A primeira vez que eu fui doar sangue foi em uma sexta, um feriado.
Não fazia ideia aonde
era o hemorio. Fui seguindo as placas, pq as placas não devem estar erradas, né? Fui na fé
e me vi numa emergência. Não faço ideia de qual era a emergência, não me pergunte. Qnd
eu cheguei lá eles deram uma lista pergunto várias coisas. Perguntas interessantes, não
entendia o motivo mas eram interessante.( pesquisar a lista de perguntas)
Qnd me chamaram para doar me deram algo para comer, pq agr tem q estar de bucho
cheio para doar. Me deram um biscoitinho, q eu guardei e dei para uma pessoa em situação
de rua mais tarde, e um suquinho ruim, mto ruim e um bolinho. Comi o bolinho cnctz.
Na hora de doar estava vazio. Eu fiquei abismada com a nossa realidade mas fazer oq? Me
pediram para deitar lá, cadeira confortável por sinal, e veio a enfermeira. Como eu tinha
acabado de iniciar o curso, eu fiquei curiosa sobre o trabalho dela lá, fiz um mini
interrogatório, perguntei se ela gostava de trabalhar lá, se tinha algum receio de contrair
aids do nada, brinks.
Todos nós sabemos q é retirado primeiro uma amostra e depois a bolsa. Quando ela veio
retirar amostra, me instruindo oq fazer como relaxar, não muito o braço, mesmo se vc tiver
um ataque epilético tem q manter o braço parado e descruzar as pernas. Easy. Mas qnt
mais vc quer manter o corpo parado mais ele se mexe.
Quando ela veio com a agulho para a retirada do sangue eu gelei. Fiquei pensando que não
era possível q ela colocaria aquela agulha, daquela grossura na minha veinha. Impossível,
aquela agulha ia me arromber, eu tinha certeza disso. Eu sou uma menina frágil, algo
daquela grossura ia me arregaçar. Quando ela colocou minha alma saiu do corpo. Só voltou
quando ela me liberou e tinha um achocolatado me esperando no after.