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n.° 57 · 3.º trimestre de 2016 · ano 15 · 9.00 € · trimestral · ISSN 1646-4591 · www.oelectricista.pt · diretor: Custódio Pais Dias

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dossier reportagem suplemento


¬ iluminação em túneis, iluminação ¬ Ledvance apresentada em junho no Convento do Beato
viária e conforto visual
case-study
artigo técnico ¬ o Fator de Manutenção na tecnologia LED
¬ armazenamento de energia elétrica ¬ o que mantém os gestores de instalações acordados à noite?
¬ proteções contra sobretensões do Tipo 1, Tipo 1+2, Tipo 2, Tipo 3:
vozes do mercado proteções para todas as finalidades
¬ Norma IEC 60364-8-1: ¬ novos alarmes Evohome Honeywell
novo capítulo na redefinição ¬ a luz do sol no interior
de edifícios eficientes ¬ soluções harmoniosas para os desafios da infraestrutura TI
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3.º trimestre de 2016

diretor



 
custodias@net.sapo.pt
TE1000

diretor técnico
 

josuemorais2007@gmail.com

conselho editorial
 
   
 


direção executiva
 
  


T. 225 899 626
j.almeida@oelectricista.pt
    
 luzes case study
T. 220 933 964
h.paulino@oelectricista.pt
serão os nano tubos de carbono o futuro 2 60
2
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da eletrónica? 64
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editor acordados à noite?
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espaço voltimum 66 proteções contra sobretensões do Tipo 1,
design os líderes do sector discutem a revolução da IoT 4 B
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l.carvalho@publindustria.pt
 
 vozes do mercado 68 
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a.pereira@cie-comunicacao.pt Norma IEC 60364-8-1: novo capítulo na 6
webdesign

  
  informação técnico-comercial
 
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a.pereira@cie-comunicacao.pt telecomunicações $ 
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assinaturas TILT: o que é e como se ensaia! 8 72 W;2<XJ 
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T. 220 104 872  
 
 
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assinaturas@engebook.com
www.engebook.com
alta tensão 74 

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sobretensões de manobra 12  *
colaboração redatorial intervenções particulares nos domínios 14 76 ABB: proteção contra sobretensões



  
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da Alta Tensão    (
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com os smart plastics
redação, edição e administração artigo técnico 84 9g9 < )(J * $`
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dossier sobre iluminação em túneis, 52
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.pt iluminação viária e conforto visual
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(% conforto e estímulo visual 54
impressão e acabamento  '(  )(
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113 Componentes eletrónicos
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Introdução à Eletrónica
publicação periódica do investimento existente
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artigo prático
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Os artigos assinados são da


exclusiva responsabilidade dos seus autores.

protocolos institucionais
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2 luzes

serão os nano tubos


de carbono o futuro
da eletrónica? G =


Nas décadas mais recentes o desenvolvimento da  ( (


 
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eletrónica tem perseguido, principalmente, três objetivos: +V
  
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redução de tamanho, redução de consumo e aumento da existente.
velocidade de funcionamento. A redução de tamanho tem K" j" &"  '(  
(
permitido desenvolver equipamentos com funcionalidades & k 

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que não teriam utilidade se a dimensão fosse muito + &"
  
+ -
maior. A redução do consumo possibilita uma maior contradas. Com o desenvolvimento das na-
autonomia e portabilidade aos equipamentos, na medida 


G  & '(G 
 

em que as baterias necessárias para os alimentar têm década de noventa, mais entusiasmou os in-
um tamanho e peso reduzidos. O aumento da velocidade &

  +  
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de funcionamento tem permitido realizar cada vez mais carbono, construídos a partir de nano rolos
operações em tempo real. Infelizmente, na tecnologia   ( 
(  
 "

  +
-
do silício, os três objetivos não evoluem todos no mesmo 

   P
(
G +
 
sentido, ou seja, quando se reduz o tamanho e o consumo caraterísticas fossem muito prometedoras,
a velocidade de funcionamento fica prejudicada. Assim quando nessa época se tentou implementar
sendo, nesta tecnologia, não será de esperar uma contínua (
 

 
(+
 &
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e favorável evolução dos objetivos enunciados, mas antes (   (
  
 
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o atingir de um ponto de equilíbrio correspondente à sua 

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otimização, para além do qual não se poderá ir. &
 
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seria uma ótima alternativa.
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- sentido de encontrar alternativas à tecnolo- 


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 computacionais utilizando-a e os resultados
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construídos poder ser facilmente reproduzida
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tradicional, baseada no silício. Este facto é
particularmente importante, na medida em
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investimento muito avultado, pelo menos em
novas instalações fabris, e por possibilitar a

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mesma unidade industrial.
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nano tubos de carbono e ultrapassadas, que
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futuro da eletrónica.

www.oelectricista.pt o electricista 57
|h
4 espaço voltimum

a maior comunidade de profissionais do sector eléctrico

os líderes do sector discutem


a revolução da IoT
incontornáveis? Com o número de dispositi-
vos conectados que se espera que existam,
teremos que encontrar uma forma de adoptar
um protocolo aberto — e quanto mais aberto,
melhor.”
O painel foi consensual ao considerar que
os padrões são de uma importância vital para
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discutiram eventuais preocupações de se-
(  

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envolvidos.
Rupp disse: “A IoT continua a ser a inter-
net e está construída sobre os mesmos pila-
res e as mesmas tecnologias de encriptação.
Na qualidade de fabricantes, estaria errado da
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  S_+(G nossa parte se disséssemos às pessoas que
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(    ( &  é tudo completamente seguro. Cabe-nos in-
para debater o futuro da Internet das Coisas. (
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 dicar às pessoas o que é e o que não é seguro,
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 ( correm. Esta educação deve partir de nós, em
devido ao boom recente de dispositivos co- Compreender e eliminar riscos vez de deixarmos isso nas mãos das pessoas

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  A mesa redonda arrancou com um debate para que descubram por si próprias da pior
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dados que serão criados. P
  
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de envio convenientes é a principal razão para


 

 
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  comprar online. O preço é apenas a terceira
tem vindo a discutir com os seus parceiros — ^ ]G  [hhG 
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assim como os mais de 400 mil membros da & '( &  (
 
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sua comunidade — sobre o impacto que a IoT >J (
 

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se tornam cada vez mais populares — e com
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- funcionamento correcto de edifícios vitais empresas consultoras a prever que o merca-
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podemos preparar para a revolução que te- 
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( - massa para consumo da população.
Mais de 70% dos instaladores es-  " ]M W~=
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tão convencidos de que o futuro preocupado com a preparação das entidades
passa pelos dispositivos inteli- Mais de metade dos instaladores (
 
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gentes e pela Internet das Coisas. compraram produtos de ilumina- vos que aparecerão. E deu as apps de telemó-
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- ção online no último ano veis como exemplo: “Estamos perante uma
mentador especialista na Internet das Coi- =

 S <G B(j X- proliferação tal de novas apps que os gover-
  
+

  * (+> M  '(  " (
+
 nos reconhecem não ser capazes de as regu-
 

 (
  *
Continua na próxima edição


+  " {(
(  B(j X- lar. Todos os dias surgem mais apps do que
M   S < 
“Há o risco de existirem demasiados padrões as que se conseguem suportar e a sua inves-
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  )G B
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- e há exemplos de outros sectores que so- tigação é cronicamente adiada. Isto para não
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 =- freram com isso”,  < (J “Nesta falar de que a procura por estas apps cresce

 <
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 <  altura, num período em que ainda estamos sempre exponencialmente. É uma situação
G ^ ] 
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- a evoluir e há imensos padrões a aparecer, curiosa, pois esta enchente de novas apps

  > (  [hhG B
M como é que podemos consolidá-los em ape- surge a uma velocidade que excede a capaci-
] P<W ; 
X
|
 ) nas um ou dois que sejam verdadeiramente dade de regulação de quem quer que seja.”

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www.oelectricista.pt o electricista 57
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6 vozes do mercado

Norma IEC 60364-8-1:


novo capítulo na redefinição
de edifícios eficientes Carlos Duarte
 
   
Schneider Electric Portugal

As cidades estão em nosso ecossistema! Nas instalações, as me- da Norma prestar especial atenção aos se-
crescimento um pouco por    &
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todo o mundo, albergam 
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por 75% do consumo (  
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energético e por 80% das  

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emissões carbónicas globais.      ( 
 mentar a secção de um condutor reduz
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Reduzir o impacto ambiental das cidades re-  )<P ‰`H‰$ '(  
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 os custos das perdas durante o tempo de
( 
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 comuns em instalações elétricas de edifícios, funcionamento estimado dos condutores,
pode ser reduzido. A nova Norma Internacional   (
  relativamente aos custos iniciais adicio-
IEC 60364-8-1 “Instalações elétricas de bai- (+  
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 `D$   nais devidos ao sobredimensionamento.
 
      ”  
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estabelece o devido enquadramento a este tória, a IEC 60364-8-1 é bem mais do que a 
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 descrição do estado de arte para tornar uma Š !  ""!
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o setor dos edifícios não se tivesse tornado 
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que tem sido dedicada por todos os países a reduz o custo inicial, ao reduzir o compri-
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  . As decisões tomadas durante a fase inicial mento total dos cabos/condutores.
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Uso da energia no momento certo,
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- quando é necessária e ao mais

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questão estimulante que tem provocado o 
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 +  -
desenvolvimento de novas ideias e discus- ciclo de vida da estrutura. Isto explica a razão 
   
j
 
 
sões indutoras de novas políticas e ações
  
(> 
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das, validadas e comercialmente disponíveis. Geral  
   
   
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  -
1. Minimize as perdas de energia Otimize a queda de tensão dentro da instalação
cios que atravessa esta enorme evolução no na instalação elétrica “Método Barycenter”
seu desenvolvimento e que tem o seu paralelo
Novas instalações

com a transformação que se vive também no 2. Utilize energia:   


  
  
 
Instalações existentes


   
  
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- – no momento certo relacionados com a EE: “Meshes”
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 - – quando necessário
– com um custo mínimo Otimize a utilização de eletricidade ao controlar
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 a instalação elétrica (sistema de gestão da

(  
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(
    

rapidamente na questão das alterações cli-
3. Mantenha o desempenho do Metodologia do ciclo de vida
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Processo de avaliação (informativo)
da de combustíveis fósseis. Mais desenvol-
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vozes do mercado 7

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Os edifícios terão de se tornar cada vez elétricas e que poderemos sumariar tendo




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tistas podem reduzir o futuro consumo    
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de eletricidade incorporando sensores e &
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associando o controlo da iluminação arti-  '(  


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  -
outros sistemas. respeito, de mais um novo ponto de partida. 

   
| 
    -
Manter um desempenho  
  
 '(  
 

 E tudo isto sem perda da qualidade de servi-
eficiente do edifício a longo prazo os requisitos e recomendações da Norma ço e com um bom rendimento da instalação
Até mesmo os edifícios com os mais eleva- )<P ‰`H‰$wˆwD 

j
 > elétrica.

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- processo industrial,

torizando continuadamente as operações.
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Monitorizar. Instalação de medidores, serviços de < &
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 Manter. 


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tem como requisito essencial a medição per- …
9




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G (
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manente do consumo de eletricidade através …
de equipamentos de medida e monitorização
adequados.    ' !"#"$%20)--()6'+&*)+))&')*7),-)*))89-1

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8 telecomunicações

TILT: o que é e como se ensaia!


Hélder Martins
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O sinal à saída de uma tomada de cabo DEFINIÇÃO DAS REDES DE CABO COAXIAL:
coaxial deve ter um nível de sinal D [   9[BZ Master Antenna Television "   
determinado de forma a reduzirem-se 


 &
  
  "  
ao máximo as hipóteses do televisor (
 
   h )G h SwhVG h)))G h
“deixar de funcionar” ou apresentar Sw[G K+  |K2
breves interrupções como o conhecido = 




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“empastelamento” caraterístico do '(  (
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sinal digital. 
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(  V

(  [   S9[BZ Satellite Master Antenna Television  "

zonas de funcionamento, podendo assim comprometer o bom funcio- ao exemplo anterior na banda terrestre, acrescendo a banda des-
namento de todos os sinais presentes na rede coaxial.  k + 
   [ '(  2)
) &ww   
   



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de toda a banda de funcionamento nas tomadas mas devido a di- 9K 
 D…` 9KG

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nicidade “ideal‘ |  '( +

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ou simplesmente a utilização de cabo coaxial de qualidade inferior ” h 29J ˆˆwD`ˆ 9K}

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- Š S9[BZ ,w;B<J

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    &" '( ” h BZJ $%w‰ˆ 9K  DDˆ 9Kw%Œ` 9K}
de funcionamento é denominado de &()&, e admitem-se diferenças ” h 29J ˆˆwD`ˆ 9K}

 &
 "& 
  



+
 (- ” h S[BJ Œ…`wD…` 9K
cionamento dos televisores.
H [   P[BZ Community Antenna Television 
+ 
funcionar com sinais dos operadores de cabo possui uma par-
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   9[BZ
( S9[BZ • 
presença de interatividade! E para que esta funcione numa rede
 +

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totalmente distintas e independentes.
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  Upload Z
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  Download Z
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mada coaxial. ” h =J ˆˆwˆ‰ 9K

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telecomunicações 9

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“Para além da potência de sinal ter-se-á
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- que ter em consideração a planicidade da
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 G 
potência de sinal ao longo de toda a banda

 
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  &  


 … de frequências de funcionamento. Isto

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 ‰… 9K 
'(  

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 é, poderemos ter uma potência de sinal
operadores. adequada à saída da tomada coaxial numa
determinada gama de frequências, mas
esta poderá ser deficitária ou em excesso
noutras zonas de funcionamento, podendo
assim comprometer o bom funcionamento
de todos os sinais presentes na rede
coaxial.”

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 ˆˆ 9K 
 
( 

  

 $% 9K  '(  &  

 

 
 … 

*+,*-. ' H` 9K [   B);B  &"   
'(
 

|h
10 telecomunicações

'(  ( +  (



G 

j  & “No entanto, isto não implica que não
  (
 
 ˆˆ 
 ˆ‰ 9K se deva analisar a curva de resposta
< 9[BZ  
   k    +    em frequência nas tomadas para
 & "V
 


 
  +  (

G 
verificação de alguma anomalia.
 ( 


   +(
 
 & Aliás esta deverá ser sempre
mínimos nas tomadas. verificada ao longo de todas as
 P[BZ

,

 
 ( &"
 <'(
bandas já que é possível ter níveis
 &  V ( 


G j"  &  
- de potência de sinal ou atenuações


 &    &
&w j(
k 
G 

( e TILT dentro de parâmetros
emissor é o modem de cabo do operador. O sinal vai-se atenuando aceitáveis, mas existem anomalias



   +(
  &  



 em determinadas frequências




 
  &  
  
 específicas.“

W 

B);B  +    S9[BZ  


  
 V
 
 =w ( '(
,V 
 V
     
 &
  B);B
B
w  '(  &G 
   
(
 &  '(  +  
[ 
"   
 
 w(

montante para minimizar o valor de TILT nas tomadas.
Neste exemplo complementa-se com uma outra possibilidade de
"(
 B);B   + G 9[BZ [ 
  
'(   D 

 
 
 + SwhV 
"
 (+(   '( D~   + D \

G
 '( D~ j" 
&  ( 

 B);B  
  P[BZG ( & '(   k +  


*+,*-. 7

. 


 &()&  #  0 # 1    6

       6
   0 1  
 A inclusão de
'('(   
 
+"  
 B);B  '(   +  G 

-

  '(  k  & 

*+,*-. 9

| '(
'( 
"  

     

B);B  +  

 B" 
“ Bw  ( ( 
+  '(   ‰` 9K  '(
B);B 
" V-


 
 '(  
j

*+,*-. 8

[ 
  '(     B);B G G (-
  ( 
 &
 ‡
'(  

 &  "    +(
 > - *+,*-. :
& \   &
  B);B &
  
 &
efetuar uma compensação do mesmo com equalização dos sinais à No entanto, isto não implica que não se deva analisar a curva de res-
entrada. Isto é, se estivermos na presença de um determinado valor de 
  '(  
  &
 ( 
-
B);B  
 
ww"  ( '(
& 
B);B  ["  &"   & 


 
 
na cabeça de rede de forma a minimizar ou mesmo anular o TILT na + j" '(  
 &   &  
  
( (>

   
+(  (  &   
 


 B);B 
 ‡
 "&G  V 
 
 '(  
  '(  

www.oelectricista.pt o electricista 57
|h
12 alta tensão

sobretensões de manobra
1.a PARTE
Manuel Bolotinha
<
<

U <  S  
 )SB U DŒ%$
P
(
  S(+>  2

 



1. INTRODUÇÃO 4 5!, que declinam rapidamente, num tempo correspondente a dois


[ 
+    '(
 
 +(
(  
 < 
 sobretensões w 
 G +-
+(  

 j(
  (+>G ( tualmente, unidirecional, com uma onda de 


(
 >  [ B
 9  [ B
G 

  usualmente de 0 
 
 "G 
G 
 ( 
 

0;  ;  que podem causar importantes perturbações valor de pico TP  '4 E  9444 E  ( 
  metade
  G 
> 
  
G do seu valor T' não superior a '4  tempo de caudaG U & 2(  UG


,  >G   
  
+>  

 
  ( 
+

< 
+>G '( 
 
 < =

< G 
 k 
+> 
 
 G |
(j
&
   ( '( &

  
 -
1 

&
 G  &
 '( 

& 
 '(

`GΠB
o valor
 
 
  6 &
 "V
 (, '( Td
   U & 2( D . Cauda
Frente
0,5

0,3 A


Média X9S
0
O t

 T1


T
T

>-+ root mean square ? @" ! ef    ';+&)*)&<+))*51


Uef A ,BC'
As formas de onda de sobretensão wG +(G
   :)'+))*45*()*51 por T/T' , onde T representa o tempo de “subida” da tensão, sendo

 
  


'(  +( /'B94 E e
As sobretensões de manobraG (  

 ondas HB'4 EG 

 
  2( H
electromagnéticas 



    (j
  
 

mais sensíveis em redes com =
  6     - Z_
`GΠZ_
  844 @, afectam a coordenação de isolamento da rede eléctrica [
W  
DG…` —
e podem causar danos nos principais equipamentos, influenciando a 0,5 Z_

+   G 
'(G  '(  
( 0,3 Z_

de serviço. DG —
…` —

2. PRINCIPAIS CAUSAS DAS SOBRETENSÕES I_


`GΠI_

DE MANOBRA h

2.1. Aspectos Gerais


0,1 I_
= 



+
 Norma IEC 60071-1 w 
+- ˆ — W  
  ˆ` —
` —
tensão como qualquer tensão que:
Š S +  (    G 
 ( &
  
'(    7;+&)*))*5)-++)*)1
exceda o valor de pico da tensão mais elevada do sistema dividido
por C7;  t A TP w U A UPico I A IPico   t A TG w U A 4/3 UPico
Š S +  G 
 ( &
  
'( V  - I A 4/3 IPico
plitude da tensão mais elevada do sistema. As sobretensões de manobra de 0 
 
 1

4/ E I T J '4 E e T' I 744 E +( , 
 
Os valores de uma sobretensão expressos em . referem-se a   (+
 
+

C'BC7 Us , onde Us representa o valor mais elevado da tensão de ser- = (
   sobretensões de manobra mais severas sur-
&
G   6" !  (  
+  
  G 
-
As sobretensões de manobra, tal como qualquer outro tipo de so- dores, reactâncias limitadoras de curto-circuito e baterias de conden-
bretensão, caracterizam-se pela sua amplitude, forma de onda, dura- 
G 
+  
  (>  


 

 ,G +( 
 44 5! e os  
(     
 
  

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alta tensão 13

2.2. Transformadores e reactâncias limitadoras As sobretensões de manobra resultam da troca entre a energia
de curto-circuito magnética associada à entre a indutância da linha * A  LI' , onde:
'
[ 
 

  9  [ B
 
 - L U (‡  } I U 
     energia capacitiva da
&   ‡ 
  (
w(

   
 * A CU' , onde: C U        }
'

  #  ;   &  7/9  84 6! a U U 


 
corrente nominal do transformador ou da reactância, mas podem atin-

valor da corrente de curto-circuito (
 2( $ 2.4. Baterias de Condensadores
As sobretensões de manobra , (  

baterias de condensadores acontecem não só na subestação onde a
14
D
+  

 " 
G  + 
( (-
10 +> '( 


 '(
G &
 (
8 ,




™

‘ '(
 so-
6 bretensões em transformadores em redes radiais ou   &
.
4 Estas sobretensões, que resultam de fenómenos de ondas itinerantes
  ,
 ,
 "
 
 & 
 

-
0
0 10 ` 30 40 50 60 70 80
G 
 

+

&
 
 

   V-
w    G  
w (& 
   8=+>,--++)*))++*?))&+*8+&+1  
    
[ (
  &
"&G 
 sobretensões maiores, aconte-
Estas correntes de arranque transitórias, de valor elevado, são uma  '(

  



(  V

'(  (

*
 "'(   
&-    


 '(
,

  -

 ‡
 
 
  '(    
contra num pico.


  
&
   
 

- B+  
 '( (   
 (>
 
*
 transitórias, caracterizadas por correntes de arranque de valor elevado
Considerando o transformador ideal, se no instante t A 4, corres-    '(G '(
( +  

  -
pondente à aplicação da tensão ao transformador em vazio, o respec-  

( + j"  &
  

+-
&
&
 ‡

 (
u A 4G (
  &
"&G - mento.


*

G
(V

 ( &
 ’(

 

 
'(
 
+ j(
 -

V ( 

+

( &
    

       +  

G 
, 


G   (

*

 ( 
 - 
 G 
  + G  (w [ 

, & 2( … 
+
  &
 
&
 
 k '( (
…` K
( ‰` KG  (w

  '( &
  
amortecer.
<

( +( ( 
G 

 
current peak much  2( ‰
greater than normal!
i
  

 

flux peak approximately 


˜ twice normal height!
1,5
e 1
0,5
Voltage

0
   9=+>,-)*5@8(A&/*0-)-++)*))++*?))&+*8+&++)(1
0 1  3 4 5 6 7 8 Π10 11 D 13 14 15 16 17
-0,5
-1
P
(
G 


 G
*
 ( 
-1,5
Time (milliseconds)
G (j
&
  

 

*
  (

(
 '( +( &  94K  34K 
(V
"V-    : ;+&9'-*)<+))*5)*)+/345)&<)+
mo de funcionamento. )-*)*+)1
Esse fluxo remanescente vai somar-se ao fluxo produzido pela

G 

  ( 
  '(
bastante elevada e que, por sua vez, cria uma sobretensão no sistema 3. MÉTODOS PARA LIMITAR AS TENSÕES
  DE MANOBRA
P


'( '( correntes de arranque o sistema de Nas redes de Alta Tensão e nas redes de Média e Alta Tensão com
protecções pode funcionar extemporaneamente, o que reduz a quali- tensões de serviço não superiores a '89 @ tensão normalizada –
 
&
G  
  
 

 & Norma IEC 60038G  (
 descarregadores de sobretensões

 

 
 

G
'( ("G &&- DSTG (
 + 
(
 


 


G  (
 & *  "'(  

 
 > "V (
"& Nor-
ma IEC 60071G w &
((   


2.3. Linhas Aéreas contra sobretensões de manobra das instalações, o que frequente-
[
>  
( G  
(  &
G   mente não acontece nas redes com >  &
(
( (-
 '('(  &  


  sobretensões de manobra, periores a 844 @.
acontecendo as situações mais severas em "
 -L
  ." \  &  
 +( 
(>    
-
&  " G   ( (>J bretensões de manobra são:
Š ;
   &
} Š |
 j(
 
 
  LM / asso-
Š |
 '(  
} ciados a +&;
Š Xj
  Š   "


N  associado a +&.

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14 alta tensão

intervenções particulares
nos domínios da Alta Tensão
5.ª PARTE
Eurico Zica Correia
<
<


É objetivo do presente documento dotar $ -<  #   "



     
-
os leitores dos principais conhecimentos  
 1# 
   "    
que lhes permitam efetuar trabalhos  <"
  !  "L 
em tensão, fora de tensão e nas proximidades Š   V(
 +
  ( 
 
de instalações em tensão, respeitando  
  "'(
( 
G  
+
as regras de segurança aplicáveis. & w 
 

  


 ( 
 &  G   
-
cular, por meio de procedimentos escritos;
Š P 
> 
 V
> *
( -

 ( 
 

 
 ,
  
+
( 

de sucessão das diversas operações a realizar. Estas manobras
&  V( 
 
 '(
'( &" (
(> 
    
+ w+

Manobras de exploração
Š [ 
+  V


  
 J
U [ 




 ( 
(  ( -
talação no âmbito do seu funcionamento normal;
U [ 


 (

G (

(   (
equipamento;
Š W 
 
 
+  V

&  '(-


(  +
(> 
 

MANOBRAS
S

> '( 
(  ( (  
(
- W 
 (
 
 
  
&
 
(

ca de uma rede, de uma instalação ou da alimentação elétrica de um 
 '( 
 ( (  



 (  )
equipamento. Estas operações são realizadas com o auxílio de apare- Hš  [ B
, 
  
+
 
 
 '(



(  
&
  
+
 
 



(
G j(
G 

G
(  +(
( 
Manobras de urgência

 

( 
  '(G 
(
 Š [ 
+  (    
  +(

Š [
  (
 
+ 
G  G   
&  
 '(
(

 
-
U | 

 
&  
+
 } 
 (G
( 
+ 
 

"&  
(

(
U \ (  &
'(   ( 
+ - 

"&  (
}
tempestiva, devem ser tomadas todas as medidas para alertar Š [ 
+ 
 
 '( (  (
 
 
o pessoal para esta inibição. ( 
 > &  ( ( 

(

G 
G 
(
 
   (-
W ,
 
+  (  
"  
> - das por uma qualquer pessoa presente na instalação.
   (

+
 

  
-
ções, por exemplo no caso de intervenções nas redes em anel.
=
 
+ (wJ MEDIÇÃO DE GRANDEZAS FÍSICAS
Š 9
+  

} S

> '(    G ‡G
Š Manobras de exploração; térmicas, e muitas outras.
Š 9
+  ( Neste capítulo apenas são tratadas as medições efetuadas atra-
&  
 
"
Manobras de consignação e de desconsignação
S

> 

    




(  - Precauções fundamentais


 ( G ( 

( ( '(
 Š [ 
   G '(G 
< 
+ 
    
 (
  
- o operador, o risco de entrar em contacto com peças nuas em ten-


  ( J 

 & 
 ( 
 &
 


. -<  #   "

     
- O pessoal que procede a medições deve:
 
 " "L  U | '(
  

&( '(
}
Š =&  V( 
+


 ( 
"&  U | 
 
 

 
  (  k


  



 

 
 
 > '( 
  
 
 V

 
“Trabalhos fora de tensão”. 
& 
}

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alta tensão 15

U S
 


+  (G 

 - Š ’(
   
 V(
 (

 
-

  + *
} 
  +
  
&    >
U ZG   

G
+
 

 
 respetivas;
de medição e dos equipamentos de proteção; Š W 
"&  
  
 

 +
 & 
U Tomar precauções, em particular, contra os riscos de curto- 

 ( 


"&  
(

-circuito. instalação.

Medição de grandezas elétricas em Alta Tensão Ensaios comportando exclusivamente medições


Š    
> &G  



(   e experimentações fora de tensão

  
    (
  Š W 




 +

  
}
[ B
&   ( 

  
 - Os ensaios só podem ser iniciados depois do boletim de ensaios
+

  
G 
 +
  
G  "
G  
&


"&  

}
  +
  & Š S
 
 
VG 
 

"&  -

  
 (  > k    (
w(

Medição de grandezas não elétricas  ( 
  +
 P
(
G  &
 ( 
Š [ 
  
 '( 

 tensão deve ser sempre feita.



  (  

(   &
destas devem ser executadas em conformidade com as respetivas Ensaios com a instalação em exploração
prescrições. Š Neste caso os procedimentos adaptados são, consoante o caso, os de:
U +
  
}
U intervenções particulares em Alta Tensão;
ENSAIOS U manobras.
S

>   &
(


(


elétrico, mecânico ou outro de uma instalação que se mantém alimen- ’(
"
&  
  

 
+ 
 k
tada pela rede. &    

Š =&  
  (> "  
  W   
 

 G  
(G (
 
pessoas presentes contra os riscos mecânicos que podem resul- 
 +
  

tar dos ensaios; Š Quando no decurso dos ensaios sob alimentação normal, tanto
O equipamento de proteção individual deve ser adaptado aos en- 
 (
  
 


 (
  


 
-
saios a efetuar. mando for preciso executar ensaios dielétricos ou de continuidade

|h
16 alta tensão

requerendo, por tempo limitado, uma alimentação exterior, a mu- OPERAÇÕES NOS CIRCUITOS DE TERRA
  
V  



  

 - Š \ 
V  ( (
 G (   
&

 
  

} 
   
 (
G 
 (    
-
Š \ 
G

"&  
(

(

"&  
-  
   
G &
k 
 

( k

 

"&  
 ( +
  
} 
 


 (  j 
 k 
Š W 
"&  
 , 
"   

 +
 - 

(

G
 

   
 
   ( 

 
+ (



"&  


(
 

    
V 
( 


V
G  
V  (   
  
-
Ensaios em tensão com alimentação exterior autónoma G '(
   ( 
+


Š X '( G ,


 
 ( Š As operações nos circuitos de terras requerem precauções especiais:

 
  


G  
 U =( 
> &  (
 '(
 

G    V

G "w 
 

 (- proteção individual apropriados;
VG   (  >G 

( &> U Em caso de trovoada é proibido intervir em circuitos de terra, a
<       
G
(   
 '(  
j 
  V(&  
G 

"&  
(
 ( 
"&  - cabos subterrâneos. Mesmo com as instalações fora de servi-

 
‡+
( 

 
 



 >  


(  


Os ensaios só podem ser iniciados depois de emitido e validado, durante as medições, especialmente quando se utiliza o méto-


"&  

G
&
+
  
 
 j
 


Ensaios em laboratório ou em plataforma de ensaios Interrupção de um circuito de Terra


Š Os ensaios na presença de peças nuas em tensão realizados em Š \

  "

 ( (
   -
laboratório e em plataforma de ensaios podem caraterizar-se por "
( &  
(  
k   
condições excecionais para o material: elemento do circuito a interromper; esta continuidade pode ser asse-
U =(
 
> 
 

 
} ( 
 
 ( shunt aplicado enquanto durar a intervenção,
U X 
 
+G 
+ &
G 
+-
( 
 
 ( 
  '( &   
(

>G 
(
}   
(

(
 
k  | (
  (
U P+  > ‡ 
&,} deve ser aberto sem ser precedido pela colocação de um shunt.
U =(
 
>   ‡G 
(

Š < 
> VJ Ligação a um circuito de terra
U 
 &( 
  (  
 Š ’(

 "
  
 (  "  (
 '(
} (
  
 
 ( 
(
 &G  
(G
U Acesso aos laboratórios e plataformas de ensaios estritamen- w  


(
 
(
   , 
 
 (

 ( (


( 
} 


(
 k  "  (
U ’(  
  
 j   
Š Consoante as situações são aplicadas as prescrições para traba-


  
  
+G
(  +
  
G SEPARAÇÃO DE UMA INSTALAÇÃO PARTICULAR
 "
G 
 

 
+ 
 k & DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA EM MÉDIA
O equipamento a ensaiar é colocado sob a autoridade do respon- E ALTA TENSÃO
"&  
 Š S

"& 
 ( 
(  
w
 G &  ( 
 
k  
"-
Fim dos ensaios vel pela condução da rede que o alimenta, o qual depois de concre-
Š \
 
 


"&  
 (
+
    
" 


&
+


G 
'(  
(  
>    
  

 < 
(
w  (
'(

 
+  

G  '(
 +

  
 ( > W 
  
-

   "  (  
 



"&  

 
condições de serviço.   

  V(

 +

W &
   
 &     

(
 
 V



(  " > Pedido de fim de separação da rede de distribuição pública
Š W 
   
   +(
*+  -



"&  

 
+
+
  

VERIFICAÇÕES
( 

'( 
 ( \ 
G 

Š S

>   
 '( ( 
" 
  
   
G

"&  

-
conforme as disposições previstas;   '(  

  
&
+ 

P &> 
 (   & k 



 

 V




 G
( 

 Caso particular

    '(   > 
 

- Š W +
  

( 


 "


-
 

 V
 ( "&  
(
   +(
(

(G 
 
G
-
W 
 &  '(
} 
"&  
(  
  ,
k
>
Š   ( &> 
( , w  '(   
w   [ 


G

"&
>  
  
(  
}  
( 


"&  
(
 '(
Š P &>   > 

 
 [ B
vai proceder ao corte ou seccionamento. Antes de voltar à condição
como, por exemplo, a concordância de fases e a medição da intensi- 
  V

G

"&  
( 

dade em condutores isolados podem ser realizadas com a instalação

"&  
(

 


( 


em tensão, na condição de ser utilizado equipamento apropriado e de
  ‡ (    
 O B+
 2
  B

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|h
18 climatização

eficiência energética
em edifícios
SOLUÇÕES PASSIVAS PARA A CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS.
Alfredo Costa Pereira
<  <  P

I. ORIENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO EDIFÍCIO 


  +G 



  <W 

A orientação correta do edifício deve ser feita em função do percurso so-   )


 
'( V ( 
 V


S

G  

  ( 
 
&
  

 

 
&
G  
'(  
  


 
 '(


  


(

 
 <V (   
‡(
térmicos em ambos os edifícios.
  
S
G 

  > 

G
'(  (

&
 
  
 < (

 V-

  >  &
 &
G  


  2( DJ II. VÃOS ENVIDRAÇADOS
W &
 &
 
( (    &
&
dos edifícios e, como estão em contacto direto com o ambiente exte-
Z<X›W 
G 

 
 k

   
  


G 
 
G  (  &  
consumida pelos edifícios para aquecimento e arrefecimento. Quan-


 G 
+( 



)\Z<X\W

 + 
  
G 


 V 
&
 '(  ( (  

-
S N  
 (   &(
Atendendo à sua reduzida espessura, os envidraçados são os ele-
    B*/()*-.*-(+*)89-+*))4C))*6)+*)6)+51 
  
(
 &
& 

&
 
P

]
+  B   
 |  &
G 

"&
B
 

 
((G 

& 
 - 
 (      
  


 &   S(G &
 '( '( 

 
 
- = (
 G  

 '(  ( &
&-
 


 



 [

 S( V 

  çado, uma parte é transmitida instantaneamente para o interior, outra
o interior do edifício apenas durante a estação de inverno e, como tal, imediatamente refletida para o exterior, e uma terceira parte é absorvi-

 

 
 
 V 
   
 
 
  
&
 =  G '(  +
&  '(  
"  &
 &
w (
 
 
  (( 
&
G "  (  '( 



(

G '(

 
"

 WG (  -  & 

 
( '( ( 
V
G &


 &
  + 
( 
&

‡(
 fenómenos de convecção e radiação.
 &
G ( 
( 
  (   Como referido no ponto anterior, o dimensionamento adequado
 & 
 
 V&
G (  
 &
  " &  (



  ( 
"
 ( 
 (
 
  " &G que contribui consideravelmente para o conforto térmico dos edifícios.
tipo de vidro e sombreamentos, devido à abundância de radiação solar <V
(
 
 & 


 j-
 (  
 

 G 



 &
   '(  V
 ( 
  <G
  
  

 
O vidro é um material que confere um fraco isolamento térmico às
 
  ( 
  WG  
G  > \
&
G
( &
| &  '(    
G




  '(
S
    derivadas do diferencial de temperatura entre o exterior e o interior,
| 
  \
 
+ ( 
- j ( & & 

(

G 
&
G  

reta durante o inverno e durante o verão recebe apenas radiação direta de calor podem ser excessivos, levando a situações de desconforto.

 
     G 



 - [G 
w "


   
  &


 
+"  
  

  
G 

G   (    G 
  
w 
a mais fria. Nem sempre é possível determinar a orientação dos edifí- 
 
(
 W   &
 
  
( 



 (    
j
G    " (+ 

- &"
 
  &
G
'(  (
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  |
G 
  

 

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j"
  k  P
  
(
 ( (

 
 & (  &-
<
G  
 
   
 
 
  
   [ 
(
 ( 
 *
 
G +

todas as orientações existentes de modo a otimizar o conforto nos 
(  (  
G "w
( 





 
 W 
+
 G & 
  - • + 
 
 '(
 &
 
  '("(
 -

 ( G +G ( 
 & P  

j duzem a quantidade de radiação solar e de luz visível que os atraves-
uma sombra permanente, que é diferente em cada momento, con-    ( (
(
 
 &
 
( (



‡(

 •  ‡   
 '(   Em alternativa à adição sucessiva de panos podem ser aplicadas
 
+     
(
  
 • 
 
- películas de baixa emissividade, o que contribui para um aumento da
siderar corretamente as distâncias entre edifícios de modo a eliminar reflexão do calor, aumentando a capacidade de isolamento térmico da
 
+ 
j 
+  S(   
  +
G j P
  
(
 
 & (  
&
  |
 (
&
 \ G
  
 +-   V&  (  j \ 
(

www.oelectricista.pt o electricista 57
climatização 19

de reduzir as perdas de calor ocorridas através dos envidraçados é III. SOMBREAMENTO



 & 

   
  &

  Os elementos de sombreamento funcionam como uma proteção apli-

 
(
 W   (
    


cada pelo exterior ou interior dos vãos envidraçados de modo a reduzir
"
 
 
  G 
,V
G 
&
G 

 
( 

    

G &

 

 
 [ (
 &
 


 
 
( - j"& W 
+
  (  

  V
 -
& 
(



 &
G    '( ( 
( 
& & 
G 
G 


a quantidade de radiação solar que é transmitida instantaneamente \ 
 
   
+
&w   
-


 < 
 &
  ( 
 

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G '( 

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G ( & '( (
 
 
- 

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G (
'( 
  (
&

 " (  Š 

 &
 &
  
jG  -
  '(
 | &



+ (  cessariamente alcançar a oclusão noturna;
quantidade de luz visível que o atravessa, resultando num incremento Š  ( +
 &
( 
  j +G 


 
 
  (
 quando este se encontra descido e orientado na posição de som-
| &
&
G     &  


brear;
+ 
( V
G '( 

& 

 
 &
G Š S 
"&G  & 

G 

suportando os panos de vidro, absorvendo os movimentos e influen- controlar o nível de luminosidade e de entrada dos raios solares
ciando o comportamento em termos de ventilação. para o interior;
P
 ( V  w ( (
 
 Š • 
  ( ‡ ( 


 
G
'(  &"& '(
 ( ( V " de sombreamento e o vão envidraçado, para evitar que a radia-
 &  ( V " 

 
 
 
  
,

 
+
j
[ '(  V +  


- transmitida para o interior.
câmbio térmico entre o interior e o exterior e, por isso, tem de se ter
 
   &
G 
    - Em concordância com estes aspetos, a aplicação de dispositivos de
novações de ar. O vidro duplo com película de baixa emissividade é sombreamento amovíveis, quer pelo interior quer pelo exterior, é uma

'( 

 




 

(
'(  ( 


  
-
de aquecimento, sendo os vidros simples e os vidros coloridos os que 


 
+
 V
G 
 

V
 
& 

 

(  
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(  
 (

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G
 &
 


 

 - [ 


  

  &  &
*




 &
 
  (  +V & 
ou com dimensões desapropriadas pode fazer com que o consumo

 

G &

(   
  - 

  
  (  
 '(
-

 
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 - &
G 
G  ( 
 
(
  "  

 ;+
G
 &
 '(  
 

 \

G '(
 
j(
 
 
  
-
são os vidros triplos e os vidros duplos, com ou sem película de baixa +
G



  
    
emissividade. O aumento do espaçamento entre panos ou o preen-  
       
 
  V

 

   
 
 


 
 '(

& 


 ’(
k VG
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  &
+ 
 
+(

   ( 
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  W   

+
 &
 &
   [ 

 &
"& 


 & 

( 
G '( 
( correta deste tipo de solução pode reduzir a necessidade de coloca-
não corte térmico. ção de outros tipos de sombreamento.

|h
20 climatização

IV. VENTILAÇÃO NATURAL dade dos elementos construtivos armazenarem calor e só o libertarem
A ventilação natural contribui para a otimização do conforto ambiental 
  ( 

 <  ( ‡
(

 
  '( 
 
 
  
 \

V
"

- o balanço térmico de um edifício, permitindo às estruturas envolventes
((G  &
(  V 
   funcionarem como reservatórios de calor e amortecedores térmicos,
a otimização do conforto no interior do edifício, apresentando como
( jG 

 
 "
 V
G 
(
-
&  (
 ( (

&"&  
+(   me a temperatura interior.
renovação do ar a uma taxa adequada. [     &   (j
 
A ventilação natural dos espaços acontece por diferenças de  (   (
 
  
G 



 
 

&
  
  
  



  
(G    '(  ( 

alteração da densidade do ar por ação da temperatura resultante do estabilização das temperaturas interiores em relação às oscilações
aquecimento decorrente das atividades desenvolvidas, do funciona- térmicas exteriores.


 
  '(
 
 
 
 
 &
 [       &"  
envidraçados. 

  
 
 
(&
G

  

 -
| 

+j&
  &

  
    '(-   +  ( 
(+  '(  

dade do ar nos espaços interiores ocupados, sobretudo quanto às por unidade de tempo que atravessa um dado material com espes-
+
 
>    (+  
 ( 
(  " (" 
 (     ( 


'( 
 & 

  
> - as suas duas faces, determinando a permeabilidade de um material à
riores.  


[ &
 +> &    G 
 
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 & (G   

 
G (
   
G 


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G j

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+(
 
  "G  


+(
    
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(   , & 
, '(   j 
 &
 
 -
(G 

   '( 

G &
  "(  & 
 

( 
 
U  

['#
e dióxido e monóxido de carbono. œ&
SG ™tetos suspensos” na medida em que em arquitetura nada
     '( 
G  &
(  é “falso‘ U  G 

 

G    '( -



+j&


&






  +
G terrompem o intercâmbio térmico que se pretende manter entre os


"& 
'( +


 
 materiais com elevada inércia térmica e o ambiente interior.
=(
&
G  &
( 
( ( 
 




 
&w 
j(
      ( 
  +>G a elevada inércia térmica dos elementos construtivos com a utilização
especialmente durante a noite, quando as temperaturas no exterior de isolamento térmico.

 +V 
G 
&
G ( ( V&
 &- W 


j(  
&   &
k (-

 (     
G j" '( ção das perdas de calor, permitindo o controlo da temperatura super-
o ar exterior se encontra a uma temperatura muito mais reduzida do   ((  (
 ((>  
 

que a temperatura interior de conforto. [ 
j(  &

 
> 
\

G  
 , 

& ( &
 superfícies.
quando a temperatura média no interior apresentar um diferencial su-

  ˆ# P  
k (  V
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G  &
(  

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  FACHADAS
 > (

&
 S(
 
& (
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G
G
&
  
 
&> 
 
 '(     na caixa-de-ar entre paredes duplas ou ainda pelo exterior do edifí-






(G 
(
  VG cio, mas deve ser aplicado preferencialmente de forma contínua pelo
  `G‰ wD exterior.
P
(
G 
 
 & ( '(G (
V(&  [  &  & 
   
-
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(G  V  
&
  
j j  


V
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cumprida uma vez que os fatores que promovem este tipo de venti-





"& 
  
&
G   (- 
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( "
  
&> 
 
 
G  &
( &  (V 
 ( 

 ,"!
 *&(O+
ventilação mecânica. @  6 
Š 

  
  Š Custo mais elevado quando
atmosféricos. comparado com soluções mais
tradicionais como paredes duplas.
V. ENVOLVENTE OPACA Š =(
 (   Š [
( '(

A envolvente opaca de um edifício corresponde às paredes, coberturas exteriores com um consequente " +(  


e pavimentos que compõem a sua estrutura. A transmissão de calor (
 " +"& complicados.

 
(
&  &
&
 
  
G '( j Š [(  
(  Š Maior vulnerabilidade da parede
camada isolante. 

'( 
+(
 

   
 
&
'(
 
 j"& 
&
G
acessíveis.
são fenómenos que influenciam fortemente o comportamento térmi- Š Correção das pontes térmicas e
co dos edifícios e o seu conforto interior. redução dos riscos de condensação.
•  &
& 
 
'(  " (  

 - Š 

   

     G 

G  (   

paredes.

tipo de materiais com que se constrói o edifício, sendo importante a


avaliação do seu poder isolante e a sua contribuição para a inércia
  +
 [ &  
  
 
  '(
A inércia térmica corresponde à capacidade do edifício de contra- 
+( 



 

 -
riar as variações de temperatura no seu interior, derivado da possibili- cia térmica das paredes e a correção das pontes térmicas.

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PUB
As pontes térmicas são áreas localizadas na envolvente
do edifício onde existe uma maior perda de calor em re-
lação às restantes áreas dos elementos da envolvente. A
ocorrência de pontes térmicas é mais frequente nas zonas
de vigas e pilares, pois estes elementos têm um valor de U
superior ao das paredes exteriores onde estão inseridos.
Também ocorrem pontes térmicas de desenvolvimento
linear nas interseções entre elementos ou à volta de janelas
e portas. A melhor forma de garantir a correção destes fenó-
menos é a aplicação de isolamento térmico, de uma forma
contínua, só possível pelo exterior tal como é evidenciado
pela Figura 2.

Isolamento térmico Isolamento térmico


aplicado na caixa-de-ar aplicado pelo exterior
Figura 2. Continuidade de diferentes aplicações de isolamento térmico nas
pontes térmicas.

O sistema de ETICS (Figura 3) é constituído essencialmente


por um isolamento em placas que se fixam ao parâmento
exterior da parede, por meio de cola ou de fixações mecâni-
cas, que depois são cobertas por um revestimento especial,
armado com redes de fibra de vidro e protegido por um aca-
bamento, em geral de ligante sintético.

Suporte (alvenaria ou betão)

Isolamento térmico
Camada de base
Armadura (fibra de vidro)
Camada de primário
Revestimento final

Figura 3. Composição esquemática de um ETICS.

Para este tipo de sistema, estão disponíveis no mercado di-


versos materiais para isolamento térmico. Estes materiais
são porosos e de baixa densidade, sendo os mais utilizados
o poliestireno expandido (EPS) e o poliestireno extrudido
(XPS), seguindo-se a lã de rocha e a cortiça, que apareceu
recentemente como uma alternativa em termos de materiais
naturais.A espessura do isolamento térmico pode ser variá-
vel, consoante o clima e as necessidades térmicas. Importa,
pois, fazer uma análise custo-benefício de modo a deter-
minar a melhor solução construtiva face às necessidades
energéticas da habitação e tendo em consideração o perío-
do de retorno financeiro da aplicação.

Cobertura
Para além das paredes da envolvente é também pela cober-
tura que se processa uma grande parte das perdas energé-
ticas existentes, sendo mesmo as superfícies da envolvente
que mais contribuem para as perdas de calor num edifício.
22 climatização


  
&
G



 ( 
+( & 


&
    
 [ 2( -

( (  &> 
" 
 & k (
( (G '(G
(

 (  
  G 
(    
(
Trombe.
dispendiosa. Além disso, a aplicação de coberturas adequadas permi-
te também resolver problemas de impermeabilização.
[ 
+( 
  
( 


Em relação às coberturas inclinadas consideram-se dois procedi-
mentos de colocação de isolamento que se diferenciam pelo elemento
da cobertura no qual se aplica o isolante térmico e que correspondem



  

 

&

j +"&

( 


 & 

&
j +"&
\ 
+( 

 V  
>  
colocação de isolamento térmico, que se diferenciam pela posição re- Exterior Interior
lativa do isolante térmico a aplicar:
1 - Isolamento térmico superior;
 w )



}
3 - Isolamento térmico inferior.    8:)'+))*45)?)&>-)&'+)))E+&<)1

    


  
(>  
+(  
G [     
     


w + 
  
+( j '(  
- para o interior do espaço a aquecer, por intermédio da ventilação natu-
  
  (
"G (



+ G & 
 
 V     B
+ &-
de proteção da radiação solar.  \ 

G  
        
( G 
(   ((  
No caso de se pretender utilizar uma parede de Trombe sem ven-
PAVIMENTOS 
G    " 
((   (

Nos edifícios também ocorrem perdas de calor através dos pavimen-  G 
 
(
G " 
&   



G '( j &
  





G 
+ 

 '(G (j

"  (  
espaços não aquecidos ou sobre o exterior. Esta situação é especial- < 
(
   '( " 
 & 

mente relevante no que se refere ao pavimento em contacto direto período noturno, estabilizando assim as temperaturas nesse espaço.
com o solo, dado o diferencial de temperatura que pode ocorrer no pe- Este tipo de mecanismo favorece locais de ocupação noturna, como


 &
   ( '(  ( 
  
 -
 '(
 
  
   B
+ & 
vel de conforto interior. Este fator é indutor de situações de consumos incluído um dispositivo de sombreamento e isolamento passível de ser
  G 

G  "

 
&
&
 [ (
  
 
(
&   
com um material de isolamento térmico adequado para este contexto 





’(
(J
e situação. Nos pavimentos em contacto com o solo deve-se promo-
&  


 



+  jG 

 
 ' 2)(345),-)*)'+)))E+&<)@(*/*1
a inércia térmica do edifício. Nesta situação deve-se utilizar como iso-

(  '( 
  (   
  P 

 & <  6" P 

 & <  @"
 





G 




šS (6 / As aberturas de ventilação apenas O dispositivo de sobreamento


 deverão ser abertas quando a &"  +


temperatura na caixa-de-ar excede +
&
"V
  

a temperatura do compartimento térmica.
CORES DO EDIFÍCIO a aquecer;
As cores utilizadas na envolvente opaca dos edifícios também influen- O dispositivo de sombreamento
&"  +


ciam o conforto térmico do edifício. +
&
"V
 
| (    
  +
&   Œ`‚  
solar térmica.
solar incidente, enquanto uma superfície branca reflete, aproximada- (6 / Com o intuito de reduzir as perdas O dispositivo de sombreamento
Q  de calor da parede, o dispositivo &"  

mente, 80% da radiação.  
+
&" 
[ 
  
  
&
  V
- 
G  

 +(
 "G G      
 &

+- de ventilação.
'(
 +> @ / As aberturas de ventilação deverão O dispositivo de sombreamento


    &"  &
&"  
 

Este aspeto tem mais importância no verão, durante o qual a tem- o sombreamento do sistema, & 
+'(


( (  &
& ( ( (V
 
 
V
 minimizando a radiação incidente. espaço.
para o interior, aumentando as necessidades de arrefecimento.
[ (   +(   
(
&"
( 
0,5% e 3% da superfície total da parede de Trombe. Caso o aquecimen-
PAREDE DE TROMBE 
(
 j ( 
G  +(  &
&

|   B
+  ( 
&
&
 
&
ser de maiores dimensões de modo a permitir uma maior entrada de
  
 G 
w 
 ( 
  (V
  < 
   

 &
-
massa térmica durante o dia e libertando-a durante a noite para o inte- to de ser um sistema de aquecimento passivo de baixa manutenção

  +
G 
&

 
     

 
>  ( 

  +
G
A superfície exterior de uma parede de Trombe deve ser orientada (










 S(  &"   
 (
( 
 (  ( &  [( 
 
& 

 k (
  
baixa emissividade, sendo tapada por um envidraçado transparen- B
+ 
 (  (
( 
( 
-

( *
G

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 &



 

 

  ( (+
G
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“efeito de estufa‘ 
 ( (
&G  H`  ‰`# P soluções de aquecimento convencionais.

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|h
24 notícias

Conetores de cabos Weidmüller S



 
  
 (
 
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G 
  -
FreeCon acoplamentos de cabos FreeCon que fazem 
   S ;
( G
G)&H(()+IF)&)*)+8-)@F1J1    W 

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E)(1%K L$M$!!LN$N$O;A%K L$M$!!LL#P$ podem ser facilmente aparafusados através damente a Feira  G  2_-
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 - neste semestre, as atenções estiveram cen-

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a empresa pretende entrar ou reforçar a sua


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TEV2 com estatuto PME vou contrato de patrocínio com a equipa de
LÍDER 2015 (+
 

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de tempos de instalação cada vez mais re-
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  WEG fornece sistemas

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 ( 
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  - da Caixa Económica Federal
ção de cabos FreeCon. Os conetores de cabo G=)+I*U+(0-+-@F1J1
FreeCon foram desenvolvidos em colabora- E)(1%K L$MMN!PPPO;A%K L$MNN!PPPNM
ção com os fabricantes de robots   *- *8"'RQ)/1*)OQQQ1Q)/1*)V'
tria automóvel. Com este conceito inovador a
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Os conetores de cabo FreeCon são uma 
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das anteriormente. Na produção de monta- 
 
 
 
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dos através da luva sem conetores de encaixe mento e liderança competitiva.
 
 
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A empresa vai fornecer todo o pacote elétri-

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+ EFAPEL fatura mais 7% 
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resolvido, o que é um processo demorado e ;JSI&'+);<+()+(0-+-@F1J1 G   (



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conetores de cabos FreeCon, uma vez que os )8')(R)8')(1'OQQQ1)8')(1' ciou que venceu o processo de licitação para


 

 

j
  fornecimento de sistemas fotovoltaicos para
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j(
 - $$   PV <
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bos com o cabo, para que os cabos testados e Brasil.
acabados possam ser retirados. A separação W 
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G 


 PV <
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 G &G mica Federal de Bauru, consiste na constru-



 
  +
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tria automóvel. Os cabos individuais também $ ( 

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cabos, traduzindo-se em simples operações  

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isso reflete-se numa redução de custos. Os    hV B
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acoplamentos de cabos também podem ser 
 
( 

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( &- pacote elétrico, mão-de-obra para a instala-
usados com os conetores de encaixe como   D…G$ 9Ÿ 
D# G
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  G   (-
acoplamentos de cabos flutuantes no campo.  ( 

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  +  vendas no mercado externo cresceram 8% no  &

  
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€ ž   +  robots de mesmo período, um ponto percentual acima “Esta é a segunda vez que fornecemos solu-
uma forma bastante célere. Os conetores de 


+ ções de energia solar para a Caixa Económica.
cabos são caraterizados pela sua carcaça O sucesso nas exportações, que repre- Em 2013 instalamos 276 painéis fotovoltai-
   

(  

   H`‚  (

+G - cos numa agência no município de Vazante,
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Medindo 10 mm de espessura, o frame de  
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 [G que a previsão é de, além deste projeto de 44
retenção para o acoplamento apresenta um X*+ PG œ(G 
,  <- agências, outros projetos sejam lançados em
design 
+(
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 G    ( 
 
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breve‘G V 9   {
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 W [  <2[<;
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notícias 25

Disponíveis na RS os terminais 

 
 socketG S^<== 


 Hands-On EPLAN Pro Panel
para PCB da gama SKEDD uma maior flexibilidade, reduzindo tempos e 2W2*/)*7+*+(@S1
da Phoenix Contact 
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  acesso a estes produtos em todo o mundo”. V
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26 notícias

participantes tiveram oportunidade de pro- para o edifício e uma maior flexibilidade na que vendemos no âmbito das gamas i-on e
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 ™A gama Scantronic foi uma das New Menvier.”
   [& 
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primeiras a ter uma solução via rádio para “A vantagem das soluções via rádio é que
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mando diretamente um com o outro. O orador   S=XwX)\B
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aumenta a qualidade do projeto e acelera o
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processo de engenharia numa base susten-     &  ( V
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100% sem fios para habitações tes solicitações de instalações domésticas No processamento de alimentos e bebi-
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( - cada vez. A nossa abordagem é que o teclado  '(

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www.oelectricista.pt o electricista 57
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28 notícias

movimentos rotativos ou oscilantes, espe- 


  
  Advanced Services em 

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- vão expandir e formar uma rede de produção
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nossos clientes, especialmente para o setor 
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em 14 diâmetros diferentes para maquina- (
  

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 ™Segundo os planos atuais, esperamos

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(® A181 em qualquer momento. (G 
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será possível oferecer um posto de trabalho
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- equivale a cerca de 2% dos trabalhadores na
Open Day ABB em Perafita trolar a pressão de sobrealimentação que o Rittal Alemanha”, disse o dono e CEO, Fried-
JYY@F1J1 turbocompressor fornece ao motor para que  ;
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to com um feedback muito positivo por parte também uma oportunidade. Os nossos fun-
dos participantes, comprovando mais uma cionários vão trabalhar num ambiente de pro-
vez o sucesso deste tipo de iniciativas. dução de ponta em que a digitalização será
parte integrante das suas vidas quotidiana.
Todos os colaboradores, novos e antigos, te-
O Open DayG '( &  
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O maior investimento na história rão a oportunidade de aprender coisas novas
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    - da empresa: Rittal prepara-se  /  %
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dores, Advanced Services em sistemas de 
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 ( *&G ( a uma solução de sucesso. A reestruturação com sucesso, grandes mudanças e orgulho-
showroom montado para o efeito. das operações da produção da Rittal na Ale- me dos meus funcionários e Comissão de
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( Trabalhadores, que ajudaram a enfrentar as
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 (  gia da empresa‘G  ;
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soluções para transformadores de todos os 
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 de investimento na nova rede de produção, a

www.oelectricista.pt o electricista 57
notícias 29

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 ™Este é o maior investimento na história sora destaca-se também por praticamen- 
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MultiMark dular e unidade de corte. O rolo de impressão 
 

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- os elementos do quadro elétrico facilmente
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ta, e por isso é uma impressora para todos 
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30 notícias




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- soluções para o mercado das telecomunica- tem mais espaço disponível para instalar ou-


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EPLAN Data Portal chega à marca


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- *8R&&")*/)*7+1'O*8R)'(*1'
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 " ção otimizado. A versão aperfeiçoada do kit

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  de instalação pode não só ser facilmente ma-
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[ (> )B<=)B|X
(  bém ser armazenada e transportada de for- Atualmente são essenciais os dados de elevada
parte das suas formações, tendo preparado  (
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mantém-se até ao momento, sempre com o  ( 
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com os manuais técnicos e enquadramen- [ 
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 cerca de 1000 000 de dados de peças. Até os
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 ( os dispositivos podem ser facilmente encai- 
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equipa dinâmica e com um espírito inovador xados no kit  
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www.oelectricista.pt o electricista 57
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32 notícias

 
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relação a produtos e soluções compatíveis com (
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teresse nestes valiosos dados de peças - dados    
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 empresa canadiana tem atualmente cerca de
que podem ser usados em todas as fases do  OOO

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 ]
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formacao@ffonseca.com. 
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estar a ser recebido de forma tão fantástica Terra de fundações: é melhor P
 
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cias estar constantemente a aumentar. Isso ZYZYEE:2J[[I2)+('+*(4C) “G  >   J
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motiva-nos a integrar fabricantes adicionais (0-+-@S1 tem vindo a operar com sucesso num negó-
e os dados dos seus dispositivos.” Estão a E)(1%K L$M$NML MMO;A%K L$M$N$L$!MN cio global online. Esta aquisição é sem dúvida

 
>  
 +- *8R<1'OQQQ1<1' um reforço importante para nós no que diz
tes de componentes de todo o mundo com o respeita à digitalização dos modelos de ne-
intuito de incorporar estes intervenientes in- gócios. Devido à incorporação deste know-
( 

G 
'(  
 how, que complementam o nosso portfólio de
 [ 
G
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 + produtos, ganhámos um valioso recurso para

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+ redondo e plano.
no que se refere a dados de dispositivos e de
componentes.
Phoenix Contact expande o seu
domínio da área das tecnologias
F.Fonseca promove em de redes industriais: aquisição
outubro formação prática da empresa canadiana Perle
de Pneumática II Systems Limited
;1;*)-@F1J1 7)*A*-@F1J1 \
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 se refere à proteção do meio ambiente. A con-
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- servação da Natureza vai não só ao encon-
trato para a aquisição da empresa especialis- 
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 & ( (

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www.oelectricista.pt o electricista 57
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Calhas articuladas E4.1L da igus® de baixo


peso, fácil montagem e um design que
protege os cabos
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E)(1%K L$MM$NO;A%K L$MM# M# M$
*8R/1'OQQQ1/1'
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A utilização otimizada do espaço de instalação, o peso reduzido


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Foram desenvolvidas, sobretudo, para aplicações sem suporte,
 
  ( +  (
 


[  <$D;  (® combinam os pontos fortes
 &    (® e todas as superfícies
que entram em contacto com os cabos possuem um de-
sign suave de proteção para os cabos elétricos. “Os cantos
arredondados das travessas e dos separadores asseguram
uma elevada duração de vida de mangueiras e cabos elé-
tricos‘G V K \G 
"&  " 

   (  (®. “Assim, podemos
descrever a série E4.1L como uma calha articulada em que
os condutores se sentem sempre bem durante o movimen-
to.” As travessas, além das superfícies arredondadas em




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34 notícias

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  e estacionamento da Internet of Things )
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- Electric relembra que a IoT oferece muitos e
  
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 importantes benefícios para um planeta me-
mente tapadas para a proteção contra lima- 
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( Electric revela os principais benefícios da IoT
Pronodis – Soluções Tecnológicas 

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distinguida como Empresa    …`` "
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qualidade que obedece a todas as normas “Valor Económico” às empresas mais inova-
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E)(1%K L$MMN!PPL sideram que vale a pena ser parceiro CTEL 
   



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Schneider Electric anuncia IoT esforço para realizar a inovação, resultados
2020 Business Report
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E)(1%K L$M$PLP$O;A%K L$M$PLP$$ da sua faturação em pesquisa e desenvolvi-
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 a 15 de das 1000 maiores empresas globais que mais

www.oelectricista.pt o electricista 57
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36 notícias

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re ao comportamento dos cabos em caso de
setor dos cabos a nível mundial, continua a 
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 & V+  \][=+/(@S1 netores circulares, utilizados em diferentes
marcação CE e cumprir as normas de quali- E)(1%K L$MMN!PPL aplicações industriais, também em prova e
    

 [ *8R^*/'+/(1'OQQQ1^*/1)V' medida, no setor médico, radiodifusão, tele-


 (
 
   comunicações e equipamentos militares.
responsabilidade de cada estado-membro. O [  2 |9B9
 
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- valiosa a nossa oferta de conetividade.” Nes-
 


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  - a compra dos nossos produtos a nível global,
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  critórios, situa-se num dos quarteirões mais para assim focar-nos melhor nos clientes que
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 ( necessitam volumes maiores.”

www.oelectricista.pt o electricista 57
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VEO: monitor imprescindível para
os profissionais da instalação
;:2J`SE:a[J@F1J1]1
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quintado, que se destaca pela qualidade dos seus materiais
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extraplano, com um ecrã de 4,3”, a cores, que oferece ao uti-

  
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 (
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design e as prestações
às suas expressões mais essenciais, num monitor especial-
mente concebido para os utilizadores que decidem “dar o
salto‘   

Hager apresenta novo Catálogo Geral 2016/2017


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E)(1%K L$M$!!L#!LO;A%K L$M$!!L#!L!
QQQ17/)+1'

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pode ser encontrado sob diferentes formas: em papel; em
versão ebook   
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G Marketing
Communication Manager  KG  
&
"

™re-
presenta um esforço longo, contínuo e dedicado no sentido
de proporcionar aos utilizadores a melhor informação sobre
a extensa oferta Hager da forma mais simples possível.” Ain-
  




"&G ™este catálogo inclui todas
as novidades da oferta Hager com destaque para os armá-
rios vega D, disjuntores de corte no ar HWT de 800 a 6300 A,
limitadores de sobretensão Tipo 3, caixas e calhas de pavi-
mento, gamas de aparelhagem lumina 2 e cubyko e a gama
KNX easy, entre muitos outros.”
[  ( '(  
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38 notícias


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 K   
 (   segura completa conetividade e comunicação.” de loop de terra e tomadas

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app , 
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 e- mação que permite executar operações sim- /)+(R+)/*)1'OQQQ1+)/*)1'
catalogue K [ 
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de produto, vídeos e muito mais. emailsG   V
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incorpora diversos protocolos de automação,
Controlador wireless Sure Cross® 


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da Banner Engineering fornece ) W 


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comunicações para aplicações 
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G ( &
  loop    ( &-
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 (  ;P= 
"&  &
medidor pequeno e compacto para utilização
E(&1%K L$N NNNMMMM 
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- em sistemas de terras TT.
<+)&+R<+)&+1'OQQQ1<+)&+1-& dores podem rapidamente aceder ao status do P

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 de loop   
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®. Concebido quer adaptadores.
para facilitar a comunicação e a conetividade
<  >  ‡+
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IIoT, a “Internet of Things‘ " 
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 ABB assina contrato de 30 M
um gateway wireless interno “Sure Cross DX80 de dólares para fortalecer rede

” ou “Data Radio MultiHop”. Este de energia norueguesa
poderoso equipamento de comunicação wire- JYY@F1J1
less com interface Modbus faz a conexão en- S(
 
 
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E)(1%K L$M$!MLO;A%K L$M$!MLM!P
  
  
 S( P
® e redes técnico, reparação e manutenção aos nossos -&*--"-+'+6R'1<<1-&OQQQ1<<1'

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G 
 ( 
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 =š9D`` - te para a manutenção de equipamentos, que
mite diversas opções de conetividade, com e passa a estar disponível para todos os nos-
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G  (  "  "  sos revendedores.
dados entre equipamentos locais e remotos. A Independentemente de se possui uma
opção de ser usado com um modem 
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( &"   -
elimina a necessidade adicional de uso de equi- versas, um contrato de manutenção multi-

 V
  

k   (  &
G &
G 
móvel. As gateways S( P
® presentes no e manutenção dos seus equipamentos, a in-
controlador “ &
 \‚Y 
” ou &
 V
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 &w (- A ABB recebeu um pedido no valor de mais
“Data Radio MultiHop” permitem uma operabili-  "&  (w '(    H` >  , 


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dade com as mais diversas redes wireless S( ( "'(  (
  
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- por duas subestações que irão fortalecer a
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%- do atempadamente da necessidade de subs- +    ( 
 
dade celular e permitir a ligação nos mais di- ( 
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( (  alimentação. O aumento da capacidade da
versos tipos de I/Os, o nosso controlador sem 
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sagens/alarmes por internet e facilidade de  

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do Norte.
W 
    \
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G ( & '( -
  ŒŒ‚   
( &   -
droelétrica. O país possui também um enorme potencial na
"   ,G    G 
&

 V

(
   
&"&G 


  
   +
G    
“Temos um relacionamento de longa data com a Statnett,
tendo trabalhado juntos em muitas ocasiões e temos muito
prazer em apoiá-los nesta importante atualização do sis-
tema de transmissão na Noruega, com a nossa tecnologia
de ponta e conhecimentos ao nível da execução do proje-
to”G  P(
2G 
"&  =&

K
. “&

$  5  G9 †' %9 -
mos empenhados na integração das energias renováveis e
desenvolvimento de infraestruturas para fornecer energia
  :%"+
\
‡+



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G -
G

G 
 



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tricos de maior relevância, incluindo a subestação isolada
 "  $` _Z ])SG + 


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  +
   [hhG

j

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com a NCC, um dos empreiteiros de construção civil da


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  "G    +G 
  & 

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+G +

 
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G 
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   -

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G 
 (+
 

&"&

Electro Siluz renova e amplia a sua loja


de Leça da Palmeira
()-+F(3
E)(1%K L$_MML_!M_ LO;A%K L$_MML_!$M#
-&)+-(R)()-+(31'OQQQ1)()-+(31'

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( 
 (  
  j(

 ( 
j  ;   
 
  -
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+j&
 & 
G  <
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ampliou o espaço de exposição e renovou totalmente a sua

j  ;  G (

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j (
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 ( 
 
40 notícias

de exposição e demonstração dos novos  "+G D``‚ ("&  `‚  -  PM€M ( 

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G 

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 '(
   
+  '( 
V
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 ( e EN 1838. Os instaladores beneficiam da
&( (    
(
    ( 
V
&
(" W pequena dimensão da unidade, uma caixa

>G 
 ( 
  - ]® é o padrão para uma instalação sim-  &
   (  


"V
 (  
 
 G "G (G V &G   -
>  
 [  PM€M
$` 
  ,  <
S( 
(  cios e livre de erros. consiste numa solução de ‘uma caixa~ '(

   
& W ,V
 $` 
 j" é totalmente flexível e é fornecida com pos-
começaram! +  ( (  
G

 &  
& 
j  <
S(  Luminárias de emergência 100 mm e 150 mm, os quais são uniformes
X( <# 2

W&G ‰Hw%… CrystalWay da Eaton lideram   (
  ("
 ;   em design e segurança  ;<=   ( & 
*+/( de opções de instalação, os dispositivos
E)(1%K L$M$N$N#LO;A%K L$M$N$N#L$  (   ( 
(
F.Fonseca apresenta sistema &+T)*/'+/(R)*1-&OQQQ1)*1' face simples com acessórios que permitem
Plug&Play GESIS® IP+ da Wieland  
 ( 

  -
Electric para eletrificação    ( 
 
de iluminação em ambientes salas claras ou escuras, as versões autóno-
exigentes  ( +  & 
 ("&
;1;*)-@F1J1 de iluminação de 50 a 500 cd/m. Os pro-
E)(1%K L$M !  NO;A%K L$M !  N$ "
  
   
 + 
88*)-R88*)-1-&OQQQ188*)-1-& de custos reduzidos de funcionamento e de
V;;*)-1FJ1F(-)1)1D*/+ (
 [  PM€M 


 

 ;<=G 

 (
(

 
+ 
 

  
(
"
G 


  P];F 
[ <
 
( (  &  (- P]wS  <
 P
 ( & * -
"  
  G 
  D`` ``` 
G  &> 
indicar os percursos de evacuação nos edifí- manutenção são drasticamente reduzidas.
cios comerciais sem comprometer a estética

 
 
 [   

 &
&(   

‡ Nova calha mini-canal
PM€M   
&
 >  de- JSL 20 × 12,5
sign '(
 ( ,   \FSI2)+((0-+-@F1J1
( 
 

 

 (- E)(1%K L$M$! !!PO;A%K L$M$! L $L
[ >  + V - 
   
>   E(&1%K L$N !NNONMP PN
xaram de ser uma aventura com o sistema Incluindo as versões autónomas e para sis- *8R^("*(*)1*)OQQQ1^("*(*)1*)
 > ]<S)S® )F  € <   + G  (" PM-
  
 (
 *G €M 
( V &  
parques de estacionamento, aeroportos, es-   ( &   +
tações de comboio, entre outros. O sistema distintos, desde escritórios até aeroportos.
]® )F  € <  ( {w;( SG ]
  ;  
(-

"G (G  " (- 
  )(
 <  <
G
ção e extrema flexibilidade. 
(J ™Colocar em prática o planeamento
[ ]® )F     
V> - e o equipamento necessários para preparar [ {S; U 9 <
 ( 
&
 "  > para instalação de uma evacuação de emergência é uma das   w  X  `VDG … P

circuitos de iluminação em ambientes mais funções mais importantes que um proprietá-  * 
  Dˆ V D`G… G
&
   
(  

rio ou gestor de edifícios pode ter. Na Eaton esta nova medida de mini-canal apresenta
 )‰Œ^G " + 
 

 queremos tornar este processo tão simples ( 
&

 
  +   -

 |ZG    (G - quanto possível e é por essa razão que desen-     
 =

 ‡
  
 [ 
- volvemos a nossa nova gama CrystalWay, de   ( 
 +  
cação mecânica permite a separação clara fácil integração num edifício. Tendo em con- G 
+(
G (    (-
das diferentes aplicações, a cor do conetor sideração os aspetos estéticos, ergonómicos 
   
&
 
 [
  
V> '(    e técnicos, criámos uma gama que é atrativa sua capacidade aumentada é adequada para
 \
V 
+  
  - $
  
 9 ‡
9 
- as instalações de cabos de pares de cobre e
>G 


V 
 P

 res de edifícios e instaladores, independente- 
V  > )B<=G 
 -

 ]® )F    … ,
J 

- mente do tamanho do edifício pelo qual estão   +
 

 
  (
 
 G +
 w+
 responsáveis.” dimensões: 16 cabos de 1,5 mm, 11 cabos

   

( 
 &G W 
(

 (j
  ( 
-  G… G Œ +
  $  e 6 cabos de
distribuidores, caixas de distribuição e tam- cesso de design 
,
 (- 6 mm. Conta com todos os acessórios para
pas obturadoras. rem com as normas ambientais e os mo-  ( 
J &
 BG ‡(
-
[ & 
 ]® )FJ - delos autónomos estão equipados com 
G ‡(
V
G ‡(

G |

dução no tempo de instalação na ordem dos ( +  >   
 "
   B+ " 
 &  &-
70%, componentes pré-montados e testados Além das suas credenciais ambientais, a são adesiva.

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42 


armazenamento de energia
eléctrica
2.a PARTE
Manuel Bolotinha
<
<

U <  S  
 )SB U DŒ%$
P
(
  S(+>  2

 



Na revista número 56 foram funciona como uma <<  R0  accionada pela máquina eléctrica, o que se encon-
publicados os Capítulos  
 2( H
1 (Enquadramento
do Tema) e 2 (Processos
](
de Armazenamento  ,

de Energia). Neste número


serão publicados os Reservatório
Capítulos 3 (Armazenamento 



por Bombagem de Água),
]
4 (Armazenamento por  
 B

 œ (
Produção de Hidrogénio   
_J
V

2 ( + Amplos Tubos de Aços
e Ar Comprimido) ]( 
h

e 5 (Armazenamento de (
Central  œ
por Volante e Inércia). ,


2 ( V
A publicação do artigo
conclui-se na edição número Lago Michigan
58, com os Capítulos
6 (Baterias Convencionais),
7 (Baterias de Iões
de Lítio) e 8 (Condensadores ](
& &

e Super-condensadores).
   7?)&)&-)*+(7+)(0-+--&+<*+)6)+96)(1

3. ARMAZENAMENTO POR Š Instalação de um N SM


1" constituído por uma  < +(-
BOMBAGEM DE ÁGUA mente dos tipos Francis ou 
  ( 
 <<  montados no mesmo eixo,
O armazenamento da energia eléctrica pro- 

   2( $G
'(  '(
sentido de rotação do alternador j
(  
  
 
(
 sempre o mesmo em ambos os modos de funcionamento.
forma de energia hídrica é feito nas centrais
hidroeléctricas, por << 
 1  
 <
    comportas, X&,
™^
‘
de j(  
. &,
 

< 
(     
-
 '(     -
  6 R6 w  
[

rede § D`` 9€

X+
G 
B

G  Z
 2(G X&,
 (
™X ‘
 S
 ))G  [(  
['(& ’  D`` 9€ G/M wD`` 9€ &,
 j(
Este tipo de centrais estão equipadas ’  D`` 9€
com " 
  6 R6G - ’  …` 9€

 
j
  
 + T
…` 9€
funcionar como   R , sendo ’  D…` 9€
’  D…` 9€
+ "
'(
 "(
P
j 
+
  D…` 9€
[ 
(> 
, (( (- ]9 ]
9

 
(
   D`` 9€
lizadas nas máquinas hidráulicas são: B B(+  …` 9€
 h
+ 
(
   D…` 9€
Š Instalação de  < 6 R6, usu- Q Fluxo
almente do tipo Francis, que quando o
alternador opera como motor, a turbina    8 ?)&)&-)*+(7+)(0-+--&+<*)/+')<&</)&1

• ( "
'(   j 

™com albufeira”, para que exista uma capa-
  
 "( +
+ [ centrais hidroeléctricas do tipo “
”
BV

 


  

 
  G  

 centrais mini-hídricas que estão construídas.

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|h
[  &  

 -
namento de energia eléctrica    

>  (&
  
 
,

 

onde estão instaladas as centrais, no custo elevado dos tra-
+
  
(
 
&  
  
ampliação e reconversão das centrais existentes, no impac-
to ambiental que novas centrais podem causar e no rendi-
mento da transformação de energia eléctrica em energia
hídrica '(G  
(> 

  &
( G
ronda os :9K.

4. ARMAZENAMENTO POR PRODUÇÃO


DE HIDROGÉNIO E DE AR COMPRIMIDO
A produção de gás enriquecido com hidrogéneo realiza-se
por " ;" da águaG 
&
    

consumida pela rede; o gás produzido é armazenado em de-
pósitos subterrâneos.
O hidrogéneo pode ainda, através de uma reacção quí-
mica com o dióxido de carbono, ser transformado em 1
G '(  ( 

( j
 
 "  centrais térmicas.
O ar comprimido é produzido por bombagem de ar em
câmaras próprias, como por exemplo cúpulas salinas, e
comprimindo-o a uma pressão de aproximadamente 44
barG 
 (
k    

( W ar
comprimido assim produzido é armazenado em depósitos.
Quer o gás enriquecido com hidrogéneo, quer o metano,
quer o ar comprimido são utilizados para accionarem  <-
  1 '(

   
&"& 


(   
(
 energia eléctrica requerida
pela rede.
No caso da utilização de ar comprimidoG   "-
quina pode funcionar como  B  
 alternador re-
versívelG  
  <<
   e produzir
energia eléctricaG 

   2( …

B(+  ]"
;|2B

<

9

]


Compressores

=,
 [ P


   9+45))*)+/)(0-+-'++)+-&'+&+&3)*1

Este processo de armazenamento e a posterior transforma-


ção em energia eléctrica pressupõe a utilização de combus-
tíveis fósseis e combustão, com os inconvenientes da emis-
 para a atmosfera de
;%

  < dos gases de
combustão.
A este inconveniente adicionam-se os custos de cons-
trução, de exploração e de manutenção de centrais térmicas
para um funcionamento em standby.
44 


5. ARMAZENAMENTO POR 


 
 ,P+
S. Estas  em vez de baterias utilizam um volante de inércia,
VOLANTE DE INÉRCIA 
  1#  
 .
O armazenamento de energia eléctrica por [  "'(  
  décadas de 60 e 70 do século passado e apre-
6"
 L  baseia-se na energia me-  ( 
(
  ( grupo gerador diesel 2( ‰G 
 ( alternador
cânica   LD1 
( 
 reversível acoplado a um motor diesel.
um   B  
 que é mantido a
 funcionamento como motorG '(

" energia eléctrica produzida em excesso.
Aquela energia mecânica é transformada em
energia eléctrica funcionamento como alter-
nador '(
 
(
  
 
&
G  
centrais de energias renováveisG 
 (-
ciente para abastecer o consumo pedido à
rede eléctrica. Este processo é R6" aos
ciclos de  B
  e os equipamentos
apresentam uma duração média de vida de
cerca de 9 .    :]F*c&-1

A energia cinética armazenada no volante


de inércia é calculada pela expressão: Os actuais sistemas de  ˆG 
  2( %G 

  "
G
apresentam um rendimento de cerca de 34KG 
   ( cilindro que
Ec § D{¨ roda a alta velocidade e que constitui o rotor do grupo gerador/motor.

Onde J  ' 
momento de inércia do
volante e U  
B  ( velocidade angular.
O momento de inércia do volante é calcu- =)*)+*!;(dQ7))(
lado pela expressão:

{ § _ P‡  &"(

P


 j
Onde m     massa do volante, r m

seu raio e  
"  ( constante S 

de elevação
de inércia, que depende da respectiva forma
  
:  A ; cilindro maciço:  A B'; \*
"

esfera maciça:  A 'B9 Z

| 
  
+ 
  (-
9

w

zação deste sistema é o   
 %"

  causado devido a <   do
Rolamento radial
sistema. S(
 g ) 

= V> "  
(w
se que quanto maior for a velocidade do vo-
lante de inércia, maior é a energia armazena-
da. Contudo um aumento de velocidade 
 "
 pode criar tensões mecânicas ex-
cessivas no rotor e quando a 
 -
  do material é excedida, o rotor "-
M e os estilhaços 

j
 
 " 
 
 
 "

considerar uma estrutura de protecção física
do equipamento o que, inevitavelmente, faz
aumentar as suas dimensões.
<+
 V j" 
 sistemas
de volante de inércia para o armazenamen-
to de energia eléctrica, como por exemplo
na & B5  
, em Nova
)
'( '4 - por um período superior
a 9 G   +( (

deste método é nos sistemas de alimenta-
ção ininterrupta UPS '(G  
G 

1 A   L de um corpo rígido em


movimento, denotada Ec G w 



trabalho "
 acelerar esse corpo ou
partícula, com uma massa m e animado por uma
velocidade v.    2 ]F*c&-)&+&>+1

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46 formação

ficha prática n.º 47


práticas de eletricidade
INTRODUÇÃO À ELETRÓNICA.
Manuel Teixeira
ATEC – Academia de Formação

Os transístores de junção bipolar são A


um dos componentes mais importantes Acentral
da eletrónica analógica. Poderemos
encontrá-los em várias aplicações como 0,707 . Acentral

os amplificadores de sinais, amplificadores


diferenciais ou drives de potência.
Nesta edição vamos analisar a resposta
em frequência destes elementos. fL 10 . fL 0,1 . fH fH f
   94 :)')&8+)?.*-)&&'(,-+1

=wJ
21. RESPOSTA EM FREQUÊNCIA f L w 2'(  
  

(  

  " Low M 0  Z
[ 
  '(  ( 
   & - f H w 2'( (
  

(  

  " ! M   

  (  
" 
( 

(
 '( {"
 &
 "

 
 [
&
  '(  
  
   '(  

comum com condensadores de acoplamento e condensadores de (
 "w

  (  + 


&
G 
w  ( 
  P
 [G 
j-

   


C'c

C'e
[

Vin Vout
Emissor Comum Caraterísticas
Tj § …# P  
 '( j 

(
&


Símbolo Parâmetro Condições Mín. Tipo Máx. Unid.


   83 :)')&8+)?.*-)&&'(,-+1
Cc Coletor de capacitância IE = ie = 0; V& § D` Z} f § D 9K U … 6 pF
Ce Emissor de capacitância IC = ic = 0; V  § `G… Z} f § D 9K U Œ U pF
[ 2( D$Π
  
  '(  ( 
  fT 2'(  
IC = 10 mA; V& § … Z} f § D`` 9K 100 U U 9K
Corrente Alternada.
 " 
"
&
 '(     -    9'-)*)+*^*4C)*(8+)?.*-VJ*>())6(+)

'(

 (
 
G
( j  ( *8(7))&+*9+[[Y$P1




Z w + '(

(  +V '(- Fio
cias porque os condensadores de acoplamento e de desvio dei-
xam de se comportar como curto-circuitos, e daqui resulta uma Capacidade
(


 
k  '( 
 
V
  de dispersão

 

'( ` K
B+   '( V ( (
 -
B 


G ( & '( 

(
 '(  
 '(
 
   j(> 
      9''-))')+5,*(8+)?.*-1

 

Estas capacidades permitem percursos de desvio à Corrente Al- [ '(  '(

 
 (  `G%`% 
&
 "-
 W(

 
   '( w 
  V
w 0 #
  
   \ 2( D…`  fL
  

 
   '(  
  

(  
 fH é a 0 # -
’('( 
 
( (

  
 

w 
   
  [  > + 

-se como uma armadura de um condensador e a massa dos “chassis”   
 '(  w
G j" '(  
 
w k
( ( G  '(G   
( &
 "V
 < &

[   

 
   '( & &  ( V

"(
 
J
'(  P
 [ ( k   G (

U

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R
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’(


 
 `G%`% 
&
 "V
G  -

   "G  
G `G%`% 
&
 "V

Ao elevar 0,707 ao quadrado obteremos 0,5 fazendo com
'(  
 j  
( &
 "V
 -
'(  

A <
  "  ( 
 (w  
'(  
 4fL e 4/fH  W 
 



  +  G 
VG "V
G

w 
 Acentral ou Acen.
<+
 ( 
 (
 
  +-
  "
>  '(  '( + '(


tensão fora da banda central.
[ V
" 
V  (


 
 ( 
  P
 [
"J
Acentral
A=
D F fL / f  . D F f / fH
onde:
A w ]
 
k '( }
Acentral w ]
 
"V
+ }
fL w 2'(  
  

(  
}
fH w 2'( (
  

(  
}
f w 2'( 

W 
 
 (G '(G 
 

 V
 + | 
&
 (


 + w h w  


 

 
-

 *
 [ V
 




 (J
out
\ § D` 
 
in


 V
G  ( 
 & ( 
 

'( &  D``  D`` ``````G

 
 
+ &"  ` h  ˆ` h =
G


 
 

  ( 

 

B+  
" 

 
 +
 ( V
J
out
\ § ` 
 
in

Teste de conhecimentos n.º 24


= '(
  



 ( 

 +V '(“
W '(   (  +  ( 

Solução do teste de conhecimentos


da revista n.º 56
 
+ ( 
 
w  
( j(

 

(   
 S
G
(w    

 
 

-
 
(
 G  
G (&-
mente, para mais andares.
W     

  &
 Dˆ`#
relativamente à entrada.

BIBLIOGRAFIA DO ARTIGO
9&
```  
  <, Z
 D   9-
]OwK SV 

48 formação

casos práticos de ventilação


ativação da tiragem de uma
chaminé de lareira
Texto cedido por S & P Portugal, Unipessoal, Lda.

O PROBLEMA S  
(    & 
  % 
  

G
 "


 (  
w  &


|   
  

(  
 j(   V   & 
V
 '(G  
G 
 
(


+  (  
 
(   W V
 &   


 ( (

< 
>G   (
 &

  
 de velocidade para adequar o caudal de extração às circunstâncias de
instalada. cada momento.

Extrator
DADOS A TER EM CONTA PBKh$wDˆ`
Bw  ( 
+ '( ( 
 ( '(G  '(
a solução deve sempre adequar-se às circunstâncias da construção
 '( 
 
&w 
 (  Bw  ( -
 "  
 ( +( 
 <  + 
 > DG` ª `GŒ` 
 [ 
(    
V

 Π
  …`  
  ‡


Π
DETERMINAÇÃO DAS NECESSIDADES « …` 
W
+j&
 &(
(
 
+(

V
G  
 ( 
   V& '( (

(
 
 
G 
 ( &
      
aberta da lareira de 0,15 m/s.
 
 (
G 
(
 (   D`   X(

REB-1N


  …G   (
 
( "

  (
fórmula:
`GŒ` 

’ § S ª Z ª H‰``

Em que:
DG` 

Q = Caudal de ar em m3;    
S § S(  +  ;
Z § Z
      


'(J REFERÊNCIAS ESCOLHIDAS
Š D <V
 PBKh$ U Dˆ`}
’ § DG` ª `GŒ` ª `GD… ª H‰`` § …ˆH 3 Š D X(
 X<hwD \

A SOLUÇÃO
Nestes casos, a quantidade de ar a extrair não constitui um problema
uma vez que devem ser sempre caudais baixos. A questão, neste caso,
é que o extrator a instalar deve ser capaz de suportar temperaturas
(
  D``#  '( 
(
 K" '(    
 '(G
'(
  " G
V
 &"    (-
cionamento, mesmo que existam apenas brasas.    'EYE1

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50 ++


Iluminação - Teoria e Projeto

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  "    '((G 

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de cursos técnicos e superiores, esta publicação destaca os temas essenciais da iluminação com
( (  
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( +
  
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Autor: =
 ]( tores é voltada para edifícios, monumentos, obras de arte, campos desportivos, entre outros locais,
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Editora: • 
 
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Iluminación con Tecnología LED

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Manutenção de Instalações Técnicas

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Manual Práctico de Iluminación

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Autor: Franco Martín [
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Aplicaciones Del Led En Diseño De Iluminacion

Este livro destina-se a qualquer pessoa interessada em iluminação, quer a partir da arquitetura,

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Editora: Marcombo
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Instalaciones eléctricas en media y baja tensión 7.ª edición

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subterrâneas de Média e Baixa Tensão, centros de transformação, instalações de enlace e interio-
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Editora: 
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: Linhas de distribuição. Cálculo elétrico de linhas. Linhas aéreas. Linhas subterrâneas. Painéis e proteção.
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Edição: `D‰ 9 6 ' ?  ' ?;  "  
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A SUA LIVRARIA TÉCNICA!


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conforto e estímulo visual


Vítor Vajão,
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e o seu impacto socioeconómico
Claudino Mendes,
Eng.º Eletrotécnico
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da otimização do investimento existente
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Eng.º Eletrotécnico



iluminação em túneis,
iluminação viária
e conforto visual

www.oelectricista.pt o electricista 57
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54 dossier 
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conforto e estímulo visual


Vítor Vajão,
 
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A evolução da luminotecnia tem 1. ESTÍMULOS VISUAIS E MENTAIS


beneficiado dos inovadores W (
  
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de outras especialidades, primeiramente (  (
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com os estudos sobre a biologia 
   
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da visão e agora com a fisiologia, " > $ B U WB  
 
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A separação entre o sistema de processamento visual das ima-
 




 
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e de bem-estar.

2. A PERCEÇÃO VISUAL
A resposta do sistema visual em termos de perceção, embora estan-
do relacionada com o estímulo recebido, não é linear, dependendo de
outros fatores:
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siderado um completo estado de bem-estar físico, mental e social. de visual, por não se situarem dentro dos limites de adaptação visual
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dossier 
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téticas ou antinaturais. práticas de iluminação correntes,
Como parâmetros que na iluminação de exteriores podem afetar o ditadas pelo cumprimento das



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vigentes, situam-se na classe
3.1. Brilho de qualidade de iluminação
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feiras, espaços de divertimento e outros similares.
3.2. Luz Trespassante
Quando a luz emitida ultrapassa as superfícies a iluminar criam-se
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bem-estar dos residentes ou de quem circula nas imediações. O sis- DE ILUMINAÇÃO
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3.3. Poluição Luminosa    &
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nos pavimentos e paredes em direção ao céu. Š [ +
 
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A poluição luminosa interfere com as observações astronómicas, facilmente, sem qualquer desconforto visual sendo estimulan-

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instalações exteriores, limitando o seu funcionamento aos pe-  

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56 dossier 
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a qualidade da Iluminação
Pública da cidade da Praia
e o seu impacto socioeconómico
Claudino Mendes,
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A qualidade da Iluminação Pública na cidade =



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da Praia é uma consequência direta do seu 
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crescimento e da falta de regulamentação     H` 
 


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económicas significativas para os Praienses. '((
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CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÃO
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a eficiência na iluminação
de vias rodoviárias através
da otimização do investimento
existente Carlos Simões
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A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA ILUMINAÇÃO


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  ( 
   (G ( 
  
G ‡  )

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no entanto, noutros casos a luz deve evidenciar cores individuais ou 
  (
   … 
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G (G (
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G " & (>   &  
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  " mentos existentes.
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(
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   - 
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 ("
dades do espaço a iluminar tendo todos os fatores em consideração. Recorrendo a uma amostra de uma dezena de instalações em ou-
[ 
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   G 
  
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estes e a secção corrente da estrada. Os valores médios de luminância  


 
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    <(
 

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payback de investimento inferiores a

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G 

 
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G       Š B ;
 
 2
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 U [ (
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  &G 
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  $` _€  D… _€G &
'( 
 ( >/J
para prevenir transições abruptas de contraste.  &
(
( 
 
  H 
}

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dossier 
+ (
 *G (
&"  


&( 59

P O (" Payback * ." &" 



&" 
 " 61  (6 f
("  ." d  d ("
'( ;
 
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308 Œ…$ ˆˆH ‰Œ ``` G… HŒ$ H‰% Z
  S,

'( ;
 
X

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 Œ% Œ‰ 16 000 GH H% ‰ Z
  S,

'( ;
 
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 [ 
S( 63 18 016 H ``` G… … H`Œ )

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 P
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 16 ‰Œ …DD 14 040 3,5 % ˆ`$ Z
  S,

P
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X

&"
  
DˆŒ D$…ˆ Œ…ˆ 68 408 1,6 610 850 )

 9"

B ;
 
2
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] D… 770 356 $Œ %…` Gˆ DŒ …ˆŒ Z
  S,

B ;
 
 P
+( & 163 ˆHD Œ`ˆ 63 650 GH DˆŒ %%… Z
 S,

B ;
 

("
$Œ `` ŒŒ $ …`` G… 56 767 Z
 S,

[(
 U   
  , 101 440 738 $D ŒD 3,4 DH D Z
  S,

'(
[

("
DŒ …Œ Dˆ 7863 3,1 ‰ ˆŒ` Z
  S,

Média  $‰H `‰ 35 761 G% D… %Œ% 

Š œ  S&
 P
+( &  [(
 U [ (-  ( 
(
  G  (
G -



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 D… _€ '(
 & 

  G 
   

 -
  " (G 

>/J associado ao investi-   H`‚ 
Z
  S,

 ( 
  
(
mento de 3,5 anos; 
+ ( 
 
 D`G…]€G '( 

  ( (

Š '(
  
 

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  (
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 D  DG >  (
 (G  ( &

k (
   ` _€ 
 
  '(-     Ÿˆ…9€G     
to, sendo o >/J de aproximadamente 3 anos;  ( &
 
  &
 




     >  (
 
 ( payback
   G… 
G '(  
 
 &
 ( 
(

POTENCIAL DE ECONOMIAS ENERGÉTICAS técnica de simples aplicação.
NA ILUMINAÇÃO NA REDE DE AUTOESTRADAS O mesmo raciocínio pode-se aplicar à rede de estradas nacionais

( &  `DH (  
 (
  …` (- ( ,  
&
'( VG   "
(+(

 
 ( 
  '( H  _  
 ( *

+       (

G 
VG $`` \,   [ 
  (-

 \,  ‡  Z
  S,
 [ 
G

 ("   
( "  D  D… 
 POTENCIAL DE ECONOMIAS ENERGÉTICAS
 ( =
'(  
  [(
 
G 
 NA REDE DE TÚNEIS RODOVIÁRIOS
seus equipamentos de iluminação numa fase intermédia da sua vida < 
( P
  `DHG  X X

&" \
 X\\G

,G   
w &  ( '(
J V H… * (
 

(

 
 +
G
Š 2 
(+(   ("  ‡ 
   DH _ 

  ( 
  %`  

     (
“ W( &- $ _  

 \ (  
  (
-
G &w w

 (
 ( 

 '( 
-   +  Z
  S,
 [ 
G  > 
&
'( VG   "
(+( '(
 mencionadas.
com poucos anos de uso? =
&

 
 
  (
( *
(
  " 

"
G  
 ;+
G 
 D`…
Zj
 
( +&   " 

  (
- 
  

 D` 
  G (
 -
tradas existente no território nacional: ( &
J DŒ% ‡  Z
  S,
G  '( DŒ$ 

B



  ( (
  
 ;+
 $`` €     D`` € 


 ( 
  
-
 " 

"
G 
 ( V
 H` _G  (
(w (  G 
 +
( 
G  D`… _€  ( 
(
(
levantamento dos dados técnicos da iluminação nos seus cinco Nós  $Œ 9€ 
 
 (
G  
  (
G 
(   
  ( \, 
  D` _  (
 P , $ 
 
 G 
 H‰…  


G  G ` _€  
 &  (
 
 
j
 &
    
  *G  -
‡  Z
  S,
 D…` €G …` €  $`` €G  ( 
(

(   
G 

 
  ( 


(  ˆˆ 9€G 
 ( 
 (
 DH‰…  (
    DH 9€ 
 ( 
(
(
dias.Fazendo uma extrapolação para o território nacional com uma 
+  ŒH ]€
V
   H  _  ( *

+ 
V
 [
( 
(
   & 
-
$`` \, 
 ( 
 
 &  (
  
   
 
( 
 
 H`‚ 
 

ˆ  D` 9€G  ( 
(
(  H…  $` ]€  

  ( 
 
 ˆ ]€G +
com um payback da ordem dos dois anos.


 
( '(  

  (
 


  &

( ,   

&"G + 


'( V
  " &
&   (( 
 -
   ‡  Z
  S,
 [ 

(  )


9"
G 




("w  
 
 

( 
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 (

 
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G 
'(
 
  
&  

 
Z
  S,
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(  
'( " 

  
(  H`‚G 

k 
 




    

( '(
+( k
(+(
  

 V

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60 case-study

o Fator de Manutenção
na tecnologia LED Alberto Vanzeller,
[( ;

Neste artigo debruçar-me-ei


num outro problema tão ou
mais importante que o CRI,
como é o caso do cálculo
do Fator de Manutenção
da instalação (FM) quando
se projetam sistemas de     ;+)))'+)-45(&*1
iluminação com tecnologia
LED.
( ("   


  
-
dade das operações de manutenção, tipos
de fontes e tipo de poluição no local. No caso
B


   (
w de iluminação interior, o Fator de Manutenção
w 


G 
 &
G 
 das superfícies do local diz respeito à perda
(jG 
  +(G &

( de reflexão das superfícies e é calculado a
outras, implicando perdas de fluxo luminoso partir da reflexão das superfícies, variando se
G 
 
G  "
( ( 
  (
 (" 
( -

'( 
  &  (- retas, e dentro da mesma periodicidade de-    8A)&'())'+)-45'+6-')(

"
 


 & *  -  
  
 • ,
'( )*6)(7)-&)*'+)+'(>-";*)J+S/71
talação. Este fator é de extrema importância quanto mais curto for o intervalo entre cada

"(

 &  (
  operação de manutenção, menor deprecia-  
'(  
&-

*
 ("    

 ção acontece, maior é o Fator de Manutenção   
 ("& ,
> 

 & "

  &  G 
'(G " ( 
 
  (
2( G H  $G 
 (+-

 

 ( 
 
("  
 (
   tuição de uma fonte de luz ou outro compo-
nos custos iniciais da instalação, nos custos G   ("
( (  -


    W 
jG 
 G 
 
("&G V


+&G &  
(
 - 
  ("
 (+( G 



ciente e, nesse sentido, procuram selecionar  '(>  
&
-


( (" '(  ( 2
  
( 
  X 
G
9(
29
 &

 & "
G +
G 
(
 
( -
W "(

29   (

  k ( +
( 

 
 

P)< Œ%  

- alimentação. No entanto as depreciações não
(

 ( 
J ("&  
(

Š 29 § 292; ² 2S; ² 29; ² 29S¢ em que:    ' A)&'().*-)(&')31;*)J+S/71 3% do nível inicial.
Š FM U 2
  9(
 
 ( 
V
G  -
Š 29S; U 2
  9(

(V
 No entanto, mais manutenção também traz 
(   

  

lâmpada maiores custos operacionais e portanto é 
 V
 
 ( -
Š 2S; U 2
  
+&&  ‡  "
  


 
G cies de reflexão onde obviamente não estão
Š FML U 2
  9(
 ("
 &  
'( ( 

G presentes embora a CIE 154 aponte um fator
Š 29S¢ U 2
  9(
 (- G 
  
(
 ("&  k 
  V


G 
-
fícies do local   
&
  
 ( "&  & 

considerar períodos de 4 anos. As depre- \ (
V
  


W "(

29  (
V
  ciações do nível de iluminação em sistemas (jG 
 G  (

 

P)< D…$  

- 
&
 
 ("& papel importante pois implica importantes
(

 ( 
J após as operações de manutenção. perdas de iluminação se não forem realizadas
Š 29 § 292; ² 2S; ² 29; ² 29S em que:
>  (
2( …
Š FM U 2
  9(
 
[ 
> P)<Œ%  P)<D…$ -
Š FMFL U 2
  9(

(V
 ( &" + '( j(

j
lâmpada a calcular o FM de acordo com o tipo de local,
Š 2S; U 2
  
+&&  ‡ ("  &
  (
 <
Š 29S U 2
  9(
 (  recomendações estão baseadas e orientadas

(
 (
  G (
  

 
&


( W 
  

 ;<=G
2
 
9(
 ("  

 


  
&
G  
    7 A)&'().*-)&*)*451;*)%J+ mesmos mas para os restantes fatores não
são fornecidos pelos fabricantes de fontes S/71 são, e assim na maioria dos casos não é

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\

 (
*+  "G
100 salvo raras exceções, é arbitrar um FM de 0,8
A non-recoverable
  

 ;<=G 
 (  )<S\[G
X& ( ˆ`‚
B losses
80

=X<<)
(  P)<D…$  -
MF  te de intervenções de limpeza a cada 3 ou 4
C
60
= anos, o que sabemos que não existem.

 ( 

3rd luminaire clean


1st luminaire clean
='( Vw  
(

1st room surface


40
conclusões:

1st relamp
` Š Ao aplicarmos este fator de 0,7 indis-

clean
  (" ;<=G


  (  (-
G… 5,0 7,5 10,0 DG… 15,0 17,5 _
( ‡ ( (" 
 ;%`³D…```KG
1  3 4 5 6 7 M
;%`³D…````K
( ;%`hD` ³ …````K} (-
   9D+45)(&*45(*/6f(c&'8(+)-)*)(*)+)&(&*>+*+(-&+)8()+ "   D [
( H…` [}
8*-*+-&&'+/+&)<45(c&'*(-(g1;*)NP1 com dimming (" 
(  dim-
ming; entre outros;

 &  
  (  (" (


& 
&  Š [


 (  ;<=  



  (+( 
  (" 
considerados valores superiores a 0,7 para os +      


  ( & * <

 '(
 - 292;   
&
(  (
`G… penalizamos bastante essa mesma
preciação do fluxo ultrapassa os 30%, valor 

G  '(  
 

a partir do qual se considera que a visão do 292;

(
( 292;²2S; ( 
utilizador deteta essa diferença. `G%G 
'(  

+ '( A estes pontos acrescentamos ainda outros
• +
 + '(  

- se aponte para um valor 43% mais elevado que nos fazem refletir:
 ;<= 
 , 
(V
 +  que o nível de serviço para o local, bastante Š < 
(  

 (  -

 
 ( 
‡  
G penalizador para o consumo e custos de ins- estrutura que faça manutenção preven-
maior ou menor de acordo com a qualidade 
G 

+  ( 
 *
 (- tiva. Normalmente é utilizado o sistema
dos componentes. "   spotG (+(w
'(  &G
\ 
&
(w   
 Zj
 ( 
"
J )(
 ‡ ("
(
(




 '(  
"(

29 G 
- um escritório com 500 Lux de serviço. Trata- e difusores/refletores ou limpeza de su-
tanto, desvalorizar a inconstância de cor. -se de um escritório, período de utilização perfícies, muito raramente.
A indicação da depreciação de fluxo lu- (  Œ` 
G
 
 (-


 ( (" ;<=
 
" Wš[;)S  [( ; 
 ‡ W 

  ;<=   
fabricante, baseia-se em modelos prediti- (
 [( ; S B…G  '( & 
  
 
  
&
 ;9ˆ` B9D w Z 
  

G

     V
%`…``  > Š
 2G V




 

   ;<= P

 (   ("-  ,  '( (
J
'( 
-
motores e que viram componentes quando     
G (+(
" tece quando ao FMFL se associam o FML e
 ( (" das lâmpadas a cada 4 anos e limpeza de su-
29¢“
< 
  &"
 
-     … 
 ;
 P Clean S  (" 
  ( &
G
 
 

 
- Calculando o FM com base nas Tabelas *  ;%`³D````` 
G 
 


(  j(

;<= '( 
 ( & 
+  B+ P)< Œ% 
J a cada 4 anos aplicar novamente os fatores
depende fortemente da temperatura ambien- FMFL § `GŒD 29;  29S;  & '(  '( -
te, da corrente de alimentação, da qualidade 2S; § `GŒ… (  &
 D`` H…  $ 

do dissipador e outros fatores que também FML = 0,8  
  
" (
 
 -
influenciam a depreciação, como os compo- 29S; § `GŒ$ 
  
 
  (


  ("G PhG 
 ;<=G '(- ;

G 
 
 
G &
 
 
dade do driver, sistemas óticos, entre outros. FM § `GŒD ² `GŒ… ² `Gˆ ² Œ$ +
%$“ =ww
'( 
G 
  $


(

G  

(V
(- FM = 0,65  $ 
   (" 

 W


 ( (" ;<= 
   - leitor acredita nisso?
 
 
 
  G - 

 ( &
  …`` ;(V  &- Š S(+(w  
&


( ,,G  * ço teremos que apontar para um valor inicial  (

 
  -
 (
( 


 ;<= [  " '(  %‰Œ ;(VG 
 …$‚  
 …`` ;(V­  G 
 
( '( 
-

 
 V
 k (" 


h 


"
 dem ultrapassar os 50%.
local, qualidade da rede, tipo de utilização, sis- 
 ( (" ;("  [( ; 
temas de controlo de fluxo, e outros. 

 ;<=G   
   (wG 
  "  "& &
-
Apesar destes fatores, essa depreciação é 
  
"&G  '( j 

- (
 

G '( 
 *
 H 

lenta e as boas marcas apontam para durabi-  ;<=G  
 ( 292;  `G% 
 (
(G  ;€G
 …`‚G

 

 
  …`  
G  ( - + 
 ;%`³  
 ,
(+(
  


 H`‚  (V
;%`³…```` 
 W *
  
 
&G 
 ;<= 

(
  &
( 
 
• 
   '(   "  (G
2S;  D 
292;  `G% ='( -
 
 j(“
falar da depreciação do fluxo luminoso dos (
 '(
29 § `G% ² D ² `Gˆ ² `GŒ$ ;

G S G j(w  
‡  (-
;<=  ("G 
 (+  FM = 0,53. +G 

(    +G
, ("G  "  (
 

 ( &
  …`` ;(V  +(  
 ;<=  
29  `G%
outros fatores nomeadamente mecânicos. serviço teremos que apontar para um valor por causa dessa durabilidade? Lembro que
[ )<S\[ 
w   

   Œ$H ;(VG 
 ˆŒ‚  
 …``  ( 
  
  
;<=  '(

 &  (
 ( Lux! H` 
  (+(  ("

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62 case-study

Š Acredita que face à evolução a que vimos




 *
 
  

-
 ;<=  (+  ( 
 
-
“ [ (" 
" (+( 
nos próximos 30 anos?
Š Z


2  k (+G 

&
(   ("
'( '(
  &  G 

é, ultrapassa-se a depreciação de 30%,
( 
  " '(G +
(   
G 


    &“ [(
“ [
(" "
  &
(


 

  '(>   (  (


métrica de Fator de Manutenção mais adap-    :12*)*45(&9*-&)))&'+&')'-)S+.)&')++8)+)*)1J-*4C)
 
 ;<=G 
   0+&-')&)+&)8)+&>-*))&')*7(*/)&'1;*)[[S1
("&
"(

29 

  (
sistema convencional se tratasse.  
    D`‚ 


 NOTA: LM-80-08: IESNA
W 
j 
  

& *  
 • ( 


&
   

29 
k 

 ;<=G +
w P
j( 
  "(
G (w 
(V
(


  ( ;<= 
 -
nas curvas dos fabricantes e extrapolando  '(

j (  ( + > &   D``` 
  

para os períodos de tempo que considerem técnica para optar por produtos de fabrican- ( ( 

 
 ‰``` 
 +

 
"&G (

(  

G 
-  '( 
 
    
 D` ``` 
 <
 
-
tanto os fatores são tantos que a imprecisão +G performance, durabilidade, apoio   H (  j(
G ……# PG ˆ…# P 
    
(   - 
G  •  
&
'(  (
( k 
 
+   



 
 ;<= o FM se aproxima da realidade imposta pela possível testar os efeitos da temperatura na depre-
Enquanto não aparecer uma nova re- 

G 


 

j ciação de fluxo luminoso dessas mesmas fontes.


 
 ;<=G    
   '( 
- Este método não fornece orientações ou re-
opinião que se calcule o FM destes sistemas     '(G  - comendações a respeito estimativas de previsão
 

  $ 
G  (
J 
 
    - ou extrapolações para manutenção/depreciação
W 
 29;  29S; '(
"- j( 
  '('( 

 ( do fluxo luminoso para além dos limites da depre-
& 

 
  



outra métrica mais precisa. ciação do fluxo luminoso determinado a partir de
+
'(
 ;<=  (  
- 




"
 
J >  [ 
 ;<= (j 
res de luz mais pequenas e unidirecionais e FM § `GŒ… ² D ² `Gˆ ² `GŒ…  
 ("    
 )<S\[



 (j  (jG 

(
FM = 0,71 

(
B9wDwDD '(  (

" 
 
 
 ( 

 
j  

(V

W 292;  $ 
 &   `GŒ…G  &- 

 ( &
  …`` ;(V  &- (


  ( ;<=   
 

 '(  (
 " ( &
 +V
ço teremos que apontar para um valor inicial obtidos pelos procedimentos que constam do do-
  
+
   
  de 704 Lux, isto é 41% acima dos 500 Lux! (
)<S ;9wˆ`w`ˆ 2( ‰ < 
  -
   ;<=  (
 - h 
 
 ˆŒ‚ portante pelo ruído ou confusão existente no mer-
( &"& 
  

G Tal como tem vindo a ser aplicado o pro- cado sobre a confusão entre a depreciação do fluxo
por exemplo temperatura ambiente superior 
 "(
29G
  

+ (


;<=

,(

 ("

( (  &
 K
j   &

  

+"
&j
 -
  & 

   ;<= 
&
 `Gˆ w (- um plano de manutenção para a instalação.

 ( 
 &  +V  - 
     ("& P
 
'( (
 j(  -

G   &
(
 
  "  
 &
( "
 &
&- 
 (" ;<= V  
-
k 

 
 

 

 
jG 
 
W 2S; &  D \
 (
 No entanto e pese embora as poupanças pessoal de manutenção, tal a versatilidade e
  
+ 

 (-  (
'(  

 ;<= 
- possibilidades de soluções no mercado.
sa é de imediato substituído. duz, a instalação não dispensa operações <  
"(

29 
 ;<=
W 
j & 





-  (

  

  (
+j
 (
( 
j
   ( &
- dependentes do tipo do local e sua utilização &" 
>  '(   
-
ventiva a cada 4 anos e, durante a mesma, 

j" 
   
&
- trado uma solução, mas numa coisa estamos
devem ser realizadas operações de limpeza e  [ 

 ;<= 


"&  todos de acordo, as atuais recomendações
uma medição de níveis. &
     
V  
 j(   

  '(

\

 & & 

-  '(  &"& '(  (  
 
 (  j(G (-
des, deverão ser realizadas operações corre- ( +G  
"& '(

j-  

j 
  (+
&
( &"  
   j(

 
  '( 
 - 
 
   +
  

+ S" &j

G  
 
 G '( *
'(    '( cada local e em cada produto.
casos, aplicar o sistema de Constant Lumen 
>G '(
+ 
+ 
-
W(( P;W 
j 
  '('( +
 
G  & 
+j& 
+ 
- .  )  P  "
marca de driversG  +

X<PS 
(
G 
 ;<=G

G 
G E)(1%K L$M$NNN !!
premiar a sua aplicação, este sistema pode 
 

(
 ( 

j
*8R+(/71'OQQQ1+(/71'

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|h
64 case-study

o que mantém os gestores de


instalações acordados à noite?
Fernando Ferreira
X
"&    $
 J
S <

Quando falamos com nunca antes possíveis. Estas poderosas so- de pequena e média dimensão, em setores
gestores de instalações luções não são nada mais do que sistemas 

 )*G X
G S*
( 

tentamos sempre que maximizam o potencial de sensores, das *+

compreender quais os  ((  < j" V  
principais desafios que serviços de base cloud, permitindo:
enfrentam e como podemos Š Monitorizar o estado de equipamentos de SISTEMA DE GESTÃO
ajudar a ultrapassá-los. +(
  

j(
   DE EDIFÍCIOS
emissão de alertas em caso de anomalias; COM FERRAMENTAS
Š 9



(


 DE MONITORIZAÇÃO DE ENERGIA
No decorrer destas conversas é impressio- diferentes zonas ou utilizadores podendo, O software S(V(€ h( W

  '( 
 '(     assim, mais facilmente, e com uma maior
 


G 


 
-

 
 
 k    
G 

(  
  G [Z[PG (
 -

 &
 
G  

   ( 
} (  
 Bw  ( 
   
 (  G Š <&   '(  " 
G 
 + (
de forma precisa, oportunidades para efetuar ( 
  
     ( 
 ( *
-

  
   
  &
V
 
>} 

(  &
 (
   ((
atividade das suas instalações. Š 2
 ("
 
 


= '(   G   "  G '(&
 
-
instalações industriais a edifícios comerciais, mação e uma perspetiva adicional sobre SOLUÇÃO EMPRESARIAL
 

  
  
(-  "  
 DE MONITORIZAÇÃO DE ENERGIA
> '( 
 
  > [ 
(
S(V(O 
O 9


acordados à noite: A implementação deste tipo de solução pode <V  
( 
G   -
Š Falta de informação sobre o consumo por  
 
  > (-  
+j&
 
G 

-
zonas ou utilizadores; 
 (
    (
   
"  " 
+"-
Š O tempo consumido por atividades de 18% ao ano.  [ 
(
wG 
  G 
manutenção; W 
  > 
G - equipamentos elétricos para a comunicação
Š Acionamento de falsos alarmes; mente, dormir descansados!  


 
   ((
Š A necessidade de dados adicionais para • 
 & 
  (  &-
poderem ser implementadas medidas     
(> -
'( 
  (
 >}  (
     SOLUÇÃO DE SUPERVISÃO
Š Falta de recursos disponíveis, especiali- cada instalação, entre as quais: DE CONTROLO
zados e motivados, para a monitorização E MONITORIZAÇÃO
 

 
(
 
  W S(V(€ 
O SP[=[ <V

instalações; COMUNICAÇÃO visibilidade sobre toda a instalação e acesso
Š Falta de tempo e/ou especialização para NA DISTRIBUIÇÃO ELÉTRICA  
  
G j(
   (-
  '( 
+(  Os Smart Systems são uma solução simples rança e produtividade. Com esta solução é
a redução de custos;  
 & <   
 - 
 & (

(
  

Š Falta de oportunidade, tempo ou com- +(
 G 

 '(- (
G 
   (( (
  &
 +
  mentos elétricos comunicarem entre si. Em


 &  

-
manutenção; &   '(   &"  
- 
 



Š [ 
+    
   

'( G   [ (  
  

alertas em situações críticas. a ter acesso a todos os dados em tempo real.  
G 
 
G  -
ratividade de utilizar menos e poupar mais.
Mas, felizmente, todas estas questões podem S(G  (  
-
ser resolvidas e deixar de representar preo- SERVIÇOS DE BASE CLOUD  &
(  
V  

(> 
 
  > DE ACONSELHAMENTO E GESTÃO   W 
    -
<VG (G 
(>  
 DE ENERGIA SÃO IDEAIS PARA lações estão a ser impulsionados a reinven-
ativos que funcionam de forma preventiva PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS wG 
'( 
  *
e preditiva, e serviços de monitorização de A solução Facility Insights 
 ( (-   + 
&   
-
   

  &
 '( - 
 &
 


luções pode fazer toda a diferença no futu-

 

+
 
 
 &
G


 (- 
 

 G +G  (
  &    >   & 
      
 empresas.

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|h
66 case-study

proteções contra sobretensões


do Tipo 1, Tipo 1+2, Tipo 2,
Tipo 3: proteções para todas
as finalidades * Dipl.-Ing. (FH) Florian Lenzmeier, M.Sc.,
B/ †K
J   ‹> 
 J,

V P
 ]+K g P
 ^]G h
+G ]M

A gama de proteções contra


sobretensões Safe Energy
Control (SEC) da Phoenix
Contact simplifica a proteção
de infraestruturas elétricas
e de equipamentos contra
picos de tensão de energia
elevada e suscetíveis
de provocar defeitos de
isolamento.

[   
> S<P
  
`D…G  2  K´& < `D‰G  
foi complementada com novas variantes e as
(  

k 
  
>
-
   
+  
V
Contact.
| '(
  
(
uma solução de proteção otimizada a um
 
 ( ( 

(& '(
se aplique tanto a uma casa pequena como a    A)&'()'(-45-*-)*6)+()'+)45-*+<+))*C))&&>?*@
( 
(   - )&&<)*)*+(1
sões. A solução deve ser construída e imple-
mentada com base em requisitos técnicos
 
G 


 B
  



   
 - 2;BwS<PwBDFBwHPwH…`…w29 & 
DG   H <'(
 (
 
> 

  "'(   "
 H`$`` Z[P  V  S(

'(
( &j(-
B
D 


  
 - 
  (
 B\wS B


 '(- 
  
j  
  HD… [G  
-
   
 V
G  (
pamentos deste edifício são abastecidos de 
2;BwS<PwBDFB 
V  



 
> 
 B
   H  "  &  &"
 '(
  - um fusível de backup.
 


 
  '(  j
+ buição. Adicionalmente, o edifício possui um W 
 
B
D  
(    


 
-   "w
 S<P 
'( ( &  backup até
bretensões transitórias.

QUADRO ELÉTRICO PRINCIPAL


EXEMPLO: UM EDIFÍCIO =&

  "w
G  

-
INDUSTRIAL te exterior ao edifício do sistema de proteção
W ( V
 
 
- 
  
 G  "
ções contra sobretensões evidencia as van- a componente interior desse sistema. Trata-se
  
&  S<P 2( D  ( 


B
D U 



W "
 ( "'( (
  
  U   


no interior de um edifício industrial. O sistema
 
 +
  
 
 


G 


V
G V ( (,

 &"
 '(
  
(>
² B(
 &

 <# P
 P
(
G na proximidade do quadro elétrico princi-    '[6'+)45-*+)-+/&80+-
J  
 , G  

&  
B
DFG
( jG E'$@79<+@-*9'+&spark gap)'+&

V P
 S[G 
(  


  
  896)() $LJf896)()backupg1

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case-study 67

'(  
 &"
  PROTEÇÕES CONTRA
  [ +
( ™Fundamentos DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
 
Q{ 
 
/{” intro- E SOBRETENSÕES DE
duz o tema das sobretensões transitórias e COMUTAÇÃO: ESCOLHA DOS
explica o conceito universal de proteção de DESCARREGADORES
infraestruturas elétricas em edifícios e de
'(
 

 
 (- Proteção contra descargas



 
G  +
( atmosféricas de alta performance

 &"
 V
  
&- W 
 2;BwS<P ( 

mente explicados. proteções do Tipo e constituídas por um
W 

 

+ 
- spark gap 
 
  (-
   7)6)-++)/+)+&)+@     
 ( 
- 


 



*(45)&'+)45Ff&(-)*+g)?" mentos nos módulos interativos e-learning de Baixa Tensão após a atuação do spark
")8-(&)*)-)'-)'4*?+)(0+-1 que estão disponíveis no website  
V gap
Contact na Internet. A app XWB<PB)W\ 

V P
  + ( V - Tudo num só bloco: proteção
315 A. Fora do nosso exemplo, para aplica- (
k     ( contra descargas atmosféricas
ções com correntes superiores, ou é neces- o conceito universal de proteção de edifícios, e sobretensões de comutação
"
 H ( &  backup adicio- 
 
  
  W 
 2;BwS<PwBDFB

(G 
 G (w  

 
   ( 2( $ combinam:
2;BwS<PwKwBDwHPw‰$…w29G  '( 
- Š o spark gap de alta performance que é
tém um spark gap e um fusível de backup en- &  
  (
 '(
(
( (
2(  CONCLUSÃO  
   -
P
    
> S<PG  `D…  
 
(    


V P
 &
(  '(  

-  G 
( 
-
QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO   
> 
 
+> - sidual baixa;
=&


 
'(
 +(
 tórias. Juntamente com documentos e recur- Š
&
 '(   
próximo do quadro eléctrico principal estar re- 
 (
G 

+
( 
+


+>  
(

+-
&  


 D… 
G ABC das proteções contra sobretensões, mó- > ‡  k ( -
 (
 
> 

  - dulos e-learning e apps, tem-se tornado mais    
 "}
" [ 

Z[;wS<PwBwHPwH…`w29  " 

 
 '(
 Š +(
 
 

aqui adequada. Tal como a proteção do Tipo  >   < `D‰G 
&
 níveis de proteção adequada à corren-
D   S<PG  

Z[;wS<P 
  
 S<P
 

 k   
instalada sem fusível de backup em instala-  

G 
 V
G  


-
> '( 

 
 ( &j(-   
   > Proteção contra descargas
tor até 315 A. Como é uma das proteções  $$` Z[P  
"V 

atmosféricas com fusível
  


 ( 
(- 
 (G 




 

 de backup integrado
ça em espaço e, consequentemente, custos. eólicos. S  
 V ( 
-
\


V
G ( +(
 " 

 (
w(
  ( &j(-
B\wS 
  
 
 ( - 
 (
  HD… [ 


'(-

 '(
( 
  …`   ( dro elétrico principal for reduzido, então
2( H

 
 ( & 
G
2;BwS<PwKM+G  ( V 
(

• ( 
(
& 
&

PROTEÇÃO DE EQUIPAMENTO  * 

  
(  
 (
A proteção do Tipo 3 deve ser instalada ime- spark gap 


B
D  ( ( &
  
'(
 
 de 315 A em série.
U  
G
(,

robot. A proteção
;BwS<PwBHwH`w29   '( [ - SEC – Safe Energy Control
 &  

  
[   
> S<P U Safe Energy
simples e a utilização universal. Tal deve-se Control U  
V P

 (
à caraterística de que as proteções do Tipo performance &  ( 
 & *
H   S<P  '(  ( k 
> 
  
 -
+(
[P  =P | ( &  backup cas e sobretensões de comutação. O novo
adicional em derivação é também desneces- spark gap em combinação com varisto-
"

'( 
  
> ;BwS<P res, respetivamente proteções do Tipo 1
& 
 ( &  backup 
  B
G 
 + 


(&
 




  
instalações elétricas e a equipamentos. O
SELEÇÃO SIMPLES 
(
  


 -
< V
 &  & 
   
  
   
> S<P 
'( 
 "-    81&^app@-*-)*6)+( V"&  
 '(
  -
cil, por vezes, selecionar as proteções corre- )'(-45)'+)4C)-*+<+))*C)I dade de instalação e de monitorização que
  ( 
 G  
V 7<4C)+))*-))89-*+I'))+ 

 
 


P

 
 

 
jG -*8+6)(&)*)'(*)))1

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68 case-study

novos alarmes Evohome


Honeywell
“Quando procurava uma VANTAGENS
solução de segurança sem Š (" +" U P
 (

fios, analisei várias soluções 
"
 
G  
(

de vários fabricantes.   " 
<&

  '(

Precisávamos de um  j 
 



sistema que pudesse ser '('( 
 
&
G 
 
G
monitorizado remotamente, necessidade de contratar um técnico
mas que também fosse fácil especializado;
de usar e controlar por Š " U W   (
-
qualquer pessoa”, explicou   

  +  '('(
Nathan Sheperd. ambiente;
Š > 5gh"" U W pack com- Š *N 0 
 U [ app permite saber
&

<&

G j( 
 exatamente o que se passa em sua casa

 ,
 K
MO 
 &   U j &
  
(
 (
  -
(
 K
MO    tância, ou no outro lado do mundo. Quer
(G j(w  
  j (   (
G (  
    
"w
 (

( ( +(  
G " (

à distância do seu smartphone.
Nós sabemos que todas as casas são dife-
 P

 <&

 
 j( Š "


  U \
"  ,-
o sistema de alarme às suas necessidades, 
  
( 

pois o sistema é completamente modular e U
smartphone 
 ,
  

evolutivo. O kit é constituído por: tornam a vida mais simples. O sistema é
Š 5< *6 + g 
 
) 
j
  '( 
( 


( )F]XS '( 

 


 & U  "  

 -
sistema, e que conta também com uma +
    <
    '(-
bateria de backup  $ 
}   

G 
w&  

Š  P(> que pode ter uma câmara e até mesmo um botão de pânico.
“Após uma cuidadosa incorporada, para que possa ver no seu
análise decidimos que o smartphone o que se passa na sua casa,
sistema sem fios Evohome em tempo real;
da Honeywell era o que Š +  L
    N"
melhor se adaptava. Para  '( j 

 '( '(
além do sistema de intrusão, ( +
(  
(   (
precisávamos de mais casa;
acessórios e funções, como Š &"
  
  
um detetor PIR com câmara, para que possa, facilmente, ativar ou de-
contactos de porta, sirene sativar o seu sistema sem necessidade
interna, e notificação sms  
 ,

( passwords, e
imediata.” '( G (&G 
(  - <     
  ( 
-
   
 

plemento perfeito para si, pois proporciona
sistema. 
 ( (
 (G 
de utilização, controlo em tempo real, tudo
A partir daqui, o sistema pode ser expandido (  

G "&  
 (


em função das necessidades de cada uti- que precisa.

 B


 ,
 
 
G Em resumo destacamos:
(
 ( '(  ˆ‰ˆ 9K  Š Kit pronto a usar e sem mensalidades;
podem ser facilmente adicionados na home- Š S 
 ˆ‰ˆ 9K  '( 
 (
page K
MO 
( app do seu smartphone.  H ,
G  

A app do seu smartphone é baseada na )XG  (
G 
,V
 +

G
cloud  K
MO 
 


know-how 
jG  VG 
-
 



  (  (  mandos, entre outros;
    "  ( < app é Š ;
) 
( ]XSG 
 backup

 (  
&
& '(-  $ 
  '(+
( 

'( (G  " 
 &  G 



 -
 WS  [
 tas em tempo real.

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case-study 69

Leitor de Etiquetas sem contacto  '(



 

&
G - Detetor de fumo sem fios
ças a uma lente de alta qualidade, deteção de

   &
 •  *

 
"
    -

G 

 


&

  H‰ _

W 
  

tags 
-
ais para crianças ou idosos e são a manei- Detetor de movimento sem fios com
  "  
(  câmara S (

 
 ( G

-
S 

tag contra a leitor. O cado sensor ótico do detetor ativa uma sirene

  '(  
 + & 
   ˆ… +  &w ( 
uma sirene incorporada de 78 decibéis para
afastar intrusos.
Detetor sem fios de monóxido
de carbono
Telecomando remoto sem fio

S

  
 
 + 
um intruso, imediatamente, tira 5 fotos, para
w


& 
( smart- |   &
    (  G
Armar ou desarmar o seu sistema até phone [  J  
  - 
w
  & 

  
,-
150 metros, com apenas um toque de um mo tirar fotos no escuro. V
 +

PW  (  W 

+

 Z
 
 
 
 (   ˆ… +  &w
( 

(  "w


- (  K"  ( ,  $ 
G


 (  K" ( +

 ‡
G Detetor sem fios de quebra de vidro &
 PW
 
'(
&

+G 

 (  ;<= estava fora.
indicadores mostram o status do sistema,


w
  "  (
Sirene interior sem fios com bateria

Botão de pânico sem fio


j
  
 G  - S ( (
&
( G ( -

 *
    
    D` + 
" 
 ( 
Ideal para pessoas idosas ou com mobilidade "  &
 < (
 
  
 para dissuadir o intruso.


G '( 
   j( dos tipos de vidro até 14 mm de espessura.
(  < 
 ("w



um pendente ou pulseira, ou anexado ao cinto Sirene exterior sem fios com bateria

( 

w& Detetor de porta e janela sem fios

Detetor de movimento, sem fios,


imune a animais

Ideal para casas maiores. O alto som e bri-


 ( 
+
, 
   -
norar. Ela debita um aviso de 103 decibéis e

 
 ;<= + j(  (
(
  
 &


S ( j
( 
 & +G - P"g j"6/ *" 

/ +.
W+  

G 

( - '(

  &
U
( 
 ( (- E)(1%K L$M$ MM !O;A%K L$M$ MM !$
ses detetor para cada quarto. Ele aciona o 
U

  (  *8R'(d/(6*1'OQQQ1'(d/(6*1'

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70 informação técnico-comercial

Tubo Solar + LED – Iluminação


24 horas de máxima eficiência.
ILUMINAÇÃO INTEGRADA
(SOL + LED)
[ P
 
(
 ;w) Bw
 
 (
;<= 
 (+


G 
( (
-
 $ 
 
  =(
 


diurnos e com sol, a iluminação do espaço
vem toda do sol. À medida que a noite se

V
( '(
 
   
nublado, mediante a versão pretendida, a ilu-

;<= 
 
     -
 W
(    



 &
G 

  w
sempre ao mesmo nível de iluminação no in-
terior do espaço.

MAXIMIZAÇÃO
DO APROVEITAMENTO
DA LUZ NATURAL + OTIMIZAÇÃO DIFUSORES DISPONÍVEIS COM O SISTEMA LED-IN
DA EFICIÊNCIA
NA ILUMINAÇÃO LED
=(

 (+
 
 

a iluminação natural para o interior dos es-
paços mantendo o ambiente com a quali-
 '( ,
 (+
 
 P
 
-
(    
( (
durante os períodos noturnos ou nos perí- 8+FEJ 8+FEY 8+Built-in


  ( (+
G
 ;<=w) 
P
 G   

 (+


G (
 
 
  
 DIMERIZAÇÃO
'(  
 "V
 
 [ 
(
" 

G   ( w&   V
 
 B+ (J 
 ;<=w) |

( 

  

 Light Controller permite introduzir

( 
 
 
 ;<=w)G 

w
(    "V
quando comparado com sistemas On/Off standards
(  


P )S  
-
"
 )k 16" nB 00
)*M( 15 D‰… X X
OPÇÕES DISPONÍVEIS
'94 30 H…` X X
Š Standard (On-Off) J '(  
 ( 
(
}
15 D‰… X X
Š [(
" 
 
&  

 Light Controller;
)*M( 30 H…` X X
Š [(
" 
 
    
 



744 45 4875 X X
60 6500 X X
30 H…` X X
)*M(
45 4875 X X
INFOGRAFISMO/PERFORMANCE
844
60 6500 X X
30 H…` X X
)*M( 45 4875 X X
974 60 6500 X X
D` 13 000 X X
60 6500 X X
)*M( D` 13 000 X X
294
180 DŒ …`` X X
$` ‰ ``` X X
)*M( D` 13 000 X X
444 180 DŒ …`` X X
$` ‰ ``` X X

www.oelectricista.pt o electricista 57
|h
“A Chatron lançou o sistema Led-In.
Trata-se da integração de iluminação
LED nos tubos solares, permitindo
uma iluminação eficiente 24 horas
por dia.“

PORQUE É QUE O LED-IN ESTÁ MUITO


À FRENTE DA CONCORRÊNCIA?
Š W  ;<=w)
 &
&
   P



    "V 
+(    "V -
   (
'(  
    

 ( 


    WSX[9G
(

 ;<=  }
Š   ( 
&
&
 
  
(


 ( (
9Ph   & 


 ( 
 


 
 ( 
(

k    ( 


 
B(+
S
}
Š W 9Ph  

 


 
(+

-


     V


 ,}
Š W 9Ph 


  

 S9= 

flexibilidade no seu manuseamento futuro;
Š B


 ;<= 

  drives de corrente.

CONSOLA LIGHT CONTROLLER


É CONSTITUÍDA POR:
Š Fotocélula para medidor de luz ambiente;
Š  ,  

 


}
Š 
,

   
 (

 `wD``` ;(V}
Š 9,(

 
 
'(}
Š 9,(

 
 
'(}
Š X+
 
&  

  

;<=w)
a cada instante, em função da informação recebida.

MINIMIZAÇÃO DA DISPERSÃO DE LUZ


PARA O EXTERIOR
[ 
 ;<=  

 
(+

G   -
V

V
  (
+V  
  …‚ &


9Ph  

+
  ( ,



 ;<= W (
G  '( 
  
 , j
 
 (
G 

 V> 
-


(+



)(7)S"*7+*1 *(Light Controller.

P
(w +G 
G ( (V
(
 
( 


 


 (
G 
  + ( 
aplicação.

O / )

E)(1%K L$ML!PM###O;A%K L$ML!MLPN!
QQQ1-7+*1'
72 informação técnico-comercial

novo LED driver em Alta


Tensão e corrente constante
com PFC
A Série HLG-C 
*+  ;<=G ‡ ;<=  -
da MEAN WELL G (
;<=  

G (

é um dos modelos ;<=  ( G 
j
 ( ;<=G
de LED drivers de saída entre outros.
de corrente constante
e Alta Tensão mais
destacados na indústria CARATERÍSTICAS
de iluminação LED. Š )&
   Œ`  H`… ZP[}
Š P
 
 PP  S }
Š 2P &
}
Atualmente convivem no mercado os 
   (>  (


Š [   Œ$‚}


  %` € K;]w‰`KwPŒ` €   j("&G dimming 3 em 1, Š B(  +
J  w$`# P 
K;]wˆ`KwPD…` € K;]wD`KwP`` € (
=[;)G (
 
 - Fˆ…# P (  V}
K;]wDˆ…KwP  …` € K;]w$`KwP =
porizador, e outros, indicadas para ilumina- Š 
>J (
w(
 
+

que a procura de aplicações de iluminação de temperatura excessivas;
[ B

 ;<=G 
  G 
- Š P(
  
 ,-
tinua a aumentar, a -*.n *)) apresenta o “Com esta linha  

  <\ ‰D```wwG P P

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;<= driver  H` € K;]wH`KwPG  de produtos é possível  “ …`‚}
satisfazer a necessidade de iluminação de controlar tiras de LED Š K


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    '(  e módulos de LED Š Z
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- no seu género, encontra Š PV "G > P



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 aplicação sobretudo ª ;( ª [(J … ª Œ` ª $HGˆ }
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 em soluções domésticas.” Š % 
  

LED DIMMERS COM


TECNOLOGIA BLUETOOTH
A .)On*& apresenta o novo dispositivo

  (   


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da Apple Store ou Android Market ) (
botão, normalmente aberto, de entrada para o
comando local.
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Á·»Âº¶Ã¾ º·Äú¾Å D Æ $G € w ‰ € w ˆG$ € w DDG$ € %ˆ €
ção sobretudo em soluções domésticas.
Á·»Âº¶Ã¾ º·Äú¾Å $ Æ ˆG$ € w D € w D‰Gˆ € w Gˆ € D…‰ €
As suas reduzidas dimensões permitem ins-
Á·»Âº¶Ã¾ º·Äú¾Å $ˆ Æ D‰Gˆ € w $ € w HHG‰ € w $…G‰ € HD €
talar facilmente o dispositivo, a somar à sua
»¹º½Ç· ¼¹ ¾ÅÃĹº»¾ÈÇ·   D`Gˆ Z=P w "V …Gˆ Z=P
compatibilidade com as caixas padrão ou
¼wÁÉÄ ¼¹ ʸ¹Ë̺¶Ã¾ ¼¹ Œ‘’ H`` K
¼wÁÉÄ ¼¹ ¸¹½·ÅÌÈÇ· 16 bit

   •G G ( 
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|h
74 informação técnico-comercial

iluminação com sensor


para túneis
A Steinel disponibiliza uma
vasta gama de produtos
desde candeeiros, apliques,
plafonier, armaduras,
projetores, iluminação com
balastros, em LED, com
sensor, sem sensor, ideal
para iluminação em túneis.

[ ] XS XW SM 


+ (
&   
  (

 
 
G 
 +
 ,

( ;<=
W 
  S XS XW 
controlar sistemas de iluminação de forma
  G 


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&
-  


   (
-
co possível. Cada candeeiro controla-se a   (



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si mesmo de acordo com as necessidades.
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[&    
(
G
 - a todas as necessidades de uma utilização
ros com ou sem sensor podem ser encadea- 

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dos em rede. fazem apenas diretamente nos dispositivos,
W 
  ] XS XW SM 

+ 
   
 -
com balastros eletrónicos controlados por lecomando. A extrema facilidade de encade-
microchip   ( &J amento de todos os modelos entre si permi-
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 controlo de iluminação mais moderno do que
nem cintilações; este, simplesmente, não existe.
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Š Microchip   '(  )
 
 =&
&
 &" &> 
-
com otimização especial para o funcio- nalizadas para qualquer tarefa de iluminação. GAMA RS PRO 500, 1000, 2000
namento com sensores; W 

 
 
 

  
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 '(
 Artigos Steinel para Iluminação
DGŒ } para serem usados quase que invisíveis e as- em tuneis
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  - Š ] XS XW …``G D```G ```}
das lâmpadas;  <
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 nos respetivos candeeiros e não se deixam Š ] XS XW ……``}
influenciar por temperaturas nem outras con- Š P

 
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DIVERSIDADE SISTEMÁTICA 
 
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 Š ] XS XW …ˆ``  …ˆ…` ;<=}
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|h
76 informação técnico-comercial

proteção contra sobretensões


para sistemas de iluminação LED
Bertrand Berges

    
 J G

Durante mais de 80 anos, a


ABB tem vindo a desenvolver
equipamentos de proteção
contra sobretensões para
equipamentos eletrónicos e
elétricos. Atualmente, a ABB
também oferece soluções
completas para sistemas de
iluminação LED.

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centes, as lâmpadas de néon, e outros tipos temperatura, às vibrações, e aos impactos. A    
  

são os restantes 35%. Na atualidade, estas 

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 permanentes na fonte de alimentação, ao   ‡ ;<=  V 
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   ;<=G 
A extensão da redução de custos depende do (
 > (
  D…`` Z [P 
sistema de iluminação utilizado recentemen- necessitam de proteção contra sobretensões PROTEÇÃO DE EQUIPAMENTO
G  '(&  ‰`wŒ`‚ '(


PRÓXIMO – DESCARREGADOR
com as lâmpadas incandescentes conven- DE SOBRETENSÕES TIPO 2+3

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(- “A tecnologia LED  ;<=G 
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   ‡ 
 proporciona uma fonte   
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'(

    ;G
fluorescentes CFL. de luz versátil com um
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(muitas vezes tão longo [ 
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+ como 100 000 horas) que D… _[ [ ( " '( 
 
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que resulta numa redução de custos de toda responda aos requisitos  
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-
a instalação. A baixa tensão da operação comuns de redução +> S (  
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G de custos e eficiência 
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www.oelectricista.pt o electricista 57
|h
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Na realidade, o equipamento é colocado na parte inferior do


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PROTEÇÃO DE QUADROS GERAIS


DE ENERGIA: DESCARREGADORES
DE SOBRETENSÕES TIPO 2
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-in que podem ser substituídos sem necessidade de cortar
 

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    &G
facilita a condição de monitorização.
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&+T)*/1<<R'1<<1-&OQQQ1<<1'
78 informação técnico-comercial

as novas luminárias LED


da LEDVANCE®: o padrão.
Redesenhadas.
Simples, eficientes e fáceis
de instalar. Com qualidade
comprovada e uma excelente
relação preço/desempenho,
as novas luminárias
LEDVANCE estão perfeitamente
orientadas para as exigências
do dia-a-dia.

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 ;<=Z[\P<®   



 
iluminação?
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G  >G  '(-
do simplesmente necessita da luz certa em
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(
todas as caraterísticas e funcionalidades
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para que foram concebidas. A composição


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 DOWNLIGHTS LED D`` * 
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Além do design simples, a qualidade com- LEDVANCE® Downlight 

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'(-

&  & G  
 &- dos para aberturas com um diâmetro de 150
  (" ;<=  ;<=Z[\P<®
( ``   ( (  
 H 
são a sua facilidade de instalação e a exce- `  < downlights ;<=  ( 


 

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;<=  ;<=Z[\P<® 

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'(   Š Escadarias e corredores;
 
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 ( (" [   ;<=Z[\P<® =
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  foyers;
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na perfeição.   
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 SPOTS LED
LEDVANCE® Spot

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 U`Ò P  F$…Ò P
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âmetro de 63, 68 ou 83 mm e uma espessura

www.oelectricista.pt o electricista 57
informação técnico-comercial 79

 
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 DD` * 
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 (   - LEDVANCE® Surface Circular (

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 (    "

Š Bares e restaurantes;  P
Š Iluminação de realce. ~ 
 " 


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RÉGUAS DE LUZ LED  ("  ( 
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LEDVANCE® Linear  ( 
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 (  (
  99[  
qualidade.
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 " 


Š Corredores, acessos, escadarias;
[   ;<=Z[\P<Ó ; 
- Š Foyers e entradas;
 D ("   
 Š P  +
 [   ;<=Z[\P<® 2

 
-
$ˆD`D$`… €  ( 
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 O LEDVANCE® Damp Proof 

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 U`Ò P  F…`Ò P S
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um interruptor On/Off e tem comprimentos '( )‰…   (  


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Š 2   
  (
Š Corredores e entradas; (

 ‰$`` *  ( 

Š Iluminação de sancas;   DD… * 
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Š Iluminação de prateleiras. (

 UH`Ò P  F$`Ò P (" ;<=Z[\P<G

 ( -
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   (
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ENCASTRÁVEIS LED 

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Š Instalações industriais e armazéns.
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 H`HH$` €
  
 H```$```…``` ^&G INDUSTRIAIS

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 O cadas:
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 D` € ‡(
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Š Áreas de receção e foyers; `` € ‡(
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(

E)(1%K L$M$!$L#O;A%K L$M$!$P$MLN
Š Corredores e elevadores.  DH ```   ``` *  ( - '+/(R()6*-)1-&OQQQ1()6*-)1'

www.oelectricista.pt o electricista 57
80 informação técnico-comercial

Klauke: nova geração


de ferramentas
A NOVA GERAÇÃO DE FERRAMENTAS ELÉTRICAS A BATERIA PARA
CRAVAR TERMINAIS E CORTAR CABOS, VARÕES E CALHAS.

A Klauke apresentou na Mais    


 <"

  &-
Light & Building em março tar acidentes, os novos corta-cabos só são
de 2016, e já se encontra 

 
#   +


(
disponível no mercado, a sua inovação: retirando o dedo do botão não só
nova família de ferramentas "

 

 ‡ 
 (
-
eletro-hidráulicas. Como     « $…  [ ,-
sempre deve acontecer a 
 (  V
(  &
quem lidera o mercado são as &
(G   
  (
mais inovadoras do mundo. deixaram de poder entrar.

TODA A LINHA FOI


REFORMULADA Síntese das novas caraterísticas
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(  - Š B+ ]S  & PW\-

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  +

  
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Š Display ;<= 
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lidade quando as empresas cortam os orça- cravações ou cortes. Š 9 
 +

 +

  G  ^(_ 
(( )     imediato e completo mais potentes;
 
&

G  
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    Š 

 para transmissão de dados


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 Š 
+  upgrade para um ali-
[ ^(_ \V ]
 
  - que vem incorporado nas ferramentas pode  PW\\<PB<=
'(  ]SG
upgrade Connect pode 
 
 
( +

P
ser feito posteriormente. 
  
(  (  

- 0     são duas im- o i-press® software  OOO_(_


 
  [ 
& 
&M    w® app
Síntese das caraterísticas básicas
+ "& h
  ( para o seu smartphone ou tablet em 


fundamentais
(
   …  HH‚­ W design >
 ou G$$ >
"
Š P
 & +

( " 
++}
Š Conceito de operação um-botão;
Š Motor automaticamente parado após
cada bem-sucedida operação;
Š  (
( (
"  -
tração para uma maior produtividade;
Š 
 

  +  h
}
Š h  [
( … [  

  -


  +
}
Š 9
(
"  


sinalização de erro visual e sonoro para
todas as ferramentas de cravação.

n "/ -  -"G     -



w"(
 ^(_  &> 
630 mm  DH… _\  
  +
 
«D`…  

( 
 P
  
  «`  =
 

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  W  

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www.oelectricista.pt o electricista 57
|h
 & F 
 +
&

( ( -
ples mudança de acessórios.
Fiel ao seu compromisso com os clientes e tendo a res-

+      
G  ^(_ 
( 
desenvolver as ferramentas de cravação e de corte mais ino-
&
G "&  '(  ( 
 
(&

KLAUKE – UM CLÁSSICO REDESENHADO


Acabou de ser introduzido no mercado um novo alicate para
cravar terminais de cobre nus de 10 mm a 70 mmG j" 
-
 & 
 
   
+(
 ^(_
W ^`…;G
  


 


 

-
G
 
 
 | 
& +G 
robusta e com um mecanismo de rotação simultânea das
 U G "  
 

 | click au-
 & 
 '(    ( 
G j V

ou esquerdino, para mudar as matrizes. Ainda se carateriza

  
&
 +
  ( 
G 

G  
  
&G    
, +w

  w
deslizamento.

W 
&
^`…; S¡\PXW 
(  &  %` , uma
medida acima dos outros modelos no mercado que param
nos 50 mm.
[ ^(_ 
(    
&
 &

G 
, 
 

 
  


mas também nas soluções mais tradicionais.

P"g j"6/ *" 



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E)(1%K L$M$ MM !O;A%K L$M$ MM !$
*8R'(d/(6*1'OQQQ1'(d/(6*1'
82 informação técnico-comercial

indústria 4.0 sem falhas


com os smart plastics
As calhas articuladas,
os cabos elétricos
e os casquilhos lineares
inteligentes aumentam
a disponibilidade
das máquinas.

Os motion plastics enfrentam ambientes com


(&G G ( VG 
-
tentes aos óleos e a químicos, são mais leves,
 ( 
 ‡G 
   
 w
-se como sendo mais económicos. Na Feira
 K´&G  (® apresentou o próximo

J "
 G smart plastics,
  )* $` 



+j&
-    'J+60)*) X@-(7+-(@-<)(0+-)/(*)+*)(/)*)-&*-&-&-()*)@
mordial tornar a manutenção preventiva ain- *8+&*"-)+-)))'96)'+&*)*451Z'-*(&)*)@0'96)((/+)*) X
  "G   (

((

 -)*+)/ X'+&3+)&3+'+-))&*)*451f;*)%/=&<bg1
custos de produção.
[(G
 "
  
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(
  


(
 OS PLÁSTICOS INTELIGENTES MANUTENÇÃO AUTOMATIZADA
muitas aplicações com movimento. Em equi- DETETAM O SEU ESTADO POUPA TEMPO E DINHEIRO
pamentos do dia-a-dia como eletrodomésti- DURANTE O FUNCIONAMENTO O isense® é capaz de monitorizar a duração

G +
( +  (   - EM TEMPO REAL  &   (G 
+


+ (G  "'(w  W "
  
  
(  (  ( [& 

(  ( 
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G  
 aumentam as possibilidades para a manu- medições constantes e da comparação com
*
  
(  +
,
tenção preventiva, aumentando assim a dis- os parâmetros do sistema, assim como dos

 %…` Õ  "G  (® é capaz de de- 
+  
(

 [ ( "(
 +
 
   
 
terminar com precisão a duração de vida des-   M®, bem como as ca- ensaios no laboratório de testes, é possível
tes motion plastics.  (  
 +
 - & 
 (
(


Os resultados dos testes são disponibili- 
   ( ( 


 
( +  S
 &
-
zados para as ferramentas online, que tam- permanente, avisando antecipadamente para res medidos forem ultrapassados, os compo-
bém estão disponíveis em aplicação móvel. 

  (  [     & 
\ 2  K´&G  (® deu um passo isense® é composta por diferentes sensores e para o tempo de funcionamento restante,
   
(
 "
 - ,(
  


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  permitindo o planeamento da manutenção e
G 
(>   "
'( 

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(
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 substituição.
 ( ( 
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   (- Opcionalmente, o isense® 
  

ca do futuro. tura do cliente. 

 
  (®, criando assim
* 
+ J "(
-
sonalizado da duração de vida e otimização
dos processos da empresa. Nestes incluem-
wG 
 V
G  j(
 (-
ção ou a encomenda de peças de substitui-

 [G &   ,G
as despesas de manutenção são ainda mais
reduzidas e aumenta-se a disponibilidade
  
(
 [,  2  K´&


(
  
 &   
clientes interessados.

 ®/ )

   Zsmart plastics+)3)&)&')'+/)&&>?*%/(*)+)*)(/)*)+d(* @-(7
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E)(1%K L$MM$NO;A%K L$MM# M# M$
+-(*)(/)*))-<*)(/)*)5&*+3-**&)*)+**'96)(&*)*45 *8R/1'OQQQ1/1'
'+)6)*61f;*)%/=&<bg1 V/+/(

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|h
84 informação técnico-comercial

indústria 4.0
Como um novo membro do 
& 

  
>


  

  

SmartFactoryKL, o fornecedor  
+ 
&
 [ "  com a qualidade ideal para a produção e para
de soluções EPLAN realça 
   &
 
++   a sua automatização.
a fábrica inteligente com irão minimizar os tempos de inatividade na
engenharia de controlo e )* $` 
((

automação. INDÚSTRIA 4.0 EM PORTUGAL
W  <;[\G =& S
G V
DADOS PROPORCIONAM VALOR '(  V &
(  <;[\   
<;[\
 + 
 

  ACRESCENTADO suas soluções em função das necessidades

 

  )* $` 

 V- [ 

  (

  

G 
  &(
bilidade de produção de lotes individuais e a 
( 
<;[\ " ( 

 &
  
 

transmissão dos dados de processo usando uma base de dados contínua e consistente “Nos últimos anos tem-se apostado na inte-





WP |[ W V
 ( 


 
    
(
 - gração de diferentes áreas de engenharia, na

&
 "
  (
  &(- clo de vida do produto, desde o fornecedor análise e melhoria dos processos dos clientes

 
  

k , - 
 G 



  através do desenvolvimento de novas ferra-
'(" 



(
 "+ mentas que permitem flexibilidade e aumento
 Z(
 
  

k , da produtividade, com uma consequente re-
Como um membro do consórcio para a  


 &
 
  dução dos custos operacionais.

(
S2
M^;G <;[\ -  
(
 [ <;[\ 
w  V
- Mais e melhor informação desde a fase
  

  (

  rar quais as informações que permitirão, no inicial do projeto permitem evitar erros e tam-
para unidades de produção do futuro. “Uma futuro, obter mais-valias para os fabricantes. bém uma rápida implementação de altera-
integração consistente da documentação que W
+j&
    

  ções a qualquer momento. Uma outra face da
se estende à manutenção e à operação per- lições aprendidas no início, mesmo durante a experiência obtida ao longo dos mais de 30
mite um melhor e mais rápido serviço”, refere   
 G 
 V
anos no mercado foi o desenvolvimento de
9V hG   <;[\ & 





;9  ( $
 $}
  Q#

/ :-
\( 

 


 & fornecedor. as muito concretas, tais como a estruturação


(
;9G ( <;[\   - = ((

<;[\ = 
 
" de projetos, a otimização de sistemas de in-
ponibilização de dados para o operador per-  (  (  - formação, a aplicação de normas e padrões,
 '(  
>   - 

 
  
 
&
 e outros, e que permitem às empresas tirar
j 
 
 '(  (   '( j 
 


 ainda uma maior rentabilidade das soluções
 (    
(
 )* $` G†"  
   

9 

W 
 <;[\
 + 
 | 

 (
G j" - lado do cliente, escutando as suas necessida-


 
 

  )* $` 

 K´&G  ( 
 des e dando respostas concretas permitiu ter
como a flexibilidade da produção de lotes de &
&
 ( 
j
 ( uma visão global daquilo que será a indústria
apenas uma unidade e a transmissão dos da- unidade de produção: a instalação pode ser no futuro.

  

(





WP |[ (+&  ,(
 (

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   $


$ 
 &

  G-  
 (
   ( 

 [
longe daquilo que se faz lá fora, têm-se dado
chitectureJ V
 ( 
&
 "
 mesmo tempo, os módulos de produção do alguns passos no sentido da adoção do con-
de manutenção e a vinculação de dados de 
j
<;[\ 
  
+
 ceito da Indústria 4.0, sendo os mais visíveis a


k , '(" 
- 


 

(+
j
 9
- parametrização, a virtualização e consequen-



(
     

  


G 
 + te validação dos projetos durante a fase de
Através de um dispositivo móvel, os en-  (+
j
G

 



desenvolvimento”, colmata.

  (

 (  ;9 


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, S2
M^;
forma online todas as informações de contro- 
 
(
  G
   
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[
  )-
 [  
  )* $`
Esta sociedade anónima tem, atualmente,
35 membros incluindo empresas bem como
(>  &
 * \
2  K´& `D…G S2
M^; apre-
sentou uma unidade de produção modular e
 &"


  '( ,(
 -
dividuais com diferentes arquiteturas de con-


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'(-45'+>-'+*-9'-)*+*U+!11 QQQ1&&")*/)*7+1'OQQQ1)'(*1'

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|h
86 informação técnico-comercial

calhas técnicas da OBO


BETTERMANN com
superfícies antibacterianas
As calhas técnicas Rapid 45
e Rapid 80, com superfícies
antibacterianas, foram
desenvolvidas utilizando
as últimas descobertas da
pesquisa sobre acabamentos
antibacterianos.

O tratamento antibacteriano das superfícies    &')*))*6(6&)*)/)+&)%-(70-*-:'#ZYZYEE:2J[[8<+-)&'(>--&


é um método altamente promissor de com- &')+89-)*<-)+*f&/)&%ZYZYEE:2J[[g1
+ +  
G 
(,

médicos e lares. Com base em décadas de
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G
BETTERMANN desenvolveu um processo na superfície. “Nós usamos somente aditivos consultórios médicos e lares de idosos.
 +
'( 
 (
*
 de iões de prata testados e produzidos pelo [   + 
+       ŒŒ‚ nosso fornecedor. Estes são inofensivos para WhWG 
(  "
G 
-
<  " 
 &  "
G (- as pessoas, para o ambiente e foram apro- das de forma normal: tomadas, conetores de
 
   
  '(  (- vados para uso com alimentos”, explica Ber- dados e pequenos comutadores podem ser

 "  
G '(
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G  + 
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G
 G 
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  cores e com os respetivos acessórios. Testes
à eletricidade e dados.  G 

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 ( revestimento antibacteriano.
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G   Œ`` ```  
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pelo menos 30 000 pessoas morrem destas
anualmente. “Tocar numa maçaneta de porta

  $  $ $
 
-
ciente para transmitir germes‘G  h
S G ]
  
(

 S    '&)&&@)?'++)?+)+)7/)*)%-(70-*-ZYZ)&-7')4(&9*
 P
(
 P+
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TERMANN. “E, portanto, faz sentido para evitar
a propagação de agentes patogénicos no inte-
rior e em superfícies. Esta ideia foi o que nos
levou a dar um acabamento antibacteriano às

  5 Z$ “^  Z$ ‚Y+"

CALHA TÉCNICA EM
PLÁSTICO COM SUPERFÍCIE
ANTIBACTERIANA
W  
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  V(
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perturba a função das membranas celulares, '+)45)(*/+45f&/)&%F*3)J=g1

www.oelectricista.pt o electricista 57
informação técnico-comercial 87

CALHA TÉCNICA EM ALUMÍNIO


E AÇO COM SUPERFÍCIES
ANTIBACTERIANAS
[

"
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  "
G

&

 

  (


(
(
 
(
G     

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+
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o processo de produção um aditivo, também
com base na prata, é colocado também no
revestimento em pó. Este aditivo pode reduzir

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(
+
  ŒŒ‚ [ 
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  +
 (G )-*(+&0-f&/)&%T'-VF-Tg1
 
+(     
 ( -
nio permanecem resistentes à corrosão por
muito tempo. inclusive se são limpas usando desinfetan-
tes aprovados.

 
  
> 
+
DURADOURA PROTEÇÃO CONTRA produtos OBO para instalações de cuidados
GERMES    8J)&'+)94F*3)0&'+-)+(-)*-  * 


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"
G 

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nica Rapid 45 ou Rapid 80 com superfícies
+ j(    
-

  [ (
  vencional, de simples limpeza, a proteção $ $*&&*>-.nn ? - "   ("=


 (
  "  
incorporada nestes produtos dura não ape- *"L / )

médico e quartos de pacientes ainda mais  ( ( 
  
 $ 
- E)(1%K L$M$NML MMO;A%K L$M$N$L$!MN
(
 [

"
  

- ras por dia. O efeito dura por muitos anos, *8R<1'OQQQ1<1'

|h
88 mercado técnico

Disponível na RS a nova série de osciloscópios ta especial atenção em criar um sistema intuitivo, de maneira a
TBS2000 da Tektronix  
 & 

   >
( '(
G
:F&'*)* de forma simples e intuitiva: toda a informação foi devidamente
E)(1%K L$#$M PO;A%K L$#$M # sub-dividida de forma ao cliente ser inicialmente confrontado com
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ciona mais quantidade de sinais, oferece 10 divisões verticais e  
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(G datacenters, e outros em que a
nal que outros osciloscópios similares. Também um comprimento 

  (  &  '( [ ( (-
 
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G 
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 [ ¢+   &  (
   
-
um controlo remoto simples com a interface LXI.  

 


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Zeus 5: todas as suas estações e/ou processos


à distância de um clique Produtos WEG de alta eficiência equipam fábrica
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E)(1%K L$ML #$##LO;A%K L$ML #$##L$ G=)+I*U+(0-+-@F1J1
*8R3)<)*1'OQQQ13)<)*1' E)(1%K L$MMN!PPPO;A%K L$MNN!PPPNM
*8"'RQ)/1*)OQQQ1Q)/1*)V'
W ,(
  
9


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um controlo remoto de qualquer es- 
(
  
tação ou equipamento, mas a moni- e eliminar desperdícios, a
torização e controlo remoto é apenas uma das funcionalidades (  S
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  …  >
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ções mobile 
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ções. “A automação do processo permitiu a abertura de válvulas
o sistema é baseado na webG
( jG


&
  - e dampers (válvula para controlo do fluxo de ar ou pressão) com
tiva informação pode ser feita a partir de qualquer local do mundo ajustes mais simples e precisos do processo e, consequentemen-

 
k ) < 
  '((G
¢( … - 9  Q#
% 


  59 5

www.oelectricista.pt o electricista 57
P,$
de proporcionar um menor desgaste de polias, correias e
componentes elétricos, já que anteriormente os arranques
eram diretos”, explica Fleure.
W 
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 ( (

  


 `` _€ ™Um dos exem-
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 [Y ` $ ^Y `
passou a consumir 12,9 kWh, uma redução de 41%”, refere
o analista. “G •  $

  
Q#
:$ 
precisa relativamente a prazos, padrões e qualidade, o que
permitiu o sucesso do projeto”, avalia Fleure.

Unidade de alimentação regenerativa


MOVIDRIVE® MDR 15 kW
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( 
-
nou uma nova unidade de alimenta-

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  D… _€ k ( 
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equipada com a função adicional de
“módulo freio”, que substitui as resis-
     

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  (-
 

(  
G ( 
 
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 &

    
  
  
 D… _€ [ 
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função de “módulo de freio” permite que as unidades deste


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 &G '( (  

 
alimentação, é aplicada à unidade.
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  -
 


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 ™módulo freio” permite assim o





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G 
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G   ‰`‚  
do motor pode ser recuperada. A utilização de unidades de

& +  &
 -

 

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90 mercado técnico


  
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G

 

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por esses dispositivos implica custos e investimentos relaciona-   
j(
 "
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dos com o arrefecimento e com o dimensionamento dos quadros. [ 
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2V    & 



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( +
&
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removida e reinstalada antes e depois do transporte do quadro. 
 

 9 ‡ ‡ 
 & W  
-
9 G 

    



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juntos de armários com sistemas de barramento continuados”, diz
elétrico nem sempre é possível em ambientes onde existe risco S  <+G ]
  
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design ex- '(
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muito os custos e investimentos associados à instalação, ao espa- 
 "(G    (  Z
 
ço requerido e ao arrefecimento do quadro elétrico. Z
 
 ( 


 
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 "
 
   
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lados da permuta de calor.
Schneider Electric lança kit de montagem [   

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;P )(  &-
embutida para botões Harmony  
 
'(  &

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F-7*))+()-+-+/(  

   G
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-
E)(1%K L$M$PLP$O;A%K L$M$PLP$$ tes nos custos. O controlo de velocidade opcional dos ventiladores
'"-&*--R-7*))+")()-+-1-&OQQQ1-7*))+)()-+-1-&V'  '(
 &  ( 

  (
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W 
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;P  +
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'(
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(  '( 
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 <|[  
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o novo kit  

embutida para os botões
K
M šh$  šh… =- VOTANO 100: portáteis testes de precisão
senvolvido para valorizar o design dos painéis de controlo e das dos transformadores
"'(G  
&
,
j(  
    Z2:Z[E)-7*(/)'k@F1S1
botões, manípulos e sinalizadores. O kit  
 +( E)(1%K !N$LM!M#O;A%K !N$L $L
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M  
 (  &  QQQ1&-+*1
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G * 
w
alimentar, materiais de construção e de manuseamento de materi- W 
&
ZWB[\W D``  W9)PXW\  (
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O kit K
M  
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 &   ma de calibração que combina a mobili-

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 precisa de transformadores de tensão
 
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nova estética mais distinta e funcional. A instalação é simples e tensão nas redes de fornecimento de
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  ( -
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"
  

upgrade do painel. Os custos & 



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 "  
cionais, necessitam sempre de equipamento de teste muito com-
dos equipamentos de controlo e módulos operativos. V
 

 
 


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Quadro S104 com nova embalagem
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 - EDMI+<45)2)+((0-+-@S1
preendimento: um sistema de testes com uma elevada precisão E)(1%K L$MMN!P#$PO;A%K L$MMN!#L$!

"  
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saliente para 4 módulos foi me-
Nova gama de descarregadores V20/V50 
 
( design foi refor-
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-
E)(1%K L$M$NML MMO;A%K L$M$N$L$!MN ções comuns e correntes, dispõe
*8R<1'OQQQ1<1' +  ( ,
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depois de lido com o smartphone permite ao instalador ter acesso
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  V Iluminação portátil de trabalho SONLUX
modular com dispositivo de se- (d=(6*@()-+-)@F1J1
paração dinâmico e indicação E)(1%K L$M$ MM !O;A%K L$M$ MM !$
visual ótica e assim, os descar- *8R'(d/(6*1'OQQQ1'(d/(6*1'

  
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zonas de acidente ou avaria.

 
  
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o que dispensa a utilização de fusíveis de proteção. As tensões 
  
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www.oelectricista.pt o electricista 57
mercado técnico 93

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e ferrovia. do processo industrial.
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Porquê utilizar um relé inteligente para fazer  S  

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a gestão de motores? dos motores, o mesmo pode transmitir continuamente uma ampla
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medidas apropriadas, ou limitar os seus efeitos, aumentando a
Com o passar dos anos a necessi- disponibilidade de serviço.
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consequentemente a necessidade de troca do mesmo, o que pro- 
 


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vocaria um custo adicional com a aquisição de um novo motor 
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94 mercado técnico


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(
 

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WEG anuncia aquisição da Bluffton Motor Works 
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 netores de distribuição de potencial. O novo sistema de controlo de
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   ,
tores elétricos com sede na cida-  +(
  
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de de Bluffton, Indiana, nos Esta-

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   Material iglidur® F2: o material ESD evita
na produção de motores elétricos descargas eletrostáticas

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  … PZG

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dustriais, equipamentos para comércio e serviços, bombas e ven-

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metros quadrados e conta com cerca de 400 colaboradores. Em G  "

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maxGUARD Weidmüller: controlo inovador (® disponibiliza o material
de distribuição de tensão 
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G)&H(()+IF)&)*)+8-)@F1J1   (® é adequado, so-
E)(1%K L$M$!!LN$N$O;A%K L$M$!!LL#P$ +(
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funcionamento. Como parte do (
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e distribuição de potencial, que economiza tempo durante a instala- forma, os clientes podem produzir os seus próprios componentes

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  …`‚ A par das suas caraterísticas especiais, o novo material apre-
W V]|[X=  
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  ( ®. Não necessita de
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www.oelectricista.pt o electricista 57
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ves, resistentes ao pó e isentos de corrosão, funcionam mesmo G +
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Estabilizadores VolltronikTM XL +}

  

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G (
ou nevoeiro. Este produto pode ser aplicado no controlo do nível de
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(   
   -  
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(    
  
 de material, e ainda no processamento alimentar e bebidas e nos
atenderem às necessidades reais dos seus   


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(
 [  Z

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  (
   
G
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 (- Hermes TCR-200: autómato/controlador

( 
   ,

( - e datalogger GSM/GPRS com interface
fícios, onde os equipamentos, quer pela sua ModBus RS-485
quantidade, quer pelo seu custo, quer pela complexidade das ope- j)<)*"F)&()-+*-@S1
rações envolvidas, devem ser mantidos em condições operacio- E)(1%K L$ML #$##LO;A%K L$ML #$##L$
nais ótimas para evitar custos, danos materiais e interrupções de *8R3)<)*1'OQQQ13)<)*1'

(
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 =>  permite a automação e monitoriza-

 
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   "
G 
(> (
 nas. A automação e supervisão remo-

 &  &" (+      ta são muito simples e podem ser
 +  +
 
 
 
 efetuadas a partir de telemóveis,
smartphones, tablets
( PG -
 > '(  ( 
 (&
 

F.Fonseca apresenta soluções para deteção 
 
 G (&
 
G ,-
e medição com os sensores ultrassónicos Sick cos, dados, dataloggerG 
(

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 (  

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E)(1%K L$M !  NO;A%K L$M !  N$  WG [
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 ˆ    $  ,G $    
V;;*)-1FJ1F(-)1)1D*/+ e ainda interface XS $ˆ… 9
+( XB| '(   


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    G  

 " 

O som é um fenómeno natural sistemas de automação que utilizem esse protocolo de comuni-
que nos fornece informação do 
 = ( *   G  
inter-
nosso ambiente sem contacto face XS$ˆ… 9
+( XB|G w  ( (


 


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 +

 
  
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elevadas. Os sensores ultras- seu datalogger 

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tos e distâncias são detetados   * 
 

 (
-
e medidos de forma precisa, 

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( 
  "'(G 
 
G &

com uma ótima supressão de fundo e elevada imunidade a interfe- G 


,
  
G 
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 software  
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com base nas necessidades da aplicação. Os sensores ultrassóni- 
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particularmente difíceis para sensores óticos. As condições am- 
  
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até 8 metros.   +(


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Novos ATIs ITED 3.ª edição, da TEV


EDMI+<45)2)+((0-+-@S1
E)(1%K L$MMN!P#$PO;A%K L$MMN!#L$!
&+T)*/R)61'OQQQ1)61'

[  B<Z 
  


)B<=G 
+

 
-
&
 [B) H 
 ( -
mas, com dois tipos de design e
quatro dimensões distintas, dei-
xando aos técnicos a seleção do
modelo mais adequado à instalação em causa. Em insta-
lações onde a espessura de parede disponível para a colo-

 V j (G   <[B)   

ideal. Além de poder combinar com o quadro de distribui-

<H$=G  V    D`Π  
-
fundidade de parede para ser instalada.
[  [B) 9  k ( 

 -

J 9G 9H  9$G  >  $H…²……… G
435*680 mm e 435*805 mm, com uma profundidade de
D…  )(   '( 
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 ‰ -
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+  $ P+
P
V  
 $   P
-
+  $ P+
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 (   ,
  


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( 
 
j  
[B)
às suas necessidades.

PTI – Ponto de Transição Individual


\FSI2)+((0-+-@F1J1
E)(1%K L$M$! !!PO;A%K L$M$! L $L
E(&1%K L$N !NNONMP PN
*8R^("*(*)1*)OQQQ1^("*(*)1*)

Especialmente concebido
  +
G  {S; U
Material Eléctrico apresenta

B) '( 
  

em zona coletiva ou em

 &(   
H 

 PG PP  2WG
tal como centraliza os cabos
   

 
&   
&
ou operador.
[ +(
   &  
 PG
CC e FO no próprio corpo, complementa-se com a dis-
tribuição de telecomunicações pelas TT da fração, atra-
& 
 +
  PG PP  2W 
 
PS < 
G
por sua vez, terminados por conetores RJ45, Conetores
 P


2    P

 SPw[P P

ainda com entradas laterais amovíveis compatíveis com
 wJ ` V D`G H` V D`G … V D%G $` V D%G … V
…G $` V …  (+
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paredes.
98 mercado técnico

CIBANO 500: melhorado suporte de testes 



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de disjuntores turbação da rede.
Z2:Z[E)-7*(/)'k@F1S1 < 
+



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,(
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9šXˆDG 

E)(1%K !N$LM!M#O;A%K !N$L $L disponibilizadas soluções otimizadas do ponto de vista dos custos
QQQ1&-+*1    
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 (  '(  -
 
    - 
'( [ S<€w<|XW=X)Z<   
(
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pacidades de teste do seu siste- e económica para cada sistema de alimentação. Os dois módu-
    j(
 P)h[- 
 

 & 
  
  …` _€  %… _€ 

NO 500, a OMICRON lançou dois &
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9WZ)[š)S®.
novos acessórios que suportam

  
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  RS distribui os indicadores luminosos Halo LED
 

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 Série QH da APEM
utilizadores podem testar todos parâmetros importantes dos :F&'*)*
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j(
 
  
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IOB1 oferece 6 canais de entrada e de saída para o CIBANO 500, e
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k 
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dem ser utilizados para uma leitura sincronizada de contactos au- 
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 fabricante mundial de interfaces K9) W


 
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  (


 
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mais do que seis contactos auxiliares devem ser medidos em si-  G   +

multâneo. portas e sistemas de automação. A série
’K  ( design atrativo, uma resposta
&( (&  (    ( ;<= 
Módulo de regeneração de potência: , '( W ( 
(
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MOVIAXIS® MXR81 montada facilmente como um indicador de estado para o uso inte-
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E)(1%K L$M $MNPO;A%K L$M $M #L 
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w  
+ 

uma ampla variedade de botões de pressão, incluindo anti-vanda-
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( - 
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&
 [  "    (

tema de servo-controladores multi-eixo &"G  
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9WZ)[š)S® com o módulo central de re-    
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  ( 

-
de uma solução de custo otimizado para 
 
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(     
 
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 ’K K
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 &G  funcionamento com temperaturas de -40 até +70° C, profundidade
&
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(
 

 " 
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 ( 
 

  >  +
 ‰ [€] |;D`‰D `` 
atenção no processo de desenvolvimen-
to do sistema de servo-controladores
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9WZ)[š)S® W (
  
+   Avião recordista mundial faz primeiro voo
   
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 &  F)&)*@F1J1
(

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acionamento e, com isso, reduzir custos. QQQ1)&)*1'
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  S
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 desenvolveram um novo tipo

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 - de motor elétrico que, com

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  ,(
 
( 
  …` _G
-
em forma de bloco MXR81. Este novo módulo conta com compo- nece um output contínuo de
  (


 


 
  (‡ <   ‰` _€ U 
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solução tem também componentes mais pequenos, que reduzem zes mais do que os sistemas


 
"
 


 W ,(-  

 
"-

  
  
  

 
 + veis. Este sistema de propulsão recordista completou com suces-
nos requisitos e caraterísticas da rede elétrica. O módulo MXR81 

( 
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fornece corrente em forma de bloco no sistema de alimentação SO KG 
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enquanto o módulo MXR80 fornece corrente sinusoidal sincroni-   
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standby ou quando o  &

  
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www.oelectricista.pt o electricista 57
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100 mercado técnico



 

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mens e a Airbus vão usar este motor como uma base para desen-   
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 ™Até 2030, esperamos ver voos iniciais com até materiais como ar ou óleo. O G† Š 

, incluindo
100 passageiros e distâncias de cerca de 1,000 quilómetros”, expli- o componente adicional G† 
G
 
  
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“Este dia mudou a aviação‘G  2_ [
 ™Esta é a pri-  '( 

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  &
&-
meira vez que uma aeronave elétrica desta classe voou.” A Extra mento podem rever os esquemas ou, por exemplo, o comprimento
330LE, que pesa quase 1,000 quilos, serviu como modelo de testes 
   ( B+ 
 ( (



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( design. “O primeiro voo  
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do nosso sistema de propulsão é um marco no percurso rumo à  
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cesso, precisamos de ideias disruptivas e a coragem para correr car os dados recebidos antes de serem importados. As diferenças
riscos. É por isso que o desenvolvimento de sistemas de propul- 
"  
  
+j
 
 

são elétrica para a aviação é também o primeiro projeto da nossa 
 
   

  
&
 
w-
nova organização dedicada às Startups, a next47‘ [ S " 
     )
  ( &

determinada em fazer dos sistemas de propulsão elétrica para a 
 
  
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   + simplesmente importar utilizadores existentes para uma infraes-
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 S’;
  
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QQQ1&&")*/)*7+1'OQQQ1)'(*1'
Controlador de temperatura Higienic Design
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  :(+/(
J 
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E)(1%K L$MLP#M$O;A%K L$MLP#M$N
software <;[\ ™falava” *8R+(1'OQQQ1+(1'
apenas 17 idiomas. Com
 
& &
‰G
(- [     *
co foi adicionado aos   ( S 
idiomas do software até componentes que são usados em tais

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de de exibir o estado do terminal atual tal como representado no As caraterísticas do novo permu-
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 (- previne a contaminação entre o invólucro do permutador de calor

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Steinel lança na Light & Building 2016 uma


nova gama de projetores profissionais:
XLED PRO Wide e XLED PRO Square
+*IF(4C)E)-*(/-@S1
E)(1%K L$M !!#! $O;A%K L$M !!#!
'+*R'+*1'OQQQ1'+*1'
V'+*(-))-*(/-1'+*

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determinado ponto; a placa de
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š;J š;<= XW
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  $ˆ € U $$``  U Œ €

SLIM: barreira de segurança da Datalogic


Y+)&+J&45@F1J1
E)(1%K L$M !   MO;A%K L$M !   M#VN
E(&1%K L$N NNNMMMM
<+)&+R<+)&+1'OQQQ1<+)&+1-&

[ 
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G

 
 pigtail e uma
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  H`  

( 
(
  "'(
onde a economia de espaço e a
simplicidade são os principais re-
'(
 P + S;)9  V-
pansível e podem ser adicionadas até 3 unidades em cas-
  
   
 
 [

(
 (> +" restart manual e moni-


 
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G 
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 ( (
 "  " [  > 
102 mercado técnico

3 resoluções diferentes, uma oferta de soluções que podem ser  D‰ 


( 
   
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  (

  35 mm [   V <Œ`  {S; 
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J wD` Û F……# P} K(J D… Û *8R<1'OQQQ1<1'
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as dimensões pequenas “Slim‘J D… V H }  de 5 pinos; blica mas os seus altos postes são dupla-

+
 &  + 
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} D$G mente ameaçados, tanto pelos raios como
$  H$   
(
} H$ (  

  
  
+>     
-
modularidade de 30 mm; 3 dimensões diferentes de suportes; Li- ção dos controladores eletrónicos sensíveis

   H (} Restart (
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 (
 
(
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} Display ;<= 
 rior e de exterior, a OBO desenvolveu um
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 indicada para proteção de componentes eletrónicos muito sensí-
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Ligadores para caixas E90 de elevada capacidade 
 ( W 
 ÝS9w;<= H`   V-
de conexão  
 
 
  

 
G 
 

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E)(1%K L$M$! !!PO;A%K L$M$! L $L
E(&1%K L$N !NNONMP PN
*8R^("*(*)1*)OQQQ1^("*(*)1*) Apresentação geral da representada
DERANCOURT
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(  ; F h(- *60-*-I2)+(()-+0-*-@S1
G  2_ (G (  E)(1%K L$_MMN_! _PPO;A%K L$_MMN_! N_PPN
(  PV <Œ` - /)+(R*6)-*-1'OQQQ1*6)-*-1'
(
=)\ $D`G  D 

( 
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te à capacidade dos conetores     (   -
  j(
 
(
  
      
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& 
 [  
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  (  DŒ‰Œ 
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( =
(G &
&(  (
  
G 

atividades para oferecer aos seus clientes
aceitar condutores com esta (   
(

 

"
(   j(
&
 
  
(
  
 & [ =<X[\PW|XB 



 

 
(
  D‰ G 
(
  … seus produtos de fabrico próprio com uma
mm com condutores de 4 ou 6 mm 
(  j(
 
(
   
(
   V
 


 
 -
( 
 
  vidade, selecionados pela sua qualidade e pela sua conformidade
Os elementos condutores destas novas placas são fabricados 
  
  (
  &

    +
  

   DD…`# P (- [( 
  =<X[\PW|XB 
+   -
 Œ` (
  
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alimentação de equipamento de “sobrevivência” nas instalações  +
 
   
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(  +
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+  
 
  +
+ 
 
  [ B
  "(G   +



 
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  (
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    {``wh2  {S; )-  
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www.oelectricista.pt o electricista 57
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104 mercado técnico


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  (>G 

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 -

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(    …… [  … [G & <
  
  &
  
 
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¢
SSG  
  G ( ( 
j(
&

rial para proteção da avifauna em diferentes tipos de instalações. 
  
  ,
 (
  

W 
(
  +
 =<X[\PW|XB '( 
 
- mais diversos tipos de aplicação. Encontram-se disponíveis nos

 
  
 




 
 +
,
 -

  (
(    D… [  …` [G &
 
 

(

G  =<X[\PW|XB > “Com a atualização da gama Zelio Relay, a Schneider Electric dis-
de meios de controlo e ensaio para executar os ensaios de tipo, de ponibiliza uma oferta abrangente no que diz respeito à tecnologia
   
 (  
(

j(
 
 de estado sólido. Sendo que esta tecnologia permite a comutação
)<P <\ ‰`Œ``G \2 %$ $``G 
j(
 
 ‡
  \
- rápida e de alta frequência, a precisão no controlo de máquinas
 )SW ‡  G 
  
  e uma vida útil praticamente ilimitada, a gama Zelio Relay é, sem
 
 ,
  +
G 
(
 duvida, a melhor opção para aplicações nas áreas de packaging,
plástico e borracha, têxteis e indústria agro-alimenta‘G (+
2
9
G ]
  
(
 P


G S
 =-
Ventilador fotovoltaico industrial da Chatron 
 S < 
( W 
&
  ¢
XM 

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(
 ] (™G 
   

 

E)(1%K L$ML!PM###O;A%K L$ML!MLPN!  
  *G 

 |;G PS[
( <[P [ ] (
QQQ1-7+*1'  ( 
  S < '( ( ( &




+G  




Estes são ventiladores indus-
triais de elevado rendimento

    - General Cable participou na construção do maior
ção em qualquer cobertura. túnel rodoviário da Península Ibérica
=w  ( =)*)+(<()+/(
caraterísticas: persianas au- E)(1%K L$_M$N_P#LO;A%K L$_M$N_MP$N!M

" 
 
&- *8R/)*)+(-<()1'OQQQ1/)*)+(-<()1'

G G 
(V
 }

 w&+,} 
 "&   


}
+- [ ] P+G  
-
(
  (   +  &
'( + (
- tor do fabrico de cabos a nível
 

'( 
&
   
 &  - mundial, participou na maior obra
G &
   (&  
} (+  *+ 
(  
 *




 

G "&  "&  
- 
  
(G
B* 
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 "
} 

 
  P
 P
 ( 
 
G
 

*   -


‡ )……  

 P 2} 
 - ( )+ 
 …G‰ _G &
  



 
+(}  ( ( "V  do fornecimento de cabos ao seu
utilização de 50° C. Este ventilador fotovoltaico industrial é o mo-  S
 ](
Z W B* 
9
 ( * 

-

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 ( (+  ‰`` G ( (  Œ‰…` 3G &"

 (
  [  Z XG &-
X9  Œ``G ( 
  `G… &G ( 
 $ Z=P  
 S 
9
G 
'( k (
 [$ 
 H… '(
 W kit é composto pelo ventilador, os painéis 

 [ 
 ((


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fotovoltaicos e a estrutura do suporte. [ ] P+
(
+
 9 B
 
K®G  DˆH` _Z   +
  hV B
 
<V®  S(
®  `G‰D _Z \





Schneider Electric expande a sua gama de relés ` _  +
 K®    D‰` _ 
 +
 <V-
de estado sólido Zelio lent® 2š¢D  G   S(
® 2S¢D    2š¢D   W +

F-7*))+()-+-+/( 9 B

 (
  (  

 
 
E)(1%K L$M$PLP$O;A%K L$M$PLP$$ 


G  
(
 

 
*
'"-&*--R-7*))+")()-+-1-&OQQQ1-7*))+)()-+-1-&V' para uma posterior alimentação à rede de Baixa Tensão. Na instala-
ção de Baixa Tensão, os cabos utilizados serviram para a distribui-
[ S < V(   
  
   (
G &
G  
¢
™ com a inclusão de produtos ino- (  


 
(> W 
,
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 P
  
 
&
    <WS 
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XM   ( <  `D$ \


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lés de estado sólido compactos e ino- [
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" 
 
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 W 
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 ¢
-  ,  ((

 

w
G
mitem todos os tipos de interfaceG 


 
(
 G [,
P
G 


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ligação rápida, confortável e, acima de tudo, segura ao resto do país
ideais para quadros onde o espaço é uma questão fundamental. e à rede viária europeia”.

www.oelectricista.pt o electricista 57
mercado técnico 105

Estabilizadores de tensão VolltronikTMXS Guias lineares com fixação contínua


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E)(1%K L$MM# LO;A%K L$MM# PM para ajustes de posição
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106 mercado técnico

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www.oelectricista.pt o electricista 57
|h
108 mercado técnico


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|h
110 mercado técnico

Válvulas borboleta: instalação e seleção  


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artigo técnico

Componentes eletrónicos
5. O Condensador duras do condensador e o gerador também
não poderá existir movimento de eletrões.
Constituição
O condensador é um componente eletrónico passivo, capaz de armazenar carga elétrica, e
constituído por:
– duas superfícies condutoras – armaduras;
– uma substância isolante – dielétrico.


   
Formadora nas áreas de Eletrónica,
pauladomingues47@gmail.com

Paula Domingues
Figura 12. Condensador.

210
113
Existem condensadores cujo dielétrico pode ser constituído por ar, vidro, papel parafinado, Figura 14. Carga e descarga do condensador.

3.º Trimestre de 2016


electrónica 03
polyester, material cerâmico, óleo, entre outros. As armaduras poderão ser de alumínio, esta-
nho, ligas de estanho e chumbo, prata, papel metalizado, entre outros. No processo de descarga do condensador,
a tensão diminui progressivamente até che-
Funcionamento do condensador gar a zero. A corrente elétrica atinge um va-
Ao aplicar uma tensão contínua aos terminais de um condensador podemos verificar que, lor máximo no instante de descarga inicial
ao fim de algum tempo, este ficará com as suas armaduras carregadas – dá-se a carga do que vai diminuindo até chegar a zero no
condensador. final da descarga. Porém, esta corrente elé-
Ao desligar a fonte de alimentação, se unirmos os terminais do condensador através de trica tem um sentido contrário ao sentido da
um condutor verificamos que as armaduras vão descarregar-se rapidamente, ficando com corrente elétrica no processo de carga.
uma carga nula – é a denominada descarga do condensador.
Graficamente podemos representar a curva de carga e de descarga do condensador. Velocidade de carga e descarga
do condensador
É definida uma grandeza que se denomina
de constante de tempo e se representa pela
letra grega τ (tau). O tau, ou a constante de
tempo de um condensador, corresponde
ao tempo que o condensador levaria a car-
regar se a sua carga fosse constante e com
uma corrente de carga sempre igual a Imax.
Esta constante de tempo pode ser calculada
através da expressão:

Figura 13. Carga do condensador. τ=RxC

Durante a carga do condensador, a tensão aos seus terminais aumenta, enquanto a corrente que Em que:
o percorre vai diminuindo. Quando o processo de carga está completo, o condensador tem nos τ = Constante de tempo (segundo – s)
seus terminais uma diferença de potencial igual à diferença de potencial do gerador e a corrente R = Resistência elétrica (ohm – Ω)
elétrica é, neste momento, nula. Repare que, se já não existe diferença de potencial entre as arma- C = Capacidade (Farad – F)
artigo técnico

Os condensadores polarizados têm sem-


pre identificados os terminais.

Figura 15. Descarga do condensador. Figura 16. Identificação do terminal negativo no con-
densador eletrolítico.
O valor da constante de tempo será sempre inferior ao tempo real de carga do condensador
e corresponde ao tempo necessário para que o condensador fique com 63,2% da sua tensão
máxima. Esta constante de tempo é igualmente válida no processo de descarga.
Um condensador está carregado ao fim de 5 constantes de tempo, ou seja, 5τ.

Capacidade de um condensador
Nem todos os condensadores armazenam a mesma carga elétrica. A carga elétrica que pode ser Figura 17. Simbologia do condensador polarizado.
armazenada por um condensador depende de diversos fatores, nomeadamente:
– Da tensão elétrica aplicada aos terminais do condensador; Condensadores não polarizados
– Das caraterísticas do condensador (dielétrico utilizado, espessura do dielétrico, área das Os condensadores não polarizados podem
armaduras, …). ser de mica, de papel, cerâmicos, de baque-
lite, de ar, de vidro, de polyester, de tântalo
A capacidade, C, de um condensador pode ser calculada através da seguinte expressão: ou, embora menos frequentes, eletrolíticos.
Estes condensadores não têm os seus ter-
Q minais diferenciados e, por isso, podem ser
C=
210
114

U ligados no circuito sem respeitar nenhuma


Em que: ordem.
electrónica 03
3.º Trimestre de 2016

C = Capacidade (Farad)
Q = Carga elétrica (Coulomb)
U = Tensão elétrica (Volt)

Para um condensador plano podemos ainda calcular a capacidade do mesmo, através da


expressão: Figura 18. Simbologia do condensador não polarizado.

C = ε r . ε0 . S Da mesma forma que existem potencióme-


d tros ajustáveis e potenciómetros variáveis,
Em que: existem também condensadores variáveis
C = Capacidade (Farad) e condensadores ajustáveis, conforme de-
εr = Constante dielétrica relativa (sem unidades) monstra a Figura 15.
ε0 = Constante dielétrica absoluta (Farad/metro)

ε0 = 8,85 x 10-12 F/m


S = Área de uma armadura (m2)
D = Distância entre armaduras

Polaridade do condensador
Os condensadores podem ser polarizados geralmente com uma capacidade mais elevada, Figura 19. Condensador variável . Condensador ajustável.
ou não polarizados geralmente com uma capacidade mais baixa.

Condensadores polarizados
Os condensadores polarizados são, geralmente, eletrolíticos ou de tântalo e requerem al-
gum cuidado na sua montagem prática. Sendo polarizados têm um terminal positivo “+”
e um terminal negativo “-“. É fundamental que esta polaridade seja sempre respeitada no
circuito, pois se assim não for, o condensador poderá rebentar e, além de danificar o circuito Figura 20. Simbologia do condensador variável e do
poderá magoar o utilizador. condensador ajustável.
artigo técnico

Aplicações do condensador Atenção!


– Eliminação de ruídos; Na associação de condensadores, a tensão
– Correção do fator de potência; de rutura de cada condensador deve ser
– Acoplamento ou desacoplamento de circuitos; sempre igual. Se tiver que ser diferente, a
– Filtragem de determinadas frequências; tensão de rutura de cada condensador deve
– Bloqueio da componente contínua de um sinal; ser sempre superior à tensão que vai ser
– Armazenamento de cargas elétricas; aplicada aos seus terminais.
– Entre outras.
Caraterísticas do condensador
Como pode avariar um condensador – Tensão de rutura (UD) – é a tensão ca-
Um condensador pode: paz de provocar uma faísca através do
1. Ficar em aberto: isto acontece quando o condensador fica completamente seco; dielétrico, originando a sua rutura e con-
2. Ficar em curto-circuito: quando um condensador fica em curto-circuito esta avaria sequentemente a inutilização do con-
pode ou não ser visível. O condensador pode inchar se for eletrolítico, ou pode ficar densador;
visualmente igual caso não seja eletrolítico; – Capacidade – é a aptidão que um con-
3. Ficar com falta de capacidade: avaria mais frequente nos condensadores eletrolíticos. densador tem de armazenar cargas elétri-
cas. A unidade de medida da capacidade
Como testar um condensador é o Farad;
Podemos medir um condensador com um capacímetro, aparelho de medida que mede – Rigidez dielétrica do isolante (K) – é a
a capacidade mas nem todos os multímetros têm a função de capacímetro. Quando isso tensão de rutura por unidade de espes-
acontece podemos testar um condensador com um simples multímetro na escala de sura do dielétrico;
ohmímetro. Para isso basta colocar o multímetro na escala de ohmímetro e colocar as – Tensão de serviço – é o valor de tensão
pontas de prova do multímetro aos terminais do condensador. No caso do condensa- que o condensador pode suportar, per-
dor ser polarizado é fundamental respeitar a sua polaridade. manentemente, sem deteriorar o seu
Se a resistência do condensador for infinita significa que o condensador está em isolante.
bom estado, uma vez que é a resistência elétrica do seu dielétrico. Quando a resistência

210
115
medida for nula, o condensador está em curto-circuito. Cálculos
Tensão de carga do condensador

3.º Trimestre de 2016


electrónica 03
Associação de condensadores - tc

Os condensadores podem ser associados em série ou em paralelo. VC = VG (1- e τ )

Associação de condensadores em série Tempo de carga do condensador

VC
tc = - τ . loge (1- )
VG

Tensão de descarga do condensador


-t
Vd = VG.e τ

Tempo de descarga do condensador

1 1 1 1 1 Vd
= + + + ... + td = τ . loge
Ceq C1 C2 C3 Cn VG

Corrente de carga do condensador


Associação de condensadores em paralelo
- tc
VG τ
ic = e
R
Corrente de descarga do condensador
-t
VG τ
id = e
R

Código dos condensadores


Da mesma forma que existem valores base
CT = C1 + C2 + C3 + Cn de resistências, o mesmo sucede com os
artigo técnico

condensadores. Existem valores básicos e os Tabela 1. Valores básicos de condensadores.


respetivos múltiplos e submúltiplos.
Assim, considerando o número básico VALORES BÁSICOS DE CONDENSADORES
10, por exemplo, podemos encontrar con- 10 12 15 18 22 27 33 39 47 56 68 82
densadores de 1 pF, 10pF, 100 pF, 1 nF, 10 nF,
100 nF, 1 uF, 10 uF, 100 uF, 1000 uF.
Os valores de capacidade podem ser ex- Tabela 2. Código de cores dos condensadores de poliéster metalizado.
pressos de diversas formas.
COR 1º E 2º MULTIPLICADOR TOLERÂNCIA TENSÃO MÁXIMA
ALGORISMO
Condensadores de polyester
metalizado Preto 0 x1 ± 20%
Este tipo de condensador, tal como as resis- Castanho 1 x10
tências, tem um código de cores e o valor é
Vermelho 2 x100 250 V
dado em pico Farad.
Laranja 3 x 1000

Amarelo 4 x 10 000 400 V

Verde 5 x 100 000

Azul 6 x 1 000 000 630 V

Violeta 7 ----

Cinzento 8 ----

Branco 9 ---- ± 10%


210
116

Figura 21. Condensadores de polyester.


electrónica 03
3.º Trimestre de 2016

Código alfanumérico
dos condensadores
Nos condensadores com código alfanumé-
rico, o valor do condensador é expresso em
pico Farad (Figura 22).
Quando o valor do condensador é infe-
rior a 10 pF, o terceiro algarismo é o número
9. Neste caso, deve dividir por 10 o número
formado pelos dois algarismos anteriores.
Por exemplo, consideremos o condensador
que tem inscrito o número:

229 ĺ22:10 = 2,2 pF

Tolerância do condensador
Figura 22. Código alfanumérico dos condensadores.
A tolerância do condensador é indicada
pelo código da Tabela 3. Tabela 3. Tolerância do condensador.

ATÉ 10 pF ACIMA DE 10 pF

“O CONDENSADOR B = ± 0,1pF F = ± 1% G = ± 2% H = ± 3%

É UM COMPONENTE C = ± 0,25pF J = ± 5% K = ± 10% M = ± 20%

ELETRÓNICO PASSIVO, D = ± 0,5pF


Z = + 80% - 20%
CAPAZ DE ARMAZENAR F = 1pF P = + 100% - 0% S = + 50% - 20% ou
+100% - 20%
CARGA ELÉTRICA (...)” G = ± 2pF
artigo técnico

Ficha Técnica 3
Introdução à Eletrónica
6. Métodos de análise
e simplificação de redes
elétricas
Nos tópicos anteriores foram analisados cir-
cuitos elétricos com recurso ao método da
resistência equivalente, para circuitos com
apenas uma fonte de energia, e à aplicação
das Leis de Kirchhoff para circuitos com mais
de uma fonte de tensão ou corrente. Exis- Uma fonte de tensão real é composta por uma força eletromotriz (E) e uma resistência interna (ri) ligada em série.
 
 

tem ainda outros métodos para a análise e A tensão na resistência de carga (URL) será dada por: URL = E - URL
simplificação de redes elétricas compostas. Numa fonte de tensão ideal, como ri = 0, teremos: URL = E
paulo.peixoto@atec.pt

Iremos, de seguida, analisar 3 desses méto-


dos: o Teorema da Sobreposição, o Teorema Figura 34. (a) Fonte de tensão real. (b) Fonte de tensão ideal.
Paulo Peixoto

de Thévenin e o Teorema de Norton.

6.1 Teorema da Sobreposição


O Teorema da Sobreposição é, provavel-
210
118

mente, dos princípios mais poderosos na


análise de circuitos lineares. Este método
electrónica 03
3.º Trimestre de 2016

analisa a rede elétrica de forma parcial, sen-


do o resultado final pretendido a soma das
partes assim calculadas. Podemos enunciar
o Teorema como: em circuitos lineares a Uma fonte de corrente real é composta por uma fonte de corrente (I) e uma resistência interna (ri) ligada em paralelo.
tensão numa resistência, ou a corrente A corrente na resistência de carga (URL) será dada por: IRL = I - IRL
elétrica que a percorre, poderá ser deter- Numa fonte de corrente ideal, como ri = ∞, teremos: IRL = I
minada como a soma algébrica das ten-
sões ou correntes, resultantes do efeito Figura 35. (a) Fonte de corrente real. (b) Fonte de corrente ideal.
de cada fonte, independente, a funcionar
de forma isolada no circuito. tensão ideais U1, U2 e U3. Teremos assim que a corrente I1 no circuito será a soma da corrente
Para garantir a anulação da contribuição I1 segundo o efeito de cada fonte de tensão:
das fontes de energia no circuito, estas de-
vem ser retiradas e substituídas pelas suas I1 = I1 (U1) + I1 (U2) + I1 (U3)
respetivas resistências internas. Caso as
fontes de energia sejam ideias, estas devem Por conseguinte, as correntes I2 e I3 que circulam na rede elétrica irão assumir o mesmo prin-
ser substituídas pela sua resistência ideal, cípio. O sentido das correntes identificadas no circuito é arbitrário.
ou seja uma resistência nula, no caso de
uma fonte de tensão ideal e que equivale
a curto-circuitar os seus terminais, ou uma
resistência infinita no caso de uma fonte de
corrente ideal e que é equivalente a manter
abertos os terminais da fonte. As Figuras 34
e 35 esquematizam uma fonte de tensão e
uma fonte de corrente.
Iremos utilizar o circuito da Figura 36 para Figura 36. Rede elétrica para aplicação do Teorema da Sobreposição.
aplicação do Teorema da Sobreposição. As
correntes I1, I2 e I3 serão calculadas conside- Iniciaremos o cálculo das correntes considerando o efeito da fonte de tensão U1. Para tal,
rando os efeitos de cada uma das fontes de iremos substituir as restantes fontes de tensão pela respetiva resistência interna, elimi-
artigo técnico

nando assim o seu efeito no circuito. Como as fontes de tensão são ideais, a sua resistência Considerando a resistência total:
interna é nula, e assim as fontes serão substituídas por um curto-circuito aos seus terminais.
RT(U2) = R2 + (R1 // R3) = 4 + (1 // 2) = 4,67 kΩ

A corrente I2 (U2) será dada por:

U
I2(U2) = ļ
RT(U2)

12
I2(U2) = = 2,57 mA
4,67

Figura 37. Rede elétrica para aplicação do Teorema da Sobreposição (efeito da fonte de tensão U1). Pela aplicação do divisor de corrente obte-
mos as correntes I2 (U1) e I3 (U1):
Considerando a resistência total calculada da seguinte forma:
R3
I1(U2) = x I2(U2)
R1 + R3
RT (U1) = R1 + (R2 / R3) = 1 + (4 / 2) = 2,3 kΩ
2
= x 2,57 = 1,71 mA
A corrente I1 (U1) será dada por: 1+2

U 24
I1(U1) = ļ I1(U1) = ļ I1(U1) = 10,3 mA I3(U2) = I2(U2) - I1(U2) = 2,57 - 171 = 0,86 mA
RT(U1) 2,33

Finalmente serão calculadas as correntes devi-


Nota: Nos cálculos a utilização do valor da resistência em kΩ (1000 vezes superior ao Ω) originará uma corrente do ao efeito da fonte de tensão U3. A Figura 39
na unidade mA (1000 vezes inferior ao A). Da mesma forma, a utilização da resistência em MΩ (1 x 106) irá originar apresenta o circuito considerando a anulação
uma corrente em μA (1 x 10 -6). do efeito das fontes de tensão ideais U1 e U2.
Cálculo da resistência total:

210
119
Pela aplicação do divisor de corrente obtemos as correntes I2 (U1) e I3 (U1):
RT(U3) = R3 + (R1 // R2) = 2 + (1 // 4) = 2,8 kΩ
2

3.º Trimestre de 2016


electrónica 03
R3
I2(U1) = x I1(U1) = x 10,3 = 3,43 mA
R2 + R3 4+2 A corrente I3 (U3) será:

U
I3(U1) = I1(U1) - I2(U1) = 10,3 - 3,43 = 6,87 mA I3(U3) = ļ
RT(U3)

O cálculo seguinte considera o efeito da fonte de tensão U2 no circuito. A Figura 38 apresenta 18


I3(U3) = ļ I3(U3) = 6,43 mA
o circuito para cálculo das novas correntes que adotará esta configuração por anulação do 2,8
efeito das fontes de tensão ideais U1 e U3:
Aplicando o divisor de corrente obtemos as
correntes I2 (U1) e I3 (U1):

R2
I1(U3) = x I3(U3)
R1 + R2
4
= x 6,43 = 5,14 mA
1+4

I2(U3) = I3(U3) - I1(U3) = 6,43 -5,14 = 1,29 mA


Figura 38. Rede elétrica para aplicação do Teorema da Sobreposição (efeito da fonte de tensão U2).
Para obtermos o valor de cada corrente no
circuito aplicamos o princípio da sobreposi-
ção, atendendo ao sentido arbitrado inicial-
mente para as correntes no circuito:
ĺ I1 = I1 (U1) + I1 (U2) + I1 (U3) = 10,3 – 1,71 – 5,14 = 3,45 mA
(sentido arbitrado corresponde ao real)
ĺ I2 = I2 (U1) + I2 (U2) + I2 (U3) = 3,43 – 2,57 + 1,29 = 2,15 mA
(sentido arbitrado corresponde ao real)
ĺ I3 = I3 (U1) + I3 (U2) + I3 (U3) = 6,87 + 0,86 – 6,43 = 1,30 mA
Figura 39. Rede elétrica para aplicação do teorema da sobreposição (efeito da fonte de tensão U3). (sentido arbitrado corresponde ao real)
artigo técnico

6.2 Teorema de Thévenin e Teorema de Norton No que concerne ao equivalente de Norton,


Os Teoremas de Thévenin e de Norton aplicam-se para simplificar partes de um circuito line- o circuito a simplificar é substituído por um
ar, seja este ativo, integrando fontes de tensão ou corrente, ou passivo por um equivalente gerador de corrente equivalente, formado por
de Thévenin ou de Norton que apresentam as mesmas caraterísticas do circuito inicial. A uma fonte de corrente, IN, em paralelo por uma
Figura 40 ilustra este princípio: resistência interna, RN. As caraterísticas do gera-
dor de corrente são apresentadas de seguida:
– A sua corrente, IN, assume o valor da cor-
rente nos seus terminais quando estes
estão em curto-circuito (no exemplo da
figura 40 quando o ramo AB está em
curto-circuito);
– A resistência interna, RN, é igual à resistên-
cia que o dipolo apresenta aos seus ter-
minais quando todas as fontes de ener-
gia independentes são substituídas pelas
suas respetivas resistências internas.

A Figura 41 apresenta um circuito elétrico uti-


lizado para estudar o efeito da carga num divi-
sor de tensão. Para cada valor da resistência RL
será necessário calcular todas as grandezas ne-
cessárias para obtermos o valor de URL e IRL. De
forma a facilitar os cálculos poderemos simpli-
Figura 40. (a) Circuito elétrico dividido em duas partes onde a da esquerda será simplificada. (b) Representação ficar o circuito à esquerda da resistência de car-
do equivalente de Thévenin. (c) Representação do equivalente de Norton. ga pelo equivalente de Thévenin, obtendo os
resultados de uma forma mais rápida e eficaz.
120
210

Iremos considerar para a simplificação do


circuito apenas os elementos à esquerda dos
electrónica 03
3.º Trimestre de 2016

terminais AB do dipolo, conforme apresen-


tado na Figura 42. Para o cálculo do gerador
equivalente de Thévenin teremos de calcular
a tensão aos terminais do dipolo, quando este
se encontra em circuito aberto, e a resistência
que o dipolo apresenta aos seus terminais,
Figura 41. Circuito para estudo do efeito da carga num divisor de tensão. quando todas as fontes de energia indepen-
dentes são substituídas pelas suas respetivas
resistências internas, uma vez que neste caso
a fonte E1 é uma fonte ideal correspondendo
a uma ri nula.
A tensão aos terminais do dipolo poderá
ser calculada pela aplicação do divisor de ten-
são obtendo, assim, uma tensão do gerador
equivalente de Thévenin de 7,5 V:
R2 10
Figura 42. Cálculo do equivalente de Thévenin. ETh = UR2 = × U1 = × 15 = 7,5 V
R1 + R2 10 + 10

Concretizando cada um dos Teoremas apresentados, e relativamente ao equivalente


de Thévenin, a parte do circuito a simplificar é substituída por um gerador de tensão
equivalente, formado por uma força eletromotriz, ETh, em série com a sua respetiva
resistência interna, RTh. As caraterísticas deste gerador são:
– A sua força eletromotriz, E Th, é igual à tensão dos terminais do dipolo quando este
se encontra em circuito aberto, ou seja na ausência de qualquer carga aplicada (no
exemplo da Figura 40 quando os terminais AB estão em aberto);
– A resistência interna, RTh, é igual à resistência que o dipolo apresenta aos seus termi-
nais quando todas as fontes de energia independentes são substituídas pelas suas Figura 43. Cálculo da resistência do equivalente
respetivas resistências internas. de Thévenin.
artigo técnico

A Figura 43 permite fazer o cálculo da resistência do gerador equivalente de Thévenin. U1 15


IN = = = 1,5 mA
A resistência do equivalente de Thévenin é dada por: R1 10

R1 × R2 10 × 10 O equivalente de Norton assumirá a seguin-


RTh = R1 // R2 = = = 5 kΩ
R1 + R2 10 + 10 te configuração:

O equivalente de Thévenin apresenta a seguinte configuração final (Figura 44).

Figura 46. Equivalente de Norton do circuito para estu-


Figura 44. Equivalente de Thévenin do circuito para Figura 45. Cálculo da corrente IN do equivalente do do efeito da carga num divisor de tensão.
estudo do efeito da carga num divisor de tensão. de Norton.

Caso se pretenda simplificar o circuito de estudo do efeito da carga num divisor de tensão Bibliografia do artigo
pelo equivalente de Norton, deveremos calcular a corrente de Norton, IN, a debitar pela – C.R. Paul, S.A. Nasar, L.E. Unnewehr, “Introduction to
fonte de corrente que irá assumir o valor da corrente nos terminais AB do dipolo, quando Electrical Engineering – Second edition”, McGraw-
estes estão em curto-circuito. A forma de cálculo da resistência de Norton será a mesma Hill International Editions, ISBN 0-07-011322-X, 1992;
que foi adotada para o cálculo da resistência de Thévenin. – A. Silva Pereira, Mário Águas, Rogério Baldaia, Curso
Com a ligação dos pontos AB, a resistência R2 estará em curto-circuito e, assim, a corren- Tecnológico de Eletrotecnia/Eletrónica - Eletricida-
te no circuito será dada por: de, Porto Editora, ISBN 972-0-43540-2.
artigo prático

Processo de soldadura a estanho


Quando queremos realizar a montagem de circuitos eletrónicos em placa de circuito impres- 2. Como montar
so utilizamos o processo de soldadura. os componentes na Placa
de Circuito Impresso?
2.1 Os terminais de cada componente de-
vem ser preparados com a ajuda de um
alicate de pontas chatas, adaptando o
componente ao espaço disponível para
este na P.C.I.;

   
Formadora nas áreas de Eletrónica,

Figura 1. Circuito eletrónico soldado em placa de circuito impresso.


pauladomingues47@gmail.com

A soldadura é uma operação fundamental na montagem de circuitos eletrónicos em placa


de circuito impresso, uma vez que permite uma ligação eficiente entre componentes e con-
Paula Domingues

dutores.
Figura 3. Preparação dos terminais de cada
componente, adaptando cada componente ao espaço
1. O Circuito Impresso disponível.
A montagem de circuitos em placa de circuito impresso substitui, desde a 2.ª Guerra Mun-
210
122

dial, o circuito elétrico cablado. 2.2 Os terminais devem ser dobrados, sem
O que é uma placa de circuito impresso (P.C.I.)? formar um ângulo reto (90°), de forma a
electrónica 03
3.º Trimestre de 2016

A placa de circuito impresso (P.C.I.) consiste numa base de material isolante (baquelite, evitar que estes se partam;
resina-epóxi, fibra de vidro, entre outros) revestido por uma fina camada de cobre, onde são
desenhadas as pistas que substituem os condutores e interligam os vários componentes
eletrónicos do circuito.

Figura 4. Terminais dobrados sem formar um ângulo reto.

2.3 A dobragem dos terminais deve ser re-


alizada de forma simétrica com o cor-
po do componente. O aspeto estético
é muito importante!
2.4 Os componentes radiais têm frequen-
temente uma distância entre os seus
terminais menor que a distância en-
tre os dois furos da P.C.I.. Sempre que
tal se verifique realize uma segunda
dobragem aos terminais, de forma a
adaptar o componente à P.C.I..
2.5 Por vezes torna-se conveniente, em
termos de espaço, colocar alguns
Figura 2. Placa de Circuito Impresso (P.C.I.). componentes dispostos verticalmen-
te sobre a P.C.I.. Os condensadores, as
A utilização do circuito elétrico cablado tornava mais difícil a deteção e reparação de pos- resistências e os díodos poderão ficar
síveis avarias, no entanto, para que um circuito em P.C.I. seja montado corretamente são dispostos verticalmente, sempre que
necessários alguns cuidados. seja útil.
artigo prático

Suporte do ferro de soldar


A função do suporte do ferro de soldar é
isolar o ferro de soldar de locais e objetos
que possam sofrer danos quando forem
submetidos a temperaturas elevadas (entre