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Soluções dos exercícios do manual

SOM E LUZ

1. PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DO SOM

1.1 Fontes sonoras

JÁ SEI – Página 10

A – fonte sonora/vibração;

B – fonte sonora;

C – som;

D – fonte sonora/instrumento musical;

E – ruído.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 10

1. A campainha a tocar; uma folha de papel que se rasga; o giz que risca o quadro; uma mesa

que é arrastada; a porta da sala a fechar-se.

2.

C.

3. – membrana;

A

B – ar;

C

cordas;

D – cordas vocais.

4. É necessário que haja uma fonte sonora, um meio material no qual se propaga o som e um

receptor de som.

5. Fonte sonora.

1.2 Ondas

JÁ SEI – Página 14

A – ondas transversais;

B – ondas transversais/cristas/ventres;

C – ondas longitudinais;

D – ondas longitudinais/compressões/rarefacções;

E – ondas mecânicas/ondas no lago/ondas do mar/ondas sísmicas/ondas sonoras;

F – ondas electromagnéticas/ondas luminosas;

G – onda mecânica/longitudinal;

H – meio material.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 14

1. Onda.

2.

3.

A – onda sonora;

C – onda electromagnética.

Falsas – A e B;

B – onda de pressão;

Verdadeiras – C e D.

1.3 As características das ondas

TENTO FAZER – Página 18

1.

v = 125 m/s.

 

2.

v = 300 000 000 m/s.

 

3.

A

50 Hz;

B – 6000 vibrações.

4.

A = B = C = 8 m/s

D = 1 m

E = 16 Hz.

JÁ SEI – Página 19

A – comprimento de onda/período;

B – frequência/frequência;

C – amplitude;

D – comprimento de onda;

E – velocidade da onda;

F – período;

G – frequência.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 19

1.1 A período;

1.2. 1. f = 2 Hz;

2.

(A ,

Y)

(B ,

X)

B – amplitude.

(C ,

Z);

3. T = 0,2 s.

1.4 Os atributos do som

TENTO FAZER – Página 23

1.5 A propagação do som e a sua velocidade

QUESTÃO – Página 26

Não. Porque não existe um suporte material para a propagação do som quer na Lua, quer no Espaço.

TENTO FAZER – Página 28

1.

d = 1190 m;

2.

Dt = 15 s;

3.

d = 2820 m;

4.

l = 0,2 m.

JÁ SEI – Página 29

A – propagação do som/sólidos/líquidos/gaso- sos/vazio;

B – meio material;

C – gasosos/líquidos/sólidos;

D – velocidade do som;

E – intervalo de tempo.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 29

1. Falsas – A, C.

Verdadeiras – B, D.

Dt = 0,001 s;

2. 3.

d = 1410 m.

1.6 Algumas propriedades do som

TENTO FAZER – Página 31

1. d = 136 m;

JÁ SEI – Página 34

A

C

E

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 34

2.

d = 680 m.

B – refracção;

reflexão;

absorção/reflexão; D – eco/reflexão;

bons isoladores.

1. Verdadeiras – C, D.

2. Ver livro de texto página 30.

3. Dt = 2,4 s.

1.7 Nós e os sons

QUESTÃO – Página 37

A – l = 0,017 m;

JÁ SEI – Página 39

A – nível sonoro;

B – ouvidos;

C – decibéis;

D – ecografias/sonares;

E – infra-sons/sons (audíveis)/ultra-sons;

F – sons (audíveis);

G – infra-sons;

H – ultra-sons.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 39

Falsas – A, B.

B – l = 17 m.

1.1

10 dB

1.2

Aproximadamente 70 dB. Podem.

2.1

Ultra-sons.

2.2

f

= 20 000 Hz l = 17 mm ;

f

= 100 000 Hz l = 3,4 mm.

2. PROPRIEDADES E APLICAÇÕES DA LUZ

2.1 Fontes luminosas

JÁ SEI – Página 42

A – Corpo ou fonte luminosa/Corpo iluminado/reflecte.

B – Material transparente/material opaco/mate- rial translúcido.

C – Material opaco/feixe luminoso/sombras;

1.

A – fraco;

B – forte.

D – Feixes luminosos/feixes luminosos divergen-

2.

A – vibração de um diapasão;

tes/feixes luminosos paralelos.

B – som de um instrumento musical.

JÁ SEI – Página 24

A ruído/som musical;

B – timbre/harmónicos;

C – altura do som/agudo/frequência/grave;

D – amplitudes/intensidade auditiva.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 24

1. Verdadeiras – B, D, E. Falsas – A, C.

2. Os sons do trombone e do saxofone têm tim- bres diferentes. As formas das ondas sonoras emitidas diferem nos instrumentos musicais, porque são diferentes as amplitudes dos har- mónicos que as constituem.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 42

1.1

Corpo luminoso: Lâmpada de incandescên- cia acesa. Corpos iluminados: João e Isabel.

1.2

A luz emitida pela lâmpada de incandescên- cia acesa não atinge os olhos da Isabel, uma vez que estão vendados.

1.3

Esquema a produzir pelo aluno.

2.1

É possível projectar a sombra da mão na parede do quarto, porque a mão é um mate- rial opaco.

2.2

I – O tom da sombra é mais acentuado e o seu tamanho é menor;

25

II – O tom da sombra é menos acentuado e o seu tamanho é maior.

2.2 Reflexão da luz

QUESTÃO – Página 45

A.

JÁ SEI – Página 49

A – Reflector de luz.

B – Espelhos/espelhos planos/espelhos cur- vos/espelhos curvos/espelhos esféricos con- vexos/espelhos esféricos côncavos.

C – Reflexão regular da luz/reflexão difusa da luz/lei da reflexão da luz/espelho/raio inci- dente/raio reflectido.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 49

1. A – Alumínio, água sólida (neve), papel.

B – Carvão.

C – Vidro, água líquida.

2.1

1,50 m. 2.2 0,50 m.

2.3

A imagem é virtual e direita.

3.1

A – Espelho esférico côncavo.

B – Espelho esférico convexo.

C – Espelho esférico côncavo.

D – Espelho esférico convexo.

3.2

São os espelhos esféricos côncavos, depen-

dendo da posição do objecto em relação ao espelho. (Consultar o manual na página 48.)

2.3 Refracção da luz

QUESTÃO – Página 51

A haste parece quebrada devido ao fenómeno da refracção da luz.

QUESTÃO – Página 52

C.

JÁ SEI – Página 53

A – Refracção da luz.

B – Raio incidente; raio refracto.

C – Raio refracto; ângulo de refracção; ângulo de incidência; mais denso; menos denso.

D – Ângulo de incidência; ângulo limite ou ângulo crítico; reflexão total da luz.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 53

1.1 Sim. O raio luminoso que parte do objecto atinge os olhos da jovem. 1.2
1.1
Sim. O raio luminoso que parte do objecto
atinge os olhos da jovem.
1.2
Esquema a produzir pelo aluno.
2.1
É a água.
2.2
A
B
C
AR
AR
AR
ÁGUA
ÁGUA
ÁGUA

2.4 Instrumentos ópticos

TENTO FAZER – Página 56

a) O sinal negativo significa que a lente é divergente. b) f = 0,1 m.

JÁ SEI – Página 59

A – Lente convexa ou lente convergente/foco prin- cipal da lente/foco real.

B – Lente côncava ou lente divergente/foco prin- cipal da lente/foco virtual.

C – Potência focal ou vergência de uma lente/lente convexa ou convergente/distância focal

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 59

1.1

A – Lente convexa ou convergente;

B

Lente côncava ou divergente.

1.2

1.2
1.2
 

convergente

divergente

1.3

Consultar o manual na página 54.

26 Soluções dos exercícios do manual

2.1

Lente convexa.

2.2 + 5,0 D.

2.3

A imagem é virtual, direita e maior do que o objecto.

2.5 Dispersão da luz

QUESTÃO – Página 64

A

verde e vermelho;

B – azul e verde;

C

azul e vermelho;

D – azul, vermelho e verde.

QUESTÃO – Página 65

A – Por exemplo: Uma folha de papel branco; uma peça de vestuário de cor branca ou qualquer outro objecto de cor branca.

B – Qualquer objecto de cor negra.

JÁ SEI – Página 66

A – Prisma óptico;

B – Espectro luminoso/espectro contínuo/disper- são da luz;

C – Comprimento de onda/frequência/compri- mento de onda/frequência;

D – Policromática/Monocromática;

E – Absorvem/reflectem.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 66

A

O filtro azul absorve todas as radiações constituintes da luz branca e deixa-se atra- vessar, praticamente, pela radiação azul.

B

O filtro verde absorve todas as radiações da luz branca e deixa-se atravessar, pratica- mente, pela radiação verde.

C

O filtro vermelho absorve a radiação azul. No final não há radiação.

2.

Amarelo; Magenta; Ciano; Branco; Branco.

3.

A – A superfície é vermelha, porque os pigmen- tos que a constituem absorvem todas as radiações constituintes da luz branca, com excepção da radiação vermelha e parte da radiação alaranjada, que são reflectidas.

B – A superfície aparenta ter cor negra, por- que a radiação azul que sai do filtro é absorvida pela superfície.

2.6 Ondas electromagnéticas

JÁ SEI – Página 69

A Ondas electromagnéticas/energia.

B – Espectro electromagnético/ondas electromag- néticas/raios gama (g)/raios X/radiação ultra- violeta/luz/radiação infravermelha/microon- das/ondas rádio.

C – Ondas electromagnéticas/ondas rádio/raios gama (g)

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 69

1.1

A Ondas rádio; B – Raios gama (g).

1.2

As ondas electromagnéticas propagam-se à velocidade de aproximadamente 300 000 km/s.

1.3

– Todas as ondas electromagnéticas trans- portam energia; – Não necessitam de qualquer suporte mate- rial para se propagarem; – Propagam-se no ar e no vazio à mesma velocidade.

2.

A – Luz.

B – Microondas;

C – Radiações infravermelhas;

D – Radiações ultravioletas;

E – Raios gama (g) e raios X;

F – Microondas;

G – Ondas rádio e microondas;

3.

Radiação ultravioleta.

4.

A radiação ultravioleta de baixa frequência emitida pelo Sol é benéfica. Estimula a produ- ção da vitamina D e produz o bronzeamento da pele durante a época da praia. Porém, a radiação ultravioleta, de elevada frequência é nociva, sendo necessário proteger a pele

deste tipo de radiação, sobretudo nos interva- los de tempo de maior incidência solar. Mesmo com o protector adequado a cada tipo de pele, (deve ser sempre igual ou supe- rior a 30) deve evitar-se uma exposição excessiva à radiação solar. As horas mais adequadas são até às 11 h da manhã e depois das 16 h da tarde.

AVALIAÇÃO FINAL

1. PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DO SOM

1.1 Fontes sonoras

1.

a) As fontes sonoras são: buzinas, asas de insec- tos, cones de altifalantes e cordas de guitarras.

b) As fontes sonoras são emissoras de sons pro- venientes de vibrações de meios elásticos.

2.

a) Cordas;

A.

B. sopro;

C. percussão;

b) cordas do violino;

A.

 

B. ar dentro da flauta;

C. pratos da bateria e membrana do tambor.

3.

B.

4.

a)

Pedro;

b) Sara;

c) o cordel

1.2 Ondas

5. Ondas mecânicas – A, C, D, E. Ondas electromagnéticas – B.

6. a) Onda transversal

b) Onda longitudinal

As ondas sonoras são longitudinais. As ondas luminosas são transversais.

7. Porque o som é uma onda sonora que se propaga através do ar, atingindo a chama da vela. Nesse instante, a chama da vela também vibra tal como vibram a fonte sonora e os corpúsculos existentes no ar.

c)

a)

b)

Consultar livro de texto nas páginas 12-13

8. Consultar livro de texto na página 15

a)

b)

Tempo Perturbação
Tempo
Perturbação

1.3 As características das ondas

II

l

v

x

x

=

l y

v y

b) B;

(C, 1)

9. I – B;

10. a) B;

11. (A, 4)

12. v = 0,5 m/s.

c) C;

(B, 3)

(D, 5)

(E, 2).

13. T = 0,5 s;

a)

b)

f = 2 Hz.

d) C.

1.4 Os atributos do som

14.

a)

Timbre; b) Altura, intensidade e duração.

15.

I – E.

II – É mais grave.

16.

(A, 3)

(B, 1)

17.

a) A. violino; B. ruído.

b) Frequência. As ondas sonoras que corres- pondem a ruídos não têm frequências determinadas.

1.5 A propagação do som e a sua velocidade

18. E.

19. Consegue, porque o som também se pro- paga na água.

20. Não é possível, porque no meio interplane-

a)

 

tário não existe um suporte material que é indispensável para a propagação das ondas sonoras.

b)

Consultar livro de texto na página 26.

21. C.

22. a) Distância/m 1000 800 600 400 200 0 0,6 1,2 1,8 2,4 3,0 Intervalo
22.
a)
Distância/m
1000
800
600
400
200
0
0,6
1,2
1,8
2,4
3,0
Intervalo
de
tempo/s
b)
A velocidade do som é igual ao declive da
1000 - 200
linha no gráfico:
= 333 m/s.
3,0 - 0,6
23.
d = 4080 m.
24.
a) d = 2,04 m;
b) l = 51 cm.
1.6
Algumas propriedades do som
25. Consultar livro de texto na página 30.
a)
b)
d = 1,7 m.

26. Falsas – A, B, C.

Verdadeiras – D, E.

27. A e C.

1.7 Nós e os sons

28.

a) 0 dB. No interior da igreja.

b) Sonómetro.

c) Biblioteca da escola e canto de uma ave.

d) Na fábrica com maquinaria.

e) No concerto de música rock.

29.

a) Não. Não ouviram frequências muito bai- xas nem frequências muito altas.

b) 20 Hz. c) 20 000 Hz.

30.

A, B, C, E.

31.

a)

É

o conjunto de todas as ondas sonoras

 

que envolvem os ultra-sons, os sons audí-

veis e os infra-sons.

 

b)

B.

c) Morcego.

32.

a)

Porque os cães e os cágados detectam sons cujas frequências estão muito acima

 

de 20 000 Hz.

 

b)

Ultra-som.

c)

Consultar livro de texto na página 38.

2. PROPRIEDADES E APLICAÇÕES DA LUZ

2.1 Fontes luminosas

33. corpos luminosos: A, D, F.

corpos iluminados: B, C, E.

34. electromagnéticas/vazio/corpo luminoso.

A.

B.

reflecte/corpo iluminado.

35. Ver página 40 do manual.

a)

b)

c)

I – Sol; II – banco do jardim, jovem, rosas.

a) b) c) I – Sol; II – banco do jardim, jovem, rosas. 36. a) b)

36. a)

b)

c)

Corpo luminoso (Sol); corpo iluminado (rosas); detector (jovem).

A luz emitida pelo Sol, propaga-se em

todas as direcções, segundo uma trajectó-

ria rectilínea.

Ver página 41 do manual.

Ver página 41 do manual.

37. Como a parede é um material opaco, a

radiação solar não incide nas flores man- tendo-as fechadas. As pétalas das flores só abrem do lado exposto à luz solar.

A luz do Sol que incide no corvo é reflec-

tida e chega aos olhos do rapaz. Por isso,

o jovem consegue ver o corvo. O rapaz

não consegue ver o esquilo porque a luz reflectida pelo esquilo não atinge os olhos do rapaz.

a)

b)

c) 38. a) Feixes convergentes: C; feixes divergen- tes: A; feixes paralelos: B. b) Por
c)
38.
a)
Feixes convergentes: C; feixes divergen-
tes: A; feixes paralelos: B.
b)
Por exemplo:

– feixes convergentes: os feixes de luz que emergem de uma lupa. –feixes divergentes: os feixes de luz pro- venientes de uma vela acesa. –feixes paralelos: os feixes provenientes dos faróis dos automóveis bastante afastados do observador em noites de nevoeiro.

2.2 Reflexão da luz

39. a) A. Reflexão regular da luz;

B. Reflexão

irregular da luz ou difusão da luz.

b)

40. a)

A B
A
B
irregular da luz ou difusão da luz. b) 40. a) A B b ) Ver página
irregular da luz ou difusão da luz. b) 40. a) A B b ) Ver página
irregular da luz ou difusão da luz. b) 40. a) A B b ) Ver página

b)

Ver página 44 do manual.

41. 1 – raio incidente; 2 – raio reflectido (corresponde ao raio inci- dente no espelho B).

Ângulo de incidência = 45°; Ângulo de reflexão = 45°.

a)

b)

c) A 45° 45° (1) (2) 45° 45° B 42. Ver página 44 do manual.
c)
A
45°
45°
(1)
(2)
45°
45°
B
42. Ver página 44 do manual.
a)

b)

A. 5 h (da manhã); 17 h (da tarde)

B. 2 h 15 min (da manhã); 14 h 15 min (da tarde)

C. 8 h 45 (da manhã); 20 h 45 min (à noite)

43. a) Periscópio.

b)

É constituído por dois espelhos planos e paralelos dispostos adequadamente. Baseia-se no fenómeno da reflexão da luz.

c)

Baseia-se no fenómeno da reflexão da luz. c) d) O feixe luminoso proveniente do pica-pau incide

d)

O feixe luminoso proveniente do pica-pau incide no espelho plano superior do peris- cópio, onde se reflecte. Após esta refle- xão, o feixe incide no espelho plano infe- rior. A pessoa consegue ver a imagem do pica-pau porque o feixe luminoso é nova- mente reflectido.

44.

a)

A.

espelho plano; B. e C. espelhos curvos.

b)

A. espelho plano; B. e C. espelhos curvos. b) A F B F C 45. Espelhos

A

F B
F
B
F C
F
C

45. Espelhos convexos.

a)

b)

As imagens são direitas, virtuais e meno- res do que o objecto.

1)

46. B;

2)

A.

2.3 Refracção da luz

47. A palhinha parece quebrada porque os raios luminosos mudam de direcção quando mudam de
47.
A palhinha parece quebrada porque os raios
luminosos mudam de direcção quando
mudam de meio óptico (ar e água), ocor-
rendo o fenómeno da refracção da luz.
48.
a)
Ar
Água
b)
O fenómeno que ocorre é devido à refrac-
ção da luz. Isto é, quando a luz passa da
água para o ar é refractada, afastando-se
da normal.
49.
a)
Raioincidente
normal
Ar
Vidro
Raiorefracto
b)
A amplitude do ângulo de incidência é
superior à do ângulo de refracção.
50.
a)
A.
raio incidente; B. raio reflectido;
C.
raio refracto;
D. raio emergente.
1. ângulo de incidência; 2. ângulo de refracção.
b)
O meio óptico mais denso é o plástico acrílico.
51.
A.
aproximando-se/maior;
B.
menos denso
C.
não se desvia
52.
a)
Os raios luminosos que partem da moeda
inserida no fundo do recipiente metálico,
não atingem os olhos do rapaz, porque
incidem na parede interna do recipiente
que é opaco.
b)
Quando o rapaz adiciona água ao reci-
piente, os raios luminosos que partem da
moeda refractam-se. Como o ar é menos
denso do que a água, os raios refractados
afastam-se da normal à superfície de sepa-
ração dos meios ópticos. Por isso, o rapaz
já consegue ver a moeda.
c)
53.
a)
Significa que, para este valor do ângulo de
incidência, corresponde um ângulo de
refracção de 90°.
b)
Esquema a efectuar pelos alunos. (Con-
sulta o manual na página 51)

Som e luz

27

54. a)

b)

c)

É o meio 2 (vidro). O ângulo de refracção é de 90°. Meio 1: ar
É
o meio 2 (vidro).
O ângulo de refracção é de 90°.
Meio 1: ar
Raio refractado
Raio
Meio 2: vidro
incidente
Raio reflectido
Lâmpada

d)

Ocorre o fenómeno da reflexão total da luz.

55. Ocorre o fenómeno da reflexão total da luz. a) b)
55. Ocorre o fenómeno da reflexão total da luz.
a)
b)
55. Ocorre o fenómeno da reflexão total da luz. a) b) c ) Por exemplo, endoscopia

c)

Por exemplo, endoscopia e televisão por cabo.

2.4 Instrumentos ópticos

56.

57.

58.

59.

60.

61.

62.

63.

64.

a) A. Lente convexa ou convergente; B. Lente côncava ou divergente. b) A B F
a)
A. Lente convexa ou convergente;
B. Lente côncava ou divergente.
b)
A
B
F
F

d)

a)

b)

a)

b)

c)

a)

A. O foco é real, porque se projecta num

alvo; B. O foco é virtual, porque não se projecta num alvo.

A. Lente convexa; B. Lente côncava.

A. A imagem é direita, virtual e maior do

que o objecto; B. A imagem é direita, vir- tual e menor do que o objecto.

O sinal positivo significa que a lente é con-

vexa ou convergente.

V =

O valor obtido significa que a lente consi- derada faz convergir os raios incidentes paralelamente ao eixo principal, num ponto situado, aproximadamente, a 0,17 m do centro da lente.

A distância focal da lente é de 10 cm.

1

f

§ f =

1

6,0

§ f ) 0,17 m

b) V =

1

f § V =

1

0,1

§

V = + 10 D.

c)

a)

b)

c)

E.

Lente convexa. d) B.

1.

músculos; 2. cristalino; 3. íris; 4. pupila;

5.

córnea; 6. humor aquoso; 7. humor vítreo;

8.

nervo óptico; 9. retina.

Lente convexa ou convergente. Cristalino

e córnea.

Forma-se na retina – a zona de sensibilidade máxima é a mancha amarela. A imagem é

real, invertida e menor do que o objecto.

a)

A.

hipermetropia; B. olho normal; C. miopia.

b)

Em A – lentes convergentes; Em C – lentes divergentes.

a)

Não consegue, porque a distância mínima que permite ler o livro é de 15 cm.

b)

Não consegue lê-lo, porque a distância máxima que permite, com nitidez a leitura do livro é de 40 cm.

a)

Lentes convexas ou convergentes.

b)

A. Imagem virtual, direita e maior do que o objecto.

B. Imagem virtual, invertida e maior do que

o objecto

28 Soluções dos exercícios do manual

C. Imagem real, invertida e menor do que o objecto.

D. Imagem virtual, invertida e maior do que o objecto.

2.5 Dispersão da luz

65.

a)

Dispersão da luz.

b)

Ver páginas 60 e 61 do manual.

c)

Por exemplo: – nos candeeiros que pos- suem, como pendentes, lustres de cristais; – nas gotículas de óleo; – nas bolas de sabão.

66.

a)

Arco-íris. A luz solar ao entrar na gota de água sofre uma primeira refracção, sendo a radiação violeta a mais desviada. Na parte posterior da gota dá-se uma reflexão, para depois ocorrer uma nova refracção quando as radiações emergem da água para o ar. À saída, as radiações violeta e vermelho (situadas no extremo do espectro) fazem com o feixe incidente um ângulo de 40 e 42°, respectivamente. É esta diferença de ângulos que permite obter a sequência de cores observada no arco-íris.

b)

Vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta.

c)

Espectro solar.

67.

a)

f vermelha = 4,5 * 10 14 Hz; f verde = 5,5 * 10 14 Hz; f violeta = 7,5 * 10 15 Hz

b)

f vermelha < f verde < f violeta

c)

550

* 10 9 m

 
 
* 10 –9 m
* 10 –9 m

400

68.

a)

Cores primárias de luz. Luz de cor branca.

b)

X – luz de cor magenta; Y – luz de cor ciano; Z – luz de cor amarela. Designam-se por cores secundárias.

69.

A.

luz de cor vermelha.

B.

luz de cor amarela.

C.

luz de cor branca.

D.

luz de cor ciano.

E.

luz de cor azul.

70.

b) Raios gama (g), raios X, radiação UV, luz, radiação IV, microondas, ondas rádio.

721.A. 6;

B. 1; C. 2; D. 3; E. 4; F. 5.

REACÇÕES QUÍMICAS

1. TIPOS DE REACÇÕES QUÍMICAS

1.1 Como identificar reacções químicas

QUESTÕES – Página 90

O potássio

JÁ SEI – Página 92

A – combustão/combustível/comburente.

B – corrosão.

C – oxidação-redução.

D – reacção química/reagentes/produtos da reacção.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 92

1.

A e D.

2.

A – Combustão. É uma reacção de oxidação- redução.

B – Ferro e oxigénio.

C – óxido de ferro(III).

D – Ferro + Oxigénio Æ óxido de ferro(III).

1.2 As soluções ácidas, básicas e neutras

QUESTÃO – Página 94

1 Ácido cítrico;

QUESTÃO – Página 95

2 – Hipoclorito de sódio.

(A, 1)

(B, 4).

JÁ SEI – Página 97

A – indicador universal.

B – fenolftaleína/tintura azul de tornassol/indica- dores ácido-base.

C – soluções ácidas/soluções básicas.

D – soluções neutra.

E – escala de pH.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 97

1.

Verdadeiras – A, C ;

Falsa – B.

2.

0 a 14.

3.

A – Detergente em solução e produto de limpeza.

B – Produto de limpeza.

C – Sumo de laranja.

D – Leite.

1.3 Reacções de ácido-base

JÁ SEI – Página 100

A – água/soluções/ácido clorídrico.

B – reacção de ácido-base/dióxido de carbono.

C – reacção de ácido-base.

D – sal.

E – sulfato de sódio/água.

 

Cor(es) da(s)

Cor(es) da(s)

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 100

Cor da

radiação(ões)

radiação(ões)

1. C.

A

B – Dióxido de carbono.

superfície

reflectidas pelo

absorvidas pelo

 

C

Bicarbonato de sódio. D – A.

objecto

objecto

2. ácido clorídrico + hidróxido de potássio Æ clo-

 

vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta.

   

reto de potássio + água

Branca

1.4

Reacções de precipitação

QUESTÃO – Página 102

 

Negra

Absorve todas as radiações

1.

A Fica em contacto com a solução.

constituintes da luz branca.

 

B – Não se dissolve mais soluto.

Azul

Azul

Todas as radiações constituintes da luz branca, excepto a azul.

2.

A – 90 g de nitrato de chumbo em 100 g de água.

B – Nitrato de chumbo. C – ) 75 °C.

2.6 Ondas electromagnéticas

71. a) A. microondas;

B. ondas rádio;

QUESTÃO – Página 106

Carbonato de sódio + Sulfato de magnésio Æ Car-

bonato de magnésio + Sulfato de sódio

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 108

1. A – Nitrato de prata

2.

B – Carbonato de cálcio

C – A natureza do soluto e do solvente e a temperatura

A – X – Cloreto de prata; Y – Sulfato de bário Z – Iodeto de chumbo

B – Cloreto de sódio + Nitrato de prata Æ Clo- reto de prata + Nitrato de sódio

1.5 A massa das substâncias que parti- cipam numa reacção química

QUESTÃO – Página 111

32 g

JÁ SEI – Página 112

A – massa.

B – Lei da Conservação da Massa.

C – massa dos reagentes/massa dos produtos da reacção.

D – Lei da Conservação da Massa.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 112

1.

A Carbono + Oxigénio Æ Dióxido de carbono.

B – 132 g.

C – 132 g.

2. A – X = 128 g;

Y = 108 g.

B – Lei da Conservação da Massa.

2. VELOCIDADE DAS REACÇÕES QUÍMICAS

2.1 As reacções químicas podem ser

mais ou menos rápidas

QUESTÃO – Página 115

A – 68 cm 3 .

B – 17 cm 3 /min.

JÁ SEI – Página 116

C – 4 cm 3 /min.

A

muito rápida. B – lenta. C – rápida/lenta.

D

reagente/produto. E – rapidez.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 116

1. C. 2. A – 28,0 26,0 22,5 18,0 13,0 8,0 4,0 0,0 30 60
1.
C.
2.
A –
28,0
26,0
22,5
18,0
13,0
8,0
4,0
0,0
30
60
90
120
150
180
210 Tempo/s
Volume de hidrogénio/cm 3

3.

B – 0,15 cm 3 /s.

A – Ferro + ácido sulfúrico Æ sulfato de ferro(II) + hidrogénio

B – Mede-se o volume de hidrogénio (V ) produ- zido ao fim do tempo (t) e divide-se V por t.

2.2 Os factores que afectam a velocidade da reacção

QUESTÃO – Página 119

A – 0,005 g/s.

QUESTÃO – Página 120

Nas minas, a velocidade da reacção é maior, porque o carvão está finamente dividido.

JÁ SEI – Página 122

A catalisador.

B – 0,02 g/s.

C – temperatura.

B – grau de divisão. D – concentração.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 122

C. radiação infravermelha (IV)

JÁ SEI – Página 108

1.1

A –

A.

B – C.

D. radiação ultravioleta (UV)

A dureza.

1.2

A – Aumenta.

E. raios X.

B – solubilidade em água/reacção de precipitação.

B – Produz-se a mesma quantidade de dió-

F. luz.

C – precipitado.

xido de carbono.

G. raios gama (g).

D – estalactites/estalagmites.

2.

B.

3. EXPLICAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DAS REACÇÕES QUÍMICAS

3.1 Teoria corpuscular da matéria

QUESTÃO – Página 126

electrão; protão e neutrão; núcleo atómico; átomo ; molécula de ADN; célula animal.

JÁ SEI – Página 127

A – Matéria/corpúsculos.

B – Átomos/moléculas.

C – Protões/neutrões/núcleo/electrões/núcleo.

D – Elementos químicos

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 127

1. Para explicar o fenómeno observado, os cien- tistas admitem que o corante vermelho é constituído por pequeníssimos corpúsculos invisíveis e em contínuo movimento. A água, também, é constituída por outros corpúsculos que se movem continuamente. Quando se adiciona o corante à água e, após agitação, os corpúsculos constituintes do corante e da água misturam-se e a água fica corada.

2. Por exemplo:

– Quando se está a confeccionar uma refei- ção na cozinha sente-se, nalguns aposentos da casa, o cheiro da comida. Os corpúscu- los de cada um dos ingredientes que cons- tituem a refeição espalham-se pelo ar. – Quando se adiciona leite a uma certa quan- tidade de café a mistura fica com uma cor acastanhada. Os corpúsculos que entram na constituição do leite e do café misturam- -se ocupando os espaços entre eles. – Quando entra na tua sala de aula uma colega muito perfumada sentes um cheiro agradável. Isto porque, os corpúsculos constituintes do perfume espalham-se entre os corpúsculos do ar.

3.2 Algumas propriedades da matéria explicadas em termos corpusculares

QUESTÃO – Página 129

1. A intensidade das forças que mantém os cor- púsculos constituintes de um sólido num determinado estado de agregação, é superior à dos líquidos e esta, por sua vez, superior à dos gases.

2. Consultar o manual na página 128.

QUESTÃO – Página 130

Para que os balões se elevem é necessário aquecer o ar contido no seu interior. O aumento da temperatura, durante o aquecimento provoca uma maior agitação corpuscular.

O ar contido no interior do balão dilata-se e uma

parte sai pela sua abertura.

O ar quente fica menos denso do que o ar frio

do exterior, permitindo a subida do balão.

JÁ SEI – Página 133

A Matéria/sólido/líquido/gasoso.

B – Agregação corpuscular/temperatura.

C – Corpúsculos.

D – Força/pressão do gás.

E – Volume/pressão do gás/temperatura.

F – Volume/pressão do gás/temperatura.

G – Temperatura/volume.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 133

1. A –

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 133 1. A – B – Mantendo constante a temperatura de

B – Mantendo constante a temperatura de uma amostra fixa de gás, quando aumenta a pressão, diminui o volume dessa amostra de gás.

2. A – Quando se expõe a embalagem de um aerossol a uma temperatura elevada, esta pode explodir.

B – Os corpúsculos da(s) substância(s) cons- tituintes desse aerossol agitam-se, cada vez mais, devido ao aumento da tempera- tura. Por isso, aumenta o número de cho- ques entre esses corpúsculos e contra as paredes internas da embalagem. O aumento da pressão exercida pelos cor- púsculos pode ser suficiente para fazer explodir a embalagem.

3.3 Substâncias elementares e substâncias compostas

JÁ SEI – Página 138

A Átomos/estruturas gigantes de átomos

B – Moléculas

C – Substâncias elementares/átomos

D – Substância composta/moléculas

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 138

1. Substâncias elementares – iodo, porque as suas moléculas são constituídas por átomos do mesmo elemento químico. Substâncias compostas – naftalina e a saca- rose, porque as moléculas constituintes des- tas substâncias são formadas por átomos de elementos químicos diferentes.

2. A – Substâncias elementares: I, V, VI, VII, VIII. Substâncias compostas. II, III, IV, IX.

B – Água – III; Dióxido de carbono – II; Dioxigénio – VII; Di-hidrogénio – I; Diazoto – VIII; Ozono – V; Metano – IX; Amoníaco – IV; Fósforo branco – VI.

3.4 Símbolos de elementos e fórmulas químicas de substâncias elementares e compostas

QUESTÕES – Página 141

1. Au; Ag; Hg; P; Al; Fe.

2. Silício; Cobre; Cálcio; Estanho; Chumbo; e Enxofre.

3. CO – fórmula química do monóxido de carbono. Co – símbolo químico do elemento cobalto.

Página 142

A – A molécula do dibromo é constituída por dois átomos do elemento bromo.

B – A molécula do ozono é formada por três áto- mos do elemento oxigénio.

C – A molécula do dióxido de carbono é for- mada por um átomo do elemento carbono e dois átomos do elemento oxigénio.

Página 143

– Átomos: A; E, F e G.

– Moléculas: B; C; D; H e I.

JÁ SEI – Página 144

A Os elementos químicos/símbolos quími- cos/símbolo químico/átomo/símbolo quí- mico/átomos.

B – Símbolos químicos/símbolo químico.

C – Fórmulas químicas/fórmula química/molé- cula /moléculas .

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 144

1. N, K, I, Ca, C, Cl

2. N 2 , O 2

3. A – Água – IV; Hidrogénio – III; Hélio – II; Clo- reto de hidrogénio – I.

B – I) HCl .

II) He.

III) H 2 .

IV) H 2 O.

Reacções químicas

29

3.5 Fórmulas químicas de substâncias iónicas

QUESTÃO – Página 147

A – Ca 2+ – significa que o átomo de cálcio per- deu dois electrões.

B – HCO 3 - – significa que este ião poliatómico é formado por um átomo de hidrogénio, um átomo de carbono e três átomos de oxigénio, cuja agregação tem um electrão em excesso.

C – NO 3 - – este ião poliatómico é formado por um átomo de azoto e três átomos de oxigénio, cuja agregação tem um electrão em excesso.

JÁ SEI – Página 149

A – Átomos

B – Electrões/iões positivos/carga eléctrica positiva Electrões/iões negativos/carga eléctrica negativa

C – Iões positivos/iões negativos/substâncias iónicas

D – Substâncias iónicas/fórmulas químicas

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 149

1.

A

– I) anião nitrato e catião sódio. II) anião carbo- nato e catião cálcio. III) anião óxido e catião magnésio. IV) anião sulfato e catião cobre(II).

B

– I) NaNO 3 II) CaCO 3 III) MgO IV) CuSO 4 .

2.

A

K 2 SO 4

B – NaHCO 3

C

(NH 4 ) 3 PO 4

D – Mg(NO 3 ) 2

E

Na 2 O

F – K 2 CrO 4

3.6 As reacções químicas explicadas em termos de rearranjo de átomos

JÁ SEI – Página 155

A Reacção química/equação química.

B – Reagentes/produto da reacção.

C – Símbolo químico/fórmulas químicas/equação química.

RESOLVO ALGUMAS QUESTÕES – Página 155

1.1

1.2

sódio + dicloro Æ cloreto de sódio.

Reagentes: sódio e dicloro. Produto da reacção: cloreto de sódio.

2 Na(s) + Cl 2 (g) Æ 2 NaCl(s)

A – mercúrio/sólido/dioxigénio/gás B – óxido vermelho de mercúrio/sólido/oxigé- nio/mercúrio.

2 Hg(l) + O 2 (g) Æ 2 HgO(s)

1.3

2.1

2.2

3. A – C + O 2 Æ CO 2

B CH 4 + 2 O 2 Æ CO 2 + 2 H 2 O

C – CaCO 3 + 2 HCl Æ CaCl 2 + CO 2 + H 2 O

AVALIAÇÃO FINAL

1. TIPOS DE REACÇÕES 1.1 Como identificar reacções químicas

1. Falsa; B. Falsa; C. Verdadeira;

A.

D. Verdadeira; E. Falsa.

2. As propriedades macroscópicas do rea- gente foram modificadas e são diferentes das dos produtos.

a)

b)

I – Cloreto de amónio.

II – Amoníaco e cloreto de hidrogénio.

3. a) Respiração;

b)

glucose + oxigénio Æ dióxido de carbono + água

4. diazoto + di-hidrogénio Æ amoníaco

a)

b)

c)

dioxigénio + di-hidrogénio Æ água

dicloro + sódio Æ cloreto de sódio

5. São pintados periodicamente.

a)

b)

Têm o cuidado de usar um só metal quando instalam a canalização.

6. a) água de cal

b)

Para o aquecimento do carvão até ficar ao rubro.

30 Soluções dos exercícios do manual

c) Quando se introduz carvão ao rubro num recipiente com dioxigénio, este torna-se mais incandescente. Liberta-se dióxido de carbono.

d) O dióxido de carbono turva a água de cal.

1.2 As soluções ácidas, básicas e neutras

7. a) O sumo de limão tem carácter ácido, sendo corrosivo. Por isso, em contacto com uma ferida, dá a sensação de queimadura.

b)

Ácido.

c) Pode ser ligeiramente alcalino (ou neutro).

8. (A, C , 2)

9. a) A, B, E;

10. Solução alcoólica de fenolftaleína;

(B, 3)

(D, 1)

b) C, D, F.

a)

b) Básica (alcalina);

11. A tintura azul de tornassol fica azul-arroxeada.

a)

b) I – Fica vermelho.

II – Mantém-se azul.

12. Porque o carácter químico desta substân- cia só se verifica em solução aquosa.

b) Ácido.

13. a) A. incolor

a)

B.

C.

D.

E. vermelho

F. azul-arroxeado

G. arroxeado

H. vermelho

carmim

incolor

incolor

b)

Sabonete, lágrimas, sumo de tomate,

ácido da bateria do carro

14. A. verdadeira;

verdadeira;

falsa;

B.

C.

15. a)

C.

b) D.

D. falsa;

E. falsa.

c) A.

16. Utilizo o Indicador Universal ou um “medi-

dor de pH”.

O valor do pH varia entre 0 e 14 à tempe- ratura de 25 °C.

Os processos químicos do nosso orga- nismo exigem determinados limites de pH. Na Agricultura, as plantas exigem determi- nada acidez/basicidade dos solos.

17. Macieira, batateira e morangueiro.

Podes misturar uma amostra do solo com água. Decantas a mistura. Usas o Indica- dor Universal.

1.3 Reacções de ácido-base

a)

b)

c)

a)

b)

18.

a) – Não há variação visível do pH.

I

II

A variação de pH é igual a 11.

b) 4,5 cm 3 .

19.

a) Não pode ingerir o líquido A porque é

muito ácido. Este líquido não reage com o ácido existente no estômago. Por outro lado, o líquido D é muito básico (alcalino). Neste caso, a reacção de ácido-base no estômago produz um sal básico que não resolve o problema da azia. Poderiam ser corrosivos.

b) Os líquidos B ou C originam reacções de ácido-base no estômago das quais resulta um sal neutro. A solução aquosa deste sal eleva o pH do estômago. É por isso que esses líquidos combatem a azia.

20.

a) cloreto de sódio e água

b) Consultar livro de texto na página 99.

21.

a) Reacção de ácido-base

b) hidróxido de magnésio + ácido clorídrico Æ Æ cloreto de magnésio + água

c) I – ácido clorídrico;

II – hidróxido de magnésio;

III – cloreto de magnésio;

22.

a) hidróxido de cálcio + ácido nítrico Æ nitrato de cálcio + água

b) hidróxido de potássio + ácido clorídrico Æ clo- reto de potássio + água

c) hidróxido de amónio + ácido clorídrico Æ clo- reto de amónio + água

d) hidróxido de sódio + ácido nítrico Æ nitrato de sódio + água

1.4 Reacções de precipitação

23. a) São dois sais solúveis em água.

b) Sais solúveis em água: cloreto de sódio,

nitrato de potássio e sulfato de sódio. Sais insolúveis em água: sulfato de bário, sul- fato de chumbo e carbonato de magnésio.

24. a) Cloreto de sódio

b) Clorato de potássio

c) Quando a temperatura das soluções des- ses sais for de 80 °C.

25. a) Reacção de precipitação

b) Precipitado, produto da reacção

c) O cloreto de prata é pouco solúvel em água.

26. É uma reacção química de precipitação que provoca a turvação da água de cal. O hidró- xido de cálcio reage com o dióxido de car- bono, obtendo-se um precipitado branco de carbonato de cálcio e água.

27. a)

III

b) Cloreto de cálcio + Sulfato de sódio Æ Æ Cloreto de sódio + Sulfato de cálcio

28. a) Água dura

b) O dióxido de carbono existente na atmos- fera dissolve-se na água da chuva. Esta água reage com o carbonato de cálcio que existe nas regiões calcárias. Forma-se hidrogenocarbonato de cálcio que é um

sal solúvel em água.

c) Faz pouca espuma com a solução de

sabão.

29. Consultar livro de texto na página 107.

1.5 A massa das substâncias que parti- cipam numa reacção química

30. a) Antoine L. Lavoisier

b)

Igual.

c)

Lei da conservação da massa ou lei de

Lavoisier.

31. b) 320 g.

a)

360 g.

2. VELOCIDADE DAS REACÇÕES

2.1 As reacções químicas podem ser mais ou menos rápidas

32. (A, 2) (B, 3) (C, 4) (D, E, F, 1)

33. a) – Determina-se a quantidade de reagente que se consome em cada unidade de tempo. – Mede-se a quantidade de produto da reacção que se forma em cada unidade de tempo. – Mede-se o tempo de consumo de um ou mais reagentes.

b) I – Mede-se o volume de hidrogénio que se liberta em cada unidade de tempo. II – O esquema da montagem depende da imaginação dos alunos e das alunas.

34. I –

Volumedehidrgénio/cm 3

50

40

30

20

10

0

1 2345 6
1 2345
6

Tempo/min

II –

a) 35 cm 3 .

b) 1,5 minutos.

c) 11 cm 3 de hidrogénio por minuto.

2.2 Os factores que afectam a velocidade da reacção

35. presença de um catalisador;

a)

b)

temperatura;

c)

concentração.

36. – Influência da divisão do carvão;

I

II

Influência da temperatura;

a)

37. B.

b)

A

divisão do carbonato de sódio e a con-

centração do ácido clorídrico

38. A velocidade da reacção aumenta com o aumento da temperatura. Por isso, a reacção do magnésio com água quente é mais rápida.

39. a) Enzimas.

Utilizam-se nas indústrias da cerveja, do vinho e na produção de queijos ou de iogurtes.

40. Os aditivos alimentares prolongam a dura- ção dos alimentos, podendo alterar-lhes a cor, realçar o seu sabor ou melhorar o seu valor nutritivo.

b)

a)

b) Inibidores.

3. EXPLICAÇÃO E REPRESENTAÇÃO DAS REACÇÕES QUÍMICAS

3.1 Teoria corpuscular da matéria

41. Toda a matéria é constituída por pequeníssi- mos corpúsculos invisíveis e em contínuo movimento. Os diferentes componentes da comida que está a ser confeccionada, tam- bém, são constituídos por corpúsculos extraordinariamente pequenos. O ar é uma mistura gasosa em que os seus constituintes são formados por corpúsculos. Por isso, os corpúsculos que se libertam durante a con- fecção da refeição dispersam-se entre os corpúsculos do ar, permitindo identificar o cheiro da comida.

42. Quando se retira a placa de vidro, o gás difunde-se e os dois recipientes,
42. Quando se retira a placa de vidro, o gás
difunde-se e os dois recipientes, adquirem
a)
a
cor acastanhada característica do gás
contido, inicialmente, no recipiente inferior.
Isto porque o gás é constituído por peque-
níssimos corpúsculos que se movimentam
incessantemente. Por sua vez, o ar é uma
mistura gasosa formada por outros corpús-
culos diferentes que se movem continua-
mente. Ao retirar a placa de vidro, os cor-
púsculos do gás difundem-se entre os
corpúsculos do ar, ficando os dois recipien-
tes cheios da mistura ar e gás.
b)
43. Demócrito. Atomus.
a)
b)
John Dalton.
c)
É
possível ver a imagem desses corpúscu-

los, através do microscópio electrónico.

44. ) 4,4 * 10 - 8 cm.

45. 1 – Electrões; 2 – Núcleo; 3 – Átomo.

a)

b)

I – Electrões; II – Protões e neutrões.

c)

Moléculas.

46. Hidrogénio.

a)

b)

Azoto.

c)

Carbono, azoto, oxigénio, fósforo, enxofre

e

hidrogénio.

d)

Ununquádio.

e)

Ferro.

f)

Carbono e oxigénio.

g)

Cálcio.

47. Quadro VIII

Nome da

Átomos

   

substância

Moléculas

Iões

Hélio

X

   

Di-hidrogénio

 

X

 

Dioxigénio

 

X

 

Cloreto de sódio

   

X

3.2 Algumas propriedades da matéria explicadas em termos corpusculares

48.

A. 2;

B. 1;

C. 3.

49.

a)

A. Estado gasoso;

 

B. Estado sólido;

C. Estado líquido.

 

b)

Ver na página 128 do manual.

50.

a)

Quando ocorre um aumento da tempera- tura, os corpúsculos constituintes de um sólido agitam-se cada vez mais. A agita- ção molecular “vence” as forças atractivas entre os corpúsculos que passam a ter maior liberdade de movimentos. A subs- tância passa ao estado líquido.

b)

Quando se prossegue o aquecimento da substância, agora, no estado líquido, os corpúsculos que a constituem agitam-se ainda mais, “vencendo” as forças que os mantêm nesse estado de agregação. Por isso, há uma maior separação entre os corpúsculos e a substância passa para o estado gasoso.

c)

A.

Fusão.

B. Vaporização.

51.

a)

É

a força exercida pelos corpúsculos

 

desse gás, por unidade de superfície.

 

b)

O ar contido, inicialmente, no interior da lata é constituído por pequeníssimos cor- púsculos em contínua agitação. A pressão que os corpúsculos do ar exercem nas paredes internas e externas da lata é igual. No entanto, quando se extrai o ar contido no seu interior, a pressão exercida pelos corpúsculos do ar nas paredes inter- nas da lata é muito inferior à pressão exer- cida nas paredes exteriores, provocando o colapso da lata.

c)

c)
c)
 

(Por simplicidade representa um número reduzido de corpúsculos)

52.

a)

A

fácil compressibilidade dos gases deve-se

 

ao facto dos seus corpúsculos constituintes

estarem muito afastados uns dos outros e disporem de total liberdade de movimentos. Por isso, quando se exerce pressão sobre o êmbolo os corpúsculos aproximam-se uns dos outros e essa amostra de gás passa a ocupar um volume menor.

 

b)

A. diminui;

B. aumenta.

53.

a)

A. Quando a temperatura aumenta, os cor- púsculos constituintes do gás agitam-se cada vez mais, chocando entre si e con- tra as paredes internas da botija.

B. Quando a temperatura diminui, os cor- púsculos constituintes do gás agitam-se cada vez menos, havendo menor número de colisões entre eles.

b) A.

3.3 Substâncias elementares e substâncias compostas

54. a) A. Cloro.

B. Enxofre cristalizado.

C. Acetona.

D. Álcool etílico.

b) A. Elemento químico – cloro

B. Elemento químico – enxofre.

C. Elementos químicos – carbono, hidrogé-

nio e oxigénio.

D. Elementos químicos – carbono, hidrogé-

nio e oxigénio

55. Substâncias elementares – Dioxigénio e hélio.

Substâncias compostas – Água e cloreto de sódio.

3.4 Símbolos de elementos e fórmulas químicas de substâncias elementares e compostas

56. 6;

A.

B. 5;

C. 4;

D.

3;

E. 1;

F. 2.

57. Alumínio/Cloro/Potássio/Zinco/Árgon/Hélio/

Berílio.

58. Quadro IX

Nome da

Elementos químicos que entram na sua constituição

substância

Água

Oxigénio e hidrogénio

Dioxigénio

Oxigénio

Dióxido de carbono

Carbono e oxigénio

Metano

Carbono e hidrogénio

Ferro

Ferro

Ouro

Ouro

Álcool etílico (etanol)

Carbono, hidrogénio e oxigénio

59.

A.

H

B. 2 He

C. S

D.

8 S

E. P

L. 4 P

60.

Quadro X

 
     

Número

Represen-

tação

simbólica

Nome do(s)

elemento(s)

constituinte(s)

Número

de

molé-

total de

átomos

constituin-

da(s) molécula(s)

cula(s)

tes da(s)

molécula(s)

 

S

8