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WS 5285 1

MANUAL DE MANUTENÇÃO

SSP 203
2 WS 5285

PREFÁCIO
Este manual de manutenção é necessário para o manuseio profissional e seguro da
máquina.
Um exemplar deste manual deve se encontrar sempre na máquina.

NORMAS APLICADAS
O presente manual foi elaborado em conformidade com as seguintes normas:

- EN 12100-1
- EN 12100-2

- prENV 14033-1
- prENV 14033-2

Copyright © Plasser & Theurer


Reservado todos os direitos, sobretudo os direitos de reprodução, divulgação e tradução.
Sem autorização por escrito da Plasser & Theurer, nenhuma parte da obra poderá ser
reproduzida (fotocópia, microfilme ou outro processo qualquer), nem armazenada,
processada, fotocopiada ou divulgada mediante utilização de sistemas informatizados.
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ÍNDICE

1 PLAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO ........................................................................................................5


2 INSTRUÇÕES RELATIVAS À MANUTENÇÃO DA MÁQUINA............................................................7
3 INTRODUÇÃO ......................................................................................................................................9
4 ÂMBITO DA MANUTENÇÃO ..............................................................................................................11
5 SEGURANÇA......................................................................................................................................13
6 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO .....................................................................................................17
7 PRIMEIROS SOCORROS ..................................................................................................................19
8 ANÁLISE DE RISCOS ........................................................................................................................21
8.1 GENERALIDADES ..............................................................................................................................21
8.2 INFORMAÇÃO SOBRE OS RISCOS .................................................................................................22
8.3 EXTRATO DAS FICHAS COM DADOS DE SEGURANÇA ...............................................................23
9 INSTRUÇÕES DE USO DAS BATERIAS DO MOTOR DE PARTIDA ...............................................33
10 MANUTENÇÃO ...................................................................................................................................37
11 TRABALHOS DE MANUTENÇÃO ......................................................................................................39
11.1 LIMPEZA .............................................................................................................................................39
11.2 CONTROLE VISUAL...........................................................................................................................40
11.3 REABASTECIMENTO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO ...................................................................42
11.4 LUBRIFICAÇÃO ..................................................................................................................................43
11.5 TROCA DOS PRODUTOS DE SERVIÇO ..........................................................................................44
12 PICTOGRAMAS ..................................................................................................................................47
13 INTERVALOS......................................................................................................................................49
14 PLANO GERAL DOS TRABALHOS DE MANUTENÇÃO...................................................................51
15 VISTA DE CONJUNTO DA MÁQUINA ...............................................................................................57
15.1 Garantia para motores Caterpillar .......................................................................................................58
16 PRODUTOS DE SERVIÇO FORNECIDOS DE FÁBRICA .................................................................59
17 ENTRE INTERVALOS – PERIÓDICO ................................................................................................61
17.1 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA .....................................................................................................61
17.2 FREIOS ...............................................................................................................................................62
17.3 RADIADOR..........................................................................................................................................62
18 APÓS 10 HORAS OPERACIONAIS OU DIARIAMENTE...................................................................63
CONTROLE VISUAL SIMPLES .......................................................................................................................65
VERFICAÇÃO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO ............................................................................................65
19 APÓS 50 HORAS OPERACIONAIS OU SEMANALMENTE..............................................................71
20 APÓS 100 HORAS OPERACIONAIS OU MENSALMENTE ..............................................................81
21 APÓS 250 HORAS DE TRABALHO OU SEMESTRALMENTE .........................................................85
22 APÓS 500 HORAS OPERACIONAIS OU SEMESTRALMENTE .......................................................91
23 APÓS 1000 HORAS DE TRABALHO OU ANUALMENTE.................................................................97
24 APÊNDICE ........................................................................................................................................101
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1 PLAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO

2009 882

SSP 203
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2 INSTRUÇÕES RELATIVAS À MANUTENÇÃO DA


MÁQUINA

• Estas "Instruções relativas à Manutenção da Máquina" se referem exclusivamente aos


"Serviços de Manutenção Contínuos" e fazem parte do próprio escopo de
responsabilidades do operador da máquina!!

• Estes trabalhos de conservação e manutenção contínuos, os quais são de competência


e responsabilidade do operador da máquina se referem aos equipamentos de trabalho,
motores, transmissões, etc.

• Para uma longa vida útil e a constante disponibilidade do veículo é absolutamente


imprescindível que seja efetuada a manutenção profissional e observados os intervalos
de tempo prescritos.

• Ao operador se recomenda seriamente anotar no livro de serviços também os trabalhos


de conservação e manutenção feitos sob sua própria responsabilidade. Estas
anotações devem documentar cada tipo de trabalho de conservação e manutenção
(quem fez o que, quando e por quê).

• Favor consultar o manual de manutenção para as quantidades de óleo, tipos de óleo,


intervalos de tempo, etc.!

• Os trabalhos de conservação e manutenção abrangem tanto a limpeza e o controle,


como o reabastecimento dos produtos de serviço e a substituição de peças
sobressalentes.

• A conservação e manutenção constituem parte fundamental para a segurança do


homem, do meio ambiente e da máquina.
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3 INTRODUÇÃO

A manutenção deste equipamento deverá ser efetuada conforme as normas de


manutenção (prENV 14033-1 /Apêndice „J“) ao longo do período em que for utilizado.

O Proprietário e/ou o Operador do equipamento é o responsável pela manutenção!

Todas as máquinas deverão ser submetidas no mínimo a cada dois anos a inspeções e
revisões pelo operador da infra-estrutura ferroviária onde a máquina estiver sendo
utilizada.

A Administração ferroviária deverá ser notificada a respeito de qualquer descarrilamento,


colisão, quebra de rodeiros, truques ou aquecimento das caixas de roda para que o
equipamento seja sujeito a uma inspeção por pessoa qualificada.

Peças e componentes da máquina que influenciem na segurança de circulação da


máquina não poderão ser alteradas sem a aprovação prévia do departamento de
homologação competente. Toda e qualquer alteração requer de nova autorização para
circulação.

Todos os trabalhos em chassis de máquinas, freios, rodeiros, caixas de roda, eixos,


taquímetros, instalações para repetição e registro de posicionamento de sinais e
sinalização no posto do maquinista/painéis de controle só poderão ser efetuados por
oficinas licenciadas após autorização do departamento de homologação competente.

Os serviços de manutenção em curso são de responsabilidade do proprietário do


equipamento.

Deverão ser mantidas as diretrizes gerais de funcionamento e segurança BS-02.03


(vide documentação suplementar).
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4 ÂMBITO DA MANUTENÇÃO

A manutenção é de responsabilidade do operador da máquina.


A manutenção engloba todos os componentes da máquina de modo a não influenciarem a
segurança de circulação da mesma – vide acima.
Esta máquina deverá ser submetida continuamente aos trabalhos de conservação e
manutenção ao longo da sua vida útil, em conformidade com o presente Manual de
Manutenção.
A manutenção adequada é de suma importância no que diz respeito à vida útil e
constante disponibilidade da máquina.
Critérios importantes para a manutenção:
- Pessoal de manutenção qualificado
- Qualidade da manutenção
- Observar os intervalos previstos
- Usar os produtos de serviço prescritos/recomendados
- Usar peças sobressalentes originais

A manutenção é realizada em etapas, ou seja, cada intervalo de tempo engloba


automaticamente todos os intervalos precedentes.

EXEMPLO:
Quando os trabalhos de manutenção mensais forem efetuados, deverão ser realizados
também os trabalhos de manutenção semanais e diários.
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5 SEGURANÇA

A manutenção é realizada com a máquina devidamente estacionada e firmada contra rolamento


involuntário.

É terminantemente proibido subir ao telhado da máquina quando esta se encontrar sob catenária
em tensão. Antes do início dos trabalhos de manutenção a catenária deverá estar
comprovadamente desligada e com o seu aterramento devidamente assegurado. Estas medidas
de segurança deverão ser realizadas e fiscalizadas pelo responsável da segurança !

Prestar sempre atenção aos trens que circulam nas vias adjacentes.

Quando imobilizar a máquina em rampas, utilizar sempre os calços de estacionamento.

Se o controle de determinados componentes durante o funcionamento estiver associado a


qualquer tipo de perigo, estes só poderão ser inspecionados com a máquina parada ou após o
término do trabalho.

Antes do início dos serviços de manutenção (salvo raras exceções) deverá ser aplicado o freio de
estacionamento e desligado o motor e a chave geral.

Jamais alterar as regulações das válvulas de segurança.

Verificar antes da desmontagem dos elementos hidráulicos se o equipamento está sem pressão.
A saída de óleo hidráulico sob pressão pode queimar a pele e provocar graves lesões.

Cuidado ao drenar o óleo do motor ou hidráulico quando estes ainda se encontrarem na


temperatura operacional, pois poderão provocar queimaduras.

Assegurar constantemente que ninguém esteja manuseando com chama aberta nas proximidades
da máquina.

Não fumar por ocasião do enchimento dos tanques de combustível ou quando da verificação do
nível de eletrólito das baterias.

Nunca controlar o nível de eletrólito da bateria ou de combustível com qualquer objeto que
produza chama.
Não fumar por ocasião do enchimento dos tanques de combustível ou quando da verificação do
nível de eletrólito das baterias.
Nunca controlar o nível de eletrólito da bateria ou de combustível com qualquer objeto que
produza chama.
Antes de começar quaisquer trabalhos de soldagem (arco elétrico) ter em conta especialmente o
seguinte:
Se a máquina se encontra devidamente frenada (freio de estacionamento, calços de
estacionamento, etc.)
Se o motor foi desligado.
Se a chave geral foi desligada.
Caso exista, se o interruptor do comando do programa foi desligado.
Se a bateria se encontra completamente desligada.
Se o eletrodo-terra afixado à máquina se encontra o mais próximo possível da área de soldagem.

Continuação na próxima página


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Continuação: segurança

O eletrodo-terra jamais deve ser ligado ao trilho.


Nunca ligar o eletrodo-terra a hastes dos êmbolos de cilindros, acumuladores
hidráulicos, bombas hidráulicas, baterias, cabos terra, conexões soltas, tais como
rolamentos ou semelhantes, ou tanques hidráulicos ou de combustíveis.

Não direcionar dispositivos de limpeza ou de lubrificação sob alta pressão a pessoas


ou animais.

Não utilizar líquidos facilmente inflamáveis ou produtos químicos corrosivos na


limpeza da máquina.
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SI-0400-03

Diretrizes de segurança quando dos preparativos para a realização de reparos

No modo de trabalho, o perímetro de perigo da máquina deve ser considerado


área interditada!

Reparos na máquina só podem ser efetuados por pessoal autorizado e tecnicamente


competente. Além disso, NÃO É PERMITIDO pisar na linha vizinha com tráfego.

FAVOR OBSERVAR OS REGULAMENTOS FERROVIÁRIOS LOCAIS

Antes de dar início a possíveis reparos é imprescindível que sejam tomadas as seguintes
medidas de segurança:

• A pressão hidráulica deve ser desativada!

• O sistema pneumático deve ser desativado!

• A máquina deve ser imobilizada para evitar o seu rolamento involuntário (freio
de estacionamento, calços, etc.)!

• O motor deve ser desligado!

• A chave geral de trabalho deverá ser desligada e bloqueada contra religamento


não autorizado.

• A chave geral da bateria deverá ser desligada e bloqueada contra religamento


não autorizado.

• Se a reparação for executada dentro de pavilhões fechados, as baterias


deverão ser desconectadas (máquina sem tensão) e os pólos de ligação
devidamente fixados.

• Além disto, todas as pessoas envolvidas e que tenham acesso à máquina


devem ser avisadas previamente dos reparos a serem realizados.

• Também deverá ser nomeado um especialista competente que detenha a


responsabilidade principal pelos reparos e que efetue a fiscalização sob
observância de todas as medidas de segurança.

• Antes de a máquina ser colocada novamente no modo de Funcionamento, todo


o pessoal da máquina deve ser informado sobre os reparos realizados. A
máquina só poderá ser recolocada no modo de "Funcionamento" por pessoa
especializada, competente e devidamente autorizada para tal.

• No modo de trabalho, a área de trabalho volta a ser área interditada !


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6 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

ATENÇÃO!

É expressamente proibida a utilização de chama aberta ou a


utilização de produtos/materiais facilmente inflamáveis nas
proximidades do veículo!
O abastecimento do tanque diesel somente deverá ser realizado
com o motor desligado e frio.

Medidas de primeiros socorros


• Salvar pessoas
• Chamar o corpo de bombeiros
• Adotar medidas para apagar/controlar o fogo
De acordo com suas possibilidades e capacidades, cada pessoa é obrigada a agir de
forma a evitar atos que provoquem incêndios ou que contribuam para a sua propagação.
Além disso, devem ser tomadas todas as providências que impeçam sua formação ou
alastramento.
Panos sujos de óleo ou de graxa embebidos em solventes devem ser guardados em lugar
seguro à prova de fogo, pois podem se auto-inflamar.
Os componentes a seguir, sobretudo peças sujeitas ao aquecimento, devem ser mantidos
livres de sedimentos para prevenir o surgimento de fogo:

In order to avoid the development of fires, the following parts, especially equipment subject
to the development of heat, must be kept free of deposits.
• Motor/transmissões
• Aquecedores
• Correias
• Fehler! Keine gültige Verknüpfung.
• Gabinetes de controle
• Distribuidores de potência
• etc.

Por este motivo, é importante se familiarizar com antecedência sobre as medidas de


prevenção contra incêndios e o manuseio correto dos extintores.
Consultar o encarregado responsável pela prevenção de incêndios !

Os extintores deverão estar sempre em condições de uso, em locais de livre acesso, ser
inspecionados periodicamente e possuírem etiquetas de vistoria atualizadas.
Controle das datas de validade pelo encarregado de prevenção de incêndios !

Comunicar ao encarregado responsável sempre que os extintores de incêndio forem


usados. Este deverá repô-los imediatamente ou providenciar extintores substitutos até
que os outros tenham sido novamente reabastecidos!
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7 PRIMEIROS SOCORROS

Mantenha permanentemente a caixa de primeiros


socorros limpa, completa e em boas condições de uso.

Para fins de prestação de primeiros socorros e utilização


da caixa consulte o serviço de enfermagem ou o médico
da sua repartição.

Material usado deverá ser reposto imediatamente !

ATENÇÃO

Medicamentos, calmantes e outros tipos de remédios podem provocar sonolência e


diminuir o poder de reação.

Medidas de primeiros socorros:


1. AJUDAR
2. COMUNICAR
3. PROTEGER
4. ADVERTIR

Ao ajudar, observe as medidas de Primeiros Socorros constantes dos extratos da fichas


com os dados de segurança.

QUEIMADURAS
Apagar a pessoa em chamas com água, extintor de incêndio, cobertores ou rolando-a no
chão.
Contato dos olhos com materiais perigosos
Lavar os olhos várias vezes com frasco de borrifar ou garrafa de água e, em seguida,
procurar um médico.
Contato da pele com materiais perigosos
Lavar abundantemente com sabonete sob água corrente e, em seguida, procurar um médico.
Inalação de materiais perigosos
Levar a pessoa afetada para fora (ar fresco) e, em seguida, procurar um médico.
Ingestão
Não provocar vômitos e procurar um médico imediatamente.
Após forte contacto com a roupa
Despir roupa impregnada imediatamente, tomar banho e, em seguida, procurar um
médico.
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8 ANÁLISE DE RISCOS

O resultado de uma manutenção cuidadosa da máquina é que, além de minimizar o


tempo de inatividade forçada da máquina, a segurança de trabalho aumenta, fato que
resulta notadamente na redução de acidentes de trabalho e, conseqüentemente, em
menores danos pessoais.

8.1 GENERALIDADES

Devem ser seguidas as instruções do chefe de projeto ou do maquinista.

• A subida à máquina só é permitida pelas vias de acesso indicadas, devendo estas


estar livres de óleo, graxa, combustível, lixo, neve e gelo.

• Quando a máquina se encontra sob a catenária, a subida a qualquer uma de suas


partes por ocasião dos trabalhos de carregamento, descarregamento e reparos é
estritamente proibida, exceto se a catenária tiver sido desligada previamente pelo
operador da Infra-estrutura Ferroviária segundo as normas de segurança vigentes.

• É proibido passar debaixo da máquina enquanto esta estiver em movimento ou em


operação. PERIGO DE VIDA !

• Pessoas que se encontram nas proximidades da máquina necessitam


obrigatoriamente de protetores de ouvidos.

• Caso ocorram avarias durante a operação do equipamento devem ser acionados os


botões de emergência ou de parada do motor. Da forma como surgiu a avaria deverá
ser decidido qual o modo mais efetivo de resolvê-la.

Reações instintivas para resolver os problemas enquanto a máquina estiver em


operação podem acarretar graves danos físicos e até mesmo levar à morte.

• A retirada de proteções bem como de indicativos de perigo são estritamente


proibidos.

• Ao tocar no cano de escape se corre perigo de sofrer queimaduras.

Além destas, deverão ser cumpridas as normas de segurança vigentes da Administração


Ferroviária, bem como todas as demais regulamentações aplicáveis, conforme a
legislação em vigor.
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8.2 INFORMAÇÃO SOBRE OS RISCOS

Perigos

Nas áreas de perigo mencionadas existe, sobretudo, o perigo de sofrer pancadas,


arrastamento para dentro, beliscamento, entalhamento ou esmagamento, motivo pelo
qual somente pessoal devidamente habilitado deverá trabalhar com e junto da máquina.
Além disso, há a possibilidade de, ao subir na máquina, ocorrer uma descarga elétrica.
Informações a respeito dos perigos, aos quais estão sujeitas terceiras pessoas, é de
responsabilidade do departamento de gerenciamento da obra local (coordenação).
O material informativo e os esquemas são fornecidos ao respectivo contratante, que é o
responsável pela distribuição subseqüente.

8.2.1 Responsabilidades pela implementação

Fornecedor.......................... informa as situações de risco


Operador da Infra-estrutura Ferroviária.... Emissão de instruções técnicas
Fiscalização local de obras................... Emissão de instruções e
coordenação geral junto às várias
pessoas

Os trabalhadores deverão ser instruídos como manusear sem perigo os materiais


perigosos abaixo mencionados, conforme as prescrições fornecidas nas ações de
formação (referência nos extratos das fichas com dados de segurança).

• Materiais que podem provocar fogo e/ou explosão (Dieselcombustível, etc.)


• Produtos de serviço nocivos à saúde (óleos, graxas, etc.)
• Outras substâncias perigosas (Colas, detergentes, etc.)

8.2.2 Equipamentos de proteção

A fim de manter o índice de perigo e suas consequências para a saúde o mais baixo
possível é necessário usar os equipamentos de proteção adequados.
Proteçãoda cabeça ......................... Capacete
Proteçãodos ouvidos....................... Protetores de ouvidos, tampões de ouvidos
Proteçãodas mãos............................. Luvas
Proteçãodos pés............................... Calçado com biqueira de aço
Roupa de advertência........................... Roupa nas cores sinalizadoras e riscas
refletoras
Proteçãodas vias respiratórias....... Máscara de pó

ATENÇÃO:
É absolutamente necessário respeitar as placas indicativas, coberturas, grades de
segurança, cabos de aterramento, etc., afixados na máquina, para proteger a saúde de
pessoas, de bens e do meio ambiente!
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8.3 EXTRATO DAS FICHAS COM DADOS DE SEGURANÇA

Óleo para SHELL SPIRAX G80W-90


engrenagens 91 / 155 / EG para material 43082

Óleo para motor SHELL RIMULA R6 M 10W-40


91 / 155 / EWG

Óleo hidráulico SHELL TELLUS TX 46


91 / 155 / EWG

Graxa lubrificante SHELL ALVANIA GREASE RL2


93 / 112 / EG para material 75202

Das fichas com dados de segurança podem ser obtidas outras informações
relativamente aos seguintes itens:
• Material / indicação da empresa e preparação
• Composição / indicação relativamente aos componentes
• Possíveis riscos
• Medidas de combate ao incêndio
• Medidas quando da emanação involuntária
• Manuseio e armazenamento
• Propriedades físicas e químicas
• Estabilidade e reatividade
• Dados toxicológicos
• Dados ecológicos
• Informações relativamente ao descarte
• Informações relativamente ao transporte
• Prescrições
• Outras informações
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8.3.1 SHELL SPIRAX G 80W-90

Possíveis riscos
Descrição dos riscos :
O contato prolongado e repetido com a pele pode ocasionar dermatite. Segundo as
diretrizes da CE / Regulamentação de substâncias perigosas, o produto não é
considerado perigoso. Porém há no mínimo uma substância contida no produto que pode
ser classificada de sensibilizadora, em uma concentração de no mínimo 0,1%. Esta pode
gerar reações alérgicas.
Riscos de segurança :
Evitar a formação de névoas de óleo.

Perigos para o meio ambiente :


Não permitir a dispersão descontrolada do produto no meio ambiente. Não é
completamente biodegradável.

Medidas de Primeiros
após inalação :
Levar a pessoa afetada para um lugar com ar fresco e acalmá-la. Procurar auxílio médico.
após contato com a pele :
Despir a roupa contaminada e lavar as áreas da pele afetada com água e sabão.
Se o material penetrou na pele sob ação de alta pressão chamar imediatamente um
médico.
após contato com os olhos :
Enxaguar imediatamente as pálpebras esticadas por 15 minutos sob água corrente e
consultar um médico.
após engolir :
Não provocar vômito. Procurar imediatamente um médico.
Informação para o médico :
Tratamento sintomático.

Medidas de combate a incêndios


Materiais extintores adequados :
Espuma, pó, dióxido de carbono, areia ou terra.

Materiais extintores inadequados por motivos de segurança :


Não usar jato de água forte.

Riscos especiais devido ao material ou produtos inflamáveis :


Sob condições de incêndio descontrolado formam-se misturas complexas de
gases-aerossol que podem conter monóxido de carbono, óxido de nitrogênio, fuligem,
dióxido de sulfato e ligações orgânicas.

Equipamentos especiais quando do combate ao incêndio:


Nenhum.
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Limite de exposição e equipamentos de Proteção pessoal

Componentes com valores-limites a serem controlados, relacionados ao local de


trabalho
O produto não possui componentes com valores-limites a serem controlados,
relacionados ao local de trabalho.

Equipamentos de Proteção pessoal

Proteção respiratória
Não é necessária sob condições normais..
Quando da formação de névoa de óleo usar máscara de Proteção com filtro de partículas
e vapores orgânicos.

Proteção das mãos


Luvas de proteção de PVC ou de látex/nitrol na medida em que forem permitidas do ponto
de vista da segurança técnica. As características das luvas de proteção são determinadas
pelas condições reinantes na prática (p.ex. uso múltiplo, esforço mecânico, condições de
temperatura, âmbito e duração da exposição esperada). Recomenda-se ao usuário
proceder a testes de adequação antes de escolher o tipo de luva de proteção.

Proteção dos olhos


Usar óculos de proteção caso haja risco de respingos.

Proteção do corpo
Evitar o contato com a pele. Usar macacão como roupa de proteção.

Medidas gerais de proteção e higiene


Não levar consigo na roupa (bolsos) panos/trapos de limpeza embebidos em produtos.
Durante o trabalho, não comer, beber, fumar.
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8.3.2 SHELL RIMULA R6 LM 10W-40

Possíveis riscos
Riscos de saúde para o homem
Não há maiores riscos de saúde quando usado sob condições de uso normais. O contato
epetido com a pele pode levar ao ressecamento da pele ou pele rachada. Óleo velho
pode conter impurezas nocivas.
Riscos de segurança
Não é classificado como sendo inflamável, porém pode queimar. Evitar a formação de
névoas de óleo.
Perigos para o meio ambiente
Não é classificado como sendo nocivo ao meio ambiente.

Medidas de Primeiros Socorros


Quando usado de acordo com o seu destino autorizado não há perigos iminentes
conhecidos.
após inalação :
No caso da pessoa sentir vertigens ou ânsia de vômito, levá-la para um lugar de ar fresco.
Se os sintomas perdurarem, procurar auxílio médico.
após contato com a pele :
Despir a roupa contaminada e lavar as áreas da pele afetada com água e sabão. Se a
irritação perdurar, procurar auxílio médico.
Se o material penetrou na pele sob ação de alta pressão chamar imediatamente um
médico e ir ao hospital. Não esperar pelo surgimento de sintomas.
após contato com os olhos :
Enxaguar os olhos com muita água. Se a irritação persistir procurar auxílio médico.
após engolir :
Lavar a boca com água e procurar auxílio médico. Não provocar vômito.
Informação para o médico :
Tratamento sintomático. A inalação pode provocar uma pneumonia química. O contato
prolongado e repetido com a pele pode ocasionar dermatite. Lesões decorrentes de
injeção por alta pressão demandam imediatamente de intervenção cirúrgica e,
eventualmente, uma terapia com esteróides para minimizar lesões do tecido e falhas de
função.

Medidas de combate a incêndios


Perigos especiais:
No caso de calor extremo pode haver queimas/segregação por calor. Neste caso podem
se formar misturas complexas de partículas sólidas, líquidas e gasosas, inclusive
monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e outras ligações orgânicas e anorgânicas não
definíveis.
Materiais extintores adequados:
Espuma e pó extintor de incêndio. Usar dióxido de carbono, areia ou terra somente para
incêndios pequenos.
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Produtos extintores inadequados por motivos de segurança:


Fortes jatos de água. Por motivos de proteção ambiental evitar o uso de extintores
Halon..
Equipamentos especiais quando do combate ao incêndio:
proteção respiratória no caso de forte desenvolvimento de fumaça ou vapor. Se
necessário, usar máscara de ar independente do ar ambiente em recintos fechados.

Limite de exposição e equipamento de proteção pessoal

Valores-limite de exposição
Não foram estabelecidos valores-limite de exposição.
Limite de exposição e controle
Não aplicável.
Proteção respiratória
proteção respiratória em caso de névoas de óleo.
Proteção das mãos
Luvas de proteção de PVC ou de látex/nitrol na medida em que forem permitidas do ponto
de vista da segurança técnica. As características das luvas de proteção são determinadas
pelas condições reinantes na prática (p.ex. uso múltiplo, esforço mecânico, condições de
temperatura, âmbito e duração da exposição esperada). Recomenda-se ao usuário
proceder a testes de adequação antes de escolher o tipo de luva de proteção.
Proteção dos olhos
Óculos de proteção ou máscara de proteção facial.
Proteção do corpo
Reduzir todas as formas de contacto com a pele. Usar macacões. Trocar e lavar
regularmente a roupa de trabalho.
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8.3.3 SHELL TELLUS TX 46

Possíveis riscos
Descrição dos riscos :
O contato prolongado e repetido com a pele pode ocasionar dermatite. Quando usado
para os fins a que se destina não há maiores riscos de saúde.
Riscos de segurança :
Evitar a formação de névoas de óleo.

Perigos para o meio ambiente :


Não permitir a dispersão descontrolada do produto no meio ambiente. Não é
completamente biodegradável.

Medidas de Primeiros Socorros


após inalação :
Take the person concerned into fresh air and rest quietly. Obtain medical advice.
após contato com a pele :
Despir a roupa contaminada e lavar as áreas da pele afetada com água e sabão. Se o
material entrou na pele sob ação de alta pressão chamar imediatamente um médico.
após contato com os olhos :
Enxaguar imediatamente as pálpebras esticadas por 15 minutos sob água corrente e
consultar um médico.
após engolir :
Não provocar vômito. Procurar imediatamente um médico.
Informação para o médico :
Tratamento sintomático.

Medidas de combate a incêndios


Materiais extintores adequados :
Espuma, pó, dióxido de carbono, areia ou terra.
Materiais extintores inadequados por motivos de segurança :
Não usar jato de água forte.
Riscos especiais devido ao material ou produtos inflamáveis :
Sob condições de incêndio descontrolado formam-se misturas complexas de gases-
aerossol que podem conter monóxido de carbono, óxido de nitrogênio, fuligem, dióxido de
sulfato e ligações orgânicas.
Equipamentos especiais quando do combate ao incêndio :
Nenhum.
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Limite de exposição e equipamentos de proteção pessoal

Componentes com valores-limites a serem controlados, relacionados ao local de


trabalho
O produto não possui componentes com valores-limites a serem controlados,
relacionados ao local de trabalho.

Equipamentos de proteção pessoal

Proteção respiratória
Não é necessária sob condições normais..
Quando da formação de névoa de óleo usar máscara de proteção com filtro de partículas
e vapores orgânicos.

Proteção das mãos


Luvas de proteção de PVC ou de látex/nitrol na medida em que forem permitidas do ponto
de vista da segurança técnica. As características das luvas de proteção são determinadas
pelas condições reinantes na prática (p.ex. uso múltiplo, esforço mecânico, condições de
temperatura, âmbito e duração da exposição esperada). Recomenda-se ao usuário
proceder a testes de adequação antes de escolher o tipo de luva de proteção .

Proteção dos olhos


Usar óculos de proteção caso haja risco de respingos.

Proteção do corpo
Evitar o contato com a pele. Usar macacão como roupa de proteção.

Medidas gerais de proteção e higiene


Não levar consigo na roupa (bolsos) panos/trapos de limpeza embebidos em produtos.
Durante o trabalho, não comer, beber, fumar.
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8.3.4 SHELL ALAVANIA RL 2

Possíveis riscos
Descrição dos riscos :
O contato prolongado e repetido com a pele pode ocasionar dermatite. Quando usado
para os fins a que se destina não há maiores riscos de saúde.
Riscos de segurança :
Evitar a formação de névoas de óleo.

Perigos para o meio ambiente :


Não permitir a dispersão descontrolada do produto no meio ambiente. Não é
completamente biodegradável.

Medidas de Primeiros Socorros


após inalação :
Take the person concerned into fresh air and rest quietly. Obtain medical advice.
após contato com a pele :
Despir a roupa contaminada e lavar as áreas da pele afetada com água e sabão. Se o
material entrou na pele sob ação de alta pressão chamar imediatamente um médico.
após contato com os olhos :
Enxaguar imediatamente as pálpebras esticadas por 15 minutos sob água corrente e
consultar um médico.
após engolir :
Não provocar vômito. Procurar imediatamente um médico.
Informação para o médico :
Tratamento sintomático.

Medidas de combate a incêndios


Materiais extintores adequados :
Espuma, pó, dióxido de carbono, areia ou terra.
Materiais extintores inadequados por motivos de segurança :
Não usar jato de água forte.
Riscos especiais devido ao material ou produtos inflamáveis :
Sob condições de incêndio descontrolado formam-se misturas complexas de gases-
aerossol que podem conter monóxido de carbono, óxido de nitrogênio, fuligem, dióxido de
sulfato e ligações orgânicas.
Equipamentos especiais quando do combate ao incêndio :
Nenhum.
32 WS 5285

Limite de exposição e equipamentos de proteção pessoal


Componentes com valores-limites a serem controlados, relacionados ao local de
trabalho
O produto não possui componentes com valores-limites a serem controlados,
relacionados ao local de trabalho.

Equipamentos de proteção pessoal

Proteção respiratória
Não é necessária sob condições normais.

Proteção das mãos


Luvas de proteção de PVC ou de látex/nitrol na medida em que forem permitidas do
ponto de vista da segurança técnica.

Proteção dos olhos


Usar óculos de proteção caso haja risco de respingos.

proteção do corpo
Evitar o contato com a pele. Usar macacão como roupa de proteção.

Medidas gerais de proteção e higiene


Não levar consigo na roupa (bolsos) panos/trapos de limpeza embebidos em produtos.
Durante o trabalho, não comer, beber, fumar.
WS 5285 33

9 INSTRUÇÕES DE USO DAS BATERIAS DO MOTOR DE


PARTIDA

Armazenagem e Transporte

Baterias do motor de partida vazias não necessitam de manutenção. Armazenar em


local seco e frio (livre de geadas). As baterias de partida cheias deverão ser
recarregadas o mais tardar quando a densidade do eletrólito for abaixo de 1,21 kg/l
(1,18 kg/l quando a densidade do eletrólito for de 1,23 kg/l ).
Baterias cheias devem ser armazenadas e transportadas em posição vertical, pois o
eletrólito pode derramar. Por ocasião do transporte acondicioná-las de modo a evitar
o seu tombamento.

Colocação em Funcionamento

Baterias de partida carregadas, porém vazias, estarão prontas para funcionar assim
que forem enchidas com eletrólito para baterias. Ao enchê-las a temperatura da
bateria e do eletrólito deverão ser, no mínimo, de 10°C. Retirar a tampa. Encher as
diversas células da bateria com ácido sulfúrico, conforme VDE 0510, na concentração
de 1,28 kg/l (em países tropicais 1,23 kg/l), no máximo até à marca do nível de
eletrólito, ou seja, 15 mm acima da borda superior das placas.

Deixar a bateria descansar por 15 minutos, tombá-la ligeiramente e completar com


eletrólito caso necessário. Aparafusar ou comprimir bem a tampa. Limpar respingos
do ácido.
Baterias fornecidas cheias estão prontas para uso.

INFORMAÇÃO:
Se a bateria tiver pouca força para dar partida em virtude de baixa temperatura ou
condições de armazenagem inadequadas, ela deve ser recarregada.

Montagem no Veículo

Antes da desmontagem e montagem da bateria desligar o motor e todos os


consumidores de energia. Evitar curtos-circuitos ocasionados por ferramentas.

Quando da desmontagem desconectar primeiro o pólo negativo ( - ) e depois


o positivo ( + ). Antes da montagem da bateria limpar o local.

Fixar bem a bateria.

Limpar bem os terminais e os bornes da bateria e untar levemente com graxa livre de
ácidos.

Quando da montagem ligar primeiro o pólo positivo ( + ) e, em seguida, o negativo ( - ).


Verificar se os bornes e terminais estão bem fixos.
34 WS 5285

Carregar fora do veículo

Antes de carregar verificar o nível do eletrólito e, caso necessário, encher com água
dessalinizada ou destilada até à marca máxima do nível de ácido, ou seja, 15 mm acima
da borda superior das placas.
A bateria deve ser desmontada antes de ser recarregada, de forma a evitar danos ao
equipamento.

Atenção: Seguir instruções do fabricante do veículo concernente o desligamento.


Baterias só podem ser recarregadas com a mesma corrente. Pólo positivo (
+ ) da bateria com o positivo ( + ) do aparelho de carregar baterias e o pólo
negativo ( - ) da bateria com o negativo ( - ) do carregador de baterias.

Ligar o aparelho de carregar somente após a ligação à bateria. No fim da


recarga desligar primeiro o carregador de baterias.

Como corrente de carregamento é sugerido um décimo da capacidade.


(p. ex.: 44 Ah : 10 = 4,4 A de corrente de carga).

A temperatura do ácido não deve ultrapassar os 55°C quando a bateria


estiver sendo carregada. Se esta temperatura for ultrapassada interromper o
carregamento.

O carregamento estará terminado quando a corrente estiver a 0 (zero) ou


não houver mais passagem ou o aparelho automático de carga desligar.

Providenciar para que haja boa ventilação no local de carga.

Atenção : Durante a carga forma-se gás detonante altamente explosivo! Fogo,


centelhas, lanternas de incandescência e fumar é estritamente proibido !

Manutenção

Para que seja obtida uma longa vida útil da bateria, são as seguintes as instruções a serem
seguidas: Manter a superfície da bateria limpa e seca.

Verificar regularmente o nível do eletrólito. Caso necessário completar com água


dessalinizada ou destilada. Jamais encher com ácido. Em caso de alta perda de água
providenciar para que um especialista verifique a tensão do regulador.
Não utilizar os assim chamados produtos de melhora. O nível de carga pode ser
averiguado mediante medição da densidade do ácido.

A bateria deve ser recarregada quando a densidade do ácido estiver abaixo de 1,21 kg/l
(ou 1,18 kg/l para acidez de 1,23 kg/l ). Com esta densidade a bateria estará até – 15 °C
protegida contra congelamento (e com 1,28 kg/l até – 70 °C).
WS 5285 35

Auxílio de partida

Devido à eletrônica sensível do veículo o auxílio de partida somente deve ser dado com um
“startbooster” (reforço de ignição).
O auxílio de partida no carro pode levar a picos de tensão e provocar sérios prejuízos à
eletrônica do veículo ou até mesmo destruí-la.
Por isso, quando forem usados cabos de carga de bateria seguir as seguintes instruções:
Por ocasião do auxilio de partida com cabos aconselha-se a usar cabos padronizados
( p. ex.: DIN 72 553 ).
Seguir as instruções para uso dos cabos.
Só usar baterias com o mesmo valor nominal.

Ligar os cabos: ambos os motores dos veículos devem estar desligados !


Primeiro ligar os dois pólos positivos 1 e 2, em seguida ligar o pólo negativo 3 do veículo
doador a um lugar metálico liso do veículo 4 que precisa de ajuda fora da bateria. (Seguir
instruções do fabricante do veículo)

1 2

+ +
Baterias do
veículo - - Baterias do
doador veículo receptor
2 x 12V 2 x 12V
+ +
- -

3 4

Dar partida no veículo receptor por no máx. 15 segundos, enquanto isso, não acionar o
partida no veículo doador.
Desligar : Separar os cabos na ordem inversa.

Colocar a bateria fora de serviço:

Carregar a bateria e armazená-la em lugar fresco.


Caso a bateria permaneça no veículo, retirar o terminal ( - ).
Verificar regularmente o estado de carga da bateria.
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WS 5285 37

10 MANUTENÇÃO

O manual de manutenção da máquina está subdividido em:


Atividades (Trabalhos de Manutenção) - Capítulo 11 e Intervalos - Capítulo 13.

Somente o cumprimento destes dois critérios indica a atividade correta no momento


correto. Vide Plano de Manutenção – Resumo - Capítulo 14.

Os Serviços de Manutenção subdividem-se como segue:

- Limpeza - Capítulo 11.1


- Controle visual - Capítulo 11.2
- Reabastecimento dos produtos de serviço - Capítulo 11.3
- Lubrificação - Capítulo 11.4
- Substituição dos produtos de serviço - Capítulo 11.5

Se, durante a manutenção, forem encontrados defeitos em componentes da máquina que


influenciem a segurança de circulação, o status da Atividade passa automaticamente ao
da Inspecção e, caso necessário, ao da Reparação.

EXEMPLO:
- Num controle ampliado visual são encontradas fissuras nas rodas.
- Como a anormalidade foi descoberta num componente da máquina que é relevante para
a segurança de circulação, o status passa a ser um status de inspeção.
- A inspeção, entretanto, só pode ser realizada por oficinas autorizadas que tenham sido
credenciadas pelos organismos competentes a efetuar este tipo de trabalhos
- Se durante a inspeção for constatado que o número e tamanho de fissuras excedem os
valores admissíveis, as peças em questão deverão ser substituídas.
- Assim, passa-se automaticamente para o status da reparação / substituição.
- A oficina acima mencionada efetuará a reparação.

As manutenções devem ser registradas no livro de serviço da máquina.


Estes registros devem documentar todo o tipo de trabalhos de manutenção (quem fez
quando, o que, onde e por quê).

Ao pretender estacionar a máquina por um período superior a 6 meses deverão ser


tomadas as medidas de conservação usuais à situação.
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11 TRABALHOS DE MANUTENÇÃO

11.1 LIMPEZA

- Se a máquina estiver suja a ponto de não permitir a realização de uma manutenção


correta, esta deverá ser limpa antes do início dos trabalhos.

- Para algumas partes está prescrita uma limpeza periódica.

- A limpeza é a melhor condição de se efetuar um controle visual no respectivo


componente.

- Especialmente importante é a limpeza a tempo do radiador!

- Não usar equipamentos de limpeza sob alta pressão em vedações ou coberturas finas.

- Não utilize para limpeza líquidos facilmente inflamáveis, nem produtos químicos
cáusticos.

- A parte de baixo da máquina deverá ser limpa periodicamente, no mínimo, porém, uma
vez por ano
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11.2 CONTROLE VISUAL

Controle visual simples Capítulo 11.2.1


Controle visual ampliado Capítulo 11.2.2
Controle visual imediato Capítulo 11.2.3

• Elementos básicos de um controle visual

Máquinas, unidades de trabalho, etc. que se movimentam, circulam e trabalham estão


sujeitos a um desgaste natural.
Um desgaste que passa despercebido leva mais cedo ou mais tarde a avarias
consideráveis na máquina, os quais podem ocasionar gastos e tempos de inatividade
desnecessários que poderiam ter sido evitados.

• O controle visual é um fator geralmente desprezado na manutenção.

O sentido de um controle visual é a verificação de alterações que podem ser


perigosas, bem como para detectar desgastes e irregularidades evidentes o mais
cedo possível, de modo a permitir que possam ser tomadas as devidas
providências a tempo.
Para um controle visual eficaz é necessário um determinado grau de experiência e de
responsabilidade.

• Alterações perigosas são por exemplo:


(a lista não reivindica ser completa)

- Desgaste maciço e/ou irregular


- Deformação pelo uso de força
- Áreas de atrito com desgaste de material
- Porosidade
- Permeabilidade/vazamentos
- Formação de fissuras/fendas
- Cortes em lugares críticos
- Quebra de componentes
- Corrosão
- Peças mal aparafusadas
- Elementos de segurança soltos
- Elementos perdidos
- Mudança de cor em decorrência de altas temperaturas
- Más condições gerais
(Radiador sujo, níveis de produtos de serviço abaixo do requerido,
etc.

ATENÇÃO: É natural e certo que o resultado de um controle visual possa vir a exigir a
adoção de providências!
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11.2.1 CONTROLE VISUAL SIMPLES

Via de regra, o controle visual simples é efetuado antes da entrada em operação e após
terminado o serviço.

Recomenda-se fazer o controle visual antes da primeira entrada em funcionamento do dia


ou após longo período de inatividade, começando a observar, a principio, já de longe o
estado geral e possíveis irregularidades da máquina.

EXEMPLO: Pára-brisas quebrados, peças entortadas, etc. levam à conclusão de que


houve emprego de violência, o que faz com que seja imprescindível uma
inspeção mais detalhada.

Os componentes devem ser inspecionados visualmente conforme a sua natureza no que


diz respeito a alterações que possam provocar situações perigosas, tais como formação
de fissuras/fendas, deformações, rupturas, corrosão, alteração de cor devido a altas
temperaturas, vazamentos, estado geral, assim como o estado aparafusado dos fusíveis.
O controle visual simples é idêntico ao controle visual ampliado, diferenciando-se apenas
por limitar-se às zonas externamente visíveis.

11.2.2 CONTROLE VISUAL AMPLIADO

Um controle visual ampliado é realizado uma vez por mês a partir da fossa de
montagem.pit.

Um controle visual ampliado também é obrigatório antes da entrada em funcionamento


quando:

- As condições de funcionamento da máquina são desconhecidas


- A máquina tiver estado parada por um longo período
- Se uma equipe nova ou pouco experiente for colocar a máquina em funcionamento.

11.2.3 CONTROLE VISUAL IMEDIATO

Irregularidades durante o funcionamento (ruído anormal, fumaça, fogo, vazamento


inesperado de fluídos, mudança de cor ocasionada por calor, cheiro a peças quentes,
etc.) tornam necessário o controle visual imediato.

Peças estruturais perdidas são um indício de alterações que podem provocar uma
situação de perigo que deve ser levado a sério e que exige uma inspeção minuciosa e
imediata da causa.
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11.3 REABASTECIMENTO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO

Os controles dos produtos de serviço devem ser efetuados com o veículo em posição
horizontal (sem superelevação, sem inclinação).

Antes da desmontagem dos elementos hidráulicos, verificar se o sistema está


despressurizado. Óleo hidráulico que escapa sob pressão pode penetrar na pele e causar
graves lesões.

A drenagem do óleo do motor ou hidráulico à temperatura operacional poderá provocar


queimaduras.

Assegurar sempre que ninguém manuseie com chama aberta nas proximidades ou dentro
da máquina.

Não fume ao abastecer os tanques de combustível ou ao verificar o eletrólito das baterias.

Jamais verifique o nível de eletrólito da bateria ou de combustível sob luz inflamável


(isqueiro).

Ao efetuar a troca de produtos de serviço (óleo hidráulico, óleo de motor, etc.) estes
devem ser coletados e descartados convenientemente.

Não permitir que os produtos de serviço penetrem no solo.


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11.4 LUBRIFICAÇÃO

Antes de efetuar a lubrificação com graxa ou óleo remover toda e qualquer sujeira, graxa
ou óleo incrustados. A seguir, lubrificar o componente em questão novamente com óleo
ou graxa.

Todos os carros de medição e carros de tensionamento deverão ser lubrificados com óleo
ou graxa em conformidade com os intervalos de manutenção prescritos.

Além disso, todos os mancais dos cilindros hidráulicos e pneumáticos (mesmo que estes
não estejam mencionados na lista de manutenção) devem ser submetidos a uma
inspeção visual a cada 50 horas de trabalho e lubrificados, quando necessário.

Todas as peças móveis não mencionadas nas instruções de manutenção, tais como
hastes de pistão, fixações dos cilindros, buchas guia, fusos, superfícies de deslize, etc.
devem ser lubrificadas com óleo ou graxa (Shell Alvania Grease RL2) a cada 50 horas de
trabalho.

Para lubrificar não devem ser utilizadas bombas de graxa que gerem uma pressão acima
de 15 bar !!
Tanto a graxa como a respectiva bomba deverão estar livres de sujeira e corpos
estranhos.
Limpar os copos/pontos de lubrificação dos mancais antes e depois da lubrificação.
A lubrificação deverá ser efetuada até que a graxa limpa escorra uniformemente dos
pontos de lubrificação dos mancais.
Remover a graxa excedente ao final da operação.
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11.5 TROCA DOS PRODUTOS DE SERVIÇO

Filtro: Motor: Filtro de óleo: Após 250 horas de trabalho.


(a cada troca de óleo)

Filtro de combustível Após 500 horas de trabalho

Filtro de ar Favor consultar o manual de


operação do motor

Tanque hidráulico: Filtro de sucção Substituir conforme o indicador de


contaminação no vacuômetro, no mínimo,
porém, a cada 250 ou 500 horas
operacionais do motor.

Filtro de retorno Renovar o elemento filtrante a cada 500


horas operacionais do motor.

Ar comprimido: Desumidificador Trocar o elemento filtrante a cada 500


horas operacionais do motor.

Filtro: Primeira troca dos filtros de combustível após 100 horas operacionais no
máximo. Em seguida, observar os intervalos prescritos no plano de
manutenção.

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


catálogo de sobressalentes.
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Óleos: A primeira troca de todos os óleos para motor e engrenagens deverá ocorrer
após um máximo de 100 horas operacionais, em seguida, observar os intervalos
prescritos no plano de manutenção.

Sapatas de freio

Prestar atenção à diminuição da capacidade


de frenagem após a substituição das sapatas
de freio quando estas não tiverem sido
trabalhadas ou ainda não amaciadas.
Por este motivo, não trocar todas as sapatas
de freio de uma vez. (p.ex. em duas etapas).
46 WS 5285
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12 PICTOGRAMAS

Controle visual

Reabastecimento de fluídos (fluído refrigerante,


etc.)

Soltar e apertar os parafusos

Reabastecer com óleo de máquina

Reabastecer combustível

Lubrificar / Untar com graxa

Limpar

Lubrificar com óleo

Lubrificar / Untar com graxa


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13 INTERVALOS

São os seguintes os intervalos aplicados nos serviços de manutenção:

- Entre intervalos, periodicamente Capítulo 17


- após 10 horas de serviço ou diariamente Capítulo 18
- após 50 horas de serviço ou semanalmente Capítulo 19
- após 100 horas de serviço ou mensalmente Capítulo 20
- após 250 horas de serviço ou semestralmente Capítulo 21
- após 500 horas de serviço ou semestralmente Capítulo 22
- após 1000 horas de serviço ou anualmente Capítulo 23

A manutenção é realizada em etapas, ou seja, cada intervalo de tempo engloba


automaticamente todos os intervalos precedentes.

EXEMPLO: No caso de trabalhos de manutenção mensais também deverão ser


realizados todos os trabalhos de manutenção semanais e diários.
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14 PLANO GERAL DOS TRABALHOS DE MANUTENÇÃO

17. ENTRE INTERVALOS, PERIODICAMENTE


DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA.....………..…………………………………………………………………….61
FREIOS …………………………………………………………………………..……………………………62
RADIADOR…………………………………………………………………………………………………………… 62

18. APÓS 10 HORAS OPERACIONAIS OU DIARIAMENTE

CONTROLE VISUAL SIMPLES

VERIFICAÇÃO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO:

MOTOR CATERPILLAR - CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO ........................................................................65


FLUÍDO REFRIGERANTE DO MOTOR – CONTROLE DO NÍVEL DE FLUÍDO............................................66
CONTROLAR O NÍVEL DE COMBUSTÍVEL DO MOTOR DIESEL................................................................66
Manter o tanque diesel cheio na medida do possível para evitar a formação de água de condensação. ......66
TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO ........................................................................67
TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO FILTRO.......................................................................................67
FILTRO DE AR DO MOTOR – VERIFICAR / LIMPAR ....................................................................................68
TROCA DO FILTRO DIESEL RACOR / SEPARADOR DE ÁGUA..................................................................69
DRENAR TODOS OS RESERVATÓRIOS DE AR COMPRIMIDO .................................................................70
CORREIA TRANSPORTADORA .....................................................................................................................70
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19. APÓS 50 HORAS OPERACIONAIS OU SEMANALMENTE


CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO – CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO ................................................. 73
CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO – LUBRIFICAR TODOS OS REPELENTES DE SUJEIRA................ 73
CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS – CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO............................................. 74
LUBRIFICADOR PNEUMÁTICO – CONTROLE DO NÍVEL DE GRAXA ....................................................... 75
DRENAR TODOS OS COPOS COLETORES DE ÁGUA............................................................................... 75
TENSÃO DA CORREIA TRAPEZOIDAL ........................................................................................................ 76
ARADO LATERAL ........................................................................................................................................... 77
Pinos de cilindro - lubrificar.............................................................................................................................. 77
Pinos do braço do arado – lubrificar................................................................................................................ 77
Guia do arado – lubrificar ................................................................................................................................ 77
ARADO CENTRAL .......................................................................................................................................... 78
Acoplamento do arado – lubrificar................................................................................................................... 78
MONTAGEM DO DISPOSITIVO DE VASSOURA .......................................................................................... 79
Colunas de guia - lubrificar .............................................................................................................................. 79
Mancais do tambor da correia transportadora - lubrificar................................................................................ 79
Parafuso de ajuste da corrente - verificar........................................................................................................ 80
Corrente de acionamento – lubrificar .............................................................................................................. 80
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20. APÓS 100 HORAS OPERACIONAIS OU MENSALMENTE


CONTROLE VISUAL AMPLIADO ....................................................................................................................83
APOIO DO CONVERSOR DE TORQUE .........................................................................................................83
EIXOS CARDÃ – LUBRIFICAR .......................................................................................................................83
CONTROLE DAS LONAS DE FREIO E DA FOLGA DAS SAPATAS DE FREIO...........................................84

21. APÓS 250 HORAS OPERACIONAIS OU SEMESTRALMENTE


MOTOR CATERPILLAR - TROCA DE ÓLEO .................................................................................................87
MANCAIS DAS ALAVANCAS E TIMONERIA DE FREIO - CONTROLAR E LUBRIFICAR ...........................88
ESTADO DA BATERIA E DOS TERMINAIS DOS CABOS.............................................................................88
MONTAGEM DO DISPOSITIVO DE VASSOURA...........................................................................................89
Dispositivo de ajuste da vassoura....................................................................................................................89
Correia transportadora transversal - dispositivo de tensionamento.................................................................89

22. APÓS 500 HORAS OPERACIONAIS OU SEMESTRALMENTE


CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO – TROCAR O ÓLEO ...........................................................................93
CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS – TROCAR O ÓLEO ......................................................................94
TROCAR O FILTRO DIESEL RACOR / SEPARADOR DE ÁGUA..................................................................95
SECADOR DE AR – TROCAR OS CARTUCHOS DE FILTRO E DE GRANULADO .....................................96
FILTRO TRABOLD – TROCAR .......................................................................................................................96
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23. APÓS 1000 HORAS OPERACIONAIS OU ANUALMENTE


CONTROLE DA VISCOSIDADE DO ÓLEO HIDRÁULICO ............................................................................ 99
MANCAIS DE EIXO....................................................................................................................................... 100
REAPERTAR OS PARAFUSOS ................................................................................................................... 100
EXTINTOR DE INCÊNDIO ............................................................................................................................ 100
CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS........................................................................................................... 100

24. APÊNDICE
INFORMAÇÃO DE SERVIÇO – S-110506_B
INFORMAÇÃO DE SERVIÇO – Troca dos filtros de sução hidráulicos
INFORMAÇÃO DE SERVIÇO – S-37
INFORMAÇÃO DE SERVIÇO – S-43d
INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA – SI-0300-01
INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA – SI-0400-03
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Entre intervalos - periodicamente:


Em dependência das condições operacionais ou ambientais, simultaneamente cumprindo
os critérios de seqüência.

Diariamente:
O mais tardar após 10 horas de trabalho ou diariamente antes da entrada em
funcionamento, dependendo do que ocorrer primeiro.

Semanalmente:
O mais tardar após 50 horas de trabalho ou semanalmente antes da entrada em
funcionamento, dependendo do que ocorrer primeiro.

Mensalmente:
O mais tardar após 100 horas de trabalho ou mensalmente antes da entrada em
funcionamento, dependendo do que ocorrer primeiro.

Semestralmente:
O mais tardar após 250 ou 500 horas de trabalho ou semestralmente antes da entrada em
funcionamento (instruções precisas vide capítulo de manutenção – semestral),
dependendo do que ocorrer primeiro.

Anualmente:
O mais tardar, após 1000 horas de trabalho ou anualmente antes da entrada em
funcionamento, ou o evento que primeiro ocorrer.
56 WS 5285
WS 5285 57

15 VISTA DE CONJUNTO DA MÁQUINA

1. Montagem do dispostivo de vassoura


2. Correia transportadora transversal
3. Eixo 2
4. Arado lateral
5. Arado central
6. Tanque hidráulico
7. Tanque diesel
58 WS 5285

15.1 Garantia para motores Caterpillar

Mundilmente, a primeira colocação em funcionamento do motor Caterpillar é realizada


pelo representante ou concessionária local da Caterpillar nas instalações do cliente ou na
companhia operadora.

O inicio do período de garantia do motor inicia a partir desta data de colocação em


funcionamento inicial e não a data da primeira colocação em operação pela Plasser &
Theurer em Linz.
WS 5285 59

16 PRODUTOS DE SERVIÇO FORNECIDOS DE FÁBRICA

Óleo para motor Rimula R6LM 10W-40 (Shell) 32,5 litros


Fluído refrigerante do motor Glycoshell/água 35/35 litros
Transmissão do eixo – eixo 1, 2 Spirax G80W-90 (Shell) 6.5 litros
Caixa distribuidora das bombas Spirax G80W-90 (Shell) 3.5 litres
Óleo hidráulico Tellus Oil TX46 (Shell) apr. 850 litros
Lubrificador pneumático Tellus Oil TX46 (Shell) 0.25 litros
Graxa Alvania Grease RL2 (Shell)

As quantidades dos produtos de serviço mencionados são as indicadas pelo fabricante.


As quantidades a serem observadas integralmente são as que estão marcadas na vareta
de medição de óleo, nos vidros de inspeção, visores de nível de óleo, marcas de nível,...

Nota Importante:
A descrição dos óleos só é válida por ocasião do fornecimento da máquina. As
empresas fornecedoras de óleo alteram rapidamente a referência dos mesmos!
Além disso, os mesmos produtos costumam existir em outros países sob nomes
diferentes.
Caso os óleos acima discriminados não estejam (mais) disponíveis no mercado
é necessário assegurar, ao substituí-los, que estejam compatíveis entre si e
solicitar ao fabricante que confirme a especificação dos mesmos. Aqui, no
entanto, ressalvamos que a mistura de diferentes óleos pode levar a
incompatibilidades e conseqüentemente a danos. Especialmente a substituição
de óleos minerais por óleos sintéticos pode ocasionar vazamentos.
O mesmo é válido no caso de inexistirem no país os óleos mencionados ou se o
cliente deseja outro tipo de óleos.
Os Serviços de Atendimento ao Cliente das empresas fornecedoras de óleos e
graxas lubrificantes fornecem as informações especiais a respeito!

Durante o período de garantia é obrigatório o uso dos óleos especificados nos produtos
de serviço fornecidos pela fábrica! Caso contrário, haverá perda da garantia!
60 WS 5285

QUALIDADE DO COMBUSTÍVEL – MOTOR CATERPILLAR

Favor consultar o manual de operação do motor!


WS 5285 61

17 ENTRE INTERVALOS – PERIÓDICO

Em dependência das condições externas e dos critérios de seqüência.

17.1 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA

Os dispositivos de segurança deverão ser inspecionados em intervalos periódicos quanto


às suas condições de funcionamento. Se as condições de funcionamento não estiverem
asseguradas, a máquina perderá seu estado de “pronta para entrar em funcionamento"!!

Neste caso é necessária a imediata reparação dos mesmos.


A inspeção e o resultado da inspeção deverão ser protocolados no livro de serviço.

Dispositivos de segurança são, por exemplo:

- Freio direto
- Freio indireto
- Freio de emergência
- Desligamento de emergência
- Parada de emergência
- SIFA - sistema homem morto
- Gravador eletrônico de dados TEL 1000
- Sistema de sinais acústicos (buzinas de som grave e som agudo)
- Sistema de sinais ópticos
62 WS 5285

17.2 FREIOS
Jogo das sapatas de freio:
Durante o tempo de vida útil da sapata do freio deve-se ajustar pelo menos uma
vez a folga da mesma.
Quando o curso do êmbolo tiver alcançado o seu limite a força de frenagem
vai diminuindo (porque a folga entre a sapata e o freio aumenta), até que o
freio não tem mais nenhum efeito.
Via de regra, a folga (distância entre a superfície da sapata do freio e a superfície de
contato da roda) é normalmente de 5 a 7 mm.
(Se o valor se encontra além do limite de tolerância deverá ser controlado primeiro o
curso do êmbolo do freio e, caso necessário, reajustá-lo.)
A folga da sapata do freio deverá ser ajustada sempre que:
- a folga do freio não for de 5 – 7 mm
- as sapatas de freio tiverem sido substituídas
- as sapatas de freio tiverem sofrido maior desgaste de um lado que do outro
- o perfil das rodas tenha sido retrabalhado
A folga da sapata do freio é ajustada da seguinte forma:
- A máquina foi firmada contra rolamento (calços de estacionamento)
- O freio de estacionamento está na posição "SOLTAR"
- Os cilindros de freio estão soltos (pressão de frenagem igual a zero)
- O motor está desligado.
- Quanto forem montadas sapatas novas é necessário abrir os tensores para dar
espaço às sapatas novas.
- Montar novas sapatas de freio.
- Com auxílio dos tensores, reajustar o jogo dos freios.
- Fixar os tensores com contraporcas.

OBSERVAÇÃO: A timoneira e alavancas de freio não precisam ser desmontadas!

Sapatas de freio
Prestar atenção à diminuição da capacidade
de frenagem após a substituição das sapatas
de freio quando estas não tiverem sido
trabalhadas ou ainda não amaciadas.
Por este motivo, não trocar todas as sapatas
de freio de uma vez. (p.ex. em duas etapas).

17.3 RADIADOR
Limpar em tempo oportuno.
10horas WS 5285 63

18 APÓS 10 HORAS OPERACIONAIS OU DIARIAMENTE

CONTROLE VISUAL SIMPLES

VERIFICAÇÃO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO

MOTOR CATERPILLAR - CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO ........................................................................65


FLUÍDO REFRIGERANTE DO MOTOR – CONTROLE DO NÍVEL DE FLUÍDO............................................66
CONTROLAR O NÍVEL DE COMBUSTÍVEL DO MOTOR DIESEL................................................................66
Manter o tanque diesel cheio na medida do possível para evitar a formação de água de condensação. ......66
TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO ........................................................................67
TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO FILTRO.......................................................................................67
FILTRO DE AR DO MOTOR – VERIFICAR / LIMPAR ....................................................................................68
TROCA DO FILTRO DIESEL RACOR / SEPARADOR DE ÁGUA..................................................................69
DRENAR TODOS OS RESERVATÓRIOS DE AR COMPRIMIDO .................................................................70
CORREIA TRANSPORTADORA .....................................................................................................................70
64 WS 5285 10horas
10horas WS 5285 65

CONTROLE VISUAL SIMPLES

Vide Capítulo 11.2 - Controle Visual.

Recomenda-se realizar um controle visual antes de colocar a máquina pela primeira vez
em funcionamento nesse dia, ou após um tempo prolongado de inatividade, começando a
observar já de longe o estado geral ou possíveis irregularidades da máquina.

Devem ser controladas todas a áreas da máquina externamente visíveis.

O controle visual simples é efetuado normalmente antes da colocação em funcionamento


e depois de concluído o trabalho.

VERFICAÇÃO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO

MOTOR CATERPILLAR - CONTROLE DO


NÍVEL DE ÓLEO

- O controle do nível de óleo é feito de


princípio com a máquina parada em nível
plano (sem superelevação e sem
aclive/declive);

- retirar a vareta de medição do nível de


óleo, limpar com pano limpo, recolocar até o
encosto, retirar novamente e verificar o nível
de óleo
- manter o nível de óleo entre as marcas
"ADD" e "FULL".

(observação: a operação do motor com nível


de óleo acima da marca "FULL" pode causar
que o eixo de manivelas imerge no óleo. As
bolhas de ar produzidas pelo eixo de
manivelas imergindo no óleo reduzem as
características de lubrificação do óleo e
podem levar a uma perda de potência.)

FAVOR CONSULTAR O MANUAL DE


OPERAÇÃO DO MOTOR CAT!
66 WS 5285 10horas

FLUÍDO REFRIGERANTE DO MOTOR –


CONTROLE DO NÍVEL DE FLUÍDO

Verificar regularmente o nível da água de


arrefecimento e completar quando necessário.

- Abrir a tampa do radiador lentamente para


aliviar a pressão.
(CUIDADO PARA NÃO SE QUEIMAR!!)
- assegurar que haja suficiente fluído
refrigerante no radiador.

Abastecimento de fábrica: aprox. 35 / 35 litros


água/Glycoshell

Indicador do fluído refrigerante do motor no


painel de instrumentos.

CONTROLAR O NÍVEL DE COMBUSTÍVEL


DO MOTOR DIESEL

Manter o tanque diesel cheio na medida do


possível para evitar a formação de água de
condensação.

Indicador do nível de combustível no painel


dos instrumentos.

Volume do tanque: aprox. 700 litros


10horas WS 5285 67

TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO


NÍVEL DE ÓLEO
Abastecimento de fábrica do tanque
hidráulico:
aprox. 850 litros de Shell Tellus TX 46
O nível máx. de óleo é a marca superior no
vidro de inspeção.
Antes de trocar elementos hidráulicos verificar
se a instalação está realmente isenta de
pressão.

TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO


FILTRO
Filtro de sucção – Pos. 1
Quando o indicador de contaminação
(vacuômetro) se encontra no campo
vermelho, trocar imediatamente o elemento
filtrante, de outro modo a cada 500 horas de
trabalho.
1 unid. HY-S501.460.150
Quando o indicador de contaminação
(vacuômetro) se encontra no campo
vermelho, trocar imediatamente o elemento
filtrante, de outro modo a cada 250 horas de
trabalho.
2 unid. HY-S501.160.P10
Para diferenciar os diversos filtros de sucção
solicitamos observar o número do filtro na
plaqueta de identificação do filtro de sucção.
Filtro de retorno – Pos. 2
Trocar o elemento filtrante a cada 500 horas
de trabalho.
1 unid. HY-R501.330.10A
Ao trocar os filtros de sucção ou de retorno
também trocar o filtro de purga do tanque.
ATENÇÃO:
Se, ao trocar o filtro, entrar ar na tubulação é
necessário abrir as mangueiras hidráulicas
junto da saída da bomba, até que o óleo
hidráulico escoe sem formar bolhas. Favor
prestar atenção a que durante a troca do filtro
não penetre nenhuma sujeira na tubulação.

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


Catálogo de Sobressalentes
68 WS 5285 10horas

FILTRO DE AR DO MOTOR – VERIFICAR /


LIMPAR

Favor consultar o manual de operação do


motor!

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


Catálogo de Sobressalentes
10horas WS 5285 69

TROCA DO FILTRO DIESEL RACOR /


SEPARADOR DE ÁGUA

1º filtro diesel/separador de água


(filtro n°.: 1000FG24V)
2º parafuso de drenagem de água
(válvula de auto-ventilação)
3º copo coletor de água
4º tampa
5º alça em T

Verificar diariamente o copo coletor de água e


drenar se necessário

O copo coletor de água deve ser drenado


antes dos contaminantes alcançarem a ponta
da turbina.

- desligar o motor antes do início do trabalho


de manutenção
- fechar a válvula de entrada de combustível
- abrir o pino de dreno auto-ventilante até
esvaziar toda a água e sujeira
- fechar o pino de drenagem de água

Não mantenha o pino-dreno aberto por tempo


excessivo, caso contrário, o filtro completo
será esvaziado, ou seja, água misturada ao
combustível.

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


Catálogo de Sobressalentes
70 WS 5285 10horas

DRENAR TODOS OS RESERVATÓRIOS DE


AR COMPRIMIDO

Antes de colocar a máquina em


funcionamento, puxar a alça (de todos os
reservatórios de ar) para purgar a água de
condensação que porventura se tenha
formado

CORREIA TRANSPORTADORA

- verificar os raspadores e reajustá-los, se


necessário
- verificar os tambores e tensionadores
- controle visual da suspensão da correia
transportadora
- verificar a chave limitadora
- controlar a correia transportadora em relação
a danos
- verificar o estado de aperto de todos
parafusos/porcas
50h ou semanalmente WS 5285 71

19 APÓS 50 HORAS OPERACIONAIS OU SEMANALMENTE

CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO – CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO ..................................................73


CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO – LUBRIFICAR TODOS OS REPELENTES DE SUJEIRA ................73
CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS – CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO .............................................74
LUBRIFICADOR PNEUMÁTICO – CONTROLE DO NÍVEL DE GRAXA........................................................75
DRENAR TODOS OS COPOS COLETORES DE ÁGUA................................................................................75
TENSÃO DA CORREIA TRAPEZOIDAL .........................................................................................................76
ARADO LATERAL............................................................................................................................................77
Pinos de cilindro - lubrificar ..............................................................................................................................77
Pinos do braço do arado – lubrificar.................................................................................................................77
Guia do arado – lubrificar .................................................................................................................................77
ARADO CENTRAL ...........................................................................................................................................78
Acoplamento do arado – lubrificar....................................................................................................................78
MONTAGEM DO DISPOSITIVO DE VASSOURA...........................................................................................79
Colunas de guia - lubrificar...............................................................................................................................79
Mancais do tambor da correia transportadora - lubrificar ................................................................................79
Parafuso de ajuste da corrente - verificar ........................................................................................................80
Corrente de acionamento – lubrificar ...............................................................................................................80
72 WS 5285 50h ou semanalmente
50h ou semanalmente WS 5285 73

CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO –


CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO

Truque motriz (Eixo 1, 2)

- O controle do nível de óleo é feito de


princípio somente com a máquina parada
em nível plano (sem superelevação e sem
aclive/declive), e com o motor em rotações
de marcha em vazio, ou seja, de aprox.
1000 rpm.
- O nível de óleo ideal se encontra no centro
do olho de inspeção de nível.

- Abaixo do nível mín. é necessário completar


o óleo.
- Shell Spirax G80 W90

CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO –


LUBRIFICAR TODOS OS REPELENTES DE
SUJEIRA

- Controle visual
- Lubrificar – Shell Alvania Grease RL2
74 WS 5285 50h ou semanalmente

CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS –


CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO

- O nível ideal de óleo se encontra no centro


do olho de inspeção de nível.

Completar, se necessário.
Shell Spirax G80W90
50h ou semanalmente WS 5285 75

LUBRIFICADOR PNEUMÁTICO –
CONTROLE DO NÍVEL DE GRAXA

Drenar o separador de água.

Completar, se necessário.
Shell Tellux TX 46

DRENAR TODOS OS COPOS COLETORES


DE ÁGUA

Todos os copos coletores de água devem ser


drenados regularmente para evitar que
penetre sujeira na instalação secadora de ar.
76 WS 5285 50h ou semanalmente

TENSÃO DA CORREIA TRAPEZOIDAL

Controle visual de todas as correias


trapezoidais em toda a sua extensão quanto a
eventuais defeitos. Ao visualizar qualquer
defeito, substituí-la.

Nas correias trapezoidais novas é necessário


verificar a sua tensão depois de 15 minutos
em operação. Isto é feito apertando a correia
com o polegar, devendo a profundidade de
aperto não deve exceder 15mm, ou então
usar um medidor de tensão de correia
trapezoidal:

- mergulhar o braço indicador no medidor


- Colocar a guia entre duas polias sobre a
correia, de forma que o ressalto encoste
lateralmente.
- Apertar o botão de pressão num ângulo de
90 graus em relação à correia, até que a
mola desengate audível ou sensivelmente.
- Levantar o medidor cuidadosamente, sem
mudar a posição do braço medidor
- Ler o valor medido no ponto de intersecção,
na escala e no braço indicador.
- Se necessário, re-esticar e repetir a
medição.
50h ou semanalmente WS 5285 77

ARADO LATERAL

Pinos de cilindro - lubrificar


Pinos do braço do arado – lubrificar
Guia do arado – lubrificar

- controle visual
- lubrificação – Shell Alvania Grease RL2
78 WS 5285 50h ou semanalmente

ARADO CENTRAL

Acoplamento do arado – lubrificar

- controle visual
- lubrificar – Shell Alvania Grease RL2
50h ou semanalmente WS 5285 79

MONTAGEM DO DISPOSITIVO DE
VASSOURA

Colunas de guia - lubrificar

- controle visual
- lubrificar - Shell Alvania Grease RL2

Mancais do tambor da correia transportadora -


lubrificar

- controle visual
- lubrificar - Shell Alvania Grease RL2
80 WS 5285 50h ou semanalmente

MONTAGEM DO DISPOSITIVO DE
VASSOURA

Parafuso de ajuste da corrente - verificar

- controle visual
- reapertar, se necessário

Corrente de acionamento – lubrificar

- controle visual
- lubrificar - Shell Alvania Grease RL2
100 horas WS 5285 81

20 APÓS 100 HORAS OPERACIONAIS OU MENSALMENTE

CONTROLE VISUAL AMPLIADO ....................................................................................................................83


APOIO DO CONVERSOR DE TORQUE .........................................................................................................83
EIXOS CARDÃ – LUBRIFICAR .......................................................................................................................83
CONTROLE DAS LONAS DE FREIO E DA FOLGA DAS SAPATAS DE FREIO...........................................84
82 WS 5285 100 horas
100 horas WS 5285 83

CONTROLE VISUAL AMPLIADO

Veja Capítulo 11.2 - Controle Visual Ampliado

Um controle visual ampliado deverá ser realizado mensalmente a partir de uma fossa de
montagem.

Um controle visual ampliado também é necessário antes da colocação em funcionamento


da máquina quando:
- o estado operacional da máquina for desconhecido
- a máquina tiver estado estacionada por tempo prolongado
- uma equipe nova ou não treinada pretende tomar a máquina em serviço

APOIO DO CONVERSOR DE TORQUE

- Controle visual:
- Estado geral dos elementos de borracha
- Entalhes de arestas vivas
- Deformações visíveis
- Assento dos elementos de fixação

EIXOS CARDÃ – LUBRIFICAR

Sob condições normais, o eixo cardã é


lubrificado a cada meio ano; sob condições
operacionais difíceis, bem como sob más
condições ambientais lubrificar uma vez por
mês. Para isto:
Não deve ser utilizada uma prensa de
lubrificação que gere uma pressão superior a
15 bar !!
A prensa lubrificadora e a graxa lubrificante
devem estar isentas de sujeira e corpos
estranhos.
Limpar os copos/pontos de lubrificação dos
mancais antes e depois da lubrificação.
A lubrificação deve ser realizada até que
escorra graxa limpa dos pontos de lubrificação um bico de lubrificação por junta
do mancal.
Em seguida, remover a graxa excedente.
84 WS 5285 100 horas

CONTROLE DAS LONAS DE FREIO E DA FOLGA DAS SAPATAS DE FREIO

Sapata de freio:

A sapata de freio é trocada quando:


- os entalhes estão bem gastos, porém ainda
reconhecíveis
- a sapata estiver demasiadamente gasta nos
cantos (borda lateral)
- a sapata estiver gasta de um lado
- a sapata estiver fraturada

Foto ilustrativa

Folga das sapatas de freio:


Durante a vida útil de uma sapata de freio é necessário reajustar pelo menos uma vez a
folga das sapatas.
Se o curso do êmbolo do freio alcançar o seu limite, a força de frenagem
diminui até que, em conseqüência final, o freio perde completamente o seu
efeito.

A folga das sapatas do freio (distância entre a base da sapata de freio e a superfície de
rolagem da roda) é, normalmente, de aprox. 5 - 7 mm.
(se o valor se encontra fora do limite de tolerância, controlar primeiro o curso do freio e, se
necessário, reajustá-lo.)
Via de regra, a folga das sapatas de freio é reajustada quando:
- a folga entre sapata e superfície de rolamento da roda não alcança mais 5 – 7 mm
- as sapatas de freio tiverem sido substituídas
- as sapatas de freio apresentam um desgaste unilateral
- o perfil das rodas foi retrabalhado

A folga das sapatas de freio é ajustada da seguinte forma:


- a máquina é firmada contra rolamento involuntário (calços de roda)
- o freio de estacionamento está na posição “SOLTA”
- os cilindros de freio estão soltos (pressão de frenagem igual a zero)
- o motor está desligado

- ao serem montadas novas sapatas de freio é necessário abrir os torniquetes para dar
espaço às novas sapatas de freio.
- montar as sapatas de freio novas.
- ajustar a nova folga por meio dos torniquetes
- imobilizar novamente os torniquetes com as contraporcas.
OBSERVAÇÃO: Não é necessário desmontar as alavancas e timoneria de freio!

ATENÇÃO: A profundidade de aparafusamento da timoneria de freio no


torniquete deve ser igual de ambos os lados e corresponder, no mínimo, ao
diâmetro do fuso.
250h ou WS 5285 85
semestralmente

21 APÓS 250 HORAS DE TRABALHO OU SEMESTRALMENTE

MOTOR CATERPILLAR - TROCA DE ÓLEO .................................................................................................87


MANCAIS DAS ALAVANCAS E TIMONERIA DE FREIO - CONTROLAR E LUBRIFICAR ...........................88
ESTADO DA BATERIA E DOS TERMINAIS DOS CABOS.............................................................................88
MONTAGEM DO DISPOSITIVO DE VASSOURA...........................................................................................89
Dispositivo de ajuste da vassoura....................................................................................................................89
Correia transportadora transversal - dispositivo de tensionamento.................................................................89
250h ou
86 WS 5285
semestralmente
250h ou WS 5285 87
semestralmente

MOTOR CATERPILLAR - TROCA DE ÓLEO


Aprox. 32,5l de Shell Rimula R6 LM 10W-40
Não drenar o óleo enquanto o motor estiver frio.
Quando o óleo esfria, partículas de sujeira
suspensos no óleo assentam no fundo do
cárter. As partículas não serão removidas com
o óleo frio drenado. Drenar o cárter quando o
motor estiver parado. Drenar o cárter com óleo
morno. Este procedimento permite que as
partículas de sujeira suspensas no óleo sejam
removidas corretamente.
- pré-aquecer o motor
- assegurar a posição horizontal da máquina
- limpar a área adjacente do pino de drenagem
de óleo (1)
- abrir o pino de drenagem de óleo (1) e
recolher o óleo numa bacia
- atenção ao perigo de queimar-se com o óleo
usado
- inserir o pino de drenagem de óleo (1) e,
apertá-lo
- completar com óleo quente até a marca, ao
encher o óleo deixar passá-lo por um filtro de
200 µm.
- ligar o motor por 2 minutos
- desligar o motor e esperar por 10 minutos
- em seguida, verificar o nível de óleo; se este
estiver correto, fechar o pino de drenagem de
óleo
Sempre substituir o cartucho de filtro quando
trocar o óleo:
- soltar e desparafusar o filtro de óleo de
lubrificação com o auxilio de ferramentas
usuais.
- recolher o óleo eventualmente derramado.
- Verificar se o filtro de óleo contém resíduos
metálicos.
- limpar a superfície vedante da base de
montagem do filtro. Assegurar que a vedação
de óleo velha tenha sido removida.
- Instalar o filtro de óleo, apertar até que a
vedação do filtro tenha contato com a base.
Apertar o filtro de óleo de acordo com as
instruções indicadas no próprio filtro. Não
apertar o filtro de óleo com muita força.

FAVOR CONSULTAR O MANUAL DE OPERAÇÃO!


250h ou
88 WS 5285
semestralmente

MANCAIS DAS ALAVANCAS E TIMONERIA


DE FREIO - CONTROLAR E LUBRIFICAR

Limpar, controlar e, se necessário, lubrificar


os mancais das alavancas e timoneria de freio
a cada 250 horas.
(Shell Alvania Grease RL2)

Controlo visual:
- estado geral
- elementos de fixação
- danificação dos foles de passagem
- sujeira
- estanqeidade das conexões pneumáticas
- espessura e estado das sapatas de freio

ESTADO DA BATERIA E DOS TERMINAIS


DOS CABOS

- Manter a bateria limpa e seca


- Desconectar terminais de ligação sujos
- Limpar os pólos de bateria (+ / -) e os
terminais e lubrificá-los com uma graxa
lubrificante isenta de ácido e resistente ao
ácido
- Ao montar novamente, prestar atenção que
os terminais tenham bom contato e
aparafusá-los a mão.
- Verificar o nível de eletrólito que deverá
estar no mínimo 2-3 mm e no máx. 10 mm
acima da borda superior da placa. Se
necessário, completar com água destilada.
- Medir a concentração de ácido das células
individuais com um medidor de ácido.
250h ou WS 5285 89
semestralmente

MONTAGEM DO DISPOSITIVO DE
VASSOURA

Dispositivo de ajuste da vassoura

- controle visual
- lubrificar – Alvania Grease RL2

Correia transportadora transversal -


dispositivo de tensionamento

- controle visual
- lubrificar – Alvania Grease RL2

- re-tensionar, se necessário

Verificar se a correia transportadora corre


uniformemente sobre os roletes defletores
quando o material estiver sendo transportado.
250h ou
90 WS 5285
semestralmente
500h ou WS 5285 91
semestralmente

22 APÓS 500 HORAS OPERACIONAIS OU SEMESTRALMENTE

CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO – TROCAR O ÓLEO ...........................................................................93


CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS – TROCAR O ÓLEO ......................................................................94
TROCAR O FILTRO DIESEL RACOR / SEPARADOR DE ÁGUA..................................................................95
SECADOR DE AR – TROCAR OS CARTUCHOS DE FILTRO E DE GRANULADO .....................................96
FILTRO TRABOLD – TROCAR .......................................................................................................................96
500h ou
92 WS 5285
semestralmente
500h ou WS 5285 93
semestralmente

CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO –


TROCAR O ÓLEO

Eixo 1, 2 - 6,5 litros Shell Spirax G80W-90

Na medida do possível, drenar o óleo para


engrenagens em temperatura de serviço.

- Limpar as imediações do parafuso dreno


- Abrir o parafuso dreno e recolher o óleo
escoante em um recipiente.
- Cuidado para não se queimar com o óleo
velho quente.
- Analisar o óleo drenado quanto a detritos por
abrasão. (Teste do dedo) – resíduos
metálicos são indícios de avaria de mancal
ou da caixa de câmbio.
- Introduzir o parafuso dreno com um novo
anel de vedação e aparafusá-lo.
- Encher com óleo aquecido até a marca máx.
(centro do olho de inspeção de nível). Ao
encher o óleo fazê-lo passar por um filtro de
200m.
- Esperar 5 minutos, verificar novamente o
nível do óleo, Se o nível de óleo estiver
correto, fechar o parafuso dreno e verificar o
assento perfeito da vedação.
500h ou
94 WS 5285
semestralmente

CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS –


TROCAR O ÓLEO

3,5 litros Shell Spirax G80W 90

Procedimento, vide:
Troca de óleo da caixa de transmissão do eixo
500h ou WS 5285 95
semestralmente

TROCAR O FILTRO DIESEL RACOR /


SEPARADOR DE ÁGUA

1º Filtro Diesel/separador de água


(n° do filtro: 1000FG24V)
2º Parafuso de drenagem de água
(válvula de auto-ventilação)
3º Copo coletor de água
4º Tampa
5º Alça em T

Substituir a cada 500 horas operacionais.


Quando houver perda de potência do motor ou
má qualidade do óleo diesel aumentar os
intervalos de troca

Trocar o elemento filtrante:

- desligar o motor
- retirar a tampa
- retirar o elemento filtrante pela alça, girando-a
- inserir um novo elemento filtrante
- prover tampa e alça em T com nova vedação
e untá-la, antes, com óleo de motor ou óleo
diesel limpo.
- encher o filtro com óleo diesel limpo
- apertar tampa e a alça em T manualmente
- verificar a estanquidade do filtro

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


Catálogo de Sobressalentes.
500h ou
96 WS 5285
semestralmente

SECADOR DE AR – TROCAR OS
CARTUCHOS DE FILTRO E DE
GRANULADO

Para evitar avarias na instalação de ar


comprimido é necessário controlar
periodicamente o secador de ar.

Os cartuchos de filtro (n° do filtro: 90187)


devem ser substituídos a cada 500 horas de
serviço e os cartuchos de granulado (n° 432
406 920 2) a cada 2 anos.

FILTRO TRABOLD – TROCAR

N° do filtro: HY-R508.05.01

2 unid.

O cartucho de filtro (1) deve ser substituído a


cada 500 horas de serviço.

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


catálogo de sobressalentes.
1000h ou anualmente WS 5285 97

23 APÓS 1000 HORAS DE TRABALHO OU ANUALMENTE

CONTROLE DA VISCOSIDADE DO ÓLEO HIDRÁULICO .............................................................................99


MANCAIS DE EIXO........................................................................................................................................100
REAPERTAR OS PARAFUSOS ....................................................................................................................100
EXTINTOR DE INCÊNDIO.............................................................................................................................100
CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS ...........................................................................................................100
98 WS 5285 1000h ou anualmente
1000h ou anualmente WS 5285 99

CONTROLE DA VISCOSIDADE DO ÓLEO HIDRÁULICO

Remeter 1 litro de óleo hidráulico a um laboratório de análise autorizado. No caso de


divergência do índice de neutralização ou de um grau elevado de contaminação, substituir
o óleo.

É imprescindível que ao substituir o óleo hidráulico também seja trocada a tampa com o
filtro! (problemas de purga de ar nos tanques hidráulicos!). Ordem n°: HY-E 507.800.03

Devido à formulação muitas vezes muito diferente dos fabricantes individuais de óleo
hidráulico e, com isso, ao surgimento de reações adversas indesejadas da química
aplicada, desaconselha-se terminantemente a mistura de marcas desconhecidas.

Também pode ocorrer formação acentuada de lodo e com isto problemas na filtragem.
Além disto, deve-se contar também com uma alteração do desempenho em uma direção
não controlável.
100 WS 5285 1000h ou anualmente

MANCAIS DE EIXO

Vide instruções de serviço "Mancais de eixo"

REAPERTAR OS PARAFUSOS

Anualmente, devem ser reapertados os seguintes


parafusos:

- todos os parafusos que não tenham sido


firmados com contrapinos ou discos dos
eixos de transmissão com torque de aperto
M12: 120 Nm
M14: 190 Nm
M16: 295 Nm
M18: 450 Nm

- todos os parafusos que não tenham sido firmados


por contrapino ou disco dos:
- sistema de tração da marcha de trabalho
- caixa do eixo de transmissão
- suspensões
- engrenagens

EXTINTOR DE INCÊNDIO
- Veja data de vencimento

CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS


- Veja data de vencimento
24 APÊNDICE
S-110506-B

INFORMAÇÃO DE SERVIÇO S-110506-B

Acoplamento intermediário
S-110506-B

Instrução de serviço e manutenção


Antes de reparações ou trabalhos na máquina solicitamos ler a
Informação de Serviço SI-0400-3

Acoplamento Intermediário

BR 152 0300

Peça N° Peça N° Peça N°


WN 220.01 A WN 220.02 WN 220.03 A
WN 220.04 A WN 220.05 WN 220.06
WN 220.07 WN 220.08 WN 220.09
WN 220.10 WN 220.11 WN 220.12 A
WN 220.13 WN 220.14 WN 220.15 A
WN 220.17 WN 220.18 WN 220.19 A
WN 220.20 WN 220.21 A WN 220.22
WN 220.23 A WN 220.25 WN 220.26
WN 220.27 WN 220.28 WN 220.29
WN 220.30 WN 220.31 WN 220.32
WN 220.34 A WN 220.35 WN 220.36
WN 220.37 WN 220.38 WN 220.39
WN 220.40 WN 220.41 WN 220.43
WN 220.44 WN 220.45 WN 220.46
WN 220.47 WN 220.48 WN 220.49
WN 220.50 WN 220.51 WN 220.53
WN 220.54 WN 220.55 WN 220.56
WN 220.57 WN 220.58 WN 220.59
WN 220.60 WN 220.61 WN 220.62
WN 220.63
S-110506-B

INSTRUÇÃO DE MONTAGEM E DE MANUTENÇÃO


Acoplamento intermediário BR 152 0300

Remoção e Desmontagem do Acoplamento Intermediário

Para o controle ou a troca da unidade de acoplamento (item 3), o eixo


de transferência aparafusado com o acoplamento intermediário é solto
e removido.
A seguir, são soltos os parafusos de fixação do volante, e o
acoplamento pode ser removido de modo completo.
Após o desparafusamento dos parafusos externos (item 7) e da união
roscada interna (item 6), o acoplamento pode ser desmontado em
suas peças individuais.

Atenção:
Somente usar sobressalentes originais!!
S-110506-B

Limpeza e Controle das Peças do Acoplamento

Todas as peças do acoplamento devem ser limpas antes da


montagem. Devem ser especialmente observadas as
superfícies de contato para união entre eixo de transmissão e
o volante (ver desenho abaixo).
Para isto, utilizar um pano umedecido em detergente, e nunca
manter o acoplamento inteiramente imerso no detergente.
Além disto, na borracha não pode ser utilizado gasolina,
querosene ou óleo.
S-110506-B

Existindo pouca sujeira, isto é, poeira seca, as peças do


acoplamento devem ser limpas somente com uma escova.

As superfícies rolantes das partes de aço adjacentes para o disco


de fricção (item 3) não devem ser danificadas. É impossível uma
recuperação dessas superfícies, devido à sua precisão.

No caso de muita sujeira, i. e. resíduos aderentes e engordurados


de borracha, conforme existentes na patinação do acoplamento, as
partes de aço do acoplamento podem ser limpas em um detergente
frio.

Se a unidade se romper em operação (item 3), o acoplamento


patinou. Neste caso, além da unidade, são trocados basicamente
também o disco de fricção (item 4) e o anel de fricção (item 5).

Se forem realizados controles não relacionados a um dano, o disco


de fricção e o anel de fricção deverão ser examinados quanto ao
desgaste. Os valores limite de desgaste devem corresponder a
normas gerais de exame e manutenção.
S-110506-B

INSTRUÇÕES DE MONTAGEM E INSTALAÇÃO


Acoplamento Intermediário BR 152 0300

Instruções de Montagem e Instalação

Os torques de aperto dos parafusos devem ser observados a para


montagem do acoplamento.
Observar aqui os diferentes acoplamentos com seus respectivos
torques de aperto (ver Tabela 1 em anexo).

A montagem tem início com a colocação do anel de fricção (item 5)


e do disco de fricção (item 4) no corpo do flange (item 1). Na
reutilização do disco de fricção (item 4), as superfícies devem
ligeiramente untadas com óleo mineral. O anel de fricção (item 5)
deve ser instalado no estado seco.
Em seguida, o cubo (item 2) é inserido e o elemento de borracha
(item 3) assentado. O acoplamento é firmemente aparafusado pelos
parafusos de fixação internos e externos (itens 6 e 7).
Agora, o eixo de transmissão pode ser montado e aparafusado.

Balanceamento

Todos os acoplamentos intermediários são balanceados com uma


qualidade de balanceamento G = 6,3, conforme a DIN ISO 1940!

As peças de desgaste a serem trocadas, em caso de reparo,


possuem simetria rotativa e, por experiência, não provocam
desbalanceamento inadmissível e interferente.

Se, ao contrário das expectativas, ocorrer um rolamento irregular,


um controle de balanceamento se faz necessário. Os valores
admissíveis de desbalanceamento devem ser, então, obtidos no
desenho de montagem.
S-110506-B

Aspectos Gerais do Exame e Manutenção

A remoção do acoplamento ocorre de acordo com as normas de remoção


correspondentes. Após a desmontagem do acoplamento, o disco de fricção e o anel de
fricção podem ser medidos. Quanto ao desgaste admissível, ver a Tabela.
A unidade de acoplamento pode ser examinada quanto a possíveis desencaixes e
rachaduras, em que essa é axialmente tracionada por uma prensa.
O alongamento máx. não pode exceder a 1/3 da altura total da unidade de acoplamento.
No estado alongado, os desencaixes e rachaduras ficam visíveis. Se esses existirem, a
unidade deve ser trocada.
A limpeza e montagem ocorrem, conforme as respectivas normas de limpeza e
montagem.

UMA TROCA DE PEÇAS DEVE OCORRER COM AS SEGUINTES EVIDÊNCIAS:

Unidade de acoplamento - quando danos forem constatados

Disco de Fricção e Anel de Fricção - por ultrapassagem dos valores


limite de desgaste, conforme a
Tabela

OBSERVAÇÃO:
Na troca do elemento de borracha, trocar sempre também o anel de fricção
e o disco de fricção, para garantir que as propriedades do acoplamento
correspondam a uma nova condição!

Os números de pedido dos acoplamentos são encontrados no Catálogo de


Sobressalentes
Para evitar fornecimentos errados, é recomendável mencionar também o Nº de Série
estampado no corpo do acoplamento!

Valores limite de desgaste para disco de fricção e anel de fricção,


acima dos quais é recomendada uma troca desses componentes

Tipo 005 010 020 030 035 040 045 050 055 060 065 070 075 080 085 090
Espessura 3 3 3 4 4 4 4 5 5 6 6 6 7 7 8 8
Desgaste 0,3 0,3 0,3 0,4 0,4 0,4 0,4 0,5 0,5 0,6 0,6 0,6 0,7 0,7 0,8 0,8
admissível

ATENÇÃO:
Todos os acoplamentos intermediários são balanceados com uma qualidade de
balanceamento G = 6,3, conforme a norma DIN ISO 1940!
Em caso de rolamento irregular após uma revisão geral, recomenda-se um
novo balanceamento com os valores limite obtidos no desenho de montagem.
S-110506-B

ANEXO: Tabela 1

fig. 2 fig. 3

fig. 1

Peça N° Tipo Pos. 6 [Nm] Pos. 7 [Nm] Pos. 8 [Nm] Pos. 9 [Nm]
WN 220.01A 045 190 49 120 -
WN 220.02 045 190 49 190 -
WN 220.03A 045 190 49 190 -
WN 220.04A 050 295 86 - 190
WN 220.05 030 120 25 - -
WN 220.06 040 190 49 - 190
WN 220.07 055 405 135 - -
WN 220.08 050 120 86 210 210
WN 220.09 050 - 86 - -
WN 220.10 040 69 - - -
WN 220.11 030 120 35 - 120
WN 220.12A 040 190 49 120 -
WN 220.13 040 190 49 120 -
WN 220.14 040 120 49 - 190
WN 220.15A 045 190 49 120 -
WN 220.17 040 190 49 115 -
WN 220.18 030 69 25 - -
WN 220.19A 045 190 49 190 -
WN 220.20 045 190 49 - 190
WN 220.21A 040 190 49 120 -

- significa "nenhum parafuso nessa posição“


S-110506-B

Peça N° Tipo Pos. 6 [Nm] Pos. 7 [Nm] Pos. 8 [Nm] Pos. 9 [Nm]
WN 220.22 050 295 86 - -
WN 220.23A 045 190 49 190 -
WN 220.25 030 120 25 - -
WN 220.26 030 120 120 69 -
WN 220.27 030 69 25 - -
WN 220.28 050 295 86 - -
WN 220.29 045 190 49 - 120
WN 220.30 045 190 49 - 180
WN 220.31 055 405 135 280 -
WN 220.32 030 120 49 - -
WN 220.34A 030 120 25 120 -
WN 220.35 030 120 25 120 -
WN 220.36 030 120 49 - -
WN 220.37 060 580 135 295 -
WN 220.38 040 190 49 190 -
WN 220.39 040 190 49 120 -
WN 220.40 055 405 135 295 -
WN 220.41 030 120 49 - -
WN 220.43 030 120 49 - -
WN 220.44 040 190 49 - 190
WN 220.45 050 295 86 190 -
WN 220.46 050 295 86 180 -
WN 220.47 050 295 120 280 -
WN 220.48 030 69 - - -
WN 220.49 040 190 49 190 -
WN 220.50 030 120 25 120 -
WN 220.51 045 190 49 190 180
WN 220.53 055 405 135 - -
WN 220.54 040 190 69 - 180
WN 220.55 040 190 69 - 180
WN 220.56 045 190 49 190 -
WN 220.57 035 69 25 - -
WN 220.58 040 190 49 120 -
WN 220.59 055 405 135 280 -
WN 220.60 035 120 35 180 69
WN 220.61 045 115 69 190 120
WN 220.62 040 190 49 190 115
WN 220.63 050 - 86 - -

- significa "nenhum parafuso nessa posição“


S-110506-B
S-110506-B

TROCA DOS FILTROS DE SUCÇÃO


HIDRÁULICOS
S-110506-B

¾ Antes de iniciar com a troca dos filtros


de sucção é necessário cumprir
determinadas condições fundamentais

¾ Sob condição nenhuma deve-se usar


chama acesa na máquina
¾ PERIGO DE INCÊNDIO!!!!

¾ A máquina deve ser firmada contra


ROLAMENTO INVOLUNTÁRIO (freio de
estacionamento ativado, freio de segurança
ativado, calços de freio, etc.).

¾ Além disso, o motor da máquina deve estar


desligado e bloqueado contra ignição por
pessoas não autorizadas.

¾ O sistema hidráulico PRECISA ESTAR


SEM PRESSÃO e bloqueado contra
colocação em funcionamento por pessoas
não autorizadas.
S-110506-B

¾ O óleo hidráulico deve ter esfriado para


uma temperatura ambiente (máquina vária
horas desligada)). CASO CONTRÁRIO
PERIGO DE QUEIMADURAS!

¾ O filtro de sucção deverá ser trocada em


conformidade com os intervalos de
manutenção ou o indicador de
contaminação do filtro (vide figura ao lado).

Fig. 3943 ws 10

¾ A caixa do filtro de sucção deve ser limpa


sob utilização de um meio de limpeza
adequado. NÃO USE agentes de limpeza
inflamáveis.

Fig. 1
S-110506-B

¾ Depois de ter limpado devidamente a caixa


do filtro e removido resíduos de pó e graxa,
pode-se iniciar a troca propriamente dita do
filtro de sucção.

Fig. 1

¾ Para trocar o filtro são necessários uma


chave inglesa 36" ou uma chave
combinada 36" e um recipiente para
depositar o filtro velho.

Fig. 2
S-110506-B

¾ A chave inglesa acima mencionada, ou


então a chave combinada, deve ser
colocada adequadamente no parafuso de
cabeça sextavada da tampa do filtro de
sucção. A chave inglesa deve estar bem
assentada no parafuso.

Fig. 4

¾ Colocar o recipiente, no qual será


depositado o filtro de sucção velho e o óleo
usado coletado, debaixo da caixa do filtro
de sucção.

¾ Girar a tampa para fora por volta de 25 mm,


sendo que se deve sentir uma leve pressão
da válvula de retenção. Como a válvula de
retenção se comporta proporcionalmente à
rosca da tampa da caixa do filtro, a válvula
de retenção deve estar fechada após um
espaçamento de 25 mm.

Fig. 3
S-110506-B

¾ Recomenda-se girar para fora o parafuso


do mini-conduto de medição (vide seta).
Este procedimento permite verificar o
funcionamento da válvula de retenção.

Fig. 5

¾ A válvula de retenção montada na caixa do


filtro de sucção evita o escoamento do óleo
hidráulico do tanque hidráulico quando em
bom funcionamento e aplicação correta.

Fig. 6

¾ Tão logo tenha sido constatado o bom


funcionamento da válvula de retenção, girar
a tampa da caixa do filtro completamente
para fora e removê-la com cuidado.
Recolher o óleo que ainda se encontra
dentro da caixa do filtro. Depois de aprox.
¾ de litro até 1 litro, o óleo deverá parar de
escorrer.

Fig. 7
S-110506-B

¾ Retirar o filtro de sucção da caixa e colocá-


lo no recipiente.

Fig. 8

¾ Naturalmente, o filtro de sucção


desmontado tem de ser descartado
devidamente, junto com o óleo hidráulico
escoado.

Fig. 9
S-110506-B

¾ Atenção: prestar atenção para não


danificar o anel de vedação da caixa do
filtro de sucção

Fig. 10

¾ Vedar novamente o parafuso do mini-


conduto de medição e pressioná-lo para
dentro da caixa do filtro até que a conexão
esteja bem assentada, porém tomar
cuidado para que a conexão não seja
pressionada demais para dentro, caso
contrário ela impede o funcionamento da
válvula de retenção !!!!!!t

¾ O novo filtro de sucção (vide o número no


catálogo de sobressalentes, planta
hidráulica) deve ser introduzido na caixa do
filtro de acordo com a posição prescrita!

Fig. 11
A fim de garantir a segurança operacional
da instalação hidráulica somente devem ser
usados sobressalentes originais.
S-110506-B

¾ Controlar o assento firme e o estado


perfeito do anel de vedação.

¾ Quando o anel de vedação estiver colocado


na posição correta para uma operação
segura do filtro, untá-lo levemente com óleo
hidráulico para que ele possa aderir melhor
à superfície.

Fig. 10

¾ Girar novamente a tampa da caixa do filtro


mediante utilização da chave inglesa 36" e
prestar atenção a que o anel de vedação
não saia do lugar, nem sofra qualquer
dano!

Fig. 4

¾ Agora, o sistema hidráulico pode ser


tomado novamente em serviço.

¾ Controlar a estaqeidade da caixa do


filtro de sucção.
S-110506-B

¾ No decurso da troca do filtro de sucção


recomenda-se remeter o óleo hidráulico
para um laboratório autorizado para que
seja analisada a sua viscosidade. Havendo
divergências do número de neutralização
ou grau elevado de contaminação é
necessário trocar o óleo hidráulico de
acordo com os intervalos de manutenção
prescritos. Solicitamos observar as
instruções de seguranç.
S – 37

SECADOR DE AR 90187 AIR DRYER 90187


Para evitar danos no sistema pneumático é To avoid damages to the pneumatic system
necessário efetuar controles periódicos do periodically checks of the air dryer are
secados de ar. necessary.
O cartucho de filtro (N° da peça 90187-ES)
deve ser trocado a cada 500 de serviço do The filter cartridge (Part-No. 90187-ES) has
motor, no mínimo, porém, uma vez por ano. to be renewed every 500 engine operation
Os cartuchos de granulado (ordem n°.. 432 hours, but at least once a year.
406 920 2) devem ser renovados a cada 24 The granulate cartridges (Part-No. 432 406
meses. 920 2) are to be renewed every 2 years.
Os copos coletores de gota no circuito de The drip cups in the pressure supply circuit
suprimento de pressão devem ser drenados are to be daily drained.
diariamente.

Granulateinsatz
Cartucho de granulado

Cartucho filtrante
S – 37
S – 43d

REVISÃO GERAL DE COMPONENTES GENERAL INSPECTION OF


DE TRAÇÃO DRIVE COMPONENTS
em máquinas de manutenção de via on Track Maintenance Machines
e veículos de via permanente and Permanent Way Vehicles
6 ANOS APÓS SUA COLOCAÇÃO EM 6 YEARS AFTER THE FIRST START-UP,
FUNCIONAMENTO, but latest after 8000 operating hours.
o mais tardar, porém, após
8000 horas de trabalho.
Além dos intervalos obrigatoriamente prescritos In addition to the compulsory regular
para a manutenção e revisão é necessário maintenance and overhaul intervals following
realizar os seguintes controles e medidas inspection and preventive measures are to be
preventivas após 6 anos de operação da carried out 6 years after the first start-up, but
máquina, o mais tardar, porém, após 8.000 latest after 8000 operating hours:
horas de trabalho:

Conjunto Peça Condição e Renovação Assembly Component Condition


reparação and Repair Preventive
Geral X General X
Sistema de combustível X Fuel system X
Tubulações X Pipes X
Filtros X Filters X
Correias trapezoidais X V-Belts X
Polias de correia X V-Belt pulleys X
Sistema de arrefecimento X Cooling system X
Compressor de ar X Air compressor X
Alternadores X Alternators X
Ignição X Starter X
X X
ENGINE

Sistema de escape Exhaust system


MOTOR

Montagem X Attachment X
Elementos X Damping elements X
amortecedores
Parafusos de fixação X Fixing bolts X
Bastidor e apoios X Frame and supports X
Embreagem/Engates X Clutch X
Acionamentos auxiliares X Auxiliary drives X
Perfil das rodas X Wheel profile X
Verificar o desgaste, se necessário reperfilar. Wear check, if necessary re-profiling.
ATENÇÃO ! ATTENTION !
1. Todos os conjuntos de rodas devem ter o mesmo 1. All wheel-sets are to be on equal rim diameter.
diâmetro da superfície de rolamento. 2. The wear limit (marking) must not be exceeded.
2. O limite de desgaste (marca) não deve ser excedido. 3. When using re-profiled wheel sets, the spring
3. Ao usar conjuntos de rodas reperfiladas deve-se levar deflection must be considered and following care
em consideração a deflexão da mola e tomar must be unconditionally taken to:-
obrigatoriamente os seguintes cuidados: a) Clearance to other components.
a) Não haver contacto com outros componentes. b) Observance of the vehicle gauge.
b) Cumprimento do gabarito da máquina.
RODEIROS

WHEEL SETS

c) Ação desimpedida e eficácia dos freios. c) Unhindered action and efficiency of the
d) Ação livre dos amortecedores. brakes.
e) Nos eixos motrizes:- d) Free action of the shock absorbers.
• Posição da caixa de transmissão do eixo, e) On powered axles:-
• Posição do apoio de torque • Position of the axle gear box.
• Ângulo de defração e compensção • Position of the torque arm.
longitudinal dos eixos cardãs. • Diffraction angle and expansion
compensation of the cardan shafts.
S – 43d

Conjunto Peça Estado e Renovação Assembly Component Condition Preventive


reparação and Repair
O S
ÃS O
NE SO IRE Caixas de mancal do eixo X WHEEL SET Axle bearing housings X
PS D D SUSPENSION
US O
R

Desmontar e checar os assentos dos mancais. No caso de Dismantle and check of the bearing seats. In case of worn
indícios de desgaste renovar os mancais. seat surfaces the axle bearing housings are to be renewed.
Todos os mancais de eixo X All axle bearings X
Lubrificantes X Lubricant X
Todas as molas de borracha X All rubber springs X
Todas as molas espirais X Spiral springs X
Controlar a fadiga das molas, se necessário, renovar as Fatigue check of the springs, if necessary the springs of all
molas de todos os conjuntos de rodas. wheel sets are to be renewed.
Porta-molas X Spring attachment X
Controlar as guias de mola, no caso de sinais de desgaste Check of spring guides and support plates. In case of wear
renovar todas as guias e placas de suporte do conjunto de signs all guides and supports of the wheel set are to be
rodas. renewed.
Todos os amortecedores X All shock absorbers X
Pivôs X King pin X
Mancais de pivô X King pin bearing X
Olhal do tornel X Swivel ring X
SE Lubrificantes X SE Lubricant X
U Molas laterais (borracha) X I Lateral springs (rubber) X
Q G
U Molas laterais (espirais) X O Lateral springs (spiral) X
RT B
Placas deslizantes X Support plates X
Amortecedores X Shock absorbers X
Quadros dos truques X Bogie frame X
Guias dos mancais de eixo X Axle bearing guide plates X
Caixa de transmissão do eixo X Axle gear box X
Engrenagens dentadas X Gears X
Mancais X Bearings X
O Eixos de acionamento Drive shafts X
IXE X
Componentes da embreagem X Clutch components X
O Anéis de vedação Seal rings X
D X
O Bomba lubrificante SE Lubrication pump X
ÃS X
IS Flange do eixo cardã X VI Cardan shaft flange X
M R
S ATENÇÃO! D
N 1. Nas engrenagens cônicas a coroa do diferencial e o EL ATTENTION !
A X
RT pinhão são em pares. No caso de peças defeituosas A 1. On bevel type gear boxes the crown gear and the
E é necessário renovar toda a caixa de transmissão do pinion are paired. In case of wear signs the axle gear
D eixo ou o conjunto de rodas. box, respectively the wheel set must be renewed.
AX
I 2. No acionamento de vários eixos unidos todos os 2. All wheels of form-closure connected drive axles must
A
C conjuntos de rodas têm de ter obrigatoriamente o have unconditionally the same rim diameter. For that,
mesmo diâmetro da superfície de rolamento. Assim all concerned wheel sets either to be renewed or to be
sendo, ou renovar todos os conjuntos de roda ou turned to equal diameter.
reperfilá-los ao mesmo diâmetro.

Todos os eixos cardã X All cardan shafts X


ST
à F
D A
R H
A S
C ATENÇÃO !
N ATTENTION !
S Somente devem ser usados os parafusos, arruelas de A Only the appropriate types of bolts, retaining washers and
O
XI aperto e porcas prescritos. Os torques necessários têm de D
E R nuts must be used and the required tightening torque must
ser incondicionalmente cumpridos. No máximo após 25 A
C be observed. Latest after 25 operating hours the cardan
horas de serviço deverão ser controlados os eixos cardãs e
shafts and their bolts are to be checked for proper
seus elementos de fixação; subsequentemente, a cada 200
condition, subsequently after every 200 operating hours.
horas de serviço.
S – 43d

Conjunto Peça Estado e Condition


reparação Renovação Assembly Component and Repair Preventive
Todas as transmissões
All power transmissions
de força X X
ACIONAMENTO
FLANGES DE

FLANGES
E le m e n to s d e fix a ç ã o , m a n c a is , a n é is d e v e d a ç ã o ,

DRIVE
Bolts, bearings, seal rings, spline profile and flange
perfis acanalados e flanges devem ser controlados
quanto ao desgaste e renovadas as peças com bores to be checked for wear. Worn parts are to be
renewed.
d e fe ito .

SE Todas as engrenagens All gear boxes


Õ
SS
X X

BOXES
I

GEAR
M
SN Revisão geral e renovação de todos os componentes General inspection and renewal of all worn or
AR gastos ou defeituosos. defective components.
T

NOTA: NOTE:
Todas as medidas de inspeção e reparação somente devem ser All inspection and repair measures are to be carried out only by
realizadas por oficinas devidamente autorizadas.. authorised workshops.
É obrigatório o uso de sobressalentes originais. Only original spare parts are to be used.

PLASSER & THEURER


SERVICE CENTER
LINZ - AUSTRIA
S – 43d
SI – 0300-01

PRESCRIÇÕES GERAIS DE OPERAÇÃO, CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO, EXAMES PERIÓDICOS E


LICENÇA OPERACIONAL DA PLASSER & THEURER BAHNBAUMASCHINEN
Máquinas ferroviárias de construção, veículos de construção e veículos de medição estão sujeitos, quanto à
sua operação, conservação e manutenção, exames periódicos e licença operacional, por um lado às
prescrições e regulamentações aplicáveis a veículos ferroviários (veículos regulares de via e veículos
especiais) e às regulamentações de construção e operação, e por outro lado a todas as medidas
suplementares para a manutenção da operabilidade e às prescrições gerais de operação e segurança.
O operador é responsável pelo cumprimento de todas as prescrições relevantes e pela execução adequada de
todas as medidas necessárias para a manutenção do produto fornecido em bom estado geral e de operação
Para isto fornecemos-lhe as seguintes instruções e pedimos o obséquio de cuidar para que sejam
devidamente observadas.
1) SEGURANÇA
Nosso regulamento „Prescrições Gerais de Operação e Segurança para Máquinas de Construção e
Manutenção de Via Permanente da Plasser & Theurer Bahnbaumaschinen, BS-02.03-*“ constitui parte
integrante obrigatória da documentação que acompanha o produto fornecido. Pedimos o favor de ler
atenciosamente este manual; ele contém determinações importantes para uma operação segura do
produto, bem como indicações relacionadas a eventuais riscos e minimização de perigos, além de outras
informações úteis.
2) HOMOLOGAÇÃO
O operador deverá cuidar da obtenção e prorrogação de todas as licenças operacionais necessárias.
3) OBJETIVO DE USO, LICENÇAS E RESPONSABILIDADE
a) A máquina fornecida somente pode ser usada para o objetivo a que se destina e somente operada,
conservada e reparada por pessoas devidamente instruídas, qualificadas e autorizadas.
b) O fabricante não assume as conseqüências decorrentes do uso indevido e/ou incorreto da máquina,
respect. pela reparação em oficina não autorizada. Isto também vale para outros descuidos em
conexão com a manutenção e reparações (p.ex. também a montagem de peças ou componentes
montados em sistemas que não funcionam perfeitamente).
4) ESTADO OPERACIONAL E MANUTENÇÃO
Antes de qualquer tomada em serviço deve-se inspecionar o estado e o equipamento do produto fornecido
e certificar-se de que todas as condições para a operação segura do mesmo tenham sido devidamente
cumpridas:
a) tomar todas as medidas necessárias e observar os intervalos de manutenção e conservação tais como
descritos nos manuais de serviço e manutenção e demais indicações, além das explicações
diretamente fornecidas ao pessoal da máquina.
b) Utilização de meios de serviço e materiais de consumo adequados (tais como mencionados nas
instruções pertinentes).
5) EXAMES E REPARAÇÕES
Além dos exames periódicos prescritos para veículos ferroviários e devido às condições operacionais
típicas para máquinas de construção de via deverão ser regularmente examinados também o chassi, os
freios, o bastidor e as instalações de comando e de medição quanto ao seu estado e funcionamento,
respectivamente, consertados imediatamente quaisquer defeitos eventuais.
a) Favor observar sempre que sua máquina seja confiada somente a oficinas devidamente autorizadas e
unicamente a técnicos habilitados para este tipo de veículo.
b) Genericamente, a remoção de defeitos é efetuada pela rede de assistência técnica da Fa. Plasser &
Theurer ou pelos seus parceiros de assistência técnica autorizados.
c) Os operadores (clientes) poderão se dirigir ao próximo posto de assistência técnica da Fa. Plasser &
Theurer.
d) Naturalmente, este serviço de assistência técnica também está à sua disposição para assistir a qualquer
forma de exame e reparação da sua máquina, seja esta direta ou sob forma de consultoria.
e) Um fator substancial para o uso sem falhas, respect. para a boa operabilidade da máquina é a utilização
de peças de reposição originais. Os consertos durante o período de garantia estão vinculados à utilização
de peças originais da Plasser & Theurer.
f) Alterações, instalações adicionais ou outras ampliações podem restringir a função e o comportamento
seguro da máquina, devendo, por este motivo, somente ser realizados com a aprovação do fabricante.

Plasser & Theurer


Export von Bahnbaumaschinen
Gesellschaft m.b.H.
SI – 0400-03

Instruções de segurança a quando dos preparativos para a realização de reparos

No modo de trabalho, o perímetro de perigo da máquina de ser considerado área


interditada!

Reparos na máquina só podem ser efectuados por pessoal autorizado e tecnicamente


competente. Além disso, não é permitido andar pela linha vizinha com tráfego.

FAVOR OBSERVAR OS REGULAMENTOS FERROVIÁRIOS LOCAIS

Antes de dar início a possíveis reparos é imprescindível que sejam tomadas as seguintes
medidas de segurança:

• A pressão hidráulica deve ser desativada!

• O sistema pneumático deve ser desativado!

• A máquina deve ser imobilizada para evitar o seu rolamento involuntário (freio
de estacionamento, calços, etc.)!

• O motor deve ser desligado!

• A chave geral de trabalho deverá ser desligada e bloqueada contra religamento


não autorizado.

• A chave geral da bateria deverá ser desligada e bloqueada contra religamento


não autorizado.

• Se a reparação for executada dentro de pavilhões fechados, as baterias


deverão ser desconectadas (máquina sem tensão) e os pólos de ligação
devidamente fixados.

• Além disto, todas as pessoas envolvidas e que têm acesso à máquina devem
ser avisadas previamente dos reparos a serem realizados.

• Também deverá ser nomeado um especialista competente que detenha a


responsabilidade principal pelos reparos e que efetue a fiscalização sob
observação de todas as medidas de segurança.

• Antes de a máquina ser colocada novamente no modo de Funcionamento, todo


o pessoal da máquina deve ser informado sobre os reparos realizados . A
máquina só poderá ser posta no modo de "Funcionamento" por pessoa
especializada, competente e devidamente autorizada para tal.

• No modo de trabalho, a área de trabalho volta a ser área interditada!