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musicas-gauderias

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Bochincho - A Onda do Momento

Composição: Gerson Mendes | Visitas: 1067 | Adicionado em: 1/1/2006
F C7 F C7 Essa é a onda do momento que chegou pra arrebentar F Bis Pego a loira e a morena e começo a requebrar C7 Um swing diferente misturado com paixão F Bis Com batida de pandeiro com forró e vaneirão Bb F E não tem macho que me pula nem me tira meu irmão C7 F Sou o galã das madrugadas sou um baita de um avião Bb F E não tem macho que me pula nem me tira meu irmão C7 F Sou o galã das madrugadas sou o rei do vanerão C7 F (Joga os braços para cima e requebra para baixo C7 F Bis Se liga mulherada nós chegamos no pedaço) Int.

Candieiro - Mulher Chorona
Composição: Vanderlei Rodrigo | Visitas: 1121 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D A7

D A7 D (Eta mulher chorona se lamenta e chora feito uma sanfona G A7 D Bis Arruma as malas e diz que vai embora, dali a pouco se arrepende e chora) A7 D /Chora de amor chora de paixão, chora de saudade chora de emoção A7 D Chora quando quer chora quando dar mulher chorona chega de chorar A7 G D Tu chorou no meu lenço chorou no meu pala tu chorou de raiva até perder a fala Am7 D7 G D A7 D Chorou porque o ciúme lhe fez chorar de novo e de felicidade chorou fazendo amor A7 Chora, chora, chora, chora mulher chorona, G D Chora que nem viola, chora que nem cordeona Am7 D7 G Chora, chora, chora, chora mulher chorona D A7 D A7 Que a gente sempre chora quando se apaixona/ ( ) Int. ( ) / /

Candieiro - Tá Pegando Fogo
Composição: Elton Saldanha | Visitas: 1096 | Adicionado em: 1/1/2006 B F#7 B

(Tá pegando fogo, tá pegando fogo F#7 Tá pegando fogo lá no meio do salão Bis Tá pegando fogo, tá pegando fogo B Tá pegando fogo no embalo do vanerão) E F F#7 /O gaiteiro lascando madeira pela sala inteira, o baile incendiou B Na base da deixa que venha, vai botando lenha e o fogo pegou E F F#7 Sai lasca da tampa da caixa, saltando fumaça nos zóio da gente B Sou chegado num beijo roubado e de rosto colado eu fui ficando quente F#7 B Incendeia, incendeia, a bailanta tá cheia F#7 B Vai ser fogo na veia se ela me beijar F#7 B Incendeia, incendeia, teu olhar relampeia B7 E F#7 B B7 E o gaiteiro de mão cheia faz a festa incendiar E B Olha nas meus olhos, me chama, olha nos meus olhos, me ama F#7 E B B7 Bota lenha na fogueira que eu quero teu calor E B Olha nos meus olhos, me chama, olha nos meus olhos, me ama F#7 E F#7 B Que eu quero passar a noite inteira mm o teu amor/ ( ) Int. / / ( ) Int.

Candieiro - Todo Mundo Veio Pro Rodeio
Composição: Elton Saldanha / Mauro Ferreira | Visitas: 1179 | Adicionado em: 1/1/2006
Ab Eb7 Ab Eb7 (Todo mundo veio pro rodeio Db Ab Bis Todo mundo veio, todo mundo veio Eb7 Ab Eu vim porque sou da lida laço, pealo e gineteio) Eb7 /Bamo que bamo, que bamo cavalo, bamo sem rumo Ab Bis Bamo que bamo, que bamo cavalo, na voz de bamo se fumo/ Db Ab Eu passo toda a semana emalando meus arreios Db Ab Eb7 Segunda afio as esporas, na terça eu engraxo o reio Na quarta afofo um pelego, pra botar num corpo alheio Ab Na quinta eu tempero a canha, e na sexta eu vou pro rodeio

Um armadão de oito metro, eu empurro e faço uns floreios Db Ab E b7 Se vai nas guampa é dez pontos, se vai nos pulso é um boleio Cavalo não me derruba nem que se parta no meio Ab Fica em pé em cada pedaço, e o recavém dos arreios ( ) Int. Db Ab Eu hoje tô com vontade de tirar as coscas dum touro Db Ab Eb7 Minhas esporas com fome querem churrasco com couro Que lindo ganhar este prêmio e botar três dentes de ouro Ab E amanhecer na bailanta dançando e tomando soro

Hoje eu chocalho as barracas da santa paz do senhor Db Ab Eb7 Segunda eu volto pro rancho com duas maçãs do amor E tiro a véia prum xixo ó de lenço e tirador Ab A bandeira do rio grande vai ser nosso cobertor ( ) Int. ( ) / / Int.

Cenair Maicá . é um convite para o amor G7 C G levanta a poeira do sarandeio da china D7 G Recendendo a querosene com cheiro de brilhantina Int. D7 G Choram as primas no compasso do bordão D7 G E o guitarreiro canta toda a inspiração G7 C G E a cordeona num soluço refrexando D7 G Marca o compasso do posteiro sapateando Int. pai Brasil mãe Argentina Int. comungando a mesma rima G7 C G Disse o Sindinho que o Uruguai deixa os nubentes D7 G Une o casal continente. D7 G Neste compasso da gaita do sapucay D7 G Se arrastava alpargatas lá na costa do Uruguai G7 C G Chinas faceiras de um jeito provocador D7 G Vão sarandeando. D7 G Neste compasso da gaita do sapucay D7 G O mandico se alegrava lá na costa do Uruguai G7 C G Até a guarda costeira se esqueceu do contrabando D7 G E o sapucay chegava a tocar babando G7 C G E a gaita velha da baba do sapucay D7 G Chegou apodrecer o fole neste faz que vai não vai Int. D7 G São duas pátrias festejando nesta dança D7 G Repartindo a mesma herança. .Baile do Sapucay Composição: Cenair Maicá | Visitas: 1399 | Adicionado em: 1/1/2006 G D7 G D7 G Neste compasso da gaita do sapucay D7 G Se bailava a noite inteira lá na costa do Uruguai G7 C G Luz de candeeiro e o cheiro da polvadeira D7 G Hermanava castelhanos e brasileiros na fronteira Int. pai Brasil mãe Argentina G7 C G E disse o poeta que o lendário rio corrente G7 D7 G Une o casal continente.

C Rezo a Deus e a São Miguel e solto a balsa lá no fundo G7 Quem se escapa deste golpe. dou um pulo a Santo Tomé C Só pra ver as correntinas e vou bailar um chamamé ( ) Int. chega salvo na Argentina C Só duvido que se escape do olhar das correntinas ( ) Int.Cenair Maicá .Balseiros do Rio Uruguai Composição: Cenair Maicá | Visitas: 1412 | Adicionado em: 1/1/2006 Am G7 F C E7 Am G7 F G7 C E7 Am G7 (Oba. G7 Se chegar ao Salto Grande me despeço deste mundo. angico e canjarana G7 Quando chegar em São Borja. viva veio a enchente F O Uruguai transbordou C Vai dar serviço prá gente Am G7 Vou soltar minha balsa no rio F Vou rever maravilhas C Que ninguém descobriu) G7 Amanhã eu vou embora pros rumo de Uruguaiana C Vou levando na minha balsa cedro. .

Canto Dos Livres Composição: Cenair Maicá | Visitas: 1759 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 Se meu destino é cantar. não choro Gm F#m B7 A vida é mais do que um pranto. é um sonho E Como matizes sonoros B7 Hay os que cantam desditas de amor E F#m G#m Por conveniência agradando senhores Gm F#m B7 Mas os que vivem a cantar sem patrão E Tocam nas cordas do seu coração A /Quem canta refresca a alma E Cantar adoça o viver B7 Assim eu vivo cantando E Pra aliviar meu padecer/ B7 Quisera um dia cantar com o povo E F#m G#m Um canto simples de amor e verdade Gm F#m B7 Que não falasse em misérias nem guerras E Nem precisasse clamar liberdade A (No cantar de quem é livre E Hay melodias de paz B7 Horizontes de ternura E Nesta poesia de andar) B7 Quisera ter a alegria dos pássaros E F#m G#m Na sinfonia do alvorecer Gm F#m B7 De cantar para anunciar quando vem chuva E E avisar que já vai anoitecer B7 E ao chegar a primavera com as flores. da fome E Pra nunca cantar tristeza ()// .Cenair Maicá . E F#m G#m Cantar um hino de paz e beleza Gm F#m B7 Longe da prisão dos homens. eu canto E F#m G#m Meu mundo é mais que chorar.

A Uma Tropilha Composição: Rogério Villagran / César Oliveira | Visitas: 1552 | Adicionado em: 1/1/2006 G D7 G D7 Inté parece que o chão vem se abrindo aos poucos quando esses loucos seentropilham na invernada C D7 G E vem roncando marcando a casco este pampa mostrando a estampa topete e cola aparada C G Zainos. D7 Esta tropilha é conhecida por veiaca pra maritacas e rebenques não se entrega C D7 G De ponta a ponta cruza o meu pago sagrado com o lombo arcado dando coice nas macegas C G Eguedo quebra se entona soprando as ventas porque sustenta mil marcas entreveradas D7 G Pois o destino do flete que não se amansa deixa lembranças numa tropilha aporreada D7 G Pingos de fama Pato Preto e Chacarera Moura. . gateados baios e mouros pingos de estouro que se aporrearam por malos D7 G Negando o estribo ao índio que joga a sorte de encontra a morte no lombo desses cavalos D7 G É das baguala esta tropilha que eu canto e lhes garanto não hay eguada mais dura D7 C D7 G Um querosena da marca de Dom Reinaldo deixa arrepiada a mais taura das criaturas C G (Quem tem coragem força na perna e destreza sente firmeza quando um sotreta se atora D7 G Bis Porque um veiaco da tropilha da floresta enruga a testa no guasca que calça a espora) Int. Cruzeira.César Oliveira e Rogério Melo . tordilhos. Reboldosa e Temporal D7 C D7 G São entre outros malevas que escondem o rastro em pêlo e basto seja argentino ou oriental C G Por isso aonde um cincerro bater mais forte e o vento norte assoviar junto das frestas D7 G Bis Andarão soltos na fumaça do entrevero os caborteiros da tropilha da floresta D7 G Andarão soltos na fumaça do entrevero os caborteiros da tropilha da floresta Int.

domador e guitarreiro D7 B7 Em Diariamente peão campeiro nas folgas campeio festa Dm7 G7 C D7 G Tapeio o chapéu na testa pra ver melhor.Apaysanado Composição: Anomar Danúbio Vieira / Marcello Caminha | Visitas: 3734 | Adicionado em: 1/1/2006 G D7 C Bm7 Am7 D7 G D7 Em D7 G C Cm G Floreio o bico da gansa nesta gateada lobuna C D7 G A melhor das minhas alunas na doma tradicional Em7 Am7 D7 G Por favor não leve a mal este meu jeito fronteiro C C# D7 C Bm7 Am7 G Filho de pai brasileiro hijo de madre oriental Int. C Cm G Numa milonga crioula numa chamarra gaúcha C D7 G Pego um grito de a la pucha e me acomodo no embalo Em7 Am7 D7 G Mateio ao canto do galo gosto do assunto bem claro C C# D7 G Se de a pé já não disparo quanto mais bem a cavalo ( ) Int. as imagens C C# D7 C Bm7 Am7 G Talento fibra e coragem.César Oliveira e Rogério Melo . não se compra nem se empresta B C C# D7 G Sou assim apaisanado. . alma. sangue e procedência O amor pela querência traz retratado na estampa Retovos de casco e guampa no repertório da lida Pra que o sentido da vida finque raízes na pampa Int. Quem é do garrão da pátria. domador e guitarreiro D7 B7 Em Diariamente peão campeiro nas folgas campeio festa Dm7 G7 C D7 G Tapeio o chapéu na testa pra ver melhor. C Cm G Não carrego pretensão mas não sou de me achicar C D7 G Decerto trouxe de Allá o gosto pela guitarra Em7 Am7 D7 G Quando a saudade se agarra num bordoneio entonado C C# D7 G É meu povo enforquilhado num bagual mandando garra D7 G (Sou assim apaisanado. C Cm G No cabo de uma solinge sou mais ligeiro que um gato C D7 G No aporreado um carrapato largando só no garrote Em7 Am7 D7 G E macho pra me dar bote não se perca por afoito C C# D7 C Bm7 Am7 G Junte mais uns sete ou oito e me atropelem de lote Int. as imagens C C# D7 G Talento fibra e coragem. não se compra nem se empresta) Int.

( ) Int. num grito largo de venha . G D7 G Quando tapeio o meu sombreiro sobre a nuca Bm7 Am7 O coração me cutuca. correndo pelos banhados Am D7 G D/F# Gritando forte com o gado. meu pago retrata a estampa C D7 G De touro que afia a guampa nos cacurutos da sanga ( ) Int.César Oliveira e Rogério Melo . nos dias de lida bruta Em Bm7 No batoví. quinchado de Santa Fé C D7 G D/F# Sou de junco e aguapé. caraguatá e japecanga Em Bm7 Sou do Rio Grande. das cheias do reculuta Em (Cortei caminhos em culatras e fiadores Am D7 Erguendo penas e amores. extraviei sonhos e mágoas C D7 G Que se olvidaram com as águas. bate forte igual cincerro C D7 G Sinto que o sangue pulsa mais forte nas veias Bb D7 G D7 Parece que me arrodeia o assombro de Martin Fierro G Bm7 Me criei solto. G D7 G Trago nos tentos poncho emalado e saudade Bm7 Am7 De um tempo que foi verdade e a cada aurora rebrota C D7 G A vida passa e a mala suerte se adoça Bb D7 G D7 Depois que a espora faz mossa no contra forte da bota G Bm7 Nasci num rancho.De Vida e Tempo Composição: Rogério Vilagran / Edilberto Bérgamo | Visitas: 1753 | Adicionado em: 1/1/2006 Cm Gm D7 Gm G7 Cm Gm D7 G C/D Cm Gm Rondei recuerdos em noites de calmarias D7 Gm Bis Aclimatando invernias na minha pampa surenha) Int.

D7 G Quase que trocou de ponta "tai" o "joão pedro" que diga. D7 G (Quando eu amanheço loco até o diabo se apavora D7 G Encilho até "lobisomem" e risco o "malo" de espora D7 G Bis Pois bicho que faça rastro comigo conhece as normas G7 C D7 G Apanha se esconde o toso e atende ao grito de forma) Int. D7 G Tomei um trago de canha e virei o cano da bota D7 Dei "uns" grito no potreiro e voltei os boca de grota Arrastei as minhas "pobrezas. .César Oliveira e Rogério Melo . D7 G /Sentado nos meus "recaus" me paro cheio de manha D7 G Pois quando eu largo a cabeça só minha sombra me acompanha D7 G Bis Sou fronteiro e não refugo o maula por desgraçado G7 C D7 G A china me alcança as garras e o sol me faz um costado/ Int." bem pra o meio da mangueira G D7 G E a matungada na volta fazia uma povadeira. D7 G Embuçalei o mais quebra que já no primeiro arranque D7 Fez que se assustou da cola e se abraçou com o palanque. Prendi-lhe o chergão na cara e aticei a cachorrada G Levantou uma ventania e as bruxas davam risada. D7 E quando se levantava chegava a mostra a barriga E eu guasqueando cruzado achava lindo o retoço G E sarandeava as "rodaja" sobre a tábua do pescoço.Domando Composição: César Oliveira e Rogério Melo | Visitas: 1477 | Adicionado em: 19/5/2007 G D7 G D7 G Me acomodei nos arreios e tenteei "dum" estribo ao outro D7 Quebrei meu chapéu na testa e gritei que largasse o potro Saltou "cuspindo nos pulso" quando lhe abracei com os ferro G D7 G E o mouro-pampa enganchado chamou meu nome num berro.

assoviando A7 D Bis Pra matear junto da china num jardim defronte as casa/ / / Int.César Oliveira e Rogério Melo . F#7 Bm E7 A7 G D A7 D G D A7 D / / G D Então se volta. na amplidão das invernadas E7 A7 Se termina a campereada.Lá Na Fronteira Composição: Anomar Danúbio Vieira / Marcello Caminha | Visitas: 2046 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D F#m Bm Chamando a tropa. serpenteando tempo afora A7 D Lá na fronteira. embaixo do taco da bota Lá donde o touro mais veiaco tem costeio F#m Bm Um par de arreio é ferramenta de valor A7 G D A vaca xucra esconde a cria na macega A7 D Bis E cavalhada não nega. a trotezito. no reponte das auroras A7 G D A bagualada segue atrás da égua madrinha A7 D Bis Na velha estrada da linha. quando o sol apaga as brasas G D Então se volta. venha . ora pra um lado ora pra outro A7 D Se ganha a vida a casco e braço nos varzedos A7 D Se aprende cedo a ensiná a lida pra um potro F#7 Bm Lá na fronteira. abrindo o peito A7 No velho jeito de tirar zebú da grota Em Em/D A/C# Se até espora pra um torrão de fundamento A7 D Passando um tento. os tajãs por contingêngia A7 D Contrabandeiam querência. que por lá hay domador D /Lá donde as penas se transformam em melodias A7 Na campeira sinfonia de coscorra e nazarenas Em Em/D A/C# Almas antigas rondam galpões nas estâncias A7 D Pois são grandes as distâncias e as saudades tão pequenas) Lá donde ainda ecoa forte um venha. a trotezito. A G F#m Em D Lá donde o campo enfrena o dia. assoviando A7 D Bis Pra matear junto da china num jardim defronte as casa/ Int.

César Oliveira e Rogério Melo - Machaço Confronto
Composição: Rogério Villagran / César Oliveira | Visitas: 1562 | Adicionado em: 1/1/2006
D A7 Em7 A7 D A7 Em7 A7 G A7 D

Ebº Em7 A chuva calma acolhera uma semana inté a charqueada ainda falta um eito de chão F#m7 G A7 D A7 Sinto saudade dos carinhos da paysana china adorada pra quem dei meu coração D A7 D A7 D D7 O gado arisco marcha firme ao despacito Maneco Rosa abre o peito e chama a tropa G F#7 Bm7 E7 A7 Negro buenacho conhece as manhas de um grito que sarandeia quando a goela se alvorota G G#º D A7 D Negro buenacho conhece as manhas de um grito que sarandeia quando a goela se alvorota Em7 E o meu gateado mui delgado pede boca e o meu sombreiro sobre o poncho se faz quincha A7 D A7 D Quando a garoa que era mansa fica louca e a cavalhada ponteando a tropa relincha Em7 Tem um parceiro que não sai do meu costado e quando atiço vai na ponta e vem de volta A7 D A7 D Um cusco baio por amigo batizado um companheiro que do estribo não se solta Int. D A7 D G G#º D A7 D Ebº Em7 Dom Amarante entonado sobre as garras desdobra o mundo nesse machaço confronto F#m7 G A7 D A7 Escora o tombo das mágoas campeando farras e um cinco salsos leva o resto nos encontros D A7 D A7 D D7 Tropeando anseios se templo friente al destino pois é por quebra que um fronteiro se retrata G F#7 Bm7 E7 A7 Ouvindo o berro da tropa de pêlo fino enforquilhado pechando boi na culatra G G#º D A7 D Ouvindo o berro da tropa de pêlo fino enforquilhado pechando boi na culatra Em7 E eu por taura tenho inté a alma estropiada mas não há nada que faça eu trocar de rumo A7 D A7 D A mala suerte me castigou nas volteadas mas algum dia Deus me ajuda e eu me aprumo Em7 Levanto a china na anca do meu gateado de pau-a-pique e santa fé ergo um ranchinho A7 D A7 D Largo meu pingo lá pro fundão do banhado e passo o resto da vida a tropear carinhos Bis Int.

César Oliveira e Rogério Melo - Paleteada
Composição: Rogério Villagran | Visitas: 1719 | Adicionado em: 9/7/2006
Am9 E7 Am E7 Am

E7 Am Vem se escorando no freio se enforcando na peiteira E7 Am E quase que se debruça no grito de upa e se foi G7 C Meu gateado frente aberta brazino das quatro patas G7 C E7 Am Devereda se desata e se acolhera com o boi E7 Am Num mouro marca de "h" o "junico" me faz costado E7 Am E o osco canela fina se para cheio de assombro, G7 C Meu gateado vem por cima e o mouro não frouxa o tento G7 C E7 Am E o osco espragueja o vento quando lhe cuspo no lombo F Dm Am (Grito a grito, peito a peito, "repontemo" até o rodeio F Dm Am Este matreiro teimoso que refugou na picada G7 C De à cavalo não refugo embora o tempo desabe E7 Am E o mais matreiro já sabe que me gusta paleteada) Int. E7 Am Paleteada é lida bruta nascida nas "escaramuças" E7 Am Quando se apartavam tropas em "machaços" atropelos G7 C A encontro e bico de bota tirava o boi do refugo G7 C E7 Am Que reboleava o sabugo na direção do sinuelo ( ) ( ) Int.

César Oliveira e Rogério Melo - Prego Na Bota
Composição: César Oliveira | Visitas: 1550 | Adicionado em: 6/4/2006
C G7 C

Faz dias que essa saudade me cutuca e me encomoda G7 Pior que prego na bota quando empeça a castigar Que troço mais sem sentido é um amor mal resolvido F C Só um retrato envelhecido ficou pra me consolar

Já mandei muito recado e até aviso pela radio C7 F E um bilhete emocionado na Kombi que faz a linha C E a cretina não responde nem pra me mandar bem longe G7 C Parece ate que se esconde covarde mal e mesquinha C7 F G7 C (Ai ai ai ai saudade, ai prego na bota C7 F Onde é que já se viu um taura cento por cento D7 G7 Se entregar pra um sentimento chorando por quem não volta F C G7 C Ai ai ai ai saudade, é prego na bota) Int. É que um romance aporreado aniquila e prejudica G7 E ademais ninguém explica a angústia de um pobre peão Que sofre de alma estropiada por uma china malvada F C Que se foi sem dizer nada levando meu coração

Pelo menos da um sinal nem que seja de fumaça C7 F Que aquilo não tem mais graça e tu não ta arrependida C Me poupa desse desgaste devolve todo meus traste G7 C E o coração que roubaste que eu corro risco de vida ( ) Int.

César Oliveira e Rogério Melo - Roçando As Viria
Composição: César Oliveira | Visitas: 1551 | Adicionado em: 1/1/2006
G D7 G Int. D7 A oito soco gemia e roncava G Se chamarreava na rancheira potra (C) D7(G) Saltava fogo e um clarão se abria (D7) G D7 G Bis Quando eu tinia uma espora na outra C C# D7 Mas de repente tropiquei de fato G Assim relato o fato assucedido (C) D7(G) Foi sem querer mais ninguém acredita (D7) G Bis Me firmei na Tita e rasguei o vestido A7 D Num golpe seco dei-lhe um rasgão farto A7 D Bem sobre os quarto numa volta feia C (D7) E ali por causa daquele acidente (C) (D7) G Bis Já tinha gente querendo peleia D7 G D7 G Mas na rancheira tudo se acomoda C Pelado é moda e o resto é bobagem G Bis Varamos a noite roçando as viria D7 G E até parecia caso do Bocage Int.

D7 Vi que a escaramuça era um bate coxa G Da indiada frouxa num tranco de vaca (C) D7(G) Entrei de espora e chapéu requintado (D7) G D7 G Bis E o mango colgado no cabo da faca C C# D7 Cai na dança com a Tita beiçuda G Índia graúda duns trezentos quilos (C) D7(G) E a Doralicia que pedia apojo (D7) G Bis Se tapou de nojo quando viu aquilo A7 D Quase me prancho na volta da sala A7 D Pisei no pala e me enredei na faixa C (D7) Senti que a Tita naquele embaraço (C) (D7) G Bis Arrancou um pedaço do cós da bombacha D7 G D7 G (Mas na rancheira quando eu desembesto C Eu deixo o resto que se leve à breca G Bis Naquele embalo trocamos de ponta D7 G E quando me dei conta tava só de cueca)

César Oliveira e Rogério Melo . remendando alguma garra G7 C Então me olvido empreitando esta faína E7 Am Pois a força divina.Sob as Mangas do Aguaceiro Composição: André Oliveira / Rogério Melo | Visitas: 1568 | Adicionado em: 1/1/2006 Am E7 Am E7 Am F C E7 Am E7 E a parelha do arreio calejou-se das bastera E7 Am Lombo molhado pra pisar foi bem ligeiro F E7 Am E7 Inda a força do potreiro tá debaixo da aguaceira F Uma estiada negaceia por matreira Am Com cisma de caborteira vem escondendo a cara E7 Am Do meu galpão sorvo as horas tramando tentos F E7 Am Desquinando pensamentos. jamais falha e nunca erra F Am Talvez chuva seja o adubo já gasto F E7 Am E7 Que veio firmar o pasto e largar uma graxa na terra Am E7 Am E7 Talvez chuva seja o adubo já gasto Am E7 F G Am E7 Am Que veio firmar o pasto e largar uma graxa na terra Am F A manga calma de transforma em aguaceiro Am O chuvisqueiro desentoca um campomar E7 Am Que se tolda em cima d um baio-oveiro F E7 Am E7 Com seu sombreiro que tombeia ao desaguar F Fechou seis dias que eu lido no alagado Am E o banhado já virou um tremendal E7 Am Onde é várzea se tornou tudo encharcado F E7 Am Campo dobrado ventente de lamaçal G7 C Até a baeta do meu poncho está molhada E7 Am Garra ensopada de varar passo e sanga F Am O galpão virou um varal de arreios F E7 Am Oreando aperos enxaguados pela manga Int. F O gado berra nostalgiando o tempo feio Am .

mordo o beiço e atolo os dois) Int. com pena do coração F#m7 Bm7 Chora cordeona choraminga neste embalo E7 A Quando meto meu cavalo nunca deixo pra depois F#m7 Bm7 Já que a morena se agradou do meu café E7 A Depois que eu atolo um pé.César Oliveira e Rogério Melo . só desdobrando a percanta Bm7 Mais entonado que o garnizé lá "das casa" E7 A Já baleado de uma asa de tanto "samba com fanta" F#m7 Bm7 Se tu me quer me diz logo de vereda E7 A Boca de seda dos olhinhos cor de amora F#m7 Bm7 Daí então já saímos bem campante E7 A Que o rancho mais distante fica perto nesta hora ( ) Int. Bm7 A noite velha já se perde num "garreio" E7 A Sigo firme no floreio.Tranco de Fronteira Composição: César Oliveira | Visitas: 3416 | Adicionado em: 1/6/2006 A Bm7 E7 A E7 A Eu chego até achar graça. Bm7 Quando um gaiteiro estramela três ilheiras E7 A Neste tranco de fronteira tá sujeito de bailar Bm7 Gosto da marca de largar se rebulhando E7 A China que sai assim olhando com ganas de "veiacá" F#m7 Bm7 Eu sou do tempo que o "home" que era bem "home" E7 A Peleava com "lobisome" e atracava nas mulher F#m7 Bm7 Que o resto a gente empurra sempre pra um costado E7 A Que eu sou "nego" desconfiado se não sei que bicho é A F#m7 Bm7 (Chora cordeona choraminga no compasso E7 A Que no meu braço eu levo uma flor do rincão F#m7 Bm7 Num vai-e-vem de misturar o feijão com a massa .

. D7 Gm E assim no más me perco alumbrado de achegos C7 F Em meio a circunstância dos mesmos juncais Bb Gm Que te acolheram nua meu resto de lua Em7 A7 D No poente charrua emponchado de paz ( ) Int. D7 Gm Mais dias menos dias domando pelegos C7 F Vou arranjar sossegos que a espera me deu Bb Gm Embriagando mágoas nas águas da sanga A7 Dm Onde sovei as pampas meus sonhos nos teus D7 Gm Nas ressolanas tardes de anseios trocados C7 F A terra prometida arando restevas Bb Gm Guardando pra semana o mel da lichiguana Em7 A7 D E a manhã castelhana que habita as estrelas ( ) Int.Assim No Más Composição: Mauro Moraes | Visitas: 1666 | Adicionado em: 1/1/2006 Dm Gm C7 F Bb Gm A7 Dm Dm D7 Gm Por conhecer a lida que a vida me deu C7 F Meu galopear de moço escaramuça de dor Bb Gm Quando te vejo vindo meu fruto da mata A7 Dm Arrastando alpargata carente de amor Dm D7 Gm Parece que o silêncio das rondas noturnas C7 F Amontam o potro arisco da imaginação Bb Gm Quando te espero cedo meu rumo isolado Em7 A7 D Lavando o amargo apesar da ilusão Em7 A7 D (Esporiei reminiscências com pesadas nazarenas Bm Em A7 D(Dm) Bis Na esperança que a saudade amansassem as minhas penas) Int.César Passarinho .

César Passarinho .Guri Composição: João Batista Machado / Júlio Machado da Silva Filho | Visitas: 2061 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 Bm A7 D A7 D Das roupas velhas do pai queria que a mãe fizesse A7 D Uma mala de garupa e uma bombacha e me desse A7 D Queria boinas e alpargatas e um cachorro companheiro A7 D Pra me ajudar a botar as vacas no meu petiço sogueiro A7 G D Hei de ter uma tabuada e o meu livro "Queres Ler" A7 G D Vou aprender a fazer contas e algum bilhete escrever A7 G D Pra que a filha do seu Bento saiba que ela é meu bem querer A7 D E se não for por escrito eu não me animo a dizer Bis G D7 G Quero gaita de oito baixos pra ver o ronco que sai D7 G Botas feitio do Alegrete e esporas do Ibirocai D7 G Lenço vermelho e guaiaca compradas lá no Uruguai D7 G Pra que digam quando eu passe sai igualzito ao pai Bis Int. D C Bm Am G . G Am7 D7 G Em7 Am7 D7 G D7 C G E se Deus não achar muito tanta coisa que eu pedi D7 C G Não deixe que eu me separe deste rancho onde nasci D7 C G Nem me desperte tão cedo do meu sonho de guri D7 C G E de lambuja permita que eu nunca saia daqui 3x Int.

por estradas e galpões () . tal como pedra rolou G7 C G7 C E se fez homem proseando. passeando aveludada G7 C Nos botões chora segredos. com a gaita que o pai deixou G7 C E a gaita se fez baú para causos e canções G7 C Do negro que passa a vida.Negro da Gaita Composição: Gilberto Carvalho / Airton Pimentel | Visitas: 1360 | Adicionado em: 1/1/2006 C G7 C G7 C Mata o silêncio dos mates. G7 C Quando o pai que foi gaiteiro. que ele juntou pela estrada G7 (Quando o negro abre essa gaita C Abre o livro da sua vida G7 Marcado de poeira e pampa C Bis Em cada nota sentida) Int. a cordeona voz trocada G7 C E a mão campeira do negro. mastigando solidões G7 C E vai semeando recuerdos. desta vida se ausentou G7 C O negro piá solitário.César Passarinho .

Correa | Visitas: 1136 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D A7 D B7 E B7 E C7 G A7 D C7 G A7 Dm Gm7 /Temo chegando neste tranco bem fandangueiro C7 Dm Hoje aqui sobra gaiteiro quando baile ta animado Gm7 Dm Dê-lhe cordeona chaqualhando a noite inteira A7 D Num balanço de vanera de bailar de pé trocado/ Bm7 A7 {Quando escuto uma vanera fandangueira G A7 Danço a primeira e tomo conta do salão D(Bm7) A7 Gaiteiro bueno puxe o fole a noite inteira D Bis Sou da fronteira e me criei pelo galpão} Bm7 E7 (Vamo gaiteiro faz um floreio pra mim G A7 Que antes do fim eu já conquisto esta morena Bm7 E7 Bis Vamo gaiteiro toque um floreio pra mim G A7 Por um cambicho hoje tudo vale a pena/ Int.Chiquito e Bordoneio . / / Bm7 A7 Convido a prenda com respeito e com carinho G A7 Sou meio loco e danço tudo o que vier D(Bm7) A7 E o que seria dos fandangos sem cordeona D Bis E o que seria de nós homens sem muié ( ) Int.Balanço de Vanera Composição: Marcio Fava / Mauro Lanfredi / Alexandre A. . { } ( ) Int.

mas é pra saracotear F C Nem o diabo me segura quando eu sai pra dançar Quem me conhece pode me chamar de lôco F G7 Não economizo os troco. ( ) Int. Dm Bb C G7 C Eu saio cedo no lombo do meu gateado F C Num trote despreocupado me anseia o coração Se vou bailar no rodeio em Vacaria F G7 Me atraco com as gurias debaixo do tal lonão Dm E no verão me apincho pro litoral F G7 Num fandango bem bagual lá por Santa Catarina D7 F Bem gauchão não esqueço o chimarrão G7 C Faz parte da tradição eu matear com as meninas ( ) Int.um cantador galponeiro e uma gaita de botão G7 (Bb) C Bis Minha alegria se expande dançando pelo Rio Grande grudado num vanerão) Int.quando saio pra festear Dm Se vou bailar lá pro lado da fronteira F G7 Livramento ou Rivera meu negócio é farrear D7 F Sou bem assim desde o dia em que nasci G7 C Num fandango em Itaqui eu quero me desmanchar F Bb C (Um violão e um pandeiro.Chiquito e Bordoneio . Pontes / Ronaldo Caldas | Visitas: 1133 | Adicionado em: 1/1/2006 Dm C G7 C G7 C G7 C Eu vim aqui.Bem Lôco Pra Dançar Composição: Rodrigo Silveira / Ronildo A. .

. upa meu petiço da saudade C7 F Lembrar a infância que ternura que me dá Eb Bb Ir lá na venda fazer compra pro vovó F7 Bb Foi a relíquia dos meus tempos de piá) Int.Da Estância Pra Venda Composição: João Pantaleão G. Leite / Chiquito | Visitas: 1205 | Adicionado em: 1/1/2006 Bb F7 Bb F7 Eb Quanta saudade que tenho da minha infância do meu avó que pra mim foi uma legenda F7 Bb O meu sorriso se espalhava na estância quando este velho me mandava ir na venda Gm Eb C7 F7 Piá moleque do garrão encascurrado monta o petiço vai na venda pro teu vô Bb F7 Bb Segue o rio vai costeando o aramado porque a enchente o pontilhão já carregou C7 F (Upa. F7 Eb Traga anzol e barbante pra caniço e quatro dedos da purinha de alambique F7 Bb Traga tamancos apropriados pra serviço que os da tua vó há muito tempo foi a pique Gm Eb C7 F leve contigo um fio do meu bigode que o bodequeiro anote tudo bem direito Bb F7 Bb Depois da safra a gente paga como pode caso não der este velhito dá um jeito ( ) Int. F7 Eb Piá medonho não afrouxa o mocotó hoje a carga lá da venda vem pesada F7 Bb O teu petiço vai e vem num tranco só é bom de pata não empaca na estrada Gm Eb C7 F7 Traga uma lata de bolacha da fronteira erva-mate rapadura e fumo em rolo Bb F7 Bb Traga sal grosso e sabão para coceira e urna xerenga pra picar o meu crioulo ( ) Int.Chiquito e Bordoneio . ( ) ( ) Int. F7 Eb Não te esqueça do meu vinho e da sardinha do mascavo e arroz pra carreteiro F7 Bb Traga fermento e uma quarta de farinha como é gostoso o abençoado pão caseiro Gm Eb C7 F7 Traga pavio e querosene meu guri o lampião velho tá num último suspiro Bb F7 Bb Traga espoleta pra minha velha taquari faz muito tempo que a danada não dá tiro ( ) Int.

De Gaita e Pandeiro Composição: Ivacir Soares / Chiquito / Márcio Fava | Visitas: 1133 | Adicionado em: 1/1/2006 G D7 G D7 Antigamente num fandango bem campeiro C D7 G Eu batia meu pandeiro acompanhado a oito soco D7 E a gauchada entreverada na vanera C D7 G Bis Levantando a polvadeira num retoço meio louco Em (Na madrugada se a fome me batia C G Eu gritava pra guria traz comida pro cantor C G Bis De bucho forrado seguindo a festança D7 G Eu comandava a dança até o sol fazer calor) Int.Chiquito e Bordoneio . D7 Mas hoje em dia tá fácil pra gurizada C D7 G Hoje som é importado tudo ficou uma legal D7 Mas tenho saudade do fandango bem campeiro C D7 G Bis Só de gaita e pandeiro num estilo natural ( ) Int. . C G7 C ( ) Int. D7 Mas que tempinho bom de festança b em campeira C D7 G Onde se ouvia vanera só de gaita e de pandeiro D7 Quero voltar ao tempo de antigamente C D7 G Bis Encontrar a minha gente num surungo bem campeiro ( ) Int.

A E Sou desses que dá risada se vê a morte na frente A E B7 Pois nessa lida pesada. Pontes / Ronaldo Caldas | Visitas: 1190 | Adicionado em: 1/1/2006 E A E B7 A E B7 E A E Vivo domando cavalos e potrancas redomonas A E B7 Marcando zebú a pealo e orelhando uma cordeona A B7 Nesses ofícios sagrados de gaiteiro e de peão A E B7 E Eu canto o meu estado com garra e devoção B7 A E (De segunda à sexta-feira sou domador e campeiro B7 A E E nos finais de semana sou cantador e gaiteiro C#m A B7 A mão que segura o mango pra aconselhar aporreados A E B7 E É a mesma que nos fandangos passeia sobre teclados B7 A E A mesma voz de campeiro que grita bamo cavalo C#m A É a mesma que nas bailantas faz eco nesta garganta B7 E Metendo inveja nos galos) Int.Domador e Gaiteiro Composição: Adão Braz da Silva / Ronildo A. A E Só enfrento bagual feio que sente a mosca no lombo A E B7 É só rachando no meio pra o maula me dar um tombo A B7 A mão que segura a crina num jeitão rude de taita A E B7 E É a mesma que tem a sina de campear os baixos da gaita ( ) Int.Chiquito e Bordoneio . só tem lugar pra valente A B7 Quando um beiçudo se assanha na saída da porteira A E B7 E O meu mango acompanha no tranco de uma vaneira ( ) Int. .

não chora A7 Eu te levo embora ouça o que eu vou dizer A pessoa por quem está chorando G D Por quem está ligando querendo te ver Dizem quando acontece A7 O coração padece tentando entender (A7) (D) Amiga está chegando à hora (A7) D Bis Da gente ir embora chega de sofrer Amiga também fui enganado A7 Fui abandonado igual a você E ela marcava e não vinha G D E eu ficava sozinho nos bares a beber Porque será que um grande amor A7 Logo transforma em dor e a gente fica sozinho (A7) (D) Amiga está chegando à hora (A7) D Bis De gente ir embora tentar outros carinhos A7 (Faz de conta que eu sou ele G D Que eu faço de conta que você é ela A7 Bis Me ama pensando nele D Que eu também vou te amar pensando nela) A7 Me ama pensando nele D Que eu também vou te amar pensando nela Int. .Chiquito e Bordoneio .Faz de Conta Que Eu Sou Ele Composição: Não Informado | Visitas: 1184 | Adicionado em: 1/6/2006 D A7 D A7 D Amiga por favor.

. minha sina é andejar B7 E Quebrando queixo de potro nesta ciência de domar D A Moro em cima dos cavalos.Freio de Ouro Composição: Salvador Lamberty / Ronildo Pontes / Ronaldo Caldas / Márcio Fava | Visitas: 1150 | Adicionado em: 1/1/2006 E D E C#m A B7 A E B7 E A E B7 É preciso ter paciência nos costumes da querência sempre tem um ritual A B7 E Um maneador mal atado pode dar mal resultado na doma de um bagual A E B7 Tem que ser firme e traiçoeiro sempre o golpe primeiro dá confiança ao domador A B7 E D E Animal mal começado mais parece um touro alçado perde o respeito e o valor D A (Cavalgo pelo Rio Grande.Chiquito e Bordoneio .tordilhos e mouros B7 E B7 E Não há maior patrimônio que um pingo freio de ouro) Int. baios . A E B7 É preciso ter paciência nos costumes da querência sempre tem um ritual A B7 E Um maneador mal atado pode dar mal resultado na doma de um bagual A E B7 Pingo bom depois de manso conhece pelo balanço das rédeas do domador A B7 E D E Pula. senta e rodopia numa destreza bravia do cavalo e o campeador ( ) Int. ( ) Int.

a minha gaita vou tocar /O meu Rio Grande. todo mundo sai d ançar Int. pode vim deixa que venha D Meu negócio e mandar lenha até o dia clarear A7 Num trancão véio desses de levantar poeira G A7 D No balanço da vanera. barracas e acampamentos A E Faça chuva ou faça vento. no meu peito não brotou / / ( ) Int. . mas não paro se esfolar/ D A7 (E vamo lá. gente de todo lugar E A gaita véia se embodoca num floreio B7 E Bis F7(9) Quase parto ela no meio.Chiquito e Bordoneio . com meu toque está contente E7 A Conquistando tanta gente. não importa o lugar Pelos rodeios. Pontes / Mauro Lanfredi | Visitas: 1087 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E Se eu tô querendo esfolar a micharia B7 Seja de noite ou de dia.Mandando Lenha Composição: Márcio Fava / Ronildo A. Com esse toque no estilo galponeiro B7 já formei muito entreveiro e o Rio Grande me adotou Sou um gaiteiro que preserva a verdade A E Essa tal de falsidade.

Meu Jeito de Ser Composição: Márcio Fava / Mauro Lanfredi / Alexandre A. Corrêa | Visitas: 1095 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 A B7 E E7 A Am E B7 E A B7 Quando escuto uma cordeona eu me bandeio pra lá E Vou dançar com a morena só não quero me casar G#7 A B7 Quero festa. ( ) Int. . A B7 Sei dançar um chamamé me defendo na vaneira E Se a prenda for dançadeira faço gosto pelo par G#7 A B7 Na milonga sou pachola uso um laço a bate -cola E Quando eu saio a camperear ( ) Int.Chiquito e Bordoneio . sou da farra no entrevero ninguém me agarra E Quando eu saio pra namorar A/B B7 E (Este é meu jeito de ser é desse jeito que sou B7 A E Sou assim e não pretendo mais mudar B7 C#m E Bis Este é meu jeito de ser é desse jeito que sou A B7 E São essas coisas que aprendi a gostar) Int.

Bb Não teve cavalo xucro que não se ajoelhou pra mim Cm D7 Ainda tem pasto morto das gineteadas sem fim Cm Eb D7 Nem sei quantos potros foram nem vi que o tempo passou G C Bm Am G Há domas de primavera que na retina arranchô ( ) Int. . ( ) Int.Chiquito e Bordoneio .No Braço do Rio Grande Composição: João Alberto Pretto / Márcio Fava / Chiquito / Mauro Lanfredi | Visitas: 1070 | Adicionado em: 1/1/2006 Gm D7 Eb D7 Gm G7 Cm F Bb Eb D7 Gm Bb Só quem domou potro xucro nas invernadas da vida Cm D7 Carrega na ânsia do braço escritos de cisma e lida Cm Eb D7 Redomões que corcovearam no açougue das minhas esporas G C Bm Am G Sangraram pelas coxilhas pra ter saudade das hora C G D7 (Sou campeiro e domador não preciso que me mandem Am Am(7M) Am7 D7 G C Bm Am G Sou herança do meu povo sou o braço do Rio Grande C G D7 Sou campeiro e domador não preciso que me mandem Am7 D7 Gm Sou herança do meu povo sou o braço do Rio Grande) Int.

/ / Int.Chiquito e Bordoneio .No Compasso da Sanfona Composição: Elizeu Vargas Capim / Luiz Fernando Villar | Visitas: 1102 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 G D A7 D (É no compasso da sanfona que eu danço A7 É no balanço da vanera que me encanta É no sorriso da morena mais faceira D Que eu vou pra sala e danço toda a noite inteira No sapateio da moçada animada A7 Na madrugada dou-lhe um grito pro gaiteiro Que não se afrouxe e toque mais uma vanera G A7 D E segue em frente o bailezito da fronteira) G Vamos moçada passa a mão na meninada D7 G Não deixe elas com vontade vamos pra sala dançar G7 C E se o gaiteiro tem balanço de vaneira D7 G Bis Eu quebro o pau a noite inteira e danço até o dia clarear Int. ( ) G /Vamos moçada não ligue pra cara feia D7 G Não é noite de peleia vamos pra sala dançar G7 C E se o gaiteiro tem balanço de vaneira D7 G Bis Eu quebro o pau a noite inteira e danço até o dia clarear/ Int. .

se tem fandango estou D7 C G Quantas prendas apaixonadas já deixei D7 G Bis Se tem surungo eu vou.No Rastro do Surungo Composição: Márcio Fava / Mauro Lanfredi / Ronildo A. Pontes | Visitas: 1130 | Adicionado em: 1/1/2006 G D7 G D7 G D7 C D7 G D7 C Eu me preparo do meu jeito uso as pilchas de respeito pois gaúcho tem valor D7 G Uso um lenço colorado. meu cavalo é bem domado estou pronto pra o amor G7 C Lá no povo tem surungo vivo sol to pelo mundo já nasci pra ser assim D7 C D7 G Sou cambona velha chiando sou cerne do angico queimando eu sou gaúcho até o fim D7 G (Se tem surungo eu vou.Chiquito e Bordoneio . se tem fandango estou D7 C G Não sou monarca mas no fandango me sinto um rei) Int. .

Peão Não Chora Composição: Pinóchio | Visitas: 1123 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 Vou selar o meu cavalo e calçar um par de esporas E Peão que é peão não chora quebra tudo por paixão B7 Bis Meu cavalo marcador sabe que pra tudo tem hora E Hoje a morena vai embora na garupa do alazão E7 A Ninguém se mete na vida de um peão B7 E Que tem no peito um coração apaixonado noite e dia B7 Saudade fere fundo sem piedade ela judia E Distante do meu amor eu não posso ter alegria B7 Bis Vou montar em meu cavalo vou sumir na escuridão E Vou buscar minha morena meu amor minha paixão Int.Chiquito e Bordoneio . .

Pra Bailar de Cola Atada Composição: Anomar Danúbio Vieira / Juliano Gomes | Visitas: 1548 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 E B7 E De vereda me acomodo se de um baile. B7 E A cordeona dá um gemido e a polvadeira levanta B7 E Eu já de pala encardido arrasto o pé na bailanta A G#m7 F#m7 E Vou cochichando no ouvido meu segredos pra percanta A G#m7 F#m7 B7 E E bem campante convido pra tomar um samba com fanta B7 E Se debrucemo na copa e ali troquemo uns carinhos B7 E Com juras de amor eterno ninguém quer morrer sozinho B7 E Não me tenteia morena que tu és flor cheia de espinho A (B7) E E eu tô louco de vontade de te arrastar pro meu ninho Bis ( ) Int. sinto o cheiro B7 E Sacudo o pó da mangueira lá no açude do potreiro A G#m7 F#m7 E Encharco de amor gaúcho a estampa de peão campeiro A G#m7 F#m7 B7 E Porque sei.Chiquito e Bordoneio . na minha terra. dá pra confiar nos gaiteiros B7 E Pra bailar de cola atada campeio a volta do mouro B7 E Um par de estrelas prateadas saio beliscando o couro B7 E Levo na alma a esperança de hoje enfrená um namoro A (B7) E E um três oitão das confiança pra causo algum desaforo Bis B7 A E (Vou tirar a china mais linda pra bailar de cola atada B7 A E E se não souber dançar ensino e não cobro nada B7 E Bis Depois que meto o cavalo seja lá o que Deus quiser C#m E B7 E Pois sou do tempo em que os home ainda gostavam de mulher) Int. .

não refuga boca de brete E7 A Salta sempre cuidando a rés e nunca corre na frente B7 E7 Não nasceu canela fina que lhe tirasse a largada D A E7 A Oito metros. . quatro rodilha. um bagual pro meus arreios E7 A Com dois mês já boto o freio com a boca já bem curada B7 E7 Um par de esporas prateadas que faz coscas nas virilhas D A E7 A Confiança na montaria nas horas de pataquada D A /O lombo é pra montaria sempre liso e bem cuidado E7 A Depois uma vez pisado perde toda a garantia B7 E7 Tem que ser doce de boca pras horas de precisão D A E7 A Orgulho de um domador ao entregar para o patrão/ Bis G D A (Deixe que berre e corcoveie o quanto quiser Bis E7 A Bis Só se os potros nasçam sem lombo pra mim ter que andar a pé) Int. Pontes / Paulo Barcelos | Visitas: 1108 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 D E7 A E7 A E7 A Quando aparto da tropilha. ( ) Int. E7 A E7 A Cavalo da minha doma. quero dez ponto na armada / / ( ) Int.Quando Aparto Um Bagual Composição: Márcio Fava / Ronildo A.Chiquito e Bordoneio .

Roda Morena Composição: Elizeu Vargas Capim | Visitas: 1235 | Adicionado em: 1/1/2006 F C7 F Abra a gaita amigo gaiteiro C7 Que o povo faceiro veio pra dançar O som da gaita vai encher a sala F Grito e sapateio vão se misturar Venho de longe mas tenho certeza F7 Bb Que não tem gaiteiro que vai me cansar (Bb) F Danço de tudo danço que vier C7 F Bis Mas é numa vanera que eu vou namorar Bb F7 (Roda morena a noite inteira Bb Bis Roda morena no balanço da vaneira) Int. . Sou peão da lida arisco e desconfiado C7 Tô acostumado a botar o pé na estrada A noite chega e a estrela brilha F Iluminando os campos. matas e cerrado O pensamento firme na morena F7 Bb De cabelos longos dançando faceira (Bb) F Danço de tudo danço que vier C7 F Bis Mas o que eu gosto mesmo é de dançar vanera ( ) Int. ( ) Int.Chiquito e Bordoneio .

Chiquito e Bordoneio . ( ) C#m7 Bm7 A Sempre dou jeito de arranjar uma paixão D A E7 Te quero tanto não sai do meu coração D Bis Se a gente ama como posso aceitar A E7 A A7(9) Viver sozinho com você quero ficar ( ) Int.Sorriso Lindo Composição: Ronildo A. ( ) . foi tão bom te encontrar D Bis Nunca pensei que brotaria um sentimento A E7 A A7(9) Pensava apenas ser um sonho de momento ( ) Int. Pontes Canhoto | Visitas: 1197 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 D A E7 A E7 D A D E7 A D (Quero te namorar G7 A Não quero mais sofrer E7 Bis Já chega de chorar D A Tentando te esquecer) C#m7 Bm7 A Eu procurava alguém assim para me amar D A E7 Sorriso lindo.

brasileiro.Ab Eb7 Db Ab Cm Bbm Eb7 Ab Eb7 Orelhano. ao paisano de tua estampa Eb7 Ab Não se pede passaporte. sustentando a um ideal Eb7 Ab Sem sentir a marca quente. argentino Ab Castelhano. retrata na estampa Ab Rigores do pampa e serenas maneiras Eb7 Orelhano. ao paisano de tua estampa C7 Fm Não se pede passaporte. soprado pelo minuano Eb7 Repontar a liberdade. de marca e sinal Ab Fulano de tal.Orelhano Composição: Mário Eléu Silva | Visitas: 1569 | Adicionado em: 1/1/2006 Ab Eb7 Orelhano. à espera da ocasião Eb7 Orelhano. de charlas campeiras Eb7 Mesclando fronteiras. campesino.Dante Ramon Ledesma . que acenava tão faceira Ab Nas cores de uma bandeira. nestes caminhos do pampa) Int. vem lutar no meu costado Ab Num pampa sem aramado. levantada no passado ( )( ) Db Eb7 Ab . nestes caminhos do pampa Db Ab Orelhano. se hojes vives embretado Ab Procurando um descampado nesta gaúcha nação Ab7 Db Ab E aquele traço de união que nos prende lado a lado Eb7 Ab Como um laço enrodilhado. nem o peso do buçal C7 Fm (Orelhano. gaúchos de nascimento Ab7 Db Ab São tranças de um mesmo tento.

B7 C Você que não conhece o meu estado Am7 D7 Tá convidado a ser feliz neste lugar B7 C A serra te dá o vinho o litoral te dá o carinho Am7 D7 G D7 O Guaíba te dá um pôr de sol lá na capital ( ) Int. B7 C Na fronteira é los hermanos é prenda cavalo e canha Am7 D7 Viver lá na campanha é bom demais B7 C Que um santo missioneiro te acompanhe companheiro Am7 D7 G D7 Se puder vem lavar a alma no rio Uruguai ( ) Int. . é só olhar pra ver que eu sou do sul C G/B Am7 D7 Bis A minha terra tem um céu azul.Elton Saldanha .Eu Sou do Sul Composição: Elton Saldanha | Visitas: 1588 | Adicionado em: 1/1/2006 G Em7 C Am7 D7 G Em7 (Eu sou do sul. é só olhar e ver) B7 C Nascido entre a poesia e o arado Am7 D7 A gente lida com o gado e cuida da plantação B7 C A minha gente que veio da guerra Am7 D7 G D7 Cuida desta terra como quem cuida do coração ( ) Int.

hoje eu voltava de a pé () .Gaúcho Apaixonado Composição: Juliano Trindade / Elton Saldanha | Visitas: 1212 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E E B7 Bm7 E7 A /Meu cavalo tá encilhado bem na frente do galpão G#7 C#m A E B7 E B7 São dez léguas de saudade pra eu voltar pro meu rincão E B7 Bm7 E7 A Meu cavalo tá encilhado este pingo é de valor G#7 C#m A E B7 E São dez léguas da cidade onde mora meu amor/ C#m G#m A B7 E No caminho do arvoredo onde a lua faz morada C#m G#m A B7 Bm7 E7 eu conheço o passaredo e a brisa da madrugada A B7 E B7 E Se eu deixar o meu cavalo volta sozinho pela estrada B7 Cº C#m (Bate casco meu cavalo.Elton Saldanha ./ / C#m G#m A B7 E A saudade se parece na volta do jaguané C#m G#m A B7 Bm7 E7 Quem tem um amor distante sabe bem como é que é A B7 E B7 E Se eu não tivesse cavalo. bate casco no rincão B7 E Bis Que um gaúcho apaixonado vai batendo coração) Int.

São três semanas de tropa. de Santana ao Itaqui B7 E7 De ponteiro véio Ari. êra.Ronda de Tropa Composição: Anomar Danúbio / Elton Saldanha | Visitas: 1367 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 A D B7 E7 A Era. ficou bonito no ruano Bm7 E7 Sobre o basto castelhano leva a ânsia galponeira A De tropear a vida inteira os seus próprios desenganos () A Era. êra. êra boi era boi era boiada Bis A7 D E7 Este meu verso campeiro é pra abraçar os tropeiros A Que ainda vivem na estrada) Int. negro guapo e changueador Bm7 E7 Vem culatreando o seu flor. rondando solo e chincal Bm7 E7 Parece um baile bagual no tilintar das chilenas A Lembra daquela morena me esperando no portal A7 D A (Bamo reuni o pessoal que hoje a noite é de ronda E7 A Bis Cantar pro gado bagual antes que a lua se esconda E o Benício lava a alma. com os flecos do tirador Chapéu grande desabado e um poncho carnal vermelho B7 E7 Um corredor desparelho e um redemunho de guampa Bm7 E7 Zebu cruzado com o pampa.Elton Saldanha . êra boi era boi era boiada . capataz desses torenas A Que faz dueto das chilenas. num trago largo de vinho B7 E7 E um toso de passarinho. vaca de cria e faiada A Tropa estendida na estrada e o véio pago na estampa Vou no fiador meu patrício tauriando com esta coplita B7 E7 Que se desata solita.

Fogo de Chão .Barranca e Fronteira Composição: Antônio Augusto Fagundes / Luiz Telles | Visitas: 1358 | Adicionado em: 1/1/2006 A Bm7 E7 A F#m7 Bm7 E7 A A Bm7 Quando chega o domingo eu encilho o meu pingo que troteando sai E7 A Rumo as velhas barrancas de histórias tantas do rio Uruguai F#m7 Bm7 Eu sou fronteiriço de rédea e caniço o perigo me atrai E7 A Sou de Uruguaiana de mãe castelhana igual a meu pai Bm7 Se a terra não é minha se a vida é mesquinha o que se há de fazer E7 A Mas o sonho nasceu e o rio se fez meu e nele vou descer F#m7 Bm7 Pra encontrar quem me espera morena sincera que é meu bem querer E7 Am Meu momento é ai no chão onde eu nasci e onde eu vou morrer A7 Dm (Tenho o verde dos campos nos teus olhos G7 C E7 E um feitiço maleva que é puro veneno do caminhar Am E7 Bis Uma noite serena adormece morena em teus cabelos Am E o seu corpo bronzeado é um laço atirado a me pealar) Int. Bm7 Tristeza e alegria são meu dia-a-dia já me acostumei E7 A Sou de campo e de rio tenha sol. . faça frio lá domingo estarei F#m7 Bm7 Barranca e fronteira canha brasileira assim me criei E7 Am Com carinho nos braços galopo meus passos e me torno um rei ( ) Int. Bm7 Hoje meu dia-a-dia só tem alegrias tristezas deixei E7 A Encontrei na verdade a outra metade que tanto busquei F#m7 Bm7 Barranca e fronteira canha brasileira feliz estarei E7 Am Com carinho nos braços da prenda os abraços e me sinto um rei ( ) Int.

Chotes Carreirinho Composição: Paixão Côrtes | Visitas: 1167 | Adicionado em: 1/1/2006 C D7 G Em Am D7 G G D7 G (1 2 3 4 5 6 e 7 G D7 G 1 2 3 4 5 6 e 7) C D G Em Os pares vão marcando e logo desvirando Am D G G7 E a prenda do meu lado faz voltinhas pela mão C D G Em O chotes carreirinho é um chotes boni tinho Am D G D7 G E todos vão cantando a marcação () C D G Em A gaita vai gemendo meu coração querendo Am D G G7 Maricota mais faceira das chinocas do rinção C D G Em O chotes carreirinho é um chotes arrastadinho Am D G D7 G E todos vão cantando a marcação () C D7 G Em Os pares vão marcando e logo desvirando Am D7 G G7 E a prenda do meu lado faz voltinhas pela mão C D7 G Em O chotes carreirinho é um chotes bonitinho Am D7 G D7 G E todos vão cantando a marcação () .Folclóricas .

Folclóricas .Chula Composição: Paixão Côrtes | Visitas: 1188 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 E B7 Venha seu mestre chula E Ai seu chuliador B7 E dê uma paradinha E Para o tocador B7 Venha seu mestre chula E Ai que chulia bem B7 E dê uma paradinha E Para mim também Int. .

Folclóricas .Gauchinha Bem Querer Composição: Tito Madi | Visitas: 1116 | Adicionado em: 1/1/2006 C Dm7 Rio Grande do Sul G7 C Em Ebm Dm Vou-me embora sem amor G7 C Em Ebm Dm Vou-me embora do Rio Grande G7 Em7(b5) A7 Vou tão só com a minha dor F Bb7(9) Vou levar a lembrança comigo C E7 Am De um amor que de olhares nasceu D7 De um amor que depressa floriu G7 C Mas tão cedo morreu Dm7 Rio Grande do sul G7 C Em Ebm Dm Eu um dia voltarei G7 C Em Ebm Dm Prá rever o meu Guaíba G7 Em7(b5) A7 Prá rever meu bem-querer F Bb7(9) E depois se ela ainda quiser C E7 Am Só nós dois a sonhar e a sorrir Dm Rio Grande do Sul G7 C Vou chorar ao partir Bb Eb Vou-me embora. vou-me embora prenda minha C Gauchinha bem-querer .

( ) .Folclóricas .Hino ao Rio Grande Composição: Simão Goldmann | Visitas: 1311 | Adicionado em: 1/1/2006 C Dm7 Em7 F Dm7 G7 C C Rio Grande do Sul Dm7 O gaúcho quer cantar A querência o céu azul G7 C Os verdes pampas e o mar C7 F E as mulheres que são belas G7 C As calmas noites dos rincões Dm7 No céu bordado de estrelas G7 C Manto de heróis e tradições Am7 Em7 Rio Grande do Sul Dm7 G7 C Dos prados que não tem fim Dm7 G7 C Bis Por maior que tu sejas Rio Grande D7 G7 C Caberás sempre dentro de mim Int.

Maçanico. Maçanico.Maçanico Composição: Paixão Côrtes | Visitas: 1142 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D Maçanico. maçanico Bis Maçanico do banhado A7 Quem não dança o maçanico D Bis Não arruma namorado Int.Folclóricas . maçanico Bis Se põe na sala a dançar A7 Maçanico pula e corre D Bis Bate as asas pra voar . maçanico Bis Mas que bicho impertinente A7 Maçanico vai te embora D Bis Na tua casa chego gente Int.

Negrinho do Pastoreio Composição: Barbosa Lessa | Visitas: 1173 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 A E7 /Negrinho do pastoreio acendo essa vela pra ti A E peço que me devolvas a querência que eu perdi/ A7 D Negrinho do pastoreio traz a mim o meu rincão Dm A E7 A Que a velinha está queimando.Folclóricas . / / A7 D Negrinho do pastoreio traz a mim o meu rincão Dm A E A A velinha está queimando aquecendo a tradiç ão . nela está meu coração E7 A Quero rever o meu pago colorado de pitangas E7 A Quero ver a gauchinha brincando na água da sanga A7 D Dm A Quero trotear nas coxilhas respirando a liberdade E7 A Que eu perdi naquele dia que me embretei na cidade Int.

A Am ( ) E7 O gado. você fez Int.Os Homens de Preto Composição: Paulo Ruschel | Visitas: 1193 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 E7 (Os homens de preto trazendo a boiada Vêm rindo e cantando. nasceu foi marcado Aí vai condenado direito à charqueada Mas manda poeira no rumo de Deus Berrando pra ele dizendo pra Deus Deus. Deus. gritando: Toca boi! Toca boi! Int. Deus. Deus. você fez! . dando gargalhada E o bicho. Deus. Deus. Deus. Deus. Deus. Deus. você fez) Int. não pensa nem nada Só vai pela estrada direito à charqueada Deus. Deus. nasceu foi marcado Aí vem condenado nas estrada berrando A querência deixando aos homens marvado D Empurrando. Deus. coitado. coitado. coitado. A Am ( ) E7 E os homens de preto empurrando a boiada Vão rindo e cantando dando gargalhada Deus.Folclóricas . Deus. A Am ( ) E7 O gado.

Folclóricas .Parabéns Crioulo Composição: Dimas Costa | Visitas: 1254 | Adicionado em: 1/1/2006 G Gm D B7 Em A7 D A7 D D D7 G (Parabéns. "Que Deus velho te conceda com a sua benevolência muitas e muitas campereadas no potreiro da existência" "Reunidos no mesmo afeto te abraçamos neste dia e para que siga a festança repetimos com alegria" . parabéns A7 D Saúde e felicidade) D7 G Gm D Que tu colhas sempre todo dia B7 Em A7 D D7 Paz e alegria na lavoura da amizade G Gm D Que tu colhas sempre todo dia B7 Em A7 D Paz e alegria na lavoura da amizade Int.

Prenda Minha Composição: Paixão Côrtes | Visitas: 1183 | Adicionado em: 1/1/2006 C G7 C G7 Vou-me embora. vou-me embora prenda minha C Tenho muito que fazer G7 Tenho de parar rodeio prenda minha C Bis No campo do bem querer G7 Noite escura.Folclóricas . noite escura prenda minha C Toda noite me atentou G7 Quando foi de madrugada prenda minha C Bis Foi-se embora e me deixou G7 Troncos secos deram frutos prenda minha C Coração reverdeceu G7 Riu-se a própria natureza prenda minha C Bis No dia em que o amor nasceu .

( ) . A7 Por causa desta muié vivo no mundo da lua D Faço serviço de casa ela festando na rua A7 Eu hoje estou perfumado pareço um buque de flor D Ela vem de madrugada e vai querer fazer amor A7 Até pra trocar o óleo tenho passado de tudo D Ela grita eu fico quieto chego me fazê de mudo D7 G Pisa na minha cabeça sim senhora Deus lhe ouça D A7 D Que achou da comidinha calma paixão já vou lavá a louça ( ) Int.M.A.M.A.Garotos de Ouro . da fé associação dos maridos mandados pelas muié Bis A7 D Pode me mandá me manda que eu vou eu só obedeço a você meu amor) Bis Int.M.M Composição: Elton Saldanha / João Sampaio / Silvestre Araújo | Visitas: 1128 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D A7 D A7 Por causa da minha china deixei do jogo e bebida D Tudo que eu tinha de ruim descomunguei da minha vida A7 Até uma paixão de anos que eu tinha no chinaredo D Eu larguei por causa dela e nunca mais fui pro putedo A7 Tenho paciência com ela lhe dou carinho e atenção D Sou um mestre da vassoura e campeão no fogão D7 G Faço massinha batida e cafezinho na hora D A7 D Quando ela grita comigo eu respondo sim senhora A7 (Só me cuida me dá um beijo que hoje vamo trocá óleo D Bis Que eu te dou uma beiçada dessas de revirá o zóio A7 D A.M.

Bailanta do Fundão Composição: Airton Cabral / Vaine Darde | Visitas: 1116 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E E B7 (A indiada bate coxa na bailanta do fundão E Se acolhera com as morochas na penumbra do lampião oi) B7 Num tal de espicha e encolhe a gaitita se desmancha A E Pelo trote deste fole até a noite pede cancha B7 A guampa cheia de canha. nem gaudério remanchão A E Quando a gaita corcoveia. o xirú roça o bigode A E Na bochecha bem vermelha. . ( ) B7 Numa prosa ao pé da orelha.Garotos de Ouro . todo mundo dá de mão B7 Quando o sol ardendo em brasas no fundão dá os costados A E B7 E Os casais se vão pra casa este cio dos namorados Int. ( ) B7 Não existe china feia. vai de um lado pro outro lado A E B7 E E o chinaredo se assanha neste surungo largado Int. da changa que se sacode B7 E prossegue o mano a mano a lo largo no galpão A E B7 E Num tal de vamo-que-vamo na bailanta do fundão Int.

Garotos de Ouro . cinchado barbaridade Bb F C7 F De dar "cosca" nas cadeira. pra estas chinas da cidade C7 F C7 F (Bailezito galponeiro. de índio de queixo duro F De descascar pirulito e ver estrela no escuro Bb B C7 De descascar pirulito e ver estrela no escuro F Mas oiga-lê bailezito.Bailezito Composição: Airton Cabral / Vaine Darde | Visitas: 1139 | Adicionado em: 1/1/2006 F C7 F Bb B C7 Mas oiga-lê bailezito. tapado de pega -pega F7 Bb C7 F Assim que acaba o candieiro. de índio de queixo duro F7 Bb G7 C7 Surunguito de fronteira. oiga-lê todos correm pras macegas) Int. . Bb B C7 É o covil do chinaredo que não tem muitas delongas F E pra não viver sozinho se acolhera nas milongas Bb B C7 E pra não viver sozinho se acolhera nas milongas F É o covil do chinaredo que não tem muitas delongas F7 Bb G7 C7 Onde o quera doma a china com promessa de casório Bb F C7 F E o quebra-quebra termina em casamento ou velório ( ) Int.

cuida esse véio muié e não me amola G Cuida esse véio muié. cuida esse véio muié que ele te adora G7 C Cuida esse véio muié. cuida esse véio muié e não dá o fora G D7 G Cuida bem deste veinho que é no ombro dele que tu chora C D7 G Chora no ombro do véio chora minha coisinha boa C D7 G Bis Chora no ombro do véio que o véio te perdoa) Int.Garotos de Ouro . A Ab G .Chora No Ombro do Véio Composição: Elton Saldanha / Ivonir Machado / Leandro Barcellos | Visitas: 1132 | Adicionado em: 1/1/2006 G C D7 C G C D7 G A minha véia tá virada numa leoa D7 Me chamou de tipo a toa e não gosta mais de mim Na minha roupa a véia já meteu fogo G E foi se queixar pro meu sogro e o véio quer o meu fim A minha vida de boêmio eu nunca deixo D7 Me atraco num remelexo levanto a poeira do chão Mas nesta noite eu vou te fazer uma proposta G Que eu tenho o que tu gosta te esperando no colchão D7 (Cuida esse véio muié. A Ab G ( ) Int. C G D7 Tu vai morrer de saudade tu vai gemer nesta dor C G Tu vai chamar o malandro que teu deu aulas de amor G7 C Tu vai lembrar do veinho que te cobria de flor G D7 G Te dando vinho no beiços chorando e fazendo amor ( ) Int.

Garotos de Ouro . toque. ( ) ( ) . toque um vaneirão ( ) Int.Festa Campeira Composição: Airton Cabral | Visitas: 1076 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D A7 D7 G A7 D A7 D (Festa campeira é tudo que se quiser A7 G D Rodeio e tradição festa campeira é emoção A7 D Festa campeira é cerveja e mulher A7 G D A7 D Churrasco e chimarrão festa campeira é emoção) A7 D Tiro de laço chimarreada e cantoria A7 D Mas que linda poesia declamou essa guria A7 D E as invernadas que vão dando show de dança D7 G A7 D Tem trova gineteada para alegria da festança ( ) Int. A7 D E o Rio Grande se enfeita o não inteiro A7 D Dê-le namoro e dança é ferveção no povoeiro A7 D Venha pra festa vacaria hospitaleira D7 G A7 D É tempo de alegria na maior festa campeira ( ) Int. A7 D Tem remelexo que enfeitiça o coração A7 D E eu louco de vontade no meio da multidão A7 D Doce veneno que incendeia o galpão D7 G A7 D Gaiteiro toque. toque.

( ) F C G7 C .Garotos de Ouro . F C G7 A barraca tá lotada tá cheia de capivara C Uma carga de cachaça pra envenenar os jaguaras F C G7 Uma louca dá um bote se atira que nem coatiara C Se agarra nos meus cabelos me baforeia na cara C7 F Nesta vida de gaiteiro só vivendo de aprofia G7 F C Me apelidaram de fiado lá na estância da harmonia C7 F Eu vou mudar minha sorte antes de clarear do dia G7 C Que arrumem outro gaiteiro que eu vou me atracar nas tias ( ) Int.Gaiteiro de Barraca Composição: João Sampaio / Silvestre Araújo / Elton Saldanha | Visitas: 1061 | Adicionado em: 1/1/2006 C F C G7 C F C G7 F C G7 C F C G7 Minhas chilenas de prata se arrastam no pedregulho C Um facão marca três listra pra desatar os embrulhos F C G7 Uma mala de garupa onde eu carrego os bagulhos C E uma gaita de oito soco pra se fazer uns barulhos C7 F Um borrachão de cachaça para afinar a garganta G7 F C E uma colméia de rima que é um tesouro pra quem canta C7 F Um coração sem tramela pra agasalhar as percantas G7 C Lá no meio das barracas já tá formada a bailanta F C G7 (Dê-lhe gaita nas barracas que hoje aqui ninguém me ataca C Dê-lhe gaita dê-lhe gaita bamo num trancão de vaca F G7 Bis Dê-lhe gaita dê-lhe gaita que hoje aqui ninguém me ataca F C G7 C Que eu amanheço cantando em tudo quanto é barraca) Int.

E F#m Sou esse amante febril que a mulher flor do Brasil bate palma e pede bis B7 A B7 E E7 Onde houver areia e sol batucada e futebol pode crer eu sou feliz A G#m C#7 F#m B7 E E7 E por onde quer que eu ande Bagdá ou Campo Grade Alegrete ou Guarujá A G#m C#7 F#m B7 E E7 Verde amarelo e azul quando volto para o sul deixo saudade por lá A G#m C#7 F#m B7 E Verde amarelo e azul quando volto para o sul deixo saudade por lá Rio Grande do Sul ( ) Int. dos Santos | Visitas: 1073 | Adicionado em: 1/1/2006 E A E F#m B7 E E F#m Tanto faz por onde for no interior ou exterior pouco importa tanto faz B7 A B7 E E7 Em Paris o Quaraí Curitiba ou Madri sempre faço o meu cartaz A G#m C#7 F#m B7 E E7 Pego onda jogo bola sei bater uma viola danço chula e capoeira A G#m C#7 F#m B7 E E7 De bombacha ou calça lee ando sempre por aí pondo fogo na fogueira A G#m C#7 F#m B7 E De bombacha ou calça lee ando sempre por aí pondo fogo na fog ueira C#m (Sou garoto brasileiro de cordeona e de pandeiro F#m B7 De motoca ou de a cavalo pois urbano ou campeiro Bis E Fandangueiro ou batuqueiro vivo sempre nesse embalo) Int.Garotos de Ouro .Garoto Brasileiro Composição: Airton Cabral / Vaine Darde / Mário N. ( ) .

/ / ( ) Int. B7 E Eu te cutuco por baixo e tu requebra por cima B7 E Eu te cutuco por baixo e tu remexe por cima B7 E Eu te cutuco por baixo e tu requebra por cima Int.Garotos de Ouro . . B7 /Eu tô bem louco por essa mulher E A danada me incomoda e me bota fazer o quer E7 A Vai me tratando com amor e com carinho B7 E Me dando beijo na boca e me chamando de benzinho B7 Eu tô gostando de levar tuas porradas E Quase toda madrugada quando eu vou te cutucar E7 A Eu tô cansado de ficar todo arranhado B7 E Com o corpo esfolado de tando me judiar/ ( ) Int.Me Bate Nega Véia Composição: Jorginho Tchamamecero / Ivonir Machado / Roney Martins | Visitas: 1073 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 (Ai nega véia me bate que eu me apaixono E Ai nega véia me bate que eu me apaixono E7 A Bis Ai nega véia quando cutuco por baixo B7 E No meu estilo de macho tu sabe que eu sou teu dono) Int. ( ) Int.

Garotos de Ouro . B7 E A doçura da morena rosa da vontade da gente provar B7 E A doçura da morena rosa da vontade da gente provar A B7 E Apesar de gaveona escuta a cordeona e começa a se espiar A B7 E Apesar de gaveona escuta a cordeona e começa a se espiar ( ) Int. B7 E O semblante da morena rosa lua cheia de felicidade B7 E O semblante da morena rosa lua cheia de felicidade A B7 E Quanto mais sarandeia o corpo incendeia de tanta vontade A B7 E Quanto mais sarandeia o corpo incendeia de tanta vontade ( ) Int.Morena Rosa Composição: Telmo de Lima Freitas | Visitas: 1144 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 E (Mas olha o tranco da morena rosa rebocada de rouge e batom B7 E Bb7(#11) Olha o tranco da morena rosa rebocada de rouge e batom A B7 E Machucando a vaneira a sua maneira bombeando pro chão A B7 E Machucando a vaneira a sua maneira bombeando pro chão) B7 E Na penumbra do rancho costeiro polvoadeira a meia costela B7 E Na penumbra do rancho costeiro polvoadeira a meia costela A B7 E O gaiteiro entonado floreava o teclado e olhava pra ela A B7 E O gaiteiro entonado floreava o teclado e olhava pra ela ( ) Int. F C7 F .

Não Chora China Véia Composição: Elton Saldanha / Luiz Cláudio | Visitas: 1225 | Adicionado em: 1/1/2006 G D7 G Am7 D7 G Trabalho a semana inteira numa changa que arrumei E7 Am7 D7 G Pra depois gastar na farra tudo o que eu arrecadei G7 C D7 G Mas não importa quando gasto sou feliz E7 Am7 D7 G E na semana que vem faço de novo o que não fiz Am7 D7 (Sou meio louco bagaceiro e bebo um pouco G Ninguém vai me segurar E7 Am7 D7 Bis Não quero trago de graça se bobear eu quebro a tasca G E faço o chinedo chorar G#º Am7 D7 G Não chora minha china véia não chora E7 Am7 D7 G Me desculpe se eu te esfolei com as minhas esporas G#º Am7 D7 G Bis Não chora minha china véia não chora Dm7 G7 C D7 G Encosta a tua cabeça no meu ombro e esse bagual velho te consola) Int. Am7 D7 G Fui criado meio xucro e não sei fazer carinho E7 Am7 D7 G Se acordar de pé trocado eu boto fogo no ninho G7 C D7 G Eu já fiz chover três dias só pra apagar o teu rastro E7 Am7 D7 G E se a china for embora eu faço voltar a laço ()() .Garotos de Ouro .

G7 Toda vez que viajava pela estrada de ouro fino C De longe eu avistava a figura de um menino G7 Que corria abria a porteira depois vinha me pedindo C Toca o berrante seu moço que pra eu ficar ouvindo F G7 Quando a boiada passava e a poeira ia baixando C Eu jogava uma moeda e ele saia pulando G7 Obrigado boiadeiro que Deus vai lhe acompanhando C Pra aquele sertão afora meu berrante ia tocando Int. G7 Lá pras bandas de Ouro Fino levando o gado selvagem C Quando passo na porteira até vejo a sua imagem G7 O seu rangido tão triste mais parece uma mensagem C Daquele rosto pequeno desejando boa viagem F G7 /A cruzinha do estradão do pensamento não sai C Até fiz um juramento que não esqueço jamais G7 Nem que o meu gado estoure que eu precise ir atrás C Neste pedaço de chão berrante eu não toco mais/ / / Int. G7 No caminho desta vida muito espinho eu encontrei C Mais nenhum calou mais fundo do que este que eu passei G7 Na minha viagem de volta qualquer coisa eu cismei C Vendo a porteira fechada menino não avistei .O Menino da Porteira Composição: Teddy Vieira / Luizinho | Visitas: 1086 | Adicionado em: 1/1/2006 G7 C G7 C F G7 Apeei do meu cavalo num ranchinho a beira chão C Vi uma mulher chorando quis saber qual a razão G7 Boiadeiro veio tarde veja a cruz no estradão C Quem matou o meu filhinho foi um boi sem coração Int.Garotos de Ouro .

que veio deste lugar Em F B7 Em E a lua cheia surgindo.Obrigado Patrão Velho Composição: Raimundo José / Leonir | Visitas: 1149 | Adicionado em: 1/1/2006 Em Am D7 G C Am B7 Em Am D7 G Patrão velho. pelo Rio Grande do Sul Am D7 G Por ter me feito gaúcho. muito obrigado pelos fandangos de galpão Em F B7 Em Pelos domingos de rodeio. pelas andanças do pago Em F B7 Em Pela chinoca faceira e o gosto do mate amargo Int. . nos campos do meu rincão Am D7 G Pela geada caindo tornando em branco o capim Em F B7 Em Por esta chama rebelde que queima dentro de mim Am D7 G Muito obrigado por estas almas andarilhas Em F B7 Em Que como o vento minuano vagueiam pelas coxilhas Int. fazendo guascas sonhar Am D7 G Muito obrigado. muito obrigado. Am D7 G Patrão velho.Garotos de Ouro . por este céu azul Em F B7 Em Por esta terra tão linda.

Pereira | Visitas: 1135 | Adicionado em: 1/1/2006 Em B7 Em B7 Em Am Em Quero camperiar bastante num lombo de bons cavalos B7 Em Carpir bastante de enxada para as mãos criarem calos D7 G Arrastar pipa de água na chincha do meu petiço B7 Em Para lembrar minha infância e o meu primeiro serviço D7 G Quero arranjar um gaiteiro e fazer um baile animado B7 Em Pra provar que eu sou herdeiro da herança do passado Bis Int. "Comer as frutas silvestres da mata da estância Plantadas por mão do mestre que comi na minha infância Eu quero fazer de tudo se der certo o que desejo Eu quero encerrar as vacas tirar leite fazer queijo Fazer um laço de doze se esparramar no espaço E serrar nas guampas do bicho pra mostrar que braço é braço" Int. Am Em Lavrar a terra sem trator pegar no rabo do arado B7 Em Pra o bem da musculatura cortar lenha de machado D7 G E levar um retratista pra bater fotografia B7 Em E provar pros meus amigos de tudo que eu lá fazia D7 G Vou fazer acreditar quem nunca me acreditou B7 Em E outros ficarão sabendo que eu era e quem eu sou Bis Int. Am Em Quero ir na minha terra quero matar a saudade B7 Em Quero ver o que eu não vejo aqui dentro da cidade D7 G Quero demorar bastante ficar lá o mês inteiro B7 Em Quero fazer toda lida que eu fazia de primeiro D7 G Quero domar potro xucro que a muito tempo eu não domo B7 Em Tomar um mate a meu gosto que há muito tempo eu não tomo Bis Int. .Saudades de Minha Terra Composição: Gildo de Freitas / Carlos M.Garotos de Ouro .

já estava serenando B7 E Me guiei na luz da lua. encontrei a namorada B7 E Saímos pedindo cancha numa vaneira largada Bis A E7 A E7 A Gaiteiro abriu o fole num jeitão fui conhecendo B7 E B7 E Era o toque dos Garotos que a gaita vinha trazendo ( ) Int. Eu sai de tardezinha. como quem tá me dizendo B7 E B7 E Era um toque de cordeona que o vento vinha trazendo B7 E (Vamos meu baio. deu uma coceira no pé Bis Logo que cheguei no rancho. seguir o vento B7 E Que eu trago a saudade da moça no meu pensamento) Int. bem cheiroso campeando um baile campeiro Bis A noite vinha caindo.Seguindo o Vento Composição: Amaro Peres | Visitas: 1072 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 E Senti o cheiro do baile. avistei um Santa-fé . O namoro foi bem lindo. madrugada era serena B7 E Levei embora no lenço o perfume da morena Bis A E7 A E7 A O pingo deu um relincho como quem tá me dizendo B7 E B7 E Era o cheiro do meu rancho que o vento vinha trazendo ( ) Int. em direção ao povoeiro B7 E Bem pilchado. seguir o vento B7 E Que eu trago a saudade da gaita atada nos tentos B7 E Vamos meu baio.Garotos de Ouro . foi até o baile acabar B7 E Me despedi da chinoca com promessa de voltar Bis Já estava amanhecendo. e a trote me fui chegando Bis A E7 A E7 A O pingo deu um relincho. No alto do capão raso.

Garotos de Ouro . o surungo pra ser bom tem que dançar. D Tem que beijar) A7 D Fim de semana tem surungo aqui no pago A7 D Moça bonita. .Surungo do Namoro Composição: Airton Cabral / Marcos Costa | Visitas: 1069 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D A7 (Ai. D Tem que dançar A7 Mas o namoro pra ser bom tem que beijar. A7 D Olho no olho dá namoro de verdade A7 D Pegar na mão é prova de sinceridade A7 D Beijo na boca incendeia a vontade D7 G A7 D Nesta noite é só carinho e na semana é só saudade ( ) Int. cordeona. A7 D Morena linda cinturinha de violão A7 D Fica comigo pra alegrar este peão A7 D Quando eu te olho eu nem sinto os pés no chão D7 G A7 D Vamos alegrar a vida no tranco do coração ( ) Int. violão e trago A7 D E a gaita ronca. os pares dançam no salão D7 G A7 D Com pano sovando pano no retosso da paixão ( ) Int.

D7 G D7 C G A voz da gaita que namora as reduções escaramuça nas andanças dos tropeiros D7 G D7 G Num repicar dos sinos de São Miguel e os acordes primitivos ervateiros D7 C G D7 C G É bem por isso que este canto refloresce e a luz de lua abençoa os namorados D7 G D7 G Nesta vaneira que embala e nos anima e que aproxima os corares apaixonados ( ) Int.Vaneira das Missões Composição: Salvador Lamberty / Adão Lanes | Visitas: 1125 | Adicionado em: 1/1/2006 G D7 G D7 G D7 G D7 C G Abro essa gaita pra tocar uma vaneira dessas vaneiras que se tocam nas missões D7 G D7 G Que tem a mescla daquela terra vermelha sangue que corre nas veias das tradições D7 C G D7 C G Essa cadência dos fandangos missioneiros ficou guardada no eco de um sapucai D7 G D7 G Pois diz a lenda que o gemido deste fole se fez remanso nas enchentes do Uruguai G7 C (São os acordes do pulsar desta querência G E a convivência vai pealando os corações D7 Bis Quando um gaúcho leva o pampa num abraço G Neste compasso da vaneira das missões) Int.Garotos de Ouro . D7 C G D7 C G Esta vaneira das missões tem ressonâncias das pregações de Antônio Sete e São João D7 G D7 G Numa cultura missioneira preservada com sentimentos que brotam do coração D7 C G D7 C G Levo os rangidos dos engenhos da palmeira águas que correm no rio Ijuí D7 G D7 G Nesta vaneira a noite se ilumina pelas clareiras da luz de Tuparandi ( ) Int. .

Vuko Vuko Composição: Não Informado | Visitas: 1184 | Adicionado em: 1/6/2006 F C7 F C7 (Você nunca me amou e só me quer pra aquela hora F Bis Me pega o vuco-vuco vuco-vuco e vai embora () Bb No vuco vuco você chega sem demora C7 Passa a perna e vai embora e some sem eu perceber F Me deixando sem prazer me deixando sem prazer ( ) Int. ( ) Bb No vuco vuco só faz o que lhe convém C7 Me deixando na saudade lembrando do vai e vem F Você nunca amou ninguém você nunca amou ninguém ( ) Int. ( ) Int. .Garotos de Ouro .

A7 Fui crescendo a despacito. não nascia de vadio Bis Int. lembrando dá um arrepio D Pobre da velha sofrendo. bonitinho que é um jasmim (G) (D) (A7) A7(D) Bis Fico grudado nas changas. pegando o jeito de piá D Resmungão e dorminhoco dava nojo até de olhar (G) (D) (A7) A7(D) Dormia sempre sentado de preguiça de deitar Bis A7 Me levaram a um pai de santo pensando que era feitiço D Mandaram pra que eu rezasse pra sair daquele enguiço (G) (D) (A7) A7(D) Pedi ao santo que matassem quem inventou tal serviço Bis . vergonha pra sociedade Bis A7 Pra nascer foi coisa triste. não te atiça D Não me venha dando aula me ensinado rezar missa (G) (D) (A7) A7(D) Bis Eu durmo até de olho aberto. A7 Tu também é vagabundo não te meta. lá me sinto muito bem D Dias a dias parado é tudo que em convém (G) (D) (A7) A7(D) Sombra boa e água fresca nunca fez mal a ninguém Bis A7 Ser vadio não é defeito.Gaúcho da Fronteira . não fecho só de preguiça A7 Devagar também vai longe foi Deus quem me fez assim D Mimosinho das gurias. vocês trabalham pra mim Int.Pra Lá de Vadio Composição: Pedro Bica | Visitas: 1117 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D Bm7 A7 D Int. A7 Me associei a cotrifolga. A7 Eu vou contar pra você como é que sou de verdade D Desde antes de nascer calminho barbaridade (G) (D) (A7) A7(D) Mais molóide que uma lesma. por isso eu vivo vadiando D Quando apita nove e meia ainda estou descansando (G) (D) (A7) A7(D) Me dá até uma dor nas pernas quando vejo um trabalhando Bis Int. coisa igual nunca se viu (G) (D) (A7) A7(D) Quatorze meses na barriga.

Gildo de Freitas . G7 A resposta da pergunta sempre eu achei mais bonita C E lá pras bandas do norte aonde eu não fiz visita F G7 Responderei pelo disco sei que este povo acredita E nesta minha canção fica dada a explicação C De porque que o gaúcho grita G7 Uma vez num outro estado me pediram a informação C Porque é que no Rio Grande todo gaúcho é gritão F G7 Respondendo ao pé da letra já lhe dei a explicação São tradições do estado pra quem foi acostumado C A gritar com a criação G7 Eu me criei na campanha saltando de madrugada C Obedecendo o patrão e pondo a tropa na estrada F G7 Quem quiser ver coisa feia é uma tropa estourada É aí que eu acredito que a gente não dando uns gritos C Se perde toda a boiada Int. G7 Assim mesmo não são todos no falar agritalhado C O gaúcho da cidade tem um falar moderado .Definição do Grito Composição: Gildo de Freitas | Visitas: 1370 | Adicionado em: 1/1/2006 C G7 C F G7 Na campanha é que há razões de falar mais alterado Isto são coisas da vida prá quem se criou na lida C Sempre gritando com gado G7 Dou definição do grito porque me criei tropeando C Hoje de vida mudada vivo no disco gravando F G7 As vezes tenho a impressão que escuto o gado berrando Por isto é que eu facilito e sem querer prendo-lhe um grito C E canto a letra gritando Int.

B7 Eu aprendi a dançar aos domingos sentindo o cheiro do pó do galpão E Pedia licença apeava do pingo e dizia adeus assim de mão em mão E7 A E quem conhece meu sistema antigo reclamem por carta se eu estou mentindo E B7 E São documentos que eu trago comigo por que o respeito eu acho muito lindo Int.Eu Reconheço Que Sou Grosso Composição: Gildo de Freitas | Visitas: 1389 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 Me chamam de grosso eu não tiro a razão eu reconheço a minha grossura E Porém sei tratar a qualquer cidadão até representa que eu tenho cultura E7 A Eu aprendi na escola do mundo não fui falquejado em bancos colegiais E B7 E Eu não tive tempo de ser vagabundo porque quem trabalha vergonha não faz Int.Gildo de Freitas . B7 Eu trabalhava ajudava meus pais sempre levei a vida de peão E Porque no tempo que eu era rapaz qualquer serviço era diversão E7 A Lidava no campo cantando com os bichos porque pra cantar eu trouxe vocação E B7 E Por isso até hoje eu tenho por capricho de conservar a nossa tradição Int. B7 Minha sociedade é meu CTG porque lá existe a dignidade E E não se confunde eu explico por que os trajes da moças não são a vontade E7 A E se por acaso um perverso sujeito querer fazer uso e abuso de agora E B7 E Já entra o machismo impondo respeito e arranco o perverso em seguida pra fora Int. . B7 Ó mocidade associem com a gente vá no CTG e leve um documento E Vão ver de perto que dança decente e que sociedade de bons casamentos E7 A Vá ver a pureza vá ver alegria vá ver o respeito dessa sociedade E B7 E Vá ver o encanto das belas gurias que possam gerar uma felicidade Int.

B7 Em Depois veio um negro velho e também trazia um negrinho B7 Em E este tinha uma gaiola e dentro dela um bichinho B7 Em Perguntei que bicho é este? Diz ele este é um canarinho E7 Am Em B7 Em Com este bicho que está aqui nas floresta por aí eu caço qualquer passarinho B7 Em Cantava que redobrava aquele pobre bichinho B7 Em Parece até que dizia é triste eu viver sozinho B7 Em Só porque fui procurar comida pros filhotinhos E7 Am Em B7 Em Fui tirar deste alçapão hoje estou nesta prisão e nunca mais fui no meu ninho . com o viver tão divertido da vida desses bichinhos Int. B7 Em Aí eu fui recordando o que já me aconteceu B7 Em Há muitos anos atrás que a polícia me prendeu B7 Em O juiz me condenou depois de mim se esqueceu E7 Am Em B7 Em E eu pelo rádio escutava quando os colegas cantavam aquilo me comoveu B7 Em Então eu fui perguntado quanto quer pelo bichinho? B7 Em Respondeu ele: Eu não vendo eu cacei pro meu filhinho B7 Em Porém saiu uma voz da boca do gurizinho E7 Am Em B7 Em E a gaiola custou dez quem me der vinte mil réis pode levar o passarinho Int. B7 Em Eu destinei um passeio domingo muito cedinho B7 Em Peguei o meu violão e fui pra o mato sozinho B7 Em Descobri um figueira com os galhos cheios de ninho E7 Am Em B7 Em E passei a manhã inteira embaixo desta figueira apreciando os passarinhos B7 Em Como eu tava achando lindo o viver dos passarinhos B7 Em Se via perfeitamente vir com a fruta no biquinho B7 Em Se via quando ele dava no bico do filhotinho E7 Am Em B7 Em E eu ali estava entertido. B7 Em Comprei com gaiola e tudo para evitar discussão B7 Em E fui abrindo a portinha e abrindo meu coração B7 Em E o bichinho foi saindo e eu peguei meu violão E7 Am Em B7 Em E num versinho fui dizendo o que tu estava sofrendo eu já sofri na prisão B7 Em Quem vai caçar de gaiola pra ver os bichos na grade B7 Em Deveria ser punido pela mesma autoridade B7 Em Porque o coração dos bichos também consagra a amizade E7 Am Em B7 Em A lei tu faça o que puder mas os bichos também quer ter a mesma liberdade Int.História dos Passarinhos Composição: Gildo de Freitas | Visitas: 1348 | Adicionado em: 1/1/2006 Am Em B7 Em Int.Gildo de Freitas .

Gildo de Freitas . G7 C E eu disse pra minha mãe a senhora tem visita G7 C De hoje em diante mamãe estas duas senhoritas G7 C Lhe obedecem como sogra a Terezinha e a Rita F G7 Desculpe a nossa bobagem é que homem feio e sem coragem C Não possui mulher bonita Int. .Homem Sem Coragem Composição: Gildo de Freitas | Visitas: 1323 | Adicionado em: 1/1/2006 C G7 C G7 C Eu fui no cavalo preto de acordo com a noite escura G7 C Um pingo solto de pata que era uma formosura G7 C Se acaso eu e meu mano fizesse alguma loucura F G7 Que botasse a vida em jogo os pingos soltavam fogo C Do rompão das ferraduras Int. G7 C Meu irmão dançou com a loira e eu dancei coma morena G7 C Sai no ouvido dela chorando que dava pena G7 C Meu irmão também com a outra repetia a mesma cena F G7 Nos os quatro agarradinho parecia dois barquinhos C Quando as águas são serenas Int.

( ) / / A7 D Que baita fogo mete cachaça A7 D Dói a cabeça mais logo passa A7 D Um abraço ao bolicheiro ao pessoal do botequim Am7 D7 G A7 D Manda mais um garrafão depois pendura pra mim ()() . bebum Bis Am7 D7 G A7 D Sempre que a gente toca aparece mais um/ Bis A7 D Nós temo tchuco temo traguiado A7 D Nós temo zonzo e embriagado A7 D Bolicheiro me despacha porque hoje estou vit flau Am7 D7 G A7 D E vê se não me provoca por que eu fico meu mau ( ) Int.Bebum Composição: Elton Saldanha | Visitas: 1067 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D A7 D (Lá vem bebum. bebum chegou meu bloco A7 D Bis Chamando hugo e erguendo o copo) A7 D /Este é o vanerão dos bebum.Grupo Minuano .

encilhei muito aporreado E7 A A7 Consertei todo o alambrado.Grupo Minuano . fazenda. já vivi muito em galpão D A Se ela quisesse. com a flor mais linda do mundo Int. não me falta quase nada E7 A Saio ao tranquito no meu trajinho sem luxo E7 A A7 Pois assim faz um gaúcho que vai ver sua namorada D A Trabalhei o mês inteiro. lá na invernada do fundo D A Sentia fundo a sinfonia dos bichos E7 A Bis Para aumentar o cambicho.Destino de Peão Composição: Noel Guarany | Visitas: 1246 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 A E7 A Hoje é domingo e encilhei meu estradeiro E7 A Já botei água-de-cheiro. . que coisa linda seria E7 A Bis A Deus agradeceria. E7 A Queria tanto dar um presente pra prenda E7 A Ponta de gado. e um montão de coisas mais E7 A Dizer palavras. que sei e penso em segredo E7 A A7 E que só em pensar tenho medo por isso não sou capaz D A Eu até tive pensando em construir um ranchinho E7 A A7 Nem que seja pequeninho. o meu destino de peão Int.

E7 Um matiz de chumbo predomina agora Am Vem chegando a hora de encontrar meu rumo Dm G7 C Ao seu olhar lobuno mais além do poente E7 F E7 Am Onde vive ausente meu sonhar reiúno ( ) Int.Entardecer Composição: Antonio Augusto Ferreira / Ewerton Ferreira | Visitas: 1264 | Adicionado em: 1/1/2006 Am E7 Am E7 Um matiz caboclo pinta o céu de vinho Am Pra morar sozinho todo o pago é pouco Dm G7 C Todo o céu se agita o horizonte é louco E7 F E7 Am Num matiz caboclo de perder de vista Dm G7 C E7 (Amada. E7 O minuano rincha nas estradas rubras Am Repontando as nuvens pelo céu arriba Dm G7 C O sol poente arde em sobrelomb o à crista E7 F E7 Am Quando deus artista vem pintar a tarde ( ) Int. amada F E7 Am Bis Por viver sozinho não me apego a nada) Int.Grupo Minuano . .

Grupo Minuano .Fandango da Doralice Composição: Honeide Bertussi / Adelar Bertussi | Visitas: 1316 | Adicionado em: 1/1/2006 F# C#7 F# C#7 F# Eu vou dançar. fandango de galpão C#7 F# Bis Coisa melhor que tem pra alegrar o coração C#7 D#m O fandango só fica animado quando sai a Doralice C#7 F# Bis Vai todo mundo pra sala parado ninguém resiste Gº G#m Vou convidar uma morena faceira G#m/F# C#7 F# Dessas dançadeiras que a gente nota Gº G#m Bis Para dançar comigo a noite inteira G#m/F# C#7 F# Pra tirar a poeira da sola da bota Ab Eb7 Ab Esse é o fandango bom vai até de madrugada Eb7 Ab Só pra fazer a chinoca ficar bem apaixonada Eb7 Ab G Gb E nós saímos cantando levantando o pó da estrada Int. .

B7 E Eu sou o berro do boi brasino eu sou o tronco lá da mangueira B7 E Eu sou o canto do galo índio eu sou gaúcho a vida inteira ( ) Int.Grupo Minuano .Nossa Vaneira Composição: Elizeu Vargas Capim | Visitas: 1220 | Adicionado em: 1/1/2006 B F#7 B F#7 B E B7 E B7 E B7 E É na vaneira que eu vou pra sala e sapateio na madrugada B7 E Sou da fronteira nasci campeiro por onde dança sou fandangueiro B7 E (Esta vaneira tem o jeitão desta terra B7 E Bis Tem a ginga da morena nas manhãs de primavera) Int. B7 E Eu sou o canto da seriema nos dias quentes do meu estado B7 E Eu sou a noite de lua cheia eu sou o estouro xucro do gado ( ) Int. .

Grupo Minuano . G D A Bm G F Bb C D D Quando fico a esmo num olhar profundo Em7 Eu procuro um mundo pra poder te dar G A7 São meus olhos a encurtar distâncias D Que carregam ânsias de poder te amar Am B7 Quero que procure em outro lugares Em Por onde passares um pouco de mim G D O coração garante não vais encontrar A7 D Bis A certeza no olhar de te amar assim () G D Nosso reencontro me traz a certeza A7 CDGDGD Que a tua beleza tive não perdi Nestes meus olhos de olhar tristonho Em7 Existe um sonho de te namorar G A7 Só peço não demores tanto D Porque eles podem se cansar Am B7 Cansados vão ficar mais tristes Em Mas ainda existe um brilho em teu olhar G D Que se mirares profundamente A7 D Bis Vai de repente te reencontrar A7 F#7 (Menina bonita que se fez distâncias Bm G Soubesses a importância de ter aqui . Dias / Wilson Paim | Visitas: 1214 | Adicionado em: 1/1/2006 G7M F#m7 D Em A7 D C G A7 D D Bis Nosso reencontro me traz a certeza A7 D Que a tua beleza tive não perdi) Int.Reencontro Composição: Salvador Lamberty / Dorval D.

a marronzinha e a preta G7 Bis Vou me atracar a beijar a reviria C Pode avisar as gurias que eu tô lambendo espuleta) Int.Lambendo Espuleta Composição: Gaúcho da Fronteira / Velho Milongueiro | Visitas: 1111 | Adicionado em: 1/1/2006 C G7 C G7 Eu tô chegando devagar e bonitinho C Vim parando no caminho pra chegar de madrugada G7 Sou conhecido como domador de china C De fazer uma faxina nos beiços da mulherada G7 Se alguma changa que não quer beijo na boca C Eu faço ela ficar louca só na base do retoço G7 Eu sou manhoso no cabo da beijaria C Quem é que não arrepia com um beijinho no pescoço G7 (Eu vou beijar a grandona e a pequena C A loirinha e a morena. G7 Eu tô chegando devagar e bonitinho C Vim parando no caminho pra chegar de madrugada G7 Mas a vontade e a sorte me desafiam C E eu vou beijar as gurias do pezinho até a língua G7 No fim baile eu sigo minha jornada C Pensando na mulherada com carinho e muito amor G7 Elas também depois que eu me retirar C Com certeza vão falar que o Ivonir é um beijador ( ) Int. ( ) Int.Ivonir Machado e Novos Garotos . .

Luiz Marenco | Visitas: 1605 | Adicionado em: 1/1/2006 A E B7 E A Que tiros de laço se acha por farra G#m7 Sobre-lombo.Jari Terres . B7 A E A E B7 E F#m7 B7 Que os homens terrunhos de vozes serenas ainda são os torenas G#m7 C#7 F#m7 No sul do país e se vivem no campo e charlam com calma B7 A E É por terem na alma este mundo feliz F#m7 B7 Mas há quem diga que a lida no campo não é mais a mesma G#m7 C#7 F#m7 Que os homens terrunhos de vozes serenas não são mais torenas B7 A E Bm7 E7 E que a terra plantada não vale um real () B7 E B7 E No velho ritual. cucharra. ou do jeito que queira C#7 Manhãs fogoneiras de pingo encilhado F#m7 B7 E Com o cacho quebrado no velho ritual) Int.Ritual de Fronteira Composição: Rogério Ávila / Márcio Rosado / Partic. no velho ritual E F#m7 B7 E há quem diga que a lida do campo não é mais a mesma. G#m7 C#7 F#m7 Que os tiros de laço somente restaram pra história do pampa B7 A E E não são mais a estampa da vida rural F#m7 B7 Que os homens terrunhos de vozes serenas não são mais torenas G#m7 C#7 F#m7 No trono dos bastos que à base de cascos não se faz mais nada B7 A E Bm7 E7 E que a terra plantada não vale um real A (Por certo não sabe que lá na fronteira G#m7 A fibra campeira é o retrato do pago C#7 Que o gosto do amargo é o mesmo de outrora F#m7 B7 Bm7 E7 E que a pua da espora ainda amansa baguais .

B7 Não te preocupa bagual que campeiro não se engana A E B7 E Quem segue o rastro do sol sempre chega a Uruguaiana E7 A O caminho pouco importa alegrete ou Itaqui E B7 E Pois que quando a gente volta tanto faz por onde ir F#m G G#7 C#m Segue-se o rumo e se vai pra onde sol apaga as brasas B7 A G#m F#m E Pois quem bebe do Uruguai não vive longe de casa B7 E /Barranqueiro e campeiro este meu canto B7 A E Vai no vento feito chasque campo afora B7 C#m Bis Pra essa terra onde eu nasci e amo tanto B7 A E Mas que volto qualquer dia.João Chagas Leite .Por Quem Cantam Os Cardeais Composição: Vaine Darde / João Chagas Leite | Visitas: 1650 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 A G#m F#m A E B7 (Não te preocupa bagual que campeiro não se engana A E B7 E Quem segue o rastro do sol sempre chega a Uruguaiana) Bis Int. a qualquer hora/ B7 Por onde quer que se ande na velha sina haragana A E B7 E Pois não conhece o rio grande quem não foi a Uruguaiana E7 A Quando o verde das pastagens se dourar os arrozais E B7 E Tu saberás na paisagem por quem cantam os cardeais F#m G G#7 C#m Segue o rumo companheiro onde está meu coração B7 A G#m F#m E Que acharás algum parceiro pra cantar essa canção / / Int. / / C E .

eu critico E7 A E onde tem galo cantando eu vou lá e quebro -lhe o bico Int. E7 A Me chamam de boca braba esta gente tá enganada E7 A Eu tenho é boca de homem e tenho opinião formada E7 A Sei qual é a boca que explora sei qual é a boca explorada E7 A E é melhor ser boca braba que não ter boca pra nada Bis Int. E7 A Me chamam de boca braba mas eu nem brabo não fico E7 A Não desfaço quem é pobre nem adulo quem é rico E7 A Quando eu gosto.João de Almeida Neto . eu elogio quando não gosto. .As Razões do Boca Braba Composição: João de Almeida Neto | Visitas: 1357 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 A E7 A Me chamam de boca braba não sabem me analisar E7 A De gênio eu sou uma cachaça mas de alma um guaraná E7 A Só não me péla com a unha quem pretende me pelar E7 A E depois que eu fico brabo não adianta me adular Int.

.Florêncio Guerra e Seu Cavalo Composição: Mauro Ferreira / Luiz Carlos Borges | Visitas: 1397 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 E (Florêncio afiou a faca para sangrar seu cavalo B7 E Florêncio afiou a faca para sangrar seu cavalo B7 E Florêncio afiou a faca para sangrar seu cavalo) B7 C#m Florêncio guerra das guerras do tempo em que seu cavalo B7 E Bis Pisava estrelas nas serras pra chegar antes dos galos B7 E Florêncio afiou a faca pensando no seu cavalo B7 E Florêncio afiou a faca pensando no seu cavalo Parceiros pelas lonjuras na calma das campereadas A B7 A B7 Um barco em tardes serenas um tigre numa porteira A B7 F#m B7 E Pechando boi pelas primaveras sem mango sem nazarenas () O patrão disse a Florêncio que desse um fim no matungo Bm E7 A Quem já não serve pra nada não merece andar no mundo Am Em A frase afundou no peito e o velho não disse nada C7 B7 A G#m F#m E E foi afiar uma faca como quem pega uma estrada B7 E Acharam Florêncio morto por cima do seu cavalo B7 E Alguém que andava no campo viu o centauro sangrado B7 C#m Caídos no mesmo barro voltando pra mesma terra B7 E Bis Que deve tanto ao cavalo e tanto a Florêncio guerra Int.João de Almeida Neto .

Grito dos Livres Composição: José Fernando Gonzalez | Visitas: 1408 | Adicionado em: 1/1/2006 Em B7 Em Há cheiro de terra no próprio ideal G#7 C#m De amor à querência liberta nos pampas A B7 Em Gerada na estampas do próprio ancestral) Int. ereto em vontade F#7 B7 De escrever liberdade nos seus memoriais () B7 Quando os campos deste sul eram mais verdes Em Índios pampeanos que habitavam o lugar D7 G Foram mesclando com a raça do homem branco Am C B7 Recém chegado de querências além mar Em B7 E o novo ser que se formou miscigenado Em Virou semente. B7 A nova raça cresceu e traçou limites Em Que bem demarcam a extensão dos ideais D7 G E o mesmo povo hoje repete o grito Am C B7 Alicerçado nas raízes culturais Em B7 A liberdade não tem tempo nem fronteiras Em O homem livre não verga e não perde o entono D7 G Vai repetindo a todos num velho grito Am C B7 E Passam os tempos mas a terra ainda tem dono B7 Do grito do índio. o grito inicial A E .João de Almeida Neto . germinou e se fez povo D7 G E um grito novo ecoou no continente Am C B7 E Lembrando a todos que esta terra tinha dono B7 (Enquanto o gaúcho for visto no pampa A E Enquanto essa raça teimar em viver G#7 C#m O grito dos livres ecoará nesses montes F#7 B7 Buscando horizontes libertos na paz E B7 No grito do índio. aos gritos atuais A E Há cheiro de terra nos próprios ideais G#7 C#m De um povo sofrido.

canto alto E7 Porque o povo que eu exalto é guapo como se diz Cantando sou um soldado A Defendendo o meu estado como quem guarda um país (Tem trabalho e tem poesia E7 Tem ternura e rebeldia tem carinho e tem amor D A Tem honra e honestidade E7 A B is E tem o som da liberdade na palavra de um cantor) Int. Minha voz pode ser triste E7 Mas é minha lança enriste meu argumento final O meu dom é a liberdade A Me afino com a identidade da cultura nacional Sou assim um operário E7 Construindo meu cenário unindo meus arsenais E o meu canto é sempre novo A Se eu canto as dores do povo que a cada dia dói mais () .João de Almeida Neto .Palavra de Cantor Composição: João de Almeida Neto | Visitas: 1162 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 A Sou um cantor regionalista E7 E como tal um ativista da cultura brasileira Faço misturas bonitas A De idéias cosmopolitas com sotaque da fronteira Canto forte.

( ) G7 Cm Dizem que bom eu só vou ser depois de morto D7 Dm7(b5) G7 Porque pau que nasce torto não dá mais prá endireitar Cm F7 Bb Eu sou teimoso e por não concordar com isso Eb Cm D7 Gm D7 Gm Me mandei pro meretrício e fico até desentortar F7 Bb Amanhã minha mulher que é uma cruzeira D7 Dm7(b5) G7 Vai reunir a família inteira prá tentar me redimir Cm F7 Bb Mas eu garanto que enquanto tiver dinheiro Eb Cm D7 Dm7(b5) G7 (Gm D7 Gm) Nem que chamem os bombeiros não me tiram mais daqui .João de Almeida Neto .Tango do Meretrício Composição: Luiz Bastos / Mauro Ferreira | Visitas: 1369 | Adicionado em: 1/1/2006 Gm D7 Dm7(b5) G7 Cm7 F7 Bb Eb Cm D7 Gm D7 Gm Gm (Rasguei a certidão de casamento D7 Finquei o braço na mulher Dm7(b5) G7 Cm F7 Bb foi um gritedo vesti uma fatiota elegante Eb D7 Gm D7 Gm Despachei duas amantes e me mandei pro chinaredo) Não há lugar melhor que o meretrício D7 Dm7(b5) G7 No vício é que eu encontro meu papel Cm7 F7 Bb Me enfrasco e canto um tango pras gurias Eb Cm D7 Gm D7 Gm Que eu sou filho de uma tia da empregada do Gardel F7 Bb Desde guri eu nunca fui um bom sujeito D7 Dm7(b5) G7 Pois a falta de respeito sempre foi minha vocação Cm7 F7 Bb Me lendo a mão uma cigana disse tudo Eb Cm D7 Dm7(b5) G7 (Gm D7 Gm) Bis Ou capam esse cuiúdo ou emprenha toda nação Int.

Vozes Rurais Composição: João de Almeida Neto | Visitas: 1602 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 A E7 Cada vez que um campeiro abre o peito A Num galpão interior que ele traz E7 Quem não quer o Rio Grande cantando A Com razões sem sentidos desfaz E7 Mas no meio de tantos estranhos A Momentistas e circunstanciais E7 Surge o forte refrão das campanhas A Entoado por vozes rurais E7 (Dê-lhe boca essas bocas cantoras A Redentora da voz dos galpões B7 E7 Bis Dê-lhe pata e desata esse brado A Dos sagrados rituais dos fogões) Int.João de Almeida Neto . / / ( ) Int. . E7 /E entre tantos que negam e fogem A Aos atávicos tons musicais E7 Estão eles de bota e bombacha A Sustentando os padrões culturais E7 Que não falte coragem a esses homens A Contra o tempo agüentando o repuxo E7 E que as estranhas tendências imponham A O autêntico canto gaúcho/ ( ) Int.

Bugiu dos Pampas Composição: João Luiz Corrêa | Visitas: 1089 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D Bbº A7 D (É um balanço que vai é um balanço que vem A7 D Já me largo pra sala e vou dançar também A7 D Bis E da serra à fronteira esse tranco é sem luxo A7 D É o balanço dos pampas o bugio é gaúcho) () A7 D É fim de semana. levbanta poeira do chão ( ) Int. . me largo pro povo A7 D Se achar um surungo vou dançar de novo E7 A7 Quem dança o bugio alegra o coração G F#m Em D Vai pra lá e vem pra cá. ( ) A7 D /Ronca o fole da gaita a noite é uma criança A7 D E o fandango amanhece no embalo da dança E7 A7 Num bugio bem marcado prossegue a alegria G F#m Em D E gaiteiro só para quando vier o dia/ ( ) Int.João Luiz Corrêa . ( ) / / ( ) Int.

( ) F#7 Casamento é uma gaiola coisa ruim de se engolir B Quem tá fora quer entrar quem tá dentro quer sai r A E7 A Quando arrepende é tarde não tem por onde fugir B7 E B7 E A lei de Deus é sagrada e a gente tem que cumprir Int.João Luiz Corrêa .Casamento é Uma Gaiola Composição: Compadre Generoso | Visitas: 1107 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 E (Tempo bom é o de solteiro B7 E A gente vai a qualquer lugar B7 E Bis Hoje eu falo vou mulher B7 E A mulher fala não vá) F#7 O rapaz quando é solteiro fica liso que nem santo B Só fala coisa bonita e tem medo de quebranto A E7 A Mas depois que ele casa fica mudo perde o encanto B7 E B7 E Quando vem o primeiro filho não veste mais terno branco Int. ( ) F#7 A moça quando é solteira se lambuza de pintura B Sapato de salto alto balança bem a cintura A E7 A Mas depois que ela casa reclama da vida dura B7 E B7 E Fica com corpo redondo igual bolinho na gordura Int. .

. As botas garrão de potro e um sombrerito tapeado A7 Um tirador retalhado de coices e manotaços G A7 D Vão desenhando na estampa as cicatrizes da lida A7 D E o meu seguro de vida é um par de esporas de aço ( ) Int.João Luiz Corrêa . Peguei gosto pela vida de andar no mundo a cavalo A7 E hoje os que eu embuçalo também é por precisão G A7 D Pelas estâncias domando ou nos rodeios de xucros A7 D D7 A montaria é meu lucro e os potros minha devoção ( ) Int.De Rodeio em Rodeio Composição: João Luiz Corrêa | Visitas: 1219 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D Quando um matungo veiaco arrasta o toso comigo A7 Ali no mais eu me obrigo campear a sorte na espora G A7 D Cavalo é sempre um perigo na gineteada ou na doma A7 D D7 Deixo que a espora lhe coma que assim minha sorte melhora G (Depois que eu saltar no lombo A7 D Só quando que eu quero eu apeio A7 Bis Minha fama anda a cavalo D E vai de rodeio em rodeio) Int.

B7 Por isso eu gosto dos fandangos de campanha E Tem gaita mulher e canha churrasqueada e cantoria (E7) B7(A) Danço com as velhas com as mais novas a noite inteira (B7) E Bis No balanço vaneira vou até clarear o dia ( ) Int. B7 Como é bonito um fandango lá pra fora E Se ouve o tinir da espora da gauchada chegando (E7) B7(A) E a mulherada são bonita e são mimosa (B7) E Bis Já ficam todas dengosas loucas pra sair dançando ( ) Int. . / / ( ) Int.João Luiz Corrêa .Fandango em Soledade Composição: João Luiz Corrêa | Visitas: 1274 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 /Vamos moçada lá pro meu rincão E Pra um fandango em soledade na capela do pontão (E7) B7(A) Fim de semana esse campeiro se apaixona (B7) E Bis Ouvindo toque de cordeona já me alegra o coração/ A E (Tem mulher véia e a moça nova bem faceira B7 E Com as novas eu danço no meio com as véias eu vou pelas beiras A E Vim lá de fora tapado de judiaria B7 E Bis Pra dançar com essas gurias no balanço da vaneira) Int.

João Luiz Corrêa . D7 Fui num fandango lá no rancho da Candoca G Tinha um lote de chinoca. como no arroz da lavoura G Umas pretas outras louras caindo em riba de mim D7 Não sou modelo. era a tal mulher roceira D7 G Bis Me larguei numa capoeira mais veloz do que um capincho ( ) Int. até tirava o sapato D7 Já me encontrava perdido naquele enlevo G Pisando leve nos trevos. D7 E a velharada só espiava na janela G Eu grudado na mais bela. à moda de carrapato . nos fandangos da Candoca D7 G Depois que a china se enrosca não volta embora solteiro Int.No Rancho da Candoca Composição: Salvador Lamberty / João Luiz Corrêa | Visitas: 1169 | Adicionado em: 1/1/2006 G D7 G D7 Pois a morena me tapava de carinho G Pra dançar agarradinho. sem perceber o enrosco ( ) Int. tipo um bando de chupim D7 E já se vieram. com jeito de touro osco G7 C Cruzava a noite nos braços dessa chirua D7 G Bis Vivendo o mundo da lua. D7 O Cantalício já chegou querendo briga G Puxou dum marca Formiga e deu quatro ou cinco estouro D7 Eu quero ver se neste baile aqui tem homem G Que apareça o lobisomem para enfrentar este touro D7 O meu revólver já anda com o cano em brasa G A mulher fugiu de casa e veio pra este bochincho G7 C Olhei pra china. nem um raio de esquisito G Mas é ruim de ser bonito neste tempo de escassez G7 C Diz o Damásio que nos bailes do rincão D7 G Bis Quem não foge do batom é upa e vira freguês D7 G (Vamos moçada neste embalo do gaiteiro D7 G Que a lua é clara podem dançar no entrevero G7 C Bis Todos já sabem.

João Luiz Corrêa . G7 No fim das conta nós os dois amarrotados C E o tarequinho domado amanheceu bem delgadinho G7 Perdi o rabicho e me arrebentou a barrigueira C C7 E o bichinho bagaceira acordou de madrugadinha F G7 Coisa daninha como a Chica se boleia C Bis Me mordendo nas oreia eu nas dela e ela nas minha ( ) Int. G7 Agarrei ela e saímos saracoteando C E a marvada me apertando roncando que nem tatua G7 E eu agarrando mordendo e ringindo os dentes C C7 Fiquei sem modo de gente nos braços dessa xirua F G7 Ficou nervosa e ferveu a chocolateira C Bis Me deu uma tremedeira e chamei a Chica na pua ( ) Int.O Pau Que Dá Cavaco Composição: Tio Nanato / João Luiz Corrêa | Visitas: 1256 | Adicionado em: 1/1/2006 C G7 C G7 Chica Manica fia do véio Bandico C Morena retaca dessas de peito no bico G7 Mandou dizer que quer bater um papo comigo C C7 E eu que conheço o artigo me deu um crique no caco F G7 Tomei um banho e resquentei bem a melena C Bis E vou mostrar pra esta morena quem tem força no taco G7 (Me vou de bico ai viro a mico e a macaco C Bis E vou mostrar pra Chica véia qual é o pau que dá cavaco) Int. .

Procurando Cambicho Composição: João Luiz Corrêa | Visitas: 1237 | Adicionado em: 1/1/2006 F C7 F C7 Eu quando lembro dos fandangos do meu pago Bb C7 F Bem animado já me bate uma saudade F7 Bb Bis Loira e morena dos cabelos cacheados C7 F E o gaiteiro apaixonado tocava barbaridade F7 Bb F (Tô com saudade de uma baile campeiro C7 F Tô com saudade da prenda faceira Bb F Que passa dançando e o meu coração C7 F Quero bailar contigo moça fandangueira Bb F Tô com saudade de uma baile campeiro C7 F Tô com saudade da prenda faceira Bb F Que passa dançando e o meu coração C7 F Quero bailar contigo mais esta vaneira) Int. C7 Antigamente aqueles bailes lá pra fora Bb C7 F Tinia espora e a sala ficava estreita F F7 Bb Bis E lá no meio já se achavam no entrevero C7 F Num balanço bem campeiro é que o namoro se endireita ( )D7 G D7 G G D7 Daquele jeito eu aprendi tocar fandango C D7 G O velho pai me ensinou como fazer G7 C Bis Pra alegrar o povo chacoalhando a gaita véia D7 G E a gauchada nos bailes de CTG ( ) Int. .João Luiz Corrêa .

C7 Sou cantador e levo a vida flauteada F Não me falta quase nada tendo a Chica.João Luiz Corrêa .Tirando Lasca Composição: João Luiz Corrêa / João Sampaio / Silvestre Araújo | Visitas: 1106 | Adicionado em: 1/1/2006 F C7 F F E a chica véia aporreada é um piolho no meu cogote C7 Que coisa séria como essa chiquinha é quente F Até parece dor de dente latejando num pinote C7(Bb) Bamo dançando e ela pela madrugada (C7) F Bis Que nem cobra mal matada enrosca em mim me dando bote ( ) Int. C7 Arranco felpa dessa paixão desgraçada . C7 Num entrevero desses de torcer o espinhaço F No salão do Tio Horácio encontrei de novo a Chica C7 Quase me bica e num jeitão bem debochado F Saímos os dois embolado igual galinha nanica C7(Bb) Varo salão dançando meio mamau (C7) F Bis Me viro num pica-pau tirando lasca da Chica C7 (Chiquinha véia F Quando estala os zoinho C7 Bis Se vai chacoiando as anca F Quase que mata o veinho) Int. gaita e trago C7 Aonde vou eu levo ela bem pintada F Setenta quilos de balda tesouro desse índio vago C7(Bb) Só se apartemo quando as vidas se acabarem (C7) F Bis Ou quando se terminarem as bailantas do meu pago ( ) Int.

B7 /Senti a força do vento me amarrando dos arreios E E aquele bicho parecia que ia se rasgar no meio B7 Deixei manso e de confiança montaria de patrão E Pois honro o nome que carrego me orgulho de ser peão/ ( ) Int.Um Bagual Corcoveador Composição: João Sampaio / Quide Grande / Walter Morais | Visitas: 1620 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 E B7 A tropa vinha estendida pastando no corredor E Eu empurrava culatra e também fazia fiador B7 Num bagual gordo e delgado arisco e corcoveador E Que se assustava da estaca e da sombra do maneador Int. B7 É brabo a vida de um taura que só trabalha de peão E Nisso uma lebre dispara debaixo de um macegão B7 Meu pingo só deu um coice escondendo a cara nas mãos E Saiu sacudindo o toso e cravou o focinho no chão A E7 A (Tentei levantar no freio mas era tarde demais B7 E B7 E E7 Eu vi uma poeira fina formando nuvens pra trás A E7 A Berrando se foi a cerca e cruzou pro lado de lá B7 E B7 E Parecia uma tormenta cruzando em massambará) Int. . B7 Se enganchava nas esporas sobre a volta do pescoço E Cortando couro em pêlo e tirando lascas de osso B7 Naquele inferno danado bombiei pra meu cebolão E Regulava quatro e pico numa tarde de verão ( ) Int.João Luiz Corrêa . / / ( ) Int.

D7 G C G D7 Um mouro petiço que eu tinha lá fora juntava na espora pra uma pacholeada G De manhã cedinho saltava da cama pra tirar o leite da mocha bragada D7 G C G D7 Nos fins de semana que tinha surungo eu ia pro povo arrumar um cambicho B7 Em C D7 G De volta pras casas na segunda-feira já estava prontito pra qualquer serviço ( ) Int. .Velha Morada Composição: Marlom Borba / João Luiz Corrêa | Visitas: 1149 | Adicionado em: 1/1/2006 G D7 G D7 G C G D7 Um fogo de chão pra aquecer a saudade dos tempos de outrora que não voltam mais G Um mate a capricho pra sorver solito e a seiva do amargo lembranças me traz D7 G C G D7 Do canto do galo pra acordar bem cedo ao redor do braseiro um café de chaleira B7 Em C D7 G São velhos costumes da gente do campo vou guardar comigo pela vida inteira D7 G C D7 G (Que saudade aqui na cidade a vida é danada D7 G C D7 G Bis Vou me embora porque lá pra fora é minha morada) Int. D7 G C G D7 Ainda me lembro da simplicidade e do aconchego da velha morada G Tão lindo recanto da mãe natureza com tanta beleza não falta mais nada D7 G C G D7 Já não vejo a hora de poder voltar para o seio da terra que me viu crescer B7 Em C D7 G A velha morada rodeada de campo foi lá que nasci lá quero morrer ( ) Int.João Luiz Corrêa .

José Cláudio Machado .Dobrando os Pelegos Composição: Mauro Moraes | Visitas: 1474 | Adicionado em: 1/1/2006 G D7 G D7 Me vou a cavalo de mala e cuia e se Deus quiser C Costeando a cerca com a alma presa num chamamé G F E7 Me vou a trote no serigote desse gateado Am7 D7 G Que embora curto gruda o clinudo no meu costado D7 Saio garreado de peito inflado abrindo picada C Sujo de terra o mundo nas rédeas chapéu fincado G F E7 A volta vem e os calaveras se secam Am7 D7 G Tendo por perto os pagos ajenos do outro lado Am7 D7 G (Devagarzito se afirma o tranco E7 Am7 D7 Dm7 G7 Boleando a perna abrindo a g oela num Sapucaí C Cm G Devagarzito se afirma o tranco E7 Am7 D7 G Boleando a perna abrindo a goela num Sapucaí) Int. .

( ) . guapo e despachado na maneia dos afagos Bis Bb E7 Am Saidor e mui ginete sovador de corda e potros Bb E7 Am Peleou com garras e lanças mas fez pátria nos encontros Bis G7 C G7 C No lombo do seu cavalo se espalhou por este chão E7(Dm) Am F(E7) E7(Am) E cruzou sangue com sangue fez raça neste rincão Bis Int. Bb E7 Am E o centauro será visto por mais que você ande Bb E7 Am Cruzando lanças e raças na defesa do Rio Grande Bis G7 C G7 C (Gastou espadas e potros peleou de adaga e garrucha E7(Dm) Am F(E7) E7(Am) O que seria deste pago sem essa raça gaúcha) Bis Int.José Cláudio Machado .Gaúcho Composição: José Cláudio Machado | Visitas: 1308 | Adicionado em: 1/1/2006 Am F E7 Am F E7 Am F G7 C Nos quatro cantos da terra gaúcha existe um centauro do pago E7(Dm) Am F(E7) E7(Am) Rude.

José Cláudio Machado .Milonga Abaixo de Mau Tempo Composição: Mauro Moraes | Visitas: 4443 | Adicionado em: 1/1/2006 C Em F G7 Am Em E a bóia que se come retrucando o tempo F Aparta no rodeio a solidão local F#º G7 Pealando mal e mal o que a razão quiser C Em7 Amada me deu saudade F Me fala que a égua tá prenha que o porco tá gordo Bis F#º G7 Que o baio anda solto que toda cuscada lá em casa comeu) Int. C F Coisa mais sem sorte esta peste medonha F#º C Curando os mais bichados deu febre no gado F Não fosse a chuvarada se metendo a besta G7 C Traria mil cabeças com a bênção do pago F Dei falta da santinha limpando os pesuelos F#º C E do terço de tento nas prece sinuelas F Logo em seguidinha é semana santa G7 C Vou cego pra barranca e só depois vou vêla ( ) Int. C F Coisa esquisita a gadaria toda F#º C Penando a dor do mango com o focinho n'água F O campo alagado nos obriga à reza G7 C No ofício de quem leva pra enlutar as mágoas F Olhar triste do gado atravessando o rio F#º C A baba dos cansados afogando a volta F A manha de quem berra no capão do mato G7 C G/B E o brabo de quem cerca repontando a tropa Am Em (Agarra amigo o laço enquanto o boi tá vivo F A enchente anda danada molestando o pasto F#º G7 A passo que descampa a pampa dos mil réis .

um rangir de cancela e um arrastar de espora C#7 /Uma tropa estendida. .Motivos de Campo Composição: João Fontoura / Gujo Teixeira / Marcelo Caminha | Visitas: 1415 | Adicionado em: 1/1/2006 E F#m7 B7 E Bm7 E7 A E B7 E A E B7 E B7 Um relincho de potro. um murmúrio de sanga um tinir de argola E B7 E Bis O minuano nas quincha. e um rufar de patas E Que hace tambores no couro do chão D E7 Um pontear de guitarra. um floreio de gaita A Um cantar de fronteira E B7 Um gateado de tiro. um berro de touro e um cantar de galo E O rangir de um arreio. uma pega de potro F#m Um prosear no galpão B7 Um ronco de mate. um chapéu bem tapeado E Bis Um adeus na porteira/ B7 G#m (Esse é o pago que trago é o rio grande antigo A B7 E E7 Pois meu verso garante essas coisas que digo A B7 G#m7 C#m7 Bis São motivos de campo que carrego comigo F#m7 B7 E São motivos de campo que carrego comigo) Int. o acôo de um cusco e o tombo de um pealo Bm7 E7 A Um aboio de tropa.José Cláudio Machado . / / ( ) Int.

Pedro Guará Composição: Claudio Garcia / José Cláudio Machado | Visitas: 1363 | Adicionado em: 1/1/2006 Em C D7 G Em Am G B7 Em C Num lamento chegou o minuano D7 G Anunciando o último inverno Em Am O orvalho chorou nas campinas G B7 Em(E) Bis E o céu enlutou as estrelas F#m7 Pedro Guará sentia mais forte B7 E Cheiro da terra o vento do sul G#7 C#m Entrava no rancho o calor do braseiro F#7 B7 Mateava na espera do tempo chegar Int. C Pedro Guará viveu aragano D7 G Camperiando manhãs distantes Em Am E passando plantava alegria G B7 Em(E) Bis O riso ficava quando partia F#m7 Pedro Guará partiu sem rastro B7 E Fruto maduro na volta pra terra G#7 C#m Rasgando um riso seu último gesto F#7 B7 Sumiu da serra não vai mais cantar Int.José Cláudio Machado . .

não aperta que esta história vai ser descoberta) C7 F Se o velho meu pai está espiando dá peleia e dá morte na certa ( ) Int. não aperta não aperta Aparício. aperta C7 F Aperta Aparício. C7 F Certas horas o tal de Aparício foi dançar uma vaneira marcada C7 F Convidou uma morena gorducha que por ele estava apaixonada C7 F E o salão tava muito apertado era só naquele pega e puxa C7 F Aparício dançava e pulava e apertava a morena gorducha C7 F Não aperta Aparício. C7 F De repente o velhão da gorducha era um tal de Maneca Porpício C7 F Sapateava e gritava na sala hoje é eu que aperto o Aparício C7 F E traçou-lhe o tatu no candieiro e o baile ficou no escuro C7 F Só se ouvia cochichos das velhas e mulher que gritava em apuro C7 F Aperta Aparício. aperta aperta Aparício. não aperta C7 F Não aperta Aparício. não aperta não aperta Aparício.José Mendes . aperta só se ouvia gritar ala pucha C7 F O Porpício apertava o Aparício e o Aparício apertava a gorducha ( ) Int.Não Aperta Aparício Composição: José Mendes | Visitas: 1127 | Adicionado em: 1/1/2006 F C7 F C7 F Aparício era um índio largado morador lá da costa da serra C7 F Malandrão muito namorador nos fandangos lá da sua terra C7 F Quando ia dançar vaneirão só dançava bem agarradinho C7 F Era só na base do apertão e a mulher reclamava baixinho C7 F (Não aperta Aparício. não aperta dava gosto de ver esta cena C7 F A morena empurrava o Aparício e o Aparício puxava a morena ( ) Int. . não aperta C7 F Não aperta Aparício.

Céu. Sol Sul Terra e Cor Composição: Leonardo | Visitas: 1372 | Adicionado em: 1/1/2006 C F C F C G7 C G7(#5) C F C Eu quero andar nas coxilhas sentindo as flexilhas das ervas do chão Am F D7 G7 Ter os pés roseteados de campo ficar mais trigueiro que o sol de verão C F E7 Am Fazer versos cantando as belezas desta natureza sem par F C G7 C G7(#5) E mostrar para quem quiser ver um lugar pra viver sem chorar Bis C (É o meu Rio Grande do Sul F C Céu. sol.Leonardo . terra e cor F C Bis Onde tudo que se planta cresce G7 C G7(#5) E o que mais floresce é o amor) C F C Eu quero me banhar nas fontes e olhar o horizonte com Deus Am F D7 G7 E sentir que as cantigas nativas continuam vivas para os filhos meus C F E7 Am Ver os campos florindo e crianças sorrindo felizes a cantar F C G7 C G7(#5) E mostrar para quem quiser ver um lugar pra viver sem chorar Bis ( ) Int. sul. ( ) .

.Leonardo .Doce Amargo do Amor Composição: Leonardo | Visitas: 1208 | Adicionado em: 1/1/2006 C C7 F G7 C G7 (Me dê um chimarrão de erva boa C Que o doce desse amargo me faz bem C7 F Bis O amargo representa uma saudade C G7 C G7 C E o doce o coração que ela não tem) G7 Cevei meu mate no romper da aurora C Chamei a china pra matear comigo C7 F Nem desconfiava que ela fora embora C G7 C G7 C E esta saudade hoje é meu castigo () G7 No fim da tarde nada me consola C Tomo um amargo disfarçando a dor C7 F Largo o porongo e pego na viola C G7 C G7 C Canto saudade pro meu grande amor ( ) Int.

Leonardo . E7 Em vez de usar um pelego use o arreio ternura A Enlace pela cintura jogue fora o maneador F A Só mesmo um bicho do mato criado pelas macegas E7 A Pode tratar como égua quem nos dá vida e amor / / ( ) Int. . que fique assim A E7 A Grosso. respeito sim A Mulher é tudo. machista e barranqueador) Int. vida e amor A7 D Bis Quem não gostar.Morocha Não Composição: Leonardo | Visitas: 1196 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 A G D E7 A E7 A G D E7 A E7 Bugio que grita no mato quer chumbo diz o ditado A Ouvi um qüera largado gritando em uma canção F A Que as regras pra um ser humano são as mesmas dos animais E7 A Que trata que nem baguais maneando patas e mãos E7 A /De certo e um destes qüeras criado pelas barrancas E7 A Manunciador de potrancas sem freio no linguajar A7 D A Não aprendeu que um gaúcho não faz da prenda um capacho E7 A E que os deveres de um macho é proteger e amar/ E7 (Morocha não.

tchê viva a bombacha G7 C Não interessa se faz frio ou sol que racha) Int. . lanças cruzadas traçavam rumos na história G7 C Os orientais ostentavam calças largas que faziam G7 C Mais leves às cavalgadas na derrota ou na vitória G7 C Era a bombacha chegando para gaúdeos do campeiro G7 C Que cavalgou nos potreiros laçando. carteado C G7 C Era a veste domingueira feita de brim ou riscado G7 C (Viva a bombacha.Viva a Bombacha Composição: Leonardo | Visitas: 1154 | Adicionado em: 1/1/2006 C G7 C G7 C Os cristãos batiam cascos os mouros se defendiam G7 C Espadas. G7 C Foi depois da grande guerra me falou um castelhano G7 C Que a bombacha foi usada pelos gaúchos pampeanos G7 C Historiadores da terra garantem que o nobre pano G7 C É uma herança legada por beduínos araganos G7 C A verdade é que a bombacha é de muitos continentes G7 C Mas foi com nossos valentes que ganhou notoriedade C7 F Uniu o campo à cidade e a juventude do pampa C G7 C Lhes dando uma nova estampa raízes de liberdade ( ) Int.Leonardo . fazendo aparte C7 F Prá bailanta. hora de arte jogo de osso.

Leopoldo Rassier .Desgarrados Composição: Sérgio Napp / Mário Barbará Dornelles | Visitas: 1968 | Adicionado em: 1/1/2006 A A E/G# F#m F#m/E Eles se encontram no cais do porto pelas calçadas D A/C# Bm Bm/A Fazem biscates pelos mercados pelas esquinas E C#7 F#m F#m/E Carregam lixo vendem revistas juntam baganas B7 E7 A D/E E são pingentes nas avenidas da capital A E/G# F#m F#m/E Eles se escondem pelos botecos entre cortiços D A/C# Bm Bm/A E pra esquecerem contam bravatas velhas histórias E C#7 F#m F#m/E E então são tragos muitos estragos por toda a noite B7 E7 A Olhos abertos o longe é perto o que vale é o sonho G C#7 A F#m (Sopram ventos desgarrados carregados de saudade G C#7 Viram copos viram mundos (C#7) F#m D (E7) /Mas o que foi nunca mais será/) 3x A E/G# F#m F#m/E Cevavam mate sorriso franco palheiro aceso D A/C# Bm Bm/A Viravam brasas contavam causos polindo esporas E C#7 F#m F#m/E Geada fria café bem quente muito alvoroço B7 E7 A D/E Arreios firmes e nos pescoços lenços vermelhos E7 C#7 F#m Jogo do osso cana de espera e o pão de forno Bm C#7 F#m O milho assado a carne gorda a cancha reta D D#º A F#7 Faziam planos e nem sabiam que eram felizes B7 E7 A Olhos abertos o longe é perto o que vale é o sonho () .

.Leopoldo Rassier . ah sim D No peito em vez de medalhas A7 Cicatrizes de batalhas Dm A7 Foi o que sobrou prá mim Int. G Ah sim D No peito em vez de medalhas A7 Cicatrizes de batalhas D GD Foi o que sobrou prá mim Int.Sabe Moço Composição: Francisco Alves | Visitas: 1609 | Adicionado em: 1/1/2006 Dm A7 Dm Sabe moço que no meio do alvoroço A7 Tive um lenço no pescoço que foi bandeira pra mim E andei mil peleias em lutas brutas e feias Dm Gm F A7 Dm Desde o começo até o fim Sabe moço depois das revoluções A7 Vi esbanjarem brasões prá caudilhos coronéis Gm Vi cintilarem anéis assinatura em papéis A7 Dm A7 Honrarias para heróis D É duro moço olhar agora prá história A7 E ver páginas de glórias e retratos de imortais G Em Sabe moço fui guerreiro como tantos A7 Que andaram nos quatro cantos D D7 Sempre seguindo um clarim G E o que restou.

Luiz Carlos Borges . ( ) .A Copla de Assoviar Solito Composição: Luiz Carlos Borges / José Fernando Gonzalez | Visitas: 1272 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 A E7 A Meu pai um dia me fazia moço e me levando para camperear A/C# Cº E7 Ab A Assoviava qualquer coisa doce como se fosse de luz de luar E7 A Aquela copla que não era um hino e era simples e era só sua A/C# Cº E7 A Ia amansando nossa vida adulta ia amansando duas almas puras (A copla terna que meu pai trazia E7 Não transcendia para alguém mais eu Bm7 Era a essência do lugar da arte E7 A Ensimesmado no seu próprio ser Não se achegava ao de redor do fogo C#7 F#m Nem vinha junto pro galpão da estância G A7 D Era parceira apenas campo afora A E7 A Só sem querer me acalentava a infância) Int. E7 A Hoje a lo largo na cidade grande quando vagueio a procurar por mim A/C# Cº E7 Ab A Me dou de conta assoviando a esmo e me interrompo sem chegar ao fim E7 A A minha copla de assoviar solito tropeando ruas numa relembrança A/C# Cº E7 A É aquela mesma que meu pai trazia que estranhamente me deixou de herança ( ) Int.

Luiz Carlos Borges - Baile de Fronteira
Composição: Luiz Carlos Borges / Mauro Ferreira | Visitas: 1499 | Adicionado em: 1/1/2006
D A7 D B7 O gaiteiro era buerana não deixou o baile morrer B7 E Parou um valseado de seco e sapecou um chamamé F# B7 Ficou só um casal dançando gritando oigale-tê E F F# Que por quatro ou cinco tiros não vamos se aborrecer F# C#7 Dançar na ponta da adaga não é tomar tererê F# Tem que cordear pros dois lados fazendo o poncho esconder G# C#7 Daí surgiu esse tranco que foi até o amanhecer F# Quanto mais corria bala melhor ficava pra ver Gº G#m7 Se foi tiro ou cimbronaço, pago pra ver C#7 F# Deixa que venha no braço pra se entender F#7 B Se o facão marca o compasso deixa correr C#7 F# Enquanto sobrar um pedaço vamo metê F#7 B C#7 F#

A7 É num baile de fronteira que a gente pode aprender D Esse balanço safado de se dançar chamamé E A7 Tem que ter manha no corpo pra sapatear tem que ter D Eb E Tranco de sapo baleado e jeitão de jaguaretê E B7 Tudo começou em corrientes num baile veja você E Também se orelhava um truco que é um modo de se entreter F# B7 Um ás que sobrou na mesa bastou pra coisa ferver E A cachaça brasileira alguma culpa há de ter Fº F#m7 Se foi tiro ou cimbronaço, pago pra ver B7 E Deixa que venha no braço pra se entender E7 A Se o facão marca o compasso deixa correr B7 E Enquanto sobrar um pedaço vamo metê Int.

Luiz Carlos Borges - Romance da Tafona
Composição: Antônio Carlos Machado / Luiz Carlos Borges | Visitas: 1518 | Adicionado em: 1/1/2006 C G7 C
C E7 (Maria, florão de negra Am Pacácio o negro na flor C G7 Se negacearam por meses C Para uma noite de amor) E7 Am G7 C Na tafona abandonada que apodreceu arrodeando G7 C Pacácio serviu a cama e esperou chimarreando C7 F Ebº C Do pelego fez colchão do lombilho, travesseiro G7 C Da badana fez lençol fez estufa do braseiro G7 A tarde morreu com chuva E7 Am Mais garoa que aguaceiro F F#º C Maria surgiu na sombra G7 C Cheia de um medo faceiro E7 [A negra de amor queimava Am Tal qual o negro na espera C G7 Incendiaram de amor C A atafona, antes tapera] E7 Am G7 C A noite cuspiu um raio que correu pelo aramado G7 C Queimando trama e palanque na hora desse noivado C7 F Ebº C E o braço forte do negro entre rude e delicado G7 C Protegeu negra Maria do susto desse mandado ()

Luiz Marenco - Assim Se Vai Pa Três Cruces
Composição: Xirú Antunes / Rogério Ávila / Márcio Rosado | Visitas: 1629 | Adicionado em: 3/11/2006 G Bº E7 Am Cm Bm E7 Am D7 G

G G7 (Assim se vai p'a três cruces sair batendo cincerro C D7 G A alma solta adelante e o trote de cruzar cerros) Em Bm Em Bm Cruzei por sauce florido água no peito da eguada C Bm Am D7 G Noite de orvalho na quincha e lua mostrando a estrada Em Bm Em Bm Em cima a d alva encendida me invitando a silba C Bm Am D7 G Tem o brilho dos teus olhos quando acende a me chamar () Em Bm Em Bm Me vou buscando teu rumo a mi modo de gauchar C Bm Am D7 G El camino es mas florido quando vou para te encontrar Em Bm Em Bm Camino de cerros largos cancion de noche e lunar C Bm Am D7 G Aroma de flor do campo figueirilha e araçá G G7 Assim se vai p'a três cruzes camino largo de pampa C D7 G Bis A alma solta adelante e o pago todo na estampa

Luiz Marenco - Batendo Água
Composição: Gujo Teixeira / Luiz Marenco | Visitas: 4068 | Adicionado em: 1/1/2006
G D7 Am D7 G Am D7 G G Guentaram as chuvas de agosto que Deus mandou) Int. Meu zaino garrou da noite o céu escuro Am7 D7 E tudo o que a noite escuta é seu clarim De patas batendo n'água depois da várzea C D7 G Freio e rosetas de esporas no mesmo trim

G Meu poncho emponcha lonjuras batendo água Am7 D7 E as águas que eu trago nele eram pra mim Asas de noite em meus ombros sobrando casa C D7 G Longe "das casa" ombreada a barro e capim

Faz tempo que eu não emalo meu poncho inteiro Am7 D7 Nem abro as asas da noite pra um sol de abril Faz muitos dias que eu venho bancando o tino C D7 G Das quatro patas do zaino pechando o frio

Falta distância de pago e sobra cavalo Am7 D7 Na mesma ronda de campo que o céu deságua Que tem um rumo de rancho pras quatro patas C D7 G Bota seu mundo na estrada batendo água

(Troca um compasso de orelhas a cada pisada D7 No mesmo tranco da várzea que se encharcou Am7 C D7 Bis Topa nas abas sombreras, que em outros ventos

(Porque se a estrada me cobra, pago seu preço D7 E desabrigo o caminho pra o meu sustento Am7 C D7 Bis Mesmo que o mundo desabe num tempo feio G Sei o que as asas do poncho trazem por dentro) Int.

Luiz Marenco .Da Boca Pra Fora Composição: Luiz Marenco | Visitas: 1571 | Adicionado em: 1/1/2006 G Cm6 G Cm6 G Bm7 Quando a palavra precisa. um gosto ruim de saudade () . da boca pra ganhar asas E7 Am7 D7 Tem sempre um beijo guardado. fala a sua vontade E7 Am7 D7 G Dm7 G7 Deixando dentro da boca. talvez por ficar tão presa E7 Am7 D7 E se acostuma ao silêncio. deixa a tristeza correr Am7 C D7 G Mas as lagrimas são minhas. e de quem as merecer) Int. pras horas que se precisa E7 Am7 D7 Quando a voz tem sua vontade e por si se realiza C Bm7 E pode por mal falada ter sua garra afiada E7 Am7 D7 G Dm7 G7 Deixando a vida marcada se o corte não cicatriza C Bm7 (Tem vezes que a gente chora. que sabe estancar a dor E7 Am7 D7 G Cm6 G Porque a saudade faz parte da alma de um sonhador G Bm7 Cuidamos uma palavra. pra esconder o que ela traz C Bm7 Tem sempre um lindo sorriso. por coisas que nos habitam C Bm7 Que ficam dentro da alma. olhando a vida de longe Am7 Bm7 Tem vezes que o sal dos olhos. que volta e meia impera C Bm7 Os olhos voltam pra si.G Bm7 E7 Am D7 G G Bm7 Quando a palavra incomoda. o sorriso desencanta E7 Am7 D7 G Cm6 Pela voz que a alma trouxe e morreu junto a garganta G Bm7 Talvez por serem de tantos e tantas vezes falada E7 Am7 D7 A palavra traz a sina de às vezes não dizer nada C Bm7 Mas quando menos se espera.

E7 A O sangue guapo dos heróis e dos valentes E7 A que ainda corre adormecida em nossas veias (D) B7 (A) E7 há de aquecer-se em novas rondas e vigilhas (E7) B7 (A) E7 Bis nos dando força pra arrebentar as maneias E7 A E7 A Deixem que eles falem por aí. de boca em boca B7 E7 Que a nossa fibra e nossa garra esmoreceu B7 E7 Que andam pisando em nosso pala D A E7 A Quem consente é certamente porque a fibra já perdeu) Bis E7 A Nosso cobre da guaiaca anda minguado E7 A Pelas coxilhas nuvem negra campereia (D) B7 (A) E7 A pátria grande olha pra além do horizonte (E7) B7 (A) E7 Bis E aqui nos pagos a incerteza nos maneia ( ) Int.Luiz Marenco .De Boca Em Boca Composição: José Atanásio Borges Pinto / Cenair Maicá / Chaloy Jara | Visitas: 1359 | Adicionado em: 1/1/2006 A E7 A (D) B7 (A) E7 E um canto livre há de elevar-se nas coxilhas (E7) B7 (A) E7 Bi s Mostrando a raça deste povo do Rio Grande E7 A E7 A Deixem que eles falem por aí. porque a fibra já perdeu Int. de boca em boca B7 E7 Pois a nossa fibra e nossa garra não morreu B7 E7 E ninguém pisa em nosso pala D A E7 A Quem consente é certamente. abram gaitas e gargantas E7 A Numa canção que leve a fé por onde ande . E7 A E7 A (Andam falando por aí. E7 A A nossa garra vem dos tempos das patreadas E7 A A nossa fibra é a semente do passado (D) B7 (A) E7 E o destemor é porque nunca aqui nos pagos (E7) B7 (A) E7 Bis Por estrangeiros nosso pala foi pisado ( ) Int. E7 A Meus irmãos. de boca em boca B7 E7 Pois a nossa fibra e nossa garra não morreu B7 E7 E ninguém pisa em nosso pala D A E7 A Quem consente é certamente porque a fibra já perdeu Bis Int.

De Tempo e Tropa Composição: Guilherme Colares / Zulmar Benitez | Visitas: 1261 | Adicionado em: 1/1/2006 D A7 D Bm F#7 Alenta a imagem da tropa serpenteia estrada afora B7 E7 Sucessão que hora após hora fundindo terra e peçunha G D Rigores de mesma alcunha pro tropeiro linda estampa A7 D Conduzindo couro e guampas numa procissão terrunha Bm F#7 Trago embebidos na imagem os verões e as soalheiras B7 E7 Mastigando a polvadeira da gadaria açoreada G D Trago no couro estampada a marca das invernias A7 D Poncho molhado faz dias até a alma gelada (O mouro da m'ias confiança tranqueia mascando o freio G Carregando os meus anseios nos rumos dos meus desponte Em Bis Companheiro de horizontes bem mais que um simples vassalo G A7 D Porque tropeiro e cavalo são como a estrela e a noite) Int. Bm F#7 A gadaria contesta berro após berro a tristeza B7 E7 Ruminando as incertezas de cambiar rumo e querência G D Longínquas reminiscências de tantas tropas de outrora A7 D Que rumbiaram mundo afora ensimesmada de ausências Bm F#7 Já gastei basto e carona mangueando boiada quena B7 E7 Plantei luzes nas canhadas dos rincões por onde andei G D Muitas tropas entreguei nessa sina de tropeiro A7 D Voltei sempre repisando os caminhos que trilhei () .Luiz Marenco .

Erundina com a mais crioula emoção F#7 B Vou sorver teu beijo doce na bomba de chimarrão B7 E B Me chamo Leocádio Marques sou tropeiro e domador F#7 B E criei limo no poncho igual pedra de corredor Bis Int. "Me chamo leocádio marques sou tropeiro e domador E criei limo no poncho igual pedra de corredor" F#7 Se às vezes chego num bolicho não é por maula e baseado B Mas pra comprar algo pra ti e tomar um vinho açucarado F#7 Levo embaixo dos pelegos Erondina.De Volta de Um Tropeada Composição: José João Sampaio da Silva / Luiz Marenco | Visitas: 1334 | Adicionado em: 1/1/2006 B F#7 B F#7 Das Três Bocas ao Itu quantas léguas que terá? B Talvez a mesma distância do Itaó a Maçambará F#7 Me espera ali na cancela que a noite vai ser de lua B E eu vou chegar ao tranquito esporeando a saudade tua B7 E B Ao repechar o baixo fundo no costado da coxilha F#7 B Vou me apear e colher pra ti uma flor de maçanilha B7 E B Venho guloso de afeto peão de tropa e capataz F#7 B De volta ao rancho que ergui há quarenta anos atrás Int. minha companheira B Um quartito de capincho charqueado à moda tropeira B7 E B Vou desencilhar no oitão com o coração em atropelo F#7 B E a mala de garupa cheia de saudade e caramelo B7 E B Antes de te abraçar. .Luiz Marenco .

largava de pouco luz a da janela Ab G7 C G7 C E empurrando a cancela um ventito minuano assobiava no oitão G7 Pelo olhar da janela a vista perdia-se pelo campo vasto C Verdejando o pasto. deixando o galpão. saudade e um mate Ab7 G7 Cm Pra depois n'outro embate. guardando um silêncio dormido de pedras Ab G7 C E uma estrada de léguas são parte da estória de alguém que partiu Int.Luiz Marenco . D7 G7 C G7 C C7 Fm Cm G7 Cm . cevaram amargos por conta da lida C7 Fm Cm Que estenderam seus ponchos. aberto em suas asas pingava no chão C7 Fm Cm Imitando um sol posto. consome sem pressa seu cerno de lei G7 Ab7 G7 O meu cusco ovelheiro fareja o suor da xerca estendida Ab7 G7 Cm Que descansa da lida e do lombo do baio. coxilha e canhada até a beira do rio C7 Fm Cm Um mangueirão grande. saudosa do tempo. baetas vermelhas de almas lavadas Ab G7 C G7 C Onde em léguas de estradas. feito tantos do campo. lembrando o passado Cm9 Manhãzita de maio. deitado num canto Ab D7(G7) G7(Cm) Bis E encho os olhos de campo de água e saudade. me fazem costado C7 Fm Cm Vejo o angico nas cinzas e o cusco ovelheiro. manhãzita de maio G7 Ab7 G7 Manhazita de maio e notícias do céu desabam nas casa Ab7 G7 Cm Um angico nas brasas. meu trono de rei Gm7(b5) C7 Fm Cm Outro ronco de mate quebrava o murmúrio das chuvas nas telhas Ab D7 G7 E o baeta vermelha.Enchendo Os Olhos de Campo Composição: Gujo Teixeira / Valério Teixeira / Luiz Marenco | Visitas: 1691 | Adicionado em: 1/1/2006 Cm D7 G7 Cm D7 G7 Cm C7 Fm Cm G7 Cm G7 Ab7 G7 Partiram pra longe. pelear por sonho e talvez encontrá-lo Gm7(b5) C7 Fm Cm Hoje abro a janela e pergunto pro tempo: por onde andarão? Ab D7 G7 Os que aqui no galpão. na calma das tropas prosearam a vida G7 Só o silêncio das pedras e água da chuva que encharca a mangueira C E uma dor costumeira. feito cantos dos meus Ab7 G7 Cm Que por conta de Deus e a procura de mais encilharam cavalos G7 Ab7 G7 E rumaram pra sempre.

este é o primeiro decreto C D7 G E até o mais analfabeto sabe brincar de namoro Bis Int. penso e repenso. e o pensamento sofreno G O mundo é muito pequeno. D7 A carpeta da distância é a escola do jogador G Se invide mais de um amor. mas só se perde uma infância Em A7 D7 O jogo da redoblona. é a lei maior do combate C D7 G Nunca se agradece o mate. gaita e percanta. se aprende deste piazinho G O brabo é achar o caminho. o rancho que tem bailanta G Guitarra. aprende muito quem anda C D7 G Sempre que a alma se agranda a estrada fica pequena Bis Int.Filosofia de Andejo Composição: Jayme Caetano Braun / Luiz Marenco | Visitas: 1636 | Adicionado em: 1/1/2006 G D7 G D7 G C D7 G D7 G D7 Frente ao caminho me calo. meu flete sempre fareja Em A7 D7 Eu penso. D7 O amor ao chão não tem preço.Luiz Marenco . ninguém nasceu pra ser mau C D7 G Gº Quem usa freio de pau. D7 Deve haver algum feitiço. D7 Por escondido que seja. se tem água na cambona Bis Int. pra retornar ao começo Em A7 D7 Onde há vaca existe touro. e o pensamento sofreno C D7 G O mundo é muito pequeno. depois que o tempo nos laça G O mundo não tinha graça se a vida fosse só isso Em A7 D7 Frente ao caminho me calo. . prás patas do meu cavalo Bis Int. prás patas do meu cavalo Em A7 D7 Nesta jornada terrena. é por gostar do silêncio Bis Int.

e tudo remoça Dm E7 Am Prás bandas do poente. mais mansa ou mais braba Bb7 E7 A seca se acaba. o mundo se adoça C F Na água que empoça. assim de repente F Am E um som diferente. o tempo que berra C F Farejo mais serra que o vento procura Bb7 E7 E a chuva madura tras cheiro de terra Am E a chuva madura tras cheiro de terra . as almas e as plantas Bis () Bb7 E7 A seca se acaba. e tudo remoça Am A seca se acaba. com ecos de bronze Dm(E7) Am Nas preces do monge.Final de Sêca Composição: Jayme Caetano Braun / Luiz Marenco | Visitas: 1482 | Adicionado em: 1/1/2006 Am9 Dm G7 C Am E7 Am A7 Dm G7 C Am E7 Am6 A7 Dm G7 O tempo desaba. tivessem gargantas Am E7 Am A7 Podiam ser santas. Dm G7 C F E7 Am Am9 Dm E7 Am Nas almas sedentas. não é diferente Dm E7 Am As barras do poente. da searas da vida Dm(E7) Am São tão parecidas. no amém do assim seja Bis A7 Dm G7 (Tropeando a lonjura. faísca e troveja Am E7 Am A7 Silêncio de igreja. que se erguem violentas F Am Depois das tormentas. e tudo remoça Am Dm Am E7 Am9 A seca se acaba.Luiz Marenco . acalmam a gente Bis Dm G7 C Se as safras perdidas. e tudo remoça) Int. ponteou de guitarra Bis Dm G7 C Lá longe bem longe. ergueu-se uma barra Dm E7 Am Calou-se a cigarra.

ouvem-se coplas num assobio compassado A7 Que entram galpão à dentro.Milongão Pra Assobiar Desencilhando Composição: Gujo Teixeira / Luiz Marenco | Visitas: 1594 | Adicionado em: 1/1/2006 Dm A7 Dm A7 Gm F A7 Dm A7 Dm Água nos lombos suados. o xergão e entram mais calmas A7 Dm Parecem que campo e alma se mesclam bem nessa hora Int. depois voltam mais sonoras G D Se vão tirando a carona. de invernada e rodeio A7 Gm F A7 Dm Sobra tempo pra um floreio e um assobio milongueiro Gm Um mate recém cevado. silencia o galpão grande C7 F Reverenciando quietudes nas sombras que aquerenciei Bb A7 E quem refaz o seu dia de bem com a vida no campo Gm A7 Gm F A7 D Um pelego sobre um banco é mais que um trono de rei A7 Dm Silhueta de um fim de tarde. . prenunciando a mesma sombra A7 Gm F A7 Dm Do tarumã bem copado contra o lado do galpão A7 Dm Que larga fumaça branca no mais alto se desenha A7 Gm F A7 Dm De certo é cambona e lenha na porfia do fogão Gm A gateada apura passo no acôo da cuscada C7 F Que faz festa com o retorno dos campeiros na mangueira Bb A7 Silêncio se vai aos poucos pelas esporas nas pedras Gm A7 Gm F A7 D E os tinidos da barbela nos escarceios da oveira Aos poucos.Luiz Marenco . mais águas pras cambonas A7 Gm F A7 Dm E o galpão se para quieto pra escutar um campeiro A7 Dm Depois do dia de lida. Ficou um resto de pasto agarradito no freio A7 Esporas mangos e laços e um silêncio esperando G D Alguém de alma lavada á debruçar-se no violão A7 Dm E tocar um milongão pra assobiar desencilhando A7 Dm E tocar um milongão pra assobiar desencilhando Int.

onde andará dentro de nós .Onde Andará Composição: Gujo Teixeira / Joca Martins / Fabiano Bacchieri | Visitas: 1533 | Adicionado em: 1/1/2006 C7M Dm7 F/G C Em7(b5) A7(b9) Dm Dm/C G/B G7 F7M Fm(7M) C7M C7M Am7 D7 G7 F D7 G7 Fm C G7(#5) C7M Onde andará a silhueta desses antigos campeiros Dm7 Que desenhavam saudades na fumaça dos palheiros Em Ebm Dm G7 C7M G7(#5) E madrugavam setembros na voz clara dos braseiros C7M Onde andará a mañanita dos mates de gosto bueno Dm7 Da encilha dos gateados contraponteando o sereno Em Ebm Dm G7 C7M Dm7 G7 C7M E a humildade dos ranchos guardando sonhos morenos G7 C7M Dm7 Onde andará o verso claro ponteado numa canção G7 E7 Am7 Que se espalhava em floreios pelas tardes do galpão Fm Bb Eb7M G7 C7M G7 C7M E matizavam campeiros ao som da gaita e violão Int.Luiz Marenco . C8M Onde andará a tarde longa das ressolanas campeiras Dm7 Onde a alma desses tantos cruzava além da porteira Em Ebm Dm G7 C7M G7(#5) Pra o mundo das invernadas por não saber das fronteiras C7M Por onde andará o semblante de um avô maragato Dm7 Que eternizou seu silêncio na moldura de um retrato Em Ebm Dm G7 C7M Dm7 G7 C7M E dos seus causos antigos desses campeiros de fato G7 C7M Dm7 Quem sabe andam perdidas na saudade dos avós G7 E7 Am7 Ou presas dentro do peito querendo saltar na voz Fm Bb Eb7M G7 C7M Mas bem certo elas se acham guardadas dentro de nós Fm F#º G7 C7M F#º Bº C7M Onde andará.

que levo comigo A Por ser companheira. como me convêm E7 Das vozes dos outros. em cifras e fins B7 E outras não tem o apreço E Nem pagam o preço. revejo os meus dias B7 E E as coisas que posso. pra mim E7 Tenho uma velha saudade. por ser tão caseira A Não deixo as coisas que eu gosto B7 E Perdidas aos olhos. e junto umas coisas A Que me fazem bem. eu levo a palavra. de quem procurar B7 Mas olho no mundo na volta E E7 Achando outra coisa. só pra o meu consumo . que me fazem bem B7 Fazendo da minha janela E Imenso horizonte. só pra o meu consumo B7 E Vidinha que é minha. só pra o meu consumo B7 E Vidinha que é minha. eu mudo ou arrumo B7 Bis Mas deixo bem quietas. dos sonhos dos outros A Eu tiro a razão. que possa gostar A Tenho amigos que o tempo B7 E Por ser indelével. B7 A E F#m7 B7 E E7 Carrego nas costas meu mundo. as tuas lembranças E Vidinha que é minha. avaliado em quilates A Em cifras e fins.Pra o Meu Consumo Composição: Gujo Teixeira / Luiz Marenco | Visitas: 1765 | Adicionado em: 1/1/2006 E B7 A E B7 E B7 E E7 Tem coisas que tem seu valor. jamais separou B7 E ao mesmo tempo revejo E As marcas de ausência. que valem. que ele me deixou Int. eu tiro a razão B7 Dos olhos dos outros eu vejo os meus erros E E7 Das tantas saudades eu guardo a paixão A Sempre que eu quero.Luiz Marenco . por ser companheira B7 E que aos olhos dos outros E E7 Parecem desgostos.

pra sempre me leva C#m7 No tranco do baio de cada manhã Bm7 Pois domo meus potros com mãos de paciência E7 Am E amanso a querência.Pra Os Dias Que Vem Composição: Gujo Teixeira / Luiz Marenco | Visitas: 1330 | Adicionado em: 1/1/2006 Am E7 Am Int. no tranco que tem Bm7 Bis Encilho meus baios. prevendo o amanhã (Meu pingo é de hoje. pra os dias que vêm) Int. me cobra seu preço F E7 F E7 Das coisas que ontem a vida me deu Dm Não sabe que a vida se mostra a seu modo F E7 Do jeito mais simples. que ao tempo remoçam F E7 Meus olhos de estrada campeiam o amanhã A E7 A Tentando ser ontem. sem desencilhar A7 Dm Componho meus dias. com jeito e tenência E7 A E7 A(Am) E cuido a querência. Am B7 C B7 E7 Am E7 Am Lembrança de um tempo que adoça a alma F E7 F E7 E amarga a saudade. teimando em marcar Dm O hoje tem jeito de adeus e passado F E7 Que cruza depressa. que a alma aprendeu A7 Dm Me bastam silêncios. me apego a distâncias G7 C Cavalo de tiro e estrelas de esporas F E7 Um claro horizonte com rumo de estrada A E7 A E vistas que alargam meus olhos de agora Meu tempo é de hoje. por esta existência G7 C Antiga e tão minha. Dm E7 Am9 .Luiz Marenco . embora não possam O tempo insiste. pra sempre me leva C#m7 Na calma dos bastos.

numa manhã clara de sol A alma pampa aflora o campo. vou matear silente Bm7 E7 A Pelas sombras largas do teu arvoredo E E quando a lua.Pra Quem Avista Ivituatã Composição: Rogério Ávila / Leonel Gomes / Fabiano Harden | Visitas: 1152 | Adicionado em: 1/1/2006 E7M F#m7 B7 E C#7 F#m B7 E "Pra quem avista Ivituatã. embodocar meus pastos // C#7 F#m B7 E Quem sabe ver-te. repontar saudades C#7(B7) F#m(E) F#m B7 E Vou contar-te a linda. numa manhã clara de sol C#7 F#m B7 A alma pampa aflora o campo. trazer-me o frio /Nas tuas tardes. que te deu batismo E Por certo um dia.Luiz Marenco . para viver contigo F#m E fiz abrigo em teu rancherio B7 É porque o vento. Ivituatã) Querência que vejo pra madrugadas F#m Deixar trançado o tento do meu rastro B7 O pôr do sol. e tem pra si um momento santo Quem sabe ver-te. destapar coxilhas E Quero ser forquilha. Ivituatã" E Se me estanciei. Ivituatã) . e tem pra si um momento santo E Quem sabe ver-te. desses meus segredos/ Bis C#7 F#m B7 E (Pra quem avista Ivituatã.

bem do seu jeito Bm E Cevou um mate pura-folha. já cansado das lonjuras F#m Mas estampando a figura. campeira. Bm A mansidão da campanha traz saudades feito açoite E A Com os olhos negros de noite que ela mesmo aquerenciou D Bm C#7 E o verso que tinha sonhos prá rondar na madrugada F#m Deixou a cancela encostada e a tropa se desgarrou Bm E E o verso sonhou ser casa com sombra de tarumã A D Ser um galo prás manhãs.Int. onde o verso é mais caseiro F#m Templado a luz de candeeiro e um "quarto gordo nas brasa" Int. ou um gateado pra enciha Bm C#7 Sonhou com os olhos da prenda vestidos de primavera F#m Adormecidos na espera do sol pontear na coxilha Bm E Ficaram arreios suados e um silêncio de esporas A D Um cerne com cor de aurora queimando em fogo de chão Bm C#7 Uma cuia e uma bomba recostada na cambona F#m E uma saudade redomona.Luiz Marenco . jujado de maçanilha A D E um ventito da coxilha trouxe coplas entre as asas Bm C#7 Prá querência galponeira. pelos cantos do galpão .Quando o Verso Vem Pras Casas F#m C#7 D7 C#7 F#m F#7 Bm E7 A D Bm D Bm C#7 F#m Bm A calma do tarumã. ganhou sombra mais copada E A Pela várzea espichada com o sol da tarde caindo D Bm C#7 Um pañuelo maragato se abriu no horizonte F#m Trazendo um novo reponte. pra um fim de tarde bem lindo Bm E Daí um verso de campo se chegou na campereada A D No lombo de uma gateada frente aberta de respeito Bm C#7 Desencilhou na ramada. .

pra minha rédea. a tempos de lua. com seus olhos de desejo C Cm D7 G Pondo estrelas madrugueiras. quando quero sou estrada E7 Am Diviso as coisas do tempo bem antes da madrugada C Cm D7 G Numa prece. da minha alma.Luiz Marenco . solito. que nem lembro. ressuscita. minguando sonhos assim C Cm D7 G G7 Os que eu posso. que eu sei que tu ainda existe ( ) Int.Senhor das Manhãs de Maio Composição: Gujo Teixeira / Luiz Marenco | Visitas: 1707 | Adicionado em: 1/1/2006 G G7 C G/B Am D7 G G7 C G/B Am Meu galpão. das manhãs de maio. . refaço minhas orações D7 G Pai nosso que estais no céu. pra contemplar minha manhã G7 C G/B Am Meus sonhos. sua silhueta sombria C Cm D7 G E desenha. cinamomos. ceva. quando me vejo D7 Bm E7 Am É que se achega. este mate pra mim D7 Bm E7 Am Que eu venho. que o sol destapa. precisai vir aos galpões) Bis Int. que se adentra. não deixe a manhã tão triste D7 G G7 Mateia junto comigo. se ela cruzar este agosto C Cm D7 G Por favor. ao meu gosto D7 Bm E7 Am Pras dores. na minha querência vazia G7 C G/B Am Senhor. dou fim C Bm7 (Silencio quando posso. de alma tranqüila. senhor dos mates. sonho aos poucos os que eu não posso. G7 C G/B Am No descaso. todo dia D7 Bm E7 Am Cada vez. tomei pra vida. dos galpões. neste céu de picumã D7 G Parecendo. a saudade.

Bufo de Gaita Composição: Mano Lima | Visitas: 1129 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C G7 Minha gaita tá furada mas a rapaziada diz que quer dançar C Então se vou soltar calando nem que vá bufando inté o dia clariá C7 F (No compasso da rancheira canhãnha. Ave Maria rogai por mim F C G7 C Ave Maria rogai por mim se vai meu canto entre o céu e o capim) Int.´ Mano Lima . canhãnha C Bis G7 C .Ave Maria Composição: Mano Lima | Visitas: 1182 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C ³Boto minha lama de joelho pra cantar esta canção Levo a mão no sombreiro e atiro um beijo bem pra cima E peço a benção divina à todos os Santos e Santas Que abençoe este tro veiro e que perdoe minha ignorância.´ F C Sou um homem de canto triste que canta pra não chorar G7 C Talvez ninguém acredite na razão de meu cantar F C Quando um pássaro canta entre o céu e o capim G7 C Quando abro minha garganta minhas penas cantam assim F C G7 C (Ave Maria rogai por mim.Mano Lima . ³Brotei da carne do campo pra cantar Senhor abençoai meu canto eu te peço Pra que meu versos consiga ter luz e E neste resto de vida não cante mais ( ) ( ) ( ) paz e amor por favor felicidade a saudade.

G7 Esta minha gaita manheira por ser caborteira. Mano Lima . G7 Além que eu já toco pouco ainda os bichos furaram minha gaita no meio C Eu me vejo quase louco quando as vezes eu preciso de fazer um floreio ( ) Int. G7 /Conto com a s orte e com minha cadela baia C Que ás vezes a pobre me ajuda e outras vezes me atrapaia G7 Eu mesmo pego. fico mal domada C É queixuda e tafoneira passa a noite inteira na mesma zoada ( ) Int.Cadela Baia Composição: Mano Lima | Visitas: 1361 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C G7 A minha doma é na base do ia há há Deixo que corra a vontade embalo o corpo pra G7 Dou-lhe um tirão lá no fundo da invernada C golpear Bis C E outro aqui na chegada e nesse já faço esbarrar Int.Chega inté levantar poeira quando esta minha gaita começa a bufar) Int. G7 Depois que eu boto a curva da perna no arreio C Pode frouxar minha cadela só que rache pelo meio G7 A minha cadela sai pegando pelas ventas C Bis E afirmo na soiteira e abraço nas ferramentas/ Int. G7 Pra quem não sabe meu apelido é polvadeira C E desde que vim da fronteira dou pau em égua aporreada G7 Bis . eu mesmo encilho. e eu mesmo espanto C Depois que eu salto pra arriba nos arreios eu me garanto Int.

coisinha que atenta os homens C Por causa da tua ausência eu não vou morrer de fome G7 No bilhete tu me diz se não tá amando ou tro C Bis Que aí no mais eu já vejo como é que eu tô neste corpo Int. eu te escrevo. / / Int. G7 Aqui espero a resposta. G7 Já falei com meu patrão vou morar lá na fiúta C Tu vais gostar do lugar.Dor de Corno Composição: Mano Lima | Visitas: 1164 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C . tem árvore e bastante frutas G7 Ali eu levanto um rancho de pau a pique cravado C Enquanto a alba te embala eu tiro as coscas de um aporreado Int.Como é Que Eu Tô Nesse Corpo Composição: Mano Lima | Visitas: 1261 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C G7 Coisinha que atenta os homens. Bis Mano Lima . meu amor C Não quero que tu repares na letra de um domador G7 Aqui vou levando a vida quebrando queixo de potro C Bis Manda me dizer querida como é que estou neste corpo Int.Meu professor foi o maragat o Antenor C Que mora ali no corredor pra diante da encruzilhada Int. Bis Mano Lima .

G7 Eu tenho uma dor de corno que não dá mais pra agüentar C Me dói o caco na cabeça acho que vai me matar G7 Arrumei uma namorada com tanta dificuldade C Veio um louco e me tomou oigalê barbaridade Int.Espantando Bagual Composição: Mano Lima | Visitas: 1260 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | D A7 D A7 (Putututututu. Mano Lima . G7 Encontrei com um vizinho e me disse acorda amigo mano C Vai cuidar da tua lechiguana que os pica -pau tão furando G7 Larguei em direção ao rancho fui ver o que se passava C Só encontrei o chinelinho dela no portal da casa G7 é pior que um jumento C Trocou um cantor de recurso por um carro do regimento G7 Me fui quartel adentro ver se achava o animal C Ainda erro de milico e tinha pau o general Mas muié é bicho teimoso a cabeça G7 Eu tenho uma dor de corno que não dá mais pra agüentar C E com essa dor de corno na cadeia eu fui parar G7 Se cera fosse crepe se crepe fosse cetim C Se guampa fosse flor minha cabeça era um jardim Int. temo domando D Bis Temo aprendendo. temo ensinando) .

Bis . a galpão e a creolina G7 Dali um pouco o gaiteiro cansou C E me pediu que lhe desse uma mão G7 E a morena veio e me perguntou C Se eu não can tava em inglês nem que fosse uma canção G7 (I love you. nem domado sou manso só de selim A7 D Se me botarem no arado quebro a coice o balancim ( ) ( ) Bis Mano Lima . ( ) A7 D O mundo é que doma o homem e o homem é que doma o cavalo A7 D Uns atropelam no laço e outros já nascem domados A7 D Não sou xucro.João Balaio Composição: Mano Lima | Visitas: 1267 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C G7 Fui dançar com uma morena muito linda C Se não me engano foi em Santa Catarina G7 Ela me disse eu não danço com peão de estância C Fede a barro de mangueira.A7 D O homem é igual ao cavalo quando é bom já nasce pronto A7 D Mas a vida é que dá o pealo para deixar de ser potro A7 D O cavalo se ajeita no freio e o homem na luta em que passa A7 D Um se conhece em rodeio e o outro na causa em que abraça ( ) Int. I love me C Eu vou cantar o João Balaio só pra ti) Int.

Mano Lima . Laudelino seu criado G7 C No vai-e-vem de uma ronda e u dou conta do recado G7 C Cresci laçando e maneando em faturas de gado alçado G7 C (Venha. sou peão de tropa que desta pampa saiu G7 C Tropeando eu marco a casco a pátria que me pariu G7 C Me chamo Laudelino. venha. venha entra o sol e cai sereno G7 C Bis É no estouro da tropa que se vê se o índio é bueno) Int. venha boi G7 C Assim a tropa caminha. G7 C Cavalo gordo e delgado sempre trouxe comigo G7 C O resto é com charamusca na estrada mesmo eu c onsigo G7 C A oração do sapo mouro e uns troquito na guaiaca G7 C Faixa larga na cintura pra apertar revólver e faca ( ) F C Venha.Tô de Volta Composição: Mano Lima | Visitas: 1101 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C G7 (Quando um amigo estiver lá no seu rancho .Tio Laudelino Composição: Mano Lima | Visitas: 1120 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C G7 C Sou peão. assim a tropa se foi... Mano Lima . Bis Int.

C Feche bem as portas e não deixe mais sair G7 Porque um amigo meu amigo eu te garanto C É a maior fortuna que se pode adquirir) G7 A vida é um jogo e o mundo é um potro velhaco C Que velhaqueando muitas vez se pega forte G7 Mas cuide a orelha e crave a espora no sovaco C Que amadrinhando um amigo amortece o golpe Int. G7 Onde tem homem não morre homem devalde C Isto é verdade por favor contem comigo G7 Fico no mundo levando a sorte de tiro C Bis Tropeando almas e garimpando amigos Int. G7 Quem disser que deste mundo não caiu C Está mentindo ou talvez nunca montou G7 Até o pêlo que é o pêlo se despediu C Na primavera quando o tempo pelechou G7 Pois deste mundo só que não cai é a marca C Marca que fica no tutano de alguém G7 Daquele homem gaúcho de fé e alma C Bis Que se preocupa em ajudar e fazer bem ( ) Int.A Primeira Vez Composição: Elton Saldanha | Visitas: 1338 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G D C D Gm Cm A primeira vez que eu vi você meu grande amor F7 Bb . Bis Nativos .

Não quis acreditar e mesmo assim aconteceu Eb Dm Cm Cm/Bb A primeira vez que eu vi você Eb Eº Gº D7 O vento pela rua assoviava um chamamé Gm Cm A primeira vez que eu vi você F7 Bb Bb A Ab Senti no teu olhar a luz do entardecer Gm Cm Aprendi a sonhar antes de adormecer Eb Eº D7 E a vida foi chegando de uma vez G D (E o amor se fez C Am7 D7 Quem dera ter você mais uma vez G D E o amor se fez C Am7 D7 Estas coisas só acontecem uma vez C Am7 D7 G Pois quando o amor se vai a gente não esquece mais D7 Nasce nos olhos vem num suspiro G Um bem-me-quer se desfolhou G7 C D7 G Vai batendo um coração porque encontrei meu grande amor D7 Marquei o dia marquei a hora G No calendário que o amor fez G7 C D7 G A estação da paixão a minha primeira vez) Int. ( ) G7 C D7 G G9 A estação da paixão a minha primeira vez

Nativos - Baila Baila Morena
Composição: Maurinho Monteiro / Daniela Monteiro | Visitas: 1084 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir |
G D7 G

(Baila, baila, baila morena D7

Ho, ho, ho, ho Pra bailar contigo morena G Me chama que eu vou)

Bis

D7 Olhar provocante cheiro de paixão G Bailado alucinante seduz meu coração D7 Teu doce sorriso guardarei comigo G Vivo na esperança de bailar contigo ( ) A7 D A7 D Int. ( ) D7 /Dulce encantos tienes linda mercedita G La flor de mi campo bela florcita D7 Inspira meu canto ao passar dançando G Teu corpo caliente yo fico miran do/ ( ) A7 D A7 D Int. ( ) / / ( ) A7 D A7 D

Nativos - Canta Catarina
Composição: Elton Saldanha | Visitas: 1130 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir |
D A7 G D G F#m A7 Dm Dm Bb A7 Quando gritaram Catarina me apresentei Dm Puxei o mango de lei e sampei o ch apéu pra cima D7 Gm Gritaram Catarina se ouviam berros C7 F A7 Era eu juntando um louco a braço de ponta de ferro A G# Gm Dm Meu velho foi pescador ferra va em riba da quilha A7 Dm A velha era uma paisana peleava com a família D7 Gm C7 F Fui plantado nesta terra como se planta pinhão A7 Dm Junto ao gritedo das gralhas deixando rastros no chão Bb A7 Dm

(Carca esta marca que eu grudo no remelexo A7 Dm Deixa que eu puxo do queixo só porque este trecho é meu A7 Dm Cruzo eu boleio na volta eu boto os arreios A7 D Depois eu mostro o floreio que a santa terra me deu A7 G D D7 {Canta Catarina canta quando eu vou na crina o povo se levanta G D A7 D Bis Canta Catarina canta quando eu abro o peito nem uma gralha se espanta}) Dm Bb A7 Quando gritaram Catarina amontei e me benzi Dm Soltei um sapucai num balanço cacumbi D7 Gm Gritaram Catarina um santo baixou ali C7 F A7 Era minha raça à cavalo num estilo guarani A G# Gm Dm Nasci na coxilha rica o vento embalando a gente A7 Dm E meto mango e meto espora em qualquer bicho se movente D7 Gm C7 F Com neve minh'alma é leve mas com povo é diferente A7 Dm Só não mexo com as gralhas que este bicho é meu parente ( ) A7 D Atiro o chapéu pra cima Catarina A7 D A7 E agradece a terra santa a terra santa D G A7 D D9 A terra Santa terra Santa Catarina

Nativos - Capricha Gaiteiro
Composição: Antônio Marques | Visitas: 1163 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir |
F C7 Dm C7 F C7 Capricha gaiteiro que o baile vai começar Dm Que o fandango tá bonito você não pode parar C7 Arrumei uma morena brasileira na fronteira Bis

F Que entrou no baile e me convidou pra dançar C7 (Mexe pra lá mexe pra cá Que o fandango está bonito F E hoje eu quero namorar Dm C7 Mexe pra lá mexe pra cá Que o fandango está gostoso F E não tem hora pra acabar) Int.

Bis

Nativos - Castelhana
Composição: Elton Saldanha / Rui Biriva | Visitas: 1252 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir |
Cm G D7 G G7 C G D 7 G Eb7M D7 G D Eu hoje me vou pra fronteira C Pois queira ou não queira vou ver meu amor G D Esperei toda a semana C Pra ver a castelhana minha linda flor G D Tá frio na minha cidade C A bem da verdade está frio demais G D Ao sul do meu coração C G Bis Quero tempo bom só você me traz F C G Larga tudo e vem comigo F C G Vamo encarar o perigo

Bis

G D (Castelhana se você me ama C D7 G me ama, me ama me diz D7 Castelhana se você me am a C D7 Am7

D7

G

Me ama. Nativos . D7 Em Por voltas que a vida faz para açoitar um cristão D7 G Ando cortado dos trocos freio e pelego na mão D7 G Sem um cavalo de lei pra visitar meu rinc ão D7 G O nosso caiboaté é grande e guardo no coração Int. pealo e gineteio D7 G E me sustento pachola na serventia do arreio Int. F Bb (A tia Maria me disse que tua tropilha é de lei D7 G E o José R odrigues ramos confirmou quando eu pensei F Bb Em te pedir um cavalo nesses versos que eu criei D7 G Pra cantar em São Gabriel querência que eu sempre amei) Int. D7 Em Dom Élbio guarde consigo que um dia arranco do peito D7 G E pago esta obrigação que me deixa satisfeito D7 G E o pelo é da tua conta baio ou rosilho eu aceito . D7 Em Entrega pro tio Adil lá na costa do lajeado D7 G E diz pra Anilde e a Silvinha que eu chegarei afogado D7 G Num borrachão de saudade do tamanho do meu pago D7 G E a negra Juci que espere com chimarrão bem cevado Int. me ama a gente pode ser feliz) Int.Chasque Pra Dom Munhoz Composição: Gaspar Machado / Airton Pimentel | Visitas: 1212 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G D7 G D7 Em Amigo Élbio Munhoz meu chasque não tem floreio D7 G Eu uso bombacha larga e um chapéu de um metro e meio D7 G Botas de garrão de potro laço.

B7 E A prendinha Ana Luisa filha do nosso patrão B7 E Já encardou água de cheiro vindo de outro rincão B7 E E um delantal colorado partido de sua opinião ( ) Int. . B7 E Já agora o Chico vichadero se alvorotou com a peonada B7 E Do caseiro ao capataz todos de bota ensebada B7 E E o careca saragoça nem liga pras gineteadas ( ) Int.D7 Que o velho Moacir Cabral me fez assim Int.Na Baixada do Manduca Composição: Noel Guarany | Visitas: 1180 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | E B7 E B7 E Lá na baixada do manduca hai rebuliço de china B7 E Três guitarras orientales e uma ga ita correntina B7 E E um biriva Rio -grandense com toadas lisboinas B7 (E dê-lhe mate pelos campos C#m No compasso da chamarra B7 Bis Entra Juca e sai manduca E Dê-lhe cordeona e guitarra) Int. ( ) Int. G por direito Nativos . B7 E O chinaredo lá da estância se aprepara já faz dias B7 E Segundo siá Basilícia vai trazer varias famíli as B7 E Pra escutar o dom Ortaça e o gaiteiro Malaquia B7 E E um cantor da Bossoroca que canta com galhardia ( ) Int.

Bis . G Bbº Am7 E na hora derradeira que eu mereça D7 G G7 Ver o sol alegretense entardecer C G Como os potros vou virar minha cabeça Am7 D7 G Para os pagos no momento de morrer G Bbº Am7 E nos olhos vou levar o encantamento D7 G G7 Desta terra que eu amei com devoção C G Cada verso que eu componho é um pagamento Am7 D7 G De uma dívida de amor e g ratidão ( ) Int.Neto Fagundes .Canto Alegretense Composição: Antônio Augusto Fagundes / Bagre Fagundes | Visitas: 1688 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G Am7 D7 G Am7 D7 G C G Am7 D7 G G Bbº Am7 Não me perguntes onde fica o Alegrete D7 G G7 Segue o rumo do teu próprio coração C G Cruzarás pela estrada algum ginete Am7 D7 G E ouvirás toque de gaita e de violão G Bbº Am7 Pra quem chega de rosário ao fim da tarde D7 G G7 Ou quem vem de Uruguaiana de manhã C G Tem o sol como uma brasa que ainda arde Am7 D7 G Mergulhado no rio Ibirapuitã Am7 D7 G (Ouve o canto gauchesco e brasileiro Am7 D7 G G7 Desta terra que eu amei desde guri C G Flor de tuna camoatim de mel campeiro Am7 D7 G Pedra moura das quebradas do Inhanduí) Int.

( ) F#m Bm E7 A Doutor num jogo de truco borracho e louco por chamamé F#m Bm E7 F Doutor num jogo de tru co borracho e louco por chamamé G A D A E7 A7M E louco por chamamé e louco por chamamé Bis Bis .Louco Por Chamamé Composição: Mauro Ferreira / Luiz Bastos | Visitas: 1342 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Am Am G F E7 A tarde abafou o espaço sol e mormaço mandando ver Am Andava no meu picaço me fui ao passo dar de beber A7 Dm A balsa ia rio acima e uma morena de lá sorriu (Dm) Am G F E7 Am /Botou uma flor no cabelo me atirou um beijo e depois sumiu/ A F#m Bm Quem sabe fosse a morena uma estancieira buscando amor E7 D E7 A Quem sabe ficou parada nesta fachada de domador F#m Bm Quem sabe naquela trança tem uma herança e dinheiro tanto E7 A Que um tipo viva crinudo e vendendo tudo ainda sobre campo Int.Neto Fagundes . A Bm7 E7 A A7 D E7 A Am G F E7 Fiquei meio enfeitiçado sempre enre dado no assobio Am A moça no pensamento e os olhos sempre rondando rio A7 Dm Um dia sei que ela volta se a balsa sobe tem que descer (Dm) Am G F E7 Am /Pintando o rio de aquarela e trazendo nela o meu bem querer/ A F#m Bm (Morena fique sabendo que eu quero mesmo é mudar de vida E7 D E7 A Já chega de pantomina com essas meninas de má bebida F#m Bm Eu sou um partido de luxo flor de gaúcho além de ser E7 A Doutor num jogo de truco borracho e louco por chamamé) Int.

um índio quando se agarra Bis A7 D E destorce um doze braças dando pealos de cucharra A7 D E a dirigir a festança no compasso da chamarra A7 D O dia que eu amanheço com os pés apapagaiado Bis A7 D Com a bombacha arremangada e o tirador do outro lado A7 D Milico na minha frente não passa sem ser notado A7 D Quem será aquele louco que vai tod a disparada A7 D Respondi no pé da letra não é louco.Fandango Na Fronteira Composição: Noel Guarany | Visitas: 1294 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G D7 G D7 G Vou te contar bem direitinho de um fandango na fronteira D7 G .Noel Guarany . guitarreiro e cantador Int. não é nada A7 D Aquele lá é um gaúcho que vai ver sua namorada Bis A7 D Sou domador de mão cheia ginetaço flor e flor Bis A7 D Tranço laço.Chamarrita de Galpão Composição: Noel Guarany | Visitas: 1320 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | D A7 D A7 D A trote e a galope percorro qualquer lonjura Bis A7 D Com a minha vida nos tentos e a justiça na cintura Bis A7 D É coisa linda de ver. Noel Guarany . ainda por cima tenho sorte para o amor A7 D Não sou manco na guitarra.

bombacha larga lenço branco ou colorado Int. D7 G E foi assim que eu te contei.Potro Sem Dono Composição: Noel Guarany | Visitas: 1739 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Em Em D7 G A sede de liberdade rebenta a soga do potro . também se dança rancheira D7 G Os gaúchos são valentes. também se dança rancheira D7 G Os gaúchos são valentes. no balanço da vaneira Noel Guarany . e as chinocas são faceiras D7 G E os índios tinem espora. que é o fandango na fronteira D7 G Vaneirão se dança chote. D7 G Este fandango que eu falo é na fronteira do estado D7 G Primeira estância da querência no Rio Grande é o mais falado D7 G E lá dos pagos missioneiros é a catedral xucra do pago Int. D7 G Pra dançar lá na fronteira o salão sempre é folgado D7 G São gaúchos caprichosos sempre estão bem arrumados D7 G Usam.Vanerão se dança xote. D7 G Vou te contar bem direitinho das chinocas missioneiras D7 G Dos olhares feiticeiros carinhosa e candongueiras D7 G Umas que são argentinas e outras que são brasileiras Int. D7 G Quando vem clareando o dia que já termina o fandango D7 G Se ouve o ronco das trinta e o fo rte estalo de mangos D7 G Mas não é briga e não é nada. é os gaúchos pacholeando Int. e as chinocas são faceiras D7 G E os índios tinem a espora no balanço da vaneira Int.

E7 A Encontrei chirú no posto e não deixei de maliciar E7 A Que ele achou meu pala véio e não queria me entregar E7 A Fui dar parte ao comissário ficou pra segunda -feira E7 A . Bis D7 G Se a morte lhe faz nega ças joga na vida com a sorte C D7 Desprezo da própria morte não se prende a preconceitos C B7 Em Nem mata a sede com farsas leva um destino no peito D7 G Nas seivas da madrugada vai florescendo a canção C D7 Aquece o fogo de chão enxuga o pranto de ausência C B7 Em Essa guitarra campeira velho clarim da querência ( ) Noel Guarany .Romance do Pala Velho Composição: Noel Guarany | Visitas: 1406 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | A E7 A E7 A Uma vez fui na cidade na maldita perdição E7 A Lá perdi meu pala véio que me doeu no coração E7 A Quando voltei da cidade vinha com d or na cabeça E7 A Cheguei fazendo promessa Deus permita que apareça Int.C D7 Que parte em busca do pago e num galope dispara C B7 Em Rasgando a coxilha ao meio mordendo o vento na cara D7 G Bebe horizonte nos olhos empurra aterra pra trás C D7 Já vai bem longe a figura mostra o caminho tenaz C B7 Em Da humanidade sofrida que luta em busca da paz Em C B7 Em (Vai potro sem dono Am C B7 Em Vai livre como eu) Int.

E7 A Informem nas vizinhanças este triste sucedido E7 A Quem tiver meu pala véio que prendam este bandido E7 A Neste mundo todos morrem da morte ninguém atalha E7 D A E7 A Me entregue meu pala véio pra mim levar de mortalha Os Mateadores .Me levaram na conversa e se foi a semana inteira Int. E7 A Veja as coisas como são como se forma a lambança E7 A Que pelo mal dos pecados era o forro das crianças E7 A Com este meu pala rasgado passava campos e rios E7 A Com este meu palinha véio não temo chuva e nem frio Int. G7 .Baile das Negra Touro Composição: Elton Saldanha | Visitas: 1187 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C C7 F G7 C G7 Quem conhece não esquece daqueles bailes de estouro C Que dava fim de semana no rancho das negra touro G7 A negra grande a mais forte arisca que nem taquara C Cuidava a porta do rancho com um pedaço de taquara F C O gaiteiro virocai já tocava com preguiça G7 C E a negrada se acrocava que nem corvo na carniça F C E lá pela madrugada um loco gritava rindo G7 C Vamos se acordar negrada porque a policia vem vindo G7 C (No chará chá chá chá chá no chará chá chá chá chá G7 C No chará chá chá reboleando a negra va i G7 C No chará chá chá chá chá no chará chá chá chá chá C7 F G7 C No chará chá chá vem cá negrinha do pai) Int.

F F#º C De relancina maneio um olhar fujão F F#º C E desempenho na polca de relação F G7 C Quero prosear com a filha do patrão ( ) Int. Os Mirins .E quem chegasse de fora naquele preto de bruto C Ia pensar que as morenas tavam bailando de luto G7 Tinha umas neguinhas nova outras pretas temporonas C Cada mais preta e retinta do que cabo de cambona F C Lavavam roupa pra fora benziam a alma do povo G7 C Num dia faziam baile noutro faziam de novo F C O Rio Grande negra touro se apeava no teu portão G7 C Pra tomar um passe com canha e se aloitá num vanerão ( ) Int. G7 C Bombacha nova par de botas de pelica E7 Am Tomo uma pura só pra ver como é que fica G7 C Sou cantador de flor que não se achica ( ) Int. .Bailanta do Tio Flor Composição: Elton Saldanha | Visitas: 1193 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C G7 C (Vamos embora ver onde chora o ca ntor G7 C O pó levanta na bailanta do tio Flor G7 C Vamos embora ver onde chora o cantor G7 C O pó levanta na bailanta do tio Flor) G7 C Miro no espelho lá na cacimba E7 Am Firmo o cabelo na brilhantina G7 C Vou me benzer na água benta da cantina ( ) Int.

Os Mirins - Barbaridade
Composição: Walter Amaral | Visitas: 1123 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir |
B F# C#7 F# C#7 F# Eu tava pescando peixe embaixo de um pé de embira C#7 F# Peguei duzentos dourados e quatrocentas traíras C#7 F# E ainda me escapou um peixe que até hoje me admira B F# (Barbaridade isso é bom que mete medo C#7 F# Bis O que mete medo é bom isso é bom barbaridade) Int. C#7 F# Num canudo de taquara eu achei uma abelheira C#7 F# Com quinze guampas de mel catorze arrobas de cer a C#7 F# Do canudo da taquara fiz vinte e cinco peneiras ( ) Int. C#7 F# Achei um ninho de pomba e fiquei admirado C#7 F# Duzentos pombinhos andando e trezentos ovos gorado C#7 F# Duzentos e vinte e cinco que não tinham descascado ( ) Int. C#7 F# Fui fazer uma caçada me lembro quase desmaio C#7 F# Só com um tiro que eu dei matei trinta papagaio C#7 F# E a bala veio de volta e matou meu cachorro baio ( ) Int. C#7 F# Domingo de tardezinha vi uma coisa interessante C#7 F# Vinte e cinco formiguinhas carregando um elefante C#7 F# E o bicho de sentimento enforcou -se num barbante ( ) ( )

Os Mirins - Meu Nome é Tchê
Composição: Vaine Darde / Albino Manique | Visitas: 1115 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir |

G D7 G

Nasci campeiro gaudério por vocação D7 Nunca me achico pra china, pra capataz ou patrão Cresci no campo onde o fraco não vigora C D7 G Mais forte se desmama e se ma nda mundo afora G7 C (Meu nome é tchê G Sem sobrenome e sem marca C D7 Mas quando amunto no zaino G Não existe outro monarca) Int. G7 C G D7 G Dono de mim eu carrego minha carga D7 Por rancho tenho meu poncho e meu chapéu de aba larga Só me acolhero para pouso ou para xixo C D7 G Tou devendo casamento pra quatrocentos cambichos ( ) Int. Eu ganho a vida alambrando os horizontes D7 Quebrando queixo de potro, passando chibo na ponte Levanto cedo antes do canto do galo C D7 G E o mundo fica pequeno nas patas do meu cavalo ( ) Int. ( ) Int.

Os Monarcas - A Voz do Gaudêncio
Composição: Arabi Rodrigues / Luis Carlos Landredi | Visitas: 1117 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir |
C G7 C Dm7 G7 F Andaram dizendo que o pampa calou G7 C Que o povo parou para ouvir o silêncio G7 F Mentira daqueles que falam de nós G7 C

Escutem a voz do negro Gaudêncio G7 (Gravada no tempo do bolo de milho C Que o pai e o filho viviam da terra C7 F Parando rodeio, correndo carreira G7 C E guardando a fronteira em tempo de guerra) Int. Dm7 G7 F A fúria dos ventos que chegam do norte G7 C Tem cheiro de morte tirado da rede G7 F O mundo acampado à beira do rio G7 C Tirita de frio e morre de sede ( ) Int. / / Dm7 G7 F Tratados de paz alegram vivente G7 C Passado e presente proseiam agora G7 F Projetam no tempo a minha canção G7 C Amor e razão não precisam espora G7 Verdade se diga na cara de todos C Os grandes engodos são sempre distintos C7 F Convidam os pobres pras festas povoeiras G7 C Que vivem à beira dos ranchos famintos Int.

Os Monarcas - Alma de Pampa
Composição: Mário Amaral / Marinês Siqueira | Visitas: 1287 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir |
E B7 E F#m7 Esta gaita voz trocada tironeia com os arreios B7 E E o vento choraminga no meu peito seus floreios G#m7 Gm7 F#m7 Vem de longe esta magia que habita as bailantas A B7 E Traz a cor da poesia em sua alma de pampa

F#m7 Pra falar com minha cordeona não tem noite não tem dia B7 E Ela guarda em sua caixa sonhos tantos e alegrias G#m7 Gm7 F#m7 Quando abre o seu fole escancara a emoção A B7 E B7 E Pra trilhar no mesmo tranco do bater do coração Bm7 E7 A B7 E (Mulheres prendam o cabelo, os homens tirem o chapéu B7 E Quando eu abro esta cordeona o galpão se veste de céu) Int. F#m7 Coisa linda é o namoro da cordeona com o pandeiro B7 E E o violão enciumado joga as fichas bem faceiro G#m7 Gm7 F#m7 A platéia se enraíza de um lado a outro da sala A B7 E No compasso missioneiro da gaita velha baguala F#m7 Uma gaita bem gaúcha fuzarqueira dos bolichos B7 E É o Rio Grande cantador nos atavi os dos bochinchos G#m7 Gm7 F#m7 As mãos santas de quem toca verbalizam o que é sagrado A B7 E B7 E E o fandango só termina com o sol comigo abraçado ( ) Int. ( ) Int.

Os Monarcas - Bruxinha de Pano
Composição: Apparicio Silva Rillo / José Gonzaga Lewis Bicca | Visitas: 1233 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir |
F F7 Bb F C7 Eb E F7 Bb C7 F Gm7 C7 F F7 Bb /Bruxinha de pano, corpo de trapo, olhos de retrós (Bb) F C7 F Encantaste as meninas de outror a, que agora são mães e avós/ C7 Ninguém mais te lembra, bruxinha de pano F De ti só ficou a saudade cruel C7 Nuns trapos de chita num fundo de mala F

dizendo adeus ( ) Os Monarcas . G7 Esta vaneira tem um que de quero mais C Que reativa o paladar que já foi meu Bis . de fitas nas tranças Gm7 C7 F Nanando bruxinhas. / / C7 Parece que vejo as bruxinhas de pano F Tornadas humanas por graça de Deus C7 Dançando uma valsa dolente e antiga F Aos tempos passados. os homens mudaram Gm7 C7 F E até as meninas de agora não são Bb F Aquelas meninas.Nos restos de linhas de algum carretel Bb F (O mundo hoje é outro. no berço das mãos) Int.Cheiro de Galpão Composição: Nilo Bairros de Brum / Sérgio Rosa | Visitas: 1286 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G7 F Em7 Dm7 C G7 C G7 Esta vaneira tem um cheiro de galpão C Que reascende meu olfato de guri Am G7 É pau-de-fogo da memória dos fogões C Essência bugra que me trouxe até aqui G7 Essa vaneira tem um cheiro chimarrão C De seiva xucra derramada no braseiro Am G7 Quando a fumaça do angico se mistura C Com um odor de figueirilha no palheiro Int.

Chimarrão Composição: Bruno Neher | Visitas: 1181 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | F Bb C7 F F C7 (Eu quero um chima. da tradição) F7 Bb Chimarrão lá na cozinha G7 C7 É de relacionamento Bb F Pra cevar o pai da moça C7 F A consentir o casamento ( ) Int. Os Monarcas . G7 Esta vaneira tem um dom de reviver C Fazer as cores que o tempo desbotou Am G7 Sentir as formas que o tato esqueceu C E ser de novo o que eu fui e já não sou G7 Esta vaneira tem um que de nostalgia C Que traz de volta o romantismo do cantor Am G7 Revigorando um coração que endureceu C E não queria mais ouvir falar de amor Int.Am G7 Relembra a rapa da panela que furou C E no cantinho da memória se perdeu G7 Esta vaneira tem sabor de araçá C Jabuticaba. ariticum Am G7 Por isto lembro o tempo bueno de piá C Bis Enlambuzado de pitanga e guabijú Int. um chima chimarrão F C7 Bis Pra matar a sede. guabiroba. ( ) Bis .

D7 G Tem todo porte de china. girafona e mais pequena G7 C G7 C E num surungo campeiro. coringo as prendas bonitas D7 G D7 G Quase nunca arrumo nada. meio perto do exagero D7 G D7 G Mas foi assim que aprendi. somente para leilão Int. D7 G A noite sempre é pequena. sou o que chega primeiro D7 G Se tem canha. loira e morena D7 G China gorda. são chinas lindas também G7 C G7 C Na cozinha bolo frito. frango ao forno do fogão D7 G D7 G E torta com três recheios. tem preta. lindas chinocas que tem D7 G Mas se olhar pra direita. china e dança. D7 G No lado esquerdo da sala. .Dia de Festança Composição: João Argenir dos Santos | Visitas: 1171 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G D7 G D7 G No dia que tem festança. dançar num baile campeiro Int. pra quem gosta de folia D7 G Não caio fora de cena antes da barra do dia G7 C G7 C Meu cavalo no palanque espera mais um porquinho D7 G D7 G Se estou borracho não ligo pois ele sabe o caminho Int. então me entorto na birita Int. ( ) / / ( ) ( ) Bis Os Monarcas . china magra.F7 Bb /Chimarrão já é gostoso G7 C7 Mais gostoso ainda fica Bb F Se é cevado e servido C7 F Por mão de moça bonita/ ( ) Int. me atiço no entreveiro G7 C G7 C Meu passo largo na sala.

Bis . ( ) Int.Embretados Composição: Vaine Darde / Gildinho / Luiz Carlos Lanfredi | Visitas: 1143 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | E B7 E B7 De vez em quando uma saudade redomona E Relincha aflita no meu peito de campeiro B7 Daí então encilho o ve rso da cordeona E Desconsolado em meu refúgio povoeiro B7 Mateando só nesse entreveiro de estranhos E Eu me pergunto qual será a realidade E7 A Se aquela vida de campanha foi um sonho B7 E Ou se perdido ando sonhando na cidade E7 A (Mas nessas horas doloridas de recuerdos E Eu me emborracho de cantigas e poesias B7 E nessas noites quando me sinto alpedo E Me vou bem cedo pro balcão das pulperias) Int. B7 Pois como eu há tantos outros extraviados E Que se encontram no exílio de um galpão B7 Pra conspirar contra o destino instaurado E Bebendo acor des de cordeona e violão B7 E aqui estamos companheiros desgarrados E Desiludidos com a ganância das estâncias E7 A Vivendo assim dessa maneira embretados B7 E Num aramado intransponível de lembranças ( ) Int.Os Monarcas .

quarta quinta e sexta -feira minha vida é trabalhar C Se tem fandan go no povo sábado de tardezinha eu paro pra me ajeitar Am F Em G7 Me ajeito a preceito água de cheiro no peito eu passo pra perfumar D7 G7 C Vou pro fandango faceiro não de folga seu gaiteiro que eu vim aqui pra dançar ( ) Int. terça -feira. C Am F Em G7 Segunda-feira. .Eu Vim Aqui Pra Dançar Composição: Pedro Neves | Visitas: 1114 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | F Em G7 C C Am F Em G7 Um vaneira tocada.Os Monarcas . chacoaleada e floreada ao estilo do rincão C Por um gaiteiro faceiro que espiche o fole inteiro sem perder a marcação Am F Em G7 Uma prenda mui lindaça dançadeira e morenaça nos braços desse peão D7 G7 C E dou-lhe bota a noite inteira no meio da polvadeira no fandangaço de galpão G7 (Eu danço xote vaneirão vaneira e chamamé C A minha prenda é dançadeira e eu sou bom no pé G7 Na marcação do bugio faço levantar a poeira D G7 F Em Dm C Passeio no contrapasso esquento as botas na rancheira G7 E puxe esta gaita gaiteiro faz ela gemer C Eta fandango animado não dá pra se mexer G7 D7 E abram cancha gauchada que me secou a goela G7 C E eu só paro de dançar quando p reciso beber) Int.

Leite / Ivan Vargas / Luiz Carlos Lanfredi | Visitas: 1355 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Cm G7 Cm G7 Cm G G# A Bb Grita o silêncio da noite corcoveiam os trovões Cm Línguas de fogo lambendo aramados e moirões Bb Ab G7 Cm No céu o patrão tropeiro vai remexendo os tições Ab Ab G7 C G7 E o macegal se ajoelhando como a pedir mil perdões C C Dm Em Dm C Cº G7 E o gado todo mais louco do que a fúria desse vento C Redemunha no relento a procura de capões C7 F Relâmpagos que se cruzam retratam por entre as plagas C G7 Cm Os entre choques de adagas das velhas revoluções Int.Os Monarcas . vento e raio Me agarro as crinas do baio que já nem C7 E uma faísca teimosa riscou -me a tala C G7 Só por ciúmes de fandango partiu minha Int. G G# A Bb No horizonte as labaredas vão guasqueando o tempo feio Cm Teatro de assombrações cenário do mundo alheio Bb Ab G7 Cm Boi-tatás e caiporas tropilhas do pastoreio Ab Ab G7 C G7 C Meu baio pateando raio o temporal gineteio C Dm Em Dm C Cº G7 Neste entreveiro matreiro de faísca.Gineteando o Temporal Composição: João Pantaleão G. G G# Os coriscos vão marcando o lombo preto C liga pro freio F do mango C g aita no meio A Bb do tempo Cm Nuvens pançudas de chuva se aninham no firmamento Bb Ab G7 Cm A mata inteira valseia num compasso pacholento Ab Ab G7 C G7 Com fogo se apaga fogo sempre a cabresto do vento C Dm Em Dm C Cº G7 Por isso um galho extraviado veio tapear meu chapéu C Atiçando um fogaréu nos bretes do pensamento C7 F C .

G7 Redemoinhando pela sala Tia Marica bate o pé C Dança a comadre Maria com o compadre José G7 Dança a comadre Maria com o compadre José C C7 Redemoinhando pela sala Tia Marica bate o pé ( ) Int.No Império das Estâncias . G7 No repicar de uma vaneira dança prenda e o peão Bis C E tem quem dance a noite inteira até descascar o garrão G7 E tem quem dance a noite inteira até descascar o garrão C C7 No repicar de uma va neira dança prenda e o peão ( ) Int. Os Monarcas .Me apeguei a Santa Bárbara pra domar o temporal C G7 Cm Ab Bb Cm9 Que sem maneia e buçal ficou manso ao meu contento Os Monarcas .Não Encosta a Barriguinha Composição: Leonir Vargas / João Argenir dos Santos | Visitas: 1200 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C G7 Antigamente era assim numa bailanta de galpão C A xiruzada entreverada entortava no salão G7 A xiruzada entreverada entortava no salão C C7 Antigamente era assim numa bailanta de galpão F (E a comadre lá num canto diz pra Bb B C7 moça no salão F (F# G) Não encoste a barriguinha na fivela do peão) Int.

flui o sangue da sua rama Bb Bb7 Onde inflama a pura cria em essência Eb (A mim me basta ser gaúcho nesta vida Bb Sovar os bastos nas baldas da baqualada F7 Com a moldura da querência em minha lida Bb Que mundo lindo Deus me deu para morada) Int. F7 A peonada e a tropilha em desatino D7 Gm Peala a sina prá um reponte ou pastoreio F7 Neste tropel do imenso pampa riograndino Bb Encilho o destino pro retovo do rodeio F7 Um verde campo com o encanto das es trelas D7 Gm Que campereia nossa história nas distâncias F7 Alma do mundo que enobrece em vivê -las Bb Bb7 Pátria campeira no império das estâncias ( ) Int. Bis Os Monarcas .Composição: João Ribeiro / Álvaro Feliciani / Nilton Fronteira | Visitas: 1177 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Bb F7 Bb Bb7 Eb Bb F7 Bb F7 O dia empeça a chegar à pata larga D7 Gm Chamando o taura para a ronda do destino F7 O fogo aclara o galpão na madrugada Bb Onde a peonada é um irmão no mesmo arrimo F7 Um mate gordo no ritual do campechano D7 Gm Aquece o peito com a seiva da querência F7 Recria alma.O Sul é Meu País . ( ) Int.

Composição: Elton Saldanha / Quide Grande / João Sampaio | Visitas: 1212 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | B E F#7 B B F#7 B Já montei em potro xucro num pelado de rodeio F#7 De quebrar duas esporas e atorar as pernas do freio C#m C#m/B F#7 É coisa que eu acho lindo um crinudo vindo aos berros E F#7 B Se batendo no meu mango e se cortando nos meus ferros F#7 B Não escolho pe lo ou marca nem o lado de montar F#7 Ventana que corcoveia aprende a me carregar C#m C#m/B F#7 Crinudo que se rebolca eu faço ajoelhar na grama B Se o diabo vem de a cavalo sou eu quem vou levar fama E C#m F#7 Rio Grande. Rio Grande é um gaúcho que te diz B Me deixa eu ir de a cavalo porque assim eu vou feliz Int. Rio Grande é um gaúcho que te diz B Me deixa eu ir de a cavalo porque o sul é meu país) Int. Rio Grande é um gaúcho que te diz B Me deixa eu ir de a cavalo porque assim eu vou feliz E C#m F#7 Rio Grande. F#7 B /Enquanto existir maleva que arraste os beiços no chão F#7 Também vai se ver gaúcho de rédeas fir mes na mão C#m C#m/B F#7 Eu nasci pra ser ginete por favor não leve a mal Bis B Pois o meu rancho é um arreio sobre o lombo de um bagual F#7 B E quando eu não puder mais sujeitar potro no laço F#7 Eu quero encarar a morte e sair com ela de braço C#m C#m/B F#7 Não tenho jeito pra santo mas se eu for pr o beleléu B A potrada de São Pedro eu vou ginetear lá no céu/ E C#m F#7 (Rio Grande. / / ( ) .

Rancheira Puladinha Composição: Leonardo | Visitas: 1175 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Bb F7 Eb Bb Eb Bb F7 Bb F7 Vamos dançar esta rancheirinha Eb Bb Bem puladinha pelo salão Eb Bb Peão e prenda marcando o passo F7 Bb Bem no compasso do coração F7 Pula. pula. pula.Santuário de Xucros Composição: Tio Nanato | Visitas: 1256 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | E B7 E B7 E Assim começa o surungo mesclando fumaça e poeira B7 E Porta do quarto entupida e a mulherada em fileira B7 E Branca morena e mulata casada viúva e solteira B7 E Loucas pra coçar o garrão num manquejar de vaneira B7 E (E nisso se ouve um grito indiada vocês me ouçam B7 E Bis Dá uma folguita pros velhos e saiam de riba das moça) .Os Monarcas . pula. Bis Bis Bis Bis Os Monarcas . pula. pula peão F7 Na sala faz um trenzinho Eb Bb Peão e prenda se dando a mão Bb7 Eb Pra fechar a porteirinha F7 Bb Batendo forte com o pé no chão Int. pula chinoca Eb Bb Pula.

B7 E E quando o zóio da lua vem me bombear nesse rancho B7 E Na cordeona duas falas numa vaneira eu remancho B7 E Raiz de cerne pampeano o qual o tronco eu me arrancho B7 E No lombo do verso xucro com capricho eu me esgancho ( ) Int. B7 E A meia noite uma polca pra damas pra um arremate B7 E Pra ver quem gosta d e quem e o verso faz o combate B7 E Depois vão lá pra cozinha pra descansar o alcatre B7 E Pra comer feijão e mexido e guerrudo com chá de mate ( ) Int. Os Monarcas .Sina de Gaiteiro Composição: Percival Pedroso / Wilson Paim | Visitas: 1162 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Eb C7 Fm Eb Bbm C7 Fm Db Eb7 Ab Os botões da velha gaita vão semeando melodias C7 Fm Que dos dedos do gaiteiro rebrotam em harmonia Db Eb7 Ab Pedem vaza ao universo essas notas araganas C7 Fm Campeando amores perdidos nos braços das quero manas Bis .Int. B7 E Feito de cinza e cupim no chão batido da sala B7 E Piso bom igual aquele granfino nenhum iguala B7 E Santuário da tradição da xucra raça baguala B7 E Parede de pau -a-pique guincha furada de bala ( ) Int. B7 E E assim num torcer de queixo se guasqueia um contrapasso B7 E Desses de torrar badana numa tarde de mormaço B7 E E o chinaredo de gruda igual pepino no barasco B7 E Vão empurrando as paletas e retovando os espinhaço ( ) Int.

Db Eb7 Ab Os botões da velha gaita vão semeando melodias C7 Fm Que dos dedos do gaiteiro rebrotam em harmonia Db Eb7 Ab O braço rude do taita num vai e vem quase em coro C7 Fm Nesta prosa de mão dupla ajeit a mais um namoro Bis Eb7 Ab Essa é a sina do gaiteiro que ao se abraçar a parceira C7 Fm Dá de graça essas venturas que campeou a vida inteira Bis ( ) Os Monarcas . .Sonhando Na Vaneira Composição: João Pantaleão G. Leite / Pedro Neves | Visitas: 1344 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | F C7 F C7 F Hoje é dia de surungo lá no rancho da tia Nena C7 F Já passei água de cheiro e glostora nas melenas C7 F Chego a trote bem garboso arrastando minhas esporas Dm C7 Bb C7 No corcovear da vaneira vou bailar a noite inteira F Até o romper da aurora Dm C7 F (Quando e u entro num surungo minh'alma fica serena C7 F Me sinto dono do mundo bailando com esta morena C7 F Me sinto dono do mundo bailando com esta morena) Int.Eb7 Ab Se o tranco do fole lembra de mágoas e desencantos C7 Fm Como chinas desprezadas choramingam pelos cantos Bis Eb Db C7 Fm (E quando o dia pede cancha num vaneirão derradeiro C7 Fm Tramela aporta do rancho e cala a gaita e gaiteiro C7 Fm Tramela aporta do rancho e cala a gaita e gaiteiro) Int.

C7 F O galo cantou mais cedo calou -se a gaita manheira C7 F Acabou-se o mundo bonito sonhado nesta vaneira C7 F Tá na hora vamo embora grita tia lê lá na sala Dm C7 Bb C7 Saio arrastando a chilena e o perfume da morena F Levo nas franjas do pala ( ) Int.Vai Que Vai Composição: Chico Brasil / João Argenir dos Santos | Visitas: 1221 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G D7 C G D7 G D7 (Vaneira que me larga pela sala C E essa gaita quase fala G Bis Nesse fole que se vai e v em D7 G Vai que vai vem que vem dançando com meu bem) Int. C7 F Gaiteiro velho gaite iro não deixa a gaita parar C7 F Que a morena no meu ombro já começou a sonhar C7 F Quando a coisa fica loa a noite morre pequena Dm C7 Bb C7 Juro por toda a minha gente nunca vi poncho mais quente F Que os braços desta morena ( ) Int. Os Monarcas . D7 Olha o tipo do gaiteiro a corcovear .C7 f Morena minha morena dos lábios cor de pitanga C7 F Ai não tem mamãe não deixa ai não tem papai se zanga C7 F Sou vivente da ca mpanha meu mundo não tem assombro Dm C7 Bb C7 Embora o teu pai não queira no embalo da vaneira F Tu vai sonhar no meu ombro ( ) Int.

G7 C E não existe mais grossa que essa vaneira G7 C Na manha do ganso ou na polvoadeira G7 C Menina dance comigo que é do meu agrado G7 C D7 A vaneira grossa do jeitão largado Int.Vaneira Grossa Composição: Neneco / João Argenir dos Santos | Visitas: 1502 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G D7 G G7 C G7 C Essa vaneira é antiga e vem da fronteira G7 C O autor não se sabe mas é de primeira G7 C E toque a vaneira grossa me apincho na sala G7 C D7 Num trote de guapo a gaitita me embala Int.G Animando esse entreveiro sem parar D7 Nesse toque madrugueiro vou dançar G Com a china mais bonita do lugar Bis C G7 Eu te pego eu te largo eu te largo eu te pego C A noite inteira não sossego quero só saracotear G7 Agarrado na cintura dessa china que me agrada C Atravesso a madrugada até o dia clarear Int. ( ) Bis Os Monarcas . G7 C Recordo os tempos passados que morena roça G7 C Vovô já tocava a vaneira grossa G7 C Hoje os tempos mudaram ficou a saudade G7 C D7 Mas trouxe a vaneira morar na cidade Int. .

Abre o Fole Tio Bilia Composição: Antoninho Duarte / Hilário Hetamoso | Visitas: 1197 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Ab Eb7 Ab Db Eb7 Ab Db Eb7 Abre o fole Tio Bilia da tua gaúcha emoção Db Eb7 Ab Esbanja imensa poesia da gaita do coração Int.Os Serranos . Db Ab Eb7 Ab Db Eb7 Quem andar longe do pago te ouvindo põe se a chorar Db Eb7 Ab És consolo e o afago de quem não pode voltar Int. Db Eb7 Abre a gaita companheiro que eu quero te ouvir de novo Db Eb7 Ab Bb7 Eb Tio Bilia mis sioneiro alegria do meu povo Int. Eb Bb7 Eb Os Serranos . Db Eb7 O campo vibra e palpita o sol espalha mais luz Db Eb7 Ab E o Rio Grande ressuscita na tua gaita aberta em cruz Int.Afim de Te Namorar Composição: Rodrigo Munari | Visitas: 1071 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | (A G#m7 F#m7 B7 Bm E7) E A/B E Domingo é dia de festa A B7 E só o que me resta é o pensamento Bm7 D A rádio já fez o chamado B7 Bm7 E7 . Db Eb7 Nossa gente necessita do som que a gaitinha faz Db Eb7 Ab Quem é gaúcho se agita te ouvindo sempre quer mais Int.

me atiro pra baixo G7 C Se a bala vem no meio.Ala Pucha Tchê Composição: Iedo Silva | Visitas: 1157 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G D7 G D7 C Bm Am G F# G D7 G (Ala pucha. tchê não se assustemo C D7 G Que no perigo a bala vem nóis se abaixemo) D7 Se a bala vem por baixo. / / ( ) Os Serranos . eu salto pra cima G Se a bala vem por cima. e rolo pra qualquer lado D7 G F# G . tchê não se assustemo D7 G Que no perigo a bala vem nóis se abaixe mo D7 G Ala pucha.Eu não sou casado sou livre feito o vento A Tô louco pra ser amado E Me sinto abandonado como de costume G#7 C#m Mas nesta história sou eu o mocinho F# F#m7 B7 E pelo caminho sinto teu perfume E /Atiço meu pensamento A E Se penso em casamento sinto um arrepio G#7 C#m Um dia encontro essa mulher A B7 E Bm7(11) Bb7(#11) Num lugar qualquer desse meu Brasil/ A G#m7 (Me espere que eu tô chegando F#m7 B7 Bm7 E7 Afim de te namorar A G#m7 Bis Sei estou te procurando F#m7 B7 E Bm7(11) Bb7(#11) Um dia vou te encontrar) E F#m Eb/G E/G# Int.

não tá morto quem peleia ( ) Int. ( ) D7 Respeito todo mundo gosto de ser respeitado G Me orgulham amizades. não faço guerra porque sou homem de bem D7 G F# G Tenho amor por essa terra e o povo que quero bem ( ) Int. reluzenta G7 C D7 G E uma bombacha cinzenta de tudo que mais venero D7 G (Desta vida a gente leva nos encontros do cavalo D7 G Pechando e botando pealo coisas que faço me rindo D7 G Do bagual eu faço um pingo pra um andejar de aragano G7 C D7 G Que não tem dias do ano mais belo s do que os domingos) ( ) Int. me dá um frio na barriga G7 C Não entro numa briga querendo me divertir D7 G F# G Dou um boi pra não entrar e uma tropa pra não sair ( ) Int. . portanto não sou assustado G7 C Procuro me defender quando a coisa fica feia D7 G F# G Não corro sem ver do quê. por onde tenho passado G7 C Faço amor. dizia um velho ditado G Eu não nasci de susto. Os Serranos .Aos Domingos Composição: Gaspar Machado / Walter Morais | Visitas: 1196 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G D7 G D7 G Domingo de manhãzinha sento os recaus no gateado D7 G De crina e casco aparado o mundo é tudo o que eu quero D7 G Meu pala branco de seda bota negra.E saio dando pulo mais do que t atu faqueado ( ) Int. ( ) D7 Tratar bem não é ter medo. ( ) D7 Se me apontarem um revólver este gaudério nem liga G Mas se puxarem uma faca.

D7 G Eu boto o pé no estribo e o flete campeia a volta D7 G Já com luzeiro de escolta unido à luz da boieira D7 G E o brilho da feiticeira se corta no campo afora G7 C D7 G Com a serenata da espora pra uma canção estradeira ( ) Int. D7 G Pelo caminho se vai ao potreiro dos olho s dela D7 G Sogueiros de sentinela no lombo das sesmarias D7 G Clareando as barras do dia encilho com a liberdade G7 C D7 G E cabresteio a saudade pra tironear judiaria ( ) Int. D7 G Ao se cantar uma flor o sentimento é dobrado D7 G Troca orelha o meu gateado que inté nem toca no pasto D7 G E o vocabulário gasto ensaia o que é de dizer G7 C D7 G As coisas do bem querer pra garupa do meu basto ( ) Int.Bailanta de Fronteira Composição: Délvio Oviedo / Luigi Oviedo | Visitas: 1171 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | D A7 D A7 Na bailanta de fro nteira todo mundo cai no dança D Se misturam os castelhanos e a gauchada não cansa D7 G Num grito de ala que bamo nunca se sabe se vai D A7 D Abre a gaita um veterano do divisa do Uruguai Bis (Dê-lhe gaita. A7 . Os Serranos . dê -lhe gaita A7 Que a cruzado não é mansa Bis Em bailanta de fronteira D Todo mundo cai no dança) Int.

D7 G Os gaiteiros que eram buenos davam a mostra do pano C G D7 G O Carlito e o Dezidério. Os Serranos .Bailanta do Tibúrcio Composição: Pedro Ortaça | Visitas: 1322 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G D7 G C G D7 G D7 G Vou contar de uma bailanta que existiu no meu pontão C G D7 G Indiada do queixo roxo qu e nunca frouxou o garrão D7 G Vinho curtido em barril e cachaça de borrachão Int. D7 G Lembranças que são relíquias dos meus tempos de guri C G D7 G Os pares todos dançando coisa mais linda eu não vi D7 G Um agarrado no outro pra mode de não cair .No colorido da dança surgem gritos do harmonia D Com o barulho das esporas esquentando a noite fria D7 G Um violão e um pandeiro pra gaita fazem costado D A7 D Num estilo galponeiro ponteando pra todo lado Bis ( ) Int. D7 G Dona China passou o rouge ajeitou bem o cocó C G D7 G Cruzou o Jaguapassô lavou os pés no jaguassendó D7 G Na bailanta do Tibúrcio balanceava o mocotó Int. A7 E veio a barra do dia adeus oh. noite se reno D Com ares de um dia volto pra bailar com esta morena D7 G Num grito de bamo embora tava especial de primeira D A7 D O resmungo da cordeona na bailanta de fronteira Bis ( ) Int. o Felício e o Bibiano D7 G Cambiando com o Juvenal no velho estilo pampeano Int.

D7 G E lá no velho pontão linda terra de fartura C G D7 G Queijo.Cambichos Composição: Luiz Bastos / Jorge Rodrigues | Visitas: 1704 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | E B7 E E B7 Quando escaramuça no meu peito uma saudade G#7 C#m Agarro as garras pra encilhar meu estradeiro B7 E E enquanto a tarde já se apaga pelos cerros B7 E Minh'alma acende suas paixões e seus segredos F# B Depois a noite trás a lua leve e calma F#m B7 E Estes banhados erguem vozes e cochichos B7 E Eu abro as asas onduladas do meu pala .Int. mestre -sala. A E7 A D A E7 A Bis Os Serranos . cerne e raiz Int. bolo frito e rapadura D7 G Batata deste tamanho e mandioca desta grossura Int. gritava batendo o pé D7 G Agora levanta os home para comer as muié Int. Eb7 Ab Db Ab Eb7 Ab Eb7 Ab Mas que tempo aquele tempo que se vivia feliz Db Ab Eb7 Ab Só a saudade restou lá no garrão do país Eb7 Ab Da bailanta do tibúrcio vertente. D7 G Milho assado era o catete plantado de saracuá C G D7 G Feijão preto debulhado à bordoada de manguá D7 G Bóia melhor do essa lhes garanto que nao há Int. D7 G E lá pela madrugada bem na hora do café C G D7 G Dom Tibúrcio. ambrosia e melado.

bem avisado os vizinhos C G7 C E todo mundo no sítio foi chegando de mansinho Int. B7 Gringas mestiças e morenas cor de aurora G#7 C#m Negras e claras se confundem na fumaça B7 E Meu coração é um barco errante nessas horas B7 E Passando a noite sem saber que a noite passa F# B Mas quando o sol braseia as barras do horizontes F#m B7 E Só restam rumos e recuerdos pra seguir B7 E Porém mais vale pra um gaudério esta saudade B7 E Do que não ter saudade alguma pra sentir ( ) ( ) Os Serranos .Casamento de Sítio Composição: Edson Dutra | Visitas: 1134 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C C7 F C G7 C G7 Depois de um namoro longo e um noivado bem curtinho C Finalmente foi marcado o casamento dos noivinhos C7 F Os parent es convidado.B7 E Porque me bate a sede louca dos cambichos C#m (Tiranas lindas que me arrastam pra um surungo C#7 F#m Num fim de mundo onde geme uma cordeona B7 E Onde se embala minha alma de campeiro B7 E Pelos luzeiros das miradas querendonas) Int. G7 Pai da moça lá na frente embaixo de um caramanchão C Recebia os convidados com toda satisfação C7 F Na hora chegou o padre conhecido capelão C G7 C Benzendo todos que vinham lhe dar aperto de mão .

G7 Depois de casar os noivos. uma paulada para os rins C G7 C E o fandango começava sem ter hora pra ter fim Int. no cantar dos passarinhos C G7 C Os dois fugiram da festa escapando de fininho Int. G7 Os convidados traziam os presentes de montão C Ponta de gado e galinha. e eles dizerem o sim C Já serviram o churr asco com salada.Costumes do Meu Pago Composição: Edson Dutra | Visitas: 1201 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Gm D7 Gm F Eb D7 Cm D7 Gm D7 Gm Como é bonito se chegar numa fazenda dando ô de casa e o peão caseiro receber F Eb D7 Cm D7 Gm Dizendo apeia companheiro e vá chegando que no galpão tem água pura pra beber Eb7 D7 Eb7 Cm D7 O índio apeia e vai tirando o chapéu cumprimentando assim todos de mão em mão Cm7 F7 Bb7M Gm Am7 Ab7(#11) G E em seguida desencilha e larga o pingo e se aprochega pra roda de chimarrão C/D G Am7 (São costumes dos meu pago velho Rio Grande campeiro . G7 De madrugada os noivos dançavam agarradinho C Num enlevo de vontade de paixão e de carinho C7 F Antes de nascer o sol. pão e aipim C7 F A cerveja meio quente. Os Serranos . ovelha e até leitão C7 F As velhas lá na cozinha remexendo do panelão C G7 C Davam conselhos pra noiva reagir nos agarrão Int.Int.

D7 Gm Como é bonito se escutar de madrugada uma cordeona e um violão dando gemido F Eb D7 Cm D7 Gm Pois se sonha mesmo estando acordado e se encontra tudo que já foi perdido Eb7 D7 Eb7 Cm D7 Como é lindo reviver os bons momentos de alegrias e vitórias conquistadas Cm7 F7 Bb7M Gm Am7 Ab7(#11) G De madrugadas mal dormidas e vividas e o pensament o nos braços da prenda amada ( ) Int.D7 G(Gm) Bis Não me canso de cantar esse garrão brasileiro) Int.Credo em Cruz Ave Maria Composição: Bruno / Felipe | Visitas: 1129 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | . D7 Gm Como é bonito uma família gaúcha e la pucha sou suspeito pra falar F Eb D7 Cm D7 Gm Pois o respeito se aprende desde pequeno a ouvir calado o que os grandes tem pra contar Eb7 D7 Eb7 Cm D7 Como é bonito a benção que se pede aos pais e o beij o amigo que a mãe dá antes de deitar Cm7 F7 Bb7M Gm Am7 Ab7(#11) G É mesmo lindo ver o guri levantar -se e insistindo pro mais velho se sentar ( ) Int. D7 Gm Como é bonito repa rar lá mangueira um piazinho dando pealo de cucharra F Eb D7 Cm D7 Gm A cachorrada quando ia espantando o gado e a peonada no serviço em algazarra Eb7 D7 Eb Cm D7 Tiro de laço é lindo de sobre lombo conforme o tombo pode até quebrar a rês Cm7 F7 Bb7M Gm Am7 Ab7(#11) G E se quebrar sempre se ap roveita a carne e se reparte com os vizinhos outra vez ( ) Int. Os Serranos .

mandou embora B F#7 E diz que não quer mais me ver B Eu tô perdido eu só fico andando a esmo B7 E Se não tem traz pinga mesmo que amanhã é outro dia B Não acredito que ela nunca mais me quer F#7 B B7 Se eu perder essa mulher credo em cruz. ave -maria E B (Eu vou cantar pra ver se minha vida muda F#7 B B7 Se eu errar alguém ajuda na letra ou na melodia E B Eu vou beber até não parar em pé F#7 B Se eu perder essa mulher credo em cruz. Os Serranos . ave -maria) Int.Criado em Galpão Composição: José João Sampaio da Silva / Quide Grande / Walter Morais | Visitas: 1600 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | D A7 D Nasci na pampa azulada e da minha terra eu sou peão A7 Estampa de índio campeiro que foi criado em galpão Gosto do cheiro do campo e do sabor do chimarrão D A7 D D7 E de dobrar boi brabo a pealo nos dias de marcação G D7 G (Gosto de fazer um potro se cortar na minha chilena A E7 A .B F#7 B F#7 B Desce uma geladinha que hoje eu vou perder a linha F#7 Vou beber até o amanhecer Meu amor me deu um fora me xingou.

Os Serranos . D Crinudo que sacode arreio engancho só na paleta A7 Pois as esporas que eu uso tem veneno na roseta Tenho um preparo de doma trançado com perfeição D A7 D D7 Pra fazer qualquer ventena saber que é este peão ( ) Int.Pra sentir o sopro do vento esparramando a melena G D A7 D Pra sentir o sopro do vento esparramando a melena) Int. D O dia em que eu não puder agüentar mais o repuxo A7 Talvez o rio grande diga lá se foi mais um gaúcho Mas enquanto eu tiver força laço domo e tranço ferro D A7 D D7 E na invernada do mundo mais um rodeio eu encerro ( ) Int.De Bem Com a Vida Composição: Ribamar | Visitas: 1088 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | F C7 F C7 (Eu tô de bem com a vida tô. tô e tô F Eu tô de bem com a vida depois que ela chegou) C7 Morena do beijo doce que veio e trouxe muito carinho F Prendeu o meu coração em um alçapão como um passarinho F7 Bb Me trouxe muita esperança matou a lembrança do meu passado F C7 F Não tem como esconder o grande prazer que tu tens me dado Bis . D Meu sistema de gaúcho é mais ou menos assim A7 Uso um tira dor de pardo arrastando no capim Uso uma bombacha larga com feitio do melhor pano D A7 D D7 E um trinta ao correr da perna com palmo e meio de cano ( ) Int.

trago e mulher C#7 Bis É disso que o velho gosta F# É isso que o velho quer) Int.( ) Int. E F F# G ( ) D7 Eu tô de bem com a vida tô. C#7 F# E foi assim que aprendi a gostar do qu e é bom . tô e tô G D7 G Eu tô de bem com a vida depois que ela chegou Os Serranos . ( ) C7 O teu olhar é a luz que me conduz na escuridão F A tua boca pequena beijando engrena a nossa paixão F7 Bb Tu és a minha princesa a chama acesa dos meus desvelos F C7 F Morena tenho ciúme até do perfume dos teus cabelos Bis ( ) Int.É Disso Que o Velho Gosta Composição: Gildo Campos / Berenice Azambuja | Visitas: 1287 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | F# C#7 F# C#7 F# Eu sou um peão de estância nascido lá no galpão C#7 F# E aprendi desde criança a honrar a tradição B Meu pai era um gaúcho que nunca conheceu luxo G#7 C#7 G#m Mas viveu folgado enfim e quando alguém perguntava C#7 F# 54 56 43 44 31 32 33 O que ele mais gostava o velho dizia assim C#7 (Churrasco e bom ch imarrão F# Fandango. ( ) C7 Ao ganhar o teu amor eu senti o sabor da felicidade F Acordo todos os dias com alegria e vivacidade F7 Bb Enxugaste o meu pranto e por isso eu canto satisfeito F C7 F Tu és a mais linda flor no jardim do amor que brotou em meu peito Bis ( ) Int.

C#7 F# A tocar minha cordeona cantar sem sair do tom B Ser amigo dos amigos nunca fugir do perigo G#7 C#7 G#m Meu velho pai me ensinou eu que vivo a cantar C#7 F# 54 56 43 44 31 32 33 Sempre aprendi a gostar do que meu velho gostou ( ) Int.Felicidade Composição: Lupicínio Rodrigues / Piratini | Visitas: 1119 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C Dm7 G7 C A7 Dm G7 Cº C Bb7 A7 Dm G7 C C#7(9/#11) C Dm7 Felicidade foi se embora G7 C7M E a saudade no meu peito ainda mora A7 Dm7 E é por isso que eu gosto lá de fora G7 C7M Porque sei que a falsidade não vigora Bis C#7(9/#11) C Dm7 A minha casa fica lá de traz do mundo G7 Cº C7M Onde eu vou em um segundo quando começo a cantar Dm7 O pensamento parece uma coisa à toa G7 C7M C#7(9/#11) Mas como é que a gente voa quando começa a pensar Int. Os Serranos . C C# D A7 D (Foi bom você ter chegado eu tinha que lhe falar G A7 D Que um gaúcho apaixonado precisa desabafar A7 D Chinoca fugiu de casa com meu amigo João G A7 D . C#7 F# Saí da minha fazenda e me soltei pelo pago C#7 F# Hoje tenho uma gaúcha para me fazer afago B E quando vier o piazito para enfeitar nosso ninho G#7 C#7 G#m Mais alegria vou ter e se ele me perguntar C#7 F# 54 56 43 44 31 32 33 Do que se deve gosta r como meu pai vou dizer ( ) Int.

rosilhos. Os Serranos .Bem diz que mulher tem asa na ponta do coração) Bis Int. Dm A7 Dm Bb A7 Bb A7 Eb7(9) Amigo boleia a perna puxe o banco e vá sentando Dm A7 Bb A 7 Descanse a palha na orelha e o crioulo vá picando D7 Gm Dm A7 Dm Enquanto a chaleira chia o amargo vou cevando D7 Gm Dm A7 D Enquanto a chaleira chia o amargo vou cevando ( ) Int. D A A doradilha que tropeia bem pachola B7 E7 Chega a dar coices na cola quando chega na porteira D C#7 F#m Vai velhaqueando que já está quase na hora B7 E7 De te juntar nas esporas só pra ver a polvadeira D G7 A Vai velhaqueando que já está quase na hora C E7 A De te juntar nas esporas só pra ver a polvadeira ( ) Int.Forma Cavalo Composição: Walter Morais | Visitas: 1173 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | A E7 A D A Este sebruno que não forma bem assim B7 E7 Mal e mal pisa o capim sem deixar rastro onde anda D C#7 F#m Mas eu sou taura que na doma se garante B7 E7 Vou enfrenar na minguante só pra lhe mostrar quem manda D G7 A Mas eu sou taura que na doma se garante C E7 A Vou enfrenar na minguante só pra lhe mostrar quem manda E7 A (Forma cavalo são os gritos na mangueira (A7) E7(D) (E7) A Bis Lida bruta de campanha que se vai a vida inteira) Int. gateados e um vinagre ligeiro . D A São tantos potros que ainda não estão domados B7 E7 Baios.

Os Serranos . ela arrasa. . tô doido pra ser o dono F C7 F Do corpo da gauchona ( ) Int. mango e buçal C E7 A Amanso qualquer bagual por mais que seja matreiro ( ) Int. meu coração tá sem dona C7 F C7 Eu quero subir no trono. maneador.Gauchona Composição: José Victor / João Gonçalves | Visitas: 1072 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | F C7 F Gauchona sai na rua. ela detona C7 F C7 E o povo grita em coro ela é mesmo um tesouro F C7 F A danada é gauchona C7 Bb F (Ela faz pobre beber faz rico ficar na lona C7 Bb F Gaiteiro fica maluco e rasga sua sanfona C7 Bb F Homem sério de verdade por ela se apaixona Bb C7 Também estou nesse jogo eu já amarrei o fogo F Por causa da gauchona) Int. e assanha a rapaziada C7 Seu rebolado é igual uma cobra mal matada Bb F7 Bb Ela usa saia curta.D C#7 F#m Com nazarenas. Mulherada lá bairro morre de ciúme dela C7 Casadas estão unidas para dar um couro nela Bb F7 Bb Eu que tô desimpedido. mango e buçal B7 E7 Amanso qualquer bagual por mais que seja matreiro D G7 A Com nazarenas. maneador.

Bis Bis Cruzo a porta num segundo me sinto dono do mundo Eb7 Por estar de volta aqui E uma lágrima teimosa rola macia e formosa Ab Quando minha mãe sorri Ab7 A família se reúne a cada vez mais se une Db Num momento infinito Ab Eb7 Cada história contada é uma página contada Ab De um tempo tão bonito ( ) Int.Os Serranos .Meu Retorno Composição: Rodrigo Munari | Visitas: 1144 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Ab Eb7 Ab Ab7 Db Ab Eb7 Ab Ab A porteira vai abrindo a saudade vai sumindo Eb7 Como é bom esse lugar Vou chegando passo a passo abro os braços num abraço Ab Pros meus velhos abraçar Ab7 Da janela da cozinha já enxergo a santinha Db Onde a noite ao seu redor Ab Eb7 Balbuciava a Ave -maria minhas orações fazia Ab Pra um mundo melhor Eb7 (Qualquer caminho Ab Me traz aqui Eb7 No meu retorno Ab Me sinto um guri) Int. ( ) Bis .

A7 Levo na minha carreta D Bis Tudo quanto é quitanda D7 G Banana. Bis Bis Os Serranos .O Cancioneiro das Coxilhas Composição: Adelar Bertussi / Honeide Bertussi | Visitas: 1172 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C G7 C G7 C Quando eu saio a cavalo montado no meu baio G7 C Cortando as coxilhas eu não acho atrapalho G7 C . soco e nem buraco A7 (Encosta boi fumaça encosta D Encosta encosta encosta jaguané encosta A7 Grita "muié véia" grita D Bis "Óia a banana bonita") Int. rapadura A7 D Bis E a muié véia que é uma bugiganga ( ) Int.Minha Carreta Composição: Paixão Cortes | Visitas: 1086 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | D A7 D Eb D A7 Tenho minha carreta D Bis Minha boiada também é de fato D7 G Embarco na minha carreta A7 D Não respeito pedra.Os Serranos . palha.

G7 C E quando o galo canta no romper da madrugada G7 C Lidando na mangueira junto com a peonada G7 C Tomado um bom amargo no baio eu jogo a encilha G7 C E alegre se despede o cancioneiro das coxilhas Int. G7 C E quando é de tardinha e o sol já vai entrando G7 C Na casa de um fazendeiro eu vou me aproximando G7 C Com licença moçada de longe eu vou gritando G7 C E o cancioneiro das coxilhas que aqui já vai chegando Int.Com a gaita na garupa pois eu a sempre tenho G7 C Vou dizendo quando saio só não sei é quando venho Int. Os Serranos .Pêlos Composição: José Claudio Machado | Visitas: 1587 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | A A9 Reculutando a potrada F A9 Por as varas da mangueira F A9 No bate patas do campo F A9 Só ficam vultos e poeira D A (São gritos de bamo cavalo E7 A Toca. toca êra. G7 C Atravesso as canhadas só na marcha troteada G7 C E numa boa sombra eu faço a setead a G7 C Eu abro a minha gaita e dou uma cantada G7 C De coxilha em coxilha só se ouve a toada Int. êra) Bis .

Roda Que Roda Composição: Juarez Chagas / José Hilário Hetamozzo / João Máximo | Visitas: 1216 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | E B7 E B7 A B7 E Sou cria da Bossoroca lindeira ali de São Luiz Bm E7 A B7 E Não saio da minha toca se ali me sinto feliz A E A E Pode não ser para os outros mas pra mim sempre será Bm E7 A F# B7 .E7 Entre potros que amansei que sentei meu lombilho A Foram baios e ruanos sebrunos e doradilhos E7 Já quebrei muitos tobianos alazão preto e tordilho A De vinagre até o negro todos pêlos eu encilho Am Am G F E7 Gateados e lobunos zainos também domei Dm E7 A Um rosilhito prateado em malacaras andei ( ) Int. Am E7 Arrocinei um bragado um oveiro negro um rosa do Dm Um chita um branco melado E7 A E um picaço para branca que por sinal desconfiado E7 Especial baio gateado que nunca deixou me a pé A Um tostado bico branco tropeei muito em pangaré E7 Um colorado cabano um azulego mui feio A Que as vezes em volta do ran cho deixava mascando o freio D Ebº A Só me falta o potro mouro E7 A Que é pra sentar meus arreios ( ) Bis Os Serranos .

Serrano. sim senhor Bb7 Eb Sou um tigre peleador. B7 A B7 E Gosto da lida campeira nessa escola me criei Bm E7 A B7 E O laço e a boleadeira são lições que eu decorei A E A E Achei o rumo seguro meu a bc de campanha Bm E7 A F# B7 E ao quebrar um queixo duro tirando -lhe balda e manha ( ) Int. B7 A B7 E Minha mestra foi a vida meu mundo meu professor Bm E7 A B7 E A lição mais bem sabida foi esta de cantador A E A E Depois da lida de campo junto ao fogo do galpão Bm E7 A F# B7 Tempero a guitarra e canto na roda de chimarrão ( ) ( ) ( ) Os Serranos . não é por falta de pano Bb7 Eb Pois a lida de vaqueano me proíbe o exagero Eb7 Ab Bb/Ab Eb/G . gua rdião dessa fronteira Bb7 Eb Sou abridor da porteira pra aqueles que vem em paz Eb7 Fm7 Bb7 Eb Sou posteiro e capataz da invernada brasileira Bis Bb7 Eb Se a minha bombacha é estreita. Sim Senhor Composição: Flory Weger / Jauro Ghelen / Glauber Vieira | Visitas: 1254 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Eb Bb7 Eb Bb7 Eb Venho de cima da serra.Terra de livres e potros que alguém jamais tomará E B7 (Roda que roda e não anda E Rodando de mão em mão Bm E7 A Bis A cuia é um mundo em ciranda B7 E Na seiva do cora ção) Int. sou serrano.

sou monarca soberano) Int.Se diferente é o apero e a bota é assanfonada Eb Bb7 Ab Gm7 Fm7 Eb Eu herdei das carreteadas e dos birivas tropeiros Eb7 Ab Eb7 Ab (Me orgulho em ser serrano. .Tordilho Negro Composição: Teixeirinha | Visitas: 1566 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | D A7 D A7 Correu notícia de um gaúcho lá na estância do paredão D Tinha um cavalo tordilho negro foi mal domado ficou redomão G A7 Esse gaúcho dono do pingo desafiava qualquer peão D Dava o tordilho negro de pre sente pra quem montasse sem cair no chão G A7 Eu fui criado na lida de campo não acredito em assombração D Fui na estância topar o desafio correu b oato na população Int. pisador de geada fria Eb7 Ab Bb7 Eb Domador de ventania parapeito pro minuano Eb7 Ab Eb7 Ab Bis Sou taipeiro e veterano sapecador de pinhão Bb7 Ab Gm7 Gbº Fm7 Bb7 Eb No mundo que é meu galpão. sim senhor ( ) Int. Ab Eb7 Ab Eb7 Ab Bb7 Eb Ab Eb7 Ab Bb7 Ab Gm7 Gbº Bb7 Eb Os Serranos . Bb7 Eb Trago retrechos na alma de cordeonas fandangueiras Bb7 Eb De guitarras choradeiras herdadas do velho mundo Bb7 Eb Acordes do Pedro Raimundo clarinando a madrugada Eb7 Fm7 Bb7 Eb Assobiando pela estrada na volta de algum surungo Bis Bb7 Eb Pra demarcar a divisa plantei a velha bandeira Bb7 Eb Levantei esta trincheira pra rebater o invasor Eb7 Ab Bb/Ab Eb/G Sou o eterno bombeador da pampa continentina Eb Bb7 Ab Gm7 Fm7 Eb Tive essa graça divina so u serrano.

A7 Boleei a perna na frente do povo deixei a rédea arrastar no capim D Banhado em suor o tordilho negro ficou pastando ao redor de mim G A7 Tinha uma prenda no meio do povo muito gaúcha eu falei assim D Venha provar a marcha do tordilho faça o favor monte no selim G A7 Andou no pingo mais de meia hora deu me uma rosa lá do seu jardim D Levei pra casa m eu tordilho negro é mais uma história que chega no fim Int.Adeus Mariana Composição: Pedro Raymundo | Visitas: 1268 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | E B7 A B7 A G#m7 B7 E Nasci lá na cidade me casei na serra B7 Com a minha Mariana moça lá de fora . Osvaldir e Carlos Magrão .A7 Era um domingo clareava o dia puxei o pingo e o povo reuniu D Joguei os trastes no lombo do taura murchou a orelha tive um arrepio G A7 Botei a ponta da bota no estribo algum gaiato por perto sorriu D Ainda disseram comigo eram oito que boleou a perna montou e caiu G A7 Saltei do lombo e gritei pro povo este será o último desafio D Tordilho negro berrava na espora por vinte horas ninguém mais nos viu Int. A7 Mais de uma légua o pingo corcoveou manchou de sangue a espora prateada D Anoiteceu o povo pel o campo procurando o morto pela invernada G A7 Compraram vela fizeram o caixão a minha alma estava encomendada D A meia noite mais de mil pessoas deixaram da busca desacorçoadas G A7 Dali a pouco ouviram o tropel olharam o campo noite enluarada D Eu vinha vindo no tordilho negro feliz saboreando a marcha troteada Int.

A B7 Bis Um dia eu estranhei os carinhos dela A G#m7 F#m7 E E disse adeus Mariana que eu já vou me embora Int. Bis Osvaldir e Carlos Magrão .Favo de Mel Composição: Calmon Lewis | Visitas: 1115 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | D A7 D A7 (Vê como se espalha as nuvens lá do céu D A poeira roda que nem carrossel A7 Bis . Bis Ela não disse nada mas ficou cismando B7 Que era desta que eu daria o fora A B7 Bis Pegou uma açoiteira e veio contra mim A G#m7 F#m7 E Eu disse larga Mariana que eu não vou me embora Int. É gaúcha de verdade dos quatro costados B7 Que usa chapéu grande bombacha e esporas A B7 Bis E eu que estava vendo o caso complicado A G#m7 F#m7 E Disse adeus Mariana que eu já vou me embora Int. Ela ficou zangada e foi queb rando tudo B7 Pegou a minha roupa e jogou porta afora A B7 Agarrei fiz uma trouxa e saí dizendo A G#m7 F#m7 E Adeus Mariana que eu já vou me embora Int. Nem bem rompeu o dia me tirou da cama B7 Encilhou o tordilho e saiu campo a fora A B7 E eu aproveitei e saí dizendo A G#m7 F#m7 E Adeus Mariana que eu já vou me embora Int.

num temporal de verão F Sem camisa na beirada bombachita arremangada C7 Botou petiço na estrada quando a areia lhe guasqueou Bb Sentiu um arrepio com aquele ar frio que o açude e rio C7 F E as águas que ele viu não lhe provocou C7 (Coqueiro e figueira dos matos e a bela Lagoa dos Patos. Osvaldir e Carlos Magrão .O vento levanta a aba do chapéu D Olha essa chinoca meu favo de mel) F#m Fm Em Deixa o tempo tudo destruir A7 D E o mundo até chegar ao fim F#m Fm Em Bis A tudo isso posso resistir A7 D Só não resisto se não me deres o sim ( ) Int.E Gm7 C7 Gm7 C7 Fº F C7 F F/Eb Bb/D Bbm/Db F/C G/B Bbm C7 Fm9 Fm9/Eb Tempos que ainda tinha o bailado da tainha Fm9/D C7 Quando o boto vinha com gaivota revoada .Lago Verde e Azul Composição: Elmo de Freitas | Visitas: 1305 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Fm Fm9 Um medo de andar solito. ora salgado. ó verdadeiro tesouro (Bb) (C7) F Bis Lago Verde e Azul que na América do S ul Deus botou pra bebedouro) Int. olhando aquele mar bravo Fm F Ora doce. ouvindo vozes e gritos C7 E até do barco um apito na sua imaginação Bbm Olhos esbugalhados do molequ e assustado.

B7 E O amor nasce sozinho. a gente sentava na areia C7 Para ver se ouvia a sereia entre as ondas cantando E hoje eu volto ali. B7 E Eu tenho meu canarinho. eu nasci pra t e amar ( ) Int.Moreninha Linda Composição: Tonico / Priminho / Maninho | Visitas: 1134 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | E B7 E B7 E Meu coração tá pisado. no meio dos juncais Bbm C7 F Surgiam patos baguais e hoje não se vê mais este símbolo da aguada Nas noites de lua cheia. Osvaldir e Carlos Magrão . não é preciso plantar A B7 E A paixão nasce no peito. canário por padecer A B7 E Da saudade da floresta.Bbm Gm7(b5) E entre outros animais. eu saudade de você ( ) ( ) . que canta quando me vê A B7 E Eu canto por ter tristeza. como a flor que murcha e cai A B7 E Pisado pelo desprezo do amor quando desfaz A B7 E Deixando a triste lembrança adeus para nunca mais B7 E (Moreninha linda do meu bem querer A B7 E Bis É triste a saudade longe de você) Int. falsidade no olhar A B7 E Você nasceu para outro. no lugar em que vivi Bb C7 F Onde nasci quando guri me olho lagoa em ti e me enxergo chorando ( ) Int.

Roda de Chimarrão Composição: Joel Marques | Visitas: 1183 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G D7 G D7 Eu nasci naquelas terras onde o minuano assobia G Cevando a erva pro mate. D7 Quando penso na querência. num céu tingido de azul B7 Em D7 E os trigais amarelando com as campinas verdejando G O meu Rio Grande do Sul ( ) ( ) Int. da quelas que a gente chora G Dá uma vontade danada de largar tudo e ir embora G7 C G Então eu pego a cordeona e deixo o fole rasgar B7 Em D7 Corro os dedos no teclado e num vaneirão largado G Me esqueço até de chorar ( ) Int. numa dor que não se iguala G7 C G Aí eu preparo o mate e chimarreio à vontade B7 Em D7 Me sento à sombra da casa p arece que crio asas G Viajando nessa saudade ( ) Int. D7 Terra buena e hospitaleira de um povo alegre e gentil G Sua natureza desenha sol a ban deira do Brasil G7 C G Contrasta as neves do inverno. chimar reando todo dia G7 C G Sou gaúcho de verdade na raça e no coração B7 Em D7 Gauderiando em outros pagos mesmo assim nas veias trago G O sangue da tradição C G C (O sol levanta cedinho e acorda o meu rincão D7 G E lá vai a gauchada pra roda de chimarrão) Int.Osvaldir e Carlos Magrão . . D7 Quando bate uma tristeza. vem a saudade baguala G E se acomoda no peito.

eu quero que sejas brando F G7 C Se acaso fores pega o zaino para enfrenar G7 Olha guri. pra tua mãe cabelos brancos C E pra este velho que te fala sem gritar G7 Pesa teus planos. . meu rapaz) Int. G7 Olha guri. por favor não te detenhas F G7 C Sigas em frente não olhes para trás G7 Que assim não vais ver a lágrima insistente C Que molha o rosto do teu velho. guri D7 G7 (Se vais embora. lá no povo é diferente C E certamente falta rá o que tens aqui G7 Eu só te peço não esqueças de tua gente F G7 C De vez em quando manda uma carta.Um Pito Composição: Nenito Sarturi / Nelcy Vargas / Cláudio Patias | Visitas: 1393 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | C C7 F C G7 C G7 Olha guri. leva uns cobres de reserva C Pega uma erva pra cevar teu chimarrão G7 E leva um charque que é pra ver se tu conservas F G7 C Uma pontinha de amor por este chão ( ) Int.Osvaldir e Carlos Magrão . repares o que estás fazendo C depois que fores é difícil de voltar G7 Passei-te um pito e continuas remoendo F G7 C Teu sonho moço neste rancho abandonar G7 Olha guri.

Quero-Quero . D7 G É verdade que alguns dizem que os tempos hoje são outros D7 G Que o campo é quase a cidade e os chiripás estão rotos D7 G Que as esporas silenciara m na carne morta dos potros Int. ( ) Int. D7 G Cada um diz o que pensa isso aprendi de infância D7 G Mas nunca esqueça o herege que as cidades de importância D7 G Se ergueram nos alicerces dos fortins e das estâncias Int. berro de touro quatro patas de cavalo D7 G Quem não viveu esse tempo vive esse tempo ao cantá -lo D7 G Eu canto porque me agrada neste meu timbre de galo) Int. D7 G E se me chamam de grosso nem me bate a passarinha D7 G Argila do mundo novo não tenha mescla da minha D7 G Sovado a casco del touro com águas de garguejinha Int.Entrando No Mbororé .Pedro Ortaça .Timbre de Galo Composição: Apparicio Silva Rillo / Pedro Ortaça | Visitas: 1416 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | G D7 G D7 G (Rio Grande. D7 G Não esqueça de outra parte para honrar a descendência D7 G De tudo aquilo que muda. D7 G Eu nasci no tempo errado ou andei muito depressa D7 G Dei "oh de casa" em tapera fiquei devendo promessa D7 G Mas se eu pudesse eu voltava pra onde o Rio Grande começa Int. muda só nas aparências D7 G E até num bronze de praça vive a raiz da querência) Int.

senta na perna do freio E7 Inté interte o cristão. no seu pala cor de aurora E7 Pois lá no rancho de leiva. que se cruza campo a fora Am Mirar a garça matreira. Am Am9 F E7 Procura a volta do pingo. cruza um bando sem alarde A E7 E as garças e o Vítor somem.Bate Coxa No Totonho . lá na lonjura da tarde ( ) ( ) E7 Reponte . de quem vive sem amor E7 Num suave bater de asas. que ele ergueu com seu suo r Am Fica um sonho por metade. e alça a perna sem receio Am Enquanto uma borboleta.Composição: José Sampaio / Elton Saldanha | Visitas: 1263 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | Am E7 Am Am(7M) Am7 Dm E7 Am F E7 Am Am9 F E7 Lá vem o Vítor solito entrando no bororé Am E o cusco brazino ao tranco na sombra do pangaré E7 Chapéu grande lenço negro jeitão calmo de quem chega Am Na tarde em tons de aquarela lembra um quadro do berega E7 O flete trotean do alerta culpa e se nega pros lados Am E uma perdiz se degola no último fio do alambrado E7 Apeia na cruz da estrada e o seu olhar se enfumaça A Saca o sombreiro em silêncio com respeito à sua raça A E7 (Lá vem o Rio Grande à cavalo entrando no bororé Bm7 E7 A E7 Lá vem o Rio Grande à cavalo que bonito que ele é A E7 Lá vem o Rio Grande à cavalo entrando no bororé Bm7 E7 Am Lá vem o Rio Grande à cavalo que bonito que ele é) Int.

( ) Ah Tio Totonho vou e volto noutro dia A7 Arrastar asas pras gurias cá no fundo do terreiro G Matar a fome com a bóia da Nêga Chica A7 D E da sua neta bonita p elo menos leva o cheiro ( ) Int. Reponte .Campereada de Gaiteiro Composição: João Batista dos Santos "Crioulo Batista" | Visitas: 1055 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | F .Composição: Luciano Rosa | Visitas: 1119 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | D A7 D D (Tem bate coxa lá no compadre totonho A7 Nego véio medonho bolicheiro do povoado Bis Fez um puxado l á no fundo do terreiro G A7 D Ali formava entrevero e uns bochinchos aporreados) A Nega Chica temperava um puchero A7 Pra servir no entrevero nas tantas da madrugada G Batata assada no braseiro do borraio A7 D Feijão mexido com aio pra sustância da indiada ( ) Int. ( ) E lá num canto a neta da Nega Chica A7 Oiga mulata bonita chamarisco do bolicho G Estourou bochincho por causa desta danada A7 D Peleei com o cabo da adaga e me apoderei do cambicho ( ) Int.

Chegou o dia deste fandango matreiro C7 Eu sou gaiteiro e entendo da campereada Abri pra fora e entrei no palco tocando F De goela aberta cantando. . ( ) Int. e animando a gauchada Me balançava de gaita erguida nos braços C7 E no compasso me desmanchava em floreio Todos dançando no embalo do moreno F Marcando num tranco bueno desses de frouxá os arreios ( ) Int.Lá no rincão diz que tem baile de novo C7 E aquele povo anda louco por dançar Indiada buena florão de mulher bonita F É uma pena que os cantor são mato rengo pra tocar Soube a notícia e me parei entusiasmado C7 Eu fui criado aonde os buenos se criaram Ali diziam que baile não dava certo F E me fui pra ver de perto esse fandango que aporrearam Bb C7 (Vou repontando alegria por esta zona F Levando a tristeza embora a tropaço de cordeona Bb Am Gm7 Vou repontando alegria por esta zona Bb Am Gm7 F Levando a tristeza embora a tropaço de cordeona) Int. Desaporriei aquele baile sestroso C7 Ficou famoso naquela noite baguala Olhei por cima vi todos no mesmo embalo F Larguei um xote a cavalo direito ao meio da sala Me balançava de gaita erguida nos braços C7 E no compasso me desmanchava em floreio Todos dançando no embalo do moreno F Marcando num tranco bueno desses de frouxá os arreios ( ) Int.

te amo meu amor) Bass: 40-42-44-32-25-27 G D G D Não me engana o tom da sua voz Guita: Bm7 G A D G Em7 A7 Em7(9) A7 Me entreguei de alma à emoção Em7(9) A7 Ouve a voz que vem do coração G A7 Amor perdoa essas lágrimas do meu olhar ( ) ( ) G D9 Meu amor. esse olhar que me consome A7 Em7(9) E tá dizendo muito mais do que sua boca A7 G A7 Bm9 A9 G9 E faz eu vibrar de amor. de amor D G D Pra você eu nunca soube dizer Bm7 G Em7(9) Expressar esse amor que há em mim A7 Me entreguei de alma à emoção Em7(9) A7 Ouve a voz que vem do coração G A7 Amor perdoa essas lágrimas do meu olhar D A (É impossível dizer Em7 G A Que nunca te amei quando eu sei que te amo.Reponte . meu amor .De Alma e Coração Composição: Luciano Rosa / Ivan Avilan | Visitas: 1119 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | D A7 Bm7 G A7(11) D G D Não me engana o tom da sua voz Bm7 G Em7(9) E esse olhar. te amo D A7 Se existe alguém que nasceu Em7 Pra te amar tanto sou eu G A7 D Pois mesmo em sonhos te chamo.

Minha Linda Morena Composição: Luiz Cláudio / Sandro Coelho | Visitas: 1048 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | B E F#7 B F#7 B E B Teu cabelo cor da noite e teu jeito de me olhar F#7 Me deixou todo ouriçado quando eu te vi chegar E Meu coração nesta hora já bateu descompassado F#7 E F#7 Num jeitão de quem é dona e o zóio de querendona B Me deixou enfeitiçado F#7 B E (Ah! Minha linda morena desde aquela hora F#7 Que tu foi embora quero te encontrar B E Bis Da tua boca pequena roubei aquele beijo F#7 B E ficou o desejo de poder te amar) Int.Por Amar Você Composição: Luciano Rosa | Visitas: 1142 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | A E7 D E7 A E7 D E7 A D E7 A D A E7 Me embreato nos teus braços. Reponte . E B Dancei até vi r o sol marcando passo por passo F#7 Sentindo o perfume doce no calor daqueles braços E Na hora da despedida sofrenei meu coração F#7 E F#7 A morena foi embora e eu saí estrada afora B Com seu perfume na mão ( ) Int. no calor dessa paixão F#m7 E . ( ) Int.Reponte .

entreguei -me ao te ter D A E7 A Teu olhar parece querer dizer como esperei) Int. Rodeio .Quero o mel da sua boca.Abram Cancha Pro Rio Grande Composição: Régis Marques | Visitas: 1279 | Adicionado em: 1/1/2006 | Imprimir | D A7 G D A7 D G G7 C Riscando assoalho bombeando pra cumeeira G D7 Reponto rimas num bailado a recordar G G7 C Fogões chaleiras e um candieiro a meia -vida G D7 G Que as duas braças não dava pra se enxergar G G7 C (Neste balanço passa o Rio Grande em meus olhos G D7 De sul a norte sinto o calor dos galpões Am C G Braseiro aceso luz divina do campeiro D7 G Rodas de mate que irmanam nossos peões D7 C G /Neste compasso galponeiro balanço C F G Reminiscências versos chucros no ar D7 C G Galpão meu tento a sarandeios te tranço C F G . F#m7 E7 És a estrela que busquei no infinito amor D E7 A Somos pétalas da mesma flor E7 D (Por amar você. coração E7 Te dei os sonhos que sonhei. fiz dos meus braços um laço A E7 E na ternura deste abraço a lacei D A Por amar você. me bate a vontade louca D De roubar seu coração.

E abram cancha pro Rio Grande passar C D7 G E abram cancha pro Rio Grande passar/) Int. G G7 C Entreverado retalhando a polvoadeira G D7 Num trote largo a gaita me faz trotear G G7 C No figurado remanchando uma vaneira G D7 G Nossa cultura que se expressa ao dançar ( ) Int. / / .

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