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ATIVIDADES PRÁTICAS

SUPERVISIONADAS
Letras
1ª Série
Educação e Diversidade

Anhanguera Educacional de São Caetano do Sul/Alibert

 2012
1º SEMESTRE - LETRAS
 Nomes: Jéssica Martin Silva  Ra: 4200072960
DIVERSIDADE SOCIAL, RAÇA E GÊNERO

Profº Tutor Presencial: Fernanda dos Santos Grigoletto


Profº Tutor a Distância: Adalgisa Bergamin Diples
Profº EAD: Mariciane
Síntese
Culturas diferentes, todavia direitos iguais. contemporânea; fatos sociais como: o racismo, o
Consideremos que todo o ser humano a partir preconceito, bullying...
de seu nascimento tem seus direitos garantidos por lei,
sendo eles fundamentais para uma vida digna como:
moradia, estudo, saúde...
Sendo estes essências para o desenvolvimento
na vida de um indivíduo. A formação de uma identidade
começa no âmbito familiar e esta em constante
construção
Sendo assim, para que haja igualdade nos
direitos humanos é necessário que se respeite as
diferenças em uma sociedade multiculturalista.

Pois, a pluralidade cultural é uma variação de


culturas, mas para que convivam bem entre si é
necessário que haja respeito as diversidades culturais.
Cada cultura possui suas características: modo
de ser; modo de viver; de trabalhar; se relacionar entre si
e com o mundo; costumes; religiões; políticas; valores...
É muito importante que se incentive o
convívio e o respeito a outras culturas para que evitemos
alguns ciclos viciosos vividos na sociedade
... Essencialmente é necessário que o indivíduo desde sua
infância aprenda a respeitar as diferenças culturais.

A escola é o ambiente apropriado para este


aprendizado, pois é o primeiro local onde se tem o convívio com
culturas diversificadas. Nos primeiros anos de aprendizado, os
educadores devem usar livros, revistas, jornais, vídeos,
quadrinhos que abordem e incentivem o conhecimento através
das variações dos alimentos, vestimentas, diferenças linguísticas
de todas as regiões brasileiras.

Incentivando os alunos a pesquisar, participar de feiras


culturais e assim promover o conhecimento de outras culturas.

No mundo contemporâneo é imprescindível que se


reconheça e se respeite as diferenças de cada indivíduo,
considerando a diversidade em que vivemos, pois assim
poderemos viver harmonicamente em uma sociedade
multiculturalista.
Documentário “A Invenção da Infância”, direção de Liliana
Sulzbach
Breve sobre o Documentário
Sem dúvida, o documentário “A Invenção da Infância” enfoca a
questão de diferentes situações sociais relacionando a educação das crianças.
Há crianças que são obrigadas a trabalhar para auxiliar no sustento
da família e acabam por deixar os estudos, o que, na verdade deveria ser
prioridade. Observamos, mães relatarem a perda de muitos filhos por doenças
ou por falta de condições básicas.
Em contrapartida, famílias que possuem melhores condições
econômicas optam em ocupar a maior parte do tempo das crianças na
educação. Além da escola, as crianças fazem cursos e ainda praticam diversos
esportes.
Independente destas diferenças sociais, as crianças deixam de lado a
fase mais importante para a construção da identidade de um indivíduo: A
Infância.
Assim, podemos afirmar que “nossas crianças” ao invés de estarem
brincando, estão tornando-se adultos em miniatura.
Racismo É Burrice
Gabriel O Pensador
Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do preconceito? Que assimila os preconceitos porque tem cabeça
outro lado do oceano Barrigas cresceram fraca
"O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque O tempo passou E desde sempre não pára pra pensar
o sangue é mais forte que a água do mar" Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe
Racismo, preconceito e discriminação em geral; Uns com a pele clara, outros mais escura ensinar
É uma burrice coletiva sem explicação Mas todos viemos da mesma mistura E de pai pra filho o racismo passa
Afinal, que justificativa você me dá para um povo Então presta atenção nessa sua babaquice Em forma de piadas que teriam bem mais graça
que precisa de união Pois como eu já disse racismo é burrice Se não fossem o retrato da nossa ignorância
Mas demonstra claramente Dê a ignorância um ponto final: Transmitindo a discriminação desde a infância
Infelizmente Faça uma lavagem cerebral E o que as crianças aprendem brincando
Preconceitos mil Racismo é burrice É nada mais nada menos do que a estupidez se
De naturezas diferentes Negro e nordestino constroem seu chão propagando
Mostrando que essa gente Trabalhador da construção civil conhecido como Nenhum tipo de racismo - eu digo nenhum tipo
Essa gente do Brasil é muito burra peão de racismo - se justifica
E não enxerga um palmo à sua frente No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu Ninguém explica
Porque se fosse inteligente esse povo já teria apartamento ou o que lava o chão de uma Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com
agido de forma mais consciente delegacia esse lixo que é uma herança cultural
Eliminando da mente todo o preconceito É revistado e humilhado por um guarda nojento Todo mundo que é racista não sabe a razão
E não agindo com a burrice estampada no peito Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia Então eu digo meu irmão
A "elite" que devia dar um bom exemplo graças ao negro, ao nordestino e a todos nós Seja do povão ou da "elite"
É a primeira a demonstrar esse tipo de Pagamos homens que pensam que ser humilhado Não participe
sentimento não dói Pois como eu já disse racismo é burrice
Num complexo de superioridade infantil O preconceito é uma coisa sem sentido Como eu já disse racismo é burrice
Ou justificando um sistema de relação servil Tire a burrice do peito e me dê ouvidos Racismo é burrice
E o povão vai como um bundão na onda do Me responda se você discriminaria E se você é mais um burro, não me leve a mal
racismo e da discriminação O Juiz Lalau ou o PC Farias É hora de fazer uma lavagem cerebral
Não tem a união e não vê a solução da questão Não, você não faria isso não Mas isso é compromisso seu
Que por incrível que pareça está em nossas mãos Você aprendeu que preto é ladrão Eu nem vou me meter
Só precisamos de uma reformulação geral Muitos negros roubam, mas muitos são roubados Quem vai lavar a sua mente não sou eu
Uma espécie de lavagem cerebral E cuidado com esse branco aí parado do seu lado É você.
Racismo é burrice Porque se ele passa fome
Não seja um imbecil Sabe como é:
Não seja um ignorante Ele rouba e mata um homem
Não se importe com a origem ou a cor do seu Seja você ou seja o Pelé
semelhante Você e o Pelé morreriam igual
O quê que importa se ele é nordestino e você Então que morra o preconceito e viva a união
não? racial
O quê que importa se ele é preto e você é branco Quero ver essa música você aprender e fazer
Aliás, branco no Brasil é difícil, porque no Brasil A lavagem cerebral
somos todos mestiços Racismo é burrice
Se você discorda, então olhe para trás O racismo é burrice mas o mais burro não é o
Olhe a nossa história racista
Os nossos ancestrais É o que pensa que o racismo não existe
O Brasil colonial não era igual a Portugal O pior cego é o que não quer ver
A raiz do meu país era multirracial E o racismo está dentro de você
Tinha índio, branco, amarelo, preto Porque o racista na verdade é um tremendo
Nascemos da mistura, então por que o babaca
“A educação é melhor maneira de formar adultos
consciente das diferenças, aprendendo a respeitar
outras culturas, expandindo seus conhecimentos e
compreendendo os problemas da sociedade.”
A educação abrindo novos horizontes para o
conhecimento e o respeito.

Em uma cidadezinha do Estado da Bahia, mais precisamente no

município de Santa Luzia, morava a família de Pedro; que por motivos

financeiros migraram-se para o Estado de São Paulo, no município de

Ribeirão Pires.

Pedro, um garoto de aproximadamente 10 anos, estatura baixa e com um

forte sotaque regional.

Ao chegar em Ribeirão Pires, umas das prioridades da família foi

matricula-lo na 4ª série do Ensino Fundamental, em uma escola estadual

da região.

O menino era muito extrovertido e como a maioria das crianças com 10

anos, queria se enturmar; brincar; conversar; fazer novas amizades,

entretanto as diferenças de sua cultura como: a vestimenta e a sua

linguagem geravam preconceitos para com os demais alunos que acabavam

por constranger e excluir o garoto.


Foram inúmeras as tentativas de Pedro para interagir com a sala,
porém nenhuma obteve sucesso.

A princípio o seu sotaque era o principal motivo das chacotas.

A professora ao notar o comportamento da classe, compartilhou a


situação com os demais educadores e responsáveis pela direção
da escola. Sendo assim, para que Pedro pudesse se enturmar, foi
realizada uma atividade em que cada aluno deveria pesquisar e
levar para a sala de aula: vestimentas; músicas; costumes;
comidas e linguagens típicas regionais; etc.

Com o sucesso da atividade, as crianças despertaram interesse em


conhecer as raízes culturais de suas famílias, originando-se assim
uma feira cultural em que os alunos conheceram e aprenderam a
respeitar as diferentes culturas que possuímos em nosso país.
Relações de Gênero na sala de aula:
Atividades de fronteira e jogos de separação nas
práticas escolares

 Recortes de um artigo
Habilidades...

 Mas por que não?!..


Refletindo sobre os gêneros...
Podemos dizer que, antes mesmo de nascermos
nossa vida é traçada e planejada. Pois o marco inicial é dado
quando a genitora faz a ultrassonografia e descobre o sexo de
seu bebe. Assim, no âmbito familiar e na sociedade... É que
ouvimos frases que indicam a qual é a orientação sexual que
pertencemos, com quem devemos brincar e nos relacionar.
Sendo assim, meninas devem gostar de rosa, devem
brincar de bonecas, de casinha. E meninos devem gostar de
azul, de verde; devem brincar de carrinho. É a partir das
brincadeiras que a sociedade designa que as meninas serão
futuras donas de casa e os meninos chefes do lar...
O medo dos pais em relação aos brinquedos é que
eles influenciem na sexualidade da criança, e muitos passam
a proibi-las de brincar com “brinquedos do sexo oposto”.
Embora isto, não seja uma regra, ainda são conceitos
comuns atualmente, que são de heranças culturais muito
antigas da sociedade.
Quando iniciam ativamente para a vida escolar, esta
idealização se intensifica, pois das meninas é exigido boas
notas, bom comportamento e organização, no que diz respeito
aos meninos exige-se que seja competitivo, pratique esportes,
e que controle suas emoções não demonstrando qualquer
fraqueza...
Entretanto, embora haja estes conceitos
muitos grupos sociais estereotipam os meninos
como: bagunceiros, barulhentos, violentos,
indisciplinados... E as meninas como:
manhosas, choronas, fofoqueiras, exibidas...
Em relação aos estereótipos, o período da
adolescência é quando essa ideia de
padronização fica mais complexa. Pois, os
meios midiáticos mostram a imagem do que
consideram “perfeição”: mulheres magras
demais, homens com o físico atlético e outros
aspectos relacionados a uma aparência
produzida por equipamentos de silicone e
outras cirurgias plásticas.
Sendo assim, essa “fantasia” pode gerar
danos não só físicos, mas também psicológicos
e emocionais, como: transtornos alimentares,
depressão, doenças múltiplas, baixa no sistema
imunológico... Estereotipar e definir
isoladamente as preferências de cada gênero
pode ser prejudicial também ao convívio social;
como vimos isso pode aparecer antes mesmo de
um indivíduo nascer e pode se estender ate o
fim de sua vida.
Ações Educativas...
Cabe ao professor aplicar em sala de aula atividades que

façam os alunos interagirem e brincarem independentemente do


gênero. Desmitificando que casinha é brincadeira de menina; e que
só os meninos jogam bola. Além disso, deve orientar os pais para
que haja uma parceria entre a escola e a família priorizando uma
educação que contribua para a convivência harmônica entre
gêneros.
Considerações Finais
Consideremos que, nos dias atuais é fundamental que a escola, a sociedade e a família reconheçam as

diferenças e busquem uma inclusão em um mundo multiculturalista.

A inclusão é a busca da educação voltada para todos, independentemente da identidade, raça, gênero e
outros aspectos e características de cada individuo.

É necessário que a escola desenvolva atividades, jogos, vídeos, feiras e outros projetos que façam os alunos
interagirem, cooperarem, competirem entre si, garantindo uma educação de qualidade, uma convivência harmônica;
abolindo preconceitos e pré-conceitos, respeitando e reconhecendo a diversidade.
"Inclusão é sair das escolas dos diferentes e
promover a escola das diferenças"
(MANTOAN)
Referências bibliográficas
 Textos
 Imagens
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