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Curso da Norma de Desempenho

ABNT NBR 15575: 2013


Requisitos 1

Prof. Dr. White José dos Santos


Coordenador da área de Gestão do Desempenho - DEMC – UFMG
A segurança contra incêndio baseia-se em fundamentos de projetos
➢ incêndio não se propague para outras edificações
➢ rotas de fuga, acesso para os bombeiros
➢ propriedades dos materiais e dos elementos da construção
(ignitibilidade, resistência ao fogo etc.)
➢ dispositivos de detecção e combate ao fogo
Para atender às necessidades de
segurança contra incêndio, devem
ser atendidos os requisitos
estabelecidos na legislação
pertinente, na NBR 15575 e na
NBR 14432
Aplicabilidade dos Métodos
➢ O método de precisão, realizado em laboratório, determina a isolação sonora
de componentes construtivos (parede, janela, porta, etc.), isoladamente.
➢ O resultado é aplicável a diferentes projetos, mas, para avaliar um elemento
(parede com janela, com porta etc.), é necessário ensaiar cada componente e
depois calcular o isolamento global do conjunto.
+ 5 dB p/ Rw
Projeto de barreiras acústicas
12.1 - ESTANQUEIDADE À ÁGUA DE PISOS
12.1.1 - ESTANQUEIDADE DE PISOS SUJEITOS À UMIDADE ASCENDENTE
Os sistemas de pisos devem ser estanques à umidade ascendente, considerando-se a
altura máxima do lençol freático prevista para o local da obra.
ESTANQUEIDADE DE PISOS DE ÁREAS MOLHADAS
Os sistemas de pisos de áreas molhadas não podem permitir o
surgimento de umidade, permanecendo secas a superfície inferior e os
encontros com as paredes e pisos adjacentes que os delimitam, quando
submetidos a uma lâmina d’água de, no mínimo, 10 mm em seu ponto
mais alto, durante 72 h. Caso sejam utilizados sistemas de
impermeabilização, estes devem atender à norma NBR 9575.

Inclinação dos piso

10.3 Requisito – Estanqueidade de sistemas de pisos de áreas molháveis


da habitação
Áreas molháveis não são estanques e, portanto, o critério de
estanqueidade não é aplicável. Esta informação deve constar no
Manual de Uso e Operação.
12.2 - ESTANQUEIDADE À ÁGUA DE FACHADAS E DE PAREDES
INTERNAS
A estanqueidade à água das paredes de fachada, janelas e coberturas é função não só
dos índices pluviométricos do local da obra como também da velocidade
característica e da direção do vento. Para as janelas, fachadas cortina e similares
devem ser obedecidas as exigências contidas na norma NBR 10821.Com relação às
velocidades do vento, o território brasileiro é subdividido nas cinco regiões.
12.2 - ESTANQUEIDADE À ÁGUA DE FACHADAS E DE PAREDES
INTERNAS
Como condições de ensaio, os corpos de prova são submetidos durante sete horas a
uma lâmina de água escorrendo a partir do seu topo, com vazão constante de 3 litros /
minuto / m²de parede. Para simular a ação do vento, atua simultaneamente uma
pressão de ar que varia com a região onde a obra será executada.
Conforto Térmico Global
Parâmetros primários que afetam a sensação de conforto:
✓ Temperatura do ar;
✓ Umidade do ar;
✓ Velocidade do ar;
✓ Temperatura radiante média do ambiente;
✓ Atividade dos ocupantes;
✓ Vestimenta dos ocupantes.
Nas normas técnica nacionais:
➢ A NBR 15.575 não foi desenvolvida visando prover condições
satisfatórias de conforto térmico para os ocupantes, por longos
períodos de tempo, pois, dadas as características climáticas do país,
seria necessário usar-se sistemas de climatização, mas sim condições
melhores que no exterior, à sombra.
➢ Todos os aspectos de conforto térmico estão previstos na norma
ABNT NBR 16401-2:2008: Instalações de ar-condicionado -
Sistemas centrais e unitários - Parte 2: Parâmetros de conforto
térmico .
Adequação da Edificação
❖ O desempenho térmico de uma edificação poderá ser satisfatório se
o seu projeto for desenvolvido buscando adequá-la ao clima local,
considerando as atividades internas.
❖ Projeto:
➢ Orientação solar;
➢ Exposição ao vento;
➢ Inércia Térmica das vedações;
➢ Isolamento Térmico das vedações;
➢ Etc.
Figura C.1 – Zoneamento bioclimático
brasileiro, adotado nesta Norma para o
cálculo do conforto térmico na edificação
gerado pelas esquadrias
– Parte 4 - 10821:2017
A) Procedimento 1 A – Simplificado (normativo): presta-se a verificar o
atendimento aos requisitos e critérios para o envelopamento da obra, com base na
transmitância térmica (U) e capacidade térmica (CT) das paredes de fachada e das
coberturas.
B) Procedimento 1 B – Simulação por software Energy Plus7(normativo): para
os casos em que os valores obtidos para a transmitância térmica e/ou capacidade
térmica se mostrarem insatisfatórios frente aos critérios e métodos estabelecidos nas
partes 4 e 5 da norma NBR 15575, o desempenho térmico global da edificação deve
ser avaliado por simulação computacional, conforme será descrito no item 9.2 deste
guia.
C) Procedimento 2 – Medição in loco (informativo, Anexo A da NBR 15575 - 1):
prevê a verificação do atendimento aos requisitos e critérios estabelecidos na NBR
15575 por meio da realização de medições em edificações existentes ou protótipos
construídos com essa finalidade. Tem caráter meramente informativo e não se
sobrepõe aos procedimentos descritos nos itens a) e b) anteriores, conforme disposto
na Diretiva 2:2011 da ABNT.
(Fonte Tabela D.3.- Anexo
D da norma NBR 15220 –
Parte 3)
Manual CBIC 2013
(Fonte Tabela D.4.- Anexo
D da norma NBR 15220 –
Parte 3)
Valores máximos de temperatura no verão
Valores mínimos de temperatura no inverno
Estrutura do Software
Aberturas para ventilação de ambientes de permanência prolongadas
Curso da Norma de Desempenho
ABNT NBR 15575: 2013
Obrigado
Prof. Dr. White José dos Santos
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