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MANDRILAMENTO

Introdução F2

APLICAÇÕES
Início F3

Desbaste F 14

Acabamento F 22

Alargamento F 31

Problemas e soluções F 34

PRODUTOS
Mandrilamento em desbaste
CoroBore® 820 F 38
Duobore® F 41
Aplicação pesada F 44

Mandrilamento de precisão
CoroBore® 825 F 46
CoroBore® XL F 50
Cabeça para mandrilamento de precisão 391.37A / 391.37B F 52
Unidades para mandrilamento de precisão T-Max U F 56

Oferta ampliada
Ferramentas para mandrilamento de precisão e em desbaste F 59

Alargamento
Alargador 830 F 60

Oferta ampliada
Ferramentas para alargamento F 62

Informações sobre as classes F 63

F1
A
Torneamento geral Mandrilamento - introdução

B
Corte e Canais

C
Rosqueamento

D
Fresamento

Introdução
Furação

F A Sandvik Coromant tem uma abrangente linha de ferra-


mentas para mandrilamento com a família CoroBore como a Tendências
primeira escolha para muitas aplicações.
Máquinas e métodos de usinagem
Mandrilamento

A família CoroBore oferece ferramentas versáteis com diâme- •Usinagem multitarefa


tros ajustáveis que pode ser ajustadas para diferentes •Redução no tempo de set-up para maximizar o tempo de
aplicações.A ferramenta CoroBore 820 para mandrilamento produção de receita
em desbaste oferece maior produtividade graças aos três •Maior produtividade com maior taxa de remoção de mate-
desenhos de pastilhas. Já a ferramenta rígida para mandrila- rial
G mento de precisão CoroBore 825 permite a usinagem de furos
•Velocidades de corte mais altas com classes mais resis­
com tolerâncias estreitas e acabamento superficial de alta
Sistemas de Fixação/

tentes ao desgaste, CBN e PCD


qualidade.
Peças e materiais
As ferramentas antivibratórias para mandrilamento (Silent
Tools) possibilitam a usinagem de furos mais profundos e com •Mais materiais de alta-liga entrando em aplicações ex-
Máquinas

longos balanços eliminando as vibrações. istentes


•Tolerâncias de furos mais estreitas
A família de alargadores 830 com cabeças intercambiáveis •Balanços mais longos
permite as operações de acabamento com tolerâncias estrei-
H tas de diâmetro e alta qualidade do acabamento superficial
•Acabamento em material endurecido.
com altos avanços.
Materiais

I
Informações/

F2
Índice
Mandrilamento - início A

Torneamento geral
Início
Métodos de mandrilamento
O mandrilamento é definido como um método para aumentar ou melhorar a quali-
dade de um furo existente.A Sandvik Coromant oferece vários sistemas de ferra-
B
mentas flexíveis em uma ampla faixa de diâmetros para operações de desbaste,
mandrilamento de precisão e alargamento.

Corte e Canais
Desbaste– Ferramentas que abrangem uma faixa de diâmetro que vai de 25 a 550
mm. As profundidades dos furos vão até 6 x o diâmetro do acoplamento. O des-
baste é voltado principalmente para a remoção de material para aumentar os furos
existentes feitos por métodos como pré-usinagem, fundição, forjamento, oxicorte
etc. Veja a página F 14.
Mandrilamento de precisão– Ferramentas que abrangem uma faixa de diâmetro que
C
vai de 3 a 981.6 mm. As profundidades dos furos vão até 6 x o diâmetro do acopla-
mento. Desenvolvidas para acabar um furo existente para alcançar uma tolerância

Rosqueamento
estreita do furo, posição e alta qualidade do acabamento superficial.Veja a página F
22.
Alargamento– O alargador multiarestas que abrange de 10 a 31.75 mm. Esta é uma
ferramenta de alta produtividade para alta qualidade de acabamento superficial e
tolerância dimensional estreita.Veja a página F 31.
Fresamento
D
Uma fresa com interpolação helicoidal ou circular pode ser usada ao invés de
ferramentas para mandrilar. O método é menos produtivo quando o desbaste é

Fresamento
necessário, mas pode ser uma boa alternativa quando:
•a potência da máquina for limitada e/ou não houver refrigeração disponível
•for difícil para obter o escoamento/quebra de cavacos através de uma ferramenta
para mandrilar
•for necessário um furo de fundo totalmente plano
E
•houver espaço limitado no magazine de ferramentas
•comprimento em série curto.Ferramentas para produzir vários diâmetros de furos.

Furação
Veja Fresamento, Capítulo D.
Torneamento interno
Normalmente, o mandrilamento de peças simétricas rotativas é executado em um F
torno.Veja Torneamento geral, Capítulo A.

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Escolha do método
Três diferentes áreas podem ser consideradas para determinar o melhor método e a melhor solução em ferramentas.

H
P M K N S H
Materiais

1. Dimensões e qualidade do furo 2. Material da peça, formato e quantidade 3. Parâmetros da máquina


I
Informações/

F3
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento - início

Considerações iniciais

1. Inicie com o furo.Os parâmetros básicos são:


•diâmetro
B
•profundidade
•qualidade (tolerância, acabamento superficial, posição e retilineidade)
Corte e Canais

Tipo de operação:
Desbaste – usinagem de um furo existente com foco na remoção de
metal para preparar o acabamento.Tolerância do furo maior ou igual a
Desbaste Acabamento
IT9.

C Acabamento – usinagem de um furo existente para alcançar uma


tolerância de furo estreita e alta qualidade do acabamento superficial.
Profundidades de corte menores, geralmente, abaixo de 0.5 mm. Furos
com tolerâncias entre IT6 e IT8.
Rosqueamento

A qualidade do furo afeta o tipo de operação e a escolha da ferramenta.

D
Fresamento

2. O componente
Após analisar o furo, é o momento de examinar a peça:
E P M K N S H
•O material tem boa usinabilidade e propriedades de quebra de cavacos?
•É uma peça estável ou há seções finas que podem causar vibrações?
•Uma extensão da ferramenta é necessária para possibilitar a usinagem do furo?
•A peça pode ser corretamente fixada?Quais problemas de estabilidade devem ser
Furação

considerados?
•Há uma rotação simétrica da peça ao redor do furo, ou seja, o furo pode ser usi-
F nado em um torno?
•Tamanho do lote – produção em massa, que justifica uma ferramenta especial
otimizada para maximizar a produtividade ou se trata de usinagem de um único
Mandrilamento

furo?

G
Sistemas de Fixação/

3. A máquina
Algumas considerações importantes sobre a máquina:
Máquinas

•Interface do fuso
•Estabilidade, potência, torque, especialmente para ferramentas de
mandrilar maiores
H
•A velocidade do eixo (rpm) é suficiente para diâmetros pequenos?
•O magazine e o trocador de ferramentas, especialmente para ferra-
mentas de mandrilar grandes
Materiais

•Um fuso horizontal e refrigeração interna melhoram o escoamento


dos cavacos.

I
Informações/

F4
Índice
Mandrilamento - início A

Torneamento geral
Escolha do método – exemplo

Desbaste
Mandrilamento em desbaste Fresamento helicoidal/circular Torneamento interno B

Corte e Canais
Vantagens Vantagens Vantagens C
•Relativamente flexível •Muito flexível •Muito flexível
•É possível ajustar o diâmetro em uma deter- •A quebra de cavacos é sempre obtida •Perfilamento possível com ferramentas

Rosqueamento
minada faixa standard
•Pode usinar um fundo plano em furos cegos
•Alta faixa de avanço = alta produtividade Desvantagens
•Ocupa menos espaço no magazine de fer- •Somente uma aresta de corte
Desvantagens ramentas
•As ferramentas precisam ser ajustadas •Limitado às peças com set-up possível em
manualmente Desvantagens um torno
•Diâmetro grande se comparado às fer-
•Ciclos mais longos
D
ramentas de usinagem que precisam maior
torque e mais espaço no magazine de
ferramentas

Fresamento
•As ferramentas com três arestas de corte
precisam alta potência da máquina

E
Flexibilidade, produção de pequenas
Produção de série média à longa Peças simétricas rotativas
séries

Furação
Acabamento
Mandrilamento de precisão Alargamento Fresamento helicoidal/circular
F

Vantagens Vantagens Vantagens Mandrilamento


G
•Relativamente flexível •Faixa de avanço muito alta •Muito flexível
Sistemas de Fixação/

•É possível ajustar o diâmetro em uma deter- Desvantagens •A quebra de cavacos é sempre obtida
minada faixa •Segue a forma e a posição do furo pré-
usinado •Pode usinar um fundo plano em furos cegos
•Diâmetro ajustável em mícrons
Máquinas

•Uma ferramenta está limitada a um •Ocupa menos espaço no magazine de fer-


Desvantagens diâmetro ramentas
•As ferramentas precisam ser ajustadas
manualmente Desvantagens
•Requer máquinas de alta qualidade
•Diâmetro maior se comparado às ferramen- H
tas de usinagem que precisam de mais
espaço no magazine de ferramentas
Materiais

Opção standard, produção de série


Produção de série longa Flexibilidade
média à longa I
Informações/

F5
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento - início

Visão geral - ferramentas para mandrilamento em desbaste

CoroBore® 820 Aplicações típicas


O CoroBore 820 deve ser sempre considerado •Furos de diâmetros médio a grande (35–306
B a primeira escolha para o mandrilamento em
desbaste.
mm)
•Produtividade máxima
Ele é versátil com cassetes que podem ser
•Mandrilamento escalonado, com aresta tripla
ajustados para abranger determinada faixa de
Corte e Canais

ou com aresta única


diâmetro com uma ferramenta.
•Máquinas-ferramenta com potência alta à
média

C Duobore® Aplicações típicas


O Duobore é um complemento quando a potên- •Furos de diâmetros médio a grande (25–270
cia da máquina ou a estabilidade forem limita- mm)
Rosqueamento

das.
•Mandrilamento escalonado, de aresta tripla ou
Ele é versátil com cassetes que podem ser de aresta dupla
ajustados para abranger determinada faixa de
•Máquinas-ferramenta com potência baixa à
diâmetro com uma ferramenta.
média
D •Furos mais profundos e balanços longos

Ferramentas para mandrilamento pesado Aplicações típicas


A aplicação pesada é um complemento para •Furos de diâmetro grande (150–550 mm)
Fresamento

o mandrilamento pesado em desbaste em


•Aplicações que requerem pastilhas resistentes
diâmetros maiores.
•Mandrilamento escalonado, com aresta tripla
Ferramentas versáteis com cassetes que po-
ou com aresta dupla
E dem ser ajustados para abranger determinada
faixa de diâmetro com uma ferramenta. •Máquinas-ferramenta com potência alta à
média
Furação

Métodos de desbaste
F Mandrilamento com
multiarestas
Mandrilamento
escalonado
Mandrilamento com multiarestas
Envolve duas ou três arestas e é usado em operações de desbaste de furos, com
tolerância IT9 ou maior, quando a taxa de remoção for a principal prioridade.A faixa
de avanço é obtida ao multiplicar o avanço para cada pastilha pelo número de pasti­
Mandrilamento

lhas (fn= fz x z).


O set-up básico para muitas aplicações de mandrilamento.
Mandrilamento escalonado
Realizado em desbaste por uma ferramenta para mandrilar que tenha as pasti­lhas
G ajustadas em diâmetros e alturas axiais diferentes.Usado quando for necessário um
corte com profundidade radial grande, ou para obter melhor controle de cavacos em
Sistemas de Fixação/

materiais de cavacos longos, pois a largura do cavaco pode ser dividida em vários
Mandrilamento com
cavacos menores, mais fáceis de lidar. O número de ferramentas e as trocas das
aresta única mesmas podem ser reduzidos no mandrilamento escalonado.
Máquinas

A faixa de avanço e o acabamento superficial produzido são os mesmos se apenas


uma pastilha for usada (fn= fz). A tolerância do furo produzida é IT9 ou maior.

H Mandrilamento com aresta única


Para desbaste e acabamento em materiais em que o controle de cavacos for exi-
gente ou quando a potência da máquina-ferramenta for limitada (fn= fz).
O mandrilamento com aresta única é usado para materiais com cavacos longos –
mais espaço para cavacos, furos no fundo de uma superfície e acabamento de furos
Materiais

com tolerância IT9 ou maior.

I
Informações/

F6
Índice
Mandrilamento - início A

Torneamento geral
Visão geral - ferramentas para mandrilamento de acabamento

CoroBore® 825 Aplicações típicas


O CoroBore 825 sempre deve ser considerado • Furos com tolerância de precisão com diâme­
como a primeira escolha para o mandrilamento
de precisão.
tros médio a grande e acabamento superficial
de alta qualidade (23–981.6 mm)
B
A ferramenta pode ser ajustada radialmente • Mandrilamento convencional ou reverso
para abranger uma determinada faixa de

Corte e Canais
• Furos mais profundos e longos balanços
diâmetro com uma ferramenta.A ferramenta
permite o ajuste da precisão em mícrons para • Operações externas
obter tolerâncias estreitas do furo.

Rosqueamento
Cabeça para mandrilamento de precisão Aplicações típicas
Cabeça para mandrilamento de precisão com • Furos com tolerância de precisão com diâme­
barras de mandrilar para diâmetros pequenos. tros pequeno a médio e acabamento superfi-
cial de alta qualidade (23–981.6 mm)
A ferramenta pode ser ajustada radialmente
para abranger uma determinada faixa de •U
 sinagem com altas velocidades devido ao
diâmetro com uma ferramenta.A ferramenta contrapeso ajustável D
permite o ajuste da precisão em mícrons para
obter tolerâncias estreitas do furo.
Para alta velocidade, use a cabeça para man-

Fresamento
drilamento de precisão 391.37B com contrape-
so ajustável.

Unidade para mandrilamento de precisão T-Max U Aplicações típicas


Ferramenta de precisão para montagem em fer- • Soluções para a área da engenharia
ramentas especiais capaz de usinar tolerâncias

Furação
• Diâmetro mínimo do furo de 25 mm
estreitas do diâmetro.

Alargador 830 Aplicações típicas F


Complementa o conceito de alto desempenho • A ferramenta de precisão para furos pas-
do CoroDrill 880 para furos de alta precisão santes com acabamento superficial de alta

Mandrilamento
com altos avanços. qualidade (10–31.75 mm)
• Produção de série longa
• Altos avanços

G
Sistemas de Fixação/

Métodos de acabamento
Mandrilamento com Alargamento com Mandrilamento com aresta única
Máquinas

aresta única multiarestas Para acabamento com pequenas profundidades de corte quando forem necessá­
rios tolerância estreita (IT6 a IT8) ou acabamento superficial de alta qualidade. O
diâmetro de uma ferramenta para mandrilamento de precisão pode ser ajustado em
mícrons com um mecanismo de alta precisão.O mandrilamento com ­aresta única
pode ser aplicado com uma ferramenta de mandrilar em desbaste para usinagem
H
de furos com tolerância IT9 ou maior.
Alargamento com multiarestas
Operação de acabamento realizada com um alargador multiarestas, proporcionando
Materiais

tolerâncias estreitas e acabamento superficial de alta qualidade com altos avanços.


Normalmente usado para produção de longas séries.

I
Informações/

F7
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento - início

Definições para mandrilamento

Velocidade de corte – vc (m/min)


A ferramenta para mandrilar com um determinado número de rotações (n) por
B minuto que gera um determinado diâmetro (Dc). Isto propicia uma velocidade de
corte específica vc medida em m/min na aresta de corte. vc tem influência direta na
vida útil da ferramenta.
Avanço – fn (mm/rot)
Corte e Canais

O movimento axial da ferramenta é chamado de faixa de avanço (fn) e é medido em


mm/rotações. A faixa de avanço é obtida pela multiplicação do avanço por dente
(fz) pelo número real de dentes (número de dentes que gera a superfície final). A
faixa de avanço é o principal valor ao determinar a qualidade da superfície que está
C sendo usinada e para garantir que a formação dos cavacos esteja dentro do escopo
da geometria da pastilha.
Taxa de penetração – vf (mm/min)
Rosqueamento

A taxa de penetração (vf) significa a velocidade do movimento axial e está intima-


mente relacionada à produtividade.
Taxa de remoção do metal – Q (cm³/min)
A taxa de remoção do metal (Q) significa a quantidade de material que pode ser re-
movida em um determinado período e está intimamente relacionada à produtividade
D para desbaste. vf = fn x n
Profundidade de corte – ap(mm)
A profundidade de corte (ap) é a diferença entre o raio do furo não usinado e usi-
nado. π x Dc x n
Fresamento

vc =
1000

E
Furação

F Ângulo de posição – kr (º)


A abordagem da aresta de corte para a peça é expressa através do ângulo de
posição (kr) como o ângulo entre a aresta de corte principal e a direção do avanço.
Mandrilamento

Potência líquida – Pc (kW)


A potência líquida (pc) é a potência que a máquina deve ser capaz de fornecer às
arestas de corte para direcionar a ação de corte.A eficiência mecânica e elétrica da
máquina deve ser levada em consideração quando selecionar os dados de corte.

G Torque – Mc (Nm)
O torque (Mc) é o valor de torque produzido pela ferramenta de mandrilar durante a
Sistemas de Fixação/

ação de corte que a máquina deve ser capaz de suportar.


Máquinas

H
Materiais

Para mais informações sobre as definições e fórmulas, veja Informações/Índice, Capítulo I.


I
Informações/

F8
Índice
Mandrilamento - início A

Torneamento geral
Ferramentas para fixação
A rigidez à deflexão e a transmissão de torque são os fatores mais importantes ao
selecionar um porta-ferramenta para operações de mandrilamento. Para melhor es-
tabilidade e qualidade do furo, use o acoplamento Coromant Capto e as ferramentas
para fixação CoroGrip ou HydroGrip.
B
O acoplamento Coromant Capto é o único sistema de ferramentas modular desen-
volvido para todas as operações de usinagem, incluindo todos os métodos para
usinagem de furos. As mesmas ferramentas de corte e adaptadores podem ser

Corte e Canais
utilizados em diferentes aplicações e máquinas. Isto possibilita a padronização de
um sistema de ferramentas para toda a fábrica.
Um pequeno batimento radial é o fator mais importante ao escolher um suporte
para as operações de alargamento. Os mandris de precisão adequados para o alar-
gador 830 são HydroGrip e CoroGrip. C
• Escolha o menor adaptador possível
• Escolha o adaptador mais robusto possível

Rosqueamento
• Se forem necessárias reduções, use a versão cônica se possível
• Para longos balanços (>4 x D5m), use adaptadores antivibratórios
•P
 ara longos balanços, assegure uma fixação rígida com o contato da flange com o
fuso, se possível D
• O batimento radial máximo recomendado para os alargadores é de 5 mícrons.
Veja Sistemas de fixação/Máquinas, Capítulo G.

Fresamento
E

Furação
Montagem de uma ferramenta para mandrilar F
Com freqüência, as ferramentas para mandrilar montadas
devem ser compostas de vários itens para se adequarem à

Mandrilamento
operação:
• cassetes ou cápsulas
• adaptadores para mandrilar
• reduções G
Sistemas de Fixação/

• extensões
• suportes básicos
É sempre fundamental que os valores de torque recomen-
Máquinas

dados sejam seguidos durante a montagem e que a fixação


adequada e um bom pré-setter seja usado.

H
Materiais

I
Informações/

F9
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento - início

Controle de cavacos
A formação e o escoamento dos cavacos é uma questão crítica em operações para
mandrilamento, especialmente em furos cegos. Os dados de corte inadequados
podem levar a cavacos muito espessos/curtos e forças de corte excessivas que
resultam em defelxão e vibrações. Cavacos muito longos (fita emaranhada) podem
B acumular no furo e causar danos ao acabamento superficial, além de entupimento,
provocando quebras.
Os cavacos ideais devem ser em formato de vírgulas definidas ou espirais que se-
Corte e Canais

jam facilmente escoados do furo. Os fatores que influenciam a quebra dos cavacos
são:
• a micro e a macro geometria da pastilha
• profundidade de corte, velocidade de corte e avanço
C
• material
• raio de ponta
Rosqueamento

• ângulo de posição.

D
Mandrilamento de diferentes materiais
Veja Torneamento geral, Capítulo A para informações sobre torneamento em
P M K
Fresamento

­diferentes materiais, que também são aplicáveis para o mandrilamento de uma


variedade de materiais.
N S H
E
Dados de corte
O escoamento dos cavacos e a vibração da ferramenta são fatores importantes que
afetam a seleção dos dados de corte.
Furação

As recomendações para a pastilha e a classe selecionadas, geralmente, podem ser


seguidas, mas com as seguintes exceções:

F •O
 valor inicial máximo recomendado para a velocidade de corte é de 200 m/
min para mandrilamento em desbaste e de 240 m/min para mandrilamento de
precisão a fim de garantir o escoamento de cavacos adequado.
Mandrilamento

•O
 s valores iniciais recomendados para a velocidade de corte para a cabeça para
mandrilamento de precisão 391.37A com barras de aço ou metal duro são de
90-120 m/min (use valores mais baixos para barras de aço longas). O valor inicial
recomendado para as barras de metal duro retificadas é de 60 m/min.
•A
 profundidade de corte máxima recomendada para o mandrilamento de precisão
G é de 0.5 mm
Sistemas de Fixação/

•A
 velocidade de corte deve ser reduzida quando trabalhar com longos balanços,
veja a página F 42 e F 47.
As ferramentas Silent Tools podem ser usadas para atingir velocidades de corte
Máquinas

mais altas com determinados balanços, veja a página F 42 e F 47. Velocidade de corte em relação ao balanço

Se a ferramenta for ajustada ao menor diâmetro possível, o escoamento dos cava-


cos será mais crítico e pode ser necessário reduzir a profundidade do corte.
H
O avanço máximo no madrilamento de precisão é limitado pelo acabamento superfi-
cial desejado. Dessa forma, a possibilidade de influenciar o formato do cavaco fica
assim limitada.
Materiais

I
Informações/

F 10
Índice
Mandrilamento - início A

Torneamento geral
Vida útil da ferramenta da pastilha
Analisando os três principais parâmetros de usinagem, a velocidade, o avanço e a profundidade de corte, cada um tem um efei-
tos sobre a vida útil da ferramenta. A profundidade de corte tem o menor efeito seguido pela faixa de avanço. A velocidade de
corte tem o maior efeito sobre a vida útil da pastilha.

Efeitos da profundidade de corte Efeitos da faixa de avanço Efeitos da velocidade de corte


B
Vida útil da ferramenta Vida útil da ferramenta Vida útil da ferramenta

Corte e Canais
Pouco efeito sobre a vida útil da Menos efeito sobre a vida útil Muito efeito sobre a vida útil
ferramenta. da ferramenta que vc. da ferramenta. Ajuste vc para
melhor economia.

C
ap fn vc
Muito pequena Muito leve Muito baixa
• Perda do controle de cavacos • Cavacos longos • Aresta postiça

Rosqueamento
• Vibrações • Desgaste rápido do flanco • Perda do corte da aresta
• Aquecimento excessivo • Aresta postiça • Não econômica.
• Não econômica. • Não econômica.

Muito profunda
• Alto consumo de potência
Muito pesada
• Perda do controle de cavacos
Muito alta
• Desgaste rápido do flanco
D
• Quebra da pastilha • Acabamento superficial insatisfatório • Acabamento insatisfatório
• Forças de corte maiores. • Craterizações/deformação plástica • Craterização rápida
• Alto consumo de potência • Deformação plástica.
• Soldagem do cavaco

Fresamento
• Martelamento dos cavacos.

E
Raio de ponta e profundidade de corte Raio de ponta grande
O raio da pastilha é o principal fator em operações para man- • Faixas de avanços pesado
drilamento. A seleção do raio de ponta depende da profundi- • Grandes profundidades de corte

Furação
dade de corte e do avanço e influencia o acabamento superfi-
cial, a quebra dos cavacos e a força da pastilha. • Segurança da aresta de corte

Em profundidade de corte pequena, a força de corte resul­ • Aumento da força de corte radial
tante é radial e tenta afastar a pastilha da superfície do furo.
F
Quando a profundidade do corte aumenta, a força de corte
resultante muda para força axial. Raio de ponta pequena

Mandrilamento
•C
 omo regra geral, a profundidade de corte não deve ser Um raio de ponta pequeno é ideal para pequenas profundi-
menor que 2/3 do raio da ponta. Evite profundidades de dades de corte e para reduzir as vibrações. Aumento do risco
corte menores que 1/3 do raio de ponta quando fizer o de quebrar a pastilha.
acabamento em profundidades pequenas.
•O
 acabamento superficial gerado será diretamente influen-
Pastilha Wiper
G
ciado pela combinação do raio da ponta e a faixa de avanço.
Sistemas de Fixação/

Veja Torneamento geral, Capítulo A, para saber como As pastilhas Wiper podem ser usadas para melhorar o
calcular o acabamento superficial teórico para uma pastilha acabamento superficial ou aumentar o avanço. Nota: As pasti­
convencional e para uma pastilha Wiper. lhas Wiper não são recomendadas para condições instáveis e
Máquinas

longos balanços.

H
Rmáx
Materiais

I
Informações/

F 11
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento - início

Fluido de corte
O escoamento dos cavacos, a refrigeração e a lubrificação entre a ferramenta e o material da peça
são funções primordiais do fluido de corte. Ele afeta a qualidade do furo e a vida útil da ferramenta.
Muitas das ferramentas para mandrilar da Sandvik Coromant são desenhadas com refrigeração
interna e com jatos direcionando o fluido para a zona de corte.
B
• Use uma mistura de 5-8 % de óleo solúvel.
• O volume e a pressão mais alta melhoram o escoamento dos cavacos.
Corte e Canais

•P
 ode ser usada uma mistura de fluido de corte ou lubrificação mínima, especialmente em
alumínio.
•O
 mandrilamento sem refrigeração pode ser realizado em materiais com cavacos curtos, de
preferência em aplicações horizontais ou com furo passante. A vida útil da ferramenta será
C reduzida. O ar comprimido melhorará o escoamento dos cavacos significativamente.
Nota: A usinagem sem refrigeração nunca é recomendada para aços inoxidáveis (ISO M) e HRSA
(ISO S).
Rosqueamento

Use o fluido de corte interno para aproximar-se o máximo possível da aresta de corte.
A refrigeração externa é aceitável em materiais com cavacos curtos, mas o jato deve ser con­ti­nua­
mente direcionado para a zona de corte. Se não for possível, tente o mandrilamento sem refriger-
ação.
D
Fresamento

E
Como obter boa qualidade do furo
• Escoamento dos cavacos
Certifique-se de que o escoamento e a quebra dos cavacos sejam satisfatória. O entupimento de cavacos afeta a qualidade
do furo e a confiabilidade/vida útil da ferramenta. A geometria da pastilha e os dados de corte são cruciais. Veja a página F
Furação

10.
• Set-up da ferramenta, estabilidade
F Use o menor balanço possível e o adaptador mais robusto possível. Use ferramentas Silent Tools para balanços mais lon-
gos que 4 x o diâmetro do acoplamento. Veja a página F 9.
• Vida útil da ferramenta da pastilha
Mandrilamento

Verifique o desgaste da pastilha regularmente e estabeleça o programa de vida útil da ferramenta pré-determinado.
• Manutenção
Troque os parafusos de fixação da pastilha regularmente, as arruelas e as molas tipo copo quando necessário. Limpe o tip-
seat antes de trocar a pastilha e limpe todas as peças antes da montagem. Use um torquímetro e Molycote. Veja a página
F 13.
G
• Ferramentas
Sistemas de Fixação/

A ferramenta para mandrilar, a geometria da pastilha e a classe afetam a qualidade do corte. As pastilhas Wiper melhoram
o acabamento superficial, mas não são recomendadas para condições instáveis e longos balanços.
• Dados de corte
Máquinas

Use os dados de corte corretos para o material da pastilha e a aplicação.


• Ajuste
Ajuste o diâmetro final de uma ferramenta para mandrilamento de precisão enquanto a ferramenta ainda estiver montada
H na máquina e após o corte de referência.
Materiais

I
Informações/

F 12
Índice
Mandrilamento - início A

Torneamento geral
Torquímetro
Para obter melhor desempenho das ferramentas para mandrilar, um torquímetro
deve ser usado para obter o aperto correto da ferramenta de mandrilar e da pastilha
montadas.
Se o torque for muito alto, ele afetará o desempenho da ferramenta negativamente B
e fará com que a pastilha, a arruela, a mola rotativa e o parafuso quebrem.
O torque muito baixo causará o movimento do cassete ou da pastilha, além de

Corte e Canais
vibrações e prejudicará o resultado do corte. Veja o Catálogo principal para obter o
torque de aperto correto.

Rosqueamento
Manutenção da ferramenta
Verifique os assentos da pastilha regularmente para assegurar que não foram
danificados durante a usinagem ou manuseio. Certifique-se de que os assentos da D
pastilha estejam livres de poeira ou cavacos de metais de usinagem.
Substitua os parafusos desgastados ou danificados, as arruelas e molas tipo copo.
Use um torquímetro para obter o aperto correto do parafuso.

Fresamento
Para obter melhor desempenho, recomendamos limpar e lubrificar com óleo todas
as partes macho e fêmea pelo menos uma vez por ano. O lubrificante deve ser
aplicado quando necessário para a rosca do parafuso, bem como a face da cabeça
do parafuso. E
O mecanismo das ferramentas para mandrilamento de precisão deve ser lubrificado
regularmente, veja a página F 48 e F 53.

Furação
F

Mandrilamento
Precauções de segurança – pontos de perigo
Os cavacos são muito quentes com arestas vivas e não devem ser removidos manualmente. Os cavacos podem provocar
G
Sistemas de Fixação/

queimaduras na pele ou ferimentos nos olhos.


Certifique-se de que a pastilha e a peça estejam apertadas e fixadas para evitar que se soltem durante o uso. O balanço
demasiado pode resultar em vibrações e na quebra da ferramenta.
Máquinas

Use as proteções adequadas, tanto individuais quanto da máquina, para coletar as partículas de forma segura como cavacos
ou elementos de corte que podem se despreender durante a usinagem.
Certifique-se de que a máquina tenha o torque e a potência necessários para as operações de mandrilamento em desbaste,
profundidades de corte maiores ou diâmetros grandes.
H
Materiais

I
Informações/

F 13
Índice
A
Torneamento geral Desbaste – visão geral da aplicação

Desbaste
Visão geral da aplicação
B
Corte e Canais

C
Rosqueamento

D
Fresamento

E
Furação

F
Mandrilamento

Fresamento
G Escolha das ferramentas D 106
Sistemas de Fixação/

Como aplicar D 113


Máquinas

H Torneamento interno
Escolha das ferramentas A 58
Materiais

Como aplicar A 62

I
Informações/

F 14
Índice
Desbaste – visão geral da aplicação A

Torneamento geral
B
Desbaste

Corte e Canais
Escolha das ferramentas F 16

Como aplicar F 18

Rosqueamento
D

Fresamento
E

Furação
F

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

Mandrilamento
Problemas e soluções F 34
I
Informações/

F 15
Índice
A
Torneamento geral Desbaste – escolha de ferramentas

Desbaste
As operações de mandrilamento em desbaste são realizadas
B para abrir um furo existente e prepará-lo para o acabamento.
As operações de mandrilamento são aplicadas para usinar
os furos que foram feitos através de métodos como pré-usi-
Corte e Canais

nagem, fundição, forjamento, extrusão, oxicorte etc.

C
Rosqueamento

D Escolha das ferramentas

CoroBore® 820 DuoBore™ Aplicação pesada Fresamento


Fresamento

E
Faixa de mandrilamento Veja
35–306 25–270 25–101 99–150 150–300 250–550 Fresamento,
(mm)
Profundidade de Capítulo D
4 x D5m 4 x D5m 6 x Dc 600 mm 4 x D5m 400 mm
mandrilamento
Furação

Tolerância do furo IT9 IT9 IT9 IT9 IT9 IT9

F Material
P M K P M K P M K P M K P M K P M K
N S H N S H N S H N S H N S H N S H
Número de arestas de 3 2 2 2 2 2
Mandrilamento

corte
T-Max P T-Max P T-Max P
Tipos de pastilhas CoroTurn® 107 CoroTurn® 107 T-Max P
CoroTurn® 107 CoroTurn® 107 CoroTurn® 107

Requisitos de potência Médio, alto (Baixo), médio (Baixo), médio (Baixo), médio Médio, alto Médio, alto

G Ângulo de posição
84º (75º), 90º,
95º
75º, 84º, 90º 75º, 90º 75º, 90º 75º, 90º, 95º 75º, 90º, 95º
Sistemas de Fixação/

Nota: Para informações sobre nosso programa de ferramentas especiais, veja Oferta ampliada,
página F 59.
Máquinas

Escolha do método
H
Todas as ferramentas para mandrilamento em desbaste da Sandvik Coromant
podem ser ajustadas para mandrilamento escalonado, com aresta única e multi­
arestas. única. Veja a página F 6 para selecionar o método.
Materiais

I
Informações/

F 16
Índice
Desbaste – escolha de ferramentas A

Torneamento geral
Formato da pastilha
No mandrilamento em desbaste, é uma vantagem usar pastilhas de formato básico
positivo (CoroTurn 107), pois elas propiciam forças de corte menores se compara-
Fixação de pastilhas com formato básico
das às pastilhas negativas. positivo (CoroTurn 107)
Em condições estáveis, escolha as pastilhas de formato negativo (T-Max P) para B
maior economia da pastilha ou em aplicações difíceis que exijam pastilhas robustas
e maior segurança do processo.

Corte e Canais
Fixação de pastilhas com formato básico
negativo (T-Max P)

Posicionamento do diâmetro C

Ferramentas com pastilhas com formato positivo Ferramentas com pastilhas com formato negativo

Rosqueamento
CoroBore® 820 CoroBore® 820
Faixa de diâmetro 35–306 mm Faixa de diâmetro 106–306 mm

Duobore® Duobore® D
Faixa de diâmetro 25–270 mm Faixa de diâmetro 69–150 mm

Aplicação pesada com acoplamento Coromant


Capto

Fresamento
Duobore® antivibratória
Faixa de diâmetro 25–150 mm Faixa de diâmetro 150–300 mm

Aplicação pesada Aplicação pesada


Faixa de diâmetro 250–550 mm Faixa de diâmetro 250–550 mm
E

Furação
Seleção do ângulo de posição para desbaste
O ângulo de posição das ferramentas para mandrilar afeta a direção e a amplitude F
das forças axiais e radiais. Um ângulo de posição grande produz uma grande força
axial direcionada ao fuso, enquanto um ângulo de posição pequeno resulta em uma
grande força de corte radial e cavacos com espessura mais fina.

Mandrilamento
Recomendações
G
Sistemas de Fixação/

Pastilhas com formato positivo Pastilhas com formato negativo

90º - Primeira escolha para operações gerais, mandrilamen-


to escalonado e para operações de usinagem de cantos a
Máquinas

90 graus

75°/84° - Para corte interrompidos, inclusões de areia, H


mandrilamento de pacotes etc. porém somente para furos
passantes
Materiais

95º - Para altos avanços ou melhor acabamento superficial


com pastilhas Wiper (CoroBore 820) em condições estáveis
I
Informações/

F 17
Índice
A
Torneamento geral Desbaste – escolha de ferramentas

Primeira escolha
O CoroBore 820 é uma ferramenta de desbaste altamente produtiva com três ares­
tas de corte que devem ser consideradas a primeira escolha para máquinas com
média a alta potência.

B Selecione o Duobore para condições instáveis, máquinas fracas ou balanços longos.


Escolha Aplicação pesada quando forem necessárias pastilhas fortes ou para furos
de diâmetro grande.
Corte e Canais

Furos profundos
O Duobore antivibratório é recomendado para uso em furos profundos ou longos
balanços que sejam quatro vezes o diâmetro do acoplamento, veja a página F 41.

C
Rosqueamento

Recomendação da geometria e da classe


Média Desbaste Complementar

Pastilhas positivas P -PM / GC4225 -PR / GC4225 -WM / GC4215


D M -MM / GC2025 -MR / GC2025 -WM / GC2015
Fixação por parafuso K -KM / GC3215 -KR / GC3215 -WM / GC3215
CoroTurn® 107
N -AL / H10 -AL / H10 -AL / GC1810
S
Fresamento

-MM / GC1105 -MM / GC1105 -UM / GC1115


H *
Pastilhas negativas P -PM / GC4225 -PR / GC4225 -WMX / GC4215
M -MM / GC2025 -MR / GC2025 -WMX / GC2015
E Sistema de fixação
rígida T-Max® P, K - KM / GC3215 -KR / GC3215 -WMX / GC3215
CoroTurn® RC S -QM / GC1105 -QM / GC1105 -MM / GC1115
H *

* Para recomendações sobre mandrilamento de precisão em materiais ISO H, veja Torneamento geral, Capítulo A.
Furação

Nota: A recomendação da classe é válida para condições médias.


Para recomendações sobre quando deve ser usada uma classe alternativa, veja as informações de classe na página F 63.

F
Mandrilamento

Como aplicar
G
Diâmetros grandes
Sistemas de Fixação/

Os furos com diâmetros grandes precisam de um torque maior que os furos com
diâmetro pequeno.
Máquinas

Certifique-se de que a máquina tenha valor de torque suficiente. As ferramentas


para mandrilamento em desbaste com diâmetro grande têm pastilhas maiores e,
portanto, podem alcançar maiores profundidades de corte que as ferramentas com
diâmetro pequeno. Certifique-se de que a máquina tenha a potência necessária.
H
Máquinas fracas
Quando desbastar, certifique-se de que a máquina tenha a potência e o torque
necessários para a aplicação de mandrilamento em específico. O avanço, o número
Materiais

de pastilhas, o diâmetro do furo e a profundidade de corte são os principais


parâmetros. Para mais informações, veja em Informações/Índice, Capítulo I.

I
Informações/

F 18
Índice
Desbaste – como aplicar A

Torneamento geral
Inclusões de areia – peças fundidas
As inclusões de areia em peças fundidas aumentam o desgaste das pastilhas.
Recomendações:
• Escolha uma classe tenaz
• Reduza os dados de corte B
•E
 scolha uma pastilha com formato básico negativo quadrada robusta para melho-
rar a segurança do processo e minimizar o desgaste.

Corte e Canais
C
Furos realizados por oxicorte

Rosqueamento
Os furos realizados por oxicorte podem ter áreas localmente endurecidas que
causarão maior desgaste das pastilhas.
Recomendações:
• Escolha uma classe tenaz
• Reduza os dados de corte D
•E
 scolha uma pastilha com formato básico negativo quadrada robusta para melho-
rar a segurança do processo e minimizar o desgaste.

Fresamento
E
Cortes interrompidos
A usinagem de cortes interrompidos, como furos cruzados, exige altas demandas
em condições de corte da pastilha.

Furação
Recomendações:
• Escolha uma classe tenaz
•E
 scolha uma pastilha negativa com formato básico, quadrada e robusta para F
melhorar a segurança do processo, válido para condições estáveis
• Reduza os dados de corte se houver interrupções bruscas.

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/

Furos cegos
Quando usinar um furo cego, é muito importante garantir que ocorra o escoamento
Máquinas

de cavacos correto.
•O
 s dados de corte corretos são essenciais para alcançar a formação correta dos
cavacos
•G
 aranta/verifique para que não haja entupimento dos cavacos nem desgaste das H
pastilhas.
•A
 pressão e o fluxo de refrigeração devem ser suficientes para o escoamento dos
cavacos.
Materiais

•A
 s máquinas verticais são mais críticas que as máquinas horizontais para o es-
coamento eficiente dos cavacos.

I
Informações/

F 19
Índice
A
Torneamento geral Desbaste – como aplicar

Grande profundidade de corte


Se for necessária uma profundidade de corte realmente grande, é possível consi­
derar o mandrilamento escalonado como uma boa alternativa.
Certifique-se de que a máquina tenha a potência e o torque necessários.
B
Corte e Canais

C
Furos fora do centro
Se a linha de centro do furo pré-usinado e a ferramenta para mandrilar não for con­
Rosqueamento

cêntrica, a profundidade de corte pode ser realmente maior em um lado do furo.


Geralmente, isto pode ocorrer em peças fundidas.
Uma boa solução para essas aplicações é o mandrilamento escalonado para que
seja possível usar uma profundidade de corte maior.As forças de corte assimétricas
D podem curvar a ferramenta e causar uma pequena descentralização ou vibração, es­
pecialmente quando são usadas as montagens de ferramentas com balanço longo.
Fresamento

E
Furação

F Listas de verificação e dicas de aplicação


Mandrilamento

•E
 scolha mandrilamento com multiarestas (aresta tripla ou dupla), mandrilamento
escalonado ou mandrilamento com aresta única.

• Selecione o maior acoplamento possível.


G
• Selecione o ângulo de posição adequado.
Sistemas de Fixação/

•G
 aranta um controle de cavacos adequado.Os cavacos curtos/duros podem levar à
Máquinas

vibrações e os cavacos longos podem deteriorar o acabamento superficial fazendo


com que a pastilha quebre.A usinagem horizontal e o fluido de corte melhoram o
escoamento dos cavacos em furos cegos.
H

• Selecione a geometria e a classe da pastilha:


•C
 omece com uma geometria para desbaste, a menos que seja usada uma
Materiais

profundidade de corte pequena.


•S
 elecione uma geometria média para profundidades de corte menores ou
para melhorar a quebra dos cavacos.

I ➤
Informações/

F 20
Índice
Desbaste – como aplicar A

Torneamento geral
➤ Listas de verificação e dicas de aplicação (continuação)

•E
 scolha o menor balanço possível. Use as ferramentas Silent Tools para balanços
mais longos que 4 vezes o tamanho do acoplamento. B

•S
 elecione os dados de corte corretos e considere o balanço.

Corte e Canais
Nota: Não use o avanço máximo recomendado e ap ao mesmo tempo.A velocidade
inicial máxima recomendada é de 200 m/min para garantir o escoamento adequa­
do dos cavacos.

C
•U
 m raio de ponta grande da pastilha (re) melhorará a segurança do processo e
permitirá um avanço maior, mas pode gerar vibrações.O raio de ponta de 0.8 mm é
recomendado como raio inicial.

Rosqueamento
•A
 s pastilhas de formato básico positivo são a primeira escolha, mas as pastilhas
de formato básico negativo podem ser usadas para melhorar a economia da pas­
tilha ou a segurança do processo em condições estáveis.

D
•O
 contato insuficiente da aresta de corte pode aumentar a vibração através do
atrito durante o corte, ao invés de uma ação de corte limpa.

Fresamento
• A fixação rígida com contato frontal com o fuso melhora a estabilidade.

•O
 contato excessivo da aresta de corte (ap e/ou avanço grandes) pode aumentar
as vibrações. E

•C
 ertifique-se de que a máquina pode fornecer o torque e a potência necessários
para a operação de mandrilamento específica.

Furação
•U
 ma classe de pastilha mais tenaz pode ser considerada em algumas operações
para lidar com todos os riscos de entupimento por cavacos ou tendências à
vibração. F

Mandrilamento
•A
 s pastilhas Wiper podem ser usadas para melhorar o acabamento superficial
ou aumentar o avanço, mas não são recomendadas para condições instáveis e
balanços longos.

• Certifique-se de obter a fixação adequada da ferramenta e da peça.


G
•U
 se fluido de corte para melhorar o escoamento dos cavacos, a vida útil da fer­
Sistemas de Fixação/

ramenta e a geometria do furo.


Máquinas

•P
 ara melhor desempenho do CoroBore 820, recomenda-se usinar na área mais alta
do ap e seguir as recomendações de avanço, especialmente para balanços longos.
Nota: Não use o ap e o avanço máximos ao mesmo tempo.
H

•O
 mandrilamento com multiarestas permite a taxa máxima de penetração. Se for
necessária uma profundidade realmente grande, pode ser mais produtivo passar
Materiais

para o mandrilamento escalonado, pois o tempo do ciclo pode ser reduzido, sendo
necessárias menos ferramentas.

I
Informações/

F 21
Índice
A
Torneamento geral Acabamento – visão geral da aplicação

Acabamento
Visão geral da aplicação
B
Corte e Canais

C
Rosqueamento

D
Fresamento

E
Furação

F
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H Fresamento
Escolha das ferramentas D 106
Materiais

Como aplicar D 113

I
Informações/

F 22
Índice
Acabamento – visão geral da aplicação A

Torneamento geral
B

Corte e Canais
Mandrilamento de precisão
Escolha das ferramentas F 24
C

Rosqueamento
Como aplicar F 26

Fresamento
Alargamento
Escolha das ferramentas F 31
E
Como aplicar F 32

Furação
F

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

Mandrilamento
Problemas e soluções F 34
I
Informações/

F 23
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento de precisão – escolha das ferramentas

Mandrilamento de precisão
As operações de mandrilamento de precisão são realizadas
B para acabar um furo existente para obter uma tolerância
estreita do furo, corrigir o posicionamento e melhorar a quali­
dade do acabamento superficial. A usinagem é executada com
Corte e Canais

pequenas profundidades de corte, geralmente, abaixo de


0.5 mm.

C
Rosqueamento

D Escolha das ferramentas


CoroBore® 825
Cabeça para – Ferramentas para mandrila-
Fresamento

mandrilamen- CoroBore® 825 mento de precisão antivi- Fresamento


to de precisão – Ferramentas para mandrilamento de precisão bratórias

Faixa de mandrila- Veja


3–42 19–176.6 150–324.6 250–581.6 250–981.6 23–176.6 150–324.6 Fresamento,
mento (mm)
Furação

Profundidade do Capítulo D.
5 x Dc 4 x D5m 4 x D5m 400 mm 400 mm 6 x Dc 6 x D5m
mandrilamento

Tolerância do furo IT6 IT6 IT6 IT6 IT6 IT6 IT6


F
Material
P M K P M K P M K P M K P M K P M K P M K
N S H N S H N S H N S H N S H N S H N S H
Mandrilamento

Ângulo de posição 90º, 91º, 92º 92º 92º 92º 92º 92º 92º

Nota: Para informações sobre nosso programa de ferramentas especiais, veja Oferta ampliada,
página F 59.
G
Escolha do método
Sistemas de Fixação/

Veja a página F 7 para selecionar o método.


Máquinas

Formato da pastilha
H As pastilhas com formato básico positivo CoroTurn 107 são a primeira escolha para
todas as aplicações de mandrilamento de precisão, pois propiciam forças de corte CoroTurn® 107
mais baixas que as pastilhas com formato básico negativo. Ampla gama de geo­
metrias de pastilhas disponíveis.
Materiais

As pastilhas com formato básico positivo CoroTurn 111 são uma alternativa para
uso quando for necessária uma aresta de corte extra positiva.
CoroTurn® 111

I
Informações/

F 24
Índice
Mandrilamento de precisão – escolha das ferramentas A

Torneamento geral
Posicionamento do diâmetro
Alargador 830
Faixa de diâmetro 10–31.75 mm

Cabeça para mandrilamento de precisão


Faixa de diâmetro 3–42 mm B
CoroBore® 825
Faixa de diâmetro 23–324.6 mm

Corte e Canais
CoroBore® 825 antivibratório
Faixa de diâmetro 23–324.6 mm

Cabeça CoroBore® 825 com barra para aplicação pesada


Faixa de diâmetro 250–581.6 mm
C

Cabeça CoroBore® 825 com barra de alumínio

Rosqueamento
Faixa de diâmetro 250–981.6 mm

D
Furos de diâmetro pequeno a médio Furos de diâmetro médio a grande
Para diâmetros dos furos de 3 a 42 mm, a cabeça para man­ Para furos com diâmetro de 23 a 981.6 mm, a ferramenta

Fresamento
drilamento de precisão 391.37A está disponível com barras para mandrilamento de precisão CoroBore 825 é a primeira
para mandrilamento de precisão e é a primeira escolha para escolha e está disponível em diferentes configurações.
furos com diâmetro menor que 23 mm.
Furos profundos
A cabeça para mandrilamento de precisão 391.37A é um A ferramenta CoroBore 825 antivibratória é recomendada para
complemento para furos com diâmetro entre 23 e 42 mm. uso em furos profundos ou balanços longos que sejam quatro
E
Deve ser usada com as barras de mandrilamento de precisão vezes o diâmetro do acoplamento. Veja a página F 46.
e buchas para abranger uma área com diâmetro maior com
apenas uma ferramenta.

Furação
É possível balancear a cabeça para mandrilamento de pre­
cisão 391.37B. Ela é a primeira escolha para usinagem com
alta velocidade de furos com diâmetro entre 3 e 26 mm.
F

Mandrilamento
Recomendação da geometria e da classe
Geralmente, as pastilhas para mandrilamento de precisão devem ter ângulos de saída positivos, arestas G
de corte vivas e raio de ponta para minimizar as forças de corte radiais.Veja a página F 47 para CoroBore
Sistemas de Fixação/

825 e a página F 52 para cabeça para mandrilamento de precisão 391.37A /37B.


Máquinas

Ângulo de posição
O ângulo de posição para o mandrilamento de precisão deve ter menos de 90 graus
H
para minimizar as forças de corte radiais e evitar vibrações.
Muitas ferramentas para mandrilamento de precisão da Sandvik Coromant têm um
ângulo de posição de 92 graus para permitir a usinagem de cantos a 90 graus e de
Materiais

furos cegos sem colocar em contato toda a aresta de corte.

I
Informações/

F 25
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento de precisão – como aplicar

Como aplicar

As considerações importantes para mandrilamento de precisão são:


B • estabilidade
• faixa do comprimento da ferramenta para o tamanho do acoplamento ou da barra
• geometria da pastilha
Corte e Canais

•escoamento dos cavacos


• ajuste do diâmetro
• deflexão da ferramenta.
C
As forças de corte em operações de mandrilamento
Rosqueamento

com aresta única


Quando a ferramenta está cortando, uma peça tangencial ou radial da força de corte
tentará desviar a ferramenta para fora da peça.O componente tangencial tentará
forçar a ferramenta para baixo e para fora da linha de centro.Ao fazer isso, o ângulo
D de folga da ferramenta será reduzido.
Qualquer deflexão radial significa que a profundidade de corte e a espessura do
cavaco serão reduzidas de forma que possam resultar em tendências de vibração.
Fresamento

E
Deflexão da ferramenta aresta única para Deflexão
mandrilar Deflexão
tangencial
O tamanho dos componentes tangencial e radial da força de corte é
afetado pela ap, raio de ponta e ângulo de posição.
Furação

A deflexão radial afeta o diâmetro do furo usinado e a deflexão tangen­


cial fazendo com que a aresta de corte da pastilha seja desviada para Deflexão
F baixo e para fora da linha de centro. radial
Use a estratégia sugerida na página F 29 para compensar as deflexões
radiais.As ferramentas para mandrilamento de precisão da Sandvik
Mandrilamento

Coromant são equipadas com um mecanismo de ajuste possibilitando


o ajuste do diâmetro dentro de 2 µm.
Profundidade de
corte (mm)

G
Sistemas de Fixação/

Balanceamento
Máquinas

•O
 desbalanceamento, causado por uma ferramenta as­ • T odas as ferramentas modulares da Sandvik Coromant
simétrica ou batimento radial grande, gera uma força que são pré-balanceadas.Se o balanceamento de precisão for
age na ferramenta para mandrilar. necessário, a Sandvik Coromant pode recomendar e ofe­
recer o balanceamento da ferramenta totalmente montada
H •E
 m muitas aplicações, a força gerada pelo desbalanceamen­
(desde a pastilha até o suporte básico).
to é insignificante se comparada às forças de corte.
Entre em contato com seu representante Sandvik Coromant
•E
 m altas velocidades, especialmente em longos balanços,
para mais detalhes.
o desbalanceamento pode causar vibrações e, portanto,
influenciar a qualidade do furo.
Materiais

I
Informações/

F 26
Índice
Mandrilamento de precisão – como aplicar A

Torneamento geral
Listas de verificação e dicas da aplicação
• Escolha o maior acoplamento ou maior diâmetro de barra possível.

•A
 ssegure o controle de cavacos adequado.Os cavacos curtos/duros podem levar a B
vibrações e os cavacos longos podem deteriorar o acabamento superficial ou fazer
com que a pastilha quebre.

Corte e Canais
•S
 elecione os dados de corte adequados na caixa da pastilha. A velocidade inicial
máxima recomendada para CoroBore 825 é de 240 m/min. A profundidade de
corte máxima é de 0.5 mm e não deve ser menor que 1/3 do raio de ponta. A
velocidade inicial para cabeça para mandrilamento de precisão 391.37A é de 120
m/min para barras de aço curtas e barras de metal duro com pastilhas, 90 m/min
para barras de aço longas e 60 m/min para barras inteiriças de metal duro com C
geometria retificada.

•E
 scolha o balanço mais curto possível. Escolha as ferramentas Silent Tools para

Rosqueamento
balanços mais longos que 4 vezes o tamanho do acoplamento.

•U
 m raio de ponta grande da pastilha (re) melhorará a segurança do processo e o
acabamento superficial, mas pode gerar vibrações. Não é recomendado um raio de
ponta maior que 0.4.O raio de ponta de 0.2 mm é recomendado para cabeça para
mandrilamento de precisão 391.37 A/B. D

•A
 s pastilhas com coberturas finas ou sem cobertura, geralmente, propiciam forças
de corte menores se comparadas com aquelas de coberturas mais espessas.

Fresamento
Especialmente importante quando a relação entre o comprimento/diâmetro da fer­
ramenta for grande. Normalmente, uma aresta de corte viva melhora a qualidade do
furo ao minimizar a tendência à vibração.

E
•U
 ma geometria com um quebra-cavacos aberto (como aresta de corte aguda L-K)
pode ser vantajosa para mandrilamento.Primeira escolha para cabeça para mandri­
lamento de precisão 391.37 A/B.

Furação
•A
 s geometrias L-F e L-WK geram bom acabamento superficial, mas não são reco­
mendadas para condições instáveis, balanços longos e cabeça para mandrilamento
de precisão 391.37 A/B.
F
• A geometria L-F é uma vantagem se o quebra-cavacos for necessário.

Mandrilamento
•O
 contato insuficiente da aresta de corte pode aumentar a vibração através do
atrito durante o corte, ao invés de uma ação de corte limpa.

•O
 contato excessivo da aresta de corte (ap e/ou grandes avanços) pode aumentar G
as vibrações através da deflexão da ferramenta.
Sistemas de Fixação/

•U
 ma classe de pastilha mais tenaz pode ser considerada em algumas operações
Máquinas

para lidar com todos os riscos de entupimento por cavacos ou tendências a


vibrações.

•N
 a usinagem de furos com tolerância estreita, certifique-se sempre de que o ajuste H
final seja feito após a medição do diâmetro do furo enquanto a ferramenta ainda
estiver no fuso da máquina.Isto compensa o desalinhamento entre o pre-setter e o
fuso da máquina-ferramenta, as deflexões radiais ou desgaste da pastilha.
Materiais

• Certifique-se de obter a fixação adequada da peça e da ferramenta de mandrilar.

•U
 se fluido de corte para melhorar o escoamento dos cavacos, a vida útil da fer­
ramenta e a geometria do furo. I
Informações/

F 27
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento de precisão – como aplicar

Escala de ajuste para o CoroBore 825 e cabeça mandrilamento de precisão


391.37A / 391.37B
Uma volta completa da escala moverá a pastilha em 0.25 mm
no raio. Conseqüentemente, a alteração do diâmetro será de
B 0.5 mm.
O anel graduado tem 50 divisões. Cada divisão representa
0.5/50 = 0.010 mm/diâmetro.
Corte e Canais

O nônio tem 5 divisões. Cada divisão da escala pode ser


dividida em 5 partes de 0.010/5 = 0.002 mm, possibilitando
o ajuste do diâmetro em 0.002 mm.

Exemplo de ajuste
Rosqueamento

Neste exemplo, a linha azul no disco de escala é a referência, pois está alinhada a uma linha do nônio na
posição inicial.

D Posição inicial Posição ajustada


O disco da escala girou no sentido horário até que a
linha da escala (vermelha) se alinhasse com a segunda
linha (verde) do nônio. O diâmetro aumentou em
0.002 mm.
Fresamento

E O disco da escala girou no sentido horário até que a


linha da escala (vermelha) se alinhasse com a terceira
linha (verde) do nônio. O diâmetro aumentou em
0.004 mm.
Furação

F O disco da escala girou no sentido horário até que a


linha da escala (vermelha) se alinhasse com a quarta
linha (verde) do nônio. O diâmetro aumentou em
0.006 mm.
Mandrilamento

O disco da escala girou no sentido horário até que a


G linha da escala (vermelha) se alinhasse com a quinta
linha (verde) do nônio. O diâmetro aumentou em
Sistemas de Fixação/

0.008 mm.
Máquinas

O disco da escala girou no sentido horário até que a


linha da escala (vermelha) se alinhasse com a sexta
H linha (verde) do nônio. O diâmetro aumentou em
0.010 mm = 1 divisão da escala.
Materiais

I
Informações/

F 28
Índice
Mandrilamento de precisão – como aplicar A

Torneamento geral
Como obter tolerância estreita do furo com uma ferramenta para mandrilamento
de precisão
Nota: Para montagem e ajuste do CoroBore 825 e da cabeça para mandrilamento de
precisão 391.37A /391.37B, veja a página F 48 e F 53.
No mandrilamento fino de furos com tolerâncias estreitas, deve-se levar em B
considera­ção uma possível deflexão radial (principalmente em longos balanços),
bem como o desalinhamento entre o pre-setter e o fuso da máquina-ferramenta.

Corte e Canais
Isto pode ser feito de várias maneiras, por exemplo:
• fazer o corte de referência e o ajuste do diâmetro enquanto a ferramenta ainda
estiver no fuso da máquina
•d
 ividir a profundidade de corte em duas partes iguais, veja o método recomen­
dado no exemplo abaixo. C
• dividir a profundidade de corte em três partes iguais

Rosqueamento
Exemplo (método recomendado)
Diâmetro acabado Df = 60 mm
Tolerância do furo H6 = +0.019/-0 mm (válida para diâmetro de 60 mm) D
Diâmetro pré-usinado Dv = 59.2 mm

1. Deduza o diâmetro do furo pré-usinado (Dv) do diâmetro acabado (Df) para obter a diferença (DΔ1).

Fresamento
2. Divida o resultado em duas partes iguais e divida por dois para obter a primeira profundidade radial de
corte (A1).
3. Ajuste o diâmetro (DC1) para o diâmetro pré-usinado (Dv) mais duas vezes o primeiro corte (2 x a1) e o
furo. E
4. Meça o diâmetro recebido (DG1) e calcule a diferença (DΔ2) do diâmetro ajustado (DC1).
5. Calcule a nova profundidade de corte (a2) compensando a deflexão radial (DΔ2/2) e adicione metade da
tolerância do furo (H6/2).

Furação
6. Aumente o diâmetro (DC2) da ferramenta em duas vezes a nova profundidade de corte calculada (2 x
a2) enquanto a ferramenta ainda está na máquina e no furo.
7. O diâmetro (DG2) agora deve estar dentro da tolerância.
F

Mandrilamento
DF Dv D∆1 = DF - Dv A1 = (D∆1 / 2 / 2)
1., 2. 60 59.2 0.8 0.2
G
Dc1 = Dv + 2 x A1 DG1 D∆2 = (Dc1 - DG1)
Sistemas de Fixação/

3., 4. Primeiro ajuste do diâmetro


59.6 59.58 0.02

D∆2
+ H6
Máquinas

A2 = A1 +
2 2
5. Calcule a nova profundidade de corte
0.215

Dc2
DG2
H
Aumente o
6., 7. Segundo ajuste do diâmetro diâmetro 60.01
em duas vezes A2
Materiais

I
Informações/

F 29
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento de precisão – como aplicar

Mandrilamento reverso
O mandrilamento reverso é usado para permitir a usinagem de um furo com um canto a 90 graus
que não pode ser alcançado a partir da direção oposta.O mandrilamento reverso também pode
ser usado para otimizar a concentricidade de um furo com um canto a 90 graus, pois o furo todo é
usinado em apenas uma posição.
B
Nota: Certifique-se de que a ferramenta para mandrilar passará pelo furo com o canto a 90 graus e
de que a frente da ferramenta para mandrilar não colidirá com a peça.
Corte e Canais

Quando fizer o mandrilamento reverso, a ferramenta para mandrilar é ajustada para passar por um
furo com diâmetro mínimo deDc/2 + D21/2.
Ajuste da ferramenta para mandrilamento reverso:
• Remova o parafuso fêmea da saída de fluido de corte superior (veja a página F 48) e coloque-o
em uma saída de fluido de corte inferior para conseguir a posição correta da refrigeração (para
C ferramentas menores, o parafuso fêmea não pode ser colocado na saída de fluido de corte infe­
rior)
• Gire a cápsula 180 graus
Rosqueamento

• Use a extensão do cassete se necessário


• Mude o sentido da rotação.

As operações externas com um ferramenta para mandrilamento de precisão


Fresamento

As operações externas podem ser feitas com uma ferramenta para mandrilamento de
precisão para obter tolerância estreita do diâmetro. rpm, máx
• Mude o sentido da rotação
E • Gire a cabeça 180 graus
• Considere o comprimento máximo de usinagem possível l3 e o diâmetro externo da
ferramenta para evitar colisões
Para usinagem externa, a massa do cassete e a cabeça para mandrilamento de pre­
cisão irá girar ao redor da peça e causará forças centrífugas.Portanto, a velocidade de
Furação

corte máxima para uma aplicação externa deve ser calculada em relação à velocidade
máxima de corte para o diâmetro, quando a cabeça for girada em 180 graus o que sig­
nifica que a ferramenta está ajustada para o mandrilamento de precisão.
F Exemplo:
vc máx, interno
• O diâmetro externo a ser usinado é de 80 mm.
• O diâmetro interno que pode ser usinado (com esta posição do cassete e da cabeça) rpm, máx
Mandrilamento

seria de 210 mm. Nota: Adicione sempre 130 mm ao diâmetro que deve ser usinado
a fim de obter o diâmetro para calcular o rpm máximo.
• A velocidade de corte máxima para o CoroBore 825 é de 1200 m/min (com base na
usinagem interna).
• 1200 m/min com diâmetro de 210 mm é igual a 1820 rpm. Isto significa que 1820
G rpm é o máximo que pode ser usado para esta posição da cabeça e cassete.
• Para usinagem externa, 1820 rpm corresponde à velocidade de corte de 460 m/min
Sistemas de Fixação/

no diâmetro de 80 mm.
Conclusão:
• A velocidade de corte máxima para usinagem externa com diâmetro de 80 mm é 460
Máquinas

m/min. vc máx,
externo

H
Materiais

I
Informações/

F 30
Índice
Alargamento – escolha de ferramentas A

Torneamento geral
Alargamento
O alargamento é uma operação de acabamento realizada
com uma ferramenta multiarestas que propiciam furos de alta
B
precisão.O acabamento superficial muito bom e a tolerância
dimensional são obtidas com altas taxas de penetração e

Corte e Canais
pequenas profundidades de corte.

Rosqueamento
Seleção das ferramentas D

Alargador
Reamer 830
830

Fresamento
E
Faixa de alargamento
10–31.75
(mm)
Profundidade de
45–106 mm
alargamento

Furação
Tolerância do furo H7

Material P K F
Nota: Para informações sobre nosso programa de ferramentas especiais, veja a oferta

Mandrilamento
­ampliada, à página F 62.

Material a ser usinado


A versão standard do alargador 830 pode ser usada para a usinagem de aço, ferro
fundido nodular (perlítico) e ferro fundido maleável (perlítico). Para outros materiais, P K G
Sistemas de Fixação/

veja a oferta ampliada na página F 62.


Máquinas

Diâmetro de alargamento e qualidade de furos


Para tolerância de furo menor que H7 ou diâmetros fora do programa standard, veja
nossa oferta ampliada na página F 62. H

Furo passante ou cego


Materiais

O alargador 830 é apenas para furos passantes. Para furos cegos, veja a oferta
ampliada na página F 62.

I
Informações/

F 31
Índice
A
Torneamento geral Alargamento – como aplicar

Como aplicar

Ferramentas para fixação 5 µm


B •U
 m pequeno batimento é o fator mais importante ao escolher o porta-ferramenta
para operações de alargamento. Batimento máximo recomendado é 5 µm.
• Os mandris de precisão HydroGrip devem ser considerados a primeira escolha.
Corte e Canais

• Escolha o menor balanço possível da ferramenta.

C
Rosqueamento

Vida útil da ferramenta


Alguns parâmetros que afetam a vida útil da ferramenta são:
• profundidade de corte
D • velocidade e avanço
• material da peça
• batimento radial
Fresamento

• ajuste
• refrigeração
• cortes interrompidos
E
• fixação da peça
• geometria e classe
• comprimento da ferramenta.
Furação

F Posição do alargador
•O
 ajuste do furo pré-usinado e o alargador devem ser os menores possíveis para
evitar vibrações.
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/

Set-up da peça
Máquinas

• Certifique-se de que sua peça esteja fixada corretamente.


•P
 ara furos passantes, certifique-se de que haja espaço para os cavacos a serem
H escoados.
•A
 o alargar peças com paredes finas, certifique-se de que a força de fixação seja
uniforme ao redor da peça.
Materiais

I
Informações/

F 32
Índice
Alargamento – como aplicar A

Torneamento geral
Cortes interrompidos
Geralmente, a versão standard do alargador 830 pode ser usada para usinagem de:
• furos cruzados com diâmetro menor que 2 mm se o diâmetro da cabeça do alarga­
dor for menor que 22 mm.
• furos cruzados com diâmetro menor que 3 mm se o diâmetro da cabeça do alarga­ B
dor for 22 mm ou maior.
Para outros tipos de cortes interrompidos, veja nossa oferta ampliada na página

Corte e Canais
F 62.

Superfície em ângulo ou inclinada

Rosqueamento
•O ângulo máximo recomendado na entrada com os alargadores standard Sandvik
Coromant é de 5 graus. Para ângulos maiores na entrada, veja nossa oferta am­
pliada na página F 62.
• Maximize o batimento.
D

Fresamento
Furo pré-usinado
•Não deve-se esperar que o alargamento corrija erros de retilineidade ou posição do
furo pré-usinado.
• A retilineidade de um furo pré-usinado deve ser menor que 0.05 mm. E
•C
 ertifique-se de que o diâmetro do furo pré-usinado permita as profundidades
radiais de corte recomendadas.

Furação
Fluido de corte F
•A
 s principais tarefas do fluido de corte é refrigerar as arestas de corte para otimi­
zar a vida útil da ferramenta e empurrar os cavacos para fora.

Mandrilamento
•A
 emulsão como fluido de corte, geralmente, é melhor que o óleo para a vida útil
da ferramenta.
• Pressão de 4 bar é suficiente.
•O
 aumento da pressão de refrigeração pode ter afetar o controle de cavacos e o G
quebra-cavacos
Sistemas de Fixação/

• Pode ser usada a técnica MQL (quantidade mínima de lubrificação).


Máquinas

Considerações para alargadores não usados H


•A
 s arestas de corte vivas podem causar leves vibrações na entrada do furo.
Entretanto, elas desaparecerão após alguns furos.
Materiais

I
Informações/

F 33
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento -- solução de problemas

Problemas e soluções

B Desgaste da pastilha
Para obter a melhor economia possível em relação à vida útil da ferramenta, a qualidade da peça e os
dados de corte otimizados, deve-se observar cuidadosamente a aresta da pastilha. Veja Torneamento
Corte e Canais

geral, Capítulo A.

Mandrilamento em desbaste
C
Causa Solução
Rosqueamento

Muito curto, duro • Aumente a velocidade de corte


• Diminua o avanço
• Altere a geometria para um quebra-cavacos mais
aberto (PR)

Muito longo • Aumente o avanço


D • Diminua a velocidade de corte
• Altere a geometria para um quebra-cavacos mais
Quebra-cavacos aberto (PM)

Taxa do tamanho do comprimento da ferramenta/tama­ • Use o maior acoplamento possível.


Fresamento

nho do acoplamento muito grande • Encurte a montagem se possível


• Use as ferramentas antivibratórias para mandrila­
mento (Silent Tools)

E Condições instáveis •A  ssegure uma fixação rígida com contato frontal com
Vibrações da ferramenta o fuso.
• Use o Duobore
• Verifique a fixação da peça
• Verifique se todas as unidades no conjunto da fer­
ramenta estão montadas corretamente com o torque
Furação

correto
• Verifique o fuso da máquina, a fixação, o desgaste
etc.

F
Avanço muito baixo •A
 umente o avanço (especialmente para CoroBore
820)
Mandrilamento

Avanço muito alto • Diminua o avanço

Velocidade muito alta • Diminua a velocidade de corte

Profundidade de corte muito grande •A


 plique o mandrilamento escalonado, veja a página
G F6
Força de corte muito alta • Diminua a profundidade de corte
Sistemas de Fixação/

• Use pastilhas positivas


• Use um raio de ponta menor
• A pastilha Wiper não é recomendada para condições
instáveis ou longos balanços.
Máquinas

H Força de corte muito baixa •A


 umente a profundidade de corte (especialmente
para CoroBore 820)

Potência da máquina limitada • Diminua os dados de corte


• Aplique o mandrilamento escalonado, veja a página
Materiais

F6

I Limitação da potência da
máquina
Informações/

F 34
Índice
Mandrilamento -- solução de problemas A

Torneamento geral
Mandrilamento de precisão
Causa Solução
Muito curto, duro • Aumente a velocidade de corte
• Diminua o avanço
B
• Mude a geometria para um quebra-cavacos mais
aberto (L-K, L-WK)

Corte e Canais
Muito longo • Aumente o avanço
• Diminua a velocidade de corte
Quebra-cavacos • Altere a geometria para um quebra-cavacos mais
fechado (L-F, PF)
C

Força de corte muito alta • Escolha uma pastilha de corte leve (L-K)

Rosqueamento
• Use um raio de ponta menor
• Escolha arestas de corte vivas com cobertura fina ou
sem cobertura
• As pastilhas Wiper ou L-F não são recomendadas
para condições instáveis ou longos balanços.
• Escolha um raio de ponta menor
Vibrações da fer- • Diminua a profundidade de corte D
ramenta

Fresamento
Taxa do tamanho do acoplamento/comprimento da fer­ • Use o maior acoplamento possível.
ramenta muito grande • Encurte a montagem se possível
• Use uma ferramenta antivibratória para mandrila­
mento (Silent Tools)

E
Condições instáveis •A  ssegure uma fixação rígida com contato frontal com
o fuso.
• Verifique a fixação da peça
• Verifique se todas as unidades no conjunto da fer­
ramenta estão montadas corretamente com o torque

Furação
correto
• Verifique o fuso da máquina, a fixação, o desgaste
etc.

Avanço muito alto • Diminua o avanço F


Velocidade muito alta • Diminua a velocidade de corte

Mandrilamento
Atrito em vez da ação de corte limpa • Aumente a profundidade de corte

Vibração •R  eduza a velocidade. Veja acima as soluções adi­


cionais G
Sistemas de Fixação/

Marcas de avanço • Use a geometria L-WK ou L-F (não para 391.37 A / B,


longos balanços ou condições instáveis)
• Use um raio de ponta maior
• Diminua o avanço
Máquinas

Acabamento super-
ficial Pastilhas desgastada •M
 ude a aresta de corte. Para saber como evitar um
padrão de desgaste específico, veja Torneamento
geral, Capítulo A
H
Superfície arranhada pelos cavacos • Melhore a quebra dos cavacos
Materiais

I
Informações/

F 35
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento -- solução de problemas

Alargamento
Causa Solução
B a) Batimento radial/Rotação do eixo-árvore incorretos e
paralelo fora de posição
a) Minimize o batimento - use o adaptador Hydrogrip
b) Certifique-se de que o alargador esteja concêntrico
b) Posição incorreta com o furo pré-usinado
c) Aresta postiça c) Ajuste a velocidade de corte, se necessário, mude
d) Aumento das vibrações para cabeças com cobertura (oferta ampliada)
Corte e Canais

d) Minimize os batimentos - use o adaptador Hydrogrip,


aumente a velocidade de corte e o avanço
Furo superdimensionado

C
a) Posição incorreta a) C
 ertifique-se de que o alargador esteja concêntrico
com o furo pré-usinado
Rosqueamento

Furo cônico, superdimen-


sionado na saída
D
a) B
 atimento radial incorreto/eixo de rotação fora do a) Minimize o batimento - use o adaptador Hydrogrip
paralelo ao eixo pré-furo b) Certifique-se de que o alargador esteja concêntrico
b) Posição incorreta com o furo pré-usinado
Fresamento

c) Muita pressão no alargador durante a entrada c) Diminua o avanço durante a entrada (geralmente,
não é necessário)

Furo cônico, superdimen-


E sionado na entrada

a) Batimento radial incorreto/eixo de rotação não a) Minimize o batimento - use o adaptador Hydrogrip
paralelo ao eixo do pré-furo b) Certifique-se de que o alargador esteja concêntrico
Furação

b) Posição incorreta com o furo pré-usinado


c) Corte assimétrico devido à entrada inclinada c) Minimize o batimento - use o adaptador Hydrogrip
d) Muita pressão no alargador d) Diminua o avanço
e) Número de dentes / suporte e) Selecione um alargador na oferta ampliada
F
Furo com arredonda-
mento ruim
Mandrilamento

a) Marcas de desgaste nas lâminas, cavacos a) Troque por uma cabeça nova
b) Dados de usinagem incorretos b) Ajuste a velocidade de corte, se necessário, a cober­
c) Geometria selecionada incorreta tura (oferta ampliada)
d) Aresta postiça c) Mude a geometria selecionada (oferta ampliada)
G d) Ajuste a velocidade de corte, se necessário, a cober­
tura (oferta ampliada)
Sistemas de Fixação/

Acabamento superficial
insatisfatório
Máquinas

a) Corte assimétrico devido à entrada inclinada a) Minimize o batimento - use o adaptador Hydrogrip
b) Batimento radial/ângulo incorreto b) Minimize o batimento - use o adaptador Hydrogrip
c) Posição incorreta c) Certifique-se de que o alargador esteja concêntrico
H d) lead geometry incorreta com o furo pré-usinado
e) Muita pressão na entrada do alargador d) Mude a lead geometry (oferta ampliada)
e) Diminua o avanço durante a entrada (geralmente,
não é necessário)
Marcas de trepidação
Materiais

I
Informações/

F 36
Índice
Produtos – mandrilamento
A
Torneamento geral Mandrilamento em desbaste – CoroBore® 820

CoroBore® 820
Curto, rígido e compacto
– Estabilidade máxima
B Fluido de corte através da ferramenta
Mandrila­
mento
– Bom escoamento de cavacos com multi­
Conjuntos de cassetes, ajustáveis individual- arestas
Corte e Canais

mente tanto axial quanto radialmente


– Economia
– Estoque reduzido

C
Mandrilamento escalo­
Fixação por parafuso CoroTurn® 107 nado
– Primeira escolha, diversas opções de pastilhas
Rosqueamento

Fixação rígida T-Max® P, CoroTurn® RC


– Para melhorar a economia e processar a segurança em
condições estáveis Mandrilamento com
aresta única
D

Aplicações
Fresamento

F6 F6 F6
Faixa de mandrila­
E mento (mm)
35–306 Mandrilamento com Mandrilamento escalo­ Mandrilamento com
multiarestas nado aresta única
Profundidade de man-
4 x D5m
drilamento

Tolerância do furo IT9


F 18 F 18 F 19
Furação

P M K
Material
N S H Diâmetro grande Máquinas menos Cortes interrompidos
potentes
F Nota: Para informações sobre nosso programa de ferramen­
tas especiais, veja Oferta ampliada, página F 59.

F 19 F 20 F 20
Mandrilamento

Furo cego Grande profundidade Furo fora do centro


de corte

G
Velocidade de corte em diferentes balanços
Sistemas de Fixação/

A velocidade de corte deve ser reduzida quando trabalhar vc


com longos balanços.O gráfico dá uma tendência geral sobre
Máquinas

como a velocidade de corte deve ser reduzida em diferentes


balanços e geometrias.
Nota: As informações retiradas do gráfico devem ser somente
H as tendências gerais para a relação entre a velocidade de
corte e o índice balanço/acoplamento.
Materiais

1 2 3 4 5 6 L1 / D5m
–PR
–WM
I
Informações/

F 38
Índice
Mandrilamento em desbaste – CoroBore® 820 A

Torneamento geral
Recomendação da geometria e da classe
Para informações sobre recomendação de classe e geometria, veja a página F 18.

Manutenção da ferramenta

Corte e Canais
Limpe todos os suportes antes de montar e ajustar.
Para mais informações sobre manutenção, veja a página F 13. 1. Cassete
2. Adaptador
3. Conjunto de C
calços
4. Capa

Rosqueamento
D

Montagem e ajuste

Fresamento
Mandrilamento com multiarestas Mandrilamento escalonado Mandrilamento com aresta única
Requisitos: Requisitos: Requisitos:
• 1 adaptador • 1 adaptador • 1 adaptador
• 3 cassetes • 3 cassetes • 1 cassete
• 1 conjunto de
calços
• 2. Cobertura E

Ajuste os três cassetes com o mesmo Ajuste os três cassetes com diferentes Use somente um cassete.
diâmetro e altura. diâmetros e alturas.

Furação
Montagem de cassetes
F
Monte as capas nas duas faces do suporte.
Nota: As capas têm pinos de localização que

Mandrilamento
devem se ajustar nos furos de localização no
adaptador.Esses furos estão posicionados
entre o pino de trava e o pino de ajuste para
as duas faces do suporte.

Retraia os parafusos de ajuste o máximo possível girando-os no sentido anti-horário. G


Sistemas de Fixação/

Coloque os calços em duas das três faces


de apoio do adaptador.Nota: Os calços têm
diferentes espessuras.
Máquinas

Nota: A profundidade total de corte deve


ser dividida em três partes iguais para cada
pastilha/cassete para que a ferramenta fique
o mais balanceada possível.
H
Encaixe os cassetes no adaptador.O pino de trava no adaptador deve entrar no canal do cassete.

Coloque as molas tipo copo nos parafusos de fixação (o diâmetro maior da mola tipo copo deve ficar voltado para o cassete).
Materiais

Empurre os cassetes o máximo possível na direção do centro e aperte os parafusos de fixação com os dedos de forma que os cassetes
possam ser facilmente ajustados sem inclinar.

➤ I
Informações/

F 39
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento em desbaste – CoroBore® 820

➤ Montagem e ajuste (continuação)


Mandrilamento com Mandrilamento Mandrilamento com
multiarestas escalonado aresta única

B
Ajuste da ferramenta
Monte as pastilhas.
Corte e Canais

Coloque o adaptador no pré-setter.

Ajuste o diâmetro desejado no pré-setter. Ajuste o menor diâmetro no pré-setter. Ajuste o diâmetro desejado no pré-setter.

Localize o cassete com o calço mais espe­


sso.
C Gire o adaptador até que o maior diâmetro selecionado seja encontrado.
Trave nesta posição.
Gire o parafuso de ajuste no sentido horário até que o raio da ponta da pastilha alcance o diâmetro ajustado. Nota: O parafuso de ajuste pode
Rosqueamento

ser usado somente para ajustar do diâmetro menor para o maior.


Aperte os parafusos de fixação.

Repita os passos para os cassetes 2 e 3. Ajuste o diâmetro intermediário no pré-setter.

D Localize o cassete com o calço mais fino.

Gire o adaptador até que o maior diâmetro


seja encontrado.Trave nesta posição.
Fresamento

Gire o parafuso de ajuste até que o raio da


ponta da pastilha toque no diâmetro
ajustado.
Aperte o parafuso de fixação.
E
Ajuste o maior diâmetro no pré-setter.

Localize o cassete sem o calço.

Gire o adaptador até que o maior diâmetro


seja encontrado.Trave nesta posição.
Furação

Gire o parafuso de ajuste até que o raio


da ponta da pastilha toque no diâmetro
F ajustado.
Aperte o parafuso de fixação.

Aperte os parafusos de fixação com o torque recomendado, veja o Catálogo principal (pode ser feito fora do pré-setter, se necessário).
Mandrilamento

Verifique o diâmetro e o comprimento da ferramenta no pré-setter. Se possível, transfira os dados da ferramenta para o sistema de controle da
máquina.

G Possibilidades alternativas para ajuste do CoroBore 820


Sistemas de Fixação/

Ajuste com o paquímetro


1. Meça o diâmetro do pino de ajuste.
Máquinas

2. Ajuste o paquímetro para o raio do furo desejado mais o raio do pino de ajuste.
3. Ajuste os cassetes de acordo com as instruções acima, com o paquímetro em
cima do pino de ajuste e raio da pastilha.
H Ajuste prévio com a escala no adaptador
1. Ajuste a linha no cassete para o diâmetro solicitado na escala do adaptador.Cada
divisão corresponde a 2 mm no diâmetro.
Materiais

Ajuste com paquímetro

I
Informações/

F 40
Índice
Mandrilamento em desbaste – Duobore® A

Torneamento geral
DuoBore™
Curto, rígido e compacto
– Estabilidade máxima
B
Fluido de corte através da ferramenta
– Bom escoamento de cavacos Mandrilamento
com multiarestas

Corte e Canais
Cassetes ajustáveis individualmente tanto axial quanto
radialmente– Versáteis
– Econômicos
– Assortment reduzido

Mandrilamento C
escalonado
Fixação por parafuso CoroTurn® 107
– Primeira escolha, diversas opções de pastilhas

Rosqueamento
Fixação rígida T-Max® P, CoroTurn® RC
– Para melhorar a economia e processar a segurança
Mandrilamento
em condições estáveis
com aresta única
D

Fresamento
Faixa de mandrilamen-
to (mm)
25–150 148–270 25–101 99–150
E
Profundidade de man-
4 x D5m 4 x D5m 6 x Dc 600–700 mm
drilamento

Tolerância do furo IT9 IT9 IT9 IT9

Furação
P M K P M K P M K P M K
Material
N S H N S H N S H N S H

Nota: Para informações sobre nosso programa de ferramentas especiais, veja Oferta ampliada, F
página F 59.

Mandrilamento
G
Aplicações
Sistemas de Fixação/

F6 F6 F6 F 18 F 18
Máquinas

Mandrilamento com Mandrilamento escalo­ Mandrilamento com Diâmetro grande Máquinas menos
multiarestas nado aresta única potentes

F 19 F 19 F 20 F 20
Cortes interrompidos Furo cego Profundidade de corte Furo fora do centro
Materiais

grande

I
Informações/

F 41
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento em desbaste – Duobore®

Velocidade de corte em diferentes balanços


A velocidade de corte deve ser reduzida quando trabalhar vc
com longos balanços. O gráfico mostra uma tendência geral
sobre como a velocidade de corte deve ser reduzida em
diferentes balanços e geometrias.
B
Nota: As informações retiradas do gráfico devem ser somente
as tendências gerais para a relação entre a velocidade de
corte e o índice balanço/acoplamento.
Corte e Canais

1 2 3 4 5 6 L1 / D5m

C –PR
–WM
Rosqueamento

D Velocidade de corte para adaptador convencional e antivibratório


O gráfico indica que os adaptadores antivibratórios podem ser vc
usados com velocidades de corte mais altas que os adaptado­
res convencionais quando o balanço for mais longo que quatro
Fresamento

vezes o tamanho do acoplamento.


Nota: As informações retiradas do gráfico devem ser somente
as tendências gerais para a relação entre a velocidade de
corte e o índice balanço/acoplamento.
E

4 5 6 L1 / D5m
Furação

Convencional
Adaptador antivibratório

Recomendação da geometria e da classe


Mandrilamento

Para informações sobre recomendação de classe e geometria, veja a página F 18.

G
Sistemas de Fixação/

Manutenção da ferramenta
Limpe todos os suportes antes de montar e ajustar.
Máquinas

Para mais informações sobre manutenção, veja a página F 13.

H
1. Cassetes
2. Calço
3. Capa
4. Adaptador
Materiais

I
Informações/

F 42
Índice
Mandrilamento em desbaste – Duobore® A

Torneamento geral
Montagem e ajuste
Mandrilamento com multiarestas Mandrilamento escalonado Mandrilamento com aresta única
Requisitos: Requisitos: Requisitos:
• 1 adaptador • 1 adaptador • 1 adaptador
• 2 cassetes • 2 cassetes • 1 cassete
• 1 calço • 1 capa B

Corte e Canais
Montagem de cassetes
Monte as capas nas faces do suporte.
C
Nota: As capas têm pinos de localização que
devem se ajustar nos furos de localização no
adaptador.

Rosqueamento
Retraia os parafusos de ajuste o máximo possível girando-os no sentido anti-horário.

Coloque os calços em uma das duas faces


de apoio do adaptador. D
Nota: A profundidade total de corte deve ser
dividida em duas partes iguais para manter a
ferramenta o mais balanceada possível.

Fresamento
Encaixe os cassetes no adaptador.O pino no adaptador deve entrar no canal do cassete.

Coloque as arruelas nos parafusos de fixação.

Empurre os cassetes o máximo possível na direção do centro do adaptador.Aperte os parafusos de fixação com os dedos de forma que
E
possam ser facilmente ajustados sem inclinar.

Ajuste da ferramenta

Furação
Monte as pastilhas.

Coloque o adaptador no pré-setter.


F
Ajuste o diâmetro desejado no pré-setter para
Ajuste o diâmetro desejado no pré-setter. Ajuste o diâmetro desejado no pré-setter.
o menor diâmetro possível.

Mandrilamento
Localize o cassete com o calço.

Gire o adaptador até que o maior diâmetro no cassete selecionado seja encontrado.

Trave nesta posição. G


Sistemas de Fixação/

Gire os parafusos de ajuste no sentido horário até que o raio de ponta da pastilha alcance o diâmetro ajustado. Nota: Os parafusos de ajuste
podem ser usados somente para ajustar do diâmetro menor para o maior.

Aperte os parafusos de fixação.


Máquinas

Aperte o parafuso de ajuste com o dedo.

Repita para o cassete 2, mas ajuste o


Repita para o cassete 2.
diâmetro final desejado no pré-setter. H
Aperte os parafusos de fixação com o torque recomendado, veja o Catálogo principal (pode ser feito fora do pré-setter, se necessário).

Verifique o diâmetro e o comprimento da ferramenta no pré-setter. Se possível, transfira os dados da ferramenta para o sistema de controle da
Materiais

máquina.

I
Informações/

F 43
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento em desbaste – Aplicação pesada

Aplicação pesada
Curto, rígido e compacto
– Estabilidade máxima
B Fluido de corte através da ferramenta
– Bom escoamento de cavacos
Mandrilamento
Cassetes ajustáveis individualmente tanto axial quanto radial- com multiarestas
Corte e Canais

mente– Versáteis
– Econômicos
– Assortment reduzido

C Mandrilamento
escalonado
Fixação por parafuso CoroTurn® 107
– Primeira escolha, diversas opções de pastilhas
Rosqueamento

Fixação rígida T-Max® P, CoroTurn® RC


– Para melhorar a economia e processar a segurança
em condições estáveis Mandrilamento
com aresta única
D

Aplicações
Fresamento

F6 F6 F6
Faixa de mandrila­
E mento (mm)
150–300 250–550 Mandrilamento com Mandrilamento escalo­ Mandrilamento com
multiarestas nado aresta única
Profundidade de man-
4 x D5m 400 mm
drilamento

Tolerância do furo IT9 IT9


F 18 F 18 F 19
Furação

P M K P M K
Material
N S H N S H Diâmetro grande Máquinas fracas Cortes interrompidos

F Nota: Para informações sobre nosso programa de ferramentas


especiais, veja oferta ampliada, página F 59.

F 19 F 20 F 20
Mandrilamento

Furo cego Grande profundidade Furo fora do centro


de corte

G
Recomendação da geometria e da classe
Sistemas de Fixação/

Para informações sobre recomendação de classe e geometria, veja a página F 18.


Máquinas

1. Cápsula
2. Cassete de extensão
3. Calço
4. Adaptador
H Manutenção da ferramenta 5. Adaptador da fresa de
facear

Limpe todos os suportes antes de montar e ajustar.


Para mais informações sobre manutenção, veja a página F 13.
Materiais

I
Informações/

F 44
Índice
Mandrilamento em desbaste – Aplicação pesada A

Torneamento geral
Montagem e ajuste
Mandrilamento com multiarestas Mandrilamento escalonado Mandrilamento com aresta única
Requisitos: Requisitos: Requisitos:
• 1 adaptador/barra • 1 adaptador/barra • 1 adaptador/barra
• 2 cassetes de • 2 cassetes de • 1 (2) cassetes de
extensão extensão extensão B
• 2 cápsulas • 2 cápsulas • 1 (2) cápsulas
• 1 calço

Corte e Canais
Montagem de cassetes
Encaixe os cassetes de extensão ao adaptador/barra.

Coloque o calço em um cassete de


C
extensão.Nota: A profundidade total de corte
deve ser dividida em duas partes iguais para
manter a ferramenta o mais balanceada

Rosqueamento
possível.

Encaixe as cápsulas aos cassetes de extensão.

Empurre as cápsulas o máximo possível na direção do centro do adaptador/barra no cassete de extensão.


D
Coloque as arruelas nos parafusos de fixação.

Aperte os parafusos de fixação com os dedos de forma que os cassetes de extensão e as cápsulas possam ser facilmente ajustados sem

Fresamento
inclinar.

Configuração da ferramenta

Monte a pastilha em uma cápsula. E


Monte as pastilhas. Monte as pastilhas. Nota: O outro cassete de extensão com a
cápsula é usado ara balancear a ferramenta.

Coloque o adaptador no aparelho de ajuste prévio da ferramenta.

Furação
Ajuste o diâmetro desejado no pré-setter para
Ajuste o diâmetro desejado no pré-setter. Ajuste o diâmetro desejado no pré-setter.
o menor diâmetro possível.
F
Localize o cassete de extensão com o calço.

Gire o adaptador até que o maior diâmetro no cassete selecionado seja encontrado.

Mandrilamento
Trave nesta posição.

Pré-ajuste o diâmetro movimentando o cassete de extensão com a cápsula e aperte o parafuso de fixação no cassete de extensão.

Gire o parafuso de ajuste na cápsula no sentido horário até que o raio da ponta da pastilha alcance o diâmetro ajustado. Nota: Os parafusos G
de ajuste na cápsula podem ser usados somente para ajustar do diâmetro menor para o maior.
Sistemas de Fixação/

Aperte o parafuso de fixação na cápsula.


Máquinas

Repita para o cassete 2, mas ajuste o


Repita para o cassete 2.
diâmetro final desejado no pré-setter.

Aperte os parafusos de fixação nos cassetes de extensão e cápsulas com o torque recomendado, veja o Catálogo principal (pode ser feito fora
do pré-setter, se necessário).
Verifique o diâmetro e o comprimento da ferramenta no pré-setter. Se possível, transfira os dados da ferramenta para o
H
sistema de controle da máquina.
Materiais

I
Informações/

F 45
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento de precisão – CoroBore® 825

CoroBore® 825

• Ajuste do diâmetro de 0.002 mm


B •A
 extensão do cassete para faixa de Cápsulas para pastilhas
CoroTurn 107 e CoroTurn 111'
diâmetro aumentada e mandrilamento
reverso – Diversas opções de
pastilhas
• Fluido de corte interno
Corte e Canais

CoroTurn® 107
TCMT 1103

C
CoroTurn® 107
TCMT
Rosqueamento

CoroTurn® 111
Cápsula desenhada para TPMT
estabilidade máxima

D
Fresamento

Faixa de mandrila­
E mento (mm)
19–176.6 150–324.6 250–581.6 250–981.6 23–176.6 150–324.6

Profundidade de man-
4 x D5m 4 x D5m 400 mm 400 mm 6 x Dc 6 x D5m
drilamento

Tolerância do furo IT6 IT6 IT6 IT6 IT6 IT6


Furação

P M K P M K P M K P M K P M K P M K
Material
N S H N S H N S H N S H N S H N S H
F Nota: Para informações sobre nosso programa de ferramentas especiais, veja oferta ampliada,
página F 59.
Mandrilamento

G
Aplicações
Sistemas de Fixação/

F 26 F 30 F 30
Máquinas

Mandrilamento de Mandrilamento reverso Operações externas


precisão convencional

H
Materiais

I
Informações/

F 46
Índice
Mandrilamento de precisão – CoroBore® 825 A

Torneamento geral
Dados de corte com diferentes balanços
A velocidade de corte deve ser reduzida quando trabalhar vc
com balanços longos.O gráfico mostra uma tendência geral
sobre como a velocidade de corte deve ser reduzida com
diferentes balanços e geometrias.
B
Nota: As informações retiradas do gráfico devem ser somente
as tendências gerais para a relação entre a velocidade de
corte e o índice balanço/acoplamento.

Corte e Canais
1 2 3 4 5 6 L1/D5m
L–K C
L–F / L–WK

Rosqueamento
Velocidade de corte para adaptador convencional e antivibratório
O gráfico ilustra que os adaptadores antivibratórios podem ser vc
usados com velocidades de corte mais altas que os adaptado­
res convencionais quando o balanço for mais longo que quatro D
vezes o tamanho do acoplamento.
Nota: As informações retiradas do gráfico devem ser somente
as tendências gerais para a relação entre a velocidade de

Fresamento
corte e o índice balanço/acoplamento.

4 5 6 L1 / D5m
E
Convencional
Adaptador antivibratório

Furação
Recomendação da geometria e da classe
F
Condições instáveis Condições estáveis Complementar

Pastilhas positivas P -K / GC1115 -WK / GC1515 -PF / GC1515

Mandrilamento
-K / GC1125 -WK / GC1115
-F / GC1125
M -K / GC1115 -WK / GC1115 -MF / GC1115
Fixação por parafuso -F / GC1125
CoroTurn® 107 K -K / GC1515 -KF / GC3005 -WF / GC3215
N -K / GC1115 -AL / H10 -AL / GC1810
S -K / GC1115 -WK / GC1115 -MF / GC1105 G
Sistemas de Fixação/

H *
P -PF / GC1515 -PF / GC1515
M -MF / GC1125 -MF / GC1125
Máquinas

Fixação por parafuso K -KF / GC3215 -KF / GC3215


CoroTurn® 111 N
S -MF / GC1125 -MF / GC1125
H *
H
* Para recomendação sobre mandrilamento de precisão em materiais ISO H, veja Torneamento geral, Capítulo A.
Nota: A recomendação da classe é válida para condições médias.
Para recomendações sobre quando as classes alternativas devem ser usadas, veja as informações sobre classes na
página F 63 e Torneamento geral, Capítulo A.
Materiais

Nota: A geometria -F é otimizada para a quebra de cavacos e o acabamento superficial dentro do mandrilamento de precisão.

I
Informações/

F 47
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento de precisão – CoroBore® 825

Manutenção da ferramenta
Limpe todas as faces do suporte antes de montar e ajustar.
Para mais informações sobre manutenção, veja a página F 13.
Lubrificação
B
A lubrificação deve ser feita em intervalos regulares, dependendo da freqüência em
que a ferramenta é usada, pelo menos uma vez por ano. A lubrificação é feita ao
pressionar a esfera acionada por mola e adicionar algumas gotas de óleo lubrifi­
Corte e Canais

cante. Pela força centrífuga, o óleo é forçado para fora e a sujeira para de entrar no
adaptador.
Óleo lubrificante recomendado:
Ex.:
C Óleo Mobil Vactra Nº 22
BP Olex HLP-D
Kluber Isoflex PDP 94
Rosqueamento

Balanceamento
D O CoroBore 825 é perfeitamente balanceado no meio da faixa de ajuste.Os valores valor de
do balanceamento são suficientes para todas as áreas de aplicação quando forem desbalan-
ceamento
usados os dados de corte recomendados. absoluto
Se o balanceamento de precisão for necessário, a Sandvik Coromant pode reco­
Fresamento

mendar e oferecer o balanceamento da ferramenta totalmente montada (desde a Dc mín. Dc máx


pastilha até o suporte básico).

E
Montagem e ajuste
Nota: Para obter uma tolerância estreita do furo, veja a página Saída superior do
fluido de corte
F 29.
Furação

Requisitos:
• Pré-setter

F Montagem da cápsula
1. Ajuste a cápsula ao cassete transversal.
2. Aperte o parafuso da cápsula com o torque recomendado,
Mandrilamento

veja o Catálogo principal. Saída inferior do fluido de corte

Montagem da cápsula para mandrilamento reverso Ajuste do diâmetro da ferramenta


1. Remova o parafuso fêmea da saída superior de fluido de 1. Monte a pastilha.
G corte e coloque-o na saída inferior de fluido de corte. 2. Ajuste o pré-setter para o diâmetro necessário.
2. Monte a extensão do cassete quando necessário. 3. Coloque a ferramenta no pré-setter.
Sistemas de Fixação/

3. Gire a cápsula em 180° e ajuste a cápsula ao cassete 4. Gire a ferramenta para obter o maior diâmetro possível no
transversal ou extensão do cassete display.
4. Aperte o parafuso da cápsula com o torque recomendado, 5. Destrave o parafuso de trava.
Máquinas

veja o Catálogo principal. 6. Retraia a barra de mandrilar girando o nônio no sentido


Nota: Quando a extensão do cassete for usada, o parafuso anti-horário para facilitar o ajuste de diâmetros pequenos
mais longo fornecido com a extensão do cassete deve ser até maiores.
H usado!A direção de rotação deve ser invertida quando realizar 7. Ajuste o diâmetro girando o nônio no sentido horário.
o mandrilamento reverso!Verifique o comprimento da ferra­ 8. Aperte o parafuso de trava com o torque recomendado, veja
menta e o comprimento do adaptador. Certifique-se de que a o Catálogo principal.
ferramenta para mandrilar passará pelo furo com o canto e de 9. Verifique o diâmetro e o comprimento da ferramenta no pré-
que a frente da ferramenta para mandrilar não colidirá com a setter. Se possível, transfira os dados da ferramenta para o
Materiais

peça. sistema de controle da máquina.

I
Informações/

F 48
Índice
Mandrilamento de precisão – CoroBore® 825 A

Torneamento geral
Montagem das ferramentas para mandrilamento com haste Ajuste do diâmetro da ferramenta
modular 1. Monte a pastilha.
1. Encaixe o o-ring na cabeça para mandrilamento de pre­ 2. Ajuste o pré-setter para o diâmetro necessário.
cisão. 3. Coloque a ferramenta no pré-setter.
2. Encaixe a cabeça para mandrilamento de precisão ao cas­ 4. Gire a ferramenta para obter o maior diâmetro possível no
sete de extensão. display. B
3. Aperte os dois parafusos. 5. Realize o ajuste de desbaste movimentando o cassete de
4. Ajuste o cassete de extensão no adaptador na saída de extensão.
fluido de corte sem o parafuso. 6. Aperte os parafusos do cassete de extensão.

Corte e Canais
5. Encaixe o contrapeso. 7. Destrave o parafuso de trava na cabeça para mandrilamen­
6. Encaixe a cápsula ao cassete transversal. to de precisão.
7. Aperte o parafuso da cápsula com o torque recomendado, 8. Retraia a barra de mandrilar girando o nônio no sentido
veja o Catálogo principal. anti-horário para facilitar o ajuste de diâmetros pequenos
até maiores. C
9. Ajuste o diâmetro girando o nônio no sentido horário.
10. Aperte o parafuso de trava com o torque recomendado,

Rosqueamento
veja o Catálogo principal.
11. Ajuste o contrapeso com o mesmo valor que o cassete de
extensão.
1. Cápsula
12. Aperte o contrapeso com o torque recomendados, veja o
2. Cabeça para mandrila­
mento de precisão Catálogo principal.
3. Cassete de extensão 13. Verifique o diâmetro e o comprimento da ferramenta no D
4. Extensão do cassete pré-setter. Se possível, transfira os dados da ferramenta
5. Adaptador
6. Contrapeso para o sistema de controle da máquina.
Dica

Fresamento
Para otimizar o balanceamento das ferramentas para mandri­
lar modulares, a posição da cápsula na cabeça para mandri­
lamento de precisão deve estar próxima ao meio da faixa de
ajuste para a cabeça de mandrilamento de precisão. Ajuste o
contrapeso com o mesmo valor que o cassete de extensão. E
O balanceamento de precisão adicional pode ser feito com
a movimentação dos parafusos de balanceamento no con­
trapeso.

Furação
F

Mandrilamento
Parafusos de balancea­
mento de precisão G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Aviso – evite danos à ferramenta!


Não ajuste o diâmetro sem destravar o parafuso de trava
primeiro (1).
H
1 3
Certifique-se de que a parte plana da ponta – não a esférica –
esteja direcionada para o cassete transversal (2).
Não ultrapasse os limites de ajuste do diâmetro (3).
2
Materiais

I
Informações/

F 49
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento de precisão – CoroBore® XL

CoroBore® XL

Mandrilamento de precisão e em desbaste para diâmetros maiores


B
−D
 esempenho rígido e confiável em furos
grandes.
Corte e Canais

−U
 se com as cabeças de mandrilamento de
precisão CoroBore 825 existentes.
−U
 se com a cabeça de mandrilamento
de precisão CoroBore 826 para maior
precisão e acabamento superficial.

C −U
 se com cápsula CoroBore 820 para
desbaste e semidesbaste produtivos
Rosqueamento

D
Aplicações
Fresamento

CoroBore® 825 XL
Mandrilamento de precisão para faixa de diâmetro 298-1275 mm (11.732-50.196 pol.)
CoroBore® 826 XL
Mandrilamento de precisão para faixa de diâmetro 298-1260 mm (11.732-49.606 pol.)
E CoroBore® 820 XL
Mandrilamento em desbaste para faixa de diâmetro 298 -780 mm (11.732-30.709 pol.).
Semiacabamento para faixa de diâmetro 298 -1260 mm (11.732-49.606 pol.)
Furação

F
Porta-ferramenta otimizado
Estabilidade extra para mandrilamento em diâmetros grandes.
Mandrilamento

• Áreas de apoio grandes para estabilidade extra.


• Refrigeração interna pelo centro e flange.
• É possível girar o braço em 90° para maior flexibilidade.
G • A parte traseira retificada da flange com roscas possibilita a montagem do calço
para aumentar a área de contato da face e a estabilidade.
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Porta-ferramentas standard:
- Coromant Capto C8-C10

H - ISO 7388.1 tamanho 50


- MAS/BT tamanho 50
- CAT/V tamanho 50
Materiais

I Plugues de centralização disponíveis para montagem direta do braço em fusos para aumentar o contato da face e a estabilidade
para diâmetros maiores.
Informações/

F 50
Índice
Mandrilamento de precisão – CoroBore® XL A

Torneamento geral
Braços e extensões de braços
CoroBore XL inclui seis braços para abranger toda a faixa de diâmetro para acabamento e desbaste.
B

Corte e Canais
• O alumínio de alta resistência oferece rigidez e peso mais
leve para facilitar o manuseio.
• Seção transversal grande para rigidez e força.
• Cobertura dura para durabilidade extra.
C
• As extensões do braço para diâmetros maiores que
538 mm (21.18 pol.) fornecem maior flexibilidade de
diâmetro e reduzem a necessidade de estoque extra de

Rosqueamento
ferramentas.

Cabeça para mandrilamento de precisão CoroBore® 826

Fresamento
A cabeça para mandrilamento de precisão com ajustes fáceis adequa-se aos adaptadores CoroBore 825
existentes para diâmetro 150-300 mm (5.905 -11.811 pol.) e o sistema CoroBore XL para diâmetros
acima de 300 mm (11.811 pol.).
E
• Ajuste de diâmetro fácil e seguro.
• Cada ajuste de incremento do diâmetro é sentido com um
"clique". Excelente quando a ferramenta é montada no fuso
com acesso/visibilidade limitados.

Furação
•A
 lta precisão e tolerâncias estreitas – cada incremento
ajusta o diâmetro em 0,002 mm.
•M
 elhor acabamento superficial e alta produtividade com F
pastilhas CoroTurn 107.

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

F 51
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento de precisão – Cabeça para mandrilamento de precisão 391.37A / 391.37B

Cabeça para mandrilamento de precisão 391.37A / 391.37B


• Ajuste do diâmetro de 0.002 mm

B • Refrigeração interna
•B
 arras de mandrilamento de precisão para pastilhas
CoroTurn 107 e CoroTurn 111
Corte e Canais

•3
 91.37B com contrapeso ajustável permite altas
velocidades
• Buchas para flexibilidade

Cabeça para mandrilamento de Cabeça para mandrilamento


C precisão 391.37A de precisão 391.37B
Rosqueamento

D
391.37A 391.37B Barra de aço Barra de metal Barra inteiriça de
duro metal duro
Fresamento

E
Faixa de mandrilamen-
3–42 3–26 8–42 9–28 3–11
to (mm)
Profundidade de man-
≤ 109 mm ≤ 60 mm ≤ 88 mm ≤ 109 mm ≤ 25 mm
drilamento
Furação

Tolerância do furo IT6 IT6

P M K P M K
Material
F N S H N S H
rpm máx. (rot/min) dmm 12 = 7 000 dmm 12 = 20 000
dmm 16 = 5 000
Mandrilamento

dmm 20 = 3 500
dmm 25 = 2 500

Nota: Para informações sobre nosso programa de ferramentas especiais, veja Oferta ampliada, página F 59.

G
Sistemas de Fixação/

Aplicações Recomendação da geometria e da classe


A primeira escolha recomendada é a geometria com aresta aguda de corte leve (L-K)
Máquinas

com raio de ponta de 0.2 mm.


F 26
Mandrilamento de pre-
H cisão convencional Pastilhas positivas P -K / GC1515/GC1125
M -K / GC1115
Fixação por parafuso K -K / GC1515
CoroTurn® 107 N -K / GC1115
S -K / GC1115
Materiais

H *
* Para recomendação sobre mandrilamento de precisão em materiais ISO
H, veja Torneamento geral, Capítulo A.
I
Informações/

F 52
Índice
Mandrilamento de precisão – Cabeça para mandrilamento de precisão 391.37A / 37B A

Torneamento geral
Buchas
As buchas estão disponíveis para usar barras com diferentes
diâmetros de haste em uma cabeça para mandrilamento de
precisão (barras de 16 mm em cabeças para barras de 20
e 25 mm, bem como barras de 20 mm em cabeças para 25
mm). Isto permite que a faixa de diâmetro seja aumentada B
para cada cabeça de mandrilamento de precisão.

Corte e Canais
Manutenção da ferramenta C
Limpe todas as faces de apoio antes de ajustar.
Para mais informações sobre manutenção, veja a página F 13.

Rosqueamento
Lubrificação
D
A lubrificação deve ser feita em intervalos regulares, dependendo da freqüência
em que a ferramenta é usada, pelo menos uma vez por ano. A lubrificação é feita
ao pressionar a esfera acionada por mola e ao adicionar algumas gotas de óleo

Fresamento
leve. Pela força centrífuga, o óleo é forçado para fora e a sujeira para de entrar no
adaptador.
Óleo lubrificante recomendado:
Ex.:
Óleo Mobil Vactra Nº 2 E
BP Olex HLP-D
Kluber Isoflex PDP 94

Furação
F
Montagem e ajuste

Mandrilamento
Cabeça para mandrilamento de precisão Cabeça para mandrilamento de precisão
391.37A 391.37B
Requisitos: Requisitos:
• Pré-setter • Pré-setter

G
Sistemas de Fixação/

Montagem da barra de mandrilar


Máquinas

Ajuste a bucha à cabeça (se a bucha for usada). Ajuste a barra de mandrilar à cabeça.

Alinhe a aresta de corte com a linha na cabeça. Certifique-se de que a


Alinhe a linha na bucha com a linha na cabeça (se a bucha for usada).
barra de mandrilar é empurrada para o fundo da cabeça.
H
Aperte o parafuso de fixação com o torque recomendado, veja o
Ajuste a barra de mandrilar na cabeça/bucha.
Catálogo principal.

Alinhe a aresta de corte com a linha na cabeça.


Linhas inscritas
Materiais

Certifique-se de que a barra de mandrilar não está protuberante mais


que o indicado pelo círculo inscrito na haste (válido para barras de 16,
20 e 25 mm).
Aperte o parafuso de fixação com o torque recomendado, veja o
Catálogo principal. ➤ I
Informações/

F 53
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento de precisão – Cabeça para mandrilamento de precisão 391.37A / 391.37B

➤ Montagem e ajuste (continuação)


Cabeça para mandrilamento de precisão Cabeça para mandrilamento de precisão
391.37A 391.37B

B
Configuração da ferramenta
Monte a pastilha.
Corte e Canais

Ajuste o pré-setter para o diâmetro necessário e coloque a ferramenta nele.

Gire a ferramenta para obter diâmetros maiores no display e libere o parafuso de trava do mecanismo de ajuste.

Retraia a barra de mandrilar girando o nônio no sentido anti-horário para facilitar o ajuste de diâmetros pequenos até maiores.

C Ajuste o diâmetro girando o nônio no sentido horário.


Ajuste o diâmetro girando o nônio no sentido horário e ajuste o peso
do balanceamento,veja abaixo.
Aperte o(s) parafuso(s) de trava com o torque recomendado, veja o Catálogo principal.
Rosqueamento

Verifique o diâmetro e o comprimento da ferramenta no aparelho de ajuste prévio. Se possível, transfira os dados da ferramenta para o sis-
tema de controle da máquina.

Aviso – evite danos à ferramenta!Não ajuste o diâmetro sem


destravar o parafuso de trava primeiro (1).
1 3
D Certifique-se de que a parte plana da ponta – não a esférica –
esteja direcionada para o cassete transversal (2).
Não ultrapasse os limites de ajuste do diâmetro (3).
2
Fresamento

E
Comprimento Comprimento de fixação mínimo
mín. de fixa­
ção As barras de mandrilar com as hastes de diâmetro de 16, 20
e 25 mm tem um círculo inscrito indicando o comprimento de
Fixação na
Furação

fixação mínimo (balanço máx.).As barras para mandrilar com


bucha
hastes de diâmetro de 12 mm (sem o círculo inscrito) devem
ser montadas o mais profundo possível na cabeça para man-
Furo passante
drilamento de precisão.Para montagem e ajuste da cabeça
F para mandrilamento de precisão, veja a página F 53.
Mandrilamento

Fixação no furo passante da


barra na bucha.

G Ajuste de peso de balanceamento


Sistemas de Fixação/

1. Destrave o parafuso de trava do mecanismo de ajuste do peso de ba­lan­


cea­mento.
2. Identifique a barra de mandrilar.
Máquinas

3. Identifique o diâmetro selecionado a ser usinado.


Escala de
4. Encontre o valor de ajuste, veja a página F 55. ajuste para
5. Gire o nônio até que o valor de ajuste se alinhe com a linha de dados. balancea-
mento
H 6. Aperte o parafuso de trava.

Exemplo (veja a marca vermelha na ilustração e tabela de ajuste):


Barra de mandrilar R429.90-14-040-09-AC
Dc= 18.1 mm Linha de
Materiais

Valor de balanceamento = 56 dados

I
Informações/

F 54
Índice
Mandrilamento de precisão – Cabeça para mandrilamento de precisão 391.37A / 391.37B A

Torneamento geral
Valores de ajuste para cabeça de mandrilamento de
precisão com altas velocidades e contrapeso ajustável.
Dc = ø

R429.90-03-.. R429.90-05-.. R429.90-08-.. R429.90-11-.. R429.90-14-.. R429.90-17-.. R429.90-20-.. R429U-A08-02.. R429U-A11-03..


B
Dc = ø Dc = ø Dc = ø Dc = ø Dc = ø Dc = ø Dc = ø Dc = ø Dc = ø
mm mm mm mm mm mm mm mm mm

Corte e Canais
3.0 8 5.0 12 8.0 12 11.0 14 14.0 14 17.0 12 20.0 18 8.0 16 11.0 14
3.2 10 5.2 14 8.2 14 11.2 16 14.2 16 17.2 14 20.2 20 8.2 18 11.2 16
3.4 12 5.4 16 8.5 16 11.4 18 14.4 18 17.4 16 20.4 22 8.5 20 11.4 18
3.7 14 5.7 18 8.7 18 11.6 20 14.6 20 17.6 18 20.6 24 8.7 22 11.6 20
3.9 16 5.9 20 8.9 20 11.9 22 14.8 22 17.8 20 20.8 26 8.9 24 11.9 22
4.1 18 6.1 22 9.2 22 12.1 24 15.0 24 17.9 22 21.0 28 9.2 26 12.1 24
4.3 20 6.3 24 9.4 24 12.3 26 15.2 26 18.1 24 21.2 30 9.4 28 12.3 26
4.6
4.8
22
24
6.6
6.8
26
28
9.6
9.8
26
28
12.5
12.7
28
30
15.4
15.5
28
30
18.3
18.5
26
28
21.4
21.5
32
34
9.6
9.8
30
32
12.5
12.7
28
30
C
5.0 26 7.0 30 10.1 30 12.9 32 15.7 32 18.7 30 21.7 36 10.1 34 12.9 32
5.2 28 7.2 32 10.3 32 13.1 34 15.9 34 18.9 32 21.9 38 10.3 36 13.1 34
5.4 30 7.4 34 10.5 34 13.4 36 16.1 36 19.1 34 22.1 40 10.5 38 13.4 36

Rosqueamento
5.7 32 7.7 36 10.8 36 13.6 38 16.3 38 19.3 36 22.3 42 10.8 40 13.6 38
5.9 34 7.9 38 11.0 38 13.8 40 16.5 40 19.4 38 22.5 44 11.0 42 13.8 40
6.1 36 8.1 40 11.2 40 14.0 42 16.7 42 19.6 40 22.7 46 11.2 44 14.0 42
6.3 38 8.3 42 11.5 42 14.2 44 16.9 44 19.8 42 22.9 48 11.5 46 14.2 44
6.6 40 8.6 44 11.7 44 14.4 46 17.1 46 20.0 44 23.1 50 11.7 48 14.4 46
6.8 42 8.8 46 11.9 46 14.6 48 17.3 48 20.2 46 23.3 52 11.9 50 14.6 48
7.0 44 9.0 48 12.2 48 14.9 50 17.5 50 20.4 48 23.5 54 12.2 52 14.9 50
7.2 46 9.2 50 12.4 50 15.1 52 17.7 52 20.6 50 23.7 56 12.4 54 15.1 52 D
7.4 48 9.4 52 12.6 52 15.3 54 17.9 54 20.8 52 23.9 58 12.6 56 15.3 54
7.7 50 9.7 54 12.8 54 15.5 56 18.1 56 20.9 54 24.1 60 12.8 58 15.5 56
7.9 52 9.9 56 13.1 56 15.7 58 18.3 58 21.1 56 24.3 62 13.1 60 15.7 58
8.1 54 10.1 58 13.3 58 15.9 60 18.5 60 21.3 58 24.5 64 13.3 62 15.9 60
8.3 56 10.3 60 13.5 60 16.1 62 18.6 62 21.5 60 24.6 66 13.5 64 16.1 62

Fresamento
8.6 58 10.6 62 13.8 62 16.4 64 18.8 64 21.7 62 24.8 68 13.8 66 16.4 64
8.8 60 10.8 64 14.0 64 16.6 66 19.0 66 21.9 64 25.0 70 14.0 68 16.6 66
9.0 62 11.0 66 16.8 68 19.2 68 22.1 66 25.2 72 16.8 68
17.0 70 19.4 70 22.3 68 25.4 74 17.0 70
19.6 72 22.4 70 25.6 76
19.8
20.0
74
76
22.6
22.8
72
74
25.8
26.0
78
80 E
23.0 76

R429U-A14-04.. R429U-A17-04.. R429U-A20-04.. R429U-A12-08.. R429U-A12-11.. R429U-A12-14.. R429U-A12-17.. R429U-A12-20..


Dc = ø Dc = ø Dc = ø Dc = ø Dc = ø Dc = ø Dc = ø Dc = ø

Furação
mm mm mm mm mm mm mm mm
14.0 14 17.0 16 20.0 14 8.0 16 11.0 12 14.0 14 17.0 20 20.0 18
14.2 16 17.2 18 20.2 16 8.2 18 11.2 14 14.2 16 17.2 22 20.2 20
14.4 18 17.4 20 20.4 18 8.4 20 11.4 16 14.3 18 17.3 24 20.3 22
14.6
14.8
20
22
17.5
17.7
22
24
20.5
20.7
20
22
8.7
8.9
22
24
11.6
11.8
18
20
14.5
14.7
20
22
17.5
17.7
26
28
20.5
20.6
24
26
F
14.9 24 17.9 26 20.9 24 9.1 26 11.9 22 14.8 24 17.8 30 20.8 28
15.1 26 18.1 28 21.1 26 9.3 28 12.1 24 15.0 26 18.0 32 20.9 30
15.3 28 18.3 30 21.3 28 9.6 30 12.3 26 15.1 28 18.2 34 21.1 32

Mandrilamento
15.5 30 18.5 32 21.5 30 9.8 32 12.5 28 15.3 30 18.3 36 21.2 34
15.7 32 18.6 34 21.6 32 10.0 34 12.7 30 15.5 32 18.5 38 21.4 36
15.9 34 18.8 36 21.8 34 10.2 36 12.9 32 15.6 34 18.7 40 21.5 38
16.1 36 19.0 38 22.0 36 10.4 38 13.1 34 15.8 36 18.8 42 21.7 40
16.3 38 19.2 40 22.2 38 10.7 40 13.3 36 15.9 38 19.0 44 21.8 42
16.4 40 19.4 42 22.4 40 10.9 42 13.4 38 16.1 40 19.2 46 22.0 44
16.6 42 19.5 44 22.5 42 11.1 44 13.6 40 16.3 42 19.3 48 22.2 46
16.8 44 19.7 46 22.7 44 11.3 46 13.8 42 16.4 44 19.5 50 22.3 48 G
17.0 46 19.9 48 22.9 46 11.6 48 14.0 44 16.6 46 19.7 52 22.5 50
Sistemas de Fixação/

17.2 48 20.1 50 23.1 48 11.8 50 14.2 46 16.8 48 19.8 54 22.6 52


17.4 50 20.3 52 23.3 50 12.0 52 14.4 48 16.9 50 20.0 56 22.8 54
17.6 52 20.5 54 23.5 52 12.2 54 14.6 50 17.1 52 20.2 58 22.9 56
17.8 54 20.6 56 23.6 54 12.4 56 14.8 52 17.2 54 20.3 60 23.1 58
Máquinas

17.9 56 20.8 58 23.8 56 12.7 58 14.9 54 17.4 56 20.5 62 23.2 60


18.1 58 21.0 60 24.0 58 12.9 60 15.1 56 17.6 58 20.7 64 23.4 62
18.3 60 21.2 62 24.2 60 13.1 62 15.3 58 17.7 60 20.8 66 23.5 64
18.5 62 21.4 64 24.4 62 13.3 64 15.5 60 17.9 62 21.0 68 23.7 66
18.7 64 21.5 66 24.5 64 13.6 66 15.7 62 18.1 64 21.2 70 23.8 68
18.9
19.1
66
68
21.7
21.9
68
70
24.7
24.9
66
68
13.8
14.0
68
70
15.9
16.1
64
66
18.2
18.4
66
68
21.3
21.5
72
74
24.0
24.2
70
72 H
19.3 70 22.1 72 25.1 70 16.3 68 18.5 70 21.7 76 24.3 74
19.4 72 22.3 74 25.3 72 16.4 70 18.7 72 21.8 78 24.5 76
19.6 74 22.5 76 25.5 74 16.6 72 18.9 74 22.0 80 24.6 78
19.8 76 22.6 78 25.6 76 16.8 74 19.0 76 22.2 82 24.8 80
20.0 78 22.8 80 25.8 78 17.0 76 19.2 78 22.3 84 24.9 82
Materiais

23.0 82 26.0 80 19.3 80 22.5 86 25.1 84


19.5 82 22.7 88 25.2 86
19.7 84 22.8 90 25.4 88
19.8 86 23.0 92 25.5 90
20.0 88 25.7 92
25.8
26.0
94
96
I
Informações/

F 55
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento de precisão – Unidades para mandrilamento de precisão T-Max U

Unidades para mandrilamento de precisão T-Max U

•U
 nidade para mandrilamento de precisão para montagem
em ferramentas especiais capazes de usinar tolerâncias
B estreitas.
• Ajuste frontal
Corte e Canais

•A
 uto-travamento, ou seja, não é necessário destravar
antes do ajuste ou travar depois
• CoroTurn 107 – Desenho de fixação por parafuso

C
Rosqueamento

D
Fresamento

Faixa de mandrilamen-
E to (mm)
Mín. 25 mm

Profundidade de man-
4 x D5m
drilamento

Tolerância de furo IT7


Furação

P M K
Material
N S H
F Nota: Para informações sobre nosso programa de ferramentas especiais, veja Oferta ampliada,
página F 59.
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

F 56
Índice
Mandrilamento de precisão – Unidades para mandrilamento de precisão T-Max U A

Torneamento geral
Manutenção da ferramenta
Limpe todas as faces de apoio antes de ajustar

Ajuste B
• Gire a porca de ajuste para ajustar o diâmetro do furo.
•A
 porca tem uma escala em que cada divisão é equivalente à troca de 0.01 mm

Corte e Canais
da profundidade de corte radial.
• As unidades tem um nônio na flange o que facilita os ajustes radiais de 0.001
mm. Nota: O menor tamanho não está equipado com o nônio.
Nota:
• Quando ajustar uma unidade, montado em uma posição angular, a posição axial
C
x
fica igual ao movimento radial/tan 53° 8’.
tan 53°8

Rosqueamento
•Q
 uando desenhar ferramentas especiais, calcule o diâmetro normal a ser usinado
com a unidade ajustada para o centro da faixa de ajuste, e1.Isto possibilita ajus-
tar o furo nominal para mais ou menos.
•N
 unca desparafuse a cápsula mais do que o indicado pela lingueta da chave de
ajuste para a unidade em questão.Se o limite for excedido, a unidade não poderá
ser reparada. D
•A
 s dimensões e tolerâncias na tabela abaixo devem ser aplicadas para que as
nas unidades possam funcionar.

Fresamento
E

Furação
Dimensões de montagem para unidades de mandrilamento de precisão T-Max U F
Nota: Pode ser montada em furos cegos

Mandrilamento
Aplicam-se às unidades com o
comprimento de 16 mm da aresta
de corte.

G
Sistemas de Fixação/

1. D
 imensão mín.Pode ser maior se o desenho
permitir.
Máquinas

2. Máximo na dimensão mínima.

Dimensões, mm
H
dT H7 d211) d212) d23 h212) h222) h231) lTh rhc Th
06 16 19 4.6 3.2 11.5 2.8 1.6 9 9.65 ±0.02 M3
09 20 25 4.6 3.2 15.5 4 1.6 9 12.5 ±0.05 M3
Materiais

11 22 30 6.5 4.3 24 5 1.8 13 15.4 ±0.05 M4


16 32 46 11.9 5.4 33 6.3 – 16 23 ±0.5 M5
06 16 19 4.6 3.2 11.5 2.8 1.6 9 9.65 ±0.02 M3
1) +0.2
-0
2) +0.2 3) ±0.2 I
Informações/

F 57
Índice
A
Torneamento geral Mandrilamento de precisão – Unidades para mandrilamento de precisão T-Max U

Substituição da cápsula na unidade para mandrilamento de precisão R/L148C


Nota: Ao trocar uma cápsula, deve-se usar o dispositivo de montagem 148A-20.A falta do dispositivo pode resultar em danos da
unidade.O dispositivo de montagem elimina a pré-tensão causada ao remover a cápsula.O mesmo dispositivo pode ser usado
nas unidades de versão direita e esquerda.

O procedimento a seguir deve ser seguido:


Corte e Canais

1. Fixe o dispositivo de montagem em uma morsa.


A.
2. Coloque a unidade para mandrilamento de precisão no dispositivo (fig A) e gire
até que a mola do pino esteja encaixada no canal do piloto localizado na parte de
C trás da cápsula.Verifique o seu respectivo posicionamento, girando a unidade e
certificando-se de que o pino acompanha.
3. Monte a porca de dispositivo sobre a unidade.
Rosqueamento

4. Pressione a unidade e gire-a até que o pino do dispositivo se introduza em um


dos furos da bucha. A posição correta é conseguida quando a seta situada no
corpo do dispositivo está alinhada com a aresta de corte B.
5. Aperte a porca do dispositivo até que um jogo possa ser sentido na rosca da uni-
D dade para mandrilamento de precisão.Isto ocorre quando a porca de ajuste gira
com maior facilidade (fig C).
6. Remova a cápsula girando a bucha de ajuste no sentido horário, usando a chave
de ajuste.Quando a cápsula começar a se mover com a bucha, desparafuse no
Fresamento

sentido anti-horário.
Nota: Se a porca do dispositivo for afrouxada da sua posição, a cápsula não vai C.
poder ser montada e a unidade para mandrilamento de precisão será seriamente
afetada.
E Certifique-se antes da montagem de que todas as partes estejam limpas.
7. Rosqueie a cápsula manualmente (fig D) até que o pino se posicione no canal
da cápsula.A aresta de corte deve estar alinhada com a seta sobre o corpo do
dispositivo.Se a aresta de corte estiver a 180° em relação à seta, use o seguinte
procedimento:
Furação

D.
a) Gire a bucha de ajuste meia volta no sentido horário com uma chave de
ajuste.
F b) Gire a cápsula, no sentido horário, manualmente até a sua posição
correta.Segure a cápsula nessa posição enquanto girar a bucha de
ajuste com a chave de ajuste no sentido anti-horário (fig E). O momento
crítico é quando o piloto da cápsula alcança o furo do piloto no fundo da
Mandrilamento

unidade, uma vez que ele deve ser encaixado no furo do piloto sem ser
danificado. E.
8. A montagem é facilitada girando levemente a cápsula para frente e para trás e,
ao mesmo tempo, girando com cuidado a bucha de ajuste no sentido anti-horário.
G 9. Solte a porca do dispositivo e remova a unidade para mandrilamento de precisão.
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

F 58
Índice
Oferta ampliada – ferramentas para mandrilamento de precisão e em desbaste A

Torneamento geral
Oferta ampliada
Ferramentas para mandrilamento de precisão e em desbaste
B
Ferramentas standard – plataforma para ferramentas especiais
As ferramentas standard para mandrilar da Sandvik Coromant, como CoroBore 820,

Corte e Canais
Duobore e CoroBore 825, podem ser combinadas de várias maneiras formando uma
plataforma para soluções otimizadas.

Rosqueamento
D

Fresamento
E

Furação
F

Mandrilamento
Bolsão
As Ferramentas Flexíveis para Mandrilamento da Sandvik Coromant são
fabricadas de blocos construídos com alojamentos, cápsulas, unidades
para mandrilamento de precisão e acoplamentos.
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Cápsula
Qualquer combinação
Os blocos podem ser construídos em qualquer
combinação – dentro de certos limites – para uma H
ferramenta de mandrilar adaptada a uma peça.
Muitas operações em uma ferramenta
Muitas operações podem ser combinadas em Acoplamento Coromant
Capto recomendado
uma só ferramenta e podem ser realizadas du-
Materiais

rante um movimento de avanço.


Unidade para
mandrilamento
de precisão
I
Informações/

F 59
Índice
A
Torneamento geral Alargamento - Alargador 830

Alargador 830
• Ótima segurança da operação e • Acoplamento de precisão com posi­
acabamento superficial ciona­mento do cone e da flange
B – Escoamento de cavacos eficiente
através do direcionamento do fluido de
– centralização precisa
– alta rigidez
corte em cada aresta. – concentricidade
– alta repetibilidade
• Haste cilíndrica – precisão na troca da cabeça
Corte e Canais

– Opções de hastes curtas e longas <3 µm


• Alta taxa de penetração
fn= 0.4-1.5 mm/rot
vc= até 200 m/min
• Cabeça fácil de trocar
C Fixação e liberação rápidas com um
quarto de volta
Rosqueamento

D
Fresamento

Faixa de mandrilamen-
E to (mm)
10–31.75

Profundidade de man-
45–106 mm
drilamento

Tolerância de furo H7
Furação

Material P K

F Nota: Para informações sobre nosso programa de ferramentas especiais, veja Oferta ampliada,
página F 62.
Mandrilamento

G
Aplicações
Sistemas de Fixação/

F 31 F 33 F 33
Máquinas

Furo passante Superfície angular Furo cruzado

H
Materiais

I
Informações/

F 60
Índice
Alargamento - Alargador 830 A

Torneamento geral
Manutenção da ferramenta
Limpe todas as faces de apoio antes de montar.
A ferramenta é composta de:
• Cabeça
B
• Porca de retenção
• Suporte

Corte e Canais
• Parafuso para fixação frontal. Porca de
Cabeça retenção Parafuso Haste
de fixação
Montagem da cabeça
1. Parafuse a porca de retenção com a extremidade C
rosqueada na cabeça do alargador.
Nota: Rosca versão esquerda.

Rosqueamento
2. Gire o parafuso de fixação no sentido anti-horário o máximo
possível.
3. Alinhe os pontos na cabeça e no suporte e a cabeça da
pastilha completamente no suporte.
4. Aperte o parafuso de fixação no sentido anti-horário (di- D
reção mostrada no suporte).A face A não deve tocar o pino
de trava B. Use o torque recomendado, veja o Catálogo
principal.

Fresamento
E

Furação
F

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/

Liberação
Máquinas

Gire a chave no sentido anti-horário.


Aviso
Certifique-se de prender de forma segura a cabeça do alarga-
dor, pois ela pode ser ejetada rapidamente da haste. H
Materiais

I
Informações/

F 61
Índice
A
Torneamento geral Oferta ampliada – ferramentas para alargamento

Oferta ampliada
Ferramentas para alargamento
B
Alargadores disponíveis fora do programa standard
Corte e Canais

Faixa de diâmetro: 7.00 – 65.00 mm

Classes: Metal duro (sem e com cobertura)

Cermet (sem e com cobertura)

C PCD

CBN
Rosqueamento

Tolerância de furo mais estreita: IT6 para cabeças sem cobertura e IT7 para cabeças com cobertura

Material da peça: P M K N S H

D
Exemplos de furos adequados para alargador 830 que não seja standard
Furo passante Furo passante com canais/furo cruzado Furo conjugado
Fresamento

E
Furos cegos Furos cegos com furos cruzado
Furação

F Tipos de cabeças Sistema de fixação


Faixa de diâmetro Comprimento de
(mm) trabalho (mm)
Mandrilamento

Fixação frontal (porca de retenção)


15.80 – 65.00

G 7.00 – 18.59 45
Sistemas de Fixação/
Máquinas

15.80 – 65.00

Fixação axial (parafuso duplamente


H 7.00 – 18.59 45 roscado)

15.80 – 65.00
Materiais

I 7.00 – 21.29
Informações/

F 62
Índice
Mandrilamento - informação da classe A

Torneamento geral
Informações sobre as classes
Abaixo estão as informações gerais e orientações sobre as classes usadas em mandrilamento.Para mais informações sobre as
classes e as orientação sobre a usinagem de diferentes materiais, veja Torneamento geral, Capítulo A.

GC1115 GC3005
B
• Cobertura fina PVD à base de óxido com adesão superior ao • Metal duro com cobertura CVD resistente ao desgaste e
subs­trato, também com arestas vivas boa adesão a um substrato duro, capaz de suportar altas

Corte e Canais
• Velocidades baixa à média e cortes intermitentes em super- temperaturas.
ligas resistentes ao calor • Acabamento ao desgaste de ferros nodulares, ferros
• Trabalha sem problemas tais como microlascamentos e maleáveis de alta tensão e ferros cinzentos "pastosos"
desgaste não homogêneo de flanco (com liga)
• Boa resistência ao desgaste tipo entalhe em tempos de
contato curtos GC3215
C
• Metal duro com cobertura CVD macia e resistente ao des-
GC1515 gaste em um substrato duro, capaz de suportar condições

Rosqueamento
• Metal duro microgrãos com cobertura fina de CVD. de corte interrompido.
• Acabamento aços de baixa-liga e baixo teor de carbono, • Escolha geral para desbaste de todos os ferros fundidos
além de outras ligas de aço "pastoso" com velocidades de com velocidades de corte baixa a média.
corte médias a baixas.
• Excelente quando o acabamento superficial ou a ação de GC4225
corte vivo forem necessários. • Classe de metal duro com cobertura CVD espessa e re­-
D
• A resistência a choques térmicos também a torna adequada ­si­s­tente ao desgaste e um substrato e com gradiente duro
para cortes intermitentes leves. e tenaz.
• Complemento para aplicações de mandrilamento difíceis em • Acabamento ao desbaste de aços e aços fundidos.

Fresamento
ferro fundido. • Pode lidar com cortes contínuos bem como interrompidos
em aços.
GC2025
• Metal duro com cobertura CVD. H10 (HW) E
• Otimizada para semi-acabamento ao desbaste de aços • Classe de metal duro sem cobertura com excelente resis­
­inoxidáveis austeníticos e aços inoxidáveis duplex com tência ã abrasão e agudeza da aresta.
velocidades de corte moderadas. • Para desbaste a torneamento de acabamento de ligas de
• Boa resistência a choques térmicos e mecânicos.Excelente alumínio.
segurança da aresta para cortes interrompidos.

Furação
F

P ISO P = Aços Mandrilamento


G
Resistência ao
Aplicação Tenacidade Primeira escolha
Sistemas de Fixação/

desgaste
M ISO M = Aços inoxidáveis
Desbaste P GC4235 GC4225 GC4215
M GC2035 GC2025 GC2015 K ISO K = Ferros fundidos
Máquinas

K GC4215 GC3215 GC3210/GC3205*


N ISO N = Materiais não ferrosos
N GC1115 H10 GC1810
S GC1115/H13A GC1105 GC1105 S ISO S = Superligas resistentes ao calor
Acabamento P GC1125/GC4225 GC1515/GC1115 CT5015/GC4215
H
M GC1125 GC1115 GC2015 H ISO H = Materiais endurecidos
K GC1515/GC3215 GC3005 GC3005
N GC1115 H10 GC1810/CD10
S GC1125/H13A GC1115/GC1105 GC1105 Recomendações de dados de corte, veja o Catálogo
Materiais

principal.
H ** ** **

* GC3210 Ferros nodulares, GC3205 Ferros fundidos cinzentos


** Para recomendação sobre mandrilamento de precisão em materiais ISO H, veja Torneamento geral, Capítulo A.
I
Informações/

F 63
Índice