UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE
FACULDADE DE CIÊNCIAS
DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA
TRABALHO PRÁTICO 3 – GEOLOGIA ESTRUTURAL Março de 2023
Prazo de entrega: 14h00min do dia 24 de Março de 2023
1. Fale da importância do critério de Coloumb-Mohr, cite exemplos práticos para sua
aplicação
2. Numa rocha sujeita a tensões, encontra-se uma superfície de potência ruptural onde o
ângulo entre a tensão normal e o sigma 1 é de 60°. O 𝝈𝟏 =80000 kPa, a tensão central é
de 60 Mpa e o coeficiente de atrito é igual a 0,46.
a) Diga se existia ou não deformação provocado pelo stress em alusão.
b) Discuta se houve ou não o movimento das massas causado pelo stress retro citado.
3. Considere uma rocha sob o esforço de tensão 𝝈𝟏 = 70.000.000 Pa e 𝝈𝟑 = 𝟐𝟎 𝟎𝟎𝟎 𝑲𝑷𝒂
considerando a escala gráfica linear para um plano P orientado a 45° na tensão 3.
a) Determine a tensão normal e de cisalhamento.
b) Considerando o coeficiente de atrito 0,6 e os valores da tensão normal e de
cisalhamento determinados anteriormente, calcule a coesão.
c) Tendo como base os pressupostos deste caso, o plano P atinge ou não estado de
ruptura?
d) Se houver ruptura, diga como está orientada a estrutura e diga o sentido de
movimento.
4. Numa rocha sujeita a tensões, encontra-se uma superfície de potência ruptural onde o
ângulo entre a tensão normal e o sigma 1 é de 30°(em relação a referida superfície) dado
que 𝝈𝟏 =80Mpa e a tensão normal é de 45Mpa e o coeficiente de atrito é igual a 0,46.
5. Considere uma rocha sobre esforços de σ1 = 50 MPa e σ3 = 10 MPa. Para responder as
alíneas que se seguem considere uma escala gráfica linear e apresente o seu raciocínio.
a) Para um plano "P" orientado a 30o de σ3, determine a tensão normal e de
cisalhamento sobre o plano em referência.
b) Considerando o coeficiente de atrito 0.6, e os valores da tensão normal e de
cisalhamento determinados na alínea anterior, calcule a coesão.
c) Na tua opinião, e tendo como base os pressupostos das alíneas anteriores, o plano
"P" atinge, ou não, o estado de ruptura?
6. Os dados abaixo foram obtidos em uma zona de cisalhamento rúptil, por meio de
medidas em planos de fracturas.
a) Pelo diagrama de rosetas, defina as principais direcções das fracturas (usar a rede polar de
igual área).
N40W/41NE; S40E/42SW; S22E/34SW; S28E/55SW; N25E/30NE; N37W/49NE; N44W/43NE;
N42W/62NE; S12E/44SW; S14E/50SW; N50W/49NE; S19E/54SW; S23E/48SW; N45W/50NE;
N35W/29NE; N12W/37NE; S26E/56SW; N43W/39NE; S14E/55SW; S38E/41SW; N49W/32NE
N35W/58NE; S15E/54SW; N48E/25NE; S38E/47SW; N17W/43NE; N33W/44NE; N29W/56NE;
S20E/57SW; S28E/45SW; N24W/54NE; N30E/32NE; S37E/34SW; N41W/47NE; N44W/35NE;
S39E/60SW.