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O autismo, conhecido como Transtorno do Espectro Autista, é uma

síndrome caracterizada por problemas na comunicação, linguagem,


relações sociais e afetivas, na socialização, memória, hipersensibilidade
a estímulos, mudança de ambiente e na rotina, e geralmente,
diagnosticada entre os 2 e 3 anos de idade. É uma síndrome que dificulta na fala e
em expressar ideia e sentimentos, senti-se mal em meio aos outros e pouco contato visual,
além de padrões repetitivos, prejudicando assim muitas das vezes o comprometimento em
sala de aula.

O termo autista foi utilizado em 1911 per Bleuler, para mostrar a perda do contato com o a
realidade. Foi em 1943, que o médico Leo Kanner observou onze crianças com autismo, foi
quando ele escreveu “Os transtornos autista do contato afetivo”.

"Desde 1938, chamaram-nos a atenção várias crianças cujo quadro difere


tanto e tão peculiarmente de qualquer outro tipo conhecido até o
momento que cada caso merece - e espero que venha a receber com o
tempo - uma consideração detalhada de suas peculiaridades
fascinantes"Leo Kanner, 1943.

Meses depois de Kanner, o médico Hans Asperger descreveu casos de várias crianças, como
não conhecia o trabalho de Kanner, ele “descobriu” o autismo sozinho e em 1944 publicou “A
Psicopatia autista na infância”.

Asperger precoupava-se com o aspecto educacional das crianças, entretanto para Kanner não
era uma preocupação.

As crianças obersavadas eram diferentes, tanto no desenvolvimento da comunicação quanto


no da linguagem, e mais tarde essas diferenças foram caracterizadas como: autismo e
transtorno de asperger.

Está relacionado com as temáticas abordadas no curso? Contribui para o seu crescimento
profissional? Pedagogos precisam aprender a trabalhar com TEA.

Introdução (duas páginas, dispensa-se citações)

Esta síndrome faz com a criança apresente algumas


características específicas, como dificuldade na fala e em
expressar ideias e sentimentos, mal-estar em meio aos outros e
pouco contato visual, além de padrões repetitivos e movimentos
estereotipados, como ficar muito tempo sentado balançando o
corpo para frente e para trás.
busca do conhecimento, possibilitando o desenvolvimento criativo, lúdico e cognitivo. Com a

utilização desta ferramenta, bem como outros meios artísticos, pode incentivar a socialização
ea

cooperação, rompendo barreiras, como a timidez.

Quando falamos do lúdico, como os jogos, assim como também a música, não é apenas uma

atividade recreativa, mas como parte da cultura e como conhecimento a ser trabalhado na
educação

infantil. Para isso, é preciso trabalhar com a interdisciplinaridade, que ainda não apresenta

visibilidade na nossa educação. Nessa situação, se faz necessário a busca por novos métodos

didáticos-pedagógicos a serem introduzidos no meio educacional, buscando meios de


transmitir e

produzir o conhecimento.

De caráter interdisciplinar, a música se apresenta como instrumento metodológico e


pedagógico de

total importância, pois além das vantagens já descritas não busca a aplicação de maneiras pré-

estruturadas na transmissão dos conteúdos a serem trabalhados.

A criança quando ouve música, aprende uma canção, brinca de roda, participa de brincadeiras

rítmicas, de jogos e recebe estímulos que contribuem para a apreciação musical, pelo som,
ritmo e

movimento. Para ela a música representa muito mais que uma forma de expressão e
integração, é

um elemento que possibilita desenvolver conceitos e habilidades, contribuindo para a sua


formação

integral.

Quando a música é vista como fonte de conhecimento e ensino- aprendizagem, as ações


cotidianas

se tornam experiências capazes de estimular o desenvolvimento da criança.

Assegurar a formação musical para o docente, garantir a música nos currículos dos cursos que
formam professores, ainda não é o suficiente para introduzir a prática da musicalização nas
escolas,

mas é o começo para a reconstrução da sua identidade dentro das instituições escolares. Uma

linguagem tão importante quanto as demais áreas, portanto, fundamental para o processo de

ensino-aprendizagem.

Referencia

file:///C:/Users/thami/AppData/Local/Temp/Temp1_Fasc_09_-
_Transtornos_globais_do_desenvolvimento.zip/Fasc%2009%20-%20Transtornos%20globais
%20do%20desenvolvimento/Fasciculo%209.pdf