Horizontal de Projeção) é um ponto dado no enunciado e é um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos. De facto,
o ponto H pertence ao plano y, pois pertence a uma reta do plano (a reta a) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H é, pois,
um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i’.
Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i’. Em seguida determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta b (o ponto de interseção da reta b
com o Plano Horizontal de Projeção). O ponto H’ pertence ao plano y, pois pertence a uma reta do plano – a reta b. O ponto H’ pertence ao Plano Horizontal de
Projeção, pois tem cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta de interseção dos
dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i’ está definida por dois pontos (os pontos H e H’). Note que a projeção frontal da reta i’
se situa no eixo X.

Observação:
Sublinha­‑se que as retas i e i’ são necessariamente duas retas concorrentes num ponto do eixo X (ver observação no relatório do exercício 443.).

Traçado:
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As retas i e i’, porque são pedidas (é o objetivo do exercício), representam­‑se a
forte. Neste caso, o eixo X representou­‑se a forte, pois a projeção horizontal da reta i e a projeção frontal da reta i’ (que são duas retas pedidas) situam­‑se ambas
no eixo X – uma vez que fazem parte do objetivo do exercício, representam­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

446.
Dados:
As retas h e f, porque são complanares (porque definem o plano g) ou são paralelas ou são
concorrentes. A reta h é paralela ao Plano Horizontal de Projeção e oblíqua ao Plano Frontal
de Projeção e a reta f é paralela ao Plano Frontal de Projeção e oblíqua ao Plano Horizontal i2 f2
de Projeção, pelo que as duas retas têm necessariamente direções diferentes, pelo que não
F2 P2 h2
são paralelas, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o
ponto P. Nesse sentido, desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados. Em
seguida desenhou­‑se f1, a projeção horizontal da reta f. Atendendo a que as duas retas são
F1
concorrentes num ponto P, a projeção horizontal do ponto P (P1) é o ponto de concorrência das
projeções horizontais das duas retas – h1 e f1. A projeção frontal do ponto P (P2) está sobre X
i2 i1 H2
a projeção frontal da reta h (h2). O plano g está representado pelas projeções das duas retas.

Resolução:
Determinação da reta de interseção do plano g com o Plano Horizontal de Projeção:
É pedida uma reta – a reta i. É pedida a reta de interseção do plano g com o Plano P1 f1
Horizontal de Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem
H1
simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois
planos. Determinou­‑se o ponto H, o traço horizontal da reta f (o ponto de interseção da reta i1 h1
f com o Plano Horizontal de Projeção). O ponto H pertence ao plano g, pois pertence a uma

116
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
reta do plano – a reta f. O ponto H pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente
aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção
para definir a reta i. A reta de interseção do plano g com o Plano Horizontal de Projeção é necessariamente uma reta horizontal (de nível) do plano g. Atendendo
a que retas horizontais (de nível) de um plano são paralelas entre si, a reta i é necessariamente paralela à reta h, pois são, ambas, retas horizontais (de nível) do
mesmo plano. Assim, já temos a direção que nos faltava para definir a reta i, que é a direção das retas horizontais (de nível) do plano g. A reta i está definida por
um ponto (o ponto H) e por uma direção (a direção das retas horizontais do plano g). A reta i, porque pertence ao Plano Horizontal de Projeção, tem a sua projeção
frontal no eixo X. Note que as duas retas (i e i’) são concorrentes entre si num ponto do eixo X.
Determinação da reta de interseção do plano g com o Plano Frontal de Projeção:
É pedida uma reta – a reta i’. É pedida a reta de interseção do plano g com o Plano Frontal de Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que
pertencem simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta h
(o ponto de interseção da reta h com o Plano Frontal de Projeção). O ponto F pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano – a reta h. O ponto F pertence
ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da
reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i’. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i’. A reta de interseção do
plano g com o Plano Frontal de Projeção é necessariamente uma reta frontal (de frente) do plano g. Atendendo a que retas frontais (de frente) de um plano são
paralelas entre si, a reta i’ é necessariamente paralela à reta f, pois são, ambas, retas frontais (de frente) do mesmo plano. Assim, já temos a direção que nos
faltava para definir a reta i’, que é a direção das retas frontais (de frente) do plano g. A reta i’ está definida por um ponto (o ponto F) e por uma direção (a direção
das retas frontais do plano g). A reta i, porque pertence ao Plano Frontal de Projeção, tem a sua projeção horizontal no eixo X.
Observação:
Sublinha­‑se que as retas i e i’ são necessariamente duas retas concorrentes num ponto do eixo X. Isto tem a sua justificação no facto de as duas retas serem
complanares. Assim, ou são paralelas ou são concorrentes. Não são paralelas, pois têm direções diferentes (a reta i é uma reta frontal e a reta i’ é uma reta
horizontal), pelo que são necessariamente concorrentes. Tendo em conta que todos os pontos da reta i têm afastamento nulo, o ponto de concorrência das duas
retas tem necessariamente afastamento nulo. Por outro lado, tendo em conta que todos os pontos da reta i’ têm cota nula, o ponto de concorrência das duas
retas tem necessariamente cota nula. Assim, as duas retas são concorrentes num ponto que tem, simultaneamente, cota e afastamento nulos – um ponto do
eixo X.

Traçado:
As retas dadas (as retas h e f) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As retas i e i’, porque são pedidas (é o objetivo do exercício), representam­‑se a
forte. Neste caso, o eixo X representou­‑se a forte, pois a projeção frontal da reta i e a projeção horizontal da reta i’ (que são duas retas pedidas) situam­‑se ambas
no eixo X – uma vez que fazem parte do objetivo do exercício, representaram­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

447.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos R e S, pelas respetivas projeções, em YZ
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e s, em
função dos dados.
F2
Resolução: s2
S2 i2
Determinação da reta de interseção do plano a com o Plano Horizontal de Projeção:
É pedida uma reta – a reta i. É pedida a reta de interseção do plano a com o Plano F2
Horizontal de Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem
simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos
dois planos. Determinou­‑se o ponto H, o traço horizontal da reta r (o ponto de interseção da r2
R2
reta r com o Plano Horizontal de Projeção). O ponto H pertence ao plano a, pois pertence a
uma reta do plano – a reta r. O ponto H pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem R0 F1 F1
cota nula. O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, H2 S0
Xi2i1 J1J2
pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para
definir a reta i. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i. Em seguida
determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta s (o ponto de interseção da reta s com
o Plano Horizontal de Projeção). O ponto H’ pertence ao plano a, pois pertence a uma reta
do plano – a reta s. O ponto H’ pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota s1 r1
nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, S1 R1
pelo que é outro ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos
faltava para definir a reta – a reta i está definida por dois pontos (os pontos H e H’). Note i1
que a projeção frontal da reta i se situa no eixo X.
Determinação da reta de interseção do plano a com o Plano Frontal de Projeção:
É pedida uma reta – a reta i’. É pedida a reta de interseção do plano a com o Plano
Frontal de Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem
simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos
dois planos. Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta r (o ponto de interseção da
reta r com o Plano Frontal de Projeção). O ponto F pertence ao plano a, pois pertence a H1
uma reta do plano – a reta r. O ponto F pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem

117
SOLUÇÕES
afastamento nulo. O ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já
temos um ponto para definir a reta i’. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i’. Em seguida determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s
(o ponto de interseção da reta s com o Plano Frontal de Projeção). O ponto F’ pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano – a reta s. O ponto F’ pertence
ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto
da reta de interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i’ está definida por dois pontos (os pontos F e F’). Note que a
projeção horizontal da reta i’ se situa no eixo X.

Observação:
Sublinha­‑se que as retas i e i’ são necessariamente duas retas concorrentes num ponto do eixo X (ver observação no relatório do exercício anterior).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As retas i e i’, porque são pedidas (é o objetivo do exercício), representam­‑se a
forte. Neste caso, o eixo X representou­‑se a forte, pois a projeção horizontal da reta i e a projeção frontal da reta i’ (que são duas retas pedidas) situam­‑se ambas
no eixo X – uma vez que fazem parte do objetivo do exercício, representaram­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

448. YZ
a) Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos R e S, pelas respetivas projeções, em função das b2
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas a e b, em função dos dados.
Tenha em conta que as projeções da reta a foram desenhadas também a partir da informação que
F2 i2
é dada, no enunciado, sobre o traço frontal da reta (o ponto F). O plano está representado pelas
projeções das duas retas. S2 a2
F2
b) Determinação da reta de interseção do plano g com o Plano Frontal de Projeção: R2
É pedida uma reta – a reta i. É pedida a reta de interseção do plano s com o Plano Frontal de
Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do espaço que pertencem simultaneamente aos H2 J1J2
dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. O ponto F, o traço S0 R 0
Xi2i1 F1 F0F1
frontal da reta a (o ponto de interseção da reta a com o Plano Frontal de Projeção) é um ponto dado
no enunciado e é um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos. De facto, o ponto F
pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta a) e pertence ao Plano Frontal de S1
Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F é, pois, um ponto que pertence simultaneamente
aos dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto R1 i1
para definir a reta i. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta i. Em seguida
determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta b (o ponto de interseção da reta b com o Plano
Frontal de Projeção). O ponto F’ pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano – a reta b. H1
O ponto F’ pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é, assim, a1
outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta de b1
interseção dos dois planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i está
definida por dois pontos (os pontos F e F’). Note que a reta i, porque pertence ao Plano Frontal de
Projeção, tem a sua projeção horizontal no eixo X.
Determinação da reta de interseção do plano g com o Plano Horizontal de Projeção:
É pedida uma reta – a reta i’. É pedida a reta de interseção do plano g com o Plano Horizontal de Projeção, que é o lugar geométrico dos pontos do
espaço que pertencem simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence simultaneamente aos dois planos. Determinou­‑se o ponto H, o
traço horizontal da reta a (o ponto de interseção da reta a com o Plano Horizontal de Projeção). O ponto H pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do
plano – a reta a. O ponto H pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos
dois planos, pelo que é um ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i’. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção
para definir a reta i’. Em seguida determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta b (o ponto de interseção da reta b com o Plano Horizontal de Projeção).
O ponto H’ pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano – a reta b. O ponto H’ pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula.
O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta de interseção dos dois planos. Já temos o
ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i’ está definida por dois pontos (os pontos H e H’). Note que a reta i’, porque pertence ao Plano Horizontal
de Projeção, tem a sua projeção frontal no eixo X.

Observação:
Sublinha­‑se que as retas i e i’ são necessariamente duas retas concorrentes num ponto do eixo X (ver observação no relatório do exercício 446.).

Traçado:
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As retas i e i’, porque são pedidas (é o objetivo do exercício), representam­‑se a
forte. Neste caso, o eixo X representou­‑se a forte, pois a projeção horizontal da reta i e a projeção frontal da reta i’ (que são duas retas pedidas) situam­‑se ambas
no eixo X – uma vez que fazem parte do objetivo do exercício, representaram­‑se a forte. As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

118
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
449.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas – o plano d está representado pelas projeções dos três pontos. Em seguida, e a
partir dos dados do enunciado, foi possível desenhar a projeção frontal da reta h (h2), que é paralela ao eixo X
e se situa 3 cm acima do eixo X.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. Os dados do plano d (os pontos A, B e C) não nos permitem determinar qualquer ponto da reta h,
pelo que são insuficientes para definir a reta h, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do
plano, reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção.
Recorreu­‑se à reta r como reta auxiliar do plano d. A reta r (a reta auxiliar do plano) está definida por dois
pontos – os pontos A e B (dados no enunciado). As retas h e r são complanares, pelo que ou são paralelas
ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo
que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto M. Já temos um ponto para
definir a reta h. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta h. Os elementos que já temos do
plano d (os pontos A, B e C e a reta r) não nos permitem determinar qualquer outro ponto da reta h, pelo
que são insuficientes para definir a reta h, pelo que é necessário o recurso a uma outra reta auxiliar do
plano, reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção.
Recorreu­‑se à reta s como reta auxiliar do plano d. A reta s (a outra reta auxiliar do plano) está definida por
um ponto (o ponto C, dado no enunciado) e por uma direção (a direção da reta r, pois a reta s é paralela à
reta r). As retas h e s são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas,
pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um
ponto de concorrência – o ponto N. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta h. A reta h está
definida por dois pontos – os pontos M e N. A projeção horizontal da reta h (h1) passa pelas projeções
horizontais dos pontos M e N (M1 e N1).

Traçado:
Os pontos dados representaram­‑se a leve, pois as linhas de chamada são sempre a leve. A reta h, que é
a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha
estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso
das retas r e s) ou são linhas de chamada.

450.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas – o plano d está representado pelas projeções dos três pontos.

Resolução:
A determinação das projeções do ponto P, pertencente ao plano, processa­‑se de acordo com os raciocínios
expostos no relatório do exercício 424., pelo que se aconselha o acompanhamento da resolução proposta
com a leitura daquele relatório. Para determinar as projeções do ponto P, recorreu­‑se a uma reta f, frontal
(de frente), do plano, com 3 cm de afastamento, como reta auxiliar do plano. A reta f está definida por
um ponto (o ponto M, que é o ponto de concorrência da reta f com a reta r) e por uma direção (a direção
das retas frontais do plano d, pois a reta f é paralela à reta f’, uma vez que são, ambas, retas frontais
do plano d). Tenha em conta que a reta r é uma reta auxiliar do plano – a reta r está definida por dois
pontos (os pontos A e B, dados no enunciado). A reta f’, por sua vez, é outra reta auxiliar do plano e está
igualmente definida por dois pontos (os pontos A e C, dados no enunciado). De facto, os dados do plano d
eram insuficientes para definir a reta f, pelo que foi necessário o recurso a duas retas auxiliares do plano
– a reta r e a reta f’. Todos os pontos da reta f pertencem ao plano d e têm 3 cm de afastamento – a reta f
é o lugar geométrico dos pontos do plano d que têm 3 cm de afastamento. Assim, o ponto P (o ponto
pretendido), porque tem 3 cm de afastamento, situa­‑se necessariamente na reta f – o ponto P é o ponto
da reta f que tem 4 cm de cota.

Traçado:
Os pontos dados representaram­‑se a leve, pois as linhas de chamada são sempre a leve. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve,
pois são traçados auxiliares (caso das retas r, h, f e f’) ou são linhas de chamada. Note que, na presente
situação, não há nenhuma linha a forte, pois o que é pedido é um ponto e as linhas de chamada são
sempre a leve.

119
SOLUÇÕES
451.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos P e R, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados. Recorde
que o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo que a
projeção horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X. Assim, a projeção horizontal da reta h (h1) passa
pela projeção horizontal do ponto R (R1) e faz, com o eixo X, um ângulo de 40º (a.e.), sendo que
o ângulo foi medido para baixo do eixo X. O plano a está representado pelas projeções da reta h
e do ponto P. Em seguida, e a partir dos dados do enunciado, foi possível desenhar a projeção
horizontal da reta f (f1), que é paralela ao eixo X e se situa 2 cm abaixo do eixo X.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta f. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e
uma direção. As retas f e h são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes –
não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que são
concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto M. Já temos um ponto para
definir a reta f. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta f. Tendo em conta que, a
partir dos dados do plano a (a reta h e o ponto P, apenas), não é possível obter o elemento que nos
falta para definir a reta f, conclui­‑se, então, que os dados do plano a são insuficientes para definir
a reta f, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano (uma outra reta do plano),
reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção.
Recorreu­‑se à reta h’ como reta auxiliar do plano a. A reta h’ (a reta auxiliar do plano) é uma reta
horizontal (de nível) do plano a e está definida por um ponto (o ponto P, dado no enunciado) e
pela sua direção (a direção das retas horizontais do plano a, que é a direção da reta h – a reta h’
é paralela à reta h). Há que recordar, no entanto, que o objetivo do exercício é determinar as
projeções da reta f, para o que os dados do plano (a reta h e o ponto P) se revelaram insuficientes.
No entanto, já temos duas retas do plano a – as retas h e h’. As retas f e h’ são complanares, pelo
que ou são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções horizontais
não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência
– o ponto N. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta f. A reta f está definida por
dois pontos – os pontos M e N. A projeção frontal da reta f (f2) passa pelas projeções frontais dos
pontos M e N (M2 e N2).

Traçado:
A reta dada (a reta h) representou­‑se a médio, pois integra os dados. A reta f, que é a reta
pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou‑se a médio (é a
linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados
auxiliares (caso da reta h’) ou são linhas de chamada.

452.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos P e R, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados (ver
relatório do exercício anterior).

Resolução:
A determinação das projeções do ponto A, pertencente ao plano, processa­‑se de acordo com os
raciocínios expostos no relatório do exercício 424., pelo que se aconselha o acompanhamento
da resolução proposta com a leitura daquele relatório. Para determinar as projeções do ponto A,
recorreu­‑se a uma reta f, frontal (de frente), do plano, com 1 cm de afastamento, como reta
auxiliar do plano. A reta f está definida por dois pontos – o ponto M (que é o ponto de concorrência
da reta f com a reta h) e o ponto N (que é o ponto de concorrência da reta f com a reta h’). Tenha em
conta que a reta h’ é uma reta auxiliar do plano – a reta h’ está definida por um ponto (o ponto A,
dado no enunciado) e por uma direção (a direção das retas horizontais do plano, que é a direção da
reta h – a reta h’ é paralela à reta h). De facto, os dados do plano a eram insuficientes para definir
a reta f, pelo que foi necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano – a reta h’. Todos os pontos
da reta f pertencem ao plano a e têm 1 cm de afastamento – a reta f é o lugar geométrico dos
pontos do plano a que têm 1 cm de afastamento. Assim, o ponto A (o ponto pretendido), porque
tem 1 cm de afastamento, situa­‑se necessariamente na reta f – o ponto A é o ponto da reta f que
tem 3 cm de cota.

Traçado:
A reta dada (a reta h) representou­‑se a médio, pois integra os dados. O eixo X representou‑se
a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois
são traçados auxiliares (caso das retas h’ e f) ou são linhas de chamada. Note que, na presente
situação, não há nenhuma linha a forte, pois o que é pedido é um ponto e as linhas de chamada
são sempre a leve.

120
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
453.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos P e R, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados (ver relatório do
exercício 451.). Note que foi possível, de forma imediata e a partir dos dados, desenhar as duas projeções
da reta p. No entanto, e porque se trata de uma reta de perfil, cujas projeções não verificam o Critério de
Reversibilidade, só as projeções da reta p são insuficientes para definir a reta. De facto, para definir a reta p
são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta p. Para definir uma reta são necessários dois pontoso ou um ponto e uma
direção. As retas p e h são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são
paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo
que existe um ponto de concorrência – o ponto A. Já temos um ponto para definir a reta p. Falta­‑nos
outro ponto ou uma direção para definir a reta p. Tendo em conta que, a partir dos dados do plano a
(a reta h e o ponto P, apenas), não é possível obter o elemento que nos falta para definir a reta p,
conclui­‑se, então, que os dados do plano a são insuficientes para definir a reta p, pelo que é necessário
o recurso a uma reta auxiliar do plano (uma outra reta do plano), reta essa que, também ela, tem de
estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta h’ como reta auxiliar do
plano a. A reta h’ (a reta auxiliar do plano) é uma reta horizontal (de nível) do plano a e está definida por
um ponto (o ponto P, dado no enunciado) e pela sua direção (a direção das retas horizontais do plano a,
que é a direção da reta h – a reta h’ é paralela à reta h). As retas p e h’ são complanares, pelo que ou
são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são
paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto B.
Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta p. A reta p está definida por dois pontos – os
pontos A e B.

Traçado:
A reta dada (a reta h) representou­‑se a médio, pois integra os dados. A reta p, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da reta h’) ou são
linhas de chamada.

454.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas – o plano a está representado pelas projeções dos três pontos.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta i. A reta i é a reta de interseção entre os dois planos, que é o lugar geométrico
dos pontos do espaço que pertencem simultaneamente aos dois planos, ou seja, é a reta que pertence
simultaneamente aos dois planos. O ponto C (um dos pontos que define o plano a) é um ponto que
pertence ao b1/3, pois tem coordenadas iguais e projeção simétricas em relação ao eixo X. Por outro
lado, o ponto C é também um ponto que pertence ao plano a, pois é um dos pontos que define o plano.
O ponto C é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto da
reta de interseção dos dois planos. Já temos um ponto para definir a reta i. Falta­‑nos outro ponto ou
uma direção para definir a reta i. Os dados restantes do plano a (os pontos A e B) não nos permitem
determinar qualquer outro elemento da reta i (ponto ou direção), pelo que são insuficientes para definir
a reta i, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, tem
de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta r como reta auxiliar
do plano a. A reta r (a reta auxiliar do plano) está definida por dois pontos – os pontos A e B (dados no
enunciado). Determinou­‑se o ponto Q, o traço da reta r no b1/3 (o ponto de interseção da reta r com o
b1/3). O ponto Q pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano – a reta r. O ponto Q pertence
ao b1/3, pois tem as suas projeções simétricas em relação ao eixo X. O ponto Q é, assim, outro ponto
que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto da reta de interseção dos dois
planos. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta – a reta i está definida por dois pontos (os
pontos C e Q).

Traçado:
Os pontos dados representaram­‑se a leve, pois as linhas de chamada são sempre a leve. A reta i, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a
forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da
reta r) ou são linhas de chamada.

121
SOLUÇÕES
455.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta p, em função dos dados. O plano d
está representado pelas projeções da reta p e do ponto C.

Resolução:
A determinação das projeções do ponto P, pertencente ao plano, processa­‑se de acordo com os
raciocínios expostos no relatório do exercício 424., pelo que se aconselha o acompanhamento
da resolução proposta com a leitura daquele relatório. Para determinar as projeções do ponto P,
recorreu­‑se a uma reta h, horizontal (de nível), do plano, com 3 cm de cota, como reta auxiliar do
plano. A determinação das projeções da reta h processou­‑se conforme em seguida se expõe.
Determinação das projeções da reta h:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e
uma direção. As retas h e p são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes –
não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que são
concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência. No entanto, uma vez que as projeções
de uma reta de perfil (a reta p é uma reta de perfil) não verificam o Critério de Reversibilidade,
não é possível determinar as projeções do ponto de concorrência das duas retas de forma
direta. De facto, a utilidade da reta p, para a resolução deste exercício, é absolutamente nula,
pois não é possível extrair qualquer informação da reta (nomeadamente qualquer ponto da
reta), para além dos pontos dados. A resolução do exercício passa, necessariamente, por
considerar que o plano d está definido por três pontos não colineares – os pontos A, B e C. Nesse
sentido, e porque os dados do plano são insuficientes para definir a reta h, é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa que, também
ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta r como reta auxiliar do plano d. A reta r (a reta auxiliar do
plano) está definida por dois pontos – os pontos A e C (dois dos pontos que definem o plano). As retas h e r são complanares, pelo que ou são paralelas
ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto
de concorrência – o ponto M. Já temos um ponto para definir a reta h. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta h. Os elementos que já
temos do plano d (os pontos A, B e C e a reta r) não nos permitem determinar qualquer outro ponto da reta h, pelo que são insuficientes para definir a reta h,
pelo que é necessário o recurso a uma outra reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e
uma direção. Recorreu­‑se à reta s como reta auxiliar do plano d. A reta s (a outra reta auxiliar do plano) está definida por um ponto (o ponto B, outro dos pontos
que definem o plano) e por uma direção (a direção da reta r, pois a reta s é paralela à reta r). As retas h e s são complanares, pelo que ou são paralelas ou são
concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência
– o ponto N. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta h. A reta h está definida por dois pontos – os pontos M e N. A projeção horizontal da reta h (h1)
passa pelas projeções horizontais dos pontos M e N (M1 e N1).
Determinação das projeções do ponto P:
Todos os pontos da reta h pertencem ao plano d e têm 3 cm de cota – a reta h é o lugar geométrico dos pontos do plano d que têm 3 cm de cota. Assim, o ponto P
(o ponto pretendido), porque tem 3 cm de cota, situa­‑se necessariamente na reta h – o ponto P é o ponto da reta h que tem 2 cm de afastamento.

Traçado:
A reta dada (a reta p) representou­‑se a médio, pois integra os dados. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas
representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso das retas r, s e h) ou são linhas de chamada. Note que, na presente situação, não há nenhuma linha
a forte, pois o que é pedido é um ponto e as linhas de chamada são sempre a leve.

456.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos S e T, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta p, em função dos dados. A reta p,
porque é uma reta passante, é necessariamente concorrente com o eixo X. Nesse sentido,
identificou­‑se o ponto de concorrência da reta p com o eixo X – o ponto R. A reta p, de perfil, está
definida pelos pontos R e S. O plano s está representado pelas projeções da reta p e do ponto T.
Os dados permitiram­‑nos, ainda, desenhar h2, a projeção frontal da reta h, em função da sua cota.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. As retas h e p são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são
paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo
que existe um ponto de concorrência. A reta p é uma reta de perfil e as projeções de uma reta de
perfil não verificam o Critério de Reversibilidade, pelo que não é possível determinar as projeções
de qualquer outro ponto da reta, para além dos pontos dados. No entanto, o ponto S (um dos pontos
que define a reta de perfil) tem 6 cm de cota, que é, precisamente, a cota da reta h, pelo que o ponto S
é necessariamente o ponto de concorrência da reta h com a reta p. Nesse sentido, já temos um
ponto para definir a reta h – o ponto S. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta h.
Os elementos que já temos do plano s (os pontos R, S e T e a reta p) não nos permitem determinar

122
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
qualquer outro ponto da reta h, pelo que são insuficientes para definir a reta h, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa que,
também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta r como reta auxiliar do plano s. A reta r (a reta auxiliar do
plano) está definida por dois pontos – o ponto T e o ponto S (dois dos pontos que pertencem ao plano). As retas h e r são complanares, pelo que ou são paralelas
ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto A. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta h. A reta h está definida por dois pontos – os pontos S e A. A projeção horizontal
da reta h (h1) passa pelas projeções horizontais dos pontos S e A (S1 e A1).

Traçado:
A reta dada (a reta p) representou­‑se a médio, pois integra os dados. A reta h, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da reta r) ou são
linhas de chamada.

457.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano s, pelas projeções dos elementos que definem o plano – o ponto T e a reta p (ver relatório do exercício anterior). Os
dados permitiram­‑nos, ainda, desenhar f1, a projeção horizontal da reta f, em função do seu afastamento.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta f. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As retas f e p são complanares, pelo que ou são
paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um
ponto de concorrência. No entanto, uma vez que a reta p é uma reta de perfil e as projeções de uma reta de perfil não verificam o Critério de Reversibilidade,
não é possível determinar as projeções do ponto de concorrência das duas retas de forma direta. De facto, a utilidade da reta p, para a resolução deste exercício,
é absolutamente nula, pois não é possível extrair qualquer informação da reta (nomeadamente qualquer ponto da reta), para além dos pontos dados. A
resolução do exercício passa, necessariamente, por considerar que o plano s está definido por três pontos não colineares – os pontos R, S e T. Nesse sentido,
e porque os dados do plano são insuficientes para definir a reta f, é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, tem de
estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta r como reta auxiliar do plano s. A reta r (a reta auxiliar do plano) está definida
por dois pontos – os pontos S e T (dois dos pontos que definem o plano). As retas f e r são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não
são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto A.
Já temos um ponto para definir a reta f. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta f. Os elementos que já temos do plano s (os pontos R, S
e T e a reta r) não nos permitem determinar qualquer outro ponto da reta f, pelo que são insuficientes para definir a reta f, pelo que é necessário o recurso a
uma outra reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta s como
reta auxiliar do plano s. A reta s (a outra reta auxiliar do plano) está definida por um ponto (o ponto R, outro dos pontos que definem o plano) e por uma direção
(a direção da reta r, pois a reta s é paralela à reta r). As retas f e s são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois
as suas projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto B. Já temos o ponto
que nos faltava para definir a reta f. A reta f está definida por dois pontos – os pontos A e B. A projeção frontal da reta f (f2) passa pelas projeções frontais dos
pontos A e B (A2 e B2).

Traçado:
A reta dada (a reta p) representou­‑se a médio, pois integra os dados. A reta f, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso das retas r e s) ou
são linhas de chamada.

123
SOLUÇÕES
458.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos P e A, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados.
O plano g está representado pelas projeções da reta r e do ponto P. Em seguida, e a partir dos
dados do enunciado, determinou­‑se a projeção horizontal do ponto F (o traço frontal da reta m),
em função dos dados – a projeção horizontal do ponto F (F1) situa­‑se no eixo X e o ponto
tem –4 de abcissa. Por F1 (a projeção horizontal do ponto F) con­duziu­‑se m1 (a projeção
horizontal da reta m), paralela à projeção horizontal da reta r (é dado, no enunciado, que a
reta m é paralela à reta r).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta m. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um
ponto e uma direção. As retas m e r são paralelas (é dado no enunciado), pelo já temos uma
direção para definir a reta m. Falta­‑nos um ponto para definir a reta m. Tendo em conta
que, a partir dos dados do plano g (a reta r e o ponto P, apenas), não é possível obter o ponto
que nos falta para definir a reta m, conclui­‑se que os dados do plano g são insuficientes para
definir a reta m, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa
que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção.
Recorreu­‑se à reta s como reta auxiliar do plano g. A reta s (a reta auxiliar do plano) está
definida por dois pontos – o ponto P (dado no enunciado) e o ponto S (que é o ponto de
concorrência da reta s com a reta r). Há que recordar, no entanto, que o objetivo do exercício
é determinar as projeções da reta m, para o que os dados do plano (a reta r e o ponto P) se
revelaram insuficientes. No entanto, já temos duas retas do plano g – as retas r e s. As retas m
e s são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas,
pois as suas projeções horizontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes,
pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto M. Já temos o ponto que nos faltava
para definir a reta m. A reta m está definida por um ponto (o ponto M) e por uma direção
(a direção da reta r). A projeção frontal reta m (m2) passa pela projeção frontal do ponto M
(M2) e é paralela à projeção frontal da reta r (r2). Sublinha­‑se que não se recorreu à reta que
passa pelos pontos A e P como reta auxiliar, porque essa reta seria uma reta de perfil, cuja
utilidade, como se referiu em exercícios anteriores, seria nula, pois as suas projeções não
verificariam o Critério de Reversibilidade.

Traçado:
A reta dada (a reta r) representou­‑se a médio, pois integra os dados. A reta m, que é a reta pedida (o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são traçados auxiliares (caso da reta s) ou são
linhas de chamada.

459.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas. O plano d está representado pelas projeções dos três
pontos.

Resolução:
A determinação das projeções do ponto M, pertencente ao plano, processa­‑se de acordo
com os raciocínios expostos no relatório do exercício 424., pelo que se aconselha o
acompanhamento da resolução proposta com a leitura daquele relatório. Para determinar
as projeções do ponto M, recorreu­‑se a uma reta h, horizontal (de nível), do plano, com 2 cm
de cota, como reta auxiliar do plano. A determinação das projeções da reta h processou­‑se
conforme em seguida se expõe.
Determinação das projeções da reta h:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto
e uma direção. Os dados do plano (os três pontos dados) são insuficientes para definir a reta h,
pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela,
tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta a
como reta auxiliar do plano d. A reta a (a reta auxiliar do plano) está definida por dois pontos
– os pontos A e B (dois dos pontos que definem o plano). As retas h e a são complanares,
pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções
frontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto D. Já temos um ponto para definir a reta h. Falta­‑nos outro ponto
ou uma direção para definir a reta h. Os elementos que já temos do plano d (os pontos A,
B e C e a reta a) não nos permitem determinar qualquer outro ponto da reta h, pelo que
são insuficientes para definir a reta h, pelo que é necessário o recurso a uma outra reta

124
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
auxiliar do plano, reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta b como reta auxiliar do
plano d. A reta b (a outra reta auxiliar do plano) está definida por um ponto (o ponto C, outro dos pontos que definem o plano) e por uma direção (a direção da
reta a). As retas h e b são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas
entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto E. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta h. A reta h está
definida por dois pontos – os pontos D e E. A projeção horizontal da reta h (h1) passa pelas projeções horizontais dos pontos D e E (D1 e E1).
Determinação das projeções do ponto M:
Todos os pontos da reta h pertencem ao plano d e têm 2 cm de cota – a reta h é o lugar geométrico dos pontos do plano d que têm 2 cm de cota. Assim, o
ponto M (o ponto pretendido), porque tem 2 cm de cota, situa­‑se necessariamente na reta h. Por outro lado, uma vez que o ponto M é um ponto do b2/4, o ponto M
é o traço da reta h no b2/4 (é o ponto da reta h que tem as suas projeções coincidentes).

Traçado:
Os pontos dados representaram­‑se a leve, pois as linhas de chamada são sempre a leve. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício).
As restantes linhas representaram­‑se igualmente a leve, pois são traçados auxiliares (caso das retas a, b e h) ou são linhas de chamada. Note que, na presente
situação, não há nenhuma linha a forte, pois o que é pedido é um ponto e as linhas de chamada são sempre a leve.

460.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto R, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas, e
desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados. Sublinha­‑se que as projeções da reta r são
paralelas entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício 274. e respetivo relatório). Em seguida
identificaram­‑se as projeções do ponto P, coincidentes com as projeções de nome contrário do ponto R.
Salienta­‑se que o ponto P e o ponto R não são o mesmo ponto. De facto, o ponto R é um ponto que se
situa no 1o Diedro e o ponto R situa­‑se no 3o Diedro. As projeções de nome contrário dos dois pontos estão
coincidentes apenas na folha de papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano
Horizontal de Projeção. O plano a está representado pelas projeções da reta r e do ponto P. Por fim, e ainda
a partir dos dados do enunciado, foi possível desenhar a projeção frontal da reta h (h2), que é paralela ao
eixo X e se situa 2 cm acima do eixo X.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. As retas h e r são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são
paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que
existe um ponto de concorrência – o ponto M. Já temos um ponto para definir a reta h. Falta­‑nos outro
ponto ou uma direção para definir a reta h. Tendo em conta que, a partir dos dados do plano a (a reta r
e o ponto P, apenas), não é possível obter o elemento que nos falta para definir a reta h, conclui­‑se que
os dados do plano a são insuficientes para definir a reta h, pelo que é necessário o recurso a uma reta
auxiliar do plano (uma outra reta do plano), reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois
pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta s como reta auxiliar do plano a. A reta s (a
reta auxiliar do plano) está definida por um ponto (o ponto P, dado no enunciado) e pela sua direção (a
direção da reta r, pois a reta s é paralela à reta r). Sublinha­‑se que, optando­‑se por recorrer a uma reta
paralela à reta r e passando pelo ponto P, as projeções da reta s ficam coincidentes com as projeções
de nome contrário da reta r, o que se verifica apenas na folha de papel (após o rebatimento do Plano
Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção) e não no espaço. Há que recordar, no entanto,
que o objetivo do exercício é determinar as projeções da reta h, para o que os dados do plano (a reta r e o
ponto P) se revelaram insuficientes. No entanto, já temos duas retas do plano a – as retas r e s. As retas
h e s são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas
projeções frontais não são paralelas entre si, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de
concorrência – o ponto N. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta h. A reta h está definida
por dois pontos – os pontos M e N. A projeção horizontal reta h (h1) passa pelas projeções horizontais
dos pontos M e N (M1 e N1).

Traçado:
A reta dada (a reta r) representou­‑se a médio, pois integra os dados. A reta h, que é a reta pedida (o
objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do
exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

461.
Por traço horizontal de um plano entende­‑se a reta de interseção desse plano com o Plano Horizontal de Projeção – é uma reta horizontal (de nível) desse plano,
que tem cota nula.

125
SOLUÇÕES
462.
Por traço frontal de um plano entende­‑se a reta de interseção desse plano com o Plano Frontal de Projeção – é uma reta frontal (de frente) desse plano, que
tem afastamento nulo.

463.
A afirmação é verdadeira. De facto, os traços de um plano são duas retas complanares. Assim, ou são paralelas ou são concorrentes. Não são paralelas,
pois têm direções diferentes (o traço frontal do plano é uma reta frontal do plano e o traço horizontal do plano é uma reta horizontal), pelo que são
necessariamente concorrentes. Tendo em conta que todos os pontos do traço frontal do plano têm afastamento nulo, o ponto de concorrência dos dois
traços tem necessariamente afastamento nulo. Por outro lado, tendo em conta que todos os pontos do traço horizontal do plano têm cota nula, o ponto de
concorrência dos dois traços tem necessariamente cota nula. Assim, as duas retas são concorrentes num ponto que tem, simultaneamente, cota e afastamento
nulos – um ponto do eixo X.

464.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e s, em função dos
dados. Tenha em conta que as projeções da reta r foram desenhadas também a partir da
informação que é dada, no enunciado, sobre o traço frontal da reta (o ponto F). O plano a está
representado pelas projeções das duas retas.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano a:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano a). O traço frontal do plano a é a reta de interseção
do plano a com o Plano Frontal de Projeção – é uma reta frontal (de frente) do plano, com
afastamento nulo. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta r. O ponto F pertence ao plano a,
pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem
afastamento nulo. O ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois
planos, pelo que é um ponto do traço frontal do plano a. Já temos um ponto para definir o
traço frontal do plano a. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir o traço frontal do
plano a. Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s. O ponto F’ pertence ao plano a,
pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois
tem afastamento nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos
dois planos, pelo que é outro ponto do traço frontal do plano a. Já temos o ponto que nos
faltava para definir o traço frontal do plano a. O traço frontal do plano a (fa) está definido por
dois pontos – os pontos F e F’. Na representação de fa omitiram­‑se as suas projeções, se
bem que se saiba onde elas se situam – a sua projeção frontal é o próprio fa e a sua projeção
horizontal situa­‑se no eixo X.
Determinação do traço horizontal do plano a:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano a). O traço horizontal do plano a é a reta de interseção do plano a com o Plano Horizontal de Projeção – é
uma reta horizontal (de nível) do plano, com cota nula. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto H,
o traço horizontal da reta r. O ponto H pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem
cota nula. O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto do traço horizontal do plano a. Já temos um
ponto para definir o traço horizontal do plano a. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir o traço horizontal do plano a. Determinou­‑se o ponto H’,
o traço horizontal da reta s. O ponto H’ pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem
cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto do traço horizontal do plano a. Já temos
o ponto que nos faltava para definir o traço horizontal do plano a. O traço horizontal do plano a (ha) está definido por dois pontos – os pontos H e H’. Na
representação de ha omitiram­‑se as suas projeções, se bem que se saiba onde elas se situam – a sua projeção horizontal é o próprio ha e a sua projeção
frontal situa­‑se no eixo X.

Observação:
Os dois traços do plano (fa e ha) são duas retas do plano, que são concorrentes num ponto do eixo X. Recorde que duas retas de um plano ou são para­lelas ou são
concorrentes. Os dois traços do plano são duas retas do plano que não são paralelas, pois têm direções diferentes (fa é uma reta frontal e ha é uma reta horizontal),
pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – um ponto do eixo X. Tenha em conta que todos os pontos de fa têm afastamento nulo e
que todos os pontos de ha têm cota nula. Assim, o ponto de concorrência de ha com fa tem, necessariamente, cota e afastamento nulos (é um ponto do eixo X).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

126
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
465.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas a e b, em função
dos dados. Sublinha­‑se que as projeções da reta a são paralelas entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício 274. e respetivo relatório). O plano g está
representado pelas projeções das retas a e b.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano g:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano g). O traço frontal do plano g é a reta de interseção do plano g com o Plano Frontal de Projeção – é uma reta frontal
(de frente) do plano, com afastamento nulo. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto F, o traço
frontal da reta a. O ponto F pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta a) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo.
O ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto do traço frontal do plano g (fg). Já temos um ponto para definir
o traço frontal do plano g (fg). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir o traço frontal do plano g (fg). Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta b.
O ponto F’ pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta b) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é,
assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto do traço frontal do plano g (fg). Já temos o ponto que nos faltava para
definir o traço frontal do plano g (fg). O traço frontal do plano g (fg) está definido por dois pontos – os pontos F e F’. Na representação de fg omitiram­‑se as suas
projeções, se bem que se saiba onde elas se situam – a sua projeção frontal é o próprio fg e a sua projeção horizontal situa­‑se no eixo X.
Determinação do traço horizontal do plano g:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano g). O traço horizontal do plano g é a reta de interseção do plano g com o Plano Horizontal de Projeção – é uma
reta horizontal (de nível) do plano, com cota nula. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto H, o traço
horizontal da reta a. O ponto H pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta a) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula.
O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto do traço horizontal do plano g (hg). Já temos um ponto para
definir o traço horizontal do plano g (hg). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir o traço horizontal do plano g (hg). Determinou­‑se o ponto H’, o traço
horizontal da reta b. O ponto H’ pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta b) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula.
O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto do traço horizontal do plano g (hg). Já temos o ponto
que nos faltava para definir o traço horizontal do plano g (hg). O traço horizontal do plano g (hg) está definido por dois pontos – os pontos H e H’. Na representação
de hg omitiram­‑se as suas projeções, se bem que se saiba onde elas se situam – a sua projeção horizontal é o próprio hg e a sua projeção frontal situa­‑se no
eixo X.

Observação:
Os dois traços do plano (fg e hg) são duas retas do plano, que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X (ver observação do relatório do exercício
anterior).

Traçado:
As retas dadas (as retas a e b) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

127
SOLUÇÕES
466.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos M e N, pelas respetivas projeções, em função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das
retas r e s, em função dos dados. Tenha em conta que as projeções da reta r foram desenhadas também a partir da informação que é dada, no enunciado, sobre
o traço frontal da reta (o ponto F). O plano a está representado pelas projeções das retas r e s.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano a:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano a). O traço frontal do plano a é a reta de interseção do plano a com o Plano Frontal de Projeção – é uma reta frontal
(de frente) do plano, com afastamento nulo. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto F, o traço
frontal da reta r. O ponto F pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O
ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto do traço frontal do plano a (fa). Já temos um ponto para definir
o traço frontal do plano a (fa). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir o traço frontal do plano a (fa). Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s.
O ponto F’ pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é,
assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto do traço frontal do plano a (fa). Já temos o ponto que nos faltava para
definir o traço frontal do plano a (fa). O traço frontal do plano a (fa) está definido por dois pontos – os pontos F e F’. Na representação de fa omitiram­‑se as suas
projeções, se bem que se saiba onde elas se situam – a sua projeção frontal é o próprio fa e a sua projeção horizontal situa­‑se no eixo X.
Determinação do traço horizontal do plano a:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano a). O traço horizontal do plano a é a reta de interseção do plano a com o Plano Horizontal de Projeção – é
uma reta horizontal (de nível) do plano, com cota nula. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto H,
o traço horizontal da reta r. O ponto H pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem
cota nula. O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto do traço horizontal do plano a (ha). Já temos um
ponto para definir o traço horizontal do plano a (ha). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir o traço horizontal do plano a (ha). Determinou­‑se o
ponto H’, o traço horizontal da reta s. O ponto H’ pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção,
pois tem cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto do traço horizontal do plano a (ha).
Já temos o ponto que nos faltava para definir o traço horizontal do plano a (ha). O traço horizontal do plano a (ha) está definido por dois pontos – os pontos H
e H’. Na representação de ha omitiram­‑se as suas projeções, se bem que se saiba onde elas se situam – a sua projeção horizontal é o próprio ha e a sua
projeção frontal situa­‑se no eixo X.

Observação:
Os dois traços do plano (fa e ha) são duas retas do plano, que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X (ver observação do relatório do exercício
464.).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

128
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
467.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto P, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e s, em função dos dados. Sublinha­‑se
que as projeções da reta r são paralelas entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício
274. e respetivo relatório). O plano q está representado pelas projeções das retas r e s.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano q:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano q). O traço frontal do plano q (fq) é a reta de interseção
do plano q com o Plano Frontal de Projeção – é uma reta frontal (de frente) do plano, com
afastamento nulo. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção.
Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta r. O ponto F pertence ao plano q, pois pertence a
uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O
ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto
de fq. Já temos um ponto para definir fq. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir fq.
Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s. O ponto F’ pertence ao plano q, pois pertence
a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento
nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que
é outro ponto fq. Já temos o ponto que nos faltava para definir fq. O traço frontal do plano q (fq)
está definido por dois pontos – os pontos F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano q:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano q). O traço horizontal do plano q (hq) é a reta de
interseção do plano q com o Plano Horizontal de Projeção – é uma reta horizontal (de nível)
do plano, com cota nula. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. Determinou­‑se o ponto H, o traço horizontal da reta r. O ponto H pertence ao plano q, pois
pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota
nula. O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de hq. Já temos um ponto para definir hq. Falta­‑nos outro
ponto ou uma direção para definir hq. Determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta s. O ponto H’ pertence ao plano q, pois pertence a uma reta do plano (a
reta s) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é
outro ponto de hq. Já temos o ponto que nos faltava para definir hq. O traço horizontal do plano q (hq) está definido por dois pontos – os pontos H e H’.

Observação:
Os dois traços do plano (fq e hq) são duas retas do plano, que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X (ver observação do relatório do exercício 464.).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

468.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e P, pelas
respetivas projeções, em função das respetivas coordenadas,
e desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos
dados. O plano q está representado pelas projeções do ponto
P e da reta r.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano g:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano g). O traço frontal
do plano g (fg) é a reta de interseção do plano g com o
Plano Frontal de Projeção (é uma reta frontal do plano, com
afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários dois
pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto F,
o traço frontal da reta r. O ponto F pertence ao plano g, pois
pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano
Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F
é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois
planos, pelo que é um ponto de fg. Já temos um ponto para
definir fg. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir fg.
Os dados do plano g (a reta r e o ponto P) são insuficientes
para determinar o elemento que nos falta para definir fg, pelo
que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano
(uma outra reta do plano), reta essa que, também ela, tem de
estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção.
Recorreu­‑se à reta s como reta auxiliar do plano g. A reta s

129
SOLUÇÕES
(a reta auxiliar do plano) está definida por um ponto (o ponto P, dado no enunciado) e pela sua direção (a direção da reta r). Determinou­‑se o ponto F’, o traço
frontal da reta s. O ponto F’ pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo.
O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto fg. Já temos o ponto que nos faltava para definir fg. O
traço frontal do plano g (fg) está definido por dois pontos – os pontos F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano g:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano g). O traço horizontal do plano g (hg) é a reta de interseção do plano g com o Plano Horizontal de Projeção (é
uma reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto H, o traço
horizontal da reta r. O ponto H pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula.
O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de hg. Já temos um ponto para definir hg. Falta­‑nos outro
ponto ou uma direção para definir hg. Determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta s. O ponto H’ pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano
(a reta s) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo
que é outro ponto de hg. Já temos o ponto que nos faltava para definir hg. O traço horizontal do plano g (hg) está definido por dois pontos – os pontos H e H’.

Observação:
Os dois traços do plano (fg e hg) são duas retas do plano, que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X (ver observação do relatório do exercício
464.), se bem que, na presente situação esse ponto se situe fora dos limites da folhas de papel.

Traçado:
A reta dada (a reta r) representou­‑se a médio, pois integra os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são traçados auxiliares (caso da reta s)
ou são linhas de chamada.

469.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados.
Sublinha­‑se que as projeções da reta r são paralelas entre si apenas no papel e não no espaço
(ver exercício 274. e respetivo relatório). O plano l está representado pelas projeções do ponto A
e da reta r.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano l:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano l). O traço frontal do plano l (fl) é a reta de interseção
do plano l com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta frontal do plano, com afastamento
nulo). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­
‑se o ponto F, o traço frontal da reta r. O ponto F pertence ao plano l, pois pertence a uma reta
do plano (a reta r) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F
é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de fl.
Já temos um ponto para definir fl. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir fl. Os
dados do plano l (a reta r e o ponto A) são insuficientes para determinar o elemento que nos falta
para definir fl, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano (uma outra reta
do plano), reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e
uma direção. Recorreu­‑se à reta s como reta auxiliar do plano l. A reta s (a reta auxiliar do plano)
está definida por dois pontos – os pontos A e B. Note que o ponto B é o ponto de concorrência da
reta s com a reta r. Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s. O ponto F’ pertence ao
plano l, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois
tem afastamento nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois
planos, pelo que é outro ponto fl. Já temos o ponto que nos faltava para definir fl. O traço frontal
do plano l (fl) está definido por dois pontos – os pontos F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano l:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano l). O traço horizontal do plano l (hl) é a reta de interseção do plano l com o Plano Horizontal de Projeção (é
uma reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto H, o traço
horizontal da reta r. O ponto H pertence ao plano l, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula.
O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de hl. Já temos um ponto para definir hl. Falta­‑nos outro
ponto ou uma direção para definir hl. Determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta s. O ponto H’ pertence ao plano l, pois pertence a uma reta do plano
(a reta s) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo
que é outro ponto de hl. Já temos o ponto que nos faltava para definir hl. O traço horizontal do plano l (hl) está definido por dois pontos – os pontos H e H’.

Observação:
Os dois traços do plano (fl e hl) são duas retas do plano, que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X (ver observação do relatório do exercício 464.).

Traçado:
A reta dada (a reta r) representou­‑se a médio, pois integra os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são traçados auxiliares (caso da reta s)
ou são linhas de chamada.

130
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
470.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e p, em função
dos dados. Sublinha­‑se que as projeções da reta r são perpendiculares entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício 294. e respetivo relatório). Em
seguida representou­‑se o ponto B (cuja abcissa não é dada) pelas suas projeções, garantindo que o ponto B pertence à reta p (as projeções do ponto B estão sobre
as projeções homónimas da reta p). O plano a está representado pelas projeções das duas retas.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano a:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano a). O traço frontal do plano a (fa) é a reta de interseção do plano a com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta
frontal do plano, com afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal
da reta r. O ponto F pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F
é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de fa. Já temos um ponto para definir fa. Falta­‑nos outro ponto ou
uma direção para definir fa. Apesar de o plano a estar definido por duas retas concorrentes, uma das retas (a reta p) é de perfil e, como se referiu em situações
anteriores, as suas projeções não verificam o Critério de Reversibilidade, pelo que não é possível determinar, de forma direta, os traços da reta p nos planos
de projeção. De facto, a utilidade da reta p, para a resolução deste exercício, é absolutamente nula, pois não é possível extrair qualquer informação da reta, para
além dos pontos dados. A resolução do exercício passa, necessariamente, por considerar que o plano a está definido por uma reta (a reta r) e um ponto exterior à
reta (o ponto B). Nesse sentido, e porque os dados do plano são insuficientes para definir fa, é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa que,
também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta s como reta auxiliar do plano a. A reta s (a reta auxiliar do
plano) está definida por um ponto (o ponto B) e uma direção (é paralela à reta r). Note que o ponto B é, na prática, o ponto de concorrência da reta s com a reta p.
Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s. O ponto F’ pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Frontal de
Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto fa. Já temos o
ponto que nos faltava para definir fa. O traço frontal do plano a (fa) está definido por dois pontos – os pontos F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano a:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano a). O traço horizontal do plano a (ha) é a reta de interseção do plano a com o Plano Horizontal de Projeção (é
uma reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto H, o traço
horizontal da reta r. O ponto H pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula.
O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de ha. Já temos um ponto para definir ha. Falta­‑nos outro
ponto ou uma direção para definir ha. Determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta s. O ponto H’ pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano
(a reta s) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo
que é outro ponto de ha. Já temos o ponto que nos faltava para definir ha. O traço horizontal do plano a (ha) está definido por dois pontos – os pontos H e H’.

Observação:
Os dois traços do plano (fa e ha) são duas retas do plano, que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X (ver observação do relatório do exercício
464.).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e p) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são traçados auxiliares
(caso da reta s) ou são linhas de chamada.

131
SOLUÇÕES
471.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas projeções, em função das respetivas coordenadas. O plano d está representado pelas
projeções dos três pontos.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano d:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano d). O traço frontal do plano d (fd) é a reta de interseção do plano d com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta
frontal do plano, com afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Os dados do plano (os três pontos)
são insuficientes para definir fd, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois
pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta r como reta auxiliar do plano d. A reta r (a reta auxiliar do plano) está definida por dois pontos – os
pontos A e C (dois dos pontos que definem o plano). Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta r. O ponto F pertence ao plano d, pois pertence a uma
reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente
aos dois planos, pelo que é um ponto de fd. Já temos um ponto para definir fd. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir fd. Os dados do plano
são ainda insuficientes para definir fd, pelo que é necessário o recurso a outra reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, tem de estar definida por
dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta s como reta auxiliar do plano d. A reta s (a reta auxiliar do plano) está definida por um ponto
(o ponto B, dado no enunciado) e uma direção (é paralela à reta r). Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s. O ponto F’ pertence ao plano d, pois
pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence
simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto fd. Já temos o ponto que nos faltava para definir fd. O traço frontal do plano d (fd) está definido
por dois pontos – os pontos F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano d:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano d). O traço horizontal do plano d (hd) é a reta de interseção do plano d com o Plano Horizontal de Projeção (é
uma reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto H, o traço
horizontal da reta r. O ponto H pertence ao plano d, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula.
O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de hd. Já temos um ponto para definir hd. Falta­‑nos outro
ponto ou uma direção para definir hd. Determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta s. O ponto H’ pertence ao plano d, pois pertence a uma reta do plano
(a reta s) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo
que é outro ponto de hd. Já temos o ponto que nos faltava para definir hd. O traço horizontal do plano d (hd) está definido por dois pontos – os pontos H e H’.

Observação:
Os dois traços do plano (fd e hd) são duas retas do plano, que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X (ver observação do relatório do exercício
464.).

Traçado:
Os pontos dados representaram­‑se a leve, pois as linhas de chamada são sempre a leve. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício),
representaram­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são
traçados auxiliares (caso das retas r e s) ou são linhas de chamada.

132
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
472.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos R, S e T, pelas respetivas projeções, em função das respetivas coordenadas. O plano s está representado pelas
projeções dos três pontos.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano s:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano s). O traço frontal do plano s (fs) é a reta de interseção do plano s com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta
frontal do plano, com afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Os dados do plano (os três pontos) são
insuficientes para definir fs, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou
por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta r como reta auxiliar do plano s. A reta r (a reta auxiliar do plano) está definida por dois pontos – os pontos R e S
(dois dos pontos que definem o plano). Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta r. O ponto F pertence ao plano s, pois pertence a uma reta do plano (a
reta r) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo
que é um ponto de fs. Já temos um ponto para definir fs. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir fs. Os dados do plano são ainda insuficientes para
definir fs, pelo que é necessário o recurso a outra reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e
uma direção. Recorreu­‑se à reta s como reta auxiliar do plano s. A reta s (a reta auxiliar do plano) está definida por um ponto (o ponto T, dado no enunciado) e
uma direção (é paralela à reta r). Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s. O ponto F’ pertence ao plano s, pois pertence a uma reta do plano (a reta s)
e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que
é outro ponto fs. Já temos o ponto que nos faltava para definir fs. O traço frontal do plano s (fs) está definido por dois pontos – os pontos F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano s:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano s). O traço horizontal do plano s (hs) é a reta de interseção do plano s com o Plano Horizontal de Projeção (é
uma reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto H, o traço
horizontal da reta r. O ponto H pertence ao plano s, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula.
O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de hs. Já temos um ponto para definir hs. Falta­‑nos outro
ponto ou uma direção para definir hs. Determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta s. O ponto H’ pertence ao plano s, pois pertence a uma reta do plano
(a reta s) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo
que é outro ponto de hs. Já temos o ponto que nos faltava para definir hs. O traço horizontal do plano s (hs) está definido por dois pontos – os pontos H e H’.

Observação:
Os dois traços do plano (fs e hs) são duas retas do plano, que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X (ver observação do relatório do exercício
464.).

Traçado:
Os pontos dados representaram­‑se a leve, pois as linhas de chamada são sempre a leve. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício),
representaram­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são
traçados auxiliares (caso das retas r e s) ou são linhas de chamada.

133
SOLUÇÕES
473.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos R e S, pelas respetivas projeções, em função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das
retas r e s, em função dos dados. Tenha em conta que as projeções da reta r foram desenhadas também a partir da informação que é dada, no enunciado, sobre
o traço frontal da reta (o ponto F). O plano g está representado pelas projeções das retas r e s.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano g:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano g). O traço frontal do plano g (fg) é a reta de interseção do plano g com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta frontal
do plano, com afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta r.
O ponto F pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F é, assim,
um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de fg. Já temos um ponto para definir fg. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção
para definir fg. Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s. O ponto F’ pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano
Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto fg. Já
temos o ponto que nos faltava para definir fg. O traço frontal do plano g (fg) está definido por dois pontos – os pontos F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano g:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano g). O traço horizontal do plano g (hg) é a reta de interseção do plano g com o Plano Horizontal de Projeção (é
uma reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto H, o traço
horizontal da reta r. O ponto H pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula.
O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de hg. Já temos um ponto para definir hg. Falta­‑nos outro
ponto ou uma direção para definir hg. Tenha em conta que o traço horizontal da reta s (o ponto H’) se situa fora dos limites da folha de papel, pelo que não é
possível recorrer a este ponto para definir hg. Poder­‑se­‑ia recorrer a uma reta auxiliar do plano mas, na prática, tal não é necessário. De facto, neste momento,
já temos três retas do plano g – as retas r e s e ainda fg (o traço frontal do plano g, que é uma reta do plano g). Tendo em conta que os dois traços de um plano
são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X (ver observação do relatório do exercício 464.), já temos o ponto que nos faltava para definir hg – esse
ponto é o ponto de concorrência dos traços do plano. O traço horizontal do plano g (hg) está definido por dois pontos – o ponto H e o ponto de concorrência dos
traços do plano (que é um ponto do eixo X).

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

134
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
474.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos R e S, pelas respetivas projeções, em função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da
reta m, em função dos dados. Tenha em conta que as projeções da reta m foram desenhadas também a partir da informação que é dada, no enunciado, sobre o
traço horizontal da reta (o ponto H). O plano q está representado pelas projeções do ponto S e da reta m.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano q:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano q). O traço frontal do plano q (fq) é a reta de interseção do plano q com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta
frontal do plano, com afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal
da reta m. O ponto F pertence ao plano q, pois pertence a uma reta do plano (a reta m) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O
ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de fq. Já temos um ponto para definir fq. Falta­‑nos outro ponto
ou uma direção para definir fq. Os dados do plano q (a reta m e o ponto S) são insuficientes para determinar o elemento que nos falta para definir fq, pelo que é
necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano (uma outra reta do plano), reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto
e uma direção. Recorreu­‑se à reta s como reta auxiliar do plano q. A reta s (a reta auxiliar do plano) está definida por um ponto (o ponto S) e por uma direção (a
direção da reta m). Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s. O ponto F’ pertence ao plano q, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao
Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto fq.
Já temos o ponto que nos faltava para definir fq. O traço frontal do plano q (fq) está definido por dois pontos – os pontos F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano q:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano q). O traço horizontal do plano q (hq) é a reta de interseção do plano q com o Plano Horizontal de Projeção (é
uma reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto H, o traço
horizontal da reta m. O ponto H pertence ao plano q, pois pertence a uma reta do plano (a reta m) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula.
O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de hq. Já temos um ponto para definir hq. Falta­‑nos outro
ponto ou uma direção para definir hq. Determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta s. O ponto H’ pertence ao plano q, pois pertence a uma reta do plano
(a reta s) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo
que é outro ponto de hq. Já temos o ponto que nos faltava para definir hq. O traço horizontal do plano q (hq) está definido por dois pontos – os pontos H e H’.

Observação:
Os dois traços do plano (fq e hq) são duas retas do plano, que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X (ver observação do relatório do exercício
464.).

Traçado:
A reta dada (a reta m) representou­‑se a médio, pois integra os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são traçados auxiliares (caso da reta s)
ou são linhas de chamada.

135
SOLUÇÕES
475.
a) O ponto de concorrência das duas retas (o ponto A) situa­‑se necessariamente no eixo X.
Justificação: a reta r é uma reta do b1/3, pelo que todos os seus pontos pertencem ao
b1/3; a reta s é uma reta passante e não contida no b1/3, pelo que o único ponto da reta
que pertence ao b/3 é o ponto de concorrência da reta s com o eixo X. Tendo em conta que
as duas retas têm necessariamente de ser concorrentes num ponto do b1/3 (para que o
ponto pertença à reta r), o ponto de concorrência das duas retas é o ponto da reta s que
pertence ao b1/3, ou seja, o ponto de concorrência da reta s com o eixo X.

b) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, situado no eixo X, pelas suas projeções, e
desenharam­‑se as projeções das retas r e s, em função dos dados. As projeções da reta r
são simétricas em relação ao eixo X, pois a reta r é uma reta do b1/3. As projeções da
reta s são perpendiculares entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício 294.
e respetivo relatório). O plano a está definido (representado) pelas projeções das duas
retas.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano a:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano a). O traço frontal do plano a (fa) é a reta de
interseção do plano a com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta frontal do plano,
com afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e
uma direção. O ponto A (o ponto de concorrência das retas r e s) é um ponto que pertence
ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (pertence tanto à reta r como à reta s). O
ponto A pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto A
é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto
de fa. Já temos um ponto para definir fa. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para
definir fa. Os dados do plano a (as retas r e s) são insuficientes para determinar o elemento
que nos falta para definir fa (o ponto A é, simultaneamente, o traço frontal da reta r e o
traço frontal da reta s), pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano
(uma outra reta do plano), reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois
pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta m como reta auxiliar do plano
a. A reta m (a reta auxiliar do plano) está definida por dois pontos – o ponto R (o ponto
de concorrência da reta m com a reta r) e o ponto S (o ponto de concorrência da reta m
com a reta s). Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta m. O ponto F pertence ao plano
a, pois pertence a uma reta do plano (a reta m) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois
tem afastamento nulo. O ponto F é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos
dois planos, pelo que é outro ponto fa. Já temos o ponto que nos faltava para definir fa. O
traço frontal do plano a (fa) está definido por dois pontos – os pontos A e F.
Determinação do traço horizontal do plano a:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano a). O traço horizontal do plano a (ha) é
a reta de interseção do plano a com o Plano Horizontal de Projeção (é uma reta
horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou
um ponto e uma direção. O ponto A (o ponto de concorrência das retas r e s) é um ponto
que pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (pertence tanto à reta r como à
reta s). O ponto A pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto A
é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto
de ha. Já temos um ponto para definir ha. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para
definir ha. Note que o ponto A é, simultaneamente, o traço horizontal da reta r e o traço
horizontal da reta s. Determinou­‑se o ponto H, o traço horizontal da reta m. O ponto H
pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta m) e pertence ao Plano
Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H é, assim, outro ponto que pertence
simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto de ha. Já temos o ponto que
nos faltava para definir ha. O traço horizontal do plano a (ha) está definido por dois pontos
– os pontos A e H.

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os
traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas
representaram­‑se a leve, pois ou são traçados auxiliares (caso da reta m) ou são linhas de
chamada.

136
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
476.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A, B e C, pelas respetivas
projeções, em função dos dados. O ponto A, porque pertence ao b1/3, tem as suas
projeções simétricas em relação ao eixo X. O ponto B, porque pertence ao b2/4, tem
as suas projeções coincidentes. O ponto C, porque se situa no eixo X, tem as suas
projeções coincidentes num único ponto do eixo X. O plano d está representado
pelas projeções dos três pontos.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano d:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano d). O traço frontal do plano d (fd) é a
reta de interseção do plano d com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta
frontal do plano, com afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários
dois pontos ou um ponto e uma direção. O ponto C (dado no enunciado) é um
ponto que pertence ao plano d, pois é um dos pontos que define o plano. O ponto C
pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto C é,
assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um
ponto de fd. Já temos um ponto para definir fd. Falta­‑nos outro ponto ou uma
direção para definir fd. Os dados do plano (os três pontos) são insuficientes para
definir fd, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa
que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma
direção. Poderíamos recorrer a uma reta passando pelos pontos A e B, como reta
auxiliar do plano, mas essa reta seria uma reta de perfil e a utilidade dessa reta
para a resolução do exercício seria absolutamente nula, pois as projeções de uma
reta de perfil não verificam o Critério de Reversibilidade (ver exercício 470. e
respetivo relatório). Assim, recorreu­‑se à reta r como reta auxiliar do plano a. A reta r
(a reta auxiliar do plano) está definida por dois pontos – os pontos A e C (dois dos
pontos que definem o plano). O ponto C é o traço frontal da reta r e é o ponto que já
temos para definir fa, pelo que a utilidade da reta r, para a resolução do exercício,
é igualmente nula (se bem que por motivos diferentes). Assim, os dados do plano
continuam a ser insuficientes para definir fa, pelo que é necessário o recurso a
outra reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, tem de estar definida
por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta s como reta
auxiliar do plano d. A reta s (a reta auxiliar do plano) está definida por um ponto e
uma direção – o ponto B (um dos pontos que define o plano d) e a direção da reta r
(a reta s é paralela à reta r). Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta s. O
ponto F pertence ao plano d, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence
ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F é, assim, outro
ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto de fd.
Já temos o ponto que nos faltava para definir fd. O traço frontal do plano d (fd) está
definido por dois pontos – os pontos C e F. Note que o ponto C é o próprio traço
frontal da reta r.
Determinação do traço horizontal do plano d:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano d). O traço horizontal do plano d (hd)
é a reta de interseção do plano d com o Plano Horizontal de Projeção (é uma
reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois
pontos ou um ponto e uma direção. O ponto C (dado no enunciado) é um ponto que
pertence ao plano d, pois é um dos pontos que define o plano. O ponto C pertence
ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto C é, assim, um
ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de hd.
Já temos um ponto para definir hd. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção
para definir hd. Determinou­‑se o ponto H, o traço horizontal da reta s. O ponto H
pertence ao plano d, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao
Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H é, assim, outro ponto
que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto de hd. Já
temos o ponto que nos faltava para definir hd. O traço horizontal do plano d (hd)
está definido por dois pontos – os pontos C e H. Tenha em conta que o ponto C é o
próprio traço horizontal da reta r.

Traçado:
Os pontos dados representaram­‑se a leve, pois as linhas de chamada são
sempre a leve. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício),
representaram­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante
do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são traçados
auxiliares (caso das retas r e s) ou são linhas de chamada.

137
SOLUÇÕES
477.
a) Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das
suas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados.
Sublinha­‑se que as projeções da reta r são perpendiculares entre si apenas no papel
e não no espaço (ver exercício 294. e respetivo relatório). Em seguida identificaram­
‑se as projeções da reta s, coincidentes com as projeções de nome contrário da reta
r. Salienta­‑se que as projeções de nome contrário das duas retas estão coincidentes
apenas na folha de papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o
Plano Horizontal de Projeção. O plano g está representado pelas projeções das duas
retas.

b) As retas r e s são complanares (as duas retas definem o plano g), pelo que ou são
paralelas ou são concorrentes. As retas r e s não são paralelas, pois as suas projeções
horizontais não são paralelas entre si (as suas projeções frontais também não), pelo
que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto N. As
duas retas têm as suas projeções horizontais (r1 e s1) concorrentes entre si sobre a
projeção horizontal do ponto de concorrência (N1) e têm as suas projeções frontais
(r2 e s2) concorrentes entre si sobre a projeção frontal do ponto de concorrência (N2).
Salienta­‑se que na representação das projeções de duas retas concorrentes deve
integrar, sempre, a representação das projeções do ponto de concorrência das duas
retas.

Determinação do traço frontal do plano g:


É pedida uma reta (o traço frontal do plano g). O traço frontal do plano g (fg) é a reta
de interseção do plano g com o Plano Frontal de Projeção – é uma reta frontal (de
frente) do plano, com afastamento nulo. Para definir uma reta são necessários dois
pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta r.
O ponto F pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence
ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F é, assim, um ponto
que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de fg. Já temos um
ponto para definir fg. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir fg. Determinou­
‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s. O ponto F’ pertence ao plano g, pois pertence a uma
reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois tem afastamento
nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente aos dois planos,
pelo que é outro ponto fg. Já temos o ponto que nos faltava para definir fg. O traço frontal
do plano g (fg) está definido por dois pontos – os pontos F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano g:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano g). O traço horizontal do plano g (hg) é
a reta de interseção do plano g com o Plano Horizontal de Projeção – é uma reta
horizontal (de nível) do plano, com cota nula. Para definir uma reta são necessários
dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto H, o traço horizontal
da reta r. O ponto H pertence ao plano g, pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e
pertence ao Plano Horizontal de Projeção, pois tem cota nula. O ponto H é, assim, um
ponto que pertence simultaneamente aos dois planos, pelo que é um ponto de hg. Já
temos um ponto para definir hg. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir hg.
Determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta s. O ponto H’ pertence ao plano g,
pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção,
pois tem cota nula. O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente
aos dois planos, pelo que é outro ponto de hg. Já temos o ponto que nos faltava para
definir hg. O traço horizontal do plano g (hg) está definido por dois pontos – os pontos H
e H’.

Observações:
Note que as projeções do ponto H (traço horizontal da reta r) estão coincidentes com as projeções de nome contrário do ponto F’ (o traço frontal da reta s), o que
se verifica apenas na folha de papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. De forma semelhante, as projeções
do ponto H’ (traço horizontal da reta s) estão coincidentes com as projeções de nome contrário do ponto F (o traço frontal da reta r), o que, mais uma vez, se
verifica apenas na folha de papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. Note ainda que os traços do plano g
ficam coincidentes, o que, sublinha­‑se mais uma vez, se verifica apenas na folha de papel (após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano
Horizontal de Projeção) e não no espaço. De facto, atendendo a que o traço horizontal do plano (hg) é uma reta horizontal do plano com cota nula (situa­‑se no
Plano Horizontal de Projeção) e que o traço frontal do plano (fg) é uma reta frontal do plano com afastamento nulo (situa­‑se no Plano Frontal de Projeção), os dois
traços do plano nunca podem estar coincidentes.

Traçado:
As retas dadas (as retas r e s) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

138
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
478.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto A, pelas suas projeções, em função das suas
coordenadas, e desenharam­‑se as projeções da reta r, em função dos dados. As projeções
da reta r foram desenhadas também a partir da informação dada no enunciado sobre o traço
horizontal da reta (o ponto H). Sublinha­‑se que as projeções da reta r são perpendiculares
entre si apenas no papel e não no espaço (ver exercício 294. e respetivo relatório). Em seguida
determinaram­‑se as projeções do ponto P, em função da sua abcissa. Salienta­‑se que as
projeções do ponto P estão sobre as projeções de nome contrário da reta r apenas na folha de
papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção.
Sublinha­‑se, ainda, que o ponto P não pertence à reta r (pois não verifica a condição para que
um ponto pertença a uma reta, em relação à reta r). O plano a está representado pelas projeções
do ponto P e da reta r.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano a:
É pedida uma reta (o traço frontal do plano a). O traço frontal do plano a (fa) é a reta de
interseção do plano a com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta frontal do plano, com
afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta r. O ponto F pertence ao plano a,
pois pertence a uma reta do plano (a reta r) e pertence ao Plano Frontal de Projeção, pois
tem afastamento nulo. O ponto F é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois
planos, pelo que é um ponto de fa. Já temos um ponto para definir fa. Falta­‑nos outro ponto
ou uma direção para definir fa. Os dados do plano (a reta r e o ponto P, exterior à reta) são
insuficientes para definir fa, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano,
reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por um ponto e uma
direção. Recorreu­‑se à reta s como reta auxiliar do plano a. A reta s (a reta auxiliar do plano)
está definida por um ponto e uma direção – o ponto P (o ponto define o plano a) e a direção
da reta r (a reta s é paralela à reta r). Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta s. O
ponto F’ pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano
Frontal de Projeção, pois tem afastamento nulo. O ponto F’ é, assim, outro ponto que pertence
simultaneamente aos dois planos, pelo que é outro ponto de fa. Já temos o ponto que nos
faltava para definir fa. O traço frontal do plano a (fa) está definido por dois pontos – os pontos
F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano a:
É pedida uma reta (o traço horizontal do plano a). O traço horizontal do plano a (ha) é a reta de
interseção do plano a com o Plano Horizontal de Projeção (é uma reta horizontal do plano,
com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. O
ponto H (o traço horizontal da reta r, que é dado no enunciado) é um ponto que pertence ao plano
a (pois pertence a uma reta do plano – a reta r) e pertence ao Plano Horizontal de Projeção (pois
tem cota nula). O ponto H é, assim, um ponto que pertence simultaneamente aos dois planos,
pelo que é um ponto de ha. Já temos um ponto para definir ha. Falta­‑nos outro ponto ou
uma direção para definir ha. Determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta s. O ponto H’
pertence ao plano a, pois pertence a uma reta do plano (a reta s) e pertence ao Plano Horizontal
de Projeção (pois tem cota nula). O ponto H’ é, assim, outro ponto que pertence simultaneamente
aos dois planos, pelo que é outro ponto de ha. Já temos o ponto que nos faltava para definir ha.
O traço horizontal do plano a (ha) está definido por dois pontos – os pontos H e H’.

Observação:
Note que os traços do plano a ficam coincidentes, o que, sublinha­‑se, se verifica apenas na folha de papel (após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre
o Plano Horizontal de Projeção) e não no espaço. De facto, atendendo a que o traço horizontal do plano (ha) é uma reta horizontal do plano com cota nula (situa­‑se
no Plano Horizontal de Projeção) e que o traço frontal do plano (fa) é uma reta frontal do plano com afastamento nulo (situa­‑se no Plano Frontal de Projeção), os
dois traços do plano nunca podem estar coincidentes.

Traçado:
A reta dada (a reta r) representou­‑se a médio, pois integra os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são traçados auxiliares (caso da reta s)
ou são linhas de chamada.

479.
Para que uma reta pertença a um plano (definido pelos seus traços), o traço horizontal da reta tem de estar sobre o traço horizontal do plano e o traço frontal
da reta tem de estar sobre o traço frontal do plano, ou seja, os traços da reta têm de estar sobre os traços homónimos do plano.

139
SOLUÇÕES
480.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano d, pelos seus traços, em função dos dados. Tendo
em conta que os traços do plano d são duas retas do plano que são concorrentes num ponto
do eixo X, o plano d, na prática, está definido por duas retas concorrentes (os seus traços).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta r. Para definir uma reta, são necessários dois pontos ou um ponto
e uma direção. A reta r pertence ao plano d, pelo que, para que a reta pertença ao plano, é
necessário que os seus traços estejam sobre os traços homónimos do plano (condição para
que uma reta pertença a um plano). Assim, o traço frontal da reta r (o ponto F) tem de se
situar sobre fd (o traço frontal do plano). Esta condição permite­‑nos determinar as projeções
do traço frontal da reta r (o ponto F), que tem 4 cm de cota e é um ponto de fd. A projeção
frontal do ponto F (F2) é um ponto de fd e a projeção horizontal do ponto F (F1) situa­‑se no
eixo X (pois F é um ponto com afastamento nulo). O traço frontal da reta r situa­‑se sobre fd,
pelo que se verifica a primeira parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o
traço frontal da reta situa­‑se sobre o traço frontal do plano. Pela projeção frontal do ponto F
(F2) conduziu­‑se a projeção frontal da reta r (r2), perpendicular a fd (como é expressamente
pedido no enunciado). Já temos um ponto para definir a reta r – o traço frontal da reta (o
ponto F). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta r. Para que a reta pertença
ao plano d, o seu traço horizontal (o ponto H) tem de se situar sobre hd (o traço horizontal do
plano). Assim, determinou­‑se H2 (a projeção frontal do ponto H), que se situa no eixo X (pois H
é um ponto com cota nula) – H1 situa­‑se necessariamente sobre hd (o traço horizontal do
plano d). O traço horizontal da reta r situa­‑se sobre hd, pelo que se verifica a segunda parte da
condição para que uma reta pertença a um plano – o traço horizontal da reta situa­‑se sobre
o traço horizontal do plano. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta r. A partir
das projeções horizontais dos dois traços da reta (F1 e H1) desenhou­‑se a projeção horizontal
da reta r (r1). A reta r está definida por dois pontos – os pontos F e H. Sublinha­‑se que F2 (a
projeção frontal do ponto F) é o ponto de concorrência da projeção frontal da reta r (r2) com
o traço frontal do plano d (fd), tal como H1 (a projeção horizontal do ponto H) é o ponto de
concorrência da projeção horizontal da reta r (r1) com o traço horizontal do plano d (hd).
Expõe­‑se em seguida uma outra forma de raciocinar sobre o problema, na sequência dos exercícios anteriores. É pedida uma reta – a reta r. Para definir uma
reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. A reta r e fd (o traço frontal do plano) são duas retas complanares, pelo que ou são paralelas ou
são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas (a projeção frontal de fd é o próprio fd), pelo que são concorrentes, pelo
que existe um ponto de concorrência – o ponto F (que é o traço frontal da reta r e é um ponto de fd com 4 cm de cota). Já temos um ponto para definir a reta r.
Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta. A reta r e hd (o traço horizontal do plano) são duas retas complanares, pelo que ou são paralelas ou
são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas (a projeção frontal de hd situa­‑se no eixo X), pelo que são concorrentes,
pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto H (que é o traço horizontal da reta r e é um ponto de hd). A reta r fica, assim, definida por dois pontos, que são
os seus traços nos planos de projeção (os pontos F e H).

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta r, que é pedida (é o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

481.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto R, do eixo X, pelas suas projeções, e representou­‑se
o plano q, pelos seus traços, em função dos dados. Tendo em conta que os traços do plano q
são duas retas do plano que são concorrentes num ponto do eixo X (o ponto R), o plano q, na
prática, está definido por duas retas concorrentes (os seus traços).

Resolução:
E pedida uma reta – a reta m. Para definir uma reta, são necessários dois pontos ou um ponto
e uma direção. A reta r pertence ao plano q, pelo que, para que a reta pertença ao plano, é
necessário que os seus traços estejam sobre os traços homónimos do plano (condição para
que uma reta pertença a um plano). Assim, o traço horizontal da reta m (o ponto H) tem
de se situar sobre hq (o traço horizontal do plano). Esta condição permite­‑nos determinar as
projeções do traço horizontal da reta m (o ponto H), que tem 3 cm de afastamento e é um ponto
de hq. A projeção horizontal do ponto H (H1) é um ponto de hq e a projeção frontal do ponto H
(H2) situa­‑se no eixo X (pois H é um ponto com cota nula). O traço horizontal da reta m situa­‑se
sobre hq, pelo que se verifica a primeira parte da condição para que uma reta pertença a um
plano – o traço horizontal da reta situa­‑se sobre o traço horizontal do plano. Pela projeção
horizontal do ponto H (H1) conduziu­‑se a projeção horizontal da reta m (m1), fazendo, com o
eixo X, o ângulo dado (que se mediu para baixo do eixo X). Já temos um ponto para definir

140
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
a reta m – o traço horizontal da reta (o ponto H). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta m. Para que a reta pertença ao plano q, o seu traço
frontal (o ponto F) tem de se situar sobre fq (o traço frontal do plano). Assim, determinou­‑se F1 (a projeção horizontal do ponto F), que se situa no eixo X (pois F
é um ponto com afastamento nulo) – F2 situa­‑se necessariamente sobre fq (o traço frontal do plano q). O traço frontal da reta m situa­‑se sobre fq, pelo que se
verifica a segunda parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o traço frontal da reta situa­‑se sobre o traço frontal do plano. Já temos o ponto
que nos faltava para definir a reta m. A partir das projeções frontais dos dois traços da reta (F2 e H2) desenhou­‑se a projeção frontal da reta m (m2). A reta m
está definida por dois pontos – os pontos F e H. Sublinha­‑se que F2 (a projeção frontal do ponto F) é o ponto de concorrência da projeção frontal da reta m (m2)
com o traço frontal do plano q (fq), tal como H1 (a projeção horizontal do ponto H) é o ponto de concorrência da projeção horizontal da reta m (m1) com o traço
horizontal do plano q (hq).

Uma outra forma de raciocinar sobre o problema, na sequência dos exercícios anteriores, é a eu em seguida se apresenta. É pedida uma reta – a reta m. Para
definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. A reta m e hq (o traço frontal do plano) são duas retas complanares, pelo que ou são
paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas (a projeção horizontal de hq é o próprio hq), pelo que são
concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto H (que é o traço horizontal da reta m e é um ponto de hq com 3 cm de afastamento). Já temos
um ponto para definir a reta m. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta m. A reta m e fq (o traço frontal do plano) são duas retas complanares,
pelo que ou são paralelas ou são concorrentes – não são paralelas, pois as suas projeções horizontais não são paralelas (a projeção horizontal de fq situa­‑se no
eixo X), pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência – o ponto F (que é o traço frontal da reta m e é um ponto de fq). A reta m fica, assim,
definida por dois pontos, que são os seus traços nos planos de projeção (os pontos F e H).

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta m, que é pedida (é o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

482.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano a, pelos seus traços, em função dos dados. Tendo em conta
que os traços do plano a são duas retas do plano que são concorrentes num ponto do eixo X, o plano a,
na prática, está definido por duas retas concorrentes (os seus traços).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta a. Para definir uma reta, são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. A reta a pertence ao plano a, pelo que a reta a tem de verificar a condição para que uma reta
pertença a um plano, em relação ao plano a. Assim, o traço frontal da reta a (o ponto F) tem de se
situar sobre fa (o traço frontal do plano). Esta condição permite­‑nos determinar as projeções do traço
frontal da reta a (o ponto F), que tem 2 cm de cota e é um ponto de fa. A projeção frontal do ponto F (F2)
é um ponto de fa e a sua projeção horizontal (F1) situa­‑se no eixo X (pois F é um ponto com afastamento
nulo). O traço frontal da reta a situa­‑se sobre fa, pelo que se verifica a primeira parte da condição para
que uma reta pertença a um plano – o traço frontal da reta situa­‑se sobre o traço frontal do plano.
Pela projeção frontal do ponto F (F2) conduziu­‑se a projeção frontal da reta a (a2), fazendo, com o eixo X,
o ângulo dado (que se mediu para cima do eixo X). Já temos um ponto para definir a reta a – o traço
frontal da reta (o ponto F). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta a. Para que a reta
pertença ao plano a, o traço horizontal da reta a (o ponto H) tem de se situar sobre ha (o traço horizontal
do plano). Assim, determinou­‑se H2 (a projeção frontal do ponto H), que se situa no eixo X (pois H é um
ponto com cota nula) – H1 situa­‑se necessariamente sobre ha (o traço horizontal do plano a). O traço
horizontal da reta a situa­‑se sobre ha, pelo que se verifica a segunda parte da condição para que uma
reta pertença a um plano – o traço horizontal da reta situa­‑se sobre o traço horizontal do plano.
Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta a. A partir das projeções horizontais dos dois
traços da reta (F1 e H1) desenhou­‑se a projeção horizontal da reta a (a1). A reta a está definida por dois
pontos – os pontos F e H. Sublinha­‑se que F2 (a projeção frontal do ponto F) é o ponto de concorrência
da projeção frontal da reta a (a2) com o traço frontal do plano a (fa), tal como H1 (a projeção horizontal
do ponto H) é o ponto de concorrência da projeção horizontal da reta a (a1) com o traço horizontal do
plano a (ha).

Uma outra forma de raciocinar sobre o problema está exposta no relatório do exercício 480., pelo que se
aconselha a leitura daquele relatório)

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta a, que é pedida (é o objetivo
do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício).
As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

141
SOLUÇÕES
483.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto R, do eixo X, pelas suas projeções, e representou­‑se o
plano q, pelos seus traços, em função dos dados. Tendo em conta que os traços do plano q são duas
retas do plano que são concorrentes num ponto do eixo X (o ponto R), o plano q, na prática, está
definido por duas retas concorrentes (os seus traços).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta p. Tendo em conta que a reta p é uma reta de perfil, é possível desenhar
as suas projeções de forma imediata, em função da sua abcissa. No entanto, tendo em conta que as
projeções de uma reta de perfil não verificam o Critério de Reversibilidade, as projeções da reta p,
por si só, não nos garantem que a reta p seja a reta pretendida – de facto, existem, no espaço, infinitas
retas de perfil com as projeções da reta p assinaladas no desenho, mas só uma (a reta pretendida)
pertence ao plano q. Nesse senido, para que a reta p esteja totalmente definida, necessitamos de
dois pontos que pertençam realmente à reta. A reta p pertence ao plano q, pelo que a reta p tem de
verificar a condição para que uma reta pertença a um plano, em relação ao plano q. Assim, o traço
frontal da reta p (o ponto F) tem de se situar sobre fq (o traço frontal do plano). Esta condição permite­
‑nos determinar as projeções do traço frontal da reta p (o ponto F), que é um ponto de fq. A projeção
frontal do ponto F (F2) é um ponto de fq e a sua projeção horizontal (F1) situa­‑se no eixo X (pois F é
um ponto com afastamento nulo). O traço frontal da reta p situa­‑se sobre fq, pelo que se verifica a
primeira parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o traço frontal da reta situa­
‑se sobre o traço frontal do plano. Já temos um ponto para definir a reta p – o traço frontal da reta
(o ponto F). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta p. Para que a reta pertença ao plano q, o traço horizontal da reta p (o ponto H) tem de se
situar sobre hq (o traço horizontal do plano). Esta condição permite­‑nos determinar as projeções do traço horizontal da reta p (o ponto H), que é um ponto de hq.
A projeção horizontal do ponto H (H1) é um ponto de hq e a sua projeção frontal (H2) situa­‑se no eixo X (pois H é um ponto com cota nula). O traço horizontal da
reta p situa­‑se sobre hq, pelo que se verifica a segunda parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o traço horizontal da reta situa­‑se sobre o
traço horizontal do plano. Sublinha­‑se que F2 (a projeção frontal do ponto F) é o ponto de concorrência da projeção frontal da reta p (p2) com o traço frontal do
plano q (fq), tal como H1 (a projeção horizontal do ponto H) é o ponto de concorrência da projeção horizontal da reta p (p1) com o traço horizontal do plano q (hq),

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta p, que é pedida (é o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

484.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano y, pelos seus traços, em função dos dados. Sublinha­‑se
que os traços do plano y são coincidentes apenas na folha de papel (após o rebatimento do Plano
Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção) e não no espaço. De facto, atendendo a
que o traço horizontal do plano (hy) é uma reta horizontal do plano com cota nula (situa­‑se no Plano
Horizontal de Projeção) e que o traço frontal do plano (fy) é uma reta frontal do plano com afastamento
nulo (situa­‑se no Plano Frontal de Projeção), os dois traços do plano nunca podem estar coincidentes.
Tendo em conta que os traços do plano y são duas retas do plano que são concorrentes num ponto
do eixo X, o plano y, na prática, está definido por duas retas concorrentes (os seus traços).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta r. Para definir uma reta, são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. A reta r pertence ao plano y, pelo que a reta r tem de verificar a condição para que uma reta
pertença a um plano, em relação ao plano y. Assim, o traço frontal da reta r (o ponto F) tem de se
situar sobre fy (o traço frontal do plano). Esta condição permite­‑nos determinar as projeções do ponto F
(o traço frontal da reta r), que tem 4 cm de cota e é um ponto de fy. A projeção frontal do ponto F (F2)
é um ponto de fy e a sua projeção horizontal (F1) situa­‑se no eixo X. O traço frontal da reta r situa­‑se
sobre fy, pelo que se verifica a primeira parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o
traço frontal da reta situa­‑se sobre o traço frontal do plano. Pela projeção frontal do ponto F (F2) conduziu­‑se a projeção frontal da reta r (r2), fazendo, com
o eixo X, o ângulo dado (que se mediu para cima do eixo X). Já temos um ponto para definir a reta r – o ponto F (o traço frontal da reta). Falta­‑nos outro ponto
ou uma direção para definir a reta r. Para que a reta pertença ao plano y, o traço horizontal da reta r (o ponto H) tem de se situar sobre hy (o traço horizontal do
plano). Assim, determinou­‑se H2 (a projeção frontal do ponto H), que se situa no eixo X – H1 situa­‑se necessariamente sobre hy (o traço horizontal do plano y).
O traço horizontal da reta r situa­‑se sobre hy, pelo que se verifica a segunda parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o traço horizontal da
reta situa­‑se sobre o traço horizontal do plano. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta r. A partir das projeções horizontais dos dois traços da
reta (F1 e H1) desenhou­‑se a projeção horizontal da reta r (r1). A reta r está definida por dois pontos – os pontos F e H. Sublinha­‑se que F2 (a projeção frontal do
ponto F) é o ponto de concorrência da projeção frontal da reta r (r2) com o traço frontal do plano y (fy), tal como H1 (a projeção horizontal do ponto H) é o ponto
de concorrência da projeção horizontal da reta r (r1) com o traço horizontal do plano y (hy),

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta r, que é pedida (é o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

142
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
485.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano a, pelos seus traços, em função dos
dados. Tendo em conta que os traços do plano a são duas retas do plano que são
concorrentes num ponto do eixo X, o plano a, na prática, está definido por duas retas
concorrentes (os seus traços).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta m. Para definir uma reta, são necessários dois pontos ou
um ponto e uma direção. A reta m pertence ao plano a, pelo que a reta m tem de
verificar a condição para que uma reta pertença a um plano, em relação ao plano a.
Assim, o traço frontal da reta m (o ponto F) tem de se situar sobre fa (o traço frontal
do plano). Esta condição permite­‑nos determinar as projeções do ponto F (o traço
frontal da reta m), que tem abcissa nula e é um ponto de fa. A projeção frontal do
ponto F (F2) é um ponto de fa e a sua projeção horizontal (F1) situa­‑se no eixo X.
O traço frontal da reta m situa­‑se sobre fa, pelo que se verifica a primeira parte da
condição para que uma reta pertença a um plano – o traço frontal da reta situa­‑se
sobre o traço frontal do plano. Pela projeção frontal do ponto F (F2) conduziu­‑se a
projeção frontal da reta m (m2), perpendicular a fa (como é expressamente pedido
no enunciado). Já temos um ponto para definir a reta m – o ponto F (o traço frontal
da reta). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta m. Para que a
reta pertença ao plano a, o traço horizontal da reta m (o ponto H) tem de se situar
sobre ha (o traço horizontal do plano). Assim, determinou­‑se H2 (a projeção frontal
do ponto H), que se situa no eixo X – H1 situa­‑se necessariamente sobre ha (o traço
horizontal do plano a). O traço horizontal da reta m situa­‑se sobre ha, pelo que se
verifica a segunda parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o
traço horizontal da reta situa­‑se sobre o traço horizontal do plano. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta m. A partir das projeções horizontais
dos dois traços da reta (F1 e H1) desenhou­‑se a projeção horizontal da reta m (m1). A reta m está definida por dois pontos – os pontos F e H. Sublinha­‑se que F2 (a
projeção frontal do ponto F) é o ponto de concorrência da projeção frontal da reta m (m2) com o traço frontal do plano a (fa), tal como H1 (a projeção horizontal do
ponto H) é o ponto de concorrência da projeção horizontal da reta m (m1) com o traço horizontal do plano a (ha),

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta m, que é pedida (é o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

486.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano a, pelos seus traços, em função dos dados. Tendo em
conta que os traços do plano a são duas retas do plano que são concorrentes num ponto do eixo X,
o plano a, na prática, está definido por duas retas concorrentes (os seus traços).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta r. Para definir uma reta, são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. A reta r pertence ao plano a, pelo que a reta r tem de verificar a condição para que uma
reta pertença a um plano, em relação ao plano a. Assim, o traço horizontal da reta r (o ponto H)
tem de se situar sobre ha (o traço horizontal do plano). Esta condição permite­‑nos determinar as
projeções do ponto H (o traço horizontal da reta r), que tem –2 de abcissa e é um ponto de ha. A
projeção horizontal do ponto H (H1) é um ponto de ha e a sua projeção frontal (H2) situa­‑se no eixo X.
O traço horizontal da reta r situa­‑se sobre ha, pelo que se verifica a primeira parte da condição para
que uma reta pertença a um plano – o traço horizontal da reta situa­‑se sobre o traço horizontal
do plano. Pela projeção horizontal do ponto H (H1) conduziu­‑se a projeção horizontal da reta r (r1)
fazendo, com o eixo X, o ângulo dado (que se mediu para baixo do eixo X). Já temos um ponto
para definir a reta r – o ponto H (o traço horizontal da reta). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção
para definir a reta r. Para que a reta pertença ao plano a, o traço frontal da reta r (o ponto F) tem
de se situar sobre fa (o traço frontal do plano). Assim, determinou­‑se F1 (a projeção horizontal do
ponto F), que se situa no eixo X – F2 situa­‑se necessariamente sobre fa (o traço frontal do plano
a). O traço frontal da reta r situa­‑se sobre fa, pelo que se verifica a segunda parte da condição para
que uma reta pertença a um plano – o traço frontal da reta situa­‑se sobre o traço frontal do
plano. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta r. A partir das projeções frontais dos
dois traços da reta (F2 e H2) desenhou­‑se a projeção frontal da reta r (r2). A reta r está definida por dois pontos – os pontos F e H. Sublinha­‑se que F2 (a projeção
frontal do ponto F) é o ponto de concorrência da projeção frontal da reta r (r2) com o traço frontal do plano a (fa), tal como H1 (a projeção horizontal do ponto H) é o
ponto de concorrência da projeção horizontal da reta r (r1) com o traço horizontal do plano a (ha),

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta r, que é pedida (é o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

143
SOLUÇÕES
487.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o ponto R, do eixo X, pelas suas projeções, e representou­‑se o
plano q, pelos seus traços, em função dos dados. Tendo em conta que os traços do plano q são duas
retas do plano que são concorrentes num ponto do eixo X (o ponto R), o plano q, na prática, está
definido por duas retas concorrentes (os seus traços). Os dados do enunciado permitiram­‑nos, ainda,
desenhar a projeção frontal da reta r. A reta r é uma reta passante do plano q, pelo que se trata de
uma reta do plano que é con­corrente com o eixo X (uma reta passante tem os seus traços frontal e
horizontal coincidentes num único ponto, que é seu o ponto de concorrência com o eixo X). O ponto
de concorrência dos traços do plano (o ponto R) é o único ponto do plano que pertence ao eixo X.
Assim, face ao exposto e atendendo a que as retas passantes têm os seus traços (frontal e horizon­
tal) coincidentes num único ponto (que é o seu ponto de concorrência com o eixo X), a reta r tem
necessariamente de passar pelo ponto de concorrência dos dois traços do plano, que é o ponto R.
Face ao exposto, desenhou­‑se a projeção frontal da reta r (r2), passando pela projeção frontal do
ponto R (R2) e fazendo, com o eixo X, o ângulo dado no enunciado (que se mediu para cima do eixo X).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta r. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. Atendendo à tradução e interpretação dos dados do exercício (acima exposta), a reta r passa necessariamente pelo ponto R, pelo que já temos um ponto
para definir a reta r. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta r. Os dados do plano (os seus traços) não nos permitem determinar qualquer outro
elemento da reta r, pelo que são insuficientes para definir a reta r, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, terá
de ser definida por dois pontos ou por um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta s, como reta auxiliar do plano. A reta s está definida por dois pontos – o ponto F
(que é o seu traço frontal) e o ponto H (o seu traço horizontal) – ver exercício 481. e respetivo relatório. As retas r e s são complanares, pelo que ou são paralelas
ou são concorrentes. Não são paralelas, pois as suas projeções frontais não são paralelas, pelo que são concorrentes, pelo que existe um ponto de concorrência –
o ponto A. Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta r. A reta r está definida por dois pontos – o ponto A e o ponto R. Pelas projeções horizontais dos
pontos A e R (A1 e R1) conduziu­‑se a projeção horizontal da reta r (r1).

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta r, que é pedida (é o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se
a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são traçados auxiliares (caso da reta s) ou são linhas de chamada.

488.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano a, pelos seus traços, em função dos dados. Sublinha­‑se que
os traços do plano a são coincidentes apenas na folha de papel (após o rebatimento do Plano Frontal
de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção) e não no espaço. De facto, atendendo a que o traço
horizontal do plano (ha) é uma reta horizontal do plano com cota nula (situa­‑se no Plano Horizontal de
Projeção) e que o traço frontal do plano (fa) é uma reta frontal do plano com afastamento nulo (situa­‑se
no Plano Frontal de Projeção), os dois traços do plano nunca podem estar coincidentes. Tendo em conta
que os traços do plano a são duas retas do plano que são concorrentes num ponto do eixo X, o plano a,
na prática, está definido por duas retas concorrentes (os seus traços). Os dados do enunciado permitiram­
‑nos, ainda, desenhar a projeção frontal da reta r. A reta r é uma reta passante do plano a, pelo que se
trata de uma reta do plano que é con­corrente com o eixo X (uma reta passante tem os seus traços frontal
e horizontal coincidentes num único ponto, que é seu o ponto de concorrência com o eixo X). O ponto de
concorrência dos traços do plano é o único ponto do plano que pertence ao eixo X. Assim, face ao exposto
e atendendo a que as retas passantes têm os seus traços (frontal e horizon­tal) coincidentes num único
ponto (que é o seu ponto de concorrência com o eixo X), a reta r tem necessariamente de passar pelo
ponto de concorrência dos dois traços do plano. Assinalou­‑se o ponto de concorrência dos traços do plano
– o ponto A. Em seguida, desenhou­‑se a projeção frontal da reta r (r2), passando pela projeção frontal
do ponto A (A2) e perpendicular ao traço frontal do plano (como é expressamente pedido no enunciado).

Resolução:
É pedida uma reta – a reta r. Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Atendendo à tradução e interpretação dos dados do
exercício (acima exposta), a reta r passa necessariamente pelo ponto A, pelo que já temos um ponto para definir a reta r. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção
para definir a reta r. Os dados do plano (os seus traços) não nos permitem determinar qualquer outro elemento da reta r, pelo que são insuficientes para definir
a reta r, pelo que é necessário o recurso a uma reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, terá de ser definida por dois pontos ou por um ponto e uma
direção. Recorreu­‑se à reta s, como reta auxiliar do plano. A reta s está definida por dois pontos – o ponto F (que é o seu traço frontal) e o ponto H (o seu traço
horizontal) – ver exercício 481. e respetivo relatório. Tenha em conta que se optou por desenhar a projeção frontal da reta s (s2) sendo paralela à projeção frontal
da reta r (r2), mas poder­‑se­‑ia ter optado por qualquer outra situação. As retas r e s são complanares, pelo que ou são paralelas ou são concorrentes. Neste caso
não são concorrentes, pois as suas projeções frontais não são concorrentes, pelo que são paralelas, pelo que têm a mesma direção. Já temos a direção que nos
faltava para definir a reta r. A reta r está definida por um ponto (o ponto A) e uma direção (a direção da reta s). Pela projeção horizontal do ponto A (A1) conduziu­
‑se a projeção horizontal da reta r (r1), paralela à projeção horizontal da reta s (s1).

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta r, que é pedida (é o objetivo do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X
representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois ou são traçados auxiliares (caso da reta s) ou são
linhas de chamada.

144
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
489.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano a, pelos seus traços, em função dos dados. Tendo em conta que os traços do plano a são duas retas do plano que são
concorrentes num ponto do eixo X, o plano a, na prática, está definido por duas retas concorrentes (os seus traços).

a) Em primeiro lugar desenhou­‑se a projeção frontal da reta h (h2), em função da sua cota. É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta, são necessários
dois pontos ou um ponto e uma direção. A reta h pertence ao plano a, pelo que a reta h tem de verificar a condição para que uma reta pertença a um plano,
em relação ao plano a. Nesse sentido, determinou­‑se o traço frontal da reta h (o ponto F) sobre fa (o traço frontal do plano). A projeção horizontal do ponto F
(F1) situa­‑se no eixo X. Já se verifica a primeira parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o traço frontal da reta situa­‑se sobre o traço
frontal do plano. Já temos um ponto para definir a reta h – o ponto F (o traço frontal da reta). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta h.
A reta h não tem traço horizontal (pois é paralela ao Plano Horizontal de Projeção), pelo que não é possível verificar­‑se a segunda parte da condição para
que uma reta pertença a um plano (o traço horizontal da reta tem de se situar sobre o traço horizontal do plano). No entanto, sabe­‑se que retas horizontais
(de nível) de um plano são paralelas entre si. Atendendo a que o traço horizontal do plano (ha) é uma reta horizontal (de nível) do plano, com cota nula, já
temos a direção que nos faltava para definir a reta h – a direção do traço horizontal do plano (a direção das retas horizontais do plano a). Assim, a reta
h é paralela a ha. A reta h está definida por um ponto (o ponto F) e uma direção (é paralela a ha). A projeção horizontal da reta h (h1) passa pela projeção
horizontal do ponto F (F1) e é paralela a ha.
b) Em primeiro lugar desenhou­‑se a projeção frontal da reta h’ (h’2), em função da sua cota. É pedida uma reta – a reta h’. Para definir uma reta, são necessários
dois pontos ou um ponto e uma direção. A reta h’ pertence ao plano a, pelo que a reta h’ tem de verificar a condição para que uma reta pertença a um
plano, em relação ao plano a. Nesse sentido, determinou­‑se o traço frontal da reta h’ (o ponto F’) sobre fa (o traço frontal do plano). A projeção horizontal
do ponto F’ (F’1) situa­‑se no eixo X. Já se verifica a primeira parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o traço frontal da reta situa­‑se
sobre o traço frontal do plano. Já temos um ponto para definir a reta h’ – o ponto F’ (o traço frontal da reta). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para
definir a reta h’. A reta h’ não tem traço horizontal (pois é paralela ao Plano Horizontal de Projeção), pelo que não é possível verificar­‑se a segunda parte da
condição para que uma reta pertença a um plano (o traço horizontal da reta tem de se situar sobre o traço horizontal do plano). No entanto, sabe­‑se que
retas horizontais (de nível) de um plano são paralelas entre si. Atendendo a que o traço horizontal do plano (ha) é uma reta horizontal (de nível) do plano,
com cota nula, já temos a direção que nos faltava para definir a reta h’ – a direção do traço horizontal do plano (a direção das retas horizontais do plano a).
Assim, a reta h’ é paralela a ha. A reta h’ está definida por um ponto (o ponto F’) e uma direção (é paralela a ha). A projeção horizontal da reta h’ (h’1) passa
pela projeção horizontal do ponto F’ (F’1) e é paralela a ha.
c) Em primeiro lugar desenhou­‑se a projeção frontal da reta h’’ (h’’2), em função da sua cota. Salienta­‑se que a cota da reta h’’ é negativa. É pedida uma
reta – a reta h’’. Para definir uma reta, são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. A reta h’’ pertence ao plano a, pelo que a reta h’’ tem
de verificar a condição para que uma reta pertença a um plano, em relação ao plano a. Nesse sentido, determinou­‑se o traço frontal da reta h’’
(o ponto F’’) sobre fa (o traço frontal do plano). A projeção horizontal do ponto F’’ (F’’1) situa­‑se no eixo X. Já se verifica a primeira parte da condição para
que uma reta pertença a um plano – o traço frontal da reta situa­‑se sobre o traço frontal do plano. Já temos um ponto para definir a reta h’’ – o ponto
F’’ (o traço frontal da reta). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta h’’. A reta h’’ não tem traço horizontal (pois é paralela ao Plano
Horizontal de Projeção), pelo que não é possível verificar­‑se a segunda parte da condição para que uma reta pertença a um plano (o traço horizontal da reta
tem de se situar sobre o traço horizontal do plano). No entanto, sabe­‑se que retas horizontais (de nível) de um plano são paralelas entre si. Atendendo a
que o traço horizontal do plano (ha) é uma reta horizontal (de nível) do plano, com cota nula, já temos a direção que nos faltava para definir a reta h’’ – a
direção do traço horizontal do plano (a direção das retas horizontais do plano a). Assim, a reta h’’ é paralela a ha. A reta h’’ está definida por um ponto (o
ponto F’’) e uma direção (é paralela a ha). A projeção horizontal da reta h’’ (h’’1) passa pela projeção horizontal do ponto F’’ (F’’1) e é paralela a ha.
d) Conclusão: retas horizontais (de nível) de um plano são paralelas entre si e paralelas ao traço horizontal do plano, que é uma reta horizontal (de nível) do plano,
com cota nula.

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As retas h, h’ e h’’, que são pedidas (é o objetivo do exercício), representaram­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

145
SOLUÇÕES
490.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano a, pelos seus traços, em função dos dados. Tendo em conta que os traços do plano a são duas retas do plano que
são concorrentes num ponto do eixo X, o plano a, na prática, está definido por duas retas concorrentes (os seus traços).

a) Em primeiro lugar desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f (f1), em função do seu afastamento. É pedida uma reta – a reta f. Para definir uma reta, são
necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. A reta f pertence ao plano a, pelo que a reta f tem de verificar a condição para que uma reta pertença
a um plano, em relação ao plano a. Nesse sentido, determinou­‑se o traço horizontal da reta f (o ponto H) sobre ha (o traço horizontal do plano). A projeção
frontal do ponto H (H2) situa­‑se no eixo X. Já se verifica a primeira parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o traço horizontal da reta
situa­‑se sobre o traço horizontal do plano. Já temos um ponto para definir a reta f – o ponto H (o traço horizontal da reta). Falta­‑nos outro ponto ou
uma direção para definir a reta f. A reta f não tem traço frontal (pois é paralela ao Plano Frontal de Projeção), pelo que não é possível verificar­‑se a segunda
parte da condição para que uma reta pertença a um plano (o traço frontal da reta tem de se situar sobre o traço frontal do plano). No entanto, sabe­‑se
que retas frontais (de frente) de um plano são paralelas entre si. Atendendo a que o traço frontal do plano (fa) é uma reta frontal (de frente) do plano, com
afastamento nulo, já temos a direção que nos faltava para definir a reta f – a direção do traço frontal do plano (a direção das retas frontais do plano a).
Assim, a reta f é paralela a fa. A reta f está definida por um ponto (o ponto H) e uma direção (é paralela a fa). A projeção frontal da reta f (f2) passa pela
projeção frontal do ponto H (H2) e é paralela a fa.
b) Em primeiro lugar desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f’ (f’1), em função do seu afastamento. É pedida uma reta – a reta f’. Para definir uma reta, são
necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. A reta f’ pertence ao plano a, pelo que a reta f’ tem de verificar a condição para que uma reta pertença
a um plano, em relação ao plano a. Nesse sentido, determinou­‑se o traço horizontal da reta f’ (o ponto H’) sobre ha (o traço horizontal do plano). A projeção
frontal do ponto H’ (H’2) situa­‑se no eixo X. Já se verifica a primeira parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o traço horizontal da reta
situa­‑se sobre o traço horizontal do plano. Já temos um ponto para definir a reta f’ – o ponto H’ (o traço horizontal da reta). Falta­‑nos outro ponto ou uma
direção para definir a reta f’. A reta f’ não tem traço frontal (pois é paralela ao Plano Frontal de Projeção), pelo que não é possível verificar­‑se a segunda parte
da condição para que uma reta pertença a um plano (o traço frontal da reta tem de se situar sobre o traço frontal do plano). No entanto, sabe­‑se que retas
frontais (de frente) de um plano são paralelas entre si. Atendendo a que o traço frontal do plano (fa) é uma reta frontal (de frente) do plano, com afastamento
nulo, já temos a direção que nos faltava para definir a reta f’ – a direção do traço frontal do plano (a direção das retas frontais do plano a). Assim, a reta f’ é
paralela a fa. A reta f’ está definida por um ponto (o ponto H’) e uma direção (é paralela a fa). A projeção frontal da reta f’ (f’2) passa pela projeção frontal do
ponto H’ (H’2) e é paralela a fa.
c) Em primeiro lugar desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f’’ (f’’1), em função do seu afastamento. Salienta­‑se que o afastamento da reta f’’ é
negativo. É pedida uma reta – a reta f’’. Para definir uma reta, são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. A reta f’’ pertence ao plano
a, pelo que a reta f’’ tem de verificar a condição para que uma reta pertença a um plano, em relação ao plano a. Nesse sentido, determinou­‑se o
traço horizontal da reta f’’ (o ponto H’’) sobre ha (o traço horizontal do plano). A projeção frontal do ponto H’’ (H’’2) situa­‑se no eixo X. Já se verifica a
primeira parte da condição para que uma reta pertença a um plano – o traço horizontal da reta situa­‑se sobre o traço horizontal do plano. Já temos
um ponto para definir a reta f’’ – o ponto H’’ (o traço horizontal da reta). Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir a reta f’’. A reta f’’ não
tem traço frontal (pois é paralela ao Plano Frontal de Projeção), pelo que não é possível verificar­‑se a segunda parte da condição para que uma reta
pertença a um plano (o traço frontal da reta tem de se situar sobre o traço frontal do plano). No entanto, sabe­‑se que retas frontais (de frente) de um
plano são paralelas entre si. Atendendo a que o traço frontal do plano (fa) é uma reta frontal (de frente) do plano, com afastamento nulo, já temos a
direção que nos faltava para definir a reta f’’ – a direção do traço frontal do plano (a direção das retas frontais do plano a). Assim, a reta f’’ é paralela
a fa. A reta f’’ está definida por um ponto (o ponto H’’) e uma direção (é paralela a fa). A projeção frontal da reta f’’ (f’’2) passa pela projeção frontal do
ponto H’’ (H’’2) e é paralela a fa.
d) Conclusão: retas frontais (de frente) de um plano são paralelas entre si e paralelas ao traço frontal do plano, que é uma reta frontal (de frente) do plano, com
afastamento nulo.

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. As retas f, f’ e f’’, que são pedidas (é o objetivo do exercício), representaram­‑se a forte.
O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

146
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
491.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e f, em função dos dados. O
ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção corresponde ao ângulo que a projeção
frontal da reta f (f2) faz com o eixo X (e que se mediu para cima do eixo X). O plano está representado
pelas projeções das duas retas. Uma vez que o enunciado é omisso em relação ao plano, considerou­
‑se, neste exercício, tratar­‑se do plano q.

Resolução:
Determinação do traço horizontal do plano q:
É pedida uma reta – o traço horizontal do plano (hq). O traço horizontal do plano q é a reta de
interseção do plano q com o Plano Horizontal de Projeção (é uma reta horizontal do plano, com cota
nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se
o ponto H, o traço horizontal da reta r. Já temos um ponto para definir hq – o ponto H. Falta­‑nos
outro ponto ou uma direção para definir hq. Determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta f.
Já temos o ponto que nos faltava para definir hq – o ponto H’. O traço horizontal do plano q (hq) está
definido por dois pontos – os pontos H e H’ (ver exercício 464. e respetivo relatório).
Determinação do traço frontal do plano q:
É pedida uma reta – o traço frontal do plano (fq). O traço frontal do plano q é a reta de interseção do
plano q com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta frontal do plano, com afastamento nulo). Para
definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o traço
frontal da reta r – o ponto F. Já temos um ponto para definir fq – o ponto F. Falta­‑nos outro ponto ou
uma direção para definir fq. A reta f é uma reta frontal (de frente) do plano q e retas frontais (de frente)
de um plano são paralelas entre si e paralelas ao traço frontal do plano, que é uma reta frontal (de
frente) do plano com afastamento nulo. Nesse sentido, o traço frontal do plano q é paralelo à reta f,
pelo que já temos a direção que nos faltava para definir o traço frontal do plano – a direção das
retas frontais (de frente) do plano q. O traço frontal do plano (fq) está definido por um ponto (o ponto F)
e por uma direção (a direção das retas frontais do plano q).
Observação:
Tenha em conta que os dois traços de um plano são duas retas do plano que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X. Assim, fq e hq têm de ser
concorrentes entre si num ponto do eixo X. Com este raciocínio, para definir o traço frontal do plano (fq) já temos dois pontos – o ponto F (o traço frontal da reta r)
e o ponto do eixo X que é o ponto de concorrência dos dois traços do plano. Considerando os dois raciocínios expostos, para definir o traço frontal do plano (fq)
temos, afinal, dois pontos e uma direção. Assim, o traço frontal do plano (fq) passa pelo traço frontal da reta r (o ponto F), é paralelo à reta f e é ainda concorrente
com hq num ponto do eixo X.

Traçado:
As retas dadas (as retas r e f) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

492.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas r e h, em função dos dados. O
ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo que a projeção
horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X (e que se mediu para baixo do eixo X). O plano está
representado pelas projeções das duas retas. Uma vez que o enunciado é omisso em relação ao
plano, considerou­‑se, neste exercício, tratar­‑se do plano a.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano a:
É pedida uma reta – o traço frontal do plano (fa). O traço frontal do plano a é a reta de interseção
do plano a com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta frontal do plano, com afastamento nulo).
Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o
ponto F, o traço frontal da reta r. Já temos um ponto para definir fa – o ponto F. Falta­‑nos outro
ponto ou uma direção para definir fa. Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta h. Já temos
o ponto que nos faltava para definir fa – o ponto F’. O traço frontal do plano a (fa) está definido por
dois pontos – os pontos F e F’ (ver exercício 464. e respetivo relatório).
Determinação do traço horizontal do plano a:
É pedida uma reta – o traço horizontal do plano (ha). O traço horizontal do plano a é a reta de
interseção do plano a com o Plano Horizontal de Projeção (é uma reta horizontal do plano, com

147
SOLUÇÕES
cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o traço horizontal da reta r – o ponto H. Já temos um
ponto para definir ha – o ponto H. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir ha. A reta h é uma reta horizontal (de nível) do plano a e retas horizontais
(de nível) de um plano são paralelas entre si e paralelas ao traço horizontal do plano, que é uma reta horizontal (de nível) do plano com cota nula. Nesse sentido,
o traço horizontal do plano a é paralelo à reta h, pelo que já temos a direção que nos faltava para definir o traço horizontal do plano – a direção das retas
horizontais (de nível) do plano a. O traço horizontal do plano (ha) está definido por um ponto (o ponto H) e por uma direção (a direção das retas horizontais do
plano a).
Observação: Tenha em conta que os dois traços de um plano são duas retas do plano que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X. Assim, ha
e fa têm de ser concorrentes entre si num ponto do eixo X. Com este raciocínio, para definir o traço horizontal do plano (ha) já temos dois pontos – o ponto H (o
traço horizontal da reta r) e o ponto do eixo X que é o ponto de concorrência dos dois traços do plano. Considerando os dois raciocínios expostos, para definir o
traço horizontal do plano (ha) temos, afinal, dois pontos e uma direção. Assim, o traço horizontal do plano (ha) passa pelo traço horizontal da reta r (o ponto H),
é paralelo à reta h e é ainda concorrente com fa num ponto do eixo X.

Traçado:
As retas dadas (as retas r e h) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

493.
Dados:
Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta f, em função dos dados. O ângulo que a reta f
faz com o Plano Horizontal de Projeção corresponde ao ângulo que a projeção frontal da reta f (f2)
faz com o eixo X (e que se mediu para cima do eixo X). Em seguida desenhou­‑se a projeção frontal
da reta h (h2), em função da sua cota, e determinaram­‑se as projeções do ponto de concorrência das
duas retas – o ponto P. A projeção horizontal da reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto P
(P1) e faz, com o eixo X, o ângulo dado (o ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção
corresponde ao angulo que a sua projeção horizontal faz com o eixo X) – o ângulo foi medido para
baixo do eixo X. O plano l está representado pelas projeções das duas retas.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano l:
É pedida uma reta – o traço frontal do plano (fl). O traço frontal do plano l é a reta de interseção do
plano l com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta frontal do plano, com afastamento nulo). Para
definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto F, o
traço frontal da reta h. Já temos um ponto para definir fl – o ponto F. Falta­‑nos outro ponto ou uma
direção para definir fl. A reta f é uma reta frontal (de frente) do plano l e retas frontais (de frente) de
um plano são paralelas entre si e paralelas ao traço frontal do plano, que é uma reta frontal (de frente)
do plano com afastamento nulo. Nesse sentido, o traço frontal do plano l é paralelo à reta f, pelo que
já temos a direção que nos faltava para definir o traço frontal do plano – a direção das retas frontais
(de frente) do plano l. O traço frontal do plano (fl) está definido por um ponto (o ponto F) e por uma
direção (a direção das retas frontais do plano l).
Determinação do traço horizontal do plano l:
É pedida uma reta – o traço horizontal do plano (hl). O traço horizontal do plano l é a reta de interseção do plano l com o Plano Horizontal de Projeção (é uma
reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o traço horizontal da reta f
– o ponto H. Já temos um ponto para definir hl – o ponto H. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir hl. A reta h é uma reta horizontal (de nível) do
plano l e retas horizontais (de nível) de um plano são paralelas entre si e paralelas ao traço horizontal do plano, que é uma reta horizontal (de nível) do plano com
cota nula. Nesse sentido, o traço horizontal do plano l é paralelo à reta h, pelo que já temos a direção que nos faltava para definir o traço horizontal do plano – a
direção das retas horizontais (de nível) do plano l. O traço horizontal do plano (hl) está definido por um ponto (o ponto H) e por uma direção (a direção das retas
horizontais do plano l).
Observação:
Tenha em conta que os dois traços de um plano são duas retas do plano que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X. Assim, hl e fl têm de ser
concorrentes entre si num ponto do eixo X. Com este raciocínio, para definir o traço horizontal do plano (hl) já temos dois pontos – o ponto H (o traço horizontal
da reta f) e o ponto do eixo X que é o ponto de concorrência dos dois traços do plano. Considerando os dois raciocínios expostos, para definir o traço horizontal do
plano (hl) temos, afinal, dois pontos e uma direção. Assim, o traço horizontal do plano (hl) passa pelo traço horizontal da reta f (o ponto H), é paralelo à reta h e
é ainda concorrente com fl num ponto do eixo X.

Traçado:
As retas dadas (as retas f e h) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

148
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
494.
a) Em primeiro lugar desenharam­‑se as projeções da reta h, em função dos dados. O ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção corresponde ao
ângulo que a projeção horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X (e que se mediu para baixo do eixo X). Em seguida desenhou­‑se a projeção horizontal da reta f
(f1), em função do seu afastamento, e determinaram­‑se as projeções do ponto de concorrência das duas retas – o ponto P. A projeção frontal da reta f (f2) passa
pela projeção frontal do ponto P (P2) e é paralela à projeção horizontal da reta h (h1). Sublinha­‑se que, apesar da projeção frontal da reta h (h2) ser efectivamente
paralela à projeção horizontal da reta f (f1), quer no espaço quer no papel (por serem, ambas, paralelas ao eixo X), o mesmo não acontece com a projeção
frontal da reta f (f2) e com a projeção horizontal da reta h (h1). De facto, a projeção frontal da reta f (f2) e a projeção horizontal da reta h (h1) são paralelas entre si
apenas no papel, após o rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. O plano está definido (representado) pelas projeções
das duas retas. Uma vez que o enunciado é omisso em relação ao plano, considerou­‑se, neste exercício, tratar­‑se do plano a.
 ponto de concorrência das duas retas (o ponto P) tem necessariamente 3 cm de cota, pois pertence à reta h (todos os pontos da reta h têm 3 cm de cota).
b) O
O ponto de concorrência das duas retas (o ponto P) tem necessariamente 4 cm de afastamento, pois pertence à reta f (todos os pontos da reta f têm 4 cm de
afastamento). Nesse sentido, as coordenadas do ponto P (são ( 4; 3) e o ponto P localiza­‑se no 1o Diedro, no 1o Octante.

c) Determinação do traço frontal do plano a:


É pedida uma reta – o traço frontal do plano (fa). O traço frontal do plano a é a reta de interseção do plano a com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta
frontal do plano, com afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto F, o traço
frontal da reta h. Já temos um ponto para definir fa – o ponto F. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir fa. A reta f é uma reta frontal (de frente)
do plano a e retas frontais (de frente) de um plano são paralelas entre si e paralelas ao traço frontal do plano, que é uma reta frontal (de frente) do plano com
afastamento nulo. Nesse sentido, o traço frontal do plano a é paralelo à reta f, pelo que já temos a direção que nos faltava para definir o traço frontal do
plano – a direção das retas frontais (de frente) do plano a. O traço frontal do plano (fa) está definido por um ponto (o ponto F) e por uma direção (a direção das
retas frontais do plano a).

Determinação do traço horizontal do plano a:


É pedida uma reta – o traço horizontal do plano (ha). O traço horizontal do plano a é a reta de interseção do plano a com o Plano Horizontal de Projeção (é uma
reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o traço horizontal da reta
f – o ponto H. Já temos um ponto para definir ha – o ponto H. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir ha. A reta h é uma reta horizontal (de nível)
do plano a e retas horizontais (de nível) de um plano são paralelas entre si e paralelas ao traço horizontal do plano, que é uma reta horizontal (de nível) do plano
com cota nula. Nesse sentido, o traço horizontal do plano a é paralelo à reta h, pelo que já temos a direção que nos faltava para definir o traço horizontal do
plano – a direção das retas horizontais (de nível) do plano a. O traço horizontal do plano (ha) está definido por um ponto (o ponto H) e por uma direção (a direção
das retas horizontais do plano a). Note que, nesta situação particular, os dois traços do plano a ficam coincidentes, o que se verifica apenas no papel, após o
rebatimento do Plano Frontal de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção. De facto, atendendo a que o traço horizontal do plano (ha) é uma reta horizontal
do plano com cota nula (situa­‑se no Plano Horizontal de Projeção) e que o traço frontal do plano (fa) é uma reta frontal do plano com afastamento nulo (situa­‑se
no Plano Frontal de Projeção), os dois traços do plano nunca podem estar coincidentes – os traços do plano a continuam a ser duas retas do plano concorrentes
num ponto do eixo X.
Observação: Tenha em conta que os dois traços de um plano são duas retas do plano que são necessariamente concorrentes num ponto do eixo X. Assim, ha
e fa têm de ser concorrentes entre si num ponto do eixo X. Com este raciocínio, para definir o traço horizontal do plano (ha) já temos dois pontos – o ponto H (o
traço horizontal da reta f) e o ponto do eixo X que é o ponto de concorrência dos dois traços do plano. Considerando os dois raciocínios expostos, para definir o
traço horizontal do plano (ha) temos, afinal, dois pontos e uma direção. Assim, o traço horizontal do plano (ha) passa pelo traço horizontal da reta f (o ponto H),
é paralelo à reta h e é ainda concorrente com fa num ponto do eixo X.

Traçado:
As retas dadas (as retas f e h) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

149
SOLUÇÕES
495.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função
das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas h e h’, em função dos
dados. O ângulo que a reta h faz com o Plano Frontal de Projeção corresponde ao ângulo que
a projeção horizontal da reta h (h1) faz com o eixo X (e que se mediu para baixo do eixo X).
O plano está representado pelas projeções das duas retas. Uma vez que o enunciado é
omisso em relação ao plano, considerou­‑se, neste exercício, tratar­‑se do plano d.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano d:
É pedida uma reta – o traço frontal do plano (fd). O traço frontal do plano d é a reta de
interseção do plano d com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta frontal do plano, com
afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. Determinou­‑se o ponto F, o traço frontal da reta h. Já temos um ponto para definir fd
– o ponto F. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir fd. Determinou­‑se o ponto F’,
o traço frontal da reta h’. Já temos o ponto que nos faltava para definir fd – o ponto F’. O
traço frontal do plano d (fd) está definido por dois pontos – os pontos F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano d:
É pedida uma reta – o traço horizontal do plano (hd). O traço horizontal do plano d é a reta de interseção do plano d com o Plano Horizontal de Projeção (é
uma reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As retas h e h’ são, ambas, retas
horizontais (de nível) do plano d e retas horizontais (de nível) de um plano são paralelas entre si e paralelas ao traço horizontal do plano, que é uma reta horizontal
(de nível) do plano com cota nula. Nesse sentido, o traço horizontal do plano d é paralelo às retas h e h’, pelo que já temos uma direção para definir hd – a direção
das retas horizontais (de nível) do plano d. Falta­‑nos um ponto ou uma direção para definir hd. Os dois traços de um plano são duas retas do plano que são
necessariamente concorrentes num ponto do eixo X. Assim, hd e fd têm de ser concorrentes entre si num ponto do eixo X, pelo que já temos o ponto que nos
faltava para definir hd – o ponto do eixo X que é o ponto de concorrência dos traços do plano. O traço horizontal do plano (hd) está definido por um ponto (o ponto
de concorrência de fd com o eixo X) e por uma direção (a direção das retas horizontais do plano d).

Traçado:
As retas dadas (as retas h e h’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

496.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em
função das respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas f e f’,
em função dos dados. O ângulo que a reta f faz com o Plano Horizontal de Projeção
corresponde ao ângulo que a projeção frontal da reta f (f2) faz com o eixo X (e que se
mediu para cima do eixo X). O plano está representado pelas projeções das duas retas.
Uma vez que o enunciado é omisso em relação ao plano, considerou­‑se, neste exercício,
tratar­‑se do plano g.

Resolução:
Determinação do traço horizontal do plano g:
É pedida uma reta – o traço horizontal do plano (hg). O traço horizontal do plano g é a
reta de interseção do plano g com o Plano Horizontal de Projeção (é uma reta horizontal
do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto
e uma direção. Determinou­‑se o ponto H, o traço horizontal da reta f. Já temos um
ponto para definir hg – o ponto H. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção para definir hg.
Determinou­‑se o ponto H’, o traço horizontal da reta f’. Já temos o ponto que nos
faltava para definir hg – o ponto H’. O traço horizontal do plano g (hg) está definido por
dois pontos – os pontos H e H’.
Determinação do traço frontal do plano g:
É pedida uma reta – o traço frontal do plano (fg). O traço frontal do plano g é a reta de interseção do plano g com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta frontal
do plano, com afastamento nulo). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As retas f e f’ são, ambas, retas frontais (de
frente) do plano g e retas frontais (de frente) de um plano são paralelas entre si e paralelas ao traço frontal do plano, que é uma reta frontal (de frente) do plano
com afastamento nulo. Nesse sentido, o traço frontal do plano g é paralelo às retas f e f’, pelo que já temos uma direção para definir fg – a direção das retas
frontais (de frente) do plano g. Falta­‑nos um ponto ou uma direção para definir fg. Os dois traços de um plano são duas retas do plano que são necessariamente
concorrentes num ponto do eixo X. Assim, fg e hg têm de ser concorrentes entre si num ponto do eixo X, pelo que já temos o ponto que nos faltava para definir fg
– o ponto do eixo X que é o ponto de concorrência dos traços do plano. O traço frontal do plano (fg) está definido por um ponto (o ponto de concorrência de hg com
o eixo X) e por uma direção (a direção das retas frontais do plano g).

Traçado:
As retas dadas (as retas f e f’) representaram­‑se a médio, pois integram os dados. Os traços do plano, que são pedidos (são o objetivo do exercício), representaram­
‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício). As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

150
SOLUÇÕES - LIVRO DE EXERCĺCIOS
497.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano a, pelos seus traços, em função dos dados. Sublinha­‑se que
os traços do plano a são coincidentes apenas na folha de papel (após o rebatimento do Plano Frontal
de Projeção sobre o Plano Horizontal de Projeção) e não no espaço. De facto, atendendo a que o traço
horizontal do plano (ha) é uma reta horizontal do plano com cota nula (situa­‑se no Plano Horizontal de
Projeção) e que o traço frontal do plano (fa) é uma reta frontal do plano com afastamento nulo (situa­‑se no
Plano Frontal de Projeção), os dois traços do plano nunca podem estar coincidentes. Tendo em conta que
os traços do plano a são duas retas do plano que são concorrentes num ponto do eixo X, o plano a, na
prática, está definido por duas retas concorrentes (os seus traços). Os dados do enunciado permitiram­‑nos,
ainda, desenhar a projeção frontal da reta h (h2), em função da sua cota.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta h. Para definir uma reta, são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. A reta h é uma reta horizontal (de nível) do plano e retas horizontais (de nível) de um plano são
paralelas entre si e paralelas ao traço horizontal do plano, que é uma reta horizontal (de nível) do plano
com cota nula. Assim, já temos a direção da reta h, que é a direção das retas horizontais (de nível) do
plano a. Falta­‑nos um ponto para definir a reta h. A reta h pertence ao plano a, pelo que, para que a
reta pertença ao plano, é necessário que os seus traços estejam sobre os traços homónimos do plano
(condição para que uma reta pertença a um plano). A reta h, porque é paralela ao Plano Horizontal
de Projeção, não tem traço horizontal (não há nenhum ponto da reta com cota nula). No entanto, o
traço frontal da reta h (o ponto F) tem de se situar sobre fa (o traço frontal do plano a). Esta condição
permite­‑nos determinar as projeções do traço frontal da reta h (o ponto F), que é um ponto de fa. A
projeção frontal do ponto F (F2) é um ponto de fa e a projeção horizontal do ponto F (F1) situa­‑se no
eixo X (pois F é um ponto com afastamento nulo). Já temos o ponto que nos faltava para definir a
reta. A reta h está definida por um ponto (o ponto F) e por uma direção (a direção das retas horizontais
do plano a). A projeção horizontal da reta h (h1) passa pela projeção horizontal do ponto F (F1) e é
paralela a ha.

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta h, que é pedida (é o objetivo
do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício).
As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

498.
Dados:
Em primeiro lugar representou­‑se o plano a, pelos seus traços, em função dos dados (ver relatório do
exercício anterior). Os dados do enunciado permitiram­‑nos, ainda, desenhar a projeção horizontal da reta f
(f1), em função do seu afastamento. Sublinha­‑se que o afastamento da reta f é negativo.

Resolução:
É pedida uma reta – a reta f. Para definir uma reta, são necessários dois pontos ou um ponto e uma
direção. A reta f é uma reta frontal (de frente) do plano e retas frontais (de frente) de um plano são
paralelas entre si e paralelas ao traço frontal do plano, que é uma reta frontal (de frente) do plano com
afastamento nulo. Assim, já temos a direção da reta f, que é a direção das retas frontais (de frente) do
plano a. Falta­‑nos um ponto para definir a reta f. A reta f pertence ao plano a, pelo que, para que a
reta pertença ao plano, é necessário que os seus traços estejam sobre os traços homónimos do plano
(condição para que uma reta pertença a um plano). A reta f, porque é paralela ao Plano Frontal de
Projeção, não tem traço frontal (não há nenhum ponto da reta com afastamento nulo). No entanto, o
traço horizontal da reta f (o ponto H) tem de se situar sobre ha (o traço horizontal do plano a). Esta
condição permite­‑nos determinar as projeções do traço horizontal da reta f (o ponto H), que é um ponto
de ha. A projeção horizontal do ponto H (H1) é um ponto de ha e a projeção frontal do ponto H (H2) situa­
‑se no eixo X (pois H é um ponto com cota nula). Já temos o ponto que nos faltava para definir a reta. A
reta f está definida por um ponto (o ponto H) e por uma direção (a direção das retas frontais do plano a).
A projeção frontal da reta f (f2) passa pela projeção frontal do ponto H (H2) e é paralela a fa.

Traçado:
Os traços do plano representaram­‑se a médio, pois integram os dados. A reta f, que é pedida (é o objetivo
do exercício), representou­‑se a forte. O eixo X representou­‑se a médio (é a linha estruturante do exercício).
As restantes linhas representaram­‑se a leve, pois são linhas de chamada.

151
SOLUÇÕES
499.
Dados:
Em primeiro lugar representaram­‑se os pontos A e B, pelas respetivas projeções, em função das
respetivas coordenadas, e desenharam­‑se as projeções das retas h e p, em função dos dados. Uma vez
que a reta p está definida pelos pontos A e B, as projeções dos dois pontos situam­‑se na mesma linha
de chamada. O plano w está representado pelas projeções das duas retas.

Resolução:
Determinação do traço frontal do plano w:
É pedida uma reta – o traço frontal do plano w. O traço frontal do plano w (fw) é a reta de interseção
do plano w com o Plano Frontal de Projeção (é uma reta frontal do plano, com afastamento nulo). Para
definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. Determinou­‑se o ponto F,
o traço frontal da reta h. Já temos um ponto para definir fw. Falta­‑nos outro ponto ou uma direção
para definir fw. Apesar de o plano w estar definido por duas retas concorrentes, uma das retas (a reta p)
é uma reta de perfil, cujas projeções não verificam o Critério de Reversibilidade, pelo que não é
possível determinar, de forma direta, os traços da reta p nos planos de projeção. De facto, a utilidade
da reta p, para a resolução deste exercício, é absolutamente nula, pois não é possível extrair qualquer
informação da reta, para além dos pontos dados. A resolução do exercício passa, necessariamente, por
considerar que o plano w está definido por uma reta (a reta h) e um ponto exterior à reta (o ponto B).
Nesse sentido, e porque os dados do plano são insuficientes para definir fw, é necessário o recurso a
uma reta auxiliar do plano, reta essa que, também ela, tem de estar definida por dois pontos ou por
um ponto e uma direção. Recorreu­‑se à reta h’ como reta auxiliar do plano w. A reta h’ (a reta auxiliar do
plano) éuma reta horizontal (de nível) do plano w e está definida por um ponto (o ponto B) e uma direção
(a direção das retas horizontais do plano w – é paralela à reta h). Note que o ponto B é, na prática, o ponto
de concorrência da reta h’ com a reta p. Determinou­‑se o ponto F’, o traço frontal da reta h’. Já temos o
ponto que nos faltava para definir fw. O traço frontal do plano w (fw) está definido por dois pontos – os
pontos F e F’.
Determinação do traço horizontal do plano w:
É pedida uma reta – o traço horizontal do plano (hw). O traço horizontal do plano w (hw) é a reta de interseção do plano w com o Plano Horizontal de Projeção
(é uma reta horizontal do plano, com cota nula). Para definir uma reta são necessários dois pontos ou um ponto e uma direção. As retas h e h’ são, ambas, retas
horizontais (de nível) do plano w e retas horizontais (de nível) de um plano são paralelas entre si e paralelas ao traço horizontal do plano, que é uma reta horizontal
(de nível) do plano com cota nula. Nesse sentido, o traço horizontal do plano w é paralelo às retas h e h’, pelo que já temos uma direção para definir hw – a direção
das retas horizontais (de nível) do plano w. Falta­‑nos um ponto ou uma direção para definir hw. Os dois traços de um plano são duas retas do plano que são
necessariamente concorrentes num ponto do eixo X. Assim, hw e fw têm de ser concorrentes entre si num ponto do eixo X, pelo que já temos o ponto que nos
faltava para definir hw – o ponto do eixo X que é o ponto de concorrência dos traços do plano. O traço horizontal do plano (hw) está definido por um ponto (o ponto
de concorrência de fw com o eixo X) e por uma direção (a direção das retas horizontais do plano w).

Traçado:
As retas dad