https://edificaacoes.files.wordpress.com/.../apo-vidros-completa-publicac...
www.destaquevidros.com.br/dicas/tudo_vidros.pdf
Trablaho de materiais de construção
Vidros
Aplicações
http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/projetos/transparencia-velada-propicia conforto-
ambiental-e-privacidade-a-casa-com-409-m.htm
Transparência velada propicia conforto ambiental e privacidade à casa com 409 m²
Erguida na Vila Madalena, zona oeste paulistana, esta casa de traçado contemporâneo se insere
discretamente no entorno, caracterizado por construções de usos, gabaritos e características diversos.
De acordo com a autora do projeto, arquiteta Monica Drucker, os clientes, ainda recém-casados,
solicitaram sua ajuda para a escolha e compra de um terreno onde pretendiam construir uma casa
em “estilo toscano”.
Como sempre havia morado na Vila Madalena, o casal não queria viver em outro bairro. A procura não
foi fácil, pois a região é densamente povoada e dispunha de poucos terrenos livres. Só depois de alguns
meses de intensa pesquisa, a dupla conseguiu encontrar o lote ideal, plano e retangular, com 420m² (14
m x 30 m).
O único problema era um alto edifício de apartamentos existente ao fundo do lote, que exigiu cuidados
especiais na implantação da casa, para evitar questões que viessem a afetar a salubridade e a
privacidade dos moradores.
Detalhe da fachada da residência na Vila Madalena (SP), assinada pela arquiteta Monica Drucker
“Foram três anos e meio entre a compra do terreno e o término da obra. Nesse meio tempo, o casal que
teve três filhos – uma menina e dois meninos gêmeos, se convenceu de que o projeto deveria ter uma
interação objetiva e importante com o entorno - de morfologia heterogênea - e descartou a idéia inicial
da ‘casa toscana’”, conta a arquiteta.
Projeto
“Desde o início,” - explica Monica Drucker - “nossa preocupação foi proteger a casa com transparências
veladas, colocando pérgulas nos terraços, brises e panos de vidro em locais estratégicos, de maneira a
preservar ao máximo a privacidade dos moradores, mas propiciando insolação e ventilação adequadas
aos ambientes”.
Projetada em "L", a casa com 409m² de área, tem as laterais fechadas por esquadrias de alumínio e
vidros com pé-direito duplo associados a portas de correr, de maneira a permitir aeração e iluminação
naturais. Os ambientes foram pensados de forma totalmente integrada e aberta para os jardins e
pátios criados nas transversais.
Rés-do-chão
Grande parte do extenso programa foi organizado no térreo: garagem, dependência de empregados,
cozinha, churrasqueira e forno a lenha, espaços de jantar e estar, sala de TV, lavabo, depósitos, sauna,
além de jardins e pátios.
A sala da churrasqueira, com passa-prato para a cozinha, é o ambiente de refeições cotidianas da família
e seu uso é mantido mesmo nos dias de festa, quando o espaço é ampliado pela abertura das portas de
correr voltadas ao jardim e à sala de jantar. A área da sauna, projetada no limite do terreno, ao fundo,
recebeu cobertura de vidro.
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1º andar
No pavimento superior, uma passarela com guarda-corpo de vidro, projetada na lateral da escada, une o
mezanino da sala íntima ao corredor que leva às três suítes – do casal e dos filhos (dois quartos) -, todas
integradas por uma varanda coberta por pérgula protegida por vidro e com guarda-corpos laterais
também feitos de vidro.
A parede ao lado dos quartos recebeu um extenso painel de madeira cumaru com portas de acesso que
ligam a varanda e o interior. Cobrindo toda a extensão da alvenaria, o painel foi executado em terças de
madeira estruturadas em perfis de PVC - no mesmo formato dos de alumínio - para fixação das tábuas.
Clara e ampla, a varanda, “detrás” das portas camarão, proporciona privacidade aos dormitórios em
relação ao prédio vizinho e é o local usado para jogos e brincadeiras das crianças.
Dentro-fora
Neste projeto, a noção de interior/exterior é atenuada não só pela integração de seus espaços, mas
também pela continuidade de planos de alvenaria, que seguem de dentro para fora com mesma textura
- seja ela de argamassa tipo cimentado, ou revestimentos em painéis de madeira (sempre cumaru), ou
pedra moledo – e também pelos reflexos dos vidros, uns nos outros.
Na casa, o uso convencional do revestimento de piso residencial foi invertido pela arquiteta: enquanto o
concreto usinado com resina foi aplicado nos grandes ambientes internos de estar e jantar, a área
externa, junto ao jardim, recebeu um deck de madeira.
Na fachada, a horizontalidade é realçada por janelas e portões de correr de madeira cumaru. No limite
com o passeio, ao invés de muros fechados de alvenaria, comuns nas grandes cidades, a arquiteta optou
pelo uso de portões que ocupam toda a largura do terreno, executados em ripas de madeira como
brises, de modo a preservar a vista para a rua.
No pátio da garagem - que tem como cobertura a laje que suporta a suíte, em balanço -, o mesmo tipo
de madeira foi usado no portão de acesso à lateral da casa e na porta dos medidores de água e luz. Na
parede da garagem, o destaque é o revestimento de pedra moledo, que penetra pelo hall social e chega
à sala de jantar.(Éride Moura, colaboração para o UOL)
Algumas propriedades
Envoltória e ganhos de eficiência
http://www.engenhariaearquitetura.com.br/noticias/828/Envoltoria-e-ganhos-de-eficiencia.aspx
Estratégias para menor carga térmica
O consumo de energia em edificações está relacionado aos ganhos ou perdas de calor associados à carga interna gerada pela insolação,
ocupação, uso de equipamentos e iluminação artificial.
Dentre as várias soluções que proporcionam eficiência a um edifício algumas são relevantes, como os estudos climáticos do local, que definirão a
correta orientação das faces do edifício para aproveitar as correntes de vento e proteger as faces leste, norte e oeste da incidência direta dos raios
solares, o uso correto da iluminação e ventilação natural, com ganhos significativos tanto energéticos como financeiros.
A avaliação da quantidade e localização dos raios solares recebidos por cada fachada define, por exemplo, o tamanho e a localização das janelas
na edificação e como se deve protegê-las dessa carga solar em função da economia nos sistemas de iluminação e condicionamento de ar.
“Edificações eficientes devem ser planejadas e estudadas para alcançarem o seu melhor desempenho de acordo com as necessidades de cada
ambiente, sendo que a principal ação para um projeto correto é o estudo climático do local que definirá os passos seguintes, como a escolha dos
materiais e tecnologias mais adequados”, diz Francisco Dantas, diretor da Interplan – Planejamento Térmico Integrado.
Uma vez consideradas as condições do entorno através de um estudo bioclimático, é possível traçar diretrizes em projeto que apontem resultados
satisfatórios de conforto ambiental, torna-se imprescindível a previsão de elementos para proteger as fachadas mais expostas à incidência solar
utilizando-se de sombreamento, isolamento térmico e redirecionamento da luz através de brises ou grandes panos de vidro, permitindo a entrada
seletiva da luz refletida pelo entorno, sem prejuízo do conforto.
Dantas acrescenta que essas decisões de projeto devem ser criteriosamente definidas já nas fases iniciais e detalhadas ao longo do processo.
“Em linhas gerais, aproximadamente 20% da carga térmica de um sistema de ar condicionado representa a transmissão através da envoltória. Isso
considerando superfícies opacas e superfícies transparentes. A transmissão de calor pelas superfícies opacas não traz nenhum benefício, pois ela
não vem acompanhada, por exemplo, da iluminação, o que ocorre nas superfícies transparentes. Então a aplicação do isolamento térmico nas
paredes externas é algo indiscutivelmente vantajoso, e possui um custo benefício extremo, com aproximadamente seis meses para recuperar o
investimento do isolamento com a economia de energia”, revela Dantas.
Desempenho das fachadas
Edison Tito Guimarães, diretor da Datum Consultoria, cita o estudo realizado para o Edifício Cidade Nova I, localizado no Rio de Janeiro (RJ),
onde um dos pontos de maior importância do projeto foi o desempenho das fachadas, tanto do ponto de vista da redução do consumo de energia
no ar condicionado quanto pela luz natural e conforto visual dos ocupantes.
“Conciliar os três parâmetros acima foi um grande desafio da equipe, que foi alcançado por meio da dupla fachada ventilada. Nesta solução, todas
as fachadas são dotadas de vidros duplos, com um espaço de ar de 60 cm entre eles (aberto nas partes inferior e superior), com ventilação por
convecção natural em função do aquecimento dos próprios vidros pela radiação solar. Desta forma, a energia radiante solar ao ser absorvida pelos
vidros externos de alto coeficiente de absorção, aumenta consideravelmente sua temperatura, provocando correntes naturais de ar entre as duas
placas de vidro. Este fluxo natural de ar ascendente é possível, pois o espaço entre os vidros externos e internos é aberto em cima e em baixo,
permitindo livre circulação de ar entre eles como o exemplo da Figura 1”, explica Guimarães.
Ele diz que coeficiente de sombreamento das fachadas foi de 0,18, valor extremamente baixo (isto significa que em comparação a um vidro
comum somente 18% da radiação solar incidente se transforma em carga térmica nos ambientes condicionados).
Além de reduzir a carga radiante sobre os vidros, também o fluxo de calor para as paredes externas é reduzido, pois o vidro externo protege a
superfície das paredes contra a radiação solar direta, diminuindo o diferencial equivalente de temperatura (importante elemento do cálculo do
ganho de calor nas paredes externas).
“Um artigo publicado na revista da Ashrae, “Ventilating Facades”, estudou detalhadamente diferentes combinações de vidros e sistemas de
circulação de ar em fachadas ventiladas, como mostra a Figura 2, exatamente o executado no Edifício Cidade Nova I. Os resultados apresentados
são tão interessantes quanto os que obtivemos no projeto Cidade Nova I, mostrando que este tipo de solução tem elevada atratividade, tanto para
o conforto dos ocupantes quanto para a eficiência energética”, diz Guimarães.
Além da área envidraçada das fachadas o edifício conta com uma claraboia de cerca de 900 m2 que cobre todo o átrio central. Esta área de vidro
(também com vidros de baixo SC) tem persianas automáticas que se fecham nos horários em que é detectada a insolação direta nos vidros.
Um colchão de ar naturalmente estratificado permanece imóvel sob os vidros da claraboia e age como isolante térmico, sendo um eficiente redutor
da carga térmica por diferença de temperatura (transmissão de calor). A área do átrio é condicionada somente no nível de ocupação (no térreo), e
o restante do volume não é termicamente tratado, com as passarelas de circulação nos pavimentos totalmente fechadas por vidros.
Guimarães acrescenta que todos estes fatores foram levados em consideração na preparação da documentação do envelope (envoltória) da
edificação, item de vital importância na análise de desempenho para a certificação LEED.
Um estudo em projeto também foi realizado no Edifício Cidade Nova II, publicado nesta edição, em Relato de Caso, onde optou-se por fachadas
com dupla pele de vidro e vidros de baixa emissividade ( Low-e). Sua volumetria é composta por seis fachadas externas com panos de vidro, e
quatro internas, voltadas para um átrio protegido por uma claraboia de vidro; quando há necessidade de sombreamento, uma persiana é acionada
por sistema automatizado. A claraboia funciona como uma imensa bolha de ar quente, forçando o ar frio a descer e refrescar o ambiente. Durante
a noite, quando o ar condicionado é desligado, o ar frio que vem de fora também ajuda a reduzir a temperatura interna.
Amplitude térmica da edificação
De acordo com Dantas outras estratégias que beneficiam a redução da carga térmica no ambiente podem ser consideradas, dependendo do clima
e região. Em regiões com amplitude térmica muito grande, é possível modular as taxas de ventilação natural no período noturno.
Em tal situação a edificação deverá ter uma grande massa construtiva. Já nas regiões onde isso não acontece é mais importante o isolamento
térmico, não o de massa, mas o isolamento propriamente dito, para evitar a penetração do calor durante o dia, já que não existirá a contrapartida
da temperatura noturna baixa, para o arrefecimento da massa da edificação; neste caso seria uma construção leve e com materiais com grande
resistência térmica.
“Em regiões com amplitude térmica, é salutar uma ventilação que favoreça o esfriamento da massa da edificação no período noturno e, no dia
seguinte quando começar a operação, com essa massa resfriada é possível utilizar o sistema de climatização entre 4°C ou 5°C abaixo da
temperatura normal durante o dia. Essas edificações realmente são especiais, em função do clima, mas acho que deve ter uma boa massa
construtiva, que pudesse fazer uso do volante térmico armazenado, recebendo a ventilação noturna de baixa temperatura, armazenando frio, e
cedendo esse frio no dia seguinte para a operação do sistema de climatização. Seria um ciclo economizador, ou até um processo de
termoacumulação sazonal, onde a própria massa da edificação é utilizada para fazer o armazenamento. Um pouco diferente da termoacumulação
tradicional que usa gelo ou água. É algo que deve ser estimulado, inclusive maximizar essa estratégia utilizando o processo de frio radiante, que
são tubulações de pequeno diâmetro embutidas nos pisos e nas paredes, que durante o período noturno possa ser resfriada por um sistema de
água, fazendo um resfriamento mais profundo da massa da edificação, e no outro dia usar o processo de refrigeração mecânica, com a água na
temperatura entre 15°C a 16°C. Se for um clima seco, existirá a possibilidade até de, durante o dia, numa temperatura de 30°C e umidade absoluta
de 5 g/kg, através de um processo de resfriamento evaporativo, obter em torno de 12°C a 13°C”, explica Dantas.
Vidro duplo Low-e protege a superfície das paredes contra a radiação solar direta
Resfriamento passivo
O resfriamento passivo em paredes, piso e teto através de sistemas geotérmicos é comentado pelo Prof Dr Alberto Hernandez Neto, da POLI-USP
para aplicação em residências.
“A geotermia em circuito semiaberto consiste em tubulações de água enroladas no solo a aproximadamente 3 ou 4 metros de profundidade, ou
seja um circuito de resfriamento onde a água passa por um trocador que resfria o ar. Com esse sistema essa água pode resfriar, por exemplo, o
piso, ou as paredes, ou mesmo o teto. Tendo esse fornecimento de água a uma determinada temperatura, posso usá-la da maneira que eu quiser.
Dependendo da temperatura e da vazão, a parede vai receber uma radiação um pouco mais intensa, e retirar o calor jogando para o forro,
reduzindo a temperatura no forro para diminuir a insolação que chega pelo teto. Nossa ideia é testar em laboratório diferentes alternativas, por
exemplo, o que acontecesse se eu jogar isso diretamente para o ambiente da sala, ou dos quartos, se eu quiser agora resfriar o piso, o teto, enfim,
testar algumas alternativas e, em função do resultado de temperatura e vazão da água que eu consigo resfriar, você pode trabalhar com um
aumento no consumo de energia muito pequeno, nós estamos falando, em uma residência, de um aumento de 5%, no máximo, 8% no consumo”,
explica Hernandez.
Ele acrescenta que em relação a envoltória, é preciso ter uma inércia maior das paredes, para diminuir a entrada de calor, no teto também.
“Mas se você trabalhar corretamente, por exemplo, o teto da casa, fazendo um bom isolamento e garantindo uma boa ventilação natural, que
também ajuda no processo, essa geotermia complementa e permite uma melhoria de conforto, abrindo mão do ar condicionado. Claro que em
alguns momentos do dia você terá um desconforto, conseguimos 80% de conforto, das horas ocupadas. É um equilíbrio entre gastar menos (os
30% a mais do ar condicionado) e o conforto. Deve ser feita também uma análise econômica, se você colocar um split você terá conforto, mas sua
casa terá um consumo de energia maior. Voltando para o assunto da envoltória, é isso: começar a poder trabalhar melhor os materiais do prédio,
ou da residência; aproveitar a envoltória, junto com o clima, em prol da melhoria do conforto e do desempenho da edificação. O pessoal ainda está
muito tímido nesses aspectos, algumas coisas estão sendo feitas, mas ainda é pouco”, conclui Hernandez.
Simulação energética
Um importante item é a simulação do desempenho energético. Esta, entretanto, não é uma tarefa simples de ser desempenhada, de forma a
explorar toda a potencialidade do projeto. O desempenho energético é a área com maior capacidade de obtenção dos importantes pontos de
classificação, porém requer elevado conhecimento das características e detalhes de toda a edificação.
É, portanto, de vital importância a simulação energética adequada e precisa, tomando partido dos importantes pontos de diferenciação do projeto.
Trata-se de um modelo computacional no qual todos os processos térmicos e energéticos são contabilizados e integrados entre si. Por exemplo,
sistema de condicionamento de ar, cargas internas (pessoas, equipamentos e iluminação), fechamentos opacos e transparentes, painéis
fotovoltaicos, iluminação natural, entre outros. Basicamente, o procedimento de simulação computacional permite modelar uma edificação antes
de a mesma ser construída ou reformada, permitindo que diferentes alternativas e estratégias sejam investigadas e comparadas entre si, podendo
conduzir à otimização do projeto ou de determinados processos.
Isolamento térmico
De acordo com Hildebrando Mota Carneiro Filho, gerente de vendas – Divisão Construção Civil Industrial da Dânica, a disposição dos elementos
utilizados na envoltória, aliada à natureza das matérias-primas e seus respectivos coeficientes de isolamento térmico é, com certeza, o elemento
mais decisivo para o desempenho térmico de uma edificação.
“Número de aberturas, incidência de sol e sombra, e outras ferramentas da chamada arquitetura passiva, e, principalmente, os níveis de
absortância de paredes e coberturas, influenciam diretamente os resultados de eficiência energética das edificações, levando-se em conta também
características climáticas de cada região. Foi justamente devido a essa importância que o Inmetro, por meio do Programa Nacional de
Conservação de Energia Elétrica (Procel) lançou a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), uma ferramenta confiável para medição
do potencial alcançável por meio de melhoramentos na envoltória direcionados por metas de ganho energético”, informa Carneiro Filho.
Ele acrescenta que os materiais produzidos pela empresa têm relação direta com esse processo, na medida em que isolantes térmicos como o
poliuretano (PUR) ou poliisocianurato (PIR) proporcionam aos materiais da envoltória (cobertura e fachada, principalmente) níveis de isolamento
muito superiores aos de materiais de construção convencionais, auxiliando no controle da carga térmica da edificação por meio dos níveis de
transmitância térmica. O uso de produtos com essas características, que dizem respeito às envoltórias de verão e inverno e às aberturas, aliado à
valorização de sistemas de aquecimento de água baseados em energia solar ou bomba de calor, colaboram de maneira determinante para o
alcance de resultados significativos em eficiência energética.
Júlio César, do marketing da Isoeste, diz que a região onde mais há troca de calor devido a incidência direta do sol é na cobertura da edificação e
com a instalação da telha térmica, essa troca de calor se reduz muito em relação a coberturas convencionais.
“Dependendo do tipo de fechamento haverá maior ou menor consumo de energia, portanto deve se levar em conta o que utilizar na envoltória a
fim de conseguir a eficiência energética necessária, utilizando produtos que diminuam a entrada de calor no ambiente, e que além da função
prática de fechamento, possua outras funções como acabamento pronto. Cito a aplicação de painel constituído de duas camadas de aço com
núcleo de poliuretano que impede a entrada de calor no ambiente, com isso a carga térmica a ser retirada do ambiente é menor, demandando
assim uma quantidade menor de aparelhos para climatização, e consequentemente o consumo de energia. Seu grande impacto se dá pela
redução de consumo de energia (ar condicionado), rapidez nas montagens, estética, estruturas mais leves e acabamento perfeito”, comenta César.
http://www.arkiz.com.br/sustentabilidade/
A fachada ventilada alia inovação e eficiência e melhora o conforto térmico
Conheça as vantagens das fachadas ventiladas
A Fachada Ventilada é considerada uma solução construtiva sustentável que alia inovação e eficiência energética auxiliando na melhoria do conforto
térmico, já que é capaz de reduzir entre 30% a 50% do consumo de energia de um edifício. Outro diferencial do sistema é que os materiais utilizados em sua
composição são100% recicláveis.
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O sistema cria uma segunda pele em relação à fachada principal do edifício, protegendo-a. Seu revestimento é fixado a uma armação de alumínio (ou de aço
inoxidável) que se ancora na estrutura da edificação, mantendo a fachada afastada da alvenaria de vedação.
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O princípio fundamental das fachadas ventiladas é seu sistema de juntas abertas, que permite que o espaço entre as placas não recebam vedação completa nas
aberturas inferiores e superiores, possibilitando, assim, a criação da lâmina de ar na cavidade entre as duas paredes. Essa cavidade tem largura média entre 10 e
15 centímetros, mas pode ser maior caso seja necessária a passagem da rede através de um shaft de instalações do edifício, que produz o efeito chaminé,
possibilitando a troca de ar permanente na câmara e maior o conforto ambiental dentro do edifício.
O efeito chaminé acontece quando o ar mais quente sobe e, pela diferença de pressão, suga para dentro da cavidade o ar mais fresco. O ar da cavidade muda
continuamente e não aquece a face do corpo da edificação, que permanece protegida.
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Vantagens
Além de auxiliar na eficiência energética do edifício e colaborar com o conforto ambiental dos ambientes internos, as fachadas ventiladas possuem outras
vantagens:
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-Sistema respirante
O sistema possibilita a dispersão do vapor presente no interior das paredes, eliminando a umidade dos edifícios. O vapor de água que se forma no interior do
edifício também pode ser parcialmente eliminado através das paredes, contribuindo, assim, com aconservação da estrutura.
- Estanqueidade à água
Quando dimensionado corretamente para as necessidades específicas de cada edifício, o sistema de fachadas ventiladas é capaz de controlar a entrada de água
da chuva e eliminar as infiltrações, uma das causas mais frequentes da deterioração das fachadas.
- Facilidade de limpeza
A estanqueidade da água é uma vantagem, também, porque sua alta durabilidade e seu baixo grau de absorção permitem que a limpeza das placas seja feita
pela própria água da chuva, diminuindo o acúmulo de sujeira e inibindo a fixação de produtos químicos, como tintas e outros compostos utilizados em
pichações, por exemplo.
- Facilidade de manutenção e reposição das placas
Cada um dos painéis da fachada ventilada é independente. Esse fato facilita a instalação e a manutenção da fachada, possibilitando reparos, mudanças e checagens
com agilidade.
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Outras vantagens que devem ser consideradas são a redução considerável do prazo de obra, com baixo ruído e menor interdição a possibilidade de uso de placas
emgrandes formatos com segurança; a variedade de cores, formatos etexturas; a possibilidade de utilização da cavidade como shaft de instalações elétricas,
hidráulicas e de ar-condicionado e também as opções de incluirtratamento de isolamento térmico e acústico e de tratamento de revestimento anti-bactericida.
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Aplicação
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Aplicação Fachadas Ventiladas NBK . Image via Hunter Douglas Brasil®
O sistema de fachada ventilada pode ser utilizado em todas as tipologias arquitetônicas: residenciais (com redução considerável do prazo da
obra); comerciais(menor custo de reposição e utilização do shaft como passagem de instalações); hotéis (com reforma mais rápida, com baixo ruído e menor
interdição); hospitais (com opção de revestimento anti-bactericida) e equipamentos urbanos (baixo custo de manutenção).
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CONCLUSÃO
O vidro é um material que permite um contato com o mundo sem sair de casa
Quando morava em cavernas o homem so podia observar caso saísse pela entrada, na
antiguidade as janelas eram abertas, não havia proteção contra poeira e os insetos,
mas na idade Média as construções encheram-se de vitrais, ilustres quando criados
para adornas igrejas, catedrais, mesquitas e monastérios budistas, deixando passar a
luz.
A modernidade aparece com a ideia de ventilação, as janelas podem abrir pelo meio
ou ,metade, sendo antes se abriam, abriam em duas bandas e por completo, a
regulagem da abertura so foi possível com a invenção das janelas de correr, muitas
chegaram ao Brasil colonial, onde era necessário ter o controle do que pode ou não
passar.
Na era contemporânea o homem passa mais tempo no trabalho do que em casa, as
máquinas industrias e os computadores não podem ficar sem ventilação e o ar
condicionado gera altas contas de luz.
A parede translúcida que permite total iluminação diminui os gastos com a luz a tarde
e da elegância, o vidro duplo direciona melhor a iluminação e a janela ventilada possui
cavidades ventiladoras abatendo consideravelmente o gasto com ar condicionado.
A contribuição com o orçamento do projeto torna a arte do vidro uma ferramenta para
o sucesso.
http://www.archdaily.com.br/br/775512/conheca-as-vantagens-das-fachadas-
ventiladas