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Orientações

P A R T E VI
para o Sucesso

CAPÍTULO 22

Regras Práticas
para a Eficácia

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Um Hábito se adquire e se mantém por intermédio da reiterada
repetição.

Caso alguém deseje adquirir e/ou aperfeiçoar determinado Hábito,


este deve ser dividido em procedimentos ordenados e cada
procedimento praticado da maneira certa, na ordem certa, com
Disciplina.

De modo geral, um conjunto de procedimentos pode ser explicitado


sob a forma de Regras práticas simples, despretensiosas, capazes
de permitir a qualquer um – a despeito da idade ou nível de instrução
– adquirir novos Hábitos, por meio da disciplinada repetição
dessas Regras práticas.

A Eficácia e sua prática devem ser um HÁBITO na


Organização Odebrecht.

Para tanto, cada Integrante da Organização precisa seguir sempre as


seguintes REGRAS PRÁTICAS PARA A EFICÁCIA:

1. USO DO TEMPO – planejar e bem administrar a distribuição do


tempo disponível, que é o único recurso irrecuperável,
identificando onde e quando reside a Oportunidade;

2. ENFOQUE NA CONTRIBUIÇÃO – dirigir a atenção para uma


contribuição significativa para os Outros, corrigindo
rapidamente os erros decorrentes de suas Decisões e
transformando-os em Oportunidades para melhor DECIDIR e
AGIR;
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Regras Práticas para a Eficácia

3. TORNAR PRODUTIVAS AS FORÇAS – construir a partir de


suas forças, das forças de seus Companheiros de Trabalho, bem
como da força das Circunstâncias, formulando continuamente
para si próprio a Pergunta: − Que resultado prometi a meu Líder e
negociei com ele?

4. CONCENTRAÇÃO NAS PRIORIDADES – focar sua atenção


nas poucas Frentes nas quais um bom Desempenho poderá
produzir grandes Resultados, orientando os esforços para a
obtenção desses.

5. TRANSFORMAR A DECISÃO EM RESULTADOS – tomar


Decisões, poucas, mas fundamentais, que tenham significado
para o seu Negócio, decidindo e agindo sobre o Presente, ao
mesmo tempo em que mentaliza o Futuro.

Depois de muito se ter exercitado na observância dessas Regras


práticas, qualquer Pessoa acabará por absorvê-las e, dessa forma,
adquirir o Hábito da Eficácia; em suma, tornar-se-á um
Ser Humano eficaz.

As Regras práticas apontadas são bastante simples. Para garantir


que sejam bem compreendidas e evitar que o uso incorreto das
mesmas conduza à formação de Hábitos nocivos, é prudente discuti-
las em detalhe.

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1. USO DO TEMPO

Um Negócio tranqüilo é aquele que se fundamenta num Programa


de Ação corretamente formulado, cujo Responsável planejou bem o
USO DO TEMPO dele próprio e dos demais.

É tranqüilo, porque as Decisões e Ações acontecem nos momentos


adequados e geram os Resultados pactuados.

Num Negócio assim planejado, tornam-se dispensáveis "heroísmos",


"viradas" e atos "dramáticos" destinados a "tapar buracos". Afinal, a
primeira condição para o BOM USO DO TEMPO – seu
Planejamento – foi cumprida com seriedade.

A segunda condição para o bom uso do tempo é contar apenas com


Profissionais altamente qualificados no número estritamente
necessário.

Aqui, a chave do Sucesso reside na escolha do Profissional com o


Perfil adequado para realizar as tarefas que precisem ser delegadas.

Essa providência deve seguir o eixo Cliente Acionistas e


envolver desde o Responsável de cada Centro de Resultados até os
Representantes dos Acionistas.

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No sentido Acionistas Cliente, a começar pelos Representantes


dos Acionistas, deverão partir seguidos exemplos de enxugamento
de Estruturas, como forma de reduzir a perda de tempo em
interações inúteis que dificultem a obtenção dos Resultados.

Aliás, por esse motivo, o de eliminar interações inúteis:

 tem de ser respeitado o limite de três Âmbitos na Estrutura


Organizacional; e

 os Apoios indispensáveis têm de manter-se à margem da


Linha.

É preciso estar alerta contra o uso abusivo do termo


Equipe.

O trabalho em Equipe de forma alguma exige que seus Integrantes


permaneçam reunidos o tempo todo em um só local.

Trabalho em Equipe é aquele em que cada um sabe o que fazer


por si só e cujas ações, integradas às dos demais, conduzam aos
Resultados que a Equipe – na acepção correta da palavra – tenha
pactuado. Essa é a única e verdadeira fonte de Sinergia.

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2. ENFOQUE NA CONTRIBUIÇÃO

Determinado Responsável por Resultados é eficaz quando,


permanentemente, se indaga e encontra a Resposta certa para a
seguinte Pergunta:

- Como posso contribuir para melhorar os Resultados de


meu Centro de Resultados, de minha Empresa e de
minha Organização?

O enfoque na Contribuição, evidenciado pela Pergunta, é uma das


chaves da Eficácia, pois contribuir é:

 identificar soluções que devem ser transmitidas a Todos os


demais que delas necessitem;

 prever e preparar, hoje, as Decisões que terão de ser


enfrentadas amanhã.

O enfoque na Contribuição fornece os quatro requisitos básicos


de Relações Humanas eficazes, pois envolve:

 a Comunicabilidade;

 o autêntico trabalho em Equipe, traduzido no Espírito de


Equipe;

 o empenho com o autodesenvolvimento

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 o empenho com o Desenvolvimento dos Outros, o TODO.

Para que o enfoque na Contribuição aconteça, é necessário o


Espírito de Abertura; ou seja: os Seres Humanos precisam saber
lidar com o novo, ouvir opiniões diferentes e decidir com base em
o que é o certo, mantendo-se alinhado à Visão de Futuro (Espírito
do Tempo).

A Comunicabilidade torna-se possível e realmente fácil quando a


vontade de praticar o enfoque na Contribuição leva o Líder a
perguntar a seu Liderado:

− Qual a contribuição que posso lhe oferecer para Você melhor


contribuir com seu Centro de Resultados, sua Empresa e sua
Organização?

− Quando Você irá necessitar de minha contribuição? – De que


forma?

No caso específico das Perguntas dirigidas ao Liderado, cabe ainda


indagar:

− O que podemos esperar de Você?

− Quais as contribuições pelas quais devemos considerá-lo


Responsável?

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− Qual o melhor uso para suas Virtudes, Conhecimentos,


Competência e Habilidades?

Caso tais Perguntas se generalizem, inclusive entre os Apoios, ter-se-


á de fato o autêntico trabalho em Equipe, sem a necessidade de que
seus Integrantes permaneçam "o tempo todo reunidos".

Quem verdadeiramente se indaga como pode contribuir está a


perguntar a si mesmo:

− Que Virtudes devo adquirir e/ou desenvolver?

− Que Conhecimentos, Competência e Habilidades devo ampliar,


para contribuir mais e melhor?

− Que Atitudes devo mudar?

− Que Forças devo tornar mais produtivas, para aumentar meu


Desempenho no trabalho?

− Que Padrões de Desempenho devo estabelecer para Avaliar?

Uma Pessoa com Humildade e Coragem suficientes para formular


essas Perguntas a si mesmo é um Ser Humano responsável,
envolvido e comprometido com seu autodesenvolvimento.

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Na medida em que encontre as Respostas que procura e execute as


ações que essas Respostas venham a exigir, estará a fornecer o
exemplo e a induzir os demais a Comportamentos semelhantes; em
suma, irá contribuir para que Todos se desenvolvam.

A Tecnologia Empresarial Odebrecht visa buscar o que é certo


para Todos, ao longo do eixo Cliente Acionistas.

Daí a necessidade de cada Líder identificar o que é o certo, em vez


de procurar saber "quem está certo" ou "quem está errado".

Ao proceder dessa maneira, garantirá a Eficácia do relacionamento


na Organização Odebrecht e entre os que a integram e cada
Cliente.

O que é melhor para Todos, face à dinâmica empresarial, muda


continuamente e torna praticamente inevitável a ocorrência de erros
na tentativa de acertar.

Em vez de recearem decidir e agir, Todos devem ter em mente que:

o pior erro é a inação.

Os Liderados precisam de Rumo e, portanto, de um Líder


comprometido com o exercício permanente da Pedagogia da
Presença.

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O Líder precisa de tempo para estar presente e oferecer a seus


Liderados sua experiência e seu exemplo, principalmente no início
do processo decisório.

Esta é a Razão pela qual o Líder deve combater sua natural


tendência a constituir uma "burocracia" para lidar com o que ele
possa achar "dominado" ou "secundário".

O Líder tem de aproveitar essa Oportunidade para formar


Sucessores, ou seja, para desenvolver Pessoas de Conhecimento
que – na lide diária com esses assuntos – possam adquirir Virtudes,
Conhecimentos, Competência e Habilidades que lhes permitam
tornar-se Empresários.

Para tanto, é preciso criar, implantar e operar um Sistema de


Comunicação e Informações, fundado no diálogo pessoal e direto,
que funcione nos dois sentidos: Fluxo e Refluxo.

3. TORNAR PRODUTIVAS AS FORÇAS

O Líder eficaz, consciente de que seus Resultados dependem do


apoio dos demais, sabe de antemão que todos os Seres Humanos –
inclusive ele mesmo – possuem Forças e Fraquezas e que nada se
constrói sobre as Fraquezas.

O Líder sabe ainda que é impossível eliminar todas as Fraquezas de


um Liderado. Sabe, porém, que essas Fraquezas podem ser

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reduzidas e mesmo tornadas irrelevantes, se as Forças desse


Liderado são ampliadas e tornadas Produtivas.

Para gerar Resultados, é indispensável que cada um aumente e torne


mais Produtivas todas as Forças disponíveis, sejam:

 suas próprias Forças, as únicas que ele pode efetivamente


controlar;

 as dos Liderados;

 as dos Pares;

 as dos Líderes;

 as dos Clientes;

 as dos Fornecedores e demais Agentes Econômicos dispostos a


atuar em Parceria; e

 em particular, a Força das Circunstâncias.

Daí ser errado perguntar:

"− O que aquela Pessoa é incapaz de fazer?"

O certo é perguntar:

«− O que ela pode fazer extraordinariamente bem?»

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Como, freqüentemente, o trabalho obriga o Ser Humano a conviver


com Outros que possuem modos de ser, decidir e agir diferentes do
seu, esse Ser Humano, em vez de perguntar-se:

"− O que me desagrada nessa Pessoa?";


"− Por que tenho antipatia por esse Liderado?";
"− Será que ele é aceitável?",

deve indagar a si mesmo:

«− Qual a Tarefa em que tal Pessoa poderá ser mais eficaz e produtiva?»

Em suma, é um equívoco pretender identificar "quem está certo" ou


"quem está errado"; o importante é identificar o que é o certo.

4. CONCENTRAÇÃO NAS PRIORIDADES

Há uma Virtude muito rara, que o Líder deve identificar e


valorizar em seus Liderados.

É a forma pela qual uma Pessoa de Conhecimento exerce, na


prática,

a coragem de impor, ao tempo e aos acontecimentos, suas


Decisões sobre o que realmente importa e faz diferença.

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É a Virtude por excelência de um Líder, de um Ser Humano que se


recusa a ser "escravo da fatalidade" e quer, de fato, dirigir sua
Vida e os Destinos de seu Negócio;

em suma, ser «Agente de seu próprio Destino».

Para praticar, de maneira sistemática, essa Virtude, há regras muito


simples de formular, embora muito difíceis de seguir:

1. esquecer o que deixou de ser Produtivo;


2. transformar problemas em Oportunidades;
3. realizar uma coisa de cada vez;

4. concentrar-se ao realizar todas as coisas ao mesmo tempo, por


meio da Delegação Planejada a seus Liderados
e
5. ao delegar, ter mais Coragem que Análise.

5. TRANSFORMAR A DECISÃO EM RESULTADOS

Tomar Decisões é a Tarefa mais nobre do Líder, mas poucos se


dão conta de que o Líder dedica a maior parte de seu tempo a
transformar cada Decisão em Resultados.

Lembrar-se de que a Coragem, mais que a Análise, é a fonte dos


Resultados.

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Regras Práticas para a Eficácia

Quem deseja ser Eficaz tem de tomar Decisões com Segurança e


Critério.

Na Vida Empresarial, raramente a Verdade está à tona; jaz


encoberta quase sempre pelas "aparências".

Separar o importante do "acessório" é pré-requisito para um


Ser Humano Decidir com Eficácia: só assim poderá atuar sobre as
Causas, em vez de perder tempo com as "aparências" ou "sintomas".

Ocorre que, mesmo quando bem determinadas as Causas sobre as


quais atuar, antes de Decidir é preciso saber:

 em benefício de quem atuar;

 com quem atuar;

 quando atuar.

Dos comentários precedentes, grave equívoco é concluir que as


Decisões devam ser "longamente maturadas".

Conforme foi observado, na Área Operacional, a Coragem de agir,


mais do que a Análise, é o fundamento do Sucesso.

A Decisão tomada na Área Operacional, para ser Eficaz, deve visar


mais ao Impacto nos Resultados do que à Técnica.

Ainda nessa Área, para evitar que os Liderados "fiquem no ar",


cheios de dúvidas sobre o que fazer, qualquer Decisão é melhor do

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que nenhuma, desde que venha a ser corrigida, se for o caso, o mais
rapidamente possível.

Assim como ocorre com o Líder da Grande Empresa, o Líder da


Pequena Empresa tem de estabelecer com os respectivos Liderados
um Diálogo onde revele a disposição e a capacidade de
HOJE (= sempre):

 resolver os problemas do Cliente, de cada Liderado e dos


Acionistas
e

 converter todos esses problemas e os seus próprios em


Oportunidades.

Oportunidades que estimulem o Crescimento de sua Empresa e


o Desenvolvimento dos Seres Humanos que lidera, além do dele
mesmo.

Portanto, HOJE (= sempre), o Líder autêntico precisa estar


capacitado para, ao mesmo tempo, com relação a sua Empresa:

 identificar e realizar o potencial de Crescimento de sua


Empresa;

 tornar eficiente e produtiva a Estrutura atual (Seres Humanos


+ Negócios + Comunicação)

 mentalizar a Estrutura, com vista às necessidades do Futuro.

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Essas três Responsabilidades do autêntico Líder são inseparáveis


porque constituem equações simultâneas que precisam estar
resolvidas HOJE (= sempre).

Tais equações devem ser solucionadas ao mesmo tempo, por


intermédio dos seguintes Preceitos da Tecnologia Empresarial
Odebrecht, cuja prática irá conduzir ao progressivo aumento da
Produtividade dos seus Líderes:

1. o Desenvolvimento do Ser Humano (Discípulo) é o ponto de


partida e o ponto de chegada do dever de Servir dos Líderes da
Organização Odebrecht;

2. a Educação, o Treinamento e a Formação de novos e melhores


Empresários e Equipes são os meios de que os Líderes dispõem
para levar à prática o dever de Servir, hoje, amanhã e sempre;

3. o Empresário da Organização Odebrecht, em vez de ter


compromissos com Pessoas, tem compromissos com os
Princípios, Conceitos e Critérios que integram a Tecnologia
Empresarial Odebrecht;

4. os Resultados econômicos são apenas um meio para promover o


Desenvolvimento dos Seres Humanos e o Crescimento orgânico
das Empresas;

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5. as Oportunidades, os Resultados e, em grande medida, os


Recursos Materiais só existem fora das Empresas da
Organização; dentro dessas existem apenas problemas e Custos;

6. os problemas de nossos Clientes devem ser tratados por meio da


identificação de suas Causas e de sua transformação em
Oportunidades;

7. os Resultados são gerados mediante o aproveitamento ético e


moral de Oportunidades que possam ser transformadas em
Negócios vantajosos para o Cliente, a Comunidade, os
Acionistas e os que Servem;

8. faz parte inseparável desse aproveitamento ético e moral a


segurança no Trabalho, a conservação do Meio Ambiente e a
promoção do bem-estar da Comunidade;

9. para produzir Resultados é necessário tornar eficaz e


contributiva a própria Equipe, quanto ao uso produtivo do
Patrimônio Moral e Material dos Acionistas;

10. os Resultados são conquistados na medida em que o Cliente é


Servido e satisfeito;

11. qualquer posição de Liderança sobre os Concorrentes é


transitória ou, ao menos, de curta duração;

12. o que existe está a tornar-se superado;

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13. o que existe pode estar distribuído de forma errada e está à


espera de quem o remaneje para torná-lo mais Produtivo;

14. a capacidade de Concentração é a chave para o Empresário


fazer uma coisa prioritária de cada vez; e

15. a capacidade de Delegação é a chave para o Empresário fazer


todas as coisas prioritárias ao mesmo tempo.

As Responsabilidades do Empresário para com o Presente e o


Futuro podem ser equacionadas de maneira simultânea, caso o
Líder formule a si mesmo, continuamente, a pergunta-chave:

− Como identificar e realizar plenamente o potencial de meus


Liderados?

e cumpra a única Resposta certa.

Assim deve proceder sempre o Líder Autêntico, porque coerente com


o seguinte Princípio Filosófico da Organização Odebrecht:

o Ser Humano é a origem e o fim de todas as ações na


Sociedade, e seu Trabalho o meio primordial de
Sobrevivência, Crescimento e Perpetuidade da Espécie.

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