0% acharam este documento útil (0 voto)
54 visualizações157 páginas

Anatomia do Tecido Muscular e Nervoso

O documento aborda a anatomia do sistema nervoso central e periférico, destacando a estrutura dos neurônios e suas funções. Também menciona o sistema cardiovascular, incluindo a anatomia do coração e suas funções na circulação sanguínea. O texto enfatiza a importância da comunicação entre os sistemas nervosos e cardiovasculares para o funcionamento do organismo.

Enviado por

20237712
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
54 visualizações157 páginas

Anatomia do Tecido Muscular e Nervoso

O documento aborda a anatomia do sistema nervoso central e periférico, destacando a estrutura dos neurônios e suas funções. Também menciona o sistema cardiovascular, incluindo a anatomia do coração e suas funções na circulação sanguínea. O texto enfatiza a importância da comunicação entre os sistemas nervosos e cardiovasculares para o funcionamento do organismo.

Enviado por

20237712
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Tecido Muscular

Anatomia Segundo Semestre 2025


87

e
C 0g C p6
Poon M tvC CA S
PCRIrceico
ct ocul
LiS rk S o CDur A 8kIL

e
KA

Aus cinde ▇
UCS1o o 6oUMICo e CCutE C
TeTLM 5
9
10 Sos SA1G 1G oS
2

&

xC 0
ry Bo c DRA C
CSTe TURa 6S RiAbA
ccLuLAS U i 0 B M CCEADAS
G C6 TRAL

(
6ト タ
いU

8 ト
ト /
*

2


イ #
ト) P
*

ム ト
&
se comuni comta
s tocom
-

&

(NEUROTRANSMISSOR PARA A CONTRAÇÃO


FINO

Gere
Cat oi sobr 7 -

PRECISA DA ENERGIA ATR


PARA GERAR CONTRACÃO
S
(GROSSO
'

11919124

TRONCO
ENCEFALICO
· MESEN CEFALO
PONTE
BRAS -

=
BULBO QUIMICAS
>
-
CEREBELO

CEREBRO
-
TELENCEFALO -

- DIENCFALe
T TALAMO -

- HIPOTALAMO
RECEBE MUITA GLICOSE

Se comunica-
COM A V
-

MEDULA

SOLTANDO
Impu -
.
S l M

-
.

b NEURÔNIOS S
-
Neurônios
NEURONIOS
PROCESSA
SINAL ~
RESPOSTA

O
TROCA DE
MENSAGENS
-
Q
Devestido
O sistema nervoso central é responsável
pelas tarefas mais complexas do organismo;
memória, raciocínio, formação da
personalidade, controle motor voluntário
Ele está localizado no centro do nosso corpo, no Encéfalo e Medula Espinal, ele é protegido
e revestido por Meninges ( broso) - Dura Mater - Aracniide mater - Pia mater isso tudo
revestido por último pelo Crânio e Vértebras.
Existe também um líquido que circula por todo esse sistema nervoso central chamado :
Líquor ou Líquido Cerebrospinal ele circula abaixo da Menige Aracnóide Mater - Tem Função
de Proteger - Nutrir e Remover resíduos do Sistrma Nervoso Central

Sistema Nervoso da Medula Espinal (SNE); passa pelo canal vertebral e se rami ca em

raizes nervosas que vão dar origem aos nervos espinais que dá origem ao sistema
periférico.
Neurônios Sensitivos ou Aferente Neurônios Motores ou Eferente
Chegando dos nervos periféricos Partindo do Sistema nervoso central
(Corno Posterior) E indo p/ nervos periféricos (Corno Anterior)

Sistema Nervoso Periférico (SNP); ele vai ser formado basicamente por Nervos, raiz nervosa
e glanglios nervosos. Podem ser nervos Espinal que se rami cam a partir da medula espinal
ou podem ser nervos Cranianos que apesar de esterem dentro do crânio eles são Nervos e
fazem parte do Sistema Nervoso Periférico. EXPELE, ORGÃO INTERNOS

=
SE É NERVO É SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO
Função: transmitir estímulos nervosos, tanto pra dentro quanto pra fora
-
Classi cação: Sensitivos ou Aferentes, levam a informação da periferia em direção ao SNC
Motores ou Eferentes, levam informação do SNC em direção á periféria (órgãos efetores)
Mistos, possuem neurônios sensitivos e motores
OS NERVOS PODEM SERMIS TOS esse caso podem
OS NEURONIOS NÃO SEROS MÚSCULOS
fi
fi
CORTE TRANSVERSO
SENERVO
-
E
EXERC 0
batimentos
-

acelerar
dilates pupite
Sistema Nervoso: comunicação feita sempre por neurônios

Neurônios Neurológias
Comunicação ( impulso ) Auxiliar os neurônios .
X
- CORDO

r
k

ju
⑧ V

↓·

.
· a
·

Esses nomes se dá pelas comunicações com o corpo

A mensagem chega no Denditro passa pelo Corpo e chega no Axôno

1- Dendritos
-

2- Corpo Celular

3- Axôno
RESUMO 27/19/24
Sistema Nervoso está dividido e central e

periférico .

Sxc-encefalo e medula 7
espinal
SNP-curvos cranianos, espinais , stânglios
nelos

plexos intericos no intestino delgado receptor senso-


e

riais pele
no

SNP
~ - -

Somatica Aulonoma
--
Simplica Parasimpático
-

Kilera Susb Quimicad

CARACTERÍSTICAS SN

3
8 O NERVO ESPINAL
-

Alamente rascularizada SE COMUNICA COM

·
clulas extremamente especializa des A MEDULA

exclusive animal ESPINAL

FUN COES :
S
S i M

Sensorial Integrativa Motora


-

Manda o Sinal processo reporta


OS NEURÔNIOS NÃO Se TOCAM

NEURÔNIOS SEM OU POUCA BAIA DE MIALINA


FICA COM A TRANSMISSÃO CENTA
CÉLULAS Do SISTEMA Nervoso

NEURÔnios- conduzem os sinais elétricos pelo SN

NEUROGLIAS -D chilas shais


&

evitam
os sinais
que sem
dispusados entre os , também
neurônios S ustenta ALIMENTA
,

E PROTEJE 05 NEURÓNiOS

Neurônios -

> excitabilidade elétrica e


potencial de
aco
(
PARTES DO NEURÔNIO
CORPO CELULAR - contém um núcleo circundado por citoplasma
DENDRITOS -recepção de estímulos
Axónios > Conduz os impulsos nervosos a outros neurônios
TERMINAIS AXÔNICOS > onde acorre as sinapses
=

POTÊNCIAL De ACÃO - NA entro


S
quando e
carga
de

no neurônio e
transforma carga dentro do
a
-

Neurônio ou DESPOLARIZACAO - é entrado


seja
a

de NAT isso acontece


atraiz do
-

no neuromo
,
estimulo se ta entando A deu abertura
para saida do K(POTASS / 0) então acontece e

REPOLARIZACA
I
Terceiro Semestre de Anatomia 05/02/25

I UNIDADE

CardioSame-4
-

,
0

-avaliação
I
5 0
-

atividades 1 0
-
-

,
K POTEssio
-

&

NAT-sodio

*
4P

30
-

Neto
- 50
Out So
-

%
-
80

voltes

ESCLEROSE
MULTIPLA
DEGENERACAO
(PERDA)
E A
MIELINA
DA BAINHA DE
PRESINPTICO

·
·
-

(SAIDA EXCESSIVA
+
De k
05/02/25
-

ANATOMOFISILOGIA I
Sistema Cardiovascular
Prof. Me Marcos Vinícius Oliveira Carneiro
Componentes do Sistema
Cardiovascular
O
• CORAÇÃO ar
Cas
• SISTEMA VASCULAR (VASOS)

• SANGUE = chega pela va


> Sai pela ARTERIA
-

Sistema circulatório = série de tubos (vasos sanguíneos) cheios de


líquido (sangue), conectados a uma bomba (coração)
2
Sistema Cardiovascular

circulação pont
FUNÇÕES

• Transporte
17
 Respiratórias (oxigênio e gás carbônico)
 Nutritivas (produtos absorvidos pela digestão)
 Excretoras (resíduos metabólicos)
 Reguladoras (hormônios)

• Proteção
 Glóbulos Brancos Leucócitos

3
Coração

 Órgão muscular, oco, funciona como uma bomba contrátil-propulsora


Bombas ENTRA
• Localização: Oz-todo Esquendo 2 ↓
a Para
Dito
2 Para Coz-Lado
 Cavidade torácica
 Mediastino (entre os dois pulmões)
 Atrás do Esterno e acima do diafragma
 2/3 lado esquerdo do plano mediano

 Aproximadamente mão fechada (12x9cm)


chegando
↓ ↓
 Peso médio 300g sempre
-

-atron de VelaS SAI


-

Oz
 Átrios e Ventrículos pelos
P)
v
Saindo songue
Todo
2 Artérias Todo o
Corpo
 7200 litros de sangue por dia CORPO

Em 4
-

Repou
Coração
• Partes:
 Ápice (cone para baixo) e Base (superior, fixam os grandes vasos)

5
Coração

• Pericárdio → Cavidade do Pericárdio


Fibroso → camada externa de tecido conjuntivo denso
Seroso → interna; fina (camada parietal e a camada visceral)

• Camadas:
Epicárdio (externa, lâmina visceral do pericárdio seroso)
Miocárdio (média, tecido muscular cardíaco)
Endocárdio (interna, contínua com o endotélio dos vasos sanguíneos)

6
VEIAS Sistêmicas (CORPol
Coração Sangue Verso (↑ (O)
VEIAS PULMONARE SIPULMÕES)
Sangue Arterial ( *)
HEMATOSE
gasel ARTÉRIAS SISTÊMICAS
[ troca de
corpe
Sangue arterial (02)
-

ARTERIAS PULMONARES (PULMOS


Sangue venoso /* Co2)

7
- Coração

8
Coração

9
Coração
• Morfologia Interna
 Visa garantir um fluxo unidirecional
Átrios → Direito e Esquerdo → Septo Inter atrial
→ Septos Atrioventricular

Ventrículos → Direito e Esquerdo → Septo Interventricular

Valvas Atrioventriculares
Valva Mitral (átrio e ventrículo esquerdo)
Valva Tricúspide (átrio e ventrículo direito)

Valvas Semilunares
Valva Pulmonar (VD e Tronco Pulmonar)
Valva Aortica (VE e Aorta)
10
ADRTA
Coração

z
PULMONAR

Sonsul >
entre Sai

São as artérias coronarios


irriga proprio
o

que
vai ser
corosão
&
que
nutrido

·
-who
venlu
o

Quando-i a
valvularoi
contro songue
abie e
o
-

11
Coração maio
o

12
VEIAS SISTEMICAS (Corpo
Sangue venoso ( + C0)

VELAS PULMONARES (PULMÕES)

Sangue arterial ( *)

ARTÉRIAS SISTEMICAS
Sangue artial (*) -
> corpo

-
-CO2
ATERIAS PULMONARES -
> PRIMOES
sangue vendo
(co) HEMATOSE
202
Coração
• Vasos da Base:
Átrio Direito → Veia Cava Superior e Inferior
Átrio Esquerdo → Veias Pulmonares
Ventrículo Direito → Tronco Pulmonar → Artérias Pulmonares
Ventrículo Esquerdo → Artéria Aorta (arco aórtico)

• Átrios → chegam os vasos → veias


• Ventrículos → saem os vasos → artérias

13
14
Coração
O ápice das cúspides é preso por filamentos denominados cordas tendíneas as
quais se inserem em pequenas colunas cárneas chamadas de Músculos Papilares

· 15
Coração

16
Coração por
mais
-que
volleamento
e

17
Fluxo sanguíneo no coração =
compo
este
por
-

Aixe
↑ A
Al
me

Tudoope
18
cori
o coro
para
Ciclo Cardíaco Atividade -

mercho
,

Bole
-
>
-

ler o

• Um ciclo cardíaco único inclui todos os eventos associados a um


batimento cardíaco.

• No ciclo cardíaco normal os dois átrios se contraem, enquanto os


Atrio SISTOLE
Quando o esta

dois ventrículos relaxam e vice versa. O VENTRICULo ESTA DIASTOLE


or SEJA

- Atrio fechado
• O termo sístole designa a fase de contração.
ventriculo relaxado
e assim
- Vice e Versa

• A fase de relaxamento é designada como diástole.


-

19
Ciclo Cardíaco

• Quando o coração bate, os átrios


contraem-se primeiramente (sístole
atrial);

• O sangue passa para os ventrículos


(diástole ventricular);

• Uma vez preenchidos, os dois


ventrículos contraem-se (sístole
ventricular) e forçam o sangue para
fora do coração e os átrios relaxam
(diástole atrial). 20
Ciclo Cardíaco

Sístole → contração do músculo cardíaco


 Na sístole atrial as valvas atrioventriculares (tricúspide e bicúspide) estão abertas
à passagem de sangue e as semilunares (pulmonar e aórtica) estão fechadas.

 Na sístole ventricular as valvas atrioventriculares estão fechadas e as semilunares


(pulmonar e aórtica) abertas a passagem de sangue.

Diástole → relaxamento do músculo cardíaco


 Ventricular → é quando os ventrículos se enchem de sangue, neste momento as
valvas atrioventriculares estão abertas e as semilunares estão fechadas.
 Atrial → é quando os átrios se enchem de sangue vindo do corpo e pulmões
21
Ciclo Cardíaco
ABERTAS
FECHADAS ABERTAS Valvas
Semilunares * FECHADAS


Valvas


Atrioventriculares

3
3 3
2

/
Lodo
MiTRAL
esquerdo
TRCUSPiDe Lada

Divita

Sístole Atrial / Diástole Ventricular Sístole Ventricular / Diástole Atrial


22
Ciclo Cardíaco

Pode-se dizer que o ciclo cardíaco compreende:


1 - Sístole atrial
2 - Sístole ventricular
3 - Diástole ventricular

23
1- Diferencie: átrios e ventrículos, sangue venoso e arterial,
veia e artéria
Atrios na parte superior onde recebe o songue
os ventrículos
localiza
na
parte de onde
inferior
sai o songue .
202
Sangue venoso : vias sistémicas e arteria pulmonar
Sangue arterial :
cai
viras chegam o
sangue , arteria sai o
songe
L

2- Quais as 3 camadas cardíacas e suas funções :


EpicarDio -

atua como cobertura externa lubi-


ficante
MIOCÁRDio- produz as contrações musculares que

estom o
songue
Endocárdio-serve de revestimento interno protetor das
camoras valvés
L
e :

3- Informe o objetivo geral das válvulas, além do nome e


localização de cada uma
As válvulas controlam
o entrada e a
saide do
clas
-

:
sangue , sao

MITRAL-atrio ventricula
esquerdo
e

TRICKSPIDE-atria ventricula direito e

valvula pulmonar -

Valula arto-V .
Er artaota

·
Coração
Sistema de Condução
• Estimulação Intrínseca, ritmicidade dos batimentos cardíacos
• Nervo Vago (parassimpático: inibe / simpático: estimula)

Componentes
Nó Sinoatrial → nó AS → Átrio Direito
Nó Atrioventricular → nó AV → Septo Inter atrial
Fascículo Atrioventricular → Feixe de His → Ventrículos
Ramos Subendocárdicos → Fibras de Purkinje → Ventrículos
24
Coração
Sistema de Condução
Nódulo sinoatrial (SA) → controla a frequência cardíaca (marca-passo fisiológico)

Nódulo atrioventricular → controla a passagem de sangue dos átrios para os ventrículos

Feixe de His

Fibras de Purkinje

25
Tortora, 2012. 26
27
ELETROCARDIOGRAMA

• Onda P: despolarização atrial (sístole)


• Complexo QRS: despolarização ventricular (sístole)
• Onda T: repolarização ventricular (diástole)

28
Tortora, 2012.
Débito Cardíaco

DC (ml/min) = VS (ml) x FC (bpm)


• Regulação do Volume Sistólico
Volume diastólico final

Força de contração
 Estimulação simpática
 Adrenalina
 Noradrenalina Aumentam a força de
 Nível de Ca+ aumentado do líquido intersticial contração

Pressão necessária para ejetar o sangue dos ventrículos


 Valvas semilunares se abrem (pressão dos ventrículos é superior)
Tortora, 2012. 29
Débito Cardíaco

• Regulação da frequência cardíaca


Nó SA por si próprio: 100 bpm

Regulação química
 Hormônios: adrenalina e noradrenalina (medula da gl. Suprarrenal)
melhoram a eficácia do bombeamento ↑ tanto a FC quanto a força de
contração. Os hormônios da tireoide também estimulam a FC.
 Íons: Níveis elevados de Na+ ou K + diminuem a FC e a força de contração. O
aumento moderado dos níveis de Ca2+ extra e intracelular aumenta a FC e a
força de contração

Regulação autônoma
 Centro cardiovascular (Barorreceptores e quimiorreceptores; Nervos; SNS;
SNP)
Tortora, 2012. 30
Tortora, 2012. 31
DÉBITO CARDÍACO

DC (ml/min) = VS (ml) x FC (bpm)


Exemplo:
Repouso
DC = FC x VE
Sedentário 5.000 ml/min 72bpm x 70ml
Treinado 5.000 ml/min 50bpm x 100ml

32
Vasos Sanguíneos

• Permite transportar o sangue do coração para os capilares e dos


capilares de volta ao coração.

• A estrutura dos capilares permite as trocas de substâncias do


sangue com os tecidos circunjacentes.

• Rede de tubos fechada

• Paredes
 Túnica Externa (tecido conjuntivo)
 Túnica Média (músculo liso)
 Túnica Interna (endotélio)

33
Vasos Sanguíneos

• Existem três tipos básicos de vasos sanguíneos em nosso corpo:

34
Vasos Sanguíneos

Artérias
 Tubos elásticos
 Sangue em direção divergente ao coração
 Diâmetro progressivamente menores a partir do coração
artérias → arteríolas → capilares arteriais

• Nomeclatura:
 Situação → a. braquial
 Direção → a. circunflexa da escapula
 Órgão irrigado → a. renal
 Peça óssea → a. femoral 35
36
Vasos Sanguíneos

Capilares
 Vasos microscópicos
 Interpostos entre artérias e veias
 Trocas entre o sangue e os tecidos
 Distribuição Universal

37
Vasos Sanguíneos

Veias
 Achatadas, nodosas (válvulas)
 Sangue em direção convergente ao coração
 Diâmetro progressivamente maiores em direção ao coração

capilares venosos → vênulas → veias

38
• Retorno venoso

39
40
VEIAS ARTÉRIAS

VÊNULAS ARTERÍOLAS

CAPI LARES
41
42
43
Válvula
Endotélio

Músculo Liso

Tecido
Conjuntivo

44
45
Circulação do sangue

• É a passagem do sangue através do coração e dos vasos


• 2 correntes sanguíneas partem ao mesmo tempo do coração
Circulação Pulmonar (pequena circulação)
Circulação Sistêmica (grande circulação)
Circulação Coronária (irriga o coração)

Sangue Arterial → maior concentração de oxigênio


(artérias; exceto a. pulmonar; lado esquerdo do Coração)

Sangue Venoso → maior concentração de gás carbônico


(veias; exceto v. pulmonar; lado direito do Coração)

46
Circulação do sangue

• Pequena Circulação (pulmonar)


Transporta o sangue pobre em oxigênio para os pulmões, onde ele libera o CO2 e
recebe O2

VD → Tronco pulmonar → Artérias Pulmonares → pulmões → veias pulmonares → AE

• Grande circulação (sistêmica)


Carrega O2 e outros nutrientes vitais para as células, e capta CO2 e outros resíduos
das células

VE → A. Aorta → capilares de todo o corpo → Veias Cavas → AD

• Circulação Coronária (irriga o Coração)


A. Aorta → aa. Coronárias Direita e Esquerda → Seio Coronário → AD
47
48
Funcionamento do coração

49
50
ARTÉRIA CORONÁRIA

• As artérias coronárias são os vasos responsáveis pela chegada de oxigênio e


outros nutrientes ao músculo cardíaco (miocárdio)

51
52
53
Terminologias

Ciclo Cardíaco → o ciclo da circulação sanguínea aliado aos eventos elétricos e


mecânicos que ocorrem enquanto o sangue entra e é ejetado pelo coração (em 1
min representa a FC).

Frequência Cardíaca → batimentos do coração no período de 1 (um) minuto.

Volume Sistólico → volume de sangue ejetado em cada batimento pelos ventrículos.

Débito Cardíaco (Q) → O volume de sangue bombeado pelo coração a cada minuto
(VS x FC).

Diferença Arteriovenosa de O2 → diferença do conteúdo de O2 do sangue arterial e


do sangue venoso.

54
Pressão Sanguínea

• É a tensão que o sangue exerce sobre a parede do vaso


sanguíneo.
Pressão Sanguínea
Resistência vascular

• A resistência vascular é a oposição ao fluxo sanguíneo devido ao


atrito entre o sangue e as paredes dos vasos sanguíneos.

• O aumento da resistência vascular eleva a pressão sanguínea; a


diminuição da resistência vascular tem o efeito oposto.

• A resistência vascular depende:


(1) do tamanho do lúmen do vaso sanguíneo,
(2) da viscosidade do sangue e
(3) do comprimento total do vaso sanguíneo.
Pressão Arterial

PRESSÃO ARTERIAL SISTÓLICA (PAS) ou Máxima:


Valor de pressão durante o pico sistólico (120 mm Hg)

PRESSÃO ARTERIAL DIASTÓLICA (PAD) ou Mínima:


Valor de pressão durante o final da diástole (80 mm Hg)
Regulação da pressão

Sistema renina-angiotensina-aldosterona (RAA)


60
Regulação da pressão

Adrenalina e noradrenalina: Em resposta à estimulação simpática, a


medula da glândula suprarrenal libera adrenalina e noradrenalina. Esses
hormônios aumentam o débito cardíaco.

Hormônio antidiurético (ADH): produzido pelo hipotálamo e liberado pela


neuro-hipófise, em resposta à desidratação ou à diminuição do volume
sanguíneo. O ADH causa vasoconstrição, que aumenta a pressão sanguínea.
ATEROSCLEROSE

Enrijecimento das
artérias

↑RVP (Resistência Vascular


Periférica)

↑ Pressão arterial
Fatores de Risco

 Sedentarismo
 Obesidade
 Excesso do consumo de sal
 Tabagismo
 Estresse
64
Sangue

• Funções: transporte, regulação e proteção


• Cor varia de acordo com a quantidade de Oxigênio
↑ O2 sangue vermelho vivo
↓ O2 sangue vermelho escuro

• 8% do peso corporal
• Varia com o peso e altura
Homem → 5 a 6 litros
Mulher → 4 a 5 litros
Sangue

• Constituído basicamente de: plasma, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e


plaquetas.
• O plasma é a porção líquida do sangue, contém água (mais de 90%) e outras
substâncias.
• Glóbulos Vermelhos = hemácias → distribuição de O2
• Glóbulos Brancos → defesa do organismo
• Plaquetas → células menores (coagulação)
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS

• Artérias: Aorta → Diâmetro de 2 a 3cm

67
68
69
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS

• Artérias

70
• Artérias Carótidas

71
72
• Artérias Mesentéricas

Superior Inferior

73
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Artérias

74
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Artérias

75
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Artérias

76
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Artérias

77
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Artérias

78
79
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Veias

80
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Veias

81
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Veias

82
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Veias

83
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Veias

84
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Veias

85
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Veias

86
PRINCIPAIS VASOS SANGUÍNEOS
• Veias

87
Locais para aferir a pulsação

88
Obrigado!!!
Prof.: Me Marcos Vinícius Oliveira Carneiro

89
O é a
química dos alimentos ?
que
Por que estudar
?
-

Açucares-Lipideos-Loctose-Fevilalanine
Lisino

Classificação das alterações nos alimentos


S I

-
tutura salar con -
perda de valor
nutricional e
segurance .

Algumas reações

Agua e
sua
estrutura de molécula
propriedades físicas
-

alimento maior
-

quanto mais
agua tem o

estragar
-

e chance de

Atividade de
Azue
a F/f =

amostra
-

= Pussao de de a
a- capa
~
o de
copa de Água parec

= URE ( % )100
Unidade e
quantidade de
que
águe
Al stividade , valores serão
de

0 a 1
semp

O
efeito do aquecimento na Au

depende alimento
-

do mesmo
se
alimento que tenho
fo um e

muma An

O mamo alimento vai ter diferente ativ


cidade de
águe com mudando a
temps-
rahe
-

-
Microbiologia dos alimentos

DOCENTE: CAIQUE S. RAMALHO​


Planejamento
• INTRODUÇÃO
• PRINCIPAIS OBJETIVOS
• INFECÇÕES E INTOXICAÇÕES DE ORIGEM ALIMENTAR
• ASPECTOS BÁSICOS E CONCEITOS
• PATÓGENOS DE ORIGEM ALIMENTAR
• MÉTODOS DE DETECÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
• CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS E CRITÉRIOS
MICROBIOLÓGICOS
• PRÁTICAS DE PRODUÇÃO HIGIÊNICA
título da apresentação 2
• Analisando do ponto de vista alimentar, conceituar a
segurança envolve muitos processos desde a produção
até a maneira como esse produto é distribuído;

• Considerando uma série de fatores que podem estar


envolvidos como:

3
Elaborado pelo autor, 2024
Embalagens

Atividade de água Equipamentos


dos alimentos adequados

Tempo e
Manipuladores
temperatura

4
Elaborado pelo autor, 2024
Então “Seguro”, na Nutrição, é um termo muito
relativo e que traz muitos viés sob qual etapa
estamos nos referindo!

5
Elaborado pelo autor, 2024
Morfologia dos principais
microrganismos contaminantes
dos alimentos
Microbiologia

Microbiologia: Mikros (=pequeno) + Bio (=vida) + logos (= ciência);

Hoje sabe-se que grande parte dos microrganismos vive em


comunidades na natureza, compostas muitas vezes por inúmeros
gêneros e espécies distintos, que cooperam entre si, como em
uma cidade microbiana;

Tais associações são denominadas biofilmes e exercem


importantes atividades em nosso planeta.
título da apresentação 7
Fungos Bactérias

Vírus

título da apresentação 8
Fungos
Unicelulares

Características
• Pertencentes ao supre-reino: Eukarya
Estrutura
• São heterotróficos; Somente uma
Reprodução célula
• Podem ser divididos em:
Requerimentos Nutricionais
• Leveduras

• Fungos filamentosos

• Dimórficos

título da apresentação 9
Fungos

Características

Estrutura

Reprodução
Leveduras:
Requerimentos Nutricionais • Unicelulares
• Ovóides Fungos filamentosos:
Dimórficos: • Multicelulares;
• Existem variações • Longos filamentos;
que suportam até • Ramificações
37ºC verdadeiras;
• Existem variações • Estruturas de
que suportam entre frutificação
título da apresentação 10
20 e 25ºC
Fungos Divididos em 2 grupos, bolores colônia filamentosa e leveduras
colônia mais cremosa.

Leveduras

Características Bolores
Estrutura

Reprodução

Requerimentos Nutricionais

título da apresentação 11
Fungos
Leveduras
Características • A reprodução das leveduras ocorre por
Estrutura brotamento/gemulação;
Reprodução • Formação de colônias semelhantes as das bactérias;
Requerimentos Nutricionais
• Geralmente 24-48h após o período de incubação
• Através da fermentação, leveduras quebram moléculas de
glicose produzindo ATP, formando co2 e álcool para
produção de bebidas alcoólicas e pães.
título da apresentação 12
Fungos
filamentosos
A reprodução dos fungos filamentosos se dá através dos
Características esporos
Estrutura

Reprodução

Requerimentos Nutricionais

• Formação de colônia de 5 a 7 dias;


• Pigmentação;
• Micélios aéreos;
título da apresentação 13
• Invasores
Fungos
Mucor, Aspergillus...
Como alimentos:
Penicillium requefort
Características

Estrutura

Reprodução

Requerimentos Nutricionais
Saccharomyces cervisiae

título da apresentação 14
Fungos patogênicos

Características • Onicomicose. Fusarium solani


Estrutura título da apresentação
• Candidíase. Cândida albicans
Reprodução
• Rinossinusite Aspergillus e o Candida sp
Requerimentos Nutricionais

Doenças causadas por fungos • Histoplasmose. Histoplasma capsulatum


• Meningite fúngica. Cryptococcuse
• Pneumocistose. Pneumocystis
Bactérias
As bactérias classificam-se morfologicamente de acordo com
a forma da célula e com o grau de agregação
Características

Estrutura

Reprodução Quanto a forma:


Requerimentos Nutricionais • Coco: De forma esférica ou subesférica;

• Bacilo: Em forma de bastonete (do género Bacillus)

• Vibrião: Em forma de vírgula (do género Vibrio)

• Espirilo: de forma espiral/ondulada (do género Spirillum)

título da apresentação 16
Bactérias

• Diplococo: De forma esférica ou subesférica e agrupadas


Características
aos pares;
Estrutura
• As principais doenças conhecidas são: pneumonia e
Reprodução meningite, além de bacteremia, otite, sinusite, entre
Requerimentos Nutricionais outras.
• Causam hemólise do tipo alfa, destruindo
parcialmente os eritrócitos.

título da apresentação 17
Bactérias

• Beta hemólise: processo que destrói


completamente as hemácias (glóbulos
vermelho);
Características • Alfa hemólise: tipo de hemólise que
Estrutura ocorre quando as hemácias perdem
parcialmente a hemoglobina;
Reprodução
• Gama hemólise: ausência de hemólise,
Requerimentos Nutricionais quando há quebra das células vermelhas
no sangue.

título da apresentação 18
Bactérias
• Estreptococos: Formam cadeia semelhante a um "colar“
• Microrganismos aeróbios Gram-positivos que causam muitos
distúrbios, incluindo faringite, pneumonia, infecções em feridas
e na pele, sepsia e endocardite
Características • Leite cru ou incorretamente pasteurizado, gelados, saladas, e
Estrutura marisco.
Reprodução

Requerimentos Nutricionais

título da apresentação 19
Bactérias
• Estafilococos: Uma forma desorganizada de agrupamento,
formando cachos;
• Leite, creme, tortas recheadas com creme, saladas de batata,
atum, frango e presunto cozido.
Características
• Os estafilococos estão presentes na superfície de pele de cerca
Estrutura de 20% das pessoas, e no nariz de 30% dos adultos, o que é
Reprodução
considerado normal.
Requerimentos Nutricionais

título da apresentação 20
Bactérias

Características

Estrutura

Reprodução

Requerimentos Nutricionais

título da apresentação 21
Bactérias

Características

Estrutura

Reprodução

Requerimentos Nutricionais

título da apresentação 22
Bactérias • A reprodução das bactérias é assexuada por um processo
chamado divisão binária (cissiparidade) ou bipartição.
• Procariontes, não possuem envoltório nuclear.

Características

Estrutura

Reprodução

Requerimentos Nutricionais

título da apresentação 23
Desenvolvimento e multiplicação bacteriana

Características Multiplicação: Água, fonte de energia, fonte de nitrogênio, vitaminas


e sais minerais.
Estrutura
Crescimento: Carbono nitrogênio, oxigênio, enxofre e fósforo.
Reprodução

Requerimentos Nutricionais

24
Vírus • Os vírus são agentes infecciosos acelulares que, fora das
células hospedeiras, são inertes, sem metabolismo
próprio, mas dentro delas, seu ácido nucléico torna-se
ativo, podendo se reproduzir.
Características
• São parasitos intracelulares obrigatórios.
Estrutura
• Multiplicam-se dentro de células vivas usando a
Reprodução
maquinaria de síntese das células.
• Não possuem metabolismo.
• Toda energia que utilizam provém da célula hospedeira.

título da apresentação 25
Vírus
• Vírus envelopados :

• DNA : Catapora, Herpes, Hepatite B

• RNA : HIV, Febre amarela, Hepatite C, Rubéola, Sarampo, Varíola,

Gripe, Poliomielite, Raiva, Caxumba, Dengue, Resfriado


Características
• Vírus não envelopados :
Doenças associadas
• DNA : HPV
Estrutura • RNA : Hepatite A e E

Reprodução

título da apresentação 26
Vírus
Possuem um envoltório proteico O capsídeo pode ou não ser
que protege o material genético revestido por um envelope lipídico
denominado capsídeo. derivado das membranas celulares

Características

Estrutura

Reprodução

título da apresentação 27
Vírus
Morfologia da partícula viral:

Características
• Poliédrica
Estrutura
• Poliédrica envelopada
Reprodução
• Helicoidal
• Helicoidal envelopada
• Complexa

título da apresentação 28
Vírus
Adsorção

Penetração
Características
Descapsidaç
Estrutura ão

Reprodução Transcrição

Tradução

Replicação

Maturação

título da apresentação Liberação


29
Hospedeiro dos Vírus
• Praticamente todos os organismos vivos podem ser
infectados pelos vírus. Os vírus podem infectar células
de animais, vegetais, fungos, bactérias e protistas.

Características

Estrutura

Reprodução

título da apresentação
Referências
FORSYTHE, Stephen J.. Microbiologia da segurança dos alimentos.
2.ed. PORTO ALEGRE: Artmed, 2013., 607 p.

MÉDIO INTEGRADO À EDUCAÇÃO PROFISSIONAL, E. Escola Estadual de Educação


Profissional-EEEP. [s.l: s.n.].

NOGUEIRA, A. VERZANI.; SILVA FILHO, G. NUNES. Microbiologia. [s.l.]


CED/LANTEC/UFSC, 2010.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. FOODBORNE DISEASE BURDEN EPIDEMIOLOGY


REFERENCE GROUP. WHO estimates of the global burden of foodborne diseases.
título da apresentação 31
[s.l: s.n.].

Você também pode gostar