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Laudo Vegetacao

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PROPRIETÁRIO: CNPJ:

DUNAS IMOBILIÁRIA COM. & SERVIÇOS LTDA 64.919.350/0001-30

ENDEREÇO: MATRÍCULA DO IMÓVEL:


ESTRADA DO CORREDOR, GLEBA A, JARDIM CALIFÓRNIA, Nº 5.300
ITAQUAQUECETUBA -SP.

COORDENADAS UTM: ÁREA TOTAL DO IMÓVEL


362988 x 7408191 103.290,15 m2

TÉCNICO RESPONSÁVEL PELO RELATÓRIO: CRBIO Nº:


BIÓLOGO RODOLFO KOITI KATAHIRA 40.231/01 -D

DATA DA VISTORIA DE CAMPO:


24 DE SETEMBRO a 12 DE NOVEMBRO DE 2022.

TÍTULO: ART Nº:


LAUDO DE CARACTERIZAÇÃO DE VEGETAÇÃO. 2023/02821

SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO 2

2. METODOLOGIA 2

3. INTRODUÇÃO 2

4. VEGETAÇÃO LOCAL E REGIONAL 3

5. RELATORIO FOTOGRÁFICO 8

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS 16

MAPAS

QUADRO RESUMO
TOTAL (M²)
ÁREA TOTAL DO IMÓVEL 103.290,17
VEGETAÇÃO EM ESTÁGIO MÉDIO 72.112,00
ÁREA DE APP 28.671,29
VEGETAÇÃO A SUPRIMIR (EST. MÉDIO) 36.056,00
VEGETAÇÃO A PRESERVAR (ÁREA VERDE) 36.056,00

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1. APRESENTAÇÃO

O presente documento tem como objetivo descrever e caracterizar, conforme a Resolução


SMA/IBAMA nº 01 de 1994, a vegetação incidente no imóvel localizado na Estrada do
Corredor, Gleba A, Jardim Califórnia, Itaquaquecetuba - SP.

2. METODOLOGIA

Para a elaboração do presente Laudo de Caracterização de Vegetação, foram realizadas análises


de dados secundários (literatura, mapas e imagens de satélite) para verificar o histórico de
ocupação da área e entorno, vistoria ao local para coletar dados referentes à vegetação, e
comparação dos dados obtidos, secundários e de campo, com a legislação ambiental pertinente,
Resolução SMA/IBAMA nº01/1994.

Para a coletada de dados da fitofisionomia como altura das árvores, DAP, espécies vegetais e
demais informações sobre a vegetação, foi utilizado o método de transecto linear (2x25m). A
linha central do transecto foi instalada no meio do terreno.

3. INTRODUÇÃO

O município de Itaquaquecetuba está inserido no Bioma Mata Atlântica, e segundo o Projeto


Radambrasil, no Domínio Fitogeográfico Floresta Ombrófila Densa, contudo, devido à
diminuição progressiva da temperatura a partir da costa do Estado de São Paulo em direção ao
planalto, observa-se a presença cada vez mais visível da Floresta Estacional Semidecidual.

Em Itaquaquecetuba, com a expansão populacional, a cobertura florestal original, sofreu grande


diminuição, principalmente nas décadas de 60, 70 e 80 quando houve aproveitamento das áreas
de várzeas para agricultura e avicultura. Já na década de 50, com a implantação da rodovia
Presidente Dutra, as áreas de várzeas foram, em parte, ocupadas por indústrias, e
subsequentemente por núcleos habitacionais.

Com a redução da vegetação nativa iniciada nos séculos passados, é possível evidenciar no
Inventário Florestal do Estado de São Paulo 2020 (MAPA 1), que o município de
Itaquaquecetuba possui uma cobertura vegetal pouco expressiva, ou seja, 12.08%. salienta-se
que esta vegetação é formada em grande parte por remanescentes isolados distribuídos de
forma heterogênea no município (MAPA 2).

Segundo o Mapa de Áreas Prioritárias, o imóvel objeto deste laudo não possui Grau de
Indicação, e conforme o Mapa de Conectividade do Estado de São Paulo (MAPA 3), a área de
estudo está classificada como categoria 3.

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4. VEGETAÇÃO LOCAL E REGIONAL

Conforme é possível observar no MAPA 4, a vegetação que ocorre na região na qual está inserida
a área de estudo, está distribuída em remanescentes isolados, no entanto, salienta-se que na
matriz na qual o imóvel está inserido , ocorrem remanescentes de vegetação florestal com
dimensões expressivas.

A vegetação incidente no interior do imóvel (MAPA 5), apresenta duas fisionomias distintas:
florestal e campo antrópico com árvores isoladas. Destaca-se que a autorização para o manejo
(supressão) das árvores isoladas será solicitada à Municipalidade.

VEGETAÇÃO COM FISIONOMIA FLORESTAL

Tipo de Vegetação: Domínio da Mata Atlântica com vegetação secundária pertencente à


Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual em estágio sucessional médio de
regeneração, conforme Resolução CONAMA n° 1, de 31/01/94, Resolução Conjunta IBAMA/SMA
n° 1, de 17/02/94, Resolução CONAMA nº 7, de 23/07/96 e Resolução SMA 84/2013 e Decisão
de Diretoria 287/2013.
Cobertura do Dossel: aberto com 3 estratos.
Altura máxima: 15 m, com porte das árvores médio.
DAP médio: 25 cm.
Serapilheira: apresenta-se contínua decomposta, com espessura variando entre 2 e 3 cm
Presença de Epífitas: Monilófitas (Pteridófitas), famílias Loganiaceae, Bromeliaceae, Araceae,
Convolvulaceae e Cactaceae.
Presença de Lianas (cipós ou trepadeiras): Amaranthaceae, Apocynaceae (Peltastes peltatus),
Araceae (Heteropsis salicifolia, Philodndron sp.), Asteraceae (Mikania chlorolepis, Mikania sp.),
Bignoniaceae (Amphilophium dolichoides, Pyrostegia venusta, Lundia sp.).

Diversidade Vegetal: média, apresentando 41 famílias, distribuídas em 105 espécies, sendo


predominte a ocorrencia de espécies pioneiras. Não foram observados espécies da flora
ameaçada de extinção conforme Resolução SMA 57/2016. As famílias mais abundantes em
número de indivíduos foram: Fabaceae, Myrtaceae, Lauraceae, Euphorbiaceae, Meliaceae,
Rubiaceae e Sapindaceae e Sapotaceae.

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TABELA 01 – LISTA DE ESPÉCIES ARBÓREAS PREDOMINANTES (Vegetação Florestal)

Família Espécie Sucessão Dispersão


Anacardiaceae Schinus terebinthifolia Pioneira Zoocórica
Anacardiaceae Tapirira guianensis Pioneira Zoocórica
Annonaceae Xylopia emarginata Pioneira Zoocórica
Arecaceae Syagrus romanzoffiana Não pioneira Zoocórica
Asteraceae Piptocarpha angustifolia Pioneira Anemocórica
Asteraceae Vernonia discolor Pioneira Anemocórica
Bignoniaceae Handroanthus heptaphyllus Pioneira Autocórica
Bignoniaceae Handroanthus vellosoi Pioneira Autocórica
Bignoniaceae Jacaranda micrantha Pioneira Autocórica
Boraginaceae Cordia sellowiana Não pioneira Anemocórica
Burseraceae Protium heptaphyllum Não pioneira Zoocórica
Cannabaceae Trema micrantha Não pioneira Zoocórica
Celastraceae Maytenus evonymoides Não Pioneira Zoocórica
Cyatheaceae Cyathea delgadii Não pioneira
Elaeocarpaceae Sloanea guianensis Não pioneira Autocórica
Erythroxylaceae Erythroxylum deciduum Não pioneira Zoocórica
Euphorbiaceae Alchornea glandulosa Pioneira Autocórica
Euphorbiaceae Alchornea sidifolia Pioneira Autocórica
Euphorbiaceae Aparistimum cordatum Pioneira Autocórica
Euphorbiaceae Croton floribundus Pioneira Autocórica
Euphorbiaceae Sapium glandulosum Pioneira Autocórica
Fabaceae Anadenanthera macrocarpa Não pioneira Anemocórica
Fabaceae Andira fraxinifolia Pioneira Autocórica
Fabaceae Centrolobium tomentosum Pioneira Autocórica
Fabaceae Copaifera langsdorfii Não pioneira Autocórica
Fabaceae Enterolobium contortisiliquum Pioneira Autocórica
Fabaceae Erythrina speciosa Pioneira Zoocórica
Fabaceae Machaerium acutifolium Pioneira Autocórica
Fabaceae Machaerium hirtum Não pioneira Autocórica
Fabaceae Machaerium nyctitans Não pioneira Anemocórica
Fabaceae Machaerium stiptatum Não Pioneira Autocórica
Fabaceae Machaerium villosum Não pioneira Autocórica
Fabaceae Piptadenia gonoacantha Pioneira Autocórica
Fabaceae Pterogyne nitens Não pioneira Anemocórica
Fabaceae Senna macranthera Pioneira Autocórica
Fabaceae Senna multijuga Pioneira Autocórica
Lauraceae Nectandra lanceolata Não pioneira Autocórica
Lauraceae Nectandra megapotamica Não pioneira Autocórica
Lauraceae Nectandra oppositifolia Pioneira Autocórica

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Lauraceae Ocotea indecora Não pioneira Autocórica
Malvaceae Luehea divaricata Não pioneira Autocórica
Malvaceae Luehea grandiflora Não pioneira Autocórica
Melastomataceae Miconia cabussu Não pioneira Autocórica
Melastomataceae Miconia cinnamomifolia Pioneira Autocórica
Meliaceae Cabralea canjarana Não pioneira Autocórica
Meliaceae Guarea guidonia Não Pioneira Zoocórica
Meliaceae Trichilia pallida Não Pioneira Autocórica
Moraceae Ficus guaranitica Não Pioneira Zoocórica
Moraceae Sorocea bonplandii Não Pioneira Zoocórica
Myrtaceae Eugenia uniflora Não Pioneira Zoocórica
Myrtaceae Myrcia floribunda Não pioneira Zoocórica
Nyctaginaceae Guapira opposita Não pioneira Zoocórica
Olacaceae Heisteria silviannii Não pioneira Zoocórica
Peraceae Pera glabrata Pioneira Zoocórica
Pinaceae Pinnus ellioti Pioneira
Primulaceae Myrsine gardneriana Pioneira Zoocórica
Primulaceae Myrsine umbellata Não pioneira Zoocórica
Rubiaceae Psychotria suterella Não pioneira Zoocórica
Rubiaceae Psychotria vellosiana Não pioneira Zoocórica
Rubiaceae Rudgea gardenoides Não Pioneira Zoocórica
Rutaceae Zanthoxylum rhoifolium Não Pioneira Zoocórica
Salicaceae Casearia sylvestris Pioneira Zoocórica
Sapindaceae Allophylus edulis Pioneira Autocórica
Sapindaceae Cupania oblongifolia Não Pioneira Autocórica
Sapindaceae Cupania vernalis Não pioneira Zoocórica
Sapindaceae Matayba elaeagnoides Não pioneira Zoocórica
Solanaceae Solanum mauritianum Pioneira Zoocórica
Solanaceae Solanum pseudoquina Pioneira Zoocórica
Urticaceae Cecropia glaziovvii Pioneira Zoocórica
Urticaceae Cecropia pachystachya Pioneira Zoocórica
Vochysiaceae Vochysia tucanorum Não Pioneira Autocórica

VEGETAÇÃO COM FISIONOMIA DE CAMPO ANTRÓPICO

A vegetação caracterizada como campo antrópico possui vegetação predominante composta


por espécies rudeirais como Brachyaria spp. entre outras e, árvores isoladas (Tabela 02),
dentre as quais, espécies exóticas de frutíferas.

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TABELA 2 - CADASTRAMENTO ARBÓREO 72 ÁRVORES
Nº NOME POPULAR NOME CIENTÍFICO ORIGEM DQ (cm) ALT. (m) E. FITO. OBS
1 Jerivá Syagrus romanzoffiana Nativa 36 15 Boa
2 Jerivá Syagrus romanzoffiana Nativa 29 15 Boa
3 Caracazana Euphorbia cotinifolia Exótica 18 2 Boa
4 Jerivá Syagrus romanzoffiana Nativa 15 4 Boa
5 Camboatã Cupania vernalis Nativa 41 6 Boa
6 Goiabeira Psidium guajava Nativa 25 5 Boa
7 Ora-pro-nóbis Pereskia aculeata Exótica 11 4 Boa
8 Caracazana Euphorbia cotinifolia Exótica 7 4 Boa
9 Goiabeira Psidium guajava Nativa 34 4 Boa
10 Goiabeira Psidium guajava Nativa 19 4 Boa
11 Ora-pro-nóbis Pereskia aculeata Exótica 12 5 Boa
12 Ora-pro-nóbis Pereskia aculeata Exótica 12 5 Boa
13 Ora-pro-nóbis Pereskia aculeata Exótica 12 5 Boa
14 Ora-pro-nóbis Pereskia aculeata Exótica 11 5 Boa
15 Pau-jacaré Piptadenia Gonoacantha Nativa 38 8 Boa
16 Ipê-de-jardim Tecoma stans Exótica 25 5 Boa
17 Ipê-de-jardim Tecoma stans Exótica 29 5 Boa
18 Pinheiro Pinus sp. Exótica 35 7 Boa
19 Goiabeira Psidium guajava Nativa 15 4 Boa
20 Goiabeira Psidium guajava Nativa 15 4 Boa
21 Goiabeira Psidium guajava Nativa 34 5 Boa
22 Goiabeira Psidium guajava Nativa 27 5 Boa
23 Uva-japonesa Hovenia dulcis Exótica 48 7 Boa
24 Uva-japonesa Hovenia dulcis Exótica 29 7 Boa
25 Jabuticabeira Plinia cauliflora Nativa 18 4 Boa
26 Cereja-do-rio grande Eugenia involucrata Nativa 33 4 Boa
27 Andira Andira fraxinifolia Nativa 24 7 Boa
28 Não identificada Não identificada x 29 4 Morta Morta em pé.
29 Cedro-rosa Cedrela fissilis Nativa 61 14 Boa
30 Goabeira-brava Myrcia tomentosa Nativa 25 4 Boa
31 Cipreste Cupressus sempervirens Exótica 34 10 Boa
32 Mexirica Citrus reticulata Exótica 12 4 Boa
33 Pitangueira Eugenia uniflora Exótica 9 3 Boa
34 Pitangueira Eugenia uniflora Exótica 11 3 Boa
35 Cipreste Cupressus sempervirens Exótica 27 10 Boa
36 Eritrina Erythrina speciosa Nativa 16 4 Boa
37 Jerivá Syagrus romanzoffiana Nativa 35 14 Boa
38 Não identificada Não identificada x 27 4 Morta Morta em pé.
39 Camboatã Cupania vernalis Nativa 11 4 Boa
40 Pitangueira Eugenia uniflora Nativa 30 5 Boa
41 Figueira Ficus insipida Nativa 32 6 Boa
42 Não identificada Não identificada x 32 4 Morta Morta em pé.
43 Jerivá Syagrus romanzoffiana Nativa 26 15 Boa

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44 Mexirica Citrus reticulata Exótica 30 3 Boa
45 Mexirica Citrus reticulata Exótica 23 3 Boa
46 Mexirica Citrus reticulata Exótica 31 3 Boa
47 Mexirica Citrus reticulata Exótica 21 3 Boa
48 Goiabeira Psidium guajava Nativa 35 4 Boa
49 Mangueira Mangifera indica Exótica 25 4 Boa
50 Abacateiro Persea americana Exótica 30 4 Boa
51 Ipê-de-jardim Tecoma stans Exótica 29 4 Boa
52 Andira Andira fraxinifolia Nativa 17 4 Boa
53 Andira Andira fraxinifolia Nativa 15 4 Boa
54 Jacarandá-paulista Machaerium villosum Nativa 33 5 Boa
55 Mangueira Mangifera indica Exótica 16 3 Boa
56 Jerivá Syagrus romanzoffiana Nativa 30 6 Boa
57 Guaçatonga Casearia sylvestris Nativa 12 4 Boa
58 Eritrina Erythrina speciosa Nativa 31 4 Boa
59 Camboatã Cupania vernalis Nativa 25 5 Boa
60 Tapiá-mirim Alchornea triplinervia Nativa 66 7 Boa
61 Paineira Ceiba speciosa Nativa 75 14 Boa
62 Não identificada Não identificada x 33 4 Morta Tombada.
63 Não identificada Não identificada x 38 4 Morta Tombada.
64 Canela Nectandra membranacea Nativa 113 14 Boa
65 Ipê-de-jardim Tecoma stans Exótica 19 3 Boa
66 Ipê-roxo Handroanthus heptaphyllus Nativa 36 8 Boa
67 Abacateiro Persea americana Exótica 57 9 Boa
68 Canela Nectandra membranacea Nativa 22 4 Boa
69 Canela Nectandra membranacea Nativa 13 4 Boa
70 Pau-jacaré Piptadenia Gonoacantha Nativa 44 12 Boa
71 Pau-jacaré Piptadenia Gonoacantha Nativa 38 10 Boa
72 Pau-jacaré Piptadenia Gonoacantha Nativa 37 19 Boa

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5. RELATORIO FOTOGRÁFICO

Fotografia 01: Remanescente de vegetação florestal à esquerda do imóvel. Em primeiro plano,


campo antropizado.

Fotografia 02: Remanescente de vegetação florestal à direita do imóvel. Em primeiro plano,


campo antropizado.

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Fotografia 03: Subosque.

Fotografia 04: Subosque – seta vermelha, Psychotria suterella.

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Fotografia 05: Serapilheira continua e decomposta.

Fotografia 06: Seta vermelha – lianas lenhosas.

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Fotografia 07: Seta vermelha – Coffea arábica (cafeeiro).

Fotografia 08: Árvores isoladas.

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Fotografia 09: Presença de epífitas (Bromeliaceae).

Fotografia 10: Presença de epífitas (Bromeliaceae).

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6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Trata-se de laudo técnico de caracterização de vegetação para fins de supressão de


vegetação com a finalidade de implantação de loteamento industrial.

A área de estudo não está inserida em Área de Proteção Ambiental, conforme Lei
9.985/2000, artigos 14 e 15.

Apresenta Faixa de APP (Área de Preservação Permanente) de corpo d’água,


conforme conforme art. 4º do Código Florestal – Lei Federal 12.651/2012 e
Resolução CONAMA 302 e 303 de 2002, na qual não ocorrerá nenhum tipo de
intervenção, sendo estas áreas utilizadas para compor a faixa de área verde do
empreendimento.

Não foram observadas espécies ameaçadas de extinção, conforme Resolução SMA


57/2016, não foram observadas espécies raras ou de excepcional valor paisagístico.

A supressão de vegetação em estágio médio em áreas urbanas fica condicionada a


averbação de área verde de 50% no caso do estágio sucessional médio, assim como
a compensação ambiental dentro de área prioritária UGRHI 5 e 6, conforme Lei
Federal 11.428/2006 artigos 31º e 17º e Resolução SMA 07/2017 artigo 3º, parágrafo
2º e artigo 6º.

A área em estudo não possui proximidade com Rodovias ou ferrovias, conforme


Resolução 06/2004 do DNIT que fiscaliza e rege o transporte terrestre.

Apresenta torres de tensão de companhias de energia no local.

Não possui área tombada pelo Condephaat.

Concluindo-se a área objeto de estudo não apresenta nenhum impedimento de


supressão, desde que sejam respeitadas as áreas verdes e de preservação
permanente e seja realizada as devidas compensações.

Itaquaquecetuba, 16 de março de 2023.

RODOLFO KOITI KATAHIRA


Biólogo
CRBIO 40.231/01 -D
ART Nº: 2023/02821

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ANEXOS:

Mapa 01: Índice de Cobertura Vegetal Nativa por município com base no Inventário
Florestal 2020. Fonte: Sistema Ambiental Paulista – DATAGEO. Acesso em 16/03/2023.

Mapa 02: Inventário Florestal 2020. Círculo vermelha tracejado – localização do imóvel.
Fonte: Sistema Ambiental Paulista – DATAGEO. Seta Acesso em 16/03/2023.

|Página 14 de 16|
Mapa 03: Conectividade do Estado de São Paulo 2008 - BIOTA/FAPESP. Círculo
vermelha tracejado – localização do imóvel. Fonte: Sistema Ambiental Paulista –
DATAGEO. Acesso em 16/03/2023.

Mapa 04: Vegetação regional. Círculo vermelha tracejado (Polígono vermelho no


interior do círculo) – Imóvel.

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Mapa 05: Vegetação incidente no imóvel.

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