FUNDAÇÃO MARIA ULRICH

Relatório Contas e Demonstração de Resultados

2012

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Mensagem do Presidente:
Queridos amigos,

O ano 2012 foi o ano da grande mudança na actividade legislativa das Fundações.

No início de 2012 todas as Fundações portuguesas foram convocadas a responder ao primeiro Censo das Fundações. Acreditamos que este trabalho era absolutamente fundamental para finalmente sabermos quantos somos, o que fazemos e o que nos move.

A Fundação participou neste trabalho com o empenho que lhe era devido, propôs as alterações estatutárias exigidas por esta lei, e publicitou tudo o que era exigido. Acredita que desta forma, contribui para uma participação activa e cumpridora dos seus deveres. É com este sentido de responsabilidade que também se põe diante de um ano que se adivinha exigente e criativo, de forma a que a Fundação, que tem uma dimensão pequena, consiga ultrapassar as dificuldades que surjam.

A dificuldade aguça o engenho, e é desta forma que terminamos o ano de 2012 e iniciamos o ano de 2013.

Um bom ano novo!

Padre João Seabra Presidente do Conselho de Administração

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Órgãos sociais:
Conselho de Administração:
Presidente: Padre João Seabra Tesoureiro: Eng.º Pedro Correia Secretário: Eng.º Manuel Nobre Gonçalves Vogais: Isabel Faria de Carvalho Eng.º João Ulrich

Direcção:
Directora Executiva: Dra.Teresa Araújo Neves Vogal: Dra. Teresa Jardim de Oliveira Vogal: Eng.º Manuel Gonçalves

Conselho Fiscal:
Presidente: Dr. Manuel Frederico Lupi Bello Vogais: Dr. José Sousa Mendes Dr. Guilherme Almeida Brito

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1. ACTIVIDADES DE FORMAÇÃO
1.1 O Núcleo de Formação para a Educação e o Desenvolvimento (NFED) Durante o ano de 2012 as acções de formação de Educadores e Professores ocorreram com normalidade e muita afluência.

1.2 Curso de Formação «O Bebé Competente e os Desafios Educativos» destinado a profissionais com diferentes funções na Creche.

Decorreu em 2012 o quinto Curso de Formação «O Bebé Competente e os Desafios Educativos», em quinze sessões, que decorreram entre Janeiro e Maio.

Colaboraram, além da Mestre Teresa Jardim, da Fundação Maria Ulrich e da Doutora Deolinda Botelho, colaboradora da Fundação, a Drª Soraia Nobre, o Dr. Nuno Lobo Antunes a Drª Maria da Purificação Milhomens, a Mestre Carla Almeida, a Doutora Ana Teresa Brito, a Drª Ana Ferrão e a Doutora Maria Emília Nabuco.

Participaram nesta formação 23 pessoas de 11 instituições educativas.

1.3 Curso de Formação «Abordagens Pedagógicas em Creche – Novos Olhares» destinado a profissionais com diferentes funções na Creche.

Decorreu em 2012 o terceiro Curso de Formação «Abordagens Pedagógicas em Creche – Novos Olhares» em dezasseis sessões, que decorreram entre Janeiro e Maio.

Colaboraram, além da Mestre Teresa Jardim, da Fundação Maria Ulrich e da Doutora Deolinda Botelho, colaboradora da Fundação, a Drª Margarida Silveira Rodrigues, a Drª Teresa de Matos, a Drª Anabela Norte, a Engª Teresa Prazeres e a Doutora Maria Emília Nabuco.

Participaram nesta formação 22 pessoas de 6 instituições educativas.

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1.4 Matemática Elementar:

Tendo em conta as orientações curriculares actuais para a abordagem da Matemática no pré-escolar e no 1º Ciclo a Fundação Maria Ulrich criou uma acção dedicada ao tema. Trata fundamentalmente da didáctica, e são utilizados materiais essenciais como ábacos, cuisenaires, material dourado, geoplano, tangrans, origamis e recurso às tecnologias. É abordado também um tratamento misto: além da didáctica da matemática, trata também de aspectos ligados à pedagogia e às ciências da educação.

Durante o ano de 2010, foi possível realizar uma acção de formação, no primeiro semestre. Foi orientada pelo Dr. Carlos Santos, que connosco colabora neste âmbito desde 2009.

Esta acção teve como destinatários: Professores do pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico.

Cada curso teve a duração de 25 horas, conferindo 1 crédito, aos formandos em 5 sessões de 4 horas e uma sessão de 5 horas.

1.5 Geometria Elementar:

Mais uma vez aconteceu na Fundação a segunda acção de de geometria elementar, para professores do pré-escolar e 1º ciclo. Toda a abordagem tem como ponto de referência o ensino da matemática elementar em Singapura classificado nos primeiríssimos lugares em todos os importantes estudos internacionais. O seu sistema dá primazia a três pilares fundamentais: importância da oralidade, ordem e estrutura das matérias e caminho concreto/abstracto. Nesta acção faz-se comparação e debate sobre esse caso oriental e o nosso sistema português. A acção de formação está concebida para um número total de 25 horas, conferindo 1 crédito, aos formandos em 5 sessões de 4 horas e uma sessão de 5 horas.

1.6 Matemática para Professores do Ensino Básico:

Um grupo de professores do Colégio de S.Tomás pediu à Fundação que acreditasse uma sua acção de formação da matemática do Ensino Básico, para que esta pudesse contar como formação do seu Colégio, e ao mesmo tempo, pudesse ser útil e extensível a outros colégios e escolas.

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Esta foi mais uma acção certificada com sucesso, e que já está a decorrer desde Novembro. É uma acção formativa para dois anos lectivos, e por isso mesmo tem 3.6 créditos, contando a mesma para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância e Professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico.

1.7 Formações do projecto Despertar da Fé (em colaboração com o Departamento da Catequese do Patriarcado de Lisboa e a ESEI Maria Ulrich), constituídas por acções de natureza teóricoprática, destinadas a educadores dos Centros Sociais Paroquiais, das escolas católicas, catequistas, e animadores pastorais.

1.7.1. FORMAÇÃO GERAL (Formações a nível diocesano e interdiocesano) • Quatro encontros de formação em Lisboa, sob a responsabilidade da Equipa coordenadora do Projecto e com a colaboração do Sr. Padre Paulo Malícia, do Dr. Juan Ambrósio, da Dra. Ana Ferrão e de Monsenhor Victor Feytor Pinto. • Cinco acções de formação em Setúbal, sob a responsabilidade de Teresa Jardim e Mª João Ataíde e em parceria com o Secretariado Diocesano da Catequese de Setúbal. Colaboraram nesta acção o Sr. Padre Rui Gouveia, e o Sr. Padre Victor Gonçalves. • Três acções de formação em Fátima, em parceria com o Secretariado Diocesano da Catequese de Santarém. Colaboraram nesta acção o Sr. Padre Sérgio (de Tomar).

1.7.2. FORMAÇÃO ESPECÍFICA • Formação sobre a Bíblia, realizada em três encontros no Patriarcado de Lisboa, sob a responsabilidade de Teresa Jardim e irmã Mª José Bruno. • Formação para Pais e Equipas de Animadores Paroquiais realizada em dois encontros na Igreja do Sagrado Coração de Jesus.

1.7.3. FORMAÇÃO A NÍVEL NACIONAL, em Parecia com o Secretariado Nacional De Educação Cristã: • Participação nas Jornadas Nacionais da Catequese em Outubro de 2012, com uma formação sobre as dinâmicas do Projecto Despertar da Fé. • Curso de Formação De Formadores Para O Despertar Da Fé, acreditado pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua, realizado em sete dias, em Fátima. Colaboraram neste curso além da Equipa Coordenadora do Despertar da Fé, composta por Mestre Teresa Jardim, da FMU, Irmã Mª José Bruno, SNSF, do

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Patriarcado de Lisboa e Dra. Mª João Ataíde da ESEI Maria Ulrich, a Mestre Ana Aires, o Sr. Padre Paulo Malícia e a Doutora Deolinda Botelho.

1.8 Escola de Pais: O desafio e a responsabilidade de acompanhar o crescimento dos nossos filhos impõe-se a cada ano que passa. Atendendo à velocidade a que tudo hoje acontece, a educação exige dos pais uma proximidade muito grande. Esta situação torna-se ainda mais relevante hoje, quando o ambiente e a cultura se tornaram fragmentados e um enorme conjunto de solicitações e propostas torna difícil um juízo sereno e claro sobre a realidade.

É neste enquadramento, por vezes extremamente difícil, que somos chamados à tarefa da educação. Com a mesma exigência com que abordamos os aspectos profissionais e sociais da nossa vida, não podemos deixar de nos questionar em que medida nos temos preparado para o desafio educativo.

A Fundação Maria Ulrich realizou duas Escolas de Pais no primeiro e no segundo semestre, de três encontros sobre a educação, desenvolvimento e formação dos filhos. 1ª sessão – A importância de educar: a resposta aos porquês - Isabel Almeida Brito;

2ª sessão –O perigo de não propor: a televisão e a internet - Henrique Leitão;

3ª sessão – autoridade: uma questão de prémios e castigos? A verificação: as amizades e os tempos livres – Teresa Araújo Neves

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2. OUTRAS ACTIVIDADES E INICIATIVAS
2.1 - Tertúlias da Educação

A Fundação em parceria com o Fórum para Liberdade de Educação, continuou o painel de Tertúlias com o tema base da Educação, que havia iniciado em 2011. Estes encontros destinam-se a professores, directores e educadores, e pretende, tal como as anteriores, ser um espaço de debate sobre a Educação.

Janeiro – Francisco Vieira e Sousa; Fevereiro – Prof. Dra. Carmo Seabra; Março – Prof. Rodrigo Queiroz e Melo Abril – Prof. Adão da Fonseca;

2.2 Participação e Intervenção em Encontros:

Março – Realização de uma conferência sobre «Educar para a Oração» por Teresa Jardim, na Paróquia da Boa Nova – Estoril. Outubro – Entrevista para a Rádio Paulus sobre o Projecto Despertar da Fé – Teresa Jardim. Novembro - Visita das alunas da Escola Superior de Educação Maria Ulrich, por ocasião do aniversário da Escola – Teresa Neves

A Fundação esteve presente em diversos encontros, dos quais destaca: • Seminário das Escolas Católicas – Competências Pedagógicas e Pastorais dos Educadores das Escolas Católicas –Teresa Neves . • Encontros FLE – diversos encontros que aconteceram na Fundação Calouste Gulbenkian durante o ano de 2012 – Teresa Neves • Velada de Oração Infantil no Mosteiro de S. Vicente Fora, dia 6 de Maio – Teresa Neves e Teresa Jardim. • Congresso «Crianças Desaparecidas e Exploradas Sexualmente» organizado pelo Instituto de Apoio à Criança, em Maio – Teresa Jardim.

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2.3 Encontros de Jovens do liceu na Fundação Maria Ulrich: A Fundação desde 2011 que promove encontros na Fundação para jovens do liceu, com idades compreendidas entre os 15 e os 17 anos. Estes encontros existem promovendo principalmente a fidelização dos jovens da zona envolvente à Fundação, como lugar de encontro e que se vai alargando a outras zonas da cidade, porque os jovens trazem sempre mais um amigo. Estes encontros iniciam-se com a preparação do jantar, confeccionado por eles e depois, seguem-se as actividades, que vão desde uma simples conferencia e debate, com alguma figura pública, à visualização de um filme, jogos, esclarecimento de dúvidas sobre a actualidade, etc, etc. O responsável por estes encontros é o Professor Doutor Miguel Tristany. 2.4 Estudo na Fundação Maria Ulrich: A Fundação, foi desafiada por jovens professores e alunos a promover manhãs de estudo, a decorrer ao sábado na Fundação, entre as 10h e as 13h. Estas manhãs tentam responder à necessidade de existir um lugar, seguro e tranquilo, diferente da casa de cada um, para se poder estudar e ao mesmo tempo tirar dúvidas, acompanhando e proporcionando um estudo livre e responsável, a cada criança e jovem que a ele recorre. As responsáveis por estes encontros são as Dras. Isabel Almeida Brito, Madalena Fontoura e Catarina Almeida. 2.5 Tardes de sábado na Fundação: Quando se começa a crescer, e entrando no 2º Ciclo, há uma ausência de lugares de encontro para crianças dos 10 aos 13 anos. Desde o início do presente ano lectivo que promovemos na Fundação Maria Ulrich um lugar de encontro para estas meninas, que ainda não são jovens raparigas, mas também já não são pequenas crianças. Nestes encontros semanais propomos trabalhos manuais, culinária, dança, desenho e muito mais.Têm sido umas tardes muito bem passadas, e todas as semanas temos mais amigas! As responsáveis por estes encontros são a Dr.ª Maria Quintela e Dr.ª Maria Durão.

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3. RELAÇÕES INSTITUCIONAIS
1. Fundação Oriente: A Fundação Maria Ulrich no ano de 2012 assinou um Protocolo com a Fundação Oriente, e cedeu, para exposição, um belo Pano de Armar. Este Protocolo incluiu a restauração do Pano, que se encontrava num avançado estado de degradação, que foi da total responsabilidade da Fundação Oriente. Esta cedência é feita por oito anos, e este maravilhoso pano já está, desde Outubro, em exposto no Museu da Fundação Oriente.

2.

Centro Português de Fundações:

Este ano, de grandes mudanças relacionadas com o funcionamento e actividades das Fundações, tivemos oportunidade de contactar de perto com o Centro Português de Fundações, que nos deu um apoio absolutamente fundamental na interpretação e execução de todas as novas exigências. A Fundação teve oportunidade de participar nos encontros e seminários promovidos para o efeito, tendo os mesmos sido muito úteis e esclarecedores.

4. Agradecimentos:
A Fundação agradece a todos colaboradores e amigos e voluntários que asseguram o trabalho diário desta instituição ao longo destes anos com empenho, dedicação e voluntariado tornam possível este de trabalho.

Janeiro de 2012

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RELATÓRIO DE GESTÃO Exercício de 2012
A FUNDAÇÃO MARIA ULRICH, tem por objecto o desenvolvimento de acções no âmbito da formação da educação e cultura numa perspectiva humanística e cristã. Tem a sua sede na R. Silva Carvalho, nº 24, freguesia do Santo Condestável, n.º de identificação de pessoa colectiva 502 270 721, com o Património de 410.784,96 Euros.

1. ACTIVIDADE
A actividade desenvolvida durante o presente ano, nas áreas de educação e cultura, bem como as perspectivas para o exercício de 2013, encontram-se descritas em relatório próprio, designado de “Relatório das Actividades”.

2. INVESTIMENTO
Não se efectuou qualquer investimento no exercício em análise.

3. BALANÇO
O edifício da Rua do Andaluz encontra-se inscrito no balanço pelo valor líquido de 193 mil euros, após depreciação anual de 23 mil euros. O espólio de obras de arte mantém uma avaliação de 150 mil euros. O montante em dívida ao Banco Millennium é de 61 mil euros, após amortização de 11,7 mil euros durante o presente exercício. A situação líquida da Fundação atinge o valor de 282 mil euros no fecho do exercício.

4. ANALISE ECONÓMICA E FINANCEIRA

a) Proveitos e Ganhos
A principal componente desta rubrica, no valor de 60,5 euros (64,8 mil euros em 2011), continua a ter origem nos proveitos recebidos pelo arrendamento das fracções do edifício da R. do Andaluz. O valor sofreu, no entanto, uma quebra devido à necessidade de reduzir de rendas de modo a que fosse possível alugar de novo uma fracção entretanto vaga. Não houve desenvolvimento na relação com a CML, sendo que após a denúncia unilateral do protocolo por parte da CML no inicio de 2011, não foi ainda recebido, durante este exercício, o valor do subsídio devido pela CML referente a 2010. Por outro lado, continuam, ainda por receber da CML, 3,2 euros relativos a obras efectuadas no edifício da R. Silva Carvalho, pagos pela FMU em 2003, mas que seriam suportados pela CML por acordo efectuado. Neste sentido, entendeu-se proceder ao ajustamento integral do valor indicado em 2009, muito embora a FMU mantenha o legitimo entendimento de que a CML cumprirá o pagamento a que está obrigada.

b) Custos e Perdas
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Os principais custos suportados pela FMU continuam a dizer respeito a honorários, os quais atingem, em 2012 cerca de 35,2 mil euros (face a 39 mil euros em 2011), representando 66% (face a 70% em 2011) do total dos fornecimentos e serviços externos. De notar que o valor de FSE decresceu cerca de 3%, explicado sobretudo pela redução nos gastos com honorários. Os restantes custos permanecem praticamente inalterados. De salientar apenas a existência de 1,8 custos com comissões para arrendamento do r/c do Andaluz, custo este, não existente no ano anterior.

c) Resultados
Os resultados do exercício são negativos em cerca de 20,7 mil euros, agravado em cerca de 15 mil euros face a 2011, explicado sobretudo pela redução de rendimentos: (a) redução do valor das rendas (4,3 mil euros); (b) redução do valor recebido a título de ingressos nas conferências (4,5 mil euros) e finalmente (c) términus da imputação de um subsídio de obras em 2011 (7,4 mil euros).

5. PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS
O Conselho de Administração, propõe que o resultado liquido negativo do exercício de 2012, no valor de 20.71,43 euros, seja levado à rubrica de Resultados Transitados.

6. FACTOS RELEVANTES
Após o termo do exercício e até à presente data, não ocorreu qualquer facto relevante para as actividades da Fundação.

6. NOTA FINAL
Às entidades que acreditaram no nosso projecto e que nos doaram significativo valor e às entidades Bancárias, que assumiram connosco o risco, tornando-se parceiros inseparáveis da nossa jornada, o nosso reconhecimento. A todos os colaboradores que contribuíram para o desempenho da Fundação, com o seu profissionalismo e dedicação, o Conselho de Administração deseja expressar o seu agradecimento. Lisboa, 28 de Fevereiro de 2013

A Direcção

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ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÔES FINANCEIRAS Para o período findo em 31 de Dezembro de 2012 1. Identificação da Entidade

A Fundação Maria Ulrich, tem por objecto o desenvolvimento de acções no âmbito da formação da educação e cultura numa perspectiva humanística e cristã. Tem a sua sede na R. Silva Carvalho, nº 24, freguesia do Santo Condestável, n.º de identificação de pessoa colectiva 502 270 721, com o Património de 410.784,96 Euros.

2.

Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras

2.1. As demonstrações financeiras anexas estão em conformidade com todas normas que integram o regime de Normalização Contabilística para as entidades do sector não lucrativo, que se insere na aplicação do Sistema de Normalização Contabilística (SNC). Devem entender-se como fazendo parte daquelas normas as Bases para a Apresentação de Demonstrações Financeiras, os Modelos de Demonstrações Financeiras, o Código de Contas e as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF ESNL), e as Normas Interpretativas. Sempre que o ESNL não responda a aspectos particulares de transacções ou situações são aplicadas supletivamente e pela ordem indicada: a) SNC, aprovado pelo Decreto-Lei n.º158/2009, de 13 de Julho; b) às Normas Internacionais de Contabilidade, adoptadas ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 1606/2002, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 19 de Julho; e c) as Normas Internacionais de Contabilidade (IAS) e Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e respectivas interpretações SIC-IFRIC. 2.2. Considera-se que as políticas contabilísticas e os critérios de mensuração adoptados a 31 de Dezembro de 2012 são comparáveis com os utilizados na preparação das demonstrações financeiras em 31 de Dezembro de 2011.

2. Principais políticas contabilísticas, estimativas e julgamentos relevantes

Propriedades de Investimento O prédio da R. do Andaluz é uma propriedade detida para obtenção de rendas. O custo desta propriedade de investimento compreende o valor da doação inicial, bem como as grandes reparações realizadas ao longo dos anos. Assim, e uma vez escolhido o modelo do custo como modelo de mensuração após o reconhecimento inicial, todas as suas propriedades de investimento são mensuradas de acordo com os requisitos da NCRF 7 Activos Fixos Tangíveis.

Activos fixos tangíveis

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Os activos fixos tangíveis encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido das correspondentes depreciações e das perdas por imparidade acumuladas. As depreciações são calculadas, em duodécimos, após a data em que os bens estejam disponíveis para serem utilizados, pelo método da linha recta em conformidade com o período de vida útil estimado para cada grupo de bens. As taxas de depreciação utilizadas correspondem aos seguintes períodos de vida útil estimada (em anos): Edifícios e outras construções 10 a 50 Equipamento básico 3 a 10 Equipamento administrativo 3 a 10 Outros activos tangíveis 3a8 Existindo algum indício de que se verificou uma alteração significativa da vida útil ou da quantia residual de um activo, é revista a depreciação desse activo de forma prospectiva para reflectir as novas expectativas. Os dispêndios com reparação que não aumentem a vida útil dos activos nem resultem em melhorias significativas nos elementos dos activos fixos tangíveis são registadas como gasto do período em que incorridos. Os dispêndios com inspecção e conservação dos activos são registados como gasto. Os activos fixos tangíveis em curso referem-se a activos em fase de construção, encontrando-se registados ao custo de aquisição deduzido de eventuais perdas de imparidade. Estes activos são depreciados a partir do momento em que estão disponíveis para uso e nas condições necessárias para operar de acordo com o pretendido pelo órgão de gestão. As mais ou menos valias resultantes da alienação ou abate do activo fixo tangível são determinadas como a diferença entre o preço de venda e o valor líquido contabilístico na data de alienação ou abate, sendo registadas na demonstração dos resultados nas rubricas “Outros rendimentos e ganhos” ou “Outros gastos e perdas”. Participações financeiras – outros métodos As participações financeiras minoritárias ou aquelas onde não se exerce influência significativa, correspondentes a instrumentos de capital próprio que não sejam negociados em mercado activo e cujo justo valor não possa ser obtido de forma fiável, são mensuradas pelo seu custo menos qualquer perda de imparidade. As restantes participações financeiras são mensuradas pelo justo valor com as alterações de justo valor a serem reconhecidas na demonstração dos resultados. Imparidade dos activos À data de cada relato, e sempre que seja identificado um evento ou alteração nas circunstâncias que indiquem que o montante pelo qual o activo se encontra registado possa não ser recuperável, é efectuada uma avaliação de imparidade dos activos fixos tangíveis e intangíveis. Sempre que o montante pelo qual o activo se encontra registado é superior à sua quantia recuperável, é reconhecida uma perda por imparidade, registada na demonstração dos resultados na rubrica “'Imparidade de investimentos depreciáveis/amortizáveis (perdas/reversões)”, ou na rubrica “Imparidade de dívidas a receber (perdas/reversões)”, caso a mesma respeite a activos não depreciáveis.

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A quantia recuperável é a mais alta entre o preço de venda líquido e o valor de uso. O preço de venda líquido é o montante que se obteria com a alienação do activo, numa transacção entre entidades independentes e conhecedoras, deduzido dos custos directamente atribuíveis à alienação. O valor de uso é o valor presente dos fluxos de caixa futuros estimados que são esperados que surjam do uso continuado do activo e da sua alienação no final da sua vida útil. A quantia recuperável é estimada para cada activo, individualmente ou, no caso de não ser possível, para a unidade geradora de fluxos de caixa à qual o activo pertence. A reversão de perdas por imparidade reconhecidas em exercícios anteriores é registada quando se conclui que as perdas por imparidade reconhecidas anteriormente já não existem ou diminuíram. A reversão das perdas por imparidade é reconhecida na demonstração dos resultados na rubrica supra referida. A reversão da perda por imparidade é efectuada até ao limite da quantia que estaria reconhecida (líquida de amortização ou depreciação) caso a perda por imparidade não se tivesse registado em exercícios anteriores.

Inventários Os inventários são valorizados ao menor entre o custo de aquisição e o valor líquido de realização. Os inventários referem-se essencialmente a edições (livros publicados pela Fundação) utilizados nas actividades operacionais. Os inventários são reconhecidos inicialmente ao custo de aquisição, o qual inclui todas as despesas suportadas com a compra. Como método de valorização das saídas das edições é utilizado o FIFO. Sempre que o custo de aquisição é superior ao valor de realização líquido,é efectuado um ajustamento pela diferença.

Provisões As provisões são reconhecidas quando, e somente quando, a entidade tenha uma obrigação presente (legal ou construtiva) resultante de um evento passado, seja provável que para a resolução dessa obrigação ocorra uma saída de recursos e o montante da obrigação possa ser razoavelmente estimado. As provisões são revistas na data de cada demonstração da posição financeira e ajustadas de modo a reflectir a melhor estimativa a essa data.

Instrumentos financeiros i) Clientes No final de cada período de relato são analisadas as contas de clientes de forma a avaliar se existe alguma evidência objectiva de que não são recuperáveis. Se assim for é de imediato reconhecida a respectiva perda por imparidade. As perdas por imparidade são registadas em sequência de eventos ocorridos que indiquem, objectivamente e de forma quantificável, que a totalidade ou parte do saldo em dívida não será recebido. Para tal, a entidade tem em consideração informação de mercado que demonstre que o cliente está em incumprimento das suas responsabilidades, bem como informação histórica dos saldos vencidos e não recebidos. ii) Empréstimos e contas a pagar não correntes 15

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Os financiamentos obtidos são inicialmente reconhecidos ao justo valor, líquido de custos de transacção e montagem incorridos. Os financiamentos são subsequentemente apresentados ao custo amortizado sendo a diferença entre o valor nominal e o justo valor inicial reconhecida na demonstração dos rendimentos e gastos ao longo do período do empréstimo, utilizando o método da taxa de juro efectiva. Os financiamentos obtidos são classificados no passivo corrente, excepto se a Fundação possuir um direito incondicional de diferir o pagamento do passivo por, pelo menos, 12 meses após a data do balanço, sendo neste caso classificados no passivo não corrente (Nota 22). Os empréstimos e as contas a pagar não correntes, utilizando uma das opções da NCRF 27, são registados no passivo pelo custo. iii) Fornecedores e outras dívidas a terceiros As dívidas a fornecedores ou a outros terceiros são registadas pelo seu valor nominal dado que não vencem juros e o efeito do desconto é considerado imaterial. Caixa e equivalentes de Caixa Caixa e equivalentes de caixa incluem caixa, depósitos bancários, outros investimentos de curto prazo, de liquidez elevada e com maturidades iniciais até 3 meses. Activos e passivos contingentes Os activos contingentes são possíveis activos que surgem de acontecimentos passados e cuja existência somente será confirmada pela ocorrência, ou não, de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade. Os activos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras da entidade mas são objecto de divulgação quando é provável a existência de um benefício económico futuro. Os passivos contingentes são definidos como: (i) obrigações possíveis que surjam de acontecimentos passados e cuja existência somente será confirmada pela ocorrência, ou não, de um ou mais acontecimentos futuros incertos não totalmente sob o controlo da entidade; ou (ii) obrigações presentes que surjam de acontecimentos passados mas que não são reconhecidas porque não é provável que um fluxo de recursos que afecte benefícios económicos seja necessário para liquidar a obrigação ou a quantia da obrigação não pode ser mensurada com suficiente fiabilidade. Os passivos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras da entidade, sendo os mesmos objecto de divulgação, a menos que a possibilidade de uma saída de fundos afectando benefícios económicos futuros seja remota, caso este em que não são sequer objecto de divulgação. Rédito O rédito proveniente da prestação de serviços é reconhecido quando i) a quantia de rédito possa ser fiavelmente mensurada; ii) Seja provável que os benefícios económicos associados à transacção fluam para a entidade; iii) a fase de acabamento da transacção à data do balanço possa ser fiavelmente mensurada; e iv) os custos incorridos com a transacção e os custos para concluir a transacção possam ser fiavelmente mensurados. As restantes receitas e despesas são registadas de acordo com o pressuposto do acréscimo pelo que são reconhecidas à medida que são geradas independentemente do momento em que são recebidas ou pagas. FMU – RELATÓRIO 2012 16

As diferenças entre os montantes recebidos e pagos e as correspondentes receitas e despesas geradas são registadas nas rubricas de “Diferimentos” ou “Outras contas a pagar ou a receber”.

Julgamentos e estimativas Na preparação das demonstrações financeiras, a entidade adoptou certos pressupostos e estimativas que afectam os activos e passivos, rendimentos e gastos relatados. Todas as estimativas e assumpções efectuadas pelo órgão de gestão foram efectuadas com base no seu melhor conhecimento existente, à data de aprovação das demonstrações financeiras, dos eventos e transacções em curso. As estimativas contabilísticas mais significativas reflectidas nas demonstrações financeiras incluem: i) vidas úteis dos activos fixos tangíveis e intangíveis; ii) análises de imparidade, nomeadamente de contas a receber, e iii) provisões. As estimativas foram determinadas com base na melhor informação disponível à data da preparação das demonstrações financeiras e com base no melhor conhecimento e na experiência de eventos passados e/ou correntes. No entanto, poderão ocorrer situações em períodos subsequentes que, não sendo previsíveis à data, não foram consideradas nessas estimativas. As alterações a essas estimativas, que ocorram posteriormente à data das demonstrações financeiras, serão corrigidas na demonstração de resultados de forma prospectiva.

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3. Vendas e prestações de serviços As vendas resumem-se à venda de livros.

4. Subsídios à Exploração
Rubricas
Outros subsídios Subsídio de obras Conferências Outros Total 2012 800,00 0,00 6.340,50 15,40 7.155,90 2011 2.400,00 7.481,68 10.927,00 0,00 20.808,68

A rubrica conferências inclui recebimentos a título de participação nas mesmas.

5. Fornecimentos e Serviços Externos
Rubricas
Honorários Conservação e reparação Trabalhos especializados Comisões Outros Total 2012 35.257,80 7.047,88 3.761,41 1.845,00 5.509,64 53.421,73 2011 38.936,40 6.830,19 3.452,91 0,00 6.064,13 55.283,63

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Os gastos com conservação e reparação dizem respeito, essencialmente, a trabalhos de manutenção realizados no prédio da R. do Andaluz.

6. Outros rendimentos e ganhos A rubrica “outros rendimentos e ganhos” regista os rendimentos relativos a rendas obtidas através da exploração da propriedade detida pela Fundação na R. do Andaluz.

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7. Juros e gastos similares suportados Os juros suportados dizem respeito ao empréstimo contraído junto do Banco BCP para realização das obras gerais efectuadas na R. do Andaluz em 2005.

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8. Activo Fixo tangível
Equipamento básico Equipamento administrativo Outros activos fixos tangíveis 134.472,92 0,00 134.472,92

Activos fixos tangíveis
Quantias brutas escrituradas Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas

Totais

1.729,99 (1.545,50) 184,49

17.290,85 (15.044,14) 2.246,71

153.493,76 (16.589,64) 136.904,12 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Em 01.01.N-1

Adições Revalorizações Transferências Reclassificações para activos não correntes detidos para venda Alienações, sinistros e abates Outras alterações Depreciações Perdas por imparidade
Quantias brutas escrituradas Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas

(46,13)

(686,33)

(732,46) 0,00

1.729,99 (1.591,63) 138,36

17.290,85 (15.730,47) 1.560,38

134.472,92 0,00 134.472,92

153.493,76 (17.322,10) 136.171,66 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Em 31.12.N-1 (01.01.N)

Adições Revalorizações Transferências Reclassificações para activos não correntes detidos para venda Alienações, sinistros e abates Outras alterações Depreciações Perdas por imparidade
Quantias brutas escrituradas Depreciações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas

(46,13)

(205,31)

(251,44) 0,00

1.729,99 (1.637,76) 92,23

17.290,85 (15.935,78) 1.355,07

134.472,92 0,00 134.472,92

153.493,76 (17.573,54) 135.920,22

Em 31.12.N

Depreciações reconhecidas nos resultados ou como parte de um custo de outros activos
Depreciações reconhecidas nos resultados Depreciações que integram o custo de outros activos Depreciações reconhecidas nos resultados Depreciações que integram o custo de outros activos

Equipamento básico

Equipamento administrativo

Totais

Período N

46,13

686,33

732,46 0,00

Período N-1

46,13

205,31

251,44 0,00

FMU – RELATÓRIO 2012

20

9. Propriedades de Investimento
Quantias reconhecidas nos resultados para rendimentos de rendas de propriedades de investimento e
Propriedades arrendadas R. do Andaluz

Período N Rendimentos de rendas 60.516,60 60.516,60 Gastos operacionais directos (32.662,29) (32.662,29) Diferenças 27.854,31 27.854,31 Rendimentos de rendas 64.855,14 64.855,14

Período N-1 Gastos operacionais directos (30.825,64) (30.825,64) Diferenças 34.029,50 34.029,50

Totais

restrições sobre a sua capacidade de realização, sobre a remessa de rendimentos ou de proventos de alienação, e/ou dadas como garantia de passivos
r/c da R. do Andaluz Totais r/c da R. do Andaluz Totais

Formas das garantias

Quantias escrituradas das propriedades dadas como garantia

Passivos garantidos Quantias escrituradas dos passivos 61.250,18 61.250,18 emprestimo BCP 72.916,82 72.916,82

Naturezas dos passivos

31.12.N

Hipoteca 0,00 Hipoteca 0,00

emprestimo BCP

31.12.N-1

Métodos de depreciação, vidas úteis e taxas de depreciação usadas nas propriedades de investimento mensuradas pelo modelo do custo
Vidas úteis Taxas de amortização Métodos de depreciação

Terrenos e recursos naturais Rua Andaluz N/A N/A N/A

Edifícios e outras construções Rua Andaluz 50 2,00% Quotas constantes Obras Rua Andaluz 10 5,00% Quotas constantes

FMU – RELATÓRIO 2012

21

Quantias escrituradas das propriedades de investimento mensuradas pelo modelo do custo
Quantias brutas escrituradas

Período N Terrenos e recursos naturais 15.041,78 0,00 15.041,78 Ed. e outras construções 645.538,14 (444.140,19) 201.397,95

Período N-1

Totais
660.579,92 (444.140,19) 216.439,73 0,00 0,00 0,00

Terrenos e recursos naturais 15.041,78 0,00 15.041,78

Ed. e outras construções 645.538,14 (420.796,90) 224.741,24

Totais
660.579,92 (420.796,90) 239.783,02 0,00 0,00 0,00

No começo do período

Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas

Por aquisição Por dispêndio subsequente Adições
Por intermédio de concentrações empresariais Subtotais

0,00

0,00

0,00 0,00 0,00 0,00

0,00

0,00

0,00 0,00 0,00 0,00

De/Para inventários
Transferên cias

De/Para activos fixos tangíveis De/Para activos detidos para venda
Subtotais Resultantes da transposição das demonstrações financeiras para outra moeda de apresentação Resultantes da transposição de unidades operacionais estrangeiras

0,00

0,00

0,00 0,00

0,00

0,00

0,00 0,00

Diferença s cambiais líquidas

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 (23.343,29) 0,00 (23.343,29) 0,00 0,00 15.041,78 0,00 15.041,78 645.538,14 (444.140,19) 201.397,95 660.579,92 (444.140,19) 216.439,73

Reforços
Perdas por imparidade

Reversões
Subtotais

0,00

0,00 (23.343,29)

0,00 (23.343,29) 0,00 0,00

Depreciações Alienações Outras alterações
Quantias brutas escrituradas

15.041,78 0,00 15.041,78

645.538,14 (467.483,48) 178.054,66

660.579,92 (467.483,48) 193.096,44

No fim do período

Amortizações e perdas por imparidade acumuladas Quantias líquidas escrituradas

O valor das Propriedades de Investimento compreende o Edifício na R. do Andaluz, deixado pela Maria Ulrich à Fundação.

10. Investimentos Financeiros Discriminação da conta de Investimentos Financeiros:

FMU – RELATÓRIO 2012

22

Outros Investimentos Financeiros
Acções Sonagi S.I Chocolates SPE Cª CC de Gados S. I Calçado Elite Sodimul Banco P. Brasil Cª Diamantes de Angola Emp. Cer. Lisboa TVI Diversas Ultramar Subtotal Ajustamento Total

Quantidade

Valor nominal

Valor balanço

61,00 2,00 81,00 140,00 28,00 12,00 8,00 100,00 4,00 50,00 1.405,00

4,99 0,50 4,99 0,40 0,50 7,48 0,40

1.279,29 38,41 401,53 55,87 13,97 29,93 3,19 375,10

0,12 4,99

0,50 249,40 49,88 2.497,07 2.497,07 0,00

11. Inventários A rubrica de inventários regista os livros Maria Ulrich I e II ainda em stock.

12. Clientes Em 31 de Dezembro de 2012 e 2011 a rubrica Clientes apresentava as seguintes maturidades:
Antiguidade de clientes
< 90 dias 90 - 180 dias > 180 dias Subtotal Ajustamento Total 2.285,47 2.493,02 (861,38) 1.631,64 1.278,91 2.285,47 (654,13) 1.631,34 2010 207,55

2009
1.006,56

Estes saldos respeitam a actualizações de rendas em atraso. De referir ainda, que em 2012 se ajustaram 207,25 euros relativos à diferença de rendas do inquilino do R/C.

13. Diferimentos

FMU – RELATÓRIO 2012

23

Diferimentos Gastos a reconhecer
Seguro de 2012

2012

2011

0,00

1.019,07

Rendimentos a reconhecer
Rendas a reconhecer (jan2011) Subsidios para investimentos 5.007,60 0,00 5.007,60 Total (5.007,60) 5.691,06 0,00 5.691,06 (4.671,99)

14. Outras Contas a Receber Regista 3.236 euros, por receber da CML, relativos a obras efectuadas no edifício da R. Silva Carvalho, pagos pela FMU em 2003, mas que seriam suportados pela CML por acordo efectuado. Dada a sua antiguidade, este valor foi ajustado pela sua totalidade em 2009.

15. Caixa e depósitos bancários
Rubricas
Caixa Depósitos bancários Total 2012 130,59 15.739,61 15.870,20 2011 88,28 24.418,30 24.506,58

16. Fundo Social A Fundação Maria Ulrich, sendo uma entidade jurídica sem finalidade lucrativa, não possui na sua constituição capital social, contudo fruto do legado da benemérita que promoveu a constituição desta instituição foram deixados vários bens que constituíram o seu capital inicial, nomeadamente o edifício da R. do Andaluz e outras jóias, mobiliário e livros antigos.
Rubricas
Fundo social Resultados transitados Resultado Líquido do exercício Total Saldo inicial 410.784,96 (102.288,78) (5.632,08) 302.864,10 (20.751,43) (20.751,43) (5.632,08) 5.632,08 0,00

Aumentos

Reduções

Saldo final
410.784,96 (107.920,86) (20.751,43) 282.112,67

17. Financiamentos obtidos Empréstimo BCP no valor de original de 140 mil euros coberto com garantia real – fracção do Prédio da R. do Andaluz.

FMU – RELATÓRIO 2012

24

Rubricas
Emprestimos bancários Total

Até 1 ano
11.666,64 11.666,64

Entre 1 a 5 anos
46.666,56 46.666,56

Mais de 5 anos
2.916,98 2.916,98

2012 61.250,18 61.250,18

18. Outras contas a pagar
Outras Contas a Pagar
Credores por acréscimos de gastos Credores diversos Total 2012 223,36 1.688,00 1.911,36 2011 223,36 1.863,61 2.086,97

Os Credores por acréscimos de gastos relativos são relativos ao acréscimo da taxa de esgotos do prédio da R. do Andaluz. Os Credores diversos correspondem, entre outros, à caução da renda de um dos inquilinos da R. do Andaluz.

19. Acontecimentos após a data do Balanço No inicio de 2011 a Fundação recebeu da Câmara Municipal de Lisboa (CML) uma carta em que esta informa acerca da não renovação do acordo com esta entidade, o que nomeadamente significa o não pagamento do subsídio até agora atribuído pela CML anualmente. Apesar da pronta resposta da Direção da Fundação, não houve até ao momento qualquer resposta acerca desta situação.

Lisboa, 26 de Fevereiro de 2013

O Técnico Oficial de Contas

A Direcção

Saskia Lopes

Teresa Araújo Neves

FMU – RELATÓRIO 2012

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