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UM GUIA COMPLETO PARA INICIANTES DANIEL DINSLAKEN 2ª EDIÇÃO
UM GUIA COMPLETO
PARA INICIANTES
DANIEL DINSLAKEN
2ª EDIÇÃO
4 INTRODUÇÃO SOBRE O AUTOR 5 6 PRIMEIROS PASSOS EQUIPAMENTOS INGREDIENTES RECEITA LIMPEZA E SANITIZAÇÃO
4 INTRODUÇÃO SOBRE O AUTOR 5 6 PRIMEIROS PASSOS EQUIPAMENTOS INGREDIENTES RECEITA LIMPEZA E SANITIZAÇÃO
4 INTRODUÇÃO SOBRE O AUTOR 5 6 PRIMEIROS PASSOS EQUIPAMENTOS INGREDIENTES RECEITA LIMPEZA E SANITIZAÇÃO
4 INTRODUÇÃO SOBRE O AUTOR 5 6 PRIMEIROS PASSOS EQUIPAMENTOS INGREDIENTES RECEITA LIMPEZA E SANITIZAÇÃO

4

INTRODUÇÃO SOBRE O AUTOR

5

6

PRIMEIROS PASSOS

EQUIPAMENTOS

INGREDIENTES

RECEITA

LIMPEZA E SANITIZAÇÃO

BRASSAGEM

FERMENTAÇÃO

MATURAÇÃO

CARBONATAÇÃO E ENVAZE

8

12

24

26

30

41

46

48

52

MENSAGEM FINAL GLOSSÁRIO CERVEJEIRO

53

De acordo com a legislação brasileira, “Cerveja é a bebida obtida pela fermentação alcoólica do
De acordo com a legislação brasileira, “Cerveja é a bebida obtida pela fermentação alcoólica do

De acordo com a legislação brasileira, “Cerveja

é a bebida obtida pela fermentação alcoólica do

mosto cervejeiro oriundo do malte de cevada e água

potável, por ação da levedura, com adição de lúpulo”. Dessa forma, nosso processo de produção consiste basicamente em preparar o mosto cervejeiro com adição de lúpulo e inocular as leveduras para que realizem o processo de fermentação. Depois é só

engarrafar!!

Olhando assim o processo parece bastante simples, e de fato é. Se tivermos uma solução rica em açúcares oriundos da cevada e introduzirmos leveduras cervejeiras nesse meio, o resultado será cerveja!!

Entretanto, não queremos simplesmente fazer cerveja. Queremos fazer boas cervejas. E nesse caso, existem alguns processos que requerem bastante atenção do cervejeiro, bem como algumas técnicas

e equipamentos indispensáveis para se atingir a qualidade pretendida.

O processo de produção pode parecer simples, mas

tem alguns detalhes que devem ser levados em consideração para garantir o sucesso nas produções. Para isso é fundamental a busca pelo conhecimento, e se há alguns anos isso já foi um problema para os

cervejeiros caseiros aqui no Brasil, não hoje em dia não há do que reclamar, pois temos acesso a muita informação, seja através de cursos e ou conteúdos gratuitos disponibilizados na internet.

e ou conteúdos gratuitos disponibilizados na internet. Mas apesar de ter muita informação de qualidade
e ou conteúdos gratuitos disponibilizados na internet. Mas apesar de ter muita informação de qualidade
e ou conteúdos gratuitos disponibilizados na internet. Mas apesar de ter muita informação de qualidade

Mas apesar de ter muita informação de qualidade disponível por aí, faltava um material de referência, com linguagem simples e objetiva, que descrevesse o passo a passo do processo de produção artesanal de cervejas e que, acima de tudo, servisse de estímulo para novos adeptos ingressarem nesse mundo maravilhoso da cerveja artesanal.

Pensando nisso, e sabendo que muitos cervejeiros têm bastante dificuldade no começo, resolvi escrever este livro, que na verdade é um resumo do meu treinamento online básico, o Programa Cervejeiro Express, onde você terá acesso aos conhecimentos básicos necessários para iniciar sua produção artesanal de cerveja.

De forma simples e direta abordaremos cada etapa do processo, também vamos apresentar informações sobre os equipamentos e ingredientes necessários para a produção, além de trazer dicas importantes para o seu sucesso como cervejeiro caseiro. Então vamos lá

Antes de começar a descrever o processo de produção artesanal de cervejas queria contar para

Antes de começar a descrever o processo de produção

artesanal de cervejas queria contar para você quem sou eu e porque resolvi escrever esse livro. Era um sábado ensolarado

e eu estava degustando a primeira cerveja 100% grão que eu

fazia, uma witbier que eu desenvolvi a receita e apliquei o

processo de produção tal qual eu havia pesquisado na internet. As lembranças dos sabores das diversas cervejas especiais que eu vinha tomando nos últimos anos e o sonho antigo de fazer

a minha própria cerveja cederam lugar a um sabor amargo e

em verdade, a cerveja que eu acabara de

preparar estava intragável.

muito adstringente

acabara de preparar estava intragável. muito adstringente 5 De primeira bateu aquela decepção e uma sensação
acabara de preparar estava intragável. muito adstringente 5 De primeira bateu aquela decepção e uma sensação
acabara de preparar estava intragável. muito adstringente 5 De primeira bateu aquela decepção e uma sensação
acabara de preparar estava intragável. muito adstringente 5 De primeira bateu aquela decepção e uma sensação
5
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De primeira bateu aquela decepção e uma sensação de que aquilo ali não era para mim. Mas eu queria muito fazer uma boa cerveja, então não desisti. Percebi que precisava estudar mais. Estudei um pouco

mais as publicações que tinham na internet e comprei um livro que ilustrava

processo, o que me deixou um pouco mais confiante para preparar uma

o

nova cerveja. Investi em novos acessórios para aprimorar a minha produção

e parti para a próxima receita, uma IPA. Eu estava empolgado, sentia que

tinha mais controle sobre o processo e tudo pareceu correr bem. Mas durante

a

fermentação senti um cheiro azedo saindo do fermentador, abri para ver

e

a cerveja estava contaminada. Se a primeira estava intragável, essa foi

literalmente pelo ralo! Aquele pensamento de que esse negócio de fazer cerveja não era para mim voltou a me assombrar. Mas como você deve ter percebido, eu não desisti. E nesse momento ficou claro para mim que fazer cerveja é relativamente simples, mas não é fácil.

Desse dia em diante minha concepção mudou totalmente, investi bastante

comprei vários livros, passei a estudar diariamente sobre

o processo, fiz vários cursos (investi um bom dinheiro) e conheci alguns cervejeiros experientes que me deram dicas valiosas. Com o investimento constante em conhecimento, na prática e no relacionamento com outros cervejeiros a qualidade das minhas cervejas foi ficando cada vez maior. E hoje posso dizer que sou um cervejeiro realizado, apesar de ter muita cerveja que pretendo testar ainda. Depois de já ter recebido alguns prêmios de nível nacional e recebido reconhecimento internacional sei que posso me considerar um cervejeiro de sucesso. Mas o que mais me motiva é ver o sucesso dos meus alunos, seja recebendo prêmios em concursos, ou simplesmente por estarem realizando o sonho de fazer a sua primeira cerveja.

tempo e dinheiro

Se você é um apaixonado por cerveja, assim como eu, e ainda não realizou

o sonho de fazer a sua própria cerveja, ou se você é um cervejeiro iniciante,

cheio de dúvidas ainda sobre o processo de produção de cervejas, este livro foi

escrito especialmente para você, espero que goste

Cheers,

DANIEL DINSLAKEN

PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
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PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6

PRIMEIROS

PRIMEIROS PASSOS 6

PASSOS

PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
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PRIMEIROS PASSOS 6
PRIMEIROS PASSOS 6
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6
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ANTES DE COMEÇAR É IMPORTANTE OBSERVAR ALGUMAS QUESTÕES CRUCIAIS:

ONDE VOCÊ VAI PRODUZIR?

É importante você levar em consideração que o processo de produção de cerveja envolve o uso de alguns equipamentos indispensáveis e que normalmente esse processo resulta em certa sujeira e bagunça. Eu digo isso porque você não vai querer transformar seu hobby, o seu momento de lazer, em motivo de discussão com seus familiares.

QUAL MÉTODO VAI UTILIZAR

Basicamente existem dois modos de produzir sua cerveja caseira:

• Usando extrato de malte;

• Método all-grain.

Enquanto no método all-grain temos as etapas de moagem, brassagem, lavagem, fervura, resfriamento, fermentação, maturação e envase, as quais eu vou explicar detalhadamente cada uma em seguida, utilizando o extrato de malte a sua produção inicia na etapa de fervura, com a diluição do extrato em água.

na etapa de fervura, com a diluição do extrato em água. NESTE LIVRO VOU ABORDAR APENAS

NESTE LIVRO VOU ABORDAR APENAS O MÉTODO ALL-GRAIN, MAIS COMPLEXO E UTILIZADO PELA MAIORIA DOS CERVEJEIROS CASEIROS NO BRASIL.

ONDE ENCONTRAR EQUIPAMENTOS E INSUMOS

Para produzir a sua cerveja, você vai precisar de um fornecedor para comprar seus equipamentos e insumos cervejeiros. Aconselho que procure um fornecedor local, lá você poderá ver e tocar nos produtos e, certamente, poderá tirar várias dúvidas e aprender um pouco mais com o atendente.

Muitas lojas disponibilizam kits de equipamentos cervejeiros prontos. Embora o preço seja um pouco mais elevado do que se pesquisar e comprar cada um dos equipamentos, é uma ótima alternativa para quem está começando,

você já

afinal são muitas coisas para aprender vai perceber.

já afinal são muitas coisas para aprender vai perceber. É legal você ter um checklist para

É legal você ter um checklist para verificar os equipamentos e ingredientes que você vai usar. No próximo capitulo você vai encontrar um checklist de equipamentos que eu preparei para você;

Programe o seu dia de brassagem com antecedência e no dia, comece a produção o mais cedo possível. A brassagem é um processo demorado e muitas vezes leva mais tempo que o previsto.

Se possível chame alguém para te ajudar na hora de produzir, é mais divertido e você pode dividir o trabalho e os custos.

EQUIPA_ MENTOS 8
EQUIPA_ MENTOS 8
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EQUIPA_

EQUIPA_ MENTOS 8
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MENTOS

EQUIPA_ MENTOS 8
EQUIPA_ MENTOS 8
EQUIPA_ MENTOS 8
EQUIPA_ MENTOS 8
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8
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EQUIPAMENTOS

A lista de equipamentos para a produção de

cerveja artesanal pode ser bastante grande e tende sempre a aumentar conforme o cervejeiro vai adquirindo mais experiência e paixão pelo hobby. Para facilitar, eu elaborei uma lista com os

equipamentos em duas categorias:

e

indispensáveis

opcionais.

INDISPENSÁVEISem duas categorias: e indispensáveis opcionais. Como o nome diz, são os equipamentos essenciais a serem

Como o nome diz, são os equipamentos essenciais a serem adquiridos para produzir uma cerveja

de qualidade com o mínimo de controle sobre o

processo.

OPCIONAISde qualidade com o mínimo de controle sobre o processo. São aqueles os quais utilização não

São aqueles os quais utilização não é obrigatória para a produção, mas trazem uma diferença significativa no resultado final (cerveja pronta).

significativa no resultado final (cerveja pronta). IMPORTANTE NEM TODOS OS KITS CERVEJEIROS VENDIDOS NO

IMPORTANTE

NEM TODOS OS KITS CERVEJEIROS VENDIDOS NO MERCADO POSSUEM TODOS OS EQUIPAMENTOS INDISPENSÁVEIS, DE MODO QUE TALVEZ VOCÊ PRECISE COMPRAR ALGUNS EQUIPAMENTOS EXTRAS QUANDO FOR COMEÇAR A PRODUZIR.

ALGUNS EQUIPAMENTOS EXTRAS QUANDO FOR COMEÇAR A PRODUZIR. VEJA A SEGUIR A RELAÇÃO DE ALGUNS DOS
ALGUNS EQUIPAMENTOS EXTRAS QUANDO FOR COMEÇAR A PRODUZIR. VEJA A SEGUIR A RELAÇÃO DE ALGUNS DOS
ALGUNS EQUIPAMENTOS EXTRAS QUANDO FOR COMEÇAR A PRODUZIR. VEJA A SEGUIR A RELAÇÃO DE ALGUNS DOS
ALGUNS EQUIPAMENTOS EXTRAS QUANDO FOR COMEÇAR A PRODUZIR. VEJA A SEGUIR A RELAÇÃO DE ALGUNS DOS
ALGUNS EQUIPAMENTOS EXTRAS QUANDO FOR COMEÇAR A PRODUZIR. VEJA A SEGUIR A RELAÇÃO DE ALGUNS DOS

VEJA A SEGUIR A RELAÇÃO DE ALGUNS DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PELOS CERVEJEIROS CASEIROS EM SUAS PRODUÇÕES.

A SEGUIR A RELAÇÃO DE ALGUNS DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PELOS CERVEJEIROS CASEIROS EM SUAS PRODUÇÕES.
A SEGUIR A RELAÇÃO DE ALGUNS DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS UTILIZADOS PELOS CERVEJEIROS CASEIROS EM SUAS PRODUÇÕES.
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança
EQUIPAMENTO CATEGORIA PARA QUE SERVE? Arrolhador Indispensável Tampar as garrafas Balança

EQUIPAMENTO

CATEGORIA

PARA QUE SERVE?

Arrolhador

Indispensável

Tampar as garrafas

Balança

Indispensável

Pesar maltes, lúpulos e adjuntos

Balde fermentador

Indispensável

Fermentação

Borrifador

Indispensável

Sanitização

Panela de mosturação

Indispensável

Brassagem

Densímetro/Proveta

Indispensável

Medir densidade do mosto

Fogareiro

Indispensável

Aquecer/ferver água

Garrafas

Indispensável

Envase

Fundo falso/Bazooka

*Indispensável

Filtrar mosto antes de transferir para panela de fervura. * No caso de você usar o BIAB, não é obrigatório usar o fundo falso ou a bazooka.

Jarra de plástico

Indispensável

Para auxiliar na filtragem (sparge). Se utilizar bomba de recirculação é des- necessária.

Mangueira

Indispensável

Transferência do mosto para panela de fervura e recirculação

Moedor

Indispensável

Moer grãos (alguns fornecedores en- tregam os grãos já moídos)

Pá cervejeira

Indispensável

Mexer panela mosturação e fervura

Panela de fervura

Indispensável

Ferver o mosto

Resfriador (Chiller)

Indispensável

Resfriar o mosto

Tampinhas/rolhas

Indispensável

Tampar garrafas

Termômetro

Indispensável

Medir temperatura

Válvula airlock

Indispensável

Fermentação

Balança de precisão

Opcional

Pesar lúpulos, adjuntos e sais com maior precisão

Balde de maturação

Opcional

Para maturar a cerveja

Coador (Chinois)

Opcional

Coar o mosto antes de passar para o balde fermentador

Erlenmayer

Opcional

Starter de levedura

Escumadeira

Opcional

Lavagem do mosto (sparge)

Filtro partículas + carvão

Opcional

Filtrar a água cervejeira

Geladeira/Controlador de temperatura

Opcional

Controlar temperatura de fermenta- ção

Hop bag

Opcional

Para fazer Dry hopping

Manômetro para garrafas

Opcional

Medir pressão da cerveja nas garrafas

Agitador magnético

Opcional

Oxigenação durante o starter de leve- dura

Bomba de recirculação

Opcional

Recircular o mosto

Cilindro CO 2

Opcional

Carbonatação forçada

Cilindro O 2

Opcional

Oxigenação do mosto

Keg/Postmix

Opcional

Envase

Medidor de pH

Opcional

Medir pH do mosto

Pedra difusora

Opcional

Oxigenação do mosto

Refratômetro

Opcional

Medir concentração de açúcar no mosto

Saco para grãos (bag)

Opcional

Utilizado na produção pelo método BIAB (Brewing in a bag)

INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12

INGREDI_

INGREDI_ ENTES 12

ENTES

INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
INGREDI_ ENTES 12
12
12

INGREDIENTES

Para produzir sua cerveja você precisa apenas de quatro elementos:

água,

malte,

lúpulo,

levedura.

Existem ainda alguns adjuntos cervejeiros que podem ser utilizados no processo, gerando características bastante peculiares na sua cerveja. Mas vou focar nesses quatro elementos. Vou falar aqui, de forma resumida, sobre cada um deles antes de começar a destrinchar o processo de produção da cerveja.

ÁGUA
ÁGUA

Talvez você não saiba, mas de 90% a 95% da composição de uma cerveja é água, portanto, suas características influenciam bastante no resultado final do produto.

A composição de sais minerais dissolvidos na água

é de extrema importância para o refinamento de

uma receita de cerveja. Por exemplo, enquanto uma água dura (rica em sais minerais) é excelente para produzir uma IPA, uma Pilsner tcheca requer uma água mole (baixa concentração de sais).

Antigamente, a composição das águas cervejeiras era fator-chave na qualidade e fama de algumas cervejas ao redor do mundo. Nos dias atuais, com o conhecimento da química da água e da facilidade em se “preparar” a água com as características desejadas para o perfil da cerveja, pode ser feita a mesma cerveja em qualquer lugar do mundo.

Para

o

cervejeiro

caseiro,

as

características

do mundo. Para o cervejeiro caseiro, as características principais a se observar na sua água são
do mundo. Para o cervejeiro caseiro, as características principais a se observar na sua água são
do mundo. Para o cervejeiro caseiro, as características principais a se observar na sua água são
do mundo. Para o cervejeiro caseiro, as características principais a se observar na sua água são

principais a se observar na sua água são dureza e alcalinidade residual, parâmetros esses que vão definir o perfil da água e determinar o ajuste de sais minerais necessários para o refinamento de suas receitas.

Entretanto, para o cervejeiro iniciante não aconselho despender muita atenção a esse ponto, uma vez que se trata de uma característica de refinamento na produção de cervejas e existem diversos outros pontos no processo que vão precisar de mais atenção nesse momento.

Outro ponto importante é o tratamento da água cervejeira usando cloro (no caso de cervejeiros que utilizam água da rede pública de distribuição). O cloro tem uma influência extremamente negativa no perfil sensorial da cerveja, resultando em sabor e aroma bastante desagradáveis. Aqui a dica é utilizar um filtro de carvão ativado para eliminar o cloro da água antes de utilizá-la na produção da cerveja.

MALTE
MALTE

O malte é a principal fonte de açúcares

fermentáveis para a produção de cerveja. Para se obter o malte, os grãos de cevada passam pelo processo de malteação. Nesse processo o malteiro vai ativar o processo de germinação da cevada, no qual são produzidas as enzimas necessárias para a quebra do amido e das proteínas.

Na sequência o malte é seco com ar quente

para cessar o processo de germinação, dando

origem aos maltes base. O malte ainda pode ser aquecido em forno ou tambores de torrefação,

por diferentes períodos de tempo e temperatura,

dando origem aos maltes especiais (caramelo, torrado e cristal).

Além do malte de cevada existem outros tipos de maltes, como os maltes de trigo, centeio e sorgo e de adjuntos cervejeiros, como os flocos de milho,

de aveia, de arroz e de trigo, candy sugar, mel, melaço, entre outros.

TIPOS DE MALTES

De forma bem resumida, os maltes base irão fornecer os açúcares fermentáveis para a produção da cerveja, enquanto os maltes especiais vão conferir cor, sabor e aroma.

Na Tabela a seguir apresento uma relação dos principais tipos de maltes utilizados na produção de cerveja, com suas respectivas cores, utilização máxima e atividade enzimática (eficiência na quebra do amido e proteínas),bem como a indicação de uso de cada um.

TIPO DE

UTILIZAÇÃO

COR

ATIVIDADE

MAX

MALTE

(EBC)

ENZIMÁTICA

%

 

MALTES BASE

Pilsen

   

Muito boa

 

(2 fileiras)

Malte base para todas as cervejas

1,8-4,4

a excelente

100

Pilsen

Malte base com maior poder diastático que o anterior, indicado para cervejas com muitos adjuntos

     

(6 fileiras)

3-5

Excelente

100

Vienna

Malte indicado para o estilo Vienna, mas pode ser usado para cervejas âmbar em geral, para dar cor e sabor

6-8

Boa

100

Pale Ale

Indicado para os estilos Pale Ale, Indian Pale Ale e Barley Wine

4-8

Muito boa

100

Mild Ale

Altamente recomendado para todas as Ales inglesas

7-11

Suficiente

100

 

MALTES DE COR

Munich

Indicado para cervejas do estilo alemão, como Dunkel, Marzen e Altbier

12-25

Suficiente

100

Âmbar

Malte característico para Brown Ales

40-60

Ruim

30

Melanoidina

Utilizado para realçar a complexidade de maltes de vários tipos de cerveja

30-66

Mínima

30

Marrom

Utilizado em todos os tipos de cerveja escura

100-130

Nenhuma

80

 

MALTES TORRADOS

 

Chocolate

Confere cor e aroma em cervejas escu- ras, como Porter e Stout

200-400

Nenhuma

20

Preto

Confere cor e aroma em cervejas escu- ras, como Porter e Stout

690-1250

Nenhuma

10

 

MALTES CARAMELO/CRISTAL

 

Carapils

Adiciona corpo e sabor à cerveja sem adicionar cor

3,5-5

Nenhuma

15

Cara Hell/

Adiciona corpo e sabor em cervejas do estilo Pale Ale e IPA

8-12

Nenhuma

15

Cara Blond

Caramunich/

Acentua o sabor e aroma em lagers e ales com cor entre dourado e marrom

30-60

Nenhuma

15

Crystal

Carared/

Adiciona corpo e intensifica o sabor de malte em diversos estilos de cerveja

16-23

Nenhuma

15

Cara Ruby

Caraaroma/

Confere cor e sabor intensos de cara- melo

115-150

Nenhuma

15

Special B

 

OUTROS MALTES ESPECIAIS

 

Acidificado

Utilizado para baixar o pH da mostura ou para preparar estilos ácidos

3-5

Muito boa

20

Defumado

Confere aroma e sabor defumado à cerveja

2-4

Muito boa

100

 

TRIGO E OUTROS CEREAIS NÃO MALTADOS

 

Malte de Centeio

Utilizado para acrescentar sabor de centeio e notas picantes à cerveja

10

Muito boa

50

Malte de Trigo

Utilizado no preparo de cervejas de trigo alemãs e americanas (American Wheat)

3-4

Suficiente

100

Trigo não maltado

Indicado para ajudar na retenção de espuma e dar sabor as Ales

4

Nenhuma

40

Cevada torrada

Confere sabor torrado e amendoado e cor vermelho-castanho intenso, carac- terísticos das Red Ales

1000

Nenhuma

10

Aveia em Flocos

Utilize para aumentar o corpo e a complexidade do sabor numa Oatmeal Stout

2

Nenhuma

10

Fonte: Greg Hughes - cerveja feita em casa e Randy Mosher - Mastering Homebrewer

COR DE MALTE

A cor do malte, assim como a cor da cerveja pronta, é determinada através de escalas de cores padronizadas. Os dois sistemas atualmente utilizados são o European Brewing Convention (EBC) e o Standard Reference Method (SRM).

SRM

2

3

4

6

10

13

17

20

24

29

35

40

10

COR

                         

EBC

4

6

8

12

20

26

33

39

47

57

69

79

138

COR

AMARELO

AMARELO

DOURADO

ÂMBAR

COBRE

COBRE

MARROM

MARROM

MARROM

MARROM

PRETO

PRETO

PALHA

CLARO

CLARO

ESCURO

MUITO

OPACO

 

ESCURO

Fonte: Randy Mosher - Mastering Homebrewer

Fazer pequenas infusões com diferentes tipos de maltes especiais para começar a entender as características de cada malte e como eles irão contribuir para o resultado final da sua cerveja.

a entender as características de cada malte e como eles irão contribuir para o resultado final
a entender as características de cada malte e como eles irão contribuir para o resultado final
a entender as características de cada malte e como eles irão contribuir para o resultado final
a entender as características de cada malte e como eles irão contribuir para o resultado final
a entender as características de cada malte e como eles irão contribuir para o resultado final
a entender as características de cada malte e como eles irão contribuir para o resultado final
LÚPULO
LÚPULO

O lúpulo (Humulus lupulus) é uma trepadeira que

atinge entre 5 e 7 metros de altura e produz uma flor em forma de cone, que é usado na fabricação

da cerveja. Apenas as plantas femininas são usadas.

E o que interessa para o cervejeiro são apenas as

glândulas de Lupulina, onde estão localizados os óleos essenciais e os alfa/beta ácidos.

Os óleos essenciais são responsáveis pelo aroma de lúpulo presente nas cervejas (ex.: Mirceno, Humuleno, Cohumuleno), enquanto o amargor

é definido principalmente pelos índices de alfa e beta ácidos.

Apesar de tratar-se de uma única espécie, existem diversas variedades de lúpulo, cada uma com características bem definidas, com diferentes intensidades de amargor e perfis de aromas. O lúpulo é componente fundamental do sabor e aroma da cerveja, além de auxiliar na estabilização

da espuma e na conservação da cerveja, devido

a sua propriedade bacteriostática, em outras palavras, limita a ação de microorganismos indesejáveis.

A escolha do lúpulo certo para a sua cerveja é

fundamental, então conhecer um pouquinho sobre as suas características é tarefa obrigatória para todo cervejeiro.

Enquanto cervejas belgas, que raramente tem

o lúpulo como protagonista, caem bem com a

variedade Styrian Goldings, as cervejas alemãs

pedemaromasherbáceos,condimentadoseflorais,

encontrados em lúpulos como Saaz, Tettnang e Hallertau. Já as cervejas inglesas destacam-se pelos aromas terrosos e amadeirados, presentes nas variedades Fuggle e Northern Brewer, por exemplo, enquanto a escola americana destaca-se pelos aromas cítricos, frutados e resinosos, com destaque para variedades como Cascade, Amarillo, Citra e Centennial.

NA TABELA A SEGUIR PREPAREI UMA LISTA COM AS PRINCIPAIS VARIEDADES DE LÚPULO UTILIZADAS NA PRODUÇÃO DE CERVEJA COM SUAS CARACTERÍSTICAS, ORIGEM, PERCENTUAL DE ALFA ÁCIDO E INDICAÇÃO DE USO.

 

PAÍS DE

ORIGEM

 

ALFA

   

VARIEDADE

TIPO

ÁCIDO

(%)

CARACTERÍSTICA

USO

Admiral

Inglaterra

Amargor

13,5-16,5

Resinoso, neutro

Ales americanas e inglesas

Ahtanum

EUA

Amargor/Aroma

5,7-6,3

Floral e cítrico

Versões americanas das bitters inglesas

Amarillo

EUA

Amargor/Aroma

8-11

Floral e cítrico intenso

Pale ales, ipas e bel- gian ipas

Aurora

Eslovênia

Amargor/Aroma

7-9,5

Picante e gramíneo

Pale belgas e lagers

Bobek

República Tcheca

Amargor/Aroma

3,5-7

Picante terroso

Pale belgas e lagers

Bramling cross

Inglaterra

Aroma

5-7

Picante, cassis

Pale ale inglesas, old ale e barley wine

Cascade

EUA

Amargor/Aroma

4,5-7

Floral, grapefruit

American pale ale

Centennial

EUA

Amargor/Aroma

9,5-11,5

Floral, frutado (similar cascade)

Amargor e aroma para diversos estilos de cervejas americanas, como as ipas

Challenger

Inglaterra

Amargor/Aroma

5-9

Picante, cedro, chá- -verde

Ales inglesas

   

Amargor/Aroma

 

Grapefruit, resinoso,

 

Chinook

EUA

11-14

pinho

Ipas e imperial ipas

       

Manga, maracujá,

 

Citra

EUA

Aroma

11-13

frutas tropicais

Ipas

Cluster

EUA

Amargor

5,5-8,5

Picante, amora

American pilsner

   

Amargor/Aroma

 

Pimenta-do-reino,

Belgian ipa, imperial ipa e saison

Columbus

EUA

14-16

pinho, alcaçuz

Crystal

EUA

Aroma

3-5,5

Tangerina, cítrico

German pils e kölsch

East kent golding

Inglaterra

Aroma

4-7

Picante, condimenta- do, terroso

Pale ale, strong ale e barley wine

First gold

Inglaterra

Amargor/Aroma

6,5-8,5

Picante, laranja, geleia

Pale ale inglesas e bitters

Fuggle

Inglaterra

Amargor/Aroma

 

Terroso, notas de gra- ma e menta

Cervejas escuras

3-6

inglesas

Galaxy

Austrália

Amargor/Aroma

11-16

Maracujá, pêssego

Pale lagers e ipas

Galena

EUA

Amargor

12-14

Picante, notas de cassis

Grande variedade de cervejas americanas

Golding

EUA

Aroma

4-6

Picante, notas de mel, terroso

Adiciona um sabor inglês as pale ales e ipas americanas

       

Floral, frutado-resi-

Amargor em cervejas belgas

Green bullet

Nova Zelândia

Amargor

11-14

noso

Hallertauer

     

Herbal com um toque amadeirado e com notas de menta

Clássico para german pilsners

mittelfrüh

Alemanha

Aroma

5-7

Hallertauer

     

Lúpulo nobre, um pouco menos refinado que o mittelfrüh

Lagers da escola alemã

tradition

Alemanha

Aroma

5-7

Hersbrucker

Alemanha

Aroma

2-5

Picante, um pouco mais frutado que hal- lertauer

Usado em diveros estilos de lagers e ales continentais

Liberty

EUA

Aroma

3,5-5

Floral e frutado, aba- caxi

Adequado para aroma da maioria dos estilos lager

Magnum

Alemanha/EUA

Amargor

11-16

Neutro, pouco aroma

Amargor para lagers, onde um amargor su- per limpo é desejado

Mosaic

EUA

Aroma

11,5-13,5

Complexo, com frutas tropicais, cítrico, pinho e terroso

Ipas e pale ales

Motueka

Nova Zelândia

Aroma

6,5-8,5

Super limpo, cítrico, combina bem com saaz

Saison, witbiers e fruit biers

Nelson sauvin

Nova Zelândia

Amargor/Aroma

11-13

Super frutado, um pouco como vinho branco sauvignon e notas de groselha

Single hop, saison e strong golden ale

   

Amargor/Aroma

 

Picante, resinoso,

California common,

Nortern brewer

Alemanha

7,5-10

notas herbáceas

belgas escuras

Nugget

EUA

Amargor

12-14,5

Delicado, pera, pês- sego

Amargor para cervejas do estilo americano

Pacific gem

Nova Zelândia

Amargor

13-15

Amora, carvalho, pinho

Experimente em cer- vejas envelhecidas

Pacific jade

Nova Zelândia

Amargor/Aroma

12-14

Pimenta-preta e cítrico

Saison e hefeweizen

       

Flora e frutado, mix de

Amargor e aroma para versões criativas de

Palisade

EUA

Amargor/Aroma

5,5-9,5

características inglesas

e

alemãs

lagers

       

Mais picante que

 

Perle

Alemanha

Amargor/aAroma

6-10

hallertau, notas florais

Cervejas de trigo (weiss)

e

frutadas

Pilgrim

Inglaterra

Amargor/Aroma

7-11

Picante, cedro e mel

Saison e witbier

       

Amargor limpo e agra-

 

Pioneer

Inglaterra

Amargor/Aroma

8-10

dável, notas cítricas no

Adicione complexida- de em ales inglesas

aroma

Progress

Inglaterra

Aroma

4-7

Características ingle- sas, como fuggle, mas um pouco mais doce

Aroma para uma am- pla variedade de ales inglesas

         

O

clássico lúpulo

Saaz

República Tcheca

Aroma

2-8

Picante, terroso, floral

picante/herbal para

cervejas alemãs

Saphir

Alemanha

Aroma

2-4,5

Floral e frutado

Single hop, kölsch e cervejas de trigo

Savinski (styrian)

Eslovênia

   

Limão-siciliano, ter-

Ales belgas e inglesas

golding

Aroma

3-6

roso

       

Aroma único de da-

 

Simcoe

EUA

Amargor/Aroma

12-14

masco, notas de pinho

Single hop, belgas e ipas

e

cítrico

Sorachi ace

EUA

Amargor/Aroma

10-16

Aroma cítrico único com um toque de

Single hop, saison e outros estilos belgas

endro

Summit

EUA

Amargor

16-19

Descrito como um toque de cebola e alho junto com cítrico e

Amargor para ampla variedade de ales

picante

         

Ótimo em cervejas de

Tettnanger

Alemanha

Aroma

3-6

Limpo, picante leve

trigo e um componen-

te

clássico em muitas

   

american lagers

       

Pinho e laranja, com

Ótimo para ipas e estilos similares

Wakatu

Nova Zelândia

Amargor

6,5-8,5

notas florais e bauni-

 

lha

Warrior

EUA

Amargor

15-17

Amargor muito limpo, sem destaque no

Bastante versátil para amargor

aroma

Willamette

EUA

Amargor/Aroma

4-6

Notas de cassis, pican- te e floral

Adiciona caracte- rísticas inglesas em qualquer cerveja

   

Amargor/Aroma

 

Pimenta-do-reino,

Belgian ipa, imperial ipa e saison

Zeus

EUA

14-16

pinho, alcaçuz

melhor

estabilidade de espuma, prefira lúpulos com baixo índice de Cohumulono (<30%).

Para

um

amargor

mais

agradável

e

de espuma, prefira lúpulos com baixo índice de Cohumulono (<30%). Para um amargor mais agradável e
LEVEDURA A levedura é usada para produzir cerveja há pelo menos 5.000 anos, mas somente

LEVEDURA

LEVEDURA A levedura é usada para produzir cerveja há pelo menos 5.000 anos, mas somente a

A levedura é usada para produzir cerveja há pelo

menos 5.000 anos, mas somente a partir do ano 1857 ficou comprovada a importância da levedura

na fermentação, através das pesquisas do químico

e microbiologista Louis Pasteur.

As leveduras são seres unicelulares, pertencentes ao reino dos fungos, que apresentam uma característica bastante peculiar que interessa aos cervejeiros: a fermentação alcoólica na ausência de oxigênio.

Emboraexistamcentenasdeespéciesdeleveduras

na natureza, apenas uma é utilizada na fabricação de cervejas, Saccharomyces cerevisiae. Entretanto, ao longo da história da cerveja foram cultivadas dezenas de cepas (variedades) de leveduras, com características de fermentação totalmente diferentes. De modo geral, podemos classificar as variações cervejeiras de Saccharomyces em dois tipos funcionais:

Alta

fermentação:

por

se elevarem à superfície da cerveja no final da fermentação formando uma película flutuante, e também pelo fato de fermentarem em temperaturas mais altas (16-24ºC). São conhecidas como leveduras do tipo Ale.

classificadas

assim

Baixa

fermentação:

de

leveduras do tipo Lager. Diferente do tipo anterior,

Também

chamadas

do

fermentador ao final do processo de fermentação

essas

leveduras

se

depositam

no

fundo

e atuam em uma faixa de temperatura mais baixa

(9-15ºC).

E a fermentação espontânea? Talvez você nunca tenha ouvido falar, mas é um processo clássico muito comum na Bélgica mesmo nos dias atuais, onde a fermentação acontece espontaneamente em tambores abertos, a partir de leveduras e bactérias presentes no ambiente. Enquanto os processos de fermentação citados acima levam uma a duas semanas, aqui a fermentação pode demorar até 2 anos para terminar.

Como é de se imaginar, estilos diferentes de

cerveja requerem cepas diferentes de leveduras. Essas cepas estão disponíveis para os cervejeiros caseiros de duas formas, seca (liofilisada) e líquida (fresca). As primeiras têm prazo de validade longo e são mais fáceis de usar, mas as opções são mais limitadas. Já as leveduras na forma líquida têm prazo de validade curto

e geralmente precisam de um starter antes de serem inoculadas no mosto cervejeiro.

Para os iniciantes recomendo sempre utilizar fermento seco, para não precisar fazer starter. Nesse caso você só precisará fazer a hidratação do fermento, que é um processo bem mais simples.

COMO HIDRATAR O FERMENTO 1. Tire o fermento da geladeira e deixe ele atingir a

COMO HIDRATAR O FERMENTO

1.
1.

Tire o fermento da geladeira e deixe ele atingir a temperatura ambiente.

2.
2.

Caso não use água mineral, ferva a água a ser utilizada na hidratação em um recipiente sanitizado (de preferência um erlenmeyer). Em média, são utilizados 10ml de água para cada grama do fermento a ser reidratado.

3.
3.

Deixe a água resfriar até atingir a temperatura indicada pelo fabricante do fermento para hidratação.

4.
4.

Quando a água estiver na temperatura ideal, jogue suavemente o fermento no recipiente, evitando que se formem “montinhos”.

5.
5.

Aguarde 15 minutos.

6.
6.

Misture suavemente o fermento.

7.
7.

Aguarde mais 15 minutos. Durante esse tempo, você pode mexer a mistura a intervalos de aproximadamente 5 minutos para que ela fique homogênea.

A SEGUIR APRESENTO UM QUADRO COMPARATIVO COM ALGUMAS DAS PRINCIPAIS LEVEDURAS SECAS E LÍQUIDAS MAIS
A SEGUIR APRESENTO UM QUADRO COMPARATIVO COM ALGUMAS DAS PRINCIPAIS LEVEDURAS SECAS E LÍQUIDAS MAIS
A SEGUIR APRESENTO UM QUADRO COMPARATIVO COM ALGUMAS DAS PRINCIPAIS LEVEDURAS SECAS E LÍQUIDAS MAIS
A SEGUIR APRESENTO UM QUADRO COMPARATIVO COM ALGUMAS DAS PRINCIPAIS LEVEDURAS SECAS E LÍQUIDAS MAIS
A SEGUIR APRESENTO UM QUADRO COMPARATIVO COM ALGUMAS DAS PRINCIPAIS LEVEDURAS SECAS E LÍQUIDAS MAIS

A SEGUIR APRESENTO UM QUADRO COMPARATIVO COM ALGUMAS DAS PRINCIPAIS LEVEDURAS SECAS E LÍQUIDAS MAIS UTILIZADAS DE ACORDO COM O ESTILO DE CERVEJA PREPARADO.

MAIS UTILIZADAS DE ACORDO COM O ESTILO DE CERVEJA PREPARADO.   EXEMPLO LEVEDURA LÍQUIDA   LEVEDURA
MAIS UTILIZADAS DE ACORDO COM O ESTILO DE CERVEJA PREPARADO.   EXEMPLO LEVEDURA LÍQUIDA   LEVEDURA
 

EXEMPLO

LEVEDURA LÍQUIDA

 

LEVEDURA SECA

ESTILO DA CERVEJA

COMERCIAL

 

WHITE

     

WYEAST

LABS

BIO4

FERMENTIS

LALLEMAND

     

840

     

Premium American Lager

Heineken

2035

American lager

American

lager

American

lager 002

Fermentis

34/70

Diamond /

Nottingham

Dortmunder Export

DAB Export

2124

Bohemian

830

German

German

lager 004

Fermentis

S23

Diamond /

Nottingham

lager

lager

Bohemian Pilsner

Pilsner

2001 Urquell

800

Pilsner Ur-

Fermentis

Diamond /

Urquell

Pilsner

quell 001

34/70

Nottingham

     

840

     

German Pilsner

Bitburger

2007

Pilsen lager

American

lager

American

lager 002

Fermentis

34/70

Diamond /

Nottingham

Vienna Lager

Brooklyn

lager

2124

Bohemian

830

German

German

lager 004

Fermentis

34/70

Diamond /

Nottingham

lager

lager

Oktoberfest/Märzen

Paulaner

2206

820

German

Fermentis

Diamond /

Oktoberfest

Bavarian lager

Oktoberfest

lager 004

34/70

Nottingham

     

833

     

Helles Bock

Ayinger/

Maibock

2487

Hella bock

German

bock

Fermentis

34/70

Diamond /

Nottingham

Dopplebock

Paulaner

Salvator

2124

Bohemian

830

German

German

lager 004

Fermentis

34/70

Diamond /

Nottingham

lager

lager

     

838

     

Eisbock

Niagara

2308

Southern

Fermentis

Diamond /

Eisbock

Munich lager

German

34/70

Nottingham

lager

 

Ayinger

       

Diamond /

Nottingham

Munich Dunkel

Altbairisch

Dunkel

2278

Czech pils

800

Pilsner

Pilsner Ur-

quell 001

Fermentis

34/70

Extra Special Bitter (ESB)

Fullers ESB

1187

005

London

Fermentis

BRY-97 /

Ringwood ale

English ale

ESB 030

S04

Nottingham

 

Sierra Neva- da Pale Ale

1187

 

005

London

Fermentis

 

Pale ale

Ringwood ale

English ale

ESB 030

US-05

Nottingham

 

Brooklyn

1187

Ringwood

ale

 

English

ale

     

English IPA

East India

Pale Ale

005

London

ESB 030

Fermentis

US-05

 

BRY-97

     

060 Ame-

     

American IPA

Stone IPA

1272

American

ale II

rican ale

blend

American

ale 025

Fermentis

US-05

BRY-97 /

Nottingham

Black IPA

Hi5 2

1187

Ringwood

005

English

London

Fermentis

BRY-97 /

Cabeças

 

ale

ale

ESB 030

US-05

Nottingham

Irish Red ale

Way Beer Irish Red Ale

1084

Irish ale

004

Irish

Irish ale

Fermentis

BRY-97 /

 

ale

032

S33

Nottingham

Belgian Blonde Ale

Leffe Blond

1388

Belgian

570

Belgian

Belgian ale

Fermentis

BRY-97 /

strong

golden ale

066

S33

Nottingham

Belgian Dubbel

Westmalle

3944

Belgian

400

Belgian

Trappist ale

Fermentis

Abbaye /

Dubbel

witbier

wit ale

065

S33

Nottingham

Belgian Tripel

St. Bernar-

3944

Belgian

400

Belgian

Trappist ale

Fermentis

 

Abbaye

dus Tripel

witbier

wit ale

065

S33

Mild

Moorhouses

1318

London

013

London

London

Fermentis

Nottingham

Black Cat

ale III

ale

ESB 030

US-05

/

Windsor

 

Fuller's Gol-

1028

London

013

London

London

Fermentis

 

English Barley Wine

den Pride

ale

ale

ESB 030

S33

Nottingham

American Barley Wine

Sierra Neva-

1056

American

001

Califor-

American

Fermentis

BRY-97 /

da Bigfoot

 

ale

nia ale

ale 025

S33

Nottingham

 

Guinness

         

Dry Stout

Draught

Stout

1084

Irish ale

004

Irish

ale

Irish ale

032

Fermentis

US-05

BRY-97 /

Nottingham

 

Fuller's Lon-

1028

London

013

London

American

Fermentis

Nottingham

Brown Porter

don Porter

ale

ale

ale 025

US-05

/

Windsor

           

Munich /

Weizenbock

Schneider

Aventinus

3056

Bavarian

wheat

380

He-

feweizen IV

Hefewei-

zen 055

Fermentis

WB06

 

Munich

Classic

Witbier

Hoegaarden

3944

Belgian

400

Belgian

Belgian

Fermentis

 

Munich

Wit

witbier

wit ale

Wit 067

WB06

 

Ayinger

Ur-Weisse

       

Munich /

Dunkelweizen

3056

Bavarian

wheat

380

He-

feweizen IV

Hefewei-

zen 055

Fermentis

WB06

 

Munich

Classic

Kölsch

Eisenbanh

2565

Kölsch

029

Ger-

 

Fermentis

BRY-97 /

Kölsch

man ale

US-05

Nottingham

     

810

San

     

Californian Common

Anchor

Steam

2112

California

ale

Francisco

lager

Fermentis

US-05

Diamond /

Nottingham

 

Saison Du-

         

Saison

pont Vieille

Provision

3711

French

saison

565

Belgian

saison I

Saison ale

064

--

Belle Saison

OUTROS INGREDIENTES

Até agora eu falei dos ingredientes básicos e indis- pensáveis para a produção de cervejas. Porém não podíamos deixar de citar que existem outros adjun- tos, tais como ervas, flores, frutos e especiarias, que também podem ser usados e conferir características marcantes na sua cerveja.

VEJA ALGUNS EXEMPLOS:

marcantes na sua cerveja. VEJA ALGUNS EXEMPLOS: AÇÚCAR: É o aditivo mais comum, po- dendo ser

AÇÚCAR:

É o aditivo mais comum, po- dendo ser simplesmente uma estratégia para aumentar o teor alcoólico sem alterar muito o corpo da cerveja, mas também para criar sabores especiais, utilizando por exemplo açúcar mascavo, rapadura, mel, mela- ço, entre outros.

açúcar mascavo, rapadura, mel, mela- ço, entre outros. NESSE PONTO VALE A CRIATIVIDADE DO CERVEJEIRO, MAS

NESSE PONTO VALE

A CRIATIVIDADE DO

CERVEJEIRO, MAS

SEMPRE ACONSELHO

 

A

ESTUDAR BASTANTE

FRUTAS:

O

INGREDIENTE A SER

A ESTUDAR BASTANTE FRUTAS: O INGREDIENTE A SER também são muito utilizadas, com destaque para cerejas,
A ESTUDAR BASTANTE FRUTAS: O INGREDIENTE A SER também são muito utilizadas, com destaque para cerejas,

também são muito utilizadas, com destaque para cerejas, framboesas, pêssegos e moran- gos. Utilizadas para gerar uma segunda fermentação, como nas clássicas cervejas belgas dos estilos Lambic. Também pode ser utilizado o suco des- sas frutas, como no caso das Fruit Beers.

ESPECIARIAS:

Alguns estilos de cerveja exi- gem a utilização de frutas e especiarias, como no caso das Witbiers, em que se adicionam casca de laranja e sementes de coentro. Folhas de limão, de ca- pim-limão, pimentas e diversas outras especiarias podem ser combinadas para preparar uma Witbier única.

ADICIONADO ANTES E,

DE PREFERÊNCIA, JÁ TER

O DOMÍNIO DA RECEITA

QUANDO FOR COMEÇAR OS TESTES.

JÁ TER O DOMÍNIO DA RECEITA QUANDO FOR COMEÇAR OS TESTES. Para avaliar os resultados dos

Para avaliar os resultados dos diferentes adjuntos na composição da cerveja, ou mesmo para ajustar a concentração ideal, é aconselhável separar a leva produzida em várias bateladas, com 5 ou 10 litros cada, para economizar tempo e dinheiro até ajustar a receita.

RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24
RECEITA 24

RECEITA

RECEITA 24
24
24
RECEITA Agora que você equipamentos e ingredientes necessários para iniciar sua produção, vamos precisar de
RECEITA Agora que você equipamentos e ingredientes necessários para iniciar sua produção, vamos precisar de
RECEITA Agora que você equipamentos e ingredientes necessários para iniciar sua produção, vamos precisar de
RECEITA Agora que você equipamentos e ingredientes necessários para iniciar sua produção, vamos precisar de
RECEITA Agora que você equipamentos e ingredientes necessários para iniciar sua produção, vamos precisar de
RECEITA Agora que você equipamentos e ingredientes necessários para iniciar sua produção, vamos precisar de
RECEITA Agora que você equipamentos e ingredientes necessários para iniciar sua produção, vamos precisar de
RECEITA Agora que você equipamentos e ingredientes necessários para iniciar sua produção, vamos precisar de
RECEITA Agora que você equipamentos e ingredientes necessários para iniciar sua produção, vamos precisar de
RECEITA Agora que você equipamentos e ingredientes necessários para iniciar sua produção, vamos precisar de

RECEITA

Agora que você

equipamentos e ingredientes necessários para iniciar sua produção, vamos precisar de uma receita.

tem uma noção dos

Aqui a coisa funciona exatamente como nas famosas receitas culinárias, a diferença é que o perfil do equipamento a ser utilizado também é muito importante. Basicamente uma receita de cerveja terá uma lista de ingredientes e detalhamento dos processos a serem executados. Vale destacar ainda que Quantidades, Tempos e Temperaturas são fatores chave no controle da produção.

Como você ainda está no início, não há motivos para se preocupar com a elaboração de receitas, até porque é necessária certa experiência com os processos e domínio dos ingredientes para executar essa tarefa. Para ter uma ideia, ensino

para executar essa tarefa. Para ter uma ideia, ensino isso para os meus alunos apenas no
para executar essa tarefa. Para ter uma ideia, ensino isso para os meus alunos apenas no
para executar essa tarefa. Para ter uma ideia, ensino isso para os meus alunos apenas no
para executar essa tarefa. Para ter uma ideia, ensino isso para os meus alunos apenas no
para executar essa tarefa. Para ter uma ideia, ensino isso para os meus alunos apenas no
para executar essa tarefa. Para ter uma ideia, ensino isso para os meus alunos apenas no
para executar essa tarefa. Para ter uma ideia, ensino isso para os meus alunos apenas no

isso para os meus alunos apenas no penúltimo módulo do Programa Eu Cervejeiro, ou seja, somente após ter certeza que todo o processo já está dominado.

Então o seu primeiro passo será seguir uma receita pronta, utilizar os ingredientes e processos descritos na receita e fazer a sua primeira cerveja. Para isso vou deixar aqui a receita da Session Pale Ale Concerveja, a receita que os alunos do Programa Cervejeiro Express aprendem a fazer na sua primeira brassagem.

Na sequência você poderá começar a dar o seu toque especial nas suas cervejas, ou seja, você pode pegar essa e outras receitas prontas, e depois de testada, pode fazer pequenas alterações, deixando ela com a sua cara. E depois, com mais experiência, você estará apto a preparar a sua receita do zero.

ACESSE O LINK ABAIXO PARA FAZER O DOWNLOAD

26 LIMPEZA E SANITI_ ZAÇÃO
26 LIMPEZA E SANITI_ ZAÇÃO
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26 LIMPEZA E SANITI_ ZAÇÃO
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LIMPEZA E SANITI_ ZAÇÃO

26 LIMPEZA E SANITI_ ZAÇÃO
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26 LIMPEZA E SANITI_ ZAÇÃO
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26 LIMPEZA E SANITI_ ZAÇÃO
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26 LIMPEZA E SANITI_ ZAÇÃO
26 LIMPEZA E SANITI_ ZAÇÃO

LIMPEZA E SANITIZAÇÃO

Embora o processo de produção de cerveja possa parecer um pouco complexo, afinal são vários detalhes a serem levados em conta para se ter

uma boa cerveja, raras vezes o cervejeiro comete erros capazes de arruinar a sua produção, ou seja, no final sempre temos cerveja, mesmo que não

e olha que isso

fique tão boa quanto o esperado acontece bastante!

Mas existe uma etapa que, quando não é bem executada, resulta em ver toda sua cerveja jogada literalmente pelo ralo. Posso apostar que 9 entre 10 desses casos são devidos a contaminações, resultantes de falhas nas etapas de limpeza e sanitização dos equipamentos.

Apesar de todo cervejeiro saber da importância da limpeza correta e minuciosa dos equipamentos e do local antes, durante e após iniciar a produção, é comum encontrar cervejeiros iniciantes que não estão muito familiarizados com os termos citados e não sabem que existe diferença entre eles. Então vamos esclarecer essa diferença.

entre eles. Então vamos esclarecer essa diferença. LIMPAR Remover toda a sujeira, resíduos orgânicos e
LIMPAR Remover toda a sujeira, resíduos orgânicos e inorgânicos visíveis.
LIMPAR Remover toda a sujeira, resíduos orgânicos e inorgânicos visíveis.

LIMPAR

LIMPAR