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CAP 2/2020

TIPOS DE
CONHECIMENTO E DE
PESQUISA E SUAS
CARACTERIZAÇÕES

Unidade2
Subunidade 1
Parte 2

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Créditos

Reitor
Maj Brig Ar Luiz Guilherme Silveira de Medeiros

Chefe do Centro de Educação a Distância


Bruno Ferreira de Oliveira Cel Int

Design Educacional
Lívia Aparecida de Almeida e Sousa Profª.
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Cristiane Pedersane Lobo 1º Ten QOCON PED
Vitória-Régia Pinheiro Victor de Araújo Civil

Design Educacional
Lívia Aparecida de Almeida e Sousa Profª.

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Helder Guerra de Resende Prof.
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Vitória-Régia Pinheiro Victor de Araújo Civil

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Mateus Lima Bastos Peixoto CB SAD

Multimídia e Audiovisual
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Leonardo Gonçalves Martins da Silva 3º Sgt SIN
Mateus Lima Bastos Peixoto CB SAD

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Tipos de Conhecimento e de
Pesquisa e suas Caracterizações

Subunidade 1 – Parte 2 – Tipos de Conhecimento

Objetivo Operacionalizado

• Distinguir o conhecimento científico dos demais tipos de conhecimento


(Cn).

SUMÁRIO

1 Tipos de Conhecimento ............................................................................... 4


1.1 Conhecimento Popular (Vulgar, Prático, Empírico ou Senso Comum) ........ 5
1.2 Conhecimento Religioso (Mitológico, Teológico) ......................................... 7
1.3 Conhecimento Filosófico ............................................................................. 9
1.4 Conhecimento Científico ........................................................................... 11
REFERÊNCIAS ................................................................................................ 17

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Tipos de Conhecimento e de Pesquisa e suas Caracterizações
Unidade 2 Subunidade 1 Parte 2

1 Tipos de Conhecimento

Os seres humanos, por diferentes interesses e necessidades, estão


habitualmente em busca de conhecimentos.
Desde a sua origem, a humanidade sempre precisou lutar por sua
sobrevivência, seja adaptando-se, reagindo, seja transformando o meio com o
qual convive ou pretende conviver.
Grosso modo, pode-se afirmar que o conhecimento necessário à
sobrevivência e à transformação do meio foi sendo produzido por ‘ensaio e
erro’, numa lógica indutiva. Experiências bem-sucedidas provavelmente
levavam à manutenção da forma de se fazer ou de lidar com determinados
aspectos, enquanto que realizações malsucedidas provavelmente não
mereceram ser repetidas. Esse deve ter sido o método original de se entender,
explicar e apropriar da realidade e produzir conhecimentos.
Em função dos desafios e da vontade dos seres humanos entenderem e
dominarem os acontecimentos e o ambiente, diferentes formas de se produzir
conhecimentos foram sendo desenvolvidas e sistematizadas de modo que,
atualmente, é possível identificar diferentes tipos de conhecimento:

Fonte: Imagem elaborada pelo 1º Ten Areias, 2017.

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Mesmo que o foco de interesse seja o conhecimento científico, é


importante apropriar-se dos demais tipos no sentido da sua identificação e
diferenciação. Não raro, o pensamento, o discurso e as ações humanas são
caracterizados por premissas e fundamentos contraditórios, muitas vezes em
decorrência da falta e da inconsistência de conhecimentos sobre o objeto de
curiosidade, de estudo e de reflexão.
Veja, então, as características dos quatro principais tipos de
conhecimento.

1.1 Conhecimento Popular (Vulgar, Prático, Empírico ou Senso Comum)

O conhecimento popular também pode ser chamado de vulgar, prático,


empírico ou de senso comum. São conhecimentos produzidos a partir das
experiências práticas, das crenças e das tradições populares. Baseiam-se,
fundamentalmente, nas experiências empírico-sensoriais individuais e de
determinados grupos no enfrentamento de problemas, na busca de respostas e
explicações para curiosidades, entre outros interesses e necessidades. Como
exemplo, na charge1 abaixo:

1 Fig.
1 - tipomari.blogspot.com. Disponível em: http://tipomari.blogspot.com.br/2012/07/aprenda-com-
mafalda.html. Acesso em: 24 jan. 2017.

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É por meio do senso comum que um contingente expressivo de pessoas


aprende a lidar, a formar opiniões e a resolver muitos problemas do dia a dia.
O sentido é essencialmente prático, utilitário e imediato. É o tipo mais
comum e tradicional de conhecimento que, na maioria das vezes, ocorre de
forma acidental, ou seja, sem que tenha havido intenções de busca, de estudo,
de planejamento e reflexão prévia. A sua obtenção carece da sistematização e
da aplicação deliberada de qualquer método ou técnica de produção.
Uma das características desse tipo de conhecimento é a
superficialidade, na medida em que sua aceitação decorre da simples
aparência e, muitas vezes, do acaso. É comum alguém justificar um
determinado conhecimento por ter vivenciado um ou mais casos positivos ou
negativos; ou porque a pessoa sente que é assim; ou porque disseram que é
assim, daí o sentido empírico-sensorial.
Outro aspecto é o caráter subjetivo do saber de senso comum, porque é
o próprio indivíduo que organiza, por vivência própria ou por ter ouvido dizer,
suas experiências e opiniões sobre a realidade em que vive.
Não há também qualquer interesse ou preocupação do sujeito em
organizar, sistematizar ou comprovar a validade e a confiabilidade das suas
experiências. Trata-se de um conhecimento adquirido pela prática do dia a dia
do sujeito, por ensaio e erro, e comumente repassado de geração a geração.
Por exemplo, a descoberta de como produzir e conservar o fogo foi
muito útil e importante, nos primórdios da humanidade, e veio sendo
transmitida entre as gerações. A princípio, ninguém estava preocupado sobre
como e o porquê de se produzir o fogo2.

Fig 2 – Quais as fases da história da alimentação. Disponível em:


http://quimicaesociedadeuefs.blogspot.com/2016/09/a-quimica-da-conservacao-dos-alimentos.html.
Acesso em: 13 jul. 2017.

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Muitos outros exemplos podem ilustrar saberes produzidos a partir das


experiências práticas das pessoas: formas de cultivar, conservar e preparar os
alimentos; implementos e estratégias de defesa e ataque; equipamentos e
estratégias de caça e pesca; mecanismos de autoproteção de intempéries da
natureza etc.
Pode-se inferir, portanto, que mesmo sendo superficial, subjetivo,
sensitivo e produzido de forma assistemática e acrítica, o conhecimento prático
de senso comum foi e sempre será muito importante. Nem todas as demandas
de senso comum despertam interesse da comunidade científica, porém muitas
pesquisas científicas decorreram e ainda derivam de experiências práticas de
possível relevância acadêmica e político-social.
São vários os exemplos de saberes populares que são perpetuados ao
longo dos tempos e seguidos por um expressivo contingente populacional
como verdadeiros e válidos.
Essa lógica explica o fato de muitas pessoas não tomarem banho
depois das refeições, porque acreditam na crença de que podem morrer.
Explica também que devido à escassez de leite no Brasil Colonial propagou-se
a crença de que misturar leite com manga faz mal. Outro saber popular
bastante difundido é a suposição do sexo do bebê a partir do formato da
barriga da mulher grávida (dizem que barrigas altas e pontudas indicam que o
bebê será do sexo masculino).

1.2 Conhecimento Religioso (Mitológico, Teológico)

É possível que o conhecimento religioso seja tão proeminente na


sociedade quanto o conhecimento popular ou empírico.
Esse tipo de conhecimento decorre, fundamentalmente, de explicações
sobrenaturais para justificar a ocorrência de fenômenos naturais que carecem
de elucidações racionais. Eles são acontecimentos não compreendidos, de
improvável comprovação empírica e de argumentação racional.
É, portanto, um saber produzido e sustentado pela crença na existência
de uma realidade exterior ao mundo, de uma entidade sobrenatural e divina

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que determina a compreensão e a explicação sobre os acontecimentos


naturais, humanos, sociais e formais.
As doutrinas religiosas documentadas nos livros sagrados são as
referências sistematizadoras do conhecimento religioso, mesmo que esse tipo
de conhecimento não tenha sido originado a partir da institucionalização das
religiões. Os totens, símbolos de crenças e superstições no sobrenatural, são
evidências que indicam a origem das religiões arcaicas que, a princípio foram
politeístas.
Mas é nos textos sagrados (Bíblias cristãs, Alcorão islâmico, Torá
judaico, Chilam Balam maias etc.) que se estabelece o conjunto de verdades
(dogmas) fundamentadas na crença de uma revelação divina, que servem para
canalizar e moldar os parâmetros de ‘certezas’ a serem aceitas, propagadas e
praticadas, sem margens para contestações. A aceitação desses dogmas é
decorrente da fé.

Fig 3 – Grupo FATOS. 7 provas físicas da existência de Jesus Cristo.1- Códices de chumbo.
Achado arqueológico que pode explicar os últimos dias de vida de Jesus. 17.

Não deixa de ser um conhecimento sistemático, na medida em que tem


origem, significado, finalidade e destino. Parte da premissa de que as verdades
tratadas são infalíveis e indiscutíveis, por consistirem em revelações de uma
divindade (sobrenatural).
O conhecimento religioso decorre da inspiração; não é racional e não é
passível de comprovação. É dogmático e, portanto, não admite a dúvida, deve

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ser aceito pelos seus adeptos.

Do ponto de vista sociológico, se por um lado, fornece normas gerais


de conduta, propiciando segurança e tranquilidade, por outro, pode provocar
um clima de disputas, intolerância e fanatismo, quando uma dada crença
confronta ou desqualifica uma outra. Não têm sido raros os acontecimentos de
intolerância religiosa, causando conflitos de proporções mundiais.
Decorrente do conhecimento religioso, é possível indicar exemplos como
a crença nos milagres, na reencarnação, no espírito/alma e no poder prescritivo
de métodos adivinhatórios (cartas de tarô, búzios, horóscopos, entre outros).
Um outro exemplo característico do conhecimento religioso pode ser
indicado num dos dogmas proclamados pelo catolicismo de que Jesus Cristo
possui duas naturezas imutáveis que não se confundem: "Cristo é possuidor de
uma íntegra natureza divina e de uma íntegra natureza humana: a prova está
nos milagres e no padecimento" (Dogmas sobre Jesus Cristo).

1.3 Conhecimento Filosófico

O conhecimento filosófico decorre da capacidade de o ser humano


questionar sobre os mais diferentes aspectos da realidade, valendo-se apenas
da própria razão humana. Caricaturalmente, pode-se afirmar que a adequação
e a relevância das questões e do processo sistematizado de questionamentos
são mais importantes do que as próprias respostas.
A maiêutica é o método ou a técnica privilegiada para a produção do
conhecimento filosófico que, fundamentalmente, trata-se de um arranjo
sistematizado e racional de perguntas formuladas com o propósito de fazer
aflorar conceitos que estão latentes ou ocultos na mente humana.

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Fig. 43 – Charge sobre Filosofia.

Conforme demonstrado acima, o conhecimento filosófico decorre do


questionamento e da reflexão sobre tudo o que existe na realidade e na
imaginação. O propósito é dissecar o objeto de reflexão até chegar a sua raiz,
ao seu núcleo, a sua essência, na tentativa de identificar suas causas, de
refletir sobre as possíveis consequências de suas existências.
Sendo assim, pode-se afirmar que o conhecimento filosófico decorre de
um processo sistematizado de questionamentos e reflexões. Os conceitos e as
teorias são formados a partir da reflexão sobre a realidade. No entanto, esse
processo não deixa de ser especulativo, considerando que as conclusões são
baseadas em hipóteses e possibilidades, devido ao uso de teorias abstratas,
não verificáveis. Elas não podem ser observadas e/ou comprovadas
empiricamente.
Com o desenvolvimento da ciência, a filosofia colocou-se para além dos
limites do conhecimento científico que, no sentido clássico, restringe-se aos
fenômenos humanos, materiais e naturais que podem ser comprovados
experimentalmente. O conhecimento filosófico busca, portanto, compreender e
interpretar a realidade em sua totalidade, para além das aparências, tentando
estabelecer uma concepção geral sobre a vida e o mundo, abarcando questões
subjetivas, imateriais e suprassensíveis, como os conceitos e as ideias, com a
pretensão de ultrapassar os limites impostos à busca do conhecimento
científico.

3 Disponível em: www.filosofia.com.br/figuras/charge/196.jpg. Acesso em: 24 jul. 2017.

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Fonte: Mapa Mental elaborado pelo Sd M. Lima, 2017.

A filosofia cumpre um papel importantíssimo à medida que coloca em


questão o próprio conhecimento científico, transformando-o em problema.
O sentido da existência humana e da vida é um exemplo de questão
filosófica. Essa indagação coloca em destaque o antagonismo entre as teorias
evolucionistas e criacionistas, quando ambas não são conclusivas.
No entanto, o conhecimento filosófico, conforme vimos exposto no mapa
mental, abrange os mais diversos campos e temas, tais como os
questionamentos e as reflexões sobre a liberdade, o preconceito, a moral, a
ética, o individualismo, a miséria, os resultados da ciência, entre outros dilemas
do mundo contemporâneo.

1.4 Conhecimento Científico

O conhecimento científico é todo aquele formulado a partir de análises


de fatos, por meio de técnicas, procedimentos e instrumentos reconhecidos e
legitimados como científicos.
A pesquisa científica é o meio universalmente utilizado e legitimado para
a produção deste tipo de conhecimento, assim como as instituições
educacionais foram idealizadas como lócus (lugar) privilegiado, porém não
exclusivo, de produção e disseminação dos conhecimentos científicos. Cabe a

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ressalva que, nas instituições de educação formal, os demais tipos de


conhecimento também são abordados ao considerar serem patrimônios
culturais da humanidade.
O conhecimento científico é baseado em resultados obtidos a partir da
utilização de instrumentos e equipamentos de coleta de dados construídos/
desenvolvidos e previamente avaliados em termos de objetividade (condição
do instrumento de coleta de dados para alcançar os mesmos resultados,
quando um mesmo objeto é medido por dois ou mais pesquisadores), de
validade (capacidade do instrumento de coleta de dados medir, com o máximo
de precisão possível, o que se quer aferir) e de fidedignidade (consistência dos
resultados obtidos a partir de diferentes aplicações dos instrumentos de coleta
de dados, utilizando-se sempre os mesmos sujeitos). Decorre, portanto, de um
processo planejado, sistematizado, controlado e legitimado pela comunidade
científica.

Fonte: Nuvem de Palavras elaborada pela 1º Ten Ped Pedersane, 2017.

A adequação, consistência e relevância dos saberes científicos


dependem do reconhecimento dos especialistas da área de conhecimento que
compõem o mundo acadêmico. Esse reconhecimento se dá por meio de

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publicações dos resultados de pesquisas científicas em periódicos de notório


prestígio junto à comunidade científica. A avaliação do mérito e da relevância
da produção do conhecimento científico se dá a partir do conhecido mecanismo
de revisão por pares duplo-cego-peerreview (NASSI-CALÒ, 2015).
Tendo como horizonte o desafio e a necessidade de contribuir para a
formação de profissionais dotados de uma atitude científica face às realidades
em que atua e intervém, não restam dúvidas sobre a imprescindibilidade de se
operar fundamentado em conhecimentos produzidos cientificamente. O
propósito não é formar pesquisadores de ponta ou com reconhecimento
internacional para produzir novos conhecimentos, de acordo com os
parâmetros científicos.
Por outro lado, é imprescindível primar pela construção de saberes e
pelo desenvolvimento de competências e habilidades que permitam a você
identificar os problemas que emergem na esfera da sua atuação profissional;
definir aonde se quer e precisa chegar; buscar nas fontes de disseminação os
conhecimentos já produzidos; analisar e avaliar as possibilidades e alternativas
exequíveis de aplicação no sentido de superar os problemas originalmente
detectados; além de avaliar os efeitos das decisões e ações tomadas.
Se o foco é o conhecimento científico, nesta Subunidade não seria
possível tratá-lo sem tecer as comparações com os demais tipos de
conhecimento produzidos historicamente pela humanidade.
Destacamos a seguir alguns tipos de conhecimentos sistematizados que
podem contribuir no desenvolvimento de um pensamento crítico e reflexivo em
seus textos argumentativos.

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Fonte: Esquema elaborado pelo Sd M. Lima, 2017.

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Como síntese final cabe destacar, de forma mais didática e


comparativamente, as características dos tipos de conhecimento. Conforme
Ferrari (1974), sistematizou um quadro comparativo das referidas
características:

Quadro 14 - Características dos tipos de conhecimento

Tipos de Conhecimento

Fonte: Imagem adaptada pelo 1º Ten Areias, 2017.

4 Fonte: FERRARI, Alfonso Trujillo. Metodologia da ciência. Rio de Janeiro: Kennedy, 2. ed. 1974.
Ilustração e adaptação pelo 1º Ten Areias, 2017.

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Após realizada a leitura da segunda parte da Subunidade 1, não se


esqueça de realizar a tarefa proposta nesta semana. Observe as orientações
no enunciado dela.

Após um salutar estudo sobre tipos de conhecimentos e caracterizações


de pesquisa, a proposta, desta semana para Tarefa, é que você construa um
texto argumentativo, em 1 lauda (exceto a Folha de rosto), a fim de analisar
se apenas o conhecimento científico pode auxiliar nas tomadas de
decisão. Justifique, com embasamento na literatura, sua colocação e aponte
um contraditório, ou seja, se outros tipos conhecimentos podem contribuir
para tal processo decisório. Conclua o desenvolvimento de seu raciocínio,
demonstrando o seu ponto de vista.

Acesse o Fórum Temático e participe com suas colocações.


Disponível em:

http://cead.unifa.aer.mil.br/cead19/mod/forum/view.php?id=36

Esperamos por você na

Subunidade 2 desta Unidade!

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REFERÊNCIAS

DOGMAS CATÓLICOS. Dogmas sobre Jesus Cristo.

FERRARI, Alfonso Trujillo. Metodologia da ciência. Rio de Janeiro: Kennedy,


2. ed. 1974.

NASSI-CALÒ, Lilian. Avaliação por pares: modalidades, prós e contras [online].


SciELO em Perspectiva, 2015.

RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica.


Petrópolis: Vozes, 1999.

SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do


conhecimento. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 1999.

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