LEGISLAÇÃO APLICADA `A REGULAÇÃO EM SAÚDE

Seção II DA SAÚDE Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Art. 197. São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado. Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes: I - descentralização, com direção única em cada esfera de governo; II - atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais; III - participação da comunidade. § 1º. O sistema único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes. (Parágrafo único renumerado para § 1º pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) § 2º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios aplicarão, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde recursos mínimos derivados da aplicação de percentuais calculados sobre: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) I – no caso da União, na forma definida nos termos da lei complementar prevista no § 3º; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) II – no caso dos Estados e do Distrito Federal, o produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 155 e dos recursos de que tratam os arts. 157 e 159, inciso I, alínea a, e inciso II, deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) III – no caso dos Municípios e do Distrito Federal, o produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 156 e dos recursos de que tratam os arts. 158 e 159, inciso I, alínea b e § 3º.(Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) § 3º Lei complementar, que será reavaliada pelo menos a cada cinco anos, estabelecerá: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) I – os percentuais de que trata o § 2º; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) II – os critérios de rateio dos recursos da União vinculados à saúde destinados aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, e dos Estados destinados a seus respectivos

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Municípios, objetivando a progressiva redução das disparidades regionais; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) III – as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas esferas federal, estadual, distrital e municipal; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) IV – as normas de cálculo do montante a ser aplicado pela União. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 29, de 2000) § 4º Os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de processo seletivo público, de acordo com a natureza e complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para sua atuação. .(Incluído pela Emenda Constitucional nº 51, de 2006) § 5º Lei federal disporá sobre o regime jurídico, o piso salarial profissional nacional, as diretrizes para os Planos de Carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias, competindo à União, nos termos da lei, prestar assistência financeira complementar aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, para o cumprimento do referido piso salarial. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 63, de 2010) Regulamento § 6º Além das hipóteses previstas no § 1º do art. 41 e no § 4º do art. 169 da Constituição Federal, o servidor que exerça funções equivalentes às de agente comunitário de saúde ou de agente de combate às endemias poderá perder o cargo em caso de descumprimento dos requisitos específicos, fixados em lei, para o seu exercício. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 51, de 2006) Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. § 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. § 2º - É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. § 3º - É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em lei. § 4º - A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a remoção de órgãos, tecidos e substâncias humanas para fins de transplante, pesquisa e tratamento, bem como a coleta, processamento e transfusão de sangue e seus derivados, sendo vedado todo tipo de comercialização. Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei: I - controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos, hemoderivados e outros insumos; II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador; III - ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde; IV - participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico; V - incrementar em sua área de atuação o desenvolvimento científico e tecnológico; VI - fiscalizar e inspecionar alimentos, compreendido o controle de seu teor nutricional, bem como bebidas e águas para consumo humano;

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VII - participar do controle e fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos; VIII - colaborar na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho.

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Lei nº 8.080
de 19 de Setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. O Presidente da República, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Disposição Preliminar Art. 1º - Esta Lei regula, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde, executados, isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito público ou privado. TÍTULO I Das Disposições Gerais Art. 2º - A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. § 1º - O dever do Estado de garantir a saúde consiste na reformulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a sua promoção, proteção e recuperação. § 2º - O dever do Estado não exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade. Art. 3º - A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais; os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País. Parágrafo Único. Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto no artigo anterior, se destinam a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social.

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a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde. II . estaduais e municipais de controle de qualidade. 5º . 4 . da administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público. Art.A iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de SaúdeSUS. c) de saúde do trabalhador.a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção. § 2º .O conjunto de ações e serviços de saúde.a ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde. CAPÍTULO I Dos Objetivos e Atribuições Art. 4º . § 1º . b) de vigilância epidemiológica. e d) de assistência terapêutica integral.a formulação de política de saúde destinada a promover. pesquisa e produção de insumos. proteção e recuperação da saúde. 6º Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde-SUS: I . a observância do disposto no §1º do artigo 2º desta Lei.Dos objetivos do Sistema Único de Saúde-SUS : I . II . com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.Estão incluídas no disposto neste artigo as instituições públicas federais. estaduais e municipais. III .a participação na formulação da política e na execução de ações de saneamento básico.TÍTULO II Do Sistema Único de Saúde Disposição Preliminar Art. III . e de equipamentos para a saúde. constitui o Sistema Único de Saúde-SUS. em caráter complementar. inclusive farmacêutica.a execução de ações: a) de vigilância sanitária. nos campos econômico e social. medicamentos inclusive de sangue e hemoderivados. prestados por orgãos e instituições públicas federais.

se relacionem com a saúde.participação. no âmbito de competência do Sistema Único de SaúdeSUS. § 1º . da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde. a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva.assistência ao trabalhador vítima de acidente de trabalho ou portador de doença profissional e do trabalho. V .a colaboração na proteção do meio ambiente.o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde. § 3º . nele compreendido o do trabalho. pesquisas.participação no controle e na fiscalização da produção. fiscalização e controle das condições de produção.a fiscalização e a inspeção de alimentos.o incremento.IV . VIII . em sua área de atuação. água e bebidas. equipamentos. da produção ao consumo. VI .Entende-se por vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar. para fins desta lei. compreendidas todas as etapas e processos. diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente. abrangendo: I .o controle de bens de consumo que. 5 .a formulação e execução da política de sangue e seus derivados. um conjunto de atividades que se destina. direta ou indiretamente. II . VII . imunobiológicos e outros insumos de interesse para a saúde e a participação na sua produção. XI . assim como visa a recuperação e a reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho. tóxicos e radioativos. do desenvolvimento científico e tecnológico. no âmbito de competência do Sistema Único de Saúde SUS. em estudos. § 2º . IX . III .participação. extração.Entende-se por vigilância epidemiológica um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento. com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. X .Entende-se por saúde do trabalhador. avaliação e controle dos riscos e agravos potenciais à saúde existentes no processo de trabalho. para consumo humano. e II . através das ações de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária. à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores.a vigilância nutricional e orientação alimentar. produtos e substâncias de interesse para a saúde. guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos. transporte.o controle e a fiscalização de serviços. abrangendo: I . da normatização.a formulação da política de medicamentos.

de setor de serviço ou de todo o ambiente de trabalho. V .utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades. de máquinas e de equipamentos que apresentem riscos à saúde do trabalhador. 7º As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde SUS são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no artigo 198 da Constituição Federal.direito à informação. III . de produtos. respeitados os preceitos da ética profissional. a colaboração das entidades sindicais. individuais e coletivos.participação na normatização.informação ao trabalhador e à sua respectiva entidade sindical e a empresas sobre os riscos de acidente de trabalho. sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie. bem como os resultados de fiscalizações. obedecendo ainda aos seguintes princípios: I . V .preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral. sobre sua saúde. VII .integralidade de assistência. avaliações ambientais e exames de saúde. doença profissional e do trabalho. fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições e empresas públicas e privadas.divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e sua utilização pelo usuário.armazenamento. quando houver exposição a risco iminente para a vida ou saúde dos trabalhadores. 6 . distribuição e manuseio de substâncias. VI . entendida como um conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos. VI . exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema. IV . VII . transporte. CAPÍTULO II Dos Princípios e Diretrizes Art. tendo na sua elaboração. e VIII . periódicos e de demissão.igualdade da assistência à saúde.revisão periódica da listagem oficial de doenças originadas no processo de trabalho. IV . a alocação de recursos e a orientação programática. de admissão.universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência.a garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição de máquina. II .avaliação do impacto que as tecnologias provocam á saúde. às pessoas assistidas.

capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência.Os Municípios poderão constituir consórcios para desenvolver. das ações de saúde. técnicas e práticas voltadas para a cobertura total das ações de saúde. sendo exercida em cada esfera de governo pelos seguintes orgãos: I . na prestação de serviços de assistência à saúde da população. XI . IX . pela respectiva secretaria de saúde ou órgão equivalente. da Direção e da Gestão Art. pela respectiva secretaria de saúde ou órgão equivalente. o Sistema Único de Saúde-SUS poderá organizar-se em distritos de forma a integrar e articular recursos. tecnológicos. 9º . e XIII . serão organizados de forma regionalizada e hierarquizada em níveis de complexidade crescente. Art. e III .participação da comunidade. as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam. seja diretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada. dos Estados. com direção única em cada esfera de governo: a) ênfase na descentralização dos serviços para os municípios.VIII . meio ambiente e saneamento básico.conjugação dos recursos financeiros.As ações e serviços de saúde. II .integração. executados pelo Sistema Único de Saúde-SUS. materiais e humanos da União. § 2º . XII .A direção do Sistema Único de Saúde-SUS é única. b) regionalização e hierarquização da rede de serviços de saúde.descentralização político-administrativa. CAPÍTULO III Da Organização. em conjunto. X . 10º .no âmbito da União. de acordo com o inciso I do artigo 198 da Constituição Federal.no âmbito dos Estados e do Distrito Federal. § 1º .no âmbito dos Municípios. 7 . 8º .organização dos serviços públicos de modo a evitar duplicidade de meios para fins idênticos.No nível municipal. pelo Ministério da Saúde. em nível executivo. do Distrito Federal e dos Municípios. Art.Aplica-se aos consórcios administrativos intermunicipais o princípio da direção única e os respectivos atos constitutivos disporão sobre sua observância.

14.Cada uma dessas comissões terá por finalidade propor prioridades. avaliação e divulgação do nível de saúde da população e das condições ambientais. na esfera correspondente. III .ciência e tecnologia. assim como em relação à pesquisa e à cooperação técnica entre essas instituições. a cargo das comissões intersetoriais. Parágrafo único . Art. V . 8 . Deverão ser criadas comissões permanentes de integração entre os serviços de saúde e as instituições de ensino profissional e superior. integradas pelos ministérios e órgãos competentes e por entidades representativas da sociedade civil. em especial.Serão criadas comissões intersetoriais de âmbito nacional. 12º . CAPÍTULO IV Da Competência e das Atribuições SEÇÃO I das Atribuições Comuns Art. à saúde. avaliação e fiscalização das ações e serviços de saúde.administração dos recursos orçamentários e financeiros destinados. o Distrito Federal e os municípios exercerão. abrangerá.recursos humanos. métodos e estratégias para a formação e educação continuada dos recursos humanos do Sistema Único de Saúde-SUS. II . e VI . IV . Art. Parágrafo único .As comissões intersetoriais terão a finalidade de articular políticas e programas de interesse para a saúde. os estados.Vigilância Sanitária e farmacoepidemiologia. as seguintes atividades: I .A articulação das políticas e programas.alimentação e nutrição. subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde.saúde do trabalhador. 13º . 11º (VETADO) Art. III . em cada ano. 15º A União.Art. cuja execução envolva áreas não compreendidas no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS. II . as seguintes atribuições: I .saneamento e meio ambiente.definição das instâncias e mecanismos de controle.acompanhamento. em seu âmbito administrativo.

realização de operações externas de natureza financeira de interesse da saúde. XIII .implementar o Sistema Nacional de Sangue. tanto de pessoas naturais como jurídicas. X . tendo em vista a sua relevância pública. VI . XVII . XIX . acordos e protocolos internacionais relativos a saúde.elaboração de normas técnicas e estabelecimento de padrões de qualidade e parâmetros de custos que caracterizam a assistência à saúde. ações e serviços de saúde.elaboração de normas técnicas e estabelecimento de padrões de qualidade para promoção da saúde do trabalhador.elaborar normas técnico-científicas de promoção. XII . decorrentes de situações de perigo iminente.participação de formulação da política e da execução das ações de saneamento básico e colaboração na proteção e recuperação do meio ambiente.IV . de conformidade com o plano de saúde.elaboração da proposta orçamentária do Sistema Único de SaúdeSUS. XV .realizar pesquisas e estudos na área de saúde.elaboração de normas para regular as atividades de serviços privados de saúde. XVI . 9 .para atendimento de necessidades coletivas. Componentes e Derivados.definir as instâncias e mecanismos de controle e fiscalização inerentes ao poder da política sanitária.participação na formulação e na execução da política de formação e desenvolvimento de recursos humanos para a saúde. e outras entidades representativas da sociedade civil. XVIII . V . para a definição e controle dos padões éticos para a pesquisa. XIV . autorizadas pelo Senado Federal.elaboração e atualização periódica do plano de saúde. urgentes e transitórias.promover articulação com os órgãos de fiscalização do exercício profissional. a autoridade competente da esfera administrativa correspondente poderá requisitar bens e serviços.propor a celebração de convênios. de calamidade pública ou de irrupção de epidemias.organização e coordenação do sistema de informação em saúde. XX . XI . saneamento e o meio ambiente. IX .promover a articulação da política e dos planos de saúde. VII . VIII . sendo-lhes assegurada justa indenização. proteção e recuperação da saúde.

participar da definição de normas e mecanismos de controle. b) de rede de laboratórios de saúde pública. II . VI . podendo a execução ser complementada pelos Estados. substâncias e serviços de consumo e uso humano. de agravos sobre o meio ambiente. e c) relativas às condições e aos ambientes de trabalho. avaliar.formular.participar na formulação e na implementação das políticas: a) de controle das agressões ao meio ambiente. 10 . III . elaborar normas e participar na execução da política nacional e produção de insumos e equipamentos para a saúde. que tenham repercussão na saúde humana.coordenar e participar na execução das ações de vigilância epidemiológica. 16. X .definir e coordenar os sistemas: a) de redes integradas de assistência de alta complexidade. Distrito Federal e Municípios. e d) de vigilância sanitária.formular. ou deles decorrentes. critérios e padrões para controle das condições e dos ambientes de trabalho e coordenar a política de saúde do trabalhador. c) de vigilância epidemiológica. bem como com entidades representativas de formação de recursos humanos na área de saúde. VIII .fomentar.estabelecer critérios. b) de saneamento básico. em articulação com os demais órgãos governamentais. V . aeroportos e fronteiras.XXI . avaliar e apoiar políticas de alimentação e nutrição.promover a articulação com os órgãos educacionais e de fiscalização do exercício profissional. coordenar e executar programas e projetos estratégicos e de atendimento emergencial. IX . IV . À direção nacional do Sistema Único de Saúde-SUS compete: I .participar da definição de normas. SEÇÃO II Da Competência Art. com órgãos afins.estabelecer normas e executar a vigilância sanitária de portos. VII . parâmetros e métodos para o controle da qualidade sanitária de produtos.

de abrangência estadual e municipal. XIII . XVI . executar ações e serviços: a) de vigilância epidemiológica. V . Municípios e Distrito Federal. II . para as Unidades Federadas e para os Municípios. Parágrafo único. dos serviços e ações de saúde.participar. c) de alimentação e nutrição. XVIII . ao Distrito Federal e aos Municípios para o aperfeiçoamento da sua atuação institucional. como na ocorrência de agravos inusitados à saúde. controlar e avaliar as redes hierarquizadas do Sistema Único de Saúde.promover a descentralização.normatizar e coordenar nacionalmente o Sistema Nacional de Sangue. em cooperação técnica com os Estados. XIV . dos serviços e das ações de saúde. respectivamente.acompanhar. Municípios e Distrito Federal. 17.identificar os serviços estaduais e municipais de referência nacional para o estabelecimento de padrões técnicos de assistência à saúde.estabelecer o Sistema Nacional de Auditoria e coordenar a avaliação técnica e financeira do SUS. .prestar apoio técnico e financeiro aos Municípios e executar supletivamente ações e serviços de saúde. Art. b) de vigilância sanitária. Componentes e Derivados. respeitadas as competências Estaduais e Municipais.XI .acompanhar.elaborar o planejamento estratégico nacional no âmbito do SUS em cooperação técnica com os Estados. XVII . para os Municípios.coordenar e. 11 . XII .prestar cooperação técnica e financeira aos Estados. do controle dos agravos do meio ambiente que tenham repercussão na saúde humana.À direção estadual do Sistema Único de Saúde-SUS compete: I .elaborar normas para regular as relações entre o Sistema Único de Saúde-SUS e os serviços privados contratados de assistência à saúde. XIX . III . que possam escapar do controle da direção estadual do Sistema Único de Saúde-SUS ou que representam risco de disseminação nacional. XV . A União poderá executar ações de vigilância epidemiológica e sanitária em circunstâncias especiais. em caráter complementar.promover a descentralização. e d) de saúde do trabalhador. produtos e substâncias de interesse para a saúde. controlar e avaliar as ações e os serviços de saúde. IV . junto com órgãos afins.SUS.controlar e fiscalizar procedimentos. em todo o território nacional.

e 12 .participar da execução. À direção municipal do Sistema Único de Saúde-SUS. aeroportos e fronteiras. de referência estadual e regional. em caráter suplementar. programação e organização da rede regionalizada e hierarquizada do Sistema Único de Saúde-SUS. VIII . VII . executar. II .coordenar a rede estadual de laboratórios de saúde pública e hemocentros e gerir as unidades que permaneçam em sua organização administrativa.estabelecer normas. organizar. em articulação com sua direção estadual. IV . X . c) de alimentação e nutrição.participar do planejamento. b) de vigilância sanitária. XIV . d) de saneamento básico. IX .identificar estabelecimentos hospitalares de referência e gerir sistemas públicos de alta complexidade. acompanhar e avaliar a política de insumos e equipamentos para a saúde.executar serviços: a) de vigilância epidemiológica. XI . controlar e avaliar as ações e os serviços de saúde e gerir e executar os serviços públicos de saúde. compete: I . para o controle e a avaliação das ações e serviços de saúde.em caráter suplementar formular.VI . XII . XIII .formular normas estabelecer padrões.participar das ações de controle e avaliação das condições e dos ambientes de trabalho.colaborar com a União na execução da vigilância sanitária de portos.planejar. Art.acompanhar. 18. avaliar e divulgar os indicadores de morbidade e mortalidade no âmbito da unidade federada. III .participar da formulação da política e da execução de ações de saneamento básico. controle e avaliação das ações referentes às condições e aos ambientes de trabalho. de procedimentos de controle de qualidade para produtos e substâncias de consumo humano. em caráter suplementar.

X . bem como controlar e avaliar sua execução. e de pessoas jurídicas e de direito privado na promoção.controlar e fiscalizar os procedimentos dos serviços privados de saúde: XII . legalmente habilitados.gerir laboratórios públicos de saúde e hemocentros.observado o disposto no artigo 26 desta lei. à política de insumos e equipamentos para a saúde. celebrar contratos e convênios com entidades prestadoras de serviços privados de saúde. Art. VIII .normatizar complementarmente as ações e serviços públicos de saúde no seu âmbito de atuação. 13 .colaborar na fiscalização das agressões ao meio ambiente. estaduais e federais competentes.dar execução. VII .19. de profissionais liberais. no âmbito municipal. que tenham repercussão sobre a saúde humana.formar consórcios administrativos intermunicipais. IX . para controlá-las.e) de saúde do trabalhador. e atuar. VI . XI . 20. por iniciativa própria. proteção e recuperação da saúde.colaborar com a União e com os Estados na execução da vigilância sanitária de portos. TÍTULO III Dos Serviços Privados de Assistência à Saúde CAPÍTULO I Do Funcionamento Art. aeroportos e fronteiras. Ao Distrito Federal competem as atribuições reservadas aos Estados e aos Municípios. V . Os serviços privados de assistência à saúde caracterizam-se pela atuação. junto aos órgãos municipais.

§ 1º Em qualquer caso é obrigatória a autorização do órgão de direção nacional do Sistema Único de Saúde-SUS. 22. 24. CAPÍTULO II Da Participação Complementar Art. Na prestação de serviços privados de assistência à saúde. de entidades de cooperação técnica e de financiamento e empréstimos. § 2º Os serviços contratados submeter-se-ão às normas técnicas e administrativas e aos princípios e diretrizes do Sistema Único de SaúdeSUS. Art. 14 . A participação complementar dos serviços privados será formalizada mediante contrato ou convênio. Os critérios e valores para a remuneração de serviços e os parâmetros de cobertura assistencial serão estabelecida pela direção nacional do Sistema Único de Saúde-SUS. as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos terão preferência para participar do Sistema Único de Saúde-SUS. É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou de capitais estrangeiros na assistência à saúde. 21. a direção nacional do Sistema Único de Saúde-SUS. mantido o equilíbrio econômico e financeiro do contrato. formas de reajuste e de pagamento da remuneração. § 1º Na fixação dos critérios. para atendimento de seus empregados e dependentes. § 2º Excetuam-se do disposto neste artigo os serviços de saúde mantidos. a respeito. Parágrafo único. 26. Art. aludida neste artigo. 23. deverá fundamentar seu ato em demonstrativo econômico-financeiro que garanta a efetiva qualidade dos serviços contratados. Art. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. o Sistema Único de Saúde-SUS poderá recorrer aos serviços ofertados pela iniciativa privada. as normas de direito público. por empresas. 25. salvo através de doações de organismos internacionais vinculados à Organização das Nações Unidas. valores. serão observados os princípios éticos e as normas expedidas pelo órgão de direção do Sistema Único de Saúde-SUS quanto às condições para seu funcionamento. submetendo-se a seu controle as atividades que forem desenvolvidas e os instrumentos que forem firmados. Art. sem finalidade lucrativa. aprovados no Conselho Nacional de Saúde. observadas. sem qualquer ônus para a Seguridade Social. Na hipótese do artigo anterior. Quando as suas disponibilidades forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial à população de uma determinada área.Art.

valorização da dedicação exclusiva aos serviços do Sistema Único de Saúde-SUS.organização de um sistema de formação de recursos humanos em todos os níveis de ensino. 28. § 1º Os servidores que legalmente acumulam dois cargos ou empregos poderão exercer suas atividades em mais de um estabelecimento do Sistema Único de Saúde-SUS. TÍTULO IV Dos Recursos Humanos Art. com exceção dos ocupantes de cargos ou função de chefia. elaboradas conjuntamente com o sistema educacional. 15 . articuladamente.(VETADO) III . no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS. Parágrafo único. (VETADO) Art. A política de recursos humanos na área de saúde será formalizada e executada. além da elaboração de programas de permanente aperfeiçoamento de pessoal. Os cargos e funções de chefia. direção e assessoramento. 29. em cumprimento dos seguintes objetivos: I . Os serviços públicos que integram o Sistema Único de Saúde-SUS constituem campo de prática para ensino e pesquisa. só poderão ser exercidos em regime de tempo integral. administradores e dirigentes de entidades ou serviços contratados é vedado exercer cargo de chefia ou função de confiança no Sistema Único de Saúde-SUS.§ 3º (VETADO) § 4º Aos proprietários. mediante normas específicas. 30. inclusive de pós-graduação. § 2º O disposto no parágrafo anterior aplica-se também aos servidores em regime de tempo integral. As especializações na forma de treinamento em serviço sob supervisão ser o regulamentadas por comissão nacional. 27. pelas diferentes esferas de governo. direção ou assessoramento. II . Art. Art. garantida a participação das entidades profissionais correspondentes.(VETADO) IV . instituída de acordo com o artigo 12 desta lei.

São considerados de outras fontes os recursos provenientes de: I .TÍTULO V Do Financiamento CAPÍTULO I Dos Recursos Art. inclusive comerciais e industriais.taxas. com a participação dos órgãos de previdência social e da assistência social. a qual será destinada à recuperação de viciados. e VI . III . serão financiadas por recursos tarifários específicos e outros da União. V . § 2º As receitas geradas no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS serão creditadas diretamente em contas especiais.ajuda. Estados. tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. movimentadas pela sua direção.alienações patrimoniais e rendimentos de capital. O orçamento da Seguridade Social destinará ao Sistema Único de Saúde-SUS. emolumentos e preços públicos arrecadados no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS. do Sistema Financeiro da Habitação-SFH. previstos em propostas elaborada pela sua direção nacional. doações e donativos. § 1º Ao sistema Único de Saúde-SUS caberá metade da receita de que trata o inciso I deste artigo. de acordo com a receita estimada.(VETADO) II . Distrito Federal. IV . multas. Art. 32. 31. em particular. pelas universidades e pelo 16 . os recursos necessários à realização de suas finalidades. apurada mensalmente.rendas eventuais. § 4º (VETADO) § 5º As atividades de pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico em saúde serão co-financiadas pelo Sistema Único de SaúdeSUS. na esfera de poder onde forem arrecadadas. § 3º As ações de saneamento. que venham a ser executadas supletivamente pelo Sistema Único de Saúde-SUS.serviços que possam ser prestados sem prejuízo da assistência à saúde. contribuições. Municípios e.

Os recursos financeiros do Sistema Único de Saúde-SUS serão depositados em conta especial. § 6º (VETADO) CAPÍTULO II Da Gestão Financeira Art. de outros orçamentos da União.perfil demográfico da região. serão administrados pelo Ministério da Saúde. em cada esfera de sua atuação. Distrito Federal e Municípios. os recursos financeiros. através do Fundo Nacional de Saúde. além de outras fontes. e movimentados sob fiscalização dos respectivos conselhos de saúde. do orçamento da Seguridade social. § 1º Na esfera federal. constatada a malversação. a projetos e atividades a serem executados no âmbito do Sistema Único de Saúde-SUS. desvio ou não aplicação dos recursos. 35.perfil epidemiológico da população a ser coberta. 17 . 33. caberá ao Ministério da Saúde aplicar as medidas previstas em lei. originários do orçamento da Seguridade Social.orçamento fiscal. Art. segundo análise técnica de programas e projetos: I . 34. além de recursos de instituições de fomento e financiamento ou de origem externa e receita próprias das instituições executoras.O Ministério da Saúde acompanhará através de seu sistema de auditoria a conformidade à programação aprovada da aplicação dos recursos repassados a Estados e Municípios. os recursos financeiros correspondentes às dotações consignadas no orçamento da Seguridade Social. § 2º (VETADO) § 3º (VETADO) § 4º . Parágrafo único. Na distribuição dos recursos financeiros da Seguridade Social será observada a mesma proporção da despesa prevista de cada área. Para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados. será utilizada a combinação dos seguintes critérios. Art. observado o critério do parágrafo único deste artigo. As autoridades responsáveis pela distribuição da receita efetivamente arrecadada transferirão automaticamente ao Fundo Nacional de Saúde-FNS. II .

na área de saúde. econômico e financeiro no período anterior.níveis de participação do setor saúde nos orçamentos estaduais e municipais.III .ressarcimento do atendimento a serviços prestados para outras esferas de governo. CAPÍTULO III Do Planejamento e do Orçamento Art. § 2º Nos casos de Estados e Municípios sujeitos a notório processo de migração. ouvidos seus órgãos deliberativos. § 2º É vedada a transferência de recursos para o financiamento de ações não previstas nos planos de saúde . exceto em situações emergenciais ou de calamidade pública. 36. §1º Metade dos recurso destinados a Estados e Municípios será distribuída segundo o quociente de sua divisão pelo número de habitantes. § 3º VETADO) § 4º VETADO) § 5º VETADO) § 6º O disposto no parágrafo anterior não prejudica a atuação dos órgãos de controle interno e externo e nem a aplicação de penalidades previstas em lei em caso de irregularidades verificadas na gestão dos recursos transferidos. do nível local até o federal. dos Estados. os critérios demográficos mencionados nesta lei serão ponderados por outros indicadores de crescimento populacional. do Distrito Federal e da União. VII . VI .previsão do plano qüinqüenal de investimentos da rede. O processo de planejamento e orçamento do Sistema Único de Saúde-SUS será ascendente. em especial o número de eleitores registrados.desempenho técnico. V . IV . independentemente de qualquer procedimento prévio.características quantitativas e qualitativas da rede de saúde na área. § 1º Os planos de saúde serão a base das atividades e programações de cada nível de direção do Sistema Único de Saúde-SUS e seu financiamento será previsto na respectiva proposta orçamentária. 18 . compatibilizando-se as necessidades da política de saúde com a disponibilidade de recursos em planos de saúde dos Municípios.

39. ou eventualmente. Art. mantidos pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social. supervisionadas pela direção nacional do Sistema Único de Saúde-SUS. pelo estadual. As ações desenvolvidas pela Fundação das Pioneiras Sociais e pelo Instituto Nacional do Câncer. (VETADO) §1º (VETADO) §2º (VETADO) §3º (VETADO) §4º (VETADO) § 5º A cessão de uso dos imóveis de propriedade do INAMPS para órgãos integrantes do Sistema Único de Saúde-SUS será feita de modo a preservá-los como patrimônio da Seguridade Social. Não será permitida a destinação de subvenções e auxílios a instituições prestadoras de serviços de saúde com finalidade lucrativa. 37. O Conselho Nacional de Saúde estabelecerá as diretrizes a serem observadas na elaboração dos planos de saúde. § 6º Os imóveis de que trata o parágrafo anterior serão inventariados com todos os acessórios. formação de recursos humanos e para transferência de tecnologia. equipamentos e outros bens imóveis e ficarão disponíveis para utilização pelo órgão de direção municipal do Sistema Único de Saúde-SUS.Art. em cuja circunscrição administrativa se encontrem. 19 . (VETADO) Art. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. em função das características epidemiológicas e da organização dos serviços em cada jurisdição administrativa. mediante simples termo de recebimento. § 7º (VETADO) § 8º O acesso aos serviços de informática e base de dados. 38. de forma a permitir a gerência informatizada das contas e a disseminação de estatísticas sanitárias e epidemiológicas médico-hospitalares. como suporte ao processo de gestão. 40. 41. Art. será assegurado às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde ou órgãos congêneres. permanecerão como referencial de prestação de serviços.

pesquisa e extensão. (VETADO) Art. integrado em todo o território nacional. for firmado. Os convênios entre a União. os serviços de saúde das Forças Armadas poderão integrar-se ao Sistema Único de Saúde-SUS. 51. conforme se dispuser em convênio que. Distrito Federal e Municípios. ensino. bem como quaisquer outros órgãos e serviços de saúde. preservada a sua autonomia administrativa. 47. 44. os Estados e os Municípios. e às empresas nacionais. 49. dos limites conferidos pelas instituições a que estejam vinculados. e seus parágrafos (VETADOS) Art. (VETADO) 20 . 53. no prazo de 2(dois) anos. 46. Sem prejuízo de outras sanções cabíveis. (VETADO) Art. ficarão rescindidos à proporção que seu objeto for sendo absorvido pelo Sistema Único de Saúde-SUS. §2º Em tempo de paz e havendo interesse recíproco. §1º Os serviços de saúde de sistemas estaduais e municipais de previdência social deverão integrar-se à direção correspondente do Sistema Único de Saúde-SUS. em relação ao patrimônio. 50. 48. 42. Art. 45. 43.Art. A gratuidade das ações e serviços de saúde fica preservada nos serviços públicos e privados contratados . artigo 315) a utilização de recursos financeiros do Sistema Único de Saúde-SUS em finalidades diversas das previstas nesta lei. Art. para esse fim. O Ministério da Saúde. constitui crime de emprego irregular de verbas ou rendas públicas (Código Penal. Os serviços de saúde dos hospitais universitários e de ensino integram-se ao Sistema Único de Saúde-SUS. celebrados para a implantação dos sistemas unificados e descentralizados de saúde. (VETADO) Art. conforme seu âmbito de atuação. Art. Art. ressalvando-se as cláusulas dos contratos ou convênios estabelecidos com as entidades privadas. um sistema nacional de informações em saúde. abrangendo questões epidemiológicas e de prestação de serviços. 52. O Sistema Único de Saúde-SUS estabelecerá mecanismos de incentivo à participação do setor privado no investimento em ciência e tecnologia e estimulará a transferência de tecnologia das Universidades e institutos de pesquisa aos serviços de saúde nos Estados. (VETADO) Art. em articulação com os níveis estaduais e municipais do Sistema Único de Saúde-SUS organizará. Art. Art. aos recursos humanos e financeiros. mediante convênio.

a Conferência de Saúde. de 17 de julho de 1975. Art.229. § 3º. 21 . da administração direta e indireta. e II . cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. em cada esfera de governo. § 2º . Art. § 5º . e demais disposições em contrário. para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes. § 1º .080.CONASS e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde CONASEMS terão representação no Conselho Nacional de Saúde. de 19 de setembro de 1990. § 4º . Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde . 2º.O Sistema Único de Saúde .A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências de Saúde será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos . em caráter permanente e deliberativo. 1º .312. extraordinariamente. inclusive nos aspectos econômicos e financeiros. contará. sem prejuízo das funções do Poder Legislativo. São revogadas a Lei nº 2. atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente. profissionais de saúde e usuários. órgão colegiado composto por representantes do governo. a Lei nº 6. 19 de setembro de 1990 ******************* Lei Nº 8. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde. com as seguintes instâncias colegiadas: I . Brasília.As Conferências de Saúde e os Conselhos de Saúde terrão sua organização e normas de funcionamento definidas em regimento próprio aprovados pelo respectivo Conselho.o Conselho de Saúde.Art. Art.SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. 55.142 de 28 de Dezembro de 1990. de 3 de setembro de 1954.FNS serão alocados como: I .O Conselho Nacional de Secretários de Saúde .A Conferência de Saúde reunir-se-á cada 4 anos com a representação dos vários segmentos sociais. por este ou pelo Conselho de Saúde.Os recursos do Fundo Nacional de Saúde .O Conselho de Saúde. convocada pelo Poder Executivo ou.SUS de que trata a Lei nº 8. prestadores de serviço. 54. seus órgãos e entidades.

Comissão de elaboração do Plano de Carreira. de 19 de setembro de 1990. pelo menos setenta por cento. Cargos e Salários (PCCS). § 3º . previsto o prazo de (dois) anos para a sua implantação. serão repassados de forma regular e automática para os Municípios.contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento. de que trata o art. de 7 de agosto de 1990. II .II .Para receberem os recursos. 3º.Os recursos referidos no inciso IV do art. ou pelos Estados.relatórios de gestão que permitam o controle de que trata o § 4º do art.438. os Estados e o Distrito Federal deverão contar com: I . entre si. implicará em que os recursos concernentes sejam administrados. 22 . 2º desta Lei. 33 da Lei nº 8. os Municípios. VI . Os recursos referidos no inciso IV deste artigo destinarse-ão a investimentos na rede de serviços.Fundo de Saúde.cobertura da ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios. pelos Estados ou pela União. 4º . Estados e Distrito Federal de acordo com os critérios previstos no art. de 19 de setembro de 1990. aos Municípios. parcelas de recursos previstos no inciso IV do artigo 2º desta Lei. Art.investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde. exclusivamente o critério estabelecido no § 1º do mesmo artigo. Parágrafo único. à cobertura assistencial ambulatorial e hospitalar e às demais ações de saúde. III . ou pelo Distrito Federal dos requisitos estabelecidos neste artigo. III .080. para o repasse de recursos. de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional.plano de saúde. respectivamente.Os municípios poderão estabelecer consórcio para execução de ações e serviços de saúde. Art.Enquanto não for regulamentada a aplicação dos critérios previstos no art. Parágrafo único . 35 da Lei nº 8.080. será utilizado. IV . 3º desta lei. com composição paritária de acordo com o Decreto nº 99. afetando-se o restante aos Estados. remanejando. § 1º . de 19 de setembro de 1990: V .080. 35 da Lei nº 8.Os recursos referidos neste artigo serão destinados.investimentos previstos em Lei orçamentária. § 2º . IV .Conselho de Saúde.O não atendimento pelos Municípios. Estados e Distrito Federal.

(Incluído pela Medida Provisória nº 2. 5º . de 2001) II . de 2001) III .177-44. por prazo indeterminado. Art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.Art.Plano Privado de Assistência à Saúde: prestação continuada de serviços ou cobertura de custos assistenciais a preço pré ou pós estabelecido. de 2001) c) reembolso de despesas. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. livremente escolhidos. pela faculdade de acesso e atendimento por profissionais ou serviços de saúde. de 2001) I . a ser paga integral ou parcialmente às expensas da operadora contratada. contratada ou referenciada. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. além da garantia de cobertura financeira de riscos de assistência médica.177-44. que opere produto. visando a assistência médica.177-44.656. tais como: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. por conta e ordem do consumidor. 7º . de 2001) a) custeio de despesas. outras características que o diferencie de atividade exclusivamente financeira. adotando-se. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.Revogam-se as disposições em contrário. de 2001) 23 .177-44. com a finalidade de garantir. 6º . as seguintes definições: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) b) oferecimento de rede credenciada ou referenciada. de 2001) § 1o Está subordinada às normas e à fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar . hospitalar e odontológica.É o Ministério da Saúde. integrantes ou não de rede credenciada.177-44. com todos os direitos e obrigações nele contidos. 1o Submetem-se às disposições desta Lei as pessoas jurídicas de direito privado que operam planos de assistência à saúde.Carteira: o conjunto de contratos de cobertura de custos assistenciais ou de serviços de assistência à saúde em qualquer das modalidades de que tratam o inciso I e o § 1o deste artigo. a assistência à saúde. serviço ou contrato de que trata o inciso I deste artigo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. Art.Operadora de Plano de Assistência à Saúde: pessoa jurídica constituída sob a modalidade de sociedade civil ou comercial. hospitalar e odontológica. sem limite financeiro. para fins de aplicação das normas aqui estabelecidas. DE 3 DE JUNHO DE 1998. mediante reembolso ou pagamento direto ao prestador. ******************* Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 9.177-44. ou entidade de autogestão. autorizado a estabelecer condições para a aplicação desta Lei. Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. sem prejuízo do cumprimento da legislação específica que rege a sua atividade.ANS qualquer modalidade de produto. cooperativa.177-44. mediante Portaria do Ministro de Estado. serviço e contrato que apresente. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.

V . de 2001) § 4o É vedada às pessoas físicas a operação dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1 deste artigo. 3o (Revogado pela Medida Provisória nº 2. de 2001) f) vinculação de cobertura financeira à aplicação de conceitos ou critérios médicoassistenciais.demonstração da capacidade de atendimento em razão dos serviços a serem prestados.177-44.177-44. 4o (Revogado pela Medida Provisória nº 2. de 2001) e) qualquer restrição contratual. de 2001) Art. III . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art. Art. em cumprimento ao disposto no art. 1° da Lei no 6.839.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. de 2001) § 2o Incluem-se na abrangência desta Lei as cooperativas que operem os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o deste artigo. IV .especificação da área geográfica coberta pelo plano privado de assistência à saúde.registro nos Conselhos Regionais de Medicina e Odontologia. respeitadas as peculiaridades operacionais de cada uma das respectivas operadoras.177-44. as operadoras de planos privados de assistência à saúde devem satisfazer os seguintes requisitos. de 30 de outubro de 1980. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. II . técnica ou operacional para a cobertura de procedimentos solicitados por prestador escolhido pelo consumidor. com responsabilidade técnica de acordo com as leis que regem a matéria.177-44.177-44. 2o (Revogado pela Medida Provisória nº 2. independentemente de outros que venham a ser determinados pela ANS: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 3o As pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior podem constituir ou participar do capital. de 2001) Art.177-44.177-44.177-44. pela modalidade de autogestão ou de administração. de 2001) I .descrição de suas instalações e equipamentos destinados a prestação de serviços. de 2001) Art. de 2001) Art. conforme o caso.demonstração da viabilidade econômico-financeira dos planos privados de assistência à saúde oferecidos.177-44. VII .d) mecanismos de regulação. bem assim as entidades ou empresas que mantêm sistemas de assistência à saúde. de 2001) o § 5o É vedada às pessoas físicas a operação de plano ou seguro privado de assistência à saúde. de 2001) Art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2. ou do aumento do capital.especificação dos recursos humanos qualificados e habilitados.177-44.177-44. VI . 7o A Câmara de Saúde Suplementar é composta dos seguintes membros: (Revogado pela Medida Provisória nº 2. de pessoas jurídicas de direito privado constituídas sob as leis brasileiras para operar planos privados de assistência à saúde. 6o (Revogado pela Medida Provisória nº 2. 24 . 8o Para obter a autorização de funcionamento. 5o Revogado pela Medida Provisória nº 2.descrição pormenorizada dos serviços de saúde próprios oferecidos e daqueles a serem prestados por terceiros.

(Incluído pela Medida Provisória nº 2. 19. 10. de 2001) Art. citadas no § 2o do art.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. aos beneficiários e aos prestadores de serviço contratados.177-44.os produtos a serem comercializados estiverem registrados na ANS. de 2001) § 2o A autorização de funcionamento será cancelada caso a operadora não comercialize os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. com cobertura assistencial médico-ambulatorial e hospitalar. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.§ 1o São dispensadas do cumprimento das condições estabelecidas nos incisos VI e VII deste artigo as entidades ou empresas que mantêm sistemas de assistência privada à saúde na modalidade de autogestão.177-44.177-44. credenciados ou referenciados. de 2001) § 1o O descumprimento das formalidades previstas neste artigo. de 2001) § 3o A autorização de comercialização será cancelada caso a operadora não comercialize os planos ou os produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art.177-44. de 2001) a) comprovação da transferência da carteira sem prejuízo para o consumidor. constitui agravante na aplicação de penalidades por infração das demais normas previstas nesta Lei. de 2001) d) informação prévia à ANS. as pessoas jurídicas que operam os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 3o As operadoras privadas de assistência à saúde poderão voluntariamente requerer autorização para encerramento de suas atividades. de 2001) I . 1o desta Lei. de 2001) c) comprovação da quitação de suas obrigações com os prestadores de serviço no âmbito da operação de planos privados de assistência à saúde. 1o desta Lei.177-44. É instituído o plano-referência de assistência à saúde.177-44. compreendendo partos e tratamentos. 1o desta Lei. independentemente de outros que venham a ser determinados pela ANS: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2. e observado o que dispõe o art. de 2001) b) garantia da continuidade da prestação de serviços dos beneficiários internados ou em tratamento.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art. determinar alterações e promover a suspensão do todo ou de parte das condições dos planos apresentados. de 2001) § 2o A ANS poderá solicitar informações. só poderão comercializar estes produtos se: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. além de configurar infração. e até que sejam definidas pela ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 9o Após decorridos cento e vinte dias de vigência desta Lei. econômico-financeira ou assistencial. e duzentos e quarenta dias. observando os seguintes requisitos.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. no prazo máximo de cento e oitenta dias a contar do seu registro na ANS.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. na forma e nos prazos a serem definidos pela ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. realizados 25 .as operadoras e administradoras estiverem provisoriamente cadastradas na ANS. ou a inexistência de beneficiários sob sua responsabilidade. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. para as administradoras de planos de assistência à saúde. de 2001) § 4o A ANS poderá determinar a suspensão temporária da comercialização de plano ou produto caso identifique qualquer irregularidade contratual. para as operadoras. de 2001) II . 1o.177-44.177-44. no prazo máximo de cento e oitenta dias a contar do seu registro na ANS.177-44. as normas gerais de registro.

quando necessária a internação hospitalar.177-44. IV . 10-A. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. respeitadas as exigências mínimas estabelecidas no art. de 2001) VIII . 1o desta Lei oferecerão. será definida por normas editadas pela ANS.inseminação artificial. ambulatorial ou domiciliar. ou similar. 1o.tratamento de rejuvenescimento ou de emagrecimento com finalidade estética.tratamento clínico ou cirúrgico experimental. quando declarados pela autoridade competente.tratamentos ilícitos ou antiéticos. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. guerras e comoções internas. VI .177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Lei nº 10. com padrão de enfermaria. inclusive de transplantes e de procedimentos de alta complexidade. prestar serviço de cirurgia plástica reconstrutiva de mama. para uso hospitalar.fornecimento de medicamentos para tratamento domiciliar. VII . vedada a limitação de prazo. III . de 2001) I . centro de terapia intensiva.177-44. de 2001) Art. 12 desta Lei.223.177-44. cabendo à respectiva operadora o 26 . de 2001) § 3o Excluem-se da obrigatoriedade a que se refere o § 2o deste artigo as pessoas jurídicas que mantêm sistemas de assistência à saúde pela modalidade de autogestão e as pessoas jurídicas que operem exclusivamente planos odontológicos. de 2001) II . de 2001) IX . ou mediante reembolso. para o tratamento de mutilação decorrente de utilização de técnica de tratamento de câncer.procedimentos clínicos ou cirúrgicos para fins estéticos. por meio de rede própria.177-44. X . exceto: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. fornecer bolsas de colostomia. Cabe às operadoras definidas nos incisos I e II do § 1o do art. a partir de 3 de dezembro de 1999. de 2001) § 4o A amplitude das coberturas. bem como órteses e próteses para o mesmo fim. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. obrigatoriamente. 1o desta Lei após vinte e quatro meses de vigência do aludido instrumento contratual. de 2001) § 2o As pessoas jurídicas que comercializam produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. É vedada a exclusão de cobertura às doenças e lesões preexistentes à data de contratação dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.fornecimento de medicamentos importados não nacionalizados. § 1o As exceções constantes dos incisos deste artigo serão objeto de regulamentação pela ANS. de 2001) Art. (Incluído pela Lei nº 12. ileostomia e urostomia. sonda vesical de demora e coletor de urina com conector. ou não reconhecidos pelas autoridades competentes.(Revogado pela Medida Provisória nº 2. Cabe às operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. de 2012) Art.exclusivamente no Brasil. órteses e seus acessórios não ligados ao ato cirúrgico. utilizando-se de todos os meios e técnicas necessárias. o planoreferência de que trata este artigo a todos os seus atuais e futuros consumidores. V .fornecimento de próteses. 11.177-44. assim definidos sob o aspecto médico. 10-B. da Organização Mundial de Saúde. por meio de sua rede de unidades conveniadas. credenciada. contratada ou referenciada. valor máximo e quantidade. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44.177-44.casos de cataclismos.738. das doenças listadas na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde.

de 2001) Art. reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina. desde que a inscrição ocorra no prazo máximo de trinta dias do nascimento ou da adoção. valor máximo e quantidade. comprovadamente necessária.177-44. d) cobertura de exames complementares indispensáveis para o controle da evolução da doença e elucidação diagnóstica. ou de seu dependente. segundo as seguintes exigências mínimas: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.quando incluir atendimento odontológico: 27 . para outro estabelecimento hospitalar. tratamentos e demais procedimentos ambulatoriais.177-44.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. a critério do médico assistente. reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. respeitadas as respectivas amplitudes de cobertura definidas no plano-referência de que trata o art. III . serviços gerais de enfermagem e alimentação. 1o desta Lei. filho natural ou adotivo do consumidor.177-44. de 2001) IV . transfusões e sessões de quimioterapia e radioterapia. filho natural ou adotivo do consumidor. vedada a limitação de prazo. até a prova de que trata o caput. gases medicinais.ônus da prova e da demonstração do conhecimento prévio do consumidor ou beneficiário. b) inscrição assegurada ao recém-nascido.quando incluir atendimento ambulatorial: a) cobertura de consultas médicas. de 2001) II . solicitados pelo médico assistente.177-44. 10. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. É vedada a suspensão da assistência à saúde do consumidor ou beneficiário. b) cobertura de serviços de apoio diagnóstico. no caso de pacientes menores de dezoito anos.177-44. nas segmentações previstas nos incisos I a IV deste artigo. realizados ou ministrados durante o período de internação hospitalar. valor máximo e quantidade. isento do cumprimento dos períodos de carência. de 2001) c) cobertura de despesas referentes a honorários médicos. durante os primeiros trinta dias após o parto. conforme prescrição do médico assistente. de 2001) f) cobertura de despesas de acompanhante. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. na forma da regulamentação a ser editada pela ANS. anestésicos. incluindo materiais utilizados.177-44. de 2001) e) cobertura de toda e qualquer taxa. em território brasileiro. em número ilimitado.quando incluir atendimento obstétrico: a) cobertura assistencial ao recém-nascido. como dependente. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. em clínicas básicas e especializadas. a contratação e a vigência dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. vedada a limitação de prazo. de 2001) I . 12. de 2001) b) cobertura de internações hospitalares em centro de terapia intensiva. titular ou dependente.177-44. assim como da remoção do paciente. e (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. admitindo-se a exclusão dos procedimentos obstétricos. fornecimento de medicamentos. São facultadas a oferta.177-44. em clínicas básicas e especializadas. de 2001) Parágrafo único. ou similar.quando incluir internação hospitalar: a) cobertura de internações hospitalares. dentro dos limites de abrangência geográfica previstos no contrato.

V . solicitados pelo odontólogo assistente.177-44.a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato. de 2001) III . de acordo com a relação de preços de serviços médicos e hospitalares praticados pelo respectivo produto.quando fixar períodos de carência: a) prazo máximo de trezentos dias para partos a termo. de 2001) Parágrafo único. b) prazo máximo de cento e oitenta dias para os demais casos. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. salvo por fraude ou não-pagamento da mensalidade por período superior a sessenta dias.reembolso. Os contratos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. 1o desta Lei.17744. de 2001) I . terão vigência mínima de um ano. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. em todos os tipos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato. consecutivos ou não. durante a ocorrência de internação do titular.177-44.a recontagem de carências. de dentística e endodontia.177-44. quando não for possível a utilização dos serviços próprios.177-44. nos limites das obrigações contratuais. pagáveis no prazo máximo de trinta dias após a entrega da documentação adequada. em casos de urgência ou emergência. deverá constar declaração em separado do consumidor. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. § 1o Após cento e vinte dias da vigência desta Lei. não cabendo a cobrança de taxas ou qualquer outro valor no ato da renovação. de 2001) Art. sendo vedadas: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. e (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. da documentação relativa à contratação de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.inscrição de filho adotivo. nas segmentações de que trata este artigo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. desde que o consumidor seja comprovadamente notificado até o qüinquagésimo dia de inadimplência. Os produtos de que trata o caput.177-44. de 2001) § 2o A partir de 3 de dezembro de 1999. credenciados ou referenciados pelas operadoras. b) cobertura de procedimentos preventivos. nos últimos doze meses de vigência do contrato. 13. assim consideradas as realizadas em ambiente ambulatorial e sem anestesia geral. 1o desta Lei. de 2001) VII .177-44. contratados. c) cobertura de cirurgias orais menores. observadas suas respectivas condições de abrangência e contratação. e de que este lhe foi oferecido. de 2001) § 3o (Revogado pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei têm renovação automática a partir do vencimento do prazo inicial de vigência. de 2001) 28 .177-44. aproveitando os períodos de carência já cumpridos pelo consumidor adotante. de 2001) II . menor de doze anos de idade. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei fora das segmentações de que trata este artigo. das despesas efetuadas pelo beneficiário com assistência à saúde. c) prazo máximo de vinte e quatro horas para a cobertura dos casos de urgência e emergência. fica proibido o oferecimento de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.177-44.177-44. em qualquer hipótese. de 2001) VI .a) cobertura de consultas e exames auxiliares ou complementares. de que tem conhecimento da existência e disponibilidade do plano referência. contratados individualmente.

todas as suas características.as condições de admissão. 1o desta Lei.177-44.as faixas etárias e os percentuais a que alude o caput do art. ou sucessores. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. internações.764. os limites financeiros ou o percentual de co-participação do consumidor ou beneficiário. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Parágrafo único. além de material explicativo que descreva. em razão da idade do consumidor.17744. III . 1o. contratualmente previstos nas despesas com assistência médica. de 2001) a) individual ou familiar. somente poderá ocorrer caso estejam previstas no contrato inicial as faixas etárias e os percentuais de reajustes incidentes em cada uma delas. X . de 2001) VIII . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei devem constar dispositivos que indiquem com clareza: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) XI . os descontos ou os agravamentos da contraprestação pecuniária. procedimentos e exames. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. há mais de dez anos. 35-E. hospitalar e odontológica. ou da condição de pessoa portadora de deficiência.177-44.o início da vigência. É vedada a variação a que alude o caput para consumidores com mais de sessenta anos de idade. ninguém pode ser impedido de participar de planos privados de assistência à saúde.os eventos cobertos e excluídos. de 2012) Art. 16. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44.os critérios de reajuste e revisão das contraprestações pecuniárias.Art. do regulamento ou das condições gerais dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. ou (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. de 2001) Art.177-44. Dos contratos.177-44.177-44. Em razão da idade do consumidor. 15.a franquia. quando de sua inscrição. de 2001) 29 .177-44.as condições de perda da qualidade de beneficiário. de 2001) IX . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. XII . em linguagem simples e precisa. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 15. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.os bônus. cópia do contrato. V . IV .a área geográfica de abrangência. direitos e obrigações. de 2001) I . A todo consumidor titular de plano individual ou familiar será obrigatoriamente entregue. A variação das contraprestações pecuniárias estabelecidas nos contratos de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o.177-44. ou tipo de contratação: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. de 2001) VI . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) c) coletivo por adesão. de 2001) b) coletivo empresarial. que participarem dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. VII .os períodos de carência para consultas.número de registro na ANS. 14. de 2001) (Vide Lei nº 12. conforme normas expedidas pela ANS. de 2001) Parágrafo único. ressalvado o disposto no art. regulamentos ou condições gerais dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.o regime. II .

(Incluído pela Medida Provisória nº 2. os prestadores de serviço ou profissionais de saúde não poderão manter contrato. pode ser discriminado ou atendido de forma distinta daquela dispensada aos clientes vinculados a outra operadora ou plano.a marcação de consultas. de 2001) I . de 2001) Parágrafo único. o estabelecimento obriga-se a manter a internação e a operadora. implica compromisso para com os consumidores quanto à sua manutenção ao longo da vigência dos contratos. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de qualquer entidade hospitalar. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. 17.177-44. quando a operadora arcará com a responsabilidade pela transferência imediata para outro estabelecimento equivalente. a partir de parâmetros definidos pela ANS.nome da entidade a ser excluída.o consumidor de determinada operadora. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. na forma do contrato. 1o desta Lei. A partir de 3 de dezembro de 1999. de 2001) § 2o Na hipótese de a substituição do estabelecimento hospitalar a que se refere o § 1 o ocorrer por vontade da operadora durante período de internação do consumidor. as empresas deverão solicitar à ANS autorização expressa para tanto.177-44. credenciamento ou referenciamento com 30 .capacidade operacional a ser reduzida com a exclusão. lactantes. durante período de internação. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 18. informando: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.177-44. lactentes e crianças até cinco anos. referenciados ou credenciados dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. independente de sua natureza jurídica constitutiva. sendo expressamente vedado às operadoras. de 2001) II . privilegiando os casos de emergência ou urgência. observando a obrigatoriedade de manter cobertura com padrões de qualidade equivalente e sem ônus adicional para o consumidor. III . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.a manutenção de relacionamento de contratação.impacto sobre a massa assistida.177-44. da condição de contratado.Art.177-44. as gestantes. garantindo a continuação da assistência. desde que por outro equivalente e mediante comunicação aos consumidores e à ANS com trinta dias de antecedência. de 2001) IV . de 2001) § 4o Em caso de redimensionamento da rede hospitalar por redução. credenciado ou cooperado de uma operadora de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. em nenhuma hipótese e sob nenhum pretexto ou alegação. A inclusão como contratados. A aceitação. de 2001) III . a que se refere o caput deste artigo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 1o É facultada a substituição de entidade hospitalar. II . a critério médico. implicará as seguintes obrigações e direitos: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. correlacionando a necessidade de leitos e a capacidade operacional restante.177-44. de 2001) Art.justificativa para a decisão. de 2001) § 3o Excetuam-se do previsto no § 2o os casos de substituição do estabelecimento hospitalar por infração às normas sanitárias em vigor. impor contratos de exclusividade ou de restrição à atividade profissional. assim como as pessoas com mais de sessenta e cinco anos de idade. sem ônus adicional para o consumidor. de 2001) I .177-44.177-44. exames e quaisquer outros procedimentos deve ser feita de forma a atender às necessidades dos consumidores. a pagar as despesas até a alta hospitalar. ressalvados desse prazo mínimo os casos decorrentes de rescisão por fraude ou infração das normas sanitárias e fiscais em vigor. por parte de qualquer prestador de serviço ou profissional de saúde. credenciamento ou referenciamento com número ilimitado de operadoras.

(Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.telefone. de 2001) I .177-44. de 2001) § 2o Para o registro provisório.17744.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. deverão ser apresentados à ANS os seguintes dados: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. a partir da publicação da regulamentação específica pela ANS. de 2001) III . de 2001) I . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 3o Para registro provisório dos produtos a serem comercializados. com a finalidade de autorizar a comercialização ou operação dos produtos a que alude o caput.razão social da operadora ou da administradora. hospitalar sem obtetrícia. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) V . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. coletivo empresarial e coletivo por adesão).rede hospitalar própria por Município (para segmentações hospitalar e referência). (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. serão mantidos registros provisórios das pessoas jurídicas e dos produtos na ANS. de 2001) IV .177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. independentemente de outros que venham a ser exigidos: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. as operadoras ou administradoras dos produtos a que alude o caput deverão apresentar à ANS as informações requeridas e os seguintes documentos.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 19. fax e e-mail.177-44. de 2001) III . hospitalar com obstetrícia. de 2001) II .nome fantasia. sob pena de responsabilidade por atividade irregular.177-44. de 2001) VIII .177-44. 1o desta Lei. terão prazo de cento e oitenta dias.endereço. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.operadoras que não tiverem registros para funcionamento e comercialização conforme previsto nesta Lei. de 2001) VII .177-44. de 2001) II . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) IX .rede hospitalar contratada ou referenciada por Município (para segmentações hospitalar e referência). de 2001) § 1o Até que sejam expedidas as normas de registro. de 2001) V . de 2001) VI .177-44. Para requerer a autorização definitiva de funcionamento.âmbito geográfico de cobertura.nome do produto.faixas etárias e respectivos preços.segmentação da assistência (ambulatorial.principais dirigentes da pessoa jurídica e nome dos cargos que ocupam.177-44. de 2001) IV . de 2001) VI . a partir de 2 de janeiro de 1999.177-44.177-44.CNPJ da operadora ou da administradora. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2.tipo de contratação (individual/familiar. de 2001) Art.177-44. de 2001) 31 .177-44.CNPJ.registro do instrumento de constituição da pessoa jurídica. as pessoas jurídicas que já atuavam como operadoras ou administradoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.177-44. odontológica e referência). (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.

de 2001) Art. de 2001) Art.00 (dez mil reais) aplicada às operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. incluindo seus nomes. inscrições no Cadastro de Pessoas Físicas dos titulares e Municípios onde residem. publicando. 1o.X . consultivos. (Renumerado pela Medida Provisória nº 2.177-44.CVM. inclusive. a imposição de qualquer dificuldade à consecução dos objetivos da fiscalização.177-44. a partir de 8 de dezembro de 1998.177-44. 1o desta Lei. 21. anualmente. II . a todos os usuários de produtos a que alude o caput. de 2001) § 2o Caracteriza-se como embaraço à fiscalização. à ANS todas as informações e estatísticas relativas as suas atividades. 22. para cada segmentação definida no art. têm livre acesso às operadoras. (Renumerado pela Medida Provisória nº 2.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de que trata o § 1o deste artigo. para fins do disposto no art. estão sujeitas aos registros de que trata o § 1o deste artigo.outros documentos e informações que venham a ser solicitados pela ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei são obrigadas a fornecer. 12. de 2001) 32 . de 2001) § 5o Independentemente do cumprimento. ficam garantidos. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. consideradas como controladoras da empresa. contratos.com seus diretores e membros dos conselhos administrativos. 32. juntamente com as demonstrações financeiras determinadas pela Lei no 6. de 2001) § 4o Os procedimentos administrativos para registro provisório dos produtos serão tratados em norma específica da ANS.177-44.com empresa de que participem as pessoas a que se refere o inciso I. o parecer respectivo. registrados no respectivo Conselho Regional de Contabilidade e na Comissão de Valores Mobiliários . ou da conformidade dos textos das condições gerais ou dos instrumentos contratuais. todos os benefícios de acesso e cobertura previstos nesta Lei e em seus regulamentos. de 2001) § 1o Os agentes. de 2001) § 7o As pessoas jurídicas que forem iniciar operação de comercialização de planos privados de assistência à saúde. 20.000.177-44. periodicamente. fiscais ou assemelhados. especialmente aquelas que permitam a identificação dos consumidores e de seus dependentes. elaborados segundo diretrizes gerais definidas pelo CONSU. É vedado às operadoras de planos privados de assistência à saúde realizar quaisquer operações financeiras: I . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 15 de dezembro de 1976.177-44.177-44. As operadoras de planos privados de assistência à saúde submeterão suas contas a auditores independentes. incluídas as de natureza cadastral. das formalidades do registro provisório. para o exercício das atividades de fiscalização e nos limites por ela estabelecidos. desde que estas sejam.177-44. § 1o A auditoria independente também poderá ser exigida quanto aos cálculos atuariais. bem como com os respectivos cônjuges e parentes até o segundo grau. em conjunto ou isoladamente. especialmente designados pela ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. As operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.177-44. podendo requisitar e apreender processos. de 2001) § 6o O não-cumprimento do disposto neste artigo implica o pagamento de multa diária no valor de R$ 10. de 2001) Art. manuais de rotina operacional e demais documentos. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. contratados a partir de 2 de janeiro de 1999. sujeito às penas previstas na lei. relativos aos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. por parte da operadora.404.

prevenção do juízo que emitir o primeiro despacho em relação ao pedido de conversão do regime. devendo. mas tão-somente ao regime de liquidação extrajudicial. define-se ativo realizável como sendo todo ativo que possa ser convertido em moeda corrente em prazo compatível para o pagamento das despesas administrativas e operacionais da massa liquidanda. 24. Sempre que detectadas nas operadoras sujeitas à disciplina desta Lei insuficiência das garantias do equilíbrio financeiro.177-44.o ativo realizável da massa liquidanda não for suficiente.177-44.661. As operadoras de planos privados de assistência à saúde não podem requerer concordata e não estão sujeitas a falência ou insolvência civil. para o pagamento das despesas administrativas e operacionais inerentes ao regular processamento da liquidação extrajudicial.177-44.177-44.177-44.a manutenção da suspensão dos prazos judiciais em relação à massa liquidanda. no período compreendido entre a distribuição do requerimento e a decretação da falência ou insolvência civil. de 2001) § 4o A distribuição do requerimento produzirá imediatamente os seguintes efeitos: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. conselheiros e assemelhados. de 2001) III . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 3o À vista do relatório do liquidante extrajudicial.177-44. dar-lhes publicidade. forem verificadas uma das seguintes hipóteses: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) IV . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. ou (Incluído pela Medida Provisória nº 2. a ANS poderá autorizá-lo a requerer a falência ou insolvência civil da operadora. 186 a 189 do Decreto-Lei no 7. poderá.17744. de 2001) Art.177-44. a ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 5o A ANS.o ativo da massa liquidanda não for suficiente para o pagamento de pelo menos a metade dos créditos quirografários. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 21 de junho de 1945. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. anormalidades econômico-financeiras ou administrativas graves que coloquem em risco a continuidade ou a qualidade do atendimento à 33 . II ou III do § 1o deste artigo. sequer. salvo os relativos à guarda e à proteção dos bens e imóveis da massa. gerentes. de 2001) II . no curso da liquidação extrajudicial. de 2001) I .177-44. de 2001) II .17744. e em se verificando qualquer uma das hipóteses previstas nos incisos I. até posterior determinação judicial. de 2001) Art. de 2001) § 6o O liquidante enviará ao juízo prevento o rol das ações judiciais em curso cujo andamento ficará suspenso até que o juiz competente nomeie o síndico da massa falida ou o liquidante da massa insolvente.a manutenção da indisponibilidade dos bens dos administradores. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2. no caso previsto no inciso II do § 1o deste artigo. de 2001) III .a suspensão dos procedimentos administrativos de liquidação extrajudicial.§ 2o As operadoras com número de beneficiários inferior a vinte mil usuários ficam dispensadas da publicação do parecer do auditor e das demonstrações financeiras. de 2001) § 1o As operadoras sujeitar-se-ão ao regime de falência ou insolvência civil quando. de 2001) I . 23. de 2001) § 2o Para efeito desta Lei. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.nas hipóteses de fundados indícios de condutas previstas nos arts. apoiar a proteção dos bens móveis e imóveis da massa liquidanda.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44.

24-A. não podendo.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. no período previsto no § 1o. de 2001) § 3o No prazo que lhe for designado. e do liquidante. conforme a gravidade do caso. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. em ato administrativo devidamente motivado. por decisão da ANS. aliená-los ou onerá-los.17744. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. administradores.177-44. poderá estender a indisponibilidade prevista neste artigo: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. por terceiros. bem assim da qualidade do atendimento aos consumidores. de 2001) § 1o O descumprimento das determinações do diretor-fiscal ou técnico. a indisponibilidade de bens a que se refere o caput deste artigo poderá não alcançar os bens dos administradores. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) I . e proporá à ANS as medidas cabíveis. no período previsto no § 1 o. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. o diretor-fiscal ou técnico procederá à análise da organização administrativa e da situação econômico-financeira da operadora. desde que configurada fraude na transferência. por prazo não superior a trezentos e sessenta e cinco dias. por qualquer forma.177-44. de 2001) Art. de 2001) 34 .saúde. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 5o A ANS promoverá.aos bens de gerentes. por dirigentes. para a decretação da direção fiscal ou da liquidação extrajudicial. sem que isto implique efeito suspensivo da decisão administrativa que determinou o afastamento. sem prejuízo das sanções penais cabíveis. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. a ANS poderá determinar a alienação da carteira. de 2001) § 2o A ANS. de 2001) II . de 2001) § 2o Na hipótese de regime de direção fiscal. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. a qualquer título. determinar o afastamento dos diretores.177-44. Os administradores das operadoras de planos privados de assistência à saúde em regime de direção fiscal ou liquidação extrajudicial. de 2001) § 4o O diretor-fiscal ou técnico poderá propor a transformação do regime de direção em liquidação extrajudicial. das pessoas referidas no inciso I. de 2001) § 3o A ANS. no prazo máximo de noventa dias.aos bens adquiridos. gerentes e membros do conselho fiscal da operadora sob regime de direção ou em liquidação. até apuração e liquidação final de suas responsabilidades. conselheiros e aos de todos aqueles que tenham concorrido.177-44.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. ou a liquidação extrajudicial.177-44. a alienação da carteira das operadoras de planos privados de assistência à saúde. o regime de direção fiscal ou técnica. conselheiros ou empregados da operadora de planos privados de assistência à saúde acarretará o imediato afastamento do infrator.177-44. administradores. de 2001) § 4o Não se incluem nas disposições deste artigo os bens considerados inalienáveis ou impenhoráveis pela legislação em vigor.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. ex officio ou por recomendação do diretor técnico ou fiscal ou do liquidante. por deliberação expressa da Diretoria Colegiada da ANS. no caso de não surtirem efeito as medidas por ela determinadas para sanar as irregularidades ou nas situações que impliquem risco para os consumidores participantes da carteira.177-44. de 2001) § 1o A indisponibilidade prevista neste artigo decorre do ato que decretar a direção fiscal ou a liquidação extrajudicial e atinge a todos aqueles que tenham estado no exercício das funções nos doze meses anteriores ao mesmo ato. ficarão com todos os seus bens indisponíveis. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. direta ou indireta.177-44. poderá. ex officio ou por recomendação do diretor fiscal ou do liquidante. assegurado o direito ao contraditório. independentemente da natureza jurídica da operadora.

fiscais e assemelhados das operadoras de que trata esta Lei respondem solidariamente pelos prejuízos causados a terceiros.00 (um milhão de reais) de acordo com o porte econômico da operadora ou 35 . no Decreto-Lei no 41. Aplica-se à liquidação extrajudicial das operadoras de planos privados de assistência à saúde e ao disposto nos arts. normas e instruções referentes às operações previstas na legislação e. consultivos. em conseqüência do descumprimento de leis.00 (cinco mil reais) e não superior a R$ 1. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) V . se necessário. IV . e no Decreto-Lei n o 73.000. cotistas. 24-C. com valor não inferior a R$ 5. 24-B. a qualquer tempo.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. em especial. deliberativos. de 21 de junho de 1945. de 13 de março de 1974. 24-A e 35-I.inabilitação temporária para exercício de cargos em operadoras de planos de assistência à saúde.661. 24-D.multa pecuniária. 25. de 2001) Art. 27.024.177-44.177-44.inabilitação permanente para exercício de cargos de direção ou em conselhos das operadoras a que se refere esta Lei. de 2001) § 6o Os administradores das operadoras de planos privados de assistência à saúde respondem solidariamente pelas obrigações por eles assumidas durante sua gestão até o montante dos prejuízos causados.000. de 2001) (Vigência) I .suspensão do exercício do cargo. o disposto na Lei no 6.177-44. anteriormente à data da decretação da direção fiscal ou da liquidação extrajudicial. Os administradores e membros dos conselhos administrativos.§ 5o A indisponibilidade também não alcança os bens objeto de contrato de alienação. Os créditos decorrentes da prestação de serviços de assistência privada à saúde preferem a todos os demais.177-44. A Diretoria Colegiada definirá as atribuições e competências do diretor técnico. no Decreto-Lei n o 7.advertência. de 2001) Art. independentemente do nexo de causalidade. de 2001) Art.177-44. As infrações dos dispositivos desta Lei e de seus regulamentos. bem como aos dispositivos dos contratos firmados. corretoras de seguros e instituições financeiras. deliberativos. diretor fiscal e do responsável pela alienação de carteira. conforme o que dispuser a ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. seus administradores. cooperados e consumidores de planos privados de assistência à saúde. conforme o caso. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. sem prejuízo de outras estabelecidas na legislação vigente: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. III . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. sociedades seguradoras.17744. exceto os de natureza trabalhista e tributários. II . VI . de 2001) Art. de 2001) Art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei. no que couber com os preceitos desta Lei. desde que os respectivos instrumentos tenham sido levados ao competente registro público. A multa de que trata o art. inclusive aos acionistas. consultivos. pela falta de constituição e cobertura das garantias obrigatórias. 25 será fixada e aplicada pela ANS no âmbito de suas atribuições. de cessão ou promessa de cessão de direitos. de 2001) Art. 26. entre operadoras e usuários de planos privados de assistência à saúde. de 21 de novembro de 1966.000. podendo ampliá-las. fiscais e assemelhados às seguintes penalidades. sujeitam a operadora dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. bem como em entidades de previdência privada. membros de conselhos administrativos.177-44.cancelamento da autorização de funcionamento e alienação da carteira da operadora. de 18 de novembro de 1966. de promessa de compra e venda.

(Incluído pela Medida Provisória nº 2. será extinto o processo.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. no prazo estabelecido.000. 28. acarreta a revogação da suspensão do processo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.corrigir as irregularidades. de 2001) § 4o O descumprimento do termo de compromisso de ajuste de conduta. dentro do prazo de dois anos. recursos e seus efeitos. não inferior a R$ 5. de 2001) Art. obrigando-se a: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) I . de 2001) § 3o A assinatura do termo de compromisso de ajuste de conduta não importa confissão do compromissário quanto à matéria de fato.177-44. de 2001) § 7o Não poderá ser firmado termo de compromisso de ajuste de conduta quando tiver havido descumprimento de outro termo de compromisso de ajuste de conduta nos termos desta Lei. 19. (Revogado pela Medida Provisória nº 2. As infrações serão apuradas mediante processo administrativo que tenha por base o auto de infração.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) II . cabendo à ANS dispor sobre normas para instauração. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. 29. de 2001) § 9o A ANS regulamentará a aplicação do disposto nos §§ 1o a 7o deste artigo. de 2001) I . necessariamente. ser suspenso. as seguintes cláusulas: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. a representação ou a denúncia positiva dos fatos irregulares. pela ANS.prestadora de serviço e a gravidade da infração. de 2001) § 2o O termo de compromisso de ajuste de conduta conterá.00 (um milhão de reais) de acordo com o porte econômico da operadora ou da prestadora de serviço.177-44. e (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. sem prejuízo da aplicação da multa a que se refere o inciso II do § 2 o. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. quando houver interesse na implementação de práticas que consistam em vantagens para os consumidores.obrigações do compromissário de fazer cessar a prática objeto da apuração. com vistas a assegurar a manutenção da qualidade dos serviços de assistência à saúde.177-44. a título excepcional. perante a diretoria colegiada. instâncias e prazos. que terá eficácia de título executivo extrajudicial. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 1o O processo administrativo. de 2001) 36 . de 2001) § 8o O termo de compromisso de ajuste de conduta deverá ser publicado no Diário Oficial da União.000. de 2001) § 1o O termo de compromisso referido no caput não poderá implicar restrição de direitos do usuário. de 2001) § 6o Suspende-se a prescrição durante a vigência do termo de compromisso de ajuste de conduta. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. inclusive indenizando os prejuízos delas decorrentes.177-44.000. 29-A. nem reconhecimento de ilicitude da conduta em apuração. de 2001) § 5o Cumpridas as obrigações assumidas no termo de compromisso de ajuste de conduta. se a operadora ou prestadora de serviço assinar termo de compromisso de ajuste de conduta.177-44.177-44.177-44.177-44.00 (cinco mil reais) e não superior a R$ 1.177-44. de 2001) Art.177-44. de 2001) Art. de 2001) II . poderá.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.cessar a prática de atividades ou atos objetos da apuração.177-44.177-44. antes de aplicada a penalidade.valor da multa a ser imposta no caso de descumprimento. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. ressalvado o disposto no § 6 o do art. A ANS poderá celebrar com as operadoras termo de compromisso.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.

de 2001) 37 . 1o desta Lei. a todo o grupo familiar inscrito quando da vigência do contrato de trabalho. § 2o. à razão de um ano para cada ano de contribuição. de 2001) § 6o Nos planos coletivos custeados integralmente pela empresa. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 1o Ao aposentado que contribuir para planos coletivos de assistência à saúde por período inferior ao estabelecido no caput é assegurado o direito de manutenção como beneficiário. desde que assuma o pagamento integral do mesmo. nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho. 30. é assegurado o direito de manutenção como beneficiário. 3o. nas mesmas condições de cobertura assistencial de que gozava quando da vigência do contrato de trabalho. de 2001) § 2o A manutenção de que trata este artigo é extensiva. nos termos do disposto neste artigo. 1o desta Lei. 32. no caso de rescisão ou exoneração do contrato de trabalho sem justa causa. em decorrência de vínculo empregatício. 30. observar-se-ão as mesmas condições estabelecidas nos §§ 2o e 4o do art. Art. na utilização dos serviços de assistência médica ou hospitalar.177-44.177-44.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. § 5o A condição prevista no caput deste artigo deixará de existir quando da admissão do consumidor titular em novo emprego. desde que assuma o seu pagamento integral. de 2001) § 3o O descumprimento injustificado do termo de compromisso poderá importar na aplicação da penalidade de multa a que se refere o inciso II. ou sucessores.177-44. 29 desta Lei. em procedimentos. integrantes do Sistema Único de Saúde . observar-se-ão as mesmas condições estabelecidas nos §§ 2o. § 4o O direito assegurado neste artigo não exclui vantagens obtidas pelos empregados decorrentes de negociações coletivas de trabalho. 1o desta Lei. § 3o Em caso de morte do titular. prestados a seus consumidores e respectivos dependentes. de 2001) § 1o O período de manutenção da condição de beneficiário a que se refere o caput será de um terço do tempo de permanência nos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. Ao consumidor que contribuir para produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. de acordo com normas a serem definidas pela ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art. como fator de moderação. desde que assuma o seu pagamento integral. 1o. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. pelo prazo mínimo de dez anos. em instituições públicas ou privadas.177-44.177-44. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. do art.§ 2o Na definição do termo de que trata este artigo serão considerados os critérios de aferição e controle da qualidade dos serviços a serem oferecidos pelas operadoras.177-44.177-44. 31. obrigatoriamente. 5o e 6o do art. 30. com um mínimo assegurado de seis meses e um máximo de vinte e quatro meses. conveniadas ou contratadas. de 2001) Art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. em decorrência de vínculo empregatício. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. os serviços de atendimento à saúde previstos nos respectivos contratos.177-44. o direito de permanência é assegurado aos dependentes cobertos pelo plano ou seguro privado coletivo de assistência à saúde. Ao aposentado que contribuir para produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. Serão ressarcidos pelas operadoras dos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. é assegurado o direito de manter sua condição de beneficiário. única e exclusivamente. de 2001) § 3o Para gozo do direito assegurado neste artigo. 4o. não é considerada contribuição a co-participação do consumidor.SUS. de 2001) § 2o Para gozo do direito assegurado neste artigo.

(Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) 38 .multa de mora de dez por cento. 33.177-44. de 2001) § 6o O produto da arrecadação dos juros e da multa de mora serão revertidos ao Fundo Nacional de Saúde. de 2011) § 4o O ressarcimento não efetuado no prazo previsto no § 3o será cobrado com os seguintes acréscimos: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. à razão de um por cento ao mês ou fração. de 2001) Art. de 2001) § 1o Sem prejuízo do disposto no art. a possibilidade de optar pela adaptação ao sistema previsto nesta Lei. (Redação dada pela Lei nº 12. cabendo-lhe. As pessoas jurídicas que executam outras atividades além das abrangidas por esta Lei deverão. em nível superior. bem como àqueles com contratos celebrados entre 2 de setembro de 1998 e 1 o de janeiro de 1999. de 2001) I . de 2001) § 9o Os valores a que se referem os §§ 3o e 6o deste artigo não serão computados para fins de aplicação dos recursos mínimos nas ações e serviços públicos de saúde nos termos da Constituição Federal. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. com ou sem fins lucrativos. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 35. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. assegurada aos consumidores com contratos anteriores.469. de 2001) § 3o A operadora efetuará o ressarcimento até o 15 o (décimo quinto) dia da data de recebimento da notificação de cobrança feita pela ANS. de 2001) § 7o A ANS disciplinará o processo de glosa ou impugnação dos procedimentos encaminhados.juros de mora contados do mês seguinte ao do vencimento. assinado pelos contratantes.177-44. 34.177-44. de 2011) § 2o Para a efetivação do ressarcimento. (Redação dada pela Lei nº 12.§ 1o O ressarcimento será efetuado pelas operadoras ao SUS com base em regra de valoração aprovada e divulgada pela ANS.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. Art.469. sem ônus adicional. a adaptação dos contratos de que trata este artigo deverá ser formalizada em termo próprio. mediante crédito ao Fundo Nacional de Saúde FNS. (Incluído pela Lei nº 12.469. na forma da legislação em vigor e em especial desta Lei e de seus regulamentos. 35-E. inclusive. especificamente para operar planos privados de assistência à saúde. Havendo indisponibilidade de leito hospitalar nos estabelecimentos próprios ou credenciados pelo plano. a ANS disponibilizará às operadoras a discriminação dos procedimentos realizados para cada consumidor.177-44. conforme previsto no § 2o deste artigo. constituir pessoas jurídicas independentes.177-44.469.177-44. de 2011) Art. Aplicam-se as disposições desta Lei a todos os contratos celebrados a partir de sua vigência. (Redação dada pela Lei nº 12. de 2011) § 8o Os valores a serem ressarcidos não serão inferiores aos praticados pelo SUS e nem superiores aos praticados pelas operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. a qual compete a cobrança judicial dos respectivos créditos. de 2001) II . de acordo com as normas a serem definidas pela ANS. é garantido ao consumidor o acesso à acomodação. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.177-44. na forma e no prazo definidos pela ANS. estabelecer procedimentos para cobrança dos valores a serem ressarcidos. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 5o Os valores não recolhidos no prazo previsto no § 3o serão inscritos em dívida ativa da ANS.

§ 2o Quando a adaptação dos contratos incluir aumento de contraprestação pecuniária, a composição da base de cálculo deverá ficar restrita aos itens correspondentes ao aumento de cobertura, e ficará disponível para verificação pela ANS, que poderá determinar sua alteração quando o novo valor não estiver devidamente justificado. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 3o A adaptação dos contratos não implica nova contagem dos períodos de carência e dos prazos de aquisição dos benefícios previstos nos arts. 30 e 31 desta Lei, observados, quanto aos últimos, os limites de cobertura previstos no contrato original. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 4o Nenhum contrato poderá ser adaptado por decisão unilateral da empresa operadora. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 5o A manutenção dos contratos originais pelos consumidores não-optantes tem caráter personalíssimo, devendo ser garantida somente ao titular e a seus dependentes já inscritos, permitida inclusão apenas de novo cônjuge e filhos, e vedada a transferência da sua titularidade, sob qualquer pretexto, a terceiros. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 6o Os produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei, contratados até 1o de janeiro de 1999, deverão permanecer em operação, por tempo indeterminado, apenas para os consumidores que não optarem pela adaptação às novas regras, sendo considerados extintos para fim de comercialização. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 7o Às pessoas jurídicas contratantes de planos coletivos, não-optantes pela adaptação prevista neste artigo, fica assegurada a manutenção dos contratos originais, nas coberturas assistenciais neles pactuadas. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 8o A ANS definirá em norma própria os procedimentos formais que deverão ser adotados pelas empresas para a adatação dos contratos de que trata este artigo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) Art. 35-A. Fica criado o Conselho de Saúde Suplementar - CONSU, órgão colegiado integrante da estrutura regimental do Ministério da Saúde, com competência para: (Vigência) (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) I - estabelecer e supervisionar a execução de políticas e diretrizes gerais do setor de saúde suplementar; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) II - aprovar o contrato de gestão da ANS; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) III - supervisionar e acompanhar as ações e o funcionamento da ANS; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) IV - fixar diretrizes gerais para implementação no setor de saúde suplementar sobre: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) a) aspectos econômico-financeiros; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) b) normas de contabilidade, atuariais e estatísticas; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) c) parâmetros quanto ao capital e ao patrimônio líquido mínimos, bem assim quanto às formas de sua subscrição e realização quando se tratar de sociedade anônima; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) d) critérios de constituição de garantias de manutenção do equilíbrio econômicofinanceiro, consistentes em bens, móveis ou imóveis, ou fundos especiais ou seguros garantidores; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001)

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e) criação de fundo, contratação de seguro garantidor ou outros instrumentos que julgar adequados, com o objetivo de proteger o consumidor de planos privados de assistência à saúde em caso de insolvência de empresas operadoras; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) V - deliberar sobre a criação de câmaras técnicas, de caráter consultivo, de forma a subsidiar suas decisões. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) Parágrafo único. A ANS fixará as normas sobre as matérias previstas no inciso IV deste artigo, devendo adequá-las, se necessário, quando houver diretrizes gerais estabelecidas pelo CONSU. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) Art. 35-B. O CONSU será integrado pelos seguintes Ministros de Estado: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) (Vigência) (composiçaõ: vide Dec.4.044, de 6.12.2001) I - Chefe da Casa Civil da Presidência da República, na qualidade de Presidente; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) II - da Saúde; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) III - da Fazenda; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) IV - da Justiça; e (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) V - do Planejamento, Orçamento e Gestão. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 1o O Conselho deliberará mediante resoluções, por maioria de votos, cabendo ao Presidente a prerrogativa de deliberar nos casos de urgência e relevante interesse, ad referendum dos demais membros. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 2o Quando deliberar ad referendum do Conselho, o Presidente submeterá a decisão ao Colegiado na primeira reunião que se seguir àquela deliberação. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 3o O Presidente do Conselho poderá convidar Ministros de Estado, bem assim outros representantes de órgãos públicos, para participar das reuniões, não lhes sendo permitido o direito de voto. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 4o O Conselho reunir-se-á sempre que for convocado por seu Presidente. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 5o O regimento interno do CONSU será aprovado por decreto do Presidente da República. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 6o As atividades de apoio administrativo ao CONSU serão prestadas pela ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 7o O Presidente da ANS participará, na qualidade de Secretário, das reuniões do CONSU. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) Art. 35-C. É obrigatória a cobertura do atendimento nos casos: (Redação dada pela Lei nº 11.935, de 2009) I - de emergência, como tal definidos os que implicarem risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do médico assistente; (Redação dada pela Lei nº 11.935, de 2009) II - de urgência, assim entendidos os resultantes de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional; (Redação dada pela Lei nº 11.935, de 2009) III - de planejamento familiar. (Incluído pela Lei nº 11.935, de 2009)

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Parágrafo único. A ANS fará publicar normas regulamentares para o disposto neste artigo, observados os termos de adaptação previstos no art. 35. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) Art. 35-D. As multas a serem aplicadas pela ANS em decorrência da competência fiscalizadora e normativa estabelecida nesta Lei e em seus regulamentos serão recolhidas à conta daquela Agência, até o limite de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) por infração, ressalvado o disposto no § 6o do art. 19 desta Lei. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) (Vigência) Art. 35-E. A partir de 5 de junho de 1998, fica estabelecido para os contratos celebrados anteriormente à data de vigência desta Lei que: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) (Vigência) I - qualquer variação na contraprestação pecuniária para consumidores com mais de sessenta anos de idade estará sujeita à autorização prévia da ANS; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) II - a alegação de doença ou lesão preexistente estará sujeita à prévia regulamentação da matéria pela ANS; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) III - é vedada a suspensão ou a rescisão unilateral do contrato individual ou familiar de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 1o desta Lei por parte da operadora, salvo o disposto no inciso II do parágrafo único do art. 13 desta Lei; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) IV - é vedada a interrupção de internação hospitalar em leito clínico, cirúrgico ou em centro de terapia intensiva ou similar, salvo a critério do médico assistente. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) § 1o Os contratos anteriores à vigência desta Lei, que estabeleçam reajuste por mudança de faixa etária com idade inicial em sessenta anos ou mais, deverão ser adaptados, até 31 de outubro de 1999, para repactuação da cláusula de reajuste, observadas as seguintes disposições: (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) I - a repactuação será garantida aos consumidores de que trata o parágrafo único do art. 15, para as mudanças de faixa etária ocorridas após a vigência desta Lei, e limitar-se-á à diluição da aplicação do reajuste anteriormente previsto, em reajustes parciais anuais, com adoção de percentual fixo que, aplicado a cada ano, permita atingir o reajuste integral no início do último ano da faixa etária considerada; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) II - para aplicação da fórmula de diluição, consideram-se de dez anos as faixas etárias que tenham sido estipuladas sem limite superior; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) III - a nova cláusula, contendo a fórmula de aplicação do reajuste, deverá ser encaminhada aos consumidores, juntamente com o boleto ou título de cobrança, com a demonstração do valor originalmente contratado, do valor repactuado e do percentual de reajuste anual fixo, esclarecendo, ainda, que o seu pagamento formalizará esta repactuação; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) IV - a cláusula original de reajuste deverá ter sido previamente submetida à ANS; (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001) V - na falta de aprovação prévia, a operadora, para que possa aplicar reajuste por faixa etária a consumidores com sessenta anos ou mais de idade e dez anos ou mais de contrato, deverá submeter à ANS as condições contratuais acompanhadas de nota técnica, para, uma vez aprovada a cláusula e o percentual de reajuste, adotar a diluição prevista neste parágrafo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44, de 2001)

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177-44. 35-J. O diretor técnico ou fiscal ou o liquidante são obrigados a manter sigilo relativo às informações da operadora às quais tiverem acesso em razão do exercício do encargo. 177o da Independência e 110o da República. fundos e provisões deverão ser registrados na ANS e não poderão ser alienados. 35 desta Lei aplica-se sem prejuízo do estabelecido neste artigo. deverão estar acompanhados de parecer conclusivo daquela Autarquia. 35-H.078. os bens pessoais dos diretores. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. Os expedientes que até esta data foram protocolizados na SUSEP pelas operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. mediante requerimento firmado pela operadora de plano de assistência à saúde e pela ANS. de 2001) Art. administradores. as alienações realizadas ou os gravames constituídos com violação deste artigo. 1o desta Lei poderão celebrar contratos de resseguro junto às empresas devidamente autorizadas a operar em tal atividade. Esta Lei entra em vigor noventa dias após a data de sua publicação. prestadores de serviço e fornecedores.177-44. a aplicação de cláusula de reajuste das contraprestações pecuniárias dependerá de prévia aprovação da ANS. sob pena de incorrer em improbidade administrativa. 35-L. de 2001) Art.177-44. Brasília.177-44. 35-G. 36. observados os termos desta Lei e do contrato firmado entre as partes. além dos débitos fiscais e trabalhistas. de 2001) § 3o O disposto no art.177-44. Aplicam-se subsidiariamente aos contratos entre usuários e operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. de 2001) Art.932. de qualquer forma. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 1o desta Lei e que forem encaminhados à ANS em conseqüência desta Lei. Os bens garantidores das provisões técnicas. de 4. 1o desta Lei as disposições da Lei no 8.177-44.§ 2o Nos contratos individuais de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. 35-M. independentemente da data de sua celebração. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) Art. gerentes e membros de conselhos da operadora de plano privado de assistência à saúde. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Renan Calheiros Pedro Malan Waldeck Ornélas José Serra Este texto não substitui o publicado no D. 35-I.O. será obrigatoriamente inscrita no competente Cartório do Registro Geral de Imóveis. A assistência a que alude o art. 3 de junho de 1998. conforme estabelecido na Lei no 9.177-44. de 2001) Art. independentemente da sua natureza jurídica. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.U. sendo nulas.1998 ******************* 42 . Responderão subsidiariamente pelos direitos contratuais e legais dos consumidores. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.6. de 2001) Art. 1o desta Lei compreende todas as ações necessárias à prevenção da doença e à recuperação. As operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1 o do art. de 2001) Art. Quando a garantia recair em bem imóvel.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 1990. manutenção e reabilitação da saúde. de pleno direito. sem prejuízo das responsabilidades civis e penais. 35-F. e regulamentações posteriores. de 2001) Art. de 20 de dezembro de 1999. 1o desta Lei. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. gravados sem prévia e expressa autorização. prometidos a alienar ou. de 2001) Parágrafo único.

Art. autonomia nas suas decisões técnicas e mandato fixo de seus dirigentes. A natureza de autarquia especial conferida à ANS é caracterizada por autonomia administrativa.estabelecer parâmetros e indicadores de qualidade e de cobertura em assistência à saúde para os serviços próprios e de terceiros oferecidos pelas operadoras. que constituirão referência básica para os fins do disposto na Lei no 9. IV . Regulamento da MP 2.961 DE 28 DE JANEIRO DE 2000. 1o É criada a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS.656.Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI No 9. inclusive quanto às suas relações com prestadores e consumidores. pela diretoria colegiada. 43 . de 30. 2o Caberá ao Poder Executivo instalar a ANS. com sede e foro na cidade do Rio de Janeiro .estabelecer as características gerais dos instrumentos contratuais utilizados na atividade das operadoras.012-2.012-2. automaticamente. regulando as operadoras setoriais. de 2000 ANS e dá outras providências. autarquia sob o regime especial. ficará a autarquia. contribuindo para o desenvolvimento das ações de saúde no País. II . 3o A ANS terá por finalidade institucional promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde. V . aprovado por decreto do Presidente da República. 4o Compete à ANS: I . com a publicação de seu regimento interno. III . devendo o seu regulamento. investida no exercício de suas atribuições.RJ. patrimonial e de gestão de recursos humanos. vinculada ao Ministério da Saúde. de 3 de junho de 1998. financeira. fixar-lhe a estrutura organizacional básica. Parágrafo único. Constituída a ANS. Art.elaborar o rol de procedimentos e eventos em saúde. prazo de duração indeterminado e atuação em todo o território nacional. Parágrafo único. e suas excepcionalidades. como órgão de regulação. normatização. Art. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA CRIAÇÃO E DA COMPETÊNCIA Art.12.propor políticas e diretrizes gerais ao Conselho Nacional de Saúde Suplementar Consu para a regulação do setor de saúde suplementar.fixar critérios para os procedimentos de credenciamento e descredenciamento de prestadores de serviço às operadoras. controle e fiscalização das atividades que garantam a assistência suplementar à saúde.99 Cria a Agência Nacional de Saúde Suplementar – Conversão da MPv nº 2.

de caráter consultivo. de 1998. observando as suas peculiaridades. XII .autorizar reajustes e revisões das contraprestações pecuniárias dos planos privados de assistência à saúde. referenciados.expedir normas e padrões para o envio de informações de natureza econômicofinanceira pelas operadoras.884. com vistas à homologação de reajustes e revisões. de 2001) XVIII .autorizar o registro e o funcionamento das operadoras de planos privados de assistência à saúde. XXI . seus prestadores de serviços. manutenção e cancelamento de registro dos produtos das operadoras de planos privados de assistência à saúde. XVI . sem prejuízo do disposto na Lei no 8.autorizar o registro dos planos privados de assistência à saúde. obrigações e normas de procedimento para garantia dos direitos assegurados nos arts. de acordo com parâmetros e diretrizes gerais fixados conjuntamente pelos Ministérios da Fazenda e da Saúde. alteração ou transferência do controle societário. contratados ou conveniados. sua cisão. 1 da Lei no 9. de 1998.definir. fusão.177-44. de 11 de junho de 1994.SUS.monitorar a evolução dos preços de planos de assistência à saúde. a segmentação das operadoras e administradoras de planos privados de assistência à saúde.estabelecer normas. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. XXII . alteração ou transferência do controle societário. XXII . de 2001) 44 . e respectivos componentes e insumos. bem assim sua cisão.estabelecer normas relativas à adoção e utilização. VII .estabelecer normas para ressarcimento ao Sistema Único de Saúde .autorizar o registro e o funcionamento das operadoras de planos privados de assistência à saúde. XI .656.VI . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. XV .estabelecer critérios de aferição e controle da qualidade dos serviços oferecidos pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde. XIV . incorporação.177-44. XIX .656. 12 da Lei no 9.656. VIII . incorporação. ouvidos previamente os órgãos do sistema de defesa da concorrência.deliberar sobre a criação de câmaras técnicas.estabelecer critérios. de mecanismos de regulação do uso dos serviços de saúde. XVII .estabelecer critérios gerais para o exercício de cargos diretivos das operadoras de planos privados de assistência à saúde. de 1998. de 1998.proceder à integração de informações com os bancos de dados do Sistema Único de Saúde. rotinas e procedimentos para concessão. 30 e 31 da Lei no 9. fusão. o XIII . XX . pelas operadoras de planos de assistência à saúde. IX .autorizar reajustes e revisões das contraprestações pecuniárias dos planos privados de assistência à saúde.decidir sobre o estabelecimento de sub-segmentações aos tipos de planos definidos nos incisos I a IV do art.estabelecer normas para registro dos produtos definidos no inciso I e no § 1 o do art. de forma a subsidiar suas decisões.normatizar os conceitos de doença e lesão preexistentes. sejam eles próprios. ouvido o Ministério da Fazenda. bem assim. para fins de aplicação da Lei no 9.656. XVII . responsabilidades. X .

bem como da rede prestadora de serviços a elas credenciadas. de 1998. XXXIV .177-44. manutenção e qualidade dos serviços prestados. XXXVIII . XXXII . e de sua regulamentação. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.656. XXVII . de 2001) 45 . XXVI . do liquidante e do responsável pela alienação de carteira. de 2001) XXXVI .XXIII .administrar e arrecadar as taxas instituídas por esta Lei.adotar as medidas necessárias para estimular a competição no setor de planos privados de assistência à saúde. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.zelar pela qualidade dos serviços de assistência à saúde no âmbito da assistência à saúde suplementar.avaliar a capacidade técnico-operacional das operadoras de planos privados de assistência à saúde para garantir a compatibilidade da cobertura oferecida com os recursos disponíveis na área geográfica de abrangência. XXVIII . XXXIX . XXXV . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. de 2001) XXXV . XXX . XXV . relativos à prestação de serviços médicos e hospitalares no âmbito da saúde suplementar.instituir o regime de direção fiscal ou técnica nas operadoras.requisitar o fornecimento de informações às operadoras de planos privados de assistência à saúde. XXXVII . direta ou indiretamente. termo de compromisso de ajuste de conduta e termo de compromisso e fiscalizar os seus cumprimentos.fiscalizar aspectos concernentes às coberturas e o cumprimento da legislação referente aos aspectos sanitários e epidemiológicos.articular-se com os órgãos de defesa do consumidor visando a eficácia da proteção e defesa do consumidor de serviços privados de assistência à saúde. de 2001) XL .celebrar.078.determinar ou promover a alienação da carteira de planos privados de assistência à saúde das operadoras.177-44. nas condições que estabelecer. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. diretor fiscal. observado o disposto na Lei no 8. XXXI . e de sua regulamentação.avaliar os mecanismos de regulação utilizados pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde.exercer o controle e a avaliação dos aspectos concernentes à garantia de acesso.proceder à liquidação extrajudicial e autorizar o liquidante a requerer a falência ou insolvência civil das operadores de planos privados de assistência à saúde.fiscalizar as atividades das operadoras de planos privados de assistência à saúde e zelar pelo cumprimento das normas atinentes ao seu funcionamento. de 1998.definir as atribuições e competências do diretor técnico.aplicar as penalidades pelo descumprimento da Lei no 9. XXXIV . XXIV .proceder à liquidação das operadoras que tiverem cassada a autorização de funcionamento.656. XXIX . pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde.promover a alienação da carteira de planos privados de assistência à saúde das operadoras.177-44.177-44. de 11 de setembro de 1990. XXXIII .fiscalizar a atuação das operadoras e prestadores de serviços de saúde com relação à abrangência das coberturas de patologias e procedimentos.fiscalizar o cumprimento das disposições da Lei no 9.

para garantir a sua eficácia em razão da situação econômica da operadora ou prestadora de serviços. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. a omissão. da 46 . de 3 de junho de 1998. a omissão.177-44.177-44.000. sejam autorizados em ato conjunto dos Ministros de Estado da Fazenda e da Saúde. ainda. sendo um deles o seu Diretor-Presidente. de 2001) a) conteúdos e modelos assistenciais. de 2001) c) direção fiscal ou técnica. de 2001) g) garantias assistenciais.estipular índices e demais condições técnicas sobre investimentos e outras relações patrimoniais a serem observadas pelas operadoras de planos de assistência à saúde. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 5o A ANS será dirigida por uma Diretoria Colegiada. podendo ser aumentada em até vinte vezes. além de unidades especializadas incumbidas de diferentes funções. de 2001) § 2o As normas previstas neste artigo obedecerão às características específicas da operadora.177-44. § 1o A recusa. especialmente no que concerne à natureza jurídica de seus atos constitutivos. um Corregedor e um Ouvidor. "f". (Incluído pela Medida Provisória nº 2. também.fixar as normas para constituição. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.XLI .177-44.177-44. a falsidade ou o retardamento injustificado de informações ou documentos solicitados pela ANS constitui infração punível com multa diária de R$ 5. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 1o A recusa. indicados e nomeados pelo Presidente da República após aprovação prévia pelo Senado Federal. de 2001) XLII . 6o A gestão da ANS será exercida pela Diretoria Colegiada.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) CAPÍTULO II DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Art. Art. devendo contar. nos termos do art. Parágrafo único. se necessário. incluindo: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de que trata o inciso XVII. para cobertura dos planos ou produtos comercializados ou disponibilizados. de acordo com o regimento interno. a falsidade ou o retardamento injustificado de informações ou documentos solicitados pela ANS constitui infração punível com multa diária de cinco mil Ufir.177-44. III. Parágrafo único. (Revogado pela Medida Provisória nº 2. podendo ser aumentada em até vinte vezes se necessário para garantir a sua eficácia em razão da situação econômica da operadora ou prestadora de serviços. Os Diretores serão brasileiros. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. com a Câmara de Saúde Suplementar. de 2001) b) adequação e utilização de tecnologias em saúde.177-44. de caráter permanente e consultivo. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. com um Procurador.177-44. de 2001) d) liquidação extrajudicial.00 (cinco mil reais). de 2001) e) procedimentos de recuperação financeira das operadoras.656. composta por até cinco Diretores.177-44. § 3o O Presidente da República poderá determinar que os reajustes e as revisões das contraprestações pecuniárias dos planos privados de assistência à saúde. A ANS contará. organização. de 2001) f) normas de aplicação de penalidades. 52. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. 1o da Lei no 9. funcionamento e fiscalização das operadoras de produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art.177-44.

condenação em processo administrativo. e deliberará com. em grau de recurso.acumulação ilegal de cargos. § 2o Dos atos praticados pelos Diretores da Agência caberá recurso à Diretoria Colegiada. dentre os membros da Diretoria Colegiada.editar normas sobre matérias de competência da ANS. assegurados o contraditório e a ampla defesa.julgar. dentre eles o Diretor-Presidente ou seu substituto legal. é vedado a ex-dirigente da ANS: I . as decisões dos Diretores. 9o Até doze meses após deixar o cargo.cumprir e fazer cumprir as normas relativas à saúde suplementar. § 2o O afastamento de que trata o § 1o não implica prorrogação ou permanência no cargo além da data inicialmente prevista para o término do mandato. a ser instaurado pelo Ministro de Estado da Saúde. no mínimo. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. no interesse da Administração. ou pelo prazo restante de seu mandato. 7o O Diretor-Presidente da ANS será designado pelo Presidente da República. 8o Após os primeiros quatro meses de exercício.representar qualquer pessoa ou interesse perante a Agência.177-44.descumprimento injustificado de objetivos e metas acordados no contrato de gestão de que trata o Capítulo III desta Lei. para cumprimento de mandato de três anos. 10.exercer a administração da ANS. § 1o A Diretoria reunir-se-á com a presença de.deter participação. mediante provocação dos interessados. até a conclusão. § 1o A Diretoria reunir-se-á com a presença de. III . três diretores. na condição de contratante ou consumidor. os dirigentes da ANS somente perderão o mandato em virtude de: I . pelo menos. III . exercer cargo ou função em organização sujeita à regulação da ANS. IV . admitida uma única recondução. § 1o Instaurado processo administrativo para apuração de irregularidades.Constituição Federal. dentre eles o Diretor-Presidente ou seu substituto legal. determinar o afastamento provisório do dirigente. de 2001) § 2o Dos atos praticados pelos Diretores caberá recurso à Diretoria Colegiada como última instância administrativa.condenação penal transitada em julgado. II . e investido na função por três anos. II . Art. três diretores. Art. empregos ou funções públicas. pelo menos. II . de 2001) 47 . três votos coincidentes.177-44. excetuando-se os interesses próprios relacionados a contrato particular de assistência à saúde suplementar. admitida uma única recondução por três anos. e IV . por solicitação do Ministro de Estado da Saúde. V .encaminhar os demonstrativos contábeis da ANS aos órgãos competentes. Art. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.elaborar e divulgar relatórios periódicos sobre suas atividades. Compete à Diretoria Colegiada: I . VI . VII . Art. poderá o Presidente da República.aprovar o regimento interno da ANS e definir a área de atuação de cada Diretor.

decidir. com a finalidade de integrar a estrutura da ANS.cumprir e fazer cumprir as decisões da Diretoria Colegiada. inclusive aquelas consideradas de efetivo exercício. 12. IV. ordenar despesas e praticar os atos de gestão necessários ao alcance dos objetivos da ANS.112. ou seu substituto. preferencialmente. de 18. os cargos de que trata o caput poderão ser ocupados por pessoal requisitado de outros órgãos e entidades da administração pública. VI e VIII do art. VII . de 11 de dezembro de 1990. 102 da Lei no 8. devendo essa ocupação ser reduzida no prazo máximo de cinco anos. II .presidir as reuniões da Diretoria Colegiada. IV .encaminhar ao Ministério da Saúde e ao Consu os relatórios periódicos elaborados pela Diretoria Colegiada. na qualidade de Presidente. A Câmara de Saúde Suplementar será integrada: I . § 6o A designação para CCSS é inacumulável com a designação ou nomeação para qualquer outra forma de comissionamento. Compete ao Diretor-Presidente: I . ressalvados os períodos a que se referem os incisos I. em caso de empate. cessando o seu pagamento durante as situações de afastamento do servidor. os valores de retribuição correspondentes e o respectivo custo global estabelecidos no Anexo I. Art. II .assinar contratos e convênios.986. no mínimo noventa por cento são de ocupação exclusiva de empregados do quadro efetivo.2000) § 1o Os cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores . 48 . em comissão e funções de confiança. Art. Art. nas deliberações da Diretoria Colegiada.por um representante de cada Ministério a seguir indicado: a) da Fazenda. por integrantes do quadro de pessoal da autarquia. provendo os cargos efetivos. São criados os cargos em comissão de Natureza Especial.§ 3o O recurso a que se refere o § 2o terá efeito suspensivo. na qualidade de Secretário. III .decidir nas questões de urgência ad referendum da Diretoria Colegiada. do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores . (Revogado pela Lei nº 9. 13. de 10 de dezembro de 1997. V . § 3o Enquanto não estiverem completamente preenchidas as vagas do quadro de pessoal efetivo da ANS. com as alterações da Lei no 9. § 5o Cabe à Diretoria Colegiada dispor sobre a realocação dos quantitativos e distribuição dos CCSS dentro de sua estrutura organizacional. § 2o Do total de CCSS. relacionados no Anexo I desta Lei. observados os níveis hierárquicos. salvo quando a matéria que lhe constituir o objeto envolver risco à saúde dos consumidores. VIII .DAS e os Cargos Comissionados de Saúde Suplementar CCSS.representar legalmente a ANS. III . § 4o O servidor ou empregado investido em CCSS perceberá os vencimentos do cargo efetivo. VI .nomear ou exonerar servidores.DAS serão exercidos. 11.pelo Diretor-Presidente da ANS. acrescidos do valor do cargo comissionado para o qual tiver sido designado. nos termos da legislação em vigor. e exercer o poder disciplinar.7.527.por um diretor da ANS. cabendo à Diretoria Colegiada dispor sobre o provimento dos dez por cento restantes.

Estabelecimentos e Serviços.177-44. i) Confederação das Santas Casas de Misericórdia. p) Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização. de 2001) 49 . a) do segmento de autogestão de assistência à saúde.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. Hospitais e Entidades Filantrópicas. o) Social Democracia Sindical. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. e) Conselho Federal de Odontologia. f) Conselho Federal de Enfermagem. de 2001) c) das cooperativas de serviços médicos que atuem na saúde suplementar. d) da Justiça. g) Federação Brasileira de Hospitais. c) Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde.por um representante de cada entidade a seguir indicada: a) de defesa do consumidor. Hospitais. d) das empresas de medicina de grupo. h) Confederação Nacional de Saúde. l) Confederação Nacional do Comércio. d) Conselho Federal de Medicina.b) da Previdência e Assistência Social. b) Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde.por um representante de cada órgão e entidade a seguir indicados: a) Conselho Nacional de Saúde.17744. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. b) de associações de consumidores de planos privados de assistência à saúde. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. n) Força Sindical. c) do Trabalho e Emprego. c) do segmento de auto-gestão de assistência à saúde.177-44. de 2001) q) Associação Médica Brasileira. de 2001) V . e) das cooperativas de serviços médicos que atuem na saúde suplementar. e) da Saúde.177-44. IV . de 2001) d) das empresas de odontologia de grupo.177-44. de 2001) b) das empresas de medicina de grupo. m) Central Única dos Trabalhadores. j) Confederação Nacional da Indústria. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.

17. de 2001) c) das entidades de portadores de deficiência e de patologias especiais. O descumprimento injustificado do contrato de gestão implicará a dispensa do Diretor-Presidente.e) das cooperativas de serviços odontológicos que atuem na área de saúde suplementar. 14.a retribuição por serviços de quaisquer natureza prestados a terceiros.o produto resultante da arrecadação da Taxa de Saúde Suplementar de que trata o art. objetivamente.177-44. 18. de 2001) CAPÍTULO III DO CONTRATO DE GESTÃO Art. 15.177-44.177-44.177-44. os seus representantes e respectivos suplentes na Câmara de Saúde Suplementar. h) das entidades de portadores de deficiência e de patologias especiais. II . de 2001) f) das empresas de odontologia de grupo. dentro de cada categoria. III . os que lhe forem conferidos ou os que venha a adquirir ou incorporar.o produto da arrecadação das multas resultantes das suas ações fiscalizadoras. pelo Presidente da República. no prazo máximo de cento e vinte dias seguintes à designação do DiretorPresidente da autarquia. 50 . (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. Constituem receitas da ANS: I . negociado entre seu Diretor-Presidente e o Ministro de Estado da Saúde e aprovado pelo Conselho de Saúde Suplementar. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. DAS RECEITAS E DA GESTÃO FINANCEIRA Art.177-44.177-44. § 2o As entidades de que tratam as alíneas dos incisos V e VI escolherão entre si. a sua atuação administrativa e o seu desempenho. mediante solicitação do Ministro de Estado da Saúde. de 2001) a) de defesa do consumidor. CAPÍTULO IV DO PATRIMÔNIO.por dois representantes de entidades a seguir indicadas: (Incluído pela Medida Provisória nº 2. Constituem patrimônio da ANS os bens e direitos de sua propriedade. Parágrafo único. g) das cooperativas de serviços odontológicos que atuem na área de saúde suplementar. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. bem assim os indicadores que permitam avaliar. A administração da ANS será regida por um contrato de gestão. 16. de 2001) § 1o Os membros da Câmara de Saúde Suplementar serão designados pelo DiretorPresidente da ANS. Art. O contrato de gestão estabelecerá os parâmetros para a administração interna da ANS. VI . de 2001) b) de associações de consumidores de planos privados de assistência à saúde. Art. § 2o As entidades de que trata as alíneas do inciso V escolherão entre si dentro de cada categoria o seu representante e respectivo suplente na Câmara de Saúde Suplementar. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.

deduzido o percentual total de descontos apurado em cada plano. junho. 20. na forma definida pelo Poder Executivo. não serão incluídos os maiores de sessenta anos. § 5o Até 31 de dezembro de 2000. a Taxa de Saúde Suplementar será devida quando da protocolização do requerimento e de acordo com o regulamento da ANS. alteração de dados referente ao produto.IV . subvenções e outros recursos que lhe forem destinados. legados. § 3o Para fins do inciso II deste artigo. a Taxa de Saúde Suplementar será devida anualmente e recolhida até o último dia útil do primeiro decêndio dos meses de março. § 1o Para fins do cálculo do número médio de usuários de cada plano privado de assistência à saúde. IX . previsto no inciso I deste artigo. poderão fazer jus a isenção ou redução da respectiva Taxa de Saúde Suplementar. Parágrafo único. os casos de alteração de dados referentes ao produto ou à operadora que não produzam conseqüências para o consumidor ou o mercado de saúde suplementar. X . VI . serviço ou contrato com a finalidade de garantir a assistência à saúde visando a assistência médica. cooperativa ou entidade de autogestão.as doações. conforme os valores constantes da Tabela que constitui o Anexo III desta Lei. VIII . XI . Art. pedido de reajuste de contraprestação pecuniária.00 (dois reais) pelo número médio de usuários de cada plano privado de assistência à saúde. 18. conforme disposto em resolução da Diretoria Colegiada da ANS. II .por plano de assistência à saúde. Art. alteração de dados referente à operadora. setembro e dezembro e de acordo com o disposto no regulamento da ANS.quaisquer outras receitas não especificadas nos incisos I a X deste artigo. na forma definida pelo Poder Executivo. acordos ou contratos celebrados com entidades ou organismos nacionais e internacionais. § 4o Para fins do inciso II deste artigo. material técnico.os recursos provenientes de convênios.o produto da execução da sua dívida ativa. transferências e repasses que lhe forem conferidos.os valores apurados em aplicações no mercado financeiro das receitas previstas neste artigo. A Taxa de Saúde Suplementar será devida: I . São sujeitos passivos da Taxa de Saúde Suplementar as pessoas jurídicas. condomínios ou consórcios constituídos sob a modalidade de sociedade civil ou comercial.os valores apurados na venda ou aluguel de bens móveis e imóveis de sua propriedade. que operem produto. 51 . os valores estabelecidos no Anexo III desta Lei sofrerão um desconto de 50% (cinqüenta por cento).por registro de produto. hospitalar ou odontológica. registro de operadora. 19. Art.as dotações consignadas no Orçamento-Geral da União. créditos adicionais. de acordo com as Tabelas I e II do Anexo II desta Lei. V . VII . dados e informações. Os recursos previstos nos incisos I a IV e VI a XI deste artigo serão creditados diretamente à ANS. créditos especiais.o produto da venda de publicações. § 2o Para fins do inciso I deste artigo. e seu valor será o produto da multiplicação de R$ 2. cujo fato gerador é o exercício pela ANS do poder de polícia que lhe é legalmente atribuído. É instituída a Taxa de Saúde Suplementar.

(Incluído pela Medida Provisória nº 2. conforme o disposto na Lei no 9. A Taxa de Saúde Suplementar será recolhida em conta vinculada à ANS.multa de mora de 10% (dez por cento). em sua rede própria.§ 6o As operadoras de planos privados de assistência à saúde que se enquadram nos segmentos de autogestão por departamento de recursos humanos. 22. não recolhidos no prazo estipulado.177-44. Art. Para fins do disposto no inciso II deste artigo. de 1998. Os débitos relativos à Taxa de Saúde Suplementar poderão ser parcelados.17744. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Renumerado pela Medida Provisória nº 2.SUS. (um por cento ao mês) ou fração de mês. serão inscritos em dívida ativa da própria ANS e servirão de título executivo para cobrança judicial na forma da lei. Parágrafo único. pelo prazo de cinco anos. conforme dispuser a ANS. de 2001) § 8o As operadoras com número de usuários inferior a vinte mil poderão optar pelo recolhimento em parcela única no mês de março. de 2001) § 9o Os valores constantes do Anexo III desta Lei ficam reduzidos em cinqüenta por cento. ou de filantropia. conforme dispuser a ANS. o não recolhimento da Taxa de Saúde Suplementar implicará a perda dos descontos previstos nesta Lei.177-44. de 2001) § 7o As operadoras de planos privados de assistência à saúde que comercializam exclusivamente planos odontológicos farão jus a um desconto de cinqüenta por cento sobre o montante calculado na forma do inciso I deste artigo. Art. § 1o Os débitos relativos à Taxa de Saúde Suplementar poderão ser parcelados. ficam isentos da respectiva Taxa de Saúde Suplementar. de 2001) Art.juros de mora. as operadoras de planos privados de assistência à saúde adquirentes ficam isentas de pagamento da respectiva Taxa de Saúde Suplementar. a juízo da ANS. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. de 2001) § 2o Além dos acréscimos previstos nos incisos I e II deste artigo. nos casos de alienação compulsória de carteira. os casos de alteração de dados referentes a produtos ou a operadoras. de acordo com os critérios fixados na legislação tributária. A Taxa de Saúde Suplementar será devida a partir de 1o de janeiro de 2000. conforme dispuser a ANS. contados do mês seguinte ao do vencimento. na via administrativa ou judicial. 21. à razão de 1% a.m. além dos descontos previstos nos §§ 6o e 7o. mais de sessenta por cento do custo assistencial relativo aos gastos em serviços hospitalares referentes a seus Planos Privados de Assistência à Saúde e que prestam ao menos trinta por cento de sua atividade ao Sistema Único de Saúde . farão jus a um desconto de trinta por cento sobre o montante calculado na forma do inciso I deste artigo. 23.656. de 2001) § 10. ou que despendem. relativa aos beneficiários integrantes daquela carteira. A Taxa de Saúde Suplementar não recolhida nos prazos fixados será cobrada com os seguintes acréscimos: I . (Incluído pela Medida Provisória nº 2. (Incluído pela Medida Provisória nº 2. de 2001) § 11. até edição da norma correspondente aos seus registros definitivos. Os valores cuja cobrança seja atribuída por lei à ANS e apurados administrativamente. II . ou que tenham número de usuários inferior a vinte mil. de 2001) Art. 52 .177-44. Para fins do disposto no inciso I deste artigo. fazendo jus a um desconto de cinco por cento sobre o montante calculado na forma do inciso I deste artigo. 24. no caso das empresas com número de usuários inferior a vinte mil. de acordo com os critérios fixados na legislação tributária. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44.177-44. (Incluído pela Medida Provisória nº 2.177-44. a juízo da ANS.

científica. podendo ser prorrogadas desde que sua duração não ultrapasse o termo final da autorização de que trata o caput. a contar de sua instalação. (Revogado pela Lei 10. de 9 de dezembro de 1993. o exercício da fiscalização das operadoras de planos privados de assistência à saúde poderá ser realizado por contratado.Sipec. II .745. Art. econômica e jurídica. ao acompanhamento e à avaliação de atividades. 7o. ressalvada a participação em comissões de trabalho criadas com fim específico.12. observada a legislação em vigor. (Vide Medida Provisória nº 155. Nos termos do inciso IX do art. Excetuam-se da vedação prevista neste artigo os empregados de empresas públicas e sociedades de economia mista que mantenham sistema de assistência à saúde na modalidade de autogestão. A execução fiscal da dívida ativa será promovida pela Procuradoria da ANS. 5 o e 6o. administrativa.871. mediante análise do curriculum vitae. É vedado à ANS requisitar pessoal com vínculo empregatício ou contratual junto a entidades sujeitas à sua ação reguladora. Art. Na primeira gestão da ANS. Durante o prazo máximo de cinco anos. 9o. 8o. são consideradas necessidades temporárias de excepcional interesse público as atividades relativas à implementação. 12 e 16 da Lei no 8. no parágrafo único do art. 27. § 5o Aplica-se ao pessoal contratado temporariamente pela ANS o disposto nos arts. nos arts. A ANS poderá contratar especialistas para a execução de trabalhos nas áreas técnica. 10. 29. bem assim os respectivos responsáveis. com ônus e para ocupação de cargos comissionados. conforme dispuser o regulamento. a ANS poderá: I . as nomeações observarão os seguintes critérios: 53 . visando implementar a transição para o sistema de mandatos não coincidentes. 37 da Constituição Federal.986.2000) Parágrafo único.requisitar servidores e empregados de órgãos e entidades públicos. A ANS poderá requisitar. § 3o As contratações temporárias serão feitas por tempo determinado e observado o prazo máximo de doze meses.complementar a remuneração do servidor ou empregado requisitado. duração determinada e não integrantes da sua estrutura organizacional. é a ANS autorizada a efetuar contratação temporária por prazo não excedente a trinta e seis meses. até o limite da remuneração do cargo efetivo ou emprego ocupado no órgão ou na entidade de origem. de 18. Art. suporte administrativo e jurídico imprescindíveis à implantação da ANS. 28. quando a requisição implicar redução dessa remuneração. 30.Art. 26. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. contado da data de instalação da ANS.7. 11. servidor ou empregado requisitado ou pertencente ao Quadro da Agência ou do Ministério da Saúde. mediante designação da Diretoria Colegiada. Parágrafo único. de 2004) Art. (Revogado pela Lei nº 9. Art. independentemente da função ou atividade a ser exercida.2003) § 1o Para os fins do disposto no caput deste artigo. Durante os primeiros trinta e seis meses subseqüentes à sua instalação. servidores e empregados de órgãos e entidades integrantes da Administração Pública Federal. projetos e programas de caráter finalístico na área de regulação da saúde suplementar. § 4o A remuneração do pessoal contratado temporariamente terá como referência valores definidos em ato conjunto da ANS e do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal . 31. de 23. por projetos ou prazos limitados. § 2o A contratação de pessoal temporário poderá ser efetivada à vista de notória capacidade técnica ou científica do profissional. 25.

6 o desta Lei. a ANS poderá. Art. reconhecida idoneidade moral e registro em conselho de fiscalização de profissões regulamentadas.177-44.666.três diretores serão nomeados pelo Presidente da República.dois diretores serão nomeados na forma do parágrafo único do art. (Incluído dada pela Medida Provisória nº 2. de 16 de julho de 1997. excepcionalmente. 35. de 2001) § 2o Se a operadora ou a massa não dispuserem de recursos para custear a remuneração de que trata este artigo. em valor equivalente à do cargo em comissão de Gerência Executiva. Até que se conclua a instalação da ANS. direta ou indireta. conforme o caso. diretor técnico ou liquidante de operadora de plano de assistência à saúde com remuneração equivalente à do cargo em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores . transferir ou utilizar os saldos orçamentários do Ministério da Saúde e do Fundo Nacional de Saúde para atender as despesas de estruturação e manutenção da ANS. (Redação dada pela Medida Provisória nº 2. § 2o Dos dois diretores referidos no inciso II deste artigo.remanejar. A ANS designará pessoa física de comprovada capacidade e experiência. A ANS poderá designar servidor ou empregado da Administração Pública Federal. instalação e funcionamento da ANS. de 21 de junho de 1993. da Lei no 8. de 27 de maio de 1998. para mandato de três anos.177-44. II .I . subatividades e grupos de despesas previstos na Lei Orçamentária em vigor. símbolo CGE-III. 32. regulamentos e atos normativos para as Agências Executivas.472. de nível 5. Parágrafo único. promover este pagamento. 36. as obrigações. de 2001) § 1o A remuneração do diretor técnico. 33. 24. os direitos e as receitas do Ministério da Saúde e de seus órgãos. (Incluído dada pela Medida Provisória nº 2. III . 54 a 58 da Lei no 9. É o Poder Executivo autorizado a: I . 33. nível III.sub-rogar contratos ou parcelas destes relativos à manutenção. um será nomeado para mandato de quatro anos e o outro. parágrafo único. Art. as prerrogativas e flexibilidades de gestão previstas em lei. de 2001) Art. Aplica-se à ANS o disposto no art.DAS. necessários ao desempenho de suas funções. 34. após a assinatura e enquanto estiver vigendo o contrato de gestão. § 1o Dos três diretores referidos no inciso I deste artigo. alterado pela Lei no 9. do diretor fiscal ou do liquidante deverá ser suportada pela operadora ou pela massa. dois serão nomeados para mandato de quatro anos e um. ressarcindo-se dos valores despendidos com juros e correção monetária junto à operadora ou à massa. Aplica-se à ANS o disposto nos arts. Art. II . para mandato de três anos.transferir para a ANS o acervo técnico e patrimonial. de diretor técnico ou de liquidante de operadora de planos privados de assistência à saúde. observados os mesmos subprojetos. utilizando como recursos as dotações orçamentárias destinadas às atividades finalísticas e administrativas. São estendidas à ANS. Art. 54 .648. para exercer o encargo de diretor fiscal. por indicação do Ministro de Estado da Saúde. Art.177-44. são o Ministério da Saúde e a Fundação Nacional de Saúde incumbidos de assegurar o suporte administrativo e financeiro necessário ao funcionamento da Agência. para exercer o encargo de diretor fiscal.

Até a efetiva implementação da ANS. praticando todos os atos processuais necessários. bem assim às suas operadoras. promoverão. no prazo de cento e oitenta dias. Art. Art. a critério da Diretoria Colegiada.U. de 29. levantamento dos processos judiciais em curso. 41. 28 de janeiro de 2000. 40. aos produtos de que tratam o inciso I e o § 1o do art. Art. A Advocacia-Geral da União e o Ministério da Saúde.656. por intermédio de sua Consultoria Jurídica. no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias. § 2o Enquanto não operada a substituição na forma do § 1 o. naqueles processos judiciais. Art. a Taxa de Saúde Suplementar instituída por esta Lei poderá ser recolhida ao Fundo Nacional de Saúde. O Poder Executivo. enviará projeto de lei tratando da matéria objeto da presente Lei. Extra) ANEXO II TABELA I DESCONTOS POR ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA DO PLANO Abrangência Geográfica Nacional Grupo de Estados Estadual Grupo de Municípios Municipal Desconto (%) 5 10 15 20 25 TABELA II DESCONTOS POR COBERTURA MÉDICO-HOSPITALAR-ODONTOLÓGICA OFERECIDA Cobertura Ambulatorial (A) A+Hospitalar (H) A+H +Odontológico (O) A+H+Obstetrícia (OB) Desconto (%) 20 6 4 4 55 . 179o da Independência e 112o da República. será requerida mediante petição subscrita pela Advocacia-Geral da União. a Advocacia-Geral da União permanecerá no feito. mediante comissão conjunta. de 1998. envolvendo matéria cuja competência tenha sido transferida à ANS. § 1o A substituição a que se refere o caput. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 37. requerendo a intimação da Procuradoria da ANS para assumir o feito. O disposto nesta Lei aplica-se.O. a qual substituirá a União nos respectivos processos. 39.Art. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO José Serra Este texto não substitui o publicado no D. 1o da Lei no 9. 38. no que couber.1. Brasília. dirigida ao Juízo ou Tribunal competente. inclusive da estrutura física e do funcionamento da ANS.2000 (Ed.

00 1. 179o da Independência e 112o da República.ANS e o correspondente Quadro Demonstrativo dos Cargos de Natureza Especial.000.00 500. 2o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. na forma dos Anexos I e II a este Decreto. 84.327.000. DE 5 DE JANEIRO DE 2000. 1o Ficam aprovados.012-2.ANS. 5 de janeiro de 2000.00 1.00 2. Art. no uso da atribuição que lhe confere o art.00 Aprova o Regulamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar .A+H+OB+O A+O H H+O H+OB H+OB+O O 2 14 16 14 14 12 32 ANEXO III ATOS DE SAÚDE SUPLEMENTAR Atos de Saúde Suplementar Registro de Produto Registro de Operadora Alteração de Dados – Produto Alteração de Dados – Operadora Pedido de Reajuste de Mensalidade Valor (R$) 1. em Comissão e Comissionados. da Constituição.961. DECRETA: Art.000. de 28. Vide Lei 9.00 ********************* Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO No 3.1. de 30 de dezembro de 1999. o Regulamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar . O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. e dá outras providências.000. Brasília. 56 . e tendo em vista o disposto na Medida Provisória n o 2. incisos IV e VI.

sendo-lhe assegurado. de 1999. § 4o A ANS é o órgão de regulação.012-2.FERNANDO HENRIQUE CARDOSO José Serra Martus Tavares ANEXO I REGULAMENTO DA AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art.656. de 1998. é uma autarquia sob regime especial. § 1o A natureza de autarquia especial conferida à ANS é caracterizada por autonomia administrativa. § 3o A ANS tem sede e foro na cidade de Brasília . com personalidade jurídica de direito público. com mandato fixo de seus dirigentes. V .elaborar o rol de procedimentos e eventos em saúde. com prazo de duração indeterminado e atuação em todo território nacional. controle e fiscalização de atividades que garantam a assistência suplementar à saúde. 35-A da Lei n o 9. políticas e diretrizes gerais ao Conselho Nacional de Saúde Suplementar . de 30 de dezembro de 1999.propor normas relativas às matérias tratadas no inciso IV do art. que constituirão referência básica para os fins do disposto na Lei no 9. bem como. e suas excepcionalidades. regulando as operadoras setoriais. III .012-2.CONSU para a regulação do setor de saúde suplementar. IV . 1o A Agência Nacional de Saúde Suplementar . nos termos da Medida Provisória no 2.ANS. 2o A ANS terá por finalidade institucional promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde.656. normatização. as prerrogativas necessárias ao exercício adequado de suas atribuições. patrimonial e de gestão de recursos humanos. 57 . 1o da Medida Provisória no 2.estabelecer as características gerais dos instrumentos contratuais utilizados na atividade das operadoras. financeira.estabelecer parâmetros e indicadores de qualidade e de cobertura em assistência à saúde para os serviços próprios e de terceiros oferecidos pelas operadoras.estabelecer normas para ressarcimento ao Sistema Único de Saúde. CAPÍTULO II DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Seção I Das Competências Art. de 3 de junho de 1998. § 2o A ANS atuará como entidade administrativa independente. contribuindo para o desenvolvimento das ações de saúde no País. técnica. criada pelo art.fixar critérios para os procedimentos de credenciamento e descredenciamento de prestadores de serviço às operadoras. VI . 3o Compete à ANS: I . inclusive quanto à suas relações com prestadores e consumidores.DF. Art. podendo manter unidade administrativa em outras localidades. II . vinculada ao Ministério da Saúde.

XX .656. de caráter consultivo. de 1998. direta ou indiretamente. XII . XXII .normatizar os conceitos de doença e lesão preexistentes.656. de 1998. XVIII . fusão. 58 . XVII .regulamentar outras questões relativas à saúde suplementar.autorizar o registro e o funcionamento das operadoras de planos privados de assistência à saúde.monitorar a evolução dos preços de planos de assistência à saúde. XXI . VIII . XXIV . 12 da Lei no 9. e respectivos componentes e insumos. 30 e 31 da Lei n o 9. sua cisão. seus prestadores de serviços. XXV . pelas operadoras de planos de assistência à saúde.VII .autorizar reajustes e revisões das contraprestações pecuniárias dos planos privados de assistência à saúde. manutenção e cancelamento de registro dos produtos das operadoras de planos privados de assistência à saúde.exercer o controle e a avaliação dos aspectos concernentes à garantia de acesso.estabelecer critérios gerais para o exercício de cargos diretivos das operadoras de planos privados de assistência à saúde.definir.deliberar sobre a criação de câmaras técnicas. de forma a subsidiar suas decisões. de mecanismos de regulação do uso dos serviços de saúde. ouvidos previamente os órgãos do sistema de defesa da concorrência. a segmentação das operadoras e administradoras de planos privados de assistência à saúde. XIX . 1o da Lei no 9. XIV . de acordo com parâmetros e diretrizes gerais fixados conjuntamente pelos Ministérios da Fazenda e da Saúde. XXIII .avaliar a capacidade técnico-operacional das operadoras de planos privados de assistência à saúde para garantir a compatibilidade da cobertura oferecida com os recursos disponíveis na área geográfica de abrangência. observando as suas peculiaridades. para fins de aplicação da Lei no 9. XV . de 1998. IX . responsabilidades. XVI .autorizar o registro dos planos privados de assistência à saúde. incorporação. rotinas e procedimentos para concessão. XIII . referenciados.estabelecer normas para registro dos produtos definidos no inciso I e § 1o do art. com vistas à homologação de reajustes e revisões. alteração ou transferência do controle societário. sejam eles próprios.estabelecer critérios de aferição e controle da qualidade dos serviços oferecidos pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde. bem assim. manutenção e qualidade dos serviços prestados.proceder à integração de informações com os bancos de dados do Sistema Único de Saúde. pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde.estabelecer critérios.estabelecer normas relativas à adoção e utilização.decidir sobre o estabelecimento de sub-segmentações aos tipos de planos definidos nos incisos I a IV do art. contratados ou conveniados.656.expedir normas e padrões para o envio de informações de natureza econômicofinanceira pelas operadoras. de 1998.656.fiscalizar as atividades das operadoras de planos privados de assistência à saúde e zelar pelo cumprimento das normas atinentes ao seu funcionamento. X . XXVI .estabelecer normas. XI . obrigações e normas de procedimento para garantia dos direitos assegurados nos arts.

deverá comunicá-la ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE. § 4o A ANS. XXXI .aplicar as penalidades pelo descumprimento da Lei no 9. XXVIII . podendo ser aumentada em até vinte vezes se necessário. XXXVIII . para garantir a sua eficácia em razão da situação econômica da operadora ou prestadora de serviços. XXXV .656. de 1998.administrar e arrecadar as taxas instituídas pela Medida Provisória no 2. relativos à prestação de serviços médicos e hospitalares no âmbito da saúde suplementar. XXXIV . ou o retardamento injustificado de informações ou documentos solicitados pela ANS constitui infração punível com multa diária de cinco mil UFIR. e XXXIX . XXXIII . XXXII .avaliar os mecanismos de regulação utilizados pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde. 4o A ANS terá a seguinte estrutura básica: 59 .012-2. observado o disposto na Lei no 8.requisitar o fornecimento de quaisquer informações das operadoras de planos privados de assistência à saúde.fiscalizar aspectos concernentes às coberturas e aos aspectos sanitários e epidemiológicos. ao tomar conhecimento de fato que configure ou possa configurar infração à ordem econômica.656. que operem os produtos referidos no inciso I e no §1 o do art. bem como da rede prestadora de serviços a elas credenciadas. XXXVII . conforme dispuser resolução da Diretoria Colegiada.instituir o regime de direção fiscal ou técnica nas operadoras.fiscalizar o cumprimento das disposições da Lei no 9. conforme o caso. XXX . a falsidade. bem como as pessoas jurídicas. Seção II Da Estrutura Básica Art. de 11 de setembro de 1990. § 1o A recusa. § 3o Submetem-se à atuação da ANS as operadoras de plano de assistência à saúde definidas no inciso II do art. de 1999.zelar pela qualidade dos serviços de assistência à saúde no âmbito da assistência à saúde suplementar. 1o da mesma Lei.promover a alienação da carteira de planos privados de assistência à saúde das operadoras.XXVII . à Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça e à Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda.adotar as medidas necessárias para estimular a competição no setor de planos privados de assistência à saúde. no que couber. XXXVI .articular-se com os órgãos de defesa do consumidor visando a eficácia da proteção e defesa do consumidor de serviços privados de assistência à saúde. especialmente no que concerne à natureza jurídica de seus atos constitutivos. e de sua regulamentação. de 1998.656. a omissão.078. XXIX . § 2o As normas previstas neste artigo obedecerão às características específicas da operadora. e de sua regulamentação.proceder à liquidação das operadoras que tiverem cassada a autorização de funcionamento. de 1998. 1o da Lei no 9.fiscalizar a atuação das operadoras e prestadores de serviços de saúde com relação à abrangência das coberturas de patologias e procedimentos.

012-2. e V . II . observado o disposto nos arts. e investido na função por três anos. Art. composta por cinco Diretores. II . no interesse da administração. e IV . III . não coincidentes. nomeados pelo Presidente da República. após aprovação da indicação pelo Senado Federal. 7o Após os primeiros quatro meses de exercício. empregos ou funções públicas. garantidos os direitos de contraditório e de ampla defesa. excetuando-se os interesses próprios relacionados a contrato particular de assistência à saúde suplementar.descumprimento injustificado de objetivos e metas acordados no contrato de gestão de que trata o capítulo III deste Regulamento. 60 . § 1o Os Diretores serão brasileiros. ou pelo prazo que restar de seu mandato. § 3o Na hipótese de vacância de cargo diretivo da Diretoria. de 1999. O regimento interno disporá sobre a estruturação. exercer cargo ou função em organização sujeita à regulação da ANS. em virtude de: I .deter participação. atribuições e vinculação da Procuradoria. até a conclusão. § 1o Instaurado processo administrativo para apuração de irregularidades. 6o O Diretor-Presidente da ANS será designado pelo Presidente da República. admitida uma única recondução por três anos.condenação em processo administrativo. determinar o afastamento provisório do dirigente. 5o A ANS será dirigida por uma Diretoria Colegiada. Art.Ouvidoria.condenação penal transitada em julgado. pelo Presidente da República. os dirigentes da ANS somente perderão o mandato. § 2o Os Diretores poderão ser reconduzidos.Câmara de Saúde Suplementar. sendo um dos quais o seu Diretor-Presidente. Ouvidoria. por indicação do Ministro de Estado da Saúde. observado o disposto neste Regulamento. uma única vez. o novo Diretor será nomeado para cumprir período remanescente do respectivo mandato. e II . na condição de contratante ou consumidor. poderá o Presidente da República. a ser instaurado pelo Ministro de Estado da Saúde. Parágrafo único. III .acumulação ilegal de cargos. Seção III Da Diretoria Colegiada Art.Procuradoria. 8o Até doze meses após deixar o cargo. é vedado a ex-dirigente da ANS: I . IV . de acordo com os procedimentos previstos no § 1o deste artigo. Corregedoria e das demais unidades organizacionais.representar qualquer pessoa ou interesse perante a ANS. dentre os membros da Diretoria Colegiada. para cumprir mandatos de três anos. § 2o O afastamento de que trata o parágrafo anterior não implica prorrogação ou permanência no cargo além da data inicialmente prevista para o término do mandato. pelo prazo de três anos. por solicitação do Ministro de Estado da Saúde. 6o e 31 da Medida Provisória no 2.Corregedoria. Art.Diretoria Colegiada.I .

bem como: I .cumprir e fazer cumprir as decisões tomadas pela Diretoria Colegiada. a competência e a estrutura de cada Diretoria. § 4o Os atos decisórios da Diretoria Colegiada serão publicados no Diário Oficial. salvo quando a matéria que lhe constituir o objeto envolver risco à saúde dos consumidores. III . bem como as atribuições de seus dirigentes. requisição. da Corregedoria. VIII . X .coordenar as atividades das unidades organizacionais sob sua responsabilidade.desenvolver o planejamento estratégico e operacional da ANS. e VII . VII . 10. IX . V . na forma da legislação em vigor.encaminhar os demonstrativos contábeis da ANS aos órgãos competentes. sobre matérias de competência da autarquia.elaborar e propor ao CONSU e ao Ministro de Estado da Saúde as políticas. em última instância administrativa.zelar pelo desenvolvimento e credibilidade interna e externa da ANS e pela legitimidade de suas ações. § 2o Dos atos praticados pelos Diretores da ANS caberá recurso à Diretoria Colegiada.elaborar e divulgar relatórios periódicos sobre suas atividades. Art. em grau de recurso.delegar aos Diretores atribuições específicas relativas aos atos de gestão da ANS.editar normas sobre matérias de competência da ANS.Art.julgar. as decisões dos Diretores.zelar pelo cumprimento dos planos e programas da ANS. Ao Diretor-Presidente incumbe: 61 .cumprir e fazer cumprir as normas relativas à saúde suplementar. IV . dentre eles o Diretor-Presidente ou seu substituto legal. três Diretores. IV .por delegação. da Procuradoria.aprovar a cessão. da Ouvidoria e demais unidades organizacionais. II .contribuir com subsídios para propostas de ajustes e modificações na legislação. quando for o caso. Art. a responsabilidade de analisar. § 1o A Diretoria reunir-se-á com a presença de pelo menos. VI . VI . 11. São atribuições comuns aos Diretores: I . XI .exercer a administração da ANS. 9o Compete à Diretoria Colegiada. a organização. promoção e afastamento de servidores para participação em eventos de capacitação lato sensu e stricto sensu. diretrizes gerais e normas. III . do setor de saúde suplementar destinadas a permitir à ANS o cumprimento de seus objetivos. § 3o O recurso de que se refere o parágrafo anterior terá efeito suspensivo. e XII . II . discutir e decidir. V . autorizar o afastamento de funcionários do País para desempenho de atividades técnicas e de desenvolvimento profissional. necessários à modernização do ambiente institucional de atuação da ANS.praticar e expedir os atos de gestão administrativa no âmbito de suas atribuições.cumprir e fazer cumprir as disposições regulamentares no âmbito das atribuições da ANS.aprovar o regimento interno e definir a área de atuação. mediante provocação dos interessados.

14. V . IV .I . § 1o O Ministro de Estado da Saúde indicará um Diretor para substituir o Diretor-Presidente em seus impedimentos. ou seu substituto. de caráter permanente e consultivo. 62 . convênios. acordos.delegar competências previstas nos incisos VI a VIII. e V .decidir nas questões de urgência ad referendum da Diretoria Colegiada. IV . cujas competências serão estabelecidas no regimento interno.ordenar despesas e praticar atos de gestão de recursos orçamentários e financeiros e de administração.presidir as reuniões da Diretoria Colegiada.de Desenvolvimento Setorial. II . X . 13.supervisionar o funcionamento geral da ANS. 12. ajustes e outros instrumentos legais necessários ao alcance dos objetivos da ANS.encaminhar ao Ministério da Saúde e ao CONSU os relatórios periódicos elaborados pela Diretoria Colegiada. aprovar edital e homologar resultados de concursos públicos e processos seletivos. IX .pelo Diretor-Presidente da ANS. III .cumprir e fazer cumprir as decisões da Diretoria Colegiada.de Fiscalização. III . nas deliberações da Diretoria Colegiada. VII . § 2o A indicação para provimento do cargo de Procurador-Geral da ANS deverá ser submetida ao Advogado-Geral da União.decidir. Art. A ANS contará com um órgão de participação institucionalizada da sociedade denominado Câmara de Saúde Suplementar. na qualidade de Presidente. de 26 de janeiro de 1999.947. XI .de Gestão. Seção IV Da Diretoria Art. comissionados e efetivos e contratar pessoal temporário e exercer o poder disciplinar. VI . e XII .secretariar o Conselho de Saúde Suplementar e presidir a Câmara de Saúde Suplementar. Seção V Da Câmara de Saúde Suplementar Art.assinar contratos. nos termos do Decreto n o 2.de Normas e Habilitação das Operadoras. II . nos termos da legislação em vigor. nomear ou exonerar servidores e empregados públicos. A Diretoria Colegiada é composta pelas seguintes Diretorias.de Normas e Habilitação dos Produtos.representar legalmente a ANS. A Câmara de Saúde Suplementar será integrada: I . VIII . em caso de empate. I .praticar os atos de gestão de recursos humanos. provendo os cargos em comissão.

e) Conselho Federal de Odontologia. h) das entidades de portadores de deficiência e de patologias especiais. c) do Trabalho e Emprego. b) da Previdência e Assistência Social. § 1o Os membros da Câmara de Saúde Suplementar serão indicados pelas entidades e designados pelo Diretor-Presidente da ANS.por um representante das entidades a seguir indicadas: a) de defesa do consumidor. § 2o As entidades de que trata as alíneas do inciso V escolherão entre si dentro de cada categoria o seu representante na Câmara de Saúde Suplementar. d) da Justiça. h) Confederação das Misericórdias do Brasil. b) Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde.por um diretor da ANS. g) Confederação Nacional de Saúde. V . Hospitais. de ofício. i) Confederação Nacional da Indústria. d) das empresas de medicina de grupo. f) Federação Brasileira de Hospitais. j) Confederação Nacional do Comércio. na qualidade de Secretário. m) Força Sindical. c) Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde.por um representante de cada órgão e entidade a seguir indicados: a) Conselho Nacional de Saúde. b) de associações de consumidores de planos privados de assistência à saúde. III . IV . g) das cooperativas de serviços odontológicos que atuem na área de saúde suplementar.II . 63 . Estabelecimentos e Serviços. pelo Diretor-Presidente da ANS. d) Conselho Federal de Medicina. c) do segmento de auto-gestão de assistência à saúde. f) das empresas de odontologia de grupo.por um representante de cada Ministério a seguir indicado: a) da Fazenda. l) Central Única dos Trabalhadores. e) das cooperativas de serviços médicos que atuem na saúde suplementar. § 3o A não-indicação do representante por parte dos órgãos e entidades ensejará a nomeação.

III . ou quaisquer de seus integrantes. 16. III .dar ciência das infringências de normas de assistência suplementar à saúde ao DiretorPresidente da ANS. À Ouvidoria compete: I . Art.aprovar os pareceres jurídicos dos procuradores da Autarquia. bem assim com a Corregedoria e a Procuradoria. receber queixas ou denúncias que lhe forem destinadas e orientar os procedimentos necessários. inclusive examinando previamente os textos de atos normativos. direto ou indireto. intimação e notificações judiciais.executar os trabalhos de contencioso administrativo em decorrência da aplicação da legislação. A Procuradoria da ANS vincula-se à Advocacia-Geral da União. São atribuições do Procurador-Geral: I . Art. Art. A Ouvidoria atuará com independência. mediante autorização nos termos da Lei no 9.no âmbito da sua competência. Seção VII Da Ouvidoria Art.469. para fins de orientação normativa e supervisão técnica. e será indicado pelo Ministro de Estado da Saúde e nomeado pelo Presidente da República. em especial à Diretoria Colegiada. bem assim os atos de dispensa e inexigibilidade de licitação. 17.coordenar as atividades de assessoramento jurídico da ANS. § 2o É vedado ao Ouvidor ter interesse. e IV . Compete à Procuradoria: I . 15. IV . os editais de licitação. e ao Ministério Público. e II .desistir. e VII . VI . firmar compromisso e confessar nas ações de interesse da ANS. o Câmara de Saúde Suplementar. admitida uma recondução. inerentes a suas atividades. não tendo vinculação hierárquica com a Diretoria Colegiada. II . de 10 de julho de 1997.representar ao Ministério Público para início de ação pública de interesse da ANS.assistir às autoridades da ANS no controle interno da legalidade administrativa dos atos a serem praticados. inclusive o seu encaminhamento às autoridades competentes para providências.representar judicialmente a ANS. transigir. com prerrogativas processuais de Fazenda Pública e com poderes para receber citação.apurar a liquidez e certeza dos créditos. 18.Seção VI Da Procuradoria Art. V . contratos e outros atos dela decorrentes. para fins de cobrança extrajudicial ou judicial.executar as atividades de consultoria e assessoramento jurídico. à Procuradoria e à Corregedoria da ANS.formular e encaminhar as denúncias e queixas aos órgãos competentes. § 1o O Ouvidor terá mandato de dois anos. 19. II . 64 .emitir pareceres jurídicos. de qualquer natureza. inscrevendo-os em dívida ativa. em quaisquer empresas ou pessoas sujeitas à área de atuação da ANS. nos casos em que couber.

tomar as providências necessárias ao saneamento das irregularidades e ilegalidades constatadas. Parágrafo único. Art.fiscalizar a legalidade das atividades funcionais dos servidores. sendo o caso. II .instaurar de ofício ou por determinação superior. Parágrafo único. vinculados direta ou indiretamente às atividades da ANS. Art. sindicâncias e processo administrativos disciplinares. bem como qualquer ato de improbidade administrativa. III . sugerindo as medidas necessárias à racionalização e eficiência dos serviços. 23. A administração da ANS será regida por um contrato de gestão. Seção VIII Da Corregedoria Art. O contrato de gestão estabelecerá os parâmetros para a administração interna da ANS. Parágrafo único.produzir. 22.promover as ações necessárias à apuração da veracidade das reclamações e denúncia e.ouvir as reclamações de qualquer cidadão.Art. semestralmente. CAPÍTULO III DO CONTRATO DE GESTÃO Art. O Diretor-Presidente da ANS providenciará os meios adequados ao exercício das atividades da Ouvidoria. À Corregedoria compete: I . praticados por agentes ou servidores públicos de qualquer natureza. 24. 20. O Corregedor será nomeado pelo Ministro de Estado da Saúde por indicação da Diretoria Colegiada da ANS. relativas a infringências de normas da assistência suplementar à saúde. ou quando oportuno. encaminhando-as à Diretoria Colegiada. O descumprimento injustificado do contrato de gestão implicará na dispensa do Diretor-Presidente. mediante solicitação do Ministro de Estado da Saúde. e IV . III . e IV . negociado entre seu Diretor-Presidente e o Ministro de Estado da Saúde e aprovado pelo Conselho de Saúde Suplementar. a atuação administrativa e o seu desempenho. objetivamente. pelo Presidente da República. ao CONSU e ao Ministério da Saúde. 21. CAPÍTULO IV 65 . submetendo-os à decisão do Diretor-Presidente da ANS. dos órgãos e das unidades da ANS. bem como os indicadores que permitam avaliar.receber denúncias de quaisquer violações de direitos individuais ou coletivos de ato legais relacionados à assistência suplementar à saúde. apreciações críticas sobre a atuação da ANS. A Ouvidoria manterá o sigilo da fonte e a proteção do denunciante quando for o caso.apreciar as representações sobre a atuação dos servidores e emitir parecer sobre o desempenho dos mesmos e opinar fundamentadamente quanto a sua confirmação no cargo ou sua exoneração. no prazo máximo de cento e vinte dias seguintes à designação do DiretorPresidente da ANS.realizar correição nos órgãos e unidades. II . Ao Ouvidor incumbe: I .

Art. V . moralidade. econômico-financeiras e contábeis que solicitar às pessoas jurídicas que produzam ou comercializem produtos ou prestem serviços compreendidos nas atividades relativas à assistência suplementar à saúde. acordos ou contratos celebrados com entidades ou organismos nacionais e internacionais.a retribuição por serviços de qualquer natureza prestados a terceiros. Art. créditos especiais. finalidade.o produto resultante da arrecadação da Taxa de Saúde Suplementar de que trata o art. II .o produto da arrecadação das multas resultantes das ações fiscalizadoras.DO PATRIMÔNIO. de 1999.o produto da execução da sua dívida ativa. VIII . 26.as dotações consignadas no Orçamento Geral da União. não recolhidos no prazo estipulado. celeridade e economia processual. transferências e repasses que lhe forem conferidos. 31.os valores apurados em aplicações no mercado financeiro das receitas previstas neste artigo. 29.as doações. em conta própria e vinculada.quaisquer outras receitas não especificadas nos incisos anteriores. Art. CAPÍTULO V DA ATIVIDADE E DO CONTROLE Art. 18 da Medida Provisória no 2. X . e XI .o produto da venda de publicações. § 2o A Diretoria Colegiada estipulará a forma para recolhimento da Taxa de Saúde Suplementar. Constituem o patrimônio da ANS os bens e direitos de sua propriedade. A execução fiscal da dívida ativa será promovida pela Procuradoria da ANS. A ANS dará tratamento confidencial às informações técnicas. 25.012-2. os que lhe forem conferidos ou os que venha a adquirir ou incorporar. 66 . impessoalidade. que se destinem a resolver pendências entre agentes econômicos e entre estes e consumidores compreendidos na área de atuação da ANS serão públicas. serão inscritos em dívida ativa própria da ANS e servirão de título executivo para cobrança judicial na forma da legislação em vigor. A atividade da ANS será juridicamente condicionada pelos princípios da legalidade. créditos adicionais.os recursos provenientes de convênios. Os valores cuja cobrança seja atribuída por lei à ANS e apurados administrativamente. operacionais. VI . III . subvenções e outros recursos que lhe forem destinados. publicidade. razoabilidade. Art. DAS RECEITAS E DA GESTÃO FINANCEIRA Art. 27. na forma definida pelo poder executivo. 28. Constituem receitas da ANS: I . material técnico. imparcialidade. Art. prestador de serviço e a livre concorrência e a competição no setor. legados. 30.os valores apurados na venda ou aluguel de bens móveis e imóveis de sua propriedade. VII . dados e informações. IV . desde que sua divulgação não seja diretamente necessária para impedir a discriminação do consumidor. § 1o Os recursos previstos nos incisos I a IV e VI a XI deste artigo serão recolhidos diretamente à ANS. As sessões deliberativas. IX .

Ficam mantidos. os direitos e as receitas necessários ao desempenho das funções da Agência. até a sua revisão.identificar. 37. Parágrafo único. A audiência pública será realizada com os objetivos de: I . subatividades e grupos de despesas previstos na Lei Orçamentária em vigor. o Ministério da Saúde praticará os atos de competência da ANS. sendo obrigatória. Art. Os atos de alcance particular só produzirão efeitos após a correspondente notificação. 34. Parágrafo único. Parágrafo único.dar publicidade à ação da ANS. A Agência Nacional de Saúde Suplementar será constituída. a critério da Diretoria Colegiada. 32. com a publicação de Resolução de Regimento Interno pela Diretoria Colegiada. da forma mais ampla possível. Art. Art. conforme as características e a relevância dos mesmos. e ficará investida no exercício de suas atribuições. sub-rogar ou utilizar. remanejar. conforme o caso: I . todos os aspectos relevantes à matéria objeto de audiência pública. Art. II .os contratos ou parcelas destes relativos à manutenção. os atos normativos e operacionais em vigor para o exercício das atividades de assistência suplementar à saúde quando da implementação da ANS. II . 35.propiciar aos agentes e consumidores a possibilidade de encaminhamento de seus pleitos. Art. nos termos do regimento interno. CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. instalação e funcionamento da Agência. e IV .Parágrafo único. opiniões e sugestões. 38. decisório e os procedimentos de registros de operadoras e produtos poderão ser precedidos de audiência pública. utilizando como recursos as dotações orçamentárias destinadas às atividades finalísticas e administrativas.o acervo técnico e patrimonial. A ANS definirá os procedimentos para assegurar aos interessados o contraditório e a ampla defesa.recolher subsídios e informações para o processo decisório da ANS. entrará em efetivo funcionamento. As minutas de atos normativos poderão ser submetidas à consulta pública. 33. devendo as críticas e sugestões merecer exame e permanecer à disposição do público. só produzindo efeitos após publicação no Diário Oficial. Os atos normativos de competência da ANS serão editados pela Diretoria Colegiada. III . Art. a audiência pública ocorrerá após a prévia consulta à Casa Civil da Presidência da República. as obrigações. No caso de anteprojeto de lei. Até a edição da Resolução de que trata o caput deste artigo. O processo de edição de normas. 36. Fica o Ministério da Saúde autorizado a transferir. 67 . no caso de elaboração de anteprojeto de lei no âmbito da ANS. formalizada por publicação no Diário Oficial.os saldos orçamentários do Ministério da Saúde e do Fundo Nacional de Saúde para atender as despesas de estruturação e manutenção da Agência. observados os mesmos subprojetos. e III .

012-2. sem especificações que. IV . O Ministério da Saúde e a Fundação Nacional de Saúde prestarão o apoio necessário à implementação e manutenção das atividades da ANS. limitem a competição. § 1o O quantitativo máximo das contratações temporárias. executará suas atividades de acordo com as orientações da ANS. Parágrafo único. e. Art. até a sua completa organização. por projetos ou prazos limitados.012-2. nos termos da Medida Provisória no 2. poderão. por prazo não excedente a trinta e seis meses. de que trata o parágrafo anterior.a finalidade do procedimento seja a obtenção de um contrato econômico. 68 . satisfatório e seguro para a ANS.o objeto seja determinado de forma precisa. superior ou médio. 45. II . os do Ministério da Saúde. conforme previsto no art. circunscrevendo o universo de proponentes. Art. 41. O Departamento de Saúde Suplementar da Secretaria de Assistência à Saúde. pelo prazo máximo de um ano. 39. por seus servidores próprios requisitados ou contratados temporariamente. a ANS aplicará os procedimentos estabelecidos em regulamento próprio. durante o período de transição a ser determinado pela Diretoria Colegiada. A designação de que trata o caput deste artigo será específica. A regulamentação dos procedimentos relativos à consulta e ao pregão de que trata o artigo anterior observará. Art. podendo ser renovada. Art. estabelecendo critérios para a aceitação e julgamento das propostas. econômica. 43. Parágrafo único. Fica a ANS autorizada a efetuar a contratação temporária. 34 da Medida Provisória n o 2. durante o prazo máximo de cinco anos. regulando os procedimentos. atuar na fiscalização de operadora e produtos de assistência suplementar à saúde. Os integrantes do quadro de pessoal da ANS. Para os casos não previstos no caput deste artigo. especialmente designados.o instrumento convocatório identifique o objeto do certame. os servidores e empregados a ela cedidos. de 1999. administrativa e jurídica. 40. § 3o Enquanto não forem criados os empregos públicos específicos para os órgãos reguladores. A ANS executará suas atividades diretamente. ainda. podendo ser ampliado em ato conjunto dos Ministros de Estado da Saúde e do Planejamento. visando à garantia do cumprimento das futuras obrigações. Parágrafo único. dos empregos públicos específicos dos órgãos reguladores.SIPEC. prevista no caput deste artigo será de duzentos e setenta servidores. suficiente e clara. 44. bem como os seus contratados. por excessivas. 42. especialmente que: I . contado da data de instalação da ANS.a qualificação exigida indistintamente dos proponentes seja compatível e proporcional ao objeto. ou indiretamente por intermédio de convênio ou contrato com pessoa jurídica. A contratação de obras e serviços de engenharia civil pela ANS sujeita-se aos procedimentos das licitações.Art. Art. previstos em lei geral para a Administração Pública. a remuneração do pessoal contratado temporariamente terá como referência valores. científica. III . conforme definido em ato específico da Diretoria Colegiada. por meio de disputa justa entre os interessados. Orçamento e Gestão. § 2o A remuneração do pessoal contratado temporariamente não poderá ser superior ao valor da remuneração fixada para o final de carreira do respectivo nível. definidos em ato conjunto da ANS com o órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal . nas modalidades de consulta e pregão. irrelevantes ou desnecessárias. de 1999. Art. com dispensa de licitação nos casos previstos na legislação aplicável. indicando as sanções aplicáveis e fixando as cláusulas do contrato. A ANS poderá contratar especialistas para a execução de trabalhos nas áreas técnica.

50. poderá optar pela permanência no referido imóvel.para o registro de preços. conforme disposto em regulamento próprio da ANS. devendo o cadastro estar sempre aberto à inscrição dos interessados. 69 . vierem a ter exercício em cidade diferente da de seu domicílio.quanto o número de cadastrados na classe for inferior a cinco. A licitação na modalidade consulta tem por objeto o fornecimento de bens e serviços não compreendidos nos artigos 46 e 47 deste Regulamento. 48. Parágrafo único. restrita aos previamente cadastrados. nos termos da Lei n o 8. Aplica-se à ANS o disposto no parágrafo único do art.as regras procedimentais assegurem adequada divulgação do instrumento convocatório. na forma que dispuser o regulamento próprio aprovado pela Diretoria Colegiada. Orçamento e Gestão. VI . na forma da legislação federal específica.V . forma e valor. poderá ser realizada em licitação na modalidade pregão. VIII . verificando-se a um só tempo. Parágrafo único. a defesa judicial de seus agentes. 47. independentemente de cadastramento. ser verificada apenas em relação ao licitante vencedor. em função de atos praticados no exercício de suas competências. A disputa pelo fornecimento de bens e serviços comuns. Art. a comissão de licitação examinará a melhor oferta. quanto ao objeto. Nas seguintes hipóteses.somente sejam aceitos certificados de registro cadastral expedidos pela ANS. II . como condição indispensável à assinatura do contrato.a habilitação e o julgamento das propostas possam ser decididos em uma única fase. Art. Art. de 21 de junho de 1993. o interessado declare estar em situação regular perante as Fazendas Públicas e a Seguridade Social. sejam chamados os demais participantes. 24 da Lei n o 8. A decisão ponderará o custo e o benefício de cada proposta. fornecendo seus códigos de inscrição. 49. e X . no caso de pregão. podendo a habilitação. Fica a ANS autorizada a custear as despesas com locomoção e estadia para os profissionais que. sendo o empate resolvido por sorteio.para a contratação de bens e serviços comuns de alto valor. comparação objetiva e justo preço. VII . na ordem de classificação. de nível V e IV. bem como a transparência e fiscalização. de 27 de maio de 1998. Encerrada a etapa competitiva. que serão chamados a formular lances em sessão pública. e IV .648. considerando a qualificação do proponente. 51. III . após a etapa competitiva.666. Art. Parágrafo único. que terá validade por até dois anos. a partir de sua posse.quando o vencedor não celebrar o contrato. Art. A ANS promoverá. sendo exigida a comprovação. Nos casos em que o empregado ou servidor da ANS ou por ela requisitado esteja enquadrado nos cargos previstos no caput deste artigo e ocupando imóvel funcional administrado pelo Ministério do Planejamento. prazos razoáveis para o preparo das propostas e os direitos ao contraditório e ao recurso. em virtude de nomeação para Cargos em Comissão de Natureza Especial e do Grupo Direção e Assessoramento Superiores. de 12 de abril de 1990. 46. de nível 5 e 4. e os comissionados de saúde suplementar.como condição de aceitação da proposta. Art. que terão validade por dois anos.quando a instância de deliberação superior da ANS assim o decidir.025. o pregão será aberto a quaisquer interessados. com as alterações da Lei no 9. IX . a qualificação subjetiva e a aceitabilidade da proposta: I .o julgamento observe os princípios de vinculação ao instrumento convocatório.

§ 2o Enquanto não operada a substituição na forma do parágrafo anterior. § 1o As transferências dos processos judiciais serão realizadas por petição da ProcuradoriaGeral da União. A Advocacia-Geral da União e o Ministério da Saúde.4 Diretoria Colegiada 5 5 6 5 Diretor Diretor-Adjunto Assessor Especial Assessor Chefe Procurador-Geral Ouvidor Corregedor Gabinete Procuradoria Ouvidoria Corregedoria 1 1 1 1 6 29 Gerente-Geral Gerente 101. envolvendo matéria cuja competência tenha sido transferida à ANS.4 101. perante o Juízo ou Tribunal onde se encontrar o processo.5 102.4 101. ANEXO II a) QUADRO DEMONSTRATIVO DE CARGOS DE NATUREZA ESPECIAL. levantamento das ações judiciais em curso. por intermédio de sua Consultoria Jurídica mediante comissão conjunta. EM COMISSÃO E COMISSIONADOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR UNIDADE CARGOS No DENOMINAÇÃO NE/ DAS/ CCSS NE 101. 52. praticando todos os atos processuais necessários.4 34 70 12 16 38 CCSS-V CCSS-IV CCSS-III CCSS-II CCSS-I b) QUADRO RESUMO DE CUSTOS DE CARGOS EM COMISSÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR CÓDIGO DAS QUANTIDADE VALOR TOTAL 70 . a qual sucederá a União nesses processos.Art. promoverão.5 101. requerendo intimação da Procuradoria da ANS para assumir o feito. no prazo de cento e oitenta dias.5 102.5 101.4 101. a ProcuradoriaGeral da União permanecerá no feito.

mediante cisão ou outro ato societário pertinente. Conversão da MPv nº 2.40 TOTAL 55 202. §2oAs sociedades seguradoras especializadas. desde que estejam constituídas como seguradoras especializadas nesse seguro. disciplinar o seguro de que trata este artigo quanto às matérias previstas nos incisos I e IV do art. devendo seu estatuto social vedar a atuação em quaisquer outros ramos ou modalidades. ao Conselho de Saúde Complementar .656. e na Lei 9. nos termos deste artigo. para os efeitos do disposto no parágrafo único do art. 1 o.5 DAS-102. Presidente. que o Congresso Nacional aprovou. §3oCaberá.88 Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos Casa Civil LEI No 10. a ser processada junto à Superintendência de Seguros Privados . conjuntamente com outros ramos de seguro. 1oAs sociedades seguradoras poderão operar o seguro enquadrado no art.656. 35-A da referida Lei 9.961.64 15.CONSU. que poderá aplicar-lhes. DE 12 DE FEVEREIRO DE 2001.UNITÁRIO DAS-101. de 3 de junho de 1998. da Lei 9.122-2. inciso I e § 1o.56 DAS-102. 71 .ANS.185. promulgo a seguinte Lei: Art. de 2001. em caso de infringência à legislação que regula os planos privados de assistência à saúde. e à ANS.28 98. Faço saber que o PRESIDENTE DA REPÚBLICA adotou a Medida Provisória 2.5 DAS-101. 62 da Constituição Federal. nos termos da Lei 9.94 3.08 6 5 29. as penalidades previstas na Lei 9.SUSEP.94 3. deverão providenciar a sua especialização até 1 o de julho de 2001. e eu. de 2000. nos termos da Lei 9.4 4. bem como quanto à autorização de funcionamento e à operação das sociedades seguradoras especializadas.08 12 32 59. §1oAs sociedades seguradoras que já operam o seguro de que trata o caput deste artigo.4 4. de 1998.656. Antonio Carlos Magalhães.656.122-2. de 1998.961. ficam subordinadas às normas e à fiscalização da Agência Nacional de Saúde . de 1998. exclusivamente. de 28 de janeiro de 2000. de 2001 Dispõe sobre a especialização das sociedades seguradoras em planos privados de assistência à saúde e dá outras providências.

35-A da referida Lei 9. (Redação dada pela Medida Provisória 2. Conversão da MPv nº 155. nos termos da Lei 9. e no art. e à ANS. de 27 de dezembro de 2000. 4o da Lei 9.122-1.Deverá ser observado o prazo limite de 1 o de julho de 2001 para a transferência da carteira de saúde de que trata o caput deste artigo. Art. no âmbito de suas respectivas competências. ao Conselho de Saúde Suplementar . DE 20 DE MAIO DE 2004. de 2000. ficarão sujeitas à fiscalização da SUSEP e da ANS.961.177-44. de 2001) §4oEnquanto as sociedades seguradoras não promoverem a sua especialização em saúde. nos termos deste artigo. Art. 180 o da Independência e 113o da República Senador ANTONIO CARLOS MAGALHÃES Presidente Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI No 10. 5oEsta Lei entra em vigor na data de sua publicação. continuarão subordinadas às normas sobre as aplicações dos ativos garantidores das provisões técnicas expedidas pelo Conselho Monetário Nacional . e dá outras providências. de 1998. e da Lei 9. de 1998. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 72 .§3oCaberá. Congresso Nacional. 4oFicam convalidados os atos praticados com base na Medida Provisória 2. 3oA sociedade seguradora que não se adaptar ao disposto nesta Lei fica obrigada a transferir sua carteira de saúde para sociedade seguradora especializada já estabelecida ou para operadora de planos privados de assistência à saúde. de 2000. em 12 de fevereiro de 2001.CONSU. §5oAs sociedades seguradoras especializadas em seguro saúde.961.961. Art. enquadra-se o seguro saúde como plano privado de assistência à saúde e a sociedade seguradora especializada em saúde como operadora de plano de assistência à saúde. exclusivamente. 2oPara efeito da Lei 9.656. de 2003 Regulamento Regulamento Dispõe sobre a criação de carreiras e organização de cargos efetivos das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras. de 1998. Art. que venha a apresentar o plano de sucessão segundo as normas fixadas pela ANS. nos termos da Lei . nos termos deste artigo. 9. disciplinar o seguro de que trata este artigo quanto às matérias previstas nos incisos I e IV do art.656.871. de 2000. bem como quanto à autorização de funcionamento e à operação das sociedades seguradoras especializadas.CMN.656. Parágrafoúnico.

com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos de transportes aquaviários e portuários. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Petróleo e Derivados. acompanhamento geológico de poços. os cargos que compõem as carreiras de: Regulamento I . composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres.Regulação e Fiscalização de Saúde Suplementar. estudos. inspeção. Álcool Combustível e Gás Natural. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Saúde Suplementar. com atribuições voltadas às atividades especializadas de fomento. inspeção. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.Regulação e Fiscalização de Recursos Energéticos. inspeção.Art. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. fiscalização e controle da legislação relativa à indústria cinematográfica e videofonográfica. da comercialização e do uso de petróleo e derivados. com atribuições voltadas a atividades de nível superior inerentes à identificação e prospecção de jazidas de petróleo e gás natural. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.Regulação e Fiscalização de Serviços de Transportes Aquaviários. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos de transportes terrestres. visando à exploração de jazidas de petróleo e gás natural.Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural. fiscalização e assistência técnica às atividades geológicas de superfície e subsuperfície e outros correlatos. III . com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. VII . inspeção. fiscalização e controle da prospecção petrolífera.Regulação e Fiscalização de Petróleo e Derivados. inspeção. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia. mapeamentos e interpretações geológicas. 73 . 1o Ficam criados. fiscalização e controle da assistência suplementar à Saúde. referidas no Anexo I desta Lei.Regulação e Fiscalização de Serviços de Transportes Terrestres. regulação. inspeção. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual. VI . Álcool Combustível e Gás Natural.Regulação e Fiscalização da Atividade Cinematográfica e Audiovisual. e observados os respectivos quantitativos. álcool combustível e gás natural. II . inclusive infra-estrutura. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos e de exploração de mercados nas áreas de telecomunicações. para exercício exclusivo nas autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras. envolvendo planejamento. pesquisas. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos e de exploração da energia elétrica. e da prestação de serviços públicos e produção de combustíveis e de derivados do petróleo. VIII . V . bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. inspeção.Regulação e Fiscalização de Serviços Públicos de Telecomunicações. inclusive infra-estrutura. composta de cargos de nível superior de Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. IV . e à elaboração de estudos de impacto ambiental e de segurança em projetos de obras e operações de exploração de petróleo e gás natural. álcool combustível e gás natural. coordenação. da exploração. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.

inspeção. inclusive infra-estrutura. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. álcool combustível e gás natural. fiscalização e controle das instalações físicas. da comercialização e do uso de petróleo e derivados. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos de transportes aquaviários e portuários. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Saúde Suplementar. XIII . XVI . com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.Suporte à Regulação e Fiscalização de Serviços Públicos de Telecomunicações. XIV .Suporte à Regulação e Fiscalização de Serviços de Transportes Terrestres.Suporte à Regulação e Fiscalização de Locais. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual. da exploração. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres. Álcool Combustível e Gás Natural. fiscalização e controle das instalações físicas da produção e da comercialização de alimentos. IX . composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações. XII . XI .Suporte à Regulação e Fiscalização da Atividade Cinematográfica e Audiovisual. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários. X .Suporte à Regulação e Fiscalização de Serviços de Transportes Aquaviários. 74 . fiscalização e controle da prospecção petrolífera. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos de transportes terrestres. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. XV . bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. inspeção. inclusive infra-estrutura. fiscalização e controle da prestação de serviços públicos e de exploração de mercados nas áreas de telecomunicações.bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.Suporte à Regulação e Fiscalização de Saúde Suplementar. inspeção. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. fiscalização e controle da assistência suplementar à Saúde. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. Produtos e Serviços sob Vigilância Sanitária. e da prestação de serviços públicos e produção de combustíveis e de derivados do petróleo e gás natural.Suporte à Regulação e Fiscalização de Petróleo e Derivados. medicamentos e insumos sanitários. inspeção. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação.Regulação e Fiscalização de Locais. da produção e da comercialização de alimentos. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. medicamentos e insumos sanitários. com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação. fiscalização e controle da legislação relativa à indústria cinematográfica e videofonográfica. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária. inspeção. inspeção. inspeção. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades. inspeção. Álcool Combustível e Gás Natural. Produtos e Serviços sob Vigilância Sanitária.

inspeção. V . com atribuições voltadas para o exercício de atividades administrativas e logísticas relativas ao exercício das competências constitucionais e legais a cargo das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei. e de requisitar.292. XIX e XX do art. fiscalização e controle da aviação civil. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.292. fazendo uso de todos os equipamentos e recursos disponíveis para a consecução dessas atividades.Técnico Administrativo.292. Art. e (Incluído pela Lei nº 11.orientação aos agentes do mercado regulado e ao público em geral. de 2006) XX . com atribuições voltadas às atividades especializadas de regulação.elaboração de normas para regulação do mercado. composta de cargos de nível superior de Especialista em Regulação de Aviação Civil. instalações ou equipamentos. 2o São atribuições específicas dos cargos de nível superior referidos nos incisos I a IX e XIX do art. de 2006) I .fiscalização do cumprimento das regras pelos agentes do mercado regulado. 3o São atribuições comuns dos cargos referidos nos incisos I a XVI.formulação e avaliação de planos. composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Regulação de Aviação Civil.planejamento e coordenação de ações de fiscalização de alta complexidade. programas e projetos relativos às atividades de regulação. dos serviços aéreos. inspeção. coordenação e orientação de equipes de pesquisa e de planejamento de cenários estratégicos. dos serviços aéreos. e III . fazendo uso de todos os equipamentos e recursos disponíveis para a consecução dessas atividades. com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de regulação. bem como à implementação de políticas e à realização de estudos e pesquisas respectivos a essas atividades.Suporte à Regulação e Fiscalização de Aviação Civil.execução de outras atividades finalísticas inerentes ao exercício da competência das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras de que trata esta Lei.Analista Administrativo.292. II . 1o desta Lei: (Redação dada pela Lei nº 11. XVIII . da infra-estrutura aeroportuária civil e dos demais sistemas que compõem a infra-estrutura aeronáutica. dos serviços auxiliares. dos serviços auxiliares. de 2006) I . 1o desta Lei: (Redação dada pela Lei nº 11. fiscalização e controle da aviação civil. No exercício das atribuições de natureza fiscal ou decorrentes do poder de polícia.(Incluído pela Lei nº 11. III . assim como a apreensão de bens ou produtos. e VI . IV . composta de cargos de nível intermediário de Técnico Administrativo. de 2006) Art. são asseguradas aos ocupantes dos cargos referidos nos incisos I a XVI. Parágrafo único.execução de outras atividades finalísticas inerentes ao exercício da competência das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras de que trata esta Lei.gerenciamento. com atribuições voltadas para o exercício de atividades administrativas e logísticas de nível intermediário relativas ao exercício das competências constitucionais e legais a cargo das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei. II . XIX .gestão de informações de mercado de caráter sigiloso. 1o desta Lei as prerrogativas de promover a interdição de estabelecimentos. composta de cargos de nível superior de Analista Administrativo.XVII .Regulação e Fiscalização de Aviação Civil. da infra-estrutura aeroportuária civil e dos demais sistemas que compõem a infra-estrutura aeronáutica. quando 75 . XIX e XX do art.

progressão é a passagem do servidor para o padrão de vencimento imediatamente superior dentro de uma mesma classe. 1o desta Lei é o instituído na Lei no 8. destinados ao exercício das atribuições estabelecidas no art. regidos pelas leis e normas próprias aplicáveis a ela. no âmbito das respectivas unidades de exercício. 1o desta Lei estão organizados em classes e padrões. a divisão básica da carreira integrada por cargos de idêntica denominação. Art. Art. II . Parágrafo único. requisitos de capacitação e experiência para o desempenho das atribuições. (Redação dada pela Lei nº 11. 64 (sessenta e quatro) cargos efetivos de Procurador Federal. e promoção. e III . 8o Os cargos a que se refere o art. a passagem do servidor do último padrão de uma classe para o primeiro padrão da classe imediatamente superior. na Carreira de Procurador Federal de que trata o art. o auxílio de força policial federal ou estadual. consideram-se: I . de 11 de dezembro de 1990. Art. O desenvolvimento do servidor nos cargos das Carreiras referidas no art.Carreira.necessário. 6o O regime jurídico dos cargos e carreiras referidos no art. 36 da Medida Provisória no 2. Parágrafo único.292. Art. 7o Para os efeitos desta Lei. § 1o É vedada a remoção.229-43. nos primeiros 36 (trinta e seis) meses a contar da data da investidura no cargo. Art. 10. de 6 de setembro de 2001.229-43. Para fins desta Lei. em caso de desacato ou embaraço ao exercício de suas funções. nível de responsabilidade.Padrão.subsídio e apoio técnico às atividades de normatização e regulação.112. com ou sem mudança de sede. observadas as disposições desta Lei. É vedada a aplicação do instituto da redistribuição a servidores ocupantes de cargos e carreiras referidos no caput deste artigo das Agências Reguladoras e para as Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei. 5o O Procurador-Geral Federal definirá a distribuição de cargos de Procurador Federal nas Procuradorias das Agências Reguladoras. de 6 de setembro de 2001. 76 .da anualidade. grau de complexidade. programas e projetos relativos às atividades de regulação. § 2o Ficam criados. 4o São atribuições comuns dos cargos referidos no art. o conjunto de classes de cargos de mesma profissão. a transferência ou a mudança de exercício a pedido. 1 o desta Lei: I . 1 o desta Lei ocorrerá mediante progressão funcional e promoção. Art. a posição do servidor na escala de vencimentos da carreira. 1 o desta Lei obedecerá aos princípios: I . de 2006) Art. 9o O desenvolvimento do servidor nos cargos de que trata o art. na forma do Anexo III desta Lei. II .Classe. de Procurador Federal designado para ter exercício nas entidades referidas no Anexo I desta Lei. 37 da Medida Provisória n o 2. e III . observados os quantitativos estabelecidos no Anexo II desta Lei.implementação e execução de planos.subsídio à formulação de planos. natureza do trabalho ou atividade. escalonadas segundo a responsabilidade e complexidade inerentes a suas atribuições. atribuições. programas e projetos relativos às atividades inerentes às autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras.

administrar os cargos efetivos de seu quadro de pessoal. poderá sofrer redução de até 50% (cinqüenta por cento) conforme disciplinado em regulamento específico da ANA........ treinamento e desenvolvimento destinado a assegurar a profissionalização dos ocupantes dos cargos de seu quadro de pessoal ou que nela tenham exercício.. III .da existência de vaga.... no âmbito de cada entidade referida no Anexo I desta Lei.. Art...II ......... e IV .. bem como dos cargos efetivos do Quadro de Pessoal da Agência Nacional de Águas . a contar da data da conclusão do primeiro concurso de ingresso regido pelo disposto nesta Lei. 9o da Lei no 10....... no âmbito de suas competências: I ... o princípio da anualidade aplicável à progressão poderá sofrer redução de até 50% (cinqüenta por cento). § 3o Mediante resultado de avaliação de desempenho ou da participação em programas de capacitação.. 1o desta Lei antes de completado o interstício de 1 (um) ano de efetivo exercício em cada padrão. referidos nesta Lei... bem como os cargos comissionados e funções de confiança integrantes da respectiva estrutura organizacional..implementar programa permanente de capacitação... passa a vigorar com a seguinte redação: "Art.. Parágrafo único... observada a disponibilidade orçamentária e de vagas. as atribuições pertinentes a cada cargo de seu quadro de pessoal. o interstício mínimo.. A investidura nos cargos efetivos de que trata o art... capacitação e qualificação funcionais. é vedada a progressão do ocupante de cargo efetivo das Carreiras referidas no art. serão propostos pela instância de deliberação máxima da entidade e autorizados pelo Ministério do Planejamento..... exigindo-se curso de graduação em nível superior ou certificado de conclusão de ensino médio.... § 1o A promoção e a progressão funcional obedecerão à sistemática da avaliação de desempenho...... É de 40 (quarenta) horas semanais a jornada de trabalho dos integrantes dos cargos a que se refere esta Lei....... respeitadas a estruturação e a classificação dos cargos efetivos definidas no Anexo III desta Lei.. conforme disposto em regulamento específico de cada autarquia especial denominada Agência Reguladora. 9o .. em ato próprio..ANA..... § 3o Mediante resultado de avaliação de desempenho ou da participação em programas de capacitação. conforme o nível do cargo.. 11.editar e dar publicidade aos regulamentos e instruções necessários à aplicação desta Lei..... 1 o desta Lei." (NR) Art. no prazo de até 1 (um) ano..... Art.. Art. § 2o Ressalvado o disposto no § 3o deste artigo.. .. § 1o Os concursos públicos para provimento dos cargos a que se refere o art.. Cabe às Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei........ e observado o disposto em regulamento próprio de cada entidade referida no Anexo I desta Lei e a legislação aplicável.. 12..... conforme disciplinado em regulamento específico de cada entidade referida no Anexo I desta Lei. 14....... de 19 de novembro de 2003.... 1 o desta Lei dar-se-á por meio de concurso público de provas ou de provas e títulos.da competência e qualificação profissional..... e III . O art...definir o quantitativo máximo de vagas por classe e especificar...768.. 77 . Orçamento e Gestão. 13. a que se refere o § 2o deste artigo...... O programa permanente de capacitação será implementado............. II .

15. curso de formação específica.§ 2o O concurso público será realizado para provimento efetivo de pessoal no padrão inicial da classe inicial de cada carreira. (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. 1o desta Lei não fazem jus à percepção da Vantagem Pecuniária Individual . devendo ser constituído de prova escrita e podendo. ainda. critérios eliminatórios e classificatórios. § 4o O concurso referido no caput deste artigo poderá ser realizado por áreas de especialização. formação especializada e experiência profissional.a GDAR será paga observado o limite máximo de 100 (cem) pontos e o mínimo de 30 (trinta) pontos por servidor. de 2009) b) até 80 (oitenta) pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho institucional. XVII e XIX do art. 1 o desta Lei. de 2009) II . com efeito eliminatório e classificatório.907. os requisitos de escolaridade.768. (Redação dada pela Lei nº 11. observando-se a seguinte composição e limites: (Redação dada pela Lei nº 11. correspondendo cada ponto ao valor estabelecido no Anexo VI desta Lei.VPI. de 2009) Art. de 2009) § 1o A Gratificação de Qualificação . Fica instituída a Gratificação de Desempenho de Atividade de Regulação .Vencimento Básico e Gratificação de Desempenho de Atividade TécnicoAdministrativa em Regulação . bem como eventuais restrições e condicionantes. 1o desta Lei constituem-se de: I . 1 o desta Lei. se for o caso.GDAR para os cargos a que se referem os incisos I a XVI. organizado em uma ou mais fases.907.292. devida aos ocupantes dos cargos a que se referem os incisos I a XVI. de 2006) I . 1o desta Lei.292. 22 desta Lei integra os vencimentos dos cargos referidos nos incisos I a IX. (Incluído pela Lei nº 11. 1o da Lei no 10. de 2009) § 2o Os padrões de vencimento básico dos cargos de que trata o art. § 5o O edital definirá as características de cada etapa do concurso público. quando em exercício de atividades inerentes às atribuições do respectivo cargo nas Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei. (Redação dada pela Lei nº 11. incluindo.907. curso de formação. de 2006) Art. observada a legislação pertinente.GDAR. incluir provas orais e avaliação de títulos.698.907. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2009) 78 . de 19 de novembro de 2003.292. XIX e XX do art. Os vencimentos dos cargos de que trata o art. § 6o Fará parte obrigatória do concurso. de 2 de julho de 2003. § 3o O concurso público observará o disposto em edital de cada entidade. para os cargos referidos nos incisos I a IX e XIX do art.vencimento básico e Gratificação de Desempenho de Atividade de Regulação . (Redação dada pela Lei nº 11. de 2009) a) até 20 (vinte) pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho individual.GQ de que trata o art. 1 o desta Lei são os constantes dos Anexos IV e V desta Lei.a pontuação referente à GDAR está assim distribuída: (Redação dada pela Lei nº 11.907. (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11. de que trata a Lei no 10.907. 16. de 2006) II . de 2009) § 3o Os servidores integrantes dos cargos de que trata o art.907. e (Redação dada pela Lei nº 11. 1o desta Lei. XIX e XX do art.907. conforme dispuser o edital de abertura do certame.GDATR para os cargos de que tratam os incisos XVII e XVIII do caput do art. 1 o desta Lei. aplicando-se os valores estabelecidos no Anexo IV desta Lei aos cargos de que trata o art.

de 2009) Art.907. II.292. nas seguintes condições: (Redação dada pela Lei nº 11. A avaliação institucional referida no inciso II do caput deste artigo será a da Agência Reguladora de lotação do servidor. ou cargos equivalentes. CAS I e II e CA III. com foco na sua contribuição individual para o alcance das metas institucionais. a classe e o padrão em que se encontra posicionado o servidor.907. § 5o Caberá ao Conselho Diretor ou à Diretoria de cada entidade referida no Anexo I desta Lei definir. XIX e XX do art. de 2009) § 6o Os valores a serem pagos a título de GDAR serão calculados multiplicando-se o somatório dos pontos auferidos nas avaliações de desempenho individual e institucional pelo valor do ponto constante do Anexo VI desta Lei. independentemente da sua denominação ou base de cálculo. 1 o desta Lei. no exercício das atribuições do cargo ou função.907. fará jus à GDAR nas seguintes situações: (Redação dada pela Lei nº 11. e (Redação dada pela Lei nº 11. 17. o seguinte: (Redação dada pela Lei nº 11. sob responsabilidade da respectiva Agência Reguladora de lotação.292. de 2009) Parágrafo único. excepcionalmente. conforme o caso. (Incluído pela Lei nº 11. 1 o desta Lei que não se encontre em exercício na entidade de lotação. perceberão a GDAR calculada conforme disposto no § 6 o do art. A GDAR não poderá ser paga cumulativamente com qualquer outra gratificação de desempenho de atividade ou de produtividade. observada a legislação vigente.907. na forma de regulamento específico.907. 16 desta Lei. quando investido em cargo em comissão ou função de confiança fará jus à GDAR. 18. CA I e II e CD I e II. (Incluído pela Lei nº 11. de 2006) I .907. de 2009) Art. de 2009) Art. de 2009) Parágrafo único.os ocupantes de cargos comissionados CCT I. (Redação dada pela Lei nº 11. observados o nível. XIX e XX do art. A análise de adequação funcional visa a identificar as causas dos resultados obtidos na avaliação do desempenho e a servir de subsídio para a adoção de medidas que possam propiciar a melhoria do desempenho do servidor. em exercício na Agência Reguladora em que esteja lotado. O titular de cargo efetivo referido nos incisos I a XVI. perceberão a GDAR calculada com base no valor máximo da parcela individual. de 2009) II . 16-B. III. (Incluído pela Lei nº 11.os ocupantes de cargos comissionados CGE I a IV. (Incluído pela Lei nº 11. somado ao resultado da avaliação institucional do período. (Incluído pela Lei nº 11. O titular de cargo efetivo referido nos incisos I a XVI. de 2006) 79 . no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias a partir da data de publicação desta Lei.907. além de outras características específicas de cada entidade. § 2o Os critérios e procedimentos específicos de avaliação de desempenho individual e institucional e de atribuição da GDAR serão estabelecidos em ato específico da Diretoria Colegiada de cada entidade referida no Anexo I desta Lei.§ 1o Ato do Poder Executivo disporá sobre os critérios gerais a serem observados para a realização das avaliações de desempenho individual e institucional da GDAR. O servidor ativo beneficiário da GDAR que obtiver na avaliação de desempenho individual pontuação inferior a 50% (cinqüenta por cento) da pontuação máxima estabelecida para essa parcela será imediatamente submetido a processo de capacitação ou de análise da adequação funcional. 16-A. IV e V.907. de 2009) Art. podendo considerar projetos e atividades prioritárias e condições especiais de trabalho. ou cargos equivalentes. § 4o A avaliação de desempenho institucional visa a aferir o desempenho no alcance das metas institucionais. § 3o A avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor.

16 desta Lei. de 2009) Art.907. na condição de ocupante de cargo em comissão. de 2009) I . DAS-5. de 2009) Art. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2009) 80 .907. (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) II . até que seja processada a sua primeira avaliação após o retorno. 20. a GDAR e a GDATR: (Redação dada pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11.cedido para órgãos ou entidades da União distintos dos indicados no inciso I do caput deste artigo e investido em cargos de Natureza Especial. de 2009) Parágrafo único. de 2009) Art.requisitado pela Presidência ou Vice-Presidência da República ou nas hipóteses de requisição previstas em lei. (Redação dada pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) § 2o O disposto no § 1o deste artigo aplica-se aos ocupantes de cargos comissionados que fazem jus à GDAR.907. situação na qual perceberá a GDAR com base nas regras aplicáveis como se estivesse em efetivo exercício no seu órgão de lotação. de 2009) Art. de 2009) § 2o Até que seja processada a primeira avaliação de desempenho individual que venha a surtir efeito financeiro. considerando a distribuição dos pontos constante das alíneas a e b do inciso II do caput do art.I . de provimento em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores. Em caso de afastamentos e licenças considerados como de efetivo exercício. o servidor recém nomeado para cargo efetivo e aquele que tenha retornado de licença sem vencimento ou cessão ou outros afastamentos sem direito à percepção da GDAR no decurso do ciclo de avaliação receberão a gratificação no valor correspondente a 80 (oitenta) pontos.907. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. DAS-6. Para fins de incorporação aos proventos da aposentadoria ou às pensões. A avaliação institucional referida no inciso II do caput deste artigo será a da Agência Reguladora de lotação do servidor. convertido em pontos que serão multiplicados pelo valor constante do Anexo VI desta Lei. e (Redação dada pela Lei nº 11.907.907. todos os servidores que fizerem jus à GDAR deverão percebê-la em valor correspondente ao último percentual recebido a título de GDAR. 16 desta Lei e processados os resultados da primeira avaliação individual e institucional.907. (Incluído pela Lei nº 11. (Redação dada pela Lei nº 11. 19-A. consecutivos ou não. Ocorrendo exoneração do cargo em comissão com manutenção do cargo efetivo.907.907. 19. até que seja processada a sua primeira avaliação após a exoneração.907. se percebidas há pelo menos 5 (cinco) anos. conforme disposto no § 6 o do art.serão calculadas pela média aritmética dos percentuais de gratificação percebidos nos últimos 60 (sessenta) meses anteriores à aposentadoria ou à instituição da pensão. o servidor que faça jus à GDAR continuará a percebê-la em valor correspondente ao da última pontuação que lhe foi atribuída. devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor. 18-A. o servidor continuará percebendo a GDAR em valor correspondente ao da última pontuação obtida. conforme disposto nesta Lei. de 2009) § 1o O resultado da primeira avaliação gera efeitos financeiros a partir da data de publicação do ato a que se refere o caput deste artigo.907.somente serão devidas. 16 desta Lei. (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) § 1o O disposto no caput deste artigo não se aplica aos casos de cessão. Até que seja publicado o ato a que se referem os §§ 2 o e 5o do art. e perceberá a GDAR calculada com base no resultado da avaliação institucional do período.907. de 2009) II .907. sem prejuízo da remuneração e com direito à percepção de gratificação de desempenho. DAS-4 ou equivalentes. e (Redação dada pela Lei nº 11.

a classe e o padrão do servidor. 81 . 20-B. os mecanismos de avaliação e os controles necessários à implementação da gratificação de que trata o caput deste artigo. em valor correspondente a 40 (quarenta) pontos.871. de 18 de junho de 2004. Fica instituída a Gratificação de Desempenho de Atividade TécnicoAdministrativa em Regulação .907. definir. para fins de cálculo das aposentadorias e pensões. (Incluído pela Lei nº 11.887. de 2009) Art.para as aposentadorias concedidas e pensões instituídas após 19 de fevereiro de 2004: (Incluído pela Lei nº 11. a classe e o padrão do servidor. de 2006) Art. os critérios específicos.907.871. a GDAR e a GDATR serão incorporadas observando-se as seguintes situações: (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11.907. 20A desta Lei. com foco na sua contribuição individual para o alcance das metas institucionais. observada a legislação vigente.871. de 20 de maio de 2004. além de outras características específicas de cada entidade. § 4o A avaliação de desempenho institucional visa a aferir o desempenho no alcance das metas institucionais. de 5 de julho de 2005.907. na forma de regulamento específico.907.907. o seguinte: o I . observados o nível. (Incluído pela Lei nº 11. 3o e 6o da Emenda Constitucional no 41.871. em valor correspondente a 50 (cinqüenta) pontos.para as aposentadorias concedidas e pensões instituídas até 19 de fevereiro de 2004: (Incluído pela Lei nº 11. podendo considerar projetos e atividades prioritárias e condições especiais de trabalho.as metas. observados o nível. e (Incluído pela Lei nº 11. e II . no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias a partir da data de publicação desta Lei. 3 o da Emenda Constitucional no 47. de 2009) a) a partir de 1o de julho de 2008. de 2009) b) a partir de 1o de julho de 2009. e (Incluído pela Lei nº 11. A GDATR será atribuída em função do desempenho individual do servidor e do desempenho institucional de cada Agência. de 20 de maio de 2004. de 19 de novembro de 2003.GDATR. de 2009) I . os procedimentos. aplicar-se-ão os percentuais constantes das alíneas a e b do inciso I do parágrafo único deste artigo. o disposto na Lei no 10.292. (Incluído pela Lei nº 11. de 20 de maio de 2004. de 2009) II . quando em exercício de atividades inerentes às atribuições do respectivo cargo nas Agências Reguladoras referidas no Anexo I da Lei n o 10.292.Parágrafo único. e no art. de 2009) a) quando ao servidor que deu origem à aposentadoria ou à pensão se aplicar o disposto nos arts. sua quantificação e revisão a cada ano civil. § 3o A avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor. de 2009) b) aos demais aplicar-se-á. § 2o Os critérios e procedimentos específicos de avaliação de desempenho individual e institucional e de atribuição da GDATR serão estabelecidos em ato específico da Diretoria Colegiada de cada entidade referida no Anexo I da Lei no 10.as normas. e 10. no prazo de até 120 (cento e vinte) dias a partir da definição dos critérios a que se refere o § 1 o deste artigo. § 5o Caberá ao Conselho Diretor ou à Diretoria de cada entidade referida no Anexo I da Lei n 10. de 20 de maio de 2004. devida aos ocupantes dos cargos de Analista Administrativo e Técnico Administrativo de que tratam as Leis n os 10. Quando percebidas por período inferior a 60 (sessenta) meses. para os respectivos servidores referidos no art. de 2006) § 1o Ato do Poder Executivo disporá sobre os critérios gerais a serem observados para a realização das avaliações de desempenho individual e institucional da GDATR. 20-A.768. no exercício das atribuições do cargo ou função.907. de 19 de dezembro de 2003.

(Incluído pela Lei nº 11. Até que seja publicado o ato a que se referem os §§ 2o e 5o do art.907.907. em decorrência dos resultados da avaliação de desempenho individual. convertido em pontos que serão multiplicados pelo valor constante do Anexo VII desta Lei. de 2009) II . observados a classe e o padrão de vencimento do servidor. 16-B. de 2009) a) até 20 (vinte) pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho individual.a pontuação referente à GDATR está assim distribuída: (Redação dada pela Lei nº 11. até 9% (nove por cento) incidentes sobre o vencimento básico do servidor. e até 15% (quinze por cento) incidentes sobre o maior vencimento básico do cargo. de 2009) § 8o Os valores a serem pagos a título de GDATR serão calculados multiplicando-se o somatório dos pontos auferidos nas avaliações de desempenho individual e institucional pelo valor do ponto constante do Anexo VII desta Lei." Art. A partir de 1o de dezembro de 2005 e até que sejam editados os atos referidos nos §§ 1o e 2o do art.907. 20-B desta Lei. todos os servidores que fizerem jus à GDATR deverão percebê-la em valor correspondente ao último percentual recebido a título de GDATR. (Incluído pela Lei nº 11. em decorrência dos resultados da avaliação institucional. 20-B desta Lei. em decorrência dos resultados da avaliação institucional. a GDATR será paga nos valores correspondentes a 10 (dez) pontos percentuais.até 31 de dezembro de 2005. 20-B desta Lei e processados os resultados da primeira avaliação individual e institucional.a partir de 1o de janeiro de 2006. a classe e o padrão em que se encontra posicionado o servidor. de 2009) b) até 80 (oitenta) pontos serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho institucional. conforme disposto nesta Lei. de 2006) § 1o O resultado da primeira avaliação gera efeitos financeiros a partir do início do primeiro período de avaliação." Art. de 2009) Art. até 20% (vinte por cento) incidentes sobre o vencimento básico do servidor em decorrência dos resultados da avaliação de desempenho individual. 17. (Incluído pela Lei nº 11. § 2o A data de publicação no Diário Oficial da União do ato de fixação das metas de desempenho institucional constitui o marco temporal para o início do período de avaliação. 20-D. 18 e 18-A desta Lei.907. considerando a distribuição dos pontos constante das alíneas a e b do inciso II do § 6o do art. § 3o O disposto neste artigo aplica-se aos ocupantes de cargos comissionados que fazem jus à GDATR. de acordo com os seguintes percentuais e prazos de vigência: (Incluído pela Lei nº 11. devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor. observados o nível.907. A GDATR será implantada gradativamente. de 2009) 82 . (Incluído pela Lei nº 11. 20-E. de 2009) § 7o Aplica-se à GDATR e aos servidores que a ela fazem jus o disposto nos arts. II . 16-A. e (Incluído pela Lei nº 11. de 2006) I .907. correspondendo cada ponto ao valor estabelecido no Anexo VII desta Lei (Redação dada pela Lei nº 11.292.§ 6o A GDATR será paga com observância dos seguintes limites: I .a GDATR será paga observado o limite máximo de 100 (cem) pontos e o mínimo de 30 (trinta) pontos por servidor.292. 20-B desta Lei e processados os resultados do primeiro período de avaliação de desempenho. conforme disposto no § 8o do art. e até 7% (sete por cento) incidentes sobre o maior vencimento básico do cargo.907. 20-C. (Incluído pela Lei nº 11.

83 . (Incluído pela Lei nº 11. de 2009) § 1o O disposto no caput deste artigo não se aplica aos casos de cessão. com aproveitamento. de 2009) § 2o O disposto no § 1o deste artigo aplica-se aos ocupantes de cargos comissionados que fazem jus à GDATR. o servidor continuará percebendo a GDATR em valor correspondente ao da última pontuação obtida. e III . 21.907. em área de interesse das entidades.907.§ 1o O resultado da primeira avaliação gera efeitos financeiros a partir da data de publicação do ato a que se refere o caput deste artigo.à formação acadêmica.ao conhecimento das políticas. de 2009) Art. devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor.GAE de que trata a Lei Delegada n o 13. 20-F. sem prejuízo da remuneração e com direito à percepção de gratificação de desempenho. b) mestrado. a ser instituído no âmbito de cada Agência Reguladora mediante ato de sua Diretoria Colegiada. 22.devida aos ocupantes dos cargos referidos nos incisos I a IX. Art. Especialista em Recursos Hídricos e Analistas Administrativos da ANA. É instituída a Gratificação de Qualificação . acadêmicos e organizacionais necessários à percepção da GQ abrangem o nível de capacitação que o servidor possua em relação: I . XVII e XIX do art. na sua operacionalização e na sua gestão. poderão ser equiparados a cursos de pósgraduação em sentido amplo.ao conhecimento dos serviços que lhe são afetos.GQ . em percentual de 10% (dez por cento) ou 20% (vinte por cento) do maior vencimento básico do cargo. quando em efetivo exercício do cargo. de 2009) § 2o Até que seja processada a primeira avaliação de desempenho individual que venha a surtir efeito financeiro. ou c) pós-graduação em sentido amplo. II . (Incluído pela Lei nº 11. § 2o A adequação da formação acadêmica às atividades desempenhadas pelo servidor nas entidades referidas no Anexo I desta Lei em que esteja lotado será objeto de avaliação de Comitê Especial para Concessão de GQ. mediante avaliação do Comitê a que se refere o § 2 o deste artigo. bem como aos ocupantes dos cargos de Especialista em Geoprocessamento.907. até que seja processada a sua primeira avaliação após o retorno. nas seguintes modalidades de cursos: a) doutorado. (Redação dada pela Lei nº 11. de 2006) § 1o Os requisitos técnico-funcionais. em retribuição ao cumprimento de requisitos técnicofuncionais. (Incluído pela Lei nº 11. (Incluído pela Lei nº 11. obtida mediante participação. com carga horária mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas-aula. diretrizes e estratégias setoriais e globais da organização. 1 o desta Lei. Os servidores alcançados por esta Lei não fazem jus à percepção da Gratificação de Atividade . de 2009) Art.907.292. o servidor recém nomeado para cargo efetivo e aquele que tenha retornado de licença sem vencimento ou cessão ou outros afastamentos sem direito à percepção da GDATR no decurso do ciclo de avaliação receberão a gratificação no valor correspondente a 80 (oitenta) pontos. acadêmicos e organizacionais necessários ao desempenho das atividades de supervisão. na forma estabelecida em regulamento. (Incluído pela Lei nº 11.907. § 3o Os cursos de especialização com carga horária mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas-aula. Em caso de afastamentos e licenças considerados como de efetivo exercício. de 27 de agosto de 1992. gestão ou assessoramento.

de suspensão.o dever de manter sigilo sobre as operações ativas e passivas e serviços prestados pelas instituições reguladas de que tiverem conhecimento em razão do cargo ou da função. bem como com instituições autorizadas a funcionar pela entidade. salvo os casos de designação específica. Art. ou direção político-partidária. ou haja atuado como representante de qualquer das partes. 24. 23.233. § 3o Aplicam-se aos Procuradores Federais em exercício nas entidades referidas no Anexo I desta Lei as disposições deste artigo. em condições mais vantajosas que as usualmente ofertadas aos demais clientes. em linha reta ou colateral.986. inclusive gestão operacional de empresa. em que seja parte ou interessado.GQ de 10% (dez por cento) do maior vencimento básico do cargo. bem como nas hipóteses da legislação. na forma estabelecida em regulamento. exceto o disposto na alínea d do inciso II deste artigo. semestralmente.§ 4o Ao servidor com o nível de qualificação funcional previsto no § 1 o deste artigo será concedida Gratificação de Qualificação . Art. b) firmar ou manter contrato com instituição regulada. inclusive processual. de acordo com a gravidade. de 11 de dezembro de 1990. de demissão ou de cassação de aposentadoria.112. serão estabelecidos em regulamento específico. § 2o As infrações das proibições estabelecidas no inciso II do caput deste artigo são punidas com a pena de advertência. d) contrariar súmula. de que tratam os arts. 132 e 134 da Lei no 8. 132 e 134 da Lei no 8. considerado o total de cargos efetivos providos em 31 de dezembro e 30 de junho. II . 2o da Lei no 9. até o 2 o (segundo grau).as seguintes proibições: a) prestar serviços. § 1o A não observância ao dever previsto no inciso I do caput deste artigo é considerada falta grave. de 11 de dezembro de 1990. II . e os incisos I e II do art. c) exercer outra atividade profissional. Ficam extintos os empregos públicos de nível superior de Regulador e de Analista de Suporte à Regulação e de nível intermediário de Técnico em Regulação e de Técnico de Suporte à Regulação de que tratam o art.GQ. parecer normativo ou orientação técnica.112. sujeitando o infrator à pena de demissão ou de cassação de aposentadoria ou disponibilidade.112. conforme regulamentação de cada Agência Reguladora. adotados pela Diretoria Colegiada da respectiva entidade de lotação. e e) exercer suas atribuições em processo administrativo. de 18 de julho de 2000. 84 . bem como cônjuge ou companheiro. até o limite de 15% (quinze por cento) dos cargos de nível superior providos. até o limite de 30% (trinta por cento) dos cargos de nível superior providos. ou no qual seja interessado parente consangüíneo ou afim. a empresa cuja atividade seja controlada ou fiscalizada pela entidade. classificação e concessão da GQ. § 6o Os quantitativos previstos no § 4o deste artigo serão fixados. Além dos deveres e das proibições previstos na Lei no 8. 130 e seu § 2o. homologação. de 5 de junho de 2001. § 5o A fixação das vagas colocadas em concorrência. 70 da Lei no 10. excetuados os casos admitidos em lei. observados os seguintes parâmetros e limites: I . conforme o disposto nos arts. de 11 de dezembro de 1990. aplicam-se aos servidores em efetivo exercício nas Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei: I . 129. com a oferta mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das vagas existentes.GQ de 20% (vinte por cento) do maior vencimento básico do cargo. e os critérios de distribuição. ainda que eventuais.

obedecendo ao disposto nesta Lei. ou b) possuir certificação em eventos de capacitação. com base em padrões previamente estabelecidos de qualidade e economicidade. totalizando no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas. os ocupantes dos cargos referidos no art. sendo considerado insuficiente. ambas no campo específico de atuação de cada carreira. ambos no campo específico de atuação de cada carreira.233.Classe B: a) possuir certificação em eventos de capacitação. observados os seguintes critérios mínimos: I . Ficam excluídos do Quadro de Pessoal Efetivo do Anexo I desta Lei Quadros de Pessoal Efetivo e de Cargos Comissionados das Agências . II . ambas no campo específico de atuação de cada carreira. § 2o Os critérios de avaliação serão aplicados e ponderados em conformidade com as características das funções exercidas. São pré-requisitos mínimos para promoção às classes dos cargos de nível superior referidos no Anexo I desta Lei os seguintes: I . Art. na forma do regulamento. ou b) ser detentor de título de mestre e experiência mínima de 12 (doze) anos. 1o serão submetidos anualmente à avaliação de desempenho funcional. e experiência mínima de 5 (cinco) anos. ou c) ser detentor de título de doutor e experiência mínima de 10 (dez) anos. II . ambos no campo específico de atuação de cada carreira.292. Art. § 1o Para os efeitos deste artigo. os empregos públicos de nível superior de Regulador e Analista de Suporte à Regulação e de nível intermediário de Técnico em Regulação e Técnico de Suporte à Regulação e os cargos efetivos de nível superior de Procurador. totalizando no mínimo 240 (duzentas e quarenta) horas. e experiência mínima de 8 (oito) anos. 25. respectivamente.Parágrafo único. para obtenção de progressão ou promoção por merecimento. não se considera o tempo de afastamento do servidor para capacitação como experiência. 26.986. § 2o O disposto neste artigo aplica-se aos cargos efetivos de nível superior do Quadro de Pessoal da ANA.ANTT e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários . ambos no campo específico de atuação de cada carreira.produtividade no trabalho.Classe Especial: a) ser detentor de certificado de conclusão de curso de especialização de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas e experiência mínima de 14 (quatorze) anos.cumprimento das normas de procedimentos e de conduta no desempenho das atribuições do cargo. de 18 de julho de 2000. Para fins de progressão e promoção na carreira. e IV . de 2006) § 1o As Agências Reguladoras implementarão instrumento específico de avaliação de desempenho. de 5 de junho de 2001.disciplina. III .da Lei no 9. do Anexo I da Lei no 10. o desempenho apurado em avaliação que 85 .capacidade de iniciativa. estabelecendo critérios padronizados para mensuração do desempenho de seus empregados. (Redação dada pela Lei nº 11.ANTAQ.Quadro de Pessoal Efetivo da Agência Nacional de Transportes Terrestres . e das tabelas I e III .

29. de forma habitual. 5o e 6o da Lei no 8. pelo prazo de 12 (doze) meses. § 3o Será dado conhecimento prévio aos servidores dos critérios. Art.SIPEC. inativos e pensionistas.745.745. § 2o Às contratações referidas no caput deste artigo aplica-se o disposto nos arts. As entidades referidas no Anexo I desta Lei somente poderão requisitar servidores e empregados de órgãos e entidades integrantes da Administração Pública para o exercício de cargos comissionados. obrigatoriamente. mediante dotações orçamentárias próprias e contribuição mensal dos participantes. 27. de qualquer dos requisitos previstos no § 1 o deste artigo. Art. As entidades referidas no Anexo I desta Lei poderão manter sistema de assistência à saúde dos seus servidores ativos. 12 e 16 da Lei no 8. nos termos do art. o § 6o A partir de 1o de janeiro de 2005. O (Revogado pela Lei nº 11. desde que sua duração total não ultrapasse o prazo de 24 (vinte e quatro) meses.314 de 2006). § 2o Os empregados das entidades integrantes da Administração Pública que na data da publicação da Lei estejam requisitados pelas Agências Reguladoras permanecerão nesta condição. As Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei. de forma compatível com as necessidades da entidade. venham a ser exigidas. § 5o Aplica-se ao pessoal contratado por tempo determinado pela Agência o disposto no § 1 do art. prova escrita e. § 1o A contratação de pessoal de que trata o caput deste artigo dar-se-á mediante processo seletivo simplificado. de 9 de dezembro de 1993. 37. 30. 7o e nos arts.comprove o desatendimento. contratação por tempo determinado. § 1o Os servidores cedidos às entidades referidas no Anexo I desta Lei na data da publicação desta Lei poderão permanecer à disposição delas. no mínimo em número equivalente ao de ingresso de servidores nos cargos previstos nesta Lei.745. inclusive no exercício de funções comissionadas e cargos comissionados técnicos. observado o disposto no art. Art. IX. análise de curriculum vitae sem prejuízo de outras modalidades que. 33 desta Lei. compreendendo. e observado o disposto na Lei no 8. § 4o É assegurado ao servidor o direito de acompanhar todos os atos de instrução do procedimento que tenha por objeto a avaliação de seu desempenho. § 3o As contratações referidas no caput deste artigo poderão ser prorrogadas. poderão efetuar. 28. Art. a partir da publicação desta Lei. a 31 de dezembro de 2005. da Constituição. a critério da entidade contratante. em qualquer caso. § 4o A remuneração do pessoal contratado nos termos referidos no caput deste artigo terá como referência os valores definidos em ato conjunto da Agência e do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal . de 9 de dezembro de 1993. 86 . salvo devolução do empregado à entidade de origem. 8o. ou por motivo de rescisão ou extinção do contrato de trabalho. 10. 11. até que estejam providos. pelo menos 50% (cinqüenta por cento) do total de cargos criados por esta Lei. das normas e dos padrões a serem utilizados para a avaliação de seu desempenho. do pessoal técnico imprescindível ao exercício de suas competências institucionais. no âmbito da entidade respectiva. facultativamente. o quantitativo de contratos por tempo determinado firmado com base nas leis de criação das respectivas Agências Reguladoras e no disposto neste artigo será reduzido anualmente. ficando limitada sua vigência. inclusive no exercício de funções comissionadas e cargos comissionados técnicos. 9o. de 9 de dezembro de 1993.

Parágrafo único......... de 5 de junho de 2001. 31...233. para o exercício das atribuições referidas no art.. em caráter excepcional... de Assessoria . passa a vigorar com a seguinte redação: "Art.CD. de 18 de julho de 2000... 96 da Lei no 10.. para exercício nos órgãos da Administração Direta responsáveis pela supervisão das entidades referidas no Anexo I desta Lei.. 1o da Lei no 7.. na forma do art.. aos requisitados. observada a disponibilidade orçamentária... (Incluído pela Lei nº 11. servidores ocupantes de cargos efetivos ou de empregos permanentes da administração federal direta e indireta cedidos à Agência Reguladora.... de 2009) Art. Os §§ 1o e 3o do art. Os Cargos Comissionados Técnicos são de ocupação privativa de servidores ocupantes de cargos efetivos do Quadro de Pessoal Efetivo.. incluída a prorrogação...907. passam a vigorar com as seguintes alterações: "Art....... de 2009) § 1o Ao ocupante de Cargo Comissionado Técnico será pago um valor acrescido ao salário ou vencimento....... observadas as diretrizes e quantitativos estabelecidos pelo Órgão Supervisor da Carreira.. § 3o É vedado aos ocupantes de cargos efetivos. 35...... O art. serviços....... distribuidores e comerciantes inseridos no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária poderá ser realizado por servidor pertencente ao Quadro Específico da ANVISA ou por servidor requisitado mediante designação da Diretoria..." (NR) Art..907. 32....... Art...292.. 34... Ficam criados. Fica vedada a movimentação ou mudança de exercício dos ocupantes dos cargos de Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental nos órgãos referidos no caput deste artigo antes de decorridos 36 (trinta e seis) meses de efetivo exercício.986.CAS. (Incluído pela Lei nº 11.... § 1o Os quantitativos dos diferentes níveis de cargos comissionados da ANTT e da ANTAQ encontram-se estabelecidos nas Tabelas II e IV do Anexo I desta Lei.CGE. de Gerência Executiva .. 70... aos ocupantes de cargos comissionados e aos dirigentes das Agências o exercício regular de outra atividade 87 . . os cargos Comissionados de Direção .. Art.... .. conforme Tabela constante do Anexo II da Lei n o 9..907. de 6 de outubro de 1989...834..... para exercício exclusivo nas Agências Reguladoras. integrantes da Carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental..§ 7o As Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei poderão. pelo prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses. de 2009) § 2o Poderão ser designados para Cargos Comissionados Técnicos níveis CCT-IV e V.. (Redação dada pela Lei nº 11.. 600 (seiscentos) cargos de Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental.CCT.986. de 2006) Art...CA e de Assistência ... O exercício da fiscalização de produtos.... 70 e o art.. do Quadro de Pessoal em Extinção e dos membros da Carreira de Procurador Federal.. constantes do Anexo I desta Lei. A designação de servidor requisitado para os fins do caput deste artigo somente poderá ocorrer enquanto estiverem vagos até 50% (cinqüenta por cento) dos cargos efetivos do Quadro de Pessoal da ANVISA.. (Vide Lei nº 11. 2o Ficam criados...112.... conforme regulamento..... produtores.. não ultrapasse 31 de dezembro de 2005.. desde que a sua duração.. Parágrafo único... além dos servidores referidos no caput deste artigo. e os Cargos Comissionados Técnicos . 33.. de servidores do Quadro de Pessoal Específico. prorrogar os contratos por tempo determinado em vigor na data de publicação desta Lei. de 11 de dezembro de 1990........... 2o da Lei no 9.. a partir do vencimento de cada contrato.. de 18 de julho de 2000.... 93 da Lei no 8...

passa a vigorar com a seguinte redação: "Art.... a critério da entidade.. em qualquer caso. IX.. 8o. O art.... 10. Ficam revogados o art.. de 6 de agosto de 1997.. 1 o da Medida Provisória no 2... LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Guido Mantega José Dirceu de Oliveira e Silva 88 ... 36." (NR) "Art.." (NR) Art. de 5 de junho de 2001.. compreendendo.. de 18 de julho de 2000.. 11... o art.. 76 da Lei no 9...745.. o § 2o do art. de 5 de junho de 2001.. 5 o e 6o da Lei no 8. nos arts. 16 da Lei no 9.. de 26 de janeiro de 1999.. 94.. de 26 de dezembro de 1996.. os arts.... (Incluído pela Lei nº 11.. .. nos termos do art... os arts.. de 9 de dezembro de 1993. venham a ser exigidas.. excetuados os casos admitidos em lei. incisos I e II e § 2o. 76 e 93... § 4o As contratações referidas no caput deste artigo poderão ser prorrogadas.. desde que sua duração total não ultrapasse o prazo de 24 (vinte e quatro) meses.. obrigatoriamente. 34 da Lei no 9. 38. de 28 de janeiro de 2000....314 de 2006) Art.... . com a redação dada pelo art.986..745.. 28 da Lei no 9. de 9 de dezembro de 1993. de 6 de setembro de 2001.478. e o art.. 33 e 34 da Lei no 9. 71.. 27...745.. pelo prazo de 12 (doze) meses. de 9 de dezembro de 1993...... § 1o A contratação de pessoal de que trata o caput deste artigo dar-se-á mediante processo seletivo simplificado.... 21. o art. Brasília... § 3o Às contratações referidas no caput deste artigo aplica-se o disposto nos arts. 121 e as Tabelas I e III do Anexo II da Lei no 10. 70 desta Lei são de ocupação privativa de ocupantes de cargos efetivos do Quadro de Pessoal Efetivo e dos Quadros de Pessoal Específico e em Extinção de que tratam os arts. aos requisitados... a 31 de dezembro de 2005.233... 14. 20 de maio de 2004. de 17 de julho de 2000. 13 da Medida Provisória no 2.. de 4 de setembro de 2001........ do pessoal técnico imprescindível ao exercício de suas competências institucionais.. 12 e 13. 37.. 74. 15. o parágrafo único do art..228-1.. 70. 183o da Independência e 116o da República.. da Constituição Federal. § 5o A remuneração do pessoal contratado nos termos referidos no caput deste artigo terá como referência os valores definidos em ato conjunto da Agência e do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal .. inclusive gestão operacional de empresa ou direção político-partidária... É vedado aos ocupantes de cargos efetivos....... 96. e observado o disposto na Lei no 8. 113 e 114-A desta Lei e de requisitados de outros órgãos e entidades da Administração Pública... 30. o art........217-3. § 6o Aplica-se ao pessoal contratado por tempo determinado pelo DNIT o disposto no § 1 o do art. os arts... ficando limitada sua vigência. 36-A. análise de curriculum vitae sem prejuízo de outras modalidades que. Os Cargos Comissionados Técnicos a que se refere o inciso V do art.. 37... o art. 7o. 74 da Lei no 10.. 12 e 16 da Lei no 8. o parágrafo único do art.. 20. contratação por tempo determinado. aos ocupantes de cargos comissionados e aos dirigentes das Agências Reguladoras referidas no Anexo I desta Lei o exercício regular de outra atividade profissional..... os §§ 1o e 2o do art.. inclusive gestão operacional de empresa ou direção político-partidária....782. 1o..233." (NR) Art.. prova escrita e. o caput e §§ 1o e 2o do art. O DNIT poderá efetuar. 36 da Lei no 9. excetuados os casos admitidos em lei.984.. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.. 9o. 69.....SIPEC.961. 24. Art..427...profissional.. facultativamente..

Este texto não substitui o publicado no D.094. de 21.5. 720 485 250 235 150 64 70 76 150 20 70 20 365 200 200 435 50 50 165 80 340 50 100 70 220 130 70 50 590 860 105 150 810 100 175 150 45 922 394 307 132 ANEXO II (Redação dada pela Lei nº 11.O.292. de 2010 Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual ANCINE Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia ANEEL Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural ANP Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Saúde Suplementar ANSS Técnico em Regulação de Saúde Suplementar Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários ANTAQ Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários Analista Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres ANTT Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres Analista Administrativo Técnico Administrativo ANVISA Redação dada pela Lei nº 12. de 2006) CARGOS DE PROCURADOR FEDERAL A SEREM DISTRIBUÍDOS ÀS AGÊNCIAS REGULADORAS AUTARQUIA ESPECIAL ANA ANATEL QUANTIDADE 20 70 89 .U. de 2006) AUTARQUIA ESPECIAL CARGO Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações ANATEL Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações Analista Administrativo Técnico Administrativo ANCINE Redação dada pela Lei nº 12.2004 ANEXO I (Redação dada pela Lei nº 11.323.292. de 2009 ANA Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária Analista Administrativo Técnico Administrativo Técnico Administrativo Especialista em Regulação de Aviação Civil ANAC Técnico em Regulação de Aviação Civil Analista Administrativo Técnico Administrativo QUANT.

Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações 12. Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários 9. Analista Administrativo 20.ANCINE ANEEL ANP ANS ANTAQ ANTT ANVISA ANAC ANEXO III (Redação dada pela Lei nº 11. Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural 13. Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural 6. Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia CLASSE 15 35 40 40 20 55 40 50 PADRÃO III 3. Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual 10. Especialista em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural 7. Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária 4. de 2006) ESTRUTURAÇÃO DOS CARGOS CARGOS 1. Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres B V IV III II I I ESPECIAL II 16. Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações 2.292. Técnico em Regulação de Aviação Civil 19. Técnico Administrativo A IV III II I 90 . Especialista em Regulação de Aviação Civil 11. Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres 8. Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária 14. Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários V 17. Técnico em Regulação de Saúde Suplementar 15. Especialista em Regulação de Saúde Suplementar 5. Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual 18.

907.00 5.00 Especialista em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural B III 5.450.973.137.25 Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural II 5.00 6.400.272.50 Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres I 4.925.960.715.875.206.00 91 .551.50 Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária V 5.33 7.187.713.50 7.00 7.33 6.666.945.00 7.75 Especialista em Regulação de Serviços de Transportes V 4.993.67 5.453.50 6.387.220.726.75 Especialista em Regulação de Saúde Suplementar IV 5.830.50 5.350.108.00 7.ANEXO IV (Redação dada pela Lei nº 11.466.612.00 6.67 6.50 7.00 6.700.00 5.33 5. de 2009) TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO VENCIMENTO BÁSICO CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 1o JUL 2008 1o JUL 2009 1o JUL 2010 III Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações ESPECIAL II 6.25 Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia I 6.662.67 6.00 6.

346.33 4.83 3.00 4.612.740.986.01 3.93 3.50 5.506.825.55 3.76 Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações ESPECIAL II 3. de 2009) TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO Em R$ VENCIMENTO BÁSICO CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 1o JUL 2008 1o JUL 2009 1o JUL 2010 III 3.233.25 III 4.09 Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária IV 2.50 II Analista Administrativo 3.960.56 3.50 4.20 I Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural V 3.300.75 I 3.436.407.720.19 3.740.85 92 .873.98 3.00 ANEXO V (Redação dada pela Lei nº 11.087.00 2.Aquaviários Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual A Especialista em Regulação de Aviação Civil IV 4.967.00 5.52 3.480.562.00 5.157.291.195.05 3.907.852.248.510.00 4.39 3.67 4.600.153.878.

36 3.907.118.86 2.397.790.601.629.67 2.83 I 2.22 II 2.86 3.09 3.924.69 2.708.45 2.588.52 2. de 2009) VALORES DO PONTO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE DE REGULAÇÃO .679.102.66 Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual V 2.07 2.259.745.32 IV Técnico em Regulação de Aviação Civil A Técnico Administrativo III 2.03 2.439.GDAR a) Valor do ponto da GDAR para os cargos de Nível Superior: Em R$ VALOR DO PONTO DA GDAR CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 93 .78 ANEXO VI (Incluído pela Lei nº 11.760.512.13 3.843.Técnico em Regulação de Saúde Suplementar B III 2.59 Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres II 2.469.45 3.212.665.308.88 2.012.96 2.22 Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários I 2.90 2.194.928.25 2.327.89 2.

1o JUL 2008

1o JUL 2009

1o JUL 2010

III Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações ESPECIAL II

67,00

74,50

79,45

66,26

73,58

78,47

Especialista em Regulação de Serviços Públicos de Energia I 65,52 72,66 77,50

Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária V 64,78 71,74 76,52

Especialista em Regulação de Saúde Suplementar IV 64,04 70,83 75,55

Especialista em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural B III 63,30 69,91 74,57

Especialista em Geologia e Geofísica do Petróleo e Gás Natural

II

62,56

68,99

73,60

I Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres V Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários IV

61,82

68,07

72,62

61,08

67,15

71,65

60,34

66,23

70,67

94

Especialista em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual A III 59,60 65,31 69,69

Especialista em Regulação de Aviação Civil

II

58,86

64,39

68,72

I

58,12

63,48

67,74

b) Valor do ponto da GDAR para os cargos de Nível Intermediário: Em R$ VALOR DO PONTO DA GDAR CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 1o JUL 2008 1o JUL 2009 1o JUL 2010

III

33,26

37,21

39,68

ESPECIAL

II

32,77

36,44

38,86

Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações I 32,10 35,69 38,06

Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados e Gás Natural

V

30,87

34,32

36,60

IV Técnico em Regulação e Vigilância Sanitária B Técnico em Regulação de Saúde III

30,24

33,61

35,85

29,62

32,92

35,11

95

Suplementar II Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres I Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Aquaviários V 27,32 30,37 32,68 28,41 31,58 33,68 29,01 32,24 34,39

Técnico em Regulação da Atividade Cinematográfica e Audiovisual IV 26,76 29,75 31,71

Técnico em Regulação de Aviação Civil

A

III

26,21

29,14

31,06

II

25,67

28,54

30,42

I

25,14

27,95

29,79

ANEXO VII (Incluído pela Lei nº 11.907, de 2009) VALORES DO PONTO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE DE REGULAÇÃO - GDATR a) Valor do ponto da GDATR para os cargos de Nível Superior: Em R$ VALOR DO PONTO DA GDATR CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 1o JUL 2008 III ESPECIAL II I 67,00 66,26 65,52 1o JUL 2009 67,80 66,99 66,19 1o JUL 2010 68,33 67,49 66,65

96

30 62.19 65.82 34.10 29.98 97 .87 32.13 58.74 32.32 30.31 62.51 28.78 64.60 34.60 26.96 28.39 64.14 35.39 60.56 26.97 36.45 24.87 29.81 28.99 62.23 30.02 31.48 25.88 28.79 58.82 64.80 59.33 33.08 60.81 33.95 26.82 61.18 27.98 64.29 Em R$ VALOR DA GDATR CARGO CLASSE PADRÃO EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 1o JUL 2008 III ESPECIAL II I V IV Técnico Administrativo B III II I V IV A III II I 33.15 63.34 59.86 58.79 62.58 30.70 30.19 61.01 26.04 63.V IV Analista Administrativo B III II I V IV A III II I b) Valor do ponto da GDATR para os cargos de Nível Intermediário: 64.95 1o JUL 2009 35.97 59.59 59.23 27.36 27.96 25.60 58.05 32.47 61.99 58.31 31.63 29.53 32.59 63.05 32.64 60.56 61.93 28.12 65.54 28.36 1o JUL 2010 36.

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