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Conceitos:
1- Acidentes:
a) Legislação Brasileira:
Todo aquele decorrente do exercício do trabalho e que provoca, direta
ou indiretamente, lesão, perturbação funcional ou doença.

b) Legislação Brasileira:
Além do que foi dito no slide anterior, é também considerado acidente,
toda ocorrência que interfere nas condições normais de trabalho e na
produção.
Pois além do homem, podem ser envolvidos nos acidentes, outros
fatores de produção, qualidade, máquinas, ferramentas,
equipamentos e tempo.

c) Ponto de vista moderno e necessário para


controle:
É toda ação ou situação, fora da normalidade, do programado, do
padrão, procedimento e que mesmo que não cause dano algum, deve
ser investigada, controlada, criando procedimentos para que não de
prosseguimento ou não ocorra novamente.
Pois se ocorrer poderá causar danos ou acidentes de proporções
incalculáveis.

2 – Ato Inseguro:
Qualquer ação, falta de ação ou atitude que seja feita com:
➢ Imperícia;
➢ Imprudência;
➢ Negligência.

Imperícia – Falta de conhecimento e/ou conhecimento inadequado


e/ou conhecimento insuficiente para o exercício de uma tarefa ou
tomada de decisão.

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Imprudência – é um comportamento de precipitação, de falta de
cuidados. A imprudência é um dos casos relacionados à culpa, e não ao
dolo, ou seja, sem a intenção.
1. Falta de atenção;
2. “Achar que está certo;
3. Análise malfeita da situação;
4. Arriscar-se desnecessariamente;
5. Não criar padrões, procedimentos e normas.
Negligência – Executar uma ação de propósito mesmo sabendo que
está errado.
Ter o conhecimento da situação perigosa e não fazer nada para evitar
por:
1 - Não seguir padrões e normas;
2- Depois eu faço... (não determinar prioridade para a execução
das tarefas);
3 - O problema não é meu, então não sou eu que tenho que resolver;
4 - Já tem gente olhando isto daí, então não precisamos nos
preocupar;

Não fazer nada é um ato inseguro?


Se sim em quais dos três conceitos de ato inseguro se encaixa?

Resposta: Sim... Você pode não agir por imperícia, por imprudência e
também por negligência.

3 – Condição Insegura:
Condições anormais de uma área ou local de trabalho, que surgiram
ou foram deixadas por imperícia, imprudência ou negligência
provocando riscos de acidentes ou até mesmo acidentes.

4 – Trabalho Perigoso:
Trabalho executado em determinadas áreas de riscos inerentes à
profissão, às quais devem ter controles pré-determinados dos riscos
físicos, químicos, biológicos e ergonômicos e de acidentes.
Ex.: - Transporte de dinamite, materiais inflamáveis; etc.
Não confunda Condição Insegura com trabalho perigoso.
São coisas totalmente diferentes!

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Análise Técnica sobre Acidentes

Chama/Fagulha Princípio do Fogo

Combustível

Comburente

Calor

Fogo
Para que haja fogo, é necessário que um, mais de um ou todos os fatores
propícios estejam presentes:
1- Chama e/ou fagulha;
2- Combustível;
3- Comburente;
4- Calor.
E em caso de fogo fora de controle... temos o Incêndio.

Técnicas para Controle de Fogo e Incêndio


Chama/Fagulha

Combustível

Comburente

Calor

Se retirarmos qualquer um dos Elementos...


⁼ Fogo
Chama/Fagulha

Comburente

Calor

Não teremos o Fogo... e sem o Fogo não haverá INCÊNDIO.



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Usando o mesmo princípio para o
Controle de Acidentes

Trabalho a Ato a ser Condição Natureza do Possibilidade de


ser realizado praticado Insegura trabalho perigosa Acidentes
existente


Possibilidade de acidentes
Trabalho Perigoso
Condição Insegura

Ato Inseguro

Acidentes
Trabalho

Para que haja Acidentes é necessário que um, mais de um ou todos os


fatores abaixo propícios estejam presentes:
1- Condição Insegura;
2- Ato Inseguro;
3- Trabalho Perigoso;
4- Possibilidade de Acidentes.
E em caso de trabalho realizado sem o devido controle temos os
ACIDENTES.

Porem devemos entender que, as condições abaixo de Trabalho e


Trabalho perigoso sempre irão existir e que elas não são causas de
acidentes.
Mas se a natureza do trabalho é perigosa, como por exemplo fabricação
e transporte de explosivos, inflamáveis, etc.
E caso ocorra acidentes nestas condições o resultado destes poderão ser
de natureza catastróficas.
Trabalho Perigoso
Trabalho

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Como dissemos acima, a pesar da necessidade da existência do
trabalho em natureza perigosa, a causa dos acidentes não estão
interligadas entre o trabalho em ambientes perigosos. Mas sim estas
causas são consequências de ações humanas, como veremos a seguir.

Condição Insegura

Ato Inseguro
Estes fatores sim são os principais causadores de Acidentes. E também
os responsáveis pelas consequências e gravidade dos mesmos.
E a forma de tratar cada uma ou todas estas condições ou até mesmo a
forma de ação incorreta ou nenhuma ação preventiva será o diferencial
pela ocorrência de acidentes.
E o princípio, a ignição deste ciclo perigoso e muitas vezes até vicioso é o
ATO INSEGURO.
Então por que cometemos o tal de ATO INSEGURO?

Por vários motivos.


Mas os motivos principais são:
1º- Por termos a tendência humana de não admitir que
estamos errados;
- Ninguém gosta de errar. Principalmente de estar errado!
- Ninguém erra por que quer. Muito menos acidenta ou causa um
acidente por que gosta!
Mas, descobrir e assumir o erro é ser sábio.
Pois só assim nós iremos amadurecer e aprender a corrigir nosso erros e
evitar erros futuros.

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2º- Por acostumar ao perigo perdemos a noção verdadeira do risco que
corremos.
3º- Por não sabermos corretamente o que é o ato inseguro.
Ato Inseguro: Qualquer ação ou atitude que seja feita com imperícia,
imprudência ou negligência. Conforme representações abaixo:

a) Sinal Verde;

b) Sinal Amarelo

c) Sinal Vermelho

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O que devemos fazer para eliminar o ATO INSEGURO?
Para se eliminar os acidentes, não é necessário apenas saber que eles são
causados por ATOS INSEGUROS.
Nem tão pouco saber o que vem a ser o tal ATO INSEGURO.
Além de saber tudo isto, é necessário saber também como surge o ATO
INSEGURO. Para que possamos atacá-lo na raiz.
Então, recapitulando, para eliminar os ACIDENTES teremos que:
* Saber que eles são causados por ATOS INSEGUROS;
* Ter o conhecimento sobre o que são ATOS INSEGUROS;
* Saber como surgem os ATOS INSEGUROS;
* Agir - para eliminar os mesmos.
O ato inseguro pode se apresentar de duas formas:
- Instantâneo:
- Ocorre quando...
* Não ter o conhecimento necessário para executar a tarefa;
* Perder a concentração (falta de atenção) na hora da execução da
tarefa. “Aquele famoso segundo de bobeira...”
* Trabalhar sem um padrão previamente analisado.
* Cometer o tal “risco mal calculado”.
- Pré-determinado (Conhecemos como Condição Insegura);
- Ocorre quando...
* Se cria condições inseguras;
* Há o costume de se trabalhar em áreas com condição insegura e
não se percebe a gravidade da situação de nossas atitudes;
* Se despreza todos os padrões (Instruções de Segurança e
Instruções de Trabalho);
Obs.: Mas o acidente só vai acontecer quando somar a uma ou
mais das situações descritas no Instantâneo.

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O Ato Inseguro Instantâneo são ações ou atitudes que provocam
acidentes, provocando morte, lesões (ou não), com danos (ou não) aos
equipamentos.
Para ser combatido precisa apenas de:
- Compromisso de cada um com a segurança;
- Treinamento e especialização;
- Comportamento seguro de cada um.
- Seguir as IS;
- Seguir as IT’s.
- Ter atenção (estar concentrado) ao executar qualquer tarefa.

Ato Inseguro Pré-determinado é difícil de ser combatido, por que não


depende de uma atitude individual e sim coletiva.
- Eu vejo a situação de um ângulo;
- Você vê de outro;
- Outras pessoas enxergam de uma maneira completamente
diferente.

O que você está vendo:

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Devido a diferentes visões e ideias diferentes para resolvermos um
problema. É necessário que criemos um grupo com o objetivo de:
* Analisar os acidentes ocorridos e junto com a Segurança do
Trabalho e a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes)
desenvolver soluções para evitar a reincidência;
* Analisar as CAR’s (Cartões de Análise de Riscos) abertas e
junto com a Segurança do Trabalho e a CIPA buscar a maneira mais
eficiente para o fechamento das mesmas;
* Analisar os Atos Inseguros relatados e junto com a
Segurança do Trabalho e a CIPA desenvolver soluções para evitar a
reincidência;
* Analisar as Condições Inseguras relatadas e junto com a
Segurança do Trabalho e a CIPA desenvolver soluções para eliminar as
mesmas.
Muitas empresas já possuem este tipo de grupo.
E outras, devido ao sucesso alcançado pelas empresas que
aderiram a ideia, já estão colocando em prática em suas instalações.
Em todas a empresas onde eles existem, são chamados de Grupo
Voluntários de Segurança GVOS.
Mas... se nós temos o Departamento de Segurança do Trabalho e
a CIPA, por que mais um GRUPO?

Resposta: Porque é a ferramenta mais eficaz na eliminação do ATO


Inseguro e das condições inseguras;
* O departamento de Segurança do Trabalho e a CIPA são dentre
muitos outros, investimentos que a empresa faz para a nossa segurança;
E o grupo de Voluntários é a contribuição dos Empregados para
fechar a parte que faltava na luta pela Prevenção de Acidentes.
* Na luta pela Segurança do Trabalho “TODOS TEM QUE
PARTICIPAR”;
* É necessário ter a visão de quem vivência o problema. Neste caso
o pessoal da área.
* ETC...

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Devemos ter a consciência que sozinhos, conseguiremos poucos
resultados.
Em se falando de Segurança do Trabalho é necessário agir
individualmente e em grupo também:
* Eu me cuido;
* Eu cuido dos outros;
* Cada um cuida de si;
* Nós cuidamos uns dos outros.

Destrua o acidente atacando-o em sua base!


PA - POSSIBILIDADE DE ACIDENTE é a percepção de qualquer
condição de risco ou atitude pessoal que possa ocasionar uma ocorrência
de incidentes, quase-acidentes ou até mesmo um acidente!

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Qual a vantagem de conhecer, analisar e agir atuando na
POSSIBILIDADE DE ACIDENTES - PA? Resposta – Veremos a seguir.

Exemplificando a Possibilidade de Acidentes

Caso 1 - ACIDENTE - Ao trafegar pela área de trabalho, o colaborador


sofre uma queda devido o piso estar escorregadio.
Como consequência da queda o colaborador sofreu luxações nos braços
e joelhos e pequenas escoriações.

Analisando o Caso 1, podemos concluir que por sorte o acidente não foi
mais grave, porque o mesmo colaborador poderia ter sofrido
traumatismos graves e sérios, como fraturas, danos à coluna com
consequências graves à sua mobilidade ou até mesmo a morte caso os
traumatismos atingissem órgãos vitais
Portanto, podemos concluir que toda condição de risco pode gerar um
acidente com consequências gravíssimas para o acidentado.

Caso 2 - QUASE ACIDENTE


Ao trafegar pela área de trabalho, o colaborador sofre desequilíbrio e
quase (eu disse quase) sofre uma queda devido o piso estar escorregadio.

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Analisando o Caso 2, podemos concluir que por sorte não ocorreu
um acidente com o colaborador.
É nesta situação que a Segurança do Trabalho está atuando hoje
em dia em quase todas as empresas, pensando falsamente que está
atacando a base da Pirâmide.
É possível ver esta atuação, através das placas indicativas nas
áreas de trabalho com as seguintes referências:
“Cuidado Piso Escorregadio!”
“Cuidado ao trafegar em áreas com Piso Escorregadio!”

Caso 3 - POSSIBILIDADE DE ACIDENTES


O colaborador da equipe de limpeza exagerou na utilização dos
produtos e ao terminar a limpeza do piso na área de trabalho, deixou o
mesmo escorregadio.

Analisando o Caso 3, podemos afirmar que a condição de risco


deixada pelo ato inseguro do colaborador da equipe de limpeza, gerou
uma situação perigosa (uma armadilha) preparada para ocasionar um
possível acidente onde as consequências poderão ser desde um quase
acidente à um acidente com lesões gravíssimas ou até a morte.
Podemos concluir que a situação deixada pelo colaborador da
equipe de limpeza é uma “PA – POSSIBILIDADE DE ACIDENTES.”
E é neste contexto que devemos trabalhar se realmente quisermos
eliminar as ocorrências de ACIDENTES.
Como alguns exemplos de PA– POSSIBILIDADE DE ACINDENTES
podemos citar:

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Estruturas e equipamentos com parafusos frouxos ou faltando
parafusos de fixação;
- Ruído estranho em equipamentos, principalmente equipamentos
de alta rotação;
- Equipamentos móveis (ex.: cardans, motores, acoplamentos) sem
proteção, ou instalação de travas elétricas e mecânicas;
- Falta de organização e limpeza (5 ‘s) no local de trabalho;
- Colaboradores trabalhando sem estar fisicamente e
psicologicamente em condições;
- Falta de um padrão seguro de execução (Instrução de Segurança –
IS);
- Falta ou treinamento inadequado ou insuficiente;
- Falta ou excesso de comunicação;
- Falta de planejamento ou planejamento inadequado;
- Obstáculos ou desnivelamento de piso;
- Excesso de confiança no nosso trabalho e também no trabalho dos
outros. “Segura aqui que eu vou bater com a marreta...”
- Quase Acidentes ou Acidentes Sem Lesão;
- Etc.

São infinitas as PA - Possibilidades de Acidentes, mas é necessário um


cuidado constante, uma análise diária feita por todos e não somente pela
equipe de segurança do trabalho.
E quando identificada uma ou mais PA – Esta tem que ser tratadas e
eliminadas o mais breve possível.
Pois mesmo que o trabalho seja executado em condições de PA e não
ocorra acidentes, isto é um fato grave visto que o perigo da ocorrência de
acidentes é constante.
“É como brincar de roleta russa, pode se ter sorte, mas uma
hora a brincadeira vira tragédia!”

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PIRÂMIDE DE BIRD

Vamos comentar sobre as primeiras pesquisas sobre os acidentes


do trabalho.
Em 1966 John A. Fletcher e Frank BIRD - Realizou pesquisas
em 297 empresas com aproximadamente dois milhões de empregados,
onde ocorreram 1.753.498 acidentes durante dez anos.
Após tabulados os dados, chegaram à conclusão de que os
acidentes são programados para acontecerem e que nós podemos
interagir antes que eles aconteçam conforme a seguinte proporção.

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Muitas empresas então começaram a combater os acidentes na
base da pirâmide de BIRD nos Quase acidentes.

E os resultados foram significantes!


Houve redução brutal e muito significativa nos índices e
ocorrências de acidentes.
E até hoje muitas empresas, técnicos, engenheiros e especialistas
em Segurança do Trabalho, pensam que encontraram a solução do
problema. Que atacando a base da Pirâmide (Quase Acidentes) se elimina
os acidentes.
Mas, mesmo com a diminuição significativa de acidentes. Os
índices ainda continuam altos. Como demonstra os índices a seguir:
- Segundo o estudo da OIT, o Brasil ocupa o 4º lugar em relação
ao número de mortes, com 2.503 óbitos. O país perde apenas para China
(14.924), Estados Unidos (5.764) e Rússia (3.090), países com populações
de duas a sete vezes maiores que nosso País.
- Segundo o diretor técnico da Sociedade Brasileira de Engenharia
de Segurança, Jaques Sherique, “Melhoramos, mas não melhoramos o
suficiente. Algumas vezes temos mais acidentes do que a média dos
países da América Latina. Não estou nem comparando com países já
desenvolvidos” (Repórter da Agência Brasil, 28/04/09).
Na década de 1970, o Brasil registrava uma média de 3.604 óbitos
para 12.428.826 trabalhadores. Nos anos 1980, o número de
trabalhadores aumentou para 21.077.804 e as mortes chegaram a 4.672.
Já na década de 1990, houve diminuição: 3.925 óbitos para 23.648.341
trabalhadores.
De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE),
do Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho, em 2006, 537.457
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acidentes de trabalho foram registrados no Brasil, com um total de 2.717
mortes e 8.383 trabalhadores incapacitados.

Como trabalhar atuando na PA -


POSSIBILIDADE DE ACIDENTES?

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ATENÇÃO
Devemos sempre estar atentos a todas as situações e também às
peculiaridades do local de trabalho para poder sempre identificar algo
diferente, anormal que pode ser ou vir a gerar uma ...
PA – POSSIBILIDADE DE ACIDENTES.
Qualquer coisa e/ou situação mesmo que pareça insignificante deve
ser anotada para possível análise e posterior tratativa (ação).
INSPEÇÃO
- Inspeções Periódicas (Rondas) devem ser feitas em nosso local de
trabalho;
- Inspeções Intercaladas em outras áreas também devem ser
realizadas (a visão de quem está de fora sempre percebe um novo
ângulo de visão e contribui significamente para resultados
otimizados ao combate aos Acidentes).
Os resultados destas Inspeções mesmo que pareçam
insignificantes devem ser anotados para possível análises e posterior
tratativas (ações).

COMUNICAÇÃO 1
Comunicação é tudo (a pedra mestre, a base do programa).
Todos devem estar a par das PA – POSSIBILIDADES DE
ACIDENTES encontradas, analisadas e das ações empregadas em cada
uma delas.
Quanto maior o número de envolvidos, maior será o engajamento
motivação e ATITUDES para o combate aos Acidentes. Sem contar que o
maior número de ideias e soluções para resolver os problemas.
COMUNICAÇÃO 2
Como tudo em excesso também é ruim, deve se tomar o cuidado
para não se poluir o ambiente com o excesso de comunicação.
Pois isto pode distorcer as informações, gerar resultados
insatisfatórios ou não gerar resultados nenhum.
A informação deve fluir por toda a empresa e sempre (isto é
fundamental) ter feedback (retorno e confirmação do que foi comunicado).

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COMUNICAÇÃO 3
Deve se criar um banco de dados com todas as informações das PA
– POSSIBILIDADES DE ACIDENTES.
Este banco de dados deve ser organizado da seguinte forma:
- Todas as PA – POSSIBILIDADE DE ACIDENTES encontradas e
informadas pelos colaboradores subdivididas por semana, mês e
ano.
- Todas as PA – POSSIBILIDADE DE ACIDENTES analisadas
subdivididas por semana, mês e ano.
- Todas as tratativas, ações realizadas para as PA –
POSSIBILIDADES DE ACIDENTES encontradas, subdivididas por
semana, mês e ano.
COMUNICAÇÃO 4
A importância deste banco de dados é que ele poderá e deverá ser
utilizado de diversas maneiras no auxílio ao combate aos acidentes:
- Como fonte de informação e histórico;
- Análise, estudos, controle e estatísticas pois “não se gerencia
aquilo que não se mede (Deming) ...”;
- Auxiliar no Treinamento de novos colaboradores e na Reciclagem
dos Treinamentos dos colaboradores mais antigos;
- Manter sempre o estado de alerta e atenção de todos;
- Etc.
Análise
Deve se criar um grupo de Voluntários de Segurança que juntamente
com a CIPA, deverá coletar todas as informações e sugestões de tratativas
(ações), para depois em reunião (de preferência semanal) realizar as
análises de cada caso encontrado e dar seguimento às melhores e mais
eficazes formas de solucionar cada uma delas.
Obs.: PA – Possibilidades de acidentes com riscos eminentes, devem
ser tratadas de forma extraordinária, imediata e todos devem estar
envolvidos e engajados nesta ação (ex.: Piso escorregadio – Ações como
sinalizar, isolar, limpar imediatamente o local devem ser feitas com
urgência).

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AÇÃO
AÇÃO significa ATITUDE, “errar é humano, conviver com o erro é
idiotice!”
Analisadas e encontradas as melhores formas de ação contra as PA
– POSSIBILIDADES DE ACIDENTES não se pode perder tempo.
Deve-se em quanto antes tomar atitudes concretas e sérias para
resolver definitivamente os problemas.
O sucesso do programa depende disto. Acidentes serão evitados,
vidas serão preservadas e um ambiente sadio, com qualidade e sem riscos
será criado.

Eliminar os riscos de Acidentes é uma questão de


ATITUDE!

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