Gestão de Recursos do FIA para Crianças
Gestão de Recursos do FIA para Crianças
Fundo da Infância e Adolescência (FIA) S231p Santa Catarina. Tribunal de Contas do Estado
Práticas de gestão pública para a utilização dos
recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA). /
Fabiano Domingos Bernardo e Marcos André Alves
Monteiro. Florianópolis : TCE/SC, 2019.
76 p.
CONSELHEIROS
Adircélio de Moraes Ferreira Júnior - Presidente 1. Gestão pública. 2. Fundo da Infância e
Adolescência (FIA) – Recursos. I. Título.
Herneus De Nadal - Vice-Presidente II. Tribunal de Contas de Santa Catarina.
Wilson Rogério Wan-Dall – Corregedor-Geral
Luiz Roberto Herbst
Sílvia M. B. Volpato
César Filomeno Fontes
Bibliotecária CRB 14/408
Luiz Eduardo Cherem
José Nei Alberton Ascari
O
Tribunal de Contas do Estado de
Santa Catarina (TCE/SC) publicou em A cartilha está estruturada em cinco pers-
2010 cartilha intitulada “Orçamen- pectivas: a primeira contempla conceitos
to Público e o Fundo dos Direitos da Crian- básicos e estrutura do ente público para a
ça e do Adolescente” que tem contribuído execução das políticas da infância e ado-
para consulta e apoio à tomada de deci- lescência; a segunda esclarece dúvidas
são de gestores municipais e de Conse- recorrentes em relação aos requisitos le-
lhos dos Direitos da Criança e do Adoles- gais e normativos a serem observados na
cente. Contudo, mudanças na legislação e gestão dos recursos do Fundo da Infância
dúvidas recebidas pelo TCE/SC fazem com e Adolescência (FIA); a terceira destaca
que sejam necessárias a atualização e a as práticas contábeis e orçamentárias; na
ampliação do seu conteúdo. penúltima são tratados aspectos relacio-
nados a incentivos fiscais para doações;
Nesse contexto, o intuito da nova versão e, por fim, é abordada a atuação do TCE/
da cartilha é contribuir para o reconheci- SC em relação à utilização dos recursos do
mento da criança e do adolescente como FIA.
sujeitos de direitos e pessoas em situação
especial de desenvolvimento, bem como Dessa forma, o TCE/SC reafirma a impor-
dar maior efetividade na formulação e na tância da orientação aos gestores e pro-
execução de políticas públicas voltadas porciona a segurança necessária para que
para o seu atendimento. as políticas públicas voltadas à proteção
integral dos direitos das crianças e dos Conselheiro Adircélio de
A revisão do conteúdo ocorreu em con- adolescentes sejam concretizadas e atin- Moraes Ferreira Júnior
texto de ampla participação dos atores jam seu potencial em favor da sociedade. Presidente do TCE/SC
Lista de abreviaturas e siglas
Art. Artigo
Arts. Artigos
CDCA Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente
CEDCA Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente
CMDCA Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
Conanda Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente
CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica
CPF Cadastro de Pessoa Física
CT Conselho Tutelar
DARF Documento de Arrecadação de Receitas Federais
DBF Declaração de Benefícios Fiscais
DIRPF Declaração do Imposto sobre a Renda de Pessoa Física
ECA Estatuto da Criança e do Adolescente
Fecam Federação Catarinense de Municípios
FIA Fundo da Infância e Adolescência
IN Instrução Normativa
IR Imposto de Renda
LDO Lei de Diretrizes Orçamentárias
LOA Lei Orçamentária Anual
n.º Número
OSC Organização da Sociedade Civil
PPA Plano Plurianual
PPCAMM Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte
RFB Receita Federal do Brasil
SDH Secretaria de Direitos Humanos
SRF Secretaria da Receita Federal
TC Tribunal de Contas
TCE/SC Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina
TCU Tribunal de Contas da União
Transf. Transferência
Sumário Clique no destino desejado. 2.7. O que é e como fazer o Plano de Ação de utilização
dos recursos do FIA?................................................. 25
1 2
2.9. Quais os requisitos essenciais em relação à estrutura
dos projetos apresentados pelas entidades para
financiamento com recursos do FIA?...................... 29
3 4 5
ORÇAMENTO E CONTABILIDADE INCENTIVOS FISCAIS A ATUAÇÃO DO TCE/SC
Pública e o FIA........................................ 40 para Doações e o Fomento ao FIA.... 50 em relação ao FIA................................. 61
3.1. Como as leis orçamentárias do município 4.1. Qual a importância das doações para o 5.1. Qual a atuação do Tribunal de Contas
devem ser elaboradas para contemplar a FIA?.......................................................51 do Estado de Santa Catarina (TCE/SC)
gestão do FIA?......................................41 em relação ao Fundo da Infância e
4.2. Quem pode fazer doações ao FIA?.......52 Adolescência (FIA)?............................... 62
3.2. Quais providências deverão ser adotadas
no caso de doações não previstas na 4.3. Quanto pode ser doado ao FIA?...........53 5.2. Como realizar consultas ao TCE/SC e
Lei Orçamentária Anual aprovada no como pesquisar os entendimentos sobre
município?...........................................45 4.4. Qual o prazo para fazer doções ao FIA?.57 questões relacionadas ao FIA?............. 64
3.3. Como deve ocorrer a execução 4.5. Como comprovar para a Receita Federal 5.3. Quais os meios para comunicar ao TCE/
orçamentária das despesas relacionadas as doações efetuadas ao FIA?...............58 SC sobre irregularidades em relação à
à realização de projetos com recursos do aplicação dos recursos do FIA?............. 65
FIA?.......................................................47 4.6. Os Fundos devem ser cadastrados na
Receita Federal?...................................60
3.4. Como é feita a gestão contábil do
Fundo?..................................................48
REFERÊNCIAS.........................................67
ANEXOS...................................................70
Anexo 1.......................................................71
Anexo 2.......................................................74
Anexo 3.......................................................76
1
CONCEITOS BÁSICOS,
recursos e estrutura
necessários para a
execução da Política da
Infância e Adolescência
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SUMÁRIO 2 PRÁTICAS DE GESTÃO DOS RECURSOS DO FIA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
A B C
de suas atribuições e a oportunidade e
conveniência de aplicação de medidas
de proteção.
1
Competência prevista no art. 88 do ECA. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
8
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SUMÁRIO 2 PRÁTICAS DE GESTÃO DOS RECURSOS DO FIA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
A figura seguinte ilustra a estrutura e as interações necessárias para a operacionalização da Política da Infância e Ado-
lescência.
A deliberativo e
controlador das ações
(composição paritária)
público, nomeado
pelo Chefe do Poder
Executivo
B
Responsável pelas Responsável pelas
atividades necessárias para atividades operacionais
a captação e aplicação relacionadas à gestão dos
recursos do FIA recursos financeiros
POLÍTICA DA INFÂNCIA
E ADOLESCÊNCIA
ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA (EDUCAÇÃO, SAÚDE, CONSELHO
ASSISTÊNCIA SOCIAL) TUTELAR
D C
Interação da Órgão
gestão dos recursos encarregado de zelar
do FIA com as demais pelo o cumprimento
políticas públicas do dos direitos
município objetivando a Fornecimento de
incorporação dos projetos informações do trabalho
de excelência de campo
9
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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SUMÁRIO 2 PRÁTICAS DE GESTÃO DOS RECURSOS DO FIA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
10
2
Conforme art. 88, inciso II, do ECA. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
3
Conforme art. 89 do ECA.
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A acompanhar,
monitorar e avaliar
as políticas;
E definir
prioridades de
enfrentamento
participar da
I
elaboração do PPA
(Plano Plurianual),
K acompanhar e
oferecer subsídios M atuar como instância
de apoio no nível
dos problemas na elaboração local nos casos de
da LDO (Lei de legislação petições, denúncias
mais urgentes; de Diretrizes
B divulgar e local relacionada e reclamações
Orçamentária) à garantia dos formuladas por
promover as
F propor e acompanhar e da LOA (Lei direitos da criança qualquer pessoa
políticas e práticas Orçamentária
bem-sucedidas; o reordenamento e do adolescente; ou entidade,
institucional, buscando o Anual) locais, participando de
funcionamento articulado bem como audiências ou
em rede das estruturas acompanhar ainda promovendo
C difundir junto à
sociedade local
públicas governamentais
e das organizações da
sociedade civil;
a aprovação
e execução
destes
L fomentar a integração
do Judiciário, Ministério
Público, Defensoria
denúncias públicas
quando ocorrer
ameaça ou violação
a concepção instrumentos, e Segurança Pública de direitos da criança
de criança e indicando na apuração dos e do adolescente,
adolescente modificações casos de denúncias e
G promover e apoiar acolhendo-
como sujeitos de necessárias à reclamações formuladas as e dando
direitos e pessoas campanhas educativas
sobre os direitos consecução por qualquer pessoa encaminhamento
em situação dos objetivos ou entidade que aos órgãos
especial de da criança e do
adolescente; da política dos versem sobre ameaça competentes;
desenvolvimento, direitos da criança ou violação de direitos
e o paradigma da e do adolescente; da criança e do
proteção integral adolescente;
como prioridade
absoluta; H propor a
elaboração
J
de estudos gerir o Fundo da Infância e Adolescência no
e pesquisas sentido de definir a utilização dos respectivos
com vistas a recursos por meio de plano de aplicação.
D conhecer a
realidade de
seu território e
promover,
subsidiar
e dar mais
Destaca-se que não compete ao Conselho
a execução ou ordenação de despesas em
relação aos recursos do Fundo, cabendo ao
elaborar o seu efetividade órgão público ao qual se vincula a ordenação
plano de ação; às políticas; e execução administrativas desses recursos;
11
4
Adaptação do Anexo da Resolução n.º 105/2005 do Conanda. Disponível em PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA
<http://www.mpdft.mp.br/portal/pdf/unidades/promotorias/pdij/Conselhos/Res105.pdf> Acesso em 12 dez. 2018, p. 09. para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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SUMÁRIO 2 PRÁTICAS DE GESTÃO DOS RECURSOS DO FIA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
12
8
Artigo 165, § 9º, Constituição Federal.
9
Conforme Prejulgado do TCE/SC n.º 2197.
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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A B C
Está vinculado Deve haver um Não tem
ao Conselho dos único Fundo para personalidade
Direitos da Criança cada ente federativo jurídica (vínculo com
e do Adolescente; (estado ou o ente público)10;
município);
D E F
Deve ser criado por Integra o orçamento Deve possuir
lei, na qual devem público para todos conta bancária
estar explicitados os efeitos e está específica para
suas fontes de sujeito às regras movimentação
receitas, seus gerais de execução dos recursos;
objetivos e suas orçamentária;
finalidades;
G H I
Seu orçamento Seu gestor deve ser Está sujeito ao Controle
deve ser nomeado pelo chefe Interno (Poder
compatível do Poder Executivo Executivo e Conselho
para viabilizar a (para ordenar dos Direitos) e Controle
execução do plano despesas, emitir Externo (Poder
de ação; empenhos, realizar Legislativo, Tribunal
pagamentos, prestar de Contas e Ministério
contas etc.); Público).
13
10
Embora não tenha personalidade jurídica, o Fundo deve ser inscrito no CNPJ. Esta obrigação está explicitada PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA
na Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil (IN-RFB) n.º 1.005/2010, art. 11, inciso XI. A IN-RFB para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
n.º 1.311/2012, art. 8º-l, inciso I, ratificou esta obrigação e a IN-RFB n.º 1.634/2016, art. 4º, inciso X,
reafirmou que os fundos públicos a que se refere o art. 71 da Lei n.º 4.320/1964 devem se inscrever no CNPJ.
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SUMÁRIO 2 PRÁTICAS DE GESTÃO DOS RECURSOS DO FIA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
14
11
Conforme art. 10 da Resolução n.º 137 do Conanda. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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SUMÁRIO 2 PRÁTICAS DE GESTÃO DOS RECURSOS DO FIA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
15
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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SUMÁRIO 2 PRÁTICAS DE GESTÃO DOS RECURSOS DO FIA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
para cada
MUNICÍPIO B a apreciação da proposta de Regimento
Interno elaborada e aprovada pelo Conselho
Tutelar, sendo facultada a possibilidade
de encaminhamento de propostas de
alterações14;
mínimo de um
CONSELHO TUTELAR
Funções dos
Conselhos dos Direitos
da Criança e do Atribuições do
Adolescente Conselho Tutelar
relacionadas às
(CDCA) atividades do
perante os
CMDA
Conselhos
Tutelares CONSELHO
(de A à D)**
TUTELAR
LEGENDA
*Um conselho não é subordinado ao outro. Corresponde às atividades O CMDA pode recorer a intervenções
** Correspondente às atividades listadas na página anterior. listadas na página anterior. pontuais, somente perante omissão
legislativa por parte do Conselho Tutelar.
A definição da jornada de trabalho, o sistema de na lei municipal que instituir o Conselho Tutelar,
sobreaviso, a forma de compensação da carga sendo que em situações de omissão legislativa, o
horária, a remuneração e as vantagens do cargo, CMDCA pode provocar o chefe do Poder Executivo
dentre outras questões, deverão estar previstas para regulamentar a matéria.
17
17
Conforme art. 23, §1º, da Resolução n.º 170/2014 do Conanda. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
18
Conforme art. 30 da Resolução n.º 170/2014 do Conanda.
PRÁTICAS
de Gestão dos
Recursos do FIA 2
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
A Desenvolvimento de programas
e serviços complementares
ou inovadores, por tempo
determinado, não excedendo
C
Programas e projetos
de pesquisa, estudos,
elaboração de diagnósticos,
sistemas de informações,
F
Ações de
fortalecimento do
Sistema de Garantia
dos Direitos da Criança
a 3 (três) anos, da política de monitoramento e avaliação e do Adolescente, com
promoção, proteção, defesa e das políticas públicas de ênfase na mobilização
atendimento dos direitos da promoção, proteção, defesa e social e na articulação
criança e do adolescente; atendimento dos direitos da para a defesa dos
criança e do adolescente; direitos da criança e do
adolescente;
B D
Programas e projetos de
Acolhimento, sob a forma de
G
capacitação e formação
guarda, de criança e de adolescente, Projetos e ações que
profissional continuada dos
órfão ou abandonado. Nas ações de garantam a convivência
atores do Sistema de Garantia
acolhimento, é fundamental que os familiar e comunitária;
dos Direitos da Criança e do
recursos sejam destinados para as Adolescente;
ações complementares e não para
o custeio de ações de continuidade
E
do serviço, na forma do disposto Desenvolvimento de
no art. 227, § 3º, VI, da Constituição programas e projetos de
H
Federal e do art. 260, § 2º da Lei comunicação, campanhas Atendimento de ações
n.° 8.069, de 1990, observadas as educativas, publicações, vinculadas às medidas
diretrizes do Plano Nacional de divulgação das ações de socioeducativas de
Promoção, Proteção e Defesa do promoção, proteção, defesa e adolescentes, com
Direito de Crianças e Adolescentes à atendimento dos direitos da definição de percentual
Convivência Familiar e Comunitária; criança e do adolescente; de recursos do FIA22.
20
21
Conforme art. 15 da Resolução Conanda n.º 137. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
22
Os itens “g” e “h” têm por base pressupostos da Lei 12.594/2012 (art. 31).
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
2.4 Quais despesas não podem ser financiadas com recursos do FIA?
O TCE/SC segue as diretrizes do Conselho Nacional de do não seja identificado, diretamente, a realização de
Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), no to- seus objetivos ou serviços determinados pela lei que
cante à orientação de quais despesas não podem ser o instituiu, com exceção aos casos de situações emer-
custeadas com os recursos do FIA. genciais ou de calamidade pública previstas em lei e
desde que aprovados pelo plenário do Conselho dos
Sendo assim, a Resolução n.º 13724, em seu art. 16, es- Direitos da Criança e do Adolescente. Ademais, estabe-
tabelece que é vedada a utilização dos recursos quan- lece um conjunto de hipóteses vedadas:
A B C D E
Transferência sem Pagamento, Manutenção e Financiamento das Investimentos em
a deliberação do manutenção e funcionamento políticas públicas sociais aquisição, construção,
respectivo Conselho funcionamento dos Conselhos dos básicas, em caráter reforma, manutenção e/
dos Direitos da do Conselho Direitos da Criança continuado, e que ou aluguel de imóveis
Criança e do Tutelar; e do Adolescente; disponham de fundo públicos e/ou privados,
Adolescente; específico, nos termos ainda que de uso exclusivo
definidos pela legislação da política da infância e da
pertinente; adolescência.
Importante mencionar que foi garantida aos Conse- as formas e critérios de utilização dos recursos volta-
lhos Estaduais e Municipais dos Direitos da Criança e dos sempre para a política de atendimento da infância
do Adolescente a possibilidade de afastar a aplicação e adolescência.
da vedação a investimentos em aquisição, construção,
reforma, manutenção e/ou aluguel de imóveis públi- Destaca-se, no entanto, que o FIA deve ser utilizado
cos e/ou privados, conforme modificação da Resolu- para garantir a execução de programas de proteção e
ção n.º 137/2010 do Conanda, promovida pela Reso- programas socioeducativos direcionados a crianças e
lução n.º 194/20125. Contudo, é necessário que esse adolescentes e não para a manutenção das entidades
encaminhamento ocorra por meio de Resolução pró- que oferecem esses programas.
pria do respectivo conselho e que sejam estabelecidas
22
24
Conforme art. 16 da Resolução Conanda n.º 137. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
25
Modificação instituída pela Resolução n.º 194 do Conanda, de 10/07/2017.
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
23
26
Conforme art. 101, §1º, do ECA. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA
27
Disponível em: http://mdspravoce.mds.gov.br/assistencia-social/servicos-disponiveis/. Acesso em 05/12/2018. para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
28
Conforme art. 34 do ECA.
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
A E
Locação de transporte para visitar museus, parques, cidades vizinhas, ou Aquisição de instrumentos
assemelhados: musicais, equipamentos de
informática, veículos, mobiliário,
Pode ser entendido como serviço complementar, promovendo lazer e cultura eletrodomésticos, equipamentos
para crianças e jovens em situação de maior fragilidade social, desde que não de segurança para instituições que
exista programa correlato em outro fundo municipal. fazem o acolhimento institucional:
As aquisições de mobiliário,
B
eletrodomésticos, equipamentos
Locação de transporte ou concessão de vale-transporte para a participação em
de segurança e outros exemplos
capacitações profissionais ou cursos técnicos:
citados acima, não podem ser
destinadas para a estrutura mínima
Pode ser entendido como serviço complementar, promovendo inclusão no
necessária para o funcionamento
mercado de trabalho para jovens em situação de maior fragilidade social,
das instituições que fazem o
desde que não exista programa correlato em outro fundo municipal e também
acolhimento, uma vez que
se observe a limitação temporal do projeto (máximo 3 anos), sendo que após
devem contar com a estrutura
esse período, avaliando a pertinência como política pública, necessariamente
necessária para a realização de suas
deverá ser abarcado por política específica (assistência social).
atribuições. Por isso, é impraticável
a destinação de recursos do FIA para
essas finalidades.
C
Contratação de serviços psicológicos ou psicopedagógicos:
Eventualmente, podem ser
Essa questão, de certa forma, encontra respostas diversas dependendo do porte apresentados projetos que exijam a
do município. Nos de maior porte, tendo em vista a recorrência da necessidade aquisição de determinados recursos,
de profissionais dessa natureza, seria pertinente a inclusão desses profissionais como instrumentos musicais,
na rede prestadora, nas políticas específicas do município (educação, saúde e equipamentos de informática,
assistência social). Contudo, no caso de municípios de menor porte, considerando eletrodomésticos. Nessas
a possibilidade de projetos específicos que possam requerer esses profissionais, circunstâncias, quando esgotado
seria possível considerar como serviços complementares. o projeto, esses bens deverão
retornar para o ente público
provedor dos recursos, podendo ser
D
Contratação de cursos profissionalizantes, aulas de esporte ou música para reaproveitados em outros projetos.
crianças e adolescentes:
No caso de veículos, não se
Pode ser entendido como programa complementar ou mesmo inovador, caso vislumbra a possibilidade de um
esteja sendo implantado por um município, promovendo inclusão em termos de projeto com tal necessidade,
cultura e esporte para crianças e inserção no mercado de trabalho para jovens sendo que as demandas por
em situação de maior fragilidade social. Nesses casos, pode ser financiado deslocamentos deverão ser supridas
com recursos do FIA, desde que observada a limitação temporal do programa e pela infraestrutura do ente público
posterior inclusão em outra política. nas respectivas políticas.
24
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
O Plano de Ação deve ser amplo, envolvendo os neste plano é o estabelecimento de metas para
diversos órgãos da administração, em busca da os problemas constatados, conforme exemplifi-
solução para os problemas diagnosticados. O foco cado a seguir:
- Bolsa-Família (famílias de
DE AÇÃO baixa-renda)
- Campanha de orientação às
ELABORAÇÃO famílias para a permanência da
criança, enfatizando os
DO DIAGNÓSTICO benefícios da escolarização
Fonte: Plano de Ação elaborado por Sandra Alves, advogada e Conselheira do Conselho
Fonte: Plano de
Municipal Ação
dos elaborado
Direitos da por SandraeAlves,
Criança advogada e Conselheira
do Adolescente do Conselho
de São Paulo (CMDCA/SP).
Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Paulo (CMDCA/SP).
28
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
F) Cronograma G)Valores
E) Atividades de execução envolvidos
Ações a serem Período de
desenvolvidas com a desenvolvimento das Total a ser gasto com No Anexo 2 consta mode-
criança e adolescentes atividades e carga o projeto, detalhando,
inclusive, outras fontes. lo para a elaboração dos
e suas famílias horária destinada,
(descrição com o projetos, roteiro que deve
assim como o período
passo a passo); da duração total do acompanhar os editais de
projeto; projetos do FIA.
29
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
O Decreto n.º 8.726/2016 estabelece regras para as trans- O artigo 8º, § 2º, do Decreto federal n.º 8.726/2016 esta-
ferências que forem efetuadas, especificamente, pela belece que, no caso de transferências do Fundo da Crian-
administração pública federal. Assim, parece válido su- ça e do Adolescente e do Fundo do Idoso, o chamamen-
por que os Conselhos Estaduais e Municipais dos Direitos to público das organizações “poderá ser realizado pelos 30
30
Conforme arts. 86 a 88 do ECA. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
31
Conforme art. 91 do ECA.
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
respectivos conselhos gestores, conforme legislação es- são etapas distintas, o CDCA deve apreciar as propostas
pecífica, respeitadas as exigências da Lei 13.019”. dos projetos de acordo com as prioridades estabelecidas
nos Planos de Ação e de Aplicação, e, em caso de aprova-
Ocorre que os Conselhos dos Direitos da Criança e do Ado- ção, o Conselho deve providenciar a abertura de edital de
lescente já fazem editais que solicitam às organizações chamamento público para seleção da organização que
sociais locais a apresentação de propostas de ação (pro- irá executar o projeto proposto.
jetos) que possam ser apoiadas com transferências de re-
cursos dos respectivos Fundos. Nesse sentido, deveriam Esse entendimento é reforçado pela disposição da Reso-
estabelecer prioridades ou temas a serem focalizados lução n.º 137 do Conanda, sendo que o art. 9º, V, prevê
pelas organizações sociais na proposição de projetos que que cabe ao Conselho dos Direitos da Criança e do Ado-
posteriormente serão avaliados pelos CDCA. lescente, em relação aos Fundos dos Direitos da Criança
e do Adolescente, elaborar editais fixando os procedi-
A transferência de recursos do FIA deve, com exceção aos mentos e critérios para a aprovação de projetos a se-
casos de dispensa ou inexigibilidade, ser precedida pela rem financiados com recursos do Fundo dos Direitos
realização de chamamento público para a escolha das da Criança e do Adolescente, em consonância com o
instituições. O edital de chamamento público precisa es- estabelecido no plano de aplicação e obediência aos
pecificar de forma clara e objetiva os parâmetros que de- princípios de legalidade, impessoalidade, moralida-
verão orientar as organizações para o encaminhamento de e publicidade.
de propostas. É necessário, ainda, estar alinhado com as
prioridades definidas pelo CDCA no Plano de Ação e Apli- Também compete ao CDCA monitorar e avaliar a aplica-
cação dos Recursos do Fundo. ção dos recursos do FIA, por intermédio de balancetes tri-
mestrais, relatório financeiro e o balanço anual do fundo
O chamamento público também pode ser provocado pe- dos Direitos da Criança e do Adolescente, sem prejuízo de
los diversos segmentos da sociedade civil, por intermé- outras formas, garantindo a devida publicidade dessas
dio do Procedimento de Manifestação de Interesse informações33.
Social32, por meio do qual as organizações da sociedade
civil, os movimentos sociais e cidadãos poderão apresen- Por outro lado, compete ao Poder Executivo, por meio
tar propostas ao CDCA. Este avaliará a possibilidade de do agente público gestor do FIA, conforme previsão ex-
realização de um chamamento público objetivando a ce- pressa na Resolução Conanda n.º 13734, coordenar a exe-
lebração de parceria. cução do plano de aplicação a ser elaborado e aprovado
pelo Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente,
Partindo do pressuposto de que o edital para apresenta- executar e acompanhar o ingresso de receitas no Fundo
ção de projetos e a seleção da entidade para sua execução e o pagamento de despesas, emitir empenhos, cheques e
31
32
Conforme art. 18 da Lei n.º 13.019/2014. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
33
Conforme art. 9º, inciso VII, da Resolução n.º 137 do Conanda.
34
Conforme art. 21 da Resolução n.º 137 do Conanda.
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
Esses editais deverão ser organizados pelos Conselhos com base na Lei n.º 13.019/2014, que estabelece três modali-
dades de parceria:
A Termo de colaboração:
adotado pela administração
C Acordo de cooperação:
pública para consecução de planos instrumento por meio do
de trabalho de sua iniciativa, qual são formalizadas as
B
para celebração de parcerias com parcerias estabelecidas pela
organizações da sociedade civil Termo de fomento: administração pública com
que envolvam a transferência de o termo de fomento deve ser organizações da sociedade
recursos financeiros. Nesse caso, adotado pela administração civil para a consecução de
o próprio Conselho dos Direitos pública para consecução de finalidades de interesse
da Criança e do Adolescente planos de trabalho propostos por público e recíproco que não
deve estabelecer com clareza o organizações da sociedade civil envolvam a transferência de
objetivo e a natureza da ação a ser que envolvam a transferência recursos financeiros.
desenvolvida com os recursos que de recursos financeiros. Nesse
serão transferidos à organização caso, a iniciativa passa a ser das
social que vier a ser escolhida para a próprias organizações sociais,
execução do projeto. cabendo aos Conselhos avaliar,
com base em reconhecimento
prévio das necessidades e
prioridades de suas localidades, a
relevância e a consistência dessas
propostas, e a possibilidade
de que venham a ser apoiadas
mediante termo de fomento.
34
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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lescente, e se no município ou na região próxima existir A Resolução n.º 137 do Conanda estabelece a possibili-
apenas uma organização (adequadamente reconhecida dade do doador de recursos indicar a instituição de sua
e avaliada pelo Conselho) que possa oferecê-lo, o cha- preferência para a aplicação dos recursos doados36, não
mamento será inexigível com base no artigo citado. havendo, em face da incompatibilidade da circunstância,
aplicação da Lei n.º 13.019/2014.
Também se entende aplicável a hipótese de inexigibili-
dade de chamamento, quando existe uma única orga- Ainda, permite a faculdade ao Conselho dos Direitos da
nização social que possua estatuto jurídico e condições Criança e do Adolescente a chancela de projetos me-
operacionais para oferecer serviços priorizados pelo Con- diante edital específico. A chancela é entendida como
selho dos Direitos. autorização para captação de recursos ao FIA destinados
a projetos aprovados pelo conselho segundo condições
Vale ressaltar que as circunstâncias excepcionais para dis- fixadas nas atribuições gerais do Conselho definidas no
pensa ou inexigibilidade devem ser pontualmente justi- art. 13 da Resolução.
ficadas e comprovadas com a documentação necessária
em pertinente procedimento administrativo, bem como Nessa circunstância, a captação de recursos para o FIA
a impossibilidade de utilização dos recursos do FIA para será realizada pela entidade proponente do projeto, sen-
a execução de políticas públicas em caráter continuado. do que o Conselho dos Direitos da Criança e do Adoles-
cente deverá fixar percentual de, no mínimo, 20% de
retenção dos recursos ao FIA37.
2.13 E no caso das doações Importante mencionar que, no caso de chancela de pro-
casadas, qual seria o jetos, o tempo de duração entre a aprovação e a captação
dos recursos não deverá ser superior a 2 (dois) anos,
procedimento indicado sendo que decorrido este tempo e havendo interesse do
proponente, o projeto pode ser submetido a um novo
tendo em vista o conflito com processo de chancela.
os pressupostos do Marco
Por fim, tratando-se de recursos que seriam recolhidos
Regulatório das Organizações a título de Imposto de Renda, é essencial o acompanha-
mento e fiscalização do Conselho dos Direitos da Criança
da Sociedade Civil - e do Adolescente quanto a regular aplicação e de acordo
Lei n.º 13.019/2014? com o projeto aprovado, por meio da prestação de con-
tas.
36
36
Conforme art. 12, §1º, da Resolução n.º 137 do Conanda. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
37
Conforme art. 13 da Resolução n.º 137 do Conanda.
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PRESTAÇÃO
DE CONTAS
RELATÓRIO DE RELATÓRIO DE
EXECUÇÃO DO OBJETO EXECUÇÃO FINANCEIRA
ANÁLISE DA
PRESTAÇÃO
DE CONTAS
Primeiramente na atuação do Gestor do FIA, que emite um parecer técnico, con-
cluindo o seu entendimento pelo cumprimento ou não do objeto, submetendo-
-o à comissão de monitoramento e avaliação.
Importante destacar que para embasar a decisão, além Destaque-se que a Lei determina a glosa (dedu-
da análise documental, devem ser elaborados relatórios ção) dos valores correspondentes às metas não
de visitas in loco e de monitoramento e avaliação que de- alcançadas e sem a suficiente justificativa para
vem ser considerados na análise da prestação de contas. tal. Sendo que, no caso da análise do arcabouço
documental da prestação de contas, deverão ser
Ressalta-se ainda que a prestação de contas e todos os observadas as disposições da Instrução Normativa
atos a seu respeito deverão ser disponibilizados em pla- do TCE/SC n.º 14/2012 ou outra equivalente que
taforma eletrônica, disponíveis a qualquer interessado. venha a suceder. 38
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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LDO – LEI DE
PPA – PLANO LOA – LEI
DIRETRIZES
PLURIANUAL ORÇAMENTÁRIA
ORÇAMENTÁRIAS
ANUAL
* Plano Nacional pela Primeira Infância; Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito da
Criança e Adolescentes à Convivência Familiar; Plano decenal Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e
Adolescentes; Plano decenal Estadual e Municipal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes.
42
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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Encerrada a etapa de elaboração do plano de ação, o CDCA deve elaborar o plano anual de aplicação de recursos do FIA,
que é um documento que deverá conter, de forma detalhada, os recursos financeiros necessários para a execução das
ações incluídas no Plano de Ação. É nesse momento que o CDCA deve estimar as receitas e fixar as despesas do Fundo.
É importante lembrar que o orçamento público deve estar em consonância com os planos nacionais, regionais e seto-
riais. No caso do FIA, o plano de ação, o plano anual de aplicação de recursos e o orçamento devem estar alinhados com
os seguintes planos:
O principal requisito para a execução do plano de ação e do plano anual de aplicação do FIA (alinhado com os planos
nacionais e regionais) é que ambos estejam contemplados nos projetos de leis orçamentárias do respectivo ente. É
necessário, portanto, que a elaboração dos citados planos ocorra em permanente harmonia com o cronograma de
elaboração e discussão do orçamento público.
43
47
Lei Federal n.º 8.069/1990 (ECA) – artigo 260, § 1°- A. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
48
Lei Federal n.º 8.069/1990 (ECA) – artigo 260, § 1°- A.
49
Resolução Conanda n° 171/2014.
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As metas, as prioridades e as ações que compõem o Plano de Ação e o Plano de Aplicação de Recursos do FIA devem ser
encaminhadas pelo CDCA ao Poder Executivo para inclusão nos projetos de lei que dão origem ao orçamento público
do ente. É interessante lembrar que o orçamento público é composto pelo Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Or-
çamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA), conforme descrito abaixo.
PPA LOA
LDO
Portanto, a atuação do Conselho na elaboração dos instrumentos de planejamento do Fundo deve ser efetiva no senti-
do de garantir que sejam destinados valores proporcionais às ações demandadas, evitando, assim, a recorrente prática
de reserva de valores irrisórios destinados ao FIA. 44
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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Ocorre que, após a aprovação das leis orçamentárias, Mas nem sempre a abertura de créditos adicionais
é possível que surjam novas situações geradoras de está relacionada ao planejamento das despesas. O in-
despesas que não foram previstas ou insuficiente- gresso de receitas não inicialmente previstas no orça-
mente previstas no orçamento, ou receitas que não mento (excesso de arrecadação)53 pode também ser
foram consideradas no orçamento aprovado. Para motivo de ajustes do orçamento por meio de créditos
sanar esses desvios no planejamento orçamentário, adicionais. As receitas do FIA, em um determinado
existem os créditos adicionais. ano, podem ser incrementadas, por exemplo, por um
volume atípico de doações oriundas de pessoas físicas
Na prática, o CDCA e os gestores públicos podem iden- ou jurídicas (geralmente resultado de campanhas de
tificar demandas não contempladas pelo orçamento doações atreladas a incentivos fiscais), ou até mesmo
público, como a necessidade de implementar novas de recebimento de recursos de outro ente federativo
ações não previstas no plano de ações. Essa lacuna no (em caso de repasses referentes a programas nacional
planejamento orçamentário poderá ser preenchida ou estadual).
por meio de créditos adicionais especiais51, median-
te projeto de lei, elaborado pelo Poder Executivo e O ingresso imprevisto de receita pode contribuir com
aprovado pelo Poder Legislativo, autorizando a alte- a execução de ações previstas no Plano de Ação, mas
ração da lei orçamentária vigente. que não pode ser materializada por não haver recur-
sos previstos em quantidade suficiente quando da
Outra situação recorrente é a necessidade de reforçar elaboração do orçamento vigente, bem como no en-
os recursos em uma determinada ação prevista no frentamento de problemas desconhecidos quando o
orçamento. Nesse caso, a ação foi prevista no orça- orçamento foi elaborado, mas que merece atenção
mento, mas o recurso previsto, inicialmente, não era do CDCA por intermédio do FIA.
45
50
Lei n.º 4.320/1964 – artigo 72. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
51
Lei Federal n.º 4.320/1964 – artigo 41, II.
52
Lei Federal n.º 4.320/1964 – artigo 41, I.
53
Lei Federal n.º 4.320/1964 – artigo 43, II.
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Nos casos de ingresso de receitas não previstas inicialmente Apesar de existirem fatos que são de difícil previsão,
no orçamento do FIA, o gestor do fundo deve informar ime- é importante lembrar que os créditos adicionais são
diatamente ao CDCA para que este dialogue com o Poder medidas de exceção, pois não substituem o devido
Executivo e, juntos, providenciem o ajuste das peças orça- planejamento orçamentário e podem configurar ne-
mentárias, por meio de créditos adicionais, para que as no- gligência no planejamento estatal, fato que põe em
vas receitas sejam fontes financiadoras de novas ações (cré- risco a execução das políticas públicas. O ideal é que o
dito adicional especial) ou aumentem os recursos aplicados planejamento orçamentário seja o mais próximo pos-
em uma ação já criada (crédito adicional suplementar). sível da realidade.
46
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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Pessoas Físicas:
Pessoas Físicas: As pessoas físicas podem
podem doar
doar oo quanto
quanto puderem,
puderem,mas mas
oo benefício
benefício fiscal
fiscal (valor
(valor subtraído
subtraído do
do imposto
imposto de
de renda
renda devido)
devido) está
está limitado
limitadoaa
6% do
6% do imposto
imposto devido
devido emem cada
cada ano.
ano. Se
Se oo contribuinte,
contribuinte, ao
ao fazer
fazer aa declaração
declaração
de ajuste
ajuste anual
anual dodo imposto
imposto dede renda,
renda, constatar
constatar que
que háhá imposto
imposto de de renda
renda aa
4.3 Quanto pode ser doado ao FIA? de
pagar, oo valor
pagar,
EXEMPLO 1
valor doado
doado será
será diminuído
diminuído desse
desse imposto,
imposto, conforme
conforme exemplo:
exemplo:
Doaçãoao
Doação ao FIA
FIA efetuada
efetuada por
por contribuinte
contribuinte que
que apresenta
apresenta imposto
imposto aa pagar
pagarna
nadeclaração
declaração
de ajuste
de ajuste anual
anual do
do imposto
imposto de
de renda
renda de
de pessoa
pessoa física
física
II Impostode
Imposto de renda
renda anual
anual devido
devido pela
pela pessoa
pessoa física
física R$
R$10.000,00
10.000,00
PESSOAS FÍSICAS II
II Imposto de renda retido na fonte (IRRF)
Imposto de renda retido na fonte (IRRF)
R$ 6.000,00
R$ 6.000,00
III Imposto a pagar (se nada for doado ao FIA) (I -II) R$ 4.000,00
III Imposto a pagar (se nada for doado ao FIA) (I -II) R$ 4.000,00
As pessoas físicas podem doar o
quanto puderem, mas o benefício Doação para o Fundo 6% (incentivo fiscal no limite de 6% do imposto
IV Doação para o Fundo 6% (incentivo fiscal no limite de 6% do imposto R$ 600,00
IV devido) = R$ 10.000,00 X 6% = 600,00 R$ 600,00
fiscal (valor subtraído do imposto de devido) = R$ 10.000,00 X 6% = 600,00
renda devido) está limitado a 6% do Imposto a pagar se o contribuinte fizer a doação de 6% do seu
V Imposto a pagar se o contribuinte fizer a doação de 6% do seu R$ 3.400,00
V imposto devido ao FIA R$ 3.400,00
imposto devido em cada ano. imposto devido ao FIA
Se o contribuinte, ao fazer a declaração de ajuste anual do imposto de
No exemplo anterior, o valor doado pelo contribuinte ao FIA foi diminuído
No exemplo
renda, constataranterior,
que háoimposto
valor doado pelo a
de renda contribuinte ao FIA
pagar, o valor foi diminuído
doado será
do valor do imposto a pagar, logo, a doação efetuada pelo contribuinte foi
do valor do desse
diminuído imposto a pagar,
imposto, logo, a exemplo
conforme doação efetuada
1. O valorpelo
doadocontribuinte
pelo foi
compensada integralmente em forma de redução de imposto a pagar.
compensada integralmente em forma de redução de imposto a pagar.
contribuinte ao FIA foi diminuído do valor do imposto a pagar, logo, a
doação
Casoefetuada pelo contribuinte
o contribuinte, foi compensada
ao fazer a declaração de ajusteintegralmente
anual do impostoemde
Caso
forma deoredução
contribuinte, ao fazer a declaração de ajuste anual do imposto de
renda, constatar quede
háimposto
imposto aa pagar.
restituir (valores a receber), esse valor será
renda, constatar
acrescido que
do valor há imposto
doado, a restituir
conforme (valores
apresentado nosaexemplos
receber), aesse valor será
seguir:
acrescido do valor doado, conforme apresentado nos exemplos a seguir:
EXEMPLO 2
Doação ao FIA efetuada por contribuinte que apresenta imposto a restituir (a receber)
Doação ao naFIA efetuadade
declaração por contribuinte
ajuste anual doque apresenta
imposto imposto
de renda a restituir
de pessoa (a receber)
física
na declaração de ajuste anual do imposto de renda de pessoa física
I Imposto de renda anual devido pela pessoa física R$ 10.000,00
I Imposto de renda anual devido pela pessoa física R$ 10.000,00
II Imposto de renda retido na fonte (IRRF) R$ 12.000,00
II Imposto de renda retido na fonte (IRRF) R$ 12.000,00
III Imposto a restituir/a receber (se nada for doado ao FIA) (II - I) R$ 2.000,00
III Imposto a restituir/a receber (se nada for doado ao FIA) (II - I) R$ 2.000,00
Doação para o Fundo 6% (incentivo fiscal no limite de 6% do imposto
IV R$ 600,00
Doação
devido) para
= R$ o10.000,00
Fundo 6% X (incentivo
6% = 600,00fiscal no limite de 6% do imposto
IV R$ 600,00
devido) = R$ 10.000,00 X 6% = 600,00
Imposto a receber se o contribuinte fizer a doação de 6% do seu
V R$ 2.600,00
imposto adevido
Imposto receberaose
FIA
o contribuinte fizer a doação de 6% do seu
V R$ 2.600,00 43
imposto devido ao FIA
43
CasoNesse
o contribuinte, ao fazer aodeclaração
segundo exemplo, valor doado de pelo
ajustecontribuinte
anual do imposto
ao FIA defoi
Nesse
renda, segundo
acrescentado
constatar queexemplo,
ao valor há o valor
do imposto
imposto de doado
renda que
a restituir pelo contribuinte
o contribuinte
(valores ao
esseFIA
vai receber
a receber), foi
de
valor
acrescentado aodo
será acrescido valor dodoado,
valor impostoconforme
de renda exemplo
que o contribuinte
2. O valorvai receber
doado pelode
contribuinte ao FIA foi acrescentado ao valor do imposto de renda que
o contribuinte vai receber de volta (restituição do imposto de renda).
Logo, a doação efetuada foi compensada integralmente em forma de
aumento do valor do imposto a receber pela Receita Federal. É como se
o governo devolvesse ao contribuinte o valor doado ao FIA.
53
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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PESSOAS FÍSICAS
54
58
Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil – RFB n.º 1131/2011 – artigo 55. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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55
240.000,00 anuais. Nesse caso, sobre o lucro excedente, aplica-se o adicional de 10% de
imposto de renda.
Acrescenta-se,
PRÁTICAS DE GESTÃO ainda,
PÚBLICA para que dos
a utilização as recursos
doações efetuadas,
do Fundo tanto
da Infância pelas pessoas
e Adolescência (FIA)
físicas quanto pelas pessoas jurídicas, podem ser em bens móveis ou imóveis.
Nesses casos, para usufruírem do benefício fiscal, os doadores devem seguir
59
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PESSOAS FÍSICAS
E JURÍDICAS
56
59
Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil – RFB n.º 1131/2011 – artigo 5º. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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57
PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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Os órgãos responsáveis pela adminis- Caso a pessoa física opte por fazer a
tração das contas dos Fundos da Infância e doação de 3% do seu imposto devido
Adolescência Nacional, estaduais, Distrital e na própria declaração de ajuste anual
municipais, beneficiados pelas doações, do imposto de renda, o comprovante
devem emitir recibo a favor do da doação será o comprovante de pa-
doador, assinado pela pessoa gamento do Documento de Arrecada-
competente e presidente do Conselho ção de Receitas Federais (DARF).
correspondente, especificando:
u Número de ordem; O DARF será gerado pelo sistema da
u Nome, CNPJ e endereço do emitente;
Receita Federal quando o contribuin-
u Nome e CPF do doador;
u Data da doação e valor recebido; e te fizer a opção da doação ao FIA no
u Ano-calendário a que se refere a doação. preenchimento do formulário eletrô-
nico da declaração do imposto sobre
a renda da pessoa física. Nessa situ-
ação o doador não precisa efetuar o
depósito do valor doado na conta do
FIA, pois a Receita Federal receberá o
recurso doado por intermédio do DARF
e repassará os valores doados ao res-
pectivo Fundo, conforme escolhido
pelo doador no preenchimento de sua
declaração.
58
60
Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil RFB n.º 1.311/2012. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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59
61
Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal - SRF n.º 267, de 23 de dezembro de 2002. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA
62
Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil – RFB n.º 1.307/2012. para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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A B C
apreciar as contas julgar as contas dos apreciar a legalidade
prestadas, anualmente, administradores e dos atos de admissão
pelo governador do demais responsáveis por de pessoal;
Estado e pelos prefeitos recursos públicos;
municipais;
D E F
fiscalizar a aplicação auxiliar a Assembleia responder a
de quaisquer recursos Legislativa do Estado e consultas sobre
repassados pelo as câmaras municipais questões relativas à
Estado a municípios, no exercício do controle matéria sujeita à sua
por meio de convênios, externo; fiscalização;
e de subvenções a
entidades privadas;
G H
apurar denúncias exercer o controle
sobre supostas fiscal do Estado e
irregularidades municípios catarinenses,
cometidas em órgãos a partir da verificação do
públicos estaduais e cumprimento das normas
municipais; relativas à gestão fiscal
previstas na Lei.
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Descritivo de atribuições disponível em: http://www.tce.sc.gov.br/content/instituicao. PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 2 PRÁTICAS DE GESTÃO DOS RECURSOS DO FIA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 6 REFERÊNCIAS 7 ANEXOS
Os requisitos para que uma denúncia ou re- Instruções detalhadas em relação a denúncias e
presentação tenha prosseguimento no TCE/ representações podem ser obtidas em:
SC são: deverá referir-se a administrador ou http://www.tce.sc.gov.br/denuncias-representacoes.
responsável sujeito à sua jurisdição; ser re- As denúncias podem ser encaminhadas pelo correio ou
pessoalmente no setor de protocolo do TCE/SC e, no caso
digida em linguagem clara e objetiva; estar de agente público (representação), pela Sala Virtual,
acompanhada de indício de prova; e conter no site do TCE/SC (http://virtual.tce.sc.gov.br/web/#/
o nome legível e assinatura do denunciante, salaVirtual/salaVirtual-principal).
sua qualificação e endereço.
65
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Conforme art. 65 da Resolução n.º 06/2001 (Regimento Interno do TCE/SC). PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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“Ouvidoria TCE/SC”
http://www.tce.sc.gov.br/content/ouvidoria-0
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Conforme art. 65 da Resolução n.º 06/2001 (Regimento Interno do TCE/SC). PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
REFERÊNCIAS 6
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Referências
BRASIL. Lei n.º 4.320, de 17 de março de 1964. Estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos
Estados, dos Municípios e do Distrito Federal. DOU. Seção 1, de 23/03/1964. Brasília, DF.
_______. Lei n.º 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. DOU. Seção 1, de 16/07/1990 – ECA. Brasília, DF.
_______. Lei n.º 8.666, de 21 de junho de 1993. Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração
Pública e dá outras providências. DOU. Seção 1, de 22/06/1993. Brasília, DF.
_______. Lei Complementar n.º 101, de 04 de maio de 2000. Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras
providências. DOU. Seção 1, de 05/05/2000. Brasília, DF.
_______. Lei n.º 12.594, de 18 de janeiro de 2012. Institui o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), regulamenta a execução das medidas
socioeducativas destinadas a adolescente que pratique ato infracional; e altera as Leis nrs. 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente); 7.560,
de 19 de dezembro de 1986, 7.998, de 11 de janeiro de 1990, 5.537, de 21 de novembro de 1968, 8.315, de 23 de dezembro de 1991, 8.706, de 14 de setembro de
1993, os Decretos-Leis nos 4.048, de 22 de janeiro de 1942, 8.621, de 10 de janeiro de 1946, e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei
n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, DOU de 19/01/2012, P.3.
_______. Lei n.º 13.019, de 31 de julho de 2014. Estabelece o regime jurídico das parcerias voluntárias, Câmara dos Deputados, DOU. Seção 1, de 1º/08/2014 – ECA.
Brasília, DF.
_______. Conanda. Resolução n.º 75, de 22 de outubro de 2001. Dispõe sobre os parâmetros para a criação e funcionamento dos Conselhos Tutelares e dá outras
providências, DOU. Seção 1, de 14 de novembro de 2001. Brasília, DF.
_______. Conanda. Resolução n.º 105, de 15 de junho de 2005. Dispõe sobre os parâmetros para criação e funcionamento dos conselhos dos direitos da criança e
do adolescente e dá outras providências, DOU. Seção 1, de 23 de junho de 2005. Brasília, DF.
_______. Conanda. Resolução n.º 116, de 21 de junho de 2016. Altera dispositivos das Resoluções n.º 105/2005 e 106/2006, que dispõe sobre os Parâmetros para
Criação e Funcionamento dos Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Brasília, DF.
_______. Conanda. Resolução n.º 137, de 21 de janeiro de 2010. Dispõe sobre os parâmetros para a criação e o funcionamento dos Fundos Nacional, Estaduais e
Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e dá outras providências. DOU. Seção 1, de 04 de março de 2010. Brasília, DF.
_______. Conanda. Resolução n.º 171, de 04 de dezembro de 2014. Estabelece os parâmetros para discussão, formulação e deliberação dos planos decenais dos
direitos humanos da criança e do adolescente em âmbito estadual, distrital e municipal. DOU. Seção 1, de 10 de dezembro de 2014. Brasília, DF.
_______. Conanda. Resolução n.º 170, de 10 de dezembro de 2014. Altera a Resolução nº 139, de 17 de março de 2010 para dispor sobre o processo de escolha em
data unificada em todo o território nacional dos membros do Conselho Tutelar. DOU. Seção 1, de 27 de janeiro de 2015. Brasília, DF.
_______. Conanda. Resolução n.º 194, de 10 de julho de 2017. Inclui o parágrafo 2° do artigo 16 da Resolução 137, de 21 de janeiro de 2010. DOU. Seção 1, de 17
de julho de 2017. Brasília, DF.
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PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 2 PRÁTICAS DE GESTÃO DOS RECURSOS DO FIA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 7 ANEXOS
_______. Receita Federal do Brasil. Instrução Normativa n.º 1.005, de 08 de fevereiro de 2010. Dispõe sobre o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica. DOU. Seção
1, de 09/02/2010 – Brasília, DF.
_______. Receita Federal do Brasil. Instrução Normativa n.º 1.131, de 20 de fevereiro de 2011. Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados para fruição dos
benefícios fiscais relativos ao imposto sobre a renda das pessoas físicas nas doações ao FIA. DOU. Seção 1, de 21/02/2011 – Brasília, DF.
_______. Receita Federal do Brasil. Instrução Normativa n.º 1.307, de 27 de dezembro de 2012. Dispõe sobre a Declaração de Benefícios Fiscais (DBF) e dá outras
providências. DOU. Seção 1, de 31/12/2012 – Brasília, DF.
_______. Receita Federal do Brasil. Instrução Normativa n.º 1.311, de 28 de dezembro de 2012. Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados para fruição dos
benefícios fiscais relativos ao imposto sobre a renda das pessoas físicas nas doações ao FIA. DOU. Seção 1, de 31/12/2012 – Brasília, DF.
_______. Receita Federal do Brasil. Instrução Normativa n.º 1.634, de 06 de maio de 2016. Dispõe sobre o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica. DOU. Seção 1, de
09/05/2016 – Brasília, DF.
_______. Secretaria da Receita Federal. Instrução Normativa n.º 267, de 23 de dezembro de 2002. Dispõe sobre os incentivos fiscais decorrentes do imposto sobre
a renda das pessoas jurídicas. DOU. Seção 1, de 27/12/2002 – Brasília, DF.
SANTA CATARINA. Tribunal de Contas do Estado. Instrução Normativa n.º N. TC-14/2012, de 13 de junho de 2012. Estabelece critérios para a organização da
prestação de contas de recursos concedidos a qualquer título e dispõe sobre o seu encaminhamento ao Tribunal de Contas para julgamento. DOTC de 22/06/2012 –
Florianópolis, SC.
_______. Tribunal de Contas do Estado. Instrução Normativa N. TC-20/2015, de 31 de agosto de 2015. Estabelece critérios para organização e apresentação da
prestação de contas anual, normas relativas à remessa de dados, informações e demonstrativos por meio eletrônico e dá outras providências. DOTC de 09/09/2015
– Florianópolis, SC.
______. Tribunal de Contas do Estado. Prejulgado n.º 1681. Processo CON-05/00113750. Relator: Conselheiro Wilson Rogério Wan-Dall. Florianópolis, 03 de agosto
de 2005, reformado pela decisão 251/2017, processo CON-16/00501203, em 17/07/2017.
______. Tribunal de Contas do Estado. Prejulgado n.º 1832. Processo CON-06/00168506. Relator: Conselheiro José Carlos Pacheco. Florianópolis, 02 de outubro de
2006.
______. Tribunal de Contas do Estado. Prejulgado n.º 1978. Processo CON-08/00422449. Relator: Conselheiro César Filomeno Fontes. Florianópolis, 17 de dezembro
de 2008.
______. Tribunal de Contas do Estado. Prejulgado n.º 2197. Processo CON-16/00560986. Relator: Conselheiro Luiz Roberto Herbst. Florianópolis, 05 de julho de
2017.
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PRÁTICAS DE GESTÃO PÚBLICA para a utilização dos recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA)
ANEXOS 7
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SUMÁRIO 1 CONCEITOS BÁSICOS, RECURSOS E ESTRUTURA 2 PRÁTICAS DE GESTÃO DOS RECURSOS DO FIA 3 ORÇAMENTO E CONTABILIDADE PÚBLICA E O FIA 4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS
Anexo 1
Anexo 1
ModeloModelo
de Plano de Ação para o Fundo da Infância e Adolescência – FIA
de Plano de Ação para o Fundo da Infância e Adolescência – FIA
(Sugerido pela Federação Catarinense de Municípios – Fecam)
(Sugerido pela Federação Catarinense de Municípios – Fecam)
Capa
I – Apresentação
II – Introdução
IV – Marco Legal
V – Objetivos
CONTINUA >>
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Mobilizar ações de capacitação para a Maio/2016 CMDCA Conselho Tutelar, Saúde, R$ 9.000,00
rede de turismo do município. Educação, Turismo
Creas
CONTINUA >>
69 A informação do financeiro nesta etapa pode circunstancialmente ser inviável, de forma que a quantificação nesta fase pode ser dispensada.
A informação do financeiro nesta etapa pode circunstancialmente ser inviável,
69
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de forma que a quantificação nesta fase pode ser dispensada.
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Realizar capacitação para a rede sobre Junho a Saúde Conselho Tutelar, R$ 10.000,00
a prevenção do uso de álcool e outras dezembro/20 Educação, Creas, CMDCA
drogas por crianças e adolescentes. 16
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4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS
Anexo 2
Anexo 2
Modelo de Projeto para o Pleito de Recursos do FIA
(SugeridoModelo
pela Federação Catarinense
de Projeto para de Municípios
o Pleito de Recursos do FIA – Fecam)
(Sugerido pela Federação Catarinense de Municípios – Fecam)
PROJETO
(Todo em fonte Arial, tamanho 12, justificado, espaçamento 1,5)
Capa: (INSERIR A CAPA NO INÍCIO DOS ANEXOS)
• Primeiras linhas: Nome da Instituição. Indicação se é governamental
(vinculado a qual instituição) ou não governamental.
• No centro da folha, Arial, 12, centralizado, em negrito: Nome do
projeto
• No fim da folha centralizado: Cidade, mês e ano de entrega do projeto
para avaliação FIA.
Resumo: Incluir objetivos, metodologia e resultados esperados (até 1
página)
1. Histórico da Instituição (até 2 páginas)
2. Justificativa do Projeto (1 página)
Objetivo Geral
2.1. Objetivos Específicos
3. Estado da arte: Apresentar o projeto, exemplificar a situação do local
ou comunidade a ser atingida pelo projeto, formas de acesso para
participar do projeto, público alvo, reflexões sobre a importância no projeto
na comunidade, entre outras informações relevantes (até 7 páginas)
4. Planejamento/Cronograma de ações (Livre)
5. Metodologia: qual será a metodologia, como funcionará os processos,
inclusive como será a avaliação da efetivação ou dos objetivos do projeto;
(até 3 páginas)
6. Recursos: Humano, físico e financeiro (Livre)
7. Plano de Aplicação (Livre)
8. Impactos sociais esperados (até 3 páginas)
Anexos: Se houver.
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4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS
MODELOS:
CRONOGRAMA
PERÍODO ATIVIDADES/ TEMAS ABORDADOS/ OUTRAS AÇÕES
1° Semana • Xxxx.
de • Xxxxxxxxxx.
Fevereiro
• Xxxxx.
3° Semana • Xxxxxxxxx.
de • Xxxxxxxxxxxxxxxxx.
Fevereiro
RECURSOS HUMANOS
FUNÇÃO NO FORMAÇÃO CARGA HORÁRIA VÍNCULO
PROJETO PROFISSIONAL
PLANO DE APLICAÇÃO
(Planilha resumida de custo/orçamento)
PRODUTO DESCRITO QUANTIDADE EMPRESA VALOR
Notebook 1 Marfine informática R$ 1.987,00
Folders tamanho xxxx 1.000 Gráfica estuniema R$ 250
Banner tamanho xxxx, 2 Gráfica estuniema R$ 150
TOTAL R$ 2.387
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4 INCENTIVOS FISCAIS PARA DOAÇÕES E O FOMENTO AO FIA 5 A ATUAÇÃO DO TCE/SC EM RELAÇÃO AO FIA 6 REFERÊNCIAS
Anexo 3
Anexo 3
Lançamentos contábeis
Lançamentos para
contábeis descentralização
para descentralização dosdos Recursos
Recursos do FIAdo FIA
(Entre (Entre
unidades da administração pública)
unidades da administração pública)
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