Você está na página 1de 17
Metrologia Tolerância e Ajustes Instituto Federal de Goiás Profª: Aline da Silva Magalhães

Metrologia

Tolerância e Ajustes Instituto Federal de Goiás Profª: Aline da Silva Magalhães

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes Conjunto de princípios, regras e tabelas que possibilita a escolha

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes

Conjunto de princípios, regras e tabelas que possibilita a escolha racional de tolerâncias e ajustes de modo a tornar mais econômica a produção de peças mecânicas intercambiáveis.

Padronização

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes Baseado conceitos fundamentais desenvolveu-se o conceito de ajustes e ISO

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes

Baseado

conceitos fundamentais

desenvolveu-se o conceito de ajustes e

ISO

(International Standartization Organization).

tolerâncias,

nos

elaborado

pela

O sistema de ajustes e tolerâncias ISO determina três condições fundamentais:

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes 1. Uma série de grupos de diâmetros de 1 a

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes

1. Uma série de grupos de diâmetros de 1 a 500

mm.

2. Uma série de tolerâncias fundamentais que determinam a qualidade da usinagem. Existem 18 qualidades distintas: IT01, IT0, IT1, IT2,

3.

IT3

Uma

série

de

posições

da

tolerância

que

definem a sua posição em relação à linha zero, ou seja, a sua classe de ajuste.

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes A temperatura de referência, ou seja, a temperatura em que

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes

A temperatura de referência, ou seja, a temperatura em que deve estar a peça, é de 20 0 C.

Normalizado pela ABNT (NB-86)

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Dimensão Nominal DIÂMETROS FUNDAMENTAIS: Os diâmetros nominais utilizados são

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Dimensão Nominal

DIÂMETROS FUNDAMENTAIS: Os diâmetros nominais utilizados são normalizados, ou seja, são utilizados somente um número restrito de valores, dentro do universo de variações possíveis.

A principal vantagem desta normalização é a possibilidade de se utilizar um menor número de itens de ferramentas de corte e de instrumentos de medição necessários ao controle dimensional.

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Dimensão Nominal A partir destes números normalizados a norma

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Dimensão Nominal

A partir destes números normalizados a norma ABNT NB-86 fixou os grupos de dimensões nominais utilizados para escolha de ajustes.

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Dimensão Nominal

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Dimensão Nominal

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Dimensão Nominal
Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Tolerância Tolerâncias fundamentais: sistema estudado inicialmente para a

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Tolerância

Tolerâncias fundamentais: sistema estudado inicialmente para a produção de peças mecânicas com

até 500 mm de diâmetro; depois foi

ampliado para peças com até 3.150

mm de diâmetro.

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes - Tolerância QUALIDADE DE TRABALHO: O sistema de tolerâncias estabeleceu

Sistemas de Tolerâncias e

Ajustes - Tolerância

QUALIDADE DE TRABALHO: O sistema de tolerâncias estabeleceu 18 graus de tolerâncias para cada zona de medida nominal, denominadas como tolerâncias fundamentais. Cada grau de tolerância é denominado qualidade. IT = ISO Tolerance

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes - Tolerância

Sistemas de Tolerâncias e

Ajustes - Tolerância

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes - Tolerância
Sistemas de Tolerâncias e Ajustes - Tolerância
Sistemas de Tolerâncias e Ajustes - Tolerância

Sistemas de Tolerâncias e

Ajustes - Tolerância

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes - Tolerância
Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Posições da Tolerância Uma vez determinadas as tolerâncias deve-se

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Posições da Tolerância

Uma vez determinadas as tolerâncias deve-se estabelecer a posição destas em relação à linha zero (dimensão nominal).

A posição do campo de tolerância é a distância entre a dimensão mais próxima à linha zero até a própria linha zero.

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Posições da Tolerância Os campos de tolerâncias, como são

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Posições da Tolerância

Os campos de tolerâncias, como são chamados, são designados por uma ou duas letras, as maiúsculas reservadas para os furos e as minúsculas para os eixos.

A-B-C-CD-D-E-EF-F-FG-G-H-J-Js-K-M-N-P-

R-S-T-U-V-X-Y-Z-ZA-ZB-ZC Eixos: a-b-c-cd-d-e-ef-f-fg-g-h-j-js-k-m-n-p-r-s-t-u-v-x- y-z-za-zb-zc

Furos:

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Posições da Tolerância Representação simbólica: letra do campo +

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Posições da Tolerância

Representação simbólica: letra do campo + número indicativo da qualidade

Ex.: H7, m6

Obs.: quando indicados simultaneamente, os símbolos do furo e do eixo correspondente, deve aparecer em primeiro lugar o símbolo do furo.

Ex.: H7/ m6

os símbolos do furo e do eixo correspondente, deve aparecer em primeiro lugar o símbolo do
Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Posições da Tolerância A posição do campo de tolerância

Sistemas de Tolerâncias e Ajustes – Posições da Tolerância

A posição do campo de tolerância define a dimensão do componente enquanto sua qualidade de fabricação IT define a amplitude da tolerância (ou do campo de tolerâncias).

Posição dos Campos de tolerâncias em relação a Linha Zero

Posição dos Campos de tolerâncias em relação a Linha Zero
Posição dos Campos de tolerâncias em relação a Linha Zero