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PODER JUDICIÁRIO

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO

REGIMENTO INTERNO

APROVADO EM SESSÃO PLENÁRIA REALIZADA EM 15/12/2008. PUBLICADO NO DIÁRIO DA JUSTIÇA DA UNIÃO DE 29/01/2009, PÁGINAS 3/13.
9ª EDIÇÃO

Atualizado até a Emenda Regimental nº 24, de 11 de fevereiro de 2011.

RIO DE JANEIRO 2009

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO

REGIMENTO INTERNO

JOAQUIM ANTÔNIO CASTRO AGUIAR Desembargador Federal Presidente FERNANDO JOSÉ MARQUES Desembargador Federal Vice-Presidente SERGIO FELTRIN CORRÊA Desembargador Federal Corregedor Regional

COMISSÃO DE REGIMENTO INTERNO Desembargadora Federal TANIA HEINE – Presidente Desembargador Federal SERGIO SCHWAITZER Desembargadora Federal LILIANE RORIZ Desembargador Federal FREDERICO GUEIROS – Suplente

LUIZ CARLOS CARNEIRO DA PAIXÃO Diretor-Geral

Brasil. Tribunal Regional Federal (2. Região). Regimento Interno [do] Tribunal Regional Federal da 2ª Região / [Comissão de Regimento Interno]. - 9. ed. - Rio de Janeiro : O Tribunal, 2009. 152p. Aprovado em Sessão Plenária realizada em 15/12/2008 e publicado do Diário da Justiça da União de 29/01/2009, páginas 3/13. Inclui índice. 1. REGIMENTO INTERNO. 2. TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL-2.REGIÃO (TRF2). I. Brasil. Tribunal Regional Federal (2.Região). Comissão de Regimento Interno. II. Título. CDU 347-99

Vice-Presidente Desembargador Federal Sergio Feltrin Corrêa .Presidente Desembargador Federal Fernando Marques .TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO PLENÁRIO Desembargador Federal Castro Aguiar .Corregedor Regional Desembargador Federal Paulo Freitas Barata Desembargadora Federal Tania Heine Desembargador Federal Alberto Nogueira Desembargador Federal Frederico Gueiros Desembargador Federal Carreira Alvim (Juiz Federal convocado Marcelo Pereira da Silva) Desembargador Federal Paulo Espirito Santo Desembargadora Federal Maria Helena Cisne Desembargadora Federal Vera Lúcia Lima Desembargador Federal Antônio Cruz Netto Desembargador Federal Raldênio Bonifácio Costa Desembargador Federal Antonio Ivan Athié (Juiz Federal convocado Aluísio de Castro Mendes ) Desembargador Federal Sergio Schwaitzer Desembargador Federal Poul Erik Dyrlund Desembargador Federal André Fontes Desembargador Federal Reis Friede Desembargador Federal Abel Gomes Desembargador Federal Luiz Antônio Soares Desembargador Federal Messod Azulay Neto Desembargadora Federal Liliane Roriz Desembargadora Federal Lana Regueira Desembargadora Federal Salete Maccalóz Desembargador Federal Guilherme Couto Desembargador Federal Guilherme Calmon Juiz Federal Convocado José Antonio Lisbôa Neiva .

............ 13 TÍTULO I Do Tribunal..................................... 33 CAPÍTULO V Dos Desembargadores Federais .......................................SUMÁRIO PARTE I Da Composição............................................................................................................................ do Vice-presidente e do Corregedor ................................................................................... 13 CAPÍTULO I Da Composição e Organização .... 30 Seção IV Das Atribuições do Corregedor . 25 Seção II Das Atribuições do Presidente .............................................................................................................................................................................. 13 CAPÍTULO II Da Competência do Plenário.......................................... Organização e Competência ............... 22 Seção IV Disposições Comuns às Seções do Capítulo ..................................................................................................................................................................................... 24 CAPÍTULO III Do Presidente.............. 31 CAPÍTULO IV Das Atribuições dos Presidentes de Seção Especializada e de Turma . das Seções Especializadas e das Turmas Especializadas .................................................................... 21 Seção III Da Competência das Turmas Especializadas ................................. 17 Seção II Da Competência das Seções Especializadas .................................................................................................................... 39 .. 17 Seção I Da Competência do Plenário..................................................... 34 Seção II Do Relator.............. 25 Seção I Disposições Gerais ..... 26 Seção III Das Atribuições do Vice-Presidente ........................ 34 Seção I Disposições Gerais ..........

............................................................ 60 Seção III Dos Prazos............... 56 Seção I Disposições gerais ...................................................................................Seção III Do Revisor ... 64 ............................................................ 43 CAPÍTULO VII Do Conselho de Administração ........................................................................................ 56 Seção II Dos Acórdãos............. 54 CAPÍTULO III Dos Atos e Formalidades............................................................. 52 CAPÍTULO II Da Distribuição ................................................................. Notas Taquigráficas e Registros Fonográficos ............................................................................ 52 CAPÍTULO I Do Registro e Classificação dos Feitos ..................................... 46 CAPÍTULO IX Das Licenças e Substituições dos Desembargadores Federais ................................................... 45 CAPÍTULO VIII Das Comissões .................................................................. 51 PARTE II Da Ordem dos Processos no Tribunal ................. 49 CAPÍTULO XI Da Representação por Desobediência e por Desacato .................................................................................................. 47 CAPÍTULO X Da Segurança Institucional ................................................ Decisões........ 42 CAPÍTULO VI Dos Juízes Federais Convocados ...................................................................................................... 52 TÍTULO I Disposições Gerais ................................................................................................................................................................................................................ 51 TÍTULO II Do Ministério Público Federal .. 63 Seção IV Das Custas .. 64 Seção V Da Assistência Judiciária ...................................................................................................................................................

.......................................................................................................... 81 CAPÍTULO I Do Habeas Corpus ................... 65 CAPÍTULO II Da Súmula ................................................................................................................................................................................................................................................................ 65 TÍTULO II Da Jurisprudência.. 79 CAPÍTULO V Das Sessões das Turmas.........................................................................................................................Seção VI Dos Dados Estatísticos ................................................................................................................ 84 ....................................... 68 TÍTULO III Das Provas ........... 79 CAPÍTULO VI Das Sessões Administrativas ..... 77 CAPÍTULO III Das Sessões do Plenário ...................................................................................................................................................................................... 80 CAPÍTULO VII Das Audiências .............................................................................................................................. 71 TÍTULO IV Das Sessões e das Audiências ................... 71 CAPÍTULO II Das Sessões Solenes . 80 TÍTULO VI Das Ações Constitucionais ................................................................. 83 TÍTULO VII Das Ações Originárias .................................. 80 TÍTULO V Da Declaração de Inconstitucionalidade de Lei ou de Ato Normativo do Poder Público..................................... 65 CAPÍTULO I Da Uniformização de Jurisprudência ............................................................................................... 67 CAPÍTULO III Da Divulgação da Jurisprudência do Tribunal ................................. 71 CAPÍTULO I Disposições Gerais ...................................................................................................................... 78 CAPÍTULO IV Das Sessões das Seções Especializadas ......................................... 81 CAPÍTULO II Do Mandado de Segurança Individual ou Coletivo e do Habeas Data ............

................................................................................................................................ 92 Seção V Do Recurso de Habeas Corpus ............................................................................................................................................................................................ 94 CAPÍTULO I Da Suspensão de Segurança e Liminar em Ação Civil Pública ............................................................... 87 TÍTULO VIII Dos Processos Sobre Competência............................................... 88 CAPÍTULO I Do Conflito de Competência .......................................................CAPÍTULO I Da Ação Penal Originária.. 87 CAPÍTULO III Da Revisão Criminal ..................................................................................................................................................................................................................... 94 TÍTULO X Incidentes Processuais ..................................... 93 Seção VI Do Recurso Ordinário de Habeas Corpus ............... 91 Seção I Da Remessa Ex Officio ...................... 90 CAPÍTULO III Das Regras Especiais .. 93 CAPÍTULO IV Do Agravo Interno ............................ 88 TÍTULO IX Da Competência Recursal e de Reexame Necessário .................................................................................... 93 Seção VII Dos Embargos de Declaração ................. 92 Seção IV Da Carta Testemunhável ................................................................................................... 84 CAPÍTULO II Da Ação Rescisória .............................................. 89 CAPÍTULO I Da Distribuição de Competência Interna para Julgamento de Recursos ...... 91 Seção II Do Agravo de Instrumento ............................... 89 CAPÍTULO II Das Regras Gerais ......................................................................... 91 Seção III Dos Embargos Infringentes (matéria cível) e Dos Embargos Infringentes e de Nulidade (matéria penal)............ 94 .................................................................................................................................

................................ 100 CAPÍTULO III Da Perda do Cargo ....................................................... 98 CAPÍTULO II Da Nomeação.................................. 99 Seção II Da Permuta e Remoção a Pedido .................................................................................................. 103 CAPÍTULO VI Da Verificação de Invalidez .................... Permuta e Remoção a Pedido dos Juízes Federais e dos Juízes Federais Substitutos ................................................ 99 Seção I Da Nomeação ... 107 PARTE III Dos Serviços Administrativos ........ 101 CAPÍTULO IV Da Remoção............................................................................................................................................................................................ 106 CAPÍTULO II Da Requisição de Pagamento............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 95 Do Reconhecimento pelo Próprio Impugnado ... 103 CAPÍTULO V Das Penas de Advertência e Censura ................................................................................................................................. 98 TÍTULO X Dos Procedimentos Administrativos ............................................................... 95 Do Impedimento e da Suspeição ................................................ Disponibilidade e Aposentadoria Compulsórias ..CAPÍTULO II .................................... 105 TÍTULO XI Da Execução ................................................................................ 108 TÍTULO I Da Secretaria do Tribunal ............. 106 CAPÍTULO I Disposições Gerais .................................................................................................. 96 CAPÍTULO III Da Fiança ......... 98 CAPÍTULO I Da Eleição de Membros do Tre ........................................ 95 Seção I........................................................................ 95 Seção II Da argüição de suspeição ................... 108 ........

........................ 109 TÍTULO III Dos Gabinetes do Vice-presidente do Tribunal e do Corregedor-regional Da Justiça Federal .......................................................................... 110 TÍTULO IV Do Gabinete dos Desembargadores Federais .......................................................TÍTULO II Do Gabinete do Presidente ................... 111 PARTE IV Disposições Finais ......................... 112 TÍTULO II Das Disposições Gerais e Finais............................................................................................................ 115 ............................................................................................................................................................ 112 TÍTULO I Das Emendas ao Regimento..................... 112 ÍNDICE ANALÍTICO-REMISSIVO .............................................

2º. pelo Corregedor-Regional e pelos demais membros do Tribunal. na ordem decrescente de antigüidade. 1º. O Tribunal funciona: I . § 2º. Organização e Competência TÍTULO I Do Tribunal CAPÍTULO I Da Composição e Organização Art. II . no uso de suas atribuições. conforme decidido pelo Plenário na sessão administrativa realizada no dia 15/12/2008. 13 .em Seções Especializadas. sucessivamente. é presidido. resolve aprovar o presente REGIMENTO INTERNO. nas faltas e impedimentos ocasionais do Presidente do Tribunal. compõe-se de 27 (vinte e sete) Desembargadores Federais. III . é presidido pelo Presidente do Tribunal.Regimento Interno REGIMENTO INTERNO O TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO.em Turmas Especializadas.em Plenário. O Plenário exercita suas atribuições administrativas e jurisdicionais e. § 1º. com sede na cidade do Rio de Janeiro e jurisdição no território dos Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. pelo Vice-Presidente do Tribunal. O Plenário. O Tribunal Regional Federal da 2ª Região. constituído da totalidade dos Desembargadores Federais. PARTE I Da Composição. Art.

As Seções Especializadas compreendem 08 (oito) Turmas Especializadas. § 8º. mediante o critério de rodízio bienal. o Presidente. Sétima e Oitava Turmas Especializadas. o Vice-Presidente e o Corregedor. O Tribunal elegerá. assim compostas: a) Primeira Seção: Primeira e Segunda Turmas Especializadas. Para os fins dos §§ 3º e 5º deste artigo. recaindo a escolha. 14 . § 4º. § 5º. O Presidente. Art. § 7º. A especialização das Turmas Especializadas é feita por matéria. por seu Plenário. b) Segunda Seção: Terceira e Quarta Turmas Especializadas. Há no Tribunal 03 (três) Seções Especializadas. § 6º.Tribunal Regional Federal da 2ª Região § 3º. cada uma delas integrada por 03 (três) Desembargadores Federais e presidida pelo mais antigo na respectiva Turma Especializada. mediante o critério de rodízio bienal. preferencialmente. c) Terceira Seção: Quinta. nos Desembargadores Federais mais antigos. coincidindo sempre com o mandato da Administração do Tribunal. integradas pelos membros das Turmas da respectiva área de especialização e presididas pelos respectivos Desembargadores Federais mais antigos na Seção. Sexta. coincidindo sempre com o mandato da Administração do Tribunal. O Tribunal possui 08 (oito) Turmas Especializadas. o Vice-Presidente e o Corregedor não integram Turma nem Seção. considerar-se-á a antigüidade dos Desembargadores Federais no respectivo órgão fracionário. 3º. dentre seus membros.

Art. colaboram no desempenho dos encargos do Tribunal. com mandato bienal. destinada a promover cursos de preparação e aperfeiçoamento de Magistrados. A Diretoria da Escola da Magistratura Regional 15 . 5º. permanente ou temporárias. após a posse. Parágrafo único.o Vice-Presidente e o Corregedor. Art. para exercício das atribuições administrativas não previstas na competência do Plenário ou do Presidente. ao deixarem o cargo. § 2º. 8º. pelo Corregedor-Regional da Justiça Federal e por 3 (três) Desembargadores Federais eleitos pelo Plenário. um Conselho de Administração. II . consecutivos ou não. se não forem ocupar o de Presidente do Tribunal. Art. Art. Art. no Tribunal. ao deixarem os cargos.o Presidente. 4º. Há. respeitada sempre a antiguidade. com Diretoria eleita pelo Plenário. exercer escolha de outra possível vaga. à Turma de que sai o novo Presidente do Tribunal. O Desembargador Federal que se empossa passa a integrar a Turma e a Seção onde se deu a vaga para a qual foi nomeado. pelo Vice-Presidente. ressalvada a possibilidade de. As comissões.Regimento Interno § 1º. O mesmo Desembargador não pode exercer cargo na administração por mais de 4 (quatro) anos. o Vice-Presidente e o Corregedor. retornarão às Turmas. 7º. o Presidente que deixa o cargo comporá a Turma de que provier o novo Vice-Presidente. passarão a integrar a Turma de que saírem o novo Vice-Presidente e o novo Corregedor. O Presidente. O Conselho é composto pelo Presidente. 6º. ou que lhe sejam delegadas pelo Plenário. observado o seguinte: I . Há. a Escola da Magistratura Regional Federal – EMARF. Se o novo Presidente for o Vice-Presidente. no Tribunal.

Na programação de seus cursos. Diretor de Cursos e Pesquisas. no Tribunal.EMARF é constituída de Diretor-Geral. desde logo. § 4º. Diretor-Geral. Diretor de Estágio. abertos à comunidade. Diretor da Revista e Diretor de Relações Públicas. de 6 de novembro de 2009) § 2º. vedada a recondução para Diretor-Geral.” (Redação dada pela Emenda Regimental nº 22. com eleição e posse na mesma oportunidade que a Administração do Tribunal. A Escola da Magistratura Regional Federal . que disciplinará sua estrutura e organização. 9º. com mandatos de 2 (dois) anos. de 6 de novembro de 2009) § 3º.EMARF terá Regimento Interno próprio. além daqueles destinados aos Magistrados. Diretor de Intercâmbio e Difusão. Para efeito da eleição da Diretoria da EMARF deve concorrer chapa designando. Somente membros efetivos do Tribunal poderão ser eleitos para as funções de Diretor-Geral. § 5º. organizar outros. Somente membros efetivos do Tribunal poderão ser eleitos para a função de Diretor-Geral. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 22. § 2º. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 22. § 1º. Diretor de Publicações e Diretor de Estágios. o Centro Cultural da Justiça Federal. Art. aprovado pelo Plenário do Tribunal. Diretor de Pesquisa. Há. vinculado à Presidência do Tribunal. suas atividades e atribuições. a Escola da Magistratura Regional Federal poderá. de 6 de novembro de 2009) § 1º. dentre os seus membros. com mandato de 2 (dois) anos. entre outras questões. A Escola da Magistratura Regional Federal – EMARF terá Regimento Interno próprio. Para efeito da eleição da Diretoria do Centro Cultural 16 . de interesse público. contando com um DiretorGeral.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Federal . eleito pelo Plenário. aprovado pelo Plenário do Tribunal. com eleição e posse na mesma oportunidade que a Administração do Tribunal.

no Tribunal. III . o Coordenador dos Juizados Federais Especiais e o Diretor do Gabinete de Segurança Institucional. 11. Art. dentre seus membros ativos. Diretor-Geral e Vice-Diretor-Geral. assim como prorrogar o prazo para posse e início do exercício. no período de cumprimento do respectivo mandato. os primeiros. com eleição e posse na mesma oportunidade que a Administração do Tribunal.eleger o Presidente. a Diretoria da Escola da Magistratura Regional Federal – EMARF e do Centro Cultural da Justiça Federal. em matéria administrativa: I . Há.Regimento Interno da Justiça Federal deve concorrer chapa designando. o Corregedor. uma Coordenadoria dos Juizados Especiais. Compete ao Plenário. caso necessário.escolher um membro efetivo e um suplente para compor o Tribunal Regional Eleitoral de sua sede e do Estado do Espírito Santo.aprovar remoção e permuta de Desembargadores Federais. cujo Coordenador e suplente são eleitos pelo Plenário. IV . os membros eletivos do Conselho de Administração. dentre os Juízes Federais da respectiva Seção Judiciária. o Vice-Presidente. das Seções Especializadas e das Turmas Especializadas Seção I Da Competência do Plenário Art. 10. os segundos. dentre os Desembargadores Federais e. II . CAPÍTULO II Da Competência do Plenário. bem como deliberar sobre o afastamento do exercício da jurisdição. 17 .escolher os integrantes das comissões permanente e temporárias. desde logo. V .dar posse aos membros do Tribunal e aos Juízes Federais Substitutos.

X . excluídos os afastados e os impedidos. de Juízes Federais e de Juízes Federais Substitutos.decidir. XIV – aprovar alteração ou cancelamento de enunciado de súmula.resolver as dúvidas que lhe forem submetidas pelo 18 . XII . pelo voto da maioria absoluta de seus membros.decidir os processos de verificação de invalidez de seus membros.aprovar proposta ao Superior Tribunal de Justiça para iniciativa legislativa de aumento do número de Desembargadores Federais. VII – escolher e convocar Juízes Federais na forma dos arts. sobre o afastamento temporário de Juiz Federal ou de Juiz Federal Substituto. XI .Tribunal Regional Federal da 2ª Região VI – decidir sobre o provimento dos cargos de Juiz Federal e Juiz Federal Substituto e promoções. dispondo sobre o início do procedimento respectivo. de criação de novas varas federais e de criação e extinção de cargos das secretarias e serviços auxiliares.emendar e alterar o Regimento Interno do Tribunal. XV . 48 a 51 deste Regimento. VIII – ordenar a instauração de processo administrativo disciplinar contra Juiz Federal ou Juiz Federal Substituto e aplicar a penalidade prevista na lei. XIII – editar súmulas mediante proposta de qualquer de suas Seções. contra o qual tenha sido recebida denúncia ou queixacrime. enquanto não tenha adquirido vitaliciedade. XVI . considerando-se o quórum pelo número de membros efetivos do Tribunal. IX – deliberar sobre a perda de cargo de Juiz Federal e Juiz Federal Substituto.

XVIII – conceder aos Desembargadores Federais afastamento para freqüência a cursos ou seminários de aperfeiçoamento e estudos jurídicos cujo período seja igual ou superior a 30 (trinta) dias.aprovar as indicações para os cargos em comissão de Diretores do Tribunal e a indicação para os cargos em comissão das secretarias do Tribunal. quando a escolha não recair em servidor do seu quadro ou da Justiça Federal. XXIII – aprovar a instalação de novas Varas Federais e de novos Juizados Especiais Federais.formar lista tríplice. XXII – pronunciar-se sobre os pedidos de remoção e de permuta de Juiz Federal ou de Juiz Federal Substituto. XIX – conceder aos Desembargadores Federais licença com prazo superior a 30 (trinta) dias e autorizar-lhes o respectivo gozo. licenças e afastamentos eventuais ao Presidente. XX – conceder férias. ou de advogados e ou de membros do Ministério Público Federal que devam compor o Tribunal. ao Vice-Presidente. XXI – promover e organizar concurso público para provimento do cargo de Juiz Federal Substituto. XXVI – dispor sobre os cargos comissionados ou gratificados. de Juízes Federais. XXIV . conforme o caso. na forma de lei. e ao Corregedor.Regimento Interno Presidente ou pelos Desembargadores Federais sobre a interpretação e execução de norma regimental ou a questão de ordem dos processos de sua competência. XXV – promover e organizar concurso público para provimento dos cargos do Tribunal e das Seções Judiciárias. 19 . XVII .

do Coordenador dos Juizados. ou quando a matéria for comum a mais de uma Seção. X . II – os embargos infringentes em ação rescisória julgada procedente pelas Seções. VI – os habeas data em matéria de sua competência. IV . V – os habeas corpus no âmbito de sua competência.os incidentes de uniformização de jurisprudência. VII – as argüições de inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo suscitadas nos processos submetidos a julgamento originário ou recursal do Tribunal.as suspeições e impedimentos levantados contra Desembargadores Federais. aprovando a respectiva Súmula.as questões incidentes em processos de competência das Seções ou das Turmas. III – os embargos infringentes em revisão criminal desfavorável ao réu julgada pela Seção Criminal. em matéria judicial. das Seções. 20 . VIII . IX . 12. do Corregedor. Art. do Vice-Presidente. do Presidente do Tribunal. quando ocorrer divergência na interpretação do direito entre as Seções Especializadas. processar e julgar: I – as revisões criminais e as ações rescisórias de seus julgados.Tribunal Regional Federal da 2ª Região XXVII – aprovar a proposta orçamentária do Tribunal. Compete ao Plenário. que lhe tenham sido submetidas. do Conselho de Administração e das Comissões Organizadoras e Examinadoras de Concurso para Juiz Federal Substituto.os mandados de segurança contra ato do Plenário. em processos de sua competência.

13 . outros procedimentos investigatórios e as ações penais contra juízes e membros do Ministério Público da União. inclusive contribuições.à 3ª Seção Especializada. as matérias administrativas e todas as que não estiverem compreendidas na competência das 21 . II . e os habeas corpus relativos à prisão de natureza civil por Juiz. em processo de natureza tributária. previdenciária e de propriedade intelectual.os incidentes de falsidade suscitados e submetidos a seu julgamento. nos casos de pedidos de suspensão de liminar ou de suspensão dos efeitos de sentença não transitada em julgado.à 1ª Seção Especializada. de competência do Tribunal. XV – as causas relativas a direitos humanos deslocadas para a Justiça Federal. no âmbito de sua competência. decorrentes de matéria criminal. XIII – os inquéritos. bem como as ações trabalhistas remanescentes. Compete às Seções Especializadas. Seção II Da Competência das Seções Especializadas Art. entre as Seções e entre Relatores ou Turmas integrantes de Seções diversas. bem como os incidentes deles resultantes. bem como os habeas corpus. III . (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. as matérias penal. a matéria tributária.Regimento Interno XI – os conflitos de competência entre os Relatores do Plenário. XII . processar e julgar: I . de 11 de fevereiro de 2011) XIV .à 2ª Seção Especializada.o recurso contra decisão do Presidente do Tribunal. e suas respectivas Turmas.

VII . às Seções Especializadas compete processar e julgar: I . 14 .os mandados de segurança contra atos de suas Turmas Especializadas. exceto o previsto no art. (Incluído pela Emenda Regimental nº 24. III .Tribunal Regional Federal da 2ª Região outras Seções Especializadas.os conflitos de competência entre os Desembargadores Federais de suas Turmas Especializadas. II . 15 .as ações penais originárias de competência do Tribunal e os incidentes delas resultantes.as suspeições e impedimentos argüidos contra seus membros e contra os Desembargadores Federais de suas Turmas Especializadas.os embargos infringentes. No âmbito de sua especialização.os incidentes de uniformização.as ações rescisórias e as revisões criminais de seus julgados e dos julgados das Turmas Especializadas. Art. incluindo-se os habeas corpus relativos à prisão de natureza civil. 12.quando convier pronunciamento do Plenário em razão da relevância da questão e para prevenir divergência entre as Seções Especializadas. As Seções Especializadas remeterão os feitos de sua competência ao Plenário: I . 22 . quando ocorrer divergência de interpretação do direito entre as Turmas Especializadas em matérias que lhe são afetas. VI . XIII. quando não prevista na competência das outras Turmas. de 11 de fevereiro de 2011) Art. V . IV .

os recursos das sentenças e decisões de Juízes Federais e de Juízes de Direito.as exceções de suspeição e impedimento contra Juiz Federal. quer quando.os conflitos de competência entre Juízes Federais. VIII – as ações rescisórias e as revisões criminais de sentenças não recorridas. Juízes Federais Substitutos e entre aqueles e estes e Juízes de Direito investidos de jurisdição federal. 16.as cartas testemunháveis.os habeas corpus contra ato de Juiz Federal. VI . embora não investidos dessa condição. Seção III Da Competência das Turmas Especializadas Art. II – os habeas data e os mandados de segurança contra ato de Juiz Federal ou Juiz de Direito no exercício de jurisdição federal. Compete às Turmas Especializadas. III . tenham sua decisão impugnada por ente federal. no âmbito de suas respectivas especializações processar e julgar: I . de Juiz de Direito investido de jurisdição federal e de membros do Ministério Público da União. com atuação em Primeiro Grau de jurisdição. VII – o pedido de desaforamento de julgados de competência do Tribunal do Júri.Regimento Interno II .quando algum dos Desembargadores Federais propuser a revisão da jurisprudência sumulada pelo Plenário. IV . V . quer investidos de jurisdição federal. Juiz Federal Substituto e Juiz de Direito investido de jurisdição federal. 23 .

b) convier o seu pronunciamento. Ao Plenário.ao Plenário. desde que esta ainda não tenha sido decidida pelo Plenário. quando: a) algum dos Juízes propuser revisão da jurisprudência assentada em súmula. c) reconhecer a argüição de inconstitucionalidade ou a relevância de matéria constitucional.processar e julgar: 24 .Tribunal Regional Federal da 2ª Região IX – as causas relativas a direitos humanos deslocadas para a Justiça Federal. ou para superar divergências entre as Turmas Especializadas. ainda: I . nos processos da respectiva competência. II . 18 . no âmbito de sua competência. ou pelo Supremo Tribunal Federal. às Seções Especializadas e às Turmas Especializadas. quando: a) convier o seu pronunciamento. Seção IV Disposições Comuns às Seções do Capítulo Art. b) convier o seu pronunciamento em razão da relevância da questão jurídica ou para prevenir ou superar divergência entre as Seções Especializadas ou entre elas e o Plenário. Art. em razão da relevância da questão jurídica. ou para superar divergências entre as Turmas Especializadas e a Seção Especializada. incumbe. 17. em razão da relevância da questão jurídica.à Seção. As Turmas Especializadas podem remeter os feitos de sua competência: I .

para os devidos fins. b) os embargos de declaração opostos a seus julgados. CAPÍTULO III Do Presidente. II . c) as argüições de falsidade. as medidas cautelares e as antecipatórias. § 1º. d) os incidentes de execução que lhe forem submetidos.Regimento Interno a) os agravos contra decisão do respectivo Presidente ou do Relator. devendo a posse dos eleitos ocorrer na primeira sessão do Plenário do mês de abril. no mês de fevereiro do ano em que findar o biênio. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. vedada a reeleição. a contar da posse. Proceder-se-á à eleição. de 11 de fevereiro de 2011) 25 . b) encaminhar ao Corregedor cópia de peças constantes de autos que revelem indícios de irregularidades nas Varas ou formular observações referentes ao funcionamento delas. 19.adotar as seguintes providências: a) remeter às autoridades competentes. e) a restauração de autos. quando houver indícios de crime de responsabilidade ou de crime comum de ação pública. do Vice-presidente e do Corregedor Seção I Disposições Gerais Art. na primeira sessão ordinária do Plenário. cópia autenticada de peças de autos do processo que conhecer. o Vice-Presidente e o Corregedor têm mandato de 2 (dois) anos. O Presidente. por votação secreta. nas causas pendentes de sua decisão.

§ 3º. proclamar-se-á eleito o mais antigo. concorrerão somente os 2 (dois) Desembargadores Federais mais votados no primeiro. Dando-se a vacância a partir do segundo semestre do mandato. proclamar-se-á eleito. O eleito completará o período de seu antecessor. assumirá o exercício do cargo. Em caso de empate na votação. Art. o Vice-Presidente do Tribunal. § 4º. Se ocorrer vacância da Presidência. pelo tempo restante. 20. e esta. que se tornará inelegível para o período seguinte.velar pelas prerrogativas do Tribunal. a do Corregedor. Se nenhum reunir a maioria absoluta de sufrágios. o que obtiver maioria de votos. dois terços dos membros do Tribunal. proceder-se-á a nova eleição. pelo menos. na primeira sessão ordinária do Plenário.Tribunal Regional Federal da 2ª Região § 2º. A eleição far-se-á com a presença de. 22. São atribuições do Presidente: I . será designada sessão extraordinária para data próxima. Considerar-se-á eleito. II . Seção II Das Atribuições do Presidente Art. Art. far-se-á nova eleição. Em segundo escrutínio. durante o primeiro semestre do mandato. inclusive o Presidente. convocados os Desembargadores Federais ausentes. 21. dentre os 2 (dois). o Desembargador Federal que obtiver a maioria absoluta dos votos dos membros do Tribunal. O Desembargador Federal licenciado ou de férias poderá participar da eleição. se o Vice-Presidente manifestar sua disposição de não assumir o cargo de Presidente pelo período restante. cumprindo e fazendo 26 . Se ocorrer vaga dos cargos de Vice-Presidente e de Corregedor. Não havendo quórum.representar o Tribunal. em primeiro escrutínio. A eleição do Presidente precederá a do Vice-Presidente.

das Turmas Especializadas e dos Relatores.dirigir os trabalhos do Plenário e do Conselho de Administração. XIII . observado o disposto no art. 155. VII . de 1 de outubro de 2009) IX . transferência de Turma Especializada.proferir os despachos de expediente.manter a ordem nas sessões do Plenário e do Conselho de Administração. presidindo suas sessões. proferindo voto. XI .proferir voto. X .Regimento Interno cumprir o seu Regimento Interno.assinar as cartas rogatórias. nos julgamentos do Plenário. V .designar dia para julgamento dos processos de competência do Plenário e do Conselho de Administração. ressalvadas as atribuições das Seções Especializadas.convocar as sessões do Plenário e do Conselho de Administração.executar e fazer executar as ordens do Plenário e do Conselho de Administração. IV .supervisionar a distribuição dos feitos aos membros do Tribunal. XIV .relatar o agravo interposto de suas decisões. XII .dar posse aos Desembargadores Federais do Tribunal durante o recesso ou em caso de urgência e conceder-lhes. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 21. VI . III .submeter questões de ordem ao Plenário e ao Conselho de Administração. 27 . VIII .

expedir os atos de convocação de Juízes Federais para atuarem no Tribunal. nas hipóteses pertinentes. 28 . caso necessário. despachando os precatórios e ordenando. podendo. nos termos do art. sendo que no caso destes últimos. depois de o período pretendido receber a anuência do Presidente da Turma integrada pelo magistrado. bem como dos Juízes Federais Convocados. ainda. cujos mandatos serão de 2 (dois) anos e coincidirão com o da Administração do Tribunal. ou das sentenças proferidas nos primeiros. XVIII – aprovar a escala de férias dos Desembargadores Federais. se for o caso.Tribunal Regional Federal da 2ª Região XV . b) os pedidos de suspensão da execução de medida liminar em processos de mandado de segurança e de ação civil pública. durante o recesso do Tribunal. bem assim os incidentes de indulto. bem como deliberar sobre o afastamento do exercício da jurisdição. determinar liberdade provisória ou sustação de ordem de prisão e demais medidas que reclamem urgência. d) os pedidos de livramento condicional. XVII . 100 e parágrafos da Constituição Federal. o seqüestro de quantias. no período de cumprimento do respectivo mandato. das Seções Judiciárias que compõem a região. além das demais hipóteses previstas em lei.decidir sobre: a) as reclamações por erro da ata do Plenário e do Conselho de Administração e da publicação de acórdãos. c) os pedidos de liminar em mandado de segurança. XVI – escolher os Juízes Federais que deverão exercer os encargos de Diretor do Foro e o respectivo Vice-Diretor. e) a expedição de ordens de pagamento devido pela Fazenda Pública Federal. anistia e graça.

XXI .resolver as dúvidas que se suscitarem na classificação dos feitos e expedientes registrados na Secretaria do Tribunal. XXV . dando posse aos servidores.assinar os atos de provimento. bem assim das secretarias e dos serviços auxiliares dos Juízos que lhe são vinculados. para o efeito de aposentadoria.expedir atos indispensáveis à disciplina dos serviços e à segurança institucional do Tribunal.Regimento Interno XIX . disponibilidade e exoneração.adotar as providências necessárias à elaboração da proposta orçamentária do Tribunal e da Justiça Federal de Primeira Instância e encaminhar pedidos de abertura de créditos. aposentadoria. 29 . mediante provocação do Corregedor ou do Conselho de Administração. remoção. bem assim praticar os demais atos previstos neste Regimento. o processo de verificação de invalidez: a) de membro do Tribunal. ou por provocação do Vice-Presidente do Tribunal.nomear curador especial a paciente nas hipóteses do inciso anterior. ou de ofício.assinar os atos de provimento e vacância dos cargos e empregos da Secretaria Geral e dos serviços auxiliares do Tribunal.iniciar. XXVI . em cumprimento de deliberação ou decisão do Plenário. de Juiz Federal e de Juiz Federal Substituto. XX . XXIII . b) de Juiz Federal de Primeiro Grau. XXII . baixando as portarias necessárias. em se tratando de incapacidade mental.baixar resoluções e ordens de serviço referentes a deliberações do Plenário e do Conselho de Administração. XXIV . a pedido e de ofício.

delegar. secretarias e serviços auxiliares referidos no inciso anterior.velar pela regularidade e exatidão das publicações das estatísticas sobre os trabalhos do Tribunal. Turmas e dos Desembargadores Federais. Ao Vice-Presidente incumbe substituir o Presidente. Colocando-os na Rede Corporativa (Intranet) do Tribunal. 23.apresentar ao Tribunal o Relatório de Atividades e Mapa dos Julgados. nos termos da lei. Parágrafo único. poderá o Presidente submeter matéria de sua competência ao Conselho de Administração. estes quanto aos respectivos Gabinetes. competência ao Diretor Geral para a prática de atos administrativos de gestão referentes aos servidores da Secretaria Geral. sem prejuízo das atribuições dos Presidentes de Seções Especializadas. nas férias. XXX . XXVIII . salvo quanto à última. O Vice-Presidente integra o Plenário também nas funções de Relator. XXIX . licenças. Seção III Das Atribuições do Vice-Presidente Art. Em caso de questão controvertida. Revisor e Vogal. XXXII . § 1º. XXXI – autorizar a inclusão de dependente no Plano de Saúde. quando no exercício da Presidência. na primeira sessão ordinária do mês de março. 30 .impor penas disciplinares aos servidores da Secretaria Geral do Tribunal e serviços auxiliares.Tribunal Regional Federal da 2ª Região XXVII .assinar os atos de licença e demais atos relativos à vida funcional dos servidores da Secretaria Geral. ausências e impedimentos.

Regimento Interno

§ 2º. Ao Vice-Presidente incumbe ainda: I – decidir sobre a admissibilidade de recurso extraordinário, recurso especial, recurso ordinário de habeas corpus e recurso ordinário em mandado de segurança, com respectivos agravos, e resolver os incidentes suscitados; II - auxiliar na supervisão e fiscalização de serviços da Secretaria Geral do Tribunal, em encargos especificados, III - dirigir seu Gabinete, fazendo ao Presidente a indicação dos ocupantes dos respectivos cargos e funções; IV - encaminhar ao Presidente, até 20 de janeiro, relatório circunstanciado dos serviços que lhe são afetos; V - decidir sobre os pedidos de extração de carta de sentença criminal, nos processos sob sua jurisdição.
Seção IV Das Atribuições do Corregedor

Art. 24. Ao Corregedor compete: I - substituir o Vice-Presidente para os fins do art. 23, caput, deste Regimento; II - fiscalizar tudo que concerne ao aperfeiçoamento, à disciplina e à estatística forense de Primeira Instância, adotando, desde logo, as medidas adequadas à eliminação de irregularidades; III - proceder a correições ordinárias e extraordinárias, estas para verificação de prática de erros, omissões ou abusos na Primeira Instância; IV - promover sindicâncias relacionadas com faltas atribuídas a Juízes Federais;

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Tribunal Regional Federal da 2ª Região

V - expedir instruções normativas para o funcionamento dos serviços de Corregedoria; VI - adotar, mediante provimentos, as providências necessárias ao regular funcionamento dos serviços forenses de Primeira Instância e destinadas ao aperfeiçoamento dos mesmos; VII - aprovar a escala de férias dos Juízes Federais e dos Juízes Federais Substitutos, cuja substituição recíproca na mesma vara em que se encontrem em exercício será automática em todos os casos de afastamentos legais, sem prejuízo da designação de substitutos quando não seja possível a substituição automática, observados os critérios de designação definidos por ato normativo próprio; VIII – autorizar o afastamento de Juiz Federal e Juiz Federal Substituto, sem ônus para o Tribunal ou com ônus limitado; IX - autorizar os Juízes Federais e Juízes Federais Substitutos a se ausentarem das sedes de suas Seções, nos dias de expediente forense, desde que não estejam no gozo de férias ou licença, quando o período de afastamento for inferior a 30 (trinta) dias; X - organizar a lista de antigüidade dos Juízes Federais e Juízes Federais Substitutos, com observância dos critérios estabelecidos neste Regimento; XI - impor as penalidades de censura, advertência e suspensão, até 30 (trinta) dias, aos servidores da Justiça Federal de Primeira Instância, sem prejuízo da competência dos Juízes Federais e do Diretor do Foro; XII - indicar os servidores que o assessorarão ou servirão de Secretário nas inspeções, correições ordinárias e extraordinárias, ou nas sindicâncias e inquéritos que presidir; XIII – dirigir seu Gabinete, fazendo ao Presidente a indicação dos ocupantes dos respectivos cargos e funções;

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Regimento Interno

XIV - conhecer de pedido de correição parcial. § 1º. O Corregedor poderá indicar até dois juízes para convocação em função de auxílio às atribuições administrativas afetas à Corregedoria, por período coincidente ao seu mandato; §2º. O Corregedor, quando julgar necessário para a realização de inspeções, sindicâncias, correições ordinárias e extraordinárias, ou para realização de inquéritos destinados à apuração de responsabilidades, poderá designar um Juiz Federal para acompanhá-lo, ou delegar-lhe competência, devendo as conclusões ser submetidas à sua apreciação e decisão. § 3º. Na hipótese do parágrafo anterior, a designação não poderá implicar perda da jurisdição, salvo autorização do Plenário, sendo vedada, em qualquer circunstância, a perda parcial da jurisdição; § 4º. O Corregedor encaminhará ao Chefe da Procuradoria Regional da República os documentos necessários à apuração de responsabilidade criminal, sempre que, no exercício de suas funções, verificar a existência de crime ou contravenção praticado por servidor da Justiça Federal. Nos demais casos, comunicará o fato ao Presidente do Tribunal. § 5º. O Corregedor integra o Plenário também nas funções de Relator, Revisor e Vogal, salvo quanto à última, quando no exercício da Presidência.
CAPÍTULO IV Das Atribuições dos Presidentes de Seção Especializada e de Turma

Art. 25. Compete aos Presidentes de Seção Especializada e de Turma Especializada: I - presidir as sessões da Seção Especializada ou da Turma Especializada, participando também na condição de Relator, Revisor

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CAPÍTULO V Dos Desembargadores Federais Seção I Disposições Gerais Art. V . § 2º. § 1º. para nomeação ou exoneração. III .Tribunal Regional Federal da 2ª Região e. mediante promoção de Juízes Federais com 34 .manter a ordem nas sessões. na qualidade de Vogal. sendo: I . A indicação. dotados de notável saber jurídico e reputação ilibada. Os Desembargadores Federais serão nomeados pelo Presidente da República. A indicação. II .convocar as sessões extraordinárias.um quinto dentre advogados com mais de 10 (dez) anos de efetiva atividade profissional. do Diretor da Subsecretaria das Seções Especializadas será feita ao Presidente do Tribunal pelo Desembargador mais antigo dentre aqueles que presidirem as Seções. e membros do Ministério Público Federal. IV . somente quando houver empate ou para completar o quórum de julgamento. II . 26.assinar a correspondência do órgão fracionário. após consenso ou votação havida entre os Presidentes. do Diretor da Subsecretaria da Turma Especializada será feita ao Presidente do Tribunal pelo Desembargador que presidir a respectiva Turma. com mais de 10 (dez) anos de carreira.os demais. para nomeação ou exoneração.mandar incluir em pauta os processos e assinar as atas das sessões.

com prazo de 10 (dez) dias. conforme procedimento próprio. enviando-a ao Presidente da República. 94 da Constituição Federal. 94 da Constituição Federal.Regimento Interno mais de 5 (cinco) anos de exercício. 27. que somente poderá ser recusado pelo Tribunal pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros. o Presidente fará publicar edital. conforme o caso. por merecimento. 31. em até 20 (vinte) dias úteis. Art. § 1º. O Tribunal encaminhará ao Presidente da República lista tríplice. Parágrafo único. Recebidas as indicações. de Juízes Federais. e assegurada a ampla defesa. Em se tratando de vaga do quinto constitucional. Art. Art. o Tribunal formará lista tríplice. para os fins do prescrito pelo parágrafo único do art. Parágrafo único. Art. Na promoção por antigüidade. de lista sêxtupla. Cabe ao Plenário declarar a vacância de lugar no Tribunal e sua destinação para efeito de provimento. repetindo-se a votação até fixar-se a indicação. segundo o critério de antigüidade e merecimento. para os não interessados manifestarem sua recusa. o Tribunal. 29. O Corregedor prestará informações sobre os que preencherem os requisitos legais para a promoção. será indicado o mais antigo. ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil ou ao Ministério Público Federal a formação. O quinto constitucional. Em se tratando de vaga reservada a Juiz Federal. é composto na forma estabelecida na Constituição Federal. 35 . através de seu Presidente. Art. 30. alternadamente. nos casos de preenchimento de vaga do quinto constitucional e de promoção. solicitará. 28. nos termos do disposto no art. de advogados e membros do Ministério Público Federal.

Na promoção de Juiz Federal serão obedecidas as seguintes regras: I . retiver autos em seu poder além do prazo legal. Art. II . ou 5 (cinco) alternadas. § 3º. Em caso de o Juiz Federal ter figurado por 3 (três) vezes consecutivas. Não será promovido o juiz que. II . serão levados em conta: I . § 1º. 36 . § 3º.a promoção por merecimento pressupõe o exercício mínimo por 5 (cinco) anos na classe e integrar o Juiz a primeira quinta parte da lista de antigüidade desta. para o procedimento de nomeação.Tribunal Regional Federal da 2ª Região § 2º. em lista de merecimento. § 2º. entre os inscritos.freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento de magistrados.a antigüidade e o merecimento serão apurados na classe de Juiz Federal. não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão. não houver quem os preencha. 32. O Diretor-Geral da EMARF prestará informações sobre os que obtiveram freqüência no Curso de Aperfeiçoamento e Especialização. o Presidente do Tribunal encaminhará apenas seu nome para nomeação pelo Presidente da República.presteza e segurança no exercício da jurisdição. se. Os requisitos a que se refere este artigo serão dispensados. § 4º. Na apreciação do merecimento dos inscritos. injustificadamente. Os nomes dos escolhidos serão encaminhados ao Presidente da República.

colateral até o 4º grau. no Plenário. Se no escrutínio para indicação do terceiro Juiz da lista tríplice nenhum dos concorrentes obtiver maioria absoluta. será elaborada uma lista tríplice. convocando-se substitutos. será indicado o mais votado. os Juízes Federais Convocados e os Desembargadores Federais que tenham como eventual candidato ascendente. Votarão. procederse-á a outro. como eleitores. quando necessário. em número igual ao dobro dos claros a preencher na lista. Art. por escrito e antes da votação. Para cada vaga do quinto ou daquelas a serem providas por promoção por merecimento. descendente. afim até o 4º grau e companheiro . 37 . em decorrência de o participante preencher. todos os requisitos para concurso. § 2º.renunciar expressamente. cônjuge. Não completada a lista no primeiro escrutínio.esta última condição como defi nida no ordenamento constitucional ou infraconstitucional pátrio -. § 1º. Cessará o impedimento a que se refere o § 1º deste artigo no caso de o candidato . Art. § 2º. 34. Persistindo a existência de claros. serão sucessivamente feitos novos escrutínios. Considerar-se-ão indicados para composição da lista tríplice os concorrentes que obtiverem a maioria absoluta de votos dos Desembargadores Federais. para preenchimento das vagas do Tribunal. § 3º. para formação do quórum. § 1º. a concorrer ao objetivo do pleito.implícito ou explícito .Regimento Interno Art. Ficam impedidos de participar da votação. em tese. 33. 35. os Desembargadores Federais não atingidos por impedimento ou suspeição. ainda que a candidatura seja de forma implícita. ao qual concorrerão os remanescentes mais votados.

Art. 38 . 38. o de inscrição principal mais antiga na Ordem dos Advogados do Brasil. § 1º. quer para efeito de ingresso na lista. dados que constarão do ofício de encaminhamento da lista ao Presidente da República. perante o Presidente.Tribunal Regional Federal da 2ª Região § 4º. o mais antigo na classe. O prazo de 30 (trinta) dias para a posse poderá ser prorrogado pelo Plenário. Art. Os escolhidos figurarão na lista tríplice. em livro especial. Os Desembargadores Federais têm as prerrogativas. o mais antigo na carreira. de acordo com a ordem decrescente dos votos que tiverem obtido. Art.se advogado. § 3º. contudo. As regras desta seção aplicam-se. em período de recesso ou em caso de urgência. um termo. garantias. Em caso de empate. podendo fazê-lo. que será assinado pelo Presidente e por quem o prestar. § 2º. considerar-se-á indicado: I . Art. III . no que couber. respeitado o número de ordem do escrutínio. cumprindo e fazendo cumprir a Constituição e as leis do País. 37. quer para o de concorrer a novo escrutínio. No ato da posse. 39. Do compromisso lavrar-se-á. às promoções da classe de Juiz Federal Substituto para a de Juiz Federal. direitos e incompatibilidades inerentes ao exercício da judicatura. Os membros do Tribunal tomarão posse em Sessão Plenária e solene do Tribunal. e manterão as honras correspondentes na inatividade.se Juiz Federal.se membro do Ministério Público Federal. II . o membro do Tribunal prestará compromisso de bem desempenhar os deveres do cargo. 36.

cônjuge ou companheiro. de uso obrigatório nas peças processuais e publicações. terá preferência o mais antigo. Havendo mais de 1 (um) pedido. Em caso de posse na mesma data. sucessivamente. Os Desembargadores Federais têm jurisdição em todo o território da 2ª Região da Justiça Federal. Art. a capa. 40. integrarão Seções Especializadas e Turmas Especializadas diferentes. para efeito de sua posição no Plenário. Parágrafo único.para os Juízes integrantes do quinto constitucional. ou no caso de permuta. o tempo de serviço público.Regimento Interno Parágrafo único. 39 . Art. II . observar-se-ão.para os Juízes de carreira. substituição e qualquer outro efeito legal ou regimental. 42. sendo-lhes assegurado o título de Desembargador Federal. nas Seções e nas Turmas. Levar-se-á em consideração a antigüidade dos Desembargadores Federais. a toga e. nele integrado o tempo de advocacia não concomitante e a idade. e o primeiro que conhecer da causa impede que o outro participe do mesmo caso. Os Desembargadores Federais terão o tratamento de Excelência e usarão. nas sessões solenes. em linha reta ou no segundo grau na linha colateral. será considerada a lista de antigüidade de Juiz Federal. antes da posse do novo Desembargador Federal. o desempate se fará do seguinte modo: I . e o primeiro que conhecer da causa impede que o outro participe do mesmo caso em sessão do Plenário. revisão de processos. Se houver mais de 2 (dois) membros nas condições previstas neste artigo. Os Desembargadores Federais têm direito de removerse de uma Seção ou Turma para outra onde haja vaga. Art. comporão Seções Especializadas e Turmas Especializadas diferentes. nas ordinárias. Art. quando da competência do Plenário. distribuição de serviços. Quando 2 (dois) membros do Tribunal forem parentes consangüíneos ou afins. 41. 43.

bem como à execução de suas decisões. V . à Seção. nos casos em que lhe caiba agir de ofício.determinar às autoridades judiciárias de Primeira Instância. com o relatório.determinar.dispensar a remessa ao Revisor dos feitos que versarem sobre matéria predominantemente de direito. IV . VII .Tribunal Regional Federal da 2ª Região Seção II Do Relator Art. ainda que incluído na pauta de julgamento. III . nos casos previstos em lei. questões de ordem para o bom andamento dos feitos.submeter ao Plenário. II . quando for Presidente de Seção ou de Turma. VIII . 40 . ou determinar a sua inclusão em pauta.delegar atribuições a autoridades judiciárias de Primeira Instância. IX . VI . as medidas referidas no inciso anterior. se for o caso. ou. ainda. providências referentes ao andamento e à instrução do processo.pedir dia para julgamento dos feitos que lhe couberem por distribuição. em caso de urgência. sujeitas à sua jurisdição.homologar a desistência do feito ou do recurso. destinadas a garantir eficácia de ulterior decisão da causa. à Seção ou à Turma. à Turma ou aos respectivos Presidentes. ad referendum do Plenário. da Seção ou da Turma.ordenar e dirigir o processo. 44. ou neste Regimento. conforme a competência. ou passá-los ao Revisor. as medidas necessárias à proteção de direito suscetível de grave dano e de incerta reparação. e às administrativas. Ao Relator incumbe: I .submeter ao Plenário. nos processos de competência destes.

III . ao Relator: I .Regimento Interno X . Vice-Presidente ou Corregedor. ainda que tenha assumido o cargo de Presidente. adjudicação. improcedente. e noutros casos de que resulte lesão grave e de difícil reparação.arquivar ou negar seguimento a pedido ou recurso manifestamente intempestivo.suspender a execução da decisão ou sentença recorrida. IV – decidir sobre a habilitação incidente.assinar carta de ordem. II .assinar os ofícios executórios e quaisquer comunicações referentes aos processos julgados. precatória ou rogatória.decidir sobre o pedido de extração de carta de sentença criminal e assiná-la. XIII . nos casos de prisão civil.propor à Seção Especializada ou à Turma Especializada seja o processo submetido ao Plenário. XI . sendo relevante a fundamentação. inadmissível. do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal Federal. ainda. prejudicado ou contrário a súmula do Tribunal. XIV .negar seguimento a agravo de instrumento a que falte algum dos requisitos legais ou alguma das peças obrigatórias ou necessárias. 41 .redigir e assinar o acórdão. V . da Seção ou da Turma. § 1º. XII . Caberá. levantamento de dinheiro sem caução idônea. quando seu voto for vencedor nos julgamentos.julgar prejudicado pedido ou recurso que haja manifestamente perdido o objeto. até o pronunciamento definitivo do Plenário. remição de bens.

IV . Seção III Do Revisor Art.embargos infringentes em matéria penal. § 2º. haverá revisão nos seguintes processos: I . VicePresidente ou Corregedor. empossado Presidente. VII . O Desembargador. Art. Caberá agravo interno das decisões de que tratam os incisos do parágrafo anterior.Tribunal Regional Federal da 2ª Região VI .revisão criminal. seguindo ao mais 42 . II .dar provimento a recurso de sentença que esteja em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante dos Tribunais Superiores.apelação cível. V . VI . se o Juiz comunicar que reformou integralmente a decisão impugnada. 45. § 3º. 44. inciso IX. Não haverá revisão nos recursos interpostos nas causas de procedimento sumário. Ressalvado o disposto no art.embargos infringentes.apelação criminal. Parágrafo único. no órgão julgador. deste Regimento.considerar prejudicado o agravo de instrumento.ação rescisória. continua Relator dos processos já incluídos em pauta. Será Revisor o Juiz que se seguir ao Relator na ordem descendente de antigüidade. 46. III .

Regimento Interno moderno o mais antigo. será também substituído o Revisor. a matéria à consideração do Relator. Na hipótese de impedimento e/ou suspeição de qualquer dos membros de uma Turma que impeça a prolação de decisão por falta de quórum. o seu Presidente deverá convocar outro magistrado. na forma deste artigo. o que poderá ocorrer nas seguintes modalidades: I – Juiz Federal Convocado de competência plena. § 3º. III . Em caso de necessidade. Art. O Juiz empossado Presidente. conforme o caso. IV . preferencialmente integrante de órgão que tenha a mesma competência.determinar a juntada de petição enquanto os autos lhe estiverem conclusos. Compete ao Revisor: I . 43 . CAPÍTULO VI Dos Juízes Federais Convocados Art.pedir dia para o julgamento. desde logo.sugerir ao Relator medidas ordinatórias que tenham sido omitidas.confirmar ou completar o relatório. 47. § 2º. § 1º. poderá ser convocado Juiz Federal para atuar no Tribunal. Em caso de substituição definitiva do Relator. II . submetendo. Vice-Presidente ou Corregedor continuará como Revisor nos processos já incluídos em pauta. 48.

matéria administrativa. 11. preferencialmente. § 4º. Parágrafo Único. judiciais ou administrativos. nos quais só poderá atuar como vogal. contra Juiz Federal ou Juiz Federal Substituto. II – ações cuja competência originária seja do Tribunal. se for o caso. a Seção e o Plenário. com as seguintes exceções: I – processos. a convocação poderá se dar sem prejuízo da jurisdição.Tribunal Regional Federal da 2ª Região II – Juiz Federal Convocado de competência restrita. com idêntica competência do Desembargador Federal substituído. bem como de licença. entre os integrantes do quinto mais antigo. Art. Somente na hipótese do inciso III poderá ser convocado Juiz Federal em qualquer posição na lista de antigüidade. férias ou 44 . a convocação será sempre com prejuízo da jurisdição. III . § 5º. O Juiz Federal Convocado de competência plena comporá a Turma. § 2º. no caso do inciso III. III – Juiz Federal Convocado em função de auxílio. § 3º. Nos casos dos incisos I e II. § 1º. O Juiz Federal Convocado receberá a diferença de subsídio correspondente ao cargo de Desembargador. sendo permitida a participação apenas nas hipóteses constantes dos incisos XIII e XIV. prevista no art. dentre Juízes Federais que não tenham sofrido punição prevista neste Regimento. no caso dos incisos I e II. nos quais não poderá atuar. mais diárias e transporte. A convocação em qualquer hipótese far-se-á na forma estabelecida neste artigo. A convocação na modalidade prevista no caput deste artigo ocorrerá para substituição de membro do Tribunal em caso de vacância do cargo. 49. A escolha dos convocados. deverá ser feita entre os Juízes Federais que ocupem a primeira metade da lista de antigüidade e. em razão de prerrogativa de foro.

50. III – substituindo o Desembargador Federal. o Diretor-Geral da Escola da Magistratura Regional Federal. ou as que lhe hajam sido delegadas pelo Plenário. 52. bem como o Coordenador dos Juizados Especiais Federais. sempre que a ausência for superior a 30 (trinta) dias ou por prazo indeterminado.exercer as atribuições administrativas não previstas na competência do Plenário ou do Presidente. Art. CAPÍTULO VII Do Conselho de Administração Art. em caso de férias ou licenças por período igual ou inferior a 30 dias. 51. quando necessário. Art.Regimento Interno afastamentos. atuando para auxiliar os ocupantes das funções de Administração do Tribunal.aprovar os critérios para as progressões dos servidores da Secretaria Geral e serviços auxiliares do Tribunal e dos servidores da 45 . O Juiz Federal Convocado em função de auxílio não poderá compor quórum de votação. Ao Conselho de Administração incumbe: I . O Juiz Federal Convocado de competência restrita atuará apenas junto à Turma e à Seção Especializada. II – recebendo os processos que os Desembargadores componentes do órgão respectivo lhe encaminharem para processamento e julgamento. das seguintes formas: I – compondo quórum de votação. IV – auxiliando Desembargador membro efetivo do Tribunal. no período em que a legislação autoriza o afastamento. quando este não se afastar de sua função jurisdicional. II .

autorizar o afastamento. que lhe sejam submetidas pelo Presidente. ao ser preenchido o fim a que se destinam. integrada por três Desembargadores Federais efetivos e um suplente. a paridade de representação de cada uma das Seções do Tribunal. VI – conceder licenças. III . terão. Funciona como comissão permanente a Comissão de Regimento Interno. As Comissões serão presididas pelo Desembargador 46 . CAPÍTULO VIII Das Comissões Art. no mínimo. trânsito e ajuda de custo aos Juízes Federais e aos Juízes Federais Substitutos. eleitos pelo Plenário. Dos atos e decisões do Conselho de Administração não cabe recurso administrativo. respeitada. IV . V . Art. eleitos pelo Plenário.aprovar as indicações para o exercício da Função Comissionada de Diretor de Secretaria da Justiça Federal de 1º Grau. preferencialmente. 54. manifestados contra atos do Presidente. criadas pelo Plenário. do Vice-Presidente. Parágrafo único. e deliberar sobre as mesmas. Art. 55. por mais de 30 dias. três membros.deliberar sobre recursos administrativos interpostos por servidores do Tribunal ou da Justiça Federal de Primeira Instância.deliberar sobre matérias administrativas e sobre as demais referentes a servidores da Justiça Federal de Primeiro e Segundo Graus.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Justiça Federal de Primeira Instância. do Corregedor-Regional da Justiça Federal e do Diretor do Foro. As Comissões temporárias. de Juiz Federal ou Juiz Federal Substituto. e extinguemse automaticamente. 53. VII .

O Desembargador Federal licenciado ou de férias poderá participar das votações nas sessões do Plenário concernentes à promoção de Juízes e nas administrativas. Se a licença for para tratamento da própria saúde. II . Salvo contra-indicação médica. 57. Art. inclusive em razão de pedido de vista. A licença é requerida com a indicação do prazo e do dia do início. a substituição. § 1º.velar pela atualização do Regimento Interno.Regimento Interno Federal mais antigo dentre seus integrantes. se não houver contra-indicação médica. a qualquer tempo. Nas ausências ou impedimentos eventuais ou temporários. quando consultada pelo Presidente sobre matéria regimental. ou tenham recebido o seu visto como Relator ou Revisor. antes da licença. 58. O Desembargador Federal licenciado pode reassumir o cargo. À Comissão de Regimento Interno incumbe: I . § 2º. porém. começando. dar-se-á da seguinte maneira: 47 . CAPÍTULO IX Das Licenças e Substituições dos Desembargadores Federais Art. Art.opinar. a correr da data em que passará a ser utilizada. o Desembargador licenciado poderá proferir decisões em processos que. § 4º. no Tribunal. o Desembargador Federal somente poderá reassumir o cargo antes do término do prazo. propondo emendas ao texto em vigor e emitindo parecer sobre as emendas de iniciativa de outras comissões ou de membro do Tribunal. § 3º. lhe hajam sido conclusos. em processo administrativo. 56.

morte. O Relator é substituído: I .a do Presidente da Seção Especializada ou da Turma. 59.a do Presidente de Comissão. em se tratando de adoção de medidas urgentes. IV . II . se houver.em caso de aposentadoria. pelo Revisor. demissão. pelo suplente. posse em Tribunal Superior: a) pelo Desembargador Federal nomeado e empossado para a vaga. mediante redistribuição. ressalvado os termos do parágrafo único do art.em caso de licença ou ausência por mais de 30 (trinta) dias. necessariamente. para lavrar ou assinar os acórdãos dos julgamentos anteriores à abertura da vaga. o Relator para eventual recurso de embargos de declaração.a do Presidente do Tribunal. pelo mais antigo dentre seus membros. ou pelo Desembargador Federal imediato em antigüidade. ausência ou obstáculos eventuais. III . pelos Desembargadores Federais. III . sendo que este será.em caso de impedimento.a de qualquer dos membros da Comissão.quando vencido em sessão de julgamento. Art. e a deste. exoneração. na ordem decrescente de antigüidade do titular. a do Vice-Presidente. 48 . pelo Corregedor. pelo Vice-Presidente. ou de declaração de suspeição ou impedimento. disponibilidade. II . pelo Desembargador Federal que lhe seguir na antigüidade dentre os membros daquela. IV .Tribunal Regional Federal da 2ª Região I . b) pelo Desembargador Federal que tiver proferido o primeiro voto vencedor condizente com o do Relator. 49. pelo Desembargador Federal designado para redigir o acórdão.

60. quando necessário. Ocorrendo infração à lei penal na sede ou dependências do Tribunal. 61.Regimento Interno c) posteriormente à abertura da vaga e antes da posse do novo Desembargador Federal. sendo que. 63. Art. 62. O Revisor é substituído em caso de vaga. Para completar quórum em uma das Seções ou Turmas Especializadas serão convocados Desembargadores Federais ou Juízes Federais Convocados de outras Seções ou Turmas Especializadas. Art. pelo Desembargador Federal que lhe seguir em antigüidade. Em caso de insuficiência de membros nas Turmas de idêntica competência para permitir a formação de quorum para prolação de decisão. Aplica-se o disposto na aliena “b” do inciso IV deste artigo também no caso de afastamento do Relator. no exercício da atribuição referente à segurança institucional do Tribunal. pelo Juiz Federal Convocado pelo Tribunal para substituir o Desembargador Federal que não mais se encontra em exercício. em questão de ordem. Compete ao presidente da sessão ou da audiência adotar as medidas necessárias para garantir a segurança do ato. Parágrafo único. Parágrafo único. lavrando auto de flagrante. O Presidente. ou de licença por mais de 30 (trinta) dias. no caso de Turmas. CAPÍTULO X Da Segurança Institucional Art. se envolver autoridade ou pessoa sujeita à sua jurisdição. ou delegará esta atribuição a outro Desembargador 49 . o Presidente instaurará inquérito. Parágrafo único. a preferência será de magistrado que detenha idêntica competência. poderá requisitar o auxílio de outras autoridades. de impedimento ou suspeição. Art. a indicação dos magistrados que comporão a Turma de julgamento será feita pelo Plenário. se for o caso.

Parágrafo único. III – indicar ao Presidente um Juiz Federal para a função de Vice-Diretor do Gabinete de Segurança Institucional. II – manter o Presidente informado sobre medidas urgentes e extraordinárias tomadas no âmbito do Gabinete de Segurança Institucional. O Presidente.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Federal. 65. ou da Justiça Federal de Primeira Instância. salvo em caso de atribuição do Plenário e do Presidente. Desembargador para o exercício da função de Diretor do Gabinete de Segurança Institucional. Art. entendendo não mais conveniente a delegação de função ao Desembargador Federal Diretor do Gabinete de Segurança Institucional em exercício. técnicos e/ou operacionais relativos à segurança institucional. Art. delegando função de sua competência. IV – propor ao Presidente a designação de servidores para o 50 . ou reabsorver suas funções. indicar novo membro. indicará. o Presidente poderá proceder na forma deste artigo ou requisitar instauração de inquérito à autoridade competente. sobre assuntos logísticos. para aprovação junto ao Conselho de Administração. O Presidente poderá. § 2º. administrativos. 64. a qualquer tempo. Nos demais casos. no âmbito do Tribunal e das Seções Judiciárias. Incumbe ao Diretor do Gabinete de Segurança Institucional: I – conhecer e decidir. O Desembargador Federal incumbido do inquérito designará Secretário dentre os servidores do Tribunal. § 1º.

O Ministério Público Federal oficiará em todos os feitos em que a lei lhe conferir atribuições. 51 . 68. II . provendo-o dos elementos de que dispuser para a propositura da ação penal. 67. TÍTULO II Do Ministério Público Federal Art. CAPÍTULO XI Da Representação por Desobediência e por Desacato Art. Perante cada órgão julgador do Tribunal. funcionará 1 (um) membro do Ministério Público Federal. que nas sessões tomará assento à mesa. e nos habeas data. ou não.nos mandados de segurança e nos habeas corpus. ou de desacato ao Tribunal. Art. IV . originários ou em grau de recurso. Procurador Regional da República. à direita do Presidente.nos incidentes de uniformização de jurisprudência. cabendo-lhe vista dos autos. V . ou a seus membros. 66. o Presidente comunicará o fato ao órgão competente do Ministério Público Federal.nos feitos e recursos criminais. Sempre que tiver conhecimento de desobediência à ordem emanada do Tribunal ou de seus Desembargadores Federais ou Juízes Federais Convocados.nos recursos de nacionalidade.nas argüições de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. no exercício da função. no âmbito do Gabinete de Segurança Institucional.Regimento Interno exercício de cargos e funções comissionadas. especialmente: I . III .

Art. 227. através do sítio do Tribunal na rede mundial de computadores. As petições e os processos serão registrados por meios convencionais ou eletrônicos no protocolo da Secretaria Geral do Tribunal. 52 . O Ministério Público Federal poderá pedir preferência para julgamento de processo em pauta. disciplinará o procedimento de registro e protocolo. ou for determinada pelo Relator. através do Procurador Regional da República. no mesmo dia do recebimento. VII . Na sessão de julgamento. PARTE II Da Ordem dos Processos no Tribunal TÍTULO I Disposições Gerais CAPÍTULO I Do Registro e Classificação dos Feitos Art. poderá usar da palavra sempre que o solicitar. 70. VIII . e 233. pela relevância da matéria.nos conflitos de competência. através do sistema de computação de dados. o Ministério Público Federal. é assegurado em todos os processos.Tribunal Regional Federal da 2ª Região VI . inclusive para esclarecer matéria de fato. mediante portaria. parágrafo único ). 69.nas exceções de impedimento ou suspeição de Juiz Federal. O acompanhamento das bases de andamento processual. § 1º.naqueles em que. § 2º. 71. ele a requerer. Art. parágrafo único. dentro do horário do funcionamento do protocolo geral. exceto nas hipóteses de rejeição liminar do incidente (arts. O Presidente do Tribunal.

outrossim. far-se-á.de réu preso. Os expedientes que não tenham classe específica serão incluídos na classe petição.de segredo de justiça.de recurso adesivo. 73. quando iniciados no Tribunal. Em caso de processo que tramite em segredo de justiça. anotação na capa dos autos: I .Regimento Interno § 3º. seja na qualidade de recorrentes. § 1º. se contiverem requerimento. somente será possível a consulta pelo número do processo. VI . § 2º. No ato do registro.da penhora no rosto dos autos. No ato do registro. ou na classe comunicação em qualquer outro caso. II . V . § 3º Compete ao Presidente do Tribunal resolver os incidentes suscitados na classificação dos feitos e papéis. Art. das Seções Especializadas e das Turmas. os nomes das partes serão veiculados apenas por suas iniciais e. O registro far-se-á pela mesma numeração que o feito tomou em primeira instância e com numeração contínua e seriada. recorridos. litisconsortes. e de acordo com a Tabela Única de Assuntos.de agravo retido.de impedimento ou suspeição dos Desembargadores Federais e de prevenção do Plenário. em cada uma das classes constantes da Tabela Única de Classes. em conseqüência. serão anotados os nomes de todas as partes que integram a lide. assistentes ou terceiros interessados. bem como o nome de seus respectivos advogados. III . IV . Art. 53 . 72.

VIII – de preferência legal. de habeas data e de recurso torna preventa a competência do Relator para todos os recursos posteriores. No atendimento ao disposto no parágrafo anterior. A distribuição. à parte. Compete ao Presidente baixar os atos necessários. farse-á publicamente. e de acordo com a especialidade do assunto. observando-se o disposto no art. A distribuição de mandado de segurança. tanto na ação quanto na execução referentes ao mesmo processo. impedimento ou suspeição. 77. § 2º. Art. Far-se-á a distribuição por sistema de computação eletrônica.Tribunal Regional Federal da 2ª Região VII – de sigilo parcial. inclusive nos embargos. § 4º. de responsabilidade do Presidente. 72 . A distribuição será eqüitativa entre os Desembargadores Federais. cada classe de feitos. 76. Art. § 1º. será considerada. Os processos da competência do Tribunal serão distribuídos por classe. § 3º. as partes serão identificadas pela posição que ocupam na relação processual recursal. 74. Art. na forma estabelecida em Portaria. de inquérito e de sindicância. quando ocorrer a hipótese de prevenção. 75. que digam respeito à rotina dos trabalhos. Nos recursos. a distribuição de habeas corpus. considerando-se cada classe e fazendo-se compensações. bem como a realizada para efeito da concessão de 54 . CAPÍTULO II Da Distribuição Art.

Art. Art. O Desembargador Federal a quem tocar a distribuição presidirá a instrução do feito como Relator do processo. de ofício.Regimento Interno fiança ou de decretação de prisão preventiva ou de qualquer diligência anterior à denúncia ou queixa. poderá ser argüida por qualquer das partes ou pelo órgão do Ministério Público. limitandose tal prevenção às questões relativas exclusivamente ao feito julgado. No caso de embargos infringentes. 79. § 1º. com direito a voto. § 3º. continência ou acessoriedade. o sorteio do novo Relator dar-se-á entre os Desembargadores Federais das outras Turmas. para a execução penal e para os habeas corpus impetrados em razão da mesma ação penal de origem. § 2º. far-se-á sorteio de novo Relator. Se a decisão embargada for da Seção. Se o relator deixar o Tribunal ou transferir-se de Seção ou de Turma. 55 . §1º. até o início do julgamento. Serão distribuídos ao Relator prevento os feitos que se relacionarem por conexão. Vencido o relator. § 2º. o sorteio do novo Relator dar-se-á entre os Desembargadores Federais das outras Seções. O prolator da decisão impugnada será o relator do agravo interno. a prevenção será do órgão julgador. a prevenção referir-se-á ao Desembargador Federal designado para lavrar o acórdão. 80. prevenirá para a ação penal. Art. Se a decisão embargada for da Turma. não perdendo o relator originário a relatoria dos demais feitos a ele relacionados. A prevenção. 78. § 4º. se não for reconhecida.

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CAPÍTULO III Dos Atos e Formalidades Seção I Disposições gerais

Art. 81. O ano judiciário, no Tribunal e nas Seções Judiciárias que integram a Região, se inicia no dia 07 (sete) de janeiro, obedecendo-se ao disposto no art. 62, inciso I, da Lei nº 5.010, de 30/05/66. § 1º. Além dos dias fixados em lei, não haverá expediente no Tribunal e nas Seções Judiciárias que integram a Região: I - no período de 20 (vinte) de dezembro a 6 (seis) de janeiro, inclusive; II - nos dias da Semana Santa, de quarta-feira a domingo de Páscoa; III - nos dias de segunda e terça-feira de Carnaval; IV - nos dias 11 de agosto, 1º e 2 de novembro e 8 de dezembro. Art. 82. Suspendem-se as atividades judicantes do Tribunal durante o recesso e nos dias em que o Tribunal determinar. § 1º. Durante o recesso e desde que reclamem urgência, poderá o Presidente ou seu substituto legal decidir os pedidos de liminar em mandado de segurança e processos cautelares, determinar liberdade provisória ou sustação da ordem de prisão. § 2º. Os Desembargadores indicarão seus endereços e telefones, para eventual convocação durante as férias. Art. 83. Nos sábados, domingos e feriados, no horário compreendido entre 12h e 17h, haverá plantão no Tribunal, mediante

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escala anual aprovada pelo Plenário, a qual obedecerá à antigüidade dos Desembargadores Federais, com alternância entre os Magistrados mais antigos e os mais recentes. Parágrafo Único. Durante o recesso e o plantão somente poderão ser apreciadas matérias urgentes para evitar perecimento de direito e para garantir o direito de ir e vir e para decretar medidas cautelares de natureza penal. Art. 84. Os atos processuais serão autenticados, conforme o caso, mediante assinatura, rubrica ou certificação digital dos Desembargadores Federais ou de 2 (dois) servidores para tal fim qualificados. § 1º. É exigida a assinatura usual ou, se veiculados por meios eletrônicos, a certificação digital nos acórdãos, na correspondência oficial, no fecho das cartas de sentença, nas cartas de ordem e nas certidões. § 2º. As rubricas e assinaturas usuais dos servidores serão registradas em livro próprio, para identificação do signatário, ou no órgão certificador autorizado, quando for o caso. Art. 85. As peças que devem integrar ato ordinatório, instrutório ou executório poderão ser-lhe anexadas em cópia autenticada, caso em que a autenticação pode ser feita por servidores credenciados da respectiva secretaria. Art. 86. As intimações, salvo disposição legal ou regimental em contrário, serão formalizadas através de publicação no Diário da Justiça da União, enquanto não implantado o Diário Eletrônico da Segunda Região. Parágrafo único. O advogado que desejar ser intimado por meio eletrônico ou pelo portal do Tribunal, deve cadastrar-se na forma da lei, dispensando-se a publicação no órgão oficial, inclusive eletrônico.

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Art. 87. A critério do Relator, os mandados e a notificação de ordens ou decisões poderão ser feitos: I - por servidor credenciado da Secretaria; II - por via postal, por meio eletrônico ou por qualquer modo eficaz de telecomunicação, com as cautelas necessárias à autenticação da mensagem e do seu recebimento. § 1º. Poder-se-á admitir a resposta pela forma indicada no inciso II deste artigo, quando for o caso. § 2º. Para intimação por meio eletrônico, deve o advogado informar seu endereço eletrônico à Secretaria do órgão do Tribunal, respeitado o disposto no parágrafo único do art. 86. Art. 88. Da publicação do expediente de cada processo constará, além do nome das partes, o de seu advogado. Nos recursos, figurarão os nomes dos advogados constantes da autuação anterior; quando houver novo advogado constituído perante o Tribunal, a Secretaria adotará as medidas necessárias para a anotação de seu nome, dando-se preferência, no caso de mais de um nome, àquele indicado pelo requerente. § 1º. É suficiente a indicação do nome de um dos advogados, quando a parte houver constituído mais de um ou o constituído substabelecer a outro com reserva de poderes. § 2º. A retificação de publicação no “Diário da Justiça”, enquanto não implantado o Diário Eletrônico da Segunda Região, com efeito de intimação, decorrente de incorreções ou omissões, será providenciada pela Secretaria, mediante decisão do Relator. Art. 89. As pautas do Plenário, das Seções Especializadas e das Turmas serão organizadas pelos Secretários, segundo determinação dos respectivos Presidentes.

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93. restarem em pauta ou em mesa feitos sem julgamento. à sessão em que os processos possam ser chamados e será certificada nos autos. conflitos de competência. o Presidente poderá convocar sessões extraordinárias. observados os requisitos processuais. § 1º. não inferior a 20 (vinte) dias. Parágrafo único. intimadas as partes por meio eletrônico. § 2º. Sempre que. apenas. Os editais destinados à divulgação do ato poderão conter. poderá ser dispensada a prévia publicação da pauta. 92.o julgamento de habeas corpus e recursos de habeas corpus. observado o disposto no § 2º do art. A publicação da pauta de julgamento antecederá 48 (quarenta e oito) horas. 87. pelo menos. Em lugar acessível do Tribunal. pode o Relator levar em mesa o agravo de instrumento. Art. § 3º. no Diário da Justiça da União. embargos declaratórios. II . agravos internos e exceções de impedimento e suspeição. A vista às partes transcorre na Secretaria. Havendo expressa concordância das partes. pelo prazo que for marcado. o essencial à defesa ou à resposta. Art. encerrada a sessão. § 4º. se de outra forma não dispuser a lei.Regimento Interno Art. Em caso de urgência. Independem de pauta: I . 90.as questões de ordem sobre o processamento de feito. podendo o 59 . A publicação do edital será feita uma só vez. conflitos de jurisdição. Art. destinadas ao julgamento daqueles processos. 91. será afixada a pauta de julgamentos.

a seu requerimento. no qual o Relator se reportará ao voto e às notas taquigráficas ou registros fonográficos do julgamento.a conversão do julgamento em diligência. Os advogados constituídos após a remessa do processo ao Tribunal poderão. IV . § 1º. Decisões. em razão da relevância da questão jurídica ou da necessidade de prevenir divergência entre as Turmas. Notas Taquigráficas e Registros Fonográficos Art. das Seções Especializadas e das Turmas constarão de acórdão. III .Tribunal Regional Federal da 2ª Região advogado retirar os autos nos casos previstos em lei.a remessa do feito ao Plenário.a remessa do feito ao julgamento do Plenário. quando houver argüição de inconstitucionalidade. ter vista dos autos. Seção II Dos Acórdãos. O Relator indeferirá o pedido. mediante recibo. juntamente com a ementa. 95. se houver justo motivo. Dispensam acórdãos as decisões sobre: I .a remessa do feito ao Plenário para revisão de súmula. que dele farão parte integrante. § 1º. As atas serão submetidas à aprovação na sessão seguinte. II . 94. V . § 2º. 60 . Art. As conclusões das decisões do Plenário.a remessa do feito ao Plenário para fim de ser compendiada em súmula a jurisprudência do Tribunal. na oportunidade e pelo prazo que o Relator estabelecer.

Art. Se o Relator. 61 . de 11 de fevereiro de 2011) § 3º. As inexatidões materiais e os erros de escrita ou cálculo. far-se-á. independentemente de revisão. a partir da sessão em que tenha sido pronunciado o resultado do julgamento. por suas conclusões e ementa. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. observado o disposto no art. Se não houver Revisor ou se este também tiver sido vencido. Salvo motivo justificado. a publicação far-se-á dentro do prazo de 30 (trinta) dias. poderão ser corrigidos por despacho do Relator ou por via de embargos de declaração. caso vencido em parte ínfima. § 1º. 97. O redator do acórdão. contidos no acórdão. cabe ao Diretor do órgão certificar nos autos o ocorrido e remeter à publicação na imprensa oficial notas taquigráficas ou registros fonográficos. será designado para redigir o acórdão o Desembargador Federal que proferiu o primeiro voto vencedor. Em caso de mandado de segurança e nos respectivos recursos. § 2º. (Incluído pela Emenda Regimental nº 24. § 1º. enquanto não implantado o Diário Eletrônico da Segunda Região. deve fazer constar do mesmo a tese vencedora. decorridos 30 dias da data de julgamento sem que tenha sido apresentado em Secretaria o respectivo acórdão.Regimento Interno § 2º. a lavratura caberá ao Revisor ou ao Desembargador Federal que se lhe seguir na ordem de antigüidade e que tenha participado do julgamento. Se o Relator for vencido. no Diário da Justiça da União. A publicação do acórdão. por ausência ou outro motivo relevante. ficará designado o Revisor para redigir o acórdão. de 11 de fevereiro de 2011) Art. podendo consignar sua divergência. não puder lavrar o acórdão. Subscreve o acórdão o Relator que o lavrou. 58. para efeito de intimação às partes. 96.

os autos serão conclusos ao Relator. seguindo-se a relação dos demais processos com igual resultado.a decisão proclamada pelo Presidente. Se a decodificação ou transcrição não devolvida disser respeito ao Relator. § 2º. discussão. a certidão do julgamento que conterá: I . em caso de ser determinada a decodificação ou a transcrição. 99. Quando se tratar de acórdãos repetidos. Art. para lavratura do acórdão.os nomes do Presidente do órgão julgador. com relatório. Art. As partes serão intimadas das decisões em que tiver sido dispensado o acórdão. contados da data da entrada no Gabinete do Desembargador Federal. § 3º. Haverá registro taquigráfico ou fonográfico dos julgamentos. votos. § 4º.Tribunal Regional Federal da 2ª Região § 2º. para que lavre o acórdão. 62 . Decorridos 5 (cinco) dias do recebimento da decodificação ou da transcrição. como parte integrante do acórdão. II . 98. sustentação oral. com cópia da mesma. enquanto não implantado o Diário Eletrônico da Segunda Região. com o acórdão. e poderá. do Relator. basta publicar a ementa de um. § 1º. O prazo para revisão ou rubrica da decodificação das notas taquigráficas ou da transcrição dos registros fonográficos é de 5 (cinco) dias. não revista. depois de revista. serão os autos do processo conclusos a ele. bem como com as perguntas feitas aos advogados e suas respostas. ser juntada aos autos. § 3º. pela publicação destas no Diário da Justiça da União. Também se juntará aos autos. Prevalecerão os registros fonográficos ou as notas taquigráficas. se o seu teor não coincidir com o acórdão.

III . quando vencido. 100. apresentadas fora do prazo por justo motivo. os prazos começam ou continuam a fluir no dia de reabertura do expediente. § 1º.os nomes dos advogados que tiverem feito sustentação oral. 101. Não correm os prazos nos períodos de recesso. IV . Também não corre prazo quando houver obstáculo judicial ou comprovado motivo de força maior. Seção III Dos Prazos Art. Nos casos deste artigo. após sua implantação. As informações oficiais. Art.Regimento Interno e. As inexatidões materiais da certidão de julgamento serão corrigidas em questão de ordem. Mediante pedido conjunto das partes. Art. poderão ser admitidas.os nomes dos Desembargadores Federais impedidos e ausentes. § 3º. reconhecido pelo Tribunal. dos demais Desembargadores Federais que tiverem participado do julgamento e do Ministério Público Federal. o Relator poderá 63 . podendo o Relator determinar que corram da intimação pessoal ou da ciência por outro meio eficaz. apresentada ao órgão julgador pelo redator do acórdão. Os prazos no Tribunal correrão da intimação da parte pela publicação do ato ou do aviso no Diário da Justiça da União ou no Diário Eletrônico da Segunda Região. se ainda oportuna a sua apreciação. do que for designado para lavrar o acórdão. salvo as hipóteses previstas em lei ou neste Regimento. 102. § 2º. quando presente. Parágrafo único.

Art. serão devidas custas nos processos de sua competência originária e recursal. pelo Presidente. 106. são os seguintes: I . 105. Salvo disposição em contrário. 64 . ou pelo Relator. Art. Art. 104. pelas Seções Especializadas. III . 108. os servidores do Tribunal terão o prazo de 48 (quarenta e oito) horas para a prática de atos processuais. Os prazos para os Desembargadores Federais. do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal Federal será feito no prazo e na forma previstos nas normas respectivas.de 20 (vinte) dias para o “visto” do Revisor. salvo acúmulo de serviço e se de outra forma não dispuser este Regimento. Seção IV Das Custas Art. II . 107.de 10 (dez) dias para os atos administrativos e despachos em geral.Tribunal Regional Federal da 2ª Região admitir prorrogação de prazo dilatório por tempo razoável.de 30 (trinta) dias para o “visto” do Relator. Art. 103. na forma da lei e segundo tabela aprovada por resolução. salvo disposição em contrário deste Regimento. conforme o caso. No Tribunal. pelas Turmas ou por seus Presidentes. Art. Os prazos para diligências serão fixados nos atos que as ordenarem. O preparo de recursos da competência de outro Tribunal. Os prazos não especificados na lei processual ou neste Regimento serão fixados pelo Plenário.

conforme o estado do processo. Nos crimes de ação privada. 112. Prevalecerá no Tribunal a assistência judiciária já concedida em outra instância. o número de processos que recebeu em conseqüência de pedido de vista ou como Revisor. ou para prosseguir no processo. a requerimento da parte que comprovar sua pobreza. o número de feitos que lhe foram distribuídos no mesmo período. proferiu como Relator e Revisor. o Presidente ou o Relator. Seção VI Dos Dados Estatísticos Art. a relação dos feitos que lhe foram conclusos para voto. 110. entre os quais o número de votos que cada um de seus membros. No processo em que haja sido suscitado o incidente de uniformização de jurisprudência. TÍTULO II Da Jurisprudência CAPÍTULO I Da Uniformização de Jurisprudência Art. Parágrafo único. nominalmente indicados. 111. Serão divulgados pelo sítio do Tribunal na rede mundial de computadores os dados estatísticos sobre os trabalhos do Tribunal. quando de competência originária do Tribunal.Regimento Interno Seção V Da Assistência Judiciária Art. Art. quando em grau de recurso. o julgamento terá por objeto: 65 . ainda não devolvidos. com as datas das respectivas conclusões. A solicitação do benefício da assistência judiciária no Tribunal será apresentada ao Relator. despacho e lavratura de acórdão. embora decorridos os prazos legais. 109. nomeará advogado para promover a ação penal.

Reconhecida a divergência acerca da interpretação do direito. dentro do prazo para sua publicação. nenhuma delas atingindo a maioria absoluta dos membros que integram o Plenário e a Seção. 66 . No julgamento de uniformização da jurisprudência. § 1º. proceder-se-á na forma determinada neste artigo. II . o acórdão será publicado. a sua averbação no registro anterior. § 2º Se o acórdão contiver revisão de súmula compendiada. Proferido o julgamento. Art. Parágrafo único. à segunda votação. em decisão tomada pela maioria absoluta dos membros que integram o órgão julgador.a aceitação de proposta de revisão da súmula compendiada. o Relator deverá redigir o projeto de súmula a ser aprovado pelo Plenário na mesma sessão ou na primeira sessão ordinária seguinte. sob o título “Uniformização de Jurisprudência”. em sua íntegra. se houver. Cópias do acórdão e da súmula serão. § 1º Enquanto não implantado o Diário Eletrônico da Segunda Região. o órgão julgador reunir-se-á com no mínimo dois terços de seus membros. em livro especial. restrita à escolha de uma dentre as duas interpretações anteriormente mais votadas. Art. 113.o reconhecimento da divergência acerca da interpretação do direito. § 2º. proceder-se-á. Na hipótese de os votos se dividirem entre mais de 2 (duas) interpretações. na primeira sessão seguinte. ou aceita a proposta de revisão da súmula compendiada. remetidas a registro. na ordem numérica da apresentação. no sítio do Tribunal e em outros repositórios de jurisprudência do Tribunal.Tribunal Regional Federal da 2ª Região I . fazendo-se. 114. em coluna própria. quando inexistir súmula compendiada. no Diário da Justiça da União. lavrar-se-á o acórdão.

pelo menos. a referência a outros julgados no mesmo sentido. 117. Se for interposto recurso extraordinário ou especial em qualquer processo no Tribunal. A citação da súmula pelo número correspondente dispensará. Qualquer Desembargador poderá propor. na Seção ou na Turma. a remessa do feito ao Plenário. que determinará a averbação dessa comunicação em coluna própria do registro no livro especial. 118. que tenha por objeto tese de direito compendiada em súmula. CAPÍTULO II Da Súmula Art. para o fim de ser compendiada em súmula a jurisprudência do Tribunal. quando verificar que as Seções ou Turmas não divergem na interpretação do direito. a interposição será comunicada à Presidência. Parágrafo único.Regimento Interno Art. § 2º. firmadas por unanimidade em um julgamento. Será objeto de súmula o julgamento tomado pelo voto da maioria absoluta dos membros que integram o Plenário. 115. Enquanto não implantado o Diário Eletrônico da Segunda Região. datados e numerados em séries separadas e contínuas. Art. A jurisprudência firmada pelo Tribunal será compendiada na “Súmula do Tribunal Regional Federal da 2ª Região”. Art. ou por maioria absoluta em 2 (dois) julgamentos concordantes. 116. A decisão proferida no recurso extraordinário ou especial também será averbada. na forma exigida neste artigo. Também poderão ser inscritos em súmula os enunciados correspondentes às decisões do Plenário. os enunciados de súmula e suas emendas. perante o Tribunal. serão publicados 3 (três) vezes no Diário da Justiça da União. § 1º. 67 .

119. Na deliberação de que cogita este artigo. com a presença de.o Diário da Justiça da União. 120. § 3º. Na hipótese referida neste artigo. dispensam-se a lavratura de acórdão e a juntada da decodificação das notas taquigráficas ou da transcrição dos registros fonográficos. proceder-se-á. III . a decodificação das notas taquigráficas ou a transcrição dos registros fonográficos e tomando-se parecer do Ministério Público Federal. Art.o Diário Eletrônico da Segunda Região. dois terços de seus componentes. juntando-se. na forma do art. entretanto. 117. § 2º. quando estiver implantado. procedendo-se ao sobrestamento do feito se necessário. II . dispensada a lavratura de acórdão. Qualquer Desembargador poderá propor a revisão da jurisprudência compendiada em súmula. com a nota correspondente. para efeito eventual de restabelecimento. remeterá o feito ao julgamento do Plenário. § 2º.a súmula da jurisprudência predominante no Tribunal e 68 . por maioria absoluta de seus membros. tomando os que forem modificados novos números da série. Ficarão vagos. CAPÍTULO III Da Divulgação da Jurisprudência do Tribunal Art. § 1º. São repositórios oficiais da jurisprudência do Tribunal: I . no mínimo. Se o órgão acolher a proposta. os números dos enunciados que o Tribunal cancelar ou alterar. certificada nos autos a decisão do respectivo órgão fracionário. A alteração ou o cancelamento do enunciado de súmula será decidido pelo Plenário.Tribunal Regional Federal da 2ª Região § 1º. no que couber.

69 . VI . poderão divulgar a jurisprudência do Tribunal em publicações impressas (em papel) ou em meio eletrônico. através de resolução.nome de seu diretor ou responsável. V .1 (um) exemplar. Aos repositórios autorizados da jurisprudência do Tribunal. ao Presidente do Tribunal. IV . § 2º. Os repositórios autorizados. § 1º. em se tratando de publicação em meio magnético. dispensável no caso de a Biblioteca do Tribunal já os possuir.o sítio do Tribunal na rede mundial de computadores.a Revista de Jurisprudência e o Ementário elaborados por meio convencional ou eletrônico. IV .os órgãos de divulgação especializados em matéria jurídica que venham a ser autorizados pelo Presidente do Tribunal. independente da natureza da publicação. o representante do órgão de divulgação ou o editor responsável. 121. de que trata o inciso IV. da última versão. dispensável no caso de o Tribunal já a possuir. II . III . Art.Regimento Interno outros que o Plenário criar através de resolução. este fornecerá cópia autêntica de seus acórdãos em papel ou através da transcrição magnética da sua base de dados de jurisprudência. solicitará inscrição. para esse fim. dos 3 (três) números antecedentes ao mês do pedido de inscrição. por escrito.1 (um) exemplar.denominação e endereço da sede da pessoa jurídica responsável pelo pedido. contendo os seguintes elementos: I . Para a habilitação como repositório autorizado. em se tratando de publicação impressa.

§ 2º. § 1º. em relação à contraprestação prevista no art. e de acordo.compromisso. além de 2 (dois) outros para a Biblioteca. elaborada a partir do material fornecido pelo Tribunal. também gratuitamente. A inscrição poderá ser cancelada a qualquer tempo por conveniência do Tribunal. VII . em processo administrativo próprio.compromisso. § 4º. Aprovada a inscrição. gratuitamente. caberá ao repositório fornecer à Biblioteca do Tribunal. 3 (três) exemplares de cada publicação impressa subseqüente. na íntegra. o Presidente do Tribunal expedirá resolução específica para o caso. 123. 1 (um) exemplar para cada Desembargador. Art. os compromissos estabelecidos nos incisos V e VI. fornecerá o repositório. deverá juntar ao requerimento os materiais indicados nos incisos III e IV deste artigo.compromisso de estar ciente. Art. de não alterar o conteúdo das informações contidas na base de dados fornecida pelo Tribunal. prestando. em se tratando de publicação em meio magnético. autorizada a supressão do nome das partes e de seus advogados. às cópias fornecidas pelo Tribunal. O pedido de inscrição como repositório autorizado será decidido pelo Presidente do Tribunal. Caso o repositório autorizado pretenda divulgar a jurisprudência do Tribunal simultaneamente em publicações impressas e em meio magnético. de os acórdãos selecionados para publicação corresponderem. 122. O detalhamento dos procedimentos internos relativos aos repositórios autorizados será objeto de instrução normativa própria. Deferida a inscrição. bem como suas atualizações posteriores. VI .Tribunal Regional Federal da 2ª Região V . § 3º. 122. ao mesmo tempo. 70 . em se tratando de publicação impressa. Se a publicação ocorrer por meio magnético.

admissão e produção de provas no Tribunal obedecerão às leis processuais. 124. mediante convocação especial. A proposição. nos dias designados e. Art. das Seções Especializadas e das Turmas Especializadas. Em todas as sessões judiciais.Regimento Interno Art. os Desembargadores deverão usar capas. bem como a superveniência de jurisprudência firme do Supremo Tribunal Federal ou do Superior Tribunal de Justiça. bem assim a jurisprudência compendiada em súmula. 71 . 126. às Seções Especializadas e ao Plenário. em sentido contrário. As publicações inscritas poderão mencionar o registro do Tribunal como repositório autorizado de divulgação de seus julgados. § 1º. A declaração de constitucionalidade ou inconstitucionalidade de lei ou ato. 128. afirmada pelo Plenário. TÍTULO III Das Provas Art. Art. Art. extraordinariamente. salvo o disposto no art. TÍTULO IV Das Sessões e das Audiências CAPÍTULO I Disposições Gerais Art. 119. Haverá sessões do Plenário. A revista manterá em dia o registro das inscrições e cancelamentos. 125. Constará do Diário da Justiça da União a ementa de todos os acórdãos. serão observadas nos feitos submetidos às Turmas. 127. articulando-se com a Biblioteca para efeito de acompanhar o atendimento da obrigação do art. 129. enquanto não implantado o Diário Eletrônico da Segunda Região. 122 .

à esquerda. § 2º. § 3º. § 1º. ao mesmo tempo. Art. este tomará assento após o lugar do Desembargador menos antigo. na parte central. Art. ressalvadas as exceções previstas em lei e neste Regimento. Parágrafo único. Se o Presidente do Tribunal comparecer à Turma para julgar processo a que estiver vinculado. Os advogados ocuparão a tribuna para formular requerimento. 132. Os advogados. Os advogados deverão usar vestes talares.Tribunal Regional Federal da 2ª Região § 2º. produzir sustentação oral ou para responder às perguntas que lhes forem feitas pelos julgadores. membros do Ministério Público. As sessões começarão. assumirá a sua Presidência. Nas sessões. Se houver mais de um Juiz convocado. Art. 130. As sessões extraordinárias terão início à hora designada e serão encerradas quando cumprido o fim a que se destinarem. o Presidente tem assento à mesa de julgamento. As sessões e votações serão públicas. a começar pela direita. § 2º. 131. § 1º. sempre que ocuparem a tribuna. Os demais Desembargadores Federais sentar-se-ão pela ordem de antigüidade no órgão julgador. às 13 (treze) horas. alternadamente. observar-se-á a antigüidade na magistratura federal. preferencialmente. servidores e estagiários somente poderão participar das sessões do Tribunal com vestimentas adequadas à tradição forense. 72 . ficando o Ministério Público Federal à sua direita e o Secretário do órgão julgador. nos lugares laterais. Havendo Juiz convocado.

fazendo-se a apensação antes ou depois. Podem os advogados requerer preferência da ordem de julgamento. A antigüidade apurar-se-á pela ordem do recebimento dos feitos no protocolo do Tribunal ou pela ordem da autuação em primeira instância. agravos internos. o Relator indicará preferência para o julgamento dos feitos criminais. 73 . 136. quando possível.aprovação ou não da ata da sessão anterior. o julgamento far-se-á com prioridade. Art. Art. 137. obrigatoriamente. 139. observar-se-á a seguinte ordem: I . segundo a ordem de antigüidade dos feitos em cada classe. IV – julgamento dos processos. Os julgamentos a que a lei ou este Regimento ou o Relator não der prioridade serão realizados. 140. Nas sessões do Plenário. Processos que versem sobre a mesma questão jurídica. 138. 135. Art. II . composto. Processos conexos poderão ser objeto de um só julgamento. Art. Art. embargos declaratórios. poderão ser julgados conjuntamente. por maioria de membros efetivos do Tribunal. Não haverá sustentação oral no julgamento de agravos de instrumento. Em caso de urgência. Parágrafo único.indicações de adiamento ou retirada de pauta e propostas. Art. 133.Regimento Interno Art. III .verificação do quórum. Art. embora apresentem aspectos peculiares. das Seções Especializadas e das Turmas Especializadas. 134. Quando deferida a preferência solicitada pelo Ministério Público Federal.

a menos que o recurso seja do próprio assistente. ao Advogado do autor. § 5º. § 1º. o prazo será contado em dobro e dividido igualmente entre os do mesmo grupo. quando em tal situação processual estiver agindo. § 6º. Se houver litisconsortes não representados pelo mesmo advogado. Quando o Ministério Público Federal estiver agindo como fiscal da lei. após lido o relatório. Intervindo terceiro. do recorrente ou do impetrante e. Do mesmo modo. 74 . Art. a acusação falará antes das defesas pelo prazo máximo de 15 (quinze) minutos. ao do réu. Nos casos do § 1º do artigo anterior. Nos demais julgamentos. No julgamento em sessão dos recursos criminais e ações penais originárias com mais de um acusado. primeiramente. Havendo assistente na ação penal pública. § 2º. fará uso da palavra após o recorrente e o recorrido. após. igual ao das partes. recorrido ou impetrado. para sustentação de suas alegações. terá prazo próprio para falar. § 3º. § 4º. prorrogável pelo Tribunal. cada uma das partes falará pelo tempo máximo de 15 (quinze) minutos. na qual o prazo será de 1 (uma) hora. excetuada a ação penal originária.Tribunal Regional Federal da 2ª Região argüições de suspeição. assim considerado em relação a cada um dos acusados. o Presidente do órgão julgador. falará depois do Ministério Público Federal. cada advogado falará pelo prazo máximo de 15 (quinze) minutos. § 1º. para excluir autor e réu. O Ministério Público Federal terá prazo igual ao das partes. incompetência ou impedimento. O Ministério Público Federal falará depois do autor da ação penal privada. § 2º. se diversamente não convencionarem. 141. dará a palavra.

Art. falará a acusação por seu recurso dentro do prazo remanescente de que dispõe. a ela se seguindo a defesa em resposta ao recurso da acusação. Não participarão do julgamento os Desembargadores que não tenham assistido ao relatório e aos debates. a primeira falará por seu recurso na primeira metade do prazo disponível. e o Desembargador que o formular restituirá os autos ao Presidente dentro de 10 (dez) dias. para explicar a modificação de voto. Cada Julgador poderá falar 2 (duas) vezes sobre o assunto em discussão. nem interromperá o que a estiver usando. ainda que o Desembargador afastado seja o Relator. § 2º. salvo quando se derem por esclarecidos. a ela se seguindo a acusação em resposta. se de outra forma não dispuser este Regimento. de 11 de fevereiro de 2011) § 7º.Regimento Interno considerado tal prazo para cada acusado que represente. § 1º. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. de 11 de fevereiro de 2011) Art. Em seguida. Nos julgamentos. quando houver recursos da defesa e da acusação. 142. devendo prosseguir o julgamento do feito na primeira sessão subseqüente a esse prazo. nos processos criminais. O julgamento que tiver sido iniciado prosseguirá. com o mesmo prazo. no máximo. podendo utilizar a outra metade de seu prazo. se for o caso. Nenhum falará sem que o Presidente lhe conceda a palavra. Salvo estipulação consensual diversa entre as partes. o pedido de vista não impede que votem os Desembargadores que se tenham por habilitados a fazê-lo. 143. computando-se os votos já proferidos pelos Desembargadores. e mais 1 (uma) vez. mesmo que não compareçam na sessão de continuação do julgamento ou hajam deixado o exercício do cargo. contados do dia do pedido. Parágrafo único. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. A taquigrafia ou a fonografia registrarão a discussão e os votos proferidos no julgamento. 75 .

e assim sucessivamente. quando necessário à decisão da causa. Se. 76 . § 5º. 144. § 4º. sobre as quais terão de manifestar-se. o Presidente colocará em votação. será designado o redator do acórdão. no mérito. Caso o Relator seja vencido. com as quantidades que cada qual indicar. Encerrada a votação. Após. O julgamento poderá ser convertido em diligência. § 2º. não se puder formar a maioria. em virtude de divergência quantitativa. obrigatoriamente. prevalecendo a quantidade que. com as que lhe forem superiores ou iguais. Computar-se-ão separadamente os votos. serão renovados o relatório e a sustentação oral. para efeito de quorum ou desempate na votação. procedendo-se de igual modo. computando-se os votos anteriormente proferidos. para que profiram voto ou peçam vista. eliminandose a que tiver menor número de votos. com relação a cada uma das questões preliminares ou prejudiciais. em ordem decrescente de grandeza. § 3º. Se a impossibilidade de apurar-se a maioria for devida a divergência qualitativa.Tribunal Regional Federal da 2ª Região § 3º. reunir votos em número suficiente para construir a maioria. for necessário o voto de Desembargador nas condições do parágrafo anterior. se houver. se mais de uma houver. até que todas se hajam submetido à votação. dará a palavra aos outros Desembargadores que se lhe seguirem na ordem de antigüidade decrescente. em seguida. o Presidente proclamará a decisão. Concluído o debate oral. em relação a uma única parte do pedido. § 1º. Será vencedora a solução que obtiver a preferência na última votação. todos os votantes. primeiro. Art. será submetida a nova votação a solução remanescente à outra das primitivamente sufragadas. o Presidente tomará os votos do Relator e do Revisor. quanto a cada parte do pedido e a cada causa de pedir. 2 (duas) dentre quaisquer das soluções sufragadas. o Presidente disporá os diversos votos. e. Se.

deste não se conhecendo.os mandados de segurança.Regimento Interno na forma do art. Sempre que. antes ou no curso do relatório. V . prosseguindo-se no julgamento. Art. se acolhida.os conflitos de competência e os conflitos de jurisdição. uma vez iniciado. seguir-se-ão a discussão e o julgamento do mérito. observados os arts. Preferirá aos demais. 149. não vedar a apreciação do mérito. 96 . Se não for acolhida. 136 a 139 e 147 : I . VI . no julgamento do Plenário.as causas criminais. Art. IV . o Relator fará o relatório. O julgamento. se incompatível com a decisão de uma daquelas. ultimar-se-á na mesma sessão. 146. que poderão usar da palavra. Art. descontando-se o tempo consumido. algum dos Desembargadores suscitar preliminar. e. discutida pelas partes. 145. havendo réu preso. II . antes de julgada. com dia designado.os recursos em que a parte for maior de 65 (sessenta e 77 . As preliminares serão julgadas antes do mérito. salvo se o adiamento tiver resultado de vista e se estiver aguardando a devolução dos autos.os habeas data. ainda que excedida a hora regimental. III . o processo cujo julgamento houver sido suspenso. 148. Art. sobre ele. Parágrafo único. também proferirão votos os Desembargadores vencidos na anterior conclusão. será ela. Se rejeitada a preliminar ou.os habeas corpus. Terão prioridade. 147. Art.

Art. 150 O Tribunal reúne-se em sessão solene: I . 153 Para a abertura da sessão de julgamento de matéria constitucional. CAPÍTULO II Das Sessões Solenes Art. uma vez atendidas as exigências legais. é presidido pelo Presidente do Tribunal. de ação penal originária. II . as decisões serão tomadas pelo voto da maioria simples dos Desembargadores presentes. de proposta de enunciado de súmula ou de sua alteração ou cancelamento. o quorum de abertura também é de dois terços de seus membros.para dar posse a Desembargador Federal aos Juízes Federais Substitutos e aos titulares de sua direção. quando convocado pelo Presidente.Tribunal Regional Federal da 2ª Região cinco) anos. Art. bem assim para aprovação da proposta orçamentária. que se reúne com a presença mínima da maioria absoluta de seus membros. de 1 de outubro de 2009) 78 . 155 O Presidente somente proferirá voto: (Redação dada pela Emenda Regimental nº 21. 152 O Plenário. Art. CAPÍTULO III Das Sessões do Plenário Art. 151 O cerimonial das sessões solenes será regulado por ato do Conselho de Administração. Art. 154 Excetuados os casos em que se exige o voto da maioria qualificada ou da maioria absoluta. Vice-Presidente e do Corregedor e promoção de Juiz Federal e Juiz Federal Substituto. de uniformização da jurisprudência. eleição do Presidente.para acontecimentos de relevância.

157 O Presidente da Seção somente proferirá voto nos processos a que se encontrar vinculado. caso contrário.em sede administrativa.quando ocorrer empate. § 1º. de 1 de outubro de 2009) III . incluem-se os Juízes Federais Convocados. por não haver questão constitucional. o Presidente. Art. II . proferirá voto de desempate.em matéria constitucional. II . § 2º.Regimento Interno I . § 2º Verificando-se o quorum mínimo previsto no artigo anterior. Na contagem do quorum mínimo. também proferirá voto. em conseqüência do disposto no caput deste artigo tornar-se par o número de julgadores. na qualidade de vogal. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 21. 156 As Seções Especializadas se reúnem com as seguintes presenças mínimas.No caso da 1ª e 2ª Seções. Parágrafo único. Se. de 5 (cinco) membros. salvo o disposto nos parágrafos seguintes. prevalecerá a decisão mais favorável ao réu. Se houver empate nas decisões criminais e se o Presidente não tiver tomado parte na votação. deixará de votar o vogal de menor antiguidade. 79 . Se houver empate no julgamento de agravo interno. § 1º. da maioria absoluta de seus membros. prevalecerá a decisão agravada. CAPÍTULO IV Das Sessões das Seções Especializadas Art.No caso da 3ª Seção. I .

O Presidente da Turma integra o colégio votante. CAPÍTULO V Das Sessões das Turmas Art. Art. 164. § 2º. Art. As Turmas reúnem-se com a presença de 3 (três) Desembargadores. salvo motivo relevante. Na contagem do quórum mínimo. 80 .Tribunal Regional Federal da 2ª Região Art. inclui-se o Juiz Federal Convocado. Art. Serão públicas as audiências para a instrução do processo. O Desembargador que presidir a audiência deliberará sobre o que lhe for requerido. da Seção Especializada. ressalvada a competência do Plenário. CAPÍTULO VI Das Sessões Administrativas Art. Art. O julgamento das Turmas será tomado pelo voto de 3 (três) Julgadores. sendo as disciplinares tomadas pela maioria absoluta de seus membros. 163. da Turma e dos demais Desembargadores. CAPÍTULO VII Das Audiências Art. 165. 161. As sessões e votações serão públicas. 159. ressalvadas as exceções previstas em lei e no Regimento Interno. As decisões administrativas dos órgãos do Tribunal serão motivadas e em sessão pública. Parágrafo único. 155. 160. 158 Aplica-se à Seção Especializada o disposto no art. 162.

incluído o Presidente que participa da votação. A Seção ou Turma Especializada remeterá o feito ao julgamento do Plenário. o Ministério Público Federal. Será ouvido. nenhum dos presentes se dirigirá ao Presidente da audiência a não ser de pé e com sua licença. Se. 166. § 1º. a decodificação das notas taquigráficas e a transcrição dos registros fonográficos será juntada aos autos. em seguida. se num ou noutro sentido se tiver manifestado a maioria absoluta dos membros do Tribunal. § 1º. 81 . Decidida a remessa do feito ao julgamento do Plenário. por ocasião do julgamento de qualquer feito no Plenário. quando a maioria reconhecer a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. em 15 (quinze) dias. Art. § 2º. o Relator. para designar a sessão de julgamento. 167. suspender-se-á o julgamento. proclamar-se-á a inconstitucionalidade ou a constitucionalidade do preceito ou ato impugnado. for argüida a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público.Regimento Interno § 1º. Devolvidos os autos. Efetuado o julgamento. lançando o relatório nos mesmos. TÍTULO V Da Declaração de Inconstitucionalidade de Lei ou de Ato Normativo do Poder Público Art. dispensando-se a lavratura de acórdão. § 2º. O Secretário da audiência fará constar em ata o que nela ocorrer. A Secretaria expedirá cópias do relatório e as distribuirá entre os Desembargadores. Respeitada a prerrogativa dos advogados e dos membros do Ministério Público. com o quórum mínimo de dois terços dos membros do Tribunal. a fim de ser tomado o parecer do Ministério Público Federal. os encaminhará ao Presidente do Tribunal. no prazo de 15 (quinze) dias.

observar-se-á o disposto nos §§ 1º a 3º do artigo anterior. ainda: I . II – pelas Turmas. no que 82 .Tribunal Regional Federal da 2ª Região § 2º. III . destacadamente.no habeas corpus preventivo. Se o impetrante o requerer. nos demais casos. Instruído o processo e ouvido o Ministério Público Federal. no caso do art. O Relator requisitará informações do apontado coator no prazo que fixar. 170. II . 169. XIII. Devolvidos os autos.Os habeas corpus serão processados e julgados: I – pelo Plenário. 12. se houver grave risco de consumar-se a violência. TÍTULO VI Das Ações Constitucionais CAPÍTULO I Do Habeas Corpus Art. se o impetrante não for bacharel em direito. não se conhecerá do habeas corpus. Art. na impetração. podendo. Art. será intimado da data do julgamento. até decisão do feito. expedir salvo-conduto em favor do paciente. § 2º.ordenar diligências necessárias à instrução do pedido. § 1º.nomear advogado para acompanhar e defender oralmente o pedido. aplicam-se. o Relator colocá-lo-á em mesa para julgamento na primeira sessão que se seguir. 168 . Às comunicações de prisão. 171. Opondo-se o paciente ao pedido. Art.

Os atos necessários serão firmados pelo Relator. Em caso de desobediência à ordem concedida. 175.Regimento Interno couber. expedir ordem de habeas corpus. Quando o pedido for manifestamente incabível. Se. sem prejuízo da remessa de cópia do acórdão. 173. cessar a violência ou a coação. ou for reiteração de outro com os mesmos fundamentos. pendente o processo de habeas corpus. julgar-se-á prejudicado o pedido. no curso de qualquer processo. 174. o Relator indeferi-lo-á liminarmente. Da decisão de indeferimento liminar caberá agravo interno. Parágrafo único. o Relator tomará as providências necessárias a seu cumprimento imediato. A ordem de habeas corpus será imediatamente comunicada à autoridade competente para cumpri-la. Art. Art. verificar que alguém sofre ou está na iminência de sofrer coação ilegal. por seus órgãosfracionários ou pelo Pleno. a menos que este delegue esta atribuição a outro magistrado. 172. com emprego dos meios legais cabíveis. porém. de ofício. 83 . podendo. 176. ou de retardamento abusivo. quando. se necessário. as disposições deste capítulo. O Tribunal. poderá. Art. Art. Art. o Tribunal declarar a ilegalidade do ato e tomar as providências cabíveis para a punição do responsável. A fiança que tiver de ser prestada no Tribunal terá o seu pedido processado e julgado pelo Relator. 177. e determinará. Art. a apresentação do paciente a si ou a Juiz Federal ou de Direito por ele designado. Parágrafo único. ou for manifesta a incompetência do Tribunal para dele tomar conhecimento originariamente.

além de uma cópia da inicial sem documentos. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. Tendo havido o julgamento. (Incluído pela Emenda Regimental nº 24. no caso do art. deve a Secretaria do órgão respectivo cumprir o disposto no art. 180. devendo também a segunda via ser instruída com cópia de todos os documentos. além de expedir ofício requisitando as informações. 12. no caso do art.pelas Turmas. O mandado de segurança e o habeas data serão processados e julgados: I . serão fornecidas tantas cópias quantos forem os litisconsortes. A petição inicial do mandado de segurança será apresentada em duplicata. 95 deste Regimento. 84 . (Incluído pela Emenda Regimental nº 24.pelas Seções Especializadas. para que seja dada ciência do feito ao órgão de representação judicial da pessoa jurídica que a autoridade coatora integra ou se acha vinculada ou na qual exerce atribuições. IV e VI. deve a Secretaria.pelo Plenário. § 1º. 14. o feito deverá ser incluído em pauta em 30 dias. Devolvidos os autos do Ministério Público Federal. III . dar ciência ao órgão de representação judicial da pessoa jurídica interessada. 178.Tribunal Regional Federal da 2ª Região CAPÍTULO II Do Mandado de Segurança Individual ou Coletivo e do Habeas Data (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. de 11 de fevereiro de 2011) Art. de 11 de fevereiro de 2011) § 2º. de 11 de fevereiro de 2011) Art. 179. Art. Recebidos os autos com decisão do Relator. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. de 11 de fevereiro de 2011) Parágrafo único. Em caso de litisconsórcio passivo. III. de 11 de fevereiro de 2011) II . nos demais casos.

183. de 11 de fevereiro de 2011) II . ao Relator: I – determinar o arquivamento do inquérito ou de peças de informação. 184. Parágrafo único. Art. III .decretar prisão temporária ou preventiva. no que couber. de 11 de fevereiro de 2011) TÍTULO VII Das Ações Originárias CAPÍTULO I Da Ação Penal Originária Art. O mandado de segurança e os respectivos recursos bem como o habeas data terão prioridade sobre todos os feitos judiciais. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. II . 181.recusar produção de qualquer prova ou realização de qualquer diligência. salvo o habeas corpus. O Relator poderá submeter diretamente ao órgão colegiado as questões surgidas durante a instrução.Regimento Interno (Incluído pela Emenda Regimental nº 24. as normas estabelecidas neste capítulo. Compete. inclusive as de: I . O Relator será o Juiz da instrução do processo. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. nos casos previstos 85 . Aplicar-se-ão no processamento do habeas data. de 11 de fevereiro de 2011) Art. ou arbitrá-la. quando o requerer o Ministério Público ou submeter o requerimento à decisão do Plenário ou da Seção. 182.conceder ou denegar fiança. Art. com as atribuições que a lei processual confere aos Juízes singulares. ainda.decretar a extinção da punibilidade.

Finda a instrução. Encerrados os debates. no que couber. Art. 186. pelo prazo de cinco dias. ou sobre a improcedência da acusação. de 11 de fevereiro de 2011) § 2º. pelo prazo de 15 (quinze) minutos. 188. 187. com aviso de recebimento. O Relator poderá delegar a realização do interrogatório ou de outro ato da instrução ao Juiz com competência territorial no local de cumprimento da carta de ordem. expedirá. antecipadamente. o Relator pedirá dia para que o Tribunal delibere sobre o recebimento ou a rejeição da denúncia ou da queixa. § 1º. o Plenário ou a Seção passará a deliberar. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. cópias do relatório da denúncia e de outras peças que o Relator indicar e as distribuirá entre os Juízes da Corte. o relator dará vista do processo às partes. Recebida a denúncia ou a queixa. No julgamento de que trata este artigo. depois à defesa. Art. Estando o feito em ordem. ao procedimento comum do Código de Processo Penal. Art. bem como o querelante ou o assistente. mandará citar o acusado ou querelado e intimar o órgão do Ministério Público Federal. A instrução obedecerá. § 3º. § 1º. as intimações poderão ser feitas por carta registrada. A Secretaria do Plenário ou a da Seção. primeiramente à acusação. se a decisão não depender de outras provas. para requererem o que considerarem 86 . de 11 de fevereiro de 2011) Art. ao ser incluído o feito em pauta. Por expressa determinação do Relator. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24.Tribunal Regional Federal da 2ª Região em lei. será facultada sustentação oral. 185. § 2º. o Relator designará dia e hora para o audiência. se for o caso.

Ao designar a sessão de julgamento. o Plenário ou a Seção passará a proferir o julgamento. 189. A Secretaria expedirá cópias do relatório e fará sua distribuição aos Desembargadores. lançando relatório nos autos. proceder-se-á às demais diligências preliminares. § 2º. encaminhá-los ao revisor. à acusação e à defesa. observar-se-á o seguinte: I – o Plenário e a Seção reunir-se-ão com a presença de pelo menos dois terços de seus membros. o Ministério Público Federal e os advogados das partes. sucessivamente. de 11 de fevereiro de 2011) VI – encerrados os debates. assegurado ao assistente um quarto do tempo da acusação. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. § 1º. O relator apreciará e decidirá esses requerimentos para.Regimento Interno conveniente apresentar na sessão de julgamento. o Presidente determinará a intimação das partes e das testemunhas cujos depoimentos o relator tenha deferido. § 3º. de 11 de fevereiro de 2011) II . em seguida. resumindo as principais peças dos autos e a prova produzida. o Presidente dará a palavra. III . para sustentação oral. que pedirá dia para o julgamento. Na sessão de julgamento.a seguir. IV . apregoadas as partes e as testemunhas arroladas e admitidas. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 87 . V – findas as inquirições e efetuadas as diligências que o Relator.o Relator passará a inquirir as testemunhas cujos depoimentos tenha deferido. pelo prazo de 1 (uma) hora. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. o Relator apresentará minucioso relatório do feito. Art. podendo reperguntá-las os demais Desembargadores. o Plenário ou a Seção houver determinado.aberta a sessão.

190. a critério do Plenário ou da Seção. Art. Distribuída a petição inicial e preenchendo esta os requisitos legais. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24.Tribunal Regional Federal da 2ª Região 24. Contestada a ação. o Relator abrirá vista. 191. acompanhada de tantas cópias quantos forem os réus. Em seguida. o Relator lançará relatório nos autos. 192. 195. A Secretaria do órgão do Tribunal competente para julgamento expedirá cópias do relatório e as distribuirá para os Desembargadores que o compuserem. do local onde deva ser produzida a prova. Concluída a instrução. 194. Na distribuição da ação rescisória não concorrerá o Desembargador que haja servido como Relator do acórdão ou decisão monocrática rescindendos ou como prolator da sentença. Art. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. de 11 de fevereiro de 2011) CAPÍTULO III Da Revisão Criminal 88 . de 11 de fevereiro de 2011) CAPÍTULO II Da Ação Rescisória Art. de 11 de fevereiro de 2011) VII – o julgamento poderá ser feito em mais de uma sessão. que pedirá dia para julgamento. Art. pelo prazo de 10 (dez) dias. Art. O Ministério Público Federal emitirá parecer após o prazo para as razões finais do autor e do réu. fixando-lhe prazo para fazê-lo e devolver os autos. A ação rescisória terá início por petição escrita. o Relator saneará o processo. Parágrafo único. passando-os ao Revisor. O Relator poderá delegar competência a Juiz de Primeiro Grau. deliberando sobre as provas requeridas. Art. ou transcorrido o prazo. para razões finais. sucessivamente. se for o caso. ao autor e ao réu. o Relator mandará citar o réu. 193.

199. TÍTULO VIII Dos Processos Sobre Competência CAPÍTULO I 89 . 196. lançando relatório nos autos. de suas decisões e das Turmas Especializadas. A petição inicial será dirigida ao Presidente do Órgão Julgador e distribuída a um Relator. Da decisão de indeferimento caberá agravo interno. II – pela Seção Especializada. passá-los-á ao Revisor. que deverá ser um Desembargador que não tenha funcionado como Relator ou Revisor em qualquer fase do processo. Se a petição não for indeferida liminarmente. O Relator indeferirá. A revisão terá início por petição. instruída com certidão de haver passado em julgado a decisão condenatória e. 198. § 2º.Regimento Interno Art. se daí não advier dificuldade à execução da sentença. A revisão criminal será processada e julgada: I – pelo Plenário. Em seguida. que pedirá dia para julgamento. será ouvido o Ministério Público Federal. o Relator. 197. § 3º. será processada e julgada na forma da lei processual. O Relator poderá determinar que a Revisão Criminal seja apensada aos autos originais. § 1º. se não estiver suficientemente instruída. Art. julgando inconveniente aos interesses da justiça o seu apensamento aos autos originais. liminarmente. Art. Art. de suas decisões criminais. III – pelas Turmas Especializadas das decisões criminais de 1º grau. a petição. com as peças necessárias à comprovação dos fatos arguídos. que dará parecer no prazo de 10 (dez) dias.

O conflito de competência e o conflito de jurisdição remetidos ao Tribunal serão autuados. são admissíveis os seguintes recursos: I . Da decisão será dada ciência imediata aos Juízes envolvidos no conflito.para as Seções Especializadas: a) agravo interno de decisão do Presidente da Seção e dos 90 . nos casos previstos em lei e neste Regimento. 200. no prazo de 10 (dez) dias. II . o Relator apresentará o feito em mesa para julgamento. Das decisões do Plenário.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Do Conflito de Competência Art. ou de seus Presidentes e dos Relatores. Tomado o parecer do Ministério Público Federal. § 1º. b) embargos de declaração opostos aos seus acórdãos.para o Plenário: a) agravo interno de decisão do Presidente do Tribunal e dos Relatores de processos de competência do Plenário. c) embargos infringentes de seus acórdãos nas ações rescisórias. TÍTULO IX Da Competência Recursal e de Reexame Necessário CAPÍTULO I Da Distribuição de Competência Interna para Julgamento de Recursos Art. que ordenará as medidas processuais cabíveis. § 2º. das Seções Especializadas e das Turmas. distribuídos e conclusos ao Relator. 201.

nos casos previstos em lei e neste Regimento. Havendo divergência entre datas. e embargos infringentes e de nulidade. Para a interposição de recursos. pelo prazo máximo de 30 (trinta) dias. b) embargos de declaração opostos a seus acórdãos. deve o recorrente zelar pela nitidez da data da autenticação mecânica e da aposta pelo servidor do correio no aviso de recebimento.Regimento Interno Relatores de processos de competência da Seção. b) embargos de declaração opostos a seus julgados. Quando interposto o recurso pelo correio. 203. III . em matéria penal. cumprimento de atos ou termos processuais. Art. Parágrafo único. Os recursos interpostos diretamente no Tribunal serão apresentados por petição e entregues no protocolo.para as Turmas Especializadas: a) agravo interno de decisão do Presidente da Turma e dos Relatores de processos de competência da Turma. os prazos correrão da data da intimação do ato através de publicação no órgão oficial. nos casos previstos em lei e neste Regimento. será aberta vista ao Ministério Público Federal. 204. 91 . prevalece a primeira. em matéria cível. se for o caso. oferecimento de razões e impugnações. mecanizada e manual. 202. se de outro modo não dispuser a lei. Art. c) embargos infringentes. CAPÍTULO II Das Regras Gerais Art. Distribuído o recurso ou a remessa necessária. das decisões das Turmas.

também. 208. lançando o relatório nos autos. Parágrafo único. Caso haja. Parágrafo único. Art. 206. remessa ex officio e apelação. Nos recursos criminais. simultaneamente. Idêntico tratamento será dado aos processos da pauta de mesa. Serão autuados sob o título remessa ex officio os processos remetidos ao Tribunal em cumprimento da exigência do duplo grau de jurisdição. no caso de réu preso. no caso de réu solto. Seção II Do Agravo de Instrumento Art. serão os mesmos conclusos ao Relator. constando. 205. 207. o processo será autuado como apelação cível/ reexame necessário. se for o caso. e de 5 (cinco) dias. Ao ser o processo incluído em pauta. tão logo distribuídos. da capa. CAPÍTULO III Das Regras Especiais Seção I Da Remessa Ex Officio Art.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Parágrafo único. passá-los-á ao Revisor. a Secretaria do órgão de julgamento extrairá cópias do relatório e distribui-las-á entre seus componentes. 92 . Devolvidos os autos. e neles serão indicados o Juízo remetente e as partes interessadas. na forma da lei processual. referência ao “Juízo remetente”. que pedirá dia para julgamento. no agravo de instrumento. que. o prazo máximo para o parecer será de 10 (dez) dias. Quando houver. Art. pedido de tutela de urgência. irão os autos conclusos ao Relator.

pelo prazo de 10 (dez) dias. a Secretaria dará vista dos autos ao Ministério Público Federal. Seção III Dos Embargos Infringentes (matéria cível) e Dos Embargos Infringentes e de Nulidade (matéria penal) Art. que pedirá dia para o julgamento. Art. processo e julgamento da carta testemunhável. se desta tomar conhecimento. Admitidos os embargos. observarse-á o procedimento estabelecido para o recurso denegado. ou. na forma do art. se for o caso. Art. Somente será necessária a intervenção do Ministério Público Federal nas hipóteses previstas em lei. o mérito. 93 . onde serão arquivados. Os embargos infringentes não estão sujeitos a preparo. § 2º. Art. requerida na forma da lei processual penal. A Seção ou a Turma a que competir o julgamento da carta testemunhável. Independentemente de conclusão. 212. 213. decidirá. 214. Na distribuição. o Relator lançará relatório nos autos e encaminha-los-á ao Revisor. Julgado o agravo. Devolvido o processo. mandará processar o recurso. 209.Regimento Interno Art. o Relator determinará a baixa dos autos à inferior instância. Art. Seção IV Da Carta Testemunhável Art. se estiver suficientemente instruída. 210. 211. 215. Não cabem embargos infringentes das decisões proferidas em apelação em mandado de segurança e em remessa oficial em mandado de segurança. far-se-á o sorteio do Relator. § 1º. 78 e seus parágrafos. desde logo.

Art. 218. Parágrafo único. Ordenada a remessa. 168 a 177 . no que couber. Art. com as razões do pedido de reforma. incluído o de ofício. que denegar ou conceder habeas corpus será autuado e distribuído de acordo com a classificação definida na Tabela Única de Classes do Conselho Nacional de Justiça. 221. 216. 217. 94 . observar-se-á. Seção VII Dos Embargos de Declaração Art. Art. o processo será encaminhado a seu substituto.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Seção V Do Recurso de Habeas Corpus Art. o qual decidirá a respeito de seu recebimento. 219. e será interposto nos próprios autos em que se houver proferido a decisão recorrida. por petição dirigida ao Relator. No processamento e julgamento do recurso de habeas corpus. observados os prazos e requisitos legais. por despacho do VicePresidente. os autos serão conclusos ao Vice-Presidente do Tribunal. Interposto o recurso. 220. O prazo do recurso ordinário de habeas corpus para o Superior Tribunal de Justiça é de 5 (cinco) dias. o recurso subirá dentro de 48 (quarenta e oito) horas do despacho. Aos acórdãos poderão ser opostos embargos de declaração. O recurso de sentença. Ausente o Relator do acórdão embargado. o disposto nos arts. Seção VI Do Recurso Ordinário de Habeas Corpus Art.

inadmite recursos extraordinário. total ou parcialmente. confirmando-a ou reformando-a. para que o Plenário. a Seção ou a Turma. 224. Na hipótese de ser mantida a decisão agravada. CAPÍTULO IV Do Agravo Interno Art.defere ou indefere medida liminar em mandado de segurança. poderá requerer. ordinário em habeas corpus e ordinário em mandado de segurança. houver votado pelo provimento 95 . por primeiro. na primeira sessão seguinte à interposição. para julgamento. de 1 de outubro de 2009) Art. 223. Não cabe agravo interno da decisão que: I . no caso de reforma. II .defere em antecipação de tutela. O agravo interno será interposto perante o Relator. dentro de 5 (cinco) dias. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 21. para julgamento. conforme o caso. III . Parágrafo único.” (Redação dada pela Emenda Regimental nº 21.converte o agravo de instrumento em agravo retido. que poderá reconsiderar a sua decisão ou submetê-la ao Plenário. do Plenário. de 1 de outubro de 2009) V . Parágrafo único. A parte que se considerar agravada por decisão do Presidente do Tribunal. de Seção Especializada ou de Turma. proferindo seu voto. a apresentação do feito em mesa. 222.Regimento Interno Art. O Relator apresentará os embargos em mesa. à Seção ou à Turma. ou por decisão monocrática de Relator. a pretensão recursal contida em agravo de instrumento. pelo magistrado que. sobre ela se pronuncie. IV . o acórdão será lavrado pelo Relator do recurso e. especial.atribui ou nega efeito suspensivo ao agravo de instrumento. conforme o caso.

225. Se o impedimento ou suspeição for do Relator ou Revisor. 226. à saúde. a execução de liminar. Sendo do Revisor. CAPÍTULO II Do Impedimento e da Suspeição Seção I Do Reconhecimento pelo Próprio Impugnado Art. bem como nos demais casos previstos em lei. Parágrafo único. Art. Nos demais casos.Tribunal Regional Federal da 2ª Região do agravo. ou de sentença concessiva de mandado de segurança ou de liminar em ação civil pública. de 11 de fevereiro de 2011) Parágrafo único. Da decisão caberá agravo interno. suspender. e para evitar grave lesão à ordem. Se for do Relator. pertencente ao mesmo Órgão Julgador. a requerimento do Ministério Público Federal. A suspeição por motivo de foro íntimo independe de qualquer justificação. proferida por Juiz de Primeiro Grau. declarar-se-á por despacho nos autos. no prazo legal. ou de pessoa jurídica de direito público interessada. TÍTULO X Incidentes Processuais CAPÍTULO I Da Suspensão de Segurança e Liminar em Ação Civil Pública Art. Parágrafo único. o feito passará ao Desembargador Federal que se lhe seguir na ordem de antiguidade. 227. o Desembargador Federal 96 . (Redação dada pela Emenda Regimental nº 24. o processo será redistribuído a outro Desembargador Federal integrante do mesmo Órgão a que coube a distribuição originária. Os Desembargadores Federais declarar-se-ão impedidos ou suspeitos nos casos previstos em lei. Poderá o Presidente do Tribunal. à segurança e à economia públicas. em despacho fundamentado.

97 . no caso de motivo superveniente. Art. quando fundada em motivo preexistente. Parágrafo único. Art. 232. registrando-se na ata a declaração. 231. 229. Afirmado o impedimento ou a suspeição pelo argüido. sendo suspenso o julgamento até a solução do incidente. o Relator mandará ouvir o Desembargador Federal recusado. Art. Autuado e distribuído o incidente e reconhecida. no prazo de 10 (dez) dias. Caso a argüição de suspeição se refira ao Relator na Seção Especializada. Se a suspeição for de manifesta improcedência. O incidente será autuado em apartado e distribuído a novo Relator no âmbito da Seção correspondente. se houver. ter-se-ão por nulos os atos por ele praticados. 230. Seção II Da argüição de suspeição Art. Não aceitando a suspeição. A do Revisor. o Desembargador continuará vinculado ao feito. A argüição de suspeição deverá ser deduzida em petição assinada pela própria parte. A argüição de suspeição do Relator poderá ser suscitada até 15 (quinze) dias após a distribuição. as provas. Parágrafo único. 228. Desta decisão caberá agravo interno para o órgão competente para o julgamento do incidente.Regimento Interno declarará o seu impedimento verbalmente. a relevância da argüição. indicando os fatos que a motivaram e acompanhada de prova documental e rol de testemunhas. e. o Relator a rejeitará liminarmente. preliminarmente. se for o caso. após a conclusão. § 1º. até o início do julgamento. a distribuição será feita ao Plenário. colherá. a dos demais Desembargadores Federais. em iguais prazos. com ou sem resposta. ou por procurador com poderes especiais. Art. o prazo de 15 (quinze) dias será contado do fato que ocasionou a suspeição.

será nulo tudo o que tiver sido processado perante o Desembargador recusado. 233. sempre dentre integrantes do mesmo Órgão. caso em que a este competirá o julgamento. ainda que por outro fundamento. ainda que também recusados. porá o incidente em mesa na primeira sessão que se seguir. o argüente será condenado no pagamento das custas. Da certidão constará. Art. A afirmação de suspeição pelo argüido. Caso contrário. salvo ao argüente e ao argüido. sem a presença do Desembargador recusado. Parágrafo único. 237. A argüição será sempre individual. Reconhecida a procedência da suspeição.Tribunal Regional Federal da 2ª Região § 2º. o Relator. Parágrafo único. Competirá à Seção a que pertencer o Desembargador Federal recusado o julgamento do incidente. depois de manifestado o motivo. obrigatoriamente. Será ilegítima a suspeição quando o argüente a tiver provocado ou. Se o Desembargador Federal tido por suspeito for o Relator ou o Revisor. tratando-se do Relator. se for o Revisor. Art. 235. após ouvir o Ministério Público Federal. quando se procederá ao julgamento. ordenará a imediata redistribuição do feito. Art. praticar qualquer ato que importe a aceitação do Desembargador recusado. o 98 . Não sendo hipótese de rejeição liminar. o Órgão Julgador. põe fim ao incidente. Art. e preenchidas as formalidades do artigo anterior. Art. não ficando os demais Desembargadores Federais impedidos de apreciá-la. ou passará ao Desembargador Federal que se lhe seguir na ordem de antiguidade. após o fato que ocasionou a suspeição. Não se fornecerá. certidão de qualquer peça do processo de suspeição. 234. Parágrafo único. 236. a menos que o mesmo haja sido suscitado em competência do Plenário.

nos mais antigos magistrados. preferencialmente. Parágrafo único. Não podem ser eleitos o Presidente. As exceções ou argüições de impedimento ou suspeição de Juízes de primeira instância. TÍTULO X Dos Procedimentos Administrativos CAPÍTULO I Da Eleição de Membros do TRE Art. o Relator mandará ouvir o Ministério Público Federal. o Vice-Presidente 99 . as quais subirem ao Tribunal em processo separado. 239 Haverá.Regimento Interno nome do requerente e a decisão que houver sido proferida. serão postos em mesa na primeira sessão que se seguir. Distribuído o feito e não sendo hipótese de rejeição liminar. CAPÍTULO III Da Fiança Art. § 2º. Devolvidos os autos. observado o critério de antigüidade regulado neste Regimento. na Secretaria Geral. A eleição de membros do Tribunal Regional Eleitoral será feita na sessão plenária ordinária que anteceder a extinção do mandato. devidamente aberto. e assinado pelo Relator e por quem prestar a fiança. A escolha do Desembargador e a do Juiz Federal recairá. 240. livro especial para os termos de fiança. O termo será lavrado pelo Secretário do Plenário. Seção Especializada ou Turma. serão julgadas pelas Turmas. 238. rubricado e encerrado pelo Diretor Geral. Parágrafo único. § 1º. e dele extrair-se-á certidão para juntar aos autos. Art.

indicados pela mesma forma. Observada a classificação no concurso. Art. Permuta e Remoção a Pedido dos Juízes Federais e dos Juízes Federais Substitutos Seção I Da Nomeação Art. obedecendo-se à ordem de classificação no respectivo concurso. Parágrafo único. indicado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.Tribunal Regional Federal da 2ª Região e o Corregedor. § 2º. sendo 3 (três) Desembargadores Federais. 242. com experiência na área federal. o candidato indicará a Seção Judiciária de sua preferência. Haverá. 1 (um) advogado. além dos especificados em lei. acumular a função de comissão examinadora. Art. dentre os profissionais militantes na 2ª Região. 244. 241. ainda. O concurso será promovido por comissão organizadora constituída por 5 (cinco) membros efetivos. 243. e 1 (um) professor de Direito indicado pela comissão e aprovado pelo Plenário. CAPÍTULO II Da Nomeação. devendo o candidato atender aos requisitos de idoneidade moral. escolhidos pelo Plenário e presidida pelo mais antigo dos efetivos. organizado e promovido pelo Tribunal. O provimento do cargo de Juiz Federal Substituto far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. A comissão organizadora poderá. Os Juízes Federais Substitutos serão nomeados pelo Presidente do Tribunal. a composição da comissão 100 . § 1º. a critério do Plenário. O concurso para provimento do cargo de Juiz Federal Substituto será realizado na forma do regulamento e do programa estabelecidos para tal fim. igual número de suplentes. Art. Caso não haja acumulação.

que. Os pedidos de remoção deverão ser formulados por escrito. § 2º. companheiro. Os Juízes Federais Substitutos tomarão posse perante o Presidente do Tribunal. sempre que se manifestar nos processos de remoção. observados o interesse público e a boa administração da Justiça. por consanguinidade ou afinidade. de candidato ao concurso. uma só vez. § 1º. 101 . 246. § 1º. 245. não vitalícios. Seção II Da Permuta e Remoção a Pedido Art. desde que vitalícios. até o quarto grau inclusive. cujo provimento não se fará enquanto não forem decididos. 247. Art. podendo ser prorrogado. após ouvir o Corregedor-Regional da Justiça Federal. por igual período. o colateral. Os Juízes Federais Substitutos. poderão solicitar permuta ou remoção de uma para outra Vara da mesma ou da outra Seção da Região. decidirá a respeito da conveniência e oportunidade do ato. submeterá o pedido ao Plenário e expedirá o competente ato. poderão praticar todos os atos reservados por lei aos Juízes Federais vitalícios. O Plenário. mediante requerimento dirigido ao Presidente do Tribunal. bem como o ascendente ou descendente em qualquer grau. no prazo de 20 (vinte) dias contados da publicação do edital que comunicar a vacância do cargo. Não poderão participar da comissão examinadora o cônjuge. O prazo de validade do concurso para Juiz Federal Substituto será de 2 (dois) anos.Regimento Interno examinadora dar-se-á na forma contida no caput deste artigo. Mesmo antes de adquirida a vitaliciedade. Os Juízes Federais Substitutos serão vitaliciados após 2 (dois) anos de exercício. nos 10 (dez) primeiros dias úteis seguintes. Art. § 2º. Os Juízes Federais e os Juízes Federais Substitutos. adotada pelo voto da maioria absoluta de seus membros. § 3º. só poderão perder o cargo por proposta do Tribunal.

de 5 de março de 2010) § 3º. O Juiz Federal Substituto promovido ou removido. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 23. Os Juízes Federais e os Juízes Federais Substitutos que ainda não adquiriram a vitaliciedade estão sujeitos à perda do cargo nas hipóteses previstas na Constituição e no Estatuto da 102 . com vistas à remoção. será expedido no prazo máximo de 20 (vinte) dias. os cargos que se vagarem sucessivamente serão igualmente oferecidos e definidos na mesma sessão. No caso de mais de um Juiz Federal inscrever-se para o mesmo Juízo. no caso. de 5 de março de 2010) CAPÍTULO III Da Perda do Cargo Art. independentemente de edital específico.Tribunal Regional Federal da 2ª Região podendo indeferir requerimento de remoção de Juiz Federal ou Juiz Federal Substituto para Juízo de idêntica competência na mesma sede da Seção Judiciária ou na mesma subseção judiciária. ou se não houver pretendente com tal requisito. Na hipótese do parágrafo anterior. o pleito do mais antigo. O edital que comunica a vacância do cargo. § 7º. O cargo de Juiz Federal Titular. só poderá pleitear nova remoção depois de 1 (um) ano da publicação do ato. devidamente fundamentado. ou decisão em contrário do Plenário. será oferecido aos demais Juízes Titulares da 2ª Região na mesma sessão em que este se vagar. § 5º. salvo na hipótese do § 2º. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 23. salvo motivo justo e excepcional. contados da data da efetivação da vacância. escolhendo-se seu novo ocupante na mesma oportunidade. o disposto no parágrafo anterior. inclusive por permuta. preferencialmente. 248. será deferido. vago em decorrência de remoção procedida na forma do § 4º. § 6º. (Redação dada pela Emenda Regimental nº 23. de 5 de março de 2010) § 4º. Aplica-se às permutas o disposto no § 2º deste artigo. observando-se. adotando-se o sistema de pregão a ser regulamentado por ato próprio. § 8º.

§ 2º. pelo voto da maioria absoluta de seus membros. haja ou não sido apresentada. Fica limitado ao máximo de 8 (oito) o número de testemunhas arroladas pela defesa e até 8 (oito) a requerimento do Ministério Público Federal. decida sobre a instauração do processo e. O procedimento administrativo para a decretação da perda do cargo terá início por determinação do Plenário. como no curso dele. § 5º. em sessão plenária. convocará o Tribunal. firmada por advogado. O Plenário. § 1º. Findo o prazo da defesa prévia.Regimento Interno Magistratura. no dia útil imediato. o Presidente. poderá afastar. que lhe remeterá o Presidente do Tribunal. nas 48 (quarenta e oito) horas imediatas à decisão do Plenário. no prazo de 15 (quinze) dias. na sessão em que ordenar a instauração do processo. bem como as que o Relator determinar de ofício. As provas requeridas e deferidas. § 3º. vista dos autos por 10 (dez) dias. A instauração do processo será precedida da defesa prévia do Magistrado. de ofício ou mediante representação fundamentada. o Ministério Público Federal e o Magistrado ou seu Procurador terão. para que. para razões. o Magistrado ou o Procurador por ele constituído. serão produzidas no prazo de 20 (vinte) dias. 249. sem prejuízo dos vencimentos e das vantagens. § 6º. O julgamento será realizado em sessão do Plenário do 103 . § 7º. § 4º. até a decisão final. Art. independentemente das referidas e de outras cuja oitiva o Relator entender necessárias. a fim de que possam delas participar. mediante ofício. no mesmo dia distribuirá o feito e fará entregá-lo ao Relator. contados da entrega da cópia do teor da acusação e das provas existentes. sucessivamente. Finda a instrução. cientes o Ministério Público Federal. caso determinada esta. o magistrado do exercício das suas funções.

o Tribunal fixará desde logo a Seção e a Vara em que o Juiz passará a servir. O Tribunal. a disponibilidade ou a aposentadoria de Juiz Federal ou Juiz Federal Substituto. 250. será expedido o competente ato pelo Presidente do Tribunal. Determinada a remoção. ou deixar de assumir o cargo após 30 (trinta) dias do prazo fixado para entrar em exercício na Vara para a qual foi removido. § 3º. Se a decisão concluir pela perda do cargo. assegurando-lhe ampla defesa. no caso de negligência no cumprimento dos deveres do 104 . O Tribunal poderá determinar. § 9º. suspendendo-se o pagamento dos seus vencimentos até a expedição do ato administrativo necessário. Disponibilidade e Aposentadoria Compulsórias Art. § 2º. O procedimento para a decretação da remoção. enviará cópia das peças pertinentes ao Ministério Público Federal. e se a mesma indiciar ilícito penal. será desde logo considerado em disponibilidade. A pena de advertência aplicar-se-á reservadamente. CAPÍTULO IV Da Remoção. 251. CAPÍTULO V Das Penas de Advertência e Censura Art. conforme a natureza da causa determinante da remoção. Em caso de remoção. a remoção. se o Juiz não a aceitar. 252. § 8º. Da decisão somente se publicará a conclusão. da disponibilidade ou da aposentadoria. Art. por motivo de interesse público. para os fins de direito. disponibilidade ou aposentadoria obedecerá ao prescrito para a perda do cargo. e pelo voto da maioria absoluta de seus membros efetivos. por escrito. e a decisão no sentido da penalização do Magistrado só será tomada pelo voto da maioria absoluta dos membros do colegiado.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Tribunal. § 1º.

A sindicância será procedida pelo Corregedor. Art. Findo o prazo. terá início por determinação do Corregedor. Findo o prazo. Art. 253. Art. no caso de reiterada negligência no cumprimento dos deveres do cargo. O procedimento para apuração de faltas de Juízes Federais. Art. Art. devendo a decisão no sentido da penalização do magistrado ser tomada pelo voto da maioria absoluta dos seus membros. A decisão pela penalização do magistrado não será publicada. se a infração não justificar punição mais grave. com ou sem alegações finais. que pedirá dia para julgamento na sessão do Plenário. que poderá proceder às diligências que entender necessárias no prazo de 15 (quinze) dias. puníveis com advertência ou censura. 257. ou de procedimento incorreto. Art. será instaurada sindicância com garantia de ampla defesa. anotando-se em seus assentamentos funcionais a penalidade 105 . 256. Parágrafo único. sendo o mesmo notificado mediante ofício reservado. os autos serão conclusos ao Corregedor. será notificado o magistrado a apresentar a defesa prévia no prazo de 10 (dez) dias. 259.Regimento Interno cargo. Atendidas as diligências. o magistrado terá o prazo de 10 (dez) dias para as alegações finais. Acolhida a proposta ou a representação do Corregedor. A pena de censura será aplicada reservadamente. serão os autos conclusos ao Corregedor. que correrá reservadamente. mediante proposta de qualquer dos membros do Tribunal. Art. 258. Instaurada a sindicância. que poderá delegar atribuições a Juiz Federal para as diligências. com ou sem defesa. por escrito. Parágrafo único. 254. 255.

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imposta.
CAPÍTULO VI Da Verificação de Invalidez

Art. 260. O processo de verificação de invalidez do magistrado, para o fim de aposentadoria, terá início a requerimento do mesmo, ou por ordem do Presidente do Tribunal, de ofício, ou em cumprimento de deliberação do Plenário, ou, ainda, por provocação do Vice-Presidente ou do Corregedor. § 1º. Instaurado o processo de verificação da invalidez, o paciente será afastado, desde logo, do exercício do cargo, até final decisão, devendo ficar concluído o processo no prazo de 60 (sessenta) dias. § 2º. Tratando-se de incapacidade mental, o Presidente nomeará curador ao paciente, sem prejuízo da defesa. Art. 261. Como preparador do processo funcionará o Presidente do Tribunal, até as razões finais inclusive, efetuando-se, depois delas, a distribuição. Art. 262. O paciente será notificado por ofício do Presidente, para alegar, em 10 (dez) dias, prorrogáveis por mais 10 (dez), o que entender a bem de seus direitos, podendo juntar documentos. Com o ofício será remetida cópia da ordem inicial. Art. 263. Decorrido o prazo do artigo antecedente, com ou sem resposta, o Presidente nomeará uma junta de 3 (três) médicos para proceder ao exame do paciente e ordenará as demais diligências necessárias à averiguação do caso. Parágrafo único. A recusa do paciente em submeter-se a perícia médica permitirá o julgamento baseado em quaisquer outras provas. Art. 264. Concluídas as diligências, poderá o paciente ou o seu

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Regimento Interno

curador apresentar alegações, no prazo de 10 (dez) dias. Ouvido, a seguir, o Ministério Público Federal, serão os autos informados pela Secretaria, distribuídos e julgados. Art. 265. O julgamento será feito pelo Plenário, e o Presidente participará da votação. Art. 266. A decisão do Tribunal, pela incapacidade do magistrado, será tomada pelo voto da maioria absoluta de seus membros. Art. 267. Concluindo o Plenário pela incapacidade do magistrado, o Presidente do Tribunal expedirá o competente ato. Art. 268. O magistrado que, por 2 (dois) anos consecutivos, afastar-se, ao todo, por 6 (seis) meses ou mais, para tratamento de saúde, deverá submeter-se, ao requerer nova licença para igual fim, dentro de 2 (dois) anos, a exame para verificação de invalidez. Art. 269. Na hipótese de a verificação da invalidez haver sido requerida pelo magistrado, o processo, após parecer de junta médica designada pelo Presidente do Tribunal, será informado pela Secretaria e distribuído a um Desembargador, que ouvirá o Ministério Público Federal. Devolvidos os autos, observar-se-ão as normas inscritas nos artigos anteriores. TÍTULO XI
Da Execução CAPÍTULO I Disposições Gerais

Art. 270. A execução competirá ao Presidente: I - quanto às suas decisões e ordens; II - quanto às decisões do Plenário e às tomadas em sessão administrativa.

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Art. 271. Compete ainda a execução: I - ao Presidente da Seção Especializada ou da Turma, quanto às decisões destas e às suas decisões individuais; II - ao Relator, quanto às suas decisões. Art. 272. Os atos de execução, que não dependerem de carta de sentença, serão requisitados, determinados, delegados ou notificados a quem os deva praticar. Art. 273. Se necessário, os incidentes de execução poderão ser levados à apreciação do Plenário, das Seções ou das Turmas pelos seus respectivos Presidentes ou pelos Relatores.
CAPÍTULO II Da Requisição de Pagamento

Art. 274. As requisições de pagamento às quais a Fazenda Pública for condenada serão enviadas eletronicamente pelo Juízo da execução ao Presidente do Tribunal. Parágrafo único. A requisição prescindirá do envio de documentos, devendo o Juízo da execução informar apenas que constam dos autos originários todas as peças julgadas necessárias à expedição e ao pagamento requisitado. Art. 275. O Tribunal formará arquivo eletrônico de propostas a partir dos registros dos precatórios enviados, atestará a ordem cronológica e requisitará verba ao Conselho da Justiça Federal. Art. 276. A decisão do Presidente sobre a inscrição do precatório, a ordem cronológica e a requisição da verba será publicada no Diário da Justiça, enquanto não implantado o Diário Eletrônico da Segunda Região, sendo o inteiro teor remetido ao Juiz requisitante, para que a faça constar dos autos de que se extraiu o precatório.

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279 . nomeado para cargo em comissão pelo Presidente. ouvido o Conselho de Administração. O Diretor Geral da Secretaria. em suas férias. 280. de acordo com a orientação estabelecida pelo Presidente e as deliberações do Plenário. bacharel em Direito. compete supervisionar. cabendo ao Presidente.Regimento Interno Parágrafo único. Art. à disposição do Juiz requisitante. a respeito. 281. As importâncias respectivas poderão ser depositadas em estabelecimento de crédito oficial. a fim de serem levantadas na forma da lei. designado pelo Presidente. Art. Além das atribuições estabelecidas no ato do Presidente a que se refere o art. 279. À Secretaria Geral do Tribunal incumbe a execução dos serviços administrativos do Tribunal. A organização da Secretaria Geral do Tribunal será fixada em resolução do Conselho de Administração. Administração ou Economia. após aprovação do Plenário. bem assim de seus diretores. faltas e impedimentos. 278. Art. O Presidente baixará. Ao Diretor Geral da Secretaria do Tribunal. chefes e servidores. coordenar e dirigir todas as atividades administrativas da Secretaria. e demissível ad nutum pelo Presidente. será substituído por um Diretor de Secretaria. Art. PARTE III Dos Serviços Administrativos TÍTULO I Da Secretaria do Tribunal Art. com nível superior. Parágrafo único. incumbe ao Diretor Geral da 109 . 277. especificar as atribuições das diversas unidades. Nas requisições de pequeno valor – RPV’s procederse-á na forma estabelecida por resoluções baixadas pelo Presidente do Tribunal. em ato próprio. instrução normativa.

nomeado para cargo em comissão pelo Presidente. III . ou a elas comparecerem a serviço. Art. Art. usarão capa e vestuário condigno. compete supervisionar e coordenar as atividades administrativas e de assessoramento e planejamento do Gabinete. qualquer diretor. Os Secretários do Plenário. o assentamento funcional dos Desembargadores. inclusive no que concerne às funções de auditoria e de representação oficial e social do Tribunal.apresentar ao Presidente petições e papéis dirigidos ao Tribunal. de nível superior. 283.despachar com o Presidente o expediente da Secretaria. e permanentemente atualizado. IV . observado o disposto no art. 282. que tiverem de servir nas sessões do Plenário. bem assim assessorá-lo no planejamento e fixação de diretrizes para a administração do Tribunal e no desempenho de suas demais atribuições. V .relacionar-se. com os Desembargadores no encaminhamento dos assuntos administrativos referentes a seus Gabinetes. Ao Gabinete da Presidência do Tribunal incumbem as atividades de apoio administrativo à execução das funções do Presidente. pessoalmente. Parágrafo único.exercer outras atribuições que lhes sejam delegadas pelo Presidente. ressalvada a competência do Presidente. 25.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Secretaria Geral do Tribunal: I . II . TÍTULO II Do Gabinete do Presidente Art. o Diretor Geral. Seção ou Turma. de acordo com a 110 . Os Secretários dos órgãos julgadores. §§ 1º e 2º.manter sob sua direta fiscalização. 284. chefe ou servidor da Secretaria. das Seções e das Turmas serão bacharéis em direito nomeados para cargo em comissão pelo Presidente do Tribunal. Ao Secretário Geral da Presidência.

289. Art. O Gabinete de Segurança Institucional incluise como órgão de assessoramento da Presidência. 286.Regimento Interno orientação estabelecida pelo Presidente. Art. cuja organização será por eles fixada. definindo as atribuições de suas diversas unidades e de seus servidores. 285. de nível superior. de um Gabinete. cabe supervisionar. Aos Chefes de Gabinete do Vice-Presidente e do Corregedor. 287. Além das atribuições estabelecidas neste Regimento e nos atos do Vice-Presidente e do Corregedor. Art. Art. por indicação do Vice-Presidente e do Corregedor. o VicePresidente e o Corregedor disporão. Parágrafo único. Art. Para o desempenho de suas atribuições.despachar. nomeados para cargo em comissão pelo Presidente do Tribunal. incumbe aos Chefes de Gabinete: I .exercer outras atribuições que lhe sejam delegadas pelo Vice-Presidente ou pelo Corregedor. observadas a duração 111 . 288. TÍTULO III Dos Gabinetes do Vice-presidente do Tribunal e do Corregedor-regional Da Justiça Federal Art. o Gabinete poderá requisitar o auxílio do serviço taquigráfico e fonográfico do Tribunal. dispondo sobre o horário de seus Gabinetes. O Vice-Presidente e o Corregedor poderão baixar ato. coordenar e dirigir as atividades administrativas dos respectivos Gabinetes. II . o expediente dos respectivos Gabinetes. 290. cada qual. A organização administrativa e dos órgãos de assessoramento. com o Vice-Presidente ou Corregedor. planejamento e auditoria do Gabinete será estabelecida por ato do Presidente. Para a realização de trabalhos urgentes.

sob orientação do Desembargador. O horário do pessoal do Gabinete. de estrita confiança do Desembargador. Ao Chefe de Gabinete do Desembargador. Ao Assessor do Vice-Presidente e ao do Corregedor. de nível superior. bacharéis em direito. 112 . observadas a duração legal e as peculiaridades do serviço. coordenar e dirigir as atividades administrativas do Gabinete. mediante indicação daqueles.Tribunal Regional Federal da 2ª Região legal e as peculiaridades do serviço. 296. Para trabalhos urgentes. Art. 291. 292. incumbido de executar os serviços administrativos e de assessoramento jurídico. 293. o Desembargador poderá requisitar o auxílio do serviço taquigráfico e fonográfico do Tribunal. que os designará para nele terem exercício. mediante indicação daquele. nomeado para cargo em comissão pelo Presidente do Tribunal. sob a orientação do Desembargador. 295. cabe executar. 294. fazer pesquisas de legislação. Parágrafo único. Art. nomeado para cargo em comissão pelo Presidente. Art. Art. Cada Desembargador disporá de 1 (um) Gabinete. nomeados para cargo em comissão pelo Presidente. trabalhos que concorram para a celeridade do julgamento dos processos e elaboração dos respectivos acórdãos. cabe supervisionar. Art. por indicação daquele. bacharel em direito. Ao assessor de Desembargador. doutrina e jurisprudência e outras tarefas necessárias ao bom andamento do serviço. TÍTULO IV Do Gabinete dos Desembargadores Federais Art. aplica-se o disposto quanto ao Assessor de Desembargador. serão por este indicados ao Presidente. Os servidores do Gabinete. será o estabelecido pelo Desembargador.

297 Ao Presidente. a data da instalação do Tribunal. Parágrafo único. sendo numeradas ordinalmente. Rio de Janeiro. Anualmente. Art.Regimento Interno PARTE IV Disposições Finais TÍTULO I Das Emendas ao Regimento Art. Parágrafo único. as quais serão submetidas. no dia 30 de março. previamente. Os casos omissos no presente Regimento serão resolvidos pelo Presidente. aos membros do Tribunal e às Comissões é facultada a apresentação de emendas ao Regimento Interno. à Comissão Permanente do Regimento Interno. 298. Art. 15 de dezembro de 2008. 300. ouvida a Comissão de Regimento Interno. JOAQUIM ANTÔNIO CASTRO AGUIAR PRESIDENTE 113 . se obtiverem o voto da maioria absoluta do Plenário do Tribunal. As emendas considerar-se-ão aprovadas. será comemorada em sessão plenária. Este Regimento entra em vigor em 01/01/2009. TÍTULO II Das Disposições Gerais e Finais Art. Os Regimentos Internos do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça são fontes subsidiárias deste Regimento. 299.

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Regimento Interno ÍNDICE ANALÍTICO-REMISSIVO 115 .

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§ 1º) 117 . 194. 195). “a”) AÇÃO RESCISÓRIA Citação do réu (art. 14. EMBARGOS INFRINGENTES ACÓRDÃOS Certidão de julgamento (art. VIII) V.194) Sentenças não recorridas ( art. 18. § 1º .95. parágrafo único) Juiz impedido de distribuição (art. 193) Distribuição de cópia aos Juízes que participarão do julgamento (art. II. par. 77) Procedimentos após o recebimento da denúncia ou queixa (art 186) Recebimento ou rejeição da denúncia ou queixa (art. 185) V. 12.Regimento Interno AÇÃO PENAL ORIGINÁRIA Atribuições do Relator (arts. 187) Prazo para vista às partes (art. “b”) Remessa de peças dos autos a autoridades (art. 22. 16. XIII) Critérios a serem observados na sessão de julgamento (art. 97. 99) Conclusão das decisões (art. I) Julgados do Plenário (art. REVISÕES CRIMINAIS AÇÃO PÚBLICA Pedido de suspensão da execução de medida liminar não apreciado (art. 190) Procedimento após instrução (art. a) Dispensa (art. 95) Decisão a partir de erros na publicação (art . 189) Normas para instrução (art. PREVENÇÃO V. I) Petição inicial (art. Julgados das Seções (art. 188) Prevenção do Relator (art. 3º) Prazo da publicação (art. 192) Delegação de competência a Juiz de Primeiro Grau (art. 22. 97. XVII. art. 191) Contestação (art. XVII. 1 2. 183 e 184) Competência para julgar (art.

96) Redação por outro Desembargador (art. 97 e 126) Redação e assinatura (art. 97. 96) V. § 2º) Publicação no Diário da Justiça da União ( arts. §1º. NOTAS TAQUIGRÁFICAS AGRAVO Competência para julgar (art. 81) Suspensão das atividades judicantes (art. 22. 4º) Levado em mesa por caso de urgência (art. 82. 208 ao 210) ANISTIA Competência sobre a decisão (art. XVII. “a”) Contra decisão de relator (art. III) Prejudicado por reforma da decisão (art. III) Intimação das partes por meio eletrônico em caso de urgência (art. § 3º) Publicação de acórdãos repetidos (art. 98. 144. par. § 1º. VI) AGRAVO DE INSTRUMENTO Conversão em agravo retido (art. “c”) ARGUIÇÕES DE INCONSTITUCIONALIDADE Competência para julgar (art. 81. 18. 44. parágrafo único. 90. § 1) Início (art. 18. “d”) ANO JUDICIÁRIO Atuação do Presidente durante recesso (art. I. VII) ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA 118 . 44. 223. 90. § 1º) Ausência de expediente (art. 144. XI e art. 12.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Prazo para lavratura (art. I. § 2º) Impossibilidade de seguimento (art. 82) ARGÜIÇÕES DE FALSIDADE Competência para julgar (art. 44. par. § 5º) Redação por Revisor (art. 44. § 4º) Normas gerais (arts. 5º) Subscritor (art.

84. 165. I. FEITOS V. 109) ATOS PROCESSUAIS Assinaturas (art.(art. 165) Postura (art. parágrafo único) Solicitação do benefício (art. 18. 165. 84. XI) 119 . 164) Poder de decisão (art. “e”) CARGOS DAS SECRETARIAS E SERVIÇOS AUXILIARES Proposta para criação (art.Regimento Interno Crimes de ação privada (art. 109. 18. 93) V. 106) Publicação das intimações no DJU (art. § 2º) Rubricas nos livros necessários ao expediente (art. § 2º) V. 88) Notificações (art. AUDIÊNCIAS V. II. “a”) Remessa de cópias ao Corregedor no caso de irregularidades ou observações no funcionamento de Varas Federais . SEGURANÇA INSTITUCIONAL AUTOS PROCESSUAIS Remessa de cópias a autoridades em crimes de responsabilidade ou de ação pública (art. II. “b”) Restauração (art. 18. 87) Prazo para os servidores (art. PROCESSOS INCIDENTES AUDIÊNCIAS De caráter público (art. 85) Elementos necessários na publicação (art. 84) Cópia autenticada (art. 11. 84. AUTOS PROCESSUAIS V. 86) Rubricas de servidor (art. § 1º) Autenticação (art. § 1º) Ata (art. DISTRIBUIÇÃO V. § 2º) Vistas às partes (art. 110) Prevalecimento de benefício já concedido (art.

XXVI) CARGOS EM COMISSÃO Servidor de fora do quadro (art. I) 120 . XXIV) CARTAS DE ORDEM Assinatura (art. 9º § 1º e 2º e 11. § 1º) CARTAS DE SENTENÇA Assinatura (art. 11. § 1º) Pedido de extração (art. 44. 84. V. 44. 84. e art. 187. EXECUÇÃO CARTA PRECATÓRIA Assinatura (art. SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS CARGOS DE DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES Competência do Plenário para dispor sobre o assunto (art. XIII) Autenticação (art. 9º) Eleição da Diretoria (art. 214 e 215) V.Tribunal Regional Federal da 2ª Região V. XII) Autenticação (art. XIII) CARTAS TESTEMUNHÁVEIS Competência (art. 44. § 1º) Delegação de Competência (art. 44. TURMAS ESPECIALIZADAS CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA FEDERAL Existência no Tribunal (art. XII) V. 56) Atualização do regimento(art. X e art. 44. 9º) COMISSÃO DE REGIMENTO Atribuições (art. XIII) CARTAS ROGATÓRIAS Assinatura (art. VI) Normas gerais (arts. II) Vinculação à Presidência do Tribunal (art. 11. 23. 16. § 2º. 56. 22.

16. 12. 91. V) Entre Juízes Federais Substitutos (art. 54 ) Escolha dos Membros (art. 12. XI) Parecer do Ministério Público Federal (art. 16. 58. 11. 11.Regimento Interno Casos Omissos (art. 12. 58. XI) Entre Relatores do Plenário (art. 200. 200) Desnecessidade de pauta (art. IV ) Substituição de Membro (art. 54) Criação pelo Plenário (art. 53) Emendas (art. 12. § 1º) Prioridade no Julgamento (art. II) Substituição de Membro (art. IV) Substituição temporária do Presidente (art. 298) Composição (art. PLENÁRIO CONFLITO DE COMPETÊNCIA Ciência aos Juízes envolvidos (art. XI) Entre Desembargadores de diferentes Turmas da mesma Seção (art. V) Entre Relatores de Seções diferentes (art. III) V. IV) Parecer sobre matéria regimental (art. I) Entre as Seções (art. IV) Entre Juízes Federais ou juizes federais substitutos e Juízes Estaduais (art. 58. 16. § 2º) Conflito de Jurisdição (art. 56. III) CONCURSOS PÚBLICOS V. XV e art 297) Escolha dos Membros (art. IV) Substituição temporária do Presidente (art. 200. V) Procedimentos iniciais (art. V) Entre Juízes Federais (art. 200) Vista ao Ministério Público Federal (art. VI) 121 . 14. 58.68. XI) Entre Turmas de Seções diferentes (art. REGIMENTO INTERNO DO TRF DA 2ª REGIÃO COMISSÕES TEMPORÁRIAS Composição (art. 11. 149.

§ 2º) Duração do mandato (art. 22. 287 a 291) Impossibilidade de integrar Turma ou Seção (art. II) Gabinete (arts. 11. 11. V) Férias (art. parágrafo único) Mandato bienal (art. 52. § 8º) Impossibilidade de reeleição (art. XVII. 11.Tribunal Regional Federal da 2ª Região CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Atribuições (art. 22. 2º. 11. 5º. 5º. 3º. 24. II) Direção dos trabalhos e Presidência das sessões (art. §§ ) Expedição de instruções normativas (art. II. 22 XXI) Impossibilidade de recurso administrativo (art. “a”) Ordens de serviço (art. 19. parágrafo único) Eleição (art. 19) Eleição (art. 291) Atribuições (art. III) Convocação das sessões (art. § 5º) Designação de Juiz Federal para acompanhar (art. 22. II) Quorum de votação (art. 22 VII) Designação da data de julgamento dos feitos (art. MANDADO DE SEGURANÇA COORDENADORIA DOS JUIZADOS ESPECIAIS Eleição do Coordenador e suplente (art. art. 24. 24. VII) Assessor. 10 e art. 163) V. XX) Fiscalização da Primeira Instância (art. 22 XII) Decisão sobre erros na ata (art. 22. 11. art. 51) CORREGEDOR DA JUSTIÇA FEDERAL Afastamentos eventuais (art. IV) Responsabilidade pela manutenção da ordem nas sessões (art. 24. 19) 122 . 24. 24) Atuação no Plenário (art. XX) Aprovação escala de férias Juízes Federais (art. 22 VI) Cumprimento das decisões (art. parágrafo único) Sessões públicas (art. (art. V) Questões de ordem (art. 5. caput) Composição (art.

ESTATÍSTICA DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE DE LEI OU DE ATO NORMATIVO Designação de novo julgamento (art. 166. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO V. ELEIÇÕES NO TRIBUNAL V. MANDADO DE SEGURANÇA CRIMES DE RESPONSABILIDADE Remessa de peças dos autos a autoridades (art. § 1º) Posse (art. 24. I) Substituto (art. VI) Retorno à Turma (art. § 4º) V. § 1º) Provimentos (art. 3º. 18. SESSÕES ADMINISTRATIVAS DADOS ESTATÍSTICOS V. 24. 166) Quórum para julgamento (art. 167) Suspensão do julgamento (art. 24. DESEMBARGADORES FEDERAIS V. 11. 166.Regimento Interno Indicação de servidores (art. 166) DESEMBARGADORES FEDERAIS 123 . XX) Mandato seguinte (art. “a”) CUSTAS Incidência. 108) DECISÕES ADMINISTRATIVAS V. 3º. (art. § 2º) Reconhecimento pela Seção ou Turma (art. 107) Preparo de recursos (art. 58. XII) Licenças (art. I) Vacância do cargo (art. 21) Verificação de delito cometido por servidor (art. II. 24. § 2º) Substituição do Vice-Presidente do Tribunal (art. 19. § 1º) Prazo para parecer do Ministério Público Federal (art.

57. 11. XI) Quinto constitucional (arts. 57. XVIII) Afastamento para serviço na Justiça Eleitoral (art. V) 124 . parágrafo único) Posse (art. 11. 26) Nomeação por antiguidade (art. § 4º) Permuta (art. art. 83. VII e art. 11. 41) Não promoção de Juiz Federal que retem autos injustificadamente (art. 40) Escolha de turma respeitada a antiguidade (art 4º) Exercício do cargo na administração por mais de 4 anos consecutivos (art. parágrafo único e arts. parágrafo único) Participação em sessões do Plenário mesmo em licença ou férias (art. 49. § 4º) Nomeação (art. parágrafo único) Convocação para complemento de quórum (art. V) Plantão (art. XIX) Licenças (art. 30. 38) Posse durante recesso (art. 22. 57 § 1º) Declaração de vacância de cargo (art. 11. 11. 38) Proposta para aumento do numero (art. 28 e 30) Remoção e permuta (art. XIX. I. XX) Decisão processual em licença (art. 11. 34 ao 36) Magistrados parentes consanguíneos ou afins (art. 3º. & 2º) Invalidez (art. 29) Efeitos da antigüidade (art. X. 57 a 61) Lista tríplice (arts 27 . 50. XIV e art. e arts. 31. 260 a 269) Jurisdição (art. 11. 292 a 296) Interrupção de licença (art. “a”. XX) Ampla defesa no procedimento de nomeação por antiguidade (art. 61) Compromissos inerentes ao exercício da judicatura (art. § 1º ) Gabinete (arts. III e arts. 27. 11. 39) Curador especial (art. 11. 43) Licença superior a 30 dias (art. 22. art.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Afastamento para curso ou seminário superior a 30 dias (art. 22. e art. III) Afastamentos eventuais (art. 11. 27 parágrafo único) Convocação de Juiz Federal para substituição (art.

22. 278. e art. TUMAS ESPECIALIZADAS V. 65) Eleição (art. parágrafo único) Transferência de Turma (art.Regimento Interno Remoção de Seção ou Turma (art. faltas ou impedimentos (art. 22. II) Indicação (art. RELATOR V. tratamento e título (art. CORREGEDOR DA JUSTIÇA FEDERAL V. parágrafo único. ELEIÇÃO NO TRIBUNAL V. VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL DESOBEDIÊNCIA OU DESACATO AO TRIBUNAL Providências (art. 31) Vestimenta. 281) Critérios para nomeação (art. 280) V. 64) DIRETOR GERAL DO TRIBUNAL Competência (art. SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS 125 . PLENÁRIO V. 66) DIREITOS HUMANOS Julgamento (art. parágrafo único) Atribuições (art. SECRETARIA GERAL DO TRIBUNAL V. 278. 42) Requisição de serviços taquigráficos e fonográficos (art. 11. SEÇÕES ESPECIALIZADAS V. XXIX) Substituição em férias. 12. IX) DIRETOR DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL Assessoramento da Presidência (art. XV e art. parágrafo único) Delegação de competência por parte do Presidente do Tribunal (art. PRESIDENTE DO TRIBUNAL V. XIV) Vaga reservada para Juiz Federal (art. CONFLITO DE COMPETÊNCIA V. 39. 296. 285. 16. parágrafo único) V.

76) Competência do Presidente do Tribunal (art. AÇÃO RESCISÓRIA V. DESEMBARGADORES FEDERAIS EMARF V. parágrafo único) ELEIÇÕES NO TRIBUNAL Competência do Plenário (art. 3º) Definição da votação (art. 19. 22. 20) Nova eleição em caso de vacância nos cargos de Vice-Presidente e Corregedor (art. XI ) Critérios (art. 75. § 3º) Votação secreta (art.Tribunal Regional Federal da 2ª Região DISTRIBUIÇÃO Caráter público (art. 79) Sistema de computação eletrônica (art. 75. 19. 19. § 1º) V. § 1º) V. 92) Publicação (art. 21) Quórum (art. ESCOLA DA MAGISTRATURA REGIONAL FEDERAL 126 . 19. 75. 19. RELATOR EDITAIS Conteúdo (art. 19. § 3º) Empate na votação (art. PROCESSOS INCIDENTES V. 11) Critérios (art. § 3º) Escolha preferencial por Desembargadores federais mais antigos (art. 92. 75) Embargos infringentes a acórdão (art. 78) Eqüitatividade entre os Desembargadores Federais (art. 3º) Juiz licenciado (art. § 2º) Momento (art. § 1º) Nova eleição em caso de vacância no cargo de Presidente (art. § 2º) Sequência da votação (art. 19. § 3º) Normatização da distribuição eletrônica (art. § 2º) Relator do Processo ( art.

XXX) EXECUÇÃO Atos que não dependem de Carta de Sentença (art. II e art. RECURSOS EMENDAS AO REGIMENTO V. 18. e art. II) V. 221 e 222) Relator (art. 22. 111) Regularidade e exatidão (art. 11. § 3º. 272) 127 . 45. § 4º) Cursos de interesse público (art. § 1º) Eleição (art. 201. § 5º) ESTATÍSTICA Divulgação no sítio do Tribunal (art. 12. V e VI) Sorteio de novo relator (art.II) Haverá revisão (art. “b”) Normas gerais ( arts. 7º e 8º) Diretor Geral (art.II. 201. 211) Preparo (art.Regimento Interno EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Competência (art. I. I.III) Competência das seções especializadas no âmbito de suas especializações (art. 8º. 59. 7º) Diretoria (arts. 8º. C) Em matéria cível e matéria penal e julgados pelas turmas (art. 213) V. 8º.C) Em apelação em mandado de segurança (art. 8º.12. II) Regimento Interno próprio (art. REGIMENTO INTERNO DO TRF DA 2ª REGIÃO ESCOLA DA MAGISTRATURA REGIONAL FEDERAL Função (art. RECURSOS EMBARGOS INFRINGENTES Revisão criminal desfavorável do réu julgada pela seção criminal (art. 14. 78) Nas ações rescisórias ( art.

REVISOR FIANÇA Lavratura do termo (art. par. IV) Homologação de desistência (art. ACÓRDÃOS V.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Competência do Presidente de Seção ou Turma (art.69) Registro (art. IX) Dúvidas na classificação (art. AUTOS PROCESSUAIS V. I) Competência do Presidente do Tribunal (arts. 239) V. 22. 44. XXIV) Habilitação incidente (art. 74) Ordenamento e direção. VII) Identificação das partes nos recursos (art. XXVI) GABINETE DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL Atribuições (art. 239. VII) Suspensão da sentença recorrida (art. § 1º. § 1º. I) Pedido de preferência de julgamento pelo Ministério Público Federal (art. V) Tabela única de classes (art. 71) Sentença em desacordo à súmula ou jurisprudência (art. 73) Autuação de todas as partes (art. 11. 44. 284) 128 . 44. 1º) Dispensa de Revisor (art. 44. PROCESSOS INCIDENTES V. 270 ) V. 72. DISTRIBUIÇÃO V. 72) Vista ao Ministério Público Federal (art. 44. 68) V. INCIDENTES DE EXECUÇÃO FEITOS Anotações na capa (art. 271. HABEAS CORPUS FUNÇÕES DE REPRESENTAÇÃO DE GABINETE Competência do Plenário sobre o assunto (art. parágrafo único) Livro especial (art. (art. RELATOR V. 44. § 1º.

parágrafo único) Organização. XVII. 176) Prevenção do Relator para recursos posteriores (art. planejamento e auditoria (art. 16. 174) Oposição do paciente (art. 169) V. I) Julgado pelo Plenário (art. 13. I) Embaraço por parte de autoridade (art. 77) Recurso ( arts. III) Momento do julgamento (art. parágrafo único) Caráter prioritário (art. “d”) HABEAS CORPUS Agravo interno (art. V) Medidas de ofício (art. PREVENÇÃO V. 173) Contra ato de Juiz Estadual investido de jurisdição federal (art. 170. I) Contra ato de Juiz Federal (art. 177. SECRETÁRIO GERAL DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL GRAÇA Competência para decisão (art. § 2º) Pedido prejudicado (art. 16. 68. II e III) Julgado pelas Turmas (art. 12. II) Contra ato de Membros do Ministério Público da União de Primeiro Grau (art. 285) Requisição de serviços taquigráficos e fonográficos (art. RECURSO ORDINÁRIO AO STJ 129 . 175) Indeferimento (art. 285. I. 16. 286) Segurança Institucional (art. 216 e 217) Requisição de informações (art. parágrafo único) V. 177) Julgado pelas Seções (art.Regimento Interno Gabinete da Segurança Institucional (art. 285. 168) Comunicação a autoridades (art. 182) Competência para julgamento (art. 170) Não-cumprimento (art. 172) Ministério Público Federal (art. 174) Fiança (art. 16. 22.

12. 16. d) Levados ao Plenário. Seção ou Turma (art. 182) Competência para julgar (art. e art. I. 18. II) Contra ato de Juiz Federal (art. XII) 130 . 68. II) Prevenção do Relator para recursos posteriores (art. III) V. VI. 11. 113) Lavratura de acórdão (art. 16. 112. 273) V. I. 112) V. XVII. SÚMULAS INDULTO Competência sobre decisão (art. TUMAS ESPECIALIZADAS JUIZ FEDERAL Afastamento temporário por denúncia ou queixa-crime (art. 77) Vista ao Ministério Público Federal (art. 22. JURISPRUDÊNCIA V. 18. CONFLITO DE COMPETÊNCIA V. 178 Contra ato de Juiz Estadual com jurisdição federal (art. HABEAS DATA V. EXECUÇÃO INCIDENTE DE FALSIDADE Competência (art.C) INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA Julgamento pelo Órgão Julgador (art. 12. RECURSOS V. “d”) JUIZ ESTADUAL COM JURISDIÇÃO FEDERAL V. parágrafo único) Objeto do julgamento (art. MANDADO DE SEGURANÇA V. PREVENÇÃO INCIDENTE DE EXECUÇÃO Competência para julgar (art. XII e art.Tribunal Regional Federal da 2ª Região HABEAS DATA Caráter prioritário (art. HABEAS CORPUS V.

24. IX) Condição para convocação (art. art. 250 e 251) Expedição do ato de convocação (art. 250 e 251) Aprovação da escala de férias (art. § 3º) Organização de lista de antigüidade (art. 247) Posse (art. 32. 24. 24. XXV. HABEAS DATA V. 48. X) Penalização pelo voto da maioria (art. aposentadoria. 247 e arts. 22. “b”. e arts. XXV. VII) V. XXII. XIX. 11. 241 a 246) Nomeação por merecimento (art. REVISÕES CRIMINAIS 131 . arts. VII) Assinatura de provimento. PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS V. 260 a 269) Lista tríplice para integrar o Tribunal (art. e arts. § 7º) Penas de advertência e censura (arts. § 5º) Convocação para complemento de quórum (art. 11. 11. 22. 61) Critérios para promoção (art. 24. disponibilidade e exoneração a pedido (art. IX. 32) Designação de substituto (art. 11. MANDADO DE SEGURANÇA V. 22. 11.Regimento Interno Aposentadoria (art. 22. e arts 248 e 249) Permuta (art. VIII) Invalidez (art. IV) Substituição a Desembargador Federal (art. XXV) Autorização para afastamento (art. X. VII e art. 11. 11. 22. XV) Instauração de procedimento administrativo disciplinar (art. 250 e 251) Sindicâncias (art. XVII) Nomeação (arts. CONFLITO DE COMPETÊNCIA V. art. 249. I) Remoção (art. 252 ao 259) Perda de cargo (art. VII) Disponibilidade (art. CORREGEDOR DA JUSTIÇA FEDERAL V. § 4º) Vista ao Ministério Público Federal nas exceções de impedimento ou suspeição (art. 48) Valores recebidos por convocação (art. 68. 24. RECURSOS V. HABEAS CORPUS V. XXII. e art. 11. 48. remoção.

e arts. 11. XXII. 11. 11. PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS V. 248 e 249) Permuta (art. II) JURISPRUDÊNCIA Incidentes de uniformização julgados pelas Seções (art. VI) Vista ao Ministério Público Federal nos incidentes de uniformização (art. I) Disponibilidade (arts. 22. e arts. 22. 11. TURMAS ESPECIALIZADAS V. 11. 11. IX. 250 e 251) V. disponibilidade e exoneração a pedido (art. 24. 247) Posse (art. 260 a 269) Nomeação (arts. remoção. aposentadoria. § 7º) Penas de advertência e censura (arts. 249. VIIIII) Invalidez (art. e arts. 252 a 259) Perda de cargo (art. SEÇÕES JUDICIÁRIAS V. 250 e 251) Instauração de procedimento administrativo disciplinar (art. VARAS FEDERAIS JUIZADOS ESPECIAIS Aprovação e instalação (art. I) Remoção (art. 247. 68. 11. XII) Aposentadoria (art. 24. VARAS FEDERAIS JUIZ FEDERAL SUBSTITUTO Afastamento temporário por denúncia ou queixa-crime (art. XXIII) Escolha do Coordenador (art. e arts. X) Penalização pelo voto da maioria (art. 250 e 251) Aprovação da escala de férias (art. 11. JUIZ FEDERAL V. X. 241 a 246) Organização de lista de antigüidade (art. XXV) Competência para provimento do cargo (art. VII) Assinatura de provimento. SEÇÕES JUDICIÁRIAS V. II) V. e art. 11.Tribunal Regional Federal da 2ª Região V. XXV. art. CORREGEDOR DA JUSTIÇA FEDERAL V. XXII. INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA 132 . 14. 11.

REPOSITÓRIOS OFICIAIS DE JURISPRUDÊNCIA LIVRAMENTO CONDICIONAL Competência sobre a decisão (art. 182) Citação de litisconsorte passivo (art. XVII. IV) Decisão durante recesso (art. do Corregedor da Justiça Federal ou da Comissão de Concurso para Juiz Federal Substituto (art. 22. 82. III) Suspensão (art. 77) Prioridade de Julgamento (art. 18. “c” . 16. II) Julgado pelas Turmas contra ato de Juiz Federal (art. 179. 67 a 70) 133 . 12. 68. 225) Vista ao Ministério Público Federal (art. XVII. PREVENÇÃO V. 83. XVII. 14. 178) Contra ato das Seções. II) Pedido de suspensão da execução de medida liminar não apreciado (art. 16. “b”) Petição inicial (art. “c”) Durante o recesso (art. IV) Competência do Plenário (art. 149. I. 223. I. parágrafo único) Competência para julgamento (art. 12. “c”) MEDIDAS CAUTELARES Competência para julgar (art. III) V. I) Caráter prioritário (art. art. 18. § 1º) Julgado pelas Seções contra atos das Turmas (art. 179) Prevenção do Relator para recursos posteriores (art. RECURSO ORDINÁRIO AO STJ MEDIDAS ANTECIPATÓRIAS Competência para julgar (art. III) Julgado pelas Turmas contra ato de Juiz Estadual no exercício de jurisdição federal (art. “d”) MANDADO DE SEGURANÇA Agravo interno (art.Regimento Interno V. 22. 22. parágrafo único. parágrafo único) MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Atuação no Tribunal (arts. do Conselho de Administração.

90) V. JURISPRUDÊNCIA V. 98) Não devolução (art. AÇÃO PENAL ORIGINÁRIA V. RELATOR V. 90. FEITOS V. XIII) Casos de empate em votação (art. HABEAS DATA V. RECURSOS V. § 1º) Casos que independem de pauta (art. § 2º) 134 . III. § 3º) Organização (art. 90. § 2º) Prevalência (art. 2º. 12. SESSÕES DE JULGAMENTO PLENÁRIO Ação penal originária (art. CONFLITO DE COMPETÊNCIA V. JUIZ FEDERAL V. 98. 155. 70) V. 68) Uso da palavra pelo Procurador Regional da República em sessão de julgamento (art. 95) Prazo (art. SESSÕES DE JULGAMENTO NOTAS TAQUIGRÁFICAS Conteúdo (art. REVISÕES CRIMINAIS V. 98. MANDADO DE SEGURANÇA V. § 1º) PAUTAS DE JULGAMENTO Afixação (art. 69) Requisição de vista (art. § 4º) Parte integrante do acórdão (art. 89) Publicação (art. e § 1º e § 2º) Competência (art.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Pedido de preferência para julgamento (art. 98. HABEAS CORPUS V. 91) Dispensa (art. 11 e 12) Composição (art.

III. 33. 83) Feitos recebidos das Seções (art. 22. VII) Decisão sobre erros na ata (art. 12. 11. IX) Quórum das sessões (art. 282) Presidência (art. 22. Vice-Presidente e Corregedor (art. CORREGEDOR DA JUSTIÇA FEDERAL V. 22. 11. 22. 154) Designação de data de julgamento dos feitos (art. “a”) Decisões por maioria (art.I) Férias do Presidente. 22. 22. XVI) Escala anual de plantão (art. 22. ELEIÇÕES NO TRIBUNAL V. 22. XII) Juiz impedido de votar em pleito de natureza administrativa (art. EMBARGOS INFRINGENTES 135 . 11. XXI. CONFLITO DE COMPETÊNCIA V. VI) Questões processuais submetidas pelas Seções e Turmas (art. I e II) Feitos recebidos das Turmas (art. 15. 22. 22. VIII) Voto do Presidente (art. 152) Prioridade para julgamento (art. III) Dúvidas sobre a ordem de seus processos (art. CARGOS DE DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES V. e art. 17. 12. XXI) Responsabilidade pela manutenção da ordem nas sessões (art. XII) Direção dos trabalhos (art. AÇÃO RESCISÓRIA V. XVII. XXV) Convocação das sessões (art. 61. 149) Questões de ordem (art. 152) Resoluções (art.Regimento Interno Concursos públicos (art. 155) V. X) Votação para escolha de Desembargador Federal (art. XX) Incidentes de falsidade (art. 12. §§ 1º e 2º) Nomeação de secretário (art. V) Suspeições e impedimentos dos seus integrantes (art. § 1º) Presidência das sessões (art. IV) Convocação para fins de quórum (art. 33) Voto de qualidade (art. parágrafo único) Cumprimento das decisões (art. 2º.

102) PRECATÓRIOS Atesto da ordem cronológica (art. PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA V. ordem cronológica e requisição de verba (art. e art. 106) Para os Desembargadores Federais (art 105) Prorrogação (art. 274. 101) Não especificados em lei ou no Regimento (art. FUNÇÕES DE REPRESENTAÇÃO DE GABINETE V. 19. 202) Diligências (art. 103) Informações apresentadas fora do prazo por justo motivo (art. SESSÕES DE JULGAMENTO V. 100 e art. XX) Apresentação de relatório de atividades (art. 275) Competência atribuída ao Presidente do Tribunal (art. 11. 275) Publicação no Diário da Justiça da inscrição. 3º) Interrupção (art. “e”) Depósito de verba (art. HABEAS CORPUS V. 276) Requisição de verba ao Conselho da Justiça Federal (art. XXXII) Atribuições (art. art. 104) Para os atos processuais (art. 101. SÚMULAS V. parágrafo único) Envio eletrônico ao Presidente do Tribunal (art.Tribunal Regional Federal da 2ª Região V. 3º. VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL PRAZOS NO TRIBUNAL Contagem (art. § 1º) 136 . XVII. 276. 11. 21. parágrafo único) Desnecessidade do envio de documentos (art. par. 275) PRESIDENTE DO TRIBUNAL Afastamentos eventuais (art. 22. 22) Duração do mandato (art. 19) Eleição (art. 274) Formação de arquivo eletrônico no Tribunal (art. II. MANDADO DE SEGURANÇA V.

§ 8º) Impossibilidade de reeleição (art. XVII. § 4º) Plenário. 20) V. XIV) Recurso no pedido de suspensão de liminar (art. AGRAVOS V. anistia e graça (art. GABINETE DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL V. XX) Posse (art. parágrafo único) Substituto (art. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO V. 77. anotação na capa dos 137 . SEGURANÇA INSTITUCIONAL V. 12. XVIII) Impossibilidade de integrar Seção ou Turma (art. 19) Incidentes de indulto. § 4º) Compensações na distribuição (art. § 3º) De ofício (art.Regimento Interno Férias (art. DIRETOR GERAL DO TRIBUNAL V. 58. 11. “d”) Licenças (art. 77. SUSPENSÃO DE MEDIDA LIMINAR V. 22. PLENÁRIO V. 75. 285. SECRETÁRIO GERAL DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL V. 22. VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL PREVENÇÃO Argüição (art. PRECATÓRIOS V. CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA FEDERAL V. 11. 3º. EXECUÇÃO V. § 2º) Segurança Institucional (art. 19. I) Retorno à Turma (art. 12. 22. I) Vacância do cargo (art. DISTRIBUIÇÃO V. XIV) Representação do Tribunal (art. 2º. Seções Especializadas e Turmas. § 1º) Recurso no pedido de suspensão de efeitos de sentença não transitada em julgado (art. XX) Férias dos Desembargadores Federais (art. DESEMBARGADORES FEDERAIS V. ELEIÇÕES NO TRIBUNAL V. MANDADO DE SEGURANÇA V.

SEÇÕES JUDICIÁRIAS PROVAS Obediência às leis processuais (art. 77.Tribunal Regional Federal da 2ª Região autos (art. § 1º) Posse de Desembargador Federal (art. 226 a 238) Suspensão de segurança ou liminar em Ação Civil Pública (art. RECURSOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS Eleição de Membros do TRE (art. 252 a 259) Perda do cargo de Juiz Federal Titular ou Substituto (arts. 22. 77. XXIII) Providências necessárias à elaboração (art. 82. 38) 138 . Disponibilidade e Aposentadoria de Juiz Federal Titular ou Substituto (arts. 250 e 251) Verificação de invalidez de Magistrado (arts. 22. 22. FEITOS PROCESSOS INCIDENTES Fiança (art. 239) Impedimento e suspeição (arts. XIV. 11. e art. § 1º) Medidas de urgência (art. permuta e remoção de Juiz Federal Titular ou Substituto (arts. XXIII) V. 248 e 249) Remoção. XVII. 240) Nomeação. 260 a 269) PROCESSOS V. “c” . 73. art. 82. 22. § 1º) Relator vencido (art. § 2º) V.IV) Relator que deixou o Tribunal (art. XXVII) Pedido de abertura de crédito (art. 128) RECESSO Atuação do Presidente (art. 225) PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA Aprovação (art. 241 a 247) Penas de advertência e censura a Juiz Federal Titular ou Substituto (arts.

214 e 215) Decisões de Juízes Estaduais com jurisdição federal (art. 16. 223. 201. II) Para as Turmas Especializadas (art. § 2º. I) Prevenção do Relator (art. III) Embargos de Declaração (arts. IV) 139 . 221 e 222) Embargos Infringentes (arts. 208 a 210) Agravo Interno (arts. 23. 211 a 213) Habeas Corpus (arts.Regimento Interno RECURSO ESPECIAL Agravo Interno (art. II) Competência do Vice-Presidente do Tribunal (art.201. I) De Habeas Corpus ((arts. § 1º. II e III) Julgados pelas Turmas em relação a decisões de Juízes Federais (art. III) Perda do objeto (art. § 2º. 218 ao 220) RECURSOS Agravo de Instrumento (arts. I) Tese compendiada em Súmula (art. II) Competência do Vice-Presidente do Tribunal (art. 201. III) Para o Plenário (art. 23. 23. III) Decisão de Justiça Estadual impugnada por ente Federal (art. 216 e 217) Impossibilidade de seguimento (art. § 1º. 44. 68. 223. parágrafo único. 16.16. V) Vista ao Ministério Público Federal nos recursos de nacionalidade (art. 68. I) Tese compendiada em Súmula (art. parágrafo único. 77) Remessa Ex Officio (art. 211 a 213) Embargos Infringentes e de Nulidade em Matéria Penal (arts. 115) RECURSO ORDINÁRIO AO STJ Competência do Vice-Presidente do Tribunal (art. I) Para as Seções Especializadas (art. § 2º. 115) RECURSO EXTRAORDINÁRIO Agravo Interno (art. 207) Vista ao Ministério Público Federal nos recursos criminais (art. 223 e 224) Cartas testemunháveis (arts. 44.

AÇÃO PENAL ORIGINÁRIA V. 44. AGRAVO 140 . 44. 298) Competência para emendar e alterar (art. 44. 44. III) Designação de Desembargador Federal e Revisor (art. § 5º) Determinação de vista ao Ministério Público Federal (art. RECURSO ESPECIAL V. IV) Redação e assinatura do acórdão no Cargo de Presidente. 44. PREVENÇÃO V. V ) Questões de ordem (art. I) Casos omissos (art. 46 e art. ACÓRDÃOS V. XV) Dúvidas sobre a interpretação e execução de norma regimental (art. 11. 44. 59) V. RECURSO EXTRAORDINÁRIO V. 11. 44. VicePresidente ou Corregedor (art. II) Constituição pela distribuição (art. 44. XVI) Fontes subsidiárias (art. XI) Substituicão (art. VIII) Processos submetidos ao Plenário (art. V) Proteção de direito (art. 144.Tribunal Regional Federal da 2ª Região V. 44. 271. 79) Delegação de atribuições (art. § 3º) Execução de decisões (art. 44. 298. parágrafo único) V. RECURSO ORDINÁRIO AO STJ REGIMENTO INTERNO DO TRF DA 2ª REGIÃO Atualização e emendas (art. 56. 44) Competência para execução (art. 144. II) Marcação de data de julgamento (art. 68) Determinações quanto ao andamento e instrução de processo (art. II) Empossado em cargo da administração (art. & 5º) Designação de Revisor (art. COMISSÃO DE REGIMENTO RELATOR Assinatura de carta de ordem (art. XIII) Atribuições (art.

FEITOS V. REVISOR V. 14. 45. 121) Resolução específica para a habilitação como repositório autorizado (art. I) Parecer do Ministério Público Federal (art. 121. 120. 12. 199) V. 124) Cancelamento de inscrição de repositório autorizado (art. 3º) REQUISIÇÃO DE PAGAMENTO V. 14. 123) Classificação (art. 120) Competência do Presidente do Tribunal da decisão da habilitação como repositório autorizado (art. 45) Não haverá Revisor (art. 121. 120. § 1º) Requisitos para habilitação como repositório autorizado (art. § 2º) Meios de divulgação por parte de repositório autorizado (art. I) Início (art.Regimento Interno V. 122) Controle das inscrições e cancelamentos (art. I) Julgados das Turmas (art. SESSÕES DE JULGAMENTO REPOSITÓRIOS OFICIAIS DA JURISPRUDÊNCIA Autorização para divulgar a condição de repositório autorizado (art. 197) Julgados das Seções (art. AÇÃO PENAL ORIGINÁRIA REVISOR Haverá Revisor (art. 198) Do Plenário (art. § 2º) Contraprestação devida ao Tribunal pelo repositório autorizado (art. parágrafo único) 141 . 196) Direcionamento da petição inicial (art. PRECATÓRIOS REVISÕES CRIMINAIS Competência (art. 125) Material fornecido pelo Tribunal a repositório autorizado ( art. par.

2º. 2º. I) Composição (art. § 1º. II) Matérias (art. 25. 44.) Substituição do Presidente (art. 47) Designação (art. 25. § 2º) Substituição (art. 2º. XIV) Competência (art. CONFLITO DE COMPETÊNCIA V. I) Quantidade (art. DESEMBARGADORES FEDERAIS 142 . § 3º. II) Turmas Especializadas (art. 25. 58. II) Inclusão de processos em pauta (art. 60) SEÇÕES ESPECIALIZADAS Assinatura das atas de sessão (art. § 3º) Presidência das sessões (art. IX) Quórum ( art. 2º. 25. 46. V) Manutenção da ordem nas sessões (art. 271. I. 46) Situação de Juiz empossado em cargo de administração (art. 61 e art. 156) Remessa de seus feitos ao Plenário (art. 13) Competência do Presidente (art. I a III) Presidência (art. e art. § 3º) Questões processuais submetidas ao Plenário (art.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Competência (art. e art. 25 e art. 2º. 46. IV) Indicação de diretor de Subsecretaria (art. III) Especialização das turmas por matéria (art. § 1º.13. 25. 13. AÇÃO RESCISÓRIA V. § 4º) V. § 3º) Julgamento de suspeições e impedimentos contra Desembargadores Federais das Turmas que lhe são afetas e da própria Seção (art. 12. 25.II e III) Feito recebido das Turmas (art. 17. 4º) Juiz ocupante de cargo na administração (art. 25. § 3º) Convocação de sessões extraordinárias (art. 15) Rodízio bienal (art. IV) Assinatura de correspondências (art. 282) Juiz empossado (art. 14. V) Assinatura de ofícios executórios (art. 2º.

JUIZ FEDERAL SUBSTITUTO V.Regimento Interno V. 63) Normas dos Inquéritos administrativos (art. 284. 22. EMBARGOS INFRINGENTES V. 285. JUIZ FEDERAL V. DIRETOR GERAL DO TRIBUNAL SECRETÁRIO GERAL DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL Competência (art. VI) Penalidades a servidor (art. HABEAS CORPUS V. art. 63. 24. XXIII) Escolha do Diretor e Vice-Diretor do Foro (art. GABINETE DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL SEGURANÇA INSTITUCIONAL Competências nas sessões e audiências (art. 62) SENTENÇA NÃO TRANSITADA EM JULGADO 143 . 24. parágrafo ùnico. VARAS FEDERAIS SECRETARIA GERAL DO TRIBUNAL Competência e organização (arts. 65. 284. 62. 11. parágrafo único) Diretor do Gabinete (art. & 1º) Requisição de auxílio (art. XI) V. SÚMULAS SEÇÕES JUDICIÁRIAS Correições ordinárias e extraordinárias (art. 22. XVI) Normatização dos serviços (art. MANDADO DE SEGURANÇA V. 22. art. parágrafo único) Nomeação (art. REVISÕES CRIMINAIS V. XXII) Infração à lei penal na sede do Tribunal (art. INCIDENTES DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA V. 278 e 279) V. 64. parágrafo único) V. CORREGEDOR DA JUSTIÇA FEDERAL V. art. II) Expedição de atos (art. III) Elaboração da proposta orçamentária (art. 24.

XIV) SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS Gabinete do Presidente do Tribunal (arts. DIRETOR GERAL DO TRIBUNAL V. 283) V. 132) 144 . 22. 292 a 296) Nomeação de secretário do Plenário. XXVII) Posse e assinatura de atos de provimento e vacância (art. SESSÕES DE JULGAMENTO SERVIDORES DO TRIBUNAL Assinatura de atos de licença e relativos à vida funcional (art. XXVI) Imposição de penas disciplinares (art. DESEMBARGADORES FEDERAIS V.Tribunal Regional Federal da 2ª Região Recurso contra decisão do Presidente do Tribunal em pedido de suspensão de efeitos (art. GABINETE DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL V. 284 a 286) Gabinetes do Vice-Presidente do Tribunal e do Corregedor (arts. SECRETÁRIO GERAL DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL V. 278 a 283) Vestimenta de servidores em sessão de julgamento (art. VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL SERVIÇOS TAQUIGRÁFICOS E FONOGRÁFICOS V. 287 a 291) Gabinetes dos Desembargadores Federais (arts. 162) SESSÕES DE JULGAMENTO Aprovação de atas (art. NOTAS TAQUIGRÁFICAS V. CORREGEDOR DA JUSTIÇA FEDERAL V. GABINETE DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL V. CARGOS DAS SECRETARIAS E SERVIÇOS AUXILIARES V. 22. 12. 163) Públicas (art. XXVIII) SESSÕES ADMINISTRATIVAS Critério para decisões disciplinares e decisões administrativas (art. 282) Secretaria Geral do Tribunal (arts. 22. Seção e Turma (art. 94) Caráter público (art.

§ 2º) Início e duração (art. 144. 283) Votação mesmo com pedido de vista (art. 142. 144.Regimento Interno Certidão (art. 130. par. 4º) Designação de Desembargador Federal (art. 90. 99) Composição da mesa (art. 144) Ordenamento dos processos (art. §§ 1º e 2º. 129) Posição de Juiz convocado na mesa (art. 143. 142) Extraordinárias para julgamento de processos restantes de outra sessão (art. parágrafo único) Vestimenta de servidores (art. 148) Ordem da votação (art. 144) Ordem dos trabalhos (art. 130. 138) Preferência para julgamento indicada pelo Relator (art. e art. ATOS PROCESSUAIS V. 145 e 146) Processos com matéria igual (art. 140) Impossibilidade de votar (art. § 5º) Trabalho de taquigrafia (art. 141) Exposição oral por parte de Desembargador Federal (art. 139) Preferência para julgamento indicada pelo Ministério Público Federal (art. 132. PLENÁRIO V. § 5º) Duração e ordenamento de sustentação oral (art. PAUTAS DE JULGAMENTO 145 . §§ 1º e 2º) Preferência para julgamento de processo com sustentação oral (art. 5º) Designação de Revisor (art. § 2º) Impossibilidade de sustentação oral (art. 135) Processos conexos (art. 143) V. 143. 137) Preferência para processo com julgamento suspenso (art. 144. §§ 2º e 3º) Posição do Presidente do Tribunal em sessão na Turma (art. 136) Ordinárias e extraordinárias (art. 134) Proclamação de decisão (art. par. 147) Preliminares (arts. 130) Conversão do julgamento em diligência (art. § 1º) Posição e postura de advogados (art. 131) Obrigatoriedade de término do julgamento (art. 144.

JURISPRUDÊNCIA SUSPENSÃO DE MEDIDA LIMINAR Por despacho do Presidente do Tribunal (art. § 2º) Cancelamento (art. 11. 119 § 1º) Vacância do número de enunciados cancelados ou alterados (art. XIV. I) SÚMULAS Alteração (art. XIV) TRE V. 11. 118) Publicação (art. par. 117) Remessa do feito ao Plenário (art. 11. 119. SEÇÕES ESPECIALIZADAS V. TURMAS ESPECIALIZADAS SESSÕES SOLENES Cerimonial (art. § 3º) V. 2º) Competência para edição (art. XIV) Citação pelo número (art. 116. e art. II) Posse a Juízes (art. 150. 150. VIII) Jurisprudência firmada (art. SEGURANÇA INSTITUCIONAL V. I. 153) Convocação pelo Presidente do Tribunal (art. XIII) Proposição por Desembargador Federal (art. 12. 225) Recurso contra decisão do Presidente do Tribunal (art. 119. 127) Proposição (art. XIII) Divergência entre as Seções na proposição (art. e art. TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL TRF DA 2ª REGIÃO 146 . 118) Revisão de jurisprudência em súmula vigente (art. 11. 17. “a”. SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS V. 116) Observação pelos Desembargadores Federais (art.Tribunal Regional Federal da 2ª Região V. 12.

11. COORDENADORIA DOS JUIZADOS ESPECIAIS V. § 1º) Comemoração da data de instalação (art. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO V. 22. HABEAS DATA V. e art. I) Suspensão das atividades (art. DESEMBARGADORES FEDERAIS TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO Ausência de expediente (art . 83. PRECATÓRIOS V. GABINETE DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL V. ESCOLA DA MAGISTRATURA REGIONAL FEDERAL V. 82) Sede (art. FEITOS V. CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA FEDERAL V. 163) Funcionamento (art. 240) V. DESOBEDIÊNCIA OU DESACATO AO TRIBUNAL V. PRAZOS NO TRIBUNAL V. DISTRIBUIÇÃO V. 1º) V. ELEIÇÕES NO TRIBUNAL V. MANDADO DE SEGURANÇA V. COMISSÕES TEMPORÁRIAS V. DIRETOR GERAL DO TRIBUNAL V. PLENÁRIO V. XVII) Plantão (art. TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 2ª REGIÃO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL Eleição de seus Membros (art. III. 1º) Lista tríplice para ingresso (art. PROPOSTA ORÇAMENTÁRIA 147 . PRESIDENTE DO TRIBUNAL V. parágrafo único) Representação (art. 299) Composição (art. 1º) Decisões administrativas (art.81. 11. 2º) Jurisdição (art. ANO JUDICIÁRIO V.Regimento Interno V.

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V. SEÇÕES ESPECIALIZADAS V. SECRETARIA GERAL DO TRIBUNAL V. SECRETÁRIO GERAL DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL V. SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS V. SERVIDORES DO TRIBUNAL V. TURMAS ESPECIALIZADAS V. VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL TURMAS ESPECIALIZADAS Assinatura das atas de sessão (art. 25, IV) Assinatura de correspondências (art. 25, V) Competência (art. 16) Competência do Presidente (art. 25) Competência do Presidente para Execução (art.271, I) Complemento de quorum para as sessões (art. 61) Composição total (art. 2º, § 5º) Convocação de sessões extraordinárias (art. 25, III) Desaforamento de Julgados do Tribunal de Júri (art. 16, VII) Especialização por matéria (art 2º § 7º) Feitos remetidos à Seção (art. 17, II) Feitos remetidos ao Plenário (art. 17, I) Inclusão de processos em pauta (art. 25, IV) Indicação de diretor de Subsecretaria .(art. 25, § 2º, e art. 282) Juiz empossado (art. 4º) Juiz ocupante de cargo na administração (art. 3º) Julgamento das exceções de suspeições e impedimento contra Juiz Federal e Juiz Estadual com jurisdição federal (art. 16,IV) Julgamento de Cartas Testemunháveis (art. 16, VI) Julgamento de recursos (art. 16, III) Manutenção da ordem nas sessões (art. 25, II) Ordem de antiguidade na opção pela turma (art. 4º) Presidência (art. 2º, § 5º) Presidência das sessões (art. 25, I) Quantidade (art. 2º, § 5º) Questões processuais submetidas ao Plenário (art. 12, IX) Quorum das sessões (art. 159) Rodízio bienal (art. 2º, § 5º )

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Regimento Interno

Substituição do Presidente (art. 58, II) Votação de três Juízes (art. 161) V. CONFLITO DE COMPETÊNCIA V. DESEMBARGADORES FEDERAIS V. HABEAS CORPUS V. HABEAS DATA V. MANDADO DE SEGURANÇA V. RECURSOS V. REVISÕES CRIMINAIS VARAS FEDERAIS Aprovação da indicação de Diretor de Secretaria (art. 52, VII) Aprovação da instalação (art. 11, XI) Proposta para criação (art. 11, XXIII) Remessa de cópias de autos ao Corregedor no caso de indícios de irregularidades ou observações no funcionamento (art. 18, II, b) V. CORREGEDOR DA JUSTIÇA FEDERAL V. JUIZ FEDERAL V. JUIZ FEDERAL SUBSTITUTO V. SEÇÕES JUDICIÁRIAS VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL Afastamentos eventuais (art. 11, XX) Assessor (art. 291) Atribuições (art. 23) Atuação no Plenário (art. 23, § 1º) Auxílio na supervisão e fiscalização dos serviços da Secretaria Geral do Tribunal (art. 23, § 2º, II) Duração do mandato (art. 19) Eleição ( art. 3º, art. 11, II, e art. 19, § 1º) Férias (art. 11, XX) Gabinete (art. 23, § 2º, III, e arts. 287 a 291) Impossibilidade de integrar Seção ou Turma (art. 2º, § 8º) Impossibilidade de reeleição (art. 19) Indicação de cargos e funções (art. 23, § 2º, III) Licenças (art. 11, XX) Posse (art. 19, § 1º)

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Relatório anual (art. 23, § 2º, IV) Retorno à Turma (art. 3º, § 2º) Substituição do Presidente do Tribunal (art. 23) Substituição pelo Corregedor (art. 24, I, e art. 58, I) Vacância do cargo (art. 21) V. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO V. DESEMBARGADORES FEDERAIS V. ELEIÇÃO NO TRIBUNAL V. RECURSO ESPECIAL V. RECURSO EXTRAORDINÁRIO V. RECURSO ORDINÁRIO AO STJ

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Regimento Interno 151 .

Tribunal Regional Federal da 2ª Região Diagração. acabamento e impressão: 152 .