1.

João da Silva Pereira, dispondo do dinheiro necessario, pretende instalar uma montadora de computadores e pede sua orientação quanto aos aspectos jurídicos, quanto ao seguinte: a) será, apões o registro na J. ComaI, considerado empresário e pessoa jurídica? Não, é empresário individual, pessoa física, pessoa natural. O registro na J. Com. Não o transforma em pessoa jurídica. b) seu nome empresarial será uma denominação? Não, o empresário individual só pode utilizar o nom989e empresarial do tipo firma individual (existe firma social, que não é o caso), baseado em seu nome civil, segundo estipulado no art. 1156 do CC. c) seu patrimônio particular responderá pelas dívidas que vier a assumir no exercício da atividade empresarial? Sim, pois não há separação patrimonial (qual é a previsão legal?). d) quais principais conseqüências negativas se não efetuar o registro? – Não pode usufruir dos benefícios do Direito Comercial; Não tem legitimidade para pedir falência do seu devedor, mas pode ter sua falência decretada ou autofalência (art. 97 §1º da LF); Não pode requerer recuperação judicial, sua falência é fraudulenta (art.51 da LF); Não pode ter seus livros autenticados, não se valendo assim de sua eficácia probatória (art. 1181 do CC); Não pode participar de licitações, se inscrever em cadastros fiscais, se matricular junto ao INSS ou contratar com o poder público (leis esparsas e CF); Não tem benefício tributário. 2. Márcio Pereira e Lucas Floriani constituíram uma sociedade LTDA, cuja atividade é o transporte de mercadorias. a) Que espécies de nome empresarial poderão ser adotados? De exemplos

De acordo com o CC em seu art 1158 e parágrafos, podem optar por firma ou denominação, por se tratar de um exemplo de Sociedade Limitada. Exemplos: firma – Pereira e Floriani LTDA; e denominação – Ligeirinho Transporte de mercadorias LTDA; b) Haverá alguma conseqüência, quanto à responsabilidade patrimonial dos sócios, se não registrarem na Juntal Comal? Têm como conseqüência a responsabilidade pelas obrigações sociais solidária e ilimitada dos sócios, ou seja, seu patrimônio responde de forma ilimitada, indissociada, se aplicando neste caso o disposto no art 990 do CC (sociedade em comum); Distinga, nesse exemplo, o empresário, a empresa e o estabelecimento. ci)Uma limitada pode ser denominação ou firma social. Não registro da sociedade: responsabilidade ilimitada. cii)Empresário: sociedade empresária (os sócios não são empresarios. A sociedade constituida é o sujeito de direito) ciii) civ)Empresa: atividade desenvolvida. É o conjunto de atos desenvolvidos. cv) Estabelecimento: conjunto dos bens materiais e imateriais Empresário: a PJ formada, a sociedade que desenvolver atividade econômica organizada (resposta dada: Márcio e Lucas, pois são os indivíduos que desenvolvem a atividade empresária, segundo art 966 do CC – errado, eles são sócios, não empresários) Empresa: é a atividade econômica organizada desenvolvida, no caso exemplificado, é o transporte de mercadorias; Estabelecimento: são os bens de produção necessários ao desenvolvimento da atividade econômica, ou seja, é a reunião dos equipamentos, local e demais elementos necessários para desenvolver a atividade, segundo o art. 1142 do CC.

3.José Moreira instalou uma panificadora. Não providenciou registro na J. Comal, mas adquiriu um livro Diário e mantém em dia sua escrituração. Terá esse livro eficácia probatória caso requerida sua exibição judicial? Não, pois o empresário irregular não pode ter seus livros autenticados, não se valendo assim de sua eficácia probatória, de acordo com o art. 1181, com os arts 379 do CPC e 226 do CC. Contra ele serve como confissão. Requisitos para o livro ter eficácia probatória (importante pra falência): intrinseco : escrituração correta. Extrínseco: registro na junta comercial 4.João Paulo adquiriu, há um ano, um estabelecimento em funcionamento, e pagou 200.000,00, incluído o aviamento. Agora está em dificuldades porque: TRESPASSE: venda do estabelecimento com universalidade (TODO O CONJUNTO). O conjunto de bens que produz lucro para pagar os credores. Os credores: quem compra será responsável só pelos contabilizados (Código Civil) Os credores devem ser notificados e darem anuencia ao TRESPASSE (DEPENDE DE ANUENCIA DOS CREDORES) Ineficácia perante a massa falida: quando não houve notificação. Corre o risco de perder o estabelecimento em processo de falência daquele que vendeu. Aviamento: o ponto é um dos aspectos do aviamento. O aviamento é o resultado de todos os fatores (marca, ponto, estrutura, qualidade, etc a. O alienante instalou outra loja, no mesmo ramo, nas proximidades, e sua clientela diminuiu. Poderá J. Paulo promover ação civil e criminal contra ele? Houve um desmantelamento do estabelecimento, prejudicou-se o aviamento. Neste caso trata-se do restabelecimento de empresa vedado pelo art. 1147 do CC, que determina que “não havendo autorização expressa, o alienante

ou ainda notificase os credores para contestar em 30 dias. são reputados como verdadeiros os fatos alegados pela parte contrária que deveriam ser provados pela apresentação do livro. Assim. os bens imateriais envolvem a propriedade industrial (patente. 1192 do mesmo código. caput do CC. somente o juiz poderá determinar a exibição integral dos livros e ainda. fornecedores da época do alienantes. pois o estabelecimento pode ser reivindicado das mãos de seu adquirente. Devendo ainda ressalvar o disposto no art. o adquirente pode usar o nome do alienante. para verificar que equipamentos estavam contabilizados. Já quanto ao exame do livro. mas os contratos de titularidade do empresário alienante são automaticamente rescindidos. pois o nome faz parte do aviamento. o bem pode ser considerado parte do estabelecimento alienado caso constitua o complexo de bens organizados para exercício da empresa. do CC. (Acho que pode. segundo o art. nos cinco anos subseqüentes à transferência. na sociedade alienante? Quanto ao nome empresarial se aplica o disposto no art. com a qualificação de “sucessor de”. dizendo que era apenas emprestado por um parente. se não restarem bens suficientes para pagamento dos credores. em sendo notificados. b. adquirente: parcial dos livros. administração ou gestão a conta de outrem ou em caso de falência. de acordo com o art.” Neste caso qualifica-se como concorrência desleal genérica. (Os contratos de trabalho não de rescindem!) 9. segundo o art. (??Fundamento legal??)Bens materiais envolvem os bens móveis e imóveis. como o nome empresarial. 1142 do CC. usada na placa. logo. 1146 do CC é responsável somente pelo pagamento dos créditos anteriores a alienação devidamente contabilizados. 1145 do mesmo código. 195. Qual o direito do adquirente: quanto ao bem. C ou E? Errado: Segundo o dispositivo do art.O trespasse envolve os bens materiais e imateriais. terá Marcos o direito a usar a expressão “Peças Eureca”. Após o incêndio de um estabelecimento empresarial. O que tira e não funciona mais é causa de rescisão. onde caso não haja a apresentação solicitada. marca e desenho industrial). também não é verdadeira a afirmação. tipificado o ato no art. um dia antes da entrega do estabelecimento. entretanto. 1148 do CC. Oriente-o. b. neste caso Jõao Paulo não é responsável. logo deve permanecer junto ao estabelecimento. não declarados por este. 7. mas. J. expressamente. Com exceção dos personalíssimos. 1146 do CC o adquirente é responsável pelas dívidas antigas devidamente contabilizadas. Marcos Rocha pretende adquirir um estabelecimento empresarial. No caso de trespasse. pode ser requerida judicialmente ou determinado de ofício pelo juiz a apresentação . pois é garantia dos credores. 8. sujeitando a alienação do estabelecimento a anuência dos credores. para resolução de questões relativas a sucessão. Há muitos credores. isto segue o disposto no art. comunhão ou sociedade. caso contrário não há segurança suficiente para o adquirente. que exigem pagamento. 5. 1191. conhecida pela clientela. 1190 do CC aplica-se aos livros o direito ao sigilo. tendo sido o preço do estabelecimento acrescido por isso). ou o título do estabelecimento. 1164 do CC. e quanto ao exame do livro? Direito do exibição do livro. que os livros sejam examinados extraindo o que se interessa à questão. cabe indenização. no seguinte: a. apresentem objeção no prazo de 30 dias a contar da notificação. 1191 em seu §1º.V da Lei 9279/94. Poderia a empresa requerer somente a exibição parcial dos livros. C ou E? Os contratos não são rescindidos. Errado. pois são estes regulamentados por dispositivos específicos. todavia. entretanto. retirou um equipamento. Isso evitará a execução dos Aquele que compra se subrroga nos contratos relativos ao funcionamento do estabelecimento. 1144 a respeito da necessidade de arquivar o contrato na Junta Comercial para valer seus efeitos contra terceiros. que ele corre é de configurar-se uma alienação por insolvente que pode vir a gerar ineficácia da alienação caso os credores não sejam notificados ou. e. o risco. Já quanto ao título do estabelecimento (Eureca) corre o risco de ser o adquirente acusado de concorrência desleal. O alienante tem muitas dívidas e sugeriu que sejam descontadas do valor do trespasse somente as contabilizadas assumindo. em princípio. 209 da Lei 9279/96. ou seja. segundo o art. Quanto ao equipamento. responsabilidade pelo pagamento em 90 dias. as dívidas do alienante devem estar contabilizadas. E quanto a rescisão dos contratos. que determina que o nome empresarial (Comércio de peças de automóveis Eureca Ltda) não pode ser alienado. faz parte dos bens materiais móveis da empresa. Paulo é responsável? Qual risco corre? O adquirente. o alienante. segundo o art. quanto às demais. Há suficiente segurança para Marcos? Segundo o art. judicialmente. Alegando sigilo. que em alguns casos não podem ser alienados. se previsto no contrato. Ressalvando ainda o previsto no art. pois segundo o art. somente nos casos excepcionados no respectivo artigo. a Seguradora requereu a exibição integral dos livros. Realizado o trespasse. Todavia. seria necessária a anuência dos credores. também o nome “Comercio de peças de automóveis Eureca Ltda”. Não necessariamente o trespasse envolverá os bens imateriais. São subrrogados.Após firmado o contrato do trespasse. a transferência importa em subrogação do adquirente em certos casos e seguindo determinados procedimento.do estabelecimento não pode fazer concorrência ao adquirente. põe em risco a eficácia da alienação. precedido do seu. pois não está qualificado na Lei específica que abrange os atos tipificados como crime. sendo então cabível somente a ação civil e não a criminal. de acordo com a necessidade e o disposto no parágrafo único do respectivo artigo. não permitiu ao adquirente o exame do livro Diário quanto ao registro daquele bem. 6.

Qual argumentação para maior indenização? Pelo prejuízo do aviamento. segundo o art. realiza. em Criciuma. exclusivamente quanto às despesas de mudança e quanto a benfeitorias. b. DE BOA FÉ É AQUELE QUE FABRICAVA ALGO JÁ E TINHA INVENTADO TAMBÉM. Márcio Otker criou. X. tácita ou expressamente. Para o inventor. 982. 971 do CC. dessa forma poderá ser cobrado por seus credores.credores contra o alienante. tendo direito à exploração exclusiva. (Essa preocupação deve ser também do adquirente. passado um ano. 972 do CC. É empresário. em 20..A Sociedade X inventou um motor subaquático e fez demonstrações em Exposição Industrial. segundo o art. e segundo o artigo seguinte. não pode Saulo fabricar um produto patenteado. Período de graça. 13. concedido ao inventor. É empresário? Quais conseqüências da proibição. assim sendo. No caso acima. por meio de alvará. antes da data do depósito a. 12 da Lei 9279/96). CC). com sua autorização. portanto. o estado é o estado de graça (vantagem concedida para pedir patente enquanto novidade absoluta).04. as indústrias – o invento já é conhecido) e. como normatizado pelo art. mesmo estando legalmente impedido. uma cooperativa produtora de farinha de milho? .2003. O menor de 18 anos não pode ser empresário. conhecendo assim essa invenção. independente da atividade que exploram (Cooperativas: art.2004 Dentre dois inventores. A questão da contabilização das dívidas se aplica no que diz respeito à obrigação do adquirente perante as obrigações firmadas anteriormente à alienação. foi também indenizado o empresário locatário. enquanto desempregado. O que vale é a demonstração. sendo assim evitado o risco de ineficácia? Não. por tratar-se de fábrica de esquadrias. Não vamos considerar usuario anterior o que já fabricava e vendia. na condição de “usuário anterior”? Não. A sociedade é que é. c. Indeferido o pedido de Saulo. Desapropriado um prédio. Houve uma quebra da estrutura da organização. visto que. A Sociedade X. Não pode o incapaz dar início a novo empreendimento. considerando atendido o requisito da novidade. o sócio de uma sociedade prestadora de serviços de informática? Não. são atividades econômicas civis). 15. b. teria que se observar o disposto no art. a. caso exerça a atividade. cujos clientes são atendidos em suas residências. por não possuir todos os requisitos necessário para referida condição. apesar de ser o inventor. desde janeiro de 2004. de acordo com o art. A patente poderá ser concedida à Soc. é não. Saulo não é inventor. não requereu a patente em até no máximo um ano (verificar art. e que é já utilizado em algumas indústrias. C e E? Sim. 45 – boa fé?) USUARIO ANTERIOR: CRITÉRIO É AQUELE QUE DE BOA FÉ JÁ FABRICAVA ANTES. Saulo Silva. em relação aos seus credores? É empresário de qualquer jeito. o menor de 18 anos não pode exercer atividade empresarial. que determina que o alienante deve ter patrimônio suficiente para solver seus débitos. C ou E? ERRADO: Em princípio. para avaliação. caso contrário deve ser efetivado o pagamento de todos os credores ou obter o consentimento dos mesmo. 14. um modelo de utilidade para Lavador de Carvão.08.. nos lucros. Quando falou: estado da técnica. que fornece o Supermercado mensalmente? Não. pois um dos requisitos para exercer esta atividade é estar em pleno gozo de sua capacidade civil. 16. A resposta. porque não é mais novidade absoluta (pois para a clientela – aqui. no caso de ineficácia. todavia no que diz respeito à questão da ineficácia. a Sociedade X tem um ano para requerer a patente e o fez. pois não possui capacidade jurídica para exercer atividade empresária. (ver art. Ponto Empresarial não foi considerado existente.12. Pode requerer patente? Um dos requisitos para obter patente: novidade absoluta. 30 dias após sua notificação. SAULO NAO ESTAVA DE BOA FÉ (USURPOU A INFORMAÇÃO). requereu a patente em 20. há 2 anos o comércio de peças de computador. apresentou o pedido em 30. onde uma delas é continuar exercendo empresa constituída por seus pais. Herdeiro de um estabelecimento. c. Após concedida a patente. Isto está previsto no art 974 do CC e regulado em seus parágrafos. 972 do CC. no entanto. o exercício é feito por meio de representação (incapacidade absoluta) ou por assistência (incapacidade relativa). (Cooperativas. 1146 do CC. Judicialmente. o INPI constatou que a invenção já era conhecida na Alemanha.2003. o primeiro a requerer é o que tem o direito. 973. do CC ele responderá por todas as obrigações contraídas como empresário. que o incapaz exerça empresa.) 10. poderá ele continuar a fabricar o produto. Código Civil: para o Não. Para Saulo (terceiro) já entrou no estado da técnica. Todavia.Um funcionário público. há hipóteses excepcionais onde o juiz pode autorizar. Não é empresário. porque antes manteve segredo. estava dentro do período de graça. Pois são sempre equiparados sociedade civis (ou simples). o estabelecimento pode ser reivindicado de suas mãos. não tem prazo prescricional. A patente deve ser concedida ao primeiro a requerê-la? Nesse caso não. 12. embora irregular. 1145. por sua vez. não poderá desenvolver a atividade empresarial. cuja função implica a proibição da prática de atividade empresarial. Segundo o art. Até seis meses pode pedir a nulidade administrativa. um produtor rural. para ser evitado o risco. 12 – doze meses para o inventor requerer a patente. Só quando registrado na Junta Comercial. profissionais intelectuais e exercente de atividade rural sem registro na Junta não são empresários. 11.

Lei 9279/96. segundo o art. crime de (contra o pois está o 195. apesar de ter contratado pesquisadores (no caso. o que foi caracterizado prática de abuso de poder econômico. da Lei 9279/96 como crime de concorrência desleal.A sociedade A foi constituída para fabricar tecidos sintéticos. tampouco condedida a B. Deve ser cancelada A. a cor amarela.8º da Lei 9279/96. indaga: a. no entanto. e fazia constar o nome empresarial nas embalagens. já era tradicionalmente usada pela concorrente Y. adotando na embalagem. 68 caput da Lei 9279/96. inidôneos ou desonestos para atrair clientela. Passado o período de graça ninguém mais pode pedir patente. A sociedade B. No entanto. utiliza tecnologia ultrapassada. para ele. é sempre necessária a novidade absoluta para se conceder patente). ou de licença compulsória: a. Deverá parar a produção?Não. a sociedade “A” fez o depósito do pedido de patente de uma invenção. que eram confidenciais. V da Lei citada anteriormente. que a fabricação era daquela fábrica. se o concorrente utilizar a embalagem com o dolo de prejudicar o outro (enganar o público. além de estar tipificado no art. pois já estava no domínio público. não requereu dentro de um ano a patente (desde 2005 até 2006). ato tipificado no art. a sociedade B já fabricava (o professor acrescenta que está implícito na questão que também VENDIA) desde 2005. para este procedimento. que fabrica produto semelhante ao seu. Ela poderá alegar nulidade da patente da sociedade A na Justiça Federal. e. (art. B ainda obter a patente. 195. Nenhuma. segundo o art. 56 da mesma Lei. devido à prática de abuso do poder econômico elencado no art. pois a não exploração após três anos prevê a concessão da licença compulsoriamente no caso da não exploração do objeto patenteado. pois já decorreu o prazo de 6 meses previsto no art. e não toma os devidos cuidados de qualidade. Tem o direito de continuar sua produção. se apresentar agora o pedido? Não. MANTENHO EM SEGREDO INDUSTRIAL. pode ser pleiteada a nulidade da patente. Neste caso. sem pedir patente. SE EU INVENTO ALGO. apesar de ser a inventora. Em março de 2006. ou pessoa com legítimo interesse. Depende especificidade (ex: roxo) de da 19. É caso de licença compulsória. “A“.Poderá a Soc. USUÁRIO ANTERIOR: já fabricava e comercializava antes do pedido de boa fé. Contrafação: contra a patente. de farinha de milho. uma vez que esta pode ser configurada pela utilização de meios ilícitos. §1°. A sociedade “a” divulgou nota na impressa alertando os consumidores que a Soc. O CAD deverá verificar se realmente há realmente o abuso do poder econômico. Um dos sócios pedira demissão de uma indústria. que também legitima o INPI. E quanto a manter sua produção na condição de usuário anterior? NÂO. o pedido de A será indeferido? Sim.Se for concedida a patente à Soc. I.pela empresa brasileira. XI da b. assim. Quando a sociedade A pediu a patente em 2006 não havia novidade absoluta (o professor frisa muito esse ponto.. combinado com o §5º da Lei 9279/96. 6 meses antes e trouxe importantes informações sobre a tecnologia necessária. assim. pode ser promovida ação de nulidade a qualquer tempo da vigência da patente. ou nenhuma: a. 18. A sociedade A patenteou. Também nesta hipótese há tipificação como crime de concorrência desleal no art. É também caso de licença compulsória. Poder-se-ia aplicar também no caso de exploração insuficiente. todavia. no interior do Estado. desde 2005. Cabe ação de concorrência desleal.Caso comprove esse fato ao INPI. Quatro anos após a concessão da patente. do mesmo ramo de uma importante e conhecida fábrica. o uso da marca. ninguém mais deve ter exclusividade. 195. B. porque o outro ainda não tem patente. Seria usuário anterior se estivesse ainda em segredo. Pontos importantes: pesquisadores contratados (se a invenção já está no domínio publico. que poderá ser requerida passados três anos da concessão da patente. confundir) e isto ficar caracterizado pode-se falar em crime de concorrência desleal. Neste caso há concorrência desleal segredo de empresa). uma microempresa afirmava a clientes. III) (crime especifico ou só responsabilidade civil geral? ver artigo) Proferror: a cor não é propriedade. deixava sempre faltar essa matéria prima. 195. embora sem pedir patente USUÁRIO ANTERIOR: Ocorre que a Soc. ao passo que para empresas concorrentes. O titular de uma patente fornecia o produto a certas empresas do mesmo grupo. já fabricava o produto idêntico.. QUAL A MINHA PROTEÇÃO? Espionagem: concorrência desleal. 20 há Crime?: a. b. c. que. Poderá também apresentar uma queixa-crime. Pq? Pq já estava no domínio público. Evitou.Visando facilitar as vendas de seu produto. B. realizada por seus pesquisadores contratados. não pode ser declarada administrativamente. 51 da Lei 9279/96. isso pouco importa). Poderá o INPI promover ação de nulidade. de contrafação. 68. ou declarar administrativamente? Ou não lhe compete tais medidas? Neste caso não havia o requisito de novidade no produto patenteado essencial segundo o disposto no art. Cabe neste caso cabe ação de concorrência desleal. por isso. deverá “B” cessar a sua produção? Pode apresentar oposição falando que já fabricava Não o fez. . para a respectiva ação. A Sociedade X lançou um produto. não há o privilégio da patente para produção exclusiva). b. 17. a sociedade X ainda não iniciou a fabricação no Brasil. porque estamos em 2011. É hipótese de extinção da patente. se já existisse mas não não estivesse no mercado. b.

segundo o art. e regulados de acordo com o Código de Processo Penal. para atividades do mesmo ramo ou produtos afins. obedecendo a convenção de Paris. a Fábrica de Louças Nova Ltda requereu. no caso de contrafação. de contrafação ou nenhum? a. III – trata da má-fé. Pontos importantes: A primeira usava. 91 da Lei 9279/96. quanto apresentou a invenção em um Congresso. pela função desempenhada pode-se subentender que houve utilização de certos pontos de informações ou materiais da empresa. Indaga se poderá obter o registro no INPI. A sociedade A. A medida liminar necessária para apresentar queixa é a de busca e apreensão. pois está usando o nome empresarial) 21. que goza de proteção especial. independentemente de estar depositada ou registrada no Brasil. apresentados no art.. para vinhos. (da Lei 9279/96) 29. a. negociar os direitos sobre tal marca. a expressão “Fina”. Como foi o próprio inventor que divulgou. e a marca não está relacionada a nenhuma atividade ou produto. Horst Schneider. empregado administrativo de uma empresa de energia elétrica. estudante de artes. mas o processo era segredo industrial. b. logo. A Socidade “B”. para apresentar queixa? Deve comprovar ser possuidor de Carta Patente ou de registro de marca. A empresa norte-americana. fabricante de perfumes. da Lei 9279/96. tendo em vista novidade? o requisito de Sim. de louças Porto Fino Ltda adotava. a. de acordo com o art. 124. todavia. Art. 25. providenciou uma pesquisa. por não estar o produto devidamente patenteado e quanto à concorrência desleal. Se for notoriamente conhecida a marca deve ser anulada. contanto que antes de ser efetivamente concedido o registro da marca para a segunda empresa. o empresário brasileiro requereu o registro da expressão. Há crime de concorrência desleal. como titular. depois. A exceção a este princípio se trata no art. não é prevista a conduta no art. Poderia requerer nulidade caso fosse uma das exceções previstas nos arts 125 ou 126 da mesma lei. Desenho industrial??? 28. obteve o registro de marca de uma expressão já registrada na França. O empresário que tiver produtos sendo indevidamente fabricados por terceiros. que aponta a questão da proteção de marca registrada no Brasil de alto renome. segundo arts 200 e seguintes da Lei 9279/96.(não é crime contra a marca. em março de 2007. como marca para confecções que passou a produzir. importava confecções de uma empresa norte-americana. § 2º (?)) da Lei 9279/96. em abril/2008. a expressão “fina” nos seus produtos. nada mais poderá fazer. §1º. Nada divulgou até maio/2008. Agora. relativa a atividade que exerçam efetivamente. e conseguiu fabricar produto similar. cento e poucos (110. pois de acordo com o princípio da especialidade a marca só é assegurada exclusividade ou proteção. Não. B. Não. a 1ª poderá continuar usando a marca? (justifique tendo em vista o sistema quanto aos efeitos do registro: o atributivo ou o declarativo). inventou em janeiro de 2005 um aperfeiçoamento para redução de perda de energia. 124. Gerson. será comum do empregado e do empregador. 174 da LPI. para área de informática. em seu inciso IX. passando a compor o estado da técnica a partir do momento em que seja depositado. ele tem um ano para pedir a patente. O empresário “A”. 26. sem registro. para comprovar que é crime de contrafação deverá comprovar que é titular de que direito e requerer que medida liminar. se for concedido à 2ª. O que é o princípio da especialidade? Em que caso é excepcionado? O princípio da especialidade é relacionado com a marca. requereu a nulidade. em especial neste caso. Não é crime nenhum. 11 da LPE e seus parágrafos. Olhar também o art. se fosse o caso de marca de conhecimento notório ou de alto renome. Depois. No Brasil vige o sistema do registro. 22. vendo o sucesso do produto da soc. podem requerer o registro de marca pessoas físicas de direito privado. pelo fato de estar elencado entre os itens que não podem ser considerados invenção. para. b. a segunda empresa requereu o registro da expressão “Fina” em janeiro de 2008. desde que não compreendidos no estado da técnica. Encerradas as relações comerciais. A Ind. pois não é citada existência de contrato englobando atividade inventiva. sendo que esta deve ser registrada como tal perante o INPI. sendo que a proteção somente ocorre em relação aquele produto específico ou afins. 27. O eventual patente será empregado? direito à só do Nesse caso. ser requerida a patente. 195 da LPI nem foram utilizados . pois o estudante no caso não exerce nenhuma atividade. mas cujo titular não havia registrado no Brasil. poderá a 1ª evitar que o registro seja concedido? A primeira empresa pode provar que já a usava há 6 meses. antes desconhecida? Não. Ainda assim teria que ser observado o prazo prescricional de 5 anos previsto no art. segundo o art. 125. e constatando que esta não patenteara a invenção. 24. 128. embora sem registro no INPI. Só o registro que constitui o direito de uso da marca (o uso não) sistema brasileiro é atributivo (ato constitutivo: registro). Poderá este requerer a nulidade? Não. O brasileiro informa que a marca estrangeira não é notoriamente conhecida e indaga se o seu registro é nulo. ou ainda segundo a convenção de Paris no caso de marca notoriamente conhecida. desde março/2007. 10. 23. se aplica o art. o registro da mesma expressão. que garante a proteção em todos os ramos. ou seja. em janeiro de 2008. dois anos após. segundo o art. no ramo específico. 126. Poder ser patenteado o DNA de uma rã. Pode. criou uma marca figurativa. registrada apenas nos Estados Unidos. XXIII. o que não ocorre neste caso.

b) Escriturar regularmente os livros obrigatórios e c) levantar balanço patrimonial. os pressupostos para que ocorra a agressão são a existência de carta patente no caso da invenção ou modelo de utilidade ou de registro no caso de marca ou desenho industrial. o outro pode registrar para bolsas. 209 da mesma Lei. na área do Direito Penal. segundo o art. Nenhum? Neste caso não é crime de contrafação pois não envolve marca ou patente. são os casos tipificados no art. Pode-se. Se ele também quer para móveis. O uso cria somente DIREITO DE PREFERÊNCIA. Concorrência desleal: podem apresentar-se em duas espécies. 10 inciso VIII. Os livros. por negligência. considerando que houve culpa e não dolo.uso sem registro no INPI. Distinga concorrência desleal genérica e específica. configurada sua irregularidade o mesmo não tem legitimidade para pedido de recuperação judicial. como previsto no art. Porque NOVIDADE RELATIVA: a questão não é o uso. para produzirem efeitos jurídicos devem atender tanto aos requisitos intrínsecos (relativos ao conteúdo) e extrínsecos (relativos a autenticidade). Engenheiro que obrigou-se contratualmente a não fazer concorrência com a empresa da qual desligou-se. em solidariedade com o empresário. (confirmar fundamentação jurídica) 32. agindo com culpa deve indenizar em regresso o preponente (como nesse caso). não se considera crime de contrafação pois. C ou E. neste caso. A não escrituração do livro equivale a irregularidade do exercício da atividade empresária. neste caso pode gerar direito a indenização por perdas e danos. são previstos administrativa ou civilmente e têm previsão legal de sanção no art. segundo o parágrafo único do art. 195 da Lei 9279/96. 30. não estão devidamente autenticados. MARCA 1. ERRADO. C ou E. O que pode ser anulado: marca estrangeira notoriamente conhecida. c. 1177 o preposto responderá perante o preponente pelos atos culposos. vedado pelo art. que são os casos de concorrência desleal genérica. se já tinha uso antes. b. 33. segundo o art. ou ainda no caso de repressão civil decorrente do contrato. como forma de questionar e impor seu direito de preferência. previstos respectivamente nos arts 1183 e 1181 do CC. Assim. Genérica: são os atos que prevêem sanção civil (indenização) segundo o art. inicia. . pois seus livros. com efeitos civis. Específica: são os atos tipificados como crime. proveniente de fundamento contratual. inidôneos ou ilícitos para produzir o respectivo produto. são estes previstos nos arts 183 e 189 da Lei 9279/96. Se o contador errou os cálculos. Todavia. 195 da Lei 9279/96. no caso citado. 174 da Lei 9279/96. Se eu tenho registros para móveis. Poderá esta promover ação de nulidade? Mesmo sendo parte legítima para pleitear a ação de nulidade do registro da referida marca. técnicas cirúrgicas não são patenteáveis. pois o empresário tem três obrigações previstas: a) registrar-se no Registro de Empresa. Qual o direito que tenho sobre ela? a. Nenhum. A oposição que pode interpor é logo quando do pedido do outro. logo quem responderá perante o fisco será o empresário. entretanto. Todavia. logo não houve crime nenhum. também não é configurado crime de concorrência desleal por não estar também elencado no art. mas não registrada no Brasil. segundo o art. O INPI vai conceder? Vai. Ambos os artigos mencionado são da Lei 9279/96. 1147 do CC. Inciso III. 31. responderá perante o Fisco pelo imposto não pago. Exemplo: restabelecimento. Se o livro Diário não cumpre apenas as formalidades extrínsecas.meios desonestos. responderá o preponente pelos atos praticados pelo preposto no estabelecimento e relativos à atividade da empresa. Distinga contrafação de concorrência desleal. mas o registro. A não regularidade de qualquer um dos requisitos implica na irregularidade do livro. 209 da Lei 9279/96. 195. onde decorre o dever de indenizar.se um outro empresário pediu o registro da minha marca.Uma sociedade de médicos criou uma nova técnica de cirurgia. Um empresário brasileiro registrou a marca notoriamente conhecida de uma “firma”americana. o empresário poderá ter aprovada a recuperação judicial. ERRADO. em seguida. Outra clínica aplica a mesma técnica. a atitude citada no exemplo também não está prevista como crime de concorrência desleal no art. 34. o prazo para se promover a respectiva ação prescreve em 5 (cinco) anos contados da data da sua concessão. de boa fé. Contrafação: é ato contra o direito do titular de marca ou patente. 209 da LPI.se alguém esta a usando de má-fé para usurpar minha clientela? Concorrência desleal. uso de meio fraudulento para concorrência desleal. como se ele os tivesse feito. ao mesmo tempo. considerados como concorrência desleal específica. 195. b. considerar como concorrência desleal genérica ou não tipificada. 195 da LPI. e com dolo responde também perante o terceiro. em 1998. após conhecêla. tem DIREITO DE PREFERÊNCIA. a desenvolver atividade vedada. Segundo os arts 1177 e 1178 do CC.

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