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Larvas e Borboletas II Corntios 5.17, 3.18 ; Romanos 12.2 Introdu o !

"uantos batistas s o ne#ess$rios %ra mudar uma l&m%ada' (o#) est$ #ansado de ser o *ue +' (o#) est$ #ansado de ,a-er o *ue ,a-' (o#) .s ve-es dese/a *ue vo#) %ossa ,u0ir da realidade' (o#) 0ostaria *ue vo#) %udesse ser di,erente' 12iste uma es%erana3 (o#) %ode mudar3 I. 4 %oten#ial de mudana 5II Cor 5.176 7. 7l0o radi#al a#onte#e na #onvers o 1. 1st$ des#rito #om %alavras diretas e #laras8 novo nas#imento, nova #riatura, nova nature-a 5 nova %essoa 6 2. 4 te2to #om #erte-a *uer ,alar de al0o din&mi#o B. Re#ebemos al0o na 9ora da #onvers o8 1. :ma nova nature-a ! embora a vel9a nature-a este/a ainda %resente. 2. :m novo %oten#ial ! as #oisas n o %re#isam ser mais as mesmas C. 5' :ma observa o %r$ti#a d$ a %ers%e#tiva '6 1. 1sta mudana dram$ti#a + %oten#ial 2. 1la n o %are#e ,a-er muito e,eito em muitos ! #rente ;<abriela; ! eu nas#i assim, vou morrer assim. ;1u sou #rente a 25 anos;. II. 4 %ro#esso de mudana 5II Cor 3.186 7. 7 salva o d$ o %oten#ial. 4 %ro#esso #on#reti-a 5o%era %ara obter!se6. B. =es#revendo o %ro#esso8 1. Com rostos des#obertos ! ao #ontr$rio do (el9o >estamento *uando n o se via as #oisas #laramente. 2. Contem%lamos, #omo %or es%el9o, a 0l?ria do @en9or. 7o ol9armos %ara esta 0l?ria re,letida, somos trans,ormados. 3. A medida *ue somos trans,ormados, nos %are#emos mais #om ele. B. 7 mudana8 da 0l?ria da salva o . 0l?ria dele *ue veremos. 4u, #on,orme outra tradu o, de um Cnvel de 0l?riaC %ara outro. 5. 4 1s%rito @anto + o a0ente desta mudana. C. 4 *ue isto *uer di-er *ue 1. D?s %odemos mudar, e su%ostamente devemos. 7s

mudaas est o rela#ionadas . I0re/a, .s tare,as do dia!a! dia. 2. 12iste um %adr o de mudana8 mudamos %ara #omo *ue =eus *uer *ue se/amos 3. 1sta mudana a#onte#e *uando ,o#ali-amos nele atrav+s da Bblia, et#. B. 1sta mudana + um %ro#esso, e o 1s%rito @anto trabal9a em n?s. III. 7 %arti#i%a o na mudana 5 Romanos 12.2 6 7. ;mas >rans,ormai!vos; ! ,ala de al0o *ue devemos ,a-er. B. 1sta mudana vem %ela ;renova o da nossa mente;. 1. 1st$ rela#ionada #om uma mudana no nosso %ensamento. :m 9$bito vira tradi o. 7 tradi o m$ 5n o %ensada6 mata os %ro%?sitos. 2. >emos *ue %ensar de modos di,erentes 3. 7 larva se trans,orma em borboleta %or #ausa de um 9ormEnio *ue est$ na sua #abea. C. Dovo %ensamentos s o ne#ess$rios 1. Fre#iso mudar 2. Fosso mudar ! =eus %lane/ou isso 3. >en9o *ue mudar B. (ou mudar =. 1sta mudana vem 1. Felo estudo bbli#o 2. Gedita o nos estudos bbli#os 3. 4ra o B. C@im%lesC obedi)n#ia Con#lus o8 (o#) est$ #ansado de #omo as #oisas est o' H %ossvel mudar3 H 9ora da larva virar borboleta. 7#ostumados a ,a-er o mal8 Ier. 13823 5 tamb+m Ier. 22821 6 <ustavo Jrederi#o Baseado no livro ;@ermon 4utlines on Fra#ti#al C9ristian Livin0;, de C9arles R. Kood ! I@BD L!825B!BLML!B