0 notas0% acharam este documento útil (0 voto) 510 visualizações100 páginasMao Gaucha en Portuguese
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Gaucha
TRANGADOS EM COUROSUMARIO
INTRODUCAO.
1. PRELIMINARES. .
1.2 A coureada,
1.3 Araspagem do pelo.
1.4 Estaqueamento.
115. Partes do couro para tentos. : 28
1.6. Obtengo dos tentos. 29
1.7 Desborde dos tentos. : fee 30
cee Ot
coves Bt
. ase 31
2.3. Corda torcida de dois tentos. 3
2.4 Corda torcida de trds tentos........ i 3
25 Tranca falsa de 1 tento. : cies 82
2.6 Tranca de unio de argolas.... teh B
2.7. Tranga simples de 3 tentos. : fe BD
2.7.1 Tranca de 3 tentos - triangular cee 4
2.8 Tranga de 3 tentos sem pontas cee 35
“29 Tranga de. tentos { padro) fa
2.10 Tranca de 4 tentos - chat (!) fee 38
2.11 Tranga de 4 tentos (I!) : 36
2.12 Tranca de 4 tentos -redonda + 36
2.13 Tranca de4 tentos- darevestimento .-.-...- 2 OF
2.14 Tranca de tentos- quadrangular... a 37
2.15 Tranca de 4 tentos - revestimento (ll... - 1 8
2.16 Tranga de 6 tentos - chats. 38
2.16.1 Tranga de 8 tentos = chata (i). 2 38
2.17 Tranga de 6 tentos - chata (ll... +++ 3
2.18 Tranca de 5 tentos - de duas faces... a)
2.18.1 Teanga de tentos - de revestimento. 40
2.19 Tranca de § tentos - tipo “gaita”..... “ 2 40
2.20 Tranca de 6 tentos - auatrangulr de revestient. ‘ 4a
2.21 Tranga de 6 tentos - chata (I). evs ancsves 108% 4
2.22 Tranca de 6 tentos- chata I). 2
2.23 Tranca de 6 tentos - chata (IID.......2.+ 2
2.24 Teanga de 6 tentos - "bartiga de cobra”... 3
2.25 Tranca de 6 tentos - redonda. .....+.+s.0+0+ 43
2.26 Tranca de 6 tentos - revestimento... : : ry
2.27 Tranga de 7 tentos - chata (I). 45,
2.28 Tranca de 7 tentos - chata (iI... 45
2.28.1 Tranga de 7 tentos - chata (It). 462.29 Tranga de tentos - duas “cares”.
2.30 Tranga de 7 tentos - revestimento «
2.30.1 Tranca de 7 tentos - avec have
2.31 Tranga de8 tentos - chata........+
2.32 Tranga de 8 tentos - redond:
2.33 Tranga de 8 tentos - revestimento.
2.34 Tranga de 8 tentos - quadrangular.
2.35 Tranca de 8 tentos - quadrada...
2.36 Tranga d28 tentos - "boca de doma’
2.37 Tranga de 9 tentos - chata (l).-
2.38 Tranga d29 tentos - chata (Il).
2.39 Tranga de 9 tentos - chata {lll...-.-++2+++
2.40 Tranga de 9 tentos (IV) asa
2.41 Tranga de 10 tentos. +++ =
2.41.1 Tranga de 10 tentos = revestimento.---.+
2.42 Tranga de 10 tentos - quadrangular.
2.43 Tranea de 10 tontos -“bocal de dor
2.44 Tranga de 11 tentos - chata (I)...
2.45 Tranga de 11 tentos (I). «++
2.48 Tranga ¢e 11 tentos (IN.
2.47 Tranca de 12 tentos - chata.
2.48 Tranga ce 12 tentos - quadrangular.
2.49 Tranga ce 12 tentos - revestimente. +++
2.50 Tranca de 12 tentos - redonda.
2.81 Tranga de 12 tentos (I
2.52 Tranga de 13 tentos - chata (I).
2.53 Tranga de 13 tentos- chata (I.
2.54 Tranga de 13 tentos - quadrangular
2.55 Tranga de 14 tentos - revestimento
2.56 Tranga de 18 tentos...2.ese0+0+2++
2.57 Teanga de 16 tentos - revestimento,
2.88 Tranga de 16 tentos.
2.59 Tranga de 17 tentos ()
2.60 Tranga de 17 tentos I!)
2.61 Tranga de 18 tentos -revestimento.
2.62 Tranca de 19 tentos - chata
2.63 Tranca de 20 tentos - revestimento.
2.64 Tranga de 21 tentos- chara.
2.65 Tranca de 22 tentos - chata.
2166 Trancas de revestimento (modelos).
2.87 Observacdo, seta ays naeEe
CORREDORES.
3.1 Generaidades. .
3.2 Gorredar de “voltae meia”
3.2.1 Aumento de armaca :
3.3 Coredor de “volta e meia” - armagdo duple
3.d Ajuste do corredor....eesssseseeesseees
3.5 Correder de volta e meia - armacao triplice
3.8.1 Armago de corredor com cualquer numero de volts.
3,6 Corredor de volta e meia - armac2 dupla tecido por dois.
3.7. Cortedor de trés voltas - armagc simples. .
3.7.1 Corredor de 4 voltas.
3.8 Corredo’ para forrar botéo.
3.9. Armagio dupla do corredor de forrar botBo.
3.10 Acmagies triplice, quadruple, etc...
3.11 Corredar de forrar botdo - “tecido por dois”.3.12 Corredo” tecido por dentro - armagiio ool
3.13 Corredor tecido por fora. .
3.14 Observacdio sobre o tecido.
3.15 Corredor “tecido por tres”.
3.16 Armacao de corredor em torno de objetos est
3.17 Corredor de "cinco"
3.18 Corredor de “cinco” armagéo dupla
3.19 Corredor de “cinco” - armagio triplice - :
3.20 Corredor de cinco" - armaciio simples -tecido por dois
3.21 Corredor de “cinco” - tecido por trés,
3.22 Conedorde “cinco” -srma¢Bo dupa “tecidopor dois
3.23 Corredor de duas voltas - armaco dupla- “tecido por dois
3.24 Amostra de corredores.
3.25 Corredor de duas voltas - armaco quidrupla -“tecido por dois”.
3.26 Corredor de duas voltas - atmago quadrupla -"tecido por ts”
3.27 Corredor - “passador”. ey
3.28 Chservacao sobre corredores.
4. NOS
4.1 N6 de tronco..-.
4.2 Nos de presiha
4.3 Nés de palanque.
4.4. N6 de calhandra,
4.5 No quadrado
4.6 Nbde soca
4.7 NB oho de caranguejo.
4.8 N5 miltiflo,
4.9 NB correcigo.
4.10 NB de “gringo
4.11 Nb pata de gato. .
4.12 Né pata ce cachorro.
4.13 No pata de ganso,
4.14 No de macega,
4.15 No de carpinteito.
4.16 No de lageda,
4.17 N6 de art ice.
4.18 NO de amare.
4.19 N6 de canhao,
4.20 Né de galera,
4.21 N6 presilhado.
4.22 NE cruzado.
4.23 NG arnés,
4.24 N6 de emenda,
4.25 N6 de me a-chave.
4.26 No de pescador.
4.27 No de “apo”.
4.28 NO frontal (testeira)
4.29 N6 de alea
5. BOTOES — Generalidades.
6. CONCLUSAO. .INTRODUCAO , |
Em realidade, BAU CAMPEIRO nasceu hé siguns anos, em conseqiéacia do entusiasmo contagiante de
_Jo3o Carlos Paix8o Cirtes — uma das mais legitimas expressBes de nosso folclore. Sob essa influéncia originou-se a
Besquisa no setor do artesanato e dela surgi o presente trabalho.
‘Sua unidade fundamental reside no artesanato em couro cru. Nesse sentido, o presente manual parece ter
‘4a razBo de ser, umavez que visa a despertare mesmo interessar Os leitores para esse lado verdaderamente artstico
as tracicbes gaichas, Pretende, nessa forma, reavivar um pouco daquela arte que vom sendo esquecida e conse:
‘ientemente abandonada.
Hoje em dia é raro encontrar-se nos estabelecimentos rurais aqueles verdadeiros artifices de couro cru — os
cconhecidos “guasqueros". E. por ince! que pareya, os apetrechos de couro cru ja comecam a ser confeccionados
fen sua moiora, nas coreaias das cidades © ndo mais em sou lugar de origem: @ campanha. E comum observar-se a
‘sua substituic3o por similares de material sintético ou curtido ("sola") — I evidente da crescente mudanca
os hébtos e costumes vacsconaistas, oma evidencia 8"quadrinha” gauchesc
Ya gaita metou a viola,
0 fésforo matou 0 isqueito:
a bombacha, o chirips,
a moda, 0 uso campeiro”. (*)
Por questdes de ordem didétics — foi utlizado na confeco do mostrurio, material diverso do couro cru.
{sso ndo altera em nada a estrutura do presente manvel, uma vez que sua finalidade precipua 6 a de ensinar como
fazer, no importande aqui o material com que se trabalha nas fases de aprendizagem.
(Os desenhos correspondentes, mostram por si prOprios, a sequléncia dos trabalhos a serem executados, sen-
‘do complementados pelo texto.
(*) autor desconhecido.
251. PRELIMINARES
1.1. Ao artesanato de uso campeiro, na base do couro cru, dé-se © nome, de modo geral, de trabalho er
orda". “Guasqueiro” € 0 apelido polo qual ¢ conhecido o hamem do campo que se dedica a esse tipo de arte
sanato.
So variados os “pertences" de uso campeiro, confeccionados em couro eru. Destacam-s9, entre outros, &
“cordas” trancades |rédeas, lagos, cabrestos, etc.) — feitos de couro vacum — @ os "corredores' (revestimentos) ~
feitos de couro cavalar.
Algm dos couros vacum e cavalar, s80 também utilizados: 0 couro de cabra ("chibo"), para trancas deli
cadas: a pele de enguia (""mucum'), para revestimento de pequenos objetivos. Até bem pouco tempo, utiizavarn se
no artesanato dessa natureza, 0 couro de capivara ("capincha”), para “cordas” torcidas; o couro de veado para pe
‘quenas trancas e revestimentos e o couro de lagarto para forto de boleadeiras. Hoje, por tazbes de ordem ecologica
‘essa prética vem sendo abandonada.
12. ACoureada
Dis-se “courear’” ao ato de despegar 0 couro do animal morto.
Para fins de artesanato, um couro deve ser o mais limpo possivel, livre de gordura, residuos de carne e coagu
fos de sangue. Alguns “guasqueiros” observam a fase da lua, para efeitos de coureada (lua minguante). € crenca
‘mais ou menos generalizada, quo 0 cotro obtido na lua nova torna-se quedradico e de pouca resistencia. Outrot
preferem “courear” quando se inicia 0 processo de putrafacdo (caso de animais mortos no campol, t80 logo o anima
‘comece a inchar. Entendem que, dessa forma, faclita-se a posterior depilacdo do couro,
FIG.
21.3. Araspagem do pelo {depilago)
Are opererso di-se o nome de “lonqueamento”. “Lonea'” 60 nome dodo aocouro|
08 pelos. A parte interna do couro recebe o nome de "sornel”™
Cortam-s6 05 tentos — que sdo tires ou fios de couro.
° jlonaueamento” & etetuaco com 0 eouro ainde imido (“verde”), Os rocessos de ““onqueamento’” s30
ariados. O mais usual e original & 0 quo consi 10 pélo, com 0 couro estendido sobre a perna do
8 desprovido de todos
@ parte externa, de “lor”. Do couro “lonquesdos
Para tal, usa-se uma faca: o pelo,
apertado entre a faca e 0 dedo
‘couro [Link] cinza imide,
Por alguns dias. Dessa forme,
14. Estaqueamonto
0 rendimento de um couro depende em
‘mento deve prooncher certos requisites, tals comer
2b — SSoulo estaqueado deve estar limpo, livre de gordura,residuos de carn
> no vtdo, estaqueamento deve ser feito corn solindiete: sees can
toma-o quebradico e ressequido;
GT 2 couro deve ser estaqueado com o carnal para cima;
4 [Link] feito sobre uma parede de masel.s, com uso de regos, é 0 mais indicado; nesse
'spondente 8 cabe¢a do animal deve ficar para Bano;
. 8eja em terreno inclinado a parte do couro
Cor-espondente cabeca, para ba’xo),
{ug0ura 2 mostra um tipo de estaqueamento muito origina fe poueo Conhecidol. Faz-se um corte, no “tio do
Car (de arte traseira até o meio do cour. A sogut este cen oe Borede costura-se depois essa parte
Scoura sant 2nto forte, procurando uproximar-seo mals possi encore ‘Quando seco, nesse processo,
uesdo noche” U8 Mor Uniformidade, quanto & espessura, neste ise figura 2.1 mostra um eouro este
‘rende parte do modo de estaquearvento, Um bom estequea
'€ © cosgulos de sangue;
ta dos raios solares sobre o couro
queado no chao.
“ yas
2
Fig.2
1.5. Portes do couro para tentos
fornece tentos mais espessose mais duros. A regio
C. da bartiga, forneze tentos del
sonido também utizada, essa parte, na confecgaa da chevsas
do homem do campo.
28
TIWUUGATTaaaaeen---FIG. FiG.4
(0 “garrdo de potro" é cantado em versos gauchescos de Orestes M. Ferreira:
“Feita do garcia de potro
e virada do avesso,
‘nfo tinha forma nem prego
cada qual faz @ sua;
pilcha pro campo e pra sua
pelo ficava pra dentro
costura na ponta.e centro
tude de matériacrua”.
1.6. Obtengio dos tentos
‘A figura 6 mostra 0 processo mais comum para © corte de tentos, a partir de ums tira mais larga lloncal. 0
cedo polegar é que regula a lergura do“tento a ser cortado, € notavel a habildade com que certos "guesqueiros”
‘ortam tentos, perfeitamente uniformes em toda sua extensio, utlizando apenas uma face.
Existom, em certos lugares, pequenos aparelhos feitos de bronze, com os quais se cortar tentos em qualquer
largura. A figura'6.1 mostra um desses aperelhos.
FIG.6.1(0s tentos para cordas, tais como laces, rédeas, etc., sdo geralmente
cortados em citculo, num movimento espiralado, e a partir dos retangulos mostrados
as figuras 3 € 4. Posteriormente retficamse as partes curvas, utilzando-se para t3)
Tat depostivo prético — que aparece na figura 7 — @ que consta de um pedaco de
Ydbua teom uma ranhura) e uma faca nela amarrada. O tento ¢ forgado a passar entre @
Mnadeite 0-2 faca, Dessa forma vo sendo cortadas as partes do tento que excedem &
[ergura, previamer te regulada na abertura comespondente.
‘Costuma-se também cortar os tentos a partir do couro “verde”, ainda
‘com pelo. Cortamse tires bern mais largas do que realmente se deseja (pois © coure
Sneolhe, a0 secarh. Essas tiras de couro s80 enroladas “carnal” para fora) em torno de
lima drvore, para secar. Posteriormente so depiladas.
17. Dasborde dos tentos
seo nome de “desquiner”& operagBo que consise em cortar os cantos(“costados”) do terto, Os tents
— para bantas dave ser"desquinados” afm de se ajustarem melhor uns aos outros no cores da tranga. Para
Topas eames fechadas) 08 tentos s30 desquinads om dois cantos de uma mesia feet Para trancas chatas
eae ee tentos ao, geralmente, desquinados nos quatro cantos. Essa operacdo é vista na figura.
os tentos(principatmente os de couro cavalar) quando muito secos, tendam 2 curvar-se. Consegec te &
retificagde dos meamos com 0 auxiio de um “cravador” (pedago de arame pontiagudo), Apes & tento entre 0
Feeeersenor eo "cravador”. Num movimento firme de va-e-ver, desiza seo “cravacor” ‘20 longo do fio, ora num,
‘ora nour lado, até obter-se 0 efeito desejado. Ver figura 8.1
FIG.9
{As tires de couro, quando muito secas, deve ser previamente ume-
decides, pare depois serem cortados os tentos. No vero o couro torna-se duvoe muito
Sree. S due difiutta o trabalho "em corda’. Costuma-se entdo "macetar’("sova"
see oscu, antes de usé-lo para “cordas". O “macete” é uma espécie de martole de
ate eee odo para “amolecer” 0 couro, mediante pancedss. As figuras 9 ¢ 10
mostrar duas maneiras distintas de "sovar” um pedago de couro,
FIG. 10
30
a OOOO OOS EALAAAVETT EAVES2. TRANCAS
{8 — Tranga: um conjunto de tentos (ios) entrelacados.
As tran¢as sd0 confeccionadas, desde o inicio, com os tentos ajustadcs uns aos outros. Os tentos devem ser
prevamente umedecidos, pois dessa forma é mais facil manuseé-los. Além disso, 20 secarem, dardo & tranca um
aspecto mais uniforme e uma outra forma duradoura. Ao terminar uma tranca, costume-se “maceteé-la” levemente,
acomodendo-se as pértes que ndo ficaram bem assentadas umas nas outras.
'b Os desenhos que se referem as trangas mostram os tentos bem separados uns dos outros, a fim de que
© lkitor possa ter uma melhor visio do movimento dos mesmos, no conjunto. Ad efetuar-se @ tranca,
‘cada tento é bem ajustado na forma definitiva,
© — No final do trabalho, a tranca terd suas pontas (terminais) “arrematades"
4d — As trangas s3o classticadas em dois grupos distintos:
1 — trangas chatas, também ditas “abertas”, nas quais aparece as duas faces do tento, o “carnal
ea''flor”;
2 — tangas redondas, também ditas “fechadas", nas quais s6 aparece a “lor” do tento.
2.2."Corda’ torcida de um tento
a ~ Umedecer o tento;
b ~ Fixar um dos extremos;
¢ ~ Comecar 2 torcer 0 tento pelo outro extremo, de modo que o
“carnal” fique para dentro. Na medida em que se formam algu.
‘mas espiras, efetuar movimentos de taco no tento, para que
‘as mesmas se alinhem umas com as outtas;
1d — Terminada a operacdo de toredo, fixar o extreme livre e deixar
‘secar, 0 tento mantém a forma espiralada que Ihe foi dada, Ver
figura 11-2,
23.“ Corda” torcida de 2 tentos
2 — Torcer, separadamente, dois tentos;
b — Torcer juntos, esses dois tentos, como se fdssemos enrolé-los
um no outro. De quando em quando afastar as maos que os
‘seguram, a fim de ajustar 0 conjunto, Ver figura 11-8.
24. “Corda’” torcida de 3 tentos
A partir da corda torcida de 2 tentos, acomoda-se um tercei
encaixe nos vos existentes na corda torcida de 2 tentos. D
tento (ja torcido) de modo que o mesmo se
se operar Com os entos timidos. Ver figura 11-C.
30s tentos torcidos so de grande aplicagio no uso campeiro. Além de serem mais flexiveis que as “cordas””
trangadés, 68> bem mais resistentes. As cordas utilzadas para prender bois em carreta, arado, etc., so em sua
maioria, “cordas” torcidas. A conservacdo das "cordas' ¢ obtida em parte pelo, pelo engraxe adequado das mesmas,
usando-se para tal, gordura animal ("sebo").
25. Tranga alsa de 1 tonto
—
A figura 12 mostra como confeccioné-l. Enfie-se uma curva na outra oS
tando-se 0 conjunto de vez em quando. E dita “Yalsa” porque 6 suficionte puxar-se y, -. {* J) L iL %
uma das ponras para que toda a tranga se desfaga.E de uso muito lmitado,restin- f '47% rob.
sgindo-se de modo eral, & dabra do “"maneador” {espécie de tira de couro longae de = New = Sy
ting dois dedos de largure, ullzada para amarrar 0 cavalo). O "maneador” assim o.t3
dobradc, & carregado sobre o “lombilho'” (parte da montaria). Ver figura 13.
b
Fig.x2
2.8. Tranga de um tento— de unio
a — Unir provisoriamente duas argolas Ae B (figura 14) com um pedaco de arame (ou outro material util:
zando fita adesiva Fa
b— introduzir na argola A um extremo do tento. Em movimento espiralado 0 outro extremo vai até a ar
ola 8 (1.
¢ — Ao chegar em B (nt 1 da figura 14) 0 extremo livre volta, em direc da argole A. eruzando com as es:
piras anteriormente formadas (vern# 2 fig. 1).
‘Ko chegar em A. entra por baixo do ramo assinalado com um ponto (ver detalhe dessa passagem no
re fig. 14) ¢ segue novamente em dicego a B, em movimento espiralado; segue entre os ramos (a)
e Ib), eruzando por baixo de ramos como (c} e (d) até chegar em B (ver nes 5, 6-fig. 14).
‘Apds stravessar a argola B volta pata A, conforme mostra a fig. 14 - nt 7. Ao chegar em A o extremo
livre 6 “arrematado” entre uma das voltas da tranca. Nesta fase fica terminada a tranga (com aspecto de
tanga de 4 tentos), Antes de arrematar, retira-se 0 objeto de unio provsbria entre as dues argolas { ©
‘que pode sot feito antes). A fig. 15.1 - nt 6 mostra a tranca concluida. A figura 15 mostra fases dessa
‘confeceBo, Pode-se também continuar 0 rajato do extrem livre (apés o indicado no ne 8- fig. 14). Com
fais dois movimentos (ida e voltal obtém-se uma tranca semelhante a trance redonda de 8 tentos. Para
tal, procede-se assi
£ — Da argola A {ne 9 fig. 14) 0 extremo livre dobra e segue em dire¢o a B, tramando de um em um (tra-
mar = ctuzar um ramo com outro} conforme mostra o desenho rf 10- fig. 14.
9 — Ao chegar em B volta como mostra on® 11 e vem em diregao de A, tramando de um em um.
fi— Ao chegar em A a ponta live é “arrematada”, cortando-se a parte excedente, Ver figura 15.1 n*7,
27. Tranca da 3 tentos
{A figuta 16 mostra como conteccionar este tipo simples de tranca. Os tentos extremos (que ticam do lado de
fore, mas afastados do centro de tranca) v3o dobrando, em cada lado, um por cima deoutro.
2A
- ®
Cie Ee
See ZED)
im 2
ZG
GE s
ns ©
ves
Ca
®( yeas i
FiG.18.1
Modelo: figura 18-4
2.7.1. Tranga de 3 tentos — triangular
Os tentos dobram conforme it
tentos, puxando-os para fora como int
{tiangulo formado e ajustado, repetem-se sucessivar
‘cruzamento dos trés tentos, procede-se 29 ajuste d
Modelo: figura 18-B.
indica a figura 17, letras A, B. Apés 2 operacdo indicada e
‘dicam 2s setas. Na figura 17-C 0 conjunto aparece visto em
* ente es movimentos indicados em A e B (ver figura DI. A cada
os, antes de se iniciar 0 cruzamento sequinte
i aN
3 sp?
2
8
A
¢
en B, ajustam-se os
cima. Em cima do
visto DE
FIG.17
eelado) dobre pare 2 esquerda, tramando de um em um, conforme
2.8 Tranca de 3 tentos — sem pontas
Modelo: figure 18-C. Sua confecro é assunto do volume 2.
28. Tranga de 4 tentos — tipo padrio
0 tento extremo do lado ditto {pode-se inicié-la por qualquer
indica a figura 19. Na medida em que se efetuam as
“Tembém conhecida como tranga de caracs
[Link]-se os tentos inclinando-os como indicam as setas. Este tipo de twanea pode ser feito com qualquer
namero de tentos.
Madelo: figura 22-A.
FiG.19
2
). Tranga de4 tentos — chata (
Armacdo (disposie%o inicial dos tentosi: ver figura 20-A.
Execugao
a — 0 tento.n?2 dobra por cima do tento n*1 (fig. 20-8);
'b — o tento ne3 dobra por baixo do tento n° 4 @ por cima do tento n®
2— (fig. 20-0),
¢ — otento ne 1 dobra por cima do tento n® 3 (fig. 20-D) @ assim su-
cessivamente.
Seqisneia dos movimentos:
( ‘om WW 89
K Mo J
alle \2 a | \ AW Me 2 \\e
Repetem-se, na ordem, 0s movimentos indicados nas fig. 20-B-C:
—Tado direto: 0 tento extremo dobra sempre por cima de um tento;
T [ado esquerdo: o tonto extremo dobra sempre por baixo de um tento e em seguida por cima do tento seguinte.
Modelo: figura 22-B,
‘Observacio: a seaiiéncia do movimento seré sempre referida aos tentos extremos, ou seja, aos tentos que,
em cada lado, vBo ficando mais afastados do centro da tranca.
EyRe Bie
24 4 3 2
Ren
2.11. Tranga de 4 tentos — chata ID
Armagio: ver figura 21-A.
Execugdo: movimentam-se os tentos extremos, ora d2 um, ora de outro lado.
2 — otento nt 3, do lado direito, dabra por cima do tento ne 1 (fig. 21
b — otento ne 2, do lado esquerda, dobra por cima dos tentos nts 4 €3 (tig. 21-C) e assim sucessivamente.
‘Sequenci
"edo direito: 0 extremo dobra por cima de um tento;
= lado esquerdo: 0 extreme dobra por cima de dois tentos.
Nocelo: figura 22-C.
2.12. Trangade 4 tentos — redonda
‘ArmagSo: ver figura 23-A.
Execugdo:
"lado esquerdo: o tento n# 1 dobra por trds da trane:
Rel 222
3 &Y ASY
© © ®?
FIG. 34
2.22. Tranga de 6 tentos — chata (tt)
‘Armagao: ver figura 34-A. Ficam 3 tentos para cada lade (com 2 cruzados no centro).
Execugao:
wNado direito: 0 tento nt 5 dobra por baixo de um tento (n° 4) e por cima do tento sequinte (nt 1) (fig. 34-B);
- fo: 0 tento ne [Link] por cima de um tento (n® 3), por baixo de outro (ne 6) e por cima do tento
8); fig. 34-C.
Seqiiéncia:
— lado direito: 0 tento extreme dobra sempre por baixo de um epor cima de um tento;
| ado esquerdo: o tento extremo dobra sempre por cima de um, por baixo de um e por cima de um tento.
Modelo: figura 38.1-A.
2.23. Tranga de 6 tentos — chata (il)
‘Armago: ver figura 35-A.
Execugao:
—tado esquerdo: o tento nt 2 dobra por cima de dois tentos (3, 6), fig. 35-8;
= Iado diteito: o tento n? 5 dobra por baixo de dois tentas (4, 1) e por cima do tento seguinte (n# 2); fig. 35-C.
Assim sucessivamente.
Seqiéncia:
— lao esquerdo: o tento extremo dobra sempre por cima de dois tentos:
= lado direito: 0 tento exttemo dobra sempre por baixo de doise por cima de um tento.
Modalo: fig. 38.1-B.
236 44S
nae
aks 302 * § noae| >
22.24, Tranga de. tentos — “berriga de cobra”
Armagiio: ver figura 36-A,
Execucacr
~ lado dito: 0 tento extremo nt 6 dé volta por trés de tranca e vem pela frente, pera o lado donde saiu,
deixando um tento livro do lado esquerdo {nt 1); fig. 36-
— lado esquerco: o tento extremo m1 faz 0 mesmo que 0 nt 6, mas pelo outro lado, deixando um tento live
do lade oposto, one 5.
‘Assim suoessivamente,
Seqiéncia:
Otento extremo de um e outro lado fai
‘um tento livre do lado oposto.
Modelo: figura 38.1-C.
# a volta por trés da trana, vem para a frente, para o ado dende saiu, defxando:
Rep 2ed
HEM
2.25, Trange de 8 tontos — redonda
‘Armacdio: ver fig
Execuc3o:
— lado dlrsto: 0 tento extremo n* 6 dobra por ts, vem para a frente, dekxanda um tento livre do lado
(Posto epassando por cima de um tento(n® 4) e por baixo do tento seguinte (nt 5; fig. 37-8,
~ [ade esquerdo: 0 tento nt 1, fig. 37-C, fez o mesmo pelo outro lado, passando por cima de um (n¢ 2), por
baixo do tento seguinte (ne 6) e deixando um tento livre do lado oposto,
Assim sucessivarente,
37-0,a . 8
Me Ae pees ae eees
Dd
Re}. 2.25
ast 3ee 3 Se
Seqiséncia:
‘Apanirda armagSo, o tento extremo dem # outro lado dé volta por wés da tranca, vom pare 2 frente, passando Por
Aira de um tento e por baixo do tento seguinte, deixando um tento live do lade posto. .
Modelo: figura 38.1-D.
2.26, Tranga de 6 tentos — de ravestimento:
‘Armago: ver figura 38-A.
Beets: os mevimentos dos tentos extremos s80 os mesmos da tanga do nimero2.28, mas desta ver, pot
tis do “recheio”.
‘As figuras 38-8, C mostram os dois primeiros movimentos de um @ outro lado,
Modelo: figura 38.1-E
Re22eRet.381
2.27, Trangade7 tontos — cheta t)
‘Armacéo: ver figura 39-A. Ficam 4 tentos para olado esquerdo.
Execugdo:
— [ado esquerdo: 0 tento extrema ne 2 dobra por cima de dois tentos (3 @ 5! por baixo do tento seguinte
{r271, alinhando-se com o tentors 1; ficam 4 tentes do lado dieito fg. 39-8);
— lado direto: 0 tento nt 6 dobra para'o lado esquerdo por cima de dois tentos (4 1) e por baixo do tento
Seguinte (n¢ 2), conforme mostra a figura 39-C.
Assim sucessivamente.
Seqiiéncia:
Ao rtg armarto, 0 tento extremo, tanto de um como de outro lado, dobra sempre por cima de dois tentos e por
axe do tento seguinte, nessa ordem.
Modelo: figura 43-A,
Rel 2.27
HIN TN
2.28. Tranca de? tentos — chata(It
|
Armacdo: ver figura 40-A. Ficam 4 textos de um lado @3 do outro.
Execuedo:
seid secuerdo: 0 tento nt 3 dobra por beixo de um (ne 5), por cima de outro (nt 6) ¢ por baixo do tento
Seguinte int 7); ficam 4 tentos ne lado direito, fig. 40-B,
curate direito: o tento extremo nt 4 faz o mesmo para @ esquerda,dobrando por baixo de um, por cima de
‘utro € por baixo do tento seguinteIfg. 40-C).
Assim sucessivamente,
Seqiénci:
A pati da armacio, o tento extremo (do k
lum epor baixo de um tento.
Modelo: figura 43-8,
lado com 4 tentos! dabra sempre, na ordem: por baixo de um, por cima de
45” a oh
5C7 424 IW ie a | 5 TH
228.1. Trangade7 tentos
cchata (un
‘Armago: sepérar os tentos em dois grupos (de 4 @3 tentos).
Execugdo:
— lado diteto: 0 tento extremo ne 7 dobra por cima de trés tentos, alinhando-se com o tento nt 3; ficam 4
tentos do lado esquerdo — tig. 40-bis-A.
= lado esquerdo: 0 tento nt 1 dabra de igual forma, por cima de t8s tentos — fig, 40-bis-8.
‘Assim sucessivamente,
Segténcia:
A partir da armacBo, 0 tento extrema (lado com 4 tentos) dobra sempre por cime de ts tentos,
i] Modelo: figura 43. .
Re 2208 FIG. 40 bis
Tie mR
Ie fs i
AwEE 2376 ius
2.29. Tranga de 7 tontos — de duas “cares”
Esemelhante a tranca de 6 tentos “‘barriga de cobra”,
‘Armacio: ver figura 41-A; ficam 4 tentos para um lado, 3 para o cutro.
— lado direito: (com menos tentos) — 0 tento nt 7 dobra por trés da
{dois tentos do lado oposto — fig. 41-B;
162, vern para a frente deixando livres
6TT AT
— lado esquerdo: 0 tento nt 2.d8 volta por trés, ver para a frente deixando apenas um tento livre do lado
direlto — fig. 41-C.
Assim sucessivamente,
Seqiéncia: ‘
Apartir da armagto o tento extremo movimenta-se assim:
= lado direito: dobra por tris, vem para a frente deixando dois tentos livres do lado oposto:
= lado esquerdo: dobra por trés, vem para a frente deixando um tento livre do lado oposto,
Modelo: figura 43-0,
2.20. Tranga de 7 tentos.
do revestimenta :
‘Armacdo: ver figura 42-A.
Fxecugdo: nos moldes do exposto no nimero 2.29. A figura 42-8 mostra o primeiro movimento a partir do
{ado direito, em que 0 tento extremo n? 7 dé volta por trés do “rechaio"” e vem para a frente passando por cims de dole
tentos @ deixando dois tentos livres no lado oposto. Assim sucessivamente movimenta-se em cada lado 0 tonto
‘extremo correspondente.
Modelo: figura 43-6.
Rel 230
FIG.
ag297 45
2.30,1, Tranga de 7 tentos — quadrangular de dues “cares”
uma tranca muito ornamental e utilizada na confeccdo de rédeas.
3: Separar os tentos em dois grupos (com 4 @3 tentos).
Execug30: iniciar no lado com 4 tentos.
= lado direito: 0 tento n? 7 dobra por cima de dois tentos e por baixo do tento seguinte. Ver figura 42-bis-A.
— lado esquerdo: 0 tento nt 1 dobra por cima de dois tentos e por baixo do tento seguinte, Ver figura 42-bis-
ito: 0 tento extremo n® 6 dobra por baixo de dois tentos # por cima do tento seguinte, Ver figura
42-bis-C.
= lado esquerdo: 0 tento r@ 2 dobra por baixo de dois tentos e por cima do tento seguinte. Ver figura 42-bis-D.
[Ass m sucessivamente repetem-se os movimentos acima, indicados nas figuras 42-bis-A, B, C, D.
Observacdo: sto sempre dois movimentos iguais nos dois lados.
Seqiianci
A partir da armago, 0 tento extremo de um e outro lado movimenta-se assim:
— por cima de dois tentos e por baixo do tento seguinte (nos dois lados!; inverte-se a ordem para:
— por baixo de dois e por cima de um tento (nos dois lados); e assim se alterna a ordem de cruzamento do tento ex-
‘remo a cada dois movimentos consecutivos.
Modelo: figura 43-F. Esta tranga deve ser muito bem ajustada desde 0 seu inicio.
ee ey
8 Ge oy € F
228 2091 He 229 230 2104
& ‘
FIG.
2.31. Tranga de 8 tentos — chata
conforme mostra a figura 44-A.
1 e8 (figura 44-C).
‘ArmagSo: ver figura 44-C. Iniciar a armacao tramando os 4 tentos cena
Depois :ramar de um em um os tentos nes 2¢ 7 (figura 44-B) e finalmente os tentos
Execugdo:
wNjado esquerdo: o tento nt 5 dobra por baixo de um tento (n® 6),por cima de outro (n® 7) € por baixo do ten-
to seguinte (n® 8). Ficam 5 tentos do lado direito — figura 44-D.
48IN
ser asa BCT Ss
my WY
b7e 5 4234
Fig.44faz 0 mesmo pelo outro lado - figura 45-C.
= lado direito: 0 tento
Assim sucessivamente.
‘Sequencia:
A partir da armago 0 tento extremo dobra por trés da tranca, vem para a frente, para o lado donde saiu, deixando
dois tentos livres do lado oposto.
Modelo: figura 50-8.
2.33, Tranga de 8 tentos — de revestimento
Atmago: ver figura 46-A.
Execugdo: nos moldes da tranga do nimero 2.32.
Sequéncia: :
tento extrema, tanto de um como de outro lado, dobra por tras do “recheio” e vem para 3 frente, deixando dois
tentos livres do lado oposto.
Modelo: figura 50-C.
Rih233
FIG.48234. Tranga de 8 tentos — de quatro “caras”
ArmacSo: ver figura 47-A. Observar na armacfo: 0 vento extreme de um lado passou por cima de trés tentos
enquento que o extrema correspondente no outro lado passou por baixo de tréstentos.
Execurdo:
= lado Gireito: 0 tento n#7 — fig. 47-B — dobra por baixo de trés tentos (res 6, 5, 1):
— lado esquerdo: 0 tento nt 2 — fig. 47-C — dobre por cima de trés tentos [nts 3, 4, 8) e por baixo do tente
seguinte (ne 7).
— lado direito: 0 tento nt 6 — fig. 47-D — dobra por cima de wes tentos (nts, 1,2);
— ledo esquerdo: 0 tento nt 3 — fig. 47-£ — dobra por baixo de trés tentos (4, 8, 7) e por cima do tente
seguinte (n¢ 6)
Assim sucessivamente v3o sendo repatidos, na ordem, 08 movimentos acima descritos.
Sequénca:
A parti da aimaedo, o movimento do tento extremo é 0 seguinte:
= lado direito — com 4 tentos: 0 extremo dobra ora por baixo de trés, ora por cima de trés tentos;
— lado esquerdo — com 5 tentos: o extremo dobra ora por cima de trés e por baixo de um tento; ora por baixo de trés
® por cima de um tento.
‘Modelo: figura 50-D.
Rel. 238 rc.
ee
487 456 34876215 4876 3215
i
st2.36, Tranga de 8 tentos — quadrada
‘Armacdo: ver figura 48-A. Sugestio: primeiramente inclinar pata a esquerda os tentos 4, 5, 6, 8; a seguir,
‘tramar com eles, um a um, 08 tentos 3, 2, 1, como mostra a figura correspondente.
Execuggo: 0 movimento do tento extremo & sempre o mesmo nos dois lados. A figura 48-B mostrao primeiro
movimento e correspondente ao tento nt 7. A figura 48-C mostra o segundo movimento e correspondente ao tento
‘extremo do lado oposto.
Seqiiéneiat
© tento extremo — de um e outro lado — dé volta por trés da tranga; vem para a frente, para o lado donde saiu,
deixardo dois tentos livres do lado oposto.
Modelo: figura 50-E.
Rey 2.35 FG. 48
©
©
FIG. 49238. Tranca de 8 tentos — de larades
‘Armacio: ver figura 49-A. Dispor de 4 tentos longos, dobrados a0 meio e formando 4 lacadas. Situar as
lecades em dos plenos como indicam as linhas pontihadas na figura, As lagadas 2 e 1 s8o presas pelos dedos indi
eco" I € minimo (m) da mo esquerda, respectivamente; a lagadas 4 e 3, pelos dedos correspondentes da mio
eee,
Execu3o: sproximando-se as mos, efetuam-se as trocas de lacadas entre os dedos. A lacada 2 troca de po-
sco com 2 arada 3 (faz-se passer a lacada 2 por dentio da larada 3) - figura 49-C. A seguir far-se ¢ troca das lacadas
‘Te (a lacade 4 passando por dentro de lagada 1) - fig. 9-. Ap6s cada troca afastam-se as mdos lateralmente, a fim
Ge que 2 tranca se ajuste na parte superior. A figura 49-E mostra a situaggo das 4 lacadas apds as duas primeitas
oces.
Esze po de tanga 6 usado para “bocot” de doma de potros. De made geral 6 confecionado com tentos
rescore fewe's.
Modelo: figura 50-F.
Nt
A 8 « F
. f
231 232 233 2.36 hi, nee
237. Tranga de 9 tentos — chata(
‘AvmarBo: ver figura B1-A,
Execupto:
~ laco esquerdo:otento m3 dobra por cima de dois tentos 4,7 por Biko de dos outros 8,9) - fg. 5-8
= lace direito: 0 tento nt 6 dobra por balxo de dois tents (5,2) por cima dos dos tents seguineg (1 2)
fig Ste;
~ l2co esquerdo:o tonto 4 dobra por baixo de dois zentos (7,8), e pr cima de dois outros (9,6);
~ lado dreito: o tanto nS dobra por cima de dais tonto edepols po Baio dos coisceguintes.
Observaro movimento alterado do tentoextremo, em cade edo.
Segui
A ppartir da armagdo, 0 movimento do tento extremo &, slternadamente, o seguinte:
= lado esquerdo: por cima de dois e por baixo de dois tentos;
— lado direito: por baixo de dois e por cima de dois tentos;
— lado direito: por cima de dois e por baixo de dois tentos:
repetem-se, na ordem, os movimentos acima.
Modelo: figure 55-A.
.) TBA\\, sn
TIF B1ZPE PT 396572 §
JIU \\
OF793 7
©
4
532.38. Trangade9 tentos — chata (0
‘a Proceder como nos casos anteores par obter-see armagdo bisica inal ine
‘Armacio: ver figura 82:
mando praneiramente um grupo de tentos para depois tramar os estantes, wm 2.0m.
Execugdo:
caida direito: o tento ne 5 dobra, tramendo de um em um
Jado esquerdor o tento ne 6 fez 0 mesmo para 0 outro lade,
‘como mostra a fig. 82-8.
‘como mostra a figura
‘Seqiéncia:
CO tento extremo, de um e outro lado, dé
Modelo: figura 55-8.
fobra tramando de um em um.
Rey 028
7 y WYO
er 38 SYNVY SFG a5 7294 147? cada
2.38. Tranga de tentos — chata
rmagdo:dapor os tentos come mos a figura S2-A.
Execusto:
Exec BO. ant nt 6 dobra por cima de dos entos6 por bux dos dois tants seqvites = £059;
Ret 239
_ :
®
i i \Y
57 38 UPoes sr ase oF 73996 39794
nos— lado esquerdo: 0 tento nt 5 faz 0 mesmo, dobrando por cima de dois tentos e por baixo dos dois tentos
sepuintes — fig. 53-C.
Assim sucessivamente vo sendo repetidos os movimentos acima,
Seqitncia:
— movimento de cada extremo:
— por cima de dois e por baixo de dois tentos.
Modelo: figura 55.C.
2.40. Tranga de tentos (IV)
‘Armaco: ver figura 54-A,
Execurio:
= lado esquerdo: 0 tento nt 2 dabra por cima
tento seguinte (ne 9); ficam 5 tentos do lad
‘um tanto (nt 3), por baixo de dois outros (4, 61 e por cima do,
ireito — fig. 54-8;
= lado direito: o tento ne 8 ~ fig. 54-C — dobre da masma forma, para o outro lado.
Repetemse os movimentos indicados nas figuras 54-8, C.
Seqiéneia:
Por cima de um, por baixo de dois e por cima de um tento,
Modelo: figuraS5-D.
ye
HA \\ é
UM
HHf/ \
Mi
Ret 2.40 ros
241. Tranga de 10 tentos — de rev
Armagio: ver figura $6-A.
Execugto:
= lado direto: 0 tento n* 10 dé volta por trds, vern para a frente para
0 laco donde saiu, deixando dois tentos livres do lado oposto- fig.
56-8;
— lado esquerdo: 0 tento n® 1 - fig. 56-C, faz 0 mesmo pelo outro
lado, delxando lives do ada diteito, os tentos® e 9.
Assim sucessivemente repetem-se os movimentes indicados nas figu:
ras 56-B.C. FG. 95Seqiéncia:
© tento extreme dé volta por trés, vem para a frente, para o lado donde salu, deixando dois tentos livres do lado
posto.
Modelo: figura 59-B.
| ty,
Cit a,
723567 435 89” 5 477 w4 599
® Fie. se
2.41.1. Tranga de 10 tentos — de revestimento
Ea mesma tranga do nimero 2.41 — agora confeccionada em torno do objeto a ser coberto. E conteccionada
‘nos moldes das trangas similares, ja abordadas. .
2.82, Tranga de 10 tentos — quadrangular
‘ArmazSo: separar os tentos em dois grupos (6 ¢4);
Execugo: serdo sempre dois movimentos consecutives de um mesmo lado.
— laco direto: 0 tento re 10 dobra por cima ce dois tentos (9, 8) e por baixo dos trés tentos seguintes: @
‘seguir, o extrem seguinte (n¢ 9) dobra por baixo de dois tentos (8, 7) e por cima dos dois tentos seguintes,
= fig. 57-4;
Ret 242
G254 79 3679 2409 24 5678 nap
56— lado esquerdo: 0 tento n? 1 dobra por cima de do's tentos e por baixo dos trés tentos seguintes: a seguir,
‘0 tento nt 2 dobra por baixo de dois tentos e por cima dos dois tentos seguintes — fig. 67-B,
Repetem-se sucessivamente os movimentos indicadas nas figuras §7-A-B..
Seqiéncia:
Movimentam-se 0s dois tentos extromos, de um mesmo lado, ne ordem:
= Trextremo (mais afestedo do centro): por cima de dois e por baixo de trés tentos;
— 2 extremo {do mesmo ladol: por baixo de dois e por cima de dois tentes.
Modelo: figura 59-A.
2.43. Tranga de 10 tentos — tipo “bocal de doma’”
E semelhante & tranga de 4 lagadas vista no niimero 2.36. A figura 58 mostra como dispor as lagadas iniciais.
(fg. 58-A). Em B, C aparecom as lacadas apés 2s trocas, Sua sonfecedo é assunto do volume 2.
248,
ranga de 11 tentos ~ chata () FIG.69
‘Armago: separar cinco tentos de um lado e seis de outro,
Execugio:
— lado direito: 0 tento extromo nt 11 dobra por cima de trés @ por
baixo de dois tentos fig. 60-A.
— lado esquerdo: 0 tento extrema n® 1 dobra por cima de trés tentos
© por baixo dos dois tentos seguintes - fig. 60-B.
Repetom-se esses movimentos, om cada lado.
Fi.60
37‘Seqiéneia:
Por cima de trés @ por baixo de dois tentos, nessa ordem.
Modelo: figura 67-A.
245. Tranga de 11 tentos (i)
‘Arma: ver figura 61-A.
Execugto: y “
= laco direito: 0 tento nt 11 dobra por cima do tento nt 10, por baixo dos tentos 8 e 6 e por cima dos tentos
9: © tento n# 1 faz 0 mesmo movimento para o outro lado, ou seja, dabra por cima do tento ne
3, por baixo dos tentos e 7¢ por cima dos tentos9 ¢ 11 — fig. 61-C.
Repeter-se os movimentos indicados nas figuras 61-B, C.
Seqitnela:
A partir da arrnagBo, 0 tento extremo em cada lado dobra
"por cima [Link], por baixo de dois e por cima de dois tentos.
Modelo: figura 67-8.
Ret 2.45
\
FIG. 61
2.46. Tranga de 11 tentos (tt)
‘Armacdo: ver figura 62-A.
Execugéo:
= lado esquerdo: o tento nt 1 dobra por cima de dois ¢ por baixo de trés tentos ~ fig. 62-8:
= lado direito: 0 tento n? 11 faz 0 mesmo, dobrando por cima de dois e por beixa de trés tentos ~ fig. 62-C.
Seqiéncia
‘A ppartirda armagdo, 0 tento extremo de cads lado movimenta-se:
= por cima de dois ¢ por baixo de trés tentos.
Modelo figura 67-C.
58
AReeaeaaaeAaaataaetAaaaaaeaeaeeeeaantaeeeaaanaaaaaeasR246 Fic. 62
® ©
45 44
247. Trangade 12 tentos — chata
Armaclo: ver figura 63-A. Reler 0 nimero 2.35 — parte referente & armacSo.
Execurso:
~ lado direito: 0 tento nt 11 dobra por cima dos tentos 7 ¢ 8, por baixo dos tentos 3. € por cima do tento
nt 1 — fig. 63-8;
— lado esquerdo: 0 tento nz 2 dobra por baixo de dois tentos (4, 6), por cima de dois outros (8, 10) e por
bbaixo dos dois tentos soguintes (12, 11) — fig. 63-C.
— lado direito: 0 tento n? 9 dobra por baixo de dois (5, 7), por cima de dois (3, 1) e por baixo de um (ne 2)
fig. 63-0;
— lado esquerdo: 0 tento nt 4 dobra por cima de dois (6, 8), por baixo de dois (10, 12] e por cima de dois ten
tos (11, 9) — fig. 63-€.
Repetem-se, na ordem, os movimentos indicados nas figuras 63-B, C, DE.
Seqiéncia:
A partir da armacdo o tento extremo é movimentado assim:
~ lado com 6 tentos: por cima de dois, por baixo de do's, por cima de um tento (como ns figura 63-8), alternando no
préximo movimento do lado com 6 tentos) para:
— por baixo de do's, por cima de dois, por baixo de um tento (como na fig. 63-0),
— lado com 7 tentos: por beixo de dois, por cima de dois, por baixo de dois tentos (como na figura 62-C), alternando
(00 préximo movimento do lado com 7 tentos) para
Por cima de dois, por baixo de dois, por cima de dois tentos (como na figura 63-1,
Modelo: figura 67-D.
SG FiG.63
fi \\\ \
Ret. 247
U
ACG wma F
5948, Tran¢a de 12 tentos — tipo quadrangular
‘Armago: separar os tentos em dois grupos (com7 e 5}.
Execugo: inicier do lado com 7 tentos. S20 sempre dois movimentos consecutivos de um mesmo lado.
— ledo direito: 0 tento nt 12 — fig. 64-A — dobra por cima de trés tentos (11, 10, 9) € por baixo dos trés ten
tos sequintes (8, 7, 6); a seguir 0 tento ne 11 (22 extremo) dobra para o mesmo lado por baixo de trés e por
cima de dois tentos. Ficam 7 tentos do lado esquerdo. A figura 64-A mostra esses dois movimentos,
— lado esquerdo: o tento n? 1 dobra por cima de trés e por baixo de trés tentos — fig. 64-B; a seguir, o tento
int 2 dobra por baixo de trés e por cima de dois tentos — fig. 64-B.
Repetem-se em cada lado os mesmos movimentos.
Seqiiéncia:
18 extremo: por cima de trés, por baixo de trés tentos;
2r extremo: por baixo de trés, por cima de dois tentos.
Modelo: figura 67-€.
Pare se obter um conjunto uniforme, 6 preciso que a tranca seja muitc bem ajustada, desde o seu
tentos para sua confec¢do devem ser uniformes na largura e espessura.
Re} 24s ric.64
@
23452H Srad00
54520248. Tranga de 12 tentos — de revestimonto
‘Armacto: ver figura 65-A. Nessa figura aparece o primeiro movimento, correspondente ao tento rt 12. Esse
exremo dé volta por trés do “recheio", vern para a frente, alinhando-se com 0 tento nt § @ deixando livres, do lado
posto, tbs tentos (1,2, 3).
Execuedo: 0 segundo movimento — fig. 65:8 — pertence 20 tento nt 1. Efetuando a volta por trés do “re
cheio", vem para a frente, deixando livres no lado direito, os tentos 9, 10, 11.
‘Assim sucessivamente so movimentados os tontos extremos em cada lado.
Modelo: figura 67-F.
Re 249
12564 oat 234 784 1256 Fao
2.50. Tranga de 12 tentos — redonda ()
Suprindo-se © “recheio’” (desde 0 inicio) da tranca do numero 2.49 obtém-se 2 tranca redonda, oca.
‘movimento das tentos extremos é sempre o mesmo.
2.81. Tranga do 12 tontos (l)
‘Armago: separar os tentos em dois grupos de 6.
Execugio: a figura 65-A mostra o primeiro movimento e corresponde ao tento nt 12. Esse extremo faz 8 volta
por trés da tranca e vem para o centro alinhando-se com 0 tento 7, tramando de dois em dois como mostra a figura. A
seguir, o tento nt 1 do lado esquerdo faz o mesmo para o outro lado, como mostra a figura 66-B.
eepetem-se para cada extremo os movimentos dos tentos 12 1, ora de um ora de outro lado,
Seqiéncia:
© tento extreme, em cada lado, dé volta por trés da tranca, vem para o centro passando por cima de dois, por baixo
de dois e por cima de dois tentos.
Mocelo: figura 67-6.
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8Rel. 251 noe
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252. Tranga de 13 tentos — chata
‘Atmago: formar dois grupos com 7 e6 tentos.
Exocugto: 8 figura 68-A mostra 0 primeiro movimento correspondente ao tento nt 1 (lado €or 7 tentos) Esse
cextremo cobra por cima de tr tentos, por baixo de outros dois e por cima do tento sequinte. A figura 68-8 mos
earmento do tento extreme no outro lad: 0 tento nt 13 dobra por cima de ws, pcr baixo de outros dois ¢ por cima
do tento soguit
‘G movimento de cada extremo, em cada lado, é sempre o mesmo dos tentos 1, ¢ 13, respectivamente,
Rey 282 FiG.68
2.9 NSC7 494 lo as 23GSCT 1g APT ate
Sowiéncis: .
‘Movimento do tento extremo: por cima de trés, por baixo de dois por cima de um tento,
Modela: figura 71-A.
2.83, Tranga de 13 tontos — chata (Il) ve
‘ArmagBo: separa os tentos emn dois grupos (7 ¢6). 2
Execuedo: 8 figura 69-A mostra os dois primeiros movimentos. © tento nt 1 dobre por cime de trés, por Baixo
detrés, indo pore o centro; 8 seguir, o tento ne 13 dobra da mesma forma, por cima de trés (12, 11, 10) ¢ por boixo de
trée tantos (9, 8, 1). ,
‘Assim sucessivamente.
2a :
‘Movimento do tento extremo, na ordem:
= Por cima de trés e por baixo de trés tentos.
Modelo: figura 71-8,
25NS6T BY vatene Se
2.54, Trenga de 13 tentos — de faces quadrangulares,
Armago: distor os tentos como mostra a figura 70-A.
agcusé0: figura 70-8 mostra os dois rimeiros movimantos: 0 tento n¢ 1 (lado de? tentos) dobra por baixo
aio co pas crma 388 fentos: a sequi, do outolodo,o tanto extreans oe 19 deo ‘mesma forma, ou seja, por
a tentoe Bernas gp _preximo movimento do lado esquerdo sera agar, musoey cer eae
Tes ents. Dolado dito otentoextramo segue a mesma ordem, ov sla nor oon eo por
baixo de trés tentos.
Ste, pol movimento guais para os dois ados e que se alternam na eape seguine
Seqiéncia:
Movimento do tento extremo:
= Par baixo de trés, por cima de ts tentos (nos dois lados);
T Por cima detrés, por baixo de ts tentos (nos dois ladosh,
J qo" baiko de trés, por cima de tréstentos (nos dois ados},
© assim sucessivae altemadamente.
Modelo: figura 71.C.
FG. 70
252 283 254
| Al oB ©
$2 4-6 wins 5 78945 AGT
a2.55. Tranga de 14 tontos — de revestimento
‘Armagio: ver figura 72-A.
Aare: de Confecgdo somethanta a tranca de 12 tentos. O tento extreme az volta ports do “rechei-
vem para strat, asanco stents ies Golado opost.
VK...
Modelo: figura 76-A.
Aazpus ya (Fou RBM
2.58. Tranga de 15 tentos
‘ArmagBo: separar os tentos em dois grupos (Be 7).
Euoeusbo: 0 ento nt 15-~ fig. 73-A — dobra por cima de trés tentos, por baixo de outros t2s e por cime de
tum tenter ao Suto lado 0 tento nt 1 dobra da mesma forma: por cima de tés, por beixo de tr8s © por cima de um
tento. (fig. 73-B)-
‘Assim suicessivamente.
Seqiénes:
‘Movimento do tento extremo, na ordem:
— por cima de tes, por baixe de rs e por cima de um tento.
Medeto: figura 76-8.
Ti
A2Z3IHKCPAH BI tOMBBN 2545 45 AES AIRY
2.57. Trenga de 16 tentos — de revestimento ie
A figura 74 mostra a aimagdo € © inicio da tranga com o movimento do tento 46. Esse extremo faz a vole
por trés do “recheio™ como mostra e figu, vindo pare o lado donde saiu e deixando quatro tentos livres do lado
Pposto, O movimento de cada extremo, no lado correspondente, &igual ao movimento do tento 16.Pode-se alterar @ ordem de passage do tento extrero, quando de sua vinda para a frente, obtendo-se dessa
forms outro aspecto para a tranca.
Modelo: figura 76-C.
2.58. Trangade 16 tentos
AA figura 75 mostra outra disposi¢to para os tentos em torno do “recheio'. Na figura aparece o movimento do
tento extremo it 16, que dobra por trés do “recheio”, vem para a frente tramando de dois em dois tentos. O
‘mov mento sequinte pertence ao tento n? 1 que faré a volta por tras do “‘recheio", passando por cima dos tentos 15,
14; por boixo dos tentos 13 12; por cima dos tentos 11, 10 e por baixo dos tentos 9 @ 16 para alinhar-se com 0 tento
‘888. Os demais movimentos, para cada extrémo, s80 iguais aos executados pelos tentos 16 ¢ 1.
Modelo: figura 76-D. :
6s2.59. Trancade 17 tentos (0)
‘Armegto: seperar 0s tentos em dois grupos (9 ¢8).
Execugdo: a figura 77 mostra os dois primeiros mavimentos. O tento nt 17 dobre por cima de tr, por baixo
de trése por oma de dois tentos. A seguir, o tento ne 1 dobra de igual forma, por cima de tés, por baixo de trés @ por
‘cima de doistentos.
Repatem-se sucessivamente esses mesmos movimentos.
Seqitaci
‘Movimento do tento extreme, tanto de um como de outro lado:
— por cima de tr8s, por baixo de trés e por cima de dois tentos.
‘Modelo: figura73-A.
Ret 259
FiG.77
2IUSCTEM 1FoNRBUGEK
2.88, Tranga de 17 tentos (It)
‘Armacdo: cispor os tentos como jnostra a figura 78. Para se conseguir mais feciimente essa disposiga0 inicial
os tuntes, convém inclinar, primeiramente, um dos grupos de tentos (para diita ou esquerda), fixendo-os
provisoriamente sobre uma superticie plana qualquer (utlizar fita adesiva). A seguir, trama-se um por um, os tentos
Go outro grupo e de conformidade com a figura 78. No final da arma¢o devem ficar § tentos para um lado e 8 para 0
outro,
Execuedo: Iniciar pelo lado com 9 tentos.
a ado esquerdo: o tento n? 9 dobra por cima de ts (10, 11, 12), por baixo de trés (13, 14, 16) e por cima de
dois tentos (16, 17), Ficam agora 8 tentos do lado direito;
— lado dieito: 0 tento nt 8 dobra por baixo de tr8s (7, 6, 5! por cima de tris (4, 3, 2) € por baixo de dois
tentos (1,9).
Observe-se aqui a alterndincia no movimento dos tentos extremos, em um mesmo lado. Por exemplo, se de
Lum lado o tento extrema iniciou seu movimento passando por cima de trés tentos, ne outra passagem do mesmo
lado, 0 fard por baixo de trés tentos. Essa alternéincia deve ser observada 2 partir dos dois primeiros movimentos
acime descrtos.
‘Seqinci
= lado escuerdo: por cima de trés, por baixo de trés, por cima de dois tentos:
= lado direlto: por baixo de ts, por cima de trés, por baixo de dois tentos;
= lado escuerdo: por baixo de ts, por cima de trés, por beixo de dois tent
= lado dieito: por cima de trds, por baixo de trés, por cima de dois tentos.
Assim, sucessiva ealternadamente.
‘Modelo: figura 79-8,ron
Rel2eo
FIG. 79
2.61. Tranga de 18 tentos — de revestimonto
‘Armaco: proceder como para a tranga de 16 tentos do nimero 2.57.
Execuedo: 0 movimento de cada extremo 6 0 sequinte:
O tento faz a volta por trds do “‘recheio”, vern para a frente, deixando sempre § tentos lives do lado oposto.
Pode-se, como jé foi dito, alterar a ordem de passagem do tento extremo, obtendo-se dessa forma outro
aspecto para a tranca. Nas trangas de revestimento, quanto maior for onimera de tentos utiizados, menor deverd ser
a largura dos mesmos.
Ra. Fig.
254 sere 9 sou TUB Mt rer Ho 19
2.62. Tranga do 19 tentos — chata
{A figura 80 mostra um esquema da armaco @ os dois primeiros. movimentos. Os tentos so separados em
dois grupos (10 e 8). Iniciar a tranga do lado com 10 tentos. O tento nt 1 dobra por cima de tés, por baixo de trBs e por
cima de 18s tentos, indo para o outro lado. A seguir, © tento r? 19 dobra de igual forma: por cima de trés, por baixo de
118s 8 por cima de ts (incluindo o tento n* 1). E assim sucessivamente,
oSeqiéneia:
Movimento do tento extremo em ambos os lados:
— por cima de tres, por baixo de trés e por cima de trés tentos.
Modelo: figura 83-A.
2.63, Tranga de20 tentos — do revestimento
‘Serve de modelo,
tanto de um como de outro
Seqiitnei
(© temto extremo faz a volta por trés do “recheio”, vem para a
do lado oposto.
nga do nimero 2.57. Deixar 10 tentos para cads lado. O movimento do tento extreme,
sseguinte:
inte, para olado donde saiu, deixando 6 tentos livres.
2.64, Tranga de 21 tentos — chata
Armacdo: separar 11 tentos para um lado, 10 pi
Execugdo: a figura 81 mostra os dois movimentos iniciais: 0 tento rf 1 (do lado com 11) tentos dobra por cima
de cinco tentos e por beixo dos outros cinco, indo para o centro. Do outro lado, o tento nt 21 dobra da mesma forma:
por cima de cinco e por baixo de cinco tentos {incluindo ore 1).
Seqiiénci
‘Movimento do tento extremo, em qualquer lado:
— porcima de cinco e por baixo de cinco tentos.
Modelo: figura 83-8
2.85, Tranga de 22 tentos — chata
‘Armagio: separar os tentos em dois grupos: 12. 10. 7
Execuedo: sero sempre dois movimentos consecutivos em um mesmo lado (como no nt 2.48)
Peiado esquerdo: o tento re 1 — fig. 82 — dobra por cima de tr tentos (2, 3, 4), por baixo do trés (6, 6.7),
por cima de tr0s (8, 9, 10) e por baixo de dois tentos (11, 12); 8 seguir, no mesmo lado, o tento nt 2 dobra
or batxo de tres (3,4, 5, por cima de trés (6, 7, 8, por baixo de trés (9, 10, 11) e por cima de um tento
(12), Ficam 12 tentos do lado direito. 7
— lade direito: 0 tento n# 22 dobra por cima de trés (21, 20, 19), por baixo de trés (18, 17, 16), por cima de tres
(15, 14. 13) € por baixo de dois (1, 2); @ seguir, no mesmo lado, 6 tento nt 21 dobra por baixo de dois (1.
2); 8 seguir, no mesmo lado, 0 tento ne 21 dobra por baixo de tits (20, 19, 18), por cima de trés (17, 16, 15),
‘por baixo de trés (14, 13, 1) e por cima de um tento (2).
Assim sucessivamente.
Ses lt eG wt ear2IB KEK TIER &‘Seq iéncia
‘Movimento dos dois extremos de um mesmo lado:
= 1¥extremo: por cima de trés, por baixo de trBs, por cima de tr8s, por baixo de dois tentos;
= 22 extremo: por baixo de trés, por cima de trés, por baixo de tés e por cima de um tento.
Mocelo: figura 83-C.
2.66. Trancas de revestimento (outros tipos)
‘A contecs8o de outros ipos de trancas de revestimento seré abordada com detalhes, no volume 2. Sto apre-
sentadas aqui algumas delas. As figuras 83-bis-A e &3-bis-B mostram a tranca chamada “‘tranca de sebugo". A con-
fec¢80 deste tipo de tranca é beseada no exposto no nimero 2.15, viilzando-se neste caso, um maior nimero de ten-
tos.
As figuras &3-bis-C, D, E, F, mostram outros tipos de revestimento com tento. A figura &3-bis-G mostra um
“rebenque” (espécie de relho) revestido com a““tranca de sabugo”.
2.67. Obsorvaco importante
(03 modelos aqui apresentados representam uma pequena parcela, dentro da grande variedade de trancas.
Servem estes como ponto de partida para combinagdes, alteractes e mesmo ctiaco de outros tipos
simitares.
(Uma ver iniciado no trabalho, o artesdo encontraré em sua propria criatividade novas formas e combina¢des,[Link]
3.1. Ger
3.1.1. “Corredor” € 0 nome dado a revestimentos feitos com tentos, gera mente com um dinico tento,
3.1.2. Os “eorredores” encontram muita aplica¢o no artesanato em couro: servem de ormamento, de
fxadores de terminais trancas, de emendas, etc. $30 geralmente confeccionados com couro cavalar,
3.1.3. Com finalidade diddtica, foi utilzado na confecedo do mostruério material sintético, em preto e branco,
para efeitos de contraste nas fotografias correspondentes,
3.1.4, Os “corredores”, a0 contrério das trancas, devem ser feitos com folga, desde o inicio, a fim de que
ppossam ser efetuados 0s inimeros movimentos pertinentes & sua contec¢&o. O ajustamento & feito no final do
trabalh>.
3.1.5. Para efeito de aprendizagem convém sejam utiizadas pequenas verinhas clindricas (de madeira,
borracha, plastica, etc.) em tomo das quais efetuam-se os "corredores”. Um elementos necessério para a confecc&o
‘dos mesmas € 0 “eravadior" (j8 mencionado no capitulo 2
3.1.6. Um “corredor” ¢ formado de duas partes: armacBo e tecido. A armago nada mais ¢ do que uma
dsposigao inicial do tento, uma espécie de arcabouco dentro do qual @ tento é movimentado. A parte continua &
fmac2o &0 tecido, Quando 0 “corredor” é feito de um Gnico tento, as partes armacio e tecido confundem-se numa
5, sem distingSo. Quando feito com tentos de tonalidades diferentes, aquelas partes ficam evidenciades. Durante 0
fase de aprendizagem & conveniente que sejam utiizados tentos diferentes, para armacdo e tecido. Dessa forma se
tomard mais facil visualizar os movimentos do tento, A movimento do tento diz-se “recorrido'” (caminho
perconido)..
3.1.7. Na confec¢o de um coreedor fixa-se um dos extremos, © “pe; o outro extremo livre chama-se
“guia”.
3.1.8. Para simplificagBo, 03 desenhos da varinha (para a confece3o do corredor) em lugar de um cilindro,
rmostram um retingulo (correspondente & secc¥o reta do cilindro).
[Link] movimento do “guia” (extremo livre) 6 descrito por etapas, de figura em figura e de modo conse:
cutivo. A seaGéncia desse movimento, entre uma figura e a consecutiva ¢ assegurada no desenho, por pontos de
referércia (numerados!
3.1.10. Ao iniciar-se 0 confeceo — fase de aprendizagem — deve-se continuamente relacionar (conferit) o
texto com a gravura correspondente.
3.1.11. A confecdo da armago Ifase de aprendizagem) requer de parte do letor, certa dose de paciéncia a
par de um pouco de habilidade manual, De modo geral, as primeiras voltas do tento na armarao, 30 em posicao falsa
que tendem a “escorregar” para dentro da conjunto, fugindo por assim dizer dz posi¢30 inicial em que foram feitas.
Isso pode conduzir e erro © confuso. Pode-se evitar essa situacdo utiizando-se pare ta, {ita adesiva, alfinetes, etc.
com 08 quais se fixam provisoriamente essas partes nos seus devidos lugares. O “quasqueiro”, com sua pratica ©
Fabilidade, mantém essas partes nos lugares correspondentes simplesmente pressionando-as com os dedos da mao
que segura a varinha.
3.1.12. 0 extremo livre (“guia”) € que faz © “recorrido”, cruzando ore por cima, ora por baixo de outros
n=e
‘techos da parte jé efetuada — trechos esses que aqui so mensionados como “ramos”
Para fins de simplificacdo da linguagem, sergo usadas aqui, convengSes tais como (exemplo):
€.1 = (cruza) porcima de 1 ramo
B.2 = (cruza) porbaixo de 2 ramos
€.2 = (cruza) por cima de 2 ramos, etc.
3.1.13, Na medida em que se vai efetuando o corredor, vai-se girando a varinha no sentido indicado pela sete
{figura correspondente) a fim de se manter a continuidade do movimento.
3.1.14, Antes de ser iniciaca a confeceo de um corredor, & conveniente analisar minuciosamente as figures
correspondentes, para se ter uma icéia prévia e global do tipo de movimeto que o “guia” iré executar.
3.2. Corredor de “voltae m
Execugao:
1. Fixar 0 "pé"" na parte inferior da vara e de conformidade com a figura 84-A efetuar as voltas nela indicadas,
0u seja: 0 “guia” sobe pela esquerda em movimento espiralado, até sair na prte superior, na posig&o assinalada com o
niimero 1. As linhas pontilhadas indicam 0 movimento do “guia” por trés da varinha (aqui representada por um
reténgulo).
2. Da posicao 1 — figura 84-B — 0 “quia desce pelo lado esquerdo, cruzando por cima dos ramos ae b; faz
a volta por trds (linha pontithada) saindo em baixo na posi¢8o 2.
A figura 84-C @ apenas complementar: mostra como seria visto 0 conjunto, até aqui, se 0 corredor fosse
executado em torno de uma varinha transparente.
3. Da posi¢o 2 (fig. 84-D) 0 “guia” sobe, cruzando por cima do ramo e, dando volta por trés e saindo na
parte superior da posi¢o 3.
Observagao: aqui, lados diteito e esquerdo referem-se ao leitor,
4. Girar um pouco a vara no sentido da seta (curva) que aparece na parte inferior da figura 84-D. Da posi¢io 3
0 “guia desce conforme mostra a figura 84-E; cruza por baixo de um ramo (d), por cima de outro (e) e por baixo do
ramo seguinte (f), saindo junto ao “pé”, como mostra a figura 84-F. Ao sair para a posi¢o 4, cruza por cima da curva
inferior do ramo (g) visto na figura 84-E. Fica assim concluida a armaco simples.
Modelo: figura 89.1-A.
2Observacdo: como o corredor consta de um tinico tento, os ramos referenciados com letras mindsculas s80
vistos sob éngulos diferentes no movimento de rotaedo da vara. Essas letras so valides para as figuras corres
Bondentes, no querendo significar obrigatoriamente que por exemplo, 0 ramo (a) assinalado em uma figura, sefa 0
‘mesmo ramo (al assinalado em outra, Hé excees.
3.2.1. Aumento de armagio
‘Aumentar uma armacio 6 torné-1a mais compacta, mais chela, através de movimentos complementares do
“quia’. No caso de aumento, a armagao inicial deve ser executada com bastante folga entre os ramos de modo 9
permit @ sua ampliac’o. A passagem da armacSo simples (inicial) para a dupla, desta para @ triplice, etc,
Compreeade em cada caso, 4 etapas distintas. Entende-se por etapa o movimento completo do “guia (descendo ou
subindo na armacdo). Essas etapas possuem caracteristicas basicas fundamentals, que servirdo de ponto de upovo,
‘como ref2rdncia, no aumento de armacées.
12 etapa: o ‘guia sobe sempre pelo lado direito do “pé", passando sempre pelos mesmos lugares que ele: 20
‘chegar na parte superior nfo sai da armacdo, mes dobra sobre o caramento do "pé"" com outta ramo:
2: etapa: apds dobrar sobre o cruzamanto anterior, o “guia” desce, agora pelo outto lado do “'pé'” e nas
‘mesmas condicdes da I! etapa, isto €, passando pelos mesmos lugares onde passa 0 "pé"; sai na parte inferior junto
a0 "pe";
3+ etapa: o guia sobe novamente, pela tireita do “pé, mas desta ver cruzando por caminhos contratios a0
do “pé" (isto é, se 0 p6 cruza por cima de um remo, o guia cruzard por baixo desse ramo'e vice versal, 20 chegar na
parte suparior sai da ermacSo e dobra para a esquarda para descer:
4 etapa: oo descer, 0 faz cruzando por baixo da curva superior do “née ladeando-o pela esquerda
{ctuzando por caminhos contrérios) desce até a parte inferior, taamando de um em um, todos os ramos que the $80
erpendiculares para sai na parte inferior junto 20 “pé". Fica assim concluida a armacdo dupla
Portanto, na execucio dessas 4 etapas bisicas, 0 ponto de apoio seré sempre o “pe” (e seus ramos): 0
quia sabe pelo lado dirito do pé e desce pelo laco esquerdo dele. Da armacdo dupla para a triple seque-se o mesmo
processo.
3.3. Corredor de “voltae mela” — armagéo dupla
Execucso:
1, Efetuar primeiramente a ermacdo simples do nimero 3.2 — figura 84-F. Antes de continuar convém reler
oitem32.1
B7
2. Apés sait no final da armagao simples 0 “guia” dobra pera cima — fig. 85-A e sobre entre os ramos (a) €
(bl), cruzando por baixo do ramo (ml, por cima de (n) — posicao 1. — fig. 85-B — o guia continua subindo, cruzando
por baixo de {a} e dobrando para a esquerda por cima do cruzamento [x). Essa dobra deve ser fixada provisoriamente
na posiz3o-correspondente. Esté concluida a 1# etapa — posigaio n? 2.
3. Da posicao 2 {fig. 85-C) 0 quia desce pela esquerda de (al, cruzando por baixo de (p), por cima de (q) e (+)
— posig&io 3. Da posigo 3 cruza por baixo de (s) (fig. 85:D) e por cima de (t) saindo em baixo na posicdo 4. Esté
a 2!etapa.
REY.33
FIG.85
FIG. 85
4, Da posig8o 4 (fig. 85-£) 0 guia sobe pela
de {ul e (vl — posigao 5.
A saids na parte superior, apés a posicio8, deve ser feita com muito cuidado, pois geralmente nessa parte os
ramos survos tendem a ficar aglomerados (o que pode gerar confusdo). Com 0 auxilio do cravador separam-se essas
partes como mostra a figura 85-F. Apés o atastemento dos ramos referidos, 0 guia, a partir da posigao §, cruza por
bbs »© te (c) e por cima de (b) saindo na posico 5.1 — fase final da
do pé erLzando por cima de (k), por baixo de (I) e por cima
14Fio.35,
5, Da posig&o 6.1 (fig. 85-G) 0 guia dobra, cruza por baixo da curva superio: do pé (a). Nesse movimento a
‘curva (ramo) citada fica fixe (no podendo mais escorregar) — posig8o 6. A seguir, o cula desce eruzando por cima de
(el, por baixo de (f), por cima de (g) ~ posi¢307 (fig. 85-H). Da posigto 7 desce cruzando por baixo de (h), por cima
de (i, por baixo de {}) e por cima de {k), saindo na parte inferior junto a0 pé. Esté concluida a 4# etapa e com ela, @
‘armacio depla
Modelo: figura 89.1-8, C.
3.4, Ajuste do corredor
‘A figura 86 mostra como se procede para ajustar um corredor.
Fixa-se um cos extremos do tento (geralmente 0 “p6"? pressionando-o
com © [Link] o cravador,e em diree8o ao outro extremo a partt
do péjevantam-se ramos desse tento,de trecho em trecho, puxando-
(s para cima (como se fossemos arrancé-los de sua posico).
Assim se vai processando até chegar a0 outro extremo,
Ai chegando,"‘arremata-se""a ponta livre e corta-se 0 excesso (soba).
FiG.e6
83.5. Corredor de “voltae meia” — armagiio triplico
‘Adotam-se aqui as convengdes estabelecidas no item 3.1.12. Essas sbreviardes 880, na maioria dos casos.
‘agrupadas de duas em duas, visando-se desse forma faciitar a seqddncia de sua leitura.
"A armagto tiplice @ obtida a partir da arme¢o dupla Int 3.3). Considerando-se que o guia, ne maioria Gos:
cases, se movimenta sempre 20 lado Go "pA ora por um, ora por outro lado, pode-se em conseqiéncia simplificar
Seasneimente os desenhos correspondentes, mostrando-se apenas as partes onde aparacem 0 "“pé” (ramos) © ©
‘qua Nao convom, pois, perder de vista a posicao dos mesmos durante a confece#o do corredor, uma ver que o
‘movimento do guia est4 relacionado & posicdo do “pé” (e seus ramos).
Execugai ’
1. Ao sairna posiglo 1 (fig. 87-Al, oquia dobrae sobe pela direita do pé e na ordem:
Atm) C:
dotra por cima do cruzamento (x) — posi¢02.
2, Da posigdo 2 (fig. 87-B), o guia desce pela esquerda do pé" ena ordem:
If [Link] B.1 C.2; B.1 C.1; B11? [Link] de bl;
saina posigao3.
aap
ae
re
A
Rel 3.8 ros
[A figura 87-C.1 mostra como costumam ficar aglomerados as remos na parte superior. A fig. 87-C.2 mostra
coma afasté-los, usando um cravador.
3, Da posi¢8o 3 fig. 87-D) 0 guia sobe pela direita do pé ena ordem:
Callen) [Link]; C1 B.1; €.2 B.1; G.1lo) [Link]}; C.4Ubh,
sai ma posigao 4.
4, Da posig&04 (fig. 87-£) 0 quia desce pela esquerda do pée na ordem:
(curva de a) C.1(o};B.1 C.1 4 vozes consecutivas!; [Link]) C1
stina posigao 5. 7
“As figuras B7-F.1 ¢2 mostram como ficam aglomeracos os ramos na parte inferior © como afesté-los.
Bque
ag115.1. Armaco de corredor com qualquer nimero de voltas
Froceder de acordo com as normas expostas no nidmero 3.2.1. a
Em se tratando de um objeto comprido @ ser revestido, deve-se ter a armagSo inicial com bastante foiga e de
tal forma que se estenda por todo o comprimento do objeto.
3.6. Corredor de volta o mela — armaco dupla — “tecido por dois”
Um tecido 6 dito por dois", “por trésetc., quando & tramado de dos em doi, de trés em trés ramos, ete. €
dito tecido “por dentro” quando 0 guia em seu “recorido” nfo sai da armarBo: “tecido por fora” quando o guia sai
da ermacSo.
‘Quando se confecciona um corredor com um tnico tento convém que esse tento sea suficienterente longo:
dessa forma evitam-se emendes. Por outro lado, tentos demesiadamente longes tornam a confec¢do morosa €
ccansativa, Somente a prticaincicaré qual 0 comprimento laproximado) do tento a ser utlizado. Ao utizar-se um
tenio longo ¢ preciso ter © cuidedo de ndo dexd-o torcerse dentro do corredor. [Link] de um tento ser insuficinte,
Cortinua-seo trabalho introduzindo-se no conjunto um novo tento, em continuaglo a0 anterior. O novo tento deve
Ser introdzido apart da parte
poiea rigor um corredor ndo deve conter emendas.
‘Gs corredores confeccionados com tentos de tonalidades diferentes (armaglo etecid} epresentam aspectos
interessantes no conjunto, As figuras 9, 94-H e94-D mostram algumas dessas carbinagbes.
Execupdo:
1. Ao sar no final da armag8o dupa (vista no nimero 3.3) 0 guia dobra e a partir da posigdo assinalada com
‘um rag iig 8-A) executa o movimento sequi
— entra por baixo do cruzamento (x) (convém deixar frouxa essa curva) era ordem:
[Link])B.4;€.1 Bt (2 vores consecutivasl; Ce
dotrs por baixo do eruzemento superior x), seindo na posiglo 1.
Lembrete:
‘Manter contato com 0 ramo do “pé"" em todo seu trajeto, pois ele 6 0 ponto de apoio no movimento do guia.
2. Da posicSo 1 (fig. 88-B) 0 quia desce pela direita de (a) ena ordem:
[Link]) B.4; C.1B2; C1 B.1; C1 BAIN;
>
conneoonts (aameasée)
Mares
Ai
Fig. 991
82
anna nn 00002222 220222224444 422426 622 23.8. Corredor para forrar botio — armas simples
E0 tipo ce corredor que melhor se adepta a objetos redondos (ou arredondados), podendo de igual forma ser
‘confeccionade em objetos cilindricos. A armacSo inicial deste tipo de corredor requer muita atencBo de parte do prin.
iniciais do quia s8o de certo modo irregulares, o em posigbes falsas.
ExecurSo:
1. Fixar 0 “pé” (fig. 90-A). O quia sobe pela esquerda, ramo (a, faz a volta na parte superior (linha pontilha-
a] e wem pard a frente (ramo b) cruzando por cima dea). Faz novamente a volta por tés e vem sair na posiglo 1. &
Reh. 38
ecessério manter-se o tento nessa posigo (ver fig. 9C-A) fixando-o com fita adesiva (provisoriamente) ou pressio
nando-o com os dedos.
2. Da posi¢to 1 (fig. $0:B) o guia sobe (ramo c) entra por baixo da curva de (a) (local assinalado com um
pponto), faz a volta por trés linha pontihada) e sai na posico 2, Se a curva de (al estiverfixa, afrouxé-la (se for 0 caso)
para permitir apassagem do guia e depois fixé-la novamente.
3, Da posi¢&o 2 (fig. 90-C) 0 quia desce, faz uma curva (“‘cotovelo') (1); sobe entre (a) (e) pasando por
beixo de (b) e fazendo a volta por trés(inha pontiihada) para sair na posig3o 3,
Ret 38
FIG. 90
4, Da posigdo 3 (fig. 90-D) 0 quia desce cruzando por baixo de (c), por cima de (4); dobra em baixo formando
outro cotovelo (u) sai na posicdo 4, como mostra a fig. 30-0.
5. Da posi¢Z0 4 (fig. 90-€) 0 guia sobe passando por baixo de (e) (que por vezes deve ser “pescado”, pois
ccostuma deslzar para 0 interior do corredor); passa por cima de (d) dobrando na posic30 5,
6. Da posigdo 5 (fig. 90-F) 0 guia cruza por baixc de (al (curva superior do “pé") e desce tramando de um em
3Ret. 38
FIG. 90
7
ial.
Modelo: figura90.1-J.
3.9. Corredor de arma¢o dupla (de forrar botdo)
O aumento de armacdo é feito dentro do proceso geral e que pode ser observado na seqiténcia das figuas,
H,
'A figura 90-1 mostra o caso de aglomeracdo de ramos. O ramo (0) deve ser levado para a posic3o da linha pon-
90-K mostra a armaco dupla terminada (n3o ajustada).
..H, | — mostram a seqiéncia da confec¢do do corredor, em toro de um pequeno
figuras 90.1-J-K mostram as armacées simples e dupla, respectivamente.
clindro (com fios roligosDa posicdo 3, sobe pela direita de (d); cruza por cima de (f),
saindo na pcsi¢ao 4,
5” Posi¢ko 4 (fig. 91-0), eruza por cima de (i e por baixo do eruzamento de trés ramos (m, n, ©), saindo na
posi¢o5.
3 Da posigao 5 (fig. 91-E) cruza por cima de (ij
or baixo de (g) e por baixo do cruzamento tx.
)€ por baixo do cruzamento de trés ramos, saindo na posic5o 6.
Da posi¢do 6 (fig. 91-F) sai na posi¢go 7 como indica a figura,
'9. 91-6) faz 0 trajeto indicado na figura correspondente saindo na posiea08.
Da posig&o 7 (fi
Ret 3.i1 Fig.
A figura 94-H mostra a armago simples;
a figura 94-B, a armacdo dupla e a figura 94-C mostra o corredor
terminado (em que foram utilizados um tento bran
1co.€ um tento escuro).
3.12. Corredor “tecido por dentro” — armagiio dupla
Etetuara armacio duple do corredor de forrar botio. Ap6s a armago dupla:
1. Da posigao inicial (ponto) o guia sobe pela direita do pé (fig. 92-A) ena ordem:
[Link])C.1 B.1C.1;
dobra debaixo do cruzamento (x) e sai na posi¢ao 1.2. Da posigdo 1 fig. 92-8) desce entre os ramos (a) eb) ens ordem:
ABA Cin,
dobra debaixo do eruzamento (x), saindo na posic80 2.
3. Da posigdo 2 (fig. 92-C) sobe entre (c)e (d} ena ordem:
Cag BA Catt
ixo do cruzamento (x) ¢ também por baixo de ty), ssindo na posigSo3.
4 Da posigdo 3 desce como mostra a figura 92-0, ssindo na
do cruzamento do guia nas partes superior ¢ inferior.
figwas correspondentes. A fig. 82-N mostra a 12# etapa onde o guia sl para
posicdo 4. As figuras 92-€-F mostram detalhes
5. Da posigSo 4 (fig. 92-G) o guia sobe saindo na posi¢ao 6. E assim sucessivamente, der
femat2.
Fig. 92
tro da indicagdo das
aek
%, A Le
a
Ww wy 2
© Ra ate
ras
aRet 212
riG.82
Modelo: figura 94-F-G.
3.13. Correder “t
ido por fora”
Conhacido como “corredor trangado de beira” ou de “‘beira trancada". A seqiiéncia das figuras de nt 93-A 3
'93-J mostra tados os movimentos do guia, a partir da posicao 1 (fig. 93-A).
Observar que 0 guia sai da armacdo, em cima e em baixo, cruzando sempre por cima de dois ramos.
Efetua:se em primeiro lug
‘dupla eyo final é a posiezo 1 (ig
‘parr dessa posic8o comera 6 técido propriemente dito.
9s ramos tracejados que aparecem nas figuras, a partie da fig. $3-B faze parte do tecido.
rmago simples do corredor de forrar bot3o; a seguir efetua-se a armacdo
Identticar os ramos (a) ¢ (b entre os quais se movimenta o guia: apés cruzamento dos mesmos (ale (b) verficar para
‘onde seguem, pois entre eles serd movimentado o guia.
88
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€3.14. Observaciio:
Para se obter, por exemplo, um “tecido por rés", deve-se primeiremente obter 0 “tecido por dois, ete(ai)
3.1. Corrodor de forrar botio — ““tacido por tr8s”
Executar a armago dupla e logo a seguir, 0 “tecido por dois” (ne3.12).
Execugio:
1. 0 guia sobe (fig. 95-A) e na ordem:
[Link]) C.2in, 0) B.2(p, 4) C.2tr, 8} (fig. 95-B)
obra debaixo de 4 ramos (que formam uma espécie de quadrado); sai naposiclo 1.
Detalhe: na parie superior 0 guia dobra da mesma forma como dobram osramos (x) e (bl.
2. Da psig 1 (tig. 95-8) 0 guia desce e na ordem:
€2B.2 C.2lt,u) como mostra a fig. 95-C;
dobra [Link] 0 ramo (b)e sai na posi¢o assinalada com um ponto.
3. Da posi¢ao essinalada com um ponto (fig. C) 0 guia sobe e na crdem:
€.2le, 18.2 C2 (comor, s da fig. 96-8);
dobra por baixo de eruzamento como indica a fig. 95-D. Observar que além do quadrado existe mais um ramo
{escuro} em baixo do qual o guia também passa. Sai na posigS0 assinalade com um ponto (fig. D)
20
ACAAAAADADADATAAIIIANAAANARAARARA ARAMA MeeeRa 345
4. Ap6s dobrar (ponto na fig. 0) o guia desce (como na etapa anterior correscondente) ena ordem:
€.3 B.2 (como mostra a fig. 95-E1; segue descendo cruzando por cima de dois ramos (f)¢(q) fig. 95-F: dobro
dobsixo de trés ramos (i,j, yb conforme mostra a figura 95-F.
5. Ao sair por baixo de (yh, fig. 95-F, o guia sobe ena ordem:
€.3B2.C.2;dobra por baixo de 5 ramos como mostra a fig. 5-0 6,
6. Desce: €.3 B.3 €.2 dobrando como indica a fig. 95-F; a seguir
7. Sobe, ena ordem:
€.3B.3 C.2; dobra por baixo de 5 ramos (como na fig. 85-D); sai do cruzemento,8. Desce e na ordem:
€.3 B.3 C.3; dobra como na fig. 95-F. As safdas debaixo de cruzamento esto assir
9, Sobe e na ordem:
©.3B.3 C3; dobra como na figura 95-D.
10. Desce e na ordem:
€.3B.3 C3; dobra como mostra a figura 95-F e sai para arremate.
‘A figura 94-H mostia 0 corredor do ne 3.15. A fig. 94-1 mostra um objeto redondo coberto somente com arma-
8a (sem tecido).
3.16, Armagiio de corredor — em torno de uma esfera
A figura 96 mostra uma armaco simples executada em torn de uma pequena bola (a armacdo foi
aumentada 8 vezes).
‘A figura 97 mostra a armac3o anterior, agora “tecida por dois
ampliag&o (fotografia) do corredor da figura 97.
Para se efetuar a armaco em objeto esférico 6 necessério um ponto de apoio inicial que mantenha o tento em:
sua posigdo inicial. No objeto da figura 96 esse ponto de apoio vem ser a prépria alga da esfera. Em torno dessa ala
foram efetuados os primeiros movimentos.
", com um tento escuro. A figura 98 é uma
Some
FiG.96
i
3.17. Corredor de “cinco”
Também dito “‘corredor pussuca”. Ver figuras de n? 99.
Execugdo:
1. O guia sobe como indica a figura 99-A; faz a volta por tras, vem para a frente e desce (ramo b); faz nova-
mente a volta por tras saindo na posi¢8o 1.
2. Da posi¢&o 1 (fig. 99-8) o guia sobe cruzando por cima do ramo(b), dobrando por dentro da curva de (a) €
efetuando a volta por tr4s (linha pontilhada) sai do lado direito, embaixo da posigdo 1.1; dai sobe passando por dentro
do cruzamento de (b) com (c). Sai na posi¢o 2. Nessa posi¢So 0 guia deve ser puxado para a e para cima
(fig. 99-B).
Como 0 cravador introduzido entre os ramos (c) e (b}, como mostra a fig. 99-C, troca-se a posicdo desses
ramos (movimenta-se 0 cravador para a posi¢o indicada na fig. 99-D).
3. Da posie&o 2 (fig. 99-D) apés a troca de posi¢o dos ramos (c) # (b) 0 guia dobra para a esquerda e desce
entre (b} ¢ (c) como mostra a fig. 99-E. Sai junto ao pé. Estd conclulda a arma¢do simples (fig. 99-F).
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Sw ¢Para efeito de aprendizagem utilizar tentos de tonalidades diferentes para a armz¢o e tecido. Analisar previs-
mente as figuras de nimero 100.
Execugdo:
1. Da posigo 1 (final da armago simples) fig. 100-A 0 guia (parte sombreada) dobra cruzando por baixo de
(b), por cima de (cl; dobra novamente e desce cruzando por cima de (a) (volta do pé); por baixo de (b), por cima de
(c); dobra para cima e sai na posigdo 2. Fixar os ramos assinalados com um ponto.
2, Da posic80 2 (fia. 100-8) 0 quia faz 0 trajeto indicado pelas setas correspondentes, saindo junto 20 pé, na
pposiglo 3. Cbservar que em todo esse trajeto 0 guia acompanhou o pé (e suas voltas), cruzando pelos mesmos
lugares cue ele (ramo a).
Da posigo 3 0 guia sobe como indica a figura 100-C (setas), até sair na posicac 4. Nesse trajeto acompanha
de novo o pé (e suas voltas! mas cruzando agora por lugares inversos aos cruzados pelo pe.
Da posi¢o 4 (fig. 100-D) o guia segue tramando de um em um, como indicam as setas correspondents. Fica
assim concluida a armago dupla.
Modelo: figura 105-8.
1.19. Corredor de “cinco” — armagio triplica
[Link] triplice ¢ obtida a partir da armac8o dupla e de acordo com 0 processo visto no numero 3.18.
‘A partir da posicdo 1 [final da armacdo dupla) - fig. 101-A — 0 guia sobe pela dreta do pé; dobra por cima do
coruzamento (x) @ desce pela esquerda de (a) dobrando em baixo por cima do eruzamerto (x) para sair na posi¢&o 2
Todo esse trajeto esté indicado por setas, na figura correspondente.
a posig8o 2 0 quia segue pela direita de (a), até a posicS03, conforme indica a figure 101-8.
a posi¢ao 3 o guia desce para sair na posi¢o 4, conforme indicacdo na figura 191-C.
94
bel© ra.
‘Agora vem a fase em que 0 guia 6 movimentado por locais contrérios a0 do trajeto do pé ou sea, por
‘exemplo, quando © pé cruzar por cima de um determinado ramo, o guia cruzaré por baixo desse mesmo ramc le vice.
versal. Assim sucessivamente até final da armac¥o.
Da posicio 4.0 quia sobe, tamando de um em um, pela direta do pé e saindo na parte superior na pesi¢So 8.
Desta posigao — fig. 101-D o quia desce, entrando por baixo da curva de (a). Essa curva deve ser puxada para fora
com 0 auxilio do cravador (pois geralmente escorrega de sua posie’ciniciall. O guia sai na posi¢ao 6.
Da posicdo 6 (fig. 101-0) o guia sobe pola direita de (a), saindo na posicso 7. Da posi¢&o 7 desce, tramando
)
guia nas partes superior e inferior se processam, respectivamente, como indicam as figuras 109-F e 1034. A com
tagem dos movimentos (abreviaturas) deve ser felta sempre a partir da posi¢#o do guia fora do coredor (quando sa:
‘em cima ¢ em baixo)..
Da posi 8, 0 quia desce e na ordem:
C484 2veres: C4 B2,02 Bz: 0281
C184; 0.1 Bi CA BA
©A B2;€.2 B2; 6.2; sai em baixo como na fig. 109-H.
9. O guia sobe (como na fig. 109-H) 8 na ordem:
C1 B.A (2 vezes!: C.1B2; 6.2 BZ C2.B.4;C.1B.
C1 B2;62B2,C2B1;C.1B1; C18.
€.2B2; C2; sai em Baixo (como na fig. 108:H).
10. 0 guia desce:
CA BA [2 vores); C2 B.2 (2 vezes); C.2 B.1; C1 B.1; C.2 B.2 (2 vezes);
€.2 B.4; CA B.1; C.2 B.2 (2 vezes!; C2, saina parte inferior.
11. 0 guia sobe e na ordem:
©. B.A (2 vezes); C2 B2 (2 vezes); C2 B.1; C.1 B.A
€.2 B2 (2 veres); €2 B.1; C.1 B.1; C2 B.2 (2 veres)
C2, saina parte inferior.
12. 0 guia desce:
C1 B14; C1 B2;, C2 B2 (2 veres); C2 B.1; C1 B2;, C2 B2 (2 veres);
(C2 B4; C1 B.2; C.2 B.2 (2 veres); C2, saina parte inferior.
13, 0 guia sobe:
€.1B.1,C.1B.2,C.2B.2 (2 vors), €.2B.1, C.1B.2,C.2B.2 (2 veres!,
€.2B.1,C.1B.2,C2B.2 (2 veres); €.2; saina parte superior.
14. O guia desce:
C.1B.4; 62 B2 (3 vezes); C.2B.2 (3 vores); €.2 B.1; C.2 B2 (3 vezes); C.2, sai na parte inferior
15. O guia sobe:
C1 B.A; C2 B.2 (3 vores); C.2 B.2 (3 vores)
©.2.B.1; €.2 B.2 (3 vezes!, C.2, sai na parte superior.
16. O guia desce (altima etapal:
C1 BZ C.2 B.2 (repetir 11 vezes esse duplo movimento) ramando de dois em dois ramos até a parte
inferior para sair junto a0 pé passando por cima de dois (C.2)
‘A figura 110-8 mostra o corredar concluido (armaco em tento escural
i Mo
(recive Pox ors)
Gramacto aucorues)
CORREDOR DE DUAS VoLTAS
Fa 0
106
YY YY. YY ee