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Aula 1 Exame Fisico Da Coluna Cervical

O documento aborda o exame físico da coluna cervical, detalhando etapas como inspeção estática e dinâmica, palpação e avaliação neurológica. A inspeção se concentra na postura, alinhamento e mobilidade, enquanto a palpação examina partes moles e estruturas ósseas. O exame neurológico avalia a sensibilidade, motricidade e reflexos, utilizando escalas para classificar os resultados.

Enviado por

rebecca ravany
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Aula 1 Exame Fisico Da Coluna Cervical

O documento aborda o exame físico da coluna cervical, detalhando etapas como inspeção estática e dinâmica, palpação e avaliação neurológica. A inspeção se concentra na postura, alinhamento e mobilidade, enquanto a palpação examina partes moles e estruturas ósseas. O exame neurológico avalia a sensibilidade, motricidade e reflexos, utilizando escalas para classificar os resultados.

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HABILIDADES PROFISSIONAIS V (HP-V)

Prof. Artur de S. Veras


Aula 1: Exame Físico da
Coluna Cervical
Nesta aula, iremos explorar as etapas cruciais do exame físico da
coluna cervical, proporcionando uma visão abrangente deste
procedimento clínico. As etapas incluem inspeção, palpação,
avaliação neurológica e testes especiais, que, ao serem integrados,
fornecem uma análise completa da saúde da coluna cervical.

Prof. Artur de S. Veras


Inspeção Estática: Observando o Paciente
Postura e Alinhamento
A inspeção estática se concentra em avaliar a postura e o
alinhamento da coluna cervical. Observar a presença de
deformidades, torcicolo, desvios da linha média e outros sinais
visíveis é fundamental para iniciar a investigação.
Inspeção Estática: Observando o Paciente
Postura e Alinhamento
A inspeção estática se concentra em avaliar a postura e o
alinhamento da coluna cervical. Observar a presença de
deformidades, torcicolo, desvios da linha média e outros sinais
visíveis é fundamental para iniciar a investigação.
Paciente de Pé:
Inspeção Estática: Observando o Paciente
Postura e Alinhamento
A inspeção estática se concentra em avaliar a postura e o
alinhamento da coluna cervical. Observar a presença de
deformidades, torcicolo, desvios da linha média e outros sinais
visíveis é fundamental para iniciar a investigação.
Paciente de Pé: Frente
Inspeção Estática: Observando o Paciente
Postura e Alinhamento
A inspeção estática se concentra em avaliar a postura e o
alinhamento da coluna cervical. Observar a presença de
deformidades, torcicolo, desvios da linha média e outros sinais
visíveis é fundamental para iniciar a investigação.
Paciente de Pé: Frente Costa
Inspeção Estática: Observando o Paciente
Postura e Alinhamento
A inspeção estática se concentra em avaliar a postura e o
alinhamento da coluna cervical. Observar a presença de
deformidades, torcicolo, desvios da linha média e outros sinais
visíveis é fundamental para iniciar a investigação.
Paciente de Pé: Frente Costa

Avaliar se há:

 Deformidade

 Torcicolo

 Desvio da Linha media


Inspeção Estática: Observando o Paciente
Postura e Alinhamento
A inspeção estática se concentra em avaliar a postura e o
alinhamento da coluna cervical. Observar a presença de
deformidades, torcicolo, desvios da linha média e outros sinais
visíveis é fundamental para iniciar a investigação.
Paciente de Pé: Frente Costa

Avaliar se há:  Simetria das Escápulas

 Altura dos Ombros


 Deformidade
 Posição da Cabeça em relação do
 Torcicolo
tronco
 Desvio da Linha media
 Inclinação lateral ou rotação anormal
Inspeção Dinâmica: Analisando a Mobilidade
Inspeção Dinâmica: Analisando a Mobilidade
Flexão
A flexão da cabeça consiste em inclinar a cabeça
para frente, aproximando o queixo do peito.
Observe a amplitude do movimento e a presença
de qualquer limitação ou dor.

1
Inspeção Dinâmica: Analisando a Mobilidade
Flexão
A flexão da cabeça consiste em inclinar a cabeça
para frente, aproximando o queixo do peito.
Observe a amplitude do movimento e a presença
de qualquer limitação ou dor.

1
Inspeção Dinâmica: Analisando a Mobilidade
Flexão
A flexão da cabeça consiste em inclinar a cabeça
para frente, aproximando o queixo do peito.
Observe a amplitude do movimento e a presença
de qualquer limitação ou dor.

1 2

Extensão
A extensão da cabeça consiste em inclinar a
cabeça para trás, observando a amplitude do
movimento
Inspeção Dinâmica: Analisando a Mobilidade
Flexão Rotação
A flexão da cabeça consiste em inclinar a cabeça A rotação da cabeça consiste em girar a cabeça
para frente, aproximando o queixo do peito. para a direita e para a esquerda, observando a
Observe a amplitude do movimento e a presença amplitude do movimento e a presença de
de qualquer limitação ou dor. qualquer limitação ou dor.

1 2 3

Extensão
A extensão da cabeça consiste em inclinar a
cabeça para trás, observando a amplitude do
movimento
Inspeção Dinâmica: Analisando a Mobilidade
Flexão Rotação
A flexão da cabeça consiste em inclinar a cabeça A rotação da cabeça consiste em girar a cabeça
para frente, aproximando o queixo do peito. para a direita e para a esquerda, observando a
Observe a amplitude do movimento e a presença amplitude do movimento e a presença de
de qualquer limitação ou dor. qualquer limitação ou dor.

1 2 3 4

Inclinação Lateral
Extensão
A inclinação lateral da cabeça consiste em inclinar a
A extensão da cabeça consiste em inclinar a
cabeça para o lado direito e para o lado esquerdo,
cabeça para trás, observando a amplitude do
observando a amplitude do movimento e a presença de
movimento
qualquer limitação ou dor.
Palpação: Sentir os Detalhes
Palpação das Partes Moles
Palpar a musculature e as cadeias linfáticas,
verificando se há presença de linfonodos
aumentados ou dolorosos. Avaliar a tireóide,
observando sua forma, tamanho e consistência. É
importante verificar se há qualquer sensibilidade
ou massa palpável, coleções, Inflamação.
Palpação: Sentir os Detalhes
Palpação das Partes Moles
Palpar as cadeias linfáticas, verificando se há
presença de linfonodos aumentados ou
dolorosos. Avaliar a tireóide, observando sua
forma, tamanho e consistência. É importante
verificar se há qualquer sensibilidade ou massa
palpável. inflamação, etc

C6 Tubérculo Carotídeo
Palpação: Sentir os Detalhes
Palpação das Estruturas Ósseas
Palpar os processos espinhosos, identificando a vértebra
proeminente (C7) como referência. Palpar os músculos do
pescoço, identificando pontos de tensão ou sensibilidade
muscular. É importante observar a presença de qualquer
deformidade óssea ou desalinhamento.
Palpação: Sentir os Detalhes
Palpação das Estruturas Ósseas
Palpar os processos espinhosos, identificando a vértebra
proeminente (C7) como referência. Palpar os músculos do
pescoço, identificando pontos de tensão ou sensibilidade
muscular. É importante observar a presença de qualquer
deformidade óssea ou desalinhamento.

C7 Vértebra Proeminente
Palpação: Sentir os Detalhes
Palpação das Partes Moles Palpação das Estruturas Ósseas
Palpar as cadeias linfáticas, verificando se há Palpar os processos espinhosos, identificando a vértebra
presença de linfonodos aumentados ou proeminente (C7) como referência. Palpar os músculos do
dolorosos. Avaliar a tireóide, observando sua pescoço, identificando pontos de tensão ou sensibilidade
forma, tamanho e consistência. É importante muscular. É importante observar a presença de qualquer
verificar se há qualquer sensibilidade ou massa deformidade óssea ou desalinhamento.
palpável. inflamação, etc

C6 Tubérculo Carotídeo C7 Vértebra Proeminente


Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

1 Sensibilidade 2 Motricidade 3 Reflexos


Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

1 Sensibilidade
Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

1 Sensibilidade

O exame da sensibilidade é feito utilizando um alfinete ou um clipe para testar a percepção do


paciente em pontos-chave das raízes nervosas C5 a T1, comparando os lados direito e esquerdo do
corpo.

Gradação de sensibilidade:

2  Sensibilidade normal;

1  Sensibilidade diminuída;

0  Sensibilidade abolida
Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

O exame da sensibilidade é feito utilizando um alfinete ou um clipe para testar a percepção do


1 Sensibilidade paciente em pontos-chave das raízes nervosas C5 a T1, comparando os lados direito e esquerdo do
corpo.
1.1 Posição Inicial Gradação de sensibilidade = 2  Sensibilidade normal; 1  sensibilidade diminuída; 0 
sensibilidade abolida
Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

O exame da sensibilidade é feito utilizando um alfinete ou um clipe para testar a percepção do


1 Sensibilidade paciente em pontos-chave das raízes nervosas C5 a T1, comparando os lados direito e esquerdo do
corpo.
1.1 Posição Inicial Gradação 1.2de Deltóide
sensibilidade
= C5 = 2  Sensibilidade normal; 1  sensibilidade diminuída; 0 
sensibilidade abolida
Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

O exame da sensibilidade é feito utilizando um alfinete ou um clipe para testar a percepção do


1 Sensibilidade paciente em pontos-chave das raízes nervosas C5 a T1, comparando os lados direito e esquerdo do
corpo.
1.1 Posição Inicial Gradação 1.2de Deltóide
sensibilidade
= C5 = 2 1.3
 Lateral
Sensibilidade normal;
do cotovelo = C51  sensibilidade diminuída; 0 
sensibilidade abolida
Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

O exame da sensibilidade é feito utilizando um alfinete ou um clipe para testar a percepção do


1 Sensibilidade paciente em pontos-chave das raízes nervosas C5 a T1, comparando os lados direito e esquerdo do
corpo.
1.1 Posição Inicial Gradação 1.2de Deltóide
sensibilidade
= C5 = 2 1.3
 Lateral
Sensibilidade normal;
do cotovelo = C51 1.4
 sensibilidade
Polegar= C6 diminuída; 0 
sensibilidade abolida
Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

O exame da sensibilidade é feito utilizando um alfinete ou um clipe para testar a percepção do


1 Sensibilidade paciente em pontos-chave das raízes nervosas C5 a T1, comparando os lados direito e esquerdo do
corpo.
1.1 Posição Inicial Gradação 1.2de Deltóide
sensibilidade
= C5 = 2 1.3
 Lateral
Sensibilidade normal;
do cotovelo = C51 1.4
 sensibilidade
Polegar= C6 diminuída; 0 
sensibilidade abolida

1.5 terceiro Dedo = C7


Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

O exame da sensibilidade é feito utilizando um alfinete ou um clipe para testar a percepção do


1 Sensibilidade paciente em pontos-chave das raízes nervosas C5 a T1, comparando os lados direito e esquerdo do
corpo.
1.1 Posição Inicial Gradação 1.2de Deltóide
sensibilidade
= C5 = 2 1.3
 Lateral
Sensibilidade normal;
do cotovelo = C51 1.4
 sensibilidade
Polegar= C6 diminuída; 0 
sensibilidade abolida

1.5 terceiro Dedo = C7 1.6 Quinto Dedo = C8


Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

O exame da sensibilidade é feito utilizando um alfinete ou um clipe para testar a percepção do


1 Sensibilidade paciente em pontos-chave das raízes nervosas C5 a T1, comparando os lados direito e esquerdo do
corpo.
1.1 Posição Inicial Gradação 1.2de Deltóide
sensibilidade
= C5 = 2 1.3
 Lateral
Sensibilidade normal;
do cotovelo = C51 1.4
 sensibilidade
Polegar= C6 diminuída; 0 
sensibilidade abolida

1.5 terceiro Dedo = C7 1.6 Quinto Dedo = C8 1.7 Face Interna do Cotovelo = T1
Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

2 Motricidade
Avaliar a força muscular de diferentes grupos musculares (Músculos
chave para cada raiz nervosa), como bíceps, tríceps, extensores do
punho e flexores dos dedos, utilizando uma escala de força de 0 a 5.

Gradação de Força:
5  Força Normal
4  Força diminuída
3  Vence a gravidade apenas
2  Não vence a gravidade
1  Só esboça movimento
0  Nenhum movimento.
Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso
Avaliar a força muscular de diferentes grupos musculares, como bíceps, tríceps, extensores do punho e
Motricidade flexores dos dedos, utilizando uma escala de força de 0 a 5, com 5 representando força normal. Músculos
2
chave para cada raiz nervosa. Gradação de Força: 5  Força Normal; 4  Força diminuída; 3  Vence a
gravidade apenas; 2  Não vence a gravidade; 1  Só esboça movimento; 0  Nenhum movimento.

2.1 Flexão do Bíceps = C5


Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso
Avaliar a força muscular de diferentes grupos musculares, como bíceps, tríceps, extensores do punho e
Motricidade flexores dos dedos, utilizando uma escala de força de 0 a 5, com 5 representando força normal. Músculos
2
chave para cada raiz nervosa. Gradação de Força: 5  Força Normal; 4  Força diminuída; 3  Vence a
gravidade apenas; 2  Não vence a gravidade; 1  Só esboça movimento; 0  Nenhum movimento.

2.1 Flexão do Bíceps = C5 2.2 Extensão do Punho = C6


Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso
Avaliar a força muscular de diferentes grupos musculares, como bíceps, tríceps, extensores do punho e
Motricidade flexores dos dedos, utilizando uma escala de força de 0 a 5, com 5 representando força normal. Músculos
2
chave para cada raiz nervosa. Gradação de Força: 5  Força Normal; 4  Força diminuída; 3  Vence a
gravidade apenas; 2  Não vence a gravidade; 1  Só esboça movimento; 0  Nenhum movimento.

2.1 Flexão do Bíceps = C5 2.2 Extensão do Punho = C6 2.3 Extensão do Cotovelo = C7


Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso
Avaliar a força muscular de diferentes grupos musculares, como bíceps, tríceps, extensores do punho e
Motricidade flexores dos dedos, utilizando uma escala de força de 0 a 5, com 5 representando força normal. Músculos
2
chave para cada raiz nervosa. Gradação de Força: 5  Força Normal; 4  Força diminuída; 3  Vence a
gravidade apenas; 2  Não vence a gravidade; 1  Só esboça movimento; 0  Nenhum movimento.

2.1 Flexão do Bíceps = C5 2.2 Extensão do Punho = C6 2.3 Extensão do Cotovelo = C7

2.4 Flexão dos dedos = C8


Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso
Avaliar a força muscular de diferentes grupos musculares, como bíceps, tríceps, extensores do punho e
Motricidade flexores dos dedos, utilizando uma escala de força de 0 a 5, com 5 representando força normal. Músculos
2
chave para cada raiz nervosa. Gradação de Força: 5  Força Normal; 4  Força diminuída; 3  Vence a
gravidade apenas; 2  Não vence a gravidade; 1  Só esboça movimento; 0  Nenhum movimento.

2.1 Flexão do Bíceps = C5 2.2 Extensão do Punho = C6 2.3 Extensão do Cotovelo = C7

2.4 Flexão dos dedos = C8 2.5 Abdução dos dedos = T1


Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso

3 Reflexos
Testar os reflexos bicipital (C5), estilorradial (C6) e tricipital (C7) utilizando um martelo de reflexos. A resposta
reflexa é classificada em escala de 0 a 4.

Gradação:

4  Reflexo Exaltado

3  Reflexo Vivo

2  Reflexo Normal

1  Reflexo Diminuído

0  Reflexo ausente
Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso
Testar os reflexos bicipital (C5), estilorradial (C6) e tricipital (C7) utilizando um martelo de reflexos. A resposta
3 Reflexos
reflexa é classificada em escala de 0 a 4. Gradação: 4  Reflexo Exaltado; 3  Reflexo Vivo; 2  Reflexo Normal; 1 
Reflexo Diminuído; 0  ausente
3.1 Reflexo Bicipital = C5
Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso
Testar os reflexos bicipital (C5), estilorradial (C6) e tricipital (C7) utilizando um martelo de reflexos. A resposta
3 Reflexos
reflexa é classificada em escala de 0 a 4. Gradação: 4  Reflexo Exaltado; 3  Reflexo Vivo; 2  Reflexo Normal; 1 
Reflexo Diminuído; 0  ausente
3.1 Reflexo Bicipital = C5 3.2 Reflexo Estilorradial = C6
Exame Neurológico: Avaliando o Sistema Nervoso
Testar os reflexos bicipital (C5), estilorradial (C6) e tricipital (C7) utilizando um martelo de reflexos. A resposta
3 Reflexos
reflexa é classificada em escala de 0 a 4. Gradação: 4  Reflexo Exaltado; 3  Reflexo Vivo; 2  Reflexo Normal; 1 
Reflexo Diminuído; 0  ausente
3.1 Reflexo Bicipital = C5 3.2 Reflexo Estilorradial = C6

3.3 Reflexo Tricipital = C7


Testes Especiais: Investigando a Dor

1 Teste de Distração

2 Manobra de Spurling

3 Alívio da Abdução do Ombro

4 Manobra de Valsalva

5 Manobra de Adson
Testes Especiais: Investigando a Dor

1 Teste de Distração

Realizar tração suave na cabeça do paciente. Alívio da dor


durante a tração pode indicar que a dor é de origem
mecânica, como compressão nervosa ou tensão muscular.
Testes Especiais: Investigando a Dor
Realizar tração suave na cabeça do paciente. Alívio da dor durante a tração
1 Teste de Distração
pode indicar que a dor é de origem mecânica, como compressão nervosa ou
tensão muscular.
4.1 Posição Inicial (sentado ou deitado)

Alívio da dor = Teste POSITIVO (Ex.: Hérnia


Cervical)
Testes Especiais: Investigando a Dor

2 Manobra de Spurling

Fletir a cabeça do paciente para o lado sintomático e aplicar


pressão sobre a cabeça. Exacerbação da dor ao realizar a
manobra pode sugerir hérnia de disco ou compressão
nervosa.
Testes Especiais: Investigando a Dor
Fletir a cabeça do paciente para o lado sintomático e aplicar pressão sobre a
2 Manobra de Spurling
cabeça. Exacerbação da dor ao realizar a manobra pode sugerir hérnia de disco ou
compressão nervosa.
4.2 Posição Inicial (sentado ou deitado)

Aumento da dor = Manobra POSITIVA (Ex.: radiculopatia


Cervical)
Testes Especiais: Investigando a Dor

3 Alívio da Abdução do Ombro

Solicitar ao paciente que coloque a mão na cabeça do lado


em que esteja com a sintomatologia (cericobraquialgia).
Alívio da dor durante a manobra = Manobra POSITIVA.
Testes Especiais: Investigando a Dor
Solicitar ao paciente que coloque a mão na cabeça do lado em que esteja
3 Alívio da Abdução do Ombro
com a sintomatologia (cericobraquialgia).

4.3 Posição Inicial (sentado)

Alívio da dor durante a manobra = Manobra POSITIVA.


Testes Especiais: Investigando a Dor

4 Manobra de Valsalva

Solicitar ao paciente que realize esforço de evacuação.


Exacerbação da dor durante a manobra de Valsalva pode
indicar compressão nervosa ou instabilidade cervical.
Testes Especiais: Investigando a Dor
Solicitar ao paciente que realize incline o corpo pra frente e faça esforço de
4 Manobra de Valsalva evacuação. Exacerbação da dor durante a manobra de Valsalva pode indicar
compressão nervosa ou instabilidade cervical.

4.4 Posição Inicial (deitado ou sentado)

Aumento da dor = Manobra POSITIVA


Testes Especiais: Investigando a Dor

5 Manobra de Adson

Solicitar ao paciente que fique de pé. Palpar pulso radial,


em seguida faz uma reotação externa e abdução do
membro, pede ao paciente para girar a cabeça em direção
ao membro testado. Se houver uma diminuição do pulso
radial significa que há algum fenômeno que está
comprimindo a região.
Testes Especiais: Investigando a Dor
Solicitar ao paciente que fique de pé. Palpar pulso radial, em seguida faz uma
5 Manobra de Adson reotação externa e abdução do membro, pede ao paciente para girar a cabeça em
direção ao membro testado.

4.5 Posição Inicial (Em pé) 4.5.1 Palpa o pulso radial 4.5.2 Rotação externa e abdução

4.5.3 Rotação na cabeça Compressão Nessa região

Diminuição do Pulso Radial = Teste de Adson POSIT


Interpretação dos Resultados

Integração
É crucial integrar os achados de cada etapa do exame físico, considerando o
1 contexto clínico do paciente, histórico e queixas.

Diagnóstico Diferencial
Após a avaliação, o médico deve elaborar um diagnóstico
2
diferencial, considerando possíveis causas para os sintomas do
paciente, incluindo lesões musculares, compressão nervosa,
hérnias de disco, entre outras.

Plano de Tratamento
3 O plano de tratamento deve ser individualizado, com
base no diagnóstico e necessidades do paciente.
Prof. Artur de S. Veras

BARROS FILHO, Tarcisio E. P. de e LECH, Osvandre. Exame fisico em


ortopedia. . Sao Paulo: Sarvier

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