PPC Gastronomia - UNIASSELVI
PPC Gastronomia - UNIASSELVI
2022
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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI - UNIASSELVI
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO 9
CAPÍTULO 1: PERFIL INSTITUCIONAL 10
1.1 BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO 10
1.2 DEFINIÇÕES ORGANIZACIONAIS: MISSÃO, VISÃO E VALORES 13
1.3 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA 14
1.4 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA MANTIDA 14
1.5 INSERÇÃO REGIONAL 14
1.5.1 Indaial: cidade sede da UNIASSELVI 15
1.5.2 Área de abrangência do Centro Universitário Leonardo da Vinci e caracterização educacional 17
1.5.3 Caracterização de Santa Catarina 18
1.5.4 UNIASSELVI: sua expansão nacional e sua contribuição para a educação 20
1.6 ÁREA DE ATUAÇÃO 21
1.6.1 Ensino 21
1.6.2 Iniciação científica 23
1.6.3 Extensão 23
CAPÍTULO 2: PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO E ARTICULAÇÃO COM PPI E PDI 24
2.1 FILOSOFIA INSTITUCIONAL 27
2.1.1 Princípios gerais da Instituição 28
2.1.2 Formas de acesso ao Ensino Superior 31
[Link] Processo seletivo institucional 31
[Link] Processo seletivo – ENEM 31
[Link] Transferência externa 31
[Link] Segunda graduação 31
2.1.3 Princípio Ser Educador 32
2.1.4 Finalidades e objetivos da instituição 32
[Link] Finalidades do PPC 33
[Link] Objetivos do PPC 33
[Link] PPC e a Responsabilidade Social 34
CAPÍTULO 3: ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 36
3.1 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO 36
Fonte: Dados Institucionais 52
3.1.1 POLÍTICAS 52
3.2 OBJETIVOS DO CURSO 54
3.2.1 OBJETIVO GERAL 54
3.2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 54
3.3 JUSTIFICATIVA DE OFERTA DO CURSO 56
3.3.1 CEVINC 57
3.4 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO 58
3.5 CAMPOS DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL 60
3.6 ESCOPO ACADÊMICO DOS CURSOS 60
3.7 ORGANIZAÇÃO E CONSTRUÇÃO DAS DISCIPLINAS 62
3.7.1 Disciplinas Institucionais 63
3.7.2 Estudos Transversais 64
3.7.3 Disciplinas de Área 64
3.7.4 Disciplinas de Curso 65
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FIGURAS
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QUADROS
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APRESENTAÇÃO
O Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI) entende que refletir sobre o Projeto
Pedagógico do Curso (PPC) é pensá-lo no contexto da sociedade e nas relações com o país. Nos dias atuais,
de crise e busca da superação, é importante inovar, repensar, fazer rupturas, criar uma formulação dos
vínculos entre educação e sociedade, para orientar o trabalho teórico/prático e as decisões políticas
institucionais. Nesse cenário, torna-se necessário que o Curso Superior De Tecnologia Em Gastronomia
busque, continuamente, desafios para a própria superação.
Buscou-se conceber um PPC próprio, dinâmico e que pode ser revisto e alterado em função das
normas legais de ensino, da proposta pedagógica da instituição, das necessidades do mercado de trabalho e
de outros aspectos que se refiram à melhoria de sua qualidade.
Este curso entende que para haver perenidade deve ser um espaço permanente de inovação, no qual
a aprendizagem, o ensino, a atualização do projeto pedagógico, o perfil do profissional, as competências e
habilidades, os conteúdos (conceituais, procedimentais e atitudinais), as disciplinas (unidades curriculares,
temas e conteúdos), a matriz curricular, as metodologias de ensino, as atividades de aprendizagem, o
processo de avaliação, de iniciação científica e a extensão encontrem espaços para discussões e,
consequentemente, revisão de paradigmas, mudança de modelos mentais e de hábitos e culturas.
Almeja-se, com este Projeto Pedagógico de Curso, que fique evidenciado o desejo de proporcionar
aos acadêmicos uma formação prática, realista, cidadã e solidária com as necessidades do meio. Além disso,
de preparar profissionais pensantes, críticos, competentes, éticos, reflexivos e criativos, por meio do ensino
e extensão, por interferência regional e nacional, por meio de um currículo flexível que permita a formação
do profissional egresso delineado.
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Além disso, é apresentada a inserção regional em que o Centro Universitário Leonardo da Vinci –
UNIASSELVI, desenvolve suas atividades. Finaliza-se este capítulo apresentando a área de atuação da
instituição. Vale ressaltar que a missão, visão, valores, objetivos e metas apresentados neste perfil são a base
para organização de todas as políticas institucionais, por isso são transversais a este PPC.
Em seguida ao registro civil e à aprovação do estatuto, o projeto da ASSELVI, tal qual foi idealizado,
foi protocolado na Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação – SESU/MEC, em Brasília, no dia
1º de julho de 1997, como um conjunto de Faculdades (Faculdade de Ciências da Educação, Faculdade de
Ciências Sociais Aplicadas e Faculdade de Ciência e Tecnologia). Naquele processo, foram encaminhados os
cursos de Administração – Recursos Humanos, Administração – Marketing, Administração – Comércio
Exterior, Administração – Finanças, Ciências Contábeis, Informática (alterado depois para Sistemas de
Informação), Economia, Curso Normal Superior – Educação Infantil e Curso Normal Superior – Séries Iniciais
do Ensino Fundamental.
Enquanto aguardava o parecer do MEC, o período compreendido entre o final de 1997 e o início de
1998 foi ocupado com o planejamento estratégico da ASSELVI. Naquele momento ocorreram definições
tanto pedagógicas quanto operacionais, como a definição do local da implantação e a participação societária.
Contando com o apoio da Prefeitura, do juiz diretor do fórum da Comarca de Indaial e do síndico da massa
falida da empresa Têxtil Malbu Ltda., iniciaram-se as obras de adaptação e de reforma que constituíram as
primeiras instalações da ASSELVI, hoje UNIASSELVI. A manifestação favorável ao primeiro curso chegou em
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Aquele ano de 1998 foi marcado por vários acontecimentos. Em fevereiro e março, houve visitas de
comissões de especialistas que se manifestaram favoráveis aos cursos de Administração e Ciências Contábeis.
Em 23 de outubro de 1998, em convênio com a Universidade da Região de Joinville – UNIVILLE –, iniciaram-
se as aulas de pós-graduação lato sensu nas áreas de Psicopedagogia e Informática Aplicada à Gestão
Empresarial. Já para o final daquele ano, houve a publicação dos pareceres positivos e das portarias de
autorização dos cursos de Administração (Portaria do MEC nº 1265, de 12/11/98) – com as habilitações em
Comércio Exterior, Finanças, Marketing, Recursos Humanos – e Ciências Contábeis (Portaria do MEC nº 1455,
de 23/12/98).
Toda organização do ano de 1998 foi essencial para que se pudesse lançar, no dia 15 de novembro,
o primeiro exame de seleção, que teve uma excelente adesão, a comunidade indaialense e entorno
demonstraram, com isso, o quão importante era para a região ter uma faculdade. Assim, no dia 22 de
fevereiro de 1999 começavam as aulas das primeiras turmas e estavam implantadas, definitivamente, as
faculdades e seus respectivos cursos: Faculdade de Ciências Sociais, com os cursos de Administração, com
ênfases em: Comércio Exterior, Finanças, Marketing e Recursos Humanos; e Ciências Contábeis; Faculdade
de Ciências da Educação, com o curso: Normal Superior Anos Iniciais do Ensino Fundamental e Educação
Infantil; e Faculdade de Ciências da Tecnologia, com o curso de Sistemas de Informação.
Dois anos após iniciar as atividades acadêmicas, através da Portaria do MEC nº 113, de 10 de
fevereiro de 2000, as faculdades mantidas pela ASSELVI foram transformadas em Faculdades Integradas do
Vale do Itajaí – FACIVI – e todos os cursos passaram a integrar essa mantida. Neste mesmo ano foi autorizado,
através da Portaria do MEC nº 1.125, de 2 de agosto de 2000, o curso de Comunicação Social, habilitação em
Publicidade e Propaganda. Já no ano de 2001 foi autorizado o curso de Direito (Portaria do MEC nº 2.271, de
18 de outubro de 2001) e o curso de Design-Moda (Portaria do MEC nº 2.868, de 14 de dezembro de 2001).
E no mês de setembro de 2002 foi credenciado o Instituto Superior de Educação de Indaial – ISEI – (Portaria
do MEC nº 2.607, de 18 de setembro de 2002), que possibilitou o reconhecimento do Curso Normal Superior,
contribuindo, com isso, com todo o projeto ASSELVI de ofertar à região em que atua ótimas opções de cursos
para desenvolvimento de mão de obra qualificada e tão necessária para o entorno.
Como toda IES que inicia, a faculdade ASSELVI já vislumbrava o momento de se tornar Centro
Universitário e, em paralelo a esses fatos, sempre trabalhou para organizar esse processo. Com isso, em
agosto de 2002, foi finalizado o projeto para elevar as Faculdades Integradas do Vale do Itajaí – FACIVI –,
mantidas pela ASSELVI, para Centro Universitário e apresentado ao MEC. Além desse projeto, em 2002 foram
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reconhecidos os primeiros cursos: Administração – com suas habilitações em Comércio Exterior, Finanças,
Marketing e Recursos Humanos (Portaria do MEC nº 540, de 4 de março de 2002), Ciências Contábeis
(Portaria do MEC nº 860, de 22 de março de 2002) e o curso de Sistemas de Informação (Portaria do MEC nº
957, de 27 de março de 2002).
Um ano depois, em 22 de novembro de 2005, a Portaria do MEC nº 4.017 autorizou a IES a ministrar
graduação na modalidade a distância em todo o território brasileiro. Assim, no primeiro semestre de 2006,
o Núcleo de Educação a Distância – NEAD – do Centro Universitário Leonardo da Vinci passou a ofertar seus
primeiros cursos na modalidade a distância. Neste mesmo ano, a Instituição também alterou sua
denominação para Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI – através da Portaria MEC nº 1.478,
de 17 de agosto de 2006 (denominação utilizada até hoje). De 2007 até hoje, a IES vem passando por diversos
processos avaliativos, destacando o ato de recredenciamento que ocorreu por meio da Portaria MEC nº 499,
de 12 de junho de 2013, Portaria MEC nº 763, de 18 de setembro de 2020 e Portaria MEC nº 1.017, de 13 de
dezembro de 2021.
Tomando-se por base a história da UNIASSELVI é possível constatar uma construção que busca
conciliar renovação, inovação e tradição. Nesse sentido, o foco estratégico da Instituição é o de se posicionar
como uma das principais instituições de ensino superior do país, oferecendo serviços educacionais de
qualidade assegurada, com reconhecimento nas comunidades onde atua. É nessa perspectiva que o Centro
Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI – atua na instituição sede, bem como nos polos de apoio
presencial, mantendo seu compromisso com seus acadêmicos, professores e funcionários.
Toda essa trajetória histórica auxiliou na construção da missão, visão e valores da IES, que serão
apresentados a seguir.
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Além de sempre prezar por sua missão e visão, realiza suas atividades tendo como princípios, que
norteiam as práticas de toda a comunidade acadêmica da UNIASSELVI, os seguintes valores:
• Vocação para ensinar – nossos profissionais têm prazer em educar e contribuir para o
crescimento dos nossos alunos.
• Foco em resultado e meritocracia – nossa equipe cresce por mérito através da superação
de metas e dedicação de cada um.
Essas definições organizacionais são a base para toda ação, seja ela acadêmica, pedagógica,
administrativa, financeira ou operacional, que a UNIASSELVI realiza ou vier a realizar. Todos os seus projetos,
programas, políticas e sua organização são planejados à luz dessas definições, que regem a razão de ser da
Instituição.
Como toda organização educacional, esta IES possui uma mantenedora e mantida, para que possa
realizar suas atividades de acordo com os princípios legais e regimentais. Para tanto, a seguir, são
apresentados os dados de identificação e como acontecem a relação entre ambas.
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CNPJ nº 01.894.432/0001-56
Rodovia BR 470 1040 - km 71, Bairro Benedito
Cidade: Indaial - SC
CEP: 89.084-405.
Fone: (47) 3321-9000
E-mail: informacoes@[Link]
Home page: [Link]
Sede: Rua Dr. Pedrinho, nº 79, Bairro Rio Morto, Indaial - SC – CEP 89082-262.
Núcleo de Educação a Distância - NEAD:
Rodovia BR 470 1040 - km 71, Bairro: Benedito, Indaial - SC, CEP 89084-405.
Logística: Rua Osvaldo Cruz, 234 - Fritz Lorenz, Timbó - SC, 89120-000
Fone: (47) 3281-9000.
E-mail: informacoes@[Link]
Home page: [Link]
Com essa perspectiva, compreende-se que o Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
está inserido a nível local, regional e nacional, tendo sua sede instalada na cidade de Indaial, localizada na
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região do Vale do Itajaí do Estado de Santa Catarina. Nesse sentido, a seguir, realiza-se uma descrição das
principais características deste município, do estado catarinense e a expansão e contribuição da IES
nacionalmente.
FONTE:
<[Link]
SantaCatarina_Micro_Blumenau.[Link]>. Acesso em: 15 fev. 2021.
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Indaial teve sua emancipação política em 21 de março de 1934. De acordo com dados do IBGE
(2020)1, o município possui uma população estimada em 70.900 habitantes em uma área de 430,790 km² e
um Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de 0,777, considerado como nível elevado pelo
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
Todas essas variáveis da cidade influenciam também em como a população se preocupa com a sua
formação escolar e superior, por isso é importante que se faça uma análise, neste Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI), de como estão os dados em relação à educação, para que se tenha um panorama geral
de qual cenário se desenha para a região de atuação da IES.
Por meio da análise dos dados apresentados, verifica-se que os alunos dos anos iniciais da rede
pública de Indaial tiveram nota média de 6,6 no IDEB e nos anos finais do ensino fundamental tiveram nota
de 5,5. Em relação à taxa de escolarização, considerando pessoas de 6 a 14 anos, o município atinge 98,1%,
de acordo com o último censo realizado pelo IBGE (2010). Isso faz com que o município fique na posição 5
de 12 dentre os municípios da sua região geográfica imediata, além disso, também fica na posição 170 de
295 dentre as cidades do Estado e na posição 1909 de 5570 dentre as cidades do Brasil.
No Ensino Médio, segundo dados fornecidos pelo Ministério da Educação (MEC) (2019), Santa
Catarina tem 399.848 alunos matriculados, sendo que desses, 3.979 estudam no município de Indaial.
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A partir desses indicadores, percebe-se que a população do Ensino Médio no município de Indaial
representa 0,99 % do total de acadêmicos matriculados no Estado de Santa Catarina. Com isso, compreende-
se que há uma fatia grande de população que precisa de continuação de sua formação básica, para que possa
atuar de forma exemplar no mercado de trabalho, o que justifica a localização e a atuação da IES na região.
Já em relação ao Ensino Superior, de acordo com dados do Censo da Educação Superior fornecidos
pelo Ministério da Educação (MEC, 2019), há 385.950 acadêmicos matriculados no Estado de Santa Catarina
e; 3.771 no município de Indaial. Percebe-se que a relação de matrículas no Ensino Superior no município de
Indaial representa 0,97% do total de matrículas no Estado de Santa Catarina.
Além dessa análise do cenário educacional, é importante que se apresente, resumidamente, o estado
em que a sede da IES se situa. Para isso, na seção a seguir, descrevem-se as principais informações de Santa
Catarina.
Em julho de 2010, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA realizou um estudo sobre a
temática da pobreza no Brasil: “Dimensão, evolução e projeção da pobreza por região e por estado no Brasil”.
Nesse foi analisada a evolução dos indicadores de 1995 a 2008 e os resultados para Santa Catarina foram
bastante positivos. O estado apresentou a maior redução acumulada na taxa de pobreza absoluta no período,
sendo a diminuição de 61,4%. O indicador passou de 29,8% em 1995 para 11,5% em 2008, sendo que no
Brasil o declínio foi de 33,6%, com a taxa passando de 43,4% para 28,8%. Ressalta-se que a pobreza absoluta
é medida pelo critério do rendimento médio domiciliar per capita de até meio salário-mínimo mensal. A
pobreza extrema, também alvo do estudo, leva em consideração o critério do rendimento médio domiciliar
per capita de até um quarto de salário-mínimo mensal. Nessa linha de pobreza, Santa Catarina se destaca
com a menor taxa do país (2,8%) (FIESC, 2011).
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Dados atuais trazidos pela Síntese de Indicadores Sociais (IBGE, 2019)3, ainda demonstram que o
estado catarinense tem o menor percentual brasileiro de pessoas que vivem em situação de pobreza e de
extrema pobreza, também, se apresentou como o estado com menor desigualdade (medido pelos índices de
Palma e de Gin).
Em relação à educação, o Estado tem a segunda menor taxa de analfabetismo do país, com 2,3% da
população com 15 anos de idade ou mais analfabetas (IBGE – PNAD - PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA
DE DOMICÍLIOS, 2019).
3 IBGE. Síntese de Indicadores Sociais: uma análise das condições de vida da população Brasileira. 2019. Disponível em:
< [Link] Acesso em: 13 jan. 2021.
4 BRASIL. Ministério de Minas e Energia. Plano Decenal de expansão de energia elétrica 2006-2015. 2006. Disponível
em: <[Link]
5 BRASIL. Ministério de Minas e Energia. Plano Decenal de expansão de energia 2026. Brasília: MME/EPE, 2017.
Disponível em:
<[Link]
4f5b-9167-d80b6ea8924e>.
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Em relação ao ensino básica, de acordo com dados do IBGE (2018)6, o estado catarinense possui
851.993 matrículas no ensino fundamental e 242.534 matrículas no ensino médio. O que representa o 12°
estado brasileiro com maior número de matrículas no ensino fundamental e ocupa a 8° posição em relação
aos matriculados no ensino médio. Santa Catarina, conta com 3119 escolas do ensino fundamental e 996
escolas do ensino médio. Ocupa, assim, 15° posição no ranking dos estados brasileiros em relação ao número
de escolas de ensino fundamental, e, 9° lugar no ranking referente as escolas do ensino médio.
Em relação ao Ensino Superior, há destaque para universidades públicas e privadas. Na área pública,
há a Universidade Federal, Estadual de Santa Catarina, os Institutos Federais Catarinense (IFC) e de Santa
Catarina (IFSC) e a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). No setor privado há várias opções
distribuídas em distintas regiões do Estado. A UNIASSELVI está entre essas e vem ampliando sua atuação pelo
território brasileiro, sobretudo com o ensino a distância, conforme se apresenta na seção a seguir.
relações compreendidas pela ação institucional com seu corpo social, com a sociedade e com o meio
ambiente. A figura a seguir demonstra a abrangência dos polos de apoio presencial da IES:
A descrição das condições socioeconômicas da área de abrangência de cada um dos polos de apoio
presencial está disponível no documento “Descrição das Condições Socioeducacionais da Região de
Abrangência dos Polos de Apoio Presencial8”. Compreendido o cenário local, regional e nacional que a
UNIASSELVI está inserida, passa-se, na seção a seguir, apresentar a área de atuação da IES.
1.6.1 Ensino
O Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI, a partir de sua grande representatividade
nacional, organiza suas atividades de ensino levando em consideração as seguintes premissas:
8 Devido ao extenso volume, esse documento não se encontra em anexo a este PPC, porém está disponível na
documentação do Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI para verificação.
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• Atuar na Educação Técnica, para formar profissionais técnicos aptos para a inserção em
setores profissionais e para a participação no desenvolvimento local, regional e nacional;
• Atuar na Educação Superior, para formar profissionais graduados aptos para a inserção em
setores profissionais e para a participação no desenvolvimento local, regional e nacional;
• Atuar na formação continuada de egressos através da oferta de cursos de pós-graduação lato
e stricto sensu;
• Promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e
benefícios da criação cultural na instituição;
• Atuar na difusão de conhecimentos culturais, científicos, conceituais e práticos, além de
divulgar o saber através do ensino e iniciação científica de publicações ou de outras formas de
comunicação.
Para isso, a Instituição oferta e ministra cursos na modalidade presencial e distância de
aperfeiçoamento, técnico de nível médio, graduação, pós-graduação lato sensu e, futuramente, ofertará
stricto sensu.
Para tanto, incentiva a realização de programas e projetos sempre com foco na pesquisa planejada
e atenta à realidade local, regional e nacional, possibilitando o engajamento dos pesquisadores na
comunidade em que estão inseridos. Incentiva ainda a busca por recursos financeiros como bolsas e apoio a
projetos que possam contribuir para a realização dos trabalhos científicos, seja interna ou externamente.
Além disso, aprimora constantemente as ferramentas que auxiliam nossos pesquisadores e estudantes, tais
como biblioteca, salas de aula e laboratórios, e incentiva a programação de eventos científicos e participação
em congressos, simpósios, seminários e encontros.
1.6.3 Extensão
O Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI adota a extensão como um pilar central para
a articulação entre o ensino e a iniciação científica, buscando ações que atendam à comunidade diretamente
por meio da própria IES ou através de parcerias com instituições públicas e privadas. Essa colaboração se dá
a partir de iniciativas de natureza cultural, desportiva, técnica e científica e artística. Igualmente à iniciação
científica, é estimulada a busca de recursos internos e externos à Instituição para o desenvolvimento de
projetos específicos da área de atuação.
As atividades de extensão permitem aos acadêmicos o aprofundamento acerca das teorias discutidas
em sala e complementam a aprendizagem com a aplicação prática. Além disso, divulgam o conteúdo
aprendido à comunidade, prestando-lhe serviços e assistência, ao mesmo tempo em que geram
oportunidades de aperfeiçoamento e engrandecimento de saberes da própria sociedade.
Essa conexão com a comunidade favorece a revisão e a renovação dos conteúdos curriculares e ações
da IES, orientando-a para o atendimento das comunidades em que está presente, nos vários municípios
brasileiros, de norte a sul do país.
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O Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI entende que uma Instituição de Ensino
Superior (IES) deve ser um espaço permanente de inovação, em que a aprendizagem, o ensino, a atualização
dos Projetos Pedagógicos de Curso (PPC), o perfil do profissional, as competências e habilidades, os saberes
(conceituais, procedimentais e atitudinais), as disciplinas (unidades curriculares), as matrizes curriculares, as
metodologias de ensino, as atividades de aprendizagem, o processo de avaliação, a extensão, a iniciação
científica, a educação das relações étnico-raciais e o tratamento de questões e temáticas referentes aos
afrodescendentes, nos termos da Resolução CNE/CP nº 01/2004, encontrem espaços para discussões e,
consequentemente, revisão de paradigmas, mudança de modelos mentais, de hábitos e culturas, seja no
desenvolvimento das atividades curriculares ou extracurriculares. Ao mesmo tempo em que as mudanças
são necessárias, os contrapontos surgem naturalmente no contexto, fato que propicia a real discussão de
ideias e posterior aplicação no dia a dia universitário. Pessoas, grupos, organizações, sobretudo instituições,
precisam encontrar um equilíbrio entre a estabilidade e as transformações, aprendendo a reconhecê-las e
aceitá-las, fazendo-as conviver adequadamente em qualquer situação.
O Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI sustenta seu PPC em quatro pilares, seguindo
os elementos norteadores do PDI e PPI: Saber, Fazer, Ser e Conviver.
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O pilar SABER tem como pressupostos teóricos autores como Perrenoud (1999, 1999, 2001, 2002),
Delors (1999) e Zabala (1998), com isso, em termos práticos, a proposta é desenvolver ações para cada um
dos pilares que foram definidos como conhecimento. Na construção dos PPCs da IES, a ênfase foi na
qualidade e essencialidade dos conteúdos para formação do perfil profissional desejado, portanto, o
currículo dos cursos deve promover uma seleção dos conteúdos a serem ensinados e exigidos, dando
prioridade a conteúdos essenciais que possam ser aplicados no desenvolvimento das competências e
habilidades necessárias para cada campo de atuação do curso. A construção das competências de cada área
de atuação de cada curso leva em consideração a reavaliação da quantidade e da qualidade dos conteúdos
trabalhados, pois são considerados válidos aqueles que puderem ser aplicados no desenvolvimento de uma
aprendizagem significativa.
Portanto, nenhum conteúdo é ministrado no curso se não estiver relacionado a uma competência ou
a um conteúdo significativo.
Já no pilar FAZER, trabalham-se as habilidades na perspectiva de que são inseparáveis da ação, mas
exigem domínio dos conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais da área de conhecimento escolhida
pelo acadêmico. Dessa forma, as habilidades se ligam aos atributos relacionados não apenas ao Saber, mas
ao Fazer, ao Ser e ao Conviver.
O pilar SER preocupa-se com as atitudes. Kardec (1978, 36) acentua que, “Do latim aptitudinem
atitude significa uma maneira organizada e coerente de pensar, sentir e reagir em relação a grupos, questões,
outros seres humanos, ou, mais especificamente, a acontecimentos ocorridos em nosso meio circundante”.
Portanto, pode-se dizer que atitude é a predisposição a reagir a um estímulo de maneira positiva ou negativa.
Para o Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI, atitude é a forma de agir de cada pessoa
alicerçada em seus conhecimentos, habilidades e valores emocionais, culturais, éticos e morais.
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cursos e em especial nas disciplinas cujo objetivo principal é trabalhar o comportamento utilizando como
meio os conteúdos de filosofia, sociologia e antropologia.
E com o pilar CONVIVER se compreende que a noção de interdependência, tanto pessoal quanto
profissional, é essencial para a busca da empregabilidade. A convivência começa pelo diálogo, a capacidade
dos acadêmicos de abandonarem paradigmas pré-concebidos e imbuírem-se na construção de um
verdadeiro pensar e aprender em conjunto. A disciplina e o exercício do diálogo envolvem também o
reconhecimento dos padrões de interação que dificultam a aprendizagem. Os padrões de defesa,
frequentemente, são profundamente enraizados na forma de operação de cada curso. Se não forem
detectados, minam a aprendizagem. Se percebidos e trazidos à tona de forma criativa, podem acelerar a
aprendizagem. O desenvolvimento do conviver se dá por meio da oferta de disciplinas de áreas que permitem
com que alunos de diferentes cursos possam realizar a troca de experiências e saberes contrapondo o ensino
conteudista. Por meio desse pilar, o processo de ensino e aprendizagem é enaltecido no decorrer da
formação acadêmica.
Buscando implementar ações concretas para cada pilar do conhecimento (Saber, Fazer, Ser e
Conviver), a proposta de organização curricular é baseada em um currículo por competências. O Centro
Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI, quando propõe um currículo por competências, pretende que
a aprendizagem se organize não em função de conteúdos informativos a serem transmitidos, mas em função
de competências que os acadêmicos devem desenvolver respeitando as aprendizagens, conhecimentos
prévios e as construções adquiridas anteriormente. A ênfase atribuída aos conteúdos transfere-se para as
competências e habilidades a serem construídas pelo sujeito responsável pela sua própria ação.
A aprendizagem baseada em conteúdos acumulados é substituída pela visão de que conteúdos não
constituem o núcleo de uma proposta educacional, mas representam suporte para competências. Assim, os
métodos, técnicas, estratégias não são meios no processo de ensinar e aprender, pois se identificam com o
próprio exercício das competências, mobilizados pelas habilidades, atitudes e conhecimentos em realizações
profissionais.
Essas reflexões permitem dizer que o paradigma em questão tem como característica o foco nos
conteúdos a serem ensinados; o currículo é considerado como meio, como um conjunto de disciplinas e como
alvo de controle do cumprimento dos conteúdos. O paradigma em implantação, assumido pela Instituição,
tem o foco nas competências a serem desenvolvidas e nos saberes a serem construídos. O currículo é visto
como conjunto integrado e articulado de situações-meio, didaticamente concebidas e organizadas para
promover aprendizagens significativas e funcionais, o alvo de controle constitui-se na geração das
competências profissionais gerais e específicas.
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Em que medida, enquanto IES democrática, é possível, efetivamente, colaborar para a construção do
novo homem e da nova sociedade, e ao mesmo tempo ser a melhor solução de educação para a construção
da história desse indivíduo?
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privilegiado da transformação e conservação do saber, onde se exercita a reflexão, o debate e a crítica, tendo
como proposta explícita a liberdade, a igualdade, a autonomia de direitos, a democracia, a cidadania, a
humanização e a existência social.
O Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI entende que é preciso fazer da sala de aula
um momento de discussão plena, que contribua para o desenvolvimento dos mais diferentes saberes e, por
consequência, com a transformação técnico-científica e humana do seu acadêmico. Acredita-se que a
concreta aplicação dos princípios e ideais do Projeto Pedagógico proposto somente se torna possível quando,
aliado à sua elaboração, projeta-se ações que contribuam para o desenvolvimento dos educadores frente ao
planejamento e organização em busca de novas metodologias, mais atualizadas e condizentes com o perfil
do ingressante da atualidade, as quais contribuam para o processo de ensino e aprendizagem e formação do
egresso aliado aos propósitos institucionais.
Para tanto, a filosofia institucional é formada, além das reflexões introdutórias, por seus princípios
gerais, o princípio “ser educador” e descrever as finalidades e objetivos da instituição, os quais também
conduzem a finalidade e os objetivos do Projeto Pedagógico de Curso e que serão apresentados a seguir.
• Propiciar a integração entre órgãos, setores e atividades afins, por meio de atividades
socioeconômicas, culturais, ambientais e esportivas que envolvam toda a comunidade
acadêmica;
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Por meio da gestão democrática e participativa, tendo como referência o cenário sociocultural,
econômico, científico e educacional, a IES define como princípios epistemológico-educacionais, entre outros:
• Oferta de cursos que atendam à demanda social e estejam de acordo com os padrões de
qualidade especificados pelos órgãos competentes, bem como em consonância com as
diretrizes específicas quando existentes e, para a graduação, observa-se ainda as Diretrizes
Curriculares Nacionais e o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia;
Todo este cenário é permeado pelas políticas de ensino e ações acadêmicas para os cursos de
graduação e pós-graduação do Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI, da mesma forma, que
no cenário da Educação a Distância pela Política Institucional para esta modalidade, que fomenta a
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modalidade a distância da IES, como meio de socialização a comunidade acadêmica, descrevendo sua
estrutura pedagógica e acadêmica, estando ambas, amplamente voltadas para a promoção da aprendizagem
acadêmica e do desenvolvimento social, ambiental, econômico e científico dos locais onde os cursos as
UNIASSELVI são ofertados.
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O Ser Educador possui, essencialmente, como característica do seu trabalho, uma capacidade
formadora, pelo empreendimento de conduta e ações reflexivas que contribuem para o desenvolvimento de
indivíduos mais conscientes, pois representam, por meio de suas condutas, valores éticos e morais tão
necessários à coletividade. Educa-se através do exemplo. A função primordial de toda e qualquer pessoa que
integra a equipe do Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI é Ser Educador, seguida pelo
exercício de um cargo ou função. Essa perspectiva converge para o cumprimento da missão, visão, valores,
objetivos e metas institucionais.
O Projeto Pedagógico Institucional está vinculado a um projeto de sociedade, logo, o futuro do Centro
Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI dependerá da forma e da capacidade em responder às
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demandas sociais da região, do país e das transformações globais, por meio do ensino, da iniciação científica
e da extensão.
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• Estimular a criação cultural e preservar a cultura como forma de fazer emergir a identidade
regional em seus valores étnicos, artísticos, espirituais, sociais e econômicos pelas
manifestações e criações da comunidade;
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• Promoção humana e igualdade étnico-racial: partindo da premissa que “a escola tem papel
preponderante para eliminação das discriminações e para emancipação dos grupos
discriminados”, proporcionada pelo acesso aos conhecimentos científicos, aos registros
culturais diferenciados, à conquista da racionalidade que rege as relações sociais e raciais,
aos conhecimentos avançados, indispensáveis para consolidação e ajuste das nações como
espaços democráticos e igualitários, assim como pela adoção de medidas educacionais que
valorizem e respeitem as pessoas para que não haja discriminações sociais e raciais em sua
comunidade acadêmica;
Assim, o Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI compreende que seu papel é, antes
de tudo, estruturador e que não se resume ao diálogo e ao atendimento das demandas da sociedade. Nesse
sentido, contribuirá ativamente para as transformações sociais, ao produzir, discutir e difundir
conhecimento. Com isso, a responsabilidade social está intrínseca nas diversas atividades a serem
desenvolvidas pela Instituição, com um tratamento abrangente nas relações compreendidas com seu corpo
administrativo, docente e discente, com a sociedade e com o meio ambiente.
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III. congressos é registrada nos Relatórios de Eventos e Visitas Técnicas do Curso. Os colaboradores
recebem incentivo através de licença remunerada, para participação em eventos relacionados
ao objetivo do curso. Ao retornar, o profissional compartilha o conhecimento advindo do evento
do qual participou no Seminário Compartilhando Saberes;
IV. Projeto de cursos livres e de nivelamento: são oferecidos cursos livres e de nivelamento aos
acadêmicos, docentes, tutores internos e externos, articuladores, intérpretes educacionais e
demais colaboradores, além da oferta de formação continuada aos atores pedagógicos.
VI. Recurso Interativo: a IES oferece Recursos Interativos relacionados a diversas temáticas. Esses
objetos estão disponíveis no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), nas trilhas de
aprendizagem;
VII. Trilhas de aprendizagem: todos os acadêmicos têm acesso ao AVA e usufruem das trilhas de
aprendizagem, regidas pela hipertextualidade, a exemplo da trilha do curso e trilha das
disciplinas, nas quais há diversos materiais. A trilha da disciplina é composta por enquetes,
material de apoio, livro didático virtual, vídeos das disciplinas, Recursos Interativos, entre outros
materiais que auxiliam o acadêmico na realização de atividades ligadas ao ensino, à iniciação
científica e à extensão.
IX. Laboratórios Virtuais: O laboratório virtual é uma tecnologia inovadora desenvolvida com o
intuito de ampliar o conhecimento e vivência do acadêmico nas atividades práticas de seu curso.
Em um ambiente virtual que mimetiza o ambiente físico, proporcionamos ao acadêmico uma
experiência realística de atividades, experimentos e práticas realizadas na rotina de um
profissional da área, permitindo assim sua imersão na profissão.
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desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Dessa forma, tem por finalidade promover ações de
ensino e aprendizagem em uma perspectiva inclusiva, vinculadas diretamente aos seguintes núcleos: Núcleo
de Apoio Psicopedagógico (NUAP) e Núcleo de Inclusão e Acessibilidade (NIA), considerando ações de apoio
psicopedagógico aos atores pedagógicos e acadêmicos da instituição, livre de barreiras, sejam elas
arquitetônicas, procedimentais, atitudinais, pedagógicas, comunicacionais ou sociais, estimulando as
relações de igualdade e gênero, potencializando o respeito às diferenças por meio da conscientização dos
direitos individuais e coletivos e contribuindo para inclusão social e diversidade humana.
Neste cenário é importante que façamos a descrição do contexto em que se encontra inserido o
Curso Superior De Tecnologia Em Gastronomia da UNIASSELVI:
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3.1.1 POLÍTICAS
A seguir, são elencadas as políticas do Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI. No PDI,
as políticas institucionais são apresentadas de maneira resumida. A publicação integral está disponível tanto
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nas decisões da reitoria quanto no sistema Gioconda, que é acessado por toda comunidade interna,
possibilitando, assim, a divulgação dos atos institucionais a todos.
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Com este cenário o Curso Superior De Tecnologia Em Gastronomia busca concretizar atuações do
Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia e possibilitar que o acadêmico possa reconhecer em
seu futuro mercado de trabalho as necessidades de cada realidade local e regional.
Onde menciona que o Gastrônomo concebe, planeja, gerencia e operacionaliza produções culinárias
nas diferentes fases dos serviços de alimentação. Cria preparações culinárias e valoriza a ciência dos
ingredientes. Diferencia e coordena técnicas culinárias. Planeja, controla e avalia custos. Coordena e gerencia
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pessoas de sua equipe. Valida a segurança alimentar. Planeja, elabora e organiza projetos de fluxo de
montagem de cozinha. Identifica utensílios, equipamentos e matéria-prima em restaurantes e
estabelecimentos alimentícios. Articula e coordena empreendimentos e negócios gastronômicos. Identifica
novas perspectivas do mercado alimentício. Vistoria, avalia e emite parecer técnico em sua área de formação.
Alinhado com a política de implantação de novos cursos de graduação e pós-graduação lato sensu,
que apresenta as diretrizes e as etapas para a implantação de novos cursos, objetivando tornar transparentes
o fluxo e o alinhamento dessas ações e priorizando a qualidade desse processo no sentido de produzir
impactos positivos e desenvolvimento social, político e econômico nas regiões em que os cursos serão
ofertados, foi criada de maneira diferenciada e inovadora a Comissão de Estudos de Viabilidade de
Implantação de Novos Cursos – CEVINC. Assim, para o Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia a
justificativa de sua oferta e número de vagas está pautada em estudos em documentos específicos, que
comprovam sua adequação à dimensão do corpo docente e tutorial e às condições de infraestrutura física e
tecnológica para o ensino e a pesquisa/iniciação científica.
Segundo a ABIA (associação Brasileira de Industria de Alimentos) retrata em seu relatório anual de
2021 que a indústria brasileira de alimentos e bebidas é a maior do País: representa 10,6% do PIB brasileiro
e gera 1,72 milhão de empregos formais e diretos onde o Brasil é o segundo maior exportador de alimentos
industrializados do mundo, levando seus alimentos para 190 países. Um setor que produz com qualidade,
segurança, sustentabilidade, e que investe constantemente em inovação e tecnologia para atender ao
crescimento da população mundial e aos diversos estilos de vida. Nesse sentido, observa-se que é importante
formar profissionais capazes de atuar no setor de modo a enfrentar eventuais dificuldades no mercado, bem
como, desempenhar suas funções e atividades com base nos conhecimentos teóricos e práticos e no uso
adequado de tecnologias existentes, que possam oferecer serviços de bebidas e alimentação que valorizam
a gastronomia local, regional e nacional.
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3.3.1 CEVINC
A comissão de estudos de viabilidade de implantação de novos cursos – CEVINC - tem por objetivo
realizar estudos de viabilidade de implantação de novos cursos para o Centro Universitário Leonardo da Vinci
– UNIASSELVI, sejam cursos de graduação ou pós-graduação. Avalia-se nos estudos da comissão, aspectos
relativos ao desenvolvimento regional, aspectos sociais, educacionais, políticos e econômicos.
Leva-se em conta também o Plano Nacional da Educação (PNE) vigente no período de análise de
implantação de novos cursos. A comissão, juntamente com a Reitoria da IES, projeta a demanda de cursos,
verificando a relação entre números de matriculados e evadidos, bem como a contribuição para o
desenvolvimento da comunidade e para os indicadores das políticas públicas. Objetiva-se com isso, delinear
cenários de curto, médio e longo prazo, para a oferta de cursos na IES.
Além disso, o Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI leva em conta o Plano de Garantia
de Acessibilidade da UNIASSELVI, para a oferta de novos cursos de Graduação e Pós-Graduação Lato Sensu.
Este plano prevê os padrões mínimos de acessibilidade nos polos e unidades e a política de expansão de
polos que prevê uma estrutura adequada a ser disponibilizada, seja do ponto de vista físico, tecnológico,
administrativo e pedagógico.
De acordo com as definições institucionais, o lançamento de novos cursos poderá ocorrer até duas
vezes por ano, a cada edital, conforme previsto no PDI, e será organizado pela Comissão de Estudos de
Viabilidade de Implantação de Novos Cursos (CEVINC). A equipe fica responsável por conduzir todas as
atividades até a implantação dos cursos, sendo que, necessariamente, a efetiva oferta de cursos ocorrerá
somente após a devida aprovação e homologação da Câmara de Ensino e Conselho Superior, assim como sua
publicação. Além disso, levando em conta a prerrogativa de autonomia, a instituição criará os cursos por
meio de resolução específica e definirá o número de vagas anuais a serem ofertadas, com base nos estudos
provenientes da CEVINC.
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• Concebe, planeja, gerencia e operacionaliza produções culinárias nas diferentes fases dos serviços
de alimentação.
• Cria preparações culinárias e valoriza a ciência dos ingredientes.
• Diferencia e coordena técnicas culinárias.
• Planeja, controla e avalia custos.
• Coordena e gerencia pessoas de sua equipe.
• Valida a segurança alimentar.
• Planeja, elabora e organiza projetos de fluxo de montagem de cozinha.
• Identifica utensílios, equipamentos e matéria-prima em restaurantes e estabelecimentos
alimentícios.
• Articula e coordena empreendimentos e negócios gastronômicos.
• Identifica novas perspectivas do mercado alimentício.
• Vistoria, avalia e emite parecer técnico em sua área de formação.
Nesta condição, tem como pressupostos essenciais levar ao mercado egressos com o compromisso
em atuar no contexto socioeconômico e político do país como profissionais e cidadãos envolvidos com os
interesses e desafios da sociedade contemporânea, capaz de acompanhar a evolução científica e tecnológica
da sua área de atuação e que se oriente pelos padrões éticos e profissionais expressando conduta moral e
de respeito ao ser humano.
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Assim, buscar-se-á formar um profissional de Gastronomia que possa interagir com profissionais de
outras áreas. Para o atendimento deste perfil, o profissional de Gastronomia deve conhecer de forma geral
e abrangente as principais áreas de aplicação (Turismo e Hotelaria, Nutrição, Saúde, Marketing, entre outras).
O Profissional formado pelo Cursos Superiores de Tecnologia em Gastronomia tem uma educação
formal voltada para a racionalização do uso das técnicas e recursos tecnológicos, desenvolvimento,
gerenciamento, manutenção e excelência das atividades relacionadas ao setor de alimentos e bebidas, por
meio de utilização de técnicas básicas e avançadas da culinária.
O Gastrônomo, deve ainda, estar compromissado com a ética, com a responsabilidade social e
educacional e com as consequências de sua atuação no mundo do trabalho. Finalmente, deverá ampliar o
senso crítico necessário para compreender a importância da busca permanente da educação continuada e
do desenvolvimento profissional.
Na garantia do acompanhamento desse público, o curso conta com o apoio institucional através da
Política de Acompanhamento de Egressos do Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI –, a qual
vincula-se à ideia de obter uma avaliação continuada das condições de oferta dos cursos da IES em suas
diferentes modalidades e níveis de aprendizagem, incentivando os novos acessos e a permanência para seus
egressos, bem como visando à formação de profissionais capazes de se integrarem no mercado de trabalho.
Corrobora com a implantação desta política o NAEG – Núcleo de Acompanhamento do Egresso –, que tem
finalidade obter uma avaliação contínua das condições de oferta dos cursos da IES em suas diferentes
modalidades e níveis de aprendizagem, visando a formação de profissionais capazes de se integrarem no
mercado de trabalho.
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Além de garantir a adequação da oferta dos cursos e constituir um instrumento para fonte de dados
e de informações para a autoavaliação continuada da IES, essa política possibilita, através da coleta de dados,
identificar a necessidade de novos perfis de profissionais. Os dados obtidos permitem realizar o mapeamento
e a construção de indicadores para uma discussão em termos da efetiva qualidade dos cursos e da
repercussão desses no mercado de trabalho e na sociedade, visando subsidiar os proponentes de cursos para
a revisão e organização das propostas de formação, possibilitando a promoção de ações reconhecidamente
exitosas ou inovadoras e, consequentemente, formar profissionais cada vez mais qualificados para o
exercício de suas atribuições.
• Centros gastronômicos.
• Embaixadas e consulados.
• Empresas de hospedagem, recreação e lazer.
• Hospitais e Spas.
• Indústria alimentícia.
• Parques temáticos, aquáticos, cruzeiros marítimos.
• Restaurantes comerciais, institucionais e industriais, catering, bufês e bares.
• Instituições de Ensino, mediante formação requerida pela legislação vigente.
Para cada curso da UNIASSELVI foi concebido o escopo acadêmico baseado no perfil profissional
almejado, bem como nas competências a serem trabalhadas, considerando que um conteúdo
profissionalizante somente será ministrado se estiver associado diretamente ao desenvolvimento de uma
competência necessária para a empregabilidade dos egressos do curso.
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Para cada curso de graduação é especificada a carga horária mínima legal, distribuída pelas matérias,
disciplinas e atividades do respectivo currículo. Em termos genéricos, currículo é um plano pedagógico
institucional para orientar a aprendizagem dos acadêmicos de forma sistemática. É importante observar que
esta ampla definição pode adotar variadas matizes e as mais variadas formas, de acordo com as diferentes
concepções de aprendizagem que orientam o currículo, ou seja, dependendo do que se entenda por
aprender e ensinar, o conceito varia como também varia a estrutura sob a qual é organizado.
Sabendo que não existem receitas padronizadas, razão pela qual a criatividade e a busca de inovação
passam a ser fundamentais, os cursos buscarão construir um currículo, no qual os conteúdos serão
ministrados de forma aplicada e, na medida em que se necessite, dependendo da evolução da aprendizagem,
ao longo do período letivo. Os currículos foram elaborados obedecendo às exigências legais, às DCN e ao
Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia dos respectivos cursos, bem como observando o
Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. Cada disciplina guarda certa autonomia com respeito
às demais, porém, ao mesmo tempo, se articula com as outras com vistas à totalização das áreas de atuação
e do perfil profissional.
Os cursos possuem como parâmetro para organização das disciplinas os conteúdos. As competências
geram os conteúdos profissionalizantes e estes definem os conteúdos de conhecimentos prévios que serão
necessários e o momento em que serão aplicados. Dessa forma, não é o nome da disciplina que determina
os conteúdos e sim os conteúdos que determinam o nome da disciplina.
O modelo pedagógico da UNIASSELVI será representado por (6) seis tipos de disciplinas:
• DISCIPLINAS INSTITUCIONAIS
• ESTUDOS TRANSVERSAIS
• DISCIPLINAS DE ÁREA
• DISCIPLINAS DE CURSO
• CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
• DISCIPLINAS OPTATIVAS
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de Metodologia Científica possibilita a análise e compreensão das mais variadas formas de estudo e pesquisa,
permitindo a compreensão do conhecimento e da ciência enquanto eixos norteadores de intervenção social.
Além de ser uma exigência legal, a oferta das disciplinas visa inserir os conteúdos na matriz curricular
do acadêmico, possibilitando o contato com diversos temas, no intuito de auxiliar na sua formação e permitir
que acompanhem as mudanças no mercado de trabalho e a evolução das novas tecnologias.
Tal tema aborda a interpretação das leituras dos livros de estudos, artigos científicos, leituras
complementares, jornais e outros materiais que utilizam estas ferramentas em suas publicações, as quais
requerem o uso de habilidades e competências para a compreensão e entendimento do assunto que está
sendo tratado.
Assim, as disciplinas de área, por meio do estudo conjunto dos conteúdos comuns, possuem como
um dos objetivos trabalhar a convivência entre os acadêmicos dos cursos desta área.
• Gestão de Pessoas
• Básica de Cervejeiro
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A disciplina de Sociedade e Meio Ambiente trata das relações humanas e o ambiente natural na
sociedade brasileira. Trata também da evolução histórica, das relações étnico-raciais da cultura afro-
brasileira e indígena dos direitos humanos, desde a história dos direitos humanos, dignidade e igualdade
humana aos fundamentos políticos da proteção do meio ambiente, das políticas públicas para o
desenvolvimento sustentável e educação ambiental e da sustentabilidade socioambiental. Trata também dos
conflitos socioambientais e da tecnologia e sustentabilidade.
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Assim, a matriz curricular do curso foi organizada associando disciplinas teórico-práticas, partilhadas
em disciplinas institucionais, de área e de curso, atendendo a Resolução nº 2, de 1º de julho de 2015, que
preconiza a carga horária mínima. Segue a estrutura e sua respectiva carga horária:
Atividades Acadêmicas
1280 horas
Curriculares Teóricas
1720 horas
Atividades Acadêmicas
440 horas
Curriculares Práticas
• Laboratório de informática nos polos: permite o acesso, com auxílio de áudio, ao vídeo
especializado para apoio a deficientes auditivos e visuais (Hand Talk, Dosvox, NVDA);
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As disciplinas curriculares, bem como os Cursos Livres, apresentam uma proposta de flexibilização de
integração da teoria/prática e de interdisciplinaridade na formação didático-pedagógica, por meio de
componentes tecnológicos que são apresentados no Ambiente Virtual de Aprendizagem do acadêmico
através da trilha de aprendizagem e seus respectivos materiais e seus mecanismos de familiarização,
considerando a modalidade de Educação a Distância.
Essa proposição da transdisciplinaridade adotada neste Projeto Pedagógico prevê o estímulo aos
docentes para a execução de práticas pedagógicas inovadoras e ações de extensão com a finalidade de
complementar a formação discente, que ultrapassem os limites dos conteúdos previstos nas ementas das
disciplinas, desde que alinhadas ao perfil desejado para o egresso e aos princípios norteadores do curso.
Perspectivas Profissionais 80
Gestão de Pessoas 80
1 História da Gastronomia Mundial 80 20
Microbiologia, higiene e segurança 80
Habilidades básicas 40 40
Metodologia Científica 80
Sociedade e Meio Ambiente 80
2 Cozinha Fria 80 40
20
Serviços em Restaurante Barista e Barman 80 40
Seminário Interdisciplinas: Introdução à
40
Pesquisa
Gestão e Negócios em Hotelaria 80
Cozinha Nutricional, Gastronomia Vegana e
80 40
Vegetariana
3 Cozinha Clássica Francesa e Italiana 80 40 20
Cozinha Oriental 80 40
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Cozinha Internacional 80 40
Panificação 80 40
Ciência dos Alimentos 80
4
Gastronomia Brasileira 80 40
Estudo Transversal 20 20
Seminário Interdisciplinar: Iguaria Regional 40
Confeitaria 80 40
Básico de Cervejeiro 80 40
Optativa 80
5 20
Enogastronomia 80
Estudo Transversal I 20
Seminário Interdisciplinar: Harmonização de
40
Alimentos e Bebidas
TOTAL: 1440 440 100
TOTAL GERAL: 1980
FONTE: Dados institucionais.
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Tópicos Especiais 80
FONTE: Dados institucionais.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
Cabe salientar que novos temas podem ser incluídos a partir de sugestões e da discussão entre
discentes, corpo docente, NDE e coordenação do curso, de modo a manter o caráter de atualidade e cumprir
o esperado papel da transversalidade.
3.10 METODOLOGIA
O modelo metodológico das disciplinas ofertados na modalidade EAD é bimodal e multimidiático. O
modelo bimodal justifica-se pela composição do sistema em atividades presenciais e a distância (síncronas e
assíncronas). Esta metodologia é adotada para todas as ofertas de ensino. Nos encontros presenciais são
apresentadas as ementas, os conteúdos das disciplinas, realiza-se o esclarecimento de dúvidas e são
aplicadas as avaliações. Já as atividades a distância são concebidas para possibilitar a realização de webaulas,
autoestudos, autoatividades e avaliações.
Cada disciplina é estruturada de acordo com a carga horária que possui. As atividades incluem
autoestudo e atividades presenciais obrigatórias. A seguir, apresenta-se a métrica das disciplinas conforme
carga horária:
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
Esses encontros têm como objetivo a realização, em sala física ou sala virtual, de atividades coletivas
e individuais, favorecendo a aplicação dos conteúdos do curso às realidades regionais. Com isso, os
acadêmicos fortalecem o senso de pertencimento ao grupo, além de terem a oportunidade de construir o
conhecimento na interação com o tutor e com os demais acadêmicos. São nesses momentos também que o
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tutor realiza a orientação dos Seminários. Para o desenvolvimento desta atividade, o acadêmico conta
também com a orientação e mediação dos professores e tutores internos.
Por meio dos encontros presenciais ou em salas virtuais, tutores externos e acadêmicos se
relacionam num ambiente de aprendizagem voltado para a percepção e compreensão da diversidade
humana apresentada, tratando-a com respeito e responsabilidade. Nesse contexto, encontra-se também o
intérprete educacional, que utiliza procedimentos, equipamentos e materiais específicos para atender às
necessidades educacionais especiais dos acadêmicos, promovendo a inclusão de todos.
Por meio dos encontros presenciais em ambiente físico no polo ou nos encontros presenciais em
ambiente virtual, tutores externos e acadêmicos se relacionam num ambiente de aprendizagem voltado para
a percepção e compreensão da diversidade humana apresentada, tratando-a com respeito e
responsabilidade. Nesse contexto, encontra-se também o intérprete educacional, que utiliza procedimentos,
equipamentos e materiais específicos para atender às necessidades educacionais especiais dos acadêmicos,
promovendo a inclusão de todos. Cada disciplina dos cursos de graduação é estruturada em quatro encontros
presenciais em ambiente físico no polo, conforme descrito a seguir.
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1º ENCONTRO PRESENCIAL
• Apresentação dos objetivos da disciplina sua importância no contexto teórico-prático;
• Explicações gerais referentes à disciplina; estímulo à reflexão e à participação acadêmica.
• Apresentação do vídeo da Unidade 1;
• Orientações referentes ao conteúdo da Unidade 1; e da realização das autoatividades.
• Incentivo ao uso e acesso ao AVA.
INTERVALO
• Apresentação do vídeo da Unidade 1.
• Orientações referentes ao conteúdo da Unidade 1.
• Orientação para as autoatividades da Unidade 1.
• Encaminhamentos dos estudos da semana (leitura da Unidade 1; autoatividades)
2º ENCONTRO PRESENCIAL
• Momento de boas-vindas e acolhimento.
• Discussão e correção das autoatividades referentes à Unidade 1 e esclarecimento de
eventuais dúvidas.
• Estímulo à reflexão e à participação acadêmica.
• Indicação e orientação dos materiais e dos recursos disponíveis na Trilha de Aprendizagem.
• Incentivo ao uso e acesso ao AVA.
• Orientação da disciplina Seminário Interdisciplinar.
INTERVALO
• Apresentação do vídeo da Unidade 2 e demais materiais complementares da trilha.
• Orientações referentes ao conteúdo da Unidade 2.
• Orientação para as autoatividades da Unidade 2.
• Encaminhamentos dos estudos da semana (acesso à trilha e leitura dos conteúdos da
Unidade 2 e suas autoatividades)
• Orientação para a realização da 1ª avaliação sobre o conteúdo da Unidade 1.
3º ENCONTRO PRESENCIAL
• Momento de boas-vindas e acolhimento.
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4º ENCONTRO PRESENCIAL
• Discussão e correção das autoatividades referentes à Unidade 3 e esclarecimento de
eventuais dúvidas.
• Revisão geral dos conteúdos da disciplina.
INTERVALO
• Orientação para realização da 3ª e última avaliação referente a todas as unidades do
conteúdo da disciplina.
• Correção de paper da turma.
FONTE: Dados institucionais.
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3º ENCONTRO PRESENCIAL
• Momento de boas-vindas e acolhimento.
• Discussão e correção das autoatividades referentes à Unidade 1 e esclarecimento
de eventuais dúvidas.
• Estímulo à reflexão e à participação acadêmica.
• Indicação e orientação dos materiais e dos recursos disponíveis na Trilha de
Aprendizagem.
• Incentivo ao uso e acesso ao AVA.
• Orientação da disciplina Seminário Interdisciplinar.
INTERVALO
• Apresentação do vídeo da Unidade 2 e demais materiais complementares da
trilha.
• Orientações referentes ao conteúdo da Unidade 2.
• Orientação para as autoatividades da Unidade 2.
• Encaminhamentos dos estudos da semana (acesso à trilha e leitura dos conteúdos
da Unidade 2 e suas autoatividades)
• Orientação para a realização da 1ª avaliação sobre o conteúdo da Unidade 1.
INTERVALO
• Conclusão da prática demonstrativa;
• Explicação sobre os resultados obtidos;
• Orientação para adaptação ou releitura da prática em âmbito regional;
• Encaminhamentos dos estudos da semana (recriar a execução da prática)
5º ENCONTRO PRESENCIAL
• Momento de boas-vindas e acolhimento.
• Discussão e correção das autoatividades referentes à Unidade 2 e esclarecimento
de eventuais dúvidas.
• Explicações gerais referentes aos conteúdos da Unidade 3 e à realização das
autoatividades.
• Indicação e orientação dos materiais e dos recursos disponíveis na Trilha de
Aprendizagem.
• Incentivo ao uso e acesso ao AVA.
INTERVALO
• Apresentação do vídeo da Unidade 3.
• Orientações referentes ao conteúdo da Unidade 3.
• Orientação para as autoatividades da Unidade 3.
• Encaminhamentos dos estudos da semana (acesso à trilha e leitura dos conteúdos
da Unidade 3 e suas autoatividades)
• Orientação para a realização da 2ª avaliação referente ao conteúdo da Unidade 2.
7º ENCONTRO PRESENCIAL
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1º ENCONTRO VIRTUAL
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3º ENCONTRO PRESENCIAL
• Momento de boas-vindas e acolhimento.
• Discussão e correção das autoatividades referentes à Unidade 1 e esclarecimento
de eventuais dúvidas.
• Estímulo à reflexão e à participação acadêmica.
• Indicação e orientação dos materiais e dos recursos disponíveis na Trilha de
Aprendizagem.
• Incentivo ao uso e acesso ao AVA.
• Orientação da disciplina Seminário Interdisciplinar.
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INTERVALO
• Apresentação do vídeo da Unidade 2 e demais materiais complementares da
trilha.
• Orientações referentes ao conteúdo da Unidade 2.
• Orientação para as autoatividades da Unidade 2.
• Encaminhamentos dos estudos da semana (acesso à trilha e leitura dos conteúdos
da Unidade 2 e suas autoatividades)
• Orientação para a realização da 1ª avaliação sobre o conteúdo da Unidade 1.
INTERVALO
• Conclusão da prática demonstrativa;
• Explicação sobre os resultados obtidos;
• Orientação para adaptação ou releitura da prática em âmbito regional;
• Encaminhamentos dos estudos da semana (recriar a execução da prática)
5º ENCONTRO PRESENCIAL
• Momento de boas-vindas e acolhimento.
• Discussão e correção das autoatividades referentes à Unidade 2 e esclarecimento
de eventuais dúvidas.
• Explicações gerais referentes aos conteúdos da Unidade 3 e à realização das
autoatividades.
• Indicação e orientação dos materiais e dos recursos disponíveis na Trilha de
Aprendizagem.
• Incentivo ao uso e acesso ao AVA.
INTERVALO
• Apresentação do vídeo da Unidade 3.
• Orientações referentes ao conteúdo da Unidade 3.
• Orientação para as autoatividades da Unidade 3.
• Encaminhamentos dos estudos da semana (acesso à trilha e leitura dos conteúdos
da Unidade 3 e suas autoatividades)
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INTERVALO
• Conclusão da prática demonstrativa;
• Explicação sobre os resultados obtidos;
• Orientação para adaptação ou releitura da prática em âmbito regional;
• Encaminhamentos dos estudos da semana (recriar a execução da prática)
7º ENCONTRO PRESENCIAL
• Discussão e correção das autoatividades referentes à Unidade 3 e esclarecimento
de eventuais dúvidas.
• Revisão geral dos conteúdos da disciplina.
INTERVALO
• Orientação para realização da 3ª e última avaliação referente a todas as unidades
do conteúdo da disciplina.
• Correção de paper da turma.
INTERVALO
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A seguir, apresenta-se também um quadro com a descrição das atividades obrigatórias para cada
uma das ofertas, bem como a carga horária realizada em cada uma das atividades.
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Ambiente Virtual
Avaliações de Aprendizagem N2 20 horas
de Aprendizagem
Polo de Apoio
Socialização das disciplinas de Seminários Interdisciplinares 9 horas
Presencial
Ambiente Virtual de
Avaliações de Estudos Transversais Aprendizagem
2 horas
FONTE: Dados institucionais.
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Sincronicamente, o acadêmico utiliza o WhatsApp, atendimento on-line para, por exemplo, sanar
dúvidas com relação ao conteúdo que está estudando e solicitar orientação para o desenvolvimento da
prática. O WhatsApp é uma ferramenta que pode ser utilizada pelo tutor presencial ou acadêmico para
solicitar orientações ao docente sobre o conteúdo das disciplinas do curso e das práticas. Esse mesmo canal
de comunicação permite ainda esclarecimentos sobre: preenchimento do diário de classe on-line, correção
das avaliações e validação das horas complementares.
Outra ferramenta síncrona é o TEAMS – Microsoft Teams, que é um hub de local de trabalho do
acadêmico, onde ele encontra a sua turma, seus colegas e sua sala online. Disposto em uma equipe de seu
curso o acadêmico reúne tudo o que precisa: chat e conversas encadeadas, reuniões e videoconferências,
chamadas e colaboração de conteúdo com o poder dos aplicativos da Microsoft 365 e a capacidade de criar
e integrar aplicativos e fluxos de trabalho essenciais para desempenhar seus estudos, sendo também uma
ferramenta importante para a oferta Flex Curso, pela qual é transmitida as aulas ao vivo pelo tutor externo,
fornecendo ao acadêmico uma alta capacidade de interação e mobilidade pois o aplicativo roda
simultaneamente em PC e smartphone.
Também as interações síncronas também acontecem por meio de webconferências entre o docente
e os tutores externos para esclarecimentos acerca do conteúdo das disciplinas. Todos esses esclarecimentos
podem acontecer também de maneira assíncrona, por meio da ferramenta contato, protocolo de
atendimento, requerimento e e-mail.
A mediação assíncrona acontece quando o acadêmico utiliza os diferentes mecanismos para esse
tipo de mediação. A instituição possui a ferramenta contato, os e-mails, os protocolos de atendimento e,
ainda, as solicitações feitas por meio de requerimentos. Outros mecanismos podem ainda ser destacados
dentro do processo assíncrono: o acesso à trilha de aprendizagem da disciplina, que permite a mediação por
meio do livro didático virtual, do Recursos Interativos, do vídeo da disciplina, da enquete e material de apoio.
Ainda, para complementar esse processo de interação, tem-se a oferta, via AVA, dos cursos de
formação continuada, voltados ao aprimoramento da aprendizagem acadêmica; e a realização da Jornada de
Integração Acadêmica (JOIA), que inclui os acadêmicos no processo de iniciação científica.
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O acesso aos cursos disponibilizados, bem como sua realização, ocorre no Ambiente Virtual de
Aprendizagem. Os cursos livres são também ofertados para a comunidade, contemplando as condicionantes
de acessibilidade pedagógica e atitudinal.
Salienta-se que o Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia é ofertado nos tipos de oferta
Semipresencial e Flex Curso.
Disciplinas semipresenciais
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Ressalva-se que neste modelo de oferta existe a presencialidade obrigatória do discente no polo de
apoio presencial para realização da avaliação final, pois, no modelo Flex Curso, o discente faz a prova
monitorada presencialmente no polo de apoio presencial.
Na oferta Flex Curso, portanto, o acadêmico segue na modalidade do primeiro ao último módulo,
conforme descrição a seguir:
1º 2º 3º 4º
Mód. Mód. Mód. Mód.
Disciplinas semipresenciais
Fonte: Dados institucionais
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Neste cenário das avaliações, o Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NUAP) tem relevante participação,
no sentido, de prever e proporcionar a acessibilidade instrumental e metodológica, ao acadêmico que
apresente quaisquer dificuldades no processo de aprendizagem, o que compreende, provas ampliadas para
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acadêmicos com baixa visão, ou convertidas em TXT, para codificação nos programas DOSVOX ou NVDA para
acadêmicos com deficiência visual, além da descrição das imagens ou gráficos, quando apresentadas nas
avaliações.
O processo de elaboração de questões realizado pelo docente leva em consideração que a avaliação
é um momento de aprendizagem, não apenas uma verificação dos conteúdos trabalhados nas aulas da
modalidade presencial e no livro didático e conteúdos apresentados no AVA para a modalidade EAD: trilha
de aprendizagem, material de apoio, videoaula, enquetes, Recursos Interativos das disciplinas, portanto, o
objetivo é avaliar o conhecimento e as competências e habilidades que emanam durante o processo de
ensinar e aprender. Para a produção das questões, considera-se também o saber-fazer, portanto, o
planejamento leva em consideração a seleção de conteúdos que transcendam o ambiente de formação,
através da relação entre teoria e prática.
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I - Avaliação 1: Esta avaliação é composta por 10 (dez) questões objetivas originadas do conteúdo da
unidade 1 do Livro Didático. A realização da avaliação acontece conforme cronograma disponibilizado no
AVA do acadêmico. Esta avaliação pode ser realizada mediante consulta, e estará disponível no AVA até a
data da avaliação 3. Na formação da nota final, essa avaliação tem peso 1,5.
II - Avaliação 2: Esta avaliação é composta por 10 (dez) questões objetivas originadas do conteúdo
da unidade 2 do Livro Didático. A realização da avaliação acontece conforme cronograma disponibilizado no
AVA do acadêmico. Esta avaliação pode ser realizada mediante consulta e estará disponível no AVA até a
data avaliação 3. Na composição da nota final, essa avaliação tem peso 1,5.
III - Avaliação 3: A Avaliação final da disciplina é realizada, sem consulta, obrigatoriamente de forma
presencial. Na oferta Semipresencial, a avaliação final é feita no último encontro da disciplina, no polo de
apoio presencial, com acompanhamento do tutor externo. Na oferta Flex Curso, a avaliação segue conforme
Resolução n.º 070/2021 que versa sobre a Prova Monitorada. A prova monitorada consiste em um formato
de avaliação on-line ou impressa, individual e sem consulta, realizada presencialmente no polo de apoio
presencial com a utilização de recursos tecnológicos inovadores, eficazes e seguros, através de um sistema
inteligente de monitoramento ao vivo com tecnologia desenvolvida principalmente pela própria instituição
por meio do NUTEC. O acadêmico deverá comparecer no dia e horário agendados no polo para a realização
da avaliação acompanhado do profissional responsável pelo monitoramento. Esta avaliação é composta por
2 (duas) questões dissertativas e 10 objetivas, relativas a todo o conteúdo abordado na disciplina. Na nota
final, essa avaliação tem Peso 7 (sendo peso 4,0 referente às questões dissertativas e peso 3,0 referente às
objetivas).
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Para a validação das horas, o acadêmico deverá postar no seu Ambiente Virtual de Aprendizagem
(AVA) o certificado de acordo com a categoria à qual a atividade pertence, descritas na Resolução nº
028L/2018, e descrever o local no qual a atividade foi realizada e a carga horária. Após postagem no sistema,
a tutoria verifica a validade do certificado e faz a validação das horas, que são computadas diretamente no
cadastro do acadêmico.
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interativos, recursos educacionais abertos (REAs), carrossel AVA, Saiba mais, carrossel AVA Dica de Estudos,
podcasts, cápsulas do conhecimento, LEOAPP, Internet patrocinada, Microlearning, simulados, Evolução da
Disciplina (o aluno estuda através da tecnologia Adaptive Learning), realidades imersivas (vídeos do curso),
entre outros.
Destaca-se ainda que o Ambiente Virtual de Aprendizagem do acadêmico e dos atores pedagógicos
(professor, tutor externo, tutor interno, articulador, coordenador de curso) passa por constantes inovações.
No AVA ocorrem mudanças e evolução de tecnologias que se propõem a melhorar e facilitar o processo de
ensino-aprendizagem dos acadêmicos e/ou o trabalho dos atores pedagógicos. Tais melhorias caracterizam-
se assim, como uma inovação tecnológica e estão disponíveis para a gestão e o processo de ensino e
aprendizagem do Curso Superior De Tecnologia Em Gastronomia.
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[Link] Professor
Atua na sede da UNIASSELVI prestando serviços Home Office, estando em contato com o acadêmico
geograficamente distante, por meio dos estudos midiatizados; esclarecimento de dúvidas por meio das
ferramentas de atendimento do AVA e pelo telefone; participação através das ferramentas: Webinars,
Plataforma Teams, Omnichats; entre outros mecanismos.
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[Link] NUAP
O Núcleo de Apoio Psicopedagógico tem por objetivo oferecer apoio aos atores pedagógicos e
acadêmicos da instituição, fornecendo-lhes instrumentos que facilitem o processo de ensino e de
aprendizagem e a permanência acadêmica. O núcleo, formado por profissionais de diversas áreas, atua na
orientação das situações pertinentes a acadêmicos com NEE.
[Link] NIA
Da mesma forma, o discente da UNIASSELVI, tem apoio do NIA – Núcleo de Inclusão e
Acessibilidade, que está voltado aos projetos de apoio à acessibilidade e mobilidade, constituído por uma
equipe multidisciplinar. O NIA tem por finalidade propor ações de melhoria estrutural e adaptações de
acessibilidade, para fornecer à comunidade acadêmica condições de atuar de forma autônoma, estimulando
a aprendizagem sem barreiras.
[Link] NUADH
O Núcleo de Apoio aos Direitos Humanos - NUADH foi criado a partir da política das diversidades e
da promoção dos direitos humanos do Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI. Está vinculado
às diferentes instâncias, projetos, programas e núcleos institucionais de ensino, iniciação científica e
extensão. Ele busca ser um referencial para as ações da IES junto aos docentes, discentes, comunidade
interna e externa, no que diz respeito à promoção dos direitos humanos, da diversidade, da garantia da
igualdade étnico-racial, de gênero e demais temáticas envolvidas no campo dos direitos humanos, buscando
estimular a superação de situações de violência, de injustiça, exclusão, discriminação e estigmatização de
indivíduos e de grupos sociais.
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[Link] NAD
O Núcleo de Apoio ao Discente (NAD), tem como objetivo promover a permanência, a inclusão e a
participação dos discentes matriculados na UNIASSELVI, bem como acompanhá-los em todos os processos
institucionais, identificando e oferecendo condições para aprendizagens significativas na educação superior.
Neste sentido, está implementada na UNIASSELVI a política de atendimento aos discentes que busca
o apoio e o acompanhamento da comunidade discente durante todo seu processo formativo, estabelecendo
uma comunicação contínua e sistemática por meio de ferramentas de atendimento administrativo e
pedagógico. Além disso, favorece a promoção de programas e projetos propostos por vários setores e
núcleos da Instituição, tendo por finalidade democratizar a permanência, a inclusão, a participação e apoio
aos discentes matriculados na IES, promovendo ações de aprendizagens.
[Link] NUAF
Conta ainda o discente da UNIASSELVI, com o NUAF – Núcleo de Apoio Financeiro, órgão de apoio
à comunidade acadêmica vinculado a outras instâncias do Centro Universitário Leonardo da Vinci –
UNIASSELVI, cuja finalidade é acompanhar de forma preventiva a situação financeira dos discentes,
possibilitando oportunidades para que estes possam concluir o curso superior desejado, vislumbrando seu
crescimento no mercado de trabalho.
[Link] NR – SOCIAL
O Núcleo de Responsabilidade Social – NR-Social é um órgão de apoio a comunidade acadêmica e
externa, e vincula-se às diferentes instâncias e projetos institucionais de ensino, pesquisa e extensão do
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI.
Além disso, propõem-se a incentivar visitas técnicas, palestras e estudos, a participação em conselhos
de classe e de direito da comunidade acadêmica, o estímulo aos estudos de discentes por intermédio de
bolsas de estudos e enaltecer os destaques e premiações institucionais, no intuito de contribuir com a
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melhoria das condições de vida da comunidade acadêmica e externa, promovendo assim a ética, o respeito
e a dignidade da pessoa humana.
[Link] NADAC
Identificado como Núcleo de Apoio ao Desenvolvimento Artístico e Cultural, tem como
finalidade potencializar o desenvolvimento das artes e a preservação da memória cultural, ao mesmo tempo
em que busca incentivar as expressões artísticas e culturais na instituição e na comunidade externa. Conta
igualmente o Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI com a política para ações relacionadas à
memória cultural, promoção artística e patrimônio cultural, monitoradas pela ação do NADAC.
[Link] NEAS
O Núcleo de Educação Ambiental e Sustentabilidade tem como objetivo consolidar e
fortalecer a política de educação ambiental e sustentabilidade do Centro Universitário Leonardo da Vinci –
UNIASSELVI, encontrando-se vinculado a diversas instâncias e projetos institucionais de ensino, iniciação
científica e extensão.
[Link] NEMP
O Núcleo de Empreendedorismo é o órgão responsável por gerir a política de
empreendedorismo adotada pela UNIASSELVI, que busca ações e atividades voltadas para a promoção da
educação empreendedora para o ensino superior, a partir de ideias, projetos e parcerias que estimulem o
potencial empreendedor do discente da IES. Igualmente tem por objetivo garantir a aplicação da política de
empreendedorismo estabelecida pela IES.
[Link] NELBES
O Núcleo de Esporte, Lazer, Bem-Estar e Saúde tem por finalidade potencializar o desenvolvimento
da cidadania e conscientização dos direitos individuais e sociais contidos na Constituição de 1988, tendo
o esporte, lazer e bem-estar como meio de promoção da qualidade de vida, buscando a promoção de ações
voltadas para o seu desenvolvimento.
envolve-se na busca vigorosa desta, estimulando padrões mais elevados de desempenho de todo o corpo
docente e corpo discente de seu curso, a partir de ações proativas e reflexivas das realidades encontradas.
O desempenho e as ações efetuadas pela coordenação de curso são avaliados a partir das atividades
implementadas pela CPA, feedback realizado pelos superiores em atuação organizada periodicamente pelo
setor de Gente e Gestão, além da possibilidade da interação diária e do acesso fácil ao gestor do curso, que
compartilha do mesmo espaço físico que os demais atores pedagógicos, possibilitando uma intervenção e/ou
resolução imediata de algum cenário, se assim for necessário.
Nesse contexto e a partir desta atuação do coordenador e das ações empreendidas que
proporcionam integração entre todos os atores pedagógicos, são possíveis o planejamento, a implantação e
avaliação de atividades e projetos que levem à melhoria contínua do processo de ensino e aprendizagem do
Curso Superior de Tecnologia Gastronomia.
No Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI –, a gestão do curso é feita tendo em vista os
resultados da Auto avaliação Institucional (AI) e os resultados das avaliações externas (avaliação de curso, do
Exame Nacional de Desempenho do Estudante – ENADE –, do Conceito Preliminar do Curso – CPC –, entre
outras), para que seja mantida a excelência no processo de ensino-aprendizagem. Para o acompanhamento
dos resultados do ENADE a IES, estabelece parâmetros de condução e apreciação a partir da política
institucional para o ENADE, reconhecida pela comunidade interna.
De posse dos relatórios estatísticos emitidos pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) da instituição
e de informações próprias (oriundas de Protocolos, Ouvidoria e outras fontes de informações), o NDE e o
colegiado estabelecem e cumprem compromissos relacionados às melhorias e incrementos necessários às
condições de oferta das diversas atividades acadêmicas do curso.
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consolidar sua ação pedagógica e alcançar efetivamente maior qualidade no processo de ensino-
aprendizagem.
As notas de Avaliação Institucional – AI podem ser atribuídas numa escala de 1 a 5. Neste contexto,
a meta é atingir notas superiores a 3, a fim de obter-se os conceitos muito bom e excelente. Os resultados da
AI também são indicadores para o processo de Gestão da Disciplina, o qual articula os dados da AI e o
desempenho dos estudantes no que tange ao aproveitamento do conteúdo. O processo de gestão da
disciplina compreende a análise de índices de reprovação, por disciplina, curso e polos, assim como na
verificação dos percentuais de acerto para questões objetivas e dissertativas.
As informações são geradas a partir de uma base de dados, disponível no Portal do Professor. Dessa
forma, os docentes articulam a nota da AI junto ao índice de reprovação da disciplina e, conforme o cenário
encontrado, realizam um conjunto de ações previamente estabelecidas junto ao NDE, Colegiado e demais
setores envolvidos, de acordo com a natureza da ação indicada. Nos casos de disciplinas de baixo
aproveitamento, os professores devem apresentar um plano de ações para mitigação dos problemas. Dentre
as principais atividades previstas na Gestão da Disciplina, podem ser destacadas a verificação do banco de
questões, gravação de vídeos específicos, melhorias na trilha de aprendizagem, elaboração e/ou revisão de
Recursos Interativos ou dos livros de estudo.
Esse cenário descreve o projeto Disciplina Nota 100, no qual o processo de melhoria da oferta da
disciplina é contínuo, sendo realizado a partir de ações institucionalizadas, cuja gestão é realizada com o
envolvimento direto do NDE e Colegiado. Destacam-se como ações de melhoria: o treinamento dos atores
envolvidos, a curadoria dos materiais, a revisão/ampliação do banco de questões, dentre outras, que são
realizadas conforme o cenário da disciplina. Nos polos, o Portal do Gestor é igualmente um painel que
permite o acompanhamento do desempenho do tutor, da infraestrutura e do atendimento realizado com os
alunos, cooperando assim para a garantia de uma oferta de qualidade, tendo em vista que os polos cujo
resultado não tenha atingido a meta, precisam realizar os planos de ação relativos aos indicadores que não
atendem plenamente às expectativas da comunidade acadêmica.
Todas essas ações são sugeridas para apreciação no NDE e colegiado de curso e posterior tomada de
decisão, em conjunto com as informações da AI, cujos registros são feitos nas atas de NDE e colegiado.
Os resultados da AI, articulados à Gestão da Disciplina e aos resultados das avaliações externas,
geram as seguintes ações de melhoria:
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• Estímulo os acadêmicos para que praticarem o autoestudo, a partir dos Recursos Interativos;
• Revisão da matriz curricular com relação à coerência do currículo com os objetivos do curso, com
perfil do egresso desejado e com as diretrizes curriculares;
• Elaboração gradual do kit da disciplina, para auxiliar a mediação dos encontros presenciais;
• Melhoria na mediação dos encontros presenciais, a partir do envio do kit do tutor externo, de
forma a incentivar os acadêmicos a participar dos encontros presenciais/virtuais, bem como a
realizar o autoestudo;
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• Fomento à participação do tutor interno na pós-graduação em Gestão e Tutoria, para que este
possa conhecer e auxiliar o professor no processo de ensino de aprendizagem EAD;
• Ampliação da divulgação do Portal Carreiras UNIASSELVI, para que o acadêmico possa concorrer
às vagas de estágio não obrigatório;
• Orientação aos acadêmicos quanto aos canais da ferramenta “Atendimento”, para agilizar a
resolução das demandas;
• Cumprimento dos prazos institucionais, para atendimento do acadêmico através dos canais de
comunicação da UNIASSELVI;
Assim, o NDE e o Colegiado do Curso Superior De Tecnologia Em Gastronomia entendem que não se
trata apenas de levantar dados, elaborar questionários, aplicá-los e analisá-los utilizando técnicas
sofisticadas, tampouco produzir relatórios, publicá-los, considerando os diversos ângulos da vida acadêmica.
Esses aspectos são relevantes, mas o importante é saber de que modo o processo de autoavaliação
institucional e as avaliações externas podem ser um efetivo e eficiente instrumento de mudança e melhoria
de todos os processos acadêmicos e de decisão estratégica.
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Os resultados são divulgados para a comunidade acadêmica e sociedade civil organizada através das
seguintes ações:
• Organização da socialização dos resultados nos polos de apoio presencial, realizada pelo
articulador, com o auxílio dos tutores do polo, que multiplicam os resultados entre as turmas;
• Divulgação dos resultados parciais nos murais das salas de aula, através de adesivos com as
melhorias;
• Divulgação dos resultados da avaliação do tutor externo (individualmente, nos polos de apoio
presencial, o articulador realiza esse encaminhamento), orientado pela coordenação de
tutores externos.
Os resultados também são discutidos em encontros semestrais, realizados em local próprio e data
definida, com o corpo técnico-administrativo da instituição, sociedade civil organizada, inclusive com os
colaboradores pertencentes ao serviço terceirizado atuante dentro da Instituição. O objetivo desses
encontros, além de fortalecer as relações internas entre os profissionais, é avaliar o desempenho desses sob
o ponto de vista administrativo, bem como realizar melhorias nos fluxos e processos da IES.
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As atividades da tutoria externa (presencial/virtual), tutoria interna (EAD) e corpo docente são:
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• Corrige avaliações e outros materiais acadêmicos a partir das orientações dos docentes.
3.16.3 Docentes
• Conhecer e participar de discussões, junto à Coordenação do Curso, sobre o respectivo
projeto pedagógico para elaboração, revisão e readequações;
• Prestar subsídios às propostas de alteração do currículo acadêmico, com base nos objetivos
do curso;
• Elaborar e cumprir o plano de ensino da(s) disciplina(s) sob sua responsabilidade, segundo o
projeto pedagógico do curso;
A tutoria e o corpo docente são avaliados periodicamente por meio da avaliação institucional
conduzida pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) que aplica questionário ao final de cada ciclo de
disciplina.
Esta ação busca trazer a percepção dos acadêmicos a partir de questionamentos relacionados à
atuação desses atores pedagógicos em seu processo formativo e na condução da mediação acadêmica. A
avaliação da tutoria interna e externa pelos seus gestores se dá pela avaliação de desempenho, feedback e
acompanhamento sistemático de suas atividades que ocorre por meio de ferramentas de gestão
apresentadas no Gioconda (intranet da IES).
Os resultados advindos dessas avaliações são discutidos pelo Colegiado de Coordenadores de Curso
e dos Articuladores e Tutores Externos, além do envolvimento do NDE e Colegiados de Curso. Esses gestores
traçam plano de ação para planejar, corrigir e aperfeiçoar as atividades desenvolvidas por essas tutorias.
Esses planos de ação são socializados para todos os atores pedagógicos por meio do AVA e Gioconda.
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Para o desempenho de sua função é preciso que os tutores externos e internos tenham ou
desenvolvam algumas habilidades específicas: dinamismo, criticidade, capacidade de interagir e propor
interações entre os acadêmicos, conhecimento e habilidade com as novas tecnologias de informação e
comunicação. Estas são, pois, as habilidades encontradas na equipe de tutoria da UNIASSELVI. O tutor da
UNIASSELVI é um sujeito que participa ativamente da prática pedagógica. Suas atividades desenvolvidas a
distância e/ou presencialmente contribuem para o desenvolvimento dos processos de ensino e de
aprendizagem e para o acompanhamento e avaliação do projeto pedagógico.
Quando falamos dos tutores internos (a distância), estes atuam no NEAD – Núcleo de Educação a
Distância da UNIASSELVI, estando em contato com o acadêmico geograficamente distante e referenciado aos
polos de apoio presencial. Os tutores internos promovem espaços de construção coletiva de conhecimento,
selecionando material de apoio e sustentação teórica aos conteúdos desenvolvidos em cada disciplina,
participam dos processos avaliativos de ensino e aprendizagem, auxiliam na correção de avaliações e
materiais acadêmicos, auxiliam os professores na elaboração dos materiais instrucionais, trilhas de
aprendizagem; banco de questões; Recursos Interativos, entre outros, a partir do conhecimento prévio
adquirido, levando em consideração sua atuação que é baseada na aderência ao curso de sua área de
formação.
Neste mesmo cenário, o tutor interno (a distância) atua no atendimento on-line permanentemente,
utilizando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) desenvolvidas pela UNIASSELVI, que são: chat,
Ambiente Virtual de Aprendizagem, atendimento on-line, para fornecer informações, sanar dúvidas de
acadêmicos e tutores externos, incentivar os acadêmicos a participarem dos encontros presenciais, alertar
os acadêmicos para o cumprimento do cronograma do curso, orientar os acadêmicos na realização das
atividades de autoestudo e de avaliação, incentivar o uso e acesso do acadêmico ao Ambiente Virtual de
Aprendizagem, dentre outras atividades, atendendo ao estabelecido no Projeto Pedagógico do Curso.
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Pedagógico do Curso, sua atuação é vinculada a partir de sua área de formação, suas atividades são realizadas
nos polos de apoio presencial, em horários preestabelecidos (cronogramas).
Utiliza para a execução de suas atividades toda gama de tecnologias desenvolvidas pela UNIASSELVI
que propiciam esta interação entre os diversos atores pedagógicos, representadas pelo Ambiente Virtual de
Aprendizagem e todas as suas ferramentas, chat, telefone, atendimento on-line, webconferências, entre
outras.
Como forma de contribuir para a construção e desenvolvimento das habilidades e competências dos
tutores externos e internos a IES oferta a estes cursos de formação continuada semestralmente. Aos tutores
internos, a formação continuada é realizada presencialmente, com cronogramas e temáticas definidas, a
partir da necessidade de socialização de novas formas de atuar ou novas ferramentas, e a partir de demandas
elencadas e relacionadas pela própria tutoria em consulta aplicada à equipe de profissionais. A oferta das
formações conta com registro de presença da equipe de tutoria, além do fotográfico, produção de material
para o desenvolvimento da atividade, além da avaliação da própria formação e de sua temática.
Esta mesma lógica é aplicada aos tutores externos, que recebem formação continuada semestral, em
seu polo de apoio presencial, a partir de cronograma de formação, por meio de webconferências, materiais
e/ou vídeos produzidos e encaminhados à coordenação dos polos, com temáticas relevantes, ou ainda, com
temas indicados em consulta pelos tutores externos. Ainda na condição de formação continuada,
semestralmente são disponibilizados cursos de formação continuada no Ambiente Virtual de Aprendizagem
do tutor externo, para que este aprimore a condução de suas atividades.
Na continuidade do processo de formação da equipe de tutoria, a IES oferta a esta (tutores internos
e externos) pós-graduação em Gestão em Tutoria, na modalidade EAD, que tem como proposição prover a
equipe de tutoria de informações necessárias para a construção e aprimoramento do seu saber acerca do
contexto da educação a distância. Esta instrumentalização provida pela IES representada pela formação
continuada e pela pós-graduação permite que os conhecimentos, as habilidades e as atitudes da equipe de
tutoria sejam adequados para a realização de suas atividades e que suas ações estejam alinhadas ao PPC, às
demandas comunicacionais e às tecnologias adotadas no curso.
De forma contínua a IES adota prática criativas e inovadoras de promoção a aprendizagem acadêmica
que são disponibilizadas de formas diversas, principalmente por meio das TICs, como kit pedagógico,
Recursos Interativos, gravação de resolução de questões, gravação das auto atividades, entre outros. Além
disso, os tutores externos têm autonomia para o desenvolvimento de atividades que observem as
características regionais como por exemplo visitas técnicas, palestras, oficinas, seminários etc. Estas
atividades contribuem para a permanência e êxito dos discentes.
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• Atendimento on-line (OmniChat): é uma ferramenta síncrona, que permite a conversa em tempo
real entre os acadêmicos, e o tutor interno podendo ser direcionado ao professor da disciplina. Esse
canal de comunicação possibilita aos acadêmicos esclarecer dúvidas de acesso, ferramentas e
pedagógicas além de interagir com o curso.
• Atendimento por mensagens: é o espaço em que o acadêmico registra suas experiências ao longo
do curso e esclarece dúvidas pedagógicas e administrativas. Essa ferramenta permite o contato do
acadêmico com toda a equipe do NEAD (Pró-reitoria de Ensino de Graduação a Distância, Pró-reitoria
Operacional de Ensino de Graduação a Distância, coordenador de curso, professor, tutor interno e
externo e setores administrativos).
• Mural de avisos: permite visualizar os avisos gerais disponibilizados aos acadêmicos. Sempre que há
novas informações, esse mural é atualizado e as notícias podem ser acessadas pelos acadêmicos,
tutores e professores do curso.
• Vida acadêmica: essa ferramenta possibilita ao acadêmico visualizar atividades que serão
desenvolvidas, informações referentes à sua situação acadêmica, o andamento das solicitações por
meio de requerimento com relação à matrícula e rematrícula, convalidações, solicitação de colação
de grau, entre outras.
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• Recursos Interativos: o Recursos Interativos é capaz de interagir com o acadêmico, contribuindo com
o processo de aprendizagem e servindo como facilitador do aprendizado a distância, pois aproxima-
o do conteúdo, de maneira interativa. Esse recurso possui legenda e, em alguns exemplares, áudio
descrevendo o conteúdo apresentado. Para a disciplina de LIBRAS foi desenvolvido o objeto que
apresenta o alfabeto de sinais por meio de animação.
• Enquete: é uma ferramenta criada para saber a opinião do acadêmico a respeito do assunto em
destaque. Apresenta informações pertinentes à temática do curso, subsidiando o desenvolvimento
das atividades propostas.
• Vídeos de disciplina: o recurso didático de vídeo é uma das formas midiatizadas utilizadas para
complementar o aprendizado do acadêmico. Busca aprofundar os conteúdos e relacionar as ações
práticas do cotidiano, intensificando a relação entre a teoria e a prática. O vídeo é elaborado, gravado
e disponibilizado aos acadêmicos nas trilhas de aprendizagem. Esse recurso possui legenda,
audiodescrição e, na disciplina de LIBRAS, além destes, a tradução simultânea por um tradutor e
intérprete de LIBRAS.
• Livro Didático: é o material básico de cada disciplina, construído em linguagem dialógica, no qual o
professor ou conteudista (profissional que possui formação relacionada à disciplina, experiência
comprovada no conteúdo do livro e recebe capacitações para desenvolver o material) dialoga com o
acadêmico. O uso dessa linguagem, na construção do livro didático, possibilita a aproximação entre
o conteúdo e o acadêmico, sendo os conteúdos relacionados ao cotidiano a partir de exemplos,
exercícios e práticas. Esse recurso didático é disponibilizado ao acadêmico nos modos impresso e
digital. Para acadêmicos com necessidades educacionais especiais, o livro didático é enviado em
formato TXT, a fim de que possa ser utilizado em programas de acessibilidade, como DOSVOX e
NVDA, que fazem a audiodescrição.
• Livro digital: é o Livro Didático do acadêmico, porém, digital, onde possibilita acesso ao conteúdo
pedagógico com recursos de mídia (filmes, gráficos, testes etc.), acessível através de celulares
inteligentes ou microcomputadores.
• Atendimento telefônico (0800): o atendimento telefônico aos acadêmicos ocorre por meio de um
Sistema Integrado de Unidade Remota (URA), cujo número utilizado é 0800 6425000. Este é um canal
de comunicação de uso livre e gratuito para o acadêmico utilizar no processo de aprendizagem. Com
atendimento do professor da disciplina e tutor interno do curso, esses orientam o acadêmico em
suas dúvidas via telefone, proporcionam uma reflexão a respeito do seu processo de aprendizagem,
instigam-no pensar e encontrar as respostas para os questionamentos conforme habilidades e
competências propostas neste PPC.
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• O AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem: Conta com estrutura e recursos que garantem que os
materiais e os recursos didáticos já produzidos estejam disponíveis para acesso ininterruptamente.
A produção de material didático (impresso e virtual) conta com os setores de produção de materiais
didáticos na própria IES que integram a equipe multidisciplinar, além disso, a IES conta com estúdios,
equipamentos próprios e equipe técnica, onde são criados outros materiais e recursos, de acordo
com as necessidades do curso – o que propicia diferentes experiências de aprendizagem apoiadas
no próprio uso que se faz das TIC. Da mesma forma, a biblioteca virtual, formalmente
contratualizada, encontra-se disponível no AVA, que dispõe de estrutura e recursos que permitem
que estejam disponíveis para acesso aos acadêmicos de forma ininterrupta.
• TEAMS – Microsoft Teams: Esta ferramenta é um hub de local de trabalho do acadêmico, onde ele
encontra a sua turma, seus colegas e sua sala online. Disposto em uma equipe de seu curso o
acadêmico reúne tudo o que precisa: chat e conversas encadeadas, reuniões e videoconferências,
chamadas e colaboração de conteúdo com o poder dos aplicativos da Microsoft 365 e a capacidade
de criar e integrar aplicativos e fluxos de trabalho essenciais para desempenhar seus estudos, sendo
também uma ferramenta importante para a oferta Flex Curso, pela qual é transmitida as aulas ao
vivo pelo tutor externo, fornecendo ao acadêmico uma alta capacidade de interação e mobilidade
pois o aplicativo roda simultaneamente em PC e smatphone.
• LEOAPP: Ferramenta desenvolvida pela UNIASSELVI na qual o acadêmico conta com acesso a todos
os seus dados, seu ambiente virtual AVA, consulta seus livros e também pode fazer suas provas, sem
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• Boas-vindas aos calouros e Veteranos: As lives de boas-vindas aos acadêmicos são ações realizadas
semanalmente pelo coordenador do curso em todas as entradas de semestre para acolher e orientar
os acadêmicos.
• Lives: São palestras transmitidas ao vivo ministradas por professores acerca de conteúdos de
relevância para determinadas disciplinas ou áreas.
• Planos de Aula: Para o tutor externo, é disponibilizado o plano de aula, que é o norteador do trabalho
do tutor externo durante a realização dos encontros presenciais e/ou virtuais. É um documento
elaborado pelo professor (docente da disciplina), que serve para orientar e guiar o tutor externo na
condução de temas como o objetivo da disciplina, conteúdo, metodologia mais adequada, processo
avaliativo, assim como fornecer subsídios extras para que consiga engajar os acadêmicos durante os
encontros. O plano de aula busca a organização e a coordenação das atividades de ensino de acordo
com os objetivos propostos em cada disciplina, seguindo a dinâmica dos encontros presenciais e/ou
virtuais. Um bom planejamento dos encontros, auxilia o tutor externo no engajamento dos
acadêmicos, ao tornar o conteúdo mais agradável e compreensível, o que facilita o processo de
ensino-aprendizagem.
• Lousa Digital: ferramenta utilizada pelo tutor externo nos encontros presenciais para auxiliar na
mediação da aprendizagem, permitindo mais dinamismo para o processo de ensino e aprendizagem.
Com essa ferramenta o aprendizado torna-se mais agradável e participativo, facilitando a prática
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• Carrossel AVA Saiba mais: trata-se de um carrossel que aparecerá no AVA dos acadêmicos
apresentando uma coletânea de materiais personalizados para cada área de estudos. Esse carrossel
“saiba mais” é composto por ferramentas atuais de tecnologia, laboratórios, filmes, livros gratuitos
etc.
• Carrossel AVA Dica de Estudos: trata-se de um carrossel com “Dicas de estudos” que aparecerá no
AVA dos acadêmicos. Essas dicas são personalidades por área e devem contemplar assuntos que
estão sendo tratados na atualidade. As dicas serão compostas por ferramentas atuais de tecnologia,
softwares, laboratórios, filmes, leituras sobre BNCC, livros gratuitos, REAs, legislação, aplicativos etc.
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Permitir ao acadêmico da modalidade EAD o encontro presencial com seu tutor, no qual ocorre a
troca de experiência presencial, ao mesmo tempo que se utiliza da tecnologia como instrumento que
potencializa o processo de ensino-aprendizagem é algo inovador e que permite à IES e aos acadêmicos do
Curso Superior De Tecnologia Em Gastronomia usufruírem de resultados prósperos e exitosos. Destaca-se
ainda que o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) do acadêmico e dos atores pedagógicos (professor,
tutor externo, tutor interno, articulador, coordenador de curso) passa por constantes inovações. No AVA
ocorrem mudanças e evolução de tecnologias que se propõem a melhorar e facilitar o processo de ensino-
aprendizagem dos acadêmicos e/ou o trabalho dos atores pedagógicos. Tais melhorias caracterizam-se
assim, como uma inovação tecnológica e estão disponíveis para a gestão e o processo de ensino e
aprendizagem do Curso Superior De Tecnologia Em Gastronomia.
A plataforma também pode ser utilizada por acadêmicos com necessidades educacionais especiais,
tendo o auxílio de programas de leitura, como por exemplo do DOSVOX e NVDA, garantindo o acesso aos
documentos para leitura. A construção do processo de ensino-aprendizagem no AVA está em trilhas de
aprendizagem que norteiam o estudo da disciplina e potencializam os diferentes canais de comunicação e
informação, e ainda, os recursos didáticos, como: livro didático virtual, vídeo da disciplina com legendas,
objeto de aprendizagem com legendas e em alguns casos com áudio, enquete, laboratórios virtuais, indicação
de cursos de nivelamento e demais materiais de apoio.
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maneira interativa. Esse recurso possui legenda e, em alguns exemplares, áudio descrevendo o conteúdo
apresentado. Para a disciplina de Libras, foi desenvolvido o objeto que apresenta o alfabeto de sinais por
meio de animação.
3.20.8 Enquete
É uma ferramenta criada para saber a opinião do acadêmico a respeito do assunto em destaque.
Apresenta informações pertinentes à temática do curso, subsidiando o desenvolvimento das atividades
propostas. Embora a enquete tenha um cunho bem objetivo, o intuito é fazer com que o acadêmico reflita
sobre a temática questionada ou abordada. Essas enquetes são lançadas pelos professores e tutores internos
do NEAD.
O uso dessa linguagem, na construção do livro didático, possibilita a aproximação entre o conteúdo
e o acadêmico, sendo os conteúdos relacionados ao cotidiano a partir de exemplos, exercícios e práticas.
Esse recurso didático é disponibilizado ao acadêmico nos modos impresso e digital.
Para acadêmicos com necessidades educacionais especiais, o livro didático é enviado em formato
TXT, a fim de que possa ser utilizado em programas de acessibilidade, como DOSVOX e NVDA, que fazem a
audiodescrição.
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3.20.12 Podcasts
Visando potencializar a prática auditiva dos acadêmicos dos cursos de idiomas, são desenvolvidos e
disponibilizados aos acadêmicos os podcasts. Este recurso é uma forma de transmissão de arquivos em áudio
disponibilizados nas Trilhas de Aprendizagem.
Para a elaboração dos podcasts, o docente da disciplina prepara textos complementares que são
posteriormente gravados em áudios e disponibilizados para que os acadêmicos desenvolvam a interpretação
auditiva no idioma.
Os podcasts podem ser acessados a qualquer momento a partir de celular, tablet ou computador. No
banco de questões da respectiva disciplina são cadastradas questões referentes aos textos dos podcasts.
Estas questões são selecionadas nas avaliações objetivas da disciplina.
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A elaboração e validação dos materiais didáticos é feita por uma equipe de profissionais
qualificada, acompanhada pela equipe multidisciplinar que, de forma coletiva, organiza essa elaboração e
validação, a partir da definição da ementa de cada disciplina. Esse processo é colaborativo e mediado pelos
setores responsáveis da UNIASSELVI. Todo material didático institucional implantado e disponibilizado aos
acadêmicos, permite executar, de maneira excelente, a formação definida no projeto pedagógico do curso,
considerando, os aspectos: abrangência, acessibilidade, bibliografia adequada às exigências da formação,
aprofundamento e coerência teórica.
A acessibilidade dos materiais didáticos é norteada através da política de formação continuada dos
atores pedagógicos e do apoio dos núcleos, cujo foco é o apoio ao discente. Assim, os materiais didáticos
disponíveis ao acadêmico são descritos a seguir:
a. Livro Didático: construído em linguagem dialógica, trata-se de material base de cada disciplina. O
acadêmico tem acesso a tal conteúdo em versão impressa, em PDF na trilha de aprendizagem e no
formato digital, através do aplicativo Livro Digital Uniasselvi. Para acadêmicos com deficiência
visual, cegos ou com baixa visão, o conteúdo é convertido em formato TXT, com codificação
realizada pelo software DOSVOX.
b. Livro digital: possibilita acesso ao conteúdo pedagógico com recursos de mídia (filmes, gráficos,
testes etc.), acessível através de celulares inteligentes ou microcomputadores.
c. Vídeos da disciplina: apresentação do conteúdo em formato audiovisual, elaborado ou selecionado
pelo professor, a partir da ementa da disciplina. Os vídeos possuem janelas de tradução em LIBRAS
e legenda.
d. Gravações das autoatividades: gravação da resolução das autoatividades para que os acadêmicos
possam realizar a correção.
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• através das atividades complementares, a partir das ações de extensão realizadas sob a
forma de cursos livres, projetos e demais eventos que propiciam ao acadêmico o convívio
com a comunidade, antecipando assim a prática profissional.
• nos três instrumentos de avaliação que são aplicados a cada disciplina dando-lhe um
feedback de sua aprendizagem a cada unidade de cada uma das disciplinas;
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A autonomia do discente ocorre, essencialmente, a partir do seu contato com o Ambiente Virtual de
Aprendizagem – AVA –, no qual o estudante tem a possibilidade de guiar sua aprendizagem a partir do livro
didático, dos recursos interativos, dos vídeos, do livro digital, das autoatividades gravadas e comentadas,
bem como outros materiais organizados pelo docente de cada disciplina para o autoestudo. Acrescente-se
que a autonomia também é estimulada nas atividades presenciais ou encontros virtuais, quando o tutor
externo, instiga a aprendizagem a partir metodologias ativas, compartilhadas pelo docente da disciplina, na
trilha do tutor externo.
Nas disciplinas ofertadas no EAD da UNIASSELVI, o acadêmico realiza três avaliações individuais,
assim descritas:
I - Avaliação 1: Esta avaliação é composta por 10 (dez) questões objetivas originadas do conteúdo
da unidade 1 do Livro Didático. A realização da avaliação acontece conforme cronograma
disponibilizado no AVA do acadêmico. Esta avaliação pode ser realizada mediante consulta,
e estará disponível no AVA até a data da avaliação 3. Na formação da nota final, essa
avaliação tem peso 1,5.
II - Avaliação 2: Esta avaliação é composta por 10 (dez) questões objetivas originadas do conteúdo
da unidade 2 do Livro Didático. A realização da avaliação acontece conforme cronograma
disponibilizado no AVA do acadêmico. Esta avaliação pode ser realizada mediante consulta
e estará disponível no AVA até a data avaliação 3. Na composição da nota final, essa
avaliação tem peso 1,5.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
A correção das avalições 1 e 2 ocorre automaticamente via sistema. Em relação à avaliação final, ao
finalizar a prova monitorada via computador, o acadêmico recebe em instantes a nota que se refere à
avaliação objetiva, contudo deverá aguardar a correção da avaliação dissertativa pela equipe interna,
conforme período estabelecido.
Com relação à avaliação ser impressa, ao finalizar a prova monitorada, o acadêmico entrega ao
colaborador do polo responsável, que deverá encaminhar para a secretaria do polo de apoio presencial para
a digitalização. Após a digitalização, que deverá ocorrer conforme período estabelecido pela instituição, a
avaliação objetiva é corrigida automaticamente pelo leitor e a referida nota lançada em seu AVA e a
dissertativa é corrigida pela equipe.
A fim de garantir a acessibilidade, o Programa de Inclusão orienta que a correção da avaliação seja
feita conforme prevê a Portaria nº 3284/2003, ou seja, “[...] b) adotar flexibilidade na correção das provas
escritas, valorizando o conteúdo semântico [...]” para acadêmicos com deficiência auditiva e surdez.
O resultado dessas avaliações é divulgado no AVA e no aplicativo LeoApp. Para ser aprovado, o
acadêmico deverá ter desempenho igual ou maior a 7,0 (sete). A publicação das notas das avaliações e
respectivos gabaritos, são disponibilizados no AVA da seguinte forma: avaliações objetivas, imediatamente
após a realização da avaliação, e avaliação final discursiva, em até 25 dias após a aplicação.
A reposição das avaliações ou de disciplina ocorre mediante solicitação, via AVA, dentro do prazo
estabelecido pela instituição. As reposições de avalições 1 e 2 são realizadas on-line e a avaliação final é
realizada no Polo de Apoio Presencial, a partir do agendamento prévio e dentro do cronograma da instituição.
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Além das disciplinas teóricas, os estágios (não obrigatório remunerado e o estágio curricular
supervisionado), as atividades complementares e as disciplinas de prática interdisciplinar (seminário da
prática; seminário interdisciplinar) configuram-se como atividades que cooperam para se atingir a natureza
formativa, concebida para o curso, uma vez que permitem avaliar, de forma contínua e efetiva, o
desenvolvimento de competências e habilidades essenciais ao egresso. Assim, o processo avaliativo para as
disciplinas de Seminário Interdisciplinar é organizado e dividido, conforme descrito a seguir:
Na UNIASSELVI, o desempenho dos acadêmicos nos processos avaliativos, aliado aos resultados
atingidos pelos materiais da disciplina na Avaliação Institucional – AI, promovida pela CPA, são fontes de
informação para a gestão de ações concretas na melhoria do processo de ensino-aprendizagem do
acadêmico. Nesse cenário, o docente da disciplina mensalmente tem acesso aos resultados da AI da disciplina
ofertada, através do Portal do Professor, em que também coleta informações essenciais para o processo de
Gestão da disciplina, associando tais dados, a fim de revisitar as avaliações propostas, seus objetivos, sua
pertinência, sua contribuição efetiva para a melhoria da aprendizagem do acadêmico.
• ações de validação;
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Nessa perspectiva, as necessidades para a realização das atividades práticas são apontadas pelo
docente da disciplina ao Colegiado e este ao Núcleo Docente Estruturante — NDE. O coordenador de curso
preside o NDE e é responsável por prever em orçamento a necessidade do curso e realizar o encaminhamento
para compra. A UNIASSELVI garante a adequação às atividades e práticas propostas pelo docente, apreciadas
pelo Colegiado e aprovadas pelo NDE.
As atividades práticas do Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI além dos objetivos
específicos de cada disciplina, possui ainda objetivos interdisciplinares:
• Desenvolver o conhecimento.
• Promover um ensino mais interativo e dialógico.
• Realizar experimentações.
• Aprender fazendo.
• Dialogar com referenciais teóricos.
• Interagir em espaços físicos diferenciados.
• Proporcionar a experimentação de novas estratégias metodológicas.
• Promover maior interatividade entre os objetos de estudo e os acadêmicos.
• Permitir a elaboração de hipóteses.
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As atividades práticas demonstrativas podem ser realizadas em salas de aula, laboratórios específicos
ou multidisciplinares, presenciais e/ou virtuais ou em ambientes profissionais, sendo estes próprios, de
propriedade da UNIASSELVI ou dos Polos de Apoio Presencial.
As atividades práticas demonstrativas são executadas pelos tutores externo em laboratórios físicos
presenciais ou pelo encontro virtual presencial no qual em abas as modalidades os acadêmicos assistem a
execução da prática, esclarecem duvidas e questionamentos técnicos, e evidenciam passo a passo
procedimentos, métodos e abordagens gastronômicas básicas fundamentais e avançadas, adquirindo um
entendimento amplo da técnica e objetivo da disciplina. Ainda parte dessas atividades é a discussão de
resultados imediatos ou adquiridos ao longo da disciplina, uma vez que a discussão destes resultados
complementa o contexto teórico elaborado.
O tempo disponibilizado para as atividades práticas são abordados em encontros duplos das
disciplinas especificar do curso apontadas em sua matriz curricular. Assim, para cada disciplina especifica os
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acadêmicos realizam dois encontros semanais, resultando em oito encontros por disciplina onde no primeiro
encontro é abordado as premissas fundamentais e teóricas, após as explanações sobre este conhecimento,
ao segundo encontro semanal são demonstradas as técnicas práticas referenciadas ao dia anterior,
juntamente a este segundo encontro após a demonstração é o momento em que o acadêmico possui a
oportunidade de executa da prática proposta sobre a supervisão do tutor externo, sendo ela de forma
presencial em polo de apoio ou de forma virtual em encontro presencial.
1º Habilidades Básicas
Cozinha Fria
2º
Serviços em Restaurante Barista e Barman
Cozinha Nutricional, Gastronomia Vegana e Vegetariana
3º Cozinha Clássica Francesa e Italiana
Cozinha Oriental
Cozinha Internacional
4º Panificação
Gastronomia Brasileira
Confeitaria
5º
Básico de Cervejeiro
FONTE: Dados institucionais
Após análise das atividades de estágio não obrigatório dos acadêmicos, a instituição emite seu
parecer e orientações sobre os resultados com consequente deferimento ou indeferimento das avaliações.
A carga horária, duração e jornada de estágio a serem cumpridas pelo acadêmico devem sempre ser
compatíveis com sua jornada escolar, de forma a não prejudicar suas atividades acadêmicas, conforme prevê
a Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008.
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por convocação do coordenador do curso, de forma extraordinária sempre que houver a necessidade,
cenário que é comprovado pelas atas do NDE.
Este objetivo está relacionado com os aspectos estruturantes do Projeto Pedagógico do Curso, da
metodologia de ensino e da formação acadêmica. As atribuições e competências da Equipe Multidisciplinar
estão descritas na resolução supracitada, da mesma forma que seu plano de ação encontra-se documentado
e implementado na sua política, bem como, seus processos de trabalho formalizados seguindo o seguinte
fluxo:
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Assim, a partir deste panorama a IES em termos de prática pedagógica busca atingir a qualidade
como objetivo final de seu processo formativo, contando para tal com uma equipe multidisciplinar.
O coordenador do Curso Professor Me. Mauricio da Silva Astigarraga conta com a experiência de 2
anos 5 meses na gestão de curso, mas salienta-se que, para contemplar uma ampla gestão do curso o
coordenador conta com mais de 25 anos de experiencia em gestão e 10 anos na gastronomia.
As ações efetuadas pela coordenação de curso integram um plano partilhado com o corpo docente,
socializado em reuniões de NDE e colegiado, com seu desempenho avaliado a partir das atividades
implementadas pela CPA, feedback realizado pelos superiores em atuação organizada periodicamente pelo
setor de gente e gestão, além da possibilidade da interação diária e do acesso fácil ao gestor do curso, que
compartilha do mesmo espaço físico que os demais atores pedagógicos, possibilitando uma intervenção e/ou
resolução imediata de algum cenário, se assim for necessário.
Nesse contexto e a partir desta atuação do coordenador e das ações empreendidas que
proporcionam integração entre todos os atores pedagógicos, são possíveis o planejamento, a implantação e
avaliação de atividades e projetos que levem à melhoria contínua do processo de ensino e aprendizagem do
Curso Superior De Tecnologia Em Gastronomia.
As ações efetuadas pela coordenação de curso integram um plano partilhado com o corpo docente,
socializado em reuniões de NDE e colegiado, com seu desempenho avaliado a partir das atividades
implementadas pela CPA, feedback realizado pelos superiores em atuação organizada periodicamente pelo
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setor de gente e gestão, além da possibilidade da interação diária e do acesso fácil ao gestor do curso, que
compartilha do mesmo espaço físico que os demais atores pedagógicos, possibilitando uma intervenção e/ou
resolução imediata de algum cenário, se assim for necessário.
Nesse contexto, e a partir desta atuação do coordenador e das ações empreendidas que
proporcionam integração entre todos os atores pedagógicos, são possíveis o planejamento, a implantação e
avaliação de atividades e projetos que levem à melhoria contínua do processo de ensino e aprendizagem do
Curso Superior De Tecnologia Em Gastronomia.
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Os tutores internos (a distância) atuam como elo comunicativo entre discentes, docentes e setores
da instituição, fornecem suporte às atividades docentes, promovendo espaços de construção coletiva de
conhecimento, selecionando material de apoio e sustentação teórica aos conteúdos desenvolvidos em cada
disciplina, participam dos processos avaliativos de ensino e aprendizagem, auxiliam na correção de avaliações
e materiais acadêmicos, auxiliam os professores na elaboração dos materiais instrucionais, trilhas de
aprendizagem; banco de questões; Recursos Interativos, entre outros, a partir do conhecimento prévio
adquirido, levando em consideração sua atuação que é baseada na aderência ao curso de sua área de
formação.
Este mesmo tutor interno realiza a mediação pedagógica, atuando no atendimento on-line
permanentemente, utilizando as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) desenvolvidas pela
UNIASSELVI, Ambiente Virtual de Aprendizagem, OmniChat, sanar dúvidas de acadêmicos e tutores externos,
incentivar os acadêmicos a participarem dos encontros presenciais e das enquetes feitas pelo professor,
alertar os acadêmicos para o cumprimento do cronograma do curso, orientar os acadêmicos na realização
das atividades de autoestudo e de avaliação, incentivar o uso e acesso do acadêmico ao Ambiente Virtual de
Aprendizagem, entre outras atividades, atendendo ao estabelecido no Projeto Pedagógico do Curso.
VESPERTINO
EVENTO MATUTINO (HORAS) NOTURNO (HORAS)
(HORAS)
1° aula 08:20 – 09:05 13:20 – 14:05 19:00 – 19:45
Intervalo 09:05 – 09:25 14:05 – 14:25 19:45 – 20:05
2° aula 09:25 – 10:10 14:25 – 15:10 20:05 – 20:50
3º aula 10:10 – 10:55 15:10 – 15:55 20:50 – 21:35
FONTE: Dados institucionais
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Os tutores externos, também, utilizam para a execução de suas atividades toda gama de
tecnologias desenvolvidas pela UNIASSELVI, que propiciam esta interação entre os diversos atores
pedagógicos, representadas pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem e todas as suas ferramentas, chat,
telefone, atendimento on-line, webinars, entre outras.
A experiência dos tutores pode ser constatada nas pastas dos tutores, bem como visualizada no
currículo lattes.
As reuniões ocorrem no mínimo duas vezes por semestre, como estabelecido no regimento da IES,
e, possuem registro em atas, assinadas pelos participantes, dos assuntos discutidos e decisões acordadas
pelos docentes.
Cabe ao colegiado do Curso a análise às sugestões dadas pelo NDE. Neste contexto, as decisões
sugeridas pelo NDE e deliberadas pelo Colegiado dos cursos dizem respeito a: decisões de natureza
acadêmica operacional, administrativa e disciplinar, entre outras decisões afins.
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Tal formação dos tutores do curso os capacita a identificar as dificuldades dos discentes, expor o
conteúdo em linguagem aderente às características da turma, apresentar exemplos contextualizados com os
conteúdos dos componentes curriculares e elaborar atividades específicas, em colaboração com os docentes,
para a promoção da aprendizagem de acadêmicos com dificuldades, e oportuniza práticas inovadoras.
A UNIASSELVI ainda propicia formação continuada aos docentes e tutores a partir da política de
capacitação, treinamento e formação continuada, que visa potencializar o desenvolvimento das habilidades
e competências pedagógicas e acadêmicas. Sua finalidade é traçar diretrizes para a formação pedagógica e
acadêmica interna e/ou externa de acordo com a necessidade da Instituição, bem como dos docentes e das
áreas específicas, possibilitando a participação em eventos científicos, técnicos, artísticos ou culturais, em
cursos de desenvolvimento pessoal e a qualificação acadêmica em programas de mestrado e doutorado, com
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práticas regulamentadas. Dessa forma, seus objetivos são a qualificação e a formação constante dos seus
docentes garantindo níveis de excelência em todo o processo de ensino e de aprendizagem.
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Outros mecanismos podem ainda ser destacados dentro do processo assíncrono: o acesso à trilha de
aprendizagem do curso, a trilha do tutor externo, que permite a mediação por meio do livro didático virtual,
do Recursos Interativos, do vídeo da disciplina, da enquete e do material de apoio.
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Ainda, para complementar esse processo de interação, tem-se a oferta, via AVA, dos cursos livres,
voltados ao aprimoramento da equipe de docentes e tutores internos e externos. Estes instrumentos de
comunicação estão disponíveis para a equipe pedagógica representada pelos coordenadores, docentes,
tutores internos e externos. Da mesma forma, a partir dos resultados obtidos nas avaliações implementadas
pela CPA (mensal e anual) e dos relatórios obtidos das ferramentas utilizadas na mediação e dos relatos de
seus usuários, são extraídos elementos para discussão do NDE e colegiado do Curso Superior De Tecnologia
Em Gastronomia levados ao conhecimento das demais áreas de gestão para processos de melhorias,
alterações, inovações no intuito de aproximar, otimizar e potencializar a interação entre os envolvidos no
processo de ensino e aprendizagem, na busca da excelência do padrão de ensino.
Essa política foi criada em consonância com ações já desenvolvidas pela instituição que vem
contribuindo no que diz respeito à formação profissional para a gestão da cultura em suas múltiplas
dimensões, por meio da oferta de diversos cursos livres e de formação superior como tecnólogos,
licenciaturas e bacharelados, assim como com os projetos de iniciação científica e de extensão, com as
práticas da Jornada de Integração Acadêmica (JOIA) e com a publicação de pesquisas por meio de suas
revistas e de ações ligadas aos demais espaços sociais na qual a instituição está presente.
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CAPÍTULO 5: INFRAESTRUTURA
As Tecnologias da Informação e Comunicação tiveram um grande impulso para uso na educação não
apenas no Brasil, como no mundo todo, contribuindo para a implantação do Home Office, um projeto cuja
aplicação já vinha sendo estudada pela IES. Desta forma, os docentes em tempo integral realizam o trabalho
em casa ou domicílio, em local adequado, com a privacidade e a segurança exigidas pelo serviço.
Home Office é a modalidade de trabalho realizada em casa ou domicílio, em local adequado, com a
privacidade e a segurança exigidas pelo serviço, mediante a utilização de tecnologias de informação e de
comunicação. As atividades que, em razão da natureza do cargo ou das atribuições da unidade da lotação,
sejam desempenhadas, no todo ou em parte, fora das dependências da instituição não se enquadram no
conceito de Home Office.
A instituição realizou uma pesquisa tecnológica para saber o percentual de colaboradores que
possuem computadores ou notebooks em seus lares, além da velocidade de internet disponível para o
trabalho. Os resultados permitiram adequar o trabalho ao formato Home Office. A disponibilização de acesso
remoto aos sistemas da Instituição é viabilizada pela área de Tecnologia da Informação em alinhamento com
a gestão de cada área.
Por atuarem em home office, os docentes em tempo integral prepararam para seu trabalho um
espaço que contempla de forma plena as demandas do curso e as necessidades institucionais, contando com
os recursos tecnológicos da informação e comunicação apropriados, a exemplo de computadores, internet
banda larga (evidenciados a partir da pesquisa tecnológica), acesso ao sistema acadêmico Gioconda, ao
Ambiente Virtual de Aprendizagem, à Plataforma Teams para comunicação institucional e estrutura apta que
viabiliza o desenvolvimento das ações acadêmicas, como o planejamento didático-pedagógico.
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Para que as demandas possam ser cumpridas em sua integridade, os docentes receberam
orientações a partir do Manual do Home Office, disponibilizado a todos pelo setor de Gente e Gestão da IES.
No ambiente destinado aos gabinetes de trabalho dos coordenadores de curso há iluminação natural
e artificial, sistema de refrigeração tipo split e impressoras em rede, o que permite o profícuo
desenvolvimento das atividades acadêmico-administrativas do curso.
A sede possui sala coletiva ampla de professores para o atendimento apropriado do quantitativo de
docentes, equipada com computadores com acesso à internet banda larga, potencializando a utilização das
Tecnologias de Informação e Comunicação, acesso ao sistema acadêmico Gioconda e ao AVA, o que viabiliza
o trabalho docente. A sala permite o descanso e atividades de lazer e integração e atende de forma excelente
aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessária
à atividade desenvolvida. Assim como, dispõe de apoio técnico-administrativo próprio e espaço para a guarda
de equipamentos e materiais. A sala de professores da IES atende às recomendações de acessibilidade
arquitetônica.
A UNIASSELVI disponibiliza também salas de aulas virtuais por meio da Plataforma Teams, assim
permitindo que ocorram os encontros presenciais em ambiente virtual.
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Os polos possuem salas com capacidade para locomoção e acesso aos acadêmicos com necessidades
especiais. As salas também são iluminadas com luz artificial e natural, refrigeradas com ar-condicionado,
possuem cadeiras universitárias, bem como dispõem de recursos tecnológicos de informação e comunicação
adequados ao desenvolvimento das atividades, atendendo, ainda, aos devidos requisitos de limpeza,
conservação e comodidade.
As salas de aula estão organizadas de acordo com as especificidades da ABNT NBR 9.050:2004, com
as Leis nº 10.48/2000, nº 10.098/2000 e o Decreto nº 5.296/2004. Sempre que solicitada, a IES busca atender
às necessidades específicas dos estudantes público-alvo da Educação Especial, por meio da aquisição e/ou
adaptação de mobiliários e de materiais específicos para as salas de aula. A UNIASSELVI disponibiliza também
salas de aulas virtuais por meio da Plataforma Teams, assim permitindo aprendizagem virtual.
Vale salientar que as salas de aulas possuem recursos exitosos, principalmente no que tange ao uso
das TICs nas respectivas aulas, tais como:
• Vídeos de disciplina: o recurso didático de vídeo é uma das formas midiatizadas utilizadas para
complementar o aprendizado do acadêmico. Este recurso possui legenda, audiodescrição e, na
disciplina de Libras, além destes, a tradução simultânea por um tradutor e intérprete de Libras.
• Livro didático: é o material básico de cada disciplina, construído em linguagem dialógica, no qual o
professor ou conteudista (profissional que possui formação relacionada à disciplina, experiência
comprovada no conteúdo do livro e recebe capacitações para desenvolver o material) dialoga com o
acadêmico. Para acadêmicos com necessidades educacionais especiais, o livro didático é enviado em
formato TXT, a fim de que possa ser utilizado em programas de acessibilidade, como DOSVOX e
NVDA, que fazem a audiodescrição.
• Livro digital: é o livro didático do acadêmico, porém, digital, o qual possibilita acesso ao conteúdo
pedagógico com recursos de mídia acessível por meio de celulares inteligentes ou
microcomputadores.
• ChromeCast: é um acessório que faz com que os televisores sejam transformados em centrais de
mídia, com direito à acesso à internet pelo Google Chrome e reprodução de músicas, filmes e outros
materiais que o tutor deseja mostrar durante as aulas. O ChromeCast é utilizado para que o tutor
possa compartilhar com os acadêmicos materiais dos mais diversos tipos, potencializando o
momento dos encontros.
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• O AVA – Ambiente Virtual de Aprendizagem: conta com estrutura e recursos que garantem que os
materiais e os recursos didáticos já produzidos estejam disponíveis para acesso ininterruptamente.
A produção de material didático (impresso e virtual) conta com os setores de produção de materiais
didáticos, na própria IES, que integram a equipe multidisciplinar, além disso, a IES conta com
estúdios, equipamentos próprios e equipe técnica, onde são criados outros materiais e recursos, de
acordo com as necessidades do curso – o que propicia diferentes experiências de aprendizagem
apoiadas no próprio uso que se faz das TICs.
• TEAMS – Microsoft Teams: esta ferramenta é um hub de local de trabalho do acadêmico, no qual
ele encontra a sua turma, seus colegas e sua sala on-line. Disposto em uma equipe de seu curso, o
acadêmico reúne tudo o que precisa: chat e conversas encadeadas, reuniões e videoconferências,
chamadas e colaboração de conteúdo com o poder dos aplicativos da Microsoft 365 e a capacidade
de criar e integrar aplicativos e fluxos de trabalho essenciais para desempenhar seus estudos, pela
qual é transmitida as aulas ao vivo pelo tutor externo, fornecendo ao acadêmico uma alta capacidade
de interação e mobilidade, pois o aplicativo roda simultaneamente em PC e smartphones.
• LEO APP: ferramenta na qual o acadêmico conta com acesso a todos os seus dados, seu ambiente
virtual AVA, sem consumo de banda de internet e sem custo adicional ao acadêmico devido a um
acordo da UNIASSELVI com as operadoras de telefonia.
• Lousa digital: ferramenta utilizada pelo tutor externo nos encontros presenciais, em ambiente físico
no polo, para auxiliar na mediação da aprendizagem, permitindo mais dinamismo para o processo
de ensino e aprendizagem.
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• Recursos educacionais abertos – REAs: são elementos abertos e de domínio público postados nas
trilhas para enriquecer o processo de ensino e aprendizagem.
A UNIASSELVI também estabeleceu parceria com as operadoras de telefonia móvel para que os
acadêmicos possam acessar o Leo App sem custos, não consumindo o pacote de dados do seu plano.
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books, livros digitais e outros materiais acessíveis gratuitamente na internet, sendo utilizados apenas seus
links e respeitando a fonte principal, garantindo uma atualização mais dinâmica do acervo para os alunos.
Neste sentido, há garantia de acesso na sede da IES e nos Polos de Apoio Presencial com instalações
e recursos tecnológicos que atendem à demanda e a oferta ininterrupta via internet, bem como há
ferramentas de acessibilidade e de apoio à leitura, estudo e aprendizagem. Para tanto, a Instituição adota de
um plano de contingência no intuito de garantir o acesso e o serviço do acervo virtual.
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Os acervos das bibliografias básicas e complementares são adequados em relação às unidades curriculares e aos conteúdos descritos no Projeto
Pedagógico do Curso, convém destacar ainda que tais acervos são atualizados semestralmente e estão referendados por relatório de adequação assinado pelos
NDEs dos cursos.
QUADRO 26 - RELAÇÃO DOS PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS, INDEXADOS E CORRENTES DISPONIBILIZADOS PARA AS PRINCIPAIS ÁREAS DO CURSO
SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
NUTRIÇÃO BRASIL
9 A Nutrição Brasil, com 17 anos de existência, publica artigos originais e revisões em todas as disciplinas da 1677-0234 XX [Link]
nutrição (alimentos, alimentação coletiva, nutrição enteral e parenteral, nutrição clínica, saúde pública e
epidemiologia, nutrição esportiva).
NUTRINEWS
No mercado desde 1985, NUTRINEWS surgiu com a criação de um periódico dirigido a profissionais e
10 empresas atuantes no mercado FOOD SERVICE e ao longo desses 30 aos conquistou leitores e 1981-6723 B2 [Link]
admiradores, tornando-se referência por informar com qualidade, apontar tendências e contribuir para o
aprimoramento do setor.
12 2236-6717 XX [Link]
REVISTA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS de-alimentos
REVISTA DE NUTRIÇÃO
13 1678-9865 XX [Link]
Publica trabalhos que contribuem para o estudo da Nutrição em suas diversas subáreas e interfaces; está 5273&lng=pt&nrm=isso
aberta a contribuições da comunidade científica nacional e internacional.
REVISTA HIGIENE ALIMENTAR
14 A Revista Higiene Alimentar é uma publicação técnico-científica com mais de 30 anos de existência. 2675-0260 XX [Link]
Publicada desde 1982, agora somos uma plataforma 100% digital.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
REVISTA HOSPITALIDADE
A Revista Hospitalidade iniciou sua circulação em 2004. Na atualidade, com periodicidade anual (um
volume, composto por dois números) é de responsabilidade do PPG em Hospitalidade da Universidade
15 Anhembi Morumbi (UAM-SP). Tem como objetivo reunir reflexões e pesquisas científicas referentes à 2179-9164 B4 Https://[Link]/hospitalidade
temática da hospitalidade em todas as suas vertentes. Aceita comunicações na forma de artigos, ensaios,
informações sobre pesquisas em andamento, apresentando ainda todos os resumos das dissertações
defendidas no Mestrado e resenhas de livros. A avaliação dos textos cumpre o sistema double blind review.
16 REVISTA MENU 1415-9699 XX [Link]
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
Esses espaços pedagógicos têm como intenção o aperfeiçoamento do exercício profissional dos
acadêmicos, por meio da participação, da observação e da aplicação da dinâmica educativa das disciplinas
do curso, reconhecendo a intencionalidade pedagógica da atividade prática.
Essa política descreve também a forma de realização das avaliações periódicas dos espaços e
equipamentos destinados às práticas didáticas, bem como os critérios e os requisitos para verificação e
manutenção patrimonial, tanto dos materiais e equipamentos quanto das instalações físicas onde as práticas
são realizadas, e define os recursos tecnológicos considerados pela IES como diferenciados e aplicáveis ao
contexto de laboratórios, ambientes e cenários.
os conteúdos básicos e específicos são divididos em: Laboratório de Informática, Laboratório Virtual,
Laboratório de Bebidas e Eventos, Laboratório de Gastronomia que contempla os laboratórios de Panificação
e Confeitaria.
Para fins ilustrativos, a figura a seguir apresenta uma sugestão de layout de um Laboratório de
Informática padrão do curso.
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Mais do que uma simples substituição a muitos ambientes físicos, as práticas virtuais oferecem ao
acadêmico várias vantagens de ordem prática e pedagógica, como:
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• maior segurança, visto que muitas práticas reais envolvem a utilização de níveis de
tensão perigosos e equipamentos potencialmente perigosos (cortantes, perfurantes,
quentes, entre outros);
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Nesta plataforma, o aluno pode aprender, através de uma linguagem moderna, todos os conceitos
das aulas práticas da disciplina determinada na matriz curricular do curso. Em pontos pré́-determinados dos
conteúdos abordados por cada disciplina, o ambiente virtual de aprendizagem indica que o estudante
necessita de uma prática através do Laboratório Virtual. Após a finalização das práticas virtualizadas, o
estudante fica habilitado para a experimentação no equipamento físico da ALGETEC.
O Laboratório Virtual de Enogastronomia apresenta aos acadêmicos simulações feitas pela equipe
de professores do Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia para praticar os roteiros de experiências
apresentadas na disciplina de Enogastronomia e a disciplina de Serviços em restaurantes Barista e Barman.
• O acadêmico inicia o experimento pela mise en place da mesa, que serve para agilizar os
serviços em eventos no momento do atendimento. A arrumação do espaço para receber o
convidado do evento segue um conjunto de operações preparatórias para que seja efetuada
uma prévia disposição de todos os seus utensílios (pratos, talheres e taças) para dar início ao
serviço. Neste primeiro experimento, o acadêmico deve praticar os locais e os utensílios a
serem colocados na mesa.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
Esta prática em laboratório aprimora as habilidades e competências dos acadêmicos, pois realiza as
atividades num contexto que os convida para a tomada de decisão e iniciativas resolutivas. Ao final dos
experimentos, o acadêmico consegue relatar suas experiências, em um relatório.
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Neste contexto o tutor externo sempre orienta aos acadêmicos que as práticas devem ser repetidas
diversas vezes em seus momentos de estudo complementar, com o intuito de aprofundar e aprimorar tanto
a técnica como a memória gustativa.
Os laboratórios de Gastronomia disponíveis nos polos de apoio possuem equipamentos que serão
descritos a seguir. As práticas demonstrativas do Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia estão
contidas no documento Manual de Práticas no qual salienta-se que para as execuções das práticas
demonstrativas em qualquer modalidade seja semipresencial ou Flex Curso são necessários apenas
equipamentos básicos de cozinha.
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Pratos 20cm 5
Xicaras 5
Tacas vinho 15
Pratos fundo 10
Pratos 30cm 10
Bacia plástica 5l 5
Batedor de Arame (FOUET) 4
Concha 2
Escumadeira 2
Rolos confeiteiro 1
Peneiras 2
Cortadores de massa 2
Espátula de confeiteiro 2
Tabuas de corte 40cmx30cm 2
Maçarico culinário 1
Escorregadores 1
Frigideira teflon 30cm 4
Mixer vertical 1
Prateleiras 2mx30cm 2
chinois 1
Lixeiras 15 LITROS 2
Panela 2l inox 3
Silpat 30cm x 25cm 1
Panela 5l inox 3
Wok 1
Talheres jogo completo (30 unidades de cada) 1
Panela 10l inox 1
Espelho 2m x 1m 1
Jogo de faca profissional completo TRAMONTINA 1
Fonte: Dados Institucionais
O uso do uniforma pelo discente do Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia para modelo
semipresencial é obrigatório, tendo em vista que o mesmo está frequentando um laboratório físico de
gastronomia. Para o discente do modelo Flex Curso o uso do uniforme é opcional.
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Estas práticas elencadas ao Curso Superior de Tecnologia em Gastronomia podem ser realizadas em
qualquer cozinha sem a necessidade de uso de equipamentos ou utensílios profissionais, podendo ser feito
em qualquer ambiente com um mínimo de infraestrutura necessária. Os materiais propostos para a
realização das práticas podem ser adquiridos facilmente e, inclusive, incentivamos que se utilize insumos
regionais e adaptações de receitas valorizando assim o produto local.
Com intuito de contribuir com a sociedade e uma proposta de atender acadêmicos das mais inóspitos
municípios brasileiros, esta modalidade onde o discente através dos encontros presenciais virtuais
possibilitados pela ferramentas Teams acompanha as aulas de encontro teórico e aulas de encontro prático,
que neste momento com o apoio de seu tutor externo simultaneamente executa sua atividade prática, no
qual recebe uma resposta ao vivo e imediata de sua dúvida ou execução da receita ou técnica da disciplina.
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• Envio dos materiais à equipe de diagramação para desenvolvimento de acordo com o modelo
da instituição.
• Postagem das versões digitais dos materiais no AVA e liberação para acesso aos acadêmicos.
Para os acadêmicos cegos ou com baixa visão são disponibilizados livros com audiodescrição
em arquivo TXT, que é codificado e sintetizado em audiodescrição pelo programa DOSVOX.
• Envio ao setor operacional que realiza a cotação e contratação da gráfica para impressão dos
livros didáticos.
• Recebimento dos materiais instrucionais pelo Centro de Distribuição Logístico da IES para o
envio aos polos de apoio presencial.
• Entrega aos tutores externos dos materiais instrucionais para a distribuição aos acadêmicos.
• A partir desses indicadores, o NDE e Colegiado realizam uma análise que também engloba as
considerações postadas no AVA pelos acadêmicos nos pedidos de revisão de avaliação, nas
Ouvidorias e pelos tutores externos e tutores internos, no link sugestão de melhoria de
material. O coordenador de curso reúne-se com o docente da disciplina para a elaboração
do plano de atualização do material didático. A partir da produção do Livro Didático se dá a
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realização dos seguintes materiais de apoio: Recursos Interativos, Kit Pedagógico, Cursos
Livres e a Trilha de Aprendizagem, os quais são desenvolvidos pelo corpo docente da
instituição.
No que concerne ao sistema de distribuição do material, esse é realizado pelo Centro de Distribuição
Logístico da UNIASSELVI, considerando as seguintes atividades:
• O controle da quantidade de envio dos materiais é feito por sistema, que identifica a
quantidade de acadêmicos matriculados em cada disciplina.
• O polo recebe e distribui os livros didáticos aos tutores externos para entrega aos
acadêmicos.
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CAPÍTULO 6: REFERÊNCIAS
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: MEC. 2017. Disponível em: <
[Link] > Acesso em 06 ago. 2019.
BRASIL. Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Poder Executivo, Brasília, DF, 2011.
BRASIL. Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras
providências.
BRASIL. DECRETO n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002,
que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de
2000.
BRASIL. Ministério da Educação. Lei n. 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3o do art. 98 da Lei no
8.112, de 11 de dezembro de 1990. Disponível em: [Link]
2014/2012/lei/[Link]. Acesso em: 10 dez. 2012.
BRASIL. Ministério da Saúde. Editorial temático: comida - um patrimônio local e cultural. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 15 mar. 2021.
BRASIL. Portaria nº 1.326, de 18 de novembro de 2010. Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação de
Cursos de Graduação: Bacharelados e Licenciatura, na modalidade de educação a distância, do Sistema
Nacional de Educação Superior – SINAES. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo,
Brasília, DF, 2010a.
BRASIL. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007. Instituição do e-MEC, sistema eletrônico de
fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação da educação superior
no sistema federal de educação. Teve nova redação, foi consolidada e publicada no D.O.U. em 29 de
dezembro de 2010 como Portaria Normativa / MEC n. 23. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Poder Executivo, Brasília, DF, 2010b.
BRASIL. Portaria Normativa nº 23, de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010. Altera dispositivos da Portaria
Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 2010c.
BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação
Inclusiva. 2008b. Disponível em: [Link]/seesp/arquivos/pdf/polí[Link]. Acesso em: 10 dez.
2012.
BRASIL. Portaria nº 3, de 2 de julho de 2007. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 2007c.
BRASIL. Referenciais de qualidade para educação superior a distância. Brasília: 2007.
BRASIL. Resolução CNE/CP n. 1/2006 (pedagogia). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 2006a.
BRASIL. Decreto n. 5.622/2005, art. 4, inciso II. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 2005a.
BRASIL. Decreto n. 5.626/2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília,
DF, 2005b.
BRASIL. Resolução nº 4, de 13 de julho de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 2005c.
161
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
BRASIL. Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior
– SINAES e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Presidência
da República, 2004a.
BRASIL. Decreto n. 5.296/2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília,
DF, 2004b.
BRASIL. Resolução CNE/CP n. 1, de 17 de junho de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Poder Executivo, Brasília, DF, 2004c.
BRASIL. Portaria nº 4059, de 2004, Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília,
DF, 2004d.
BRASIL. Decreto nº 5.154/2004, Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília,
DF, 2004e.
BRASIL. Parecer CNE/CES nº 67/2003. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo,
Brasília, DF, 2003.
BRASIL. Resolução CNE/CP n. 2/2002 (licenciaturas). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 2002b.
BRASIL. Resolução CNE/CP n. 3, de 18 de dezembro de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do
Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 2002c.
BRASIL. Lei n. 9.795, de 27 de março de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional
de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 1999.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 1996.
CAPES. Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Tabela de áreas de
conhecimento. Disponível em: [Link]
Acesso em: 6 maio 2019.
DELORS, J. (Coord.) et al. Educação: um tesouro a descobrir. Relatório para UNESCO da Comissão
Internacional sobre Educação para o Século XXI. São Paulo: Cortez Editora, 1999.
IBGE. Cidades. 2010. Disponível em: [Link] Acesso em: 25 jun. 2019.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DO BRASIL. Instrumento de avaliação de cursos de graduação: Bacharelados e
Licenciatura, na modalidade de educação a distância, do Sistema Nacional de Educação Superior – SINAES.
2019.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Painel de controle do MEC. 2014a. Disponível em:
[Link] Acesso em: 13 mar. 2019.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Instituições de Educação Superior e Cursos Cadastrados. 2014b.
Disponível em: [Link] Acesso em: 13 mar. 2019.
PERRENOUD, P. As competências para ensinar no século XXI: a formação de professores e o desafio da
avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2002.
PERRENOUD, P. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. Porto Alegre: Artmed, 2001.
PERRENOUD, P. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999a.
PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas lógicas. Porto Alegre:
Artmed, 1999b.
SEBRAE. O setor de alimentação fora do lar conectado com o futuro. Disponível em:
[Link]
162
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
conectado-com-o-
futuro,cfeda9710ca8c610VgnVCM1000004c00210aRCRD#:~:text=Uma%20parceria%20de%20peso,bilh%C3
%B5es%20de%20Reais%20em%202018. Acesso em: 15 mar. 2021.
ZABALA, A. A prática educativa. Porto Alegre: Artmed, 1998.
163
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Ensino Superior. Pesquisa e Extensão. Iniciação Científica. Os diferentes tipos de trabalhos
acadêmicos. Cenário do Ensino Superior no Brasil. Características da população Brasileira através do PNAD.
Demandas para o ensino superior no Brasil. Caracterização da EAD. Histórico EAD. Legislação da EAD. EAD no
mundo. Perfil do estudante EAD. Estilos de aprendizagem. Competências e habilidades para o mercado de
trabalho. Postura Profissional. Oportunidades Profissionais.
CARGA HORÁRIA: 80
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UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 - VOCÊ NO ENSINO SUPERIOR.
UNIDADE 2 - VOCÊ NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.
UNIDADE 3 - PERSPECTIVAS PROFISSIONAIS: UM DESAFIO.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – Resgate histórico do ensino superior no Brasil; A essência do ensino superior; Os modelos
de ensino superior ou universitário; A importância da formação do profissional pesquisador; Instituições de
ensino superior no Brasil; Os diferentes tipos de organização das instituições de ensino superior brasileiro;
As IES no ensino, na pesquisa e na extensão; O modelo ideal de ensino-aprendizagem: possibilidades e
desafios; A pesquisa e a iniciação científica; Você no ensino superior e os diferentes tipos de trabalhos
acadêmicos; A publicação de artigos em revistas ou periódicos especializados; O artigo científico e suas
especificidades; Cenário do ensino superior no Brasil; Profissionais com maior graduação ganham mais?;
Indicadores socioeconômicos no Brasil; Comparativo da empregabilidade entre as diferentes regiões do brasil.
165
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. GUAREZI, Rita de Cássia Menegaz. Educação A Distância Sem Segredos (online Plataforma Pearson)
Curitiba: InterSaberes, 2012. (cod. 38197)
B1. BRITO, Glaucia da Silva; PURIFICAÇÃO, Ivonélia da. Educação E Novas Tecnologias um (re)pensar (online
Plataforma Pearson). 2ª.ed. Curitiba: Intersaberes, 2015. (cod. 18152)
B2. TAKAHASHI, Adriana Roseli W.. Competências, Aprendizagem Organizacional E Gestão Do Conhecimento
(online Plataforma Pearson) Curitiba: Intersaberes, 2015. (cod. 36037)
Referências Complementares
C1. WERNER, Adriane. Etiqueta Social E Empresarial (online Plataforma Pearson)[Link]. Curitiba: InterSaberes,
2014. (cod. 34354)
C2. MARTINS, Vanderlei (Org.) . Metodologia Científica fundamentos, métodos e técnicas (online Plataforma
Pearson). Rio de Janeiro: Freitas Bastos , 2016. (cod. 31126)
C3. RIBEIRO, Renata Aquino (Org.) . Introdução À Ead (online Plataforma Pearson)São Paulo: Pearson, 2014.
(cod. 30532)
C4. MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.) . Pesquisa Social teoria, método e criatividade (online Plataforma
Pearson). [Link]. Rio de Janeiro: Vozes, 2015. (cod. 248597)
C5. FONTANA, Niura Maria; PORSCHE, Sandra Cristina. Leitura, Escrita E Produção Oral propostas para o
ensino superior (Online Plataforma Pearson). Caxias do Sul: EDUCS, 2011. (cod. 31731)
166
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EMENTA:
Gestão de Pessoas nas organizações: histórico, evolução e importância de Gestão de Pessoas para a
organização. Introdução aos principais processos/subsistemas de Gestão de Pessoas. Políticas de Gestão de
pessoas. A gestão de pessoas em um ambiente dinâmico e competitivo. Socialização do novo colaborador.
Liderança e motivação. Indicadores de gestão de pessoas.
CARGA HORÁRIA: 80 Horas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1: INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. DESSLER, Gary. Administração De Recursos Humanos:3ª.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014.
(Cód. 248343)
B2. ROMERO, Sonia Mara Thater; SILVA, Selma Françada Costa e; KOPS, Lucia Maria. Gestão De Pessoas:
conceitos e estratégias (online Plataforma Pearson). Curitiba: Intersaberes, 2013. (Cód. 17469)
167
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
B3. PAIVA, Kely César Martins de. Gestão De Recursos Humanos : teorias e reflexões (Online Plataforma
Pearson). Curitiba: InterSaberes, 2019. (Cód. 236585)
Referências Complementares
C1. STADLER, Adriano; PAMPOLINI, Cláudia Patrícia Garcia. Gestão De Pessoas : ferramentas estratégicas de
competitividade (Online Plataforma Pearson). Curitiba: InterSaberes, 2014. (Cód. 236614)
C2. KNAPIK, Janete. Gestão De Pessoas E Talentos (online Plataforma Pearson):Curitiba: Intersaberes, 2012.
(Cód. 17492)
C3. BEHNKE, Monica T. (Org.) . Gestão De Pessoas : artigos reunidos (Online Plataforma Pearson). Curitiba:
Intersaberes, 2014. (Cód. 19493)
C4. BARBOZA, Mariana Monfort; WALGER, Carolina; VIAPIANA, Larissa. Motivação E Satisfação No Trabalho :
em busca do bem-estar de indivíduos e organizações (Online Plataforma Pearson) . Curitiba: Editora
Intersaberes, 2014. (Cód. 236657)
C5. PEQUENO, Álvaro. Administração De Recursos Humanos (online Plataforma Pearson):São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2012. (Cód. 237736)
168
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA
História da Alimentação desde a pré-história até os dias atuais. Conceitos básicos da Gastronomia e
da Profissão do Gastrônomo. Importantes personagens da Gastronomia. A evolução da Gastronomia nos
diversos Continentes. Evolução da Gastronomia em termos tecnológicos e administrativos. Aspectos culturais
da Gastronomia. Formação dos profissionais da Gastronomia. A formação de Gastrônomo no Brasil.
Movimentos e tendências da Gastronomia. História da Gastronomia no Brasil.
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UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 – GASTRONOMIA, HISTÓRIA E PERSONAGENS.
UNIDADE 2 – GASTRONOMIA MUNDIAL, EVOLUÇÃO E CULTURA.
UNIDADE 3 – GASTRONOMIA: O PROFISSIONAL, OS MOVIMENTOS E TENDÊNCIAS E HISTÓRIA NO BRASIL
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1: História da alimentação. O que é Gastronomia? Personagens da gastronomia.
UNIDADE 2: Formação e função do gastrônomo. Movimentos e tendências da Gastronomia.
UNIDADE 3: História da Gastronomia no Brasil.
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. BERNADELLI, Julio Cezar. Planejamento E Gestão De Serviços Gastronômicos. (online plataforma
Pearson) Curitiba: Contentus, 2020. (Cód. 282820)
B2. PINTO, Roberto. Gastronomia Brasileira: na linha do tempo. (online plataforma Pearson) São Paulo:
Edições Tapioca, 2017. (Cód. 276824)
B3. SEQUERRA, Lucia. Cozinha Das Américas. (online plataforma Pearson) São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2018. (Cód. 248626)
Referências Complementares
C.1 POSSAMAI, Ana Maria de Paris; PECCINI, Rosana. Turismo, História E Gastronomia: Uma Viagem Pelos
Sabores. (online plataforma Pearson). Caxias do Sul: EDUCS, 2011. (Cód. 35633)
C2. TRIDA, Vanessa Camargo; FERREIRA, Fábio Moreira. Gestão Da Qualidade Em Serviços De Alimentação:
como elaborar um manual de boas práticas. (online plataforma Pearson) São Caetano do Sul: Yendis
Editora, 2013. (Cód. 34755)
C3. SEQUERRA, Lucia. Cozinha Francesa. (online plataforma Pearson) São Paulo: Editora Pearson, 2017. (Cód.
235112)
C4. DAVIES, Carlos Alberto. Alimentos E Bebidas (online plataforma Pearson):4 ed. Caxias do Sul: EDUCS,
2010. (Cód. 235063)
C5. CASCUDO, Luís da Câmara. Antologia Da Alimentação No Brasil: (online plataforma Pearson) São Paulo:
Global Editora, 2014. (Cód. 248640)
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs); agentes etiológicos, fontes de contaminação e formas
de controle da sua multiplicação nos alimentos. Boas práticas de manipulação de alimentos; higiene pessoal,
uniformização e a adoção de atitudes higiênicas a serem adotadas pelos manipuladores de alimentos. Boas
práticas nos processos de recebimento, pré-preparo, preparo, acondicionamento e distribuição dos
alimentos. RDC 216; higienização de ambiente, utensílios e equipamentos. Manual de Boas Práticas e
Procedimento Operacional Padronizado (POP).
CARGA HORÁRIA: 80 horas
UNIDADES DA DISCIPLINA
UNIDADE 1 - Noções de microbiologia de alimentos.
UNIDADE 2 - Requisitos de boas práticas aplicáveis às etapas de aquisição, recebimento, pré-preparo,
preparo, conservação e distribuição dos alimentos
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
UNIDADE 3 - Boas práticas nas condições estruturais, na higiene ambiental e de utensílios e no controle do
lixo, pragas e qualidade da água de serviços de alimentação
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – Abordar os aspectos sobre as doenças que podem ser transmitidas por alimentos, seus agentes
etiológicos, fontes de contaminação e formas de controle da sua multiplicação nos alimentos. Apresentar
requisitos de boas práticas quanto à higiene pessoal, uniformização e a adoção de atitudes higiênicas a serem
adotadas pelos manipuladores de alimentos.
UNIDADE 3 - Mostrar as condições adequadas das áreas externas e internas dos serviços de alimentação, a
adequada realização de higienização de uma cozinha e a maneira como avaliar a adequação de boas práticas
dos serviços de alimentação.
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. PERES, Andrea Pisatto. Vigilância Sanitária Aplicada Aos Alimentos:[Link]. Curitiba: Contentus,
2020. (Cód. 249097)
B2. SEQUERRA, Lucia. Planejamento Físico Em Serviços De Alimentação:[Link]. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2018. (Cód. 248619)
B3. KUAYE, Arnaldo Yoshiteru. Limpeza E Sanitização Na Indústria De Alimentos (online Plataforma
Pearson):[Link]. Atheneu, 2016. (Cód. 245845)
Referências Complementares
C1. BRINQUES, (Org) Graziela Brusch. Higiene E Vigilância Sanitária (online Plataforma Pearson):[Link]. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015. (Cód. 34754)
C2. BRINQUES, Graziela Brusch (Org.) . Microbiologia Dos Alimentos (online Plataforma Pearson):São
Paulo: Pearson, 2015. (Cód. 33978)
C3. TRIDA, Vanessa Camargo; FERREIRA, Fábio Moreira. Gestão Da Qualidade Em Serviços De
Alimentação: como elaborar um manual de boas práticas. [Link]. São Caetano do Sul: Yendis Editora,
2013. (Cód. 34755)
C4. TEIXEIRA, Suzana. Administração Aplicada Unidades De Alimentação E Nutrição:[Link]. São Paulo:
Editora Atheneu, 2010. (Cód. 249425)
C5. ZARO, Marcelo. Desperdício De Alimentos: velhos hábitos, novos desafios. [Link]. Caxias do Sul: Educs,
2018. (Cód. 34757)
172
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA
Organização, estrutura física e hierárquica da cozinha. Reconhecimento de utensílios e equipamentos
básicos. Cortes e nomenclaturas de alimentos. Técnicas de pré-preparo. Mise en place de produção, métodos
de cocções. Elaboração e montagem de pratos em relação às matérias primas, ao equipamento de
transformação, à tradição gastronômica e aos serviços.
CARGA HORÁRIA: 80 Horas.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
• Conhecer as Técnicas Básicas de Cozinha que darão suporte para as demais disciplinas práticas do
curso, que visam a produção de pratos culinários.
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 - A EVOLUÇÃO DA PROFISSÃO DE COZINHEIRO, SUA ORGANIZAÇÃO NA COZINHA E
EQUIPAMENTOS MAIS UTILIZADOS
UNIDADE 2 – TÉCNICAS DE COZINHA
UNIDADE 3 - FUNDOS; MOLHOS; VELOUTÉS; CREMES; CONSOLÊS E SOPAS
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 - O acadêmico irá conhecer a história da profissão de cozinheiro, aprenderá sobre o usar
vocabulário culinário básico, aplicar protocolos de saúde e segurança, identificar o uso de equipamentos
culinários, irá aplicar o básico do saber fazer da cozinha, e irá reconhecer as generalidades das operações de
um restaurante. Nesta unidade falaremos sobre a organização da cozinha, sua evolução e seus equipamentos
mais importantes.
UNIDADE 2- Nesta unidade o acadêmico irá se aprofundar nos principais cortes de carnes suas limpezas e
procedimentos. Técnicas de manipulação de peixes de água doce e salgada, e também de músculos e
crustáceos. Também nesta unidade o aluno aprenderá sobre especiarias e temperos, ovos e suas cocções.
UNIDADE 3 - O acadêmico nesta unidade irá conhecer sobre os diferentes fundos e molhos clássicos, os
diferentes processos de ligações, molhos emulsionados e os potages (velouté, creme, consomê, sopa).
BIBLIOGRAFIAS
Referencias Básica:
B1. Lieselotte Hoeschl Ornelas. Técnica Dietética Seleção e Preparo de Alimentos. São Paulo: Atheneu, 2007
B2. Ione T. Mendes Teichmann. Cardápio: técnicas e criatividade. Caxias do Sul: Educs, 2009
B3. Lucia Sequerra. Cozinha francesa. São Paulo: Editora Pearson, 2017
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
Referencias Complementares
C1. Roberto Pinto. Gastronomia brasileira: na linha do tempo. São Paulo: Edições Tapioca, 2017.
C2. Lucia Sequerra. Cozinha das Américas. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018.
C3. Lúcia Sequerra. Cozinha Fria e Garde Manger. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2017.
C4. Paola Biselli Ferreira Scheliga. Chocolateria. Ribeirão Preto: Pearson Education do Brasil, 2017.
C5. Lucia Sequerra. Cozinha Brasileira. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018.
174
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Leitura, interpretação e produção de textos. Estrutura e organização de trabalhos acadêmicos. Pesquisa
científica. Elaboração de projeto de pesquisa.
CARGA HORÁRIA: 80 Horas.
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 — DO TEMA DA PESQUISA AO PROBLEMA DA PESQUISA: A BUSCA DO SABER COMO
CARACTERÍSTICA DO SER HUMANO.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 - A natureza da ciência e da pesquisa científica: a contribuição da filosofia; os tipos de
conhecimento e as concepções de ciência que impactam na pesquisa científica; a pesquisa, o pesquisador e
as instituições de ensino: breves considerações acerca da (re) construção da ciência.
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos De Metodologia
Científica:São Paulo : Pearson Prentice Hall, 2007.
B2. MARTINS, Vanderlei (Org.) . Metodologia Científica: fundamentos, métodos e técnicas (online
Plataforma Pearson). Rio de Janeiro: Freitas Bastos , 2016.
B3. CASARIN, Hellen de Castro Silva; CASARIN, Samuel José. Pesquisa científica: da teoria á prática [livro
eletrônico]. (online Plataforma Pearson). 1 ed. Curitiba: Intersaberes, 2012.
Referências Complementares
C1. ALMEIDA, Nébia Maria. Método e metodologia na pesquisa científica. (on-line Plataforma Pearson). 3.
ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2008.
C2. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica. 34. ed. Petrópolis: Vozes, 2015.
C3. MASCARENHAS, Sidnei A. Metodologia Científica. (on-line Plataforma Pearson). [Link]. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2018.
C4. PEROVANO, Dalton Gean. Manual de metodologia da pesquisa científica. (on-line Plataforma Pearson).
Curitiba: InterSaberes, 2016.
C5. CERVO, Amado Luís; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. (on-line
Plataforma Pearson). 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
As sociedades humanas e o ambiente natural; a sociedade brasileira: evolução histórica; relações
étnico-raciais; cultura afro-brasileira e indígena; direitos humanos: história dos direitos humanos, dignidade
e igualdade humana, fundamentos políticos da proteção do meio ambiente; políticas públicas para o
desenvolvimento sustentável e educação ambiental; sustentabilidade socioambiental; conflitos
socioambientais; meio ambiente, tecnologia e sustentabilidade.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 - AS SOCIEDADES HUMANAS: RELAÇÕES AMBIENTAIS E MULTICULTURALISMO.
UNIDADE 2 - DIREITOS HUMANOS.
UNIDADE 3 - POLÍTICA AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – As sociedades humanas: relações ambientais e multiculturalismo. A revolução neolítica. Os
grandes aglomerados humanos na interface sociedade x natureza. Sociedade brasileira e meio ambiente.
Brasil: natural, cultural e social de indígenas e afrodescendentes.
UNIDADE 2 – Direitos Humanos. A declaração universal dos direitos humanos. Direitos humanos no Brasil.
Desafios contemporâneos para os direitos humanos no Brasil.
UNIDADE 3 – Política ambiental e sustentabilidade. Fundamentos políticos de proteção ao meio ambiente.
Sustentabilidade – dos marcos históricos aos pilares de alicerce. Ferramentas internacionais para a gestão
socioambiental e tecnologias sustentáveis.
BIBLIOGRAFIAS
Referências básicas
B1. KESSELRING, Thomas. Ética, Política e Desenvolvimento Humano: A Justiça na Era da Globalização (Online
Plataforma Pearson). Caxias do Sul: Educs, 2018
B2. BELLO, Enzo. Ensaios críticos sobre cidadania e meio ambiente (online Plataforma Pearson). Caxias do
Sul: Educs, 2012
B3. MANSOLDO, Ana. Educação ambiental na perspectiva da ecologia integral: como educar neste mundo
em desequilíbrio? (online Plataforma Pearson). Belo Horizonte: Autêntica, 2012
Referências complementares
C1. LUNELLI, Carlos Alberto; DYTZ, Jefferson. Ambiente, políticas públicas e jurisdição (online Plataforma
Pearson). Caxias do Sul: Educs, 2012
C2. FABRICIO, Ana Carolina Baggio. Turismo, Meio Ambiente e Sustentabilidade (online Plataforma Pearson).
Curitiba: Intersaberes, 2015
C4. PÁDUA, Elisabete M.M. de; JR, Heitor Matallo. Ciências sociais, complexidade e meio ambiente:
Interfaces e desafios. : Papirus, 2020
C5. RECH, Adir Ubaldo; BUTZKE, Alindo; GULLO, Maria Carolina. Direito, Economia e Meio Ambiente - Olhares
de Diversos Pesquisadores. : Educs, 2012
178
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA
Ao ouvir o termo “Cozinha fria”, o que a maioria de nós imagina? Talvez uma cozinha em que tudo
seja produzido sem cozimento algum, ou uma cozinha em que tudo é servido frio. A cozinha fria é também
chamada de Garde Manger, termo que vem do francês e significa “guardar comida”. Na verdade, também é
o nome de um armário usado há muito tempo, no qual se estocava alimentos como embutidos, queijos,
conservas, defumados e aqueles imersos em gordura animal, chamados de “confit”.
CARGA HORÁRIA: 80 Horas.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
• Oferecer ao acadêmico conhecimento teórico e prático da profissão de Garde Manger, a
evolução da cozinha fria. Finger foods. Patês. Saladas clássicas e contemporâneas. Molhos para saladas, Frios
e embutidos. Charcutaria. Regras de decoração da cozinha fria.
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 - Organograma de Cozinha. História da cozinha fria Gard Manger. Molhos frios e quentes. Sopas
frias.
UNIDADE 2 - Saladas Simples e compostas. Terrines. Conservas, curas, confit e defumados. Entradas frias.
UNIDADE 3 - Finger food. Linguiças. Chutneys. Verrines.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – A história da cozinha fria e as funções do cozinheiro do garde manger; a importância do sal e
como ele atua nos alimentos, tipos de salada e terrines vegetais; emulsões, chaud froid, molhos, reduções e
sopas frias
UNIDADE 2 – A gelatina e sua aplicabilidade na cozinha fria, mousses salgadas e patês; alimentos curados,
defumados e confitados; recheios para produção de salsichas, terrines, pâté en croûte, galantines e roulades
UNIDADE 3 – Queijos e antepastos, aperitivos, hors d’oeuvre e conservas, apresentação de bufês e criação
de menus, finger food, linguiças, chutneys, verrines.
BIBLIOGRAFIAS
Referências básicas
B1. Lúcia Sequerra. Cozinha Fria e Garde Manger. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2017
B2. José Osvaldo do Amarante. Queijos do Brasil e do mundo: para iniciantes e apreciadores. São Paulo:
Mescla, 2015
B3. Érika Barbosa Camargo; Raquel Braz Assunção Botelho. Técnica dietética: pré-preparo e preparo de
alimentos. São Paulo: Editora Atheneu, 2012
179
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
Referências complementares
C1. José de Arimatéa Freitas. Introdução à Higiene e Conservação das Matérias-Primas de Origem Animal
(online Plataforma Pearson). : Atheneu, 2015
C2. Andréa Miranda Nakane . Gestão e organização de eventos. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2017
C3. Tatiana Zuccolotto. Fungos e micotoxinas em alimentos e bebidas. Curitiba: Contentus, 2020
C4. Arnaldo Yoshiteru Kuaye. Limpeza e Sanitização na Indústria de Alimentos (online Plataforma Pearson). :
Atheneu, 2016
C5. Paola Biselli Ferreira Scheliga. Chocolateria. Ribeirão Preto: Pearson Education do Brasil, 2017
180
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Tipologia de bares, bebidas alcoólicas e não alcoólicas, bebidas fermentadas e destiladas, coquetéis
clássicos e contemporâneos, técnica de degustação.
CARGA HORÁRIA: 80 Horas.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade 1 - O café, sua origem, além de características da planta e dos grãos, classificação, processo de
torrefação e moagem, métodos de preparo e o papel do barista.
Unidade 2 - A origem do bar, bem como, sua classificação, a história da bebida alcoólica, a cerveja e seus
tipos, como servi-la, o vinho e sua história no mundo e no Brasil, as variedades e como servi-lo, as diferentes
bebidas alcoólicas e outras bebidas.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. FILHO, Waldemar Gastoni Venturini. Bebidas Alcoólicas: ciência e tecnologia (online plataforma
Pearson). [Link]. São Paulo: Blucher, 2018.
B2. FILHO, Waldemar Gastoni Venturini. Bebidas Não Alcoólicas: ciência e tecnologia (online plataforma
Pearson). [Link]. São Paulo: Blucher, 2018.
B3. SANTI, Laura Umbelina. Serviço de Sala e Bar (online plataforma Pearson). São Paulo: Pearson, 2017.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
C1. ALCARDE, André Ricardo. Cachaça: ciência, tecnologia e arte (online plataforma Pearson). São
Paulo: Blucher, 2018.
C2. CASCUDO, Luis da Câmara. Prelúdio da Cachaça (online plataforma Pearson). São Paulo: Global Editora,
2014.
C3. AMARANTE, José Osvaldo Albano do. Os segredos do Gim (online plataforma Pearson). São Paulo:
Mescla, 2016.
C4. FILHO, Waldemar Gastoni Venturini. Indústria De Bebidas: inovação, gestão e produção (online
plataforma Pearson). São Paulo: Blucher, 2011.
C5. MARTINS, Ana Luiza. A História Do Café (online plataforma Pearson). São Paulo: Contexto, 2017.
183
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Momento pedagógico interdisciplinar de contextualização de conteúdos teóricos e práticos vivenciados nas
disciplinas cursadas ao longo do módulo tendo como base os termos de Referência. Desenvolvimento de
projetos e ações ligados à Prática. Sistematização de artigo no formato paper. Socialização.
CARGA HORÁRIA: 80 Horas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade 1 – Citações diretas curtas, citações diretas longas e citações indiretas
Unidade 2 – Referências Bibliográficas
Unidade 3 – Socialização das atividades desenvolvidas durante o seminário.
184
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. CASARIN, Hellen de Castro Silva; CASARIN, Samuel José. Pesquisa científica: da teoria á prática [livro
eletrônico]. (online Plataforma Pearson). 1 ed. Curitiba: Intersaberes, 2012.
B2. PEROVANO, Dalton Gean. Manual de metodologia da pesquisa científica. (on-line Plataforma Pearson).
Curitiba: InterSaberes, 2016.
B3. FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida de. Método e metodologia na pesquisa científica. (on-line Plataforma
Pearson). 3. ed. São Caetano do Sul: Yendis, 2008.
Referências Complementares
C1. KÖCHE, Vanilda Salton; BOFF, Odele Maria Benetti; MARINELO, Adiani Fogali. Leitura E Produção Textual
: gêneros textuais de argumentar e expor (online Plataforma Pearson). Petrópolis : Vozes, 2014. (Cód.
240212)
C2. KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A Coesão Textual (online Plataforma Pearson):22ª .ed. São Paulo:
Contexto, 2010. (Cód. 240213)
C3. SILVA, Sidinei Pithan da; GREZZANA, José Francisco. Pesquisa Como Princípio Educativo (online Plataforma
Pearson):Curitiba: InterSaberes, 2013. (Cód. 240214)
C4. DEMO, Pedro. Metodologia Da Investigação Em Educação (online Plataforma Pearson):1ª .ed. Curitiba:
InterSaberes, 2013. (Cód. 240215)
C5. CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia Científica (online Plataforma
Pearson):6ª.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. (Cód. 240216)
185
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA
Evolução e caracterização da hotelaria e seus processos de gestão estratégica aplicados aos
empreendimentos do setor de hospitalidade e suas interfaces com a gastronomia e a restauração.
Carga Horaria: 80 horas
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 – A NATUREZA DA HOSPITALIDADE
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 - A história da hotelaria, os principais tipos de hotéis e serviços prestados neste
segmento; perfil e expectativas do cliente da hotelaria, gastronomia e restauração. A influência do setor
hoteleiro diante dos demais setores da economia. Aspectos relacionados à ética e a sua relevância no setor
hoteleiro.
UNIDADE 2 - O planejamento estratégico e suas principais práticas de gestão aplicadas aos
empreendimentos do setor de hospitalidade, gastronomia e restauração. A importância do planejamento,
da gestão participativa, com foco em resultados. Compreender a importância e aprender a formular a visão,
missão e valores da empresa do setor.
186
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Referências Básicas
B1. RUSCHMANN, Dóris; SOLHA, Karina Toledo. Planejamento Turístico (online Plataforma Pearson):[Link].
Barueri: Manole, 2012.
B2. HAYES, David K.; NINEMEIER, Jack D.. Gestão De Operações Hoteleiras (online Plataforma Pearson):São
Paulo: Pearson, 2005.
B3. DIAS, Reinaldo; PIMENTA, Maria Alzira. Gestão De Hotelaria E Turismo (online Plataforma Pearson):São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
Referências Complementares
C1. SCATENA, Maria Inês Caserta. Ferramentas Para A Moderna Gestão Empresarial: teoria, implementação
e prática (online Plataforma Pearson) . Curitiba: InterSaberes , 2012.
C2. RUSCHMANN, Doris. Turismo E Planejamento Sustentável : a proteção do meio ambiente (online
Plataforma Pearson). São Paulo: Papirus, 2015.
C3. STEFANI, Cláudia de; OLIVEIRA, Luana Cássia F. Mendes de. Compreendendo O Turismo: um panorama
da atividade (online Plataforma Pearson). [Link]. Curitiba: Intersaberes, 2015.
C4. BENI, Mario Carlos (Org.) . Turismo: planejamento estratégico e capacidade de gestão -desenvolvimento
regional, redes de produção e clusters (Online Plataforma Pearson). [Link]. Barueri: Manole, 2012.
C5. ROCHA, Águida Garreth Ferraz. Planejamento E Gestão Estratégica (online Plataforma Pearson):[Link].
São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012.
187
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Gastronomia e alimentação vegetariana. Vegetarianismo e saúde. Adequação nutricional da dieta
vegetariana. Ética e vegetarianismo. Impactos ambientais da criação e consumo de animais. Guia alimentar
para a população brasileira. Gastronomia sustentável. Veganismo. Origens do veganismo. Alimentação,
nutrição e veganismo. Gastronomia vegana.
CARGA HORÁRIA: 80 horas.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 – ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA
UNIDADE 2 – ÉTICA E VEGETARIANISMO
UNIDADE 3 – VEGANISMO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – Aborda os diferentes tipos e variações da dieta vegetariana, os motivos pelos quais muitas
pessoas estão aderindo ao estilo de vida vegetariano e os efeitos do vegetarianismo na saúde. Apresentar as
funções e as fontes alimentares dos diferentes nutrientes provenientes dos alimentos. Esclarecer o papel do
glúten e da lactose, e a possibilidade de inserir o vegetarianismo na alimentação escolar.
UNIDADE 3 - Apresenta a origem e a história do veganismo, os alimentos permitidos e sua relação com a
nutrição, e as possíveis substituições na gastronomia para aprimorar as técnicas culinárias deste público
específico. Mostrar a relação do veganismo com vestuário, acessórios e produtos de origem animal. Abordar
sobre alimentos orgânicos, transgênicos, plantas alimentícias não convencionais, leites e queijos veganos e
a importância das ervas e especiarias.
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
189
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
B1. MOREIRA, Annie Seixas Bello. Estilo De Vida Orgânico: integrando os saberes do corpo e da mente
através da nutrição. [Link]. Rio de Janeiro: Galenus, 2017.
B2. MENDONÇA, Raquel Bicudo. Alimentação Saudável E Alergia Alimentar:[Link]. São Paulo: Editora dos
editores, 2020.
B3. TEICHMANN, Ione T. Mendes. Cardápio: técnicas e criatividade. [Link]. Caxias do Sul: Educs, 2009.
Referências Complementares
C1. SEQUERRA, Lúcia. Gastronomia Hospitalar:[Link]. São Paulo: Editora Pearson, 2018.
C2. BOSCO, Simone Morelo Dal.. Personal Dieter - Da Gestação Ao Envelhecimento. (online Plataforma
Pearson):[Link]. São Paulo: Editora Atheneu, 2015.
C3. COSTA, Eronita de Aquino. Nutrição E Fitoterapia: tratamento alternativo através das plantas. [Link].
Petrópolis: Vozes, 2017.
C4. ZARO, Marcelo. Desperdício De Alimentos: velhos hábitos, novos desafios. [Link]. Caxias do Sul: Educs,
2018.
Francisco de Assis Mendonça; Mariana Andreotti Dias. Meio Ambiente E Sustentabilidade:[Link]. Curitiba:
InterSaberes, 2019.
190
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA: Aspectos históricos, sociais, geográficos, étnicos, econômicos e culturais das cozinhas
clássicas francesa e italiana. Cozinhas regionais. Técnicas, ingredientes e utensílios típicos. Composição de
cardápios clássicos. Serviços clássicos. Preparações clássicas: frias, quentes e doces.
191
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
UNIDADES DE ENSINO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. SEQUERRA, Lucia. Cozinha francesa (online Plataforma Pearson). São Paulo, Pearson, 2018. (ISBN
9788543025353).
B2. SEQUERRA, Lucia. Cozinha Italiana (online Plataforma Pearson). São Paulo, Pearson, 2018. (ISBN
9788543025377).
B3. SEQUERRA, Lúcia. Cozinha Fria e Garde Manger. [Link]. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2017. (Cód. 34753)
192
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
Referências Complementares
C1. COELHO, Ricardo Corrêa. Os Franceses:[Link]. São Paulo: Editora Contexto, 2008. (Cód. 235116)
C2. TEICHMANN, Ione Mendes. Cardápios Técnicas E Criatividade:[Link]. Caxias do Sul: Educs, 2009. (Cód.
248477) VALASTRO, Buddy. A Cozinha Italiana Do Cake Boss:[Link]. São Paulo: Edições Tapioca,
2014. (Cód. 285812)
C3. ELEUTERIO, Helio; GALVES, Mariana de Castro Pareja. Cozinha Quente: Organização, Técnicas de Preparo
e Harmonizações. [Link]. São Paulo: Érica e Saraiva, 2014. (Cód. 248625)
C4. CAMARGO, Érika Barbosa; BOTELHO, Raquel Braz Assunção. Técnica Dietética: pré-preparo e preparo de
alimentos. [Link]. São Paulo: Editora Atheneu, 2012. (Cód. 249400)
C5. REGIOLLI, Marcia Regina. Planejamento Estratégico De Cardápios - Para Gestão De Negócios Em
Alimentação:[Link]. São Paulo: Editora Atheneu, 2010. (Cód. 249423)
193
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 – INÍCIO DA COZINHA ORIENTAL
UNIDADE 2 – SABORES DO SUL E SUDESTE DA ÁSIA
UNIDADE 3 – A RAIZ DA ÁSIA ORIENTAL E CENTRAL
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – Oriente, sua história e divisão gastronômica e o Oriente Médio (Ásia Ocidental)
UNIDADE 2 – Sul e Sudeste da Ásia.
UNIDADE 3 – Ásia Central e a Ásia Oriental.
194
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. ELEUTERIO, Helio; GALVES, Mariana de Castro Pareja. Cozinha Quente: Organização, Técnicas de Preparo
e Harmonizações. [Link]. São Paulo: Érica e Saraiva, 2014. (Cód. 248625)
B2. SEQUERRA, Lúcia. Cozinha Fria e Garde Manger. [Link]. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2017. (Cód. 34753)
B3. BAUER, Alain; PLANTIER, Laurent. As Cem Palavras Da Gastronomia. [Link]. São Paulo: Edições Tapioca,
2013.
Referências Complementares
C1. TEICHMANN, Ione Mendes. Cardápios Técnicas E Criatividade:[Link]. Caxias do Sul: Educs, 2009. (Cód.
248477)
C2. TIBURI, Marcia. Cult: cultura e gastronomia. [Link]. São Paulo: Revista Cult, 2015. (Cód. 276826)
C3. CAMARGO, Érika Barbosa; BOTELHO, Raquel Braz Assunção. Técnica Dietética: pré-preparo e preparo de
alimentos. [Link]. São Paulo: Editora Atheneu, 2012. (Cód. 249400)
C4. POSSAMAI, Ana Maria de Paris; PECCINI, Rosana. Turismo, História E Gastronomia: Uma Viagem Pelos
Sabores (acesso online). Caxias do Sul: EDUCS, 2011. (Cód. 35633)
C5. FERREIRA, Marina Rossini. Turismo E Gastronomia: cultura, consumo e gestão . Curitiba: InterSaberes,
2016. (Cód. 235054)
195
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Momento pedagógico interdisciplinar de contextualização de conteúdos teóricos e práticos
vivenciados nas disciplinas cursadas ao longo do módulo tendo como base as tendências na gastronomia e
atualidades. Desenvolvimento de pesquisa, receita e ações ligados à prática pedagógica. Sistematização de
artigo no formato paper. Socialização.
CARGA HORÁRIA: 40 horas.
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 – TENDÊNCIAS NA GASTRONOMIA
UNIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO DE PESQUISA TEÓRICA E PRÁTICA ACERCA DO TEMA GERADOR.
UNIDADE 3 – SOCIALIZAÇÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos De Metodologia Científica:8..ed.
Rio de Janeiro: Atlas, 2017. (Cód. 33004)
B2. DEMO, Pedro. Metodologia Da Investigação Em Educação (online Plataforma Pearson):1ª .ed.
Curitiba: InterSaberes, 2013. (Cód. 240215)
B3. ALMEIDA, Nébia Maria. Método E Metodologia Na Pesquisa Científica. (on-line Plataforma
Pearson):[Link]. São Caetano do Sul: Yendis, 2008. (Cód. 19352)
Referências Complementares
C1. MASCARENHAS, Sidnei A. (Org.) . Metodologia Científica :[Link]. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2018. (Cód. 36347)
C2. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos De Metodologia Científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa
(online Plataforma Pearson). [Link]. Rio de Janeiro: Vozes, 2015. (Cód. 31128)
C3. BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos De Metodologia
Científica (online Plataforma Pearson):São Paulo : Pearson Prentice Hall, 2007. (Cód. 32757)
C4. RIPPINGTON, Neil. Curso Introdutório Chef Profissional:[Link]. Barueri: Manole, 2014. (Cód. 34778)
C5. TEICHMANN, Ione T. Mendes. Cardápio: técnicas e criatividade. [Link]. Caxias do Sul: Educs,
2009. (Cód. 34798)
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Gastronomia mundial, matérias-primas, conceitos da cozinha ocidental, principais pratos e
preparações clássicas: frias, quentes e doces.
CARGA HORÁRIA: 80 Horas.
UNIDADES DA DISCPLINA
UNIDADE 1 - EUROPA
UNIDADE 3 - ÁSIA
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade 1 - Gastronomia de Portugal e Espanha, cultura gastronômica de suas regiões, principais
contribuições e a cultura gastronômica da Alemanha, Suíça, Rússia, Reino Unido, Escandinávia e Grécia.
Unidade 3 - Aspectos da cultura, história e influências gastronômicas dos países asiáticos como China,
Vietnã, Índia, Tailândia e de outros países do sudeste asiático.
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. ALMEIDA, Sérgio A. S. O (meu) melhor de Portugal: história, memórias, sabores (online Plataforma
Pearson). São Paulo: Labrador, 2019.
B2. SEQUERRA, Lúcia. Cozinha das Américas (online Plataforma Pearson). São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2018.
B3. SEQUERRA, Lucia. Cozinha francesa (online Plataforma Pearson). São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2018.
199
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
C1. ELEOTÉRIO, Hélio; GALVES, Mariana de Castro Pareja. Cozinha Quente: Organização, Técnicas de
Preparo e Harmonizações (online Plataforma Saraiva). São Paulo: Érica e Saraiva, 2014.
C2. FERREIRA, Marina Rossi. Turismo e gastronomia: cultura, consumo e gestão (online Plataforma
Pearson). Curitiba: InterSaberes, 2016.
C3. POSSAMAI, Ana Maria de Paris; PECCINI, Rosana. Turismo, História e Gastronomia: uma viagem pelos
sabores (online Plataforma Pearson). Caxias do Sul: EDUCS, 2011.
C4. SEQUERRA, Lúcia. Cozinha Fria e Garde Manger (online Plataforma Pearson). São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2017.
C5. SEQUERRA, Lucia. Cozinha Italiana (online Plataforma Pearson). São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2017.
200
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Panificação, ingredientes, técnicas e processos envolvidos na fabricação do pão, bem como, sobre os
utensílios e equipamentos básicos da panificação e sobre a elaboração de pães, biscoitos e bolos.
CARGA HORÁRIA: 80 Horas.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA
Tem por objetivo apresentar aos acadêmicos conteúdos que fomentem sua aprendizagem sobre: os
ingredientes, técnicas, processos de preparo de produtos da panificação, aspectos históricos, a ciência da
panificação, os cálculos na elaboração de pães, técnicas e fórmulas da panificação.
• Zelar pela manutenção dos equipamentos e utensílios e avaliar os equipamentos, utensílios, primando
pela qualidade dos ingredientes e produtos elaborados e apresentados.
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 - O PÃO E A ARTE DA PANIFICAÇÃO
UNIDADE 2 - A CIÊNCIA POR TRÁS DA PANIFICAÇÃO
UNIDADE 3 - AS TÉCNICAS E FÓRMULAS DE PRODUÇÃO DO PÃO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade 1 - História da evolução do pão ao longo do tempo, o trigo (do grão à farinha) e os ingredientes da
panificação.
Unidade 2 - Ciência por trás da panificação: os passos básicos na produção do pão, os equipamentos e
utensílios, cálculos na elaboração de pães.
Unidade 3 - Técnicas e fórmulas de produção do pão, os pães de massas magras, macias e pães étnicos, as
massas ricas, viennoiseries, folhados, pães rápidos e bolos levedados.
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. SEQUERRA, Lucia. Panificação e Lanches. (online plataforma Pearson). [Link]. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2018.
B2. SEQUERRA, Lucia. Planejamento físico em serviços de alimentação. (online plataforma Pearson). [Link].
São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018.
B3. ELEOTÉRIO, Hélio; GALVES, Mariana de Castro Pareja. Técnicas de Confeitaria (online Plataforma
Saraiva). São Paulo: Saraiva, 2017.
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
C1. FREIDENSON, Beth. Bolos da Dona Zizi (online Plataforma Pearson). São Paulo: Rideel, 2007.
C2. FREYRE, Gilberto. Açúcar: uma sociologia do doce, com receitas de bolos e doces do Nordeste do
Brasil (online Plataforma Pearson). São Paulo: Global Editora, 2020.
C3. RODRIGUES, Viviane Belini. Técnica Dietética I (online Plataforma Pearson). São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015.
C4. RONDO JR., Wilson. Leite cru: a verdade que vai mudar a sua vida (online Plataforma Pearson). São Paulo:
Gala, 2019.
C5. ZIZI, Dona. Mini culinária de Dona Zizi (online Plataforma Pearson). PIRES, Leila Cropalato S. Neves;
DONATO, Edgar (orgs.). São Paulo: Rideel, 1998.
202
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Os alimentos no Brasil e no mundo, alimentos e nutrição, alterações e embalagens em alimentos,
programas de qualidade em serviços da alimentação, princípios de conservação de alimentos, tecnologia de
novos produtos e inovações, tecnologia de frutas e hortaliças, tecnologia de bebidas, tecnologia de carnes e
peixes, tecnologia de produtos lácteos, tecnologia de óleos e gorduras, análise sensorial na indústria de
alimentos.
CARGA HORÁRIA: 80 Horas
203
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
UNIDADES DE ENSINO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 - Apresentar informações a respeito da produção e industrialização dos alimentos no brasil e no
mundo e as principais tendências da alimentação. Destacar os nutrientes dos alimentos e sua importância na
nutrição. Além disso, abordar as principais alterações que ocorrem nos produtos alimentícios, a função das
embalagens e os principais programas da qualidade nos serviços da alimentação.
UNIDADE 3 - Apresentar o processamento de carnes e peixes e a tecnologia de produtos lácteos, que envolve
o processamento de queijos, leites fermentados, manteiga, creme de leite, entre outros. Além disso, abordar
o processamento de óleos e gorduras vegetais e o processamento de margarinas e cremes vegetais. Discutir
a importância e aplicação da análise sensorial na indústria de alimentos.
BIBLIOGRAFIAS
205
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI - UNIASSELVI
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Cozinhas Regionais: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste e das influências gastronômicas
das diferentes etnias formadoras da população brasileira, além da elaboração de pratos característicos de
cada região utilizando ingredientes e técnicas específicas.
CARGA HORÁRIA: 80 Horas.
206
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
• Aplicar o conhecimento adquirido sobre as boas práticas nas atividades desenvolvidas e no ambiente de
trabalho seja em empreendimentos de pequeno, médio ou grande porte privados e/ou públicos e em
projetos associados à gastronomia brasileira.
• Adaptar, quando necessário, as receitas tradicionais, clássicas e contemporâneas, utilizando os
conhecimentos teóricos e práticos adquiridos na disciplina.
• Zelar pela manutenção e limpeza dos equipamentos e utensílios e avaliá-los.
• Primar pela qualidade dos ingredientes e produtos elaborados e apresentados.
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1- IDENTIDADE DA COZINHA BRASILEIRA, PRODUTOS, INGREDIENTES E A COZINHA DA REGIÃO
SUL.
UNIDADE 2 - COZINHA DO SUDESTE E NORDESTE BRASILEIRO.
UNIDADE 3 - COZINHA DO CENTRO-OESTE, DO NORTE E CONTEMPORÂNEA DO BRASIL.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 - Identidade da cozinha brasileira, as contribuições dos indígenas, portugueses, africanos, os
produtos e ingredientes e a cozinha da região Sul do país.
UNIDADE 2 - Cozinha dos estados que compõem as regiões Sudeste e Nordeste, seus principais ingredientes
e pratos.
UNIDADE 3 - Cozinha dos estados das regiões Centro-Oeste e Norte e a cozinha contemporânea do Brasil.
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. SEQUERRA, Lucia. Cozinha Brasileira. (online Plataforma Pearson). São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2018.
B2. CASCUDO, Luís da Câmara. Antologia da alimentação no Brasil (online Plataforma Pearson). São Paulo:
Global editora, 2014.
B3. CASCUDO, Luís da Câmara. A história da alimentação no Brasil (online Plataforma Pearson). São Paulo:
Global editora, 2016.
Referências Complementares
C1. ELEOTÉRIO, Hélio; GALVES, Mariana de Castro Pareja. Cozinha Quente: Organização, Técnicas de
Preparo e Harmonizações (online Plataforma Saraiva). São Paulo: Érica e Saraiva, 2014.
C2. PINTO, Roberto. Gastronomia Brasileira: na linha do tempo. São Paulo: Edições Tapioca, 2017.
C3. ZIZI, Dona. Mini culinária de Dona Zizi (online Plataforma Pearson). PIRES, Leila Cropalato S. Neves;
DONATO, Edgar (orgs.). São Paulo: Rideel, 1998.
C4. FREYRE, Gilberto. Açúcar: uma sociologia do doce, com receitas de bolos e doces do Nordeste do
Brasil (online Plataforma Pearson). São Paulo: Global Editora, 2020.
C5. POSSAMAI, Ana Maria de Paris; PECCINI, Rosana. Turismo, História e Gastronomia: uma viagem pelos
sabores (online Plataforma Pearson). Caxias do Sul: EDUCS, 2011.
207
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Interpretação e compreensão de diferentes mapas, gráficos e imagens que são apresentados
atualmente por meio de livros, textos científicos, meios de comunicação, mídias sociais, entre outros
materiais e ferramentas que se utilizam desses recursos em suas publicações. Visa contribuir para maior
conhecimento sobre a realidade profissional e formação da vida, considerando aspectos que permitem a
interdisciplinaridade entre as áreas de conhecimento.
CARGA HORÁRIA: 80 horas
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 - MAPAS
UNIDADE 2 - GRÁFICOS
UNIDADE 3 - LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE IMAGENS
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Unidade 1 - leitura de mapa físico, de mapa demográfico, de mapa econômico, de mapa político,
histórico; convenções cartográficas, estudo com questões ENADE.
Unidade 2 - leitura de gráfico de coluna ou de barra, gráfico em pizza, gráfico em linhas, gráfico de
radar, gráfico de dispersão, estudo com questões ENADE.
Unidade 3 - leitura de imagens de história em quadrinhos e fotografias, estudo com questões ENADE.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. MARTINELLI, Marcelo. Mapas, Gráficos E Redes: elabore você mesmo. (online Pearson).ed. São Paulo:
Oficina de Textos, 2014.
B2. ARAÚJO, Ulisses F.. Temas Transversais, Pedagogia De Projetos E As Mudanças Na Educação (online
Plataforma Pearson). São Paulo: Summus, 2014.
B3. PIETROFORTE, Antonio Vicente. Análise do Texto Visual: a construção da imagem (online Plataforma
Pearson). São Paulo: Contexto, 2007.
Referências Complementares
C1. FAZENDA, Ivani C. A.; TAVARES, Dirce E.; GODOY, Hermínia P.. Interdisciplinaridade Na Pesquisa Científica
(online Plataforma Pearson) .ed. Campinas: Papirus, 2017.
C2. BELLO, Enzo. Ensaios Críticos Sobre Cidadania E Meio Ambiente (online plataforma Pearson). Caxias do
Sul: Educs, 2012.
C3. PAVIANI, Jayme. Interdisciplinaridade: conceitos e distinções (online Plataforma Pearson). Caxias do Sul,
RS: EDUCS, 2008.
C4. CARVALHO, Fábio Câmara Araújo de. Gestão Do Conhecimento: [Link]. (online plataforma Pearson). São
Paulo: Pearson, 2012.
C5. FREITAS, Maria Teresa de Assunção. Cibercultura e Formação de Professores (online plataforma Pearson).
[Link]. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA
Momento pedagógico interdisciplinar de contextualização de conteúdos teóricos e práticos
vivenciados nas disciplinas cursadas ao longo do módulo tendo como base iguaria regional. Desenvolvimento
de pesquisa, receita e ações ligados à prática pedagógica. Sistematização de artigo no formato paper.
Socialização.
CARGA HORÁRIA: 40 horas.
UNIDADES DE ENSINO
Unidade 1 – Iguaria regional
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
Unidade 3 – Socialização
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – Pesquisas bibliográficas sobre o tema; Definição de tema; Pesquisa e desenvolvimento de
receita;
UNIDADE 2 – Elaboração do paper;
UNIDADE 3 – Socialização.
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. FERREIRA, Marina Rossini. Turismo E Gastronomia: cultura, consumo e gestão . Curitiba: InterSaberes,
2016. (Cód. 235054)
B2. SENRA, Rosaly; SENRA, Imene. Quitandas De Minas: Receitas de família e histórias, volume 1. [Link].
Belo Horizonte: Gutenberg Editora, 2012. (Cód. 280332)
B3. POSSAMAI, Ana Maria de Paris; PECCINI, Rosana. Turismo, História E Gastronomia: Uma Viagem Pelos
Sabores (acesso online). Caxias do Sul: EDUCS, 2011. (Cód. 35633)
Referências Complementares
C1. DAVIES, Carlos Alberto. Alimentos E Bebidas (online Plataforma Pearson):[Link]. Caxias do Sul: EDUCS,
2010. (Cód. 235063)
C2. PINTO, Roberto. Gastronomia Brasileira: na linha do tempo. São Paulo: Edições Tapioca, 2017. (Cód.
276824)
C3. BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos De Metodologia
Científica (online Plataforma Pearson):São Paulo : Pearson Prentice Hall, 2007. (Cód. 32757)
C4. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos De Metodologia Científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa
(online Plataforma Pearson). [Link]. Rio de Janeiro: Vozes, 2015. (Cód. 31128)
C5. ALMEIDA, Nébia Maria. Método E Metodologia Na Pesquisa Científica. (on-line Plataforma
Pearson):[Link]. São Caetano do Sul: Yendis, 2008. (Cód. 19352)
211
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Identificação de ingredientes, utensílios e equipamentos avançados de confeitaria e no
desenvolvimento de técnicas de preparo e processos envolvidos na fabricação de produtos da confeitaria.
CARGA HORÁRIA: 80 Horas.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
• Aplicar seus conhecimentos teóricos e práticos nos empreendimentos de pequeno, médio ou grande
porte privados e/ou públicos e em projetos da confeitaria.
• Aprender sobre a rotina da confeitaria e aplicar o conhecimento adquirido nas atividades
desenvolvidas e no ambiente de trabalho.
• Adaptar, se necessário, receitas tradicionais, clássicas e contemporâneas da confeitaria, utilizando os
conhecimentos teóricos e práticos adquiridos na disciplina.
• Primar pela qualidade dos ingredientes e produtos elaborados e apresentados no contexto da
confeitaria.
• Atuar e valorizar a ética profissional no desempenho de suas atividades e funções.
UNIDADES DE ENSINO
Unidade 1 – Confeitaria, história e personagens.
Unidade 2 - Merengues, dacquoise, creme de confeiteiro e outras preparações a base de gema.
Unidade 3 - A origem do cacau e a pâtisserie moderna.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – Confeitaria: onde tudo começou, principais personagens, as noções básicas e os diferentes
tipos de massas (secas, líquidas, semilíquidas).
UNIDADE 2 – Merengues, massas merengadas e macarons, os cremes frios, cozidos e outros preparos a base
de ovos, além das musses, caldas, coberturas e geleias de frutas.
UNIDADE 3 – Origem do cacau e a pâtisserie moderna, o chocolate e a sua utilização, ganaches, trufas e
bombons, pâtisserie.
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. ELEOTÉRIO, Hélio; GALVES, Mariana de Castro Pareja. Técnicas de Confeitaria (online Plataforma
Saraiva). São Paulo: Saraiva, 2017.
B2. FREIDENSON, Beth. Bolos da Dona Zizi (online Plataforma Pearson). São Paulo: Rideel, 2007.
B3. SCHELIGA,Paola Biselli Ferreira. Chocolateria (online Plataforma Pearson). Ribeirão Preto:
Pearson Education do Brasil, 2017.
Referências Complementares
C1. DAVIES, Carlos Alberto. Alimentos e Bebidas (online Plataforma Pearson). [Link]. Caxias do Sul: EDUCS,
2010.
C2. FREYRE, Gilberto. Açúcar: uma sociologia do doce, com receitas de bolos e doces do Nordeste do
Brasil (online Plataforma Pearson). São Paulo: Global Editora, 2020.
C3. SEQUERRA, Lucia. Planejamento físico em serviços de alimentação. (online plataforma Pearson). [Link].
São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2018.
C4. RONDO JR., Wilson. Leite cru: a verdade que vai mudar a sua vida (online Plataforma Pearson). São Paulo:
Gala, 2019.
C5. ZIZI, Dona. Mini culinária de Dona Zizi (online Plataforma Pearson). PIRES, Leila Cropalato S. Neves;
DONATO, Edgar (orgs.). São Paulo: Rideel, 1998.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA
Se você gosta de cerveja ou conhece alguém que goste, já deve ter percebido que a cerveja dispensa
protocolos. As regras para consumo são ditadas pelo próprio consumidor e, é fato, todo mundo tem as suas.
Para esta disciplina o foco está ligado à cerveja, sua história, avaliação sensorial da cerveja. Técnicas
adequadas de degustação de cerveja. Mercado da cerveja. Serviço da cerveja. (harmonização de comida e
cerveja).
CARGA HORÁRIA: 80 Horas.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Conhecer e entender a cerveja, sua história, evolução e importância para a gastronomia, bem como
aprimorar técnicas de harmonização (cerveja e alimentos).
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 – CERVEJA: CONHECENDO A BEBIDA
UNIDADE 2 – FABRICANDO A CERVEJA
UNIDADE 3 – BEBENDO E VIVENDO A CERVEJA
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – História da cerveja: A descoberta da cerveja, de onde surgiu, como evoluiu. A relação da cerveja
com a história da humanidade. A cerveja atualmente. História da cerveja no Brasil.
UNIDADE 2 – Ingredientes, o processo de fabricação, a cerveja e algumas variação da receita.
UNIDADE 3 – Análise sensorial da cerveja, harmonização com cerveja, tópicos especiais sobre cerveja.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
BIBLIOGRAFIAS
Referências básicas
B1. Waldemar Gastoni Ventuti Filho. Bebidas alcoólicas ciência e tecnologia (online Plataforma Pearson).:
Blucher, 2016.
B2. Steve Hindy. A revolução da cerveja artesanal: Como um grupo de microcervejeiros está transformando
a bebida mais apreciada do mundo. São Paulo: Edições Tapioca, 2017.
B3. Christina Perozzi; Hallie Beaune. Cerveja em casa. São Paulo: Edições Tapioca, 2017.
Referências complementares
C1. Carlos Alberto Davies. Alimentos e bebidas (online Plataforma Pearson). Caxias do Sul: EDUCS, 2010.
C2. Waldemar Gastoni Venturini Filho. Indústria de Bebidas: inovação, gestão e produção. São Paulo:
Blucher, 2011.
C3. Tatiana Zuccolotto. Fungos e micotoxinas em alimentos e bebidas. Curitiba: Contentus, 2020
C4. Laura Umbelina Santi. Serviço de Sala e Bar. São Paulo: Pearson, 2017.
C5. Ione Mendes Teichmann. Cardápios técnicas e criatividade. Caxias do Sul: Educs, 2009.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA
O vinho. História do vinho. Vitivinicultura. Avaliação sensorial do vinho. Técnicas adequadas de
degustação de vinho. Mercado do vinho. Serviço do vinho. Enogastronomia (harmonização de comida e
vinho).
CARGA HORÁRIA: 80 Horas.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Conhecer e entender o vinho, sua história, evolução e importância para a gastronomia e técnicas de
harmonização (vinho e comida).
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 – VINHO: CONHECENDO A BEBIDA
UNIDADE 2 – ANÁLISE SENSORIAL DE VINHOS
UNIDADE 3 – ENOGASTRONOMIA: HARMONIZANDO VINHOS E ALIMENTOS.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – A história do vinho, Terroir e a geografia do vinho e a fabricação do vinho.
UNIDADE 2 – Análise visual, olfativa e gustativa do vinho.
UNIDADE 3 – Gosto e vinho, técnicas de harmonização e a harmonização entre vinho e a comida.
BIBLIOGRAFIAS
Referências básicas
B1. Roberto Rabachino. Harmonização: o equilíbrio entre vinho e alimento. Caxias do Sul, RS: Educs, 2012.
B2. Roberto Rabachino. Manual didático para o sommelier internacional: para saber os sabores do vinho.
Caxias do Sul: Educs, 2008.
B3. Roberto Rabachino. Vocabulário do Vinho. Caxias do Sul: Editora Educs, 2018.
Referências complementares
C1. Leonardo Liporone Baruki. Bordeaux e seus grands crus classés: a história dos melhores vinhos do
mundo. São Paulo: Labrador, 2017.
C2. Waldemar Gastoni Venturini Filho. Bebidas alcoólicas ciência e tecnologia. São Paulo: Blucher, 2018.
C3. Carlos Alberto Davies. Alimentos e bebidas (online Plataforma Pearson). Caxias do Sul: EDUCS, 2010.
C4. José Osvaldo Albano do Amarante. Os segredos do vinho: para iniciantes e iniciados. São Paulo: Mescla,
2018.
C5. Tatiana Zuccolotto. Fungos e micotoxinas em alimentos e bebidas. Curitiba: Contentus, 2020
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EMENTA:
Esta disciplina busca uma compreensão da construção da sociedade e as relações de consumo. Os
temas selecionados estão diretamente pensados e norteados visando uma conscientização melhor desta
temática em nosso tempo. Desta feita, foram destacados assuntos importantes como: padrões de consumo
e rejeitos; logística reversa e sustentabilidade. O propósito é trazer, a partir de um entendimento melhor do
assunto, uma conscientização e ação da parte da sociedade como um todo atitudes que possam ser revistas
e praticadas de forma coletiva em prol da sociedade. Os assuntos tem como objetivos despertar para
questões cuja reflexão seja compartilhada pelas diversas disciplinas da matriz curricular obrigatória,
conduzindo os acadêmicos a relacionarem os saberes e aplicá-los na solução de questões e problemáticas do
cotidiano no âmbito profissional e na formação para a vida.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 - RELAÇÕES DE CONSUMO
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – As sociedades humanas: relações ambientais e multiculturalismo. A revolução neolítica. Os
grandes aglomerados humanos na interface sociedade x natureza. Sociedade brasileira e meio ambiente.
Brasil: natural, cultural e social de indígenas e afrodescendentes.
UNIDADE 2 – Direitos Humanos. A declaração universal dos direitos humanos. Direitos humanos no Brasil.
Desafios contemporâneos para os direitos humanos no Brasil.
BIBLIOGRAFIAS
REFERÊNCIAS BÁSICAS
B1. PAVIANI, Jayme. Interdisciplinaridade: conceitos e distinções (online Plataforma Pearson). Caxias do Sul:
Educs, 2009
B2. SOUZA, Milena Costa de. Sociologia do consumo e indústria cultural (Online Plataforma Pearson).
Curitiba: Intersaberes, 2017
B3. RECH, Adir Ubaldo. Instrumentos de desenvolvimento e sustentabilidade urbana (online Plataforma
Pearson). Caxias do Sul: Educs, 2014
REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES
C1. RADOMSKY, Guilherme. Desenvolvimento e sustentabilidade (online Plataforma Pearson). Curitiba:
Intersaberes, 2013
C2. BELLO, Enzo. Ensaios críticos sobre cidadania e meio ambiente (online Plataforma Pearson). Caxias do
Sul: Educs, 2012
C3. FOGAÇA, Thiago Kich; CUBAS, Monyra Guttervill; TAVEIRA, Bruna Daniela de Araújo. Conservação dos
recursos naturais e sustentabilidade: um enfoque geográfico (online Plataforma Pearson). Curitiba:
InterSaberes, 2017
C4. CUNHA, Belinda Pereira da; AUGUSTIN, Sérgio (Orgs.) . Sustentabilidade ambiental: estudos jurídicos e
sociais (online Plataforma Pearson). Caxias do Sul: Educs, 2015
C5. WOLKMER, Maria de Fátima S.; MELO, Milena Petters (Orgs.) . Crise ambiental, direitos à água e
sustentabilidade : visões multidisciplinares (Online Plataforma Pearson). Caxias do Sul: Educs , 2012RECH,
Adir Ubaldo; BUTZKE, Alindo; GULLO, Maria Carolina. Direito, Economia e Meio Ambiente - Olhares de
Diversos Pesquisadores. : Educs, 2012
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA:
Momento pedagógico interdisciplinar de contextualização de conteúdos teóricos e práticos
vivenciados nas disciplinas cursadas ao longo do módulo tendo como base harmonização de alimentos e
bebidas. Desenvolvimento de pesquisa, receita e ações ligados à prática pedagógica. Sistematização de artigo
no formato paper. Socialização.
CARGA HORÁRIA: 40
• Desenvolver ficha técnica de preparo de uma receita que harmonize com a bebida escolhida, descrevendo
modo de preparo, cálculo de custos e análise sensorial;
• Harmonizar alimentos e bebidas de forma que realce os sabores e traga sensação agradável ao paladar.
UNIDADES DE ENSINO
Unidade 1 – Harmonização de alimentos e bebidas
Unidade 2 - Desenvolvimento de pesquisa teórica e prática acerca do tema gerador
Unidade 3 - Socialização
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. FILHO, Waldemar Gastoni Venturini. Bebidas Não Alcoólicas: ciência e tecnologia. [Link]. São Paulo:
Blucher, 2018. (Cód. 235061)
B2. FILHO, Waldemar Gastoni Venturini. Bebidas Alcoólicas Ciência E Tecnologia:[Link]. São Paulo: Blucher,
2018. (Cód. 235059)
B3. RABACHINO, Roberto. Harmonização: o equilíbrio entre vinho e alimento. Caxias do Sul, RS: Educs,
2012. (Cód. 237819)
Referências Complementares
C1. AMARANTE, José Osvaldo Albano do. Os Segredos Do Vinho: para iniciantes e iniciados. [Link]. São
Paulo: Mescla, 2018. (Cód. 237824)
C2. ALCARDE, André Ricardo. Cachaça Ciência, Tecnologia E Arte:[Link]. São Paulo: Editora Blucher,
2017. (Cód. 280336)
C3. DAVIES, Carlos Alberto. Alimentos E Bebidas (online Plataforma Pearson):[Link]. Caxias do Sul: EDUCS,
2010. (Cód. 235063)
C4. KÖCHE, José Carlos. Fundamentos De Metodologia Científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa
(online Plataforma Pearson). [Link]. Rio de Janeiro: Vozes, 2015. (Cód. 31128)
C5. MARTINS, Ana Luiza. A História Do Café: São Paulo. Contexto, 2017. (Cód. 235064)
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA
Tópicos atuais e emergentes. Novos paradigmas e tendências. Articulação e Integração das
disciplinas abordadas no curso.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Desmistificar os principais tópicos atuais e emergentes da profissão, perpassando pelos diversos
paradigmas e tendências. Apresentar conteúdos sobre os princípios norteadores da democracia, ética e
cidadania, além de realizar uma reflexão e uma discussão sobre as questões ético-morais, na relação
indivíduo e sociedade. Apontar os avanços das tecnologias da informação e comunicação como fator
determinante no advento da sociedade da informação. Estimular reflexão acerca das políticas públicas, sobre
a vivência nos meios urbanos e rurais e a questão ecológica.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
• Identificar os modos de vida urbano e rural, sua organização social, semelhanças e diferenças e sua
interdependência.
• Destacar as características que identificam o meio urbano e o meio rural.
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 – CIDADANIA E SOCIEDADE
UNIDADE 2 - POLÍTICA, TECNOLOGIA E GLOBALIZAÇÃO: OS IMPACTOS SOBRE A SOCIEDADE
UNIDADE 3 – POLÍTICAS PÚBLICAS
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – Democracia, ética e cidadania; a democracia em pauta; a questão da ética; o princípio
constitucional da cidadania; sociedade e a diversidade; conceitos de diversidade cultural e desigualdade
social; diversidade cultural e desigualdade social; inclusão escolar e social da diversidade; inclusão escolar e
social da diversidade humana; construção e reconstrução do saber aprendido; multiculturalismo: violência,
tolerância/intolerância e relações de gênero; conceituando multiculturalismo; surgimento do
multiculturalismo; áreas de conhecimento que abrigam o multiculturalismo; estudos de gênero; feminismo;
a primeira onda feminista; a segunda onda feminista; a terceira onda feminista e o surgimento dos estudos
de gênero; conceituando gênero; estudos de gênero; responsabilidade social: setor público, setor privado e
terceiro setor; Setor privado; terceiro setor; histórico; realidade das organizações sociais no Brasil; As
organizações não governamentais; cultura e arte; cultura e arte.
UNIDADE 2 – Ciência, tecnologia e sociedade; ciência; tecnologia; sociedade; sociedade entre ciência
e tecnologia; ciência, tecnologia, sociedade e ambiente (CTSA) – interpretações sobre a nova formação; CTS
sob novas óticas; CTS sob a ótica de Milton Santos; CTSA sob a ótica de Wiebe Bijker; caracterizando o mundo
atual; tecnologias da informação e comunicação (TIC); as tecnologias da informação e comunicação (TIC)
como fator determinante no advento da sociedade da informação; tecnologia da informação e comunicação
– TIC; avanços tecnológicos; tendências organizacionais do século XXI; comunidades virtuais; redes sociais;
globalização e política internacional; globalização: uma perspectiva histórica; o terceiro setor; globalização:
um balanço; a política internacional; o estado moderno e o liberalismo; o neoliberalismo e a terceira via;
tendências aos governos e à política internacional; relações de trabalho; origem/significado da palavra
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
BIBLIOGRAFIA
Referências Básicas
B1. STADLER, Adriano; MAIOLI, Marcos Rogério. Organizações E Desenvolvimento Sustentável V.1 (online
Plataforma Pearson):Curitiba: Intersaberes, 2012.
B2. BOCCHI, Olsen Henrique. O Terceiro Setor: uma visão estratégica para projetos de interesse público. 1°.
ed. Curitiba: InterSaberes, 2013.
B3. KESSELRING, Thomas. Ética, Política E Desenvolvimento Humano: A Justiça na Era da Globalização
(Online Plataforma Pearson). [Link]. Caxias do Sul: Educs, 2018.
Referências Complementares
C1. LUNELLI, Carlos Alberto; MARIN, Jeferson Dytz (Orgs.). Ambiente, Políticas Públicas E Jurisdição (online
Plataforma Pearson):Caxias do Sul: Edusc, 2012.
C2. MAZZAROTTO, Angelo de Sá. Construindo Cidades Resilientes E Sustentáveis (online Plataforma
Pearson):[Link]. Curitiba: Contentus, 2021.
C3. PERSEGUINI, Alayde dos Santos (Org.). Responsabilidade Social (online Plataforma Pearson):1°.ed. São
Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015.
C4. CUNHA, Belinda Pereira et al; AUGUSTIN, Sérgio; LIMA, Letícia Gonçalves Dias; COSTA, Nálbia Roberta
Araújo da. Os Saberes Ambientais, Sustentabilidade E Olhar Jurídico: visitando a obra de Enrique Leff
(online Plataforma Pearson). Caxias do Sul: Educs, 2015.
C5. FACHIN, Melina Girardi (Org.). Guia De Proteção Dos Direitos Humanos: sistemas internacionais e
sistema constitucional (Online Plataforma Pearson). Curitiba: InterSaberes, 2019.
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
EMENTA
Cultura surda e cidadania brasileira. Educação dos surdos: aspectos históricos e institucionais.
Características da linguagem de sinais. Situações de aprendizagem dos surdos. Aquisição de uma segunda
língua.
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
• Apresentar o conceito e a importância da língua de sinais.
• Propiciar a compreensão sobre a cultura e a tecnologia surda.
• Fornecer elementos teórico-metodológicos para a compreensão da Língua Brasileira de Sinais
(LIBRAS).
• Apresentar a legislação que fundamenta essa disciplina.
• Pontuar os aspectos de construção de identidade surda.
• Identificar os parâmetros dos sinais.
• Conhecer os principais sinais utilizados na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) pelos surdos.
• Reconhecer a importância da aquisição da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
• Demonstrar situações de aprendizagem.
• Apresentar as contribuições da sociedade à educação de surdos.
UNIDADES DE ENSINO
UNIDADE 1 – LIBRAS: ASPECTOS LEGAIS, HISTÓRICOS E CULTURAIS
UNIDADE 2 – LIBRAS E SUAS ESTRUTURAS
UNIDADE 3 – ATIVIDADES EDUCATIVAS: POSSIBILIDADES DE AÇÃO DOCENTE NO ENSINO DOS SURDOS
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – Aquisição da língua. A educação de surdos e a Legislação. Cultura, identidade, tecnologia,
comunidade e povo surdo.
UNIDADE 2 – A Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Datilologia e numeração. Estruturação de sentenças em
LIBRAS.
UNIDADE 3 – Trabalhando com surdos. Atividades educativas, matemática e língua portuguesa e LIBRAS.
Jogos.
BIBLIOGRAFIAS
Referências Básicas
B1. PEREIRA, Maria C. da Cunha (Org.). Libras conhecimento além dos sinais (online Plataforma Pearson). São
Paulo: Pearson, 2011. (cod. 19410)
B2. FERNANDES, Sueli. Educação De Surdos (online Plataforma Pearson) Curitiba: Intersaberes, 2012. (cod.
19411)
B3. LACERDA, Cristina B. F. de; SANTOS, Lara F. dos; OLIVEIRA, Vanessa Regina de (Org.). Libras aspectos
fundamentais (online Plataforma Pearson). Curitiba: InterSaberes, 2019. (cod. 38271)
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GASTRONOMIA
Referências Complementares
C1. BUDEL, Gislaine Coimbra; MEIER, Marcos. Mediação Da Aprendizagem Na Educação Especial (online
Plataforma Pearson)Curitiba: Intersaberes, 2012. (cod. 19414)
C2. BOTELHO, Paula. Linguagem E Letramento Na Educação Dos Surdos: ideologias e práticas pedagógicas
(Online Plataforma Pearson). Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2015. (cod. 31848)
C3. LOURENÇO, Érika. Conceitos E Práticas Para Refletir Sobre A Educação Inclusiva (online Plataforma
Pearson )Ouro Preto: Autêntica Editora, 2010. (cod. 31830)
C4. SILVA, Rafael Dias (Org.). Língua Brasileira De Sinais - Libras (online Plataforma Pearson). São Paulo:
Pearson Education do Brasil, 2015. (cod. 31853)
C5. LUCHESI, Maria Regina C. Educação De Pessoas Surdas: experiências vividas, histórias narradas (Online
Plataforma Pearson). São Paulo: Papirus, 2012. (cod. 31855)
226