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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQ-5661 –

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQ-5661 – TECNOLOGIA DA EDIFICAÇÃO I PROFESSOR: Anderson Claro

LAJES: Definições, Aplicações e Técnicas Construtivas
LAJES:
Definições,
Aplicações e
Técnicas Construtivas

Equipe:

Camila Martins Concer Daniela Ferronatto da Silva Khiusha Kiener Uaila Lis Moreira Cavalcante Talita Micheleti Honorato da Silva

01 de Julho de 2008

1- Apresentação:

A laje é um dos mais conhecidos elementos estruturais assim como a viga e o pilar. Ela está presente nas construções desde a antiguidade, mas vem sofrendo um grande processo evolutivo ao longo desse período.

Atualmente, arquitetos e engenheiros possuem um enorme leque de opções de lajes, que podem adaptar-se às mais variadas necessidades. Dos maiores aos menores vãos, das ortogonais às curvas, pré-moldadas ou fabricadas em loco, translúcidas ou maciças, plissadas ou nervuradas.

Apresentaremos nesse site as definições sobre esse elemento estrutural e um apanhado dos mais interessantes, utilizados ou inovadores tipos de lajes, assim como suas aplicações na arquitetura.

inovadores tipos de lajes, assim como suas aplicações na arquitetura. Educatorium, Holanda, Utrecht. FONTE: www.oma.eu 2

Educatorium, Holanda, Utrecht.

FONTE: www.oma.eu

2- As primeiras Lajes:

A laje é um dos elementos estruturais que mais nos remete à antiguidade. Apesar de em muitos casos não ser a mesma que conhecemos hoje, certamente ela é muito facilmente relacionada com estruturas utilizadas no passado.

Desde o surgimento do Homem, este procurou um local protegido das intempéries climáticas para abrigar-se, esses locais, normalmente cavernas, nos remetem à idéia conceitual inicial das lajes, uma estrutura com finalidade de resistência e isolamento. Das cavernas também podemos relacionar a utilização das pedras como material de construção de lajes.

Uma das mais antigas lajes registradas é datada de 2575 a 2134 a.C e foi utilizada na pirâmide de Kéfren no Egito. Ela cobria uma das câmaras da pirâmide e possuía rasgos horizontais para iluminação e ventilação, além disso, ainda no complexo das pirâmides lajes calcárias serviram de cobertura para covas para botes.

calcárias serviram de cobertura para covas para botes. Pirâmide de Kéfren FONTE:

Pirâmide de Kéfren

FONTE: http://k53.pbase.com/o5/57/657957/1/69387894.3Tz0iSdn.PiramidedeKefren.jpg

Outra referência de longa data à utilização de lajes são os Jardins Suspensos da Babilônia. Construídos entre 605 a.C e 562 a.C os jardins em formatos de torres já apresentam a laje como elemento de separação entre pavimentos.

Um outro historiador grego, Diodorus Siculus, escreveu que os jardins ficavam sobre lajes de pedra, um material de construção raro e caro usado somente em dois edifícios babilônicos. Estas lajes de pedra eram, por sua vez, cobertas por junco, asfalto e ladrilhos. Ele nos diz que o jardim media 400 pés por 400 pés e com mais de 80 pés de altura.

1

400 pés por 400 pés e com mais de 80 pés de altura. 1 Esta gravura,

Esta gravura, pintada à mão pelo artista holandês Maerten van Heemskerck, no século XVI, representa os jardins suspensos da Babilônia, uma das "sete maravilhas do mundo" antigo, criadas pelo rei Nabucodonosor II por volta de 600 a.C.

FONTE: www.historiadomundo.com.br/babilonia/babilonia-cidade

Esses são apenas dois de muitos outros exemplos que ilustram a importância das lajes e sua utilização desde a antiguidade.

1 Nabuco e os Jardins Suspensos da Babilônia. Disponível em: < http://archive.operainfo.org/>. Acesso em: 20 de Maio de 2008.

3- Definição:

3.1- Definição estrutural:

Segundo a ABNT NBR 6118:2003, item 14.4.2.1 as lajes ou placas são

“elementos de superfície plana sujeitos principalmente a ações normais a seu plano.

As placas de concreto são usualmente denominadas lajes”.

Segundo o Prof. Dr. João Eduardo Di Pietro:

) (

(horizontais ou inclinados), de estrutura monolítica e de altura relativamente pequena e que são caracterizadas por duas dimensões:

lajes ou placas são os elementos planos das edificações

sua largura e seu comprimento, predominantes em relação à sua altura

e servem para separar os diversos pisos de um edifício.

3.2- Definição projetual:

Entende-se por definição projetual de uma laje a concepção do espaço, este definido por um plano de apoio – a laje – sobre o qual iremos construir e elaborar este espaço.

É começando por um desenho apropriado dos pavimentos que

podemos erigir os planos, intervalos e distâncias sendo desenhados sobre eles e representados com as proporções requeridas. 2

eles e representados com as proporções requeridas. 2 Maison À Bordeaux, França, Bordeaux. FONTE: www.oma.eu 2

Maison À Bordeaux, França, Bordeaux.

FONTE: www.oma.eu

2 FERRO, Sérgio. O canteiro e o Desenho, 2ª edição. São Paulo. Projeto Editores. Associados. 1982.

4- Tipos de Lajes:

4.1- Lajes Plissadas:

As lajes plissadas são estruturas resistentes pela própria forma empregadas normalmente em coberturas, podendo adquirir os mais diversos formatos, inclusive circulares. Sua utilização na execução de muros de arrimo também é muito grande, pois sua forma permite resistir, com eficiência, às cargas horizontais (empuxo), provenientes das ações dos aterros ou da água.

3

provenientes das ações dos aterros ou da água. 3 Catedral de Cascavel FONTE: www.skyscrapercity.com. 2008 3

Catedral de Cascavel FONTE: www.skyscrapercity.com. 2008

3 DI PIETRO, João Eduardo. O conhecimento qualitativo das estruturas das edificações na formação do arquiteto e do engenheiro. Tese de Doutorado - UFSC. 2000.

4.1.1- Método Construtivo:

Não existe um método construtivo pré definido para as lajes plissadas. Na grande parte do tempo elas são fabricadas com a utilização de fôrmas que podem assumir diversos formatos, relacionados à amplitude do vão, material e estética. Segundo Engel (1981), a criação de uma forma adequada para esse tipo de estrutura é uma forma de arte, tão vasta são as possibilidades que podem ser empregadas.

tão vasta são as possibilidades que podem ser empregadas. Catedral de Cascavel- PR FONTE: www.pr.gov.br. 2008

Catedral de Cascavel- PR FONTE: www.pr.gov.br. 2008

Catedral de Cascavel- PR FONTE: www.pr.gov.br. 2008 Catedral de Cascavel FONTE: www.arquicascavel.org.br. 2008 7

Catedral de Cascavel FONTE: www.arquicascavel.org.br. 2008

4.1.2- Aplicações Usuais:

Esse tipo de laje é comumente empregado para a cobertura de grandes vãos. Segundo Engel (1981), possui uma ação portante tripla por apresentar um efeito de laje, de placa e de treliça. Apresenta certas vantagens em comparado com uma laje nervurada, entre elas:

1. A redução do vão de influência de uma laje em função de cada

dobra servir como um apoio;

2.

Maior

resistência

a

cargas

em

função

de

sua

forma

sem

necessidade de aumento da quantidade de material;

3. Normalmente apresentam maior comprimento na direção

longitudinal, mesma direção das nervuras de uma laje nervurada, o que proporciona a eliminação das nervuras já que nesse sentido ela atua semelhantemente a uma viga;

4. Aumento na altura da cobertura o que explica seu emprego em

grandes espaços.

Pela classificação de Engel esse tipo de estrutura é de superfície-ativa, ou seja, sua forma deve ser pensada como elemento estrutural, e pode assumir os mais variados formatos.

Nas estruturas de superfície-ativa, é fundamental uma forma adequada que reoriente as forças atuantes, distribuindo-as, em pequenos esforços unitários, sobre a superfície. O desenvolvimento de uma forma adequada para a superfície – desde os pontos de vista estrutural, utilitário e estético – é um ato criativo: arte. (ENGEL, 1981, pp. 149)

– é um ato criativo: arte. (ENGEL, 1981, pp. 149) Clube Curitibano, Curitiba – PR, 1966.

Clube Curitibano, Curitiba – PR, 1966. FONTE: www.vitruvius.com.br. 2008

Palácio das Convenções, Parque Anhembi, São Paulo – SP FONTE: www.anhembi.com.br. 2008 Hall Nobre, Palácio

Palácio das Convenções, Parque Anhembi, São Paulo – SP FONTE: www.anhembi.com.br. 2008

Anhembi, São Paulo – SP FONTE: www.anhembi.com.br. 2008 Hall Nobre, Palácio nas Convenções. FONTE:

Hall Nobre, Palácio nas Convenções. FONTE: www.anhembi.com.br. 2008

Grande auditório, Palácio da Convenções. FONTE: www.anhembi.com.br. 2008 Grande Auditório, Palácio das

Grande auditório, Palácio da Convenções. FONTE: www.anhembi.com.br. 2008

Palácio da Convenções. FONTE: www.anhembi.com.br. 2008 Grande Auditório, Palácio das Convenções. FONTE:

Grande Auditório, Palácio das Convenções. FONTE: www.anhembi.com.br. 2008

4.2- Laje Protendida

As lajes protendidas possuem características que as fazem com que o uso desse tipo de laje se torne cada vez mais presente em obras, até mesmo de residências. Segundo PUC-Rio - Certificação Digital Nº 0115543/CA as lajes protendidas apresentam:

1. Deformações menores do que outras lajes;

2. Estruturas mais econômica devido ao emprego de aços de maior resistência;

3. Retirada antecipada do escoramento e das fôrmas;

4. A ausência de vigas oferece vantagens evidentes para execução da obra quanto à economia, tanto de material quanto de tempo;

É possível também a realização de grandes vãos e balanços, o que facilita muito a execução de algumas obras, como por exemplos as do arquiteto Oscar Niemeyer. Que utiliza o sistema de protensão para a realização de algumas obras:

sistema de protensão para a realização de algumas obras: Museu Oscar Niemeyer FONTE: www.pr.gov.br, 2008 Museu

Museu Oscar Niemeyer FONTE: www.pr.gov.br, 2008

de algumas obras: Museu Oscar Niemeyer FONTE: www.pr.gov.br, 2008 Museu Oscar Niemeyer FONTE: www.pr.gov.br, 2008 11

Museu Oscar Niemeyer FONTE: www.pr.gov.br, 2008

As lajes protendidas alveolares são exemplos da aplicação da protensão na construção. São elementos pré-moldados, os alvéolos reduzem o peso da estrutura e, em combinação com a protensão, são capazes de cobrir grandes vãos. São especialmente projetados para resistir ao cisalhamento e ao momento fletor. (Cadernos de Engenharia de Estruturas, 2006).

fletor. (Cadernos de Engenharia de Estruturas, 2006). Laje protdida alveolar. FONTE: www.munte.com.br, 2008.

Laje protdida alveolar. FONTE: www.munte.com.br, 2008.

4.2.1- Método construtivo

As lajes protendidas alveolares são estruturas pré-fabricadas, são transportadas prontas até a obra e ali, são montadas conforme projeto, com o auxilio de guindastes.

são montadas conforme projeto, com o auxilio de guindastes. Colocação de laje protendida alveolar. FONTE:
são montadas conforme projeto, com o auxilio de guindastes. Colocação de laje protendida alveolar. FONTE:

Colocação de laje protendida alveolar. FONTE: www.r4tecno.com.br, 2008.

Colocação de laje protendida alveolar, com ajuda de guindastes. FONTE: www.lajeal.com.br, 2008.

4.2.2-Aplicações usuais

Em sua grande maioria as lajes protendidas são utilizadas em grandes obras, onde necessita a criação de grandes vãos e/ou grandes balanços.

Devido a estas características essas lajem também tem ido utilizadas em construções de residências.

Com a pré-fabricação desses elementos, como exemplo, as lajes alveolares protendidas, esse tipo de estrutura horizontal também é bastante utilizada em obras com elementos pré-fabricados.

bastante utilizada em obras com elementos pré-fabricados. Centro Empresarial Laís Peretti, Curitiba, utilização de
bastante utilizada em obras com elementos pré-fabricados. Centro Empresarial Laís Peretti, Curitiba, utilização de

Centro Empresarial Laís Peretti, Curitiba, utilização de laje protendida. FONTE: Arcoweb, 2007.

O sistema construtivo com laje protendida facilitou a criação dos balanços que originaram as varandas no sétimo e no 14º pavimentos e, no embasamento, permitiu a testada de 25 metros, com cinco metros em projeção. A utilização desse tipo de laje, além de possibilitar vãos e balanços maiores, considerou questões funcionais, com a redução do número de pilares. Sua espessura reduzida (25 centímetros) resultou em ganho de mais dois andares, respeitando a limitação de altura máxima da edificação (cota de 1.010 metros), definida pela Aeronáutica. (ARCOWEB, 2007)

1.010 metros), definida pela Aeronáutica. (ARCOWEB, 2007) Laboratório médico, Belém-Aplicação de laje Protendida.

Laboratório médico, Belém-Aplicação de laje Protendida. FONTE: Arcoweb, 2006.

utilização da laje

protendida permitiu que o vão da garagem não apresentasse nenhum pilar, deixando-o livre.

Neste

caso

a

apresentasse nenhum pilar, deixando-o livre. Neste caso a Laboratório médico, Belém-laje Protendida para liberar

Laboratório médico, Belém-laje Protendida para liberar vão da garagem. FONTE: Arcoweb, 2006.

Utilização de laje protendida, como alta tecnologia, para a execução de grandes empreendimentos.

tecnologia, para a execução de grandes empreendimentos. Evolution Tower, empreendimento do ramo hoteleiro- Curitiba,
tecnologia, para a execução de grandes empreendimentos. Evolution Tower, empreendimento do ramo hoteleiro- Curitiba,

Evolution Tower, empreendimento do ramo hoteleiro- Curitiba, PR. FONTE: Arcoweb, 2005.

4.3- Laje Pré-fabricada:

São denominadas lajes pré-fabricadas todas aquelas cujas partes constituintes são fabricadas em larga escala por indústrias. Existem diversos tipos, sendo as mais usadas as lajes com vigotas treliçadas e as com vigotas de concreto armado. Podem ainda ser classificadas como unidirecionais (nervuras principais em uma única direção), bidirecionais (nervuras em duas direções).

direção), bidirecionais (nervuras em duas direções). Montagem de painéis pré-fabricados de laje alveolar

Montagem de painéis pré-fabricados de laje alveolar FONTE: www.r4tecno.com.br

4.3.1- Método construtivo

Como anteriormente mencionado, as lajes pré-fabricadas possuem partes feitas por indústrias, que na obra serão montadas igual partes de um quebra-cabeça. Se a laje a ser montada na obra, tiver como partes pré-fabricadas as vigotas cabe aos operários realizar o alinhamento das vigotas, colocarem os blocos de enchimento e fazer o capeamento de concreto. Já se a laje for composta por painéis pré-fabricados, esses só precisam ser apoiados nas vigotas, dispensando o capeamento.

Montagem de laje pré-fabricadas, com painéis pré-fabricados FONTE: www.areanet.com.pt 4.3.2- Aplicações usuais: As
Montagem de laje pré-fabricadas, com painéis pré-fabricados FONTE: www.areanet.com.pt 4.3.2- Aplicações usuais: As

Montagem de laje pré-fabricadas, com painéis pré-fabricados FONTE: www.areanet.com.pt

4.3.2- Aplicações usuais:

As lajes pré-fabricadas são utilizadas tanto em obras grandes, como edifícios, shoppings, quanto em obras menores, como a construção de método construtivo e “não necessidade” de utilização de fôrmas.

4.4- Laje Nervurada:

O sistema de laje nervurada tem sua origem em 1854, quando William

Boutland Wilkinson patenteou um sistema em concreto armado de pequenas vigas

regularmente espaçadas, onde os vazios entre as nervuras foram obtidos pela

colocação de moldes de gesso, sendo uma fina capa de concreto executada como

plano de piso.

uma fina capa de concreto executada como plano de piso. Livraria da Travessa, Rio de Janeiro

Livraria da Travessa, Rio de Janeiro -RJ. FONTE:www.arcoweb.com.br.

TIPOS:

Lajes nervuradas com vigotas pré-fabricadas: aquelas construídas com elementos pré-

fabricados, normalmente produzidos fora do canteiro de obras, industrialmente.

Lajes

integralmente na própria obra.

nervuradas moldadas

no

local

de

concreto

armado:

aquelas construídas

Lajes nervuradas protendidas: são executadas com vigas ou vigotas protendidas de

fábrica.

Lajes nervuradas treliçadas: as lajes treliçadas pré-moldadas têm como vantagem a

redução da quantidade de fôrmas. Hoje, utiliza-se o sistema treliçado com nervuras

pré-moldadas, executadas com armaduras treliçadas.

Observação: Os dois sistemas de nervurada (protendida e treliçada) devem ser

caracterizados como laje executada com elementos pré-moldados, já que parte dela é

moldada in-loco.

4.4.1- Método construtivo

1. A construção de lajes nervuradas com vigotas pré-fabricadas envolve a

utilização de vigotas unidirecionais pré-fabricadas, elementos leves de

enchimento posicionados entre as vigotas, concreto moldado no local, aço para

concreto armado, cimbramento e mão-de-obra, sendo dispensadas as fôrmas.

2.

basicamente envolve a utilização de concreto, aço para concreto armado,

armado

A

construção

de

lajes

moldadas

no

local

de

concreto

fôrmas, materiais de enchimento, cimbramento e mão-de-obra.

3. Para a execução das nervuras são empregadas fôrmas reutilizáveis ou

não, confeccionadas normalmente em material plástico, polipropileno ou

poliestireno expandido.

4. Pode-se simular o comportamento de uma laje nervurada com laje pré-

fabricada, colocando-se blocos de isopor junto à camada superior. Este tipo de

solução oferece uma grande vantagem quanto à dispensa da estrutura de

cimbramento.

5. Devido à grande concentração de tensões na região de encontro da laje

nervurada com o pilar, deve-se criar uma região maciça para absorver os

momentos decorrentes do efeito da punção.

6. O pré-dimensionamento destas estruturas protendidas, para a

determinação da altura da laje, fica determinado pela seguinte equação: h= l/23

a l/28, sendo h =altura da laje nervurada e l = distância entre os apoios

(pilares), em cm. Podem chegar a vãos da ordem de 20m.

laje nervurada e l = distância entre os apoios (pilares), em cm. Podem chegar a vãos

PASSO A PASSO

Lajes nervuradas com cubas plásticas

1. Após a montagem do escoramento metálico e do vigamento, dá-se

início à instalação das cubetas plásticas;

2. Em seguida, inicia-se a montagem da chapa de apoio das cubetas

(tablado de madeira) sobre as escoras;

3. Distribuir as fôrmas sobre os painéis;

4. Alinhar as fôrmas plásticas com o auxílio de um sarrafo de madeira. Em

seguida, prender uma faixa de madeirite na beirada da laje;

5. Colocação das armaduras;

6. Prender os vergalhões e os estribos;

7. Concretar a laje;

8. Sarrafear e nivelar a laje;

9. Retirar o escoramento e o tablado de apoio das cubetas, deixando o

reescoramento a cada 1,5m²;

10. Retirar as cubetas;

11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A laje

está pronta.

1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A
1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A
1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A
1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A
1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A
1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A
1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A
1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A
1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A
1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A
1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A
1,5m²; 10. Retirar as cubetas; 11. Esperar a cura completa do concreto, retirar o reescoramento. A

4.4.2- Aplicações usuais

As lajes nervuradas são empregadas quando se deseja vencer grandes vãos e/ou grandes sobrecargas. O aumento do desempenho estrutural é obtido em decorrência da ausência de concreto entre as nervuras, que possibilita um alívio de peso não comprometendo sua inércia.

No sistema nervurado tem-se, além do alívio do peso próprio da estrutura, um aproveitamento mais eficiente dos materiais, aço e concreto.

A mesa de concreto resiste aos esforços de compressão, a armadura,os de tração e a nervura de concreto, faz a ligação mesa-alma. Os vazios são obtidos com moldes plásticos removíveis ou então pela colocação de material inerte perdido, como por exemplo o isopor ou peças cerâmicas.

Podem-se ter, para as lajes nervuradas, painéis apoiados em vigas mais rígidas que as nervuras, num sistema chamado de convencional. Contudo, também é aplicada em pisos de lajes sem vigas, gerando assim um teto de espessura única, sem elementos abaixo da linha inferior das nervuras, o que é vantajoso na determinação das alturas livres internas dos compartimentos de uma edificação. Nesse caso tem-se o apoio diretamente no pilar, sendo necessário que a região em torno dos pilares seja maciça para absorver os momentos negativos que surgem no entorno dos pilares internos e resistir ao efeito de puncionamento, que é a tendência à perfuração da laje pelo pilar, que ocorre nessas regiões.

perfuração da laje pelo pilar, que ocorre nessas regiões. Lajes nervuradas protendidas. Hotel Bourbon Atibaia.

Lajes nervuradas protendidas. Hotel Bourbon Atibaia. Atibaia-SP. FONTE: www.engetecprot.com.br.

Edifício Ipiranga. São Paulo-SP. FONTE: www.atex.com.br Edifício Comercial. Itabira-MG FONTE: www.atex.com.br. 22

Edifício Ipiranga. São Paulo-SP. FONTE: www.atex.com.br

Edifício Ipiranga. São Paulo-SP. FONTE: www.atex.com.br Edifício Comercial. Itabira-MG FONTE: www.atex.com.br. 22

Edifício Comercial. Itabira-MG FONTE: www.atex.com.br.

Edifício poliesportivo da PUC/RS, Porto Alegre-RS. FONTE:www.arcoweb.com.br. Obra Beiramar Norte- Florianópolis- SC,

Edifício poliesportivo da PUC/RS, Porto Alegre-RS. FONTE:www.arcoweb.com.br.

da PUC/RS, Porto Alegre-RS. FONTE:www.arcoweb.com.br. Obra Beiramar Norte- Florianópolis- SC, Laje Nervurada.

Obra Beiramar Norte- Florianópolis- SC, Laje Nervurada. FONTE: Autor, 2008.

Cubas Plásticas para execução de Laje Nervurada FONTE: Autor, 2008. Montagem de Laje Nervurada. FONTE:

Cubas Plásticas para execução de Laje Nervurada FONTE: Autor, 2008.

Cubas Plásticas para execução de Laje Nervurada FONTE: Autor, 2008. Montagem de Laje Nervurada. FONTE: Autor,

Montagem de Laje Nervurada. FONTE: Autor, 2008.

4.5- Laje Treliçada

4.5.1- Conceito São lajes formadas por nervuras pré-moldados (treliça), lajotas (normalmente cerâmicas) e uma “capa de concreto” moldada no local. A armação treliçada é aquela formada por armadura de aço pronta, pré-fabricada, constituída por dois fios de aço paralelos na base, denominados de banzos inferiores e um fio de aço no topo, denominado de banzo superior, interligados aos dois fios de aço diagonais, denominados de sinusóides, com espaçamento regular (passo). Podem ser compostas com blocos de diversos materiais, mas os mais utilizados são os de concreto e, principalmente, os cerâmicos (lajotas).

os de concreto e, principalmente, os cerâmicos (lajotas). Treliças . FONTE: www.abcp.org.br 4.5.2- Processo

Treliças. FONTE: www.abcp.org.br

4.5.2- Processo construtivo

Projeto:

“Os parâmetros que definem a seção transversal da laje treliçada são: Altura total da laje, espessura da capa de concreto, intereixo de nervuras, espessura das nervuras e altura da treliça.”

a) Altura total da laje (H):

A altura da laje é função dos esforços que atuam sobre seus elementos e das limitações de deslocamentos. Normalmente, escolhe-se a altura em função do vão, baseando-se na experiência do engenheiro. No dimensionamento final pode se comprovar a necessidade ou não de aumentar esta altura.

b) Espessura da capa de concreto (Hf):

A espessura da capa, também denominada de mesa de compressão, é função geralmente da altura da laje. Normalmente se usam valores de 4 ou 5 cm, sendo o primeiro para alturas de laje até 24 cm e o segundo para valores acima deste. A

espessura da capa de concreto igual a 3 cm só é permitida para lajes com altura total igual a 10 cm.

c)

Intereixo de nervuras (bf):

O

intereixo de nervuras é função do tipo de material de enchimento a ser utilizado.

Quanto maior o intereixo adotado, menor será o consumo de concreto da laje. Por outro lado maior será a armadura em cada nervura. De qualquer forma, maiores intereixos levam, via de regra, a lajes mais econômicas. Na realidade, dificilmente se adota intereixos maiores do que 60 cm. Valores maiores podem levar a grande

concentração de armaduras nas nervuras, obrigando o alargamento das mesmas, aumentando o consumo de concreto.

d) Espessura das nervuras (bw):

A largura das nervuras é o parâmetro que menos sofre variação no projeto de lajes

pré-moldadas. No caso de lajes treliçadas este é igual a largura da sapata de concreto, geralmente 12 cm, descontando-se um valor de cada lado para apoio dos blocos de enchimento, geralmente 1,5 cm. Com isto tem-se, geralmente, nervuras com largura de 9 cm. Valores maiores só se justificam quando a densidade de armadura é muito grande, ou o esforço cortante na nervura é muito alto.

e) Altura da treliça (HT):

Para definição da altura da treliça duas situações distintas devem ser distinguidas: a primeira corresponde à situação em que não é necessária armadura de cisalhamento para as nervuras e a segunda corresponde ao caso contrário.

e.1) Quando as nervuras necessitam de armadura de cisalhamento:

Neste caso a altura da treliça passa a depender da altura da laje. Como a armadura de cisalhamento será formada pela armadura lateral da treliça (sinusóide) é importante que a barra superior da treliça seja ancorada na zona de compressão da mesa.

O ideal é que o ferro negativo da treliça fique na mesma posição da armadura negativa

da laje, cerca de 1,0 centímetro abaixo da face superior da laje. No caso das nervuras

necessitarem de armadura de cisalhamento, e não se puder tirar partido da armadura lateral da treliça para combater este efeito, recomenda-se a adoção de estribos suplementares como pôde ser visto em 2.9.

e.2) Quando as nervuras não necessitam de armadura de cisalhamento. Neste caso a altura da treliça não fica vinculada à altura da laje. A altura escolhida definirá tão somente a capacidade portante da vigota treliçada durante a fase de

montagem da laje. Alturas de treliça maiores permitirão adotar um espaçamento maior entre linhas de escora. Normalmente se adota nestas situações o valor mínimo que é de 8 cm.” 4

4.5.3- Vantagens da laje treliçada

Capacidade de vencer grandes vãos livres e suportar altas cargas;

Capacidade de suportar paredes apoiadas diretamente sobre a laje, fazendo- se previamente as considerações necessárias;

Possibilidade de redução da quantidade de vigas e conseqüentemente de pilares e fundações do sistema estrutural de qualquer edificação. Com a redução da quantidade de pilares, ganha-se espaço interno;

Redução do custo final da estrutura, entre economia de aço, concreto, fôrma e mão-de-obra;

Menor peso próprio com conseqüente alívio das cargas em vigas, pilares e fundações;

Redução do escoramento, devido ao baixo peso próprio;

Eliminação do uso de fôrma para a execução das lajes; Facilidade de transporte horizontal e vertical, e maior agilidade na montagem;

Dimensionamento uni ou bidirecional, dependendo da necessidade da estrutura;

Eliminação da possibilidade de trincas e fissuras, pela condição de total aderência entre as nervuras e o concreto de capeamento. Esta total aderência é oferecida principalmente pela existência dos sinusóides (armadura diagonal que liga o ferro superior aos inferiores), e também pela superfície rugosa em contato com o concreto de capeamento;

Perfeita condição de monoliticidade da estrutura, possibilitando ser utilizada em qualquer tipo de obra, seja horizontal ou vertical com altura elevada;

Baixo índice de desperdício;

Melhoria das características térmicas e acústicas, quando a laje é executada com blocos de EPS.

4 Dados retirados: TRELIART. Disponível em: www.treliart.com.br. Acessado em: 03/06/2008. RESPOSTA TÉCNICA. Disponível em: http://sbrtv1.ibict.br/upload/sbrt5960.pdf?PHPSESSID =eacfd0394bf9cff61879b31265f473ef. Acesso em: 20/07/2008.

Laje Treliçada com cerâmica Fonte: www.valecorrea.com.br Laje Treliçada com enchimento em EPS
Laje Treliçada com cerâmica Fonte: www.valecorrea.com.br Laje Treliçada com enchimento em EPS

Laje Treliçada com cerâmica Fonte: www.valecorrea.com.br

Laje Treliçada com cerâmica Fonte: www.valecorrea.com.br Laje Treliçada com enchimento em EPS

Laje Treliçada com enchimento em EPS FONTE:www.lajessaotome.com.br

Laje treliçada- detalhe FONTE:bp0.blogger.com. 4.6- Laje Translúcida As lajes translúcidas estão classificadas segundo

Laje treliçada- detalhe

FONTE:bp0.blogger.com.

4.6- Laje Translúcida

As lajes translúcidas estão classificadas segundo DI PIETRO (2000) como lajes mistas. Como nesse tipo de laje não é necessária a colocação do capeamento tornou- se possível a utilização de blocos de vidros entre as nervuras, gerando um efeito estético diferenciado.

4.6.1- Método construtivo

A construção das lajes mistas segue os moldes da laje nervurada, porém sem a colocação do capeamento. Este, por sua vez, não é necessário “pois os esforços de compressão são absorvidos pelas nervuras e pelos blocos intercalados entre as mesmas.”

4.6.2- Aplicações usuais:

Elas não são utilizadas com muita freqüência. Seu emprego se dá para fins estéticos, não havendo a necessidade de sua aplicação em toda a extensão da laje. São mais encontradas em shoppings, escadas e edifícios comercias, não excluindo seu uso em áreas residenciais.

4.6.3- Galeria de fotos:

seu uso em áreas residenciais. 4.6.3- Galeria de fotos: Academia Competition Paulista, São Paulo-SP FONTE:

Academia Competition Paulista, São Paulo-SP FONTE: www.arcoweb.com.br

Salvador Shopping, Salvador FONTE: www.arcoweb.com.br Salvador Shopping, Salvador FONTE: www.arcoweb.com.br 31

Salvador Shopping, Salvador FONTE: www.arcoweb.com.br

Salvador Shopping, Salvador FONTE: www.arcoweb.com.br Salvador Shopping, Salvador FONTE: www.arcoweb.com.br 31

Salvador Shopping, Salvador FONTE: www.arcoweb.com.br

Salvador Shopping, Salvador FONTE: www.arcoweb.com.br Patio Villa, Rotterdam, Holanda, 1988 FONTE: www.oma.eu 32

Salvador Shopping, Salvador FONTE: www.arcoweb.com.br

Salvador Shopping, Salvador FONTE: www.arcoweb.com.br Patio Villa, Rotterdam, Holanda, 1988 FONTE: www.oma.eu 32

Patio Villa, Rotterdam, Holanda, 1988 FONTE: www.oma.eu

Embaixada dos Países Baixos, Alemanha, Berlin, 2003 FONTE: www.oma.eu Embaixada dos Países Baixos, Alemanha, Berlin,

Embaixada dos Países Baixos, Alemanha, Berlin, 2003 FONTE: www.oma.eu

Países Baixos, Alemanha, Berlin, 2003 FONTE: www.oma.eu Embaixada dos Países Baixos, Alemanha, Berlin, 2003 FONTE:

Embaixada dos Países Baixos, Alemanha, Berlin, 2003 FONTE: www.oma.eu

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