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Grupo 7 - Rio de Janeiro

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UC: CONFORTO AMBIENTAL - EQUIPE 07 | RIO DE JANEIRO (RJ)

GABRIEL WILLER DOS SANTOS GARCIA - 822126391


JULIANA VITÓRIA SILVA CERQUEIRA - 822126945
MÁRCIA NOGUEIRA CAGNIN - 822161351
PEDRO HENRIQUE ESTEVAM DE SOUZA - 822157091
RIAN TITO DA COSTA - 822152402
YASMIN SOUZA - 823223481
RIO DE JANEIRO - RJ
Contextualização sobre a cidade: Localizado na região sudeste do Brasil, o Rio de Janeiro é marcado por um clima tropical úmido e
coordenadas geográficas de aproximadamente 22°54' Sul de latitude e 43°12' Oeste de longitude. Com uma população de cerca de 6,75
milhões de habitantes, é uma metrópole pulsante e diversificada.

O bioma predominante na cidade é a Mata Atlântica, que se mescla com a paisagem urbana em algumas áreas. O grau de urbanização é
alto, refletido na densa infraestrutura viária e no variado transporte público.

Além disso, o Rio de Janeiro é famoso por sua rica diversidade cultural e seus marcos icônicos, como o Cristo Redentor e o Pão de
Açúcar, que ornamentam sua paisagem e atraem visitantes do mundo inteiro. Assim, o Rio se destaca não apenas por sua geografia
DADOS
Latitude: -22.9035
singular, mas também por sua vibrante vida urbana e cultural.
Longitude: -43.2096 22° 54′ 13″ Sul, 43° 12′ 35″ Oeste;
Superfície Total: 120.028 hectares e 1.200,28 km²
Altitude: 20 m;
BRASIL CIDADE RIO DE Clima: Clima tropical com estação seca (Classificação climática de Köppen-Geiger: Aw);
População 2023 IBGE: 6.718.903 habitantes;
JANEIRO (RJ) Principais Atividades Econômicas: indústria e serviços.
Zona Bioclimática: 8
Estratégias de Conforto: 1) Paredes leves e refletoras; 2) Cobertura leve e refletora; 3)
Grandes aberturas de ventilação; 4) Sombreamento das aberturas; 5) Ventilação cruzada
permanente, com atenção à direção dos ventos.

01. Conforto
02. Ventilação
03. Resfriamento Evaporativo
04. Alta Inércia Térmica p/ Resfr.
05. Ar Condicionado
06. Umidificação
07. Alta Inércia Térmica/Aquecimento Solar
08. Aquecimento Solar Passivo
09. Aquecimento Artificial
Na paisagem urbana, a face voltada para o norte da cidade do Rio de Janeiro recebe uma maior exposição solar ao longo do dia,
enquanto a face sul, em contrapartida, desfruta de menos incidência solar. Considerando a orientação do nascer do sol a leste, a face 10. Ventilação/Alta Inércia
voltada para essa direção recebe os raios solares da manhã, ao passo que a face voltada para o oeste é banhada pela luz solar da tarde. 11. Vent. /Alta Inércia/Resf. Evap.
12.Alta Inércia/Resf. Evap.

CARTA SOLAR GRÁFICO DE TEMPERATURAS GRÁFICO DE PLUVUOSIDADE GRÁFICO DE RADIAÇÃO MÉDIA MENSAL GRÁFICO DE ROSA DOS VENTOS

32 300 300

30
250 250

28
TEMPERATURA (C°)

200 200
26

Wh/m²
24
150 150

22

100 100
20

18
50 50

16
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ
0 0

ZONA DE CONFORTO (C°) JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

TBS MÉDIA MENSAL (C°) MESES MESES

TBU MÉDIA MENSAL (C°) PREC. DE CHUVA MENSAL (mm) RAD. GLOBAL HORIZONTAL MÉDIA MENSAL (Wh/m²)
CASA CT - ESTÚDIO MATTERIA Materialidades e suas funções:

Madeira
Nome: Casa CT
Isolante Térmico Natural
Autores: Frederica Linares
Absorve menos calor e frio em comparação com outros materiais
Breve Biografia: Federica é arquiteta e urbanista pela PUC-Rio. Desde sua formação
como tijolos, mantendo a temperatura do interior da construção
atua no campo da pesquisa e prática desenvolvendo projetos de diversas escalas e
neutra em todas as estações do ano
contextos. Além de colaborações com os escritórios Atelier 77, Monostudio e Gávea
Sustentabilidade
Arquitetos, foi premiada pela PUC-Rio pela sua pesquisa de iniciação cientifica e pelo
Material renovável
IAB-RJ pelo seu trabalho no Delta Paraná. Em 2023, iniciou sua colaboração com o
Concreto Menor emissão de gases de efeito estufa
MATTERIA.
Ajuda a manter um ambiente mais frio Versatilidade
Principais Projetos: Cobertura Oceânico; Casa de Seis Águas (HIS); Casa Pátio.
Absorve calor durante o dia e libera durante a noite quando a Efeito visual marcante
temperatura externa diminui Pode ser aplicada de diversas formas
Evita o uso de ar condicionado - economia de energia
Evita que aconteça um efeito estufa interna durante o verão
Impede a dissipação de calor durante o frio
Estruturas de concreto podem conter diversas camadas de material
isolante como revestimentos e mantas
Baixo custo e fácil execução em obra
Boa resistência e durabilidade

Vidro
Absorve parte da incidência solar em sua massa
Reflete parte da radiação para o exterior
Permite a passagem de iluminação natural
Ventilação natural

ESTUDOS DE CASO NA MESMA ÁREA


Casa Opy Ará 100 / Sergio Conde Caldas Arquitetura + Miguel Pinto Guimarães Arquitetos Associados;
Residência PM / Miguel Pinto Guimarães Arquitetos Associados;

A residência se ergue gradualmente em direção aos fundos do terreno, maximizando o espaço do jardim
vizinho e melhorando a iluminação externa. Dividida em dois pavimentos, separa áreas comuns e íntimas.
A composição de volumes nos fundos inclui terraços interligados, oferecendo espaços externos
conectados ao paisagismo. Essa abordagem promove auto-sombreamento para conforto térmico e
eficiência energética.

No térreo, o acesso principal é ligeiramente deslocado para a esquerda, dividindo áreas comuns de
módulos de apoio. Uma claraboia na área mais profunda da planta proporciona iluminação natural.
Aberturas nas fachadas laterais são estrategicamente alinhadas ao paisagismo, integrando interior e
exterior.
PLANTA DE ACESSOS PLANTA DE PENETRAÇÃO DOS VENTOS - PRIMEIRO PAVIMENTO

ACESSO
ACESSO

ACESSO
DIAGRAMA DE PENETRAÇÃO DOS VENTOS - ROSA DOS PLANTA DE PENETRAÇÃO DOS VENTOS - TÉRREO
VENTOS
TRAJETÓRIA SOLAR TRAJETÓRIA SOLAR -OUTONO 10H
NORTE

OESTE LESTE

ACESSO
ACESSO

TRAJETÓRIA SOLAR - OUTONO 10H

AZIMUTE SOLAR = 42°

TRAJETÓRIA SOLAR - OUTONO 14H

TRAJETÓRIA SOLAR - OUTONO 14H

AZIMUTE SOLAR = 320°


Programa de Necessidades

Projeto: Escola Setor: Administrativo.

Área
Número de Área Unitária
Ambiente Atividade Total Características do Ambiente
Ambientes (m)
(m²)

Ambiente de trabalho do responsável pelo 1 3,45x1,65;2,85 Aberturas para Iluminação, ventilação natural e
Diretoria 13,67m²
gerenciamento da escola. x2,80m iluminação artificial.

Isolamento acústico, aberturas para Iluminação e


Local destinado para atendimento e 1 3,45x1,80;
Secretaria 19,59m² ventilação natural, iluminação artificial e proteção contra o
organização do funcionamento da escola. 5,05x2,65m
sol em horários com maior insolação.

Sala de Local destinado para organização e 1 Aberturas para Iluminação, ventilação natural e
2,06x2,65m 5,43m²
arquivos armazenamento de arquivos. iluminação artificial.

Local destinado ao recebimento e


1 Aberturas para Iluminação, ventilação natural e
Almoxarifado armazenamento de produtos utilizados na 1,65x4,45m 7,34m²
iluminação artificial.
escola.

Aberturas para Iluminação, ventilação natural, iluminação


Sala dos 1
Local destinado á reunião de professores. 3,25x4,45m 14,46m² artificial e proteção contra o sol em horários com maior
professores
insolação.

Local público equipado com pias e vasos Aberturas para Iluminação, ventilação natural e
Banheiros 2 1,45x1,65m 2,39m²
sanitários. iluminação artificial.

Circulação Transição de ambientes. 1 1,55x15,75m 24,41m² -


Programa de Necessidades

Projeto: Escola Setor: Educacional

Área
Número de Área
Ambiente Atividade Total Características do Ambiente
Ambientes Unitária (m)
(m²)

Isolamento acústico, aberturas para Iluminação e


Local de encontro entre professores e
Sala de aula 6 8,00x6,00m 48m² ventilação natural, iluminação artificial e proteção contra o
alunos e ensino.
sol em horários com maior insolação.

Biblioteca/Informát Local de estudos e acesso a equipamentos Isolamento acústico, aberturas para iluminação e
1 7,82x6,00m 46,95m²
ica tecnológicos. ventilação natural e iluminação artificial.

Circulação Transição de ambientes. 1 57,2x1,55m 88,66m² -


Programa de Necessidades

Projeto: Escola Setor: Centro de apoio

Área
Número de Área Unitária
Ambiente Atividade Total Características do Ambiente
Ambientes (m)
(m²)

Local para troca de uniformes e Aberturas para iluminação e ventilação natural e


Vestiario 1 1,50x2,30m 3,35m²
higienização pessoal. iluminação artificial.

Aberturas para iluminação e ventilação natural e


Deposito Local para guardar objetos. 1 1,20x2,30m 2,76m²
iluminação artificial.

Local para armazenamento de produtos e Aberturas para iluminação e ventilação natural e


Despensa 1 2,05x2,39m 4,71m²
mantimentos. iluminação artificial.

Aberturas para iluminação e ventilação natural e


Área de serviço Local destinado a serviços de limpeza. 1 2,00x5,05m 10,10m²
iluminação artificial.

Aberturas para iluminação e ventilação natural e


Cozinha Local destinado a preparação de alimentos. 1 3,66x4,45m 16,24m²
iluminação artificial.

Local público equipado com pias e vasos Aberturas para iluminação e ventilação natural e
Banheiros 2 3,15x4,45m 14,02m²
sanitários. iluminação artificial.

Circulação Transição de ambientes. 1 15,75x1,55m 24,41m² -


LEGENDA:
DIRETORIA ARQUIVO

SALA DOS
WC
PROFESSORES

SECRETARIA CIRCULAÇÃO

ALMOXARIFADO

PLANTA CENTRO ADMINISTRATIVO


PLANTA CENTRO EDUCACIONAL
LEGENDA:

BIBLIOTECA/INFORMÁTICA

SALA DE AULA

CIRCULAÇÃO
LEGENDA:

GÁS ÁREA DE SERVIÇO

COZINHA JARDIM

WC CIRCULAÇÃO

DEPÓSITO ÁREA DE SERVIÇO


EXTERNA
PLANTA CENTRO DE APOIO

DESPENSA LIXO
ÁREA RECREATIVA

PATIO CENTRAL

S O CENTRO DE APOIO
E S
A C

EDUCACIONAL

ADMINISTRATIVO

ESPELHO D’ÁGUA

IMPLANTAÇÃO
1:500
No contexto do ambiente bioclimático da cidade do Rio de Janeiro - onde localiza-se nosso terreno -, caracterizado por um clima subtropical úmido, a
implementação de estratégias de conforto térmico ambiental desempenha um papel preponderante na concepção arquitetônica. Considerando as
particularidades climáticas dessa região, é imperativo adotar medidas que otimizem a utilização dos recursos naturais disponíveis, tais como a luz
solar e a ventilação natural, ao mesmo tempo em que se mitigam os impactos adversos, como o calor excessivo e a umidade.

As aberturas destinadas à iluminação natural desempenham uma função primordial, sendo integradas por meio de dispositivos como janelas,
claraboias e aberturas estratégicas nas paredes, com o intuito de viabilizar a penetração de luz natural nos recintos internos. No contexto carioca,
onde a irradiação solar é considerável ao longo do ano, o dimensionamento e a localização destas aberturas são meticulosamente planejados para
otimizar a entrada de luz, tendo em vista a orientação solar, visando minimizar a dependência de fontes de iluminação artificial durante o período
diurno.

A ventilação natural emerge como uma estratégia fundamental para garantir o conforto térmico nos ambientes, por meio da adoção de dispositivos
como janelas passíveis de abertura, em conjunto com a orientação adequada do edifício e a criação de corredores de vento, viabilizando uma
circulação de ar eficiente, sobretudo nos períodos de maior temperatura.

Como complemento à iluminação natural, a iluminação artificial é concebida de maneira a suplementar áreas menos iluminadas do edifício,
empregando tecnologias como lâmpadas de LED, ajustadas à temperatura de cor apropriada para cada ambiente, contribuindo não apenas para o
conforto visual, mas também para a eficiência energética do empreendimento.

Adicionalmente, medidas de isolamento acústico são implementadas, através da seleção criteriosa de materiais de acabamento, aplicados em
paredes, pisos e tetos, visando reduzir a propagação de ruídos indesejados, proporcionando um ambiente mais sereno e acolhedor aos ocupantes.

Por fim, a proteção solar é instituída mediante a utilização de dispositivos como brises, venezianas e vegetação estrategicamente posicionada, com o
propósito de prover sombreamento nos períodos de maior insolação. Tais elementos concorrem para atenuar o impacto do calor excessivo nos
ambientes internos, favorecendo o conforto térmico e a eficiência energética do edifício, particularmente relevante em uma metrópole como o Rio de
Janeiro, onde as temperaturas podem alcançar níveis elevados durante boa parte do ano.
O terreno escolhido se localiza no centro do Rio de Janeiro, na esquina
da rua Santana com a Av. Presidente Vargas. O terreno possui
propriedades interessantes para a instalação do projeto, pela suas
dimensões, fácil acesso a população, e do possível reaproveitamento da
vegetação existente.
Nesta primeira opção, notamos que as salas de aulas iriam ficar
na direção leste do terreno escolhido, entretanto, notou-se a
existência de um prédio que poderia gerar algum tipo de
sombra nas salas de aula, chegando a conclusão que não seria
o ideal.

IMPLANTAÇÃO
1:500
Já nesta opção, ficou evidente que as salas de aula não
receberiam sol em nenhum momento, pois estaria localizada na
face sul do do terreno, sendo assim, essa opção foi descartada.

IMPLANTAÇÃO
1:500
Nesta opção, observa-se que no lado Oeste da implantação
escolhida, as salas de aulas iriam pegar sol por um longo período
da tarde, mas que poderíamos fazer o controle desta insolação
através de brises. O fator de que as salas de aulas também não
estariam voltadas diretamente para a avenida foi um dos motivos
para escolha, devido a acústica.

IMPLANTAÇÃO
1:500
Nota-se também a predominância de ventos vindo sentido fachada
Oeste, o que se torna um ponto positivo, já que nossa zona
bioclimática se predomina em Ventilação

IMPLANTAÇÃO
1:500
T E
R
NO

T E
LE S

T E
S
OE

IMPLANTAÇÃO
1:500
NORTE

LESTE
OESTE

1:50
IMPLANTAÇÃO
1:500
Foi escolhido então a opção 3 como implantação, inserimos um espelho d’agua para aproveitar a incidência de ventos
predominantes vindo da fachada oeste, e aproveitando a ventilação cruzada através das aberturas de esquadrias das duas
faces das salas de aula e logo em seguida duas salas foram selecionadas para as próximas etapas. O grande uso de
vegetação, foi dado para gerar uma diminuição de temperatura.

S O
E S Salas escolhidas
A C
para exercício

IMPLANTAÇÃO
1:500
30° alpha 40° gama direito 80° gama esquedo
1:50
1:50
1:50

30° alpha 40° gama direito 80° gama esquedo


ELEVAÇÃO
1:250

Ampliação

30° alpha 40° gama direito 80° gama esquedo


Foi adotado como material para a execução dos brises a madeira ecológica, visando a sustentabilidade por ser um material
ecológico não agride o meio ambeinte, além de apresentar alta durabilidade, fácil limpeza resistência a interperes

ELEVAÇÃO - AMPLIAÇÃO
1:50

30° alpha 40° gama direito 80° gama esquedo


IMPLANTAÇÃO - AMPLIAÇÃO
1:75

Dimensionamento dos brises: 1,30m x 0,05


30° alpha 40° gama direito 80° gama esquedo
M² = Sala deu aula 48m²
48/5= 9,6m² (exigido na norma)
Janelas
4- 2,42m² =9,68m² (área projetada)

1 – Porta 1,93m²

Total de iluminação projetada = 11,61m²

Iluminação artificial
Mínimo exigido por norma 500LUX
Iluminância de 500 lux Isto significa que o nível
de luz nas áreas em que as pessoas trabalharão
ou estudarão deve ter, no mínimo, este valor.
Menos que isso, começa a se exigir um esforço
visual, segundo a NBR 8995

K= 8x6/ (2,80 - 0,76) X 14 = 1,68


Tabela 751

n= 500 x 48/0,80 x 0,51 x 1 x 1700= 34,61

n=34 lâmpadas
IMPLANTAÇÃO - AMPLIAÇÃO nlum= 17 lâmpadas de 20W
1:75

Especificação de lâmpadas adotada - Luminária Linear LED 20W - Branco Frio


Parede:
Base: Alvenaria de blocos de concreto estrutural
Revestimento: Reboco de cimento e areia fina
Pintura – Tinta Branca emborrachada (70% de refletância)
• Melhor distribuição de luz natural dentro do ambiente, além de ser termoacustica

Teto:
Base: Forro de gesso acartonado (drywall) (85% de refletância)
• Maximiza a dispersão de luz e evita sombras, proporcionando uma luz mais uniforme.

Isolamento Térmico/Acústico: Lã de vidro de 50mm entre forro e a laje


• Melhora o conforto térmico e reduz a transmissão de ruídos, criando um ambiente mais
silencioso.

Piso:
Vinílico em manta, visanso criar um ambiente mais fresco
Cor: Cinza Claro

Escolha de cores claras, afim de manter


Utilizamos Inteligência Artficial para ilustrarmos como ficariam as salas de
aulas e sua materialidade

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