0% acharam este documento útil (0 voto)
25 visualizações46 páginas

1 Al Governança Global

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
25 visualizações46 páginas

1 Al Governança Global

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Bases conceituais e teóricas

da governança global
Disciplina: Governança global e local
Curso: Relações Internacionais
Profa. Mariana Rasga
Conteúdos Programáticos

Unidade 1 - Bases conceituais e teóricas da governança global.


Conteúdo
1.1. Conceito de governança e sua genealogia.
[Link] institucional da governança global.
1.3. Governança global como abordagem teórica das relações internacionais.

Unidade 2 - Institucionalização das relações externas subnacionais.


Conteúdo
2.1. Relações internacionais e atores subnacionais.
2.2. Formas de Estado e sua relação com a paradiplomacia.
2.3. Contexto jurídico-constitucional brasileiro e a paradiplomacia.
Conteúdos Programáticos

Unidade 3 - Regimes internacionais dos direitos humanos como instrumentos da governança.


Conteúdo
3.1. Teorias de regimes.
3.2. Tratados internacionais de direitos humanos e o contexto brasileiro.
3.3. Governança regional dos asilados e governança global dos refugiados.

Unidade 4 - Regimes internacionais específicos como instrumentos de governança global e local.


Conteúdo
4.1. Pauta ambiental e o regime de mudança global do clima.
4.2. Segurança coletiva, estabilidade internacional e saúde global.
4.3. Regimes internacionais de combate à corrupção.
Bibliografia
Bibliografia básica:
RIBEIRO, Marilda Rosado de Sá. Governança Global. Belo Horizonte: Araes Editores, 2017.
GONÇALVES, Alcindo; COSTA, José Augusto Fontoura. Governança Global e Regimes Internacionais. São Paulo:
Almedina. 2011.
GONÇALVES, Alcindo; REI, Fernando. Governança e paradiplomacia ambiental. Santos: Leopoldianum, 2015.
Bibliografia complementar:
BARROS-PLATIAU, Ana Flávia; SOENDERGAARD, Niels. Organizações e Instituições Internacionais. São Paulo:
Contexto, 2021.
ONUKI, Janina; AGOPYAN, Kelly Komatsu. Organizações e Regimes Internacionais. Curitiba: Intersaberes, 2021.
SILVA, Antônio Carlos Nisoli Pereira da. Governança para a proteção da saúde global: uma abordagem segundo a
atuação da governança ambiental global no regime internacional de mudanças climáticas. Curitiba: Editora CRV,
2022.
Moreira, Julia Bertino & Borba, Janine Hadassa Oliveira Marques. Direitos Humanos e refugiados: relações entre
regimes internacionais construídos no sistema ONU. Monções: Revista de Relações Internacionais da UFGD, vol.
7, n. 14, pp. 59-90, 2018.
Lamazière, Georges. O conceito de regime internacional e o regime de nãoproliferação de armas de destruição
em massa. Política Externa, vol. 4, no 4, pp. 83- 109, 1996.
Avaliação
A1 – 06/11 (segunda-feira)

A2 – 04//12 (segunda-feira)

A3 – 11/12 (segunda-feira)

A1 – Entrega de um resumo expandido (de 4 a 7 páginas). O trabalho é processual, pois será construído com
orientação até o dia da postagem (06/11).
Tarefa em grupo de, no máximo, 4 alunos.
Envolverá a escolha do tema, a delimitação do tema, definição de objetivo geral, objetivos específicos, problema
de pesquisa, hipóteses, metodologia e aplicação das regras da ABNT.
O resumo deve conter: título e subtítulo, resumo simples, palavras-chave, introdução, análise e comentário do
conteúdo, considerações finais e referências.

A2 – Prova mista ou discursiva


A3 – Prova mista ou discursiva
Aspectos iniciais
O interesse pela governança global surge no momento em que se constata que muitas das questões
fundamentais que afetam a vida das comunidades nacionais estão fora do alcance decisório dos Estados-Nação.
É possível verificar três dimensões da governança global:
1. Formulação de acordo.
2. Regimes Internacionais.
3. Organizações Internacionais.
Conceito de governança e sua genealogia

Governança global não é apenas um projeto inspirado em princípios normativos. Ao contrário, trata-se de uma
realidade emergente.
Conceito de governança e sua genealogia
O que é a Governança?

A expressão é de origem anglo-americana (governance).

Português - “governança”, no Brasil, e “governação”, em Portugal.

Espanhol - “buen gobierno” ou “gobernabilidad”.

Alemão - politische Steuerung.


Possui acepções diversas quando discutido por estudiosos de Relações Internacionais ou de Administração
Pública, ou ainda de Administração de Empresas.

Qual é o nosso objetivo nesse momento?


Mapear os diversos significados com que esse termo aparece na literatura, aproveitando-se, inclusive, as
contribuições dos críticos, a fim de construir uma definição com suficiente rigor que a torne útil para nosso
campo de atuação.
Origens
O contexto no qual se desenvolveu o conceito de governança remonta às décadas de 1980 e 1990, e
caracteriza-se pela discussão acerca do papel do Estado em economias de mercado, e, num plano mais
abrangente, das relações entre a autoridade política e a sociedade civil.

Luís Carlos Bresser-Pereira no artigo, A reforma do Estado nos anos 90: lógica e mecanismos de controle. Lua
Nova: Revista de Cultura e Política. n. 45. 1998, trouxe um diagnóstico de uma crise causada pelo mal
funcionamento do Estado, que, segundo ele se desdobraria em três aspectos:
(1) crise fiscal;
(2) crise do modo de intervenção do Estado na ordem econômica e social e
(3) crise do modelo burocrático de administração pública.
Origens

Governança com caráter negativo


Década de 1980 – caráter negativo - foco era neutralizar a interferência nociva do Estado na atividade econômica
e assegurar que a burocracia não prejudicasse a performance dos mercados.
Objetivos da governança com caráter negativo

(1) aumento dos controles financeiros;


(2) desenvolvimento de instrumentos de racionalização orçamentária, técnicas de avaliação de
custos e controle orçamentário;
(3) aumento da eficiência administrativa, entendida como maximização dos recursos no custeio de políticas;
(4) estabelecimento de metas e gestão por desempenho;
(5) administração orientada para o mercado;
(6) redução do tamanho das burocracias (downsizing), com redução das instâncias, graus de hierarquia e pessoal.
Origens

Governança negativa integrava os programas de ajuste estrutural que constituem as “condicionalidades


econômicas” de instituições internacionais de fomento e ajuda financeira, em especial do Fundo Monetário
Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BIRD).
Década de 1990

Governança em sentido forte


A década de noventa se propôs uma acepção de governança em sentido forte.

• A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) passou a definir governança como o
exercício de autoridade política na gestão de recursos para o desenvolvimento econômico e social.

• O FMI também formulou orientação no sentido de reconhecer a importância de bons mecanismos de


governança para o crescimento econômico.
Década de 1990
O significado atribuído à boa governança ganha novos aspectos. O discurso sobre boa governança nas
organizações internacionais voltadas para o desenvolvimento afasta-se de sua ênfase inicial no desmantelamento
do Estado .
Década de 1990

O conceito de governança permitiu as organizações enfrentarem a relação entre instituições públicas e privadas
na promoção do desenvolvimento.
Linguagem aparentemente inofensiva e ideologicamente neutra
Ao falar de “boa governança”, as agências internacionais de fomento puderam abordar temas sensíveis, de
indisfarçável conteúdo político, sob uma linguagem aparentemente inofensiva e ideologicamente neutra.

Essa nova linguagem do Banco Mundial consolida-se no Relatório de Desenvolvimento Mundial de 1997,
intitulado “O Estado em um Mundo em Mudança” (“The State in a Changing World”).
Importância do Relatório Anual do Banco Mundial de 1997
O Banco Mundial reconhece, a partir de 1997, dois fatos novos que exigem uma reflexão mais propositiva acerca
o papel do Estado e da governança.
1. os decepcionantes resultados das reformas orientadas para o mercado praticadas durante as décadas de
1980 e 1990.
2. reconhece que a ausência de um Estado forte e efetivo pode levar a colapsos na estrutura de governança e,
no limite, a guerras civis.
Importância do Relatório Anual do Banco Mundial de 1997
Sem um Estado capaz de providenciar serviços essenciais, além de normas e instituições que permitam aos
mercados funcionarem e prosperarem, o desenvolvimento econômico e social não é possível.
Como o Banco Mundial definiu a “governança”?
Compreende três aspectos distintos:
(1) a forma do regime político;
(2) Os processos mediante os quais o poder é exercido na administração dos recursos sociais e econômicos de
um país, a serviço do desenvolvimento;
(3) capacidade governamental de desenhar fórmulas e implementar políticas e de desempenhar funções.
Abandono da neutralidade política pelo BIRD
Desde a formulação desse conceito de governança o Banco Mundial abandonou, no seu discurso sobre boa
governança, sua pretensão de neutralidade política, imposta por seu estatuto, e passou a manifestar progressivo
interesse pelas condições políticas e institucionais do desenvolvimento, por exemplo, a importância da
legitimidade política, ou governabilidade.
Concepção instrumental de governança pelo BIRD
Mesmo incorporando a necessidade de construir instituições sólidas, aqui compreendida a dimensão
cívico-política, elas são valorizadas enquanto condicionalidades econômicas, ou seja, na medida em que tornam
os mercados mais eficientes, favorecem o investimento, tornam mais estável e confiável o ambiente de negócios,
estimulando, assim, o desenvolvimento econômico, o Banco Mundial conserva uma concepção instrumental de
governança.

Essa visão está em contraste, por exemplo, com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
(PNUD).
Governança para o PNUD

Governança, para o PNUD, possui três “pernas”, ou três aspectos: econômico, político e administrativo.
Governança como teoria
Governança pode ser entendida ao mesmo tempo como:
1. um programa de pesquisa
2. um fenômeno empírico e
3. uma proposta.
Enquanto programa de pesquisa
Enquanto programa de pesquisa, governança designa um campo de debate, profissional e acadêmico, de âmbito
internacional, que busca analisar o papel das instituições na resolução de problemas coletivos.
Governança como fenômeno empírico
Como fenômeno empírico, o termo governança é utilizado para descrever o conjunto das transformações
recentes envolvendo as burocracias estatais ao redor do mundo.
Governança enquanto proposta ou discurso
Enquanto proposta, ou discurso, governança compreende um conjunto de princípios normativos que visam
melhorar a performance das instituições públicas e, de um modo geral, tornar a gestão dos problemas sociais
mais eficiente.
Críticas à abordagem tradicional

Em todos esses três contextos de origem, o conceito contemporâneo de governança constitui uma reação contra
a abordagem tradicional e suas deficiências, as quais podem ser sintetizadas em três pontos essenciais:
(1) ênfase excessiva na ação do Estado;
(2) restrição da análise às variáveis políticas internas e às instituições nacionais; e
(3) atenção praticamente exclusiva aos resultados e aos impactos dos arranjos governativos, isto é, em sua
eficiência, em detrimento dos inputs e da legitimidade do processo governativo.
Quanto à ênfase excessiva na ação do Estado
Parte significativa da literatura define governança como uma característica da burocracia estatal, sua capacidade
de tomar decisões ou de efetivar políticas, o conjunto de instrumentos financeiros, administrativos e gerenciais
do Estado.
Quanto à ênfase excessiva na ação do Estado
Em sociedades complexas, heterogêneas e dinâmicas, cada questão de governança desenvolve-se em um
contexto determinado e colocam em jogo interações de um tipo particular.
Quanto à restrição da análise às variáveis políticas internas e
às instituições nacionais
Essa segunda deficiência do modelo tradicional de governança encontra-se estreitamente associada à primeira
deficiência (crença da ação excessiva do Estado).

A literatura contemporânea critica a ênfase demasiada nos arranjos governativos nacionais, ignorando a
necessária articulação entre os vários níveis de comunidade, da família e da administração local até às
organizações internacionais.
Quanto à restrição da análise às variáveis políticas internas e
às instituições nacionais
A problemática seguiram dois caminhos:

1. Um deles investiga o funcionamento das instituições internacionais.


2. Outra linha de investigação conecta a questão da governança aos novos desafios gerados pela globalização,
que pressionam as instituições dos sistema internacional, em termos de sua eficiência e/ou legitimidade.

No primeiro caso, o estudo da governança aproxima-se da teoria dos regimes internacionais; no segundo, a
ideia de governança aponta para os estudos sobre uma nova ordem mundial.
Resumindo tudo
A literatura mais recente sobre governança caracteriza-se pelo deslocamento da abordagem centrada
exclusivamente no Estado e vem ampliando progressivamente o foco para incluir a atuação de atores
não-estatais, por um lado, e a interpenetração entre os diversos níveis de comunidade, local, nacional, regional e
global, por outro.
Resumindo tudo – com Joseph Nye

Como diz Joseph Nye: “o palco está cheio”.


Conceito a partir do que estudamos

Governança é a totalidade dos meios e processos institucionalizados


de interação e coordenação social, com o objetivo de resolver
problemas coletivos, satisfazer expectativas ou criar oportunidades.
Desdobramentos do conceito de governança

“Governança é a totalidade dos meios e processos institucionalizados de interação e coordenação social, com o
objetivo de resolver problemas coletivos, satisfazer expectativas ou criar oportunidades.”

(1) governança tem a ver com a capacidade de tomar decisões e implantá-las em qualquer nível de comunidade.

(2) nessa atividade, o governo é uma instituição essencial, mas não é a única.
4 lições aprendidas a partir de equívocos
sobre abordagens anteriores de governança

(1) Não existem mecanismos de governança bons a priori e aplicáveis em qualquer contexto.
(2) O desenvolvimento de mecanismos adequados de governança exige renunciar à ingenuidade de soluções
“técnicas”.
(3) A reflexão contemporânea sobre governança evita traçar contornos pouco realistas entre Estado, mercado e
sociedade civil.
(4) É importante evitar separações artificiais entre a governança nacional e a governança internacional.
Governança no global - James Rosenau (1924-2011)
James Rosenau enfatiza, através do conceito de “governança sem governo”, os deslocamentos das relações de
autoridade e sua realocação em múltiplos níveis.
“Governança sem governo significa conceber funções que precisam ser executadas para dar viabilidade para
qualquer sistema humano, mesmo que o sistema não tenha produzido organizações e instituições incumbidas,
explicitamente, de exercê-las.”
Governança no global - James Rosenau (1924-2011)

Para Rosenau, a globalização não acarreta a diminuição da autoridade política, mas sua redistribuição, entre
diversos níveis de comunidade e entre diversos atores e instituições.
Governança como “atividade” - Lawrence Finkelstein (1925 -)

Governança global, segundo Finkelstein, consiste em fazer em escala internacional o que os governos fazem em
escala nacional, isto é, regular relações, com a especificidade de que tais relações transcendem fronteiras
nacionais e deve fazê-lo na ausência de prerrogativas soberanas.
Governança como “atividade” - Lawrence Finkelstein (1925 -)
Para Finkelstein, governança consiste em governar, sem o recurso a uma autoridade soberana, relações que
transcendem as fronteiras nacionais.
4 perspectivas sobre governança global
1ª perspectiva sobre governança global:
Enquanto conceito analítico, refere-se ao processo de coordenação social com o propósito de administrar
problemas coletivos, no qual o Estado já não está só, mas se vê preso num emaranhado extremamente complexo
de regimes, instituições e organizações internacionais, tanto públicas como privadas.

2ª perspectiva sobre governança global:


Uma segunda perspectiva sobre governança global dá destaque à emergência – atual ou potencial – de uma
sociedade civil global.
4 perspectivas sobre governança global
3ª perspectiva sobre governança global:
Uma terceira utilização do conceito de governança global aplica-se no contexto da teoria dos regimes
internacionais, visando superar algumas de suas deficiências, em particular sua fragmentação em áreas temáticas
das relações internacionais.

4ª perspectiva sobre governança global:


Um quarto uso do conceito de governança global está relacionado à agenda de reforma das organizações
internacionais.

Em 1995, veio a público o relatório da Comissão sobre Governança Global, denominado “Nossa Comunidade
Global”, no qual essa mesma perspectiva é compartilhada.
A Comissão propunha-se a refletir sistematicamente sobre os possíveis desdobramentos da ordem internacional
pós-Guerra-Fria, e sobre a necessidade de reformar as instituições internacionais em matéria de segurança,
desenvolvimento econômico, proteção do meio-ambiente e efetivação dos direitos humanos.
Relatório da Comissão sobre Governança Global

Governança, segundo a Comissão, é a soma de todas os meios pelos quais indivíduos e instituições, públicos e
privados, administram seus assuntos comuns. Trata-se de um processo contínuo, mediante o qual interesses
diversos e conflitantes podem ser acomodados e ações cooperativas podem ser empreendidas. Inclui instituições
formais e regimes dotados de força executiva, mas também arranjos informais aos quais os atores ou aderiram,
ou perceberam como de seu interesse corroborar (COMISSÃO SOBRE GOVERNANÇA GLOBAL, 1996, p. 2).

Quatro objetivos merecem destaque no Relatório:


(1) enraizar as organizações internacionais nos elementos da sociedade civil;
(2) redefinição de segurança em sentido mais amplo, como segurança para os indivíduos em vez de segurança
militar para os Estados;
(3) aumentar a transparência das instituições de Bretton Woods, bem como do Conselho de Segurança, através
da maior participação da atores não-estatais;
(4) dar mais voz àqueles atores mais excluídos da participação, em especial às mulheres.
Bibliografia
COMISSÃO SOBRE GOVERNANÇA GLOBAL. Nossa comunidade global. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio
Vargas, 1996.
KEOHANE, Robert; NYE, Joseph. Power and interdependence. 3 ed. New York: Longman, 2001.
KRASNER, Stephen. Regimes and the limits of realism: regimes as autonomous variables. In: KRASNER, Stephen
(ed.). International regimes. London: Cornell University Press, 1995. p. 355-368.
NYE JR., Joseph. O paradoxo do poder americano: porque a única superpotência do mundo não pode prosseguir
iosolada. Tradução de Luiz Antônio de Oliveira Araújo. São Paulo: Editora UNESP, 2002.
PEREIRA, Luís Carlos Bresser. A reforma do Estado nos anos 90: lógica e mecanismos de controle. Lua Nova:
Revista de Cultura e Política. n. 45. 1998. p. 49 a 96.
ROSENAU, James. Governance in the twenty-first century. Global Governance: a Review of Multilateralism and
International Organizations, vol 1, n. 1, 1995. p. 13 a 44.
ROSENAU, James. Governança, ordem e transformação na política mundial. In: ROSENAU, James e CZEMPIEL,
Ernst-Otto. Governança sem governo: ordem e transformação na política mundial. trad. de Sérgio Bath. Brasília:
Ed. da UnB; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2000.
WORLD BANK. World Development Report: The State in a Changing World. New York: Oxford University Press,
1997.
ZACHER, Mark W. Os pilares em ruínas no templo de Vestfália: implicações para a governança e a ordem
internacional. In: ROSENAU, James e CZEMPIEL, Ernst-Otto. Governança sem governo: ordem e transformação na
política mundial. Brasília: Ed. da UnB; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2000. p. 83 a 141.

Você também pode gostar