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MANUAL DE METODOLOGIA CIENTÍFICA

ILES ITUMBIARA/GO - ULBRA

Organizadoras:Auriluce Pereira Castilho Nara Rúbia Martins Borges Vânia Tanús Pereira Revisora: Marlene Ribeiro da
Organizadoras:Auriluce Pereira Castilho
Nara Rúbia Martins Borges
Vânia Tanús Pereira
Revisora:
Marlene Ribeiro da S. Graciano
Colaboradores:
Carlos André Gonçalves
Cristiane Martins Cotrin
Kátia Dias Ferreira Ribeiro
Kátia Eliane Barbosa
Margarete Araújo Mota
Narcisa Silva Soares
Terezinha Aparecida de F. Castro Piedade
Sílvia Costa Pasenike
Zélia Clair Martins de Lima

Itumbiara, fevereiro de 2011.

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MISSÃO

Construir, com excelência, o conhecimento e o saber, por meio do ensino, pesquisa e extensão,
Construir, com excelência, o conhecimento e o saber, por meio do
ensino, pesquisa e extensão, formando indivíduos e profissionais
capazes de promover a transformação e o desenvolvimento do
contexto em que estão inseridos.
VISÃO
Ser referência em educação de qualidade e serviços prestados
buscando, com base em princípios humanísticos, a integração entre
comunidade e Instituição.

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ADMINISTRAÇÃO AGRONOMIA BIOLOGIA CIÊNCIAS CONTÁBEIS DIREITO EDUCAÇÃO FÍSICA LETRAS MATEMÁTICA
ADMINISTRAÇÃO AGRONOMIA BIOLOGIA CIÊNCIAS CONTÁBEIS DIREITO EDUCAÇÃO FÍSICA LETRAS MATEMÁTICA
ADMINISTRAÇÃO
AGRONOMIA
BIOLOGIA
CIÊNCIAS CONTÁBEIS
DIREITO
EDUCAÇÃO FÍSICA
LETRAS
MATEMÁTICA
PEDAGOGIA
PSICOLOGIA
QUÍMICA
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO.
Onde o futuro já começou!

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MANUAL DE METODOLOGIA CIENTÍFICA

1ª EDICÃO 2011 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) M294 Manual de metodologia científica
1ª EDICÃO
2011
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
M294
Manual de metodologia científica do ILES Itumbiara/GO /
Auriluce Pereira Castilho, Nara Rúbia Martins Borges e Vânia Tanús
Pereira. (orgs.) – Itumbiara: ILES/ULBRA, 2011.
81 f. il.
Vários Colaboradores.
1. Trabalhos Científicos - Normalização 2. Metodologia
Científica – Trabalhos Acadêmicos 3. Trabalhos Acadêmicos –
Redação 4. Projeto de Pesquisa 5. Referências Bibliográficas –
Normas ABNT 6. Comitê de Ética em Pesquisa
– Normas ABNT 6. Comitê de Ética em Pesquisa Bibliotecária Responsável: Terezinha Aparecida de Freitas

Bibliotecária Responsável: Terezinha Aparecida de Freitas Castro Piedade CRB/1 - 1384

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SUMÁRIO

1- CONCEITOS E DEFINIÇÕES EM PEQUISA. 08 1.1 Importância das pesquisas científicas e das tecnologias
1- CONCEITOS E DEFINIÇÕES EM PEQUISA.
08
1.1 Importância das pesquisas científicas e das tecnologias
08
1.2 O que é ciência ?
08
1.2.1
Existe diferença entre a Ciência básica e aplicada?
08
1.3
- Conhecimentos e seus níveis
09
1.3.1
Níveis de conhecimentos
09
1.4
O que é Pesquisa?
09
1.4.1
Classificação da pesquisa:
10
1.4.1.1 Finalidade: Pesquisa básica x Pesquisa aplicada
10
1.4.1.2 Quanto aos objetivos
10
1.4.1.3 Tipos de pesquisa, Métodos de Procedimentos e Técnicas de Pesquisa
11
1.4.1.3.1 Tipos de pesquisa
11
1.4.1.3.2 - Métodos de procedimentos
12
1.4.1.3.3 – Técnicas de Pesquisa
12
1.4.1.4
- Métodos de coleta
13
2. PROJETO DE PESQUISA
15
3. MONOGRAFIA/TCC - FORMATAÇÃO
23
3.1
Estrutura
23
3.2
Elementos pré-textuais
24
3.3.
Elementos textuais
31
3.3.1
Seções e alíneas
33
3.4.
Elementos pós-textuais
36
4.
NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS
38
SEGUNDOA ABNT
4.1
Citação
38
4.2
Sistemas de nota de rodapé
40
4.3.
Abreviaturas; siglas
40
4.4.
Coesão textual
42
5.
TRABALHOS ACADÊMICOS
44
5.1 Resenha
44
5.2 Fichamento
45
5.3 Resumo
48
5.4 Relatórios
50
5.5 Artigo
53

5.6 Painel

55

5.7 Seminário

57

5.8 Mesa redonda

58

6. REFERÊNCIAS /BIBLIOGRAFIAS

60

7. COMITÊ DE ÉTICA

78

8. REFERÊNCIA

80

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LISTA DE FIGURAS Fig. 1 - Modelo da capa do projeto Fig. 2 - Modelo
LISTA DE FIGURAS
Fig. 1 - Modelo da capa do projeto
Fig. 2 - Modelo da folha de rosto
Fig. 3 - Modelo de introdução
Fig. 4 - Modelo de cronograma
Fig. 5 - Modelo de referências
Fig. 6 - Modelo de capa de monografia
Fig. 7 - Modelo de folha de rosto
Fig. 8 - Modelo de ficha catalográfica
Fig. 9 - Modelo de folha de aprovação
Fig. 10 - Modelo de dedicatória
Fig. 11 - Modelo de agradecimento
Fig. 12 - Modelo de epígrafe
Fig. 13 - Modelo de resumo monografia
Fig. 14 - Modelo de Abstract
Fig. 15 - Modelo de lista de figuras
Fig. 16 – Modelo de lista de tabelas
Fig. 17 - Modelo de sumário
Fig. 18 - Modelo de introdução
Fig. 19 - Modelo de início de capítulo
Fig. 20 - Modelo de conclusão
Fig. 21 - Modelo de referências
Fig. 22 - Modelo de ficha para fichamento
Fig. 23 - Modelo de fichamento de esboço
Fig. 24 - Modelo de fichamento de citação com cortes
Fig. 25 - Modelo de fichamento de resumo
Fig. 26 - Modelo de resumo científico
Fig. 27 - Modelo de relatório
Fig. 28 - Modelo de artigo cientifico
Fig. 29 - Modelo de painel
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APRESENTAÇÃO A construção deste manual, elaborada por professores de Metodologia Científica dos diferentes cursos
APRESENTAÇÃO
A construção deste manual, elaborada por professores de Metodologia
Científica dos diferentes cursos desta Instituição buscou sistematizar e simplificar os
instrumentos da comunicação científica e acadêmica, uma vez que no Instituto Luterano de
Ensino Superior de Itumbiara os princípios educacionais pautam-se na trilogia ensino,
pesquisa e extensão.
Neste sentido, a intenção da elaboração deste manual não foi interferir, nem
tampouco mudar o pensamento escrito dos autores. Na realidade, a finalidade pautou-se em
buscar esclarecer e orientar alunos e professores para uma linguagem comum e orientada
dentro das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Dentre os momentos de discussão, aceitação e prevalência da ponderação dos
organizadores, houve a definição das regras para a elaboração dos trabalhos científicos e
acadêmicos dentro da Instituição. Pautou-se, portanto, todo tempo de estudo em colocar as
necessidades evidenciadas de cada curso existente no Instituto Luterano de Ensino
Superior e assim utilizar-se de apenas uma linguagem para orientação e correção dos
trabalhos acadêmicos elaborados nos níveis de graduação e pós-graduação.
Vale ressaltar que além das normas descritas nesta obra, é indispensável a
utilização/avaliação do Comitê de Ética em Pesquisa com seres humanos, para que os
trabalhos científicos sejam aprovados, conforme disposições acrescidas no final desta obra.

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1. CONCEITOS E DEFINIÇÕES EM PESQUISA 1.1 - Importância das pesquisas científicas e das tecnologias
1. CONCEITOS E DEFINIÇÕES EM PESQUISA
1.1 - Importância das pesquisas científicas e das tecnologias
Pesquisar é uma necessidade de todos os indivíduos. Tem como sinônimo a
busca, a indagação. Para alcançar a qualificação como um processo de investigação
científica, requer emprego de metodologia científica.
As pesquisas geram as ciências, e por sua vez, as tecnologias. Abrangem todas
as áreas onde atua o homem, desde a produção de utensílios domésticos, passa pela
produção industrial, agricultura, telecomunicação, informática, até a biotecnologia. Por
meio dela, tem o homem explorado de forma mais rápida e eficiente o meio ambiente, o
espaço, a melhoria do setor agropecuário e da qualidade da educação, além de novas
descobertas nas áreas médica, farmacêutica, informática, entre outras.
Assim, os estudos científicos vêem produzindo conhecimentos, ciências e
tecnologias, por meio da geração de procedimentos, produtos, métodos para proporcionar
qualidade de vida a todos.
1.2 O que é Ciência?
Entende-se como ciência um acervo de conhecimentos científicos que se
renova com a pesquisa para cada vez mais resolver problemas, desenvolver procedimentos,
equipamentos, produtos e responder a questões. Ainda pode-se definir que a ciência é todo
um conjunto de atitudes e atividades racionais, dirigidas ao sistemático conhecimento, com
objetivo limitado, capaz de ser submetido à verificação.
A ciência caracteriza-se pelo conhecimento racional, sistemático, exato,
verificável, falível, certo e real; pela investigação rigorosa, controlada, baseada em
metodologia, proporcionando obtenção das conclusões científicas, desenvolvimento de
teorias que serão aplicadas na prática.

1.2.1 – Existe diferença entre a Ciência básica e aplicada?

É um erro dividir as ciências em básica e aplicada, pois ambas originam-se do mesmo conceito. A diferença entre ambas está em termos de prazo, prioridade em relação à demanda do cliente, disponibilidade de recursos humanos, financeiros, mas não em termos qualitativos e de importância, pois ambas testam hipóteses, a partir de método científico.

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Toda ciência é básica, pois os conhecimentos científicos gerados através de seus métodos devem servir de base para a aplicação em beneficio da humanidade, por isto toda ciência é aplicada.

1.3 - Conhecimentos e seus níveis

Saber e conhecer significam ter a posse de informações, ter a noção da idéia de algo que se relaciona com o mundo envolvido, o conhecimento significa 130prática da vida, consciência de si mesmo e ato ou efeito de saber e conhecer de forma metódica e organizada. Etimologicamente, a palavra conhecimento, que deriva do latim cognoscere, é sinônimo de “procurar entender” ou “conhecer junto” (MAGALHÃES, 2005, p. 13). Define-se conhecer como uma relação entre a pessoa e o objeto a ser conhecido. No processo de conhecimento, a pessoa se apropria, de certo modo, do objeto a ser conhecido (FERRÃO, 2003, p. 39). Através do conhecimento, o homem entra nas diversas áreas, tomando posse, sabendo da sua natureza, significado, função, origem, finalidade, enfim, de sua estrutura fundamental com todas as implicações resultantes.

1.3.1 – Níveis de conhecimento
1.3.1 – Níveis de conhecimento

De acordo com a profundidade do conhecimento e a sua aproximação da verdade, Ruiz (1997); Mezzaroba e Monteiro (2008) distinguem e caracterizam, de forma geral, seis níveis de conhecimento: empírico, científico, filosófico, teológico, sociológico e jurídico. Conhecimento empírico: refere-se ao conhecimento prático, obtido ao acaso, após inúmeras tentativas; é adquirido e acumulado através de terceiros, da vivência e dos problemas do dia-a-dia. É obtido por qualquer ser humano e baseia-se na experiência pessoal. É o modo comum, espontâneo e pré-crítico que o homem tem de conhecer tudo o que acontece ao seu redor. Não exige comprovação científica. Nos estudos sócio-jurídicos é baseado na realidade social da época em estudo. Conhecimento científico: refere-se ao conhecimento obtido por experimentação, utilizando a metodologia científica. Caracteriza-se pela sua capacidade de analisar, de explicar, de desdobrar, de justificar, de induzir, de aplicar leis e de predizer com segurança eventos similares futuros. Assim, ao contrário do empírico, o conhecimento científico surge não apenas da necessidade de se encontrar soluções para problemas de ordem prática da vida diária, como também do desejo de fornecer explicações sistemáticas que possam ser testadas e criticadas. O conhecimento científico diferencia-se do empírico não pela veracidade nem pela natureza do objeto conhecido, mas sim pela forma, modo ou método e os instrumentos utilizados no ato de conhecer. Exige comprovação científica. Conhecimento filosófico: baseia-se na experiência e não na experimentação. É um conhecimento que busca constantemente o sentido da justificação, da possibilidade de interpretações a respeito de tudo aquilo que envolve o homem. Pauta-se em ideias, conceitos, observações, reflexões e experiências. Apesar de não exigir experimentação, trabalha-se através da coerência lógica, indaga e assume posições. Não exige comprovação científica justamente porque se baseia em conhecimentos explicativos da vida, do mundo, da morte, etc., sem a obrigação da comprovação prática. Conhecimento teológico: apoia-se em doutrinas e no conhecimento revelado (exemplos:

Bíblia, Alcorão). Os conhecimentos são originados e seguidos como obra de Deus. Suas

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evidências não são verificadas, mas regidas pela fé, ou seja, dogmático. Não exige comprovação científica.

- Conhecimento Sócio-jurídico: baseia-se na relação dos fatores sociais e políticos com a

ordem normativa, ou seja, o liame entre a ordem jurídica e ordem sociopolítica. Exemplo:

o exercício dos direitos e deveres decorrentes da cidadania frente ao ordenamento jurídico.

Exige comprovação científica no âmbito das ciências sociais. Segundo Lakatos e Marconi (2003), mesmo existindo uma separação metodológica entre os níveis de conhecimentos, o sujeito conhecedor pode penetrar nas diversas áreas ao mesmo tempo. Por exemplo, ao estudar o ser humano podem-se extrair várias conclusões:

• O seu modo de atuar na sociedade, baseado no senso comum ou na experiência
• O seu modo de atuar na sociedade, baseado no senso comum ou na experiência do dia-
a-dia (conhecimento empírico);
• O seu modo de viver como um ser biológico, verificando o seu comportamento
mediante a investigação experimental, as reações existentes entre determinados órgãos e as
suas funções (conhecimento científico);
• Questionar quanto a sua origem e destino, quanto à sua liberdade e sua existência, suas
incertezas (conhecimento filosófico),
• Observá-lo como um ser criado pela divindade, à sua imagem e semelhança, e ainda
meditar sobre o que dele dizem os textos sagrados (conhecimento teológico)
Observa as conseqüências legais do exercício da cidadania (conhecimento sócio-
jurídico).
1.4 – O que é Pesquisa?
Pesquisa é o conjunto de procedimentos sistematizados, baseados em
raciocínio lógico, na busca de soluções para os problemas nas diversas áreas, utilizando
metodologia científica. É o desenvolvimento efetivo de uma investigação bem planejada,
feita e redigida seguindo as normas metodológicas provenientes da ciência. Usualmente, a
pesquisa surge de uma dúvida, que por sua vez leva à formulação de um problema que
deverá ser resolvido por meio da utilização de um método científico.
1.4, 1 Classificação da pesquisa:
1.4.1.1 Finalidade: Pesquisa básica x Pesquisa aplicada
O objetivo da pesquisa básica é intelectual, procura alcançar o saber para
satisfação do desejo de adquirir conhecimentos e proporcionar informações possíveis de
aplicações práticas, sendo desvinculada de finalidades utilitárias imediatas, não sofrendo
limitação de tempo. É dirigida à geração do conhecimento científico não aplicável,
imediatamente à solução de demandas tecnológicas específicas. Ela amplia generalizações,
define leis, estruturas, sistemas e teorias.

pesquisa aplicada visa aplicações práticas, com o objetivo de solucionar

problemas que surgem no dia-a-dia, que resultam na descoberta de princípios científicos que promovem o avanço do conhecimento nas diferentes áreas. Ela se empenha em desenvolver, testar e avaliar produtos e processos, encontrando fundamentos nos princípios estabelecidos pela pesquisa básica e desenvolvendo uma tecnologia de natureza utilitária e finalidade imediata.

A

1.4.1.2 – Quanto aos objetivos

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A pesquisa divide-se em formal e factual. A Formal ocupa-se da Lógica e da Matemática, enquanto que a Factual se subdivide em Natural: Física, Química, Biologia, Psicologia; e em Cultural: Psicologia Social, Sociologia, Economia, Política e História. Quanto aos objetivos, ela pode ser dividida em exploratória, descritiva, explicativa e prescritiva:

exploratória: é o primeiro passo do trabalho científico. Geralmente é a bibliográfica, pois se avalia a possibilidade de desenvolver uma pesquisa sobre determinado assunto. Na ciência jurídica abrange também as legislações e as jurisprudências. Visa oferecer informações sobre o assunto, definir os objetivos da pesquisa e orientar a formulação da hipótese; descritiva: promove estudo, análise, registro e interpretação dos fatos do mundo físico, sem a interferência do pesquisador. Geralmente os dados são coletados pela aplicação de entrevista, questionário e observação; explicativa: esse tipo de pesquisa é a mais complexa pois registra, analisa, interpreta os fatos e identifica as suas causas. A maioria das pesquisas explicativas é experimental, em que se manipula e se controla as variáveis. prescritiva: promove não apenas a descrição do que é objetivado na pesquisa científica, mas sim estabelece num plano ideal, a melhor solução para o caso estudado. Exemplo: no caso da existência de uma situação não prevista no ordenamento jurídico propõe-se após o estudo científico a solução ideal.

a)

b) c) d) 1.4.1.3 – Tipos de pesquisa, Métodos de Procedimentos e Técnicas de Pesquisa
b)
c)
d)
1.4.1.3 – Tipos de pesquisa, Métodos de Procedimentos e Técnicas de Pesquisa
1.4.1.3.1 – Tipos de pesquisa
- Pesquisa bibliográfica - é baseada na consulta de todas as fontes secundárias relativas ao
tema que foi escolhido para realização do trabalho. Abrange todas as bibliografias
encontradas em domínio público como: livros, revistas, monografias, teses, artigos de
Internet.
- Pesquisa documental - é a pesquisa que se baseia na coleta de dados, de documentos
escritos ou não, através das fontes primárias, realizadas em bibliotecas, institutos e centros
de pesquisa, museus, acervos particulares (igrejas, escolas, bancos, postos de saúde,
cartórios, hospitais) e públicos (documentos de órgãos oficiais como ofícios, leis,
escrituras) e outros como fontes estatísticas, fontes do direito, livros de apuração ICMS,

balancetes contábeis e financeiros e comunicações realizadas pelos meios de comunicação orais e audiovisuais (rádio, televisão, filmes, mapas). - Pesquisa de campo - é utilizada para gerar conhecimentos relativos a um problema, testar uma hipótese, ou provocar novas descobertas em uma determinada área. Baseia-se em projetos de pesquisa que determina as hipóteses, os objetivos e a metodologia utilizada para efetuar as observações controladas, as variáveis a serem observadas e analisadas, a amostragem, a técnica de coleta de dados, a preparação das informações e a análise estatística. - Pesquisa de laboratório - é uma investigação em que o pesquisador manipula as variáveis e faz os seus controles. A pesquisa é realizada em ambientes fechados, reais ou artificiais, geralmente controlados. A maioria dessas pesquisas é experimental, feitas com pessoas, animais, vegetais e minerais.

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1.4.1.3.2 - Métodos de procedimentos

De acordo com Lakatos (2009) métodos se situam em níveis claramente distintos, que se referem à sua inspiração filosófica, ao seu grau de abstração e à sua finalidade mais ou menos explicativa. Podemos assim classificar os vários tipos de métodos:

Métodos de abordagens:

a) Método indutivo: parte de constatações mais particulares à formulação de leis e

teorias (do particular para o geral). b) Método dedutivo: parte-se de teorias e leis para
teorias (do particular para o geral).
b) Método dedutivo: parte-se de teorias e leis para a análise e explicação de
fenômenos particulares (geral para o particular)
c) Hipotético - dedutivo: formula-se uma hipótese, testando a ocorrência de
fenômenos abrangidos pela hipótese. São as variáveis que persistem como válidas
resistindo as tentativas de falseamento,
d) Método dialético: A dialética é conhecida como a arte da dialogo que aos poucos
se transforma na arte de demonstrar uma tese capaz de definir, atingir com a clareza os
conceitos envolvidos na discussão. Ação recíproca, contradição inerente ao fenômeno
e da mudança dialética que ocorre na natureza.
• Método Histórico: Investigar os acontecimentos, processos e instituições do passado
para verificar a sua influência na sociedade de hoje, pois as instituições alcançaram
sua forma atual através de alterações de suas partes componentes.
• Método Comparativo: estudo das semelhanças e diferenças entre os diversos tipos de
grupos, sociedades ou povos. Contribui para uma melhor compreensão do
comportamento humano. Este método realiza comparações com a finalidade de
verificar similitudes e divergências.
• Método Monográfico: estudo de determinados indivíduos, profissões, condições,
instituições, grupos ou comunidades, com a finalidade de obter generalizações. A
investigação deve examinar o tema escolhido, observando todos os fatores que
influenciaram e analisando-o em todos os seus aspectos.
• Método Estatístico: redução de fenômenos sociológicos, políticos, econômicos a
termos quantitativos e à manipulação estatística, que permite comprovar as relações
dos fenômenos entre si.
Importante: Vide Marconi; Lakatos (2009) outros métodos de procedimentos e
aprofundamento sobre o assunto - vide referência bibliográfica.
1.4.1.3.3 – Técnicas de Pesquisa

Para a realização de uma pesquisa científica há necessidade de levantamento dos dados e coleta por meio das técnicas de pesquisa. De acordo com Marconi; Lakatos (2009, p.176) este procedimento pode ocorrer de diferentes formas, tais como:

a) documentação indireta: pesquisa documental e pesquisa bibliográfica;

b) documentação direta: pesquisa de campo, experimental e de laboratório;

c) observação direta intensiva: observação e entrevista;

d) observação direta extensiva: aplicação de questionário.

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- Entrevista - é o encontro de duas pessoas com o objetivo de obter informações a respeito de determinado assunto, mediante uma conversa natural ou programada de forma profissional (estruturada ou semi-estruturada que intercala perguntas do roteiro e outras que surgem com o desenvolver da entrevista). A conversa é efetuada frente a frente com

entrevistado e entrevistador, de forma sistemática e metódica, possibilitando assim, obter informações necessárias do entrevistado para realização do trabalho. Para ter sucesso na coleta de dados é importante ter: um roteiro de perguntas através de formulários, um conhecimento prévio do entrevistado, marcar dia, hora e local da entrevista, proporcionar confiança ao entrevistado, garantir sigilo ao informante em relação às suas respostas.

- Questionário - é uma técnica de coleta de dados através de uma série ordenada
- Questionário - é uma técnica de coleta de dados através de uma série ordenada de
perguntas, que devem ser respondidas por escrito, sem a presença do entrevistador. As
perguntas são encaminhadas aos informantes em formulários próprios contendo como
anexo uma carta explicando o objetivo, a natureza e a importância da pesquisa. Quanto à
forma, o questionário poderá ter perguntas nas categorias: abertas (dissertativas) e fechadas
(de múltipla escolha).
- Pesquisa de campo - utilizada com o objetivo de conseguir informações ou
conhecimentos acerca de um problema, para o qual se procura uma resposta que se queira
comprovar, podendo ser:
a)
quantitativo-descritivo: investigações de pesquisa empírica cuja finalidade principal é
o
delineamento ou análise das características de fatos ou fenômenos, avaliação de
programas, ou o isolamento de variáveis principais;
b) qualitativa: é basicamente aquela que busca entender um fenômeno específico em
profundidade. Ao invés de estatísticas, regras e outras generalizações, a qualitativa
trabalha com descrições, comparações e interpretações.
c) exploratório: investigação de pesquisa empírica, cujo objetivo é a formulação de
questões ou de um problema, com finalidade de desenvolver hipóteses, aumentar a
familiaridade do pesquisador com um ambiente, fato ou fenômeno, para a realização de
uma pesquisa futura mais precisa.
- Observação - É a técnica de coleta de dados para conseguir informações. Utiliza-se dos
sentidos na obtenção de determinados aspectos da realidade, ou seja, examinar fatos ou
fenômenos que se deseja estudar.
1.4.1.4 - Métodos de coleta:
1-
Entrevista:
a. Estruturada
b. Semi-estruturada
c. Não estruturada
d. Painel
2-
Questionário

a. Aberto

b. Fechado

c. Semi-estruturado

d. Múltipla escolha

3- Observação direta

a. Pelo próprio observador (assistemática)

b. Por equipamentos (sistemática)

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c. Participante ou vivência

4- Delineamento experimental

a. Delineamento entre grupos

b. Delineamento de caso único.

Importante: Maior aprofundamento quanto às diferentes técnicas de pesquisa, pode ser obtido em consultas a:
Importante: Maior aprofundamento quanto às diferentes técnicas de pesquisa, pode ser obtido em
consultas a:
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 208p.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São
Paulo: Atlas, 2009. 315p.
MEZZAROBA, O.; MONTEIRO, C. S. Manual de metodologia da pesquisa no Direito. 4 ed.
São Paulo: Saraiva, 2008. 344p.

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2. PROJETO DE PESQUISA O QUE É? É o planejamento de todas as etapas da
2. PROJETO DE PESQUISA
O QUE É?
É o planejamento de todas as etapas da pesquisa que se pretende realizar. Um
projeto de pesquisa bem elaborado desempenha várias funções, tais como: define e planeja
o caminho a ser seguido no trabalho de pesquisa; atende as exigências das instituições de
ensino, tendo em vista a discussão/exposição dos projetos de pesquisa em seminários;
permite aos orientadores discutirem todas as etapas com o orientando, avaliando
possibilidades, perspectivas e eventuais desvios; condiciona a discussão e a avaliação do
projeto elaborado mediante o exame da banca examinadora (em cursos de graduação, pós-
graduação, mestrado e doutorado); serve de base para solicitar bolsas de estudos e/ou
financiamentos para o desenvolvimento da pesquisa junto a órgãos públicos ou privados;
atende as inovações científicas e tecnológicas almejadas por empresas de desenvolvimento
e órgãos públicos.
A pesquisa, qualquer que seja ela, tem a priori três fases que se integram e
interagem: planejamento, a execução e a apresentação. Toda pesquisa se inicia quando o
pesquisador é tomado por uma perplexidade em torno de um problema e surge a
necessidade, de fazer conjecturas para dar tratamento ou resposta a questão. Nesse
momento começa a elaboração do projeto, quando são formuladas as seguintes indagações:
quem? O que quero descobrir ou o que quero fazer? Por que? Para que e para quem fazer?
Onde? Com quanto? Quando fazer? Como fazer?
ESTRUTURA
• Capa
• Folha de rosto
• Introdução (deverá conter: tema, problema, objetivos, justificativa da investigação
por meio de revisão bibliográfica, hipóteses)
• Quadro teórico / Referencial teórico/ Revisão da literatura

Metodologia/ Material e Métodos

Cronograma

Orçamento (opcional)

Referências

Anexo ou apêndice (opcional)

OBS: todos os itens e subitens deverão ser numerados em seções progressivas, em numerais arábicos, no canto superior direito da folha, conforme a ABNT NBR 15287.

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Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO - ULBRA

A seguir, tem-se a explicação de cada etapa do projeto:

Capa: Devem constar na capa do projeto os seguintes elementos: nome da instituição, nome do
Capa: Devem constar na capa do
projeto os seguintes elementos:
nome da instituição, nome do
curso; nome do autor, título do
trabalho, cidade, mês e ano. Tais
elementos devem ser apresentados
na ordem em que foram citados.
Fig. 1 – modelo de capa de projeto

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Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO - ULBRA

Folha de Rosto: A folha de rosto deve conter o nome do aluno (a), o
Folha de Rosto: A folha de rosto
deve conter o nome do aluno (a), o
título do trabalho, a finalidade,
curso, o período e a turma, e ainda
o nome do (a) professor (a)
orientador (a).
Fig. 2 modelo de folha de rosto
Introdução:
Observem que a introdução
consiste
um
“corrido”, ou seja, de uma
de
texto
única
redação
dissertativa
em
que
deverão
ser
apresentados
os
elementos
citados
(tema,
problema,
objetivos
justificativa, por
meio
de
revisão
bibliográfica,
hipóteses,
etc.)
utilizando-se
de
parágrafos coesos.

Fig. 3 – modelo de introdução

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Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO - ULBRA

O tema da pesquisa define o assunto a ser tratado. Pode equivaler ou não ao

título do projeto ou da pesquisa. Deve ter um significado preciso.

Já o problema deve ser ainda mais específico que o tema. Formulado como

indagação, deve ser associada ao marco teórico da investigação a ser feita e as demandas institucionais e sociais. Além disso, deve ser completo, ou seja, conter as variáveis necessárias e esclarecedoras da investigação. Contextualiza-se o tema e o problema de pesquisa, segundo o marco teórico que sustentará o desenvolvimento da pesquisa. Há que se esclarecer os limites para o seu

desenvolvimento. Os objetivos são as metas a serem alcançadas com a realização do trabalho, por
desenvolvimento.
Os objetivos são as metas a serem alcançadas com a realização do trabalho, por
meio de verbos no infinitivo, como: demonstrar, identificar, observar, analisar, comparar.
A
melhor forma de destacá-los é dividi-los em geral e específicos. O geral deve se referir
ao
produto que se deseja obter com a investigação.
Já objetivos específicos (devem conter, no mínimo, três) possuem natureza
operacional, isto é, referem-se a procedimentos que deverão ser cumpridos para que o
objetivo geral seja atingido, confirmando ou não a hipótese enunciada. A justificativa da
investigação por meio de uma revisão bibliográfica, em que se faz referência a estudos e
pesquisas já realizados ou correlacionados sobre o assunto em questão.
A revisão bibliográfica, para justificar a pesquisa, pode ser feita, optando-se por um
dos seguintes argumentos:
1. O pesquisador demonstra a análise incompleta ou insuficiente acerca do objeto
de estudo;
2. Por meio da literatura selecionada, o estudioso demonstra contradições entre os
autores em relação ao problema enunciado;
3.
O estudioso deseja colocar em xeque as conclusões encontradas sobre o objeto de
estudo;
4.
o
pesquisador
necessita
reafirmar
os
resultados
obtidos
em
outras
investigações.
A
justificativa abordará além da relevância bibliográfica (acadêmica) tendo
por base o marco teórico da pesquisa, devendo assim enfatizar também a relevância social,
cultural, econômica e jurídica se houver.
A hipótese é a tentativa de explicação ou solução do problema enunciado,
expressa na forma de sentença afirmativa. Deve também estar de acordo com o marco
teórico definido. Trata-se de um ato criativo. Deve possuir clareza conceitual, referir-se a
conceitos passíveis de verificação (empírica).
• Quadro Teórico / Referencial Teórico / Revisão da Literatura:
Indica-se a fundamentação, o marco teórico, o estado da arte, ou seja, o que há

de melhor, dentre as produções científicas mais significativas e criativas da área o estado do debate que orienta o estudo. 1 Este referencial é considerado como um elemento de controle de toda a pesquisa, desde a problematização inicial.

O pesquisador irá interpretar seu objeto de estudo de acordo com a concepção

teórica de uma ou toda a obra de um autor, ou seja, o marco teórico previamente determinado. Todas as etapas do projeto são definidas conforme esta escolha. Apresenta-se

1 Como, por exemplo, a Teoria do Discurso de Jürgen Habermas, o materialismo histórico dialético de Karl Marx, o positivismo de August Comte, o enfoque experimental segundo a corrente de pensamento empirista, o estruturalismo conforme a obra de Claude Lévi-Strauss, entre outros.

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de modo aprofundado, respondendo quais os princípios, categorias, conceitos ou teorias que fundamentam a pesquisa. Deve estar de acordo com a problemática formulada e o raciocínio desenvolvido nas fases anteriores. Cabe alertar que caso o marco teórico seja mudado durante a pesquisa, todos os demais elementos, como problema, hipótese, objetivos (geral / específicos), caem por terra, o que significa que o estudo será outro e terá um novo começo.

• Metodologia / Material e Métodos: Indicam-se as técnicas, procedimentos e material a serem utilizados
• Metodologia / Material e Métodos:
Indicam-se as técnicas, procedimentos e material a serem utilizados na
pesquisa, bem como a dimensão teórica da investigação, de acordo com o problema
enunciado e os objetivos pretendidos pelo pesquisador.
Os seguintes pontos deverão ser introduzidos na exposição:
- a apresentação breve do marco teórico, ou seja, do autor cujas idéias ou concepção
teórica mais sustentam a formação do pesquisador (que deve ser o mesmo das seções
anteriores do projeto, como no problema e na hipótese);
- o tipo ou técnicas de pesquisa (teórica, empírica, laboratorial, ou quantitativa,
qualitativa, estudo de caso), relatando o porquê da escolha e todas as minúcias de material
e métodos empregados;
- o setor do conhecimento em que se insere o objeto de estudo (multi, inter ou
transdisciplinar), quais as disciplinas, áreas, ou institutos envolvidos na pesquisa;
- o método de abordagem, como: método indutivo, dedutivo, dialético ou
hipotético-dedutivo ( sendo obrigatório a indicação de um dos métodos indicados
anteriormente). Fica a critério do pesquisador enfatizar os outros métodos de pesquisas
existentes.
- a natureza dos dados operacionalizados (primários, secundários). As fontes
primárias são os documentos oficiais ou não, as entrevistas, a jurisprudência, os arquivos, a
legislação, os dados estatísticos. Já as fontes secundárias baseiam-se em estudos já
realizados por outros pesquisadores, como livros de qualquer espécie, artigos de
periódicos, legislações interpretadas;
- os procedimentos que auxiliarão o exame de dados como definição de conceitos,
levantamento estatístico, aplicação de questionário, entrevista, observação, análise de
conteúdo ou de documentos, legislações e jurisprudências por meio de resumos,
fichamentos e resenhas.

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• Cronograma: É a previsão do tempo que será gasto na realização de todo o
Cronograma:
É
a
previsão
do
tempo
que
será
gasto na realização de todo o
trabalho
de
pesquisa. Define
também
as
etapas
de
cada
processo dentro de um espaço
de tempo.
Fig.4 – Modelo de Cronograma

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• Referências: Deve-se apresentar as publicações (livros, periódicos, leis, dissertações, teses, sites), em
• Referências:
Deve-se
apresentar as publicações (livros,
periódicos,
leis, dissertações,
teses, sites),
em
ordem
alfabética, que
são
ou
serão
utilizadas na elaboração
da
pesquisa.
Fig. 5 – modelo de referências
FORMATAÇÃO
O trabalho deverá ser apresentado em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7
cm). As folhas deverão conter margem esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2
cm. Utiliza-se, para a digitação, times new roman 12 para texto e 10 para citações de mais

de três linhas, rodapé e legendas de ilustrações e tabelas. Nas citações com mais de 03 linhas o recuo deve ser de 04 cm. Os títulos das partes devem ser centralizados, maiúsculo e em negrito. Formalmente, o parágrafo se apresenta a 2 cm da margem esquerda. Utiliza-se espaço 1,5 para o corpo do texto e espaço simples para notas de rodapé, citações de mais de três linhas, natureza do trabalho, finalidade, nome da instituição ou da universidade a que é submetida e a área de conhecimento. Na bibliografia, ao final do trabalho, utiliza-se espaço simples dentro da citação da mesma obra, e dois espaços simples entre uma obra e outra. Em toda folha nova, ou seja, em todo início das páginas do trabalho que contêm títulos como introdução, referencial teórico, metodologia, referência bibliográfica, inicia-se o texto em aproximadamente 8 cm da borda superior. Estes títulos devem ser separados do texto que os sucede por dois espaços 1,5, entrelinhas. As folhas devem ser contadas seqüencialmente a partir da folha de rosto, mas não numeradas.

A numeração, em algarismos arábicos, deve aparecer na borda superior direita

das páginas textuais que não possuem o recuo de 8 cm da borda superior. As notas de

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rodapé, ou o sistema autor-data (em que se indica no corpo do texto a fonte pelo sobrenome do autor, seguido da data de publicação do documento e da página), devem aparecer em sequência.

do documento e da página), devem aparecer em sequência. 22 Instituto Luterano de Ensino Superior de

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3. MONOGRAFIA OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) FORMATAÇÃO Documento acadêmico em que se
3.
MONOGRAFIA OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
FORMATAÇÃO
Documento acadêmico em que se apresenta o resultado final de uma
pesquisa. A redação do trabalho deve ser o reflexo de um processo de investigação
sistemática e metodologicamente desenvolvida. Ela é a síntese dos resultados obtidos a
partir das leituras, observações, críticas e reflexões feitas pelo educando sobre um
determinado tema ou assunto específico de cada área. Ressalta-se que não se caracteriza
como uma compilação de textos, mas exige rigor na coleta e análise dos dados,
oportunizando o avanço no campo do conhecimento científico e na proposta de
alternativas. Deve ser elaborado sob a coordenação de um orientador.
3.1Estrutura
Capa (obrigatória)
Folha de rosto (obrigatória)
Folha de aprovação (obrigatória)
Dedicatória (opcional)
Agradecimento(s) (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumo na língua vernácula (obrigatório)
Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
Listas de figuras e tabelas (opcionais)
Listas de abreviaturas e siglas (opcionais)
Lista de símbolos (opcional)
Sumário (obrigatório)
Elementos pré-textuais
Introdução
Elementos textuais
Desenvolvimento
Conclusão
Referências
Apêndice(s) (opcional)
Anexo(s) (opcional)
Elementos pós-textuais

Todo trabalho científico deverá ser apresentado em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm). As folhas deverão conter margem esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm. O trabalho deve ser impresso em apenas uma lauda.

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3.2 Elementos pré-textuais:

• Capa: um elemento obrigatório onde deve ser impresso informações importantes para a identificação do
• Capa: um elemento obrigatório
onde deve ser impresso informações
importantes para a identificação do
trabalho. Deve conter nome da instituição,
nome do autor, título e subtítulo do
trabalho, local e ano de entrega.
Cabe informar que a utilização da
logomarca não é permitida para trabalhos
acadêmicos. A capa deve ser em espaço
simples, centralizado, negrito, fonte Times
New Roman, 12, caixa alta. Apenas local e
ano de entrega devem vir com a letra
inicial maiúscula.
Fig. 6 - Modelo de capa
• Folha de rosto: elemento
obrigatório onde deve ser impresso
informações importantes à identificação do
trabalho. Deve conter nome do autor, título
e subtítulo do trabalho, nota constando a
natureza do trabalho (monografia,
dissertação, etc.), objetivo do trabalho
(aprovação, formação ou grau pretendido),
nome da instituição a que é submetido o
trabalho, área de concentração (disciplina
ou matéria), nome do orientador, local e
ano de entrega. A titulação do orientador
deve constar apenas na folha de aprovação.

Fig. 7 - Modelo de folha de rosto

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OBS.: Mesmo padrão da capa e da folha de rosto para trabalho interdisciplinar.

• Ficha catalográfica: elemento obrigatório no verso da folha de rosto, elaborado por uma bibliotecária,
• Ficha catalográfica: elemento
obrigatório no verso da folha de rosto,
elaborado por uma bibliotecária, conforme
o Código de Catalogação Anglo-
Americano em CCAA2, em vigor.
• No caso de trabalho entregue no
formato digital em PDF ela virá na terceira
folha, não devendo ser contada.
Fig. 8 - Modelo de ficha catalográfica
• Folha de aprovação: deve conter
o nome do autor do trabalho, título e
subtítulo (quando houver), natureza do
trabalho, data de aprovação, nome e
assinatura dos componentes da banca
examinadora.
Atenção:
Colocar
aqui,
no
local
apropriado,
o
nome
do
orientador e
avaliadores
com
suas
respectivas
titulações. Todos devem assinar e esta
página
deverá
ser
escaneada
para
posteriormente
para
ser
anexada
ao
trabalho.

Fig. 9- Modelo de folha de aprovação

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• Dedicatória: folha em que o(a) autor (a) dedica o trabalho ou presta uma homenagem
• Dedicatória: folha em que o(a)
autor (a) dedica o trabalho ou presta
uma homenagem a alguma pessoa ou
grupo de pessoas. Insere-se na parte
inferior à direita da página, devendo ser
concisa.
Fig. 10 - Modelo de dedicatória
• Agradecimento(s): folha em que o(a)
autor (a) indica o apoio pessoal e/ou
financeiro recebido durante a confecção
do trabalho. Deve ser breve. Insere-se na
parte inferior à direita da página.

Fig. 11 - Modelo de agradecimento

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• Epígrafe: folha em que o autor apresenta uma citação, com indicação de autoria, relacionada
• Epígrafe: folha em que o autor
apresenta uma citação, com indicação
de autoria, relacionada com a temática
desenvolvida no trabalho apresentado.
Pode estar presente no início de cada
capítulo ou seção do trabalho. O autor
citado deve constar na lista de
referências do trabalho.
Fig. 12 - Modelo de epígrafe
• Resumo na língua vernácula:
elaborado em folha separada, deve
indicar, concisamente, os pontos
relevantes do trabalho: objetivos,
metodologia, resultados esperados ou
obtidos, o valor científico do trabalho
e sua originalidade, contendo, no
máximo 400 palavras e no mínimo 200
para as monografias. Deve ser
composto de uma sequência de frases
concisas e não deve ser elaborado na
forma de tópicos.

Fig. 13 - Modelo de resumo na monografia

Deve ser seguido das palavras-chave ou descritores, precedido de dois espaços simples, tendo no mínimo de 3 e no máximo de 5 palavras, isto é, inserir palavras que mais

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representam o conteúdo do trabalho, ressaltando que as mesmas devem vir separadas por ponto.

O resumo deve ser em texto corrido e sem parágrafo, digitado em espaço simples.

• Abstract (Resumo na língua estrangeira): contém as orientações do resumo em língua vernácula, digitado
• Abstract (Resumo na língua
estrangeira): contém as orientações
do resumo em língua vernácula,
digitado em folha separada. Por ser
elaborado em idioma de comunicação
internacional (inglês – Abstract).
Deve, também, ser seguido das
palavras-chave (inglês - Keywords)
Fig. 14 - Modelo de abstract

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• Listas de ilustrações (opcional): qualquer que seja seu tipo (desenhos, esquemas, fluxogramas, fotografias,
• Listas de ilustrações (opcional):
qualquer que seja seu tipo (desenhos,
esquemas, fluxogramas, fotografias,
gráficos, mapas, organogramas, plantas,
quadros, retratos e outros) sua identificação
aparece na parte inferior, precedida da
palavra designativa seguida do seu número
de ordem de ocorrência no texto, em
algarismos arábicos (exemplo: 1, 2, 3 etc.),
do respectivo título e legenda explicativa
de forma breve e clara, dispensando
consulta ao texto e da fonte (a qual deverá
constar no texto do trabalho).
Fig. 15 - Modelo de Lista de figuras
A ilustração deve estar inserida o mais próximo possível do texto a que ser refere.
Devem ser apresentadas conforme a ordem no texto, seguidos dos números das páginas. A
tabela deve ter o número inscrito no seu topo sempre que o documento apresentar duas ou
mais tabelas, para identificá-la, permitindo assim sua localização. Sua identificação deve
ser feita em algarismos arábicos de forma crescente, precedidos da palavra tabela, podendo
ser subordinada ou não a capítulos ou seções de um documento.

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• Lista de tabela (opcional): Toda tabela deve ter o título inscrito no topo, para
• Lista de tabela (opcional): Toda
tabela deve ter o título inscrito no topo,
para indicar a natureza e as
abrangências geográficas e temporais
dos dados numéricos (ex: descrever de
forma separada locais, períodos, afinal,
todas as divisões necessárias).
A tabela deve ter moldura, inscrita no
centro da página para estruturar os dados
numéricos e termos necessários para sua
compreensão. Sua estruturação dos
dados deve ser de 3 traços horizontais,
paralelos, sendo que: o primeiro para
separar o topo, o segundo o cabeçalho e
o terceiro para fechar a tabela.
Fig. 16 – modelo de lista de tabela
A moldura não deve ter traços verticais que delimitem o fechamento da esquerda e direita.
Exemplo:
Tabela 1 – Comparação de custos versus quilometragem
FONTE: IBGE (2009)

NOTA: Quando o trabalho contiver ilustrações na quantidade superior a 10, sugere-se que sejam colocadas todas na lista de ilustrações, na ordem do texto, independente da sua numeração. Se a quantidade for superior a 11, sugere-se que seja feita lista separada para cada categoria.

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• Sumário: tem por finalidade proporcionar uma visão geral do trabalho, facilitando a localização dos
• Sumário: tem por finalidade
proporcionar uma visão geral do
trabalho, facilitando a localização dos
assuntos. Enumeram-se as partes do
trabalho, na ordem em que aparecem
no corpo do mesmo. Devem-se
apresentar somente as seções primárias,
secundárias e terciárias. Deve ainda
conter indicativo numérico de cada
seção, título da seção e paginação
separadas por uma linha pontilhada.
Fig. 17- Modelo de Sumário
Entre as linhas do sumário, o espaçamento deve ser simples e entre um título e outro, o
espaço duplo. Os títulos dos capítulos (seções primárias) devem ser escritos em letras
maiúsculas sem negrito. Todas as demais seções em letras minúsculas. O Sumário fecha a
estrutura dos elementos pré-textuais do trabalho acadêmico.
3.3 Elementos textuais:
Introdução

Pede-se atenção a esta parte do trabalho já que seu conteúdo deverá evidenciar ao leitor as partes essenciais do que está sendo apresentado, por esta razão a introdução deve ser escrita somente após o trabalho estar concluído. Tem a função de anunciar a contextualização do assunto ou sujeito da pesquisa, delimitando o tema, evidenciando sua importância. Sequencialmente ao tema, indica-se o objeto de pesquisa e o seu campo de conhecimento, o problema e a hipótese apontados no projeto, os objetivos básicos e as justificativas do estudo que foram elaborados, a metodologia utilizada e as reformulações que se fizeram necessárias devido as condições e/ou fatos não esperados.

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Em seguida, deve demonstrar como foi desenvolvido o trabalho, idéias e argumentos principais discutidos no
Em seguida, deve demonstrar como foi
desenvolvido o trabalho, idéias e
argumentos principais discutidos no
interior de cada capítulo ou seções para
que se tenha uma visão global do
mesmo, deve-se, entretanto evitar
citação direta.
Finalizando, apresentam-se
impressões do próprio autor da
monografia sobre o que foi escrito:
dúvidas a serem esclarecidas, inclusive
por outros pesquisadores da área, ou
dificuldades encontradas no decorrer da
pesquisa ou resultados encontrados que
apresentam importância social e/ou
científica.
Fig. 18- Modelo de introdução
• Desenvolvimento: é onde se expõe detalhadamente o assunto pesquisado. Pode ser
dividido em seções, onde se pode constar material e método, bem como resultado e
discussão, ou em capítulos confirmando as orientações abaixo citadas, conforme a
formatação geral da ABNT, que devem situar:
A argumentação crítica sobre a investigação realizada, tendo em vista os resultados
obtidos, tais como: os procedimentos metodológicos, o marco teórico (expondo
opiniões de autores relevantes para o trabalho), os obstáculos;
O relato sobre a coleta de dados, a descrição clara sobre os métodos e técnicas adotados
de forma que seja possível a reprodutibilidade que é uma característica pertinente às
áreas de ciências exatas;
A organização e as dificuldades ou entraves em torno da bibliografia, jurisprudências e
legislações sobre o objeto de pesquisa;
Análise e interpretação das informações e dados coletados por meio de entrevistas,
questionários, arquivos, jurisprudências e legislações, entre outros, diante do marco
teórico escolhido para a fundamentação da pesquisa;

Análise do problema, localizando as partes que foram ou não solucionadas a partir dos dados coletados da pesquisa e a comprovação/refutação da(s) hipótese(s) a partir do cruzamento com os dados e observações levantados, bem como com o marco teórico e a revisão da literatura, demonstrando, por exemplo, que:

a) se a comprovação e ou a refutação da hipótese produz novo conhecimento ou não

para a compreensão de determinado tema na área de conhecimento em questão;

b) se a comprovação e ou a refutação da hipótese nega ou não afirmações ou teorias

já aceitas na área; CIENTÍFICA.

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c) se a comprovação e ou a refutação da hipótese confirma teoria em voga que vem sendo negada por pesquisadores ou teóricos reconhecidos, na área de concentração.

Chama-se a atenção para evitar cópias de partes de obras sem a correspondente referenciação. A banca examinadora é geralmente especialista na área do trabalho analisado, portanto, conhece os autores sobre o assunto e ainda as falas do autor do trabalho em questão. Vale ainda ressaltar que a cópia de obras se configura um plágio, sendo passível a abertura de um processo contra o plagiador.

Obs: A revisão de literatura e os dados históricos alcançados sobre o tema-problema não devem
Obs: A revisão de literatura e os dados históricos alcançados sobre o tema-problema não
devem estar situados em um único capítulo ou parte específica do trabalho monográfico, e
sim em todas as partes do relato servindo como sustentação dos raciocínios desenvolvidos.
Cabe ao orientador designar quantos capítulos e em que local os autores devem ser
colocados para fundamentar com maior profundidade o assunto trabalhado.
3.3.1 Seções e alíneas
Cabe nesse momento explicar o que são seções e alíneas elencadas no início deste item.
Seções
Os capítulos de um trabalho científico são chamados pela ABNT de seções
primárias e podem ser divididos e subdivididos em seções secundárias, terciárias, etc.,
tomando-se o cuidado de não ultrapassar a quinária. Adota-se a numeração progressiva –
sistema numérico para dispor hierarquicamente as partes do trabalho – para as seções do
texto.
Cada divisão recebe um grupo de números chamado indicativo de seção. São
sempre utilizados números arábicos. Para a numeração dos capítulos (seção primária)
segue-se a ordem natural dos números inteiros (1, 2, 3, 4,
).
O indicativo da seção
secundária será formado pelo número do capítulo, mais o número de cada parte separada
por ponto, aplicando-se o mesmo processo às terciárias, quaternárias e quinárias (1.1;
1.1.1;
Os títulos das seções primárias (Títulos dos capítulos), que recebem indicação
numérica, são sempre iniciados em página nova, alinhado à esquerda, separados do
numeral por um espaço e a 3 cm da borda superior. Já os títulos que não recebem indicação
numérica (Errata, Agradecimentos, Lista de figuras, Lista de abreviaturas e siglas, Lista de
símbolos, Sumário, Introdução, Conclusão, referências, Apêndice, Anexo, Glossário)
devem ser centralizados, a 8cm de distância da borda superior e em nova página.

Os títulos das subseções são alinhados à esquerda e destacados gradativamente, separados do texto anterior por um espaço duplo. O texto a seguir deve ser iniciado logo na próxima linha. Devem-se deixar dois espaços duplos entre os títulos das seções e o texto anterior. Para destacar as seções deve-se utilizar o negrito, itálico ou caixa alta.

O título primário sempre vem em maiúsculo e negrito. Os títulos das seções secundárias

devem ser em maiúsculo e negrito, podendo ou não se itálico.

O título das seções terciárias em diante deve seguir as seguintes regras:

Quando o título possuir verbo, pontuação intermediária ou entonação final, é considerada oração, com isso somente a inicial da primeira palavra será maiúscula e terá ponto final, exceção para nomes próprios; Exemplo: 1.2.1 Que fim levou o menino?

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Quando o título não possuir verbo, pontuação intermediária ou entonação final é considerada uma frase, com isso a inicial de cada palavra será maiúscula e não terá ponto final. Exemplo: 2.3.1 O Aliciamento de Menores

No sumário todas as seções devem ser relacionadas alinhadas à esquerda como especificado no exemplo, na página relativa a ele.

Alíneas As seções podem ainda ser subdivididas em alíneas que são ordenadas alfabeticamente, por letras
Alíneas
As seções podem ainda ser subdivididas em alíneas que são ordenadas
alfabeticamente, por letras minúsculas seguidas de parênteses separadas entre si por uma
linha em branco. As alíneas servem para itens do conteúdo que não são extensos. Deve-se
observar os seguintes itens na disposição gráficas das alíneas:
a) o trecho anterior à alínea termina por dois pontos; a
b) as alíneas são reentradas em relação à margem esquerda como se fossem
um parágrafo;
c) a matéria da alínea começa por letra minúscula e termina por ponto-e-
vírgula. A última alínea termina por ponto;
d) a segunda linha e seguintes da alínea começam sob a primeira letra do
texto da própria alínea.
Obs.: a trecho acima pode ser observado como exemplo de disposição gráfica de alíneas.
É possível também que o texto tenha subalíneas que sao indicadas por hífen colocado sob a
primeira letra do texto da alínea correspondente. A linha do texto da subalínea começa um
espaço após o hífen; a pontuação é igual ao das alíneas.
Exemplo:
Os continentes são cinco:
a) Europa;
b) Ásia;
c) África;
d) América:
-do norte;
-Central;
-do Sul;
e) Oceania
IMPORTANTE: Apresentação gráfica dos aspectos iniciais dos capítulos

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Apresentação gráfica do trabalho indica que em toda folha nova, ou seja, em todo início
Apresentação gráfica do trabalho indica
que em toda folha nova, ou seja, em
todo início de capítulo ou de seções que
integram o contexto do trabalho que
contêm títulos como introdução,
capítulos, conclusão, bibliografia, inicia-
se o texto em aproximadamente 8 cm da
borda superior. A numeração dos
capítulos deve ser apresentada em
números romanos em ordem sequencial.
Fig. 19 - Modelo de início de Capítulo
Estes títulos devem ser separados do texto que os sucede por dois espaços 1,5, entrelinhas.
O mesmo ocorre com os títulos das subseções que devem ser separados do texto que os
precede e que os sucede por dois espaços 1,5.
Conclusão
Deve ser construída com base nos objetivos propostos e nos dados
comprovados no trabalho. Em consequência, apresentam–se os argumentos mais relevantes
expostos no desenvolvimento do trabalho, uma síntese-crítica dos resultados obtidos e ou
sugestões para novos estudos ou ainda a possível contribuição do estudo efetivado. Se o
estudo feito não esgotou o tema-problema investigado, cabe apontar esses “vazios” e as
possíveis formas diversas de preenchê-los.
Há ainda que se indicar as correções metodológicas em novas pesquisas
semelhantes, demonstrando que tais indicações estão ou não relacionadas com o fato da
pesquisa ser trans, inter ou multidisciplinar.

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A conclusão não deve ser pessoal e deve rematar o trabalho desenvolvido. Não é permitido
A conclusão não deve ser pessoal e deve
rematar o trabalho desenvolvido. Não é
permitido colocar citações diretas.
Atentar para que não sejam apresentados
resultados que não estão evidenciados no
trabalho.
Fig. 20- Modelo de conclusão
3.4 Elementos pós-textuais:
• Referências: permite a
identificação de obras consultadas para a
elaboração do trabalho, devendo constar
somente aquelas que foram referenciadas
no trabalho na forma de citação direta,
citação de informações ou citações
indiretas.
Deve ser redigido em ordem alfabética,
espaço simples entre linhas e dois
espaços simples para separar as próprias
obras.
Para sua elaboração deve-se consultar e
ficar
atento
para
às
indicações
das
normas técnicas –(ver como apresentá-
las em Referencias na pagina 52 ).

Fig. 21 – Modelo de referências

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Anexo(s): Não é obrigatório, porém, considera-se que é um item importante para fazer

esclarecimentos ou comprovações e ou ainda dar suporte para fundamentação do assunto

que foi desenvolvido no trabalho. Deve ser apresentado no final, após a referência

bibliográfica, e identificados por letras maiúsculas, seguidas de seu título. Trata-se de assuntos não elaborados pelo autor do trabalho. Pode conter explicações técnicas de equipamentos, modelos de questionários, leis ou decretos, entre outros.

Se constar mais de três, deve-se fazer um sumário de anexos.

• Apêndice(s): constitui-se de matéria elaborada pelo próprio autor da monografia, como roteiros para entrevistas,
• Apêndice(s): constitui-se de matéria elaborada pelo próprio autor da monografia,
como roteiros para entrevistas, questionários, planos de aulas, etc. Destina-se a
complementar as idéias desenvolvidas no trabalho e ainda fazer esclarecimentos ou
comprovações. Deve ser identificado por letras maiúsculas consecutivas e apresentar o seu
título.
FORMATAÇÃO
O trabalho deverá ser apresentado em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm). A
configuração deverá ter margem esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm.
Utiliza-se, para a digitação, times new roman 12 para texto e 10 para citações de mais de
três linhas, para o rodapé e para as legendas de ilustrações e ou tabelas.
Os títulos das partes ou capítulos devem ser centralizados e em negrito. Formalmente, o
parágrafo se apresenta a 2 cm da margem esquerda.
Há que se utilizar espaço 1,5 para o corpo do texto e espaço simples para notas de rodapé,
nas citações de mais de três linhas, na natureza do trabalho e objetivo como também o
nome da instituição ou da universidade a que é submetida e a área de conhecimento (folha
de rosto).
Nas Referências bibliográficas, ao final do trabalho, utiliza-se espaço simples dentro da
citação da mesma obra e dois espaços simples entre uma obra e outra.
a) Sigla
A sigla, ao aparecer pela primeira vez no texto, deve ser precedida pela forma completa do
nome e inserida entre parênteses. Exemplo: Ministério da Educação e Cultura (MEC).
b) Numeração da página:
As folhas devem ser contadas sequencialmente a partir da folha de rosto, mas não devem
ser numeradas. Inicia-se a colocação dos números arábicos a partir da folha seguinte da
Introdução. Explica-se que a numeração, dever ser feita em algarismos arábicos, colocadas
no canto superior direito das folhas de todo o texto que não possuem o recuo de 8 cm da
borda superior.

c) Notas de rodapé:

As notas de rodapé ou o sistema autor-data (em que se indica no corpo do texto a fonte pelo sobrenome do autor, seguido da data de publicação do documento e da página) devem

aparecer em seqüência.

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4. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS SEGUNDO A ABNT 4.1 Citação – O
4. NORMAS PARA APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS
CIENTÍFICOS SEGUNDO A ABNT
4.1 Citação
– O que é uma citação?
As citações (referente às várias fontes bibliográficas consultadas) são de
fundamental importância no enriquecimento da pesquisa, pois expõem o posicionamento
de diferentes autoridades com experiência no assunto. O que não pode, de forma alguma, é
transcrever integralmente, ou parcialmente um conteúdo de outro autor, sem fazer a devida
referência.
De acordo com a NBR 10520 da ABNT (2002), a citação é “menção no texto
de uma informação colhida em outra fonte. Pode ser uma transcrição ou paráfrase, direta
ou indireta, de fonte escrita ou oral”.
– Citação direta ou literal
É a transcrição exata de palavras e trechos de um autor, seguindo integralmente
a redação, a ortografia, a acentuação, e a pontuação. Neste caso, a citação deverá conter o
nome do autor ou da instituição responsável ou do título de entrada, seguida do ano de
publicação e da página consultada.
Quando as transcrições no texto atingem até três linhas devem estar encerrada
entre aspas duplas. Exemplo: Segundo Gil (1999, p. 13) “pesquisa é um procedimento
racional e sistemático que tem como objetivo, proporcionar respostas aos problemas que
são propostos”.
Quando a citação direta for composta por mais de três linhas, deve ser
apresentada num parágrafo independente, recuado a 4 cm da margem esquerda, com letra
menor (tamanho 10), sem parágrafo na primeira linha da citação e em espaço simples (1,0).
Exemplo:

O objetivo da metodologia científica é tomar os meios universitários pela mão e caminhar ao seu lado, acompanhando-os em seus primeiros passos de vida universitária, indicando o caminho certo na procura do saber superior, iluminando problemas para que melhor possam vê-los, ajudando-os a assumir e a desenvolver hábitos de estudo e técnicas de trabalho que tornem realmente produtivos os anos de vida universitárias, tão preciosos e, não raro, tão mal aproveitados (RUIZ, 1997, p. 27)

As obras utilizadas deverão ser referenciadas no corpo do texto de acordo com

o sistema de citação adotado, sob pena de serem consideradas plágio, demonstrando assim

a credibilidade da pesquisa realizada, seguindo as regras da ABNT.

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– Citação indireta Consiste na transcrição não literal do que diz o autor, a partir da interpretação de um texto consultado, do qual se quer retirar o trecho mais importante, faz-se um resumo com as próprias palavras ( paráfrase) , respeitando a idéia do autor. Nesse caso não se usa as aspas e a citação da página se usa quando consultou apenas determinado trecho; quando se utiliza de toda a obra ou várias páginas de um autor para a citação não é necessário citar a página no corpo do texto. Exemplo 1 (uso de um determinado trecho): Os graduandos não devem se restringir apenas às atividades acadêmicas desenvolvidas dentro da sala de aula. A participação em eventos científicos é importante para promoção e divulgação dos trabalhos de pesquisa (FERRÃO, 2003, p. 213). Exemplo 2 (uso de toda a obra): Uma obra sobre metodologia científica contribui no planejamento e execução das pesquisas dos alunos durante sua vida acadêmica, porém a garantia de um bom trabalho está no exercício do aluno em aplicar as normas em suas pesquisas (FERRÃO, 2003).

• Tipos de citações - Sistema Autor Data O sistema autor-data, conforme NBR 10520/2002 da
• Tipos de citações
- Sistema Autor Data
O sistema autor-data, conforme NBR 10520/2002 da ABNT, no corpo do texto,
indica-se a fonte pelo sobrenome do autor em caixa alta e baixa, seguida da data de
publicação do documento entre parênteses.
As citações devem ser feitas através do sistema autor-data, em que se deve
colocar o sobrenome do autor ou da instituição responsável ou título de entrada, seguido da
data de publicação do documento, separado por vírgula. Se indicar apenas um trecho da
obra, depois do ano coloca-se a vírgula, a abreviatura de página (p.) e finalmente o número
da página.
Exemplos: (IBGE, 2009) ou (OLIVEIRA, 2009, p. 23).
Nas citações autor-data, as entradas pelo sobrenome do autor, pela instituição
responsável ou título que façam parte da sentença dever ser a primeira letra maiúscula e
demais minúsculas, e, quando estiverem entre parênteses todas as em letras devem ser
maiúsculas.
Exemplos:
1. Citação no corpo do texto: Rodrigues (2008, p. 10) expõe que a cultura brasileira
;
2. Indicação de autor dentro de parênteses: A cultura brasileira é rica em sua
diversidade regional (RODRIGUES, 2008, p. 10).
3. Obras de até três autores:

(MEZZAROBA; MONTEIRO, 2004) (CHANDOR; GRAHAN; WILLIANSON, 1970);

4. Citação com mais de três autores: (MIRANDA et al., 1997, p.30)

5. Citação de citação de um autor: (RORTY, 2000, p.46 apud GUSTIN; DIAS, 2006, p. 140).

6. Citação de várias obras de um mesmo autor publicadas no mesmo ano:

(CHAUI, 2001a, p.35) (CHAUI, 2001b, p.60) (CHAUI, 2001c, p. 550)

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4.2

Sistema de nota de rodapé

O sistema de nota de rodapé vem através da seqüência numérica para a indicação do autor da obra citada, podendo ter algumas variáveis. Se o autor é citado várias vezes no texto, na primeira nota, coloca-se a citação da obra com referência completa.

a) Na segunda, insere-se a expressão latina ibidem ou ibid. (= na mesma obra), que
a) Na segunda, insere-se a expressão latina ibidem ou ibid. (= na mesma obra),
que indica que a obra citada é a mesma imediatamente anterior. Deve ser
indicada na mesma página ou folha de citação a que se refere, como abaixo:
¹ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. São Paulo: José Olympio, 1985, p. 65.
²Ibid., p. 70.
b) A expressão idem ou id. aponta obras do mesmo autor anteriormente citado.
Indica-se na mesma página ou folha de citação a que se refere.
¹MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1996, p. 60.
²Id., Redação científica. São Paulo: Atlas, 1998, p. 76.
c) A expressão op. cit. ( = obra citada) é usada no caso de ocorrerem citações que
se repetem, mas intermediadas por outros autores. Indica-se na mesma página
ou folha da citação a que se refere.
¹GARCIA, Othon. Comunicação em prosa moderna. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, 1978, p. 20.
²MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1996, p. 60.
³GARCIA, op. cit., p. 21.
d) A expressão apud (= citado por, segundo, conforme) indica um autor citado por
outro autor.
¹BARROS, 1983 apud SILVA, 1992, p.19
4.3 Abreviaturas/siglas
- Abreviaturas/Expressões latinas
ap. ou apud.
Citado por; citação de citação
art.
Artigo
cap.
Capítulo
cf
confira, confronte
colab.
colaborador
color.
colorido (a)
comp.
Compilador
coord.
Coordenador
ed.
Edição
et. alli (et al.)
E outros
Ed.
Editor
f.
Folha
Ibid.
Indica que a citação foi extraída da mesma obra e autor já referidos
em nota imediatamente anterior
Id. ou idem
Quando se utilizam varias obras de um mesmo autor substitui o
nome do autor

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infra Abaixo, linhas ou paginas adiante il. Ilustração loc. cit. no lugar citado meses Jan.
infra
Abaixo, linhas ou paginas adiante
il.
Ilustração
loc. cit.
no lugar citado
meses
Jan. Fev. Mar. Abr. Maio,. Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez.
n.
Número
org.
Organizador
op. cit.
Emprega na obra citada, para indicar que a citação foi extraída de
obra citada anteriormente, mas entre esta e a nova citação
p.
Página
pass. ( passim)
Para se fazer referência a citação de uma ideia contida em várias
páginas, substitui o numero de paginas
s.d
Sem data
s.l.
Sem local
s.n.
Sem autor, sem editor ou editora
sequentia e et
seguinte ou que se segue
seg.
Sic
Assim mesmo, tal qual se encontra-se na fonte
supra
Acima, linhas ou paginas atrás
v.
Volume
v.o.
Ver o original
Siglas
ABNT
Associação Brasileira de Normas Técnicas
ACS
Assessoria de Comunicação Social
CBF
Confederação Brasileira de Futebol
CC
Código Civil Brasileiro
CEPES
Comissão Especial p/ Execução do Plano de Melhoria do Ensino Superior
CF/88
Constituição Federal de 1988
CFA
Conselho Federal de Administração
CFC
Conselho Federal de Contabilidade
CFE
Conselho Nacional de Educação
CNPq
Conselho Nacional de Pesquisas
CP
Código Penal
CPC
Código de Processo Civil
CPP
Código de Processo Penal
CRA
Conselho Regional de Administração
CRB
Conselho Regional de Biologia
CRC
Conselho Regional de Contabilidade
CREA
Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
CREF
Conselho Regional de Educação Física
CRQ
Conselho Regional de Química
CTB
Código de Transito Brasileiro
CTN
Código Tributário Nacional
EMBRAPA
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
FGV
Fundação Getulio Vargas
IBAMA
Instituto do Meio Ambiente e Recursos Renováveis
IES
Instituto de Ensino Superior

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ILES Instituto Luterano de Ensino Superior INEP Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
ILES
Instituto Luterano de Ensino Superior
INEP
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
LEP
Lei de Execução Penal
M.P.
Medida Provisória
MP
Ministério Público
MEC
Ministério de Educação e Cultura
NAE
Núcleo de Apoio ao Estudante
NAP
Núcleo de Apoio Pedagógico
NBR
Norma de Procedimento registrada
OAB
Ordem dos Advogados do Brasil
OEA
Organização dos Estados Americanos
ONU
Organização das Nações Unidas
STF
Supremo Tribunal Federal
STJ
Superior Tribunal de Justiça
TJ
Tribunal de Justiça
ULBRA
Universidade Luterana do Brasil
UNESCO
United Nations Educational, Scientific and cultural Organization
4.4 Coesão textual
A coesão textual é um elemento de sintaxe e seu papel é garantir a organização das frases,
orações, períodos e mesmo parágrafos. Um elemento coesivo é basicamente um
continuador textual que indicam várias circunstâncias:
1- Indicadores (termos que indicam) de oposição, contraste: mas, porém, contudo,
todavia, entretanto, no entanto, embora, contra, apesar de, não obstante, ao contrário,
etc.
2- Indicadores (termos que indicam) de causa e consequência: porque, visto que, em
virtude de, uma vez que, devido a, por motivo de, graças a, em razão de, em
decorrência de, por causa de, etc.
3- Indicadores (termos que indicam) de finalidade: a fim de, a fim de que, com
intuito de, para, para a, tanto quanto, tanto mais, a menos que, etc.
4- Indicadores (termos que indicam) de esclarecimento: vale dizer, ou seja, quer
dizer, isto é, etc.
5- Indicadores (termos que indicam) de proporção: à medida que, à proporção que,
ao passo que, tanto quanto, tanto mais, a menos que, etc.
6- Indicadores (termos que indicam) de tempo: em pouco tempo, logo que, assim
que, antes que, depois que, em vista disso, etc.
7- Indicadores (termos que indicam) de condição: se, caso, contanto que, a não ser

que, a menos que, etc.

8- Indicadores (termos que indicam) de conclusão: portanto, então, logo, por isso, por

conseguinte, pois, de modo que, em vista disso, etc.

Na Língua Portuguesa existem algumas expressões que são características de textos científicos. Veja alguns exemplos e onde e como podem ser utilizadas:

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a) Citação na construção do texto:

Beuren (2004, p.65) conceitua Magalhães (2005, p.13) aponta que Silva (2003) apresenta pontos para reflexão sobre a

A avaliação na concepção de Romão (1998, p. 88) envolve

Perrenot (1999, p.78) afirma que De acordo com Nóvoa (1993)

b) Introdução referente à discussão dos resultados da pesquisa:

De acordo com os dados obtidos no questionário Conforme as estatísticas É o que se
De acordo com os dados obtidos no questionário
Conforme as estatísticas
É o que se pode verificar, por exemplo, no gráfico
Com base nos autores consultados
Nos depoimentos, observa-se que são inúmeras as dificuldades
Confrontando a visão dos autores (A, B, C) com o depoimento do grupo, observa-se
que
Os dados de observação e os depoimentos permitem afirmar que
c) Início do desenvolvimento:
Em um primeiro momento é importante ressaltar
Dentro desse raciocínio, faz-se interessante saber
Como reflexo desta situação, é possível mostrar algumas causas relacionadas com
De acordo com esse quadro, torna-se necessário evidenciar alguns fatores relacionados
com
d) Meio do desenvolvimento:
Posteriormente
Por outro lado
De outro modo
De modo adverso
Em outro sentido
De outra forma
Não obstante
e) Final do desenvolvimento:
Salientando-se ainda, que
É importante ainda destacar
Ainda é importante considerar que
Apesar de tudo, deve-se ainda ressaltar que
Entretanto, a situação precisa ainda ser analisada
Apesar da complexidade do assunto, é necessário reforçar
Outro fator existente
Cumpre evidenciar que
Considerando ainda
Em termos relativos
f) Conclusão:

Faz-se oportuno, portanto, Torna-se necessário

É absolutamente prioritário

Faz-se necessário Torna-se fundamental Em virtude dos fatos mencionados Levando-se em consideração estes aspectos

Tendo em vista os aspectos observados

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5. TRABALHOS ACADÊMICOS 5.1 Resenha Resenha é um relato minucioso das propriedades de um objeto
5. TRABALHOS ACADÊMICOS
5.1 Resenha
Resenha é um relato minucioso das propriedades de um objeto ou de partes que o
compõem. É um tipo de redação técnica que inclui variadas modalidades de textos:
descrição, narração e dissertação. (MEDEIROS, 2003)
Sua estrutura é formada:
(Descrição física da obra)
1-
Relata as credenciais do autor,
2-
Resume a obra,
3-
Apresenta suas conclusões e
4-
Metodologia empregada e ainda indica quais foram os autores que o autor do texto
utilizou para o trabalho. (narração).
5- Apresenta uma avaliação da obra evidenciando se é fácil seu entendimento, se foi
proveitosa sua leitura e indica a quem ou qual a área seria importante o conteúdo/as
idéias presentes na obra. (dissertação)
- Apresentação Gráfica de uma Resenha.
1-
2-
Bibliografia dentro das Normas da ABNT;
Credenciais do autor (informações sobre o autor, sua nacionalidade, formação
universitária, títulos, livros já publicados, etc.)
Resumo da obra. De que trata a obra? Para se fazer uma análise do texto indicado para
leitura deve-se levantar algumas questões:
a.
De que trata o texto? (obtém-se daí o assunto tratado nele).
b.
Qual foi o problema focalizado? Como o assunto foi problematizado?
c.
Como o autor soluciona o problema? Que posição ele assume? (assim fica
evidenciada a tese defendida pelo autor)
d.
Como o autor demonstra seu raciocínio? Quais são seus argumentos?
e.
Existem outros assuntos paralelos à idéia central?
3-
Quais as conclusões a que o autor chegou?
Relate aqui o que o autor considerou importante em suas conclusões.

4-

Quadro de referência do autor

Quem basicamente serviu de modelo teórico para o autor?

5-

Crítica do resenhista (apreciação e crítica).

O autor consegue colocar o valor do assunto tratado no texto?

O texto demonstra ser original?

Qual é a validade de suas idéias?

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Elas são importantes pra quem?

Que tipo de contribuições são apresentadas por ele?

O autor apóia suas conclusões em fatos?

6- Indicações do resenhista.

A quem é dirigida essa obra?
A obra é endereçada a uma determinada disciplina?
Pode ser adotada em algum curso? Qual?

⇒ 5.2 Fichamento O fichamento é uma forma de investigação que se caracteriza pelo ato
5.2 Fichamento
O fichamento é uma forma de investigação que se caracteriza pelo ato de
fichar (registrar) todo o material necessário à compreensão de um texto ou tema. Para
isso, é preciso usar fichas que facilitam a documentação e preparam a execução do
trabalho.
Não só, mas é também uma forma de estudar/assimilar criticamente o
conteúdo relacionado à sua formação acadêmico-profissional. Enquanto recurso-didático
seu propósito é auxiliar estudantes/pesquisadores na construção do seu próprio
conhecimento.
Alguns professores solicitam dos seus alunos fichamento de livros ou textos,
com o objetivo do estudante melhor desenvolver sua capacidade de leitura e apreensão
das idéias propostas nos textos lidos. Faz-se necessário, portanto que ao ser solicitado
um fichamento se defina que tipo se deseja.
A ficha é um instrumento de trabalho indispensável para o universitário e o
professor. Segundo Medeiros, (2000) pede-se ao estudioso que para a realização de um
trabalho de alto rigor científico, se faça um levantamento bibliográfico sobre o assunto,
em seguida, seleciona-se a bibliografia para leitura e fichamento. Para isso, utiliza-se das
fichas para armazenar o conteúdo, identificar as obras, fazer citações, análise e elaborar
críticas. Seu uso é o mais diversificado possível e, seu tamanho fica a critério de cada
um, podendo ser escrita à mão ou digitada.
Seguem algumas dicas de como as fichas são comumente usadas. Toda ficha
deve ter um cabeçalho, uma bibliografia, um corpo, que vai determinar a finalidade;
citações, resumo, esboço, ou outro modelo e o local onde os dados foram encontrados.
Nas fichas elaboradas à mão, ao usar o reverso, fazê-lo no sentido inverso de cabeça
para baixo.
Ainda ressalta-se que nas fichas podem-se usar códigos, tais como: (“
”)
aspas para citação, (*) asterisco para resumo, (||) duas barras quando se tratar idéias
pessoais.

Aconselha-se a utilizar vários tipos de fichas de documentação para se efetuar um trabalho acadêmico: fichas de citações, fichas de resumo, fichas de anotações pessoais, fichas de esboço. O (a) pesquisador (a) deve ser criativo para organizar a documentação pessoal. Percebe-se que hoje, o uso do computador facilita a elaboração do fichamento. Completando esta elaboração, Medeiros (2000) indica que todo fichamento tem por base uma leitura atenta do texto que está sendo estudado. Logo, é importante que o pesquisador leia e compreenda se a leitura será aproveitada em seu trabalho ou não.

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Seguem alguns modelos de fichas, que compreendem em sua formatação:

cabeçalho, referências bibliográficas, corpo da ficha e local onde se encontra a obra.

Modelo de apresentação de Fichamento

Título da obra: Título específico estudado: Reservado no caso das fichas serem várias: colocar A,
Título da obra:
Título específico estudado:
Reservado no caso das fichas
serem várias: colocar A, B, etc.
Referência bibliográfica:
Colocar aqui o texto
Local onde se encontra a obra
Fonte: Medeiros ( 2000.)
Fig. 22 – modelo de ficha para fichamento
Faz-se necessário apresentar mais alguns modelos de fichamentos, buscando elucidar para
o estudante sua forma de apresentação.
Exemplo de Fichamento de Esboço: Demonstra-se aqui em qual página se encontraram
determinados assuntos que poderão ser necessários à pesquisa.
Fundamentos de Metodologia Científica
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia
Científica. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Atlas, 1991.
A
155
A pesquisa é um processo de reflexão.
157
O desenvolvimento de uma pesquisa compreende seis passos.
159
Os objetivos podem definir a natureza da Pesquisa.
Definir o problema é especificá-lo em detalhes.
161
Hipótese é uma proposição para verificar a validade de resposta ao problema.
Biblioteca da ILES/ULBRA.
Fonte: Medeiros (2000)
Fig.23 – modelo de fichamento de esboço

- Fichamento de citação: Demonstra-se aqui como fazer um fichamento de citação, explicitando seus componentes principais. É o tipo de fichamento que deve ser composto de citações do próprio autor da obra lida. É a transcrição literal do texto. Após leitura sistemática da obra, o estudante/pesquisador sublinha frases, parágrafos, partes que

expressam a idéia principal do autor. Partes estas que podem ser transcritas no seu trabalho

Tendo o cuidado de abrir e encerrar a citação

de pesquisa (artigo, monografia, ensaio

com aspas, e indicar a página da qual se fez à transcrição. Quando se fizer supressão de alguma parte da obra, deve se indicar tal supressão com reticências entre colchetes [ ] Quando houver supressão de parágrafos entre as partes citadas, deve-se utilizar de uma linha pontilhada separando as falas escolhidas.

).

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Exemplo de fichamento de Citação: após ler o texto, selecionar citações que se encaixem melhor ao trabalho que está sendo efetuado, tendo cuidado para não deturpar a idéia do autor.

Como fazer uma monografia SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 9. ed. rev. São
Como fazer uma monografia
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 9. ed. rev. São Paulo: Martins
Fontes, 1999.
A
“A primeira fase no processo de elaboração de uma monografia é a determinação do assunto a tratar.”
p. 271.
“a) preferir de acordo com as próprias inclinações e possibilidades (
)”
p. 271.
Biblioteca da Iles Ulbra.
Fonte: Medeiros (2000)
Fig. 24 - Modelo de fichamento de citação com cortes.
- Fichamento de resumo (de conteúdo)
É a apresentação sintética, clara e precisa do pensamento do autor. A
apresentação das idéias principais defendidas. Não é uma cópia dos tópicos, nem a
exposição abreviada das idéias o autor, bem como também não é a transcrição literal do
texto ou de partes da obra em análise.
Trata-se de uma ficha não muito longa, mas traz todos os elementos
necessários para a compreensão do texto. Nela, o autor da ficha vai expor a sua
compreensão do texto, usando seu próprio estilo. Não se afastando jamais das teses
originais. Já que um resumo é uma condensação fiel das idéias contidas em um texto, é
uma redução do original.
Salienta-se para que fique atento ao fato de que não cabem no resumo
comentários ou julgamentos pessoais a respeito do que está sendo resumido. Muitas
pessoas fazem o resumo de maneira errada, apenas produzindo partes ou frases do texto
original, elaborando-o à medida que lêem.
Para elaborar um bom resumo é necessário compreender antes todo o
conteúdo do texto. Não é possível resumir um texto à medida que se faz a primeira
leitura.
A reprodução de frases do texto, em geral, indica que ele não foi
compreendido. Quem resume apresenta, com as próprias palavras, os pontos relevantes
de um texto, procurando expressar suas idéias essenciais na progressão e no
encadeamento em que aparecem.
Logo, presume-se que ao fazer um resumo é importante não perder de vista
três elementos:

a. As partes essenciais do texto

b. A progressão em que elas se sucedem

c. A correlação entre cada uma dessas partes

Exemplo de fichamento de resumo: aqui se determina o resumo do assunto estudado, sua bibliografia e onde encontrá-la.

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Trabalhos Científicos Espécies de trabalhos científicos A SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 9.ed.
Trabalhos Científicos
Espécies de trabalhos científicos
A
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 9.ed. rev. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
p. 182-3.
Ao apresentarmos os resultados de uma investigação ou comunicação de um projeto de pesquisa, são
muitos os rótulos na sua classificação. Constatamos: livro; obra; ensaio; tratado; tese; monografia;
recensão; resenha; sinopse; resumo; estudo; teoria; artigo; relatório; informe; dissertação; comunicado;
memória científica. Há outros nomes que não mencionaremos.
Biblioteca da ILES ULBRA.
Fonte: Medeiros (2000)
Fig. 25- Modelo de ficha de resumo
Importante: Atenção com as fichas durante a pesquisa.
Incluir somente um texto (ou tema) em cada ficha e, se as notas são extensas,
usar várias fichas numeradas consecutivamente. Antes de guardá-las, ter a certeza de que
as fichas estão completas e são compreendidas com facilidade. Copiar cuidadosamente as
notas da primeira vez, sem fazer projeto de passar a limpo e nem de tornar a copiar, pois
isto é perda de tempo e dá a possibilidade a erros e confusões. Para onde for, levar consigo
alguma ficha, já que pode surgir alguma idéia de repente. Cuidado para não perder as
fichas. Procurar guardar as fichas sempre em ordem (o uso de fichas eletrônicas facilita
isso). As clássicas fichas de cartolina têm perdido espaço para programas de computador
que garantem economia de trabalho e tempo, entretanto, ainda continuam em uso.
- Fichamento Digitado

A vantagem de se fichar o conteúdo em computador é a facilidade de transposição delas para o texto. Basta digitar o dado a ser anotado para um arquivo de documento e copiá-lo e colá-lo (o famoso CTRL + C / CTRL + V) ao texto do pesquisador, quando for conveniente. Além disso, qualquer arquivo de documento pode ser impresso e catalogado como se fosse uma ficha comum. Mas mesmo no computador é preciso saber organizar as fichas. Com o uso do computador, a confecção de fichas ficou mais simples. Sugerimos um modelo que é básico e pode ser adaptado tanto para os meios eletrônicos, como no uso tradicional das fichas de cartolina. Estas são apenas ferramentas, dicas para auxiliar você nos estudos. Textos bem fichados favorecem a elaboração de qualquer trabalho. Após estas “dicas”, vamos ao trabalho propriamente dito. Só se ficha o que se lê. Não adianta querer estudar apenas com resumos e fichamentos de terceiros. Por isso: faça você mesmo seus fichamentos!

5.3 Resumo

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O resumo consiste na apresentação concisa dos pontos relevantes de um documento, ou seja, de uma publicação científica, como livro, artigo, monografia, dissertações e teses.

O texto do resumo deve ser redigido com o verbo na voz ativa e na terceira

pessoa do singular, usando-se de frases curtas, não mencionando opiniões próprias, discussões, exemplos e inclusões de ilustrações e bibliografias. Deve-se evitar o uso de símbolos que não sejam de utilização corrente, fórmulas, equações e diagramas que não sejam absolutamente necessárias.

• Como resumir Plano geral da obra e seu desenvolvimento • Questões principais: a) De
• Como resumir Plano geral da
obra e seu desenvolvimento
• Questões principais:
a) De que se trata o texto?
b) O que pretende demonstrar?
c) Identificar a idéia central e o
propósito que norteiam o autor
• Compreensão das idéias
• Relação
entre
as
partes
essenciais
• Anotações das palavras-chave
Fig. 26 – modelo de resumo científico
Tipos de resumos:
o
Resumo crítico: resumo redigido por especialistas com análise
crítica de um documento. Também chamado de resenha.
o
Resumo indicativo: indica apenas os pontos principais do
documento ou trabalho científico, não apresentando dados
qualitativos, quantitativos etc.
o
Resumo informativo: informa ao leitor finalidades,
metodologia, resultados e conclusões do documento, de tal
forma que possa, inclusive, dispensar a consulta ao original.

O resumo deve conter o título - apresentando o termo resumo. Sua estrutura é

composta de uma sequência de frases concisas, afirmativas, e não de enumeração de tópicos, sendo redigido em parágrafo único.

Quanto a extensão do resumo:

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1.

de 50 a 100 palavras para notas e comunicações científicas (indicações breves)

2. de 100 a 250 palavras os artigos de periódicos

3. de 150 a 500 palavras os de trabalhos acadêmicos (teses, dissertações e outros) e relatórios técnico-científicos

Palavras-chave: Palavras representativas do conteúdo do documento/resumo, escolhidas, preferencialmente, em vocabulário controlado. Logo abaixo do resumo, deve-se colocar as palavras-chave vindas posteriormente da expressão palavras-chave:, separadas entre si por ponto, iniciadas por letra maiúscula e finalizadas também por ponto.

5.4 Relatório Relatório consiste na exposição escrita, na qual se descrevem fatos verificados mediante pesquisas
5.4 Relatório
Relatório consiste na exposição escrita, na qual se descrevem fatos verificados
mediante pesquisas ou se relata a execução de serviços ou de experiências. Normalmente é
acompanhado de documentos demonstrativos tais como tabelas, gráficos e outros.
Deve ser impessoal, objetivo, claro e conciso;
Trata de um instrumento de comunicação que tem por finalidade expor fatos,
atividades ou resultados de uma pesquisa científica;
Nele o relator poderá apresentar conclusões, sugestões ou normas de ação
consideradas pertinentes.
Tipos de relatórios
Relatório técnico - científico: documento que relata formalmente os resultados ou
progressos obtidos em uma investigação de pesquisa e desenvolvimento, ou que
descreve a situação de uma questão técnica ou científica. Um relatório técnico
científico é um documento pelo qual se faz a difusão da informação corrente, sendo
ainda um registro das informações obtidas. É elaborado principalmente para
descrever experiências, investigações, processos, métodos, análises e etc. O
relatório é dividido em: elementos pré-textuais, texto e elementos pós-textuais;
Relatório administrativo: deve relatar fatos ou ocorrências de ordem puramente
administrativa. Pode ser:
a)
Informativo (objetiva transmitir informações ao destinatário de forma clara e
simples)
b)
Analítico: pressupõe análise, pesquisa, investigação e apresentação de conclusões
e/ou recomendações ao solicitante. Assinatura ao final do relator.
Relatório de atividade: sugere-se para as atividades que não exijam maiores
aprofundamentos, como uma palestra, um curso, uma aula prática, uma visita
técnica, uma viagem, etc.

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Fig. 27- modelo de relatório - Elementos pré-textuais a) Capa A capa deve conter os
Fig. 27- modelo de relatório
- Elementos pré-textuais
a)
Capa
A capa deve conter os elementos necessários para identificação de um trabalho
técnico-científico como: nome da instituição; nomes dos autores; título; subtítulo (se
houver); local; data.
b) Folha de Rosto
É a principal fonte de identificação do relatório, devendo conter as seguintes
informações: nomes dos autores; título; subtítulo (se houver); natureza do trabalho
acadêmico; área de concentração; nome completo dos orientadores; local e data.
-

Elementos textuais A redação deve ter um tratamento objetivo e impessoal, empregando, preferencialmente os verbos na conjugação da terceira pessoa, evitando-se referência pessoal. Deve ser mantida a uniformidade de tratamento em todo o trabalho. É importante que haja consistência na apresentação, mantendo-se um padrão uniforme em todas as frases do trabalho. A objetividade e clareza são características dos trabalhos científicos. Isso é conseguido empregando-se frases curtas que incluem apenas um pensamento. Por outro lado, frases que tratam de um mesmo aspecto devem ser reunidas em um único parágrafo.

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a) Introdução

Parte inicial do texto, em que devem constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da

pesquisa, justificativa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho hipótese.

e a

b) Desenvolvimento

Parte do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema. Como todos os trabalhos científicos, a organização do texto deve obedecer a uma seqüência. Utiliza-se comumente a seguinte estrutura:

Revisão de Literatura: Deve demonstrar conhecimento da literatura básica sobre o assunto, interpretando os trabalhos
Revisão de Literatura: Deve demonstrar conhecimento da literatura básica sobre o
assunto, interpretando os trabalhos feitos por outros autores. Refere-se somente aos
assuntos que tenham relação direta e específica com o trabalho. Deve ser
apresentada preferencialmente em ordem cronológica, em blocos de assunto,
mostrando a evolução do tema de maneira integrada. Todo material citado deve
constar nas referências.
Material e Métodos (procedimentos) utilizados na pesquisa: As observações ou
dados coletados, bem como o método utilizado, são os principais elementos para a
execução de um trabalho. Os procedimentos metodológicos devem ser apresentados de
forma breve, porém completa e clara, na seqüência cronológica em que o trabalho foi
conduzido.
Resultados e Discussão: A apresentação mais adequada dos resultados deve seguir
a seqüência da abordagem usada nos objetivos, material e métodos (procedimento
experimental). Os resultados podem ser apresentados em forma de tabelas ou gráficos,
sendo numerados seqüencialmente e discutidos antes de serem colocados.
Uma boa discussão necessita de bases teóricas (deve-se utilizar referências
bibliográficas) e necessitam ser relacionadas aos resultados obtidos, avaliando a
prática com relação aos objetivos propostos.
Quando possível, os resultados experimentais obtidos devem ser comparados com
dados de literatura e suas diferenças (quando houver) discutidas. OBS: os itens
Resultados e Discussão poderão ser abordados separadamente.
c) Conclusão
É apropriado elaborar a conclusão de modo claro e sucinto. Os resultados devem ser
relacionados aos objetivos propostos como também à teoria, ou mesmo conclusões
próprias, desde que haja embasamento técnico científico para isto. Quando o trabalho não
permitir conclusões, deve-se fazer apenas considerações finais.

d) Considerações finais

Perspectivas de continuidade ou desdobramento do trabalho, ou justificativa no atraso do

cronograma apresentado.

Elementos pós-textuais

1. Referencia bibliográfica - dados completos das obras utilizadas no trabalho.

2. Anexos e/ou apêndices (opcional)

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5.5 Artigo Científico

O artigo científico é definido segundo a NBR 6022 da ABNT como “texto com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.” Portanto, é uma contribuição original para a ciência, sendo um trabalho composto de dados e resultados inéditos sobre um determinado assunto. Suas informações devem ser claras para que um outro pesquisador possa chegar aos mesmos resultados e conclusões. Dessa forma, o artigo científico tem como finalidade expor, analisar, interpretar e discutir assuntos polêmicos, divulgando os resultados de uma pesquisa científica, bem como, abordar inovações sobre temas já pesquisados.

- Estrutura do Artigo Científico Um artigo científico segue as normas de redação dos trabalhos
- Estrutura do Artigo Científico
Um artigo científico segue as normas de redação dos trabalhos acadêmicos
apresentando três partes fundamentais: introdução, desenvolvimento e conclusão. Sendo
estruturado sinteticamente, como demonstrado a seguir:
Título: deve definir e identificar o artigo de forma breve, clara e objetiva, sendo
recomendável não usar caracteres como vírgulas, aspas e ponto no meio do título.
Autoria: são os autores que participaram da pesquisa, sendo colocados na ordem
alfabética do primeiro nome.
De acordo com o periódico, a formatação dos nomes dos autores pode variar,
sendo apresentado de forma completa (nome seguido de sobrenome), abreviada na ordem
correta ou invertida. (Exemplos: José Maria Silva ou J. M. Silva ou Silva, J. M.). Em
algumas publicações após a autoria é necessário identificar a filiação dos autores
(instituições em que trabalham e endereços).
Nota de rodapé: pode ser utilizada tanto para identificar os autores sobre sua formação,
instituições em que trabalham e endereços, quanto para esclarecer determinados tópicos do
texto, ou também para apresentar a referência bibliográfica de uma citação. Caso a
pesquisa seja financiada é necessário fazer referência ao órgão de fomento.

Resumo na língua vernácula: redigido de forma objetiva e concisa, incluindo as razões da investigação, seus objetivos, metodologia, resultados e conclusões mais relevantes. Este texto deve ser escrito na língua em que se apresentará o trabalho completo. Cabe ressaltar que as normas específicas podem variar de acordo com os padrões definidos pelo editor da obra. (Verificar o item resumo desta obra). Deverá conter de 100 a 250 palavras.

Resumo em língua estrangeira: as mesmas características do resumo em língua vernácula, sendo, em inglês Abstract, ou em espanhol Resumen, ou em francês Résumé.

Palavras-chave: Palavra representativa do conteúdo do documento/resumo, escolhida, preferencialmente, em vocabulário controlado. Recomenda-se que não estejam contidas no titulo e sejam apresentadas na língua vernácula e em língua estrangeira.

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Logo abaixo do resumo, deve-se colocar as palavras-chave vindas posteriormente da expressão palavras-chave:, separadas entre si por ponto, iniciadas por letra maiúscula e finalizadas também por ponto.

Introdução: expõe os principais enfoques que a pesquisa aborda, apresentando o objeto de estudo, o problema, a área de conhecimento, o histórico, os objetivos e a justificativa. Em trabalhos que envolvam experimentação devem incluir citações de autores que estudaram o assunto.

Desenvolvimento: corresponde ao corpo do artigo, podendo conter subtítulos, subdivisões ou seções, dependendo da
Desenvolvimento: corresponde ao corpo do artigo, podendo conter subtítulos, subdivisões
ou seções, dependendo da necessidade ou especificidade de cada área do conhecimento.
Deve fundamentar o tema e expor detalhadamente como a pesquisa foi realizada, poderá
abarcar a revisão bibliográfica, os resultados, discussões e a metodologia.
Quanto à metodologia, pode ser colocada na introdução ou no
desenvolvimento (também obedecendo à especificidade de cada área). Deve apresentar o
material, o método e/ou as técnicas utilizadas para obtenção e análise dos dados, o local, o
período e os equipamentos de acordo com o enfoque de cada pesquisa.
Deve ser apresentada de forma direta a qual permita a repetição do trabalho por
outros pesquisadores interessados na área. Recomenda-se na redação o uso de verbos no
tempo passado e em terceira pessoa do singular. Em alguns periódicos a metodologia se
apresenta pela expressão de Material e métodos, podendo ser subdividido em seções.
Conclusão: consiste na exposição dos resultados mais relevantes com suas respectivas
sínteses interpretativas, as quais respondem aos objetivos propostos no trabalho. Deve ser
apresentada de forma objetiva, clara e concisa. Recomenda-se o uso do verbo no tempo
presente.
Podem-se apresentar, dependendo da especialização do periódico, as conclusões no
final das discussões, seja na seção Resultados e Discussão ou Discussões.
Resultados: expor os resultados do trabalho de forma objetiva, por meio de tabelas,
quadros, gráficos, fotos e análises estatísticas, de acordo com o que mostra a pesquisa.
Discussões: “confrontar” os resultados obtidos na pesquisa com os dados publicados na
literatura, efetuando interpretações e comparações críticas.
Alguns periódicos apresentam os resultados e as discussões numa mesma seção,
sendo formatado com a expressão Resultados e discussão.

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Referências Bibliográficas: citar todas as bibliografias contidas no artigo, que foram referenciadas no texto do
Referências Bibliográficas: citar todas
as bibliografias contidas no artigo, que
foram referenciadas no texto do
trabalho, seguindo as normas da ABNT
ou de acordo com as normas
estabelecidas pelos periódicos
especializados de cada área do
conhecimento.
Agradecimentos: item opcional em
que devem ser citadas pessoas ou
instituições que colaboraram na
realização da pesquisa.
Fig. 28 – modelo de Artigo Cientifico
Quanto à redação do artigo, deve ser sempre objetiva e concisa, evitando-se adjetivos
inúteis, supérfluos, repetições, rodeios e explicações desnecessárias. Além disso, espera-se
uma linguagem gramaticalmente correta, precisa, coerente e simples.
Formatação:
O artigo científico deve ser redigido em português e em formato de papel A4, com
espaçamento de 1,5 para o corpo do texto, e simples para as citações com mais de 3 linhas
e mesmo as notas de rodapé. O artigo científico não possui capa e muito menos contracapa.
Os espaços entre os tópicos ou seções e o corpo do texto são de dois espaços de 1,5. A
margem da página superior e esquerda deve ser de 3 cm e direita e inferior de 2 cm. A
fonte de ser Times New Roman, tamanho 12. As seções e subseções devem estar alinhadas
à esquerda do trabalho, em negrito e em numeração arábica (ex: 1; 1.1; 1.1.1, etc.). As
referências bibliográficas devem estar dispostas em ordem alfabética, com espaço simples
na indicação da obra e dois espaços entre uma obra e a próxima subsequente.
Curiosidades:

Não há como fazer um trabalho científico sem indicar autores que também estudaram o assunto, para que possa servir de referência, ou mesmo fortalecer os argumentos usados durante a pesquisa. De acordo com Chinazzo e Mattos (2008, 177p.) “citar outros autores não consiste em demérito para quem faz, desde que isso seja feito com critério e cuidado, citando apenas componentes relevantes, para aprofundar e explicar as exposições temáticas”. Toda citação deve identificar o autor das idéias, sob pena de ser considerado plágio. A qualidade básica da redação científica é a impessoalidade, a clareza, a precisão, a concisão, a modéstia e o vocabulário comum.

5.6 Painel

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O painel é um dos formatos de trabalho mais utilizados em eventos acadêmicos de comunicação e outros campos do conhecimento. Cada comissão organizadora adota normas próprias, mas a estrutura do painel, em geral, varia pouco. Confira uma formatação recorrente:

Orientações gerais:

1. O painel é um banner (pôster) com 1m x 1,20m. 2. O texto deve
1. O painel é um banner (pôster) com 1m x 1,20m.
2. O texto deve ser redigido na língua oficial do evento.
3. O design do pôster deve permitir a leitura a cerca de 1,5 m de distância.
4. O planejamento gráfico deve privilegiar a leitura do conteúdo. Portanto, as cores de
fundo devem ser, preferencialmente, em tons claros, contrastantes com as cores das
letras; as imagens devem ocupar no mínimo 50% do espaço total; e as fontes e
corpos devem ser agradáveis e de fácil leitura.
- Conteúdo de painel referente à pesquisa:
• Título do trabalho;
• Nome do autor, seguido da menção à instituição a qual está vinculado e à agência
financiadora do trabalho entre parênteses;
• Palavras-chaves separadas por hífens;
• Descrição: Apresentação resumida da pesquisa e sua justificativa, realçando a
relevância social e acadêmica do estudo;
• Objetivos: Indicação daquilo que o pesquisador almeja descobrir com a pesquisa;
• Metodologia: Síntese da metodologia (análise do discurso, análise de conteúdo etc.)
e dos procedimentos metodológicos (pesquisa em periódicos, observação,
entrevista etc.) adotados pelo pesquisador;
• Análise dos resultados: Indicação dos resultados alcançados, com breve análise de
como eles foram obtidos e quais as suas implicações;
• Conclusões: Breve resgate das hipóteses, relacionando-as aos resultados de maior
destaque e indicação de perspectivas para abordagem do tema;
• Referências: Indicação da bibliografia, dos periódicos e de demais fontes
efetivamente utilizadas pelo autor.
Conteúdo do painel referente a relato de experiência:
Título do trabalho;
Nome do autor, seguido da menção à instituição a qual está vinculado, entre
parênteses
Palavras-chaves, separadas por ponto;

Descrição: Apresentação resumida de experiência profissional ou científica, contextualização dos fatos e justificativa para tal relato;

Interpretação e análise da experiência, remetendo às causas e conseqüências e indicando sua contribuição para o campo estudado;

Conclusões: Breve resgate do relato e menção às perspectivas para a abordagem do tema;

Referências: Indicação da bibliografia, dos periódicos e de demais fontes efetivamente utilizadas pelo autor.

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A fixação do pôster deve ocorrer meia hora antes do início da sessão. No mínimo um dos autores do trabalho deve permanecer junto ao painel durante todo o tempo estabelecido pelo evento para responder as questões dos interessados. É proibida a apresentação de não- autores. Sugere-se preparar cópias do resumo do trabalho ou cópias reduzidas do pôster, com inclusão de nomes e endereços dos autores, deixando-as disponíveis aos interessados.

OBS: O modelo apresentado pode ser elaborado conforme as instruções do evento.

Modelo: UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL INSTITUTO LUTERANO DE ENSINO SUPERIOR DE ITUMBIARA-GO EDUCAÇÃO E CULTURA-AFRO
Modelo:
UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
INSTITUTO LUTERANO DE ENSINO SUPERIOR DE ITUMBIARA-GO
EDUCAÇÃO E CULTURA-AFRO NO ENSINO FUNDAMENTAL:
UM ESTUDO EM ESCOLAS DE ITUMBIARA-GO
GIBRAIL, Mathilde dos Santos Dias 1 ; PEREIRA, Vânia Tanús 1 ; MARTINS, Anne Michely Ribeiro 2 ; SILVA, Lorena Samira Costa e 2 ; SEBASTIÃO, Patrícia Faria Teixeira 2 ; CUBA Príscila Dantas de 2 ;
1 Professoras do Curso de Pedagogia do Instituto Luterano Superior de Itumbiara, GO; 2 Graduandas do Curso de Pedagogia do Instituto Luterano Superior de Itumbiara, Itumbiara, GO, Brasil
INTRODUÇÃO
Tabela 4 - Os professores receberam alguma formação para trabalhar esse tema? Respostas em porcentagem (%):
Nosso interesse na realização desta pesquisa embasa-se em razões de ordem acadêmica, prática e
intelectual. A pesquisa realizada representou um aprofundamento dos nossos conhecimentos adquiridos na
Instituição de Ensino através do referencial teórico. Visou investir na reflexão sobre nossa prática enquanto
cidadãos e futuros professores, quanto à temática proposta. É com a prática que refletimos sobre a teoria e os
melhores caminhos a serem seguidos para se alcançar o êxito no trabalho proposto. Nossa pesquisa buscou
De acordo com as respostas analisadas na Tabela 4, percebeu-se que os professores não receberam
perceber mais claramente o quanto a Lei nº. 10.639 vêm sendo implantadas no município de Itumbiara/GO, quais
formação para o trabalho com a nova lei, inserindo em suas competências o estudo sobre a Cultura Afro.
as dificuldades enfrentadas e o quanto ainda é possível aprimorar a forma como está sendo desenvolvido o tema
Demonstraram grande desânimo em relação às perspectivas futuras de quando essa orientação irá acontecer
em sala de aula.
Essa pesquisa teve como hipóteses as seguintes argüições: Os professores têm conhecimento da Lei nº.
10.639? Sabem trabalhá-la dentro e fora da sala de aula e na comunidade? Estão tendo respaldo e preparo, da
escola ou de algum órgão, com algum tipo de instrução para trabalhar o tema em sala de aula e na comunidade?
Possui material didático apropriado para trabalhar o tema em sala de aula? A partir dessas indagações, partiu-se
propiciando uma formação para se trabalhar o tema. Os mesmos não descartaram o trabalho, nem foram contra,
porém, confrontando as respostas da Tabela 3 com as da Tabela 4, conclui-se que não trabalham de forma
satisfatória ou mesmo na realidade sobre o tema permanecem como trabalhavam antes da referida lei.
Tabela 5 - Se você já trabalhou o tema, como as crianças reagiram no primeiro momento? Respostas em
porcentagem (%):
para a delimitação do problema dessa pesquisa que foi aplicada com professores de 1ª a 4ª séries do Ensino
Fundamental de 3 escolas sendo 1 Particular, 1 Estadual e 1 Municipal, todas na cidade de Itumbiara/GO. A coleta
de dados foi efetuada por meio de um questionário semi-estruturado. Seu objetivo geral foi observar e verificar se
o conhecimento e cumprimento da Lei nº. 10.639 que inclui no currículo oficial das Escolas Públicas e Privadas
do Ensino Básico a obrigatoriedade do Ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Africana.
Especificamente buscou verificar nas escolas pesquisadas se existe informação sobre o tema, como está
Na Tabela 5, pode ser observado que a grande maioria das respostas demonstra que as crianças ainda não se
sendo trabalhado em sala de aula e na comunidade, detectar se os professores estão tendo algum tipo de formação,
interessam pelo tema. Os professores entendem que para elas não vale a pena estudar sobre a raça negra. Porém,
da escola ou de algum órgão específico, e qual o tipo de material didático os professores estão tendo acesso para
entende-se que se os professores não estão preparados para elaborarem um trabalho significativo, como foi
trabalhar o tema em sala de aula.
Buscou-se como embasamento teórico, o livro “O Negro no Brasil: da senzala à abolição”, de Chiavenato
(1999) e as leituras complementares: “Almanaque Pedagógico Afro-brasileiro”, de Rocha, (2004), a Lei nº.
10.639 das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o ensino de
História e Cultura Afro-brasileira, as revistas Educação com o artigo de Mazzolenis - África: bem mais perto,
demonstrado anteriormente, a criança negra, continuará não se impondo perante si mesma e aos outros, nem as
crianças brancas saberão o tamanho de seu valor cultural em nossa sociedade. Avalia-se com toda essa pesquisa que
as professoras não conseguem desenvolver o senso crítico de todos acerca do tema.
Questionou-se se as crianças levam para suas casas e discutem com seus pais sobre essa temática. A
observação das respostas foi contundente, tudo o que já foi discutido, mesmo que sem profundidade sobre o tema,
História Viva e a Nova Escola trazem orientações para se trabalhar em sala de aula, o Observatório da Educação e
ainda não alcançou a comunidade. Arguiu-se também se a escola já abordou o tema com os pais, e as repostas dos
o Projeto “A Cor da Cultura”, que auxiliam o professor quanto ao tema.
professores demonstraram que a escola não trabalha o tema com os pais em reuniões ou encontros na escola. Os
mesmos também não se manifestam favor ou contra, permanecendo alheios à nova realidade escolar.
METODOLOGIA
Tabela 6 – A escola disponibiliza material específico para se trabalhar o tema em sala de aula? Qual? Respostas em
A metodologia aplicada nesse trabalho se utilizou de três tipos de pesquisas. A bibliográfica, para o estudo
porcentagem (%):
do tema proposto. A de campo, de caráter quantitativo e qualitativo, feita por meio de um questionário semi-
estruturado, para a obtenção dos dados relevantes ao que se propõe observar. Por amostragem quantitativa, para
organização, análise e conclusão. Na apresentação dos resultados procurou-se apresentar os mesmos em forma de
tabelas, indicando porcentagem obtida. Entretanto, também se pautará em uma análise qualitativa, observando as
respostas obtidas dos professores em consonância ou discordância com as suas relações numéricas.
Tabela 1 - Você está a par da lei que inclui a obrigatoriedade da temática “história e cultura afro-brasileira” no
currículo oficial da rede de ensino? Respostas em porcentagem (%):
3 mm
Apenas uma escola respondeu positivamente sobre a existência de material de estudo sobre a Cultura Afro.
Essa resposta foi dada pela Escola Particular, como se pode verificar na Tabela 6, indica que possuem material
para se trabalhar o tema, novos e adequados, porém em número reduzido de opções.
RESULTADO
De acordo com as indicações dos professores e a observação feita pelas pesquisadoras, conclui-se que a Lei
nº. 10.639 ainda não é aplicada. Falta maior divulgação, orientação e material didático apropriados para que o
Como se pode observar na tabela 1, os professores apesar de compreenderem a importância da lei e de sua
inserção no dia-a-dia da escola, a sua grande maioria, participantes dessa pesquisa, demonstram não conhecer a
intensamente a referida lei.
Tabela 2 - Como você tomou conhecimento da lei? Respostas em porcentagem (%):
professor se sinta seguro para desenvolver uma aula significativa do assunto com seus alunos.
A observação de que a grande maioria das professoras apenas ouviu falar da lei indica que não a conhecem
a fundo, pois foi demonstrado em presença das pesquisadoras que apenas uma das professoras da rede estadual se
mostrou realmente conhecedora da lei e de seu conteúdo como um todo.
No que diz respeito à escola e o trabalho desenvolvido com o tema, todas desenvolvem o tema muito
superficialmente, utilizando apenas o livro didático adotado pela escola. O tema para as crianças ainda é tão
“insignificantes” que, quando abordadas sobre o assunto, se mostram passivas, sem interesse algum em conhecer
os benefícios que os negros legaram ao povo brasileiro. A escola por sua vez, também não tem interesse em
colocar o tema em evidência, pois cabe salientar que não se preocupa em trabalhar a temática junto aos pais a não
A Lei nº. 10.639 ainda não está devidamente divulgada, pois as maiorias dos entrevistados afirmaram que
tiveram conhecimento da mesma pela TV, principalmente por meio de flash nos intervalos da programação.
Alguns ainda, pela direção das respectivas escolas. Não demonstraram, entretanto, como se pode observar na
Tabela 2, que esse conhecimento está devidamente trabalhado em sala de aula com bastante ênfase. Demonstrou-
ser que surja algum problema oriundo de racismo em sala de aula. Não existe material didático apropriado que
possa servir para o trabalho com a temática em sala, somente a escola particular disponibiliza material, isso
porque faz parte de uma Instituição de Ensino Superior e conta com uma ampla biblioteca.
Sabe-se que esse trabalho não pode ser feito de qualquer jeito, mas sim deve estar buscando resgatar a
se saber que era importante a lei, porém, não sabiam como trabalha-la.
Tabela 3 - Na sua escola já se trabalha o tema em sala de aula? Respostas em porcentagem (%):
auto-estima, valores e crenças africanas. Isso é uma verdade tão evidente que os professores precisam resgatar
essa memória em sala de aula, mesmo se não existisse uma lei que a privilegie.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CHIAVENATO, Júlio José. O Negro no Brasil: da senzala à abolição. São Paulo: Moderna, 1999.
GENTILE, Paola. África de todos nós. Nova Escola. São Paulo. Nº. 187, p. 42-49, novembro, 2005. Mensal.
História Viva – Temas Brasileiros – Presença Negra. Temática Nº. 3. São Paulo: Duetto, il.
O resultado apresentado na Tabela 3 nos informa que 66% dos entrevistados de escola municipal,
LEAL, Priscilla. O lado rebelde da princesa Isabel. Nossa História. Nº. 31, p. 68-74, maio, 2006. il. Mensal.
FORTES, Nadabe Cardoso de Oliveira Alves e et al. 2. ed. atual. Manual de Metodologia Científica: uma orientação para trabalhos acadêmicos. Itumbiara-GO:
responderam que trabalham com o tema em suas aulas, 87% da escola estadual e 100% na escola particular
também responderam afirmativamente. Entretanto, apesar da grande maioria dos entrevistados afirmarem que
trabalham o tema em sala de aula, percebeu-se pelas suas argumentações ao responder os questionários na
presença das pesquisadoras, que este é feito de forma deturpada, pois ainda possuem a mentalidade arcaica da
época da escravidão. Percebeu-se que o tema só é acolhido em sala de aula quando é abordado nos livros.
Observamos ainda, que na prática apesar de se divulgar ser o trabalho com cultura afro em sala sistemático, a
realidade é diferente, pois o assunto ainda é muito difícil de ser trabalhado, não existindo orientação concisa para o
desenvolvimento do mesmo.
Terra, 2004. 66p. il.
MAZZOLENIS, Sheila. África: bem mais perto. Educação. Segmento, Nº. 108, p. 36-42, Ano 9. il. Mensal.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC; SEPPIR; SECAD; INEP. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino
de História e Cultura Afro-Brasileira. Esplanada dos Ministérios, Bloco L. Brasília, DF, outubro, 2005.
OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. Programa da ONG Ação Educativa. Disponível no site: <http://www.cidadania.org.br>. Acesso em: 07/02/2006.
ROCHA, Rosa Margarida de Carvalho et al. Almanaque Pedagógico Afrobrasileiro. Belo Horizonte, NZINCA, 2004. il.
SANT’ANNA, Wania. Projeto “A Cor da Cultura”, Marco conceitual, fevereiro 2005. Disponível no site: <http://www.acordacultura.org.br >. Acesso em: 22/04/2006.
SILVA, Maria Aparecida da. Multiculturalismo e Educação. Deficiências: a diversidade faz parte da vida. Ed. 5, Ano I, p.10. Mensal.
SILVA, Petronilha Beatriz Gonçalves e et al. Parecer sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Março 2004. p. 5).
Fig.29- Modelo de Painel
5.7 Seminário

O nome da técnica vem da palavra “semente”, que indica o sentido de semear idéias ou de favorecer a sua germinação. Por essa razão, o seminário constitui, em geral, não uma ocasião de mera informação, mas uma fonte de pesquisa e de novas soluções para os problemas, pois procura investigar diversos aspectos de uma mesma questão ou problema. Objetivo educativo: O seminário, em sala de aula, tem como principal objetivo estimular o(a) aluno(a) a ser agente ativo(a) de sua própria aprendizagem. São também objetivos do seminário: identificar problemas e examinar seus diversos aspectos; apresentar informações e críticas pertinentes ao tema; propor pesquisa necessária para resolver os problemas; acompanhar o progresso das pesquisas; apresentar os resultados aos demais membros do grupo.

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Procedimentos metodológicos: O professor apresenta o tema desafiador e justifica sua importância. Ajuda então os participantes a selecionar subtemas específicos para os trabalhos de pesquisa, que poderão ser do tipo: bibliográfica, de campo ou de laboratório. Depois de escolhidos os temas, os alunos pesquisam e estudam seus respectivos assuntos.

O professor elabora, juntamente com a turma, um calendário para as apresentações dos

trabalhos e orienta na procura de fontes de consulta, bem como na coordenação das idéias encontradas para apresentá-las ao grupo. No dia do seminário, o professor deve intervir e pontuar a discussão, comentando e dirigindo a sessão de críticas ao final de cada exposição do grupo. Todos os alunos devem participar ativamente das sessões apresentação, problematizar as questões, expressar pontos de vista e fornecer informações. O trabalho deve ser apresentado por escrito, com cópias suficientes para distribuí-las a todos os participantes do seminário.

- Seminário-Relâmpago Toda a preparação para esta dinâmica ocorre em sala de aula. Objetivo educativo:
- Seminário-Relâmpago
Toda a preparação para esta dinâmica ocorre em sala de aula.
Objetivo educativo: Os principais objetivos do seminário relâmpago são: despertar a
atenção dos alunos, desenvolver a capacidade de assimilar conteúdos, melhorar a
comunicação verbal, promover a socialização e a cooperação entre os membros do grupo,
desenvolvendo atitudes formais perante um plenário.
Também é útil para verificar se houve compreensão do conteúdo imediatamente exposto,
intercalando o seminário relâmpago com a exposição de conteúdos. Sempre que
necessário, o (a) professor(a) pode usar o seminário relâmpago como forma de avaliação
diagnóstica.
Procedimentos metodológicos: Após ter exposto determinado assunto, divide-se a turma
em grupos, sendo que cada grupo deve ter um (a) coordenador (a) (organiza o trabalho),
um relator(a) (relata as idéias e questões do grupo), um(a) secretário(a) (anota as idéias e
questões do grupo) e um(a) mediador(a) (chama atenção para distribuição de tempo
durante a discussão).
Assim organizado, distribui um pequeno roteiro com questões que evidenciarão tópicos,
tais como: o que pareceu importante aos alunos, o que não ficou claro (pergunta do
expositor do grupo), o que é discordante com o conhecimento intuitivo, questionamentos
acerca do tema, esclarecimento de idéias, contribuições deste tema para a vida pessoal e
social.
Cada aluno deverá fazer seu registro, mas são os (as) relatores (as) dos grupos que expõem
as questões anteriormente registradas pelo grupo. Durante as apresentações, os expositores
e o grande grupo poderão fazer perguntas que serão esclarecidas pelo professor ou pelo
grupo.
5.8 Mesa redonda

Mesa-redonda consiste em reunir um grupo seleto de cinco a oito pessoas para, em comum esforço, debater ou deliberar sobre um assunto controvertido, problema ou mesmo um assunto de um livro. A discussão, informal, se dá perante um auditório, no qual cada um dos membros da mesa fala cerca de dez minutos, coordenados por um mediador. Objetivo Educativo

A mesa redonda tem como principal objetivo instigar a elaboração intelectual do aluno ao

estimular a verbalização e a atenção à escuta.

Procedimentos metodológicos

58

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O mediador anuncia o tema da discussão e o tempo destinado a cada participante. Sendo

uma discussão informal, permite que ao final da exposição dos membros da mesa, o mediador apresente o resumo da discussão para, em seguida, convidar as pessoas do plenário a formular perguntas que são respondidas pelos componentes da mesa ou pelo

mediador.

É importante que previamente estejam preparados e distribuídos papéis onde o público

possa anotar seus questionamentos para entregá-los à mesa.

possa anotar seus questionamentos para entregá-los à mesa. 59 Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara-GO

59

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6. REFERÊNCIAS / BIBLIOGRAFIAS Considerações gerais Título e subtítulo O título e o subtítulo devem
6. REFERÊNCIAS / BIBLIOGRAFIAS
Considerações gerais
Título e subtítulo
O título e o subtítulo devem ser reproduzidos tal como figuram no documento, separado
por dois pontos, sendo que só o título aparece em negrito.
Edição
Quando houver indicação de edição, esta deve ser transcrita, em algarismos arábicos,
seguidos da palavra "edição" abreviada, ambas na forma adotada na língua da
publicação.
Exemplo: 9.ed.
6 th. ed.
2 nd. ed.
Quando houver acréscimo à edição, esta deve ser apresentada de forma abreviada .
Exemplos: revista = rev.
Ampliada = ampl.
Imprenta
A imprenta é composta pelo local da publicação (cidade), nome da casa publicadora
(editora) e data (ano) de publicação.

Local O nome do local (cidade) de publicação deve ser indicado tal como figura no documento. Quando houver mais de um local para a mesma editora, indica-se o primeiro ou o mais destacado. Quando o documento não tiver local de publicação, usar [S.l.] (sine loco) entre colchetes.

Editora Editora é a casa publicadora, pessoa (s) ou instituição responsável pela produção editorial. Não se deve indicar o nome do editor quando este também for o autor. Se a editora não for mencionada na publicação e não puder ser identificada, usar [s.n.] (sine nomine), entre colchetes.

60

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A data do documento é transcrita sempre em algarismos arábicos, sem

Estrutura:

AUTOR. Título. Edição. Local de publicação: Editora, ano de publicação. Número de páginas ou volumes. (Coleção ou Série)

espaçamento ou pontuação entre os respectivos algarismos. Registra-se a data de copyright, quando esta for a única data encontrada no documento, devendo ser indicado o ano, precedido da letra "c". No caso de ausência da data ou data de copyright, a data aproximada é a que deve ser registrada, entre colchetes, das seguintes formas:

Exemplo: [1971 ou 1972] = um ano ou outro [1969?] = data provável [entre 1906
Exemplo: [1971 ou 1972] = um ano ou outro
[1969?] = data provável
[entre 1906 a 1912]= use somente para data com menos de 20 anos de
diferença
[ca. 1960] = data aproximada
[197-] = década aproximada
[197-?] = década possível
[18--] = século certo
[18--?] = século aproximado
Paginação
A paginação deve ser indicada, das seguintes formas:
Exemplo: p. = documento com volume único (frente/verso)
f. = documento com volume único (frente)
v. = mais de um volume, registra-se o total em algarismos arábicos
Paginação irregular = documento com paginação irregular
Não paginado = documento não paginado
Ilustrações
Podem-se indicar ilustrações de qualquer natureza pela abreviatura il. e, quando
forem coloridas, usar il. color.
Séries e coleções
Após todas as indicações sobre aspectos físicos, podem ser incluídas as notas
relativas a séries e/ou coleções. Indicam-se entre parênteses, os títulos das séries e
coleções, separados por vírgula, da numeração em algarismos arábicos, se houver.
Exemplo: AMARAL SOBRINHO, J. Ensino Fundamental. Brasília, DF: IPEA, 1994. 8p.
(Texto para discussão, n.31)

6.1 Documentos convencionais conforme a NBR 6023 (ABNT, ago. 2002) 6.1.1 Monografia no todo com autoria inclui LIVRO E/OU FOLHETO, MANUAL, GUIA, CATÁLOGO, ENCICLOPÉDIA, DICIONÁRIO. ETC., trabalhos acadêmicos (TCC, DISSERTAÇÕES, TESES) e outros.

a) Pessoa física:

61

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Um autor:

Exemplo:

FORTES, Nadabe Cardoso de Oliveira Alves.

conhecimento ou informação? Campinas: Alínea, 2000. 120p.

Salas

numerosas:

espaço

de

Um a três autores: Referencia-se todos separados por ponto e vírgula. Exemplo:

MARTIN, Kenneth; SPERLING, Abraham P. Introdução à psicologia. São Paulo:

Pioneira, 1999. 110p.

Mais de três autores: referencia-se o primeiro seguido da expressão latina et . Exemplo:

COLL, César et al. Desenvolvimento psicológico e educação. 2.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. 3v.
COLL, César et al. Desenvolvimento psicológico e educação. 2.ed. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1995. 3v.
Organizador, compilador, coordenador: quando não há autor, e sim o responsável
intelectual, referencia-se este, seguido da abreviação que o caracterize, entre
parênteses.
Exemplo:
NALINI, José Renato (Coord.).
GUARESCHI, Pedrinho A (Org.).
MATARAZZO, Gabriel (Comp.).
Autor com nome espanhol e hispano-americano: referencia-se pelo penúltimo
sobrenome.
Exemplo:
ARIAS LÓPEZ, Mercedes. Centro cirúrgico. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2002.
Autor com sobrenome unido por hífen: referencia-se da forma como se apresenta.
Exemplo:
VILLA-LOBOS, Heitor. Plano de saúde. São Paulo: Atlas, 2000.
Autor com obra publicada sob pseudônimo: referencia-se desde que esta seja a
forma adotada pelo mesmo.
Exemplo:
DINIZ, Julio. As pupilas do senhor reitor. 15. ed. São Paulo: Ática, 1994. 263p.
(Série Bom Livro).
Autor desconhecido (Anônimo): referencia-se pelo título.
Exemplo:
AS NOVIDADES do direito comercial. São Paulo: Plausi, 1997. 200p.
Autor com sobrenome que indica parentesco: referencia pelo nome de família.
Exemplo:
MOREIRA FILHO, Alonso Augusto. Psicoterapias de inspiração psicanalíticas. Rio
de Janeiro: D&PA, 1999. 2v.
6.1.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência
para melhor identificar o documento.

GOMES, Mário L. Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EDUFF, 1998. 137 p., (Coleção Antropologia e Ciência Política, 15). Bibliografia: p. 131-132. ISBN 85-228-0268-8

NOTA: Observar que além de autor, título, local de publicação, editora e ano. ( Foi acrescentado: paginação no todo ou em parte, Se a obra faz parte de uma Coleção e se apresenta bibliografia ; assim como ISBN.

b) Entidades coletivas (órgãos governamentais, empresas, instituições, etc.):

62

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Denominação genérica: entra-se pelo órgão superior em letras maiúsculas. Exemplo: BRASIL. Código Civil.
Denominação genérica: entra-se pelo órgão superior em letras maiúsculas.
Exemplo:
BRASIL. Código Civil. Organização de textos, notas remissivas e índices por
Juarez de Oliveira. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.
Denominação específica: entra-se pelo seu nome em letras maiúsculas.
Nota: Em caso de duplicidade de nomes, deve-se acrescentar no final a unidade
geográfica que identifica a jurisdição, entre parênteses.
Exemplo:
BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Relatório da Diretoria Geral: 1984. Rio de
janeiro, 1985. 40p.
c) Eventos (congressos, conferências, encontros, etc.)
Estrutura:
NOME DO EVENTO, número, ano, local. [Título
]
Local de publicação:
Editora, data de publicação. Número de páginas ou volumes.
Exemplo:
SIMPOSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA. 1, 1978. Recife. [Trabalhos
Apresentados]. Rio de janeiro: Academia Brasileira de Ciências, 1980, 412p.
d) Dissertações e teses
Estrutura:
AUTOR. Título. Ano da defesa. Número de folhas ou volumes. Tipo de
documento (Grau) - Vinculação Acadêmica, Local, Ano de defesa.
Exemplo:
AGUIAR, Paulo Antônio de. Análise dialética entre cultivares de
algodoeiro herbáceo. 2003. 64f. Tese (Doutorado em Genética e Bioquímica) -
Instituto de Genética e Bioquímica, UFU, Uberlândia, 2003.
6.1.3 Monografia no todo sem autoria
Estrutura:

TÍTULO. Edição. Local de publicação: Editora, ano de publicação. Número de páginas ou volumes. (Coleção ou Série) OBS: primeira palavra além dos artigos em letras maiúsculas. Exemplo:

PSICOLOGIA social contemporânea: livro texto. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2001. 262p. (Coleção Psicologia Social, n.3).

6.1.4 Parte de Monografia ( capítulos, volumes, páginas, etc. )

63

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Parte com autoria própria: quando o autor da parte é diferente do todo. Estrutura: AUTOR
Parte com autoria própria: quando o autor da parte é diferente do todo.
Estrutura:
AUTOR DA PARTE. Título do capítulo. In: AUTOR DA OBRA. Título da obra.
Local de publicação: Editora, ano de publicação. Número de páginas ou volumes.
Número do(s) volume(s), capítulo(s), ou página(s) consultadas.
Exemplo:
MARQUES, João Carlos. A organização do turismo no Brasil. In: SILVA,
Marcos (Org.). O turismo na América do Sul. São Paulo: Atlas, 2001. 3v.,
cap.2, p.75-89
Trabalhos apresentados em eventos
Estrutura:
AUTOR DA PARTE. Título. In: NOME DO EVENTO, número, ano, local de
realização. Título
Local
de publicação: Editora, da de publicação. Número de
Páginas ou volumes. Número da(s) página(s) ou volume(s) consultados.
Exemplo:
MAESTRI, M. Implantação da disciplina de psicologia no ensino médio. In:
CONGRESSO NACIONAL DE PSICOLOGIA ESCOLAR E EDUCACIONAL,
5, 2000, Itajaí. Anais do Congresso de Psicologia Escolar e Educacional. Itajaí:
UNIVALI, 2000. p. 36.
6.1.5 Periódicos como um todo
Sem autoria:
Estrutura:
TÍTULO DA REVISTA. Local: Editora ou entidade responsável, data do
primeiro volume - . Periodicidade.
Exemplo:
MEMÓRIAS DO INSTITUTO OSWALDO CRUZ. Rio de Janeiro: Fundação
Oswaldo Cruz, 1909-. Trimestral.
6.1.6 Periódico considerado em parte
Sem autoria:
Fascículos e suplementos:
Estrutura:

TÍTULO DA COLEÇÃO. Local de publicação: Editora, numeração do volume, numeração do fascículo, data. Número de páginas. Tipo de fascículo.

Exemplo:

REVISTA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO. Brasília: Conselho Federal de Administração, v.13, n.43, dez. 2003. 69p.

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Artigos em revistas:

Estrutura:

AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título da revista, local de publicação, volume, número, página inicial e final do artigo, mês e ano.

Exemplo:

PANEGALLI, José Carlos. Perfil de uma organização bem-sucedida. Revista Brasileira de Administração, Brasília, v.13, n.43, p.6-15, dez.2003.

Artigo em jornais: Estrutura: AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título do jornal, local de
Artigo em jornais:
Estrutura:
AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título do jornal, local de publicação,
dia, mês e ano. Título do caderno, seção, páginas do artigo e coluna.
Exemplo:
ASSUNÇÃO, Marília. Começa replantio no Areião. O Popular, Goiânia, 21 mar.
2004. Cidades, p.3, c. 1.
6.1.7 Documento jurídico
Inclui legislação, jurisprudência ( decisões judiciais) e doutrina ( interpretação dos textos
legais
6.1.7.1 Legislação
Compreende a Constituição, as emendas constitucionais e os textos legais
infraconstitucionais ( lei complementar e ordinária, medida provisória, decreto em todas
as suas formas, resolução do Senado Federal) e normas emanadas das entidades públicas
e privadas (ato normativo, portaria, resolução, ordem de serviço, instrução normativa,
comunicado, aviso, circular, decisão administrativas, entre outros ).
6.1.7.2 Os elementos essenciais são: jurisdição ( ou cabeçalho da entidade, no caso de
se tratar de normas), título, numeração, data e dados da publicação.
No caso de Constituições e suas emendas, entre o nome da jurisdição e o título,
acrescenta-se a palavra Constituição, seguida do ano de promulgação, entre parênteses.
Decreto:
Exemplo:
SÃO PAULO (Estado). Decreto nº.42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex:

coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v.62, n.3, p. 217-220, 1998.

Medida provisória:

Exemplo:

BRASIL. Medida provisória nº. 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez. 1997. Seção1, p. 29514.

65

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Decreto-lei :

Exemplo:

BRASIL. Decreto-lei nº.5.452, de 1 de maio de 1943. Lex: coletânea de legislação:

edição federal, São Paulo, v.7, 1943. Suplemento.

Código:

Exemplo: BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 2000. Resolução do Senado Federal: Exemplo:
Exemplo:
BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 2000.
Resolução do Senado Federal:
Exemplo:
BRASIL. Congresso. Senado. Resolução nº. 17, de 1991. Coleção de Leis da
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, v.183, p. 1156-1157, maio/jun.
1991.
Emenda constitucional:
Exemplo:
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº. 9, de 9 de novembr0 de
1995. Lex: legislação federal e marginalia, São Paulo, v.59, p. 1966, out./dez.
1995.
6.1.7.4 Quando necessário acrescentam-se elementos complementares à referência
para melhor identificar o documento.
Exemplos: (Decreto, Medida Provisória, Decreto-lei, Código e Resolução do
Senado).
SÃO PAULO (Estado). Decreto nº. 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Dispõe sobre
a desativação de unidades administrativas de órgãos da administração indireta e das
autarquias do Estado e dá providências correlatas. Lex: coletânea de legislação e
jurisprudência, São Paulo, v.62, n.3, p. 133-134, 1998.

BRASIL. Medida provisória nº. 1.569-9, de 11 de dezembro de 1997. Estabelece multa em operações de importação, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 de dez. 1997. Seção 1, p.29514.

BRASIL. Decreto-lei nº. 5.452, de 1 de maio de 1943. Aprova a consolidação das do trabalho. Lex: coletânea de legislação: edição federal, São Paulo, v.7, 1943. Suplemento.

BRASIL. Código civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

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BRASIL. Congresso. Senado. Resolução nº. 17, de 17 de 1991. Autoriza o desbloqueio de Letras Financeiras do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul, através de revogação do parágrafo 2º., do artigo 1º. Da resolução nº. 72, de 1990. Coleção de leis da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, v.183, p. 11156-1157, maio/jun. 1991.

BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº. 9, de 9 de novembro de

1956. Dá nova redação ao art. 117 da Constituição Federal, alterando e inserindo

parágrafos. Lex: legislação federal e marginalia, São Paulo, v.59, p. 1966, out./dez.

1995.

BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº. 9, de 9 de novembro de

1956. Dá nova redação ao art. 117 da Constituição Federal, alterando e inserindo

parágrafos. Lex: legislação federal e marginalia, São Paulo, v.59, p. 1966, out./dez.

1995.

6.1.8 Jurisprudência (decisões judiciais) Compreende súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e demais decisões
6.1.8 Jurisprudência (decisões judiciais)
Compreende súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças e demais decisões judiciais.
6.1.8.1 Os elementos essenciais são: jurisdição e órgão judiciário competente, título
(natureza da decisão ou ementa) e número, partes envolvidas (se houver), relator,
local, data e dados da publicação.
Exemplos:
BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº.14. In:
Súmulas. São Paulo:
Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16.
BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Habeas-corpus nº.181.636.1, da 6ª. Câmara
Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de
1994. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v.10, n.
103, p.236-240. mar. 1998.
BRASIL. Tribunal Regional Federal (5. Região). Apelação cível nº. 42.441-PE
(94.05.01629-6). Apelante: Edilene Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola
Técnica Federal de Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de
1997. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v.10,

n.103, 0. 558-562, mar. 1998.

6.1.8.2 Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência

para melhor identificar o documento.

67

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Exemplos:

BRASIL. Supremo Tribunal federal. Súmula nº.14. Não é admissível por ato

administrativo restringir, em razão da idade, inscrição em concurso para cargo

público. In:

Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994.

p.16.

BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Processo Penal. Habeas-corpus. Constrangimento ilegal. Habeas-corpus nº. 181.636-1, da 6ª. Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de 1994. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v.10, n. 103, p. 236-240, mar. 1998.

BRASIL. Tribunal Federal Regional (5.Região). Administrativo. Escola Técnica Federal de Pernambuco. Pagamento de
BRASIL. Tribunal Federal Regional (5.Região). Administrativo. Escola Técnica
Federal de Pernambuco. Pagamento de diferenças referente a enquadramento de
servidor decorrente da implantação de Plano Único de Classificação e Distribuição de
Cargos e Empregos, instituído pela Lei nº.8.270/91. Predominância da lei sobre a
portaria. Apelação cível nº.42.441-PE (94.05.01629-6). Apelante: Edilene Mamede
dos Santos e outros. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. Relator: Juiz
Nereu Santos, Recife, 4 de março de 1997. Lex: Jurisprudência do STJ e Tribunais
Regionais Federais, São Paulo, v.10, n.103, p. 558-562, mar. 1998.
6.1.9 Doutrina
Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais (monografias, artigos e
periódicos, papers, etc.), referenciada conforme o tipo de publicação.
Exemplo:
BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao
Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São
Paulo, v.18, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.
6.1.10 Documento Jurídico em meio eletrônico
As referências devem obedecer aos padrões indicados para documento jurídico, de acordo
com 7.5.1 a 7.5.2, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio
eletrônico ( disquetes, CR-ROM, online, etc.). Quando se tratar de obras consultadas
online, proceder-se-á conforme 7.5.3.
Exemplos:

LEGISLAÇÃO brasileira: normas jurídicas federais, bibliografia brasileira de direito. 7.ed. Brasília, DF: Senado Federal, 1999. 1 CD-ROM. Inclui resumos padronizados das normas jurídicas editadas entre janeiro de 1946 e agosto de 1999, assim como textos integrais de diversas normas.

de Legislação, Jurisprudência e Pareceres da Previdência e Assistência Social. [S.I.]: DATAPREV, 1999. 1 CD-ROM.

BRASIL. Lei nº. 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Altera a legislação tributária federal. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 8 dez. 1999. Disponível em: <http://www.in.gov.br/mp_leis/leis_texto.asp?Id=LEI%2 09887>. Acesso em: 22 dez. 1999.

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº14. Não é admissível, por ato administrativo, restringir, em razão
BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº14. Não é admissível, por ato
administrativo, restringir, em razão da idade, inscrição em concurso para cargo
público. Disponível em: <http://www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF.html>.
Acesso em: 29 nov. 1998.
6.1.11 Documentos eletrônicos conforme NBR 6023 ( ABNT ago.2000)
6.1.11.1 CD-ROM e Disquete
Estrutura:
Referência do documento. Descrição física do meio eletrônico.
Exemplo:
RAMALHO, José Antônio. Oracle 8i. 5. ed. São Paulo: Berkeley Brasil, 2001. 1
CD-ROM.
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanço: abordagem básica
e gerencial. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1998. 1 disquete.
6.1.11.2 Documentos Online
Estrutura:
Referência do documento. Disponível em:<endereço eletrônico>. Acesso em, hora,
minutos e segundos.
Exemplo:
SILVA, Marcos Vinicíus. Pena de morte para crimes hediondos. Folha de S.Paulo,
28 out. 2000. Disponível em: <http://www.monografia.com.br>. Acesso em: 10 out.
2000.

Obs: Para documentos jurídicos, científicos, iconográficos, patentes, partituras etc. Consultar a mesma norma.

6.1.11.3 E-mail

Estrutura:

Nome do remetente. Assunto [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <endereço eletrônico>em “data de recebimento”.

69

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Exemplo:

TONDING, Fabiana John. Levantamento bibliográfico [mensagem pessoal]. Recebida por < biblioteca.itb@ulbra.br>em 22 mar. 2004.

6.1.11.5 Programa de computador

22 mar. 2004. 6.1.11.5 Programa de computador Estrutura: AUTOR. Nome do programa. Versão. Local:
Estrutura: AUTOR. Nome do programa. Versão. Local: Editora, ano de publicação. Descrição física do meio
Estrutura:
AUTOR. Nome do programa. Versão. Local: Editora, ano de publicação.
Descrição física do meio eletrônico.
Exemplo:
MICROSOFT Project for Windows 95. Versão 4.1 [S.I.]: Microsoft Corporation,
1996.
1 CD-ROM.
6.1.11.6 Evento como um todo
Inclui o conjunto dos documentos reunidos num produto final do próprio evento (atas,
anais, resultados, entre outras denominações).
Sem autoria:
Estrutura:
NOME DO EVENTO, número, ano, local do evento. Anais
publicação: Editora, ano de publicação.
Exemplo:
Local
de
CONGRESSO NACIONAL DE PSICOLOGIA ESCOLAR, 2., 1994. Campinas
Anais do 2º Congresso de Psicologia Escolar. Campinas: UNICAMP, 1994.
6.1.12 Evento como um todo em meio eletrônico
As referências devem obedecer aos padrões indicados para evento como um todo,
acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico ( disquete, CD-
ROM, online etc.)
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais
eletrônicos do 4º Congresso de Iniciação Científica da UFPe. Recife: UFPe,

1996. Disponível em: < http://www.propesq.ufpe.br/anais.html>. Acesso em: 21

jan. 1997.

6.1.13 Trabalho apresentado em evento

AUTOR(S), título do trabalho apresentado. In: NOME DO EVENTO, numeração do evento (se houver), ano e local (cidade) de realização, título do documento (anais, atas etc.), local, editora, data de publicação e página inicial e final da parte referenciada. Exemplo:

BRAYNER, Ângelo; MADEIROS, Joaquim. Incorporação do tempo em SGBD orientado a objetos. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE BANCO DE DADOS, 9, 1994., São Paulo. Anais do 9º Simpósio Brasileiro de Banco de Dados. São Paulo: USP, 1994. p. 16-29.

6.1.14 Patente Estrutura: ENTIDADE RESPONSÁVEL, autor, título da patente, número da patente e datas (do
6.1.14
Patente
Estrutura:
ENTIDADE RESPONSÁVEL, autor, título da patente, número da patente e
datas (do período de registro).
Exemplo:
EMBRAPA. Entidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação
Agrícola (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital
multissensor de temperatura de solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1998, 30 de
maio de 1995.
6.1.16Outros tipos de materiais
6.1.16.1
Imagem em movimento ( videocassete, filme de longa metragem em VHS e
DVD )

Videocassete:

Estrutura:

TÍTULO. Diretor. Produtor. Local. Produtora, ano, descrição física ( duração), sistema de reprodução, indicadores de som, cor.

OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade, Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo: CERAVI, 1983, 1 fita de vídeo ( 30 min.), VHS, son., color. 1 videocassete.

Filme de longa metragem em VHS Estrutura:

TÍTULO. Diretor. Produtor. Roteiro. Elenco. Local: Produtora, ano. Especificação do suporte em unidades físicas (duração), sistema de reprodução, indicadores de som, cor. Exemplo:

CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont-Tonnere e Arthur Cohn. Roteiro: Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior. Intérpretes: Fernanda Montenegro; Marília Pêra; Vinicius de Oliveira; Sônia Lira; Othon Bastos; Matheus Nachtergaele e outros. [S.I.]: Lê Studio Canal; Riofilme; MACTP Productions, 1998. 1 bobina

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cinematográfica ( 106 min.), son. Color, 35mm.

Filme de longa metragem em DVD Estrutura:

TÍTULO. Direção. Produção. Intérpretes. Roteiro. Música. Local: Produtora, data. Descrição física (duração), cor., produzido por. Baseado em. Autor. Exemplo:

BLADE Runner. Direção: Ridley Scott. Produção: Michel Deeley. Intépretes: Harrison Ford; Rutger Hauer; Sena Young;
BLADE Runner. Direção: Ridley Scott. Produção: Michel Deeley. Intépretes:
Harrison Ford; Rutger Hauer; Sena Young; Edward James Olmos e outros.
Roteiro: Hampton Fancher e David Peoples. Música: Vangelis. Los Angeles:
Warner Brothers, c1991. 1DVD (117min.), widescreen, color. Produzido por
Warner Video Home. Baseado na novella “Do androis dreams of electric sheep?”
de Philip K. Dick.
6.1.17 Documento iconográfico
Inclui pintura, gravura, ilustração, fotografia, desenho técnico, diapositivo, diafilme,
material estereográfico, transparência, cartaz entre outros.

Estrutura:

AUTOR, Título (quando não existir deve-se atribuir uma denominação ou a indicação Sem título, entra colchetes), data e especificação do suporte. Tamanho. Exemplos:

KOBAIASHI, H. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia, color., 16 cm x 56

cm.

FRAIPONT, E. Amílcar. O Estado de São Paulo, São Paulo, 30 nov. 1998.

Caderno 2, Visuais. P. D2. 1 fotografia, p&b. Foto apresentada no Projeto

ABRA/Coca-cola.

O QUE acreditar em relação à maconha. São Paulo: CERAVI, 1985. 22 transparências, color., 25 com x 20 cm.

O DESCOBRIMENTO do Brasil. Fotografia de Carmem Souza. Gravação de

Marcos Lourenço. São Paulo: CERAVI, 1985. 31 diapositivos, color., + 1 cassete sonoro ( 15 min.), mono.

SAMÚ, R. Vitória, 18,35 horas. 1997. 1 gravura. Serigraf. Color., 46 cm x 63 cm. Coleção particular.

MATTOS, M. D. Paisagem-Quatro Barras. 1987. 1 original de arte. Óleo sobre tela, 40cm x 50cm. Coleção particular.

6.1.18 Documento iconográfico em meio eletrônico

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As referências devem obedecer aos padrões indicados para documento iconográfico, acrescidas das informações relativas à descrição física do meio eletrônico.

Exemplo:

GUEDES, Anne. Geddes 135. jpg. 2000. Altura: 432 pixels. Largura: 376 pixels. 51 Kb Formato JPEG. 1 disquete, 51/2 pol.

6.1.19 Documento cartográfico ( atlas, mapas, globo, fotografia aérea e outros ) Atlas: Estrutura: TÍTULO.
6.1.19 Documento cartográfico ( atlas, mapas, globo, fotografia aérea e outros )
Atlas:
Estrutura:
TÍTULO. Local: editora, data. Descrição física. Escala.
ATLAS Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil,
1981. 1 atlas. Escalas variam.
Mapa:
Estrutura:
AUTOR (S). Título. Local: editora, ano de publicação, especificação do material,
cor, medidas. Escala.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Mapa
rodoviário do Rio Grande do Sul. Brasília, DF, 2000, 1 mapa, color., 80 cm x
120 cm. Escala 1:200.000.
Fotografia aérea:
Estrutura:
AUTOR(S).
Título.
Local:
editora,
data,
especificação
do
material,
cor,
medidas. Escala.
Exemplo:

INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Projeto Lins Tupã: foto aérea. São Paulo, 1986. 1 fotografia aérea. Escala 1:35.000. Fx 28, n.15.

6.1.20 Documentos sonoros no todo ( disco, CD, cassete, rolo, entre outros )

Estrutura:

COMPOSITOR(ES) ou Intérprete(s). Título. Local: Gravadora (ou equivalente), data. Especificação do suporte. Exemplos:

Disco:

ALCIONE,. Ouro e cobre. Direção artística: Miguel Propschi. São Paulo:

RCA Victor, p1998. 1 disco sonoro (45min.), 33 1/3 rpm, estéreo., 12 pol.

CD: SIMONE. Face a face. [S.I]: Emi-Odeon Brasil, p1977. 1 CD (ca 40 min.) Remasterizado
CD:
SIMONE. Face a face. [S.I]: Emi-Odeon Brasil, p1977. 1 CD (ca 40 min.)
Remasterizado em digital.
Cassete:
SILVA, Luiz Inácio Lula da. Luiz Inácio Lula da Silva: depoimento [abr.
1991]. Entrevistadores: V. Tremel e M. Garcia, São Paulo: SENAI-SP, 1991. 2
cassetes sonoros. Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI-SP.
6.1.20 Documentos não previstos na NBR 6023 ( ABNT ago.2000 )
Resumo de artigo publicado em abstracts
Estrutura:
AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título do periódico que publica o
resumo, local da publicação, número do volume, número do fascículo, número
da página, data de publicação. Nota indicando em que periódico o artigo é
publicado integralmente, local de publicação, volume, fascículo, página inicial
e final, ano de publicação.
Exemplo:
STEWART, J. Origem das infecções viróticas. Medicina atual. Rio de
Janeiro, v.10, n.7 p.355, out. 1998. Resumo do artigo publicado em: Cadernos
de Medicina, Rio de Janeiro, v.31, n.6, p. 47-53, nov. 1997.
6.1.22 Anais de evento publicados em periódicos
Estrutura:

AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título do periódico, local de publicação, volume, fascículo, página inicial e final, data de publicação. Nota indicando em qual evento foi apresentado. Exemplo:

MAHONEY, M. Fitoterapia: avanços da medicina. Revista Brasileira de Medicina, São Paulo, v.8, n.3, p. 158-167, out. 1993. Trabalho apresentado no Encontro Internacional de Farmacologia, 2., 1992, São Paulo.

6.1.23 Entrevistas

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Estrutura:

ENTREVISTADO. Assunto ou título do programa. Local da entrevista, entidade onde ocorreu o pronunciamento, data em que a entrevista foi concedida. Nota indicando o nome do entrevistador. Exemplo:

CARDOSO, Ângelo. Traços de Porto Alegre. Porto Alegre, Televisão Guaíba, 21 ago. 1998. Entrevista à Carlos Alberto Tavares.

6.1.24 Informação verbal Estrutura: AUTOR DO DEPOIMENTO. Assunto ou título. Local do depoimento, instituição (se
6.1.24 Informação verbal
Estrutura:
AUTOR DO DEPOIMENTO. Assunto ou título. Local do depoimento,
instituição (se houver), data em que a informação foi proferida. Nota indicando o
tipo de depoimento (conferência, discurso, anotação de aula).
Exemplo:
NOGUEIRA, Flávio. A economia em crise e suas conseqüências. Campinas,
UNICAMP, 12 nov. 1996. Palestra proferida aos alunos de economia da
UNICAMP.
6.1.25 Correspondências (carta, bilhetes, telegrama, fax)
Estrutura:
REMETENTE. [Tipo de correspondência] data, local e emissão [para]
destinatário, local a que se destina. Número de páginas. Assunto em forma de
nota.
Exemplo:
AGUIAR, Salomão. [Carta] 5 set. 1989, Porto Alegre [para] Marlene de
Oliveira, Canoas. 2p. Reivindica posse de imóvel.
6.1.26 Portarias não publicadas

Estrutura:

ENTIDADE COLETIVA RESPONSÁVEL. Tipo de documento. Número do documento data. Ementa original ou elaborada. Número de folhas ou páginas. Exemplo:

BRASIL. Ministério da Agricultura. Resolução n.320 de 5 jul. 1993. Regula o uso de agrotóxicos em propriedades latifundiárias. 2f.

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6.1.27

Programa de televisão e rádio

Estrutura:

TEMA. Nome do programa, cidade: nome da TV ou rádio, data da apresentação do programa. Nota especificamente o tipo de programa (rádio ou TV). Exemplo:

EQUINOS. Globo Rural, Rio de Janeiro: Rede Globo, 21 ago. 1998.

6.1.28 Referência obtida via Base de Dados Estrutura: Referência do documento. Notas de via de
6.1.28 Referência obtida via Base de Dados
Estrutura:
Referência do documento. Notas de via de acesso: Nome da entidade
responsável, ano de obtenção.
Exemplo:
SOUZA, Wladimir. Poluição do ar. Energia & Conservação, v.7, n.5, p.39-46,
1995. Referência obtida via base de dados Lilacs: BIREME, 1996.
6.1.29 Referência obtida via Base de Dados em rede eletrônica
Estrutura:
Referência do documento. Nota de via de acesso: Nome da entidade
responsável, ano de obtenção. Disponível em: <endereço eletrônico>. Acesso
em: dia, mês, ano.
Exemplo:
SOUZA, Wladimir. Poluição do ar. Energia & Conservação, v.7, n.5, p. 39-47,
1995. Referência obtida via base de dados Lilacs: BIREME, 1996. Disponível
em: < http://www.ulbranet.com.br/virtual/home.html>. Acesso em: 17 jan. 2001.
NOTA:

1 – Repetição de Entrada(s): quando você vai referenciar duas obras do mesmo autor numa Bibliografia, não repete o nome do autor da segunda obra, o nome do autor é substituído por um travessão equivalente a cinco espaços.

Exemplo 01:

AGUIAR, Paulo Antônio. Análise de cultivares de feijão. Brasília: EMBRAPA, [s.d.]

A cultura do feijão. Brasília: EMBRAPA, 2001.

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Exemplo 02:

ROMANO, Giovani. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI, G.; SCHIMIDT, J. (Org.) Historia dos Jovens 2. São Paulo: Companhia das letras, 1996, p. 7-16

SANTOS, F. R. dos. A colonização da terra do Tucujus. In:

1º grau. 2. ed. Macapa: Valcan, 1994, cap.03

Historia do Amapá,

2. ed. Macapa: Valcan, 1994, cap.03 Historia do Amapá , 77 Instituto Luterano de Ensino Superior

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7. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO A SER AVALIADO PELO
7. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA
ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO A SER AVALIADO PELO
COMITE DE ETICA EM PESQUISA DO ILES/ULBRA:
Art. 45º - Os protocolos de pesquisa com seres humanos serão encaminhados à Secretaria
Executiva do Comitê, em português e em 3 (três) vias impressas e 1 (uma) cópia do projeto
digitalizado em formato word, instruídos, quando aplicável, com os seguintes documentos:
I - Folha de rosto: Título do projeto, nome, número da carteira de identidade, CPF,
telefone e endereço para correspondência do pesquisador responsável.
II - Descrição da pesquisa, compreendendo os seguintes itens:
a) Descrição dos objetivos e hipóteses a serem testadas;
b) Antecedentes científicos e dados que justifiquem a pesquisa;
c) Descrição detalhada e ordenada do projeto de pesquisa (material e métodos, casuística,
resultados esperados e bibliografia);
d) Análise crítica de riscos e benefícios;
e) Duração total da pesquisa, a partir da aprovação;
f) Explicação das responsabilidades do pesquisador, do orientador, da Instituição, do
promotor e do patrocinador;
g) Explicitação de critérios para suspender ou encerrar a pesquisa;
h) Local da pesquisa;
i)Demonstrativo da existência de infra-estrutura necessária ao desenvolvimento
pesquisa para atender eventuais problemas dela resultantes;
da
i) Orçamento financeiro detalhado da pesquisa: recursos, fontes e destinação, bem como a
forma e o valor da remuneração do pesquisador;
j) Explicação de acordo preexistente quanto à propriedade das informações geradas;
l) Declaração de que os resultados da pesquisa serão tomados públicos, sejam eles
favoráveis ou não;
k) Declaração sobre o uso e destinação do material e/ou dados coletados.

III - Informações relativas ao sujeito da pesquisa:

a) Descrição das características da população a estudar;

b) Descrição dos métodos que atinjam diretamente os sujeitos da pesquisa;

c) Identificação das fontes de material de pesquisa;

d) descrição dos planos para recrutamento de indivíduos e os procedimentos a serem

seguidos, com critérios de inclusão e exclusão;

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e) Apresentação do termo de consentimento esclarecido para a pesquisa, incluindo informações sobre as circunstâncias sob as quais o consentimento será obtido, quem irá tratar de obtê-lo e a natureza da informação a ser fornecida aos sujeitos da pesquisa; f) Descrição de qualquer risco, avaliando sua probabilidade e gravidade;

g) descrição das medidas para proteção ou minimização de qualquer risco eventual;

h) Apresentação da previsão de ressarcimento de gastos aos sujeitos da pesquisa;

de ressarcimen to de gastos aos sujeitos da pesquisa; 79 Instituto Luterano de Ensino Superior de

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8. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: referências e elaboração. Rio de Janeiro,
8.
REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: referências e
elaboração. Rio de Janeiro, agosto/2002.
NBR 6024: numeração progressiva das sessões de um documento. Rio de
Janeiro, 2003.
NBR 6027: sumário e apresentação. Rio de Janeiro, maio/2003
NBR 6028: resumo e apresentação. Rio de Janeiro, novembro/2003.
NBR 6034: preparação de índice de publicação. Rio de Janeiro, 1989.
NBR 10520: apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro, 2002.
NBR 10522: abreviação na descrição bibliográfica. Rio de Janeiro, outubro/1998.
NBR
10719:
apresentação
de
relatórios
técnico-científicos. Rio de Janeiro,
1989.
NBR 14724: trabalhos acadêmicos, apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
CAMILLO, Carlos Eduardo Nicoletti; FERRON, Fabiana. Monografia jurídica: uma
abordagem didática. Belo Horizonte: DelRey, 2001.
CHAUÍ, M. Convite à filosofia. 12. ed. São Paulo: Àtica, 2001.
CÓDIGO de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 1983-1985.
FEIJÓ, R. Metodologia e filosofia da ciência. São Paulo: Atlas, 2003.
FEYERABEND, P. K. Contra o método. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1977.
GIL, Antônio Carlos.
Como elaborar projetos de pesquisa.
3. ed. São Paulo: Atlas,

2002.

Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999. São Paulo: Atlas, 1999.

GUSTIN, M. B. S.; DIAS, M. T. F. (Re)pensando a pesquisa jurídica. 2. ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2006.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade e. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

80

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Metodologia do trabalho científico. 6. Ed. Revista e ampliada. São Paulo:

Atlas, 2001.

LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A Construção do Saber. Manual de Metodologia da Pesquisa em Ciências Humanas. Adaptação da obra: Lana Mara Siman. São Paulo:

Artmed; Belo Horizonte: UFMG, 1999.

MAGALHÃES, G. Introdução à metodologia da pesquisa: Caminhos da ciência e tecnologia. São Paulo: Ática, 2005.

MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo:
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed.
São Paulo: Atlas, 2003.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica - a prática de fichamentos, resumos,
resenhas. 5. ed. São Paulo: Atlas 2003.
MEZZAROBA, O.; MONTEIRO, C. S. Manual de metodologia da
direito. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
pesquisa
em
MINICUCCI, Agostinho. Dinâmica de grupo: teorias e sistemas. 5.ed. São Paulo: Atlas,
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POPPER, K. R. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1975.
Conjecturas e refutações. Brasília: Universidade de Brasília, s.d.
Autobiografia. São Paulo: Cultrix, 1977.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo:
Cortez Editora, 2003.
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2.ed. Porto Alegre: Formação, s.d.
RUIZ, J. Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 4. ed. São
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TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo da Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a
pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1995.
VANOYE, Francis. Usos de linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita.
São Paulo: Martins Fontes, 1985.

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