Você está na página 1de 52
nº 35 - Agosto/ Setembro- 2010 - ano 06

nº 35 - Agosto/ Setembro- 2010 - ano 06

nº 35 - Agosto/ Setembro- 2010 - ano 06
nº 35 - Agosto/ Setembro- 2010 - ano 06
nº 35 - Agosto/ Setembro- 2010 - ano 06
nº 35 - Agosto/ Setembro- 2010 - ano 06
nº 35 - Agosto/ Setembro- 2010 - ano 06
nº 35 - Agosto/ Setembro- 2010 - ano 06
nº 35 - Agosto/ Setembro- 2010 - ano 06
nº 35 - Agosto/ Setembro- 2010 - ano 06

Outras matérias:

Saúde Regional - pág. 8

Rotary Club- pág. 18

Unimed - pag. 36

Social Vale - pág. 26

Sincomerciários- pág. 34

GEAP - pág. 46

CIESP- pág. 49

Expediente

Diretor responsável:

José Carlos Reis de Souza

Departamento Jurídico:

Dra. Célia Teresa Mörth Dra. Rossana Oliveira A. Soares

Impressão Gráfica:

WT Indústria Gráfica Ltda. - ME

Jornalista Responsável:

Jefferson Mello - MTB/SP 32582

Projeto Gráfico:

Mauricio Jorge

Editoração:

Letícia Casoni Peres

Tiragem: 5.000 exemplares Distribuição gratuita e dirigida Publicação Bimestral

Contato

Revista Empresas do Vale

Rua Duque de Caxias, 102 Sala 1 - Centro - Taubaté - SP CEP 12.020-050 redacao@revistaempresasdovale.com comercial@revistaempresasdovale.com www.revistaempresasdovale.com

Dpto. Comercial

(12) 9787-6329

Índice

Dpto. Comercial (12) 9787-6329 Índice Miptech Automação Industrial pág: 4 Entrevista Paulinho

Miptech Automação Industrial pág: 4

9787-6329 Índice Miptech Automação Industrial pág: 4 Entrevista Paulinho da Força pág: 32 Editorial José

Entrevista Paulinho da Força pág: 32

Editorial

José Carlos Reis de Souza

Diretor Responsável

É muito triste abrir um editorial e ter que falar sobre o que aconteceu no mundial da África do Sul. Primeiro no sentido de que tínhamos no comando um técnico de nome “DUNGA”, que vamos sempre lembrar como um de-

sastroso, arrogante e irônico, impondo suas teorias e sempre dizendo que estava correto. Puro engano engo- liu garganta abaixo tudo aquilo que falou e expos em campo. Não pode- mos jogar a culpa nos jogadores que foram convocados, pois estavam sob

a culpa nos jogadores que foram convocados, pois estavam sob Entrevista Célio Torino pág: 10 Como

Entrevista Célio Torino pág: 10

pois estavam sob Entrevista Célio Torino pág: 10 Como parceira, a agência Molotov, desenvolveu a capa

Como parceira, a agência Molotov, desenvolveu a capa desta edição.

a agência Molotov, desenvolveu a capa desta edição. a orientação de um técnico medíocre e sem

a

orientação de um técnico medíocre

e

sem humildade. Como sempre, nós

brasileiros, nunca perdemos a espe- rança e acreditamos que o próximo

técnico, seja aquela pessoa que tenha uma grande estrela e possa convocar realmente jogadores com qualidade

e competência e, possa formar uma

grande seleção para receber de peito aberto todas as seleções do mundo. Para nós brasileiros, só nos resta amar- gar mais quatro anos e esperar que em 2014 possamos gritar somos CAMPEÃO Aproveitando, não posso deixar de articular, que nesta edição o leitor vai saber um pouco da vida do deputado federal Paulinho da Força, Célio Torino, a empresa Miptech, além de outros artigos.

Apoio:

Torino, a empresa Miptech, além de outros artigos. Apoio: As fotos de divulgação foram cedidas pelas

As fotos de divulgação foram cedidas pelas empresas e/ou pessoas mencionadas nos textos. Não é permitida a reprodução sem autorização expressa dos autores, por escrito. Os textos, informações e anúncios publicitários são de inteira e exclusiva responsabilidade dos autores e empresas anunciantes.

Miptech Telemetria Inteligente “A tecnologia da telemetria ao alcance de sua empresa. Uma poderosa ferramenta

Miptech Telemetria Inteligente

Miptech Telemetria Inteligente “A tecnologia da telemetria ao alcance de sua empresa. Uma poderosa ferramenta para

“A tecnologia da telemetria ao alcance de sua empresa. Uma poderosa ferramenta para monitoramento remoto de ativos, permitindo uma visão sistêmica do processo com possibilidade de intervenção rápida e à distância.”

HISTÓRIA

A

MIPTECH

rápida e à distância.” HISTÓRIA A MIPTECH A empresa teve inicio em 2005 quando três engenheiros

A empresa teve inicio em 2005 quando três engenheiros do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) resolveram se unir para abrir uma empresa de base tecnológica, focada no desenvolvimento de equipamentos eletrônicos para área de segurança em rastreamento veicular. Nesse momento os fundadores firmaram parceria com a Incubadora de Empresas de Guaratinguetá - INOVE, onde se instalaram e iniciaram as ati- vidades. Em 2006, já com um produto em mãos, os sócios mudaram a estratégia e decidiram abandonar o setor de segurança e partir para área de monitoramento à distância de processos operacio- nais, com o foco inicial no setor de saneamento. Já em 2007 a MIPTECH lançava no mercado dois equipamen- tos destinados a telemetria de sensores industriais, tendo como projeto piloto o monitoramento dos níveis de reservatórios de água da Companhia de Saneamento de Guaratinguetá - SAEG. No início de 2009, a MIPTECH deixa a incubadora de empre- sas e se estabelece no Parque Tecnológico da UNIVAP, um dos mais modernos centros empresariais do país.

UNIVAP, um dos mais modernos centros empresariais do país. Os sócios - Peterson, Carlos e Ademir

Os sócios - Peterson, Carlos e Ademir em reunião de projeto.

Desenvolve soluções para o monitoramento e gerenciamen- to de processos. A partir de instrumentos precisos de medição de nível, pressão, temperatura, vazão, consumo de energia etc., os dados são coletados e enviados para um software de supervisão, utilizando uma estrutura de rede com cabos (convencional) ou sem fio (telemetria). Através de um software de supervisão, o qual é feito de forma dedicada para cada cliente, é possível acompanhar tudo o que acontece no processo em tempo real, incluindo geração de históricos, alarmes, gráficos e relatórios gerenciais diversos. “Ter as informações do processo consolidada de forma rá- pida e confiável permite a criação de aplicações de inteligência industrial e análise de dados, auxiliando na tomada de decisão e na melhoria de performance produtiva”, comenta Peterson.

O NASCER DA TELEMETRIA

A TELEMETRIA é uma tecnologia ainda pouco compreendida fora dos círculos técnicos especializados, tendo sua maior aplica- ção associada ao setor aeroespacial e permite que dados sejam transmitidos entre diferentes pontos e à distância. No final dos anos 30, a rádio telemetria começou a ser utili- zada no desenvolvimento da aviação em virtude da necessidade de compreender problemas aerodinâmicos e deformações em aeronaves militares de alta performance. A partir de 1940, e crescendo rapidamente nos anos seguin- tes, a aplicação se difundiu para mísseis e aviões não tripulados. Nos anos 70, os sistemas de telemetria começaram a benefi- ciar-se da tecnologia da computação digital, tornando a tecnolo- gia mais barata e acessível a diversos setores da economia. Embora ainda pouco explorada no país, a telemetria tem se mostrado uma importante ferramenta na criação de práticas sus- tentáveis.

SUSTENTABILIDADE

Atualmente, vem crescendo a consciência da humanidade de que, caso não se invista em práticas que reduzam os impac- tos ambientais, o planeta caminhará para mudanças drásticas. A companhia que não considerar em seu planejamento o equilíbrio do ecossistema com o qual interage - desde a disponibilidade de recursos até o desenvolvimento das comunidades do seu entor-

no - pode colocar em xeque a perenidade do negócio. Felizmente, as empresas brasileiras

estão cada vez mais conscientes que a pro- dução limpa é um bônus e não um ônus. Além de representar respeito às pessoas

e ao meio ambiente, aumentam a com-

petitividade ao poupar gastos. Por outro lado, ainda é pouco expressivo o número de empresas que passaram da “intenção” para “ação” no que diz respeito às práticas sustentáveis.

QUAL O PRIMEIRO PASSO?

Para começar, devem-se medir e ana-

lisar os fluxos físicos (“o que entra” e “o que sai”) de energia, água e materiais de forma,

a saber, onde entram e o que se paga por

eles. A simples tentativa de fazer as contas fecharem, com frequência mostra vaza- mentos que, evitados, seriam surpreen- dentemente lucrativos. Outro ponto importante é comparar

eficiências de produtos e processos com os resultados mínimos teóricos - mas que se compare com a eficiência dos concor- rentes e com o desperdício zero.

TRABALHOS

A necessidade de se ter informa- ções de forma rápida e confiável é uma realidade em diversos setores da eco- nomia. Atualmente o principal setor de atuação da MIPTECH é o de saneamen- to, onde conta com dezenas de siste- mas implantados, sendo a SABESP o seu principal cliente exponencial. Através do

monitoramento remoto de níveis de re- servatório, vazão, consumo de energia entre outros, é possível reduzir significa- tivamente desperdícios de água, redu- zir consumo de energia elétrica, reduzir mão de obra além de melhorar a quali- dade do serviço prestado. Em sistemas de esgoto um dos principais benefícios

é a imediata detecção de um problema

no sistema, evitando os impactos am- bientais do extravaso do resíduo. A MITPECH também possui sistemas desenvolvidos no setor industrial, inclusive para aplicações críticas na área médica e aeroespacial. Na Eleb/Embraer, por exem-

na área médica e aeroespacial. Na Eleb/Embraer, por exem- Software desenvolvido para supervisão de nível de

Software desenvolvido para supervisão de nível de tanques industriais

“Tecnologias que surgiram no Setor Aeroespacial agora estão acessíveis a diversos setores da economia como uma ferramenta eficaz e de sustentabilidade na redução de desperdícios e no au- mento da lucratividade dos negócios”.

plo, foi implementado um sistema de mo- nitoramento de dados de trem de pouso em fase de produção, proporcionando aumento de precisão, confiabilidade e re- dução significativa de tempo no processo de fabricação. Na área médica foi desenvolvido para uma indústria fabricante de equipamentos médicos um sistema de telemetria de vo- lume de bombas de infusão para controle de consumo de medicamentos em Hospi- tais.

Para maiores informações:

E-mail: comercial@miptech.com.br www.miptech.com.br Telefone/fax: (12) 3949-2507

www.miptech.com.br Telefone/fax: (12) 3949-2507 Sistema de monitoramento de processo da SABESP em aparelho

Sistema de monitoramento de processo da SABESP em aparelho celular

de monitoramento de processo da SABESP em aparelho celular Sede da MIPTECH no Parque Tecnológico UNIVAP

Sede da MIPTECH no Parque Tecnológico UNIVAP

BREVE CURRÍCULO DOS SÓCIOS

- Peterson Agostinho: Engenheiro Eletricista pela UNESP, MBA em Gestão Estratégica de Negócios pela Anhan- guera, Mestre em Engenharia Elétrica pela UNICAMP e especialização na Universidade TU Delft - Holanda. Atu- almente é doutorando em Engenharia Aeronáutica e Mecânica pelo ITA e Di- retor Comercial da MIPTECH.

- Carlos Takahashi: Engenheiro

Eletricista pela UNESP com sólida expe- riência em P&D em empresas no Japão e no DCTA. Atualmente é o Diretor Téc- nico da MIPTECH.

- Ademir Cardoso: Engenheiro

Eletricista pela UNESP, Mestre em Enge- nharia Elétrica pela UNESP, fundador da ASC Engenharia - empresa de instala- ções elétricas e consolidada no merca- do há mais de 15 anos. Atualmente é doutorando e professor do Depto. de Engenharia Elétrica da UNESP, diretor da ASC Engenharia e responsável pela instalação de sistemas elétricos da MIP- TECH.

pela instalação de sistemas elétricos da MIP- TECH. Painel de Telemetria de Qualidade de Água com

Painel de Telemetria de Qualidade de Água com Tecnologia GPRS

Uma hisria Uma realidade

U ma his tó ria U ma rea l idade Por: L ui z T uan

Por: L ui z Tuan Neto

U ma his tó ria U ma rea l idade Por: L ui z T uan

O Parque da Serra do Mar - Núcleo Santa Virginia, de clima

tropical úmido, com temperatura média anual de 21º C. Sua to- pografia é predominantemente escarpada, tipicamente serrano com vertentes retilíneas. O solo rochoso é constituído preferen- cialmente por granitóides. A cobertura pedológica é pouco pro- funda, estando classificada como latossolos vermelho-amarelo

orto fase profunda e fase rasa. O Parque da Serra do Mar - Núcleo Santa Virginia que se encontra em processo de regularização fun- diária, tem uma área total de 17 mil hectares, onde, 50% das ter- ras são de propriedade do Estado de São Paulo, e o restante em processo de desapropriação, particulares e devolutas estaduais.

O Parque da Serra do Mar é um patrimônio nacional, mas

como será que o governo tomou posse dessa imensa área de terra?

VOLTAN D O A ALGUMAS D ECADAS

Nesta oportunidade, vou contar um causo ocorrido nas décadas de 1960 e 1970, da qual eu vivenciei e compartilhei. Fo- ram situações que me fizeram valorizar o meio ambiente e, que me conscientizou a trabalhar com madeira de reflorestamento. Nestes mais de 30 anos, trabalhando com madeira venho res- peitando a natureza e o meio ambiente, utilizando o resíduo da madeira (serragem) para a fabricação de briquetes para abastecer padarias e pizzarias de Taubaté e Vale do Paraíba. Na época em que a ditadura predominava neste país, já era reprimido o corte de árvores nativas da Serra do Mar, porém, a fiscalização não era assídua, não tinha fiscais suficientes para combater o desmatamento e acabava não funcionando. Quando um fiscal chegava ao local onde havia desmatamento, era dado

um fiscal chegava ao local onde havia desmatamento, era dado o embargo. Após um ou dois

o embargo. Após um ou dois meses depois, recomeçava o corte das árvores nativas.

das Assim, arvores os nativas. anos foram passando, e no final da década de

1980 Assim, surgiram os anos as leis foram mais passando, rigorosas e do no governo final da década federal/estadu- de 1980

surgiram al, com uma as leis fiscalização mais rigorosas mais do acentuada governo federal/estadual, pela Policia Florestal, com

uma atualmente fiscalização conhecida mais acentuada como Policia pela Policia Ambiental. Florestal, Começaram atualmente

conhecida então a combater como Policia fortemente Ambiental. as carvoeiras, Começaram cortadores então a comba- de pal-

ter meiras fortemente para retirada as carvoeiras, de palmitos, cortadores caçadores de palmeiras e grileiros para (pessoas retirar

palmitos, que procuram caçadores assenhorear-se e grileiros (pessoas de terras que de procuram outrem, mediante assenho-

rear-se escrituras de falsas). terras de outrem, mediante escrituras falsas).

Neste Neste trilhar trilhar da da vida, vida, lembro-me lembro-me perfeitamente perfeitamente de de um um ami- ami-

go, go, que que pertencia pertencia a a Policia Policia Ambiental Ambiental que que prendeu prendeu um um individuo indivi-

após duo após 15 anos 15 anos de fiscalização, de fiscalização, que após que ser após preso, ser preso, soube-se soube-se que o

mesmo que o mesmo era o maior era o produtor maior produtor da região, da além região, de além derrubar de derrubar arvores,

também árvores, também era receptador era receptador de outros de palmiteiros outros palmiteiros para industrializa- para in-

ção. dustrialização.

Ainda Ainda jovem jovem e e simplório, simplório, eu eu trabalhava trabalhava na na Indústria Indústria e e Serraria Serraria

Pangarco, Pangarco, e e tinha tinha como como chefe, chefe, o o senhor senhor Tomas Tomas Pandolfi Pandolfi que que ao ao

longo longo do do tempo tempo adquiriu adquiriu 1300 1300 alqueires alqueires de de terra terra na na Serra Serra do do Mar, Mar,

comprado comprado de de posseiros posseiros e e famílias famílias antigas, antigas, através através de de recibos. recibos. Esse Esse

ti tipo o de de ne negociação ocia ão era era aceito aceito anti antigamente, amente onde onde vendedores vendedores e e compradores se valiam da “palavra de honra”. Porém, somente 350 alqueires eram regularizados com escritura. Após a proibição do desmatamento, o senhor Tomas Pandolfi representado por um escritório de advocacia em São Paulo en- trou na justiça com pedido de indenização ao governo, pela des- valorização das terras, por tratar-se de terras que pertenciam ao Parque da Serra do Mar, tombadas pelo governo. Após um ano, um sargento chegou ao escritório da empre- sa solicitando o comparecimento do senhor Tomas Pandolfi ao quartel de Caçapava, na ocasião eu gerenciava a empresa e foi solicitado a minha pessoa levar o senhor Tomas até Caçapava. Chegando lá, ficamos em uma sala por mais de uma hora. Em seguida fomos levados a uma sala ricamente decorada, onde foram solicitados os documentos das terras, que foram analisa- dos por: um general, um coronel e um capitão. Após uma lon- ga averiguação, foi informado ao senhor Tomas Pandolfi, que os documentos pertencentes a ele, não tinham validades e, que se tentasse receber, só teria direito as terras com escrituras. Naque- le instante, observei a expressão do senhor Tomas, visivelmente desesperançado, por ter trabalhado durante anos e, adquirindo terras honestamente, para depois ser tratado como um posseiro sem direitos. Após esse episódio, senhor Tomas fechou a indústria, reuniu a

família e mudou-se para São Paulo, capital. Ele veio a falecer em 1994, sem ver um tostão de indenização do governo. O processo, ainda continua correndo na justiça em São Luiz do Paraitinga e, quem sabe, um dia, seus netos ou bisnetos, pos- sam desfrutar do trabalho do avô/bisavô. Para finalizar, e as famílias que tinham apenas um pedacinho de terra para plantar e comer, como sobreviveram.

Recepção
Recepção
Recepção
Recepção

Hospital Regional utliza técnica chinesa em procedimento endovascular

utliza técnica chinesa em procedimento endovascular D r. Kleber Hirose, D r. Ernesto Succi, D r.

D r. Kleber Hirose, D r. Ernesto Succi, D r. Ednelson Navarro, D r. Zaiping Jing, Ana Lúcia de Abreu, D r. Roberto S. Cardoso Alves e D r. Hyong Chun Kim.

D r. Roberto S. Cardoso Alves e D r. Hyong Chun Kim. Em visita ao país,

Em visita ao país, especialista chinês Dr. Zaiping Jing, apresenta técnica às Equipes de Cirurgia Cardíaca e Hemodinâmica do HR.

às Equipes de Cirurgia Cardíaca e Hemodinâmica do HR. Pela primeira vez no Brasil, o reno-

Pela primeira vez no Brasil, o reno- mado cirurgião endovascular chinês, Dr. Zaiping Jing, esteve no Hospital Regional do Vale do Paraíba para compartilhar sua técnica com as equipes de Hemodinâ- mica e Cirurgia Cardíaca do HR. A visita

dois na capital paulista, um na cidade de

do de cada caso clínico. No caso deste paciente, especificamente, o procedi- mento Hemodinâmico iria lhe garantir melhor recuperação. “Caso o paciente fosse submetido ao tratamento cirúrgico convencional, pela gravidade da sua do-

de 4 mil intervenções endovasculares por ano em Xangai, na China. O procedimen- to durou apenas 1 hora e a agilizada na execução por parte de Dr. Jing, foi a prin- cipal característica apontada por toda a equipe. “Achei muito bom, pois o Hospi-

teve como proposta a colocação de uma Endoprótese em um caso de Aneurisma de Aorta. Dr. Jing veio ao país para minis-

ença, esse tipo de tratamento aumentaria muito o risco de morbimortalidade” co- menta o coordenador da Cirurgia Cardía-

tal tem equipamentos modernos e perfil perfeitamente adequado para o procedi- mento que realizamos. Estou acostuma-

trar palestras no CICE 2010 – o principal

ca

no Hospital Regional, Dr. Kleber Hirose.

do com hospitais de todo o mundo e o

evento do segmento endovascular na

Segundo o médico, caso o paciente não

Hospital Regional é totalmente compa-

América Latina – e, a partir dele, realizar,

fosse submetido ao tratamento propos-

tível aos demais”, concluiu Dr. Jing. Para

em algumas instituições, demonstrações

to,

à chance de ruptura espontânea nos

os profissionais do ramo, Dr. Jing sempre

sobre as tendências utilizadas no mundo. Durante sua permanência no Brasil, Dr. Jing escolheu apenas 4 hospitais, sendo:

Campinas e em Taubaté, o Hospital Re- gional. A escolha pela Instituição se deu pela característica do Hospital em atendi-

próximos meses seria muito grande, em

virtude das dimensões do Aneurisma. “O procedimento transcorreu sem in- tercorrências e o pós-operatório foi tran- quilo. Agora ele terá acompanhamento ambulatorial e podemos afirmar que o procedimento foi considerado um suces-

foi uma referência em literatura e trocar experiências. Esta foi uma oportunidade única para a Equipe do Hospital. “Esse procedimento foi interessante por- que mostrou novas aplicações de um material que já utili z amos no Hospital Regional e o resultado é um só: quali-

mento de alta complexidade e sua forte

so

e o paciente está curado”. A técnica

dade de vida” comentou Dr. José Ernes-

referência para 39 cidades.

de

colocação de Stent de Aorta já é rea-

to

Succi.

O paciente, um homem de 54 anos com estágio avançado de Aneurisma de

lizada no Hospital Regional, só que desta vez com uma nova técnica de trabalho.

Acompanharam o procedimento; mé- dicos do Serviço de Cirurgia Cardíaca do

e

Dr. Kleber Hirose, além do responsável

Aorta, que já vinha sendo acompanhado

A

proposta de procedimento utilizada

Hospital Regional; Dr Rodrigo Marques,

pela Equipe de Cirurgia Cardíaca do Hos- pital Regional, porém, com avanço con-

descarta a possibilidade de intervenção cirúrgica, propriamente dita, pois é utiliza-

Dr. Antônio Francisco, Dr. Helder Santos

tínuo da lesão e a alta possibilidade de

da

apenas uma punção, uma espécie de

pelo Serviço de Hemodinâmica, Dr. Ed-

óbito, a indicação foi para a Endopróte- se (Stent). De maneira geral, casos como este tem duas indicações: a intervenção hemodinâmica ou cirúrgica, dependen-

tampão colocado dentro da Aorta para evitar a sua dilatação e rompimento. Aos 55 anos, sendo 30 de profissão, Dr. Jing traz em seu currículo um histórico

nelson Navarro, o cirurgião do Hospital São Camilo (SP), Dr. Hyong Chun Kim, e a equipe de Dr. Zaiping Jing.

nelson Navarro, o cirurgião do Hospital São Camilo (SP), Dr. Hyong Chun Kim, e a equipe
Takao, Antônio Jorge, Lui z , Maria Claudia, Ra- vani e Assis. Marcos, André e

Takao, Antônio Jorge, Lui z , Maria Claudia, Ra- vani e Assis.

Antônio Jorge, Lui z , Maria Claudia, Ra- vani e Assis. Marcos, André e Paulo Coli,

Marcos, André e Paulo

z , Maria Claudia, Ra- vani e Assis. Marcos, André e Paulo Coli, Américo, Carlos Galvão,

Coli, Américo, Carlos Galvão, Carlos Eduardo e Barbara

Coli, Américo, Carlos Galvão, Carlos Eduardo e Barbara Américo, Antonio, D irceu, Carmona, Prata, Ari- mathéa

Américo, Antonio, D irceu, Carmona, Prata, Ari- mathéa e Carlos Santis.

D irceu, Carmona, Prata, Ari- mathéa e Carlos Santis. Eduardo, Migoto, Antonio, Mater, João, Cleiton e

Eduardo, Migoto, Antonio, Mater, João, Cleiton e Carlos.

Eduardo, Migoto, Antonio, Mater, João, Cleiton e Carlos. Visão geral do jantar. U nivinho A Confraria

Visão geral do jantar.

Univinho

A Confraria do Vinho se reuniu no Plaza Hotel para degustar bons vinhos e manter um bom relacionamento entre todos os confrades,

e manter um bom relacionamento entre todos os confrades, Teresa, Nilson, D irceu e Janice Antonio

Teresa, Nilson, D irceu e Janice

entre todos os confrades, Teresa, Nilson, D irceu e Janice Antonio Augusto, Carmona, D irceu, Carlos,

Antonio Augusto, Carmona, D irceu, Carlos, An- tônio Jorge, Albertino e Arimathéa.

Teresa, Nilson, D irceu e Janice Antonio Augusto, Carmona, D irceu, Carlos, An- tônio Jorge, Albertino

Entrevista

Célio Torino

Por: José Carlos Reis de Souza

Entrevista Célio Torino Por: José Carlos Reis de Souza Célio Torino, mestre em História pela (Unicamp),
Entrevista Célio Torino Por: José Carlos Reis de Souza Célio Torino, mestre em História pela (Unicamp),

Célio Torino, mestre em História pela (Unicamp), autor de “Na trilha de Macunaíma”: Ócio e trabalho na cidade. Foi secretário da Secretaria de Cidadania Cultural (SCC), antiga Secretaria de Programas e Projetos Culturais (SPPC) do Ministério da Cultura. É o responsável pelo entendimento e implantação do Programa Nacional de Arte, Educação e Cidadania Cultura Viva, que tem como instrumento central os Pontos de Cultura, núcleos de produção cultural que são selecionados por meio de editais para receber do Ministério da Cultura subsídios financeiros para execução de suas atividades.

subsídios financeiros para execução de suas atividades. E.V. - Quais foram os caminhos, intelectuais e políticos

E.V. - Quais foram os caminhos, intelectuais e políticos que levaram você até a Secretaria de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura hoje, Secretaria de Cidadania Cultural. C. T. - Comecei minha militância social e política em 1977 no movimento estudantil secundarista. Na sequencia entrei no “PCdoB” e participei de toda a luta pela redemocratização do país, sendo: das lutas sindicais, Movimento Contra a Carestia, Comitê Brasileiro pela Anistia, Movimento de Defesa da Amazônia e Campanha das Diretas Já. Sempre tive uma união mais direta com a organização da cultura. Mesmo quando estava na universidade, fazendo História na Unicamp, eu me dedicava muito às atividades

culturais nos bairros, periferias e favelas na região de Campinas. Com cineclubes, feiras de artes e atividades culturais em bairros distantes nessas regiões. Isso fez com que desde o início eu desenvolvesse meu trabalho profissional. Conduzi diversos museus de história

e antropologia, até que fui chamado para trabalhar como

secretário de cultura em Campinas, de 1990 a 1992. Como secretário, desenvolvi a importância do que hoje são os “Pontos

de Cultura”. É claro que era algo um pouco menos elaborado

do que a gente aplica hoje, mas envolvia as casas de cultura, com gestão comunitária e uma série de ações mais autônomas

e próprias da comunidade sendo desenvolvidas nesses locais.

Depois fiz mestrado em História e Cidades, escrevi vários ensaios entre eles Na trilha de Macunaíma em 2004, que é um livro que trata da relação ócio e trabalho na cidade e da própria constituição do sentido de identidade a partir de um estudo dos modernistas, da relação da cidade com seus espaços de lazer, que, sobretudo são áreas culturais. Em maio de 2004, Gilberto Gil (Ministro da Cultura entre 2003 e 2008) me convidou para trabalhar no Ministério da Cultura e formular um programa que se gestava com uma série de problemas. Era um programa de acesso a cultura e que não tinha dado muito

certo. Isso porque ele tinha o foco muito voltado para estrutura

e a construção de centros culturais em periferias e favelas no

Brasil. Não tinha muito embasamento em termos de conteúdo, do uso e da ação permanente. Cultura é, sobretudo, muito mais

que prédio, pessoas e um processo contínuo. O próprio nome,

a própria etimologia da palavra cultura vem do latim, “colere”

que quer dizer cultivo. E a mudança que eu propus foi simples:

nós deixamos de colocar o foco na estrutura para jogar o foco naquilo que é o próprio fazer cultural. E.V. – Como você traduz a parceria da cultura junto ao Estado de São Paulo e a população? C.T. – Nós tivemos uma boa experiência com os 300 “Pontos

de Cultura”. O Ministério da Cultura repassou 36 milhões de reais para o Governo do Estado e o Governo do Estado colocou mais 18 milhões de reais. Depois houve um processo de seleção, que permitiu estruturar “Ponto de Cultura” em 185 cidades do Estado de São Paulo, inclusive cidades muito pequenas, municípios com 2 mil habitantes, o que é bastante significativo. Isto é um indicativo de como o Governo Federal tem procedido desde que o presidente Lula assumiu. Enquanto estamos no governo, não se olha partido político, olhamos o bem comum e

o interesse público, esse é um bom exemplo. E.V. – Qual é o conceito da cultura de rua e a viabilidade? C.T. – Eu diria que cultura é tudo, está em todos os lugares

e desejo estar em todos. Esse é um conceito amplo de cultura

e o Ministério da Cultura trabalhou com o Ministro Gilberto Gil enquanto expressão simbólica, cidadania e economia. Eu diria que nestes seis anos em que estive no Ministério da Cultura,

a cultura vem sempre acompanhada de três palavras que

começam com a letra “E”; Ética, Estética e Economia, tudo isso funcionando junto. E.V. – Quantos “Ponto de Cultura” existem no Brasil? C.T. – Já existem mais de 3 mil, beneficiando mais de 10 milhões de pessoas. Há Ponto de Cultura, no Parque Nacional

do Xingu, na fronteira com o Peru, em comunidades Ribeirinhas, Roraima, no Estado de São Paulo, favelas e pequenas cidades com universidades e museus. Enfim há uma ampla fonte de cultura que está presente em todos os cantos, tanto que isso tem chamando a atenção das universidades. São dezenas de teses sobre o assunto e também de vários outros países que começam a implantar “Ponto de Cultura” como política pública em seus países. E.V. – Como você vê o futuro do “Ponto de Cultura”? C.T. – Agora, o grande desafio é o marco legal, essa foi uma experiência que nós desenvolvemos, o qual fui o responsável pela formulação dessa política pública a seis anos, e onde cheguei ao ministério em 2004, na época não tinha nada e hoje chegamos a um saldo positivo, mas é preciso que exista uma lei que garanta essas conquistas de modo que a mudança de um governo não haja retrocessos. E.V. – Porque muitas entidades culturais não conseguem se tornar “Ponto de Cultura”, quais são os entraves? C.T. – Na realidade, é um processo permanente, atualmente já são 3 mil e esperamos atingir a todos, evidentemente é um convênio com o governo, são verbas públicas e as empresas devem

estar legalizadas, e muitas vezes existem limitações neste sentido. Mais eu diria, que as entidades não se preocupavam tanto com isso, porque elas sabiam que tinham pouco acesso. Agora, pouco antes de deixar o ministério no mês de março, lancei mais de uma dezena de editais, com 836 prêmios, no valor de 32 milhões de reais, ou seja, nós estamos chegando,

às vezes, não como Ponto de Cultura mas

com edital, com prêmio em valor menor

para pontinho de cultura, para cultura

e saúde, e ai vamos articulando esse

processo. E.V. – Qual é o estado que mais recebe recursos? C.T. Em termos absoluto São Paulo, e se

olharmososistematododefinanciamento

da cultura, ai inequivocamente São Paulo,

porque na lei rouanet também, é a que

mais capta recursos. Em termos relativos,

a gente tem buscado democratizar e

ampliar o acesso, como fez o Estado de São Paulo, garantir que o município pequeno com 2 mil habitantes ou como São Bento do Sapucaí com 5 mil habitantes, na Serra da Mantiqueira que também tem o seu Ponto de Cultura, São Francisco Xavier, um distrito de São José dos Campos, Lobato e assim por diante. E.V. – Como você memoriza a educação no Brasil? C.T. – Muito ruim, a estrutura de gestão da educação, deveria ser reprovada,

sobretudo em São Paulo, que é o 14º pior índice de educação do Brasil, há estados que tem uma situação muito melhor, inclusive salarial. Por exemplo, o salário

inicial de um professor do Estado do Acre,

é de R$ 1.700,00 reais, já em São Paulo os professores ganham pouco mais de R$

1.000,00 reais e, se eles querem protestar contra isso, são tratados com bombas, cães e cassetetes. Eu diria que há vinte anos, o Estado de São Paulo tem puxado pra baixo o índice geral de educação do Brasil. Se as pessoas quiserem realmente que o Brasil de um salto é necessário que

a gente reveja essa situação. O “Ponto de

Cultura” ao se aproximar da educação, ele dá a sua contribuição. E.V. – Para encerrar a nossa entrevista: O livro que você está lançando “Pontos de Cultura” – O Brasil de baixo para cima é um livro com narrativas de sua experiência a frente do projeto? C.T. - Neste livro, eu apresento as minhas três facetas, o gestor, o militante político e o historiador. Nele intercalo capítulos mais narrativo/poéticos, com outros mais analítico/conceituais e, ao fim, eu próprio me reencontro e descubro quem sou. Tudo isso está no livro. Escrevi durante uns 4 anos, quase todo em aviões e hotéis; em minhas viagens pelo Brasil

afora (e fiz muitas viagens) ia registrando

e refletindo sobre o que via.

aviões e hotéis; em minhas viagens pelo Brasil afora (e fiz muitas viagens) ia registrando e

2ª Feijoada Vai Quem Quer

A VAI QUEM QUER, reuniu no Resenha Bar, seus associados e convidados para participar da II Feijoada. A presença foi marcante, com muita festa e alegria.

A presença foi marcante, com muita festa e alegria. Paulo, Kako, Marcelo Hespaña e Antônio Jor-

Paulo, Kako, Marcelo Hespaña e Antônio Jor- ge.

e alegria. Paulo, Kako, Marcelo Hespaña e Antônio Jor- ge. Beto Carrapato, Kelly e Enio. Jaqueline,

Beto Carrapato, Kelly e Enio.

Hespaña e Antônio Jor- ge. Beto Carrapato, Kelly e Enio. Jaqueline, Jorge, Felipe, Paulo e Raquel.

Jaqueline, Jorge, Felipe, Paulo e Raquel.

Kelly e Enio. Jaqueline, Jorge, Felipe, Paulo e Raquel. M a r c e l o

Marcelo Hespaña e Amarildo.

o H e s p a ñ a e A m a r i l d

Carmona, Torino, Antônio Jorge, Lui z Claudio e Antônio.

Carmona, Torino, Antônio Jorge, Lui z Claudio e Antônio. José Carlos, Marcelo Hespaña e Antônio Jorge.

José Carlos, Marcelo Hespaña e Antônio Jorge.

e Antônio. José Carlos, Marcelo Hespaña e Antônio Jorge. Ângelo, Lenice e José Waldir. Claudio, D

Ângelo, Lenice e José Waldir.

Hespaña e Antônio Jorge. Ângelo, Lenice e José Waldir. Claudio, D aniel, Celso, Chico e Mara.

Claudio, D aniel, Celso, Chico e Mara.

e José Waldir. Claudio, D aniel, Celso, Chico e Mara. Visão dos convidados Maria Aparecida, Chico

Visão dos convidados

D aniel, Celso, Chico e Mara. Visão dos convidados Maria Aparecida, Chico e Lucilei. Bene, Malú

Maria Aparecida, Chico e Lucilei.

Visão dos convidados Maria Aparecida, Chico e Lucilei. Bene, Malú e Silvia. Lourdes, Beto e Lu.

Bene, Malú e Silvia.

Maria Aparecida, Chico e Lucilei. Bene, Malú e Silvia. Lourdes, Beto e Lu. Celso, Camilo, D

Lourdes, Beto e Lu.

Chico e Lucilei. Bene, Malú e Silvia. Lourdes, Beto e Lu. Celso, Camilo, D r. Kather,

Celso, Camilo, D r. Kather, Paulo Bardan, Paulo Briet e Messias.

e Silvia. Lourdes, Beto e Lu. Celso, Camilo, D r. Kather, Paulo Bardan, Paulo Briet e

Lucilei e Crisante.

A Complexidade Tributária

A Complexidade Tributária Quase semanalmente ouvimos na mídia reportagens alusivas à carga tributária, absurdamente

Quase semanalmente ouvimos na mídia reportagens alusivas à carga tributária, absurdamente alta, praticada em nosso país. Em recente pesquisa divulgada por um dos tributaristas da chamada comissão de frente da Rádio Jovem Pan, foi apurado que foram editadas, nos últimos vinte anos, pelos nossos governantes e legislativos, 240.000 (duzentos e quarenta mil!!!) normas tributárias, ou seja, cerca de 27 normas tributárias por dia! São tantas as normas e de interpretação tão difícil e controversa em diversos casos, que os próprios Auditores

Fiscais da Receita Federal do Brasil e dos Estados não chegam a um consenso em muitos casos. Prova disso são os inúmeros pareceres da Coordenação do Sistema de Tributação da Receita Federal – COSIT, denominados de “Solução de Divergência”, editados especialmente para uniformizar ou definir a correta interpretação de dispositivos legais que, objeto de consulta de contribuintes de regiões fiscais diferentes, têm soluções conflitantes sobre a mesma matéria. Soma-se a essa parafernália, que é a nossa legislação, os inúmeros autos de infração improcedentes, lavrados por auditores

autos de infração improcedentes, lavrados por auditores fiscais, muitas vezes mal preparados, forçando os

fiscais, muitas vezes mal preparados, forçando os contribuintes a arcar com custos elevados de contestação para promover a manifestação de inconformidade que, por razões que se desconhece, são quase sempre indeferidas nas chamadas Delegacias de Julgamento, as quais vem dando sinais de perda de independência o que, infelizmente para nós contribuintes, vem ocorrendo também com os julgamentos administrativos de segunda instância no CARF (antigo Conselho de Contribuintes). Dessa forma, sobra o caminho do judiciário. O problema da esfera judiciária é que esse é um caminho muito mais longo e caro para o contribuinte. Os processos levam anos até chegarem a última instância. Adicionalmente, como a força do Poder Executivo fala mais alto, o nosso tribunal de julgamento máximo, o Supremo Tribunal Federal, tem se valido muitas vezes de manobras ortodoxas para “virar a mesa” em julgamentos de processos na esfera tributária, cujas decisões já se encontravam altamente favoráveis ao contribuinte, gerando um sentimento de insegurança jurídica muito forte no mundo empresarial. Isso decorre muito em parte ao fato de que à forma de nomeação dos ministros dos STF.

forte no mundo empresarial. Isso decorre muito em parte ao fato de que à forma de
Sindrome de Ovários Polimicrocístico e Infertilidade Feminina Entre as diversas causas de infertilidade feminina, uma
Sindrome de Ovários Polimicrocístico e Infertilidade Feminina Entre as diversas causas de infertilidade feminina, uma

Sindrome de Ovários Polimicrocístico e

Sindrome de Ovários Polimicrocístico e Infertilidade Feminina Entre as diversas causas de infertilidade feminina, uma

Infertilidade

Feminina

Entre as diversas causas de infertilidade feminina, uma das mais frequentes é a chamada Síndrome dos Ovários Polimicrocísticos (SOP), que consiste no aparecimento de diversos microcistos nos dois ovários, acompanhados, na maioria das vezes, por alterações menstruais, aparecimento de espinhas, distúrbios metabólicos, obesidade e infertilidade. Esta enfermidade tem origem genética e é comum a ocorrência de outros casos na família. Também é corriqueiro a estas pacientes, além de apresentar a SOP, apresentarem resistência a insulina, o que pode agravar o funcionamento ovariano e predispor o aparecimento de Diabete melitos no futuro (risco sete vezes maior que na população geral), principalmente se houver aumento de peso corporal.

TRATAMENTO

As pacientes com SOP devem ser divididas em dois grupos: as que não desejam engravidar e as que desejam engravidar. Os dois grupos devem receber tratamento individualizado. O primeiro grupo (sem desejo de engravidar) é tratado com objetivo de regularizar o mau funcionamento ovariano. Tendo em vista que ficam longos períodos sem ovular e a produção contínua do hormônio estradiol, sem a antagonização da

D r. Ubirajara

progesterona (que só é produzida quando houver ovulação), pode levar, a longo prazo, ao aumento da incidência de hiperplasia do endométrio e suas possíveis consequências. O uso de anticoncepcional hormonal nestas pacientes, na maioria dos casos, apresenta-se como a alternativa mais adequada para

o controle do mal funcionamento do ovário. O segundo grupo (as que desejam engravidar) é tratado com indutores de ovulação, para que as pacientes ovulem. A partir daí, com monitoração adequada do ciclo, obtêm-se boas chances de gravidez. Nos casos mais graves podem ser necessárias a indicação de tratamento com técnicas de reprodução assistida (fertilização “in vitro”). As pacientes com SOP devem ser alertadas que o ganho de peso desencadeia o aparecimento dos sintomas ou piora os já existentes e, portanto, a primeira providência a ser tomada é evitar engordar ou perder o excesso de peso. O índice de massa corporal (IMC) deve ser no máximo 24 kg/m2 (para calcular

o IMC divide-se o peso pela altura2: 80 kg / 1,60m X 1,60m =

31,25). As informações deste artigo têm a finalidade exclusiva de esclarecimento. É importante que as mulheres portadoras

da Síndrome ou que se identificaram com os sintomas apresentados, procurem um médico de sua confiança para receberem orientações detalhadas e individualizadas.

apresentados, procurem um médico de sua confiança para receberem orientações detalhadas e individualizadas. 16
Guilherme (Pres. 2009 - 2010) e Walter Alegre (Pres. 2010 - 2011), em transição de

Guilherme (Pres. 2009 - 2010) e Walter Alegre (Pres. 2010 - 2011), em transição de cargo.

Walter Alegre (Pres. 2010 - 2011), em transição de cargo. Gov. do D istrito 4600, Moacir

Gov. do D istrito 4600, Moacir Peixoto, presti- gia a posse do presidente do Rotary Club Tau- baté (2010/2011) Walter Alegre.

Rotary Club Taubaté

Posse do novo presidente

Walter Alegre. Rotary Club Taubaté Posse do novo presidente Walter Alegre, Pres. (2010 - 2011) junto
Walter Alegre. Rotary Club Taubaté Posse do novo presidente Walter Alegre, Pres. (2010 - 2011) junto
Walter Alegre. Rotary Club Taubaté Posse do novo presidente Walter Alegre, Pres. (2010 - 2011) junto
Walter Alegre. Rotary Club Taubaté Posse do novo presidente Walter Alegre, Pres. (2010 - 2011) junto

Walter Alegre, Pres. (2010 - 2011) junto a sua nova diretoria.

Companheiros do Rotary Club Taubaté, presti- giando a posse do novo presidente Walter Ale- gre (2010 - 2011).

a posse do novo presidente Walter Ale- gre (2010 - 2011). Presidente Ferraro (2010-2011), agradecendo a

Presidente Ferraro (2010-2011), agradecendo a participação de todos os companheiros em sua posse.

a participação de todos os companheiros em sua posse . Rotary Club Taubaté Sul Posse do

Rotary Club Taubaté Sul

os companheiros em sua posse . Rotary Club Taubaté Sul Posse do novo presidente Visão geral

Posse do novo presidente

posse . Rotary Club Taubaté Sul Posse do novo presidente Visão geral dos companheiros e convidados,

Visão geral dos companheiros e convidados, prestigiando o novo presidente Ferraro.

e convidados, prestigiando o novo presidente Ferraro. Pres. Ferraro (2010-2011) e pres. Marco (2009- 2010), posam

Pres. Ferraro (2010-2011) e pres. Marco (2009- 2010), posam ao lados da nova diretoria.

Intercambista Tam, ao lado do pres. Ferraro em sua despedida.

Marco (2009- 2010), posam ao lados da nova diretoria. Intercambista Tam, ao lado do pres. Ferraro
Visão geral do jantar dos confrades. Jantar dos confrades da Univinho 29/07 - Os Confrades

Visão geral do jantar dos confrades.

Jantar dos confrades da Univinho

29/07 - Os Confrades da Univinho, estiveram presentes no espaço do Baobá para mais um encontro.

presentes no espaço do Baobá para mais um encontro. Hailton, Antonio, Cássio, Amanda, Adriana, Isabel e

Hailton, Antonio, Cássio, Amanda, Adriana, Isabel e João Pedro.

Antonio, Cássio, Amanda, Adriana, Isabel e João Pedro. Isabel, Ravani, D irceu e Janice. Carlos D

Isabel, Ravani, D irceu e Janice.

Isabel e João Pedro. Isabel, Ravani, D irceu e Janice. Carlos D i Santis, Ianis, Elisabete

Carlos D i Santis, Ianis, Elisabete e Nathan.

e Janice. Carlos D i Santis, Ianis, Elisabete e Nathan. Maria Eugênia, Lui z Carlos, Irineu

Maria Eugênia, Lui z Carlos, Irineu e Alexandre

D anelli.

Eugênia, Lui z Carlos, Irineu e Alexandre D anelli. Américo, Marlene, Carlos e Lorival. A n

Américo, Marlene, Carlos e Lorival.

e Alexandre D anelli. Américo, Marlene, Carlos e Lorival. A n t ô n i o

Antônio Jorge, Arimathéa, D aniel e Takao.

h é a , D a n i e l e T a k a o

José Carlos, Antonieta, Fernando Ito, Neide e Arthur D e Biasi.

Carlos, Antonieta, Fernando Ito, Neide e Arthur D e Biasi. Carmona, José Antônio, Prata e Rosângela

Carmona, José Antônio, Prata e Rosângela

Ito, Neide e Arthur D e Biasi. Carmona, José Antônio, Prata e Rosângela Paulo de Tarso,

Paulo de Tarso, Albertino, Eduardo e Fábio.

Ito, Neide e Arthur D e Biasi. Carmona, José Antônio, Prata e Rosângela Paulo de Tarso,

Ancestrais humanos em Taubaté

Ancestrais humanos em Taubaté O crânio do Sahelanthro p us tchadensis, com cerca de 6.5 a
Ancestrais humanos em Taubaté O crânio do Sahelanthro p us tchadensis, com cerca de 6.5 a

O crânio do Sahelanthro p us tchadensis, com cerca de 6.5 a 7 milhões de anos, que reúne caracteres p ara ser ancestral do homem e também do chim p an z é.

ara ser ancestral do homem e também do chim p an z é. Alguns dos crânios,

Alguns dos crânios, já em exibição no museu de Taubaté.

O Museu de História Natural de Tauba-

té ganhou destaque neste mês de agosto

com duas vitrines sobre a origem e evo- lução do homem, com novos crânios de

nossos ancestrais. São réplicas de altíssi- ma qualidade, uma vez que os originais desses crânios se constituem em peças de inestimável valor, que não são expos- tas ao público, mesmo nos museus que

as possuem.

As réplicas procedem de uma em- presa dos Estados Unidos, especializada

nesta arte de reprodução de peças raras

e foram importadas pelo Instituto San-

gari de São Paulo, especialmente para o museu de Taubaté. Fazem parte de uma recompensa pela participação do Museu de Taubaté nas exposições “Darwin” em

Vitória, ES (2009) e “Revolução Genômica” em Petrópolis, RJ (2010). São peças de igual qualidade às que estão expostas em todos os grandes museus do mundo. São reproduzidas as partes reais do fóssil, separadas das re- constituições que unem tais estruturas.

A sensação é a de observar os famosos

crânios originais que vieram a explicar a evolução humana nas últimas décadas. A disposição dos crânios, da mes- ma forma que a demais peças em todo o Museu de Taubaté, segue uma sequência cronológica. Desta forma, fica bastante didático e fácil entender as diversas es- pécies de hominídeos que participaram da nossa história evolutiva. Aos poucos

o Museu de História Natural de Taubaté

vem impondo uma exposição de alto ní-

vel, sempre surpreendendo os visitantes.

O acervo tem crescido graças aos esfor-

ços do trabalho de toda equipe. Vale a pena ver

Líderes:

Mercado

Faltam Líderes no

Autor: Ricardo Piovan
Autor: Ricardo Piovan

Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria de gestão de negócios e recursos humanos Kienbaum, 63% dos executivos do alto escalão acreditam que há carência de líderes em suas empresas. A pesquisa ainda apresenta que 85% dos líderes não possuem as competências necessárias para uma promoção imediata. Acredito que os motivos destes números alarmantes sejam por dois fatores:

1- Falta de investimento em sucessores:

Tanto as empresas como os líderes mais antigos (Baby Boomers e Geração X) não desenvolveram a contento os liderados que tinham potencial para sucessão, alguns talvez pela própria inabilidade de liderar, outros ainda pelo medo de serem passados para atrás.

2- Cópia de antigos modelos de liderança:

Normalmente os liderados aprendem a liderar copiando modelos de liderança dos seus antigos gestores e aí vem a seguinte pergunta: Quem disse que o modelo de liderança destas pessoas estava correto?

A solução para este problema, que aumentará ainda mais nos próximos anos por causa do “boom” de crescimento que passa o Brasil, está no desenvolvimento destas pessoas através de programas de treinamentos, coaching, pesquisas e livros. É

necessária a busca de novos conhecimentos e principalmente a capacidade do líder em servir os seus liderados e não de ser servido por eles.

Veja abaixo uma tabela disponibilizada pela revista VOCERH sobre o que as empresas mais procuram
Veja abaixo uma tabela disponibilizada pela revista VOCERH
sobre o que as empresas mais procuram em seus líderes.
O VELHO CHEFE
O NOVO LI D ER
Conhecimento técnico
Autoconhecimento
Capacidade de cobrança
Capacidade de motivação
Acúmulo de conhecimento
Desenvolvimento da equipe
Comunicação unilateral
Diálogo
Capacidade de se impor pela fala
Capacidade de ouvir
Engajamento na empresa
Engajamento na sociedade
Distribuição de ordens
Delegação
Pregação de princípios
Aplicação dos princípios
Falta de mobilidade entre áreas
Liderança em qualquer área
Central de atendimento (12) 3631.4735 | 3631.5469 | Av. Itália | 1000 | Jd. das
Central de atendimento (12) 3631.4735 | 3631.5469 | Av. Itália | 1000 | Jd. das
Central de atendimento (12) 3631.4735 | 3631.5469 | Av. Itália | 1000 | Jd. das
Central de atendimento (12) 3631.4735 | 3631.5469 | Av. Itália | 1000 | Jd. das
Central de atendimento
(12) 3631.4735 | 3631.5469 | Av. Itália | 1000 | Jd. das Nações | Taubaté

Venha preparado. Você vai se surpreender.

| Taubaté Venha preparado. Você vai se surpreender. Há 25 anos, a Coli oferece empreendimentos de

Há 25 anos, a Coli oferece empreendimentos de alto padrão com qualidade, preço e prazos de execução insuperáveis. Seja para investir ou para morar, pode acreditar: a Coli é surpreendente. Visite nossos plantões de venda|www.coliimoveis.com.br

Visite nossos plantões de venda|www.coliimoveis.com.br Sede (12) 3621.8678 | 3621.2133 | Av.John Kennedy | 118 |

Sede (12) 3621.8678 | 3621.2133 | Av.John Kennedy | 118 | Jd. das Nações | Taubaté

Social Vale

Por José Carlos Reis de Souza redacao@revistaempresasdovale.com

José Carlos Reis de Souza redacao@revistaempresasdovale.com LANÇAMENTO DO 2º CD MADRE ECOLOGIA 17/06 – O Teatro

LANÇAMENTO DO 2º CD MADRE ECOLOGIA

17/06 – O Teatro Metrópole foi o espaço certo para o lançamento do 2º CD Madre Ecologia. Um projeto desenvolvido por alunos especiais do CEMTE (Centro Educa-

cional Municipal Terapêutico Especializa- do). O trabalho traz no tema, a educação ambiental, como: uso responsável da água, reciclagem, coleta de lixo, animais amea- çados de extinção, aquecimento global

e a preservação do Rio Paraíba do Sul. Na

oportunidade, o prefeito Roberto Peixoto

e a primeira dama e presidente do Fundo

Social de Solidariedade do Município, Lu Peixoto, prestigiaram o evento. Estiveram presentes, militares do Centro de Instrução

do Exército (CIAvEx) e diretores da Prefeitu-

ra Municipal de Taubaté.

(CIAvEx) e diretores da Prefeitu- ra Municipal de Taubaté. Prefeito Roberto Peixoto primeira-dama Lu Peixoto e

Prefeito Roberto Peixoto primeira-dama Lu Peixoto e aluno do CEMTE

PRÊMIO AMBIENTE “RESTAURANTE BRASILEIRO”

POSSE DO NOVO REITOR DA UNITAU

03/07- Em solenidade realizada na Fabelle Buffet em Taubaté, o Prof. Dr. José Rui Camargo tomou posse como novo reitor da UNITAU. Na ocasião compareceram empre- sários e autoridades civis e militares de toda a região, além de professores, funcionários, alunos e ex-reitores da Universidade.

Foto: Luis Carlos dos Santos - UNITAU
Foto: Luis Carlos dos Santos - UNITAU

Prof.

Furlan, e o Reitor, Prof. D r. José Rui Camargo

O

Vice-reitor,

D r.

Marcos

Roberto

D r. José Rui Camargo O Vice-reitor, D r. Marcos Roberto O Prof. D r. José

O Prof. D r. José Rui Camargo assina o termo de posse como Reitor.

O arquiteto paranaense, Jayme Bernar- do, ganha o PRÊMIO CASA COR 2010, na ca- tegoria “MELHOR PROJETO COMERCIAL”, com

o ambiente, “Restaurante Brasileiro”, em sua

primeira participação na mostra. O arquiteto criou um ambiente com temas e conceitos, com tecnologia e artes plásticas, com o con-

traste de materiais nobres, rústicos, requinte

e sofisticação. Dentre os ganhadores, esta-

vam; João Armentano, Ugo di Pacci, Marcelo Rosebaum e Fernanda Marques.

Ugo di Pacci, Marcelo Rosebaum e Fernanda Marques. João D ória. posa com arquitetos ganhadores dos

João Dória. posa com arquitetos ganhadores dos melhores ambientes

ória. posa com arquitetos ganhadores dos melhores ambientes Mesa diretora da Sessão Solene de Posse. Apresentação

Mesa diretora da Sessão Solene de Posse.

melhores ambientes Mesa diretora da Sessão Solene de Posse. Apresentação da Orquestra de Cordas de São

Apresentação da Orquestra de Cordas de São Bento de Sapucaí.

SINCOMERCIARIOS – SOROCABA

02/07 - O Sincomerciários de Sorocaba, através de seu presidente, Rui Queiróz de Amorim realizou no Clube dos comerciá- rios, o Jubileu de Ouro, pelos seus cinquen- ta anos de bons serviços prestados aos associados do meio comerciário.

serviços prestados aos associados do meio comerciário. Hilário Boscariol (1990-1994). Lui z Carlos- Mota

Hilário Boscariol (1990-1994). Luiz Carlos- Mota (Presidente da FECOMERCIÁRIOS). Waldomiro Raimundo de Freitas (1971-1974). Rui Queiroz de Amorim (em exercício). Alfredo Spinardi (1974-1977-1981-1984). Nelson Oliveira Gonçalves (1978-1980). Raul Said (1968-1971).

Oliveira Gonçalves (1978-1980). Raul Said (1968-1971). Mesa Representativa. Lui z Carlos Motta, Aparecido J. Bru z

Mesa Representativa.

(1978-1980). Raul Said (1968-1971). Mesa Representativa. Lui z Carlos Motta, Aparecido J. Bru z arosco e

Luiz Carlos Motta, Aparecido J. Bruzarosco e Carlos Dionísio.

Motta, Aparecido J. Bru z arosco e Carlos D ionísio. José Carlos e Carlos D ionísio,

José Carlos e Carlos Dionísio, prestigiando os 50 anos do Sincomerciários de Sorocaba.

PROJETO FELIX - UNIMED

O Projeto Felix foi criado em agosto de 2001, juntamente com apoio da UNIMED Jaboticabal. O objetivo faz parte do em- preendimento de uma política de respon- sabilidade Socioambiental da FESP, pro-

porcionando a inclusão digital de crianças

e jovens menos favorecidos na faixa de 8

a 16 anos, visando uma atuação consis-

tente e profissional para inclusão social e a construção da cidadania. O programa já é desenvolvido em 23 Unimeds, através de parcerias: prefeituras, empresas, escolas

e voluntários. No dia 30/06 foi realizado

nas dependências do Projeto Esperança, a formatura do 7º Grupo do Curso de Infor- mática do Projeto Felix, onde 31 crianças receberam seus certificados de conclusão do curso. Estiveram presentes prestigian- do o evento: o presidente da UNIMED Tau- baté Dr. Boanerges e o diretor da “Medici- na Preventiva Dr. Nelson.

1- Maria Helena, Cristidan, D r. Boanerge, D r. Nelson, Matilde, Graça e Antônio. 2- D r Bo- anerge - presidente da UNIME D Taubaté. 3- Ma- tilde diretora do Projeto Esperança. 4- Alunos posam juntos com a equipe UNIME D.

1 2 3 4
1
2
3
4

MEDICINA PREVENTIVA UNIMED TAUBATÉ

A UNIMED Taubaté, sempre preocu- pada com a qualidade de vida de seus usuários proporciona gratuitamente jun- to à equipe da Medicina Preventiva, um programas de prevenção e promoção a saúde, complementando o trabalho dos médicos cooperados através de ações preventivas, interventivas e educacionais. Esta ação é promover ao usuário UNIMED, o cuidado e hábitos de vida sau- dável, com suporte técnico de uma equi- pe multidisciplinar (coordenador médico, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, assistente social, nutricionista, psicóloga, fisioterapeutas, fonoaudiólogo e pessoal administrativo). No dia 30/06/2010 foi concretizado nas dependências da “Medicina Preven- tiva” o fechamento de mais um módulo. Nesta confraria compartilharam pessoas dos grupos de tratamento de: Diabetes, Obesidade, Hipertensão Arterial, Emagre- cimento Saudável, Educação Nutricional e Atividade Física. A UNIMED Taubaté, coloca-se à dispo- sição dos usuários com objetivo de am- pliar conhecimento e busca de uma vida mais saudável prevenindo riscos e doen- ças indesejáveis. Maiores informações:

tel: (12) 2125-7766

1- Junior (profº de física). 2- Usuários fazendo exercicios. 3- Adriana D ias (psicóloga).

1 2 3
1
2
3

RENATA & AUGUSTO LANÇA O 1º CD MUSICAL

12/06 – O Espetinho Independência

foi o palco para o lançamento do primeiro CD de Renata & Gustavo. Estiveram pre- sentes muitos casais e amigos para curtir

o som e as musicas que deverão contagiar

a todos que gostam de curtir uma boa

musica. Para quem quiser conhecer um pouco da dupla, é só entrar no site: www. rgrenataegustavo.com.br

1-Renata, Bernardete e Gustavo. 2- Renata, Bene e Gustavo. 3-Márcio, Renata e Hussen. 4- Kako, Beto, Carmona, Antônio Jorge e D aniel. 5- Bruna, Lívia, Renata e Camila.

1 2 3 4 5
1
2
3
4
5

Social Vale

Por José Carlos Reis de Souza redacao@revistaempresasdovale.com

FEIRA LOGISVALE

Aconteceu entre os dias 16 a 18/06, em São José dos Campos, no Parque Tec- nológico de São José dos Campos, a prin- cipal Feira de Comércio Exterior do Vale do Paraíba, a LOGISVALE. O prefeito de S.J.C. Eduardo Cury, destacou a importân- cia do evento para todo o Vale do Paraí- ba. A feira é um importante espaço para o desenvolvimento de negócios neste setor de comércio exterior.

1- Paulo Coelho, Sinival e Almir Fernandes. 2- Stand Mogimpex. 3- Visão da exposição.

1 2 3
1
2
3

54º JOGOS REGIONAIS

20/07 – Taubaté proporcionou uma grande festa na Av. do Povo para recep- cionar os atletas dos Jogos Regionais. Na oportunidade o triatleta e professor de Educação Física Alessandro Peixoto Pimentel, patrocinado pela UNIMED Tau- baté foi o responsável para levar a tocha olímpica e acender a pira olímpica, na abertura dos Jogos Regionais.

1-0 Alessandro Pimentel acendendo a Pira Olímpica. 2- Alessandro Pimentel ladeado por esportistas. 3- Alessandro Pimentel levando a Tocha Olímpica.

1 2 3
1
2
3

GRUPO DISNEY - ABC TURISMO / FORMA TURISMO

O grupo Disney foi um dos maiores do Brasil, com 99 passageiros, a maioria, jovens das cidades de Taubaté, Pindamo- nhangaba, São Jose dos Campos e Litoral Norte.

Pindamo- nhangaba, São Jose dos Campos e Litoral Norte. TURISMO RURAL NA REGIÃO 23/07- A especialista

TURISMO RURAL NA REGIÃO

23/07- A especialista internacional de turismo rural, Ena Harvey, esteve no Apart Hotel Olavo Bilac e participou de uma co- letiva de imprensa, onde apresentou to- dos os projetos que realiza fora do Brasil na área de turismo. Participaram também do evento, Marco Ortega, especialista de agronegócio do IICA, (Instituto Interame- ricano de Cooperação para a Agricultura), Andreia Roque, presidente do Instituto de Desenvolvimento do Turismo Rural, (Idestur), Maria Lúcia Paiva, interlocutora do turismo na região, Solange Barbosa, presidente Fórum de Desenvolvimento do Turismo, Carmem Silvia, gerente geral do Apart, entre outros convidados.

1- Mesa com os representantes de turismo.

1
1
do Turismo, Carmem Silvia, gerente geral do Apart, entre outros convidados. 1- Mesa com os representantes

Casa da Amizade

16/06 – A Casa da Amizade de Taubaté ofereceu um gran- de jantar para a festiva de posse da nova presidente Denise Alcântara Querido, para a gestão 2010 – 2011.

Denise Alcântara Querido, para a gestão 2010 – 2011. Companheiras da nova gestão 2010-2011. Vera, Cecilia

Companheiras da nova gestão 2010-2011.

2010 – 2011. Companheiras da nova gestão 2010-2011. Vera, Cecilia e Eloisa. R e g i

Vera, Cecilia e Eloisa.

da nova gestão 2010-2011. Vera, Cecilia e Eloisa. R e g i n a e C

Regina e Cleusa.

e Eloisa. R e g i n a e C l e u s a .

Leda

2010).

D anelli

e

Regina

Helena

(pres

2009-

u s a . Leda 2010). D anelli e Regina Helena (pres 2009- Maria Emilia. Mesa

Maria Emilia.

2010). D anelli e Regina Helena (pres 2009- Maria Emilia. Mesa representativa. D enise A. Querido

Mesa representativa.

Regina Helena (pres 2009- Maria Emilia. Mesa representativa. D enise A. Querido (pres. 2010-2011) D enise

D enise A. Querido (pres. 2010-2011) D enise e Ana M. Lopes Peixoto (Coord. D istrital).

D enise e Ana M. Lopes Peixoto (Coord. D istrital). As senhoras da Casa da Ami
D enise e Ana M. Lopes Peixoto (Coord. D istrital). As senhoras da Casa da Ami

As senhoras da Casa da Ami z ade prestigiando a posse da nova presidente.

Casa da Ami z ade prestigiando a posse da nova presidente. Cleusa e Regina. D urval,

Cleusa e Regina.

prestigiando a posse da nova presidente. Cleusa e Regina. D urval, Fátima, Regina e Oswaldo. Neusa

D urval, Fátima, Regina e Oswaldo. Neusa Samaha (Coord. Nac. das Casas da Ami- z ade), D enise A. Querido (pres. 2010-2011) e Ana Maria Lopes Peixoto (Coord. D istrital).

2010-2011) e Ana Maria Lopes Peixoto (Coord. D istrital). T a t i a n a

Tatiana, Almir e Regina.

D istrital). T a t i a n a , A l m i r e

Anésia, Regina e Conceição

Entrevista

Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força)

Por: José Carlos Reis de Souza

Silva (Paulinho da Força) Por: José Carlos Reis de Souza Nasceu em Porecatu – Paraná, no
Silva (Paulinho da Força) Por: José Carlos Reis de Souza Nasceu em Porecatu – Paraná, no

Nasceu em Porecatu – Paraná, no dia 25/01/1956. Filho de uma família muito pobre, na infância trabalhou na lavoura junto aos seis irmãos. Aos 13 anos de idade a família muda-se para Londrina, onde conclui o primeiro grau. Trabalhou no jornal Folha de Londrina na área de serviços burrocráticos. Por gostar muito de ler e querer saber tudo o que acontecia, passa então a ter uma educação informal. Aos 20 anos viajou para São Paulo, procurou emprego nos jornais, mas como não tinha a conclusão dos estudos, não conseguiu emprego. Foi então que conseguiu emprego em uma fábrica metalúrgica e deu sequencia aos estudos à noite, concluindo o curso “Técnico de Inspetor de Qualidade” pelo SENAI. Paulinho, ao ver a indignação com a violação dos direitos do trabalhador, o que era comum na decada de 70 e início de 80, época em que começavam as primeiras greves depois do golpe militar, o que determinou por levá-lo para o sindicalismo, crescendo rapidamente. Foi militante do PC do B no final dos anos 70 e início dos anos 80. Passou a ser conhecido e a conviver com quase todos os que lutavam pela redemocratização do país, como; Fernando Henrique Cardoso, Ulysses Guimarães e Mário Covas. Paulinho, cresceu rapidamente no Sindicato dos Metalúrgicos, onde entrou como militante, em seguida foi promovido a diretor. Em 1991, passou a Secretário Geral do Sindicato, e logo foi eleito vice-presidente, em seguida foi a presidente do Sindicato. Em 1994, como presidente da Força Sindical, transforma a entidade na maior Central Sindical do setor privado

a entidade na maior Central Sindical do setor privado Após uma viagem à Europa, passa a

Após uma viagem à Europa, passa a defender no Brasil o modelo de sindicato cidadão, que se preocupa com os trabalhadores de todo o país, inclusive os desempregados e aposentados, e não apenas os filiados aos sindicatos. No mesmo molde dos grandes sindicatos europeus, passou a desenvolver programas sociais em parceria com empresas do setor privado e com o Estado. Transformou o 1º de Maio no Brasil, no maior do Mundo, onde reuniu 1,5 milhão de pessoas em São Paulo. Foi candidato a vice- presidente em 2002 na chapa encabeçada por Ciro Gomes. Em 2004 foi candidato a prefeito de São Paulo e no ano de 2006 foi eleito deputado federal por São Paulo, sendo o candidato mais votado do Estado, com a expressiva votação de 287.443 votos. Paulinho, tem dois filhos do primeiro casamento (Alexandre e Juliana), atualmente, é casado com Elza de Fátima Costa Pereira,

vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo

e coordenadora do “Centro Meu Guri”, entidade que abriga

crianças em situação de risco. Juntos, tem uma filha (Daniele).

A Revista Empresas do Vale, foi entrevista-lo e conhecer um

pouco mais de sua vida. E.V. - Vamos dar início a nossa entrevista perguntando; como foi a sua infância? P.P. – Sou filho de trabalhadores rurais, e trabalhei na zona rural, nas fazendas de café, algodão e hortelã, no interior do Paraná. Aos 13 anos, meus pais mudaram-se para Londrina e como precisava ajudar a família, fui trabalhar, vendia doces e jornais. Depois passei a trabalhar na redação do jornal “Folha de Londrina” com carteira assinada durante quatro anos. Em 1976, viajei para São Paulo, e fui trabalhar como metalúrgico, e

logo entrei na militância sindical.

E.V. – Conte um pouco de sua vivência como metalurgico? P.P. – O meu primeiro emprego como metalúrgico, foi na Duratex, do empresário Olávo Setubal como gerente geral, fiz alguns cursos no SENAI e passei a ser inspetor de qualidade, isto porque naquela época a esquerda orientava que você deveria andar dentro da fábrica, e o melhor que você poderia fazer para crescer, era o curso de mecânico de manutenção ou inspetor de qualidade, trabalhei até 1987. Neste mesmo ano nós montamos uma chapa dos metalúrgicos e ganhamos em

São Paulo, onde eu passei a ser o 2º secretário do sindicato. No mandato seguinte, passei a 1º secretário e no meio do mandato, assumi a secretaria geral. No outro mandato, passei

a vice-presidente, em seguida assumi a presidência dos

metalúrgicos e fiquei até 2000. No mesmo ano passei a ser presidência da Força Sindical. E.V. – O que representa para você a Força Sindical?

P.P. – Para mim, é como se fosse uma filha que nós construimos, uma entidade que junta quase dois mil sindicatos do Brasil inteiro, de varias categorias, principalmente do setor público

e privado. Hoje a Força Sindical, é uma das maiores centrais

sindicais da América, e no Brasil nós somos a maior central no setor privado, e estamos próximo da CUT. Quando junta-

se todos os sindicatos, trabalhadores e associados do setor

privado, passamos a ser a maior central sindical do Brasil. Resumindo; em número de sindicatos e associados a CUT tem um pouco mais do que nós, em números de trabalhadores, nós temos quase 2 milhões a mais do que a CUT. E.V. – Quais os projetos que você conseguiu aprovar para a Força Sindical? P.P. – Eu participei de todas as lutas que os trabalhadores travaram da redemocratização para cá. Porém, participei das principais lutas; das 44 horas em 1988, anates, a minha categoria já havia conquistado com greves e manifestações, das quais eu participei e ajudei a conduzir. Assim que nós ganhamos a eleição dos metalúrgicos, fizemos uma proposta em que as empresas deveriam dar comida, cesta básica e ônibus para levar e trazer os funcionários. Hoje, quase todos os trabalhadores tem esses direitos conquistados. Depois destas conquistas, acabei sendo eleito deputado, e tenho participado no Congresso como o principal defensor dos interesses dos trabalhadores, cuidando de encaminhar os projetos que vem do Senado ou negociando com o Governo para construir uma medida provisória, porque é votada mais rápida. Ai, eu posso destacar; o aumento do salário minímo, a legalização das centrais, queda do fator previdenciário, aumento dos aposentados, onde a emenda deu 7,72% (foi minha). Enfim, tem uma série de conquistas que já conseguimos no Congresso. E.V. – O que levou você a ser politico? P.P. – Tenho a certeza de que foi a desigualdade, eu sou filho de uma família muito pobre, passamos muitas dificuldades quando criança, fui trabalhar em um jornal e aprendi como

funcionava e a luta das pessoas contra a ditadura. Cheguei em

São Paulo e fui trabalhar em uma grande fábrica, onde reinicio-

se a luta sindical no Brasil, puxada pelo presidente LULA no

ABC. Em São Paulo tiveram muitas greves, e as primeiras empresas a pararem foram: Scania, Caterpillar e Duratex,

empresa em que eu trabalhava, mas participei da organização

e paralisação da empresa. Então, assim que começaram as

greves, estive a frente de todas as lutas, e algumas marcas eu carrego no corpo até hoje: 19 parafusos no rosto, 04 placas, perda de uma parte da orelha para refazer o nariz, tudo isso em confronto com a polícia. E.V. – Qual é a sua avaliação do sindicalismo atualmente no Brasil? P.P. – Acho que o sindicalismo no Brasil modernizou muito,

hoje, participa da política nacional, basicamente eu diria que

o sindicalismo salvou o Brasil da crise, no ponto de vista dos

trabalhadores, baixando os juros, superavit primário, fazendo com que o Governo atendesse as reivindicações; como baixar

o IPI, impostos de cadeias produtivas, investir no social com

um milhão de casas, proposta feita pelo Movimento Sindical. Tudo isso fez com que o Brasil saísse da crise, e Movimento Sindical tem uma participação muito importante na políica

nacional junto ao presidente da República, Congresso Nacional, Governo, ministros e um relacionamento internacional invejável. Em várias partes do mundo o sindicalização vem caindo, no Brasil vem aumentado, tanto é verdade que elegeu

o presidente da República.

E.V. – Quando será legalizada as contribuições assistencial e negocial? P.P. – Nós estamos em uma batalha no Congresso, ela estava bem encaminhada, mas deu uma enterrada. Eu estou trabalhando para retirar os entraves da frente, e nós esperamos que no prazo de oito meses ou no máximo um ano, aprovar essa legislação para regulamentar definitivamente o que é contribuição dos trabalhadores para manter a sua estrutura sindical. E.V. – Como é que você avalia o governo Lula? P.P. – Eu sou a pessoa mais indicada para falar do LULA, porque eu só votei nele, quando foi candidato a governandor em 1982, nunca mais votei. E eu posso dizer, que o governo LULA é um exemplo para o mundo. O Brasil chamou a atenção do mundo, porque tem dois modelos em exposição que o mundo olha, a China e o Brasil. A China por pagar salários miseráveis, e os trabalhadores não terem seus direitos preservados. No Brasil ao contrário, investindo no social, aumentando salários e rendas. Esse modelo é que chama a atenção do mundo, foi implantado pelo presidente LULA, e por isso é que ele tem tanta popularidade, voltou o País para o social, emprego e crescimento, atendendo o interesse do povo e não os interesses da elite brasileira. O LULA hoje é um exemplo de governo e cidadão no mundo. E.V. – Fale sobre os produtos chineses entrando fortemente no País? P.P. – Isso é uma briga constante, recentemente conseguimos duas medidas do governo Lula; a que impediu a entrada do produto aço chinês, onde o presidente baixou a medida aumentando para 16% a importação fazendo com que melhorasse a situação das empresas de aço no Brasil e os empregos dos trabalhadores. A outra medida conseguida, foi o aumento do imposto para importação do setor de autopeças e alguns setores de vestuários. Assim mesmo, ainda tem alguns setores que tem dificuldades, eu diria; eletrônico, eletro-eletrônico e máquinas. Então, quando a gente percebe que tem um setor em dificuldade, nós vamos ao governo, procuamos o Ministro Miguel Jorge, o Ministro do Trabalho e aqueles que defendem os trabalhadores dentro do governo para tentar segurar os empregos no Brasil. E.V. – Para fechar a entrevista, você tem pretenssões de ser presidente do Brasil? P.P. – A gente tem que andar de acordo com as pernas, neste momento eu vou candidato a reeleição, pretendo fazer mais votos do que tive na última eleição, devido ao trabalho que tenho desenvolvido pelo movimento sindical voltado para os trabalhadores. Agora, se houver uma oportunidade mais para frente, eu gostaria de ser prefeito de São Paulo, isto porque, já fui candidato uma vez. São Paulo tem muitos problemas, e, se você montar um governo voltado para os pobres, você consegue resolver. Essa era uma das coisas que eu gostaria de fazer.

Sincomerciários

2º Encontro Regional de Diretores do Comércio

01/06 – O Sincomerciários de Taubaté, através de seu presidente Carlos Dionísio mais uma equipe de diretores e funcionários, participaram da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora no estádio do Pacaembu em São Paulo. Compareceram aproximada- mente cinco mil entidades sindicais de todo o Brasil, ligados a Força Sindical, CUT, CTB, CGTB e Nova Central, totalizando cerca de 30 mil trabalhadores. O objetivo do encontro foi avançar no desenvolvimento com soberania e ampliar direitos e conquistas. Na conferência, foram aprovadas diversas propostas e reivindicações relacionadas ao crescimento econômico, emprego, valorização do salário mínimo, assinatura de convenções coletivas vitoriosas e distribuição de renda com justiça social.

1
1

1- Equipe de Taubaté.

2
2

2- Visão parcial dos participantes.

3
3

3- Visão do palanque.

Sincomerciários recebem Paulinho da Força

1
1

24/06 – O Clube dos Comerciários de Taubaté recebeu o de-

putado federal e presidente licenciado da Força Sindical, Paulo Pereira (conhecido como Paulinho da Força), para participar de uma plenária. No ensejo, cientificou sobre o andamento da PEC 231/95 que trata da redução da jornada de trabalho, a Medida Provisória do Salário Mínimo e a ADIN (Ação Direto de Incons- titucionalidade) nº nº 4.067 contra a lei 11.648 de 2008, que re- conheceu formalmente as Centrais Sindicais. Na oportunidade estiveram presentes, expressivas lideranças sindicais.

1- Carlos D ionísio e Paulinho da Força Sindical. 2- Paulinho da Força, Aldy e Camões. 3- Paulinho da Força e Carlos D ionísio tomando um café da manhã no pesqueiro do Sincomerciários. 4-José Carlos, Aldy e Paulinho da Força Sindical.

2
2
3
3
4
4

7º Passeio Ciclístico “Vida e Saúde Unimed Taubaté”

Por: José Carlos Reis de Souza

Vamos recordar um pouco desta atividade importantíssima;

o “1º Passeio ciclístico” promovido pelo Departamento de Medi-

cina Preventiva da Unimed Taubaté foi realizado no dia 27/05/07,

e neste primeiro passeio compartilharam em torno de 180 parti-

cipantes. A partida foi da Praça Santa Terezinha e os primeiros 100 par- ticipantes receberam camisetas, além de preencherem cupons para concorrer a uma bicicleta, no final do passeio no SESC Tau- baté. O evento teve o aparato do serviço municipal de trânsito, além dos batedores da Polícia Militar, em um trajeto de 5 km. Não podemos deixar de citar: o Clube de Ciclismo de Tauba- té, que contribuiu na realização do evento, Ophicina do Corpo, Academia de Capoeira Ginga Brasil e SESC Taubaté. O SESC foi o ponto alto do evento, onde os ciclistas participaram de diversas atividades físicas; recreação infantil, arborismo e apresentação

físicas; recreação infantil, arborismo e apresentação Ciclístas passando pela CTI. de capoeira. Além de exames

Ciclístas passando pela CTI.

de capoeira. Além de exames de glicemia, aferição de pressão arterial, podografia, medição de estatura, pés e índice de massa corpórea. Neste ano de 2010 precisamente no dia 27 de maio, a UNIMED

Taubaté chega ao 7º Passeio Ciclístico, dando continuidade e, com

o propósito de envolver e motivar a comunidade, promovendo

esporte e qualidade de vida envolvendo as famílias da comuni-

dade. Nesta atividade, além do passeio ciclístico, os participantes ao chegarem ao SESC, fizeram alongamento, caminhada, aferiu

a pressão arterial na Tenda da Saúde e as crianças aproveitaram

a brinquedoteca, um espaço para o desenvolvimento da crian-

çada. Sendo assim, a UNIMED Taubaté continua com a responsabili- dade social junto aos cidadãos, mostrando o exemplo de solida- riedade pelo próximo.

mostrando o exemplo de solida- riedade pelo próximo. Alongamento. Circuito Radical para bebês Saida da Av.

Alongamento.

o exemplo de solida- riedade pelo próximo. Alongamento. Circuito Radical para bebês Saida da Av. do

Circuito Radical para bebês

pelo próximo. Alongamento. Circuito Radical para bebês Saida da Av. do Povo. Equipe de trabalho UNIME

Saida da Av. do Povo.

Circuito Radical para bebês Saida da Av. do Povo. Equipe de trabalho UNIME D - Taubaté.

Equipe de trabalho UNIME D - Taubaté.

da Av. do Povo. Equipe de trabalho UNIME D - Taubaté. Ciclistas concentrados na Av. do

Ciclistas concentrados na Av. do Povo.

UNIME D - Taubaté. Ciclistas concentrados na Av. do Povo. Circuito Radical para bebês. Atendimento aos

Circuito Radical para bebês.

concentrados na Av. do Povo. Circuito Radical para bebês. Atendimento aos idosos. Controle de concentração de

Atendimento aos idosos.

Povo. Circuito Radical para bebês. Atendimento aos idosos. Controle de concentração de distribuição de pressão

Controle de concentração de distribuição de pressão corporal.

D r. Manfredini e Maria P. Manfredini. 5º Feijoada Unimed Taubaté Por: José Carlos Reis

D r. Manfredini e Maria P. Manfredini.

5º Feijoada Unimed Taubaté

Por: José Carlos Reis de Souza

17/07 – A UNIMED Taubaté realizou a quinta feijoada nas de- pendências do Buffet Jóia. Esta ação tem o propósito de congre- gar todos os médicos cooperados e constituir um forte relacio- namento, para que todos juntos possam fortalecer a Cooperativa Médica no atendimento aos seus usuários.

a Cooperativa Médica no atendimento aos seus usuários. D r . N e l s o

D r. Nelson, Nadia, Lucas, Natália e Nidia.

c a s , N a t á l i a e N i d i

D r. Manfredini, D r. Ivo, Padre Afonso e D r. Ianacê.

D r. Manfredini, D r. Ivo, Padre Afonso e D r. Ianacê. Alexandre e Janice D

Alexandre e Janice D anelli.

Afonso e D r. Ianacê. Alexandre e Janice D anelli. D r . M a u

D r. Maurício, Bianca e D rª Regina.

B i a n c a e D r ª R e g i n a

D

r.

Ianacê, Claudia e Rodrigo.

ê , C l a u d i a e R o d r i g

Embersics e Ângela.

o . E m b e r s i c s e  n g e

Niedia, Nilcelma, D ercilia, D r.

Marcos e D r Kather.

Paulo Rafael, D r.

ercilia, D r. Marcos e D r Kather. Paulo Rafael, D r. Adriana, Claudio, Ricardo e

Adriana, Claudio, Ricardo e Sandra.

Paulo Rafael, D r. Adriana, Claudio, Ricardo e Sandra. Guilherme, Paulo, D oni z eti, Kátia,

Guilherme, Paulo, D oni z eti, Kátia, Rose, Marcio e Lucas.

Paulo Rafael, D r. Adriana, Claudio, Ricardo e Sandra. Guilherme, Paulo, D oni z eti, Kátia,

Fecomerciários recebe homenagem

18/06 – A Federação dos Empregados no Comércio do Es- tado de São Paulo recebeu homenagem pelos seus 71 anos de atividade sindical. Os autores da homenagem; os Deputa- dos Estaduais, Vicente Candido, Simão Pedro e Major Olímpio, destacaram os acentuados serviços prestados pela Federação ao sindicalismo brasileiro. Na oportunidade, foi concedido ao presidente da Fecomerciários, Luiz Carlos Motta, uma placa alu- siva à data, e aos diretores, medalhas. O evento contou com a

à data, e aos diretores, medalhas. O evento contou com a Carlos D ionisio e Lui

Carlos D ionisio e Lui z Carlos Motta.

presença do deputado Federal Paulo Pereira (Paulinho da For- ça Sindical) e as comitivas de 65 sindicatos filiados à Fecomer- ciários. O presidente do Sincomerciários de Taubaté e Diretor Social da Fecomerciários, Carlos Dionísio de Moraes, destacou a importância da Federação para a classe comerciária nas ativi- dades pontuais de cada base, em orientar, dar estrutura e con- dições de trabalho aos 65 sindicatos. A delegação de Taubaté marcou presença com dez pessoas.

A delegação de Taubaté marcou presença com dez pessoas. Edson Ramos ( D ir. homenagem. SEC

Edson Ramos ( D ir. homenagem.

SEC - São Paulo) recebe

Edson Ramos ( D ir. homenagem. SEC - São Paulo) recebe Ruy Queiro z de Amorim

Ruy Queiro z de Amorim (Pres. SEC - Sorocaba) recebe homenagem.

z de Amorim (Pres. SEC - Sorocaba) recebe homenagem . Ademir Lauriberto Ferreira (Pres. SEC -

Ademir Lauriberto Ferreira (Pres. SEC - São Carlos) recebe homenagem.

Ferreira (Pres. SEC - São Carlos) recebe homenagem. Claudio Oliveira da Silva (Pres. recebe homenagem. SEC

Claudio Oliveira da Silva (Pres. recebe homenagem.

SEC - Jundiaí)

Oliveira da Silva (Pres. recebe homenagem. SEC - Jundiaí) Arnaldo A z evedo Biloti (Pres. recebe

Arnaldo A z evedo Biloti (Pres. recebe homenagem.

SEC - Santos)

A z evedo Biloti (Pres. recebe homenagem. SEC - Santos) Oscar Gonçalves (Pres. recebe homenagem. SEC

Oscar Gonçalves (Pres. recebe homenagem.

SEC - Ribeirão Preto)

Gonçalves (Pres. recebe homenagem. SEC - Ribeirão Preto) Carlos D ionísio e Paulinho da Força. Aparecido

Carlos D ionísio e Paulinho da Força.

- Ribeirão Preto) Carlos D ionísio e Paulinho da Força. Aparecido de J Bru z arosco

Aparecido de J Bruz arosco (Pres. SEC - Ourinhos) recebe homenagem.

de J Bru z arosco (Pres. SEC - Ourinhos) recebe homenagem. João Baptista Lu z (Pres.

João Baptista Lu z (Pres. SEC - Campinas) recebe homenagem.

Jair Francisco Mafra (Pres. SEC - Mogi das Cru z es) recebe homenagem. P a

Jair Francisco Mafra (Pres. SEC - Mogi das Cruzes) recebe homenagem.

Mafra (Pres. SEC - Mogi das Cru z es) recebe homenagem. P a u l i

Paulinho da Força.

P a u l i n h o d a F o r ç a .

Paulo Cesar da Silva (Pres. SEC - Limeira) recebe homenagem.

Paulo Cesar da Silva (Pres. SEC - Limeira) recebe homenagem. Paulinho da Força e Lui z

Paulinho da Força e Lui z Carlos Motta.

recebe homenagem. Paulinho da Força e Lui z Carlos Motta. Ricardo Patah. D omingos dos Santos

Ricardo Patah.

Paulinho da Força e Lui z Carlos Motta. Ricardo Patah. D omingos dos Santos Jr., Antônio

D omingos dos Santos Jr., Antônio Magri, Miguel Torres e Lui z Carlos Motta.

Soluções completas para mobiliário corporativo. Entregamos para todo o Brasil
Soluções completas
para mobiliário
corporativo.
Entregamos para todo o Brasil

Crônica

DUNGA AMARGA A QUEDA DA SELEÇÃO

Felipe Melo expulso contra a Holanda.

O técnico Dunga, leva consigo algumas rusgas; teve atritos,

deixou craques de alto nível de fora da Seleção Brasileira e

desentendeu-se com a imprensa, mas teve um ponto a seu favor, pois fim a privilégios e conseguiu uma boa afinidade com o grupo.

A era Dunga chega ao término na Seleção Brasileira, e as

avaliações a despeito da hostilidade conquistada pelo treinador em diversos seguimentos de torcidas e imprensa, também tiveram acertos que contornaram o trabalho do ex-capitão caracterizado no comando do time. Sua missão era um futebol de resultados, e a primeira ação, foi desempenhar o amor dos jogadores pela seleção, e aquele que advertia que não vestiria a camisa com o orgulho e dedicação, estaria fora.

E isso foi comprovado com a não convocação de Adriano,

submergido em diversos tumultos policiais e faltas aos treinos. Tudo isso, só veio acarretar, quando precisou mexer no time e com falta de opção no banco, para tentar mudar uma partida contra a Holanda, na qual o Brasil foi eliminado nas quartas de final do Mundial de 2010. Outro fator predominante do técnico Dunga foi a falta de habilidade, cortando Ronaldinho Gaucho, por ter pedido dispensa para a Copa América em 2007 e por não ter mostrado um bom

futebol na Olimpíada de Pequim em 2008. Mas a boa fase no início de 2010, não foi satisfatória para Dunga a convocá-lo. O resultado contra a Holanda foi a instabilidade de alguns atletas e diversas falhas de marcação. Outro detalhe importante, Dunga, mesmo ciente que Kaká, não estaria em suas melhores condições, fez a sua convocação para o meio de campo, deixando de fora jogadores de mais capacidade como; Ganso e Diego.

Na derrota para a Holanda, foi visível o descontrole emocional dos jogadores, todos os brasileiros viram o que ocorreu contra

a Costa do Marfim, o pacato Kaká, levou o cartão vermelho e,

mesmo contestando, era nítido o nervosismo do jogador. Outro jogador sem o mínimo de equilíbrio emocional foi Felpe Melo, expulso no instante em que o Brasil mais precisava dele e já perdia por 2 a 1.

Para finalizar, a ironia e grosseria de Dunga, criando atritos com diversos repórteres, inclusive com a TV Globo, parceira da CBF no Campeonato Brasileiro. Em uma destas entrevistas coletivas, o técnico brasileiro desfechou contra um comentarista da emissora

e, depois, em voz baixa xingou o jornalista, sem perceber que os

microfones estavam abertos. Todos esses episódios vieram a criar

uma instabilidade emocional e insegurança junto aos jogadores.

6
6

ALPS Idiomas

AV.: ITALIA, 360 JARDIM DAS NAÇÕES - TAUBATE/SP (12) 3674-1047 taubate@alpsidiomas.com.br

O aluno da Escola ALPS de Taubaté Alex Fernando da Silva estará partindo no dia 30 de julho para uma extraordinária viagem para Santiago de Compostela.

Alex, 25 anos, funcionário da Ford em

Taubaté, vem se preparando há mais de um ano psicologicamente, fisicamente

e logicamente está estudando muito

Espanhol para não passar por maiores dificuldades em sua longa caminhada.

Durante os 25 dias de caminhada, Alex espera andar diariamente aproximadamente 30 quilômetros, pois ele conta com a alimentação diferente, alta temperatura, pois na Europa, o verão está chegando facilmente a 35 graus, sua resistência física e principalmente os relevos que encontrará pela frente. No trajeto total, Alex caminhará por cerca de 800 quilômetros uma vez que ele sairá da França e fará uma fantástica rota pelo caminho Espiritualizado de Santiago de Compostela.

Um pouco de história:

Segundo uma tradição muito antiga,

após a dispersão dos apóstolos pelo mundo, São Tiago, foi pregar as “boas novas” em regiões longínquas, passando algum tempo na Galiza, extremo oeste da Espanha. Ao retornar à Palestina, foi preso e decapitado, e seu corpo jogado para fora das muralhas de Jerusalém. Dois de seus discípulos, Teodoro e Atanásio, recolheram seus restos e os levaram de volta ao ocidente de navio, aportando na antiga cidade de Iria Flávia,

na costa oeste espanhola, sepultando-o

secretamente em um bosque de nome

Libredón.

sepultando-o secretamente em um bosque de nome Libredón. O lugar foi esquecido até que oito séculos

O lugar foi esquecido até que oito

séculos depois, um ermitão chamado Pelágio começou a observar um estranho fenômeno que ocorria neste mesmo lugar: uma verdadeira chuva de estrelas caía todas as noites sobre um ponto no bosque, emanando uma luminosidade intensa. Avisado das luzes místicas, o bispo de

Iria Flávia, Teodomiro, ordenou que fossem feitas escavações no local encontrando, assim, uma arca de mármore com os ossos do santo.

A notícia se espalhou e pessoas

começaram a deslocar-se a fim de conhecer o sepulcro originando o Caminho de Santiago de Compostela Quais são os objetivos de Alex nesta caminhada. Segundo Alex, este caminho não é um caminho de sofrimento ou

penitência, longe disso, é um caminho de conhecimento, de auto conhecimento, onde pretendo conhecer pessoas novas,

de todas as partes do mundo. Quando falo em me conhecer, me

refiro ao meu eu que ainda não conheço

e que muitos também desconhecem,

este período será importante para que eu tenha um tempo exclusivo com nosso Criador, um tempo para nos afastarmos

de todo esse “barulho” que todos estamos

sujeitos no nosso dia a dia. Um tempo para fugirmos dos problemas no trabalho, faculdade, em casa, brigas no trânsito, indiferenças, preconceitos. E é isto que o torna o caminho tão especial, por que temos a oportunidade de fazer o caminho em meios a estranhos que serão as únicas pessoas que teremos ao nosso lado que serão durante este período de quase 1 mês, a sua família e em que você terá

para apoiar para fazer um desabafo,

para chorar, e para dividir suas alegrias, e quando terminar o caminho, terei o novo desafio: o de voltar para minha “antiga” vida, mas com um novo espírito e ver que os problemas que antes me causavam tanto stress e as vezes até depressão, não passam de pequenos ruídos e que são insignificantes para quem quer ter uma vida realmente FELIZ. Alex relata ainda que, este caminho já

se tornou um marco entre as pessoas que

buscam a paz interna, a espiritualidade e muitas pessoas classificam este desafio como divisor de vida, antes e depois da caminhada, pois o aprendizado é impar

e só quem já participou de desafios de

igual importância conseguem entender alguns mistérios da grandiosa obra do universo independente se percorrem este antigo traçado, por espírito religioso- cristão, por misticismo, busca interior ou apenas como uma grande aventura.

Após esta experiência que tem um significado muito importante em sua vida, Alex já tem agendado várias palestras em vários locais de São Paulo, onde poderá contar sua vasta experiência aos interessados. Em Taubaté, Alex está agendando sua palestra para a segunda semana de setembro. As pessoas interessadas em ouvir sobre este desafio humano, pode enviar um e-mail para nelsongeraldo13@ hotmail.com

D ELL A NN O 21 A N OS de C RE DIBI L ID

DELL ANNO 21 ANOS de CREDIBILIDADE

Em agosto de 1989 foi montada a primeira loja à Rua Dona Chiquinha de Mattos. Em seguida foi para o Shopping Taubaté. Atualmente, recebe seus clientes, em sua loja, à Ave- nida Itália, 500. Durante todos estes anos, a Dell Anno vem prestando serviços com a mesma administração e, sempre honrando a fidelidade e o prazo dos serviços contratados.

R E SPONSAB ILIDADE AMB IE N TAL

A Dell Anno tem responsabilidade ambiental na preser-

vação do meio ambiente, a madeira, matéria prima utilizada nos móveis, é proveniente de florestas renováveis com plano de manejo. Este compromisso é evitar o desmatamento de áreas de preservação como a Mata Atlântica, a Amazônia e de outros sistemas nativos. Cada móvel Dell Anno leva junto com a qualidade e estilo da marca a preocupação da empresa com o meio ambiente e com o futuro do planeta. Esse cuidado percorre todo o pro- cesso produtivo da Dell Anno.

4044

Mateus comemora 7 anos de uma vida próspera

O espaço Arco Iris recebeu a família Pelóggia e amigos para celebrar o 7º aniversário de Mateus, filho de Vicente Pelóggia, que se divertiu com muitos coleguinhas.

Vicente Pelóggia, que se divertiu com muitos coleguinhas. Mateus se divertindo no seu 7° Aniversário Lucas,

Mateus se divertindo no seu 7° Aniversário

coleguinhas. Mateus se divertindo no seu 7° Aniversário Lucas, Gabriele, Stefanie, Ana Paula Tiago e Helena.

Lucas, Gabriele, Stefanie, Ana Paula Tiago e Helena.

Lucas, Gabriele, Stefanie, Ana Paula Tiago e Helena. Luana, Fabiana, Juliana, D ébora e José Antônio.

Luana, Fabiana, Juliana, D ébora e José Antônio.

Luana, Fabiana, Juliana, D ébora e José Antônio. A m a d e u , V

Amadeu, Vicente, Olga, Vitor, Rosa e Lui z a.

V i t o r , R o s a e L u i z a

Aloma, Maria dos Anjos, Geraldo, Márcia e Tayná.

z a . Aloma, Maria dos Anjos, Geraldo, Márcia e Tayná. Célio, Yvone e D avid.

Célio, Yvone e D avid.

Anjos, Geraldo, Márcia e Tayná. Célio, Yvone e D avid. Mayane, Juliana, Vicente, Antônio Carlos e
Anjos, Geraldo, Márcia e Tayná. Célio, Yvone e D avid. Mayane, Juliana, Vicente, Antônio Carlos e

Mayane,

Juliana,

Vicente,

Antônio

Carlos

e

Antônio Carlos, Rosa Maria, Vicente Benedi-

Luciana.

to, Ólga Césare, Amadeu Pelóggia e Amadeu Pelóggia Filho

to, Ólga Césare, Amadeu Pelóggia e Amadeu Pelóggia Filho Natália, José Antônio, Vicente, Pedro e Adriana.

Natália, José Antônio, Vicente, Pedro e Adriana.

Filho Natália, José Antônio, Vicente, Pedro e Adriana. Flávia, Márcia e Tayná. S o r a

Flávia, Márcia e Tayná.

Vicente, Pedro e Adriana. Flávia, Márcia e Tayná. S o r a i a e A

Soraia e Amadeu Filho.

o r a i a e A m a d e u F i l h

José Antônio, José Carlos, Vicente, Carlos Alberto e Pedro.

a i a e A m a d e u F i l h o .

Mateus

Programa

Programa Todas as terças-feiras às 22:00hs Reprise as quintas- feiras às 22:00hs Na: O programa trás
Programa Todas as terças-feiras às 22:00hs Reprise as quintas- feiras às 22:00hs Na: O programa trás
Programa Todas as terças-feiras às 22:00hs Reprise as quintas- feiras às 22:00hs Na: O programa trás
Programa Todas as terças-feiras às 22:00hs Reprise as quintas- feiras às 22:00hs Na: O programa trás

Todas as terças-feiras às 22:00hs Reprise as quintas- feiras às 22:00hs Na:

às 22:00hs Reprise as quintas- feiras às 22:00hs Na: O programa trás para você o desenvolvimento

O programa trás para você o desenvolvimento das empresas do Vale do Paraíba: saúde, turismo, gastronomia, dicas jurídicas, tributárias e comerciarias. Ajudando você empresário a manter-se sempre informado sobre o mundo dos ne- gócios.

Patrocínio:

e comerciarias. Ajudando você empresário a manter-se sempre informado sobre o mundo dos ne- gócios. Patrocínio:
e comerciarias. Ajudando você empresário a manter-se sempre informado sobre o mundo dos ne- gócios. Patrocínio:
e comerciarias. Ajudando você empresário a manter-se sempre informado sobre o mundo dos ne- gócios. Patrocínio:
e comerciarias. Ajudando você empresário a manter-se sempre informado sobre o mundo dos ne- gócios. Patrocínio:
e comerciarias. Ajudando você empresário a manter-se sempre informado sobre o mundo dos ne- gócios. Patrocínio:

Apoio:

e comerciarias. Ajudando você empresário a manter-se sempre informado sobre o mundo dos ne- gócios. Patrocínio:
e comerciarias. Ajudando você empresário a manter-se sempre informado sobre o mundo dos ne- gócios. Patrocínio:

GEAP – Comemora 39 anos

O Continental Inn, foi palco de um grande jantar, em come- moração ao 39º aniversário do GEAP, e considerado o mais antigo grupo de estudo do Vale do Paraíba. Além do belíssimo jantar ao som de uma dupla musical, foram distribuídos brindes a todos os presentes.

brindes a todos os p r e s e n t e s . Cristiano, Hedi,

Cristiano, Hedi, Arimathéa, Isabel, Sérgio e Ari Moura.

. Cristiano, Hedi, Arimathéa, Isabel, Sérgio e Ari Moura. Arimathéa, Kathia, Lairton e Sérgio. Petrusca, Rios,

Arimathéa, Kathia, Lairton e Sérgio.

Sérgio e Ari Moura. Arimathéa, Kathia, Lairton e Sérgio. Petrusca, Rios, Fernando, Lúcia, Marcelo e

Petrusca,

Rios,

Fernando,

Lúcia,

Marcelo

e

Rosana.

Rios, Fernando, Lúcia, Marcelo e Rosana. Leonardo, Ana Paula, Luigi e Sidney Lourdes, Marco Aurélio,

Leonardo, Ana Paula, Luigi e Sidney

Marcelo e Rosana. Leonardo, Ana Paula, Luigi e Sidney Lourdes, Marco Aurélio, Adriana e Sidney. Edy,

Lourdes, Marco Aurélio, Adriana e Sidney.

Luigi e Sidney Lourdes, Marco Aurélio, Adriana e Sidney. Edy, Ari Moura, Sidnei e Bete. T

Edy, Ari Moura, Sidnei e Bete.

Aurélio, Adriana e Sidney. Edy, Ari Moura, Sidnei e Bete. T e l m a ,

Telma, Nilcéa, Arimathéa, Emiko e Torita.

t h é a , E m i k o e T o r i t

Marco Aurélio e Adriana.

k o e T o r i t a . Marco Aurélio e Adriana. Aniversariantes do

Aniversariantes do mês cortam o bolo junto com os fundadores.

do mês cortam o bolo junto com os fundadores. Ângela, Enbersics, Sebastião, Antonieta, Sandra e Káthia.

Ângela, Enbersics, Sebastião, Antonieta, Sandra e Káthia.

Ângela, Enbersics, Sebastião, Antonieta, Sandra e Káthia. Giovana, Edy, Ari Moura, Sidney, Sidnei, Bete e Rosângela.

Giovana, Edy, Ari Moura, Sidney, Sidnei, Bete e Rosângela.

Giovana, Edy, Ari Moura, Sidney, Sidnei, Bete e Rosângela. Giulia, Ana Paula, Wilson, Cristiano, Ana Clara,

Giulia, Ana Paula, Wilson, Cristiano, Ana Clara, Ana Lúcia, Bianca e Luigi.

Ana Paula, Wilson, Cristiano, Ana Clara, Ana Lúcia, Bianca e Luigi. José Carlos, Hedi, Lucimara e

José Carlos, Hedi, Lucimara e Waleska.

Participantes do fórum. Nos dias 22 e 23/06, foi realizado nas dependências do Novotel São

Participantes do fórum.

Nos dias 22 e 23/06, foi realizado nas dependências do Novotel São José dos Campos o 3º Fórum das Melhores Práticas de Ges- tão de Pessoas do Vale do Paraíba, em comemoração aos 39 anos de atuação do GEAP – Grupo de Estudos de Administração de Pessoas do Vale do Paraíba, com objetivo de trocar experiências , conhecimentos e congregar pessoas que estão submergidas com as atividades de Gestão de Pessoas da região. O evento contou com diversas palestras: Marco Aurélio Castro (Ger. de RH

GEAP - Realiza O 3º Fórum em São José dos Campos

da Volkswagen Taubaté), com o tema “O RH e o aumento de

produtividade no processo”, Profº Flávio Macau (Consultor, pro- fessor da FGV e do INSPER), com o tema “Conhecimento, Cultura

& Competitividade”, Fernando Lima (Diretor de RH da McLane),

com o tema “Gestão Estratégica do RH e Balanced Score Card”

e Eduardo Giachini Mota Silva (Gerente de RH REVAP/Petrobras),

com o tema “Análise quanti-qualitativa dos impactos de aspectos de liderança e benefícios”.

dos impactos de aspectos de liderança e benefícios”. Felipe Cury e Albertino. Marco Aurélio de Castro

Felipe Cury e Albertino.

de liderança e benefícios”. Felipe Cury e Albertino. Marco Aurélio de Castro (ger. exec. Recursos Humanos

Marco Aurélio de Castro (ger. exec. Recursos Humanos - VW) - palestrante.

de Castro (ger. exec. Recursos Humanos - VW) - palestrante. F e r n a n

Fernando Lima.

- VW) - palestrante. F e r n a n d o L i m a

Cristiano (Coord do GEAP).

r n a n d o L i m a . Cristiano (Coord do GEAP). Profº

Profº Flávio Macau (palestrante).

(Coord do GEAP). Profº Flávio Macau (palestrante). Cristiano, Sérgio, Marco, Lúcia e Flávio. E d u

Cristiano, Sérgio, Marco, Lúcia e Flávio.

(palestrante). Cristiano, Sérgio, Marco, Lúcia e Flávio. E d u a r d o G i

Eduardo Giachini e equipe.

a r d o G i a c h i n i e e q u

Clóvis, Lúcia, Arimathéa e Sérgio.

a r d o G i a c h i n i e e q u

Sérgio Galatti.

a r d o G i a c h i n i e e q u

Reabilitação

bucal

Há onze anos, o Dr. Jorge Kather e sua equipe têm como missão, devolver aos pacientes a possibilidade de voltar a mastigar sem traumas, com sucesso e estética. Para isto a Kather Implant Center está sempre oferecendo tratamentos altamente eficazes, agilizando os tratamentos para maximizar os resultados. Atualmente, a procura por reabilitação bucal com implantes odontológicos tem aumentado muito, devido ao sucesso dos tratamentos e do resultado final conseguido.

Uma das grandes preocupações dos pacientes é fazer enxerto ósseo, pois era muito complexo. Hoje devido ao “Banco de ossos”, conseguimos material para fazer enxerto sem precisar usar osso do próprio paciente, conseguindo o mesmo resultado e com segurança. Assim, a cirurgia é muito mais rápida, com menos cortes, menos sangramento, e consequentemente um pós-operatório praticamente sem dor, sem hematomas e pouco inchaço. Só para se ter uma idéia, nos Estados Unidos esta técnica de enxerto na medicina e odontologia já foi utilizada em mais de 800 mil cirurgias. Quando os pacientes perdem os dentes, há

muito tempo ocorre uma reabsorção óssea fisiológica, porém esta reabsorção pode inviabilizar o tratamento com implantes. E nesta situação é que indicamos a técnica do enxerto ósseo, para repor a estrutura óssea que foi perdida (reabsorvida). Em nossa clínica em 100 % dos casos usamos a técnica de enxertia proveniente de “Banco de ossos” que é regulamentada por um sistema nacional.

Para praticamente todos os casos de perda dentária, há solução. Apenas é necessário ver a melhor possibilidade para cada caso adequando à realidade do paciente, este é o compromisso da Kather Implant Center. Oferecemos o que há de melhor em técnicas, conceitos, produtos e materiais para deixar nossos pacientes extremamente satisfeitos.

Você que esteja querendo/precisando fazer tratamento com implante odontológico, venha conhecer nossas instalações e ver nossa forma de trabalho. Será um prazer ter você como nosso paciente.

venha conhecer nossas instalações e ver nossa forma de trabalho. Será um prazer ter você como
Mesa representativa. CIESP – TAUBATÉ 15/07 – O CIESP Taubaté, através de seu diretor local,

Mesa representativa.

CIESP – TAUBATÉ

15/07 – O CIESP Taubaté, através de seu diretor local, Joaquim Albertino de Abreu, realizou a plenária no espaço da CONEXÃO - FGV (Shopping Taubaté). Na oportunidade a INPAO

Dental, através do diretor Sr. Wagner Martins, fez uma apresen- tação da empresa. Já a diretora da CONEXÃO, Célia Moscardi fez uma palestra sobre o tema “O DESAFIO DAS LIDERANÇAS NOS AMBIENTES DE DIFERENTES GERAÇÕES”. O mesmo acon- teceu com o NJE, que através do Sr. Cássio (Coordenador NJE) explanou um pouco dos trabalhos a serem realizados durante

o exercício de 2010. Também os diretores Antônio Jorge (SESI

– Taubaté) e Fernando Takao (SENAI – Taubaté) deram os seus recados a todos os presentes.

– Taubaté) deram os seus recados a todos os presentes. V a n d e r

Vanderlei Moscardi ( D iretor da FGV).

d i ( D i r e t o r d a F G V )

Wagner Martins (D iretor da INPAO).

s ( D i r e t o r d a I N P A O

Fernando Takao (diretor do SENAI Taubaté).

N P A O ) . Fernando Takao (diretor do SENAI Taubaté). C á s s

Cássio (Coordenador do NJE).

( C o o r d e n a d o r d o N J

Antônio Jorge (diretor do SESI Taubaté).

t o r d o S E S I T a u b a t é

Cássio e Carlos Inocêncio.

o e C a r l o s I n o c ê n c i

Albertino (diretor do CIESP Taubaté).

c ê n c i o . Albertino (diretor do CIESP Taubaté). D r. Boanerges, Antônio

D r. Boanerges, Antônio Jorge, João Carlos, Carlos Inocêncio, Torino e Jorge Lui z D olcineti

Carlos, Carlos Inocêncio, Torino e Jorge Lui z D olcineti A n t o n i

Antonio e Ravani.

D olcineti A n t o n i o e R a v a n i

Célia Moscardi ( D iretora da FGV).

R a v a n i . Célia Moscardi ( D iretora da FGV). Carlos D

Carlos D i Santis, José Carlos, D r. Boanerges e Arimathéa.

D i Santis, José Carlos, D r. Boanerges e Arimathéa. Antonio Augusto, Carlos D i Santis,

Antonio Augusto, Carlos Di Santis, José Antônio, e Fábio D uarte

Fecomerciários inaugura a sua nova sede

16/07 - A Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo, através de seu presidente Luiz Carlos Motta, inaugurou a nova sede da Fecomerciários no bairro de Pinheiros – São Paulo. Após o descerramento da placa, todos os diretores, autoridades e convidados participaram de um grande jantar, com um show de Jorge Aragão.

de um grande jantar, com um show de Jorge Aragão. Fachada da nova sede. Presidente Lui

Fachada da nova sede.

jantar, com um show de Jorge Aragão. Fachada da nova sede. Presidente Lui z Carlos Motta

Presidente Luiz Carlos Motta junto com Paulinho da Força e Ricardo Patah fa z em o desenlaçe da fita para a inauguração da nova sede.

em o desenlaçe da fita para a inauguração da nova sede. Carlos D ionísio, Geraldo Alckmin,

Carlos D ionísio, Geraldo Alckmin, José Carlos e Lui z Carlos Motta.

Geraldo Alckmin, José Carlos e Lui z Carlos Motta. R o b s o n e
Geraldo Alckmin, José Carlos e Lui z Carlos Motta. R o b s o n e

Robson e Jorge Aragão.

o b s o n e J o r g e A r a g ã

Presidente Lui z Carlos Motta agradece a todos

os presentes.

Lui z Carlos Motta agradece a todos os presentes. Carlos Dionísio faz entrega do brasão da

Carlos Dionísio faz entrega do brasão da família Motta ao Presidente da Fecomerciários

brasão da família Motta ao Presidente da Fecomerciários O cantor Jorge Aragão fa z o show.

O cantor Jorge Aragão fa z o show.

da Fecomerciários O cantor Jorge Aragão fa z o show. V i s ã o g

Visão geral do jantar.

i s ã o g e r a l d o j a n t a

Carlos D ionísio e Lui z Carlos Motta ao lado da placa descerrada.

ionísio e Lui z Carlos Motta ao lado da placa descerrada. Presidentes da Sincomerciários posam ao

Presidentes da Sincomerciários posam ao lado da placa de inaugração.

da Sincomerciários posam ao lado da placa de inaugração. José Carlos, Jorge Aragão e Carlos D

José Carlos, Jorge Aragão e Carlos D ionísio.

placa de inaugração. José Carlos, Jorge Aragão e Carlos D ionísio. Vista do Terraço da nova

Vista do Terraço da nova sede Fecomerciários.

WT Gráfica

Ano 4 - nº 25 - dezembro - 2008 | janeiro - 2009

51
51