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Tensão

O capítulo aborda conceitos fundamentais de tensão e pressão em geologia, diferenciando entre forças de corpo e de superfície, e introduzindo tensores e suas aplicações. Discute a decomposição de tensões normais e cisalhantes em planos, a representação de tensões em elipses e elipsoides, e a análise do tensor de tensão. O círculo de Mohr é apresentado como uma ferramenta para visualizar esforços normais e de cisalhamento em diferentes orientações em rochas.

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Tensão

O capítulo aborda conceitos fundamentais de tensão e pressão em geologia, diferenciando entre forças de corpo e de superfície, e introduzindo tensores e suas aplicações. Discute a decomposição de tensões normais e cisalhantes em planos, a representação de tensões em elipses e elipsoides, e a análise do tensor de tensão. O círculo de Mohr é apresentado como uma ferramenta para visualizar esforços normais e de cisalhamento em diferentes orientações em rochas.

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Geologia Estrutural

Capítulo 4 – Tensão

• Conceitos introdutórios:
→ Pressão e esforço frequentemente são usados como sinônimos. Em geologia, é necessário fazer uma
distinção entre eles:
▪ Pressão (p): é aplicada apenas a meios com muito baixa ou nenhuma resistência ao cisalhamento
(fluidos).
▪ Esforço ou tensão (σ): é aplicado apenas a meios que tenham um mínimo de resistência ao
cisalhamento (rochas).

→ As forças podem ser divididas em dois tipos:


▪ Força de corpo: afeta todo o volume da rocha, tanto externa como internamente.
▪ Força de superfície: age apenas na superfície e se origina quando um corpo empurra ou puxa outro
que lhe é adjacente. A força que age na área de contato entre dois corpos é denominada tensão
(esforço ou estresse).

→ Tensores e tensão:
▪ Tensores são entidades geométricas introduzidas na matemática e na física para generalizar a noção
de escalares, vetores e matrizes:
➢ Tensor de ordem zero: são representados por escalares. Exemplo: massa.
➢ Tensor de primeira ordem: são os vetores (módulo, direção e sentido).
➢ Tensor de segunda ordem: são as matrizes e representam as propriedades físicas internas de um
corpo que variam de acordo com a direção.

▪ Tensão:
➢ A idealização do sólido deformável como um meio contínuo é uma simplificação matemática
quando um corpo está sujeito às ações de outros corpos e as restrições impostas ao seu
movimento. Ao pensarmos em uma rocha soterrada em equilíbrio estático, podemos determinar
o que ocorre em um ponto interno da rocha (ponto P) nessas condições. Desse modo, é possível
seccionar a rocha em um plano qualquer a este ponto, produzindo dois sólidos.

➢ A face seccionada de ambas partes do sólido se encontra em desequilíbrio, evidenciado pelo


surgimento de vetores de força (𝑅⃗) e vetores de momento (𝑀 ⃗⃗ ) no ponto P de cada face. Os vetores
𝑅⃗ e 𝑀⃗⃗ no ponto P de cada face apresentam mesma magnitude e direção, porém, sentidos
contrários. Ou seja, ao unirmos a rocha novamente, estes vetores se anulam, resultando em uma
situação de equilíbrio. O vetor 𝑅⃗ pode ser decomposto em um vetor normal (𝑁 ⃗ x) e dois vetores
cortantes (𝑉 ⃗ye𝑉 ⃗ z), e o vetor 𝑀
⃗⃗ pode ser decomposto em um vetor torção (𝑀 ⃗⃗ x) e dois vetores
⃗⃗ y e 𝑀
fletores (𝑀 ⃗⃗ z). Portanto, há três esforços diferentes no ponto P em cada face seccionada. A
soma desses esforços em cada face irá provocar um diferencial de força (dF) no ponto P, que, por
ser um ponto, é considerado um diferencial de área (dA). Dessa forma, surgirá uma tensão (vetor
tensão) em cada face, que é o diferencial de força dividido pelo diferencial de área:

𝑑𝐹
𝑡=
𝑑𝐴

Cada face do sólido irá apresentar uma tensão de mesmo módulo e direção, porém com sentidos
opostos. O vetor tensão no ponto P pode ser decomposto em:
❖ Um vetor normal a face (σ).
❖ Um vetor paralelo a face (τ).

As unidades da tensão são:

▪ Tensor de tensão de Cauchy:


➢ Para analisar a tensão tridimensional e não apenas em duas dimensões, como feito anteriormente
na face seccionada da rocha, utilizamos o tensor tensão de Cauchy, em que o cubo infinitesimal
representa o ponto P nas três dimensões. Ou seja, o cubo infinitesimal agora apresenta um
diferencial de volume.

➢ Em cada face há um vetor resultante da tensão. Cada vetor resultante da tensão apresenta, no
cubo infinitesimal tridimensional, três componentes de tensão:
❖ Uma componente normal (σ): perpendicular à face.
❖ Duas componentes superficiais (τ): perpendiculares entre si e a componente normal, e
paralelas a face do cubo infinitesimal.

Note que agora há duas componentes superficiais já que o cubo é tridimensional, e não
bidimensional como o ponto P na face seccionada.

➢ Representação da notação das componentes


❖ Cada componente apresenta os índices i e j:
✓ Índice i: é o eixo ortogonal na seção onde atua a tensão.
✓ Índice j é o eixo da direção da tensão.

❖ Portanto, a face perpendicular ao eixo Z, por exemplo, terá os seguintes vetores com os
respectivos índices: σz = τzz, τzy, τzx.

▪ Convenção de sinais da tensão:


➢ Tensão normal (σ):
❖ Tensão normal compressiva: positiva.
❖ Tensão normal extensional: negativa.
Em geologia, as forças normais compressivas são consideradas positivas e as forças normais
tensionais são consideradas negativas, já que a maior parte das tensões na litosfera são
compressionais. Em engenharia, essa convenção é invertida.

➢ Tensão cisalhante (τ):


❖ Sentido horário: negativa.
❖ Sentido anti-horário: positiva.

• Tensão normal e tensão cisalhante em um plano:


→ Em geral, os vetores de esforço agem obliquamente sobre os planos e podem, portanto, ser decompostos
em seus componentes normal e de cisalhamento. Na imagem abaixo, observamos a atuação da força e da
tensão resultante (F/A1) aplicada em uma área A1 de um sólido.

→ Em um plano interno qualquer, que faz um ângulo θ com a horizontal e apresenta área A2 (= A1/cosθ), a
força e a tensão externa podem ser decompostas:
▪ Força:
➢ Força normal: essa força é perpendicular à superfície e apresenta um ângulo θ com a vertical.

Fn = Fcosθ

➢ Força cisalhante: essa força é paralela à superfície.


Fs = Fsenθ

▪ Tensão:
➢ Tensão normal: essa tensão é perpendicular à superfície e apresenta um ângulo θ com a vertical.

σn = Fn/A2

σn = Fcosθ/(A1/cosθ)

σn = Fcos2θ/A1

σn = σcos2θ

➢ Tensão cisalhante: essa tensão é paralela à superfície.

σs = Fs/A2

σs = Fsenθ/(A1/cosθ)

σs = Fsenθcosθ/A1

σs = σsenθcosθ

σs = (σsen2θ)/2

Portanto, podemos variar o ângulo θ da superfície interna do sólido em relação a horizontal e observar os
efeitos da força normal e cisalhante e da tensão normal e cisalhante:
▪ Força normal e tensão normal:
➢ Ângulo 0o (plano horizontal): o valor da a força normal e da tensão normal serão máximos, pois
não há componente cisalhante.
➢ Ângulo de 45o (plano inclinado): o valor da força normal e da tensão normal serão intermediários,
pois há componente cisalhante em ambas grandezas.
➢ Ângulo de 90o (plano vertical): não há força normal e tensão normal, apenas há componente
cisalhante de ambas grandezas.

▪ Força cisalhante e tensão cisalhante:


➢ Ângulo 0o (plano horizontal): a força cisalhante e a tensão cisalhante serão nulas, há apenas
componentes normais de ambas grandezas.
➢ Ângulo de 45o (plano inclinado): a tensão cisalhante possui valor máximo em relação à superfície,
já a força cisalhante continuará aumentando, pois independe da área superficial.
➢ Ângulo de 90o (plano vertical): a tensão cisalhante será nula, pois a força cisalhante atuante se
encontra paralela à superfície (não há área de atuação). O valor da força cisalhante é máximo.
• Tensão normal e tensão cisalhante em um ponto:
→ Considerando o estado de esforços em um ponto interno de uma rocha, é possível seccionar a rocha em
infinitos planos que passam pelo ponto. Na direção perpendicular a cada um desses planos, há dois vetores
de tensão ou esforço de mesmo comprimento, mas com direções opostas, como analisado anteriormente.
→ Elipse de esforços (tensões):
▪ É a representação bidimensional dos pares de tensão gerados por linhas que cortam um determinado
ponto em um sólido qualquer.
▪ A elipse de esforço possui dois eixos principais:
➢ Eixo máximo (σ1): direção de máximo esforço.
➢ Eixo mínimo (σ3): direção de mínimo esforço.

→ Elipsoide de esforços (tensões):


▪ É a representação tridimensional dos pares de tensão gerados por planos que seccionam um
determinado ponto em um sólido qualquer. O elipsoide de esforços e sua orientação espacial contêm
todas as informações sobre o estado de tensões de um dado ponto em uma rocha, ou em um volume
de rocha onde as tensões sejam homogêneas
▪ O elipsoide de esforços possui três eixos principais:
➢ Eixo máximo (σ1): direção de máximo esforço.
➢ Eixo intermediário (σ2).
➢ Eixo mínimo (σ3): direção de mínimo esforço.

Os eixos são denominados esforços principais e representam os polos dos planos principais de
esforços (a 90o dos planos), que são os únicos planos onde o esforço de cisalhamento é igual a zero.
• O tensor de tensão (matriz):
→ Como analisado anteriormente, o cubo infinitesimal representa o ponto interno do sólido em três
dimensões, já que um ponto é adimensional. O cubo pode ser orientado de modo que todos os esforços de
cisalhamento sejam iguais a zero. Nesse caso, os únicos componentes não nulos são os vetores de esforço
normal que, nessa situação, representam as direções principais, ou seja, os eixos principais do elipsoide de
esforços.

→ O tensor de esforços é a matriz que reúne os nove componentes de esforços do cubo infinitesimal:

Onde σ11 = σxx, σ12 = σxy, σ13 = σxz, etc. Em uma situação estável, onde as forças se equilibram, temos que σ12
= σ21, σ31 = σ13, σ23 = σ32, e o tensor de esforços pode ser escrito como:

Essa é uma matriz simétrica, em que a inversão de colunas e linhas não causa alterações. Porém, os valores
sofrerão alterações com a escolha do sistema de coordenadas ou a orientação do cubo infinitesimal. Se
orientarmos o cubo, precisamente, no sistema de coordenadas, a matriz apresentará os seguintes esforços
principais ao longo das arestas do cubo:
▪ Tensões normais não nulas.
▪ Tensões de cisalhamento nulas, já que o cubo infinitesimal está em equilíbrio estático.

Os três vetores principais de esforços são as três colunas (σ11, 0, 0), (0, σ22, 0) e (0, 0, σ33). Os três vetores
principais de esforços são denominados autovetores e os seus valores são denominados autovalores.
Mesmo que os elementos do tensor de esforço variem de acordo com diferentes escolhas de sistemas de
coordenadas, os autovalores e os autovetores do tensor permanecem os mesmos, ou seja, eles são
invariantes.

• Tensão dirigida e tensão média:


→ O tensor de esforços total pode ser decomposto em duas matrizes simétricas que representam:
▪ A tensão média (esforço médio), ou seja, o componente isotrópico.
▪ A tensão dirigida (esforço deviatórico), ou seja, o componente anisotrópico.
→ Tensão média ou esforço médio (σm):
▪ É a média aritmética dos três esforços principais.

σm = (σ1 + σ2 + σ3)/3

▪ Na litosfera, o esforço médio está intimamente relacionado à pressão litostática, que é dada pela
profundidade de soterramento e pela densidade das rochas sobrejacentes.
▪ Pressão hidrostática (esforço hidrostático): é a condição de ausência de tensão dirigida, em que a
tensão é idêntica em qualquer plano que passe pelo ponto de referência. Nesse caso, o elipsoide de
esforços é uma esfera perfeita (σ1 = σ2 = σ3).

→ Tensão dirigida ou esforço deviatório (σdev):


▪ É a diferença entre o esforço total e o esforço médio.

σdev = σtot - σm

▪ A tensão dirigida é consideravelmente menor que a tensão média, porém, está intimamente
relacionada a formação de estruturas geológicas em diversas situações.
▪ Enquanto a tensão isotrópica causa dilatação (inflação ou deflação), a tensão anisotrópica provoca
deformação (strain).

• Círculo e diagrama de Mohr:


→ O círculo de Mohr descreve os esforços normal e de cisalhamento que atuam sobre planos com todas as
orientações possíveis, que passam por um ponto de referência em uma rocha. Um único círculo de Mohr
representa a variação dos esforços normal e cisalhante ao longo de planos perpendiculares a um plano
principal (um plano que contém dois eixos principais, σ1 e σ3).
→ Carcaterísticas do Diagrama de Mohr:
▪ Eixos do diagrama:
➢ Eixo horizontal: esforço normal (σn).
➢ Eixo vertical: esforço cisalhante (σs).

▪ Diâmetro do círculo: é a distância entre σ1 e σ3. Os valores máximo e mínimo dos esforços principais
(σ1 e σ3) são plotados no eixo horizontal, pois o esforço cisalhante correspondente nessas direções é
zero.
▪ Raio do círculo: é a divisão do diâmetro por dois [(σ1 - σ3)/2].
▪ Esforço diferencial: é a diferença entre a maior e a menor tensão de compressão experimentada por
uma rocha (σ1 e σ3). É diâmetro do círculo.
▪ Esforço médio: é representado pelo centro do círculo.
▪ Esforço deviatório: é o raio do círculo.
▪ O ângulo entre as estruturas no círculo de Mohr difere do ângulo no espaço real: o ângulo θ
representa o ângulo entre a normal ao plano (em questão) e o σ1 (Cuidado: não é o ângulo entre σ1e
o plano). Note que no círculo de Mohr, o ângulo é 2θ e, portanto, para encontrar θ devemos dividi-lo
por dois. É possível perceber isso analisando σ1 e σ3, que se encontram no eixo horizontal no círculo de
Mohr, ou seja, formam um ângulo de 180o entre eles. No elipsoide de esforços (que representa o
espaço tridimensional real), σ1 e σ3 se encontram a 90o (180o/2).

▪ Convenções de sinais para o círculo de Mohr:


➢ Os ângulos 2θ são:
❖ Positivos: contados no sentido anti-horário a partir de σ1.
❖ Negativos: contados no sentido horário a partir de σ1.

➢ Esforços cisalhantes anti-horários são positivos e horários são negativos.


➢ Tensões compressivas são positivas (plotadas a direita da origem).
➢ Tensões distensivas (tração) são negativas (plotadas a esquerda da origem).

Note que:
1. Os esforços cisalhantes são iguais a zero para θ = 0o e para θ = 90o (2θ = 0o e 2θ = 180o).
2. O máximo esforço cisalhante é igual a θ = 45o (2θ = 90o).
3. Os esforços cisalhantes ao longo das direções principais de esforço são iguais a zero.
4. Os eixos principais são ortogonais (θ = 90o e 2θ = 180o).

→ A duplicação dos ângulos no diagrama de Mohr implica que qualquer plano representado tem dois planos
complementares, com idênticos esforços normais e cisalhantes, respectivamente. Dessa forma, podemos
analisar o plano 3 com os seus planos complementares, 1 e 2:
▪ Planos 2 e 3: esses planos estão a 90o e apresentam esforço cisalhante de igual magnitude, porém de
sentidos oposto. Os esforços normais são diferentes. Na imagem abaixo, observamos uma rocha com
os planos internos 2 e 3 que se encontram a 90o entre si. Note que a tensão de cisalhamento é igual,
porém em sentidos opostos, e a normal aos planos são diferentes (maior no plano 3).

▪ Planos 1 e 2: esses planos apresentam esforço cisalhante de igual magnitude, porém de sentidos
oposto. Os esforços normais são iguais. Nesse caso, σ1 será sempre a bissetriz do ângulo entre os dois
planos. Na imagem abaixo, notamos a disposição desses planos no interior da rocha. Essa forma em X
ocorre em muitas fraturas e falhas, apresentando uma boa indicação da direção do σ1.

▪ Planos 1 e 3: esses planos apresentam esforço cisalhante de igual magnitude. Os esforços normais são
diferentes (maior em 3). Nesse caso, a bissetriz do ângulo entre os planos faz 45o com σ1. Na imagem,
abaixo notamos a disposição desses planos no interior da rocha. Na natureza, normalmente, esses dois
planos não ocorrem de forma conjugada.
→ Representação tridimensional no Diagrama de Mohr:
▪ O diagrama de Mohr, utilizado em três dimensões, apresenta os três eixos principais de esforços
plotados no eixo horizontal. Dessa forma, a representação de um estado de tensões tridimensional é
obtida através da superposição de três círculos de Mohr.

▪ Estado de tensão triaxial (compressão):


➢ As três tensões compressivas normais são diferentes e positivas.
➢ Existem três esforços diferenciais:
❖ Tensão diferencial máxima (σ1 e σ3).
❖ Tensão diferencial intermediária (σ1 e σ2).
❖ Tensão diferencial mínima (σ2 e σ3).

▪ Estado de tensão biaxial ou planar (compressão): existem duas tensões compressivas normais (σ1 e
σ2) diferentes e positivas. Essa situação é chamada de corpo não confinado em uma das dimensões
(σ3).
▪ Estado de tensão uniaxial (compressão): existe uma única tensão compressiva normal (as demais são
nulas). Essa situação é chamada de corpo não confinado em duas dimensões (σ2 e σ3).

▪ Estado de tensão uniaxial (extensão ou tração): note que o σ1 e σ2, mesmo sendo nulos, são maiores
que o σ3, já que este é negativo.

▪ Estado de tensão biaxial (tração e compressão): nesse caso, o σ3 é trativo, o σ1 é compressivo e o σ2 é


nulo.

▪ Estado de tensão hidrostático (litostática): nesse caso, todas as tensões são iguais e, na geologia, se
utiliza o símbolo ρ para representar a tensão. Esse tipo de tensão ocorre nos processos de
soterramento na crosta terrestre, em que não há deformação, apenas um aumento na densidade
devido a um maior empacotamento atômico (tensão litostática).

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