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Administração de medicamentos em pediatria

Profª Carla Codo

2 .contenção (manual ou dispositivo físico). • mas de diversos conhecimentos: 1) Segurança: • Verificar idade (fases de desenvolvimento).A administração de medicamentos em pediatria: • não se resume só na execução da técnica. . .compreensão da criança (consentimento). • Planejar a segurança: .orientação sobre o procedimento (brinquedo). .idade.

.2) Humanização: • preparo da criança (apoio). carinho e compreensão. • presença dos pais (auxílio e conhecimento). • conforto após o procedimento. • Ter: paciência. 3 .apreensão. • não forçar (orientar quanto à importância). .traumático (injetáveis).

• pH. drogas vesicantes. • efeitos adversos. . cálculo de doses.tamanho da criança (doses menores). • sistema vascular (mais suscetível as alterações ambientais). osmolaridade. • capacidade do vaso quanto a hemodiluição.3) Conhecimento: • metabolismo da droga na criança é diferente: .idade. • ações farmacológicas. rediluição ( efeitos colaterais). 4 .

SOG. indicação.OBS: RNs (elevar decúbito). . copinho).RNs: introduzir de 1 a 2 ml de ar após administração de medicamentos ou dieta. Cçs maiores (conter). 5 . .• dose. Sonda enteral ou gastrostomia. levar em conta a rotina de cada serviço. ou água. SNG. • vias de administração:  Oral: preferida em pediatria. • ADMINISTRAR LENTAMENTE PELO CANTO DA BOCA (seringa. .

seringa de 1 ml (melhor meio de administração e transporte).CONTRA INDICAÇÃO: • sucção pobre ou ineficiente (incoordenação entre sucção/deglutição/respiração). 6 . • maioria dos medicamentos vem com dosador próprio específico para cada mg/ml. ALERTA DE ENFERMAGEM: Nunca gotejar solução diretamente na boca da criança. . • alguns medicamentos tem que ser triturados (proteção entérica não). • HOJE: odor.Gotejar substância em um frasco (copo) e aspirar com uma seringa. paladar e cor agradáveis. .

 Ocular: • não aplicar direto na córnea (fibras dolorosas).decúbito dorsal. 7 . • princípios para evitar erros de administração. • não permitir a utilização por mais de uma pessoa. • aplicar somente no olho afetado. • princípios para evitar infecção. • evitar tocar (contaminação). .sentado com a cabeça hiperestendida. • posição: .

• nunca fazer oclusão do canal do ouvido (conta-gotas ou seringa).tontura grave. Aplicação otológica: • estruturas ouvido externo sensíveis a temperatura extrema. . Crianças: puxar a orelha para baixo e para trás. Retificar o canal do ouvido até 3 anos. • prudente usar soluções estéreis (rompimento tímpano). • administrar o medicamento em temperatura ambiente: .náuseas. 8 . Cçs maiores: para cima e para trás.

• peça ao cliente para ficar em decúbito lateral c/ o ouvido para cima. • aplique uma suave massagem ou pressione o trago da orelha com o dedo. • posicione o frasco a 1 cm do canal e instile as gotas. • permanecer em DL por 2 a 3´. 9 . • retifique o canal.Procedimento: • princípios para evitar erros de administração.

 Instilações nasais: • aliviar sintomas de congestão nasal ou gripe.introduza o dispositivo dentro da narina. • uso freqüente: analisar mucosa. • pode ocorrer efeitos sistêmicos. formigamento e sensação de sufocação. . 10 . • Crianças: cabeça para frente (excesso saia) Procedimento: . .solicite que respire pela boca. • sentir: queimação.explique ao cliente o que ele pode sentir.

• introduzir parte mais larga do supositório primeiro. diminuída ou evitada pela presença de fezes. Instilações retais: • aparência. • avalie a eficácea do medicamento. • absorção da substância pode ser retardada. • guardados em geladeira. • peça ao cliente para permanecer em decúbito dorsal 10´. • efeito local (evacuação) ou sistêmico. • posicionamento (introduzir lentamente). • pressionar as pregas glúteas até passar o estímulo para evacuar. 11 .

• paralela a soroterapia.ENDOVENOSA Administração de medicamentos ocorre: • pela soroterapia. Medicamento age imediatamente 12 . • em bolo.

salinização do mesmo. .Realize a punção venosa.observe reação do cliente. . . .conecte a seringa e administre o medicamento.ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS EV • se a veia não estiver puncionada: . . 13 .identificação.verifique se o dispositivo deve permanecer inserido para aplicações posteriores.

Neonatos: Crianças: re-dilui antes de administrar 14 . • usado durante emergências: .quando deseja-se resposta rápida e previsível.Clientes criticamente instáveis. .Administração em bolo: • envolve administração concentrada de um medicamento diretamente na circulação sanguínea. • velocidade: 1 ml/min.

Administração concomitante ao soro: • proceda ao preparo do mesmo modo que para injeção IM. • conecte a seringa e introduza a medicação (bomba de seringa). • realize assepsia do dispositivo ou. 15 . perfusor). • observe reação do cliente. polifix. • abra a conecção (torneira de 3 vias. • Cç: re-diluir e administrar em bureta. ou frasco de soro.

vastolateral (coxa). • para IM rever a matéria de saúde da criança: .ventroglútea. . . . .Data e horário.diluição (quanto do medicamento foi utilizado).nome da medicação e dose do frasco.dorsoglutea.RESPONSÁVEL PELO PREPARO.OBS: • alguns medicamentos podem ser reaproveitados: . 16 . .

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