Có pia nã oc on tro lad a

Có pia nã oc on tro lad a

nã pia Có

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Revisão 03 – 02/2009 NORMA ND.22

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Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

com.A. Nova América Campinas – SP Tel.elektro.br ND.br Site: www.ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.: (19) 2122-1000 E-mail: elektro@elektro.com. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia Rua Ary Antenor de Souza. 321 – Jd.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Norma Campinas – SP. 2009 122 páginas Có pia nã oc on tro lad a .

Aprovações nã Có pia oc on André Augusto Telles Moreira Gerente Executivo de Engenharia Antonio Sérgio Casanova Gerente de Projetos e Obras tro lad a .

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Có Página 4 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a .

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Elaboração Clarice Itokazu Oshiro Emerson Ricardo Furlaneto Có Página 5 pia nã oc on ND.ND.22 Revisão 03 – 02/2009 tro lad a .

Página 6 Revisão 03 – 02/2009 Có pia nã oc on tro lad a .ND. dos materiais e equipamentos bem como das legislações em vigor. a qualquer tempo e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma.

..................................... 20 Determinação da demanda ........... 23 CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS ..........................................................................1 5...................4 5...................1...................... 19 Mapas e plantas..........................................1 6.......5..........1... 4.......................1........................................1.......3 5........................................................................... 2......................3 OBJETIVO..................................................................................................................................................................... 24 Configuração básica da rede primária ............................................................................2 5.......................... 17 Normas técnicas da ELEKTRO ...................................................................................................... 26 Página 7 Revisão 03 – 02/2009 Có Projeto de reforma de rede.................................................................. 21 Processo por medição...........1.......................................... 18 tro lad a REFERÊNCIAS NORMATIVAS ..............1 5.......3 5............................... 24 Rede primária .......................3.................... 13 1........................... 18 Levantamento dos dados preliminares ..........................4 5.ND..............................................................................................................3......................... 11 INTRODUÇÃO .............................................................. 24 Diretrizes para projeto ..................... 19 Planejamento básico.... 5...................................................................................................................................................................................................1 5..... 13 DEFINIÇÕES ............................................................................................ 17 CONDIÇÕES GERAIS ...................... 13 Normas técnicas brasileiras ......................2 5.......................................................... 19 Levantamento dos dados de carga .........................................5......................................................................................................................................................... 19 oc Características do projeto ....... 24 Planejamento da rede ...................1 6..................1...............................2.........................1.... 24 Traçado da rede primária ............................................2.........................................................................5 5.......1 5......2................1 4..2 6................................................1 6............................. 21 pia nã Planos e projetos existentes ......................................................................................................2 6............................................... 17 .. 4..............................................22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica ÍNDICE CONTROLE DE REVISÕES ..................... 18 Recomendações ...................... 13 CAMPO DE APLICAÇÃO ... 19 on Roteiro para elaboração de projeto .........................................2 6..................... 3..................................................3.............................................................................................2 5................................................................................ 25 Dimensionamento de condutores da rede primária ............................................... 21 Processo estimativo ......................................................................... 20 Projeto de reforma de rede....3.................................................... 6.5....................1 5.....................................................................................4..............

.........1 6............6...............................................2 6...............................................1........1..9............... 26 Transformadores .......................................................1......................................................4 6........................................9 6..............................................................1...............4 6.... 36 oc on Critérios para seleção de equipamentos de proteção....... 32 Localização dos equipamentos ....1......... 33 tro lad a ................................ 26 Carregamento ..................................... 32 Proteção contra sobrecorrentes.................. 29 Proteção e seccionamento .....................................................1..........................................................1 6.................1.................................4.......................1.......................1 6..... 34 Seccionamento e manobra ....................................... 35 Dimensionamento mecânico......................9................... 36 Condutores ...............................3 6..............................................................................2 6...........1................1............................ 40 Redução das trações (Tração reduzida) .. 38 Cálculo mecânico.....................................................4....................... 27 Configuração da rede secundária ...1.........1...................9.2...........................10 6....3 6.............................................................................. 43 Página 8 Revisão 03 – 02/2009 Có pia nã Ramal de ligação de consumidor ...2 6......................... 28 Projeto de reforma de rede ......1........................................22 6...........................................6.........1..................................................4 6............5 6........................1..................2 6.........1...................................................................................1.......11 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Níveis de tensão ................................................ 36 Condições ambientais .......................................................1........4..........9 6..................9..................1..9..........................4.....10..1.........1. 27 Dimensionamento de condutores da rede secundária .6 6..................................... 41 Recursos especiais do projeto ........ 42 Iluminação pública ..........9............................... 32 Proteção contra sobretensões ..5 6...........................9...........8 6.......................1.... 28 Locação de postes e viabilidade .....................................9......................................................................................................................................................................................................................................................................................................1..............................................................................8 6......2 6.........................3 6..........1......6.2...............................1............... 42 Compensação de reativos .1............................................................1 6.... 42 Correção de níveis de tensão .........1.....................10... 35 Aterramento .....2.................. 38 Utilização dos postes quanto à resistência mecânica ........................................7 6..................................................... 36 Postes ......................................................... 28 Critérios gerais .................................ND...........1 6............................... 37 Cruzetas e estruturas ...................................... 39 Escolha do tipo de estrutura...............9............6..... 40 Estaiamento aéreo ..........................................6............5 6...........................1...1..........2 6....6 6.............7 6...............................1..................................................1.......1 6. 27 Rede secundária............................................1.1...............................2.......................................

................3.............11..................................................... 44 Simbologia ................................................1 6..1..................11................................1.1....1. 44 Comando .................................................................................5 6.... 105 Có Página 9 pia nã oc on Atendimento a loteamentos ...................4 6.11.. 43 Condutores para ligação da luminária integrada: ................................................................................................................. 44 Reforma de rede ......11..............................................1....................12 6.... 47 ANEXOS .....................................................................................................11..11........................2 6............22 6..........................................................11...... 44 Projeto de iluminação pública .................................................................... 43 Tensão de alimentação .......1.................................... 45 tro lad a Revisão 03 – 02/2009 .............. 44 Iluminâncias .......7 6....ND..............1 6..1.......1.......2 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Características básicas .............................1..1....11....................... 45 TABELAS ...... 43 Aterramento dos reatores para lâmpadas a vapor de sódio .....................................................................................................................................................................................................................................6 6....1.2 6......................1.1............................. 43 Luminárias .....................................................3 6...............1....... 44 Critérios para instalação dos padrões e montagem das estruturas .11.1.........1.................... 44 Posteação .............................................................................1.......11.............................1.....1........1 6....11..........3 6.......................................................................

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Có Página 10 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a .

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica CONTROLE DE REVISÕES Revisão 03 Data 27/02/2009 Descrição Revisão e atualização do documento às diretrizes do SGQ e ao modelo F-SGQ-010. Có Página 11 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a .

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Có Página 12 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a .ND.

de forma a assegurar boas condições técnicoeconômicas das instalações e a qualidade do serviço de energia elétrica. que alimenta. Ramal de alimentador Parte de um alimentador de distribuição que se deriva diretamente de um tronco de alimentador. oc Parte de um sistema de potência destinada à distribuição de energia elétrica. OBJETIVO Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica INTRODUÇÃO Esta Norma tem por objetivo estabelecer os critérios básicos para elaboração de projetos de reformas de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica (RDU) com condutores nus e de iluminação pública. distritos. pia Rede elétrica em que os condutores geralmente nus.07 e ND. Alimentador de distribuição Parte de uma rede primária numa determinada área de uma localidade. Esta Norma não se aplica aos projetos de novas redes e extensões de redes de distribuição executados pela ELEKTRO e loteamentos executados por terceiros que devem obedecer às diretrizes estabelecidas nas normas ND. Página 13 Revisão 03 – 02/2009 Có Rede elétrica destinada ao fornecimento de energia em tensão de distribuição e cujo traçado se desenvolve na área configurada urbana. DEFINIÇÕES tro lad a . nã Transporte de energia elétrica a partir dos pontos onde se considera terminada a transmissão (ou subtransmissão). até a medição de energia. on 3.25 (para rede secundária isolada) e ND.ND. ficam elevados em relação ao solo e afastados de outras superfícies que não os respectivos suportes. vilas e loteamentos.22 1. com condutores nus e de iluminação pública. nas áreas com características urbanas tais como sedes municipais.8 kV. 2. transformadores de distribuição da concessionária e/ou de consumidores. inclusive. Sistema de distribuição Distribuição de energia elétrica Rede aérea Rede de distribuição aérea urbana (RDU) Rede de distribuição primária Rede elétrica destinada a levar energia de uma subestação de distribuição a transformadores de distribuição ou a pontos de consumo. diretamente ou por intermédio de seus ramais. CAMPO DE APLICAÇÃO Aplica-se somente aos projetos de reformas de redes de distribuição aéreas secundárias e primárias na tensão nominal de 13.12 (para rede primária). Tronco de alimentador Parte de um alimentador de distribuição que transporta a parcela principal da carga total.

Fator de diversidade Razão da soma das demandas máximas individuais de um conjunto de equipamentos ou instalações elétricas. Demanda Média das potências elétricas instantâneas solicitadas por consumidor ou concessionária durante um período especificado. para a carga instalada total. Fator de utilização Razão da demanda máxima ocorrida num intervalo de tempo especificado para potência instalada.ND. para a soma das demandas máximas individuais ocorridas no mesmo intervalo de tempo especificado. depois de concluídos os trabalhos de instalação. Razão da demanda máxima num intervalo de tempo especificado. Demanda simultânea Soma das demandas verificadas no mesmo intervalo de tempo especificado. Demanda máxima Maior demanda verificada durante um intervalo de tempo especificado. Carga instalada Soma das potências nominais dos equipamentos de uma unidade de consumo que. Demanda diversificada Demanda média de um consumidor de um grupo de consumidores da mesma classe deste grupo. Fator de coincidência ou de simultaneidade Razão da demanda simultânea máxima de um conjunto de equipamentos ou instalações elétricas. estão em condições de entrar em funcionamento. Ramal de ligação Conjunto de condutores e acessórios que liga uma rede de distribuição a uma ou mais unidades de consumo.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Rede de distribuição secundária Rede elétrica destinada a levar energia de transformadores de distribuição aos pontos de consumo. tomada em conjunto e dividida pelo número de consumidores desta classe. Razão de demanda média para a demanda máxima ocorrida no mesmo intervalo de tempo especificado. Página 14 Revisão 03 – 02/2009 Có Fator de demanda pia Fator de carga nã oc on tro lad a . Demanda simultânea máxima Maior das demandas simultâneas registradas durante um intervalo de tempo especificado. para a demanda simultânea máxima ocorrida no mesmo intervalo de tempo especificado.

em condições normais. desligamentos de circuitos. Chaves de proteção Dispositivos utilizados com a finalidade básica de proteção dos circuitos primários de distribuição ou de equipamentos neles instalados. Consumidores de classe baixa ou baixa renda Consumidores de pequeno recurso com modestas possibilidades de utilização de aparelhos eletrodomésticos. Chave fusível de distribuição Dispositivo com função principal de proteger ou isolar automaticamente parte da rede. portanto. de uma análise específica para o dimensionamento elétrico da mesma.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Fator de potência É a razão da energia ativa para a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias ativa e reativa. Consumidores de classe extra alta Consumidores de grande recurso possuidores de altíssima carga instalada. desligando automaticamente os circuitos ou equipamentos que estejam sob condições de defeito ou sob tensão ou correntes anormais. Página 15 Revisão 03 – 02/2009 Có Consumidores especiais pia nã oc on tro lad a . Queda de tensão Diferença entre as tensões elétricas existentes entre dois pontos de um circuito elétrico observado num mesmo instante. num mesmo intervalo de tempo especificado. com o objetivo de se excluir a possibilidade de que a demanda medida não corresponda à ponta máxima do ano. Consumidores cujas cargas ocasionam flutuações de tensão na rede necessitando.ND. etc. Fator de correção sazonal Fator de correção da demanda máxima medida dos consumidores residenciais e comerciais. Chaves de manobra Dispositivos utilizados com a finalidade básica de seccionamento ou restabelecimento de circuitos. para fins de manobras como transferências de cargas. Consumo Quantidade de energia elétrica absorvida em um dado intervalo de tempo. kVAT (kVA-térmico) Potência limite de carregamento do transformador estabelecida em função de suas características do tipo de curva de carga adotando máximo de 156%. Consumidores de classe alta ou alta renda Consumidores de alto recurso possuidores de carga instalada muito significativa. Consumidores de classe média ou média Renda Consumidores de mediano recurso com possibilidades normais de utilização de aparelhos eletrodomésticos.

Comando individual (por relé fotoeletrônico) É o sistema que utiliza um relé fotoeletrônico para comando de cada lâmpada ou ponto de luz.vias locais São ligações de centros urbanos e suburbanos. São caracterizadas pela existência de construções às suas margens e a presença de tráfego motorizado e de pedestres em maior ou menor escala.vias de ligação on São vias que permitem acesso às propriedades rurais com grande acesso e pequena mobilidade de tráfego. Base própria para instalação externa. Chave magnética (de iluminação) Equipamento elétrico utilizado para o controle de um grupo de lâmpadas.ND. Equipamento elétrico que se destina à fixação e ligação elétrica do relé fotoeletrônico intercambiável. destinada à ligação do relé fotoeletrônico com o circuito do referido equipamento.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica baseado em princípio térmico. porém não pertencendo ao grupo A e que geralmente só tem importância para o tráfego local. Seccionador unipolar tipo faca Dispositivo com função principal de permitir conexão ou desconexão de parte da rede nas manobras por ocasião das operações de fluxo de carga. Classe A3 . chaves magnéticas. e operado mecanicamente com auxílio de vara de manobra. de reforma ou de construção. através de fechamento ou abertura de um componente em forma de barra metálica basculante condutora. Área residencial tipo “C” Área residencial de periferia com Consumidores de baixa renda. destinada à ligação do relé fotoeletrônico com o circuito externo. através de sobreaquecimento e fusão de um elo condutor fusível quando atingido o limite de corrente pré-estabelecido. Área residencial tipo “A” Área residencial tipo “B” Área residencial com Consumidores de média renda.. . Página 16 Revisão 03 – 02/2009 Có Base externa para relé fotoeletrônico intercambiável pia Base para relé fotoeletrônico intercambiável nã Classe C . de manutenção. cujo comando é efetuado por relé fotoeletrônico. tro lad a Área residencial com Consumidores de alta renda. etc.vias urbanas oc Classe B . Base de embutir para relé fotoeletrônico intercambiável Base própria para ser incorporada em outros equipamentos tais como: luminárias reatores.

09 – Materiais em liga de alumínio para redes aéreas de distribuição de energia elétrica – Padronização. Projetos de redes novas São aqueles necessários a (expansão) da rede de distribuição aérea destinada a atender novos consumidores. ND.12 – Redes protegidas compactas – Critérios para projetos e padronização de estruturas. garagens. ND. onde não exista rede de distribuição.ND. REFERÊNCIAS NORMATIVAS oc Projetos de extensões de redes on São aqueles que visam à implantação do sistema de distribuição aérea necessário ao atendimento de uma determinada área.07 – Estruturas para redes aéreas isoladas de distribuição de energia elétrica – Padronização. tro lad a . Comando misto É o sistema que utiliza o comando individual e o comando em grupo para comandar alternativamente um grupo de lâmpadas. nã 4.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Comando em grupo (por relé fotoeletrônico e chave magnética) É o sistema que utiliza um relé fotoeletrônico para o comando de uma chave magnética que controla o circuito de alimentação de um grupo de lâmpadas ligadas em paralelo.01 – Materiais e equipamentos para redes aéreas de distribuição de energia elétrica – Padronização. etc. Projetos de reforma de rede São aqueles que visam à substituição de materiais e equipamentos danificados e ou introduzir alterações na rede existente para adequá-la às necessidades de crescimento da carga ou às modificações físicas do local (alargamento de rua. 4.). ND.06 – Materiais e equipamentos para redes aéreas isoladas de distribuição de energia elétrica – Padronização.2 Normas técnicas da ELEKTRO ND. ND. Página 17 Revisão 03 – 02/2009 Có pia ABNT NBR 5101 – Iluminação pública. Relé fotoeletrônico intercambiável Equipamento eletrônico que comanda uma carga pela variação da iluminação do ambiente e possui um dispositivo de encaixe para fixação e ligação elétrica a uma base padrão. rede de esgotos. ND. 4.02 – Estruturas para redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica – Padronização.10 – Fornecimento de energia elétrica em tensão secundária a edificações individuais. ND.1 Normas técnicas brasileiras ABNT NBR 5434 .Redes de distribuição aérea urbana de energia elétrica.

5. Página 18 Revisão 03 – 02/2009 Có O projeto de reforma da rede área urbana compreende. ND.20 – Instalações consumidoras em tensão primária de distribuição de energia elétrica. equipamentos e proteção do pessoal da empresa envolvido nos trabalhos bem como da população atendida.determinação da demanda.26 – Fornecimento de energia elétrica a edifícios de uso coletivo e medição agrupada. Além disso. ND. proteção e manobra. mapas e plantas.levantamento da carga.2 Roteiro para elaboração de projeto • Levantamento dos dados preliminares características de projeto. ND. • Diretrizes para projeto .22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica ND. operação e manutenção do sistema elétrico. • Levantamento dos dados de carga . planos e projetos existentes.transformadores.rede primária. ND.13 – Padronização de estruturas e critérios para utilização de postes de concreto duplo T em redes urbanas. CONDIÇÕES GERAIS 5. ND.1 Recomendações 5. áreas arborizadas e condições de acesso a construção. basicamente. afastamentos ou distâncias mínimas. planejamento básico. oc on Na elaboração dos projetos devem ser observados os critérios e as especificações relacionados a seguir a fim de garantir um bom desempenho do sistema de distribuição de energia elétrica e minimizar os riscos de acidentes: tro lad a . escolha de estruturas. locação e estaiamento.78 – Proteção de redes aéreas de distribuição.46 – Critérios para projetos e construção de redes subterrâneas em condomínios. traçado de alimentadores e circuitos secundários.40 – Simbologia para projetos de redes urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica.25 – Projetos de redes aéreas isoladas e protegidas de distribuição de energia elétrica – Norma. as seguintes etapas: pia nã - previsão de carga e dimensionamento de circuitos primários e secundários. . ND. deve ser observada a necessidade de uma maior segurança na utilização de materiais. .ND.

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rede secundária; proteção e seccionamento; locação e viabilidade de campo; dimensionamento mecânico; iluminação pública;

No caso de projetos de redes aéreas urbanas elaborados pela ELEKTRO, a determinação da demanda e os cálculos elétricos necessários ao projeto de rede primária e secundária devem ser obtidos do sistema técnico da ELEKTRO. 5.3 Levantamento dos dados preliminares 5.3.1 Características do projeto

Consiste na determinação do tipo de projeto a ser desenvolvido, considerando-se: - área a ser abrangida pelo projeto; - estado atual da rede; - causas de origem e/ou finalidade de sua aplicação. 5.3.2 Planejamento básico

Nos casos de reforma ou extensão de redes, deve ser feita uma análise do sistema elétrico disponível, sendo o projeto elaborado de acordo com o planejamento existente para a área em estudo. 5.3.3 Planos e projetos existentes Devem ser verificados os projetos anteriormente elaborados e ainda não executados, abrangidos pela área em estudo, que servirão de subsídios ao projeto atual. 5.3.4 Mapas e plantas Devem ser obtidas as plantas, atualizadas, da área em estudo na escala de 1:5 000 e 1:1 000, para o planejamento do circuito primário e secundário, respectivamente, devendo conter os seguintes dados: a) Plantas de rede primária logradouros (ruas, praças, avenidas, etc.), rodovias e ferrovias; túneis, pontes e viadutos; situação física da rua; acidentes topográficos e obstáculos mais destacados, que podem influenciar na escolha do melhor traçado da rede; - detalhes da rede de distribuição existente, tais como, condutores (tipo e bitola), transformadores (número de fases e potência), etc.; - indicação das linhas de transmissão e das redes particulares com as respectivas tensões nominais;
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Em áreas onde haja necessidade de implantação de redes novas, o planejamento básico deve ser efetuado através de análise das condições locais, tais como: grau de urbanização das ruas, dimensões dos lotes e tipos de loteamento, considerando-se ainda, as tendências regionais e áreas com características semelhantes onde são conhecidas as taxas de crescimento e dados de cargas.

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Os projetos devem atender a um planejamento básico, possibilitando um desenvolvimento contínuo e uniforme da rede, dentro da expectativa de crescimento de cada localidade.

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- diagrama unifilar da rede primária, incluindo condutores, dispositivos e proteção, manobra, etc. b) Plantas de rede secundária logradouros (ruas, praças, avenidas, etc.), rodovias e ferrovias; túneis, pontes e viadutos; indicação de edificações e respectivas numerações; situação física da rua e benfeitorias existentes; acidentes topográficos e obstáculos mais destacados, que podem influenciar na escolha do melhor traçado de rede; - detalhes da rede de distribuição existente, tais como posteação (tipo, altura, resistência), condutores (tipo e bitola), transformadores (número de fases e potência), iluminação pública (tipo e potência de lâmpada), ramais de ligação; - indicação das linhas de transmissão e redes particulares com as respectivas tensões nominais; - redes de telecomunicações existentes com respectivos esforços. 5.4 Levantamento dos dados de carga

Caso essas áreas não possuam ainda informações atualizadas, podem ser utilizados os dados obtidos de áreas de características semelhantes. Eventualmente, quando necessário, estas informações devem ser obtidas ou complementadas pelos levantamentos no campo. 5.4.1 Projeto de reforma de rede

a) Consumidores ligados em tensão primária de distribuição Localizar em planta todos os consumidores ligados em tensão primária de distribuição. Ex.: hospitais, indústrias, escolas, etc. Anotar os seguintes dados: - natureza da atividade; - horário de funcionamento, indicando período de carga máxima e sazonalidade, caso exista; - carga total, caso não haja medição de demanda, e capacidade instalada; - verificar, na área do projeto, as possibilidades de novas ligações em AT, ou acréscimo de carga. b) Consumidores ligados em tensão secundária de distribuição - localizar os consumidores residenciais anotando em planta o tipo de ligação (monofásico, bifásico ou trifásico). - localizar em planta todos os consumidores não residenciais, indicando-se a carga total instalada e seu horário de funcionamento. Ex. oficinas, panificadoras, etc. - os consumidores não residenciais com pequena carga que podem ser tratados como residenciais. Ex.: pequenos bares, lojas, etc. Nota: no caso de edifícios de uso coletivo, verificar e anotar o número de unidades e a área de cada apartamento, verificando a existência de cargas especiais (ar condicionado, aquecimento central, fogão elétrico) indicando o número de
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Consiste no levantamento de dados de carga dos consumidores abrangidos pela área em estudo. Esses dados devem ser obtidos por meio sistema técnico da ELEKTRO.

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aparelhos e as suas potências. c) Consumidores especiais Para os consumidores especiais devem ser anotados o horário de funcionamento e a carga instalada, observando a existência de aparelhos que possam ocasionar flutuações de tensão na rede (raios X, máquina de solda a transformador, máquinas de solda a resistência, fornos de indução, equipamentos de eletrólise, motores, etc.). Para elaboração do estudo de viabilidade de ligação de cargas especiais nas redes de distribuição devem ser consultadas as normas específicas.

Indicar na planta o tipo de iluminação existente (VM, VS, etc.), anotando a potência das lâmpadas instaladas e sistema de comando. 5.5 Determinação da demanda 5.5.1 Projeto de reforma de rede 5.5.1.1 Processo por medição a) Rede primária

- Tronco de alimentadores

Na impossibilidade de obter a demanda máxima através de relatórios de acompanhamento, devem ser feitas medições na saída do alimentador em estudo na subestação (ver Nota 1).

- Ramais de alimentadores Para determinação da demanda máxima dos ramais de alimentadores, devem ser instalados aparelhos indicadores de corrente máxima no início do ramal (ver Nota 1)

- Consumidores ligados em tensão primária Deve ser feita verificação da demanda máxima do consumidor através das leituras no medidor de demanda, considerando, ainda, previsão de aumento de carga, se houver. - Edificações de uso coletivo No caso de prédio de uso coletivo deve ser instalado aparelho indicador de corrente máxima ou registradores no ramal de ligação do mesmo, durante 24 horas, no mínimo.
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A determinação da demanda máxima de alimentadores, basicamente, é feita através de relatório de acompanhamento da subestação de distribuição.

Pelo processo de medição, indicado abaixo, deve ser obtido o perfil da carga do alimentador diretamente das medições simultâneas de seu tronco e ramais, observando-se sempre a coincidência com as demandas das ligações existentes em tensão primária. Confrontando-se esses resultados das medições com as respectivas cargas instaladas são obtidos fatores de demanda típicos que podem ser utilizados como recurso na determinação de demandas por estimativa.

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d) Iluminação pública

• medição gráfica de corrente de uma fase. • quando o transformador de distribuição alimentar áreas de características heterogêneas (ex. como por exemplo. em dia de carga típica. obtendose assim.Consumidores Adotar a rotina a seguir: • subtrair da demanda máxima do transformador a demanda (coincidente com a ponta do transformador) dos consumidores não residenciais. serrarias. a demanda individual diversificada (kVA/Consumidor) dos consumidores residenciais. conforme exemplo do Anexo IV. deve ser adotado um fator de majoração que dependerá de informações disponíveis na região a respeito do comportamento de demanda na área do projeto. as áreas de veraneio.: pequenos bares e lojas. Para a determinação da demanda total do circuito a ser projetado deve ser observada a tendência de ocupação dos lotes vagos. prédios de apartamentos). on O valor máximo de demanda de cada transformador é calculado.ND. pelo valor de tensão na hora de demanda máxima. consumidores não residenciais que apresentem demandas significativas (ex. as medições devem ser efetuadas com a rede operando em sua configuração normal. • a demanda máxima desses consumidores deve ser determinada através de medição. • os demais consumidores não residenciais (ex. as medições de transformadores devem ser efetuadas no período suposto de máxima demanda. • medição do valor de máxima corrente nas demais fases. Página 22 Revisão 03 – 02/2009 Có pia Para circuitos com cargas homogêneas as medições podem ser feitas com aparelhos instantâneos indicadores de máxima corrente em horário provável de demanda máxima.: oficinas. à parte. tro lad a . • devem ser tratados. Dividir o valor obtido acima pelo número de consumidores residenciais. etc. por um período mínimo de 24 horas.). b) Rede secundária A determinação das demandas para efeito de dimensionamento de rede secundária é baseada em medições de uma amostragem de transformadores (em geral 30% a 50%) da área em estudo que. devido à sazonalidade.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Nota 1: para os alimentadores e ramais. determinarão o kVA médio. . em função do número de consumidores. nã Na impossibilidade de se efetuar medições nesse período. salvo em áreas de características muito heterogêneas. procurando-se determinar a simultaneidade de funcionamento dos equipamentos. oc Em áreas sujeitas a grandes variações de demanda.Transformadores Devem ser efetuadas simultaneamente as seguintes medições na saída do transformador: • medição gráfica de tensão (uma fase x neutro) no borne do transformador e no ponto mais desfavorável. .: favelas. devem ser efetuadas medições distintas que caracterizem as respectivas cargas. multiplicando-se a soma dos valores máximos de corrente de cada fase.

. 5. ligadas no circuito. correlacionado a quantidade de consumidores e a característica da área em estudo (baixo. já estão computadas automaticamente. Deve ser verificado se a demanda estimada refere-se ao período diurno ou noturno. o processo estimativo não se aplica ao tronco de alimentadores. Para consumidores não residenciais deve ser levantada a carga total instalada ou prevista para esses consumidores. os valores de demanda diversificada (kVA/consumidor) obtidos pela Tabela 1.Consumidores residenciais No caso de edifícios de uso coletivo. também. . deve ser calculada conforme a Tabela 6 (motores monofásicos) e Tabela 7 (motores trifásicos).) podem ser tratados como consumidores residenciais. a determinação da demanda é sempre feita através de relatórios de acompanhamento ou medição. . Exemplo de cálculo de demanda para motores (potência absorvida de rede) pode ser observado no Anexo V.Tronco de alimentadores No caso de reforma de rede. Neste caso. para motores.1.Consumidores não residenciais nã Para estimativa da demanda de consumidores residenciais podem ser adotados os valores de demanda diversificada obtidos de redes existentes em áreas de características semelhantes. oc Página 23 on b) Rede secundária tro lad a Revisão 03 – 02/2009 . os condutores e os transformadores são dimensionados considerando os dois períodos. • as cargas devidas à iluminação pública.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica etc.Iluminação pública A demanda a ser estimada para a instalação de iluminação pública é definida em função de potência total das lâmpadas mais a dos reatores conforme Tabela 8.5. A determinação da potência absorvida da rede em kVA. Podem ser utilizados.2 Processo estimativo a) Rede primária . em kVA (kW). alto e extra alto). a demanda deve ser calculada conforme a Instrução de Trabalho I-ENG-053.Ramais de alimentador A estimativa da demanda máxima de ramais da rede primária pode ser feita através da demanda máxima em confronto com a capacidade das cargas dos transformadores instalados ao longo do mesmo. Có pia . e aplicado o fator de demanda conforme a categoria do estabelecimento (Tabela 2 e Tabela 3) e o fator de coincidência para grupo de consumidores (Tabela 4). médio. Deve ser analisada sempre a simultaneidade de funcionamento das cargas dos consumidores ligados na rede primária.ND.

). 6. Em casos de áreas com evidências de tendência a mudança de ocupação do solo. CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS 6. múltiplo de cinco anos.1 Diretrizes para projeto 6. tornando anti-econômico o estabelecimento de pontos de interligação.1 Configuração básica da rede primária Podem ser utilizadas as seguintes configurações para o sistema aéreo primário: a) Radial Simples Có Figura 1: configuração radial simples b) Radial com Recurso Os sistemas radiais com recursos devem ser utilizados em áreas que demandem maiores densidades de carga ou requeiram maior grau de confiabilidade devido às suas particularidades (hospitais.2. nas quais os circuitos tomam direções distintas. devem ser previstas etapas de recursos técnicos apropriados na transformação racional do planejamento. escopos esses perenes de todas as fases do projeto. como no caso de crescimento acentuado da densidade de carga.ND.2 Rede primária 6. etc. sendo a etapa mais abrangente do projeto.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica 6. tro lad a Revisão 03 – 02/2009 . deve ser objeto de estudos projetados para. Página 24 pia R nã Os sistemas radiais simples devem ser utilizados em áreas de baixa densidade de carga. economia. 10 (dez) anos.1.1. em algum período.1 Planejamento da rede O planejamento. face às próprias características de distribuição da carga. continuidade e qualidade de energia. no mínimo. cargas sensíveis. Nos planejamentos sempre devem ser almejadas as metas de segurança. oc on A configuração da rede primária é definida em função do grau de confiabilidade a ser adotado em um projeto de rede de distribuição urbana.1. compatibilizando-o com a importância da carga ou da localidade a ser atendida.

evitando ângulos e curvas desnecessárias.A.procurar atribuir a cada alimentador. a posteação da rede secundária deve ser dimensionada de modo a permitir a sua futura implantação.A. . laticínios.limita o número de consumidores interrompidos por defeitos e diminui o tempo de interrupção em relação ao sistema radial simples.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica R N. .existência de interligações normalmente abertas. tais como. .ser projetado de forma que exista certa reserva de capacidade em cada circuito. sempre que possível onde existam guias colocadas. .acompanhar a distribuição das cargas (com suas previsões). N..1.procurar equilibrar as demandas entre os alimentadores.2 Traçado da rede primária O traçado deve obedecer às seguintes diretrizes básicas: . deve-se portanto evitar a instalação de transformadores de distribuição no tronco. etc.sendo necessário mais de um alimentador. Có pia nã a) Tronco de Alimentadores oc Página 25 on tro lad a Revisão 03 – 02/2009 . . bombas d’águas.o posicionamento de interligação e chaveamento de alimentadores deve ser de tal forma que favoreça a confiabilidade dos consumidores especiais.2. através de seccionadores que permitam a transferência de carga de um para outro.ND. entre alimentadores adjacentes da mesma ou de subestações diferentes. para a absorção de carga de outro circuito na eventualidade de defeito. . R Figura 2: configuração radial com recurso Este sistema caracteriza-se pelos seguintes aspectos: . deve ser prevista a interligação dos mesmos para manobras de emergência. . áreas de dimensões semelhantes evitando. .procurar sempre utilizar arruamentos já definidos e o traçado aprovado pela Prefeitura. sempre que possível. 6. . torres repetidoras. trechos paralelos na mesma rua ou circuitos duplos. .partindo-se do princípio de que ao alimentador cabe a função de suprir as cargas através de seus ramais.para os arruamentos onde há previsão de rede primária. hospitais.obedecer à seqüência de fases desde a Subestação.

1 alimentador. 6. Para os valores de demanda superiores aos indicados. . tro lad a números de Página 26 Revisão 03 – 02/2009 . sempre que possível.2.os ramais devem ser.1.2. Entende-se como queda de tensão máxima na rede primária.1.5 Carregamento O carregamento de alimentadores é função da configuração do sistema (radial ou radial com recursos). . Como critério orientativo.deve ser levada em consideração a posição da fonte de energia no sentido de se seguir o caminho mais curto. O dimensionamento dos condutores deve ser efetuado observando-se a queda de tensão máxima permitida. orientados de maneira a favorecer a expansão prevista para o bairro por eles alimentados. perdas e capacidade térmica dos condutores conforme Tabela 10 e Tabela 11. dirigidos em sentido paralelo uns aos outros. Para os alimentadores interligáveis o carregamento máximo deve situar-se entre 50% e 70% da capacidade térmica dos condutores. a diferença de tensão compreendida entre o barramento da subestação e o ponto mais desfavorável onde se situa um transformador de distribuição ou um consumidor primário. .de 3 000 kVA a 10 000 kVA . é realizada a simulação para um período mínimo de cinco anos.2.5.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica b) Ramais de alimentadores No traçado deve-se obedecer aos seguintes critérios: .ND.devem ser planejados evitando-se voltas desnecessárias. . on Para o cálculo de queda de tensão podem ser utilizados os coeficiente de queda de tensão primária (%/MVA x km) da Tabela 11. oc Para cálculo elétrico na rede primária pode ser utilizado qualquer método de simulação de rede em vigor na empresa. 6. considerar em média 5 000 kVA por alimentador. os níveis de tensão ao longo da rede primária devem estar de acordo com os valores estabelecidos nas legislações vigentes.4 Níveis de tensão 6. que implicará ou não numa disponibilidade de reserva para absorção de carga por ocasião das manobras e situações de emergência.1.2 alimentadores. Có pia Em qualquer situação.2.4 e 6.3 Dimensionamento de condutores da rede primária As bitolas e capacidades térmicas dos condutores a utilizados nas redes primárias de distribuição estão apresentadas na Tabela 10. na bitola dos condutores a serem utilizados e na evolução da estimativa da carga. considerando que uma subestação é projetada para uma potência final de transformação de 50/60 MVA (2 transformadores de 25/30 MVA) e 10 saídas de alimentadores.até 1 000 kVA . nã Com base no traçado previsto para a rede primária.3 alimentadores.1.2.1. são recomendados os seguintes alimentadores para as cargas especificadas por localidades. de modo a verificar se as condições de fornecimento estão em consonância com os parâmetros considerados satisfatórios pela ELEKTRO conforme itens 6.de 1 000 kVA a 3 000 kVA . .

Os transformadores devem ser dimensionados de tal forma a minimizar os custos anuais de investimentos iniciais. devem-se sempre preferir transformadores menores e redes mais leves. Página 27 Revisão 03 – 02/2009 Có Os transformadores de 15 kVA podem ser utilizados em situações específicas e desde que sejam atendidos os critérios de projetos estabelecidos pela ELEKTRO. Caso o transformador atenda somente a Iluminação Pública. 112. também. o modo de carregamento dos mesmos. e isto pode ser alcançado através de um planejamento orientado para as pequenas extensões. dentro do horizonte do projeto.1. e da diversidade das condições climáticas regionais. A adoção de um determinado circuito típico é função da densidade de carga inicial. essas configurações devem ser gradativamente atendidas à medida que a integração desses projetos individuais o permita. nã Para a interligação dos bornes secundário do transformador e o barramento da rede secundária devem ser utilizados cabos de cobre isolados dimensionados conforme a Tabela 17. substituição e perdas. nas potências nominais de 30.ND. na maioria dos casos. projetando-se que. principalmente as que ocasionam on tro lad a .4. As instalações de transformadores devem atender aos seguintes requisitos básicos: flutuação de tensão. 45. Os transformadores devem ser dimensionados em função do crescimento da carga. num período aproximado de 3 anos deva atingir um carregamento em torno de 100% do kVAT.localizá-lo tanto quanto possível no centro de carga. torna-se. Entretanto.1. 6. o carregamento deve situar-se em torno de 100% do kVA nominal. e relações de tensões previstas para as seguintes ligações: primária em 13 800/13 200/12 600 V e secundária em 220/127 V ou 380/220 V para parte da cidade de São João da Boa Vista. como no atendimento a edifícios de uso coletivo através da rede secundária. deve ser levado em consideração.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica 6. Em casos gerais de cargas distribuídas aproximadamente homogêneas. Em cada projeto individualmente considerado. taxa de crescimento e da configuração do arruamento. difícil a aplicação dos circuitos típicos caracterizados.5.localizá-lo próximo às cargas concentradas. A utilização dos transformadores de 150 e 225 kVA somente se justifica quando a concentração de carga junto ao poste do transformador é muito elevada.3 Transformadores São trifásicos na classe de tensão de 15 kV com primário em triângulo e secundário em estrela com neutro acessível. O carregamento máximo dos transformadores é estabelecido pelo sistema técnico da ELEKTRO. oc . são adotados circuitos típicos de acordo com as combinações das bitolas dos condutores apresentados no Anexo VI. Essas configurações permitem o atendimento em 220/127 V de toda gama de densidades de carga característica de rede de distribuição aérea.1 Configuração da rede secundária Sempre que possível.localizá-lo de forma que as futuras relocações sejam minimizadas. . 150 e 225 kVA.4 Rede secundária 6. . pia No dimensionamento dos transformadores. que é função das peculiaridades da demanda diurna e noturna.1. 75.

multiplicando o kVA/consumidor obtido pelo número de consumidores por poste existente nos circuito. Sendo contatada transgressão aos valores estabelecidos devem ser propostas adequações na rede. conseguindo-se desta forma. por questões de segurança. e também os limites de capacidade térmica dos condutores. Para o cálculo do crescimento da demanda devem ser aplicados fatores multiplicativos da Tabela 5.22 6.4. pia nã No cálculo elétrico dos projetos de redes secundárias devem ser utilizados os coeficientes de queda de tensão (%/kVA x 100 m) indicados na Tabela 13.2 6. 6. não é permitida a instalação de dois circuitos secundários na mesma posteação. com a configuração inicial do circuito.2. um projeto mais econômico. observando-se o limite de queda de tensão de 5. os níveis de tensão ao longo da rede secundária devem estar de acordo com os valores estabelecidos pelas legislações vigentes. a rede secundária deve atender a evolução da carga até o 10o ano. no mínimo. a evolução da carga até o 5o ano. a fim de determinar possíveis fatores de correção a serem adotados em projetos futuros. Dimensionamento de condutores da rede secundária Critérios gerais A rede secundária deve ser dimensionada de tal forma a minimizar os custos anuais de investimento inicial.1. sendo a carga sempre considerada equilibrada ou igualmente distribuída pelos circuitos monofásicos existentes.obter o valor da densidade de carga atual do circuito (kVA/poste). em função do índice anual de crescimento e o tempo considerado. Em qualquer situação. Na nova configuração. ampliações. os resultados desse dimensionamento devem ser periodicamente aferidos através de relatórios emitidos pelo sistema técnico da ELEKTRO ou medições posteriores dos circuitos. No dimensionamento elétrico deve-se considerar que o atendimento ao crescimento da carga é feito procurando-se esgotar a capacidade da rede. modificações e perdas dentro do horizonte do projeto. oc Página 28 on tro lad a O número de fases deve se restringir ao mínimo necessário com base na previsão de carga.ND.1. normalmente de cinco anos. A rede secundária deve ser dimensionada para atender os critérios acima. ficando a complementação do mesmo destinada a atender futuros aumentos de carga.1. Tabela 14 e Tabela 15. de acordo com a configuração da rede existente ou projetada.0% (final). quando pode ser prevista uma subdivisão do circuito. Revisão 03 – 02/2009 .2.2 Có Apesar de se procurar equilibrar as cargas entre as fases. O cálculo de queda de tensão da rede secundária pode ser feito através do sistema técnico da ELEKTRO ou de acordo com a metodologia do exemplo do Anexo VII.4.4. Projeto de reforma de rede A rotina a ser seguida no dimensionamento da rede secundária deve atender as etapas a seguir: . conforme Tabela 12.1 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Em nenhum caso pode haver rede secundária distante mais de 350 metros do transformador e.

conferir os resultados obtidos levando-se em conta os consumidores trifásicos de carga elevada e os de cargas especiais.verificar existência de terminais para derivações de ramais primárias e secundárias. prevendo-se futuras intercalações de postes.evitar interferências com alinhamentos de galerias pluviais. guias rebaixadas em postos de gasolina e evitar a locação dos mesmos em frente a anúncios luminosos. obedecendo aos critérios a seguir: Página 29 on tro lad a Revisão 03 – 02/2009 . podem ser projetados vãos de 60 a 80 m.1. calculando a queda de tensão do circuito cujo valor para o 10º ano deve atender o perfil de tensão definido no item 6.2.não locar postes em frente a entradas de garagens. com conseqüente alteração do custo da obra. .1. . . sendo o vão básico de 35 m. pois evita que ocorram imprevistos por ocasião da execução da obra. .preparar os esquemas de redes secundárias típicas de acordo com a configuração dos quarteirões existentes na área do projeto. . os postes devem ser projetados sempre num só lado (unilateral).ND.em ruas com até 14 m de largura. assinalando os pontos de interferência com a mesma. . .a fim de transpor marquises. observando-se o alinhamento da rede existente e a existência ou futura implantação de arborização. operação das chaves fusíveis a partir de local seguro e livre de qualquer obstáculo. . esgotos e redes aéreas ou subterrâneas de outras concessionárias. conforme ilustrado na Figura 3. . Có pia nã oc c) Para que não haja problemas na construção. analisando: facilidade de instalação e retirada dos equipamentos. onde existir somente a rede primária.4. sacadas e anúncios luminosos é recomendado o uso de afastadores para redes secundárias. de acordo com as observações feitas no levantamento de campo e assinaladas em planta.projetar as redes com vãos de 30 a 40 m.no Anexo VI desta Norma são apresentadas as configurações típicas técnicoeconomicamente recomendadas em função da densidade de carga inicial do circuito com a respectiva taxa de crescimento.verificar as locações prováveis dos transformadores. .procurar locar a posteação. podendo-se prever a subdivisão do circuito no 5º ano. 6. provocando modificações no projeto original. .22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica .os esquemas devem atender o perfil da tensão adotada para a área com valores extrapolados para o 10º ano.manter contatos com órgãos públicos sobre melhoramentos futuros no local. a localização dos postes deve ser feita. b) A correta verificação da viabilidade técnica de execução de um projeto é de grande importância. . devem ser locados em plantas os postes necessários para a sustentação da rede de distribuição.5 Locação de postes e viabilidade a) Definidos os traçados das redes primárias e secundárias e os centros de carga. nas divisas de lotes. sempre que possível. marquises e sacadas.verificar a existência de projetos de redes de telecomunicações e os locais previstos para instalação de seus equipamentos. . sempre que possível.

ND.22

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

L

Figura 3: posteação unilateral

- em ruas com largura superior a 14 m e até 20 m, a posteação deve ser em zigue-zague (bilateral alternada), conforme Figura 4.

14 m < L ≤ 20 m

oc
VÃO BÁSICO

Figura 4: posteação bilateral alternada

- em ruas com largura superior a 20 m, recomenda-se utilizar posteação bilateral simétrica, conforme ilustrado na Figura 5.

L

pia

L > 20 m

on
VÃO BÁSICO
Página 30 Revisão 03 – 02/2009

Figura 5: posteação bilateral simétrica - deve-se considerar que nos critérios de posteação acima, interferem, além da largura das ruas, a existência ou não de canteiro central, implantação de mais de

L

tro lad a

L ≤ 14 m

VÃO BÁSICO

ND.22
-

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

-

-

oc Có pia nã
Página 31

on
X
Figura 6: localização dos postes em cruzamento de redes - em ruas sem arborização, implantar a rede nas faces norte e oeste e evitar o lado das grandes arborizações como praças públicas; - a localização dos postes, que se refere à convivência com o sistema de arborização, deve atender os preceitos definidos no Anexo VIII. - indicar no projeto os valores das resultantes dos esforços nos postes em ângulo e fins de linhas, conforme exemplo da Figura 7.

Y

tro lad a

um alimentador, necessidade de níveis de iluminamento especiais na via pública, etc.; interferem, também, as curvaturas das ruas, que obrigam a uma diminuição dos vãos, conforme o raio de curvatura (ver item 6.1.11 e Figuras “a” e “b” do Anexo I); não instalar postes em esquinas, mesmo em ruas estreitas, podendo usar um par de postes próximos um do outro em substituição à implantação de um só no vértice da esquina; as conexões elétricas nos cruzamentos de redes devem ser do tipo “flying-tap” evitando contornar a esquina com uso de vários postes. nesses casos, as distâncias X e Y dos postes à esquina, devem preferencialmente ser iguais e estarem situadas entre 6 e 15 m, conforme ilustrado na Figura 6.

Conexão no meio do vão (Fly-tap)

Revisão 03 – 02/2009

ND.22

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

B

A

Exemplo de tabela de indicação de esforços
Tabela de esforços

Figura 7: indicação de esforços resultantes 6.1.6 Proteção e seccionamento

6.1.6.1

Proteção contra sobrecorrentes

6.1.6.1.1

Localização dos equipamentos A aplicação de equipamentos de proteção contra sobrecorrente deve ser condicionada a uma análise técnico-econômica de alternativas dos esquemas de proteção de cada circuito de acordo com a Norma ND.78. Em princípio, esses equipamentos devem ser instalados nos seguintes pontos: a) Troncos de alimentadores - próximo à saída de cada circuito da subestação, no caso de dois circuitos protegidos por um mesmo disjuntor, pode-se utilizar religador ou seccionalizador, levando-se em conta a coordenação dos mesmos com o disjuntor; - após cargas, cujas características especiais exijam uma elevada continuidade de serviço, usando religador ou seccionalizador; - onde o valor da corrente de curto-circuito mínimo não é suficiente para sensibilizar dispositivos de proteção de retaguarda, deve-se utilizar religador ou chave fusível. No início de ramais que alimentam áreas sujeitas a falhas, cuja probabilidade elevada de interrupções tenha sido constatada através de dados estatísticos, deve-se utilizar religador ou seccionalizador. Nos demais casos não abrangidos pelo item acima, usar chave fusível tanto no ramal como no sub-ramal.
Página 32 Revisão 03 – 02/2009

b) Ramais de alimentadores

pia

oc

A filosofia, os critérios e as diretrizes para elaboração de estudos de proteção contra sobrecorrentes, assim como as orientações para seleção e dimensionamento dos equipamentos para proteção de redes devem ser de acordo com a Norma ND.78.

on

Os equipamentos de proteção e seccionamento devem ser convenientemente alocados e especificados, conforme critérios descritos a seguir:

tro lad a
Poste A Resultante (daN) 606 406 B

pia .ND. observando-se o item e abaixo. d) Ramais de consumidores atendidos em tensão primária Devem ser protegidos por chaves fusíveis de capacidade adequada. no ponto de instalação. mediante a utilização do dispositivo para abertura em carga. associada ao valor de X/R do circuito. a sobrecarga que o transformador é capaz de suportar sem prejuízo de sua vida útil.os elos fusíveis para a proteção dos transformadores instalados em redes urbanas de 13. e) Ramais que alimentam apenas um transformador 6.A corrente nominal da chave fusível deve ser igual ou maior que 150% do valor nominal do elo fusível a ser instalado no ponto considerado. a2) Para proteção de transformadores de distribuição As chaves fusíveis para proteção de transformador de distribuição devem cumprir os seguintes requisitos: . . fazendo com que estes defeitos não tenham repercussão na rede primária. Revisão 03 – 02/2009 . .Para possibilitar o desligamento de ramais sem necessidade de prejudicar o fornecimento a outros consumidores devem ser utilizadas chaves fusíveis equipadas com dispositivo para permitir abertura em carga.A capacidade de interrupção. com elos fusíveis de corrente nominal adequada à potência do transformador. pode ser instalada a chave fusível apenas no início do sub-ramal.1. Em caso onde não exista possibilidade de crescimento de carga não haverá necessidade de obedecer ao critério acima.6. nã . salvo nos casos onde a proteção é feita por disjuntor localizado na subestação abrigada da unidade consumidora.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica c) Transformadores Todos os transformadores devem ser protegidos por chaves fusíveis. no mínimo. deve ser.1.operar para curto-circuito no transformador ou na rede secundária.2 Critérios para seleção de equipamentos de proteção a1) Para proteção de redes primárias Có . igual à máxima corrente de defeito nesse ponto. sem fundir. não tenha nenhum obstáculo para a visualização das chaves a partir do local do transformador e não tenha obstáculos à locomoção direta no trecho do transformador até a chave.8 kV devem ser dimensionado de acordo com a Tabela 16. tro lad a Desde que a extensão do ramal seja igual ou inferior a 75 m. oc a) Chaves fusíveis de distribuição Página 33 on Os equipamentos a serem instalados nas RDU devem ter a tensão nominal e o nível básico de isolamento compatíveis com a classe de tensão do sistema e também atender as demais condições necessárias em função do seu ponto de instalação.o elo fusível deve suportar continuamente.

quando suas correntes de carga são elevadas e do mesmo modo as correntes de curto-circuito fase-terra. e) Chaves a óleo Instalar um conjunto de pára-raios em cada lado (fonte e carga).Em transformadores situados em locais de alta incidência de descargas atmosféricas. . Nas travessias subterrâneas devem ser instalados pára-raios nas estruturas.Em todos os transformadores adjacentes à saída de rede rural ou de um ramal extenso. etc.Em todos os transformadores situados a mais de 75 m de outro ponto protegidos com pára-raios.Em todos os transformadores situados em fim de linha.protegida compacta. na própria estrutura nos locais em que as mesmas operam normalmente abertas. onde deve ser instalado apenas um pára-raios. sendo um do lado da fonte e outro do lado da carga.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica b) Religadores Os religadores devem ser empregados em derivações de alimentadores sujeitos a defeitos intermitentes. on tro lad a 6. na própria estrutura. . c) Seccionalizadores A instalação de seccionalizadores requer que os mesmos só possam ser usados no lado da carga em série com o religador ou disjuntor. no caso do disjuntor. tanto no ponto de descida como no ponto de subida do cabo subterrâneo. . Página 34 Revisão 03 – 02/2009 Có pia nã oc .Em todos os transformadores que atendam cargas especiais (hospitais. comprometendo a coordenação. No caso das chaves normalmente fechadas deve-se instalar apenas um jogo de páraraios no lado fonte. aérea . com exceção da fase central. f) Estruturas de transição de modalidades de redes Instalar um conjunto de pára-raios nas estruturas de transição de modalidade de redes primárias (aérea .isolada. escolas. d) Religadores e seccionalizadores Instalar um conjunto de pára-raios em cada lado (fonte e carga).1. aérea subterrânea).ND. . . de modo a interferir no relé de neutro da subestação.Em todos os transformadores com potência igual ou superior a 75 kVA. tendo um dispositivo de religamento automático na retaguarda.2 Proteção contra sobretensões . Para proteção das redes e dos equipamentos contra sobretensões de origem atmosférica devem ser previstas as instalações de pára-raios nos seguintes pontos: a) Transformadores de distribuição b) Reguladores de tensão ligados em deIta aberto Instalar dois jogos de pára-raios por fase. do lado da fonte em relação à chave fusível. c) Banco de capacitores Instalar pára-raios em cada fase.).6.

6. em toda área de distribuição da cidade (sistema multi-aterrado com neutro contínuo).chave a óleo. próximo ao ponto considerado pelo lado da alimentação. 6. b) Todos os transformadores na instalados em redes aéreas de distribuição urbana devem ser aterrados com seis hastes em alinhamento.1. Como casos gerais de pontos onde devem ser instaladas essas chaves. devem possuir aterramentos dimensionados especificamente para o local. g) Quando a rede urbana tiver até quatro transformadores.seccionador unipolar tipo faca com dispositivo para abertura sob carga.após os pontos de entrada de consumidores importantes.pontos de interligação de alimentadores.chave fusível de distribuição com dispositivo para abertura sob carga. independentemente do valor da resistência de terra local. e) Os equipamentos especiais (reguladores. bancos de capacitores e chaves a óleo). temos: .pontos da rede onde são previstas manobras para transferências de cargas.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica g) Entradas primárias subterrâneas Instalar pára-raios na estrutura de descida dos cabos subterrâneos. os aterramentos dos mesmos devem ser executados mediante projetos específicos. religadores. junto ao início de grandes concentrações de cargas.3.1. Devem ser instalados em pontos de fácil acesso para sua operação. f) Deve ser levantada a resistividade do solo e elaborado um projeto. c) Todo o final da rede secundária deve ser aterrado com uma haste de aterramento. pára-raios e secundários de transformadores devem ser interligados através do neutro. observando-se a não existência de outra chave com dispositivo para abertura em carga. Página 35 Revisão 03 – 02/2009 Có pia nã oc on tro lad a . seccionalizadores. .pontos no lado da fonte. visando obter valores de resistência economicamente viáveis e dentro dos limites de segurança. quando não houver nenhum aterramento nesse trecho. . 6. d) Deve ser instalada uma haste de aterramento a cada 300 m de rede.3 Seccionamento e manobra Os equipamentos de seccionamento e manobra a serem utilizados nas redes aéreas de distribuição são: . junto à calçada. instalar páraraios no interior da subestação abrigada junto ao transformador. localização de defeitos ou desligamentos de trechos para serviços de manutenção e construção. 6.1 Localização dos equipamentos de seccionamento A localização dos equipamentos de seccionamento deve ser escolhida de acordo as necessidades operacionais da rede e devem ser utilizados em pontos de manobras. Para entradas subterrâneas com extensão acima de 18 metros. visando à eliminação da necessidade de desligamento nas subestações para sua abertura. instalados na área urbana. . a fim de preservar continuidade de serviço por ocasião de manobras. . e a minimização do tempo necessário à realização de uma determinada manobra e do número de consumidores atingidos por ela.ND.6. .7 Aterramento a) Os aterramentos dos tanques dos equipamentos especiais.1.

Cabos básicos: .00754 × V 2 .Estado básico 2: • Temperatura:15 ºC • Velocidade do vento: 60 km/h • Tração horizontal máxima: 20% da tração de ruptura do cabo básico 6.8 Ramal de ligação de consumidor O ramal de ligação do consumidor atendido em tensão primária pode ser: aéreo com cabos pré-reunidos (multiplexados). O ramal de ligação do consumidor atendido em tensão secundária deve ser aéreo com cabos pré-reunidos (multiplexados) desde que sejam atendidas as condições técnicas e de segurança.Pressão do vento em superfícies cilíndricas (cabos e postes circulares): .ND.9.1. cobertos ou nus ou subterrâneo com cabos isolados.2 Condutores a) As seções mínimas dos condutores a serem utilizados nas reformas de redes primárias existentes com condutores nus.Vãos calculados: até 150 m (de 5 m em 5 m). oc Sendo: p = pressão do vento.9.9 Dimensionamento mecânico 6. são os seguintes: .00471 × V p = 0.Estado básico 1: .61 mm2).1 Condições ambientais . Página 36 Revisão 03 – 02/2009 Có • Temperatura: 0 ºC • Velocidade do vento: 0 km/h (sem vento) • Tração horizontal máxima: 15% da tração de ruptura do cabo básico pia • Alumínio: 2 AWG • Cobre: 25 mm2 nã . em daN/m2 V = velocidade do vento.Pressão do vento em superfícies planas (poste duplo T): .para condutores de alumínio: 2 AWG (33.para condutores de cobre: 25 mm2 .Temperatura 0 ºC a 50 ºC . p = 0.1. 6. atendidos os requisitos elétricos e mecânicos. b) Na Tabela 10 são apresentadas as características dos condutores nus existentes nas redes primárias. em km/h on 2 tro lad a Foram adotadas as seguintes condições para dimensionamento mecânico dos cabos e estruturas que os sustentam: .Vento máximo: 60 km/h a 15 ºC.1.1.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica 6.

6. d) Na Tabela 25 e Tabela 26 são apresentados os valores de flechas de montagens das redes para os cabos de alumínio e cobre. estai de subsolo e base concretada. 6. etc. de acordo com o planejamento.. tro lad a Os comprimentos dos postes normalmente utilizados são de 9. para qualquer tipo de poste. 6.1 Comprimento do poste • 9 m .22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica c) Na Tabela 12 são apresentadas as características dos condutores nus existentes nas redes secundárias.3 Tipos de postes Para as redes de distribuição urbana (extensões. saídas de subestações com previsão de circuitos duplos de alimentadores com cabos pré-reunidos.somente rede secundária • 11 m .5 m) pia nã Postes com previsão de futura instalação de transformadores.9. melhorias e loteamentos Página 37 Revisão 03 – 02/2009 Có Sendo: e = L + 0. houver previsão futura de extensão da rede primária. “flying-tap”.9. chaves. em saídas de subestações. Na Tabela 21 estão indicadas as características dos engastamentos a serem utilizados nas redes de distribuição urbanas. 11 e 12 metros. oc Quando. pela seguinte expressão: b) Tipos de engastamentos Nas redes de distribuição urbana são utilizados os seguintes tipos de reforços no engastamento de postes: simples. circuitos duplos.9. em metros e = engastamento (mínimo 1.1. derivação de ramais primários. Na Tabela 27 a Tabela 35 são apresentados os valores das trações horizontais de montagem para os cabos nus padronizados para utilização em redes urbanas.7. sendo: .1.9.1. mesmo que inicialmente esteja prevista somente a extensão da rede secundária. Nos casos de previsão de postes de concreto para instalação de transformadores devem ser previstos aterramento adequado.3 Postes 6.3.60 m 10 L = comprimento do poste.ND. on Podem ser utilizados também postes de 14 m e 16 m em casos especiais como em travessias.para rede primária e secundária ou somente rede primária.2 Engastamento dos postes a) Profundidade A profundidade de engastamento simples é determinada.3. devem ser previstos com 12 m e capacidade adequada.3. transformadores. conforme item 6.1.1. respectivamente. protegidos. devem ser projetados postes de 11 m. tronco de alimentador quando há previsão de derivação de ramais primários. instalação de ramal de entrada subterrânea. • 12 m .para instalação de chaves a óleo.

derivações onde não há possibilidade de utilização de estai de cruzeta. Os postes de concreto de seção circular devem ser conforme a padronização contida na norma ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica executados pela ELEKTRO) devem ser utilizados postes de concreto duplo T.1. As cruzetas devem ser de acordo com a norma ND.01. oc β R= F1 + F2 on Figura 8: método geométrico R = F1 + F2 Página 38 tro lad a F2 Revisão 03 – 02/2009 . exceto em fins de linha. 6.01. Nos alimentadores em saídas de subestações com previsão de mais de um circuito por poste. nos quais devem ser utilizadas estruturas tipo N (normal). As estruturas para redes urbanas devem ser do tipo M (meio beco) ou B (beco). As trações de projeto dos condutores nus padronizados estão indicadas na Tabela 24. etc.9. A resultante pode ser calculada tanto pelo método geométrico como pelo método analítico. de modo que as suas origens coincidam e construindo um paralelogramo conforme indicado a seguir: pia nã F1 α Consiste na determinação dos esforços resultantes aplicados nos postes e identificação dos meios necessários para absorver estes esforços.ND.4 Cruzetas e estruturas As cruzetas utilizadas nas redes urbanas são de seção retangular de 90 x 112. 6. as redes podem ser construídas com postes de concreto circulares ou duplo T. derivações.01. em estruturas de mudança de bitola e em estruturas do poste intermediário entre o vão de tração normal e o vão de tração reduzida. estruturas em ângulos acentuados. Em loteamentos particulares. conforme os métodos a seguir. Na Tabela 18 são apresentadas as características dos postes de concreto de seção circular padronizados.5 x 2 000 mm.5 Cálculo mecânico a) Método geométrico Có A tração resultante (R) pode ser obtida pelo método geométrico através da representação das trações dos condutores (F1 e F2) por dois vetores em escala.1. O valor da resultante é obtido pela composição das trações de projeto dos condutores que atuam no poste em todas as direções e transferidas a 100 mm do topo do poste.9. Os postes de concreto circular e duplo T devem ser conforme padronizações constantes na norma ND. que requeiram poste excessivamente pesado podem ser utilizados postes de concreto circular.

Rede primária com cabos de cobre e rede secundária isolada:Tabela 42. b) Para as configurações de redes recomendadas (somente primária. tem-se: β1 β α Figura 9: método analítico A resultante R pode ser calculada pela seguinte expressão: 2 + F2 R = F1 2 + 2 F1 .22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Sendo: R .tração resultante F1 . nas situações de fim de linha e ângulos de deflexão horizontal. somente secundária ou primária e secundária).Rede primária e secundária com cabos de cobre: Tabela 40.Rede primária e secundária com cabos de alumínio CA: Tabela 36.1.tração resultante F1. . os valores dos esforços resultantes transferidos a 100 mm do topo estão indicados nas tabelas: .9. a resultante pode ser calculada pela seguinte expressão simplificada: α R = 2 ⋅ F ⋅ sen 2 nã oc on tro lad a β2 R F1 F2 .α α . . Página 39 Revisão 03 – 02/2009 Có pia Se as trações F1 e F2 forem de valores iguais. .trações de projeto dos condutores α . F2 .ND. F2 .6 Utilização dos postes quanto à resistência mecânica a) Os postes devem ser dimensionados de modo que suportem as trações aplicadas pelos condutores nele instalados e estarem de acordo com as resistências nominais padronizadas. F2 .Rede primária com cabos de alumínio CA e rede secundária isolada: Tabela 38.trações de projeto dos condutores β = 180º .ângulo de deflexão da rede b) Método analítico De posse dos valores das trações dos condutores que atuam no poste e do ângulo formado pelos condutores.ângulo de deflexão da rede ⎛ F ⋅ senβ ⎞ ⎛ F ⋅ senβ ⎞ β1 = arcsen ⎜ 2 ⎟ e β2 = arcsen ⎜ 1 ⎟ R R ⎝ ⎠ ⎝ ⎠ 6. cos β Sendo: R .

TV a cabo. . do ângulo de deflexão horizontal e do espaçamento elétrico.ND. A escolha das estruturas é em função da bitola dos condutores. ângulos de aplicação e alturas de fixação desses cabos. ou mediante utilização de poste normal com vão normal (em vez de contra-poste) nos finais da rede. o qual acarreta um momento fletor solicitante também elevado. quando existirem. de acordo com a Tabela 44 e Tabela 45.1. Os estaiamentos aéreos utilizados nas redes urbanas devem ser montados de acordo com a norma ND.Rede primária com cabos de cobre e rede secundária isolada: Tabela 43. ou ainda através de redução das trações nos últimos postes.53 mm. usualmente empregados em redes aéreas urbanas.1. deve ser observado o critério para dimensionamento do estai de cruzeta a poste apresentado na Tabela 48. tro lad a d) Os postes com derivações de redes secundárias e/ou primárias. .Rede primária e secundária com cabos de alumínio CA: Tabela 37.8 Estaiamento aéreo Em fins de linha secundário. Página 40 Revisão 03 – 02/2009 pia São utilizados estaiamentos para se obter a estabilidade de postes ou estruturas sem equilíbrio. Os valores das trações dos ramais de ligação são apresentados na Tabela 22 e na Tabela 23. 6.9. onde não haja previsão de futura extensão.35 mm e 9. c) As resistências nominais mínimas dos postes necessárias para as situações descritas no item b) são apresentadas nas tabelas: . com cabos de telecomunicações ou outros tipos de cabos nele instalados devem ser redimensionados considerando as trações de projeto.02. ocasionados por solo excessivamente fraco ou por elevado esforço mecânico externo. Na Tabela 46 e na Tabela 47 são apresentados os esforços atuantes nos estais em função da bitola dos condutores. e) Os ramais de ligação cuja soma dos esforços resultantes produzam valor elevado.Rede primária com cabos de alumínio CA e rede secundária isolada: Tabela 39. a) Estai de cruzeta a poste Có Os estaiamentos podem ser efetuados de poste a poste. . para a condição menos favorável (rede trifásica com estruturas tipo beco e meio beco). cruzeta a poste. etc. do vão.9. pode ser previsto estaiamento de contra poste. onde haja probabilidade de futura extensão da mesma.7 Escolha do tipo de estrutura on f) Os postes para instalação de transformadores devem ter no mínimo as características apresentadas na Tabela 19 e para instalação de seccionadores devem ser de acordo com a Tabela 20.. também devem ser considerados no dimensionamento do poste. considerando a aplicação do estai junto à fase mais afastada do poste.Rede primária e secundária com cabos de cobre: Tabela 41. ramais de ligação.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Nota: também devem ser considerados os esforços resultantes de cabos telefônicos. nã oc 6. . Considerando os valores obtidos na Tabela 46 e na Tabela 47 e levando em conta as resistências nominais dos cabos de aço de 6.

VR = vão reduzido. em metros. em kg/m.9. oc Página 41 on tro lad a Revisão 03 – 02/2009 . O esforço absorvido pelo cabo de aço do estai pode ser transferido para um ou mais postes.ND. VB = vão básico (35 m). 6. Có pia ⎛V R TR = ⎜ ⎜V ⎝ B ⎞ ⎟ × TB ⎟ ⎠ 2 nã Sendo: f = flecha do condutor. A flecha relativa ao vão básico é dada pela fórmula: f= 8 ⋅ TB 2 p ⋅ VB Nessas condições a tração mecânica reduzida equivale a: Sendo: TR = tração mecânica reduzida. recomendando-se transferi-lo para. em metros. O poste intermediário acima referido deve ser dimensionado em função das diferenças das trações mecânicas do vão básico e do vão reduzido. em metros. o excesso de tração pode ser transferido ao poste seguinte através de um tirante aéreo.35 mm e 9. TB = tração básica ou normal. mantendo a flecha dos condutores igual a do vão considerado básico. conforme Tabela 24. os esforços excedentes resultantes devem ser limitados em 700 daN e 1 560 daN correspondendo respectivamente as cordoalhas de aço de 6. Apesar da grande variedade de combinações de esforços. p = peso do condutor. A tração reduzida consiste em diminuir o vão entre postes. devem ser adotadas as montagens dos condutores com tração mecânica reduzida. no máximo.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica b) Estai de poste a poste O estai de poste a poste deve absorver o excedente da carga. provocado pelos esforços resultantes dos circuitos primário e secundário. TB = tração básica ou normal.9 Redução das trações (Tração reduzida) Em situações que necessitem de poste com resistência nominal acima dos padronizados de acordo com a Tabela 18.53 mm. Se essa tração for muito elevada em relação ao poste que se deseja utilizar. acima da resistência do poste. as estruturas de fixação de condutores devem ser ancoragem. resultantes das redes primária e secundária. tanto para rede primária (N4). em daN. conforme Tabela 24. como para rede secundária (6C . No Anexo III é apresentado um exemplo de cálculo de tração mecânica reduzida.10R). dois postes. No poste intermediário entre o vão de tração normal e o de tração reduzida. de 35 metros.1. VB = vão básico.

pode ser utilizado. onde estão indicadas as diversas parcelas de queda de tensão correspondentes a cada componente do sistema em estudo. pia Quando forem instalados reguladores de tensão. oc on tro lad a . o recurso do compensador de queda de tensão (LDC) para um melhor aproveitamento dos níveis de tensão. O recurso de se utilizar a mudança de “tap” pode ser aplicado observando-se o perfil de tensão nos períodos de carga máxima no ponto onde se encontra o transformador a ser corrigido. tendo em vista seu baixo custo em relação a outros equipamentos convencionais. com regulação automática constante.Regulação com compensador de queda .1. os transformadores podem se encontrar com “tap” em posição desfavorável à nova tensão. podem ser adotados montagem dos condutores em tração reduzida. em função da situação específica do projeto. manuseio e acompanhamento de seu desempenho. ou subestações com banco automático de capacitores.10. Podemos ter subestações dotadas com banco de reguladores de tensão. utilizando poste de menor resistência.1.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Nota: nos casos onde há necessidade de utilização de postes de resistência 1 500 daN com tração normal.Mudança de “tap” em transformador 6. como recursos adicionais para solução do problema. os níveis de tensão na saída da subestação podem ser: sem regulação.ND.10 Recursos especiais do projeto 6. de tal forma que os níveis de tensão na primária ou secundária não ultrapassem os limites máximos e mínimos estabelecidos por esta norma. ou ainda subestações com transformadores dotados com comutação automática (LTC). . uma vez que tais equipamentos possibilitam um estreitamento da faixa de variação de tensão.Regulação de tensão na subestação . instalados ao longo da rede primária. bem como a sua facilidade de aplicação. Entretanto. as diversas alternativas apresentadas a seguir podem ser analisadas técnica e economicamente. utilizam-se reguladores de tensão ou bancos automáticos de capacitores. Página 42 Revisão 03 – 02/2009 Có A mudança de “tap” nos transformadores de distribuição pode ser uma solução para melhorar o nível de tensão na rede secundária. A regulação de tensão em subestações depende exclusivamente do tipo de subestação de cada sistema. uma vez que por ocasião de manobras. Desta forma.10. com regulação automática com compensador de queda. nã De posse de perfis de tensão do horário de carga máxima e horário de carga mínima. 6.Regulação na rede primária . essa solução deve ser criteriosamente analisada.1. para se obter uma melhoria da faixa da variação da tensão na rede primária.2 Compensação de reativos As compensações de reativos são efetuadas através da aplicação de bancos de capacitores.1 Correção de níveis de tensão Quando os níveis de tensão se mantiverem fora dos limites adequados estabelecidos pelas legislações vigentes.

cada caso é diferente de outro. exceto orla marítima. requerendo assim. cujas atividades econômicas demandam uso de numerosos motores. oc b) Sistema secundário on tro lad a .11.1.1 Tensão de alimentação 6.1. um estudo pormenorizado. conforme norma ND.11 Iluminação pública 6.Circuitos de carga: 220 V. para a correção do fator de potência.fornecimento de potência reativa perto da carga.elevação da tensão na carga.11. apenas que.Controle . 6.11. liberando capacidade para ligação de cargas adicionais. nem a respeito da localização dos bancos. baseado no conhecimento perfeito do sistema.Circuitos de comando: 220 V. .ND. na aplicação de capacitores. o sistema usufruirá sempre de todos os benefícios acima relacionados.correção do fator de potência.01.6/1.0 kV. . .5 mm2 para lâmpadas acima de 150 W.11. . • Seções nominais de 1. conforme as características próprias de cada sistema é dado maior ênfase a este ou aquele benefício.melhoraria na regulação do sistema. para que utilizem capacitores de baixa tensão agregados aos circuitos que alimentam os mesmos. redundando em economia no gasto de energia.Ligação de luminária na rede • Cabo de cobre isolado. nem com relação ao grau de importância dos resultados futuramente obtidos.diminuição da carga em kVA da fonte supridora e circuitos.1.1 Características básicas nã Conscientizar e orientar os consumidores.1. quando adequadamente instalados e automatizados. Página 43 Revisão 03 – 02/2009 pia 6. próprio para uso ao tempo com isolação para 0. .5 mm2 para lâmpadas até 150 W e 2. .3 Condutores para ligação da luminária integrada: Có . Independentemente do motivo da instalação dos capacitores. não se podendo fixar regras rígidas.1. devem ser utilizadas luminárias integradas. em orla marítima. redução das perdas. • Cabo de cobre nu de seção 25 mm2.2 Luminárias 6.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica a) Sistema primário Os benefícios resultantes da instalação de bancos de capacitores na rede primária são: .redução do componente atrasado da corrente do circuito e como conseqüência.1. • Cabo de alumínio nu de bitola 2 AWG.1. .1. Evidentemente. Nas reformas de redes que envolvam troca de luminárias.

os mesmos padrões de iluminação pública recomendados para as obras de redes novas e extensões de rede conforme definidos na norma ND.11.1.comando em grupo por relé fotoeletrônico e chave magnética.São propostos. . em geral.1.02/1. .1.Comando misto 6.ND.02.3 Projeto de iluminação pública 6. tro lad a 6.1.11. .11.11.18.20.3. conforme ND.2 Iluminâncias Os níveis de iluminância da vias devem estar em conformidade com o estabelecido na norma ABNT NBR 5101.1.Comando individual • Relé fotoeletrônico intercambiável.25.02/1. 6. contatos NF.11.6 Critérios para instalação dos padrões e montagem das estruturas .Comando em grupo oc on . conforme ND.3. conforme ND.11. 6.1.01. item 2.1.4 Aterramento dos reatores para lâmpadas a vapor de sódio .1. 6.1.5 Posteação Utilizam-se os postes da rede de distribuição existente. Quando da necessidade de extensão ou complementação de posteação devem ser seguidos os critérios básicos utilizados para projetos de redes de distribuição e recomendações específicas constantes do item 6.20.1.01. respectivamente. • Relé fotoeletrônico intercambiável.01.comando individual por relé fotoeletrônico. .01/1 ou ND.1.1.18.01.02/1. Conforme Anexo II e norma ND.1 Reforma de rede a) Critérios para utilização dos padrões Có . • Chave magnética (de iluminação) – 220 V .Nos casos de reforma de rede envolvendo iluminação pública que utilizam lâmpadas a vapor de mercúrio.comando misto (individual e em grupo).11. • Os mesmos equipamentos recomendados para o comando individual e em grupo.7 Comando a) Sistemas de comando Os sistemas de comando existentes são: b) Equipamentos de comando . item 1. 220 V – 1 000 W. 220 V – 1 000 W.11. 6.1 x 50 A ou 2 x 30 A.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica • Um condutor de cor preta e outro de cor vermelha.Fio de alumínio nu de bitola 4 AWG. deve ser feita a substituição por lâmpadas a vapor de sódio conforme definido na tabela: Página 44 Revisão 03 – 02/2009 pia nã .

Pequenas reformas. ou a aplicação de comando misto.25 para rede aérea secundária. podem ser efetuadas pequenas reformas com a manutenção do comando em grupo. Nas luminárias integradas ligadas no sistema de comando em grupo deve ser utilizado o “shorting cap” no lugar do relé fotoeletrônico. As obras de reforma da iluminação pública somente podem ser propostas e executadas após obter-se a concordância da Prefeitura Municipal. no meio de grandes áreas com padrão homogêneo.12 para rede aérea primária e ND.2 Atendimento a loteamentos Có Os projetos de eletrificação de núcleos habitacionais e loteamentos devem ser elaborados de acordo com as normas ND. comando individual. deve ser consultada a norma ND. podem ser feitas mantendo o padrão existente. poderá ser utilizado o comando misto desde que respeitadas as quantidades máximas de lâmpadas previstas na Tabela 9.40. pia nã 1. Notas: 6.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica De VM 80 VM 125 VM 400 (1) Para VS 70 VS 100 (1) VS 250 No caso de lâmpadas VM 125 W em função das características do local poderá ser utilizada VS 150 W de acordo com o definido no Anexo II . quando não for prevista a retirada do fio controle. a fim de conservar a homogeneidade.1.12 Simbologia Devem ser adotados na elaboração dos projetos os símbolos da Norma ND. No caso de circuito com comando em grupo existente onde não seja previsto a retirada do fio controle. 6. Caso seja de interesse a construção de rede subterrânea. Caso exista circuito com comando em grupo e serão instaladas lâmpadas VS 400 W.ND. oc Página 45 on tro lad a b) Critérios para utilização dos sistemas de comando Revisão 03 – 02/2009 .46. 2. 3. São aplicáveis os critérios adotados para obras de redes novas e extensões de rede. ou seja.

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Có Página 46 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a .ND.

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Có Página 47 pia nã oc on TABELAS tro lad a Revisão 03 – 02/2009 .

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Có Página 48 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a .ND.

50 15.57 8.88 0.18 0.28 0.39 1.59 0.49 0.44 0.30 0.51 1.94 4.55 0.34 0.27 0.77 0.08 6.39 0.63 3.16 0.55 0.29 0.21 3.25 0.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 1 Demanda diversificada média por consumidor Demanda diversificada média por consumidor (kVA) Classe de consumidores Baixo Médio Alto Extra alto Quantidade de consumidores 1a5 6 a 10 11 a 15 16 a 20 21 a 25 26 a 30 31 a 40 mais de 40 0.02 2.38 0.53 Página 49 0.83 19.81 2.27 0.45 0.80 4.ND.61 2.69 0.16 1.19 0.54 0.19 0.17 0.18 3.85 1.32 0.23 1.52 1.21 0.30 0.50 Atividade oc Fatores de carga e demanda típicos por atividade Consumidores ligados em baixa tensão Fator de demanda típico Fator de carga típico Laticínio Fábrica de roupas Carpintaria Serraria nã on Tabela 2 tro lad a 0.23 0.16 11.64 0.05 0.35 0.28 1.51 0.64 1.28 0.11 0.58 5.42 0.99 0.24 0.60 0.28 0.18 Beneficiamento de cereais Fábrica de plásticos Fábrica de bebidas Fábrica de calçados Supermercado Restaurante Posto de gasolina Oficina mecânica Padaria Hotel Bar Sorveteria Có pia Revisão 03 – 02/2009 .

serviços e outras atividades Industrial Rural Poder público 0.23 0.39 Tabela 4 Fator de coincidência para grupo de consumidores Quantidade de consumidores Fator de redução da demanda 2 3 4 5 6 7 8 9 on Página 50 1 oc nã pia 10 11 12 ou mais Có tro lad a 1.87 0.28 0.30 0.83 0.21 0.80 0.70 0.00 0.68 0.66 Revisão 03 – 02/2009 .90 0.76 0.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 3 Fatores de carga e demanda típicos por classe de consumo Consumidores ligados em baixa tensão Classe de consumo Fator de demanda típico Fator de carga típico Comércio.42 0.ND.32 0.74 0.78 0.51 0.72 0.

16 2.23 1.59 2.35 2.94 16.73 0.47 1.50 1.66 0. correntes nominais e de partida Corrente nominal (A) 110 V 220 V Corrente de partida (A) 110 V 220 V fp médio 1/4 1/3 1/2 3/4 1 2 3 5 7½ 10 12 ½ 15 Notas: 0.84 11.72 1.31 2.34 1.85 1.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 5 Fatores de crescimento de carga Crescimento anual (%) ANOS 3 4 5 6 7 8 9 10 5 6 7 8 9 10 11 12 12 14 15 1.67 0.61 1.68 1.14 2.67 0.63 1.66 1. Página 51 Revisão 03 – 02/2009 pia 1.31 1.77 on Tabela 6 5.83 0.0 3.42 1.66 0.ND.58 13.39 3.50 1.12 1.20 2.71 1.59 1.7 13. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não forem disponíveis os dados de placa dos motores ou de catálogos do fabricante.73 0.4 6.5 5.16 1.6 12.33 1.84 1.48 2.75 1.21 2.97 4.52 1.00 2.66 2.17 5.97 2.80 0.01 1.55 1.77 3.76 1.84 3.71 0.37 2.59 1.72 1.0 - tro lad a 3.84 2.19 1.18 1.22 1.40 1.30 1.5 18.1 11.52 1.64 14.9 7.69 1.83 1.31 1.63 1.48 1.50 2.31 11.78 0.52 1.54 1.56 2.99 2.61 1.2 21.1 10.79 0.77 1.11 3.06 1.94 .71 4.67 3.4 27.95 2.35 2.14 2.48 1.17 2.25 3.69 1.26 1.93 2.9 77.46 1.0 40.00 3.37 1.28 1.08 2.1 7.0 27 31 47 63 68 96 132 220 - 14 16 24 33 35 48 68 110 145 210 260 330 408 0.81 Có 1½ 1.0 37.42 0.34 1.07 6.05 nã Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA oc Motores monofásicos Potência nominal.16 8.08 2. Os valores da tabela foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.36 2.44 1.07 9.36 1.9 67.2 52. 2.90 0.85 3.97 2.79 1.80 0.5 28.34 1.63 0.57 1.56 2.79 0. potência absorvida da rede em kW e kVA.51 0.87 1.69 1.11 7.26 1.41 1.41 1.2 14.41 1.

9 74.0 7.72 4.70 4.26 1.02 8.69 0.2 370.82 0.57 8.7 1 455. potência absorvida da rede em kW e kVA.7 3 458.03 6.77 0.15 72.10 25.65 1.3 3.77 0.1 5. correntes nominais e de partida.1 90. Os valores da tabela foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos fabricantes.4 30.54 1.7 58.8 88.1 Página 52 oc nã 39.52 0.3 214.0 196.9 1.3 Revisão 03 – 02/2009 .85 0.0 5.77 0. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não forem disponíveis os dados de placa dos motores ou de catálogos do fabricante.7 250.28 95.0 57.38 40.0 67.7 326.1 477.65 11.0 1 619.5 340.89 10.2 33.17 2.9 152.83 1.85 0.7 33.85 on 17.18 pia Có 81.82 17.3 127.3 3.85 0.54 14.1 10.0 2 521.8 499.29 190.65 22.05 141.1 6.7 275.8 177.3 4.4 7.5 1 095.9 25.93 49.74 48.0 0.1 46.01 20.42 61.7 19.3 915.5 21.9 2.7 414.2 15.92 25.9 1 996.7 37.75 0.61 0.0 2 014.1 104.04 5.77 0. 2. tro lad a 4.7 1.5 39.66 0.0 288.84 0.76 0.6 9.7 1 288.3 1.9 16.ND.1 156.0 528.3 65.7 1 162.6 189.1 12.6 743.05 1.85 12.1 109.0 43.58 0.7 116.87 1.73 58.23 100.1 38. Potência nominal (cv ou HP) Potência absorvida da rede kW kVA Corrente nominal (A) 380 V 220 V Corrente de partida (A) 380 V 220 V fp médio 1/3 1/2 3/4 1 1½ 2 3 4 5 7½ 10 12 ½ 15 20 25 30 40 50 60 75 100 125 150 200 Notas: 0.72 0.2 73.74 0.7 2.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 7 Motores trifásicos Potência nominal.0 717.1 7.09 16.3 4.9 157.03 33.3 20.8 22.5 144.95 2.3 25.6 243.09 161.56 117.65 0.1 201.6 566.0 43.4 98.1 9.6 13.83 30.1 270.86 0.51 6.6 934.5 632.44 0.84 0.6 422.66 0.8 80.2 60.52 2.73 0.85 0.95 3.8 307.71 0.1 11.39 0.8 9.1 44.81 0.67 120.

tipo de comando não recomendado para essa lâmpada.ND.15 0.48 1 25 2x15 1 16 (1) 1 10 (1) 2x6 (1) Grupo 1x50 A Có Grupo 2x30 A 2x10 (1) (1) .13 0.10 0.10 0.50 0.19 VM – 125 (1) VM – 400 (1) (1) Sistemas de comando de iluminação pública nã Sistema de comando Individual oc VS 70 W Quantidades máximas de lâmpadas VS 100 W VS 150 W VS 250 W pia 1 25 2x15 on Tabela 9 – lâmpadas não padronizadas VS – lâmpada a vapor de sódio a alta pressão VM – lâmpada a vapor de mercúrio tro lad a 0.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 8 Demanda de lâmpada e reator de iluminação pública Tipo .potência da lâmpada (W) Demanda (kVA) VS – 70 VS – 100 VS – 150 VS – 250 VS – 400 (1) VM – 80 (1) 0. Página 53 Revisão 03 – 02/2009 .32 0.

ar a 25 ºC.para condutores a 75 ºC.Redes secundárias existentes Alumínio – CA Bitola (AWG) Capacidade de condução de corrente (1) Seção (mm2) Cobre Capacidade de condução de corrente (1) pia 2/0 AWG 4/0 AWG 2 2/0 4/0 336.133 Tabela 12 Alumínio CA Có Capacidade térmica dos condutores . vento a 2.288 0.426 0.229 0. .317 0.25 km/h e freqüência 60 Hz.171 0.165 0.168 0.00 m – espaçamento equivalente de 1.470 0.413 0.298 0.391 0.455 0.142 70 mm2 120 mm 2 AWG nã 2 0.25 km/h e freqüência 60 Hz.473 0.4 MCM 477 MCM 152 235 314 Página 54 25 35 70 120 173 221 333 500 Revisão 03 – 02/2009 (1) .486 0.456 0. vento a 2. km 13.227 0. Tabela 11 Cruzeta de 2.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 10 Capacidade térmica dos condutores – Redes primárias existentes Cabo de alumínio – CA Bitola (AWG/MCM) Capacidade de condução de corrente (1) Cabo de cobre Seção nominal (mm2) Capacidade de condução de corrente (1) (A) 2 2/0 4/0 336.133 m Tipo Cobre Seção/Bitola on Queda de tensão de rede primária oc Condutor R(50º) (Ω/km) tro lad a 70 120 XL(60Hz) (Ω/km) 35 ΔV % / MVA .430 0.378 0.8 kV 25 mm 35 mm 2 2 0.407 0.948 0.552 0. ar a 25 ºC.4 477 (1) 152 235 314 419 519 25 173 221 333 500 - .ND.para condutores a 75 ºC.372 0.576 0.806 0.188 0.

315 0.4 (2/0) (2) Configuração (AWG-MCM) 2 Fases + Neutro.92 3 x 4 (4) (1) 0. = 0.329 1. e. = 0.condutores não padronizados.140 3 x 2 (2) 3 x 1/0 (2) (1) 3 x 2/0 (2) 3 x 4/0 (2/0) 3 x 336.208 0. = espaçamento equivalente.e.962 0.239 1.882 1.e.92 1 X 4 (4) (1) nã (1) 1 X 2 (2) 1 X 1/0 (2) (1) (2) 1 X 2/0 (2) Có Nos cálculos da Tabela 13.116 .92 2 x 4 (4) (1) 2 x 2 (2) 2 x 1/0 (2) (1) on ⋅ 10 4 Página 55 2 x 2/0 (2) Configuração (AWG-MCM) oc 1 Fase + Neutro.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 13 Queda de tensão secundária – Redes existentes com cabos de alumínio CA Queda de tensão (%/kVA X 100 m) Configuração (AWG-MCM) 3 Fases + Neutro.200 m fp = 0.252 m fp = 0. = 0.e. e. Tabela 14 e Tabela 15 foram utilizadas as seguintes expressões: a) Rede trifásica: 3 fases (220 V): ΔV% = R ⋅ cos ϕ + X ⋅ sen ϕ V 2 b) Rede bifásica: 2 fases + neutro (220 V): ⎡⎛ R φ + RN ⎞ ⎤ 1.condutor não padronizado para utilização em rede secundária.365 0.709 0.ND. tro lad a 0.081 0.5 ⋅ 10 4 ⎛ X φ + XN ⎞ ΔV% = ⎢⎜ ⎟ ⋅ cos ϕ + ⎜ ⎟ ⋅ sen ϕ⎥ ⋅ 2 2 V2 ⎠ ⎝ ⎠ ⎣⎝ ⎦ c) Rede monofásica: 1 fase + neutro (127 V): ΔV% = [(R φ + RN ) ⋅ cos ϕ + (X φ + XN ) ⋅ sen ϕ] ⋅ 10 4 V2 Sendo: Rø: resistência do condutor fase (Ω/km) Xø: reatância indutiva do condutor fase (Ω/km) Rn : resistência do condutor neutro (Ω/km) Xn: reatância indutiva do condutor neutro (Ω/km) Revisão 03 – 02/2009 pia . .468 0.058 0. e. e.034 0.252 m fp = 0.e.

e.059 Configuração 2 Fases x Neutro.200 m Configuração 2 (mm )) fp = 0. e.950 e.condutores não padronizados. = 0.e.92 2 x 25 (25) 0.ND.e.e.92 1 x 25 (25) 1.313 (1) 3 x 4 (4) 0.252 m Configuração 2 (mm ) fp = 0.251 (1) 1 x 2 (4) 1.252 m Configuração 2 (mm ) fp = 0.92 (1) 3 x 6 (6) 0.080 3 x 120 (70) 0. e. = 0.e.056 2 fases + neutro.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 14 Queda de tensão secundária – Redes existentes com cabos de cobre (AWG) Queda de tensão (%/kVA X 100 m) – Cabo de cobre (AWG) Configuração 3 Fases x Neutro.137 3 x 70 (35) 0. e. = 0.342 1 fase + neutro.410 2 x 35 (25) 0.880 (1) 1 x 4 (4) 1. nã Queda de tensão secundária – Redes existentes com cabos de cobre (mm2) Queda de tensão (%/kVA X 100 m) – Cabo de cobre (mm2) 3 fases + neutro.208 (1) 3 x 2 (4) 0.469 (1) 2 x 2 (4) 0.92 (1) 1 x 6 (6) 1.e.e. e.082 (1) 3 x 4/0 (2/0) 0. = espaçamento equivalente Có pia oc Página 56 on Tabela 15 tro lad a Revisão 03 – 02/2009 . e. = 0. e.085 1 x 35 (25) 0.200 m (AWG) fp = 0.252 m (AWG) fp = 0.369 Configuração 1 Fases x Neutro.050 (1) .142 (1) 3 x 2/0 (2) 0. = espaçamento equivalente.705 (1) 2 x 4 (4) 0.92 3 x 25 (25) 0.182 3 x 35 (25) 0.e = 0. e.252 m (AWG) fp = 0. = 0.92 (1) 2 x 6 (6) 0.

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 16 Elos fusíveis para proteção de transformador Transformador trifásico (kVA) Elo fusível 30 45 75 112.cabo de cobre singelo com isolação em XLPE.01.ND. temperatura ambiente 30 ºC.5 150 225 nã 11 m (1) pia .6/1 kV (1) (mm2) 70 oc 45 75 12 m on 200 400 600 1 000 1 500 112. Tabela 18 Có Resistências nominais dos postes padronizados Concreto circular (daN) 14 m 16 m 9m 200 400 600 1 000 - 200 400 600 1 000 1 500 tro lad a 6K 8K 10K 70 70 120 185 240 600 1 000 1 500 1 000 1 500 Página 57 Revisão 03 – 02/2009 .5 150 225 2H 3H 5H Tabela 17 Cabos para ligação de transformador na rede secundária Transformador trifásico (kVA) 30 Cabo de cobre isolado 0. temperatura máxima no condutor 90 ºC. conforme padronização ND.

sendo a resistência nominal mínima a indicada na tabela. 2.112. deve ser feito o dimensionamento do poste de acordo com as resultantes dos esforços. Os valores são para estruturas em tangente. No caso de estruturas em ângulo ou encabeçamentos simples (fim de linha). deve ser feito o dimensionamento do poste de acordo com as resultantes dos esforços. no mesmo lado da instalação do transformador. Para transformadores até 45 kVA pode-se usar poste de 12/200. no mesmo lado da instalação do transformador. não venham a ultrapassar a 368 daN. nã 5. Tabela 20 Postes para instalação de seccionadores e encabeçamentos Condutores da rede primária Postes para instalação de seccionadores (daN) Có pia Cabo 4/0 alumínio – CA e 70 mm2 cobre 120 mm2 cobre oc 4. Página 58 Revisão 03 – 02/2009 . sendo a resistência nominal mínima a indicada na tabela. 2. Os valores são para estruturas em tangente.75 . on tro lad a 400 600 Cabo 336.4 MCM e 477 MCM alumínio – CA e Notas: 1. no mesmo lado da instalação do transformador não ultrapasse 112 daN.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 19 Postes para instalação de transformador Transformador trifásico (kVA) Poste de concreto circular (m/daN) 30 – 45 (3) .ND. 3. desde que as trações devidas aos ramais de ligação (ver Tabela 22 e Tabela 23). Para transformadores até 150 kVA pode-se usar poste de 12/400. não venham a ultrapassar a 216 daN.5 – 150 (4) 225 (5) Notas: 12/400 12/600 1. desde que instalado em estrutura sem chaves fusíveis e a tração resultante devido aos ramais de ligação (ver Tabela 22 e Tabela 23). Para transformador de 225 kVA pode-se usar poste de 12/600. No caso de estruturas em ângulo ou encabeçamentos simples (fim de linha). desde que as trações devidas aos ramais de Iigação (ver Tabela 22 e Tabela 23).

os mesmos podem ser projetados com um metro a mais de comprimento do que o necessário e mesma resistência nominal. deve ser efetuada uma concretagem da base.0 (um) metro. ou sapatas de concreto. terrenos com alguma pedra e semelhantes. onde forem impraticáveis os engastamentos previstos.terrenos normais ou de consistência normal: é o caso de terra firme. 6. Classificação dos tipos de terrenos para efeito desta norma: .70 m. .terrenos de baixa consistência: terrenos de faixa litorânea. Caso não seja possível a utilização de tora de madeira para o poste com resistência nominal de 400 daN. Nos locais onde os postes correm maior risco de abalroamento. os postes podem opcionalmente ser engastados com um metro a mais devendo. que inclui a utilização de sapatas de pântano. Somente no caso do poste necessário ser de 11/1 500 e for projetado o de 12/1 500. nã oc on tro lad a .60 m de diâmetro e utilizando a seguinte quantidade de material: cimento = 62 kg. 8. terrenos arenosos. Página 59 Revisão 03 – 02/2009 Có 5. terra compactada. haverá necessidade do mesmo ter a sua base concretada (ver ND. e em locais onde não haja possibilidade de projetar nenhum tipo de escoramento. apesar da profundidade do engastamento ser aumentada de 1. pia 4. 7. aplicada diretamente a uma vala de 0. somente para os casos comprovados de alta resistência do solo. areia = 0.12 m3 . pântanos.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 21 Engastamento de postes Tipo de terreno Poste de concreto circular 200 daN 400 daN 600 daN Normal Baixa consistência Notas: Simples Subsolo (tora de 1 000 mm) Subsolo (tora de 1 000 mm) Subsolo (tora de 1 500 mm) Subsolo (tora de 1 500 mm) Base concretada 1.0 (um) metro passando a 2. cada caso deve ter uma solução adequada às condições do local.02. aterros e semelhantes. ou em terrenos de baixa consistência. As toras de subsolo devem ser dispostas perpendicularmente à força resultante da solicitação dos condutores. pedra = 0.17. 3. alagadiços. tendo em vista os tipos de terrenos. e da disponibilidade da empreiteira possuir equipamentos adequados. para terrenos de muito baixa consistência. brejos e semelhantes. 9. Para postes com resistência nominal de 600 daN ou superior a base concretada pode ser substituída por estai de subsolo.22 m3 e água = 31 l.ND.terrenos de muito baixa consistência: terrenos de mangues. fazendo engastamento simples com profundidade aumentada de 1. Em substituição à base concretada. . até mesmo de dimensões superiores às padronizadas. entretanto ser analisada e avaliada a possibilidade de execução. Os postes podem ser engastados com um metro a mais em terrenos inclinados ou sujeitos à erosão. 2. São previstos engastamentos para postes a serem instalados em terrenos normais.12/1).

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 22 Trações de projeto de ramal de ligação com cabo multiplexado de alumínio Ramal de ligação (mm2) Vão (m) Até 20 D10 T10 Q10 D16 T16 Q16 T25 Q25 PB35 PB50 PB70 7 11 Acima de 20 até 30 16 25 on 38 56 68 89 140 Página 60 oc nã PB120 Nota: os valores informados referem-se as trações do ramal de ligação no seu ponto de fixação. Có pia tro lad a 16 36 11 25 16 36 23 52 26 59 86 126 153 199 315 Revisão 03 – 02/2009 .

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 23 Tração de projeto de ramal de ligação com cabo multiplexado de cobre Vão (m) Ramal de ligação (mm2) Até 20 D10 T10 Q10 T16 Q16 T25 Q25 Q35 Q50 Q70 20 31 Acima de 20 até 30 44 69 on 98 137 185 260 Página 61 oc Nota: os valores informados referem-se as trações do ramal de ligação no seu ponto de fixação Có pia nã tro lad a 42 93 48 107 64 144 73 163 221 308 416 585 Revisão 03 – 02/2009 .

ND. Nota: os valores de tração são por fase. Có Página 62 pia nã oc on tro lad a Revisão 03 – 02/2009 .22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 24 Trações de projeto – Rede existente Alumínio – CA Bitola Tração de projeto (AWG/MCM) (daN) (1) 4 60 2 86 2/0 173 4/0 274 336.4 436 477 619 Bitola (AWG) 6 (1) 4 (1) 2 (1) 2/0 (1) 4/0 (1) Seção (mm2) 25 35 70 120 Cobre Tração de projeto (daN) 60 107 171 342 544 Tração de projeto (daN) 106 155 296 568 (1) condutores não padronizados.

46 0.39 0.30 0.13 0.19 0.37 0.48 0.23 0.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 25 Flechas de cabo alumínio CA – sem vento Cabo básico 2 AWG Temperatura (ºC) Vão (m) 5 10 15 20 Flecha (m) 25 30 35 nã oc Temperatura (ºC) 40 45 50 on 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 0.08 0.17 0.43 1.43 0.06 0.59 0.50 0.01 0.49 0.45 0.03 0.01 0.37 1.26 0.31 0.05 0.91 0.02 1.23 0.44 0.38 0.27 0.53 0.35 0.88 0.31 0.63 55 tro lad a Vão (m) 60 65 Flecha (m) 70 75 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 0.19 0.15 0.02 0.02 0.04 0.56 0.34 0.41 0.57 0.20 0.64 0.16 0.08 0.93 1.00 0.40 0.68 0.18 1.11 1.30 0.54 0.45 0.95 0.52 0.25 0.82 0.04 1.59 0.06 1.10 0.74 0.47 0.15 1.51 0.99 1.33 0.74 0.54 0.07 0.08 0.07 0.01 0.19 0.96 1.31 0.34 0.63 0.33 0.22 0.19 1.80 0.17 0.05 0.06 0.12 1.50 1.35 1.76 0.78 0.04 0.40 0.08 0.23 0.54 0.41 0.30 1.12 0.63 0.25 0.01 1.95 1.07 0.89 0.16 0.04 0.10 0.84 0.68 0.05 0.72 0.44 0.14 0.79 0.16 0.48 0.26 0.11 1.66 0.82 0.07 0.12 0.22 0.57 Có pia Página 63 Revisão 03 – 02/2009 .26 0.69 0.11 0.00 1.93 1.ND.37 0.59 0.37 0.66 0.43 0.23 1.29 0.25 1.19 0.15 0.14 0.21 0.72 0.09 0.65 0.00 0.84 0.57 0.78 0.85 0.61 0.07 1.27 1.28 0.84 0.75 0.90 0.32 0.02 0.71 0.73 0.12 0.

85 1.34 2.21 2.01 3.77 2.48 1.ND.01 nã 2.16 1.93 2.52 2.39 2.90 2.81 1.11 2.11 2.62 1.58 3.40 1.96 2.28 2.61 2.46 2.35 1.64 1.75 2.19 1.22 1.74 1.35 1.08 3.78 1.56 1.29 2.99 2.11 4.29 1.67 1.69 3.59 2.00 3.35 1.86 1.44 2.34 2.23 2.56 2.91 2.57 2.48 1.10 3.19 3.09 3.82 2.86 1.77 3.87 2.45 3.84 1.36 3.17 3.71 0.48 1.30 2.95 1.81 1.83 2.99 4.40 2.70 1.14 2.92 3.46 2.94 3.47 3.05 1.79 3.49 1.74 2.70 1.82 2.78 1.22 Có pia Página 64 Revisão 03 – 02/2009 .02 2.12 2.03 3.89 3.29 3.53 1.64 2.52 1.56 1.05 2.64 2.23 2.68 2.17 2.65 145 150 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 1.20 2.16 1.97 1.47 2.83 1.06 2.39 1.23 2.56 3.07 2.58 2.58 1.90 4.49 3.01 2.29 3.60 1.70 2.62 1.76 1.32 1.94 2.42 1.66 1.13 3.22 Temperatura (ºC) Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 25 (continuação) Vão (m) 80 85 90 95 Flecha (m) 100 105 110 oc Temperatura (ºC) 115 120 125 on 130 tro lad a Vão (m) 135 140 Flecha (m) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 0.79 2.31 1.28 2.05 3.96 3.28 3.54 3.25 3.63 1.09 1.41 3.32 1.08 2.86 0.90 3.37 2.64 2.16 3.51 2.00 3.98 3.17 2.40 2.79 2.66 3.44 1.54 2.72 1.40 2.23 1.68 3.01 1.77 1.72 2.96 2.33 3.14 1.21 3.26 1.07 1.38 3.90 1.00 4.

02 0.34 0.54 0.41 0.65 0.37 0.16 1.14 0.74 0.62 0.21 0.75 0.17 0.47 0.68 1.55 0.30 0.29 0.01 0.61 0.44 0.18 0.01 0.66 0.34 0.38 0.41 0.88 0.18 0.04 0.79 0.58 0.07 0.54 1.02 0.12 0.14 0.78 1.05 0.14 0.16 0.25 0.43 0.06 0.50 0.19 1.04 0.26 1.37 1.ND.85 0.09 1.41 0.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 26 Flechas dos cabos de cobre – sem vento Cabo básico 25 mm2 de cobre Temperatura (ºC) Vão (m) 5 10 15 20 Flecha (m) 25 30 35 nã oc Temperatura (ºC) 40 45 50 on 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 0.78 0.55 1.06 0.22 0.36 1.10 0.93 0.29 1.59 1.49 1.06 0.60 0.12 0.39 0.05 0.51 0.16 0.54 0.21 0.03 0.52 0.91 0.20 0.69 0.69 1.07 0.35 0.37 0.20 1.08 0.93 0.83 0.33 1.88 0.08 1.70 0.72 0.09 1.83 1.13 1.30 0.21 0.26 0.87 0.07 0.25 1.79 0.62 0.23 0.57 0.39 0.48 0.44 1.08 0.28 0.24 0.46 0.28 0.04 0.46 1.03 0.02 0.26 0.21 1.32 0.03 1.63 55 tro lad a Vão (m) 60 65 Flecha (m) 70 75 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 0.41 1.32 0.10 0.95 0.51 0.42 1.74 1.64 1.01 0.14 1.23 0.24 1.46 1.05 1.98 1.01 1.19 0.75 0.04 1.59 1.70 0.11 0.50 1.15 0.87 Có pia Página 65 Revisão 03 – 02/2009 .58 0.64 1.84 0.28 1.66 0.97 1.10 0.32 0.49 0.15 0.50 1.99 1.31 1.38 1.12 0.44 0.88 0.33 1.12 1.74 0.81 0.

96 6.36 4.83 2.71 5.65 5.12 5.78 5.10 3.72 3.72 4.37 3.54 5.49 3.75 2.63 2.96 4.24 5.90 2.94 3.66 3.16 2.84 3.63 4.71 2.98 3.26 2.33 2.52 2.40 4.89 1.71 3.53 145 150 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 3.70 2.15 3.31 4.98 2.61 4.77 5.77 2.57 4.37 3.35 5.20 4.74 2.69 2.43 3.46 2.03 2.48 4.74 4.30 5.24 5.11 nã 3.32 2.63 1.84 5.90 3.84 4.78 4.02 4.99 2.26 3.73 1.28 4.67 4.36 5.42 2.39 2.28 2.60 5.54 4.03 3.00 5.54 3.89 1.15 2.57 2.32 3.26 2.94 5.90 5.48 5.95 4.00 3.05 3.21 3.68 1.41 5.99 2.50 2.54 3.21 2.25 4.45 4.22 2.84 1.16 3.88 4.95 3.60 2.ND.60 3.89 3.82 4.90 4.34 4.07 4.08 1.72 5.60 3.16 4.82 3.79 1.83 3.08 6.59 5.83 1.57 1.00 4.25 3.37 2.96 5.78 3.55 2.17 5.42 5.44 2.10 2.54 5.30 5.01 5.65 2.79 2.66 5.14 4.94 1.29 1.52 2.05 2.47 2.22 4.88 2.42 4.00 2.65 3.02 6.13 Có pia Página 66 Revisão 03 – 02/2009 .06 4.21 3.43 3.85 2.68 4.51 4.76 3.20 2.24 2.06 5.08 4.31 3.94 1.04 2.78 1.48 3.18 5.09 3.10 2.22 Temperatura (ºC) Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 26 (continuação) Vão (m) 80 85 90 95 Flecha (m) 100 105 110 oc Temperatura (ºC) 115 120 125 on 130 tro lad a Vão (m) 135 140 Flecha (m) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 1.

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 27 Trações horizontais de montagem Cabo de alumínio 2 AWG – CA Temperatura (ºC) Vão (m) 5 10 15 20 Tração (daN) 25 30 35 nã oc Temperatura (ºC) 40 45 50 on 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 86 66 45 26 13 8 6 5 4 4 4 86 66 47 30 20 14 11 10 9 8 7 86 67 49 34 25 19 16 14 12 11 10 86 68 51 38 30 24 20 18 16 15 14 86 69 53 42 34 28 24 22 20 18 17 86 70 56 45 37 32 28 25 23 21 20 86 71 58 48 41 35 31 28 26 24 23 55 tro lad a Vão (m) 60 65 Tração (daN) 70 75 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 86 72 60 51 44 39 35 32 29 27 25 86 73 62 53 46 41 38 34 32 30 28 86 74 63 55 49 44 40 37 35 32 31 86 74 65 57 51 47 43 40 37 35 33 86 75 66 59 53 49 45 42 39 37 35 86 76 68 61 55 51 47 44 42 39 38 86 77 69 63 57 53 49 46 44 42 40 86 77 70 64 59 55 51 48 46 44 42 Có pia Página 67 Revisão 03 – 02/2009 .

22 Temperatura (ºC) Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 27 (continuação) Vão (m) 80 85 90 95 Tração (daN) 100 105 110 oc Temperatura (ºC) 115 120 125 on 130 tro lad a Vão (m) 135 140 Tração (daN) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 86 78 71 65 61 57 53 50 48 45 43 86 78 72 67 62 58 55 52 49 47 45 86 79 73 68 63 60 56 54 51 49 47 86 79 74 68 65 61 58 55 53 51 49 86 80 74 70 66 62 59 57 54 52 50 86 80 75 71 67 64 61 58 56 54 52 86 81 76 72 68 65 62 59 57 55 53 145 150 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 86 81 76 72 60 66 63 61 58 56 54 nã 86 81 77 73 70 67 64 62 60 58 56 86 82 77 74 71 68 65 63 61 59 57 86 82 78 75 71 69 66 64 62 60 58 86 82 78 75 72 69 67 65 63 61 59 86 82 79 76 73 70 68 66 64 62 60 86 83 79 76 73 71 69 67 65 63 61 86 83 80 77 74 72 70 67 66 64 62 Có pia Página 68 Revisão 03 – 02/2009 .ND.

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 28 Trações horizontais de montagem Cabo de alumínio 2/0 AWG – CA Temperatura (ºC) Vão (m) 5 10 15 20 Tração (daN) 25 30 35 nã oc Temperatura (ºC) 40 45 50 on 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 173 132 91 53 26 16 12 10 9 8 7 173 133 94 61 39 28 23 19 17 15 14 173 134 98 69 50 39 32 28 25 23 21 173 136 103 77 59 48 41 36 32 30 27 173 138 107 84 67 57 49 44 39 36 34 173 140 112 90 75 64 56 51 46 43 40 173 142 116 96 81 71 63 57 52 49 46 55 tro lad a Vão (m) 60 65 Tração (daN) 70 75 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 173 144 120 101 88 77 69 63 58 54 51 173 146 123 106 93 83 75 69 64 60 56 173 147 127 111 98 88 81 74 69 65 61 173 149 130 115 103 93 86 79 74 70 66 173 151 133 119 107 98 90 84 79 75 71 173 152 136 122 111 102 95 89 84 79 75 173 154 138 125 115 106 99 93 88 83 79 173 155 140 128 118 110 103 97 92 87 83 Có pia Página 69 Revisão 03 – 02/2009 .

22 Temperatura (ºC) Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 28 (continuação) Vão (m) 80 85 90 95 Tração (daN) 100 105 110 oc Temperatura (ºC) 115 120 125 on 130 tro lad a Vão (m) 135 140 Tração (daN) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 173 156 142 131 121 113 107 101 96 91 87 173 157 144 134 124 117 110 104 99 95 91 173 158 146 136 127 120 113 108 103 98 94 173 159 148 138 130 122 116 110 106 101 98 173 160 149 140 132 125 119 114 109 105 101 173 161 151 142 134 128 122 116 112 107 104 173 162 152 144 136 130 124 119 114 110 107 145 150 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 173 162 153 145 138 132 126 121 117 113 109 173 163 154 147 140 134 129 124 119 115 112 nã 173 164 155 148 142 136 131 126 122 118 114 173 164 156 149 143 138 133 128 124 120 117 173 165 157 151 145 139 134 130 126 122 119 173 165 158 152 146 141 136 132 128 124 121 173 166 159 153 147 142 138 134 130 126 123 173 166 160 154 149 144 139 135 132 128 125 Có pia Página 70 Revisão 03 – 02/2009 .ND.

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 29 Trações horizontais de montagem Cabo de alumínio 4/0 AWG – CA Temperatura (ºC) Vão (m) 5 10 15 20 Tração (daN) 25 30 35 nã oc Temperatura (ºC) 40 45 50 on 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 274 209 144 84 41 25 19 16 14 13 12 274 211 149 97 62 45 36 31 27 25 23 274 213 156 110 79 62 51 45 40 36 33 274 216 163 122 94 77 65 57 52 47 44 274 219 170 133 107 90 78 69 63 58 54 274 222 177 144 119 102 90 80 73 68 63 274 225 184 153 130 113 100 91 83 77 72 55 tro lad a Vão (m) 60 65 Tração (daN) 70 75 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 274 228 190 161 139 123 110 101 93 86 81 274 232 196 169 148 132 120 110 102 95 90 274 235 202 176 156 141 128 118 110 103 98 274 237 207 183 164 149 136 126 118 111 105 274 240 211 189 170 156 144 134 126 119 113 274 242 216 194 177 163 151 141 133 126 120 274 244 220 199 183 169 158 148 140 132 126 274 247 223 204 188 175 164 154 146 139 133 Có pia Página 71 Revisão 03 – 02/2009 .

ND.22 Temperatura (ºC) Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 29 (continuação) Vão (m) 80 85 90 95 Tração (daN) 100 105 110 oc Temperatura (ºC) 115 120 125 on 130 tro lad a Vão (m) 135 140 Tração (daN) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 275 248 226 208 193 180 169 160 152 145 139 275 250 230 212 198 186 175 166 158 151 144 275 252 232 216 202 190 180 171 163 156 150 275 253 235 220 206 195 185 176 168 161 155 275 255 237 223 210 199 189 181 173 166 160 275 256 240 226 213 203 193 185 178 171 165 275 257 242 228 217 206 197 189 182 175 169 145 150 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 275 258 244 231 220 210 201 193 186 180 174 275 259 245 233 223 213 205 197 190 184 178 nã 275 260 247 236 225 216 208 200 194 187 182 275 261 249 238 228 219 211 204 197 191 185 275 262 250 240 230 222 214 207 200 194 189 275 263 251 241 232 224 217 210 203 198 192 275 263 253 243 234 226 219 213 206 201 196 275 264 254 245 236 229 222 216 209 204 199 Có pia Página 72 Revisão 03 – 02/2009 .

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 30 Trações horizontais de montagem Cabo de alumínio 336.ND.4 MCM – CA Temperatura (ºC) Vão (m) 5 10 15 20 Tração (daN) 25 30 35 nã oc Temperatura (ºC) 40 45 50 on 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 436 333 230 133 65 40 31 25 22 20 18 436 335 237 154 99 72 58 49 43 39 36 436 339 248 175 126 98 82 71 63 57 53 436 343 259 194 150 122 104 91 82 75 70 436 348 272 212 171 143 124 110 100 92 85 436 353 282 228 189 162 142 128 117 108 101 436 358 293 243 206 179 159 144 133 123 115 55 tro lad a Vão (m) 60 65 Tração (daN) 70 75 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 436 363 303 257 221 195 175 160 148 137 129 436 368 312 269 235 210 190 174 162 151 142 436 373 321 280 248 224 204 188 175 164 155 436 377 329 291 230 236 217 201 188 177 167 436 381 336 300 271 248 229 213 200 189 179 436 385 343 309 281 259 240 224 211 200 190 436 389 349 317 291 269 251 235 222 211 201 436 392 355 325 299 278 260 245 232 221 211 Có pia Página 73 Revisão 03 – 02/2009 .

ND.22 Temperatura (ºC) Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 30 (continuação) Vão (m) 80 85 90 95 Tração (daN) 100 105 110 oc Temperatura (ºC) 115 120 125 on 130 tro lad a Vão (m) 135 140 Tração (daN) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 437 395 360 331 307 287 270 255 242 230 221 437 398 365 338 315 295 278 263 251 240 230 437 400 370 344 321 303 286 272 259 248 238 437 403 374 349 328 310 294 280 267 256 247 437 405 378 354 334 316 301 287 275 264 255 437 407 381 359 339 323 308 294 282 272 262 437 409 384 363 345 328 314 301 289 279 269 145 150 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 437 411 387 367 349 334 320 307 296 285 276 437 412 390 371 354 339 325 313 302 292 283 nã 437 414 393 375 358 344 330 319 308 298 289 437 415 395 378 362 348 335 324 313 304 295 437 416 398 381 366 352 340 329 319 309 300 437 418 400 384 369 356 344 333 324 314 306 437 419 402 387 373 360 349 338 328 319 311 437 420 404 389 376 364 352 342 333 324 316 Có pia Página 74 Revisão 03 – 02/2009 .

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 31 Trações horizontais de montagem Cabo de alumínio 477 MCM – CA Temperatura (ºC) Vão (m) 5 10 15 20 Tração (daN) 25 30 35 nã oc Temperatura (ºC) 40 45 50 on 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 618 472 326 189 93 57 43 36 32 28 26 618 475 337 218 140 102 82 69 61 55 51 618 480 351 248 179 140 116 100 90 81 75 618 486 368 275 212 173 147 129 116 106 99 618 493 384 300 242 203 175 156 141 130 121 619 500 400 324 268 230 202 181 165 153 143 619 508 415 344 292 254 226 205 188 174 163 55 tro lad a Vão (m) 60 65 Tração (daN) 70 75 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 619 515 429 364 314 277 249 227 209 195 183 619 522 443 381 334 298 270 247 229 214 202 619 529 455 397 352 317 289 267 248 233 220 619 535 466 412 359 335 307 285 266 251 237 619 541 477 426 384 351 324 302 283 267 254 619 546 486 438 399 367 340 318 300 283 270 619 551 495 449 412 381 355 333 315 299 285 619 556 503 460 424 394 369 347 329 313 299 Có pia Página 75 Revisão 03 – 02/2009 .

22 Temperatura (ºC) Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 31 (continuação) Vão (m) 80 85 90 95 Tração (daN) 100 105 110 oc Temperatura (ºC) 115 120 125 on 130 tro lad a Vão (m) 135 140 Tração (daN) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 619 560 511 470 435 407 382 361 343 327 313 619 564 518 479 446 418 394 373 356 340 326 619 568 524 487 456 429 406 385 368 352 338 619 571 530 495 465 439 416 397 379 364 350 619 574 535 502 473 448 426 407 390 375 361 619 577 540 509 481 457 436 417 400 385 372 620 580 545 515 489 465 445 426 410 395 382 145 150 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 620 582 549 521 495 473 453 435 419 405 392 620 584 553 526 502 480 461 444 428 414 401 nã 620 587 557 531 508 487 468 452 436 422 410 620 589 560 536 513 494 475 459 444 430 418 620 590 564 540 519 500 482 466 452 438 426 620 592 567 544 524 505 488 473 459 446 434 620 594 570 548 528 511 494 479 465 453 441 620 595 572 552 533 516 500 485 472 459 448 Có pia Página 76 Revisão 03 – 02/2009 .ND.

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 32 Trações horizontais de montagem Cabo de cobre 25 mm2 Temperatura (ºC) Vão (m) 5 10 15 20 Tração (daN) 25 30 35 nã oc Temperatura (ºC) 40 45 50 on 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 106 81 57 38 25 18 15 12 11 10 9 106 83 63 48 37 31 26 23 21 19 18 106 86 69 56 47 41 36 32 30 27 26 106 88 74 63 55 49 44 40 37 35 33 106 91 79 69 62 56 51 47 44 41 39 106 93 82 74 67 62 57 53 50 47 45 106 95 86 78 72 67 62 59 56 53 50 55 tro lad a Vão (m) 60 65 Tração (daN) 70 75 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 106 96 88 81 76 71 67 63 60 58 55 106 97 90 84 79 75 71 68 65 62 60 106 98 92 87 82 78 74 71 68 66 63 106 99 94 89 85 81 77 74 72 69 67 106 100 95 91 87 83 80 77 75 72 70 106 101 96 92 89 85 83 80 77 75 73 106 101 97 94 90 87 85 82 80 78 76 106 102 98 95 92 89 86 84 82 80 78 Có pia Página 77 Revisão 03 – 02/2009 .

22 Temperatura (ºC) Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 32 (continuação) Vão (m) 80 85 90 95 Tração (daN) 100 105 110 oc Temperatura (ºC) 115 120 125 on 130 tro lad a Vão (m) 135 140 Tração (daN) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 106 102 99 96 93 90 88 86 84 82 80 106 102 99 97 94 92 89 87 85 84 82 106 103 100 97 95 93 91 89 87 85 84 106 103 100 98 96 94 92 90 88 87 85 106 103 101 99 97 95 93 91 90 88 86 106 103 101 99 97 96 94 92 91 89 88 106 103 102 100 98 96 95 93 92 90 89 145 150 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 106 104 102 100 98 97 95 94 93 91 90 106 104 102 100 99 97 96 95 93 92 91 nã 106 104 102 101 99 98 97 95 94 93 92 106 104 103 101 100 99 97 96 95 94 93 106 104 103 101 100 99 98 97 96 94 93 106 104 103 102 101 99 98 97 96 95 94 106 104 103 102 101 100 99 98 97 96 95 106 104 103 102 101 100 99 98 97 96 95 Có pia Página 78 Revisão 03 – 02/2009 .ND.

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 33 Trações horizontais de montagem Cabo de cobre 35 mm2 Temperatura (ºC) Vão (m) 5 10 15 20 Tração (daN) 25 30 35 nã oc Temperatura (ºC) 40 45 50 on 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 155 119 85 55 36 27 22 18 16 15 14 155 122 93 70 55 45 39 34 31 28 26 155 126 102 83 65 60 53 48 43 40 38 155 130 109 53 81 72 65 59 55 51 48 155 134 116 102 91 82 75 70 65 61 58 155 137 121 109 99 91 84 79 74 70 66 155 139 126 115 106 98 92 87 82 78 74 55 tro lad a Vão (m) 60 65 Tração (daN) 70 75 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 155 141 130 120 112 105 99 94 89 85 81 155 143 133 124 117 110 105 100 95 91 88 155 145 136 128 121 115 110 105 101 97 93 155 146 138 131 125 119 114 110 106 102 99 155 147 140 134 128 123 118 114 110 107 103 155 148 142 136 131 126 122 118 114 111 108 155 149 143 138 133 129 125 121 117 114 111 155 150 144 139 135 131 127 124 120 117 115 Có pia Página 79 Revisão 03 – 02/2009 .

ND.22
Temperatura (ºC)

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

Tabela 33 (continuação)
Vão (m) 80 85 90 95 Tração (daN) 100 105 110

oc

Temperatura (ºC)

115

120

125

on

130

tro lad a
Vão (m) 135 140 Tração (daN)

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50

155 150 145 141 137 133 130 126 123 120 118

155 151 146 142 139 135 132 129 126 123 121

155 152 147 143 140 137 134 131 128 125 123

155 152 148 144 141 138 135 133 130 128 125

155 152 148 145 142 139 137 134 132 130 127

155 152 149 146 143 141 138 136 133 131 129

155 152 150 147 144 142 139 137 135 133 131

145

150

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50

155 153 150 147 145 143 141 138 136 134 133

155 153 150 148 146 144 142 140 138 136 134

155 153 151 149 146 144 142 141 139 137 135

155 153 151 149 147 145 143 141 140 138 136

155 153 151 149 148 146 144 142 141 139 138

155 153 152 150 148 146 145 143 142 140 139

155 154 152 150 148 147 145 144 142 141 140

155 154 152 150 149 147 146 144 143 142 140

pia

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Revisão 03 – 02/2009

ND.22

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

Tabela 34 Trações horizontais de montagem Cabo de cobre 70 mm2
Temperatura (ºC) Vão (m) 5 10 15 20 Tração (daN) 25 30 35

oc

Temperatura (ºC)

40

45

50

on

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50

296 227 161 105 69 51 41 35 31 28 26

296 233 177 134 105 86 74 65 58 54 50

296 240 194 158 132 114 101 91 83 77 72

296 248 208 178 155 137 124 113 104 98 92

296 254 221 194 173 157 143 133 124 116 110

296 260 231 208 189 173 160 150 141 133 127

296 265 240 215 202 187 175 165 156 148 141

55

tro lad a
Vão (m) 60 65 Tração (daN)

70

75

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50

296 269 247 229 213 199 188 178 169 162 155

296 273 253 237 222 210 199 190 181 174 167

296 276 258 243 230 219 209 200 192 185 178

296 278 263 249 237 227 217 209 201 194 188

296 280 267 254 243 234 225 217 209 203 197

296 282 270 259 249 240 231 224 217 211 205

296 284 272 262 253 245 237 230 224 218 212

296 285 275 266 257 249 242 236 229 224 218

pia

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Revisão 03 – 02/2009

ND.22
Temperatura (ºC)

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

Tabela 34 (continuação)
Vão (m) 80 85 90 95 Tração (daN) 100 105 110

oc

Temperatura (ºC)

115

120

125

on

130

tro lad a
Vão (m) 135 140 Tração (daN)

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50

296 286 277 268 261 254 247 241 235 229 224

296 287 279 271 264 257 251 245 240 234 230

296 288 280 273 266 260 254 249 244 239 234

296 289 282 275 269 263 258 253 248 243 239

296 290 283 277 271 266 261 256 251 247 243

296 290 284 278 273 268 263 259 254 250 246

296 290 285 280 275 270 265 261 257 253 249

145

150

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50

296 291 286 281 276 272 268 264 260 256 252

296 291 286 282 278 273 269 266 262 259 255

296 291 287 283 279 275 271 268 264 261 258

296 292 288 284 280 276 273 269 266 263 260

296 292 288 285 281 278 274 271 268 265 262

296 292 289 285 282 279 276 273 270 267 264

296 293 289 286 283 280 277 274 271 268 266

296 293 290 287 284 281 278 275 272 270 267

pia

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Revisão 03 – 02/2009

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 35 Trações horizontais de montagem Cabo de cobre 120 mm2 Temperatura (ºC) Vão (m) 5 10 15 20 Tração (daN) 25 30 35 nã oc Temperatura (ºC) 40 45 50 on 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 568 435 309 202 133 97 79 67 59 54 49 568 447 340 257 201 165 141 124 112 103 95 568 461 372 303 254 219 193 174 159 147 137 568 475 400 341 297 263 237 217 200 187 176 568 488 423 372 332 300 275 254 237 223 211 568 499 443 398 362 332 308 287 270 255 243 568 509 460 420 387 359 336 316 299 284 271 55 tro lad a Vão (m) 60 65 Tração (daN) 70 75 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 568 517 474 438 408 383 361 342 325 310 297 568 523 486 454 426 403 382 364 348 333 321 568 529 496 467 442 420 401 383 368 354 341 568 534 504 478 455 435 417 401 386 372 360 568 538 511 488 467 448 431 416 402 389 377 568 541 517 496 477 460 444 429 416 404 393 568 544 523 503 486 470 455 441 429 417 406 568 546 527 509 493 478 465 452 440 429 419 Có pia Página 83 Revisão 03 – 02/2009 .ND.

ND.22 Temperatura (ºC) Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 35 (continuação) Vão (m) 80 85 90 95 Tração (daN) 100 105 110 oc Temperatura (ºC) 115 120 125 on 130 tro lad a Vão (m) 135 140 Tração (daN) 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 568 549 531 515 500 486 473 461 450 440 430 568 550 534 520 506 493 481 470 459 449 440 568 552 537 524 511 499 488 478 468 458 449 568 553 540 527 516 505 494 484 475 466 458 568 555 542 531 520 509 500 490 482 473 465 568 556 544 534 523 514 505 496 488 480 472 568 557 546 536 527 518 509 501 493 486 478 145 150 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 568 557 548 539 530 521 513 505 498 491 484 568 558 549 541 532 524 517 510 502 496 489 nã 568 559 550 542 535 527 520 513 507 500 494 568 560 552 544 537 530 523 517 510 504 468 568 560 553 546 539 532 526 520 514 508 502 568 561 554 547 541 534 528 523 517 511 506 568 561 555 548 542 536 531 525 520 515 510 568 561 555 549 544 538 533 528 523 518 513 Có pia Página 84 Revisão 03 – 02/2009 .

4 S 3X2/0(2)2C 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 35 70 105 139 174 208 241 274 307 339 370 401 431 460 488 515 542 567 50 101 151 201 250 299 347 395 442 488 534 578 621 663 703 743 781 817 73 146 218 290 362 433 503 572 640 706 772 836 898 959 1 018 1 075 1 129 1 182 99 198 296 394 492 588 683 777 869 960 1 049 1 136 1 220 1 303 141 282 422 561 700 837 972 1 106 1 237 1 366 1 493 1 616 1 737 1 854 1 968 2 078 2 184 2 286 tro lad a 188 56 67 376 112 135 564 750 935 168 224 279 202 269 335 1 118 1 299 334 387 400 465 1 477 441 493 545 595 644 692 739 784 828 871 911 529 592 654 714 773 831 887 942 994 1 045 1 094 1 653 1 825 1 994 2 159 2 320 2 477 2 629 2 776 2 918 3 054 3X2 3x2 ---- ---- 90 180 269 358 447 534 620 706 790 872 953 1 032 1 109 1 183 1 256 1 326 1 394 1 459 116 232 348 462 576 689 801 911 1 019 1 125 1 229 1 331 1 431 1 527 1 621 1 712 1 799 1 883 158 316 473 629 784 938 1 090 1 240 1 387 1 532 1 673 1 812 1 947 2 079 2 206 2 330 2 448 2 563 Có Página 85 pia nã 1 383 1 460 1 534 1 606 oc on Revisão 03 – 02/2009 .ND.4 S 3x2(2)2C P 3X447 S 3X2(2)2C P S 3X2/0(2)2C P S 3X2/0(2)2C P 3X2/0 S 3X2/0(2)2C P 3X4/0 S 3X2/0(2)2C P 3X336.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 36 Esforços resultantes em ângulo Rede primária e rede secundária – Cabos de alumínio CA P Ângulos S 3x2(2)2C P S 3x2(2)2C P 3x2/0 S 3x2(2)2C P 3x4/0 S 3x2(2)2C P 3x336.

A resultante em fim de linha é equivalente ao ângulo de 60º. • postes de 11 metros para primária (P) e secundária (S).4 S P S 3x477 3x477 3x477 3x2/0 3x4/0 3x2/0 3x4/0 3x2 3x2 ---- ---- ---- ---- ---- 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 205 411 615 818 1 019 1 219 1 416 1 611 1 802 1 991 2 175 2 355 2 531 2 702 2 867 3 028 3 182 3 331 88 177 264 352 438 524 609 693 775 856 935 1 013 1 088 1 162 1 233 1 302 1 368 1 432 93 186 279 372 463 554 643 732 819 904 988 1 070 1 150 1 227 1 302 1 375 1 445 1 513 116 231 347 461 575 687 799 908 1 016 1 122 1 226 1 328 1 427 1 523 1 617 1 707 1 794 1 878 142 284 425 565 705 843 979 1 113 1 246 1 376 1 503 1 628 1 749 1 867 1 982 2 092 2 199 2 302 184 368 550 732 231 462 692 921 22 44 67 89 45 89 134 178 71 142 212 282 352 421 489 556 622 687 751 813 874 933 990 1 045 1 099 1 150 113 226 338 449 560 670 778 885 990 1 094 1 195 1 294 1 390 1 484 1 575 1 663 1 748 1 830 160 320 480 638 795 951 1 105 1 256 1 406 1 553 1 696 1 837 1 974 2 107 2 236 2 361 2 482 2 598 913 1 091 1 268 1 442 1 614 1 782 1 947 2 108 2 266 2 419 2 567 2 710 2 849 2 982 on oc nã Notas: 2.50 metros do solo. Para o cálculo dos esforços resultantes foram considerados: • postes de 9 metros para secundária (S). • altura do fio controle a 6.4 S 3x4/0(2/0)2C P S 3x4/0(2/0)2C P S P S P S P 3x336.22 P Ângulos S 3x2/0(2)2C P Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 36 (continuação) S 3x4/0(2/0)2C P S 3x4/0(2/0)2C P S 3x4/0(2/0)2C P S 3x4/0(2/0)2C P 3x336.ND. pia Página 86 tro lad a 1 148 110 1 372 1 595 132 153 1 814 2 029 2 241 2 449 2 651 2 849 3 042 3 228 3 409 3 582 3 750 175 195 216 236 255 274 293 311 328 345 361 222 266 309 351 393 434 474 513 552 589 625 660 694 726 Revisão 03 – 02/2009 ---- . Có 1.

4 S 3x2(2)2C P S 3x2(2)2C P S 3x2/0(2)2C P S 3x2/0(2)2C P S 3x2/0(2)2C P S 3x2/0(2)2C P 3x336.ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 37 Postes de concreto circular para estruturas em ângulos e fim de linha Rede primária e rede secundária – Cabos de alumínio CA P Ângulos S 3x2(2)2C P S 3x2(2)2C P S 3x2(2)2C P S 3x2(2)2C P 3x336.4 S 3x2/0(2)2C 3x447 3x2/0 3x2/0 3x4/0 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 200 200 200 200 200 400 400 400 400 400 400 600 600 600 600 600 600 600 200 200 200 400 400 400 400 400 600 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 200 200 400 400 400 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 200 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR 200 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR tro lad a 200 400 600 200 200 200 200 200 400 1 000 1 000 1 500 400 400 400 400 400 400 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR 400 600 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 200 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 3x4/0 3x2 3x2 ---- ---- 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR 200 400 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR Có Página 87 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 .

2.4 S 3x4/0(2/0)2C P 3x477 S 3x4/0(2/0)2C P S P S P S P 3x336. Poste de fim de linha é equivalente ao do ângulo de 60º. TR: Postes de resistência adequada com condutores em tração reduzida.22 P Ângulos 3x477 S 3x2/0(2)2C P Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 37 (continuação) S 3x4/0(2/0)2C P S 3x4/0(2/0)2C P S 3x4/0(2/0)2C P S 3x4/0(2/0)2C P 3x336.4 S P 3x477 S 3x2/0 3x4/0 3x2/0 3x4/0 3x2 3x2 ---- ---- ---- ---- ---- 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 400 600 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR 200 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 200 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR 200 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR 200 400 600 400 600 1 000 200 200 200 200 200 200 200 200 400 400 400 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR 200 400 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR 1 000 1 000 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR 1 500 TR on oc TR nã TR TR TR Notas: 1. Có pia TR TR Página 88 tro lad a 1 000 200 1 500 TR 200 1 500 TR 200 200 200 TR 200 TR TR TR TR TR TR TR TR TR 400 400 400 400 400 400 400 400 400 200 400 400 400 400 600 600 600 600 600 400 1 000 1 000 1 000 1 000 Revisão 03 – 02/2009 ---- .ND.

4 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 477 S 3 x 1 x 50+50 3x2 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 25 49 74 98 122 146 170 193 216 238 260 282 303 323 343 362 381 399 42 84 126 167 209 249 290 330 369 407 445 482 518 553 587 620 651 682 65 129 193 257 320 383 445 506 566 626 684 740 795 849 901 952 91 181 271 361 450 538 625 711 796 879 960 133 265 397 528 658 787 914 1 040 1 164 1 285 1 404 180 360 539 717 893 tro lad a 25 42 50 85 75 127 100 169 124 149 173 210 252 292 196 220 243 265 287 309 329 350 369 388 406 333 372 411 449 486 523 558 592 625 657 688 3x2 ---- ---- 65 91 182 273 363 452 540 628 714 799 883 964 1 044 1 122 1 198 1 271 1 342 1 411 1 477 133 266 398 530 660 789 917 1 043 1 167 1 289 1 408 1 525 1 639 1 749 1 856 1 960 2 060 2 156 180 360 540 718 895 1 070 1 244 1 414 1 583 1 748 1 910 2 068 2 222 2 372 2 518 2 658 2 794 2 924 130 194 259 322 385 448 1 068 1 241 1 412 1 579 1 744 1 906 on 2 064 2 218 2 367 2 512 2 653 2 788 2 918 509 570 629 687 744 800 854 906 957 1 006 1 053 1 040 1 117 1 193 1 266 1 337 pia 1 000 1 047 Có Página 89 nã 1 405 1 471 oc 1 521 1 634 1 744 1 851 1 955 2 055 2 150 Revisão 03 – 02/2009 .22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 38 Esforços resultantes em ângulo Rede primária cabos de alumínio CA e rede secundária isolada P Ângulos S 3 x 1 x 35+50 P S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 2/0 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 4/0 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 336.4 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 477 S 3 x 1 x 35+50 P S 3 x 1 x 50+50 P S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 2/0 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 4/0 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 336.ND.

• postes de 11 metros para primária (P) e secundária (S). Para o cálculo dos esforços resultantes foram considerados: • postes de 9 metros para secundária (S).4 S 3 x 1 x 120+70 P 3 x 477 S 3 x 1 x 120+70 3x2 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 27 55 82 109 136 163 189 215 241 266 290 314 338 361 383 404 425 445 44 89 133 176 220 263 306 348 389 429 469 508 546 583 619 653 687 719 67 134 200 266 332 397 461 524 586 648 708 766 823 879 933 985 93 186 278 370 461 552 641 729 816 901 984 1 066 1 146 1 223 1 298 1 370 135 270 404 537 670 801 930 1 058 1 184 1 307 1 428 1 547 1 662 1 774 1 883 1 988 2 090 2 187 182 364 546 726 905 38 77 115 3x2 ---- ---- 53 106 159 76 151 226 102 203 305 405 505 604 702 798 893 986 1 078 1 167 1 254 1 339 1 421 1 500 1 577 1 650 144 287 430 572 713 853 991 1 127 1 261 1 393 1 522 1 648 1 771 1 890 2 006 2 118 2 226 2 330 191 382 572 761 948 1 134 1 318 1 499 1 677 1 852 2 023 2 191 2 354 2 513 2 667 2 816 2 960 3 098 1 082 1 257 1 429 1 599 1 766 1 930 on 2 090 2 246 2 397 2 544 2 687 2 824 2 955 oc nã 1 035 1 084 1 440 1 508 Notas: 1. A resultante em fim de linha é equivalente ao ângulo de 60º.4 S 3 x 1 x 70+50 P 3 x 477 S 3 x 1 x 70+50 P S 3 x 1 x 120+70 P S 3 x 1 x 120+70 P 3 x 2/0 S 3 x 1 x 120+70 P 3 x 4/0 S 3 x 1 x 120+70 P 3 x 336.ND. 2.50 metros do solo. • fixação da rede secundária isolada a 6.22 P Ângulos S 3 x 1 x 70+50 P Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 38 (continuação) S 3 x 1 x 70+50 P 3 x 2/0 S 3 x 1 x 70+50 P 3 x 4/0 S 3 x 1 x 70+50 P 3 x 336. Có pia Página 90 tro lad a 153 190 228 265 212 264 315 366 301 337 372 406 417 466 515 563 609 655 699 742 783 823 861 440 473 505 536 566 595 622 301 375 449 522 593 664 733 801 867 932 995 1 056 1 115 1 172 1 227 Revisão 03 – 02/2009 .

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 39 Postes de concreto circular para estruturas em ângulos e fim de linha Rede primária cabos de alumínio CA e rede secundária isolada P Ângulos S 3 x 1 x 35+50 P S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 2/0 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 4/0 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 336.4 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 477 S 3 x 1 x 50+50 3x2 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 200 200 200 200 200 200 200 200 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 200 200 200 200 400 400 400 400 400 600 600 600 600 600 600 1 000 1 000 1 000 200 200 200 400 400 400 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 200 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 200 400 400 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR 200 400 600 tro lad a 200 200 200 200 200 200 200 200 200 200 400 400 200 200 400 400 400 400 400 400 400 400 400 600 400 400 400 600 600 600 600 600 600 1 000 1 000 1 000 3x2 ---- ---- 200 200 200 400 200 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 200 400 400 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR 200 400 600 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR 400 400 600 600 600 on oc TR TR TR 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 Có Página 91 pia nã 1 500 1 500 1 500 Revisão 03 – 02/2009 .ND.4 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 477 S 3 x 1 x 35+50 P S 3 x 1 x 50+50 P S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 2/0 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 4/0 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 336.

Poste de fim de linha é equivalente ao do ângulo de 60º. pia Página 92 tro lad a 200 400 400 400 400 400 400 600 400 400 600 600 600 600 600 600 600 1 000 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 400 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 Revisão 03 – 02/2009 . TR: Postes de resistência adequada com condutores em tração reduzida.4 S 3 x 1 x 120+70 P 3 x 477 S 3 x 1 x 120+70 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 4/0 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 200 200 200 200 200 200 200 400 400 400 400 400 400 400 400 600 600 600 200 200 200 200 400 400 400 400 400 600 600 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 200 200 200 400 400 400 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 200 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR 200 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR 200 400 600 200 200 200 200 200 200 200 400 200 200 400 400 3 x 4/0 3x2 3x2 ---- ---- 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR 200 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR 200 400 600 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR on TR TR TR TR TR TR TR oc TR TR TR TR nã 1 500 Notas: 1. Có 2.ND.4 S 3 x 1 x 70+50 P 3 x 477 S 3 x 1 x 70+50 P S 3 x 1 x 120+70 P S 3 x 1 x 120+70 P S 3 x 1 x 120+70 P S 3 x 1 x 120+70 P 3 x 336.22 P Ângulos S 3 x 1 x 70+50 P Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 39 (continuação) S 3 x 1 x 70+50 P S 3 x 1 x 70+50 P S 3 x 1 x 70+50 P 3 x 336.

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 40 Esforços resultantes em ângulo Rede primária e rede secundária – Cabos de cobre P Ângulos S 3x25(25)25C P S 3x25(25)25C P S 3x25(25)25C P S 3x25(25)25C P 3x120 S 3x25(25)25C P S 3x35(25)25C P S 3x35(25)25C P S 3x35(25)25C P S 3x35(25)25C P 3x120 S 3x35(25)25C P S 3x70(35)25C P S 3x70(35)25C 3x25 3x35 3x70 3x25 3x35 3x70 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 43 86 129 172 214 256 297 338 378 418 456 494 531 567 602 635 668 699 62 124 186 247 308 369 428 487 545 602 658 712 765 817 867 915 962 75 149 224 298 371 444 516 587 656 725 792 857 921 984 111 222 333 443 552 660 767 873 976 1 078 1 178 1 276 1 371 1 464 182 363 544 723 902 1 078 1 253 1 425 1 594 1 761 1 924 2 083 2 238 2 389 2 536 2 678 2 814 2 946 55 tro lad a 72 84 143 169 215 286 356 253 336 419 426 495 562 629 501 582 662 741 818 894 968 1 040 1 110 1 178 1 244 1 308 1 369 695 759 822 884 943 1 001 1 057 1 111 1 163 121 191 382 573 762 949 1 135 1 319 1 500 1 679 1 854 2 025 2 193 2 357 2 516 2 670 2 820 2 963 3 102 94 187 280 373 465 556 646 735 822 908 992 1 074 1 154 1 232 1 308 1 381 1 451 1 519 110 165 219 273 327 380 432 483 242 362 481 600 717 834 948 on 1 061 1 172 1 280 1 386 1 489 1 590 1 688 1 782 1 873 1 960 oc 534 583 631 678 724 nã 1 044 1 102 1 159 1 213 1 553 1 640 1 724 1 804 769 812 853 893 pia 1 007 Có Página 93 Revisão 03 – 02/2009 3x25 ---- ---- ---- 103 205 308 409 510 610 709 806 902 996 1 088 1 178 1 266 1 352 1 435 1 515 1 592 1 667 .ND.

A resultante em fim de linha é equivalente ao ângulo de 60º. Có pia Página 94 tro lad a 1 137 1 068 1 417 1 277 1 694 1 483 1 687 1 969 2 239 1 887 2 084 2 277 2 466 2 650 2 829 3 003 3 170 3 332 3 488 2 505 2 767 3 023 3 273 3 517 3 755 3 985 4 208 4 423 4 629 109 136 163 189 215 241 266 290 315 338 361 383 404 425 445 Revisão 03 – 02/2009 ---- . • postes de 11 metros para primária (P) e secundária (S).ND.22 P Ângulos S 3x70(35)25C P Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 40 (continuação) S 3x70(35)25C P 3x120 S 3x70(35)25C P S 3x120(70)25C P S 3x120(70)25C P S 3x120(70)25C P S 3x120(70)25C P 3x120 S 3x120(70)25C P S P S P S P 3x120 S 3x35 3x70 3x25 3x35 3x70 3x25 3x35 3x70 ---- ---- ---- ---- 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 115 231 346 460 573 685 796 906 1 013 1 119 1 223 1 324 1 423 1 519 1 612 1 702 1 789 1 872 152 304 455 605 754 902 1 048 1 192 1 333 1 473 1 609 1 742 1 872 1 999 2 121 2 240 2 354 2 464 222 444 666 885 1 104 1 320 1 533 1 744 1 951 2 155 2 354 2 549 2 740 2 925 3 104 3 277 3 445 3 605 172 344 515 686 854 1 022 1 187 1 350 1 511 1 668 1 823 1 974 2 121 2 264 2 403 2 538 2 667 2 792 166 332 497 661 823 985 1 144 1 301 1 456 1 608 1 757 1 902 2 044 2 182 2 316 2 446 2 570 2 690 179 357 535 711 215 430 644 856 286 571 854 27 55 82 40 80 120 160 199 238 277 315 352 389 425 460 494 528 560 591 621 650 77 153 229 305 380 455 528 601 672 742 811 878 944 1 008 1 069 1 129 1 187 1 242 147 294 440 585 730 872 1 014 1 153 1 290 1 425 1 557 1 685 1 811 1 934 2 052 2 167 2 277 2 384 886 1 060 1 232 1 401 1 567 1 731 1 891 2 048 2 200 2 349 2 493 2 632 2 767 2 896 on oc nã Notas: 1.50 metros do solo. 2. Para o cálculo dos esforços resultantes foram considerados: • postes de 9 metros para secundária (S). • altura do fio controle a 6.

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 41 Postes de concreto circular para estruturas em ângulos e fim de linha Rede primária e rede secundária – Cabos de cobre P Ângulos S 3x25(25)25C P S 3x25(25)25C P S 3x25(25)25C P S 3x25(25)25C P 3x120 S 3x25(25)25C P S 3x35(25)25C P S 3x35(25)25C P S 3x35(25)25C P S 3x35(25)25C P 3x120 S 3x35(25)25C P S 3x70(35)25C P S 3x70(35)25C 3x25 3x35 3x70 3x25 3x35 3x70 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 200 200 200 200 400 400 400 400 400 600 600 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 200 200 200 400 400 400 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 200 200 400 400 400 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR 200 400 600 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR 200 200 200 400 400 400 400 600 tro lad a 200 200 400 200 200 400 400 400 400 600 600 600 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 200 400 400 200 400 600 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR 200 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR 600 600 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR on 1 000 600 oc 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 nã 1 000 1 000 1 000 pia Có Página 95 Revisão 03 – 02/2009 3x25 ---- ---- ---- 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR .ND.

2.22 P Ângulos S 3x70(35)25C P Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 41 (continuação) S 3x70(35)25C P S 3x70(35)25C P ----------S 3x120(70)25C P S 3x120(70)25C P S 3x120(70)25C P S 3x120(70)25C P S 3x120(70)25C P S P S P S P S 3x120 3x120 3x120 3x35 3x70 3x25 3x35 3x70 3x25 3x35 3x70 ---- ---- ---- 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR 200 400 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR 400 600 1 000 1 000 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR 200 400 600 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR 200 400 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR 200 400 600 400 600 1 000 400 600 1 000 200 200 200 200 200 200 200 200 400 400 400 400 400 600 600 600 600 600 600 1 000 1 000 200 200 400 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 200 400 600 600 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR on TR TR TR oc TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR nã Notas: 1. TR: Postes de resistência adequada com condutores em tração reduzida.ND. Có pia Página 96 tro lad a 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR 1 500 TR 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR 200 200 200 200 400 400 400 400 400 400 400 400 600 600 600 Revisão 03 – 02/2009 ---- . Poste de fim de linha é equivalente ao do ângulo de 60º.

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 42 Esforços resultantes em ângulo Rede primária cabos de cobre e rede secundária isolada P Ângulos S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 25 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 35 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 70 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 120 S 3 x 1 x 35+50 P S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 25 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 35 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 70 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 120 S 3 x 1 x 50+50 ---- 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 25 49 74 98 122 146 170 193 216 238 260 282 303 323 343 362 381 399 47 94 141 188 234 280 326 370 414 458 500 541 582 621 659 696 731 766 60 120 179 239 297 355 413 470 526 580 634 687 738 788 836 883 928 971 96 193 288 384 478 572 665 756 846 934 167 333 499 664 828 990 tro lad a 25 48 50 95 75 142 100 189 124 149 236 282 173 196 220 243 265 287 309 329 350 369 388 406 328 373 418 461 504 546 586 626 664 701 737 772 ---- 60 97 193 290 385 480 574 667 759 849 938 1 025 1 109 1 192 1 273 1 351 1 426 1 499 1 569 167 334 500 666 830 992 1 153 1 311 1 467 1 620 1 770 1 917 2 059 2 199 2 333 2 464 2 590 2 710 120 180 240 299 358 1 150 1 308 1 464 1 616 416 473 529 584 oc 1 021 1 105 1 188 1 268 1 346 1 421 1 493 1 563 on 1 766 1 912 2 055 2 194 2 328 2 458 2 584 2 704 638 691 743 793 841 888 934 977 Có Página 97 pia nã Revisão 03 – 02/2009 .

Para o cálculo dos esforços resultantes foram considerados: • postes de 9 metros para secundária (S). 2. • fixação da rede secundária isolada a 6. • postes de 11 metros para primária (P) e secundária (S).22 P Ângulos Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 42 (continuação) S 3 x 1 x 70+50 P S 3 x 1 x 70+50 P S 3 x 1 x 70+50 P S 3 x 1 x 70+50 P 3 x 120 S 3 x 1 x 70+50 P S 3 x 1 x 120+70 P S 3 x 1 x 120+70 P S 3 x 1 x 120+70 P S 3 x 1 x 120+70 P 3 x 120 S 3 x 1 x 120+70 3 x 25 3 x 35 3 x 25 3 x 35 3 x 70 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 27 55 82 109 136 163 189 215 241 266 290 314 338 361 383 404 425 445 50 99 148 197 246 294 341 388 434 480 524 567 610 651 691 730 767 803 62 124 186 248 309 369 429 488 546 603 658 713 766 818 868 916 963 99 197 295 393 490 586 680 774 866 956 1 045 1 131 1 216 1 298 1 377 1 454 1 529 1 600 169 338 506 673 839 38 77 115 58 117 175 71 142 212 3 x 70 ---- ---- 108 215 322 428 533 638 741 843 943 1 042 1 138 1 232 1 324 1 414 1 500 1 584 1 665 1 743 178 355 532 708 883 1 056 1 227 1 395 1 561 1 724 1 883 2 039 2 192 2 340 2 483 2 622 2 756 2 884 1 003 1 166 1 326 1 484 1 638 1 790 1 938 2 083 2 224 2 360 on 2 492 2 619 2 741 oc nã 1 008 Notas: 1.50 metros do solo.ND. Có pia Página 98 tro lad a 153 190 232 289 228 265 301 337 372 406 440 473 505 536 566 595 622 346 402 457 512 565 617 669 718 767 814 859 903 945 283 352 421 489 557 623 688 752 814 875 934 991 1 046 1 100 1 151 Revisão 03 – 02/2009 . A resultante em fim de linha é equivalente ao ângulo de 60º.

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 43 Postes de concreto circular para estruturas em ângulos e fim de linha Rede primária cabos de cobre e rede secundária isolada P Ângulos S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 25 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 35 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 70 S 3 x 1 x 35+50 P 3 x 120 S 3 x 1 x 35+50 P S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 25 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 35 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 70 S 3 x 1 x 50+50 P 3 x 120 S 3 x 1 x 50+50 ---- 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 200 200 200 200 200 200 200 200 400 400 400 400 400 400 400 400 400 400 200 200 200 200 400 400 400 400 600 600 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 200 200 200 400 400 400 600 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 200 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 200 400 600 tro lad a 200 200 200 200 200 200 200 200 200 200 400 400 200 200 400 400 400 400 400 400 400 400 400 600 400 400 600 600 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 ---- 200 200 200 200 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR 200 400 600 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR 400 400 400 600 600 600 600 oc 1 500 1 500 1 500 1 500 TR on TR TR TR TR TR 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 Có Página 99 pia nã 1 000 Revisão 03 – 02/2009 .ND.

Poste de fim de linha é equivalente ao do ângulo de 60º. TR: Postes de resistência adequada com condutores em tração reduzida.ND. Có 2.22 P Ângulos Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 43 (continuação) S 3 x 1 x 70+50 P 3 x 25 S 3 x 1 x 70+50 P 3 x 35 S 3 x 1 x 70+50 P 3 x 70 S 3 x 1 x 70+50 P 3 x 120 S 3 x 1 x 70+50 P S 3 x 1 x 120+70 P 3 x 25 S 3 x 1 x 120+70 P 3 x 35 S 3 x 1 x 120+70 P 3 x 70 S 3 x 1 x 120+70 P 3 x 120 S 3 x 1 x 120+70 ---- 5º 10º 15º 20º 25º 30º 35º 40º 45º 50º 55º 60º 65º 70º 75º 80º 85º 90º 200 200 200 200 200 200 200 400 400 400 400 400 400 400 400 600 600 600 200 200 200 200 400 400 400 400 600 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 200 200 200 400 400 400 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 200 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR 200 400 600 ---- 200 200 200 200 200 200 200 200 400 200 400 400 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR 200 400 600 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 TR TR TR TR TR TR TR TR TR TR 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 1 500 TR TR TR on TR TR TR TR TR TR oc 1 500 nã 1 000 1 500 Notas: 1. pia Página 100 tro lad a 200 200 400 400 400 600 400 400 600 600 400 600 400 600 600 600 600 600 600 600 1 000 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 400 400 600 600 600 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 000 1 500 1 500 1 500 Revisão 03 – 02/2009 .

00 metros.ND. 2. M2 ou N2 para cabo 2 AWG CA e estruturas B3. 2.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 44 Escolha de estruturas Ângulos e vãos máximos – Rede primária com cabo de alumínio CA Estrutura B1 B2 B3 B4 N3/N3 M1 M2 M4 M3 2 AWG Ângulo Vão (m) 75 Cabos de alumínio CA 2/0 AWG 4/0 AWG 336. Para fim de linha devem ser utilizadas estruturas B2. Estruturas com cruzetas de 2. M3 ou N3 para demais seções. Página 101 Revisão 03 – 02/2009 Có B1 B2 B3 0º/30º 30º/45º 45º/60º 60º/90º 0º/30º 30º/45º 45º/60º - 70 65 75 55 80 80 80 80 80 0º/18º 18º/36º 36º/60º 60º/90º 0º/18º 18º/36º 45º/60º - 70 70 75 55 80 80 80 80 80 0º/10º 10º/20º 20º/60º 60º/90º 0º/10º 10º/20º 45º/60º - 45 70 75 55 80 80 80 80 80 . M3 ou N3 para demais bitolas. M2 ou N2 para cabo 25 mm2 e as estrutura B3. Estruturas com cruzetas de 2. Para fim de linha devem ser utilizadas as estruturas B2.00 metros Tabela 45 Estrutura 25 mm Ângulo Vão (m) Cabos de cobre 35 mm2 70 mm2 Vão Vão Ângulo Ângulo (m) (m) on 70 65 75 55 80 80 80 80 80 120 mm2 Vão Ângulo (m) B4 N3/N3 M1 M2 M4 M3 Notas: 1.4 MCM Vão Vão Vão Ângulo Ângulo Ângulo (m) (m) (m) 0º/30º 75 0º/20º 80 0º/12º 80 477 MCM Vão Ângulo (m) 0º/8º 80 0º/30º 30º/45º 45º/60º 60º/90º 0º/30º 30º/45º 45º/60º - 80 60 80 80 80 80 80 45º/60º 60º/90º 0º/30º 30º/45º 45º/60º - 80 60 80 80 80 80 80 tro lad a 80 60 80 80 80 80 0º/12º 80 - 70 30º/45º 70 20º/40º 40º/60º 60º/90º 20º/40º 40º/60º 70 12º/24º 24º/60º 60º/90º 12º/24º 24º/60º 80 80 60 80 80 80 80 80 8º/16º 16º/60º 60º/90º 0º/8º 8º/16º 16º/60º - 80 80 60 80 80 80 80 80 0º/20º - Notas: Escolha de estruturas Ângulos e vãos máximos – Rede primária com cabo de alumínio CA pia 2 nã oc 0º/30º 30º/45o 45º/60º 60º/90º 0º/30º 30º/45º 45º/60º - 1.

deve ser considerado que a estrutura primária ficará submetida a um esforço resultante no valor de: F = 2.00 m – Estrutura tipo Beco Cabo de alumínio CA Bitola (AWG/MCM) Tração no tirante Estrutura B3 (daN) Seção (mm2) Cabo de cobre Tração no tirante Estrutura B3 (daN) 2 2/0 4/0 336.ND.4 477 Página 102 Revisão 03 – 02/2009 . deve ser considerado que a estrutura primária ficará submetida a um esforço resultante no valor de: F = 1. Có 336. Tração no tirante para cruzeta de 2.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 46 Tração no tirante para cruzeta de 2.04 ⋅ T Sendo: T a tração de projeto do condutor.00 m – Estrutura tipo Meio beco nã Cabo de alumínio CA Bitola (AWG/MCM) oc 83 166 263 419 595 on Nota: para dimensionamento do poste.12 ⋅ T Tabela 47 2 2/0 4/0 pia Tração no tirante Estrutura M3 (daN) tro lad a 35 70 120 Seção (mm2) Cabo de cobre Tração no tirante Estrutura M3 (daN) 25 35 70 120 --- 102 149 284 545 --- Nota: para dimensionamento do poste.4 477 162 326 517 822 1 167 25 200 293 559 1 074 - Sendo: T a tração de projeto do condutor.

35 mm (1/4”) Rede de distribuição Cabo de alumínio até 4/0 AWG Cabo de cobre até 70 mm2 Cabo de alumínio 336.ND.4 MCM e 477 MCM Cabo de cobre 120 mm2 Có Página 103 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a 9.53 mm (3/8”) .22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Tabela 48 Dimensionamento de estai de cruzeta a poste Cordoalha de aço 6.

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Có Página 104 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a .

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Có Página 105 pia nã oc on ANEXOS tro lad a Revisão 03 – 02/2009 .ND.

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Có Página 106 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a .

7x 0.6x X X 0.9x 0.7x Figura b Có Figura c pia nã Figura d Página 107 0.7x tro lad a on Figura a 7x 0.8x x 0.6x 0.7x 0.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Anexo I Arranjos típicos para projetos de iluminação pública 0. 7 0.7x x 0. 7x x 0. 6x 0.ND.8x x 0.6x 0.7x oc x 0.6 0.6x Revisão 03 – 02/2009 .7x 0.7x x 0. 0.7 x 0.

01.01/1 item 1) e luminária integrada (padronização ND.01.01.03/1 item 1) Em vias transversais com pouco crescimento utilizar lâmpada VS 100 W e luminária integrada (padronização ND.03/1 item 2) Luminária integrada VS-100 W (ND.03/1 item 2) 5 000 a 50 000 Luminária integrada (ND.03/1 item 4 ) integrada item 3) VS-250 W (3) (ND.03/1 item 1) Padrão de instalação < 1 000 VS-100 W Luminária integrada (ND.01. Aplicável para locais com tráfego muito reduzido e veículos com velocidade baixa (< 40 m/h).03/1 item 1) > 50 000 Luminária Luminária integrada VS-250 W VS-150 W integrada (ND.03/1 item 4) tro lad a (1) (2) (3) (4) Revisão 03 – 02/2009 (5) Em vias locais de acesso e vias de ligação de localidades com pouco crescimento utilizar lâmpada VS 70 W e luminária integrada (padronização ND. vielas de tráfego exclusivo de pedestre e semelhantes utilizar braço curto de 800 mm (padronização ND. .Área mista (comercial-residencial) Tipo A e B Tipo C Có pia Lâmpada Padrão de instalação Lâmpada Padrão de instalação Lâmpada Bairros rurais.01.06. Favelas e vias exclusivas de pedestre (5) Padrão de instalação Lâmpada Padrão de instalação -Área central (comercial) .03/1 item 2) item 1) oc on VS-100 W Anexo II 1 000 a 5 000 VS-100 W Luminária Luminária integrada integrada VS-150 W (ND.16.03/1 (ND.16.16.01.Vias principais Habitantes Lâmpada Padrão de instalação Lâmpada nã Luminária VS 70 W integrada (4) (ND. .01.03/1 item 2) Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Critérios para utilização dos padrões de iluminação pública (instalação em rede de distribuição aérea) Página 108 VS-70 W Luminária Luminária integrada integrada VS 100 W (ND.16.01.03/1 item 2).16. mediante estudo prévio.01.03/1 item 3) item 2) VS-70 W (4) Luminária integrada (ND. em outros casos utilizar lâmpada VS 100 W e luminária integrada (padronização ND.01.16.22 CLASSES DAS VIAS C (URBANAS) Área residencial População da localidade Área central (comercial) e Mista (comercial-residencial) A3 (rurais) Locais e acessos B (ligação)-Ligação C (Urbanas) – Expressas ou escoamento de tráfego.03/1 (ND.16.16.01. Em vias de favelas.16.01. Em localidades turísticas e outras com mais de 50.000 habitantes.16.16.16.01.16.16.01. pode ser proposta lâmpada VS 400 W e padrão próprio.01.03/1 item 1).15.03/1 item 2).03/1 Luminária (3) (2) (ND.16.ND.01.01.16.03/1 (3) item 4) Luminária (3) integrada VS-250 W Elaborar projeto específico (ND.01.

consultar o item 3 (Definições).ND. Loteamentos e Povoados com menos de 500 habitantes. que constituam núcleos isolados. Vilas. Nessas localidades não é necessário a delimitação da Área Central e Acessos. Loteamentos e Povoados com mais de 500 habitantes. Jardins. 2.22 Notas: Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica 1. Có Página 109 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a . Bairros. 3. Jardins. Para classificação de áreas e classes de vias. mas. quando atravessados por rodovias com tráfego de veículos em média ou alta velocidade. devem possuir a indicação destas vias. Vilas. São consideradas “áreas exclusivamente residenciais”: Bairros. devem ser tratados como localidades independentes.

conforme Tabela 25.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Anexo III Exemplo de trações reduzidas Considerando as configurações de rede indicadas abaixo.9 TB = FP + FS ⋅ = 1 308 + 430 ⋅ = 1 308 + 326 = 1 634 daN 9.1 9. teremos as seguintes trações de projeto: 3 x 336.ND.9 6. ao invés de 35 metros. razão pela qual é adotada a tração reduzida nesse trecho de rede: oc on . Para a redução da tração.4 13. as flechas para os vãos de 20 metros são mantidas iguais aos do vão de 35 m. que é de 0.17 m.17 m. Página 110 Revisão 03 – 02/2009 nã 2 Para a rede com vãos entre postes de 35 metros e tração normal. teremos um esforço resultante F1 devido a diferença de trações (de um lado montagem com tração normal e do outro lado montagem com tração reduzida): F1 = TB − TR = 1 634 − 533 = 1 101 daN Adotamos o poste de 11 m x 600 daN para o de no 1 e teremos uma força remanescente F2 de : F2 = F1 − 600 = 1 101 − 600 = 501 daN que é transferido para o poste no 2 através do estai de poste a poste. na temperatura mínima de 0 ºC. o esforço de fim de linha no poste no 3 é: 6.8 kV Poste nº 1 11600 N4 6C 10R Poste nº 3 11600 a) Os vãos entre postes no 1 e no 2 e entre no 2 e no 3 são reduzidos para 20 metros. portanto teremos: Có ⎛ VR TR = ⎜ ⎜V ⎝ B ⎞ ⎟ ⎟ ⋅ TB ⎠ 2 pia ⇒ ⎛ 20 ⎞ TR = ⎜ ⎟ ⋅ 1 634 = 533 daN ⎝ 35 ⎠ Sendo: VR = vão reduzido VB = vão básico b) Dimensionamento do poste no 1 No poste no 1.4 MCM → R = 3 ⋅ 436 daN = 1 308 daN 3 x 2 ( 2 ) 2 C → R = 5 ⋅ 86 daN = 430 daN 3x2(2)2C tro lad a Poste nº 2 11600 Poste nº 4 11200 3 x 336. a flecha é de 0.1 Esse esforço no poste é excessivo. Para vão de 35 metros.

ND.6 m de altura F’3 = 530 daN é também a reação do poste no 2 contra o tirante na altura de 7.10 m abaixo do topo temos: F4 = F3 ⋅ 7.1 9. oc Poste nº 2 tro lad a F4 = 426 daN F3 = 530 daN 7.4 m.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica c) Dimensionamento do poste no 2 O esforço remanescente do poste no 1 é transferido ao poste no 2 através de um tirante.4 m no poste no 2. 9.6 − 7.40 m TB = 1 634 daN nã Tred = 533 daN Tred = 533 daN pia θ 8.4 7.60 20 20 θ = arctg 0.43o Ft = F3 530 = = 531 daN cos θ 0.4 1 .4 = 530 ⋅ = 426 daN 9. " F3 = F3 no poste no 2 Transferindo para 0. e) Dimensionamento do tirante Poste nº 4 Poste nº 1 on O poste no 3 deve ser então de 11 m x 600 daN.1 F3 = F2 ⋅ = 501 ⋅ = 530 daN 8.2 9.2 = = 0.60 m F´3 = 530 daN Có V = 35 m 9.6 m de altura no poste no 1 e a 7.10 m V = 20 m V = 20 m O esforço real no tirante é calculado pelas seguintes expressões: tg θ = 8.6 F3 é a tração horizontal do tirante no poste no 1 a 8. d) Dimensionamento do poste no 3 O esforço de tração reduzida (Tr = 533 daN) dos condutores deve ser absorvido pelo poste seguinte. fixado a 8.2 Portanto o poste no 2 deve ser então de 11 m x 600 daN. fixado em estrutura de ancoragem. o de no 3.9982 Página 111 Revisão 03 – 02/2009 Poste nº 3 .6 8.60 = 3.

22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Anexo IV Exemplo de medição e cálculo de demanda diversificada média por consumidor Valores obtidos nas medições de correntes e de tensão de uma instalação transformadora: .23 - Cálculo de demanda noturna Iluminação pública: 30 pontos de iluminação com lâmpadas a vapor de sódio de 100 W: Demanda de IP = 30 x 0.Medição diurna: Cargas instaladas especiais Fornos ou aquecimento Noturna (kVA) Observações 1 Não residenciais 1 TOTAL 56 6x¾ 4x1½ 1x3 5 x 1/3 3x½ 2x3 1x5 - oc Residenciais 54 - on Diurna (kVA) Demanda - - 10.13 = 3. I1B.ND. Fase C: 80 A • Tensão mínima: 122 V • Demanda máxima: 30.13 kVA Consumidores Força Tipo Quant.9 kVA 1. I1C – correntes medidas (A) Fator de correção sazonal (Fs): 1.0 - Oficina mecânica - pia 9.Medição noturna: • Correntes máximas: Fase A: 110 A.20 Página 112 Revisão 03 – 02/2009 Có . Cálculo da demanda noturna: Demanda medida noturna: Dmn = E θθ ⋅ I1 ⋅ 3 = E θn ⋅ ⋅ (I1A + I1B + I1C ) Dmn = 121 ⋅ (110 + 112 + 114 ) = 40.65 kVA Sendo: Dmn – demanda medida noturna (VA) Eθn – tensão fase-neutro medida (V) I1A. Potências (cv) tro lad a Noturna (kVA) Diurna (kVA) . Fase C: 114 A • Tensão mínima: 121 V • Demanda máxima: 40.65 kVA • Correntes máximas: Fase A: 84 A. Fase B: 83 A.0 - Padaria nã Para cálculo de demanda de motores (ver Anexo V) 10. Fase B: 112 A.

10 kVA Dn = demanda noturna de = demanda de consumidores não residenciais dIP = demanda de iluminação pública Demanda diversificada média por consumidor residencial (noturna) D dm = D n 44. I2B.08 kVA Demanda de consumidores residenciais (diurna): Sendo: Có Demanda diversificada média por consumidor residencial (diurna) D 13.13 kVA Dmd = E θθ ⋅ I1 ⋅ 3 = E θd⋅ ⋅ (I2 A + I2B + I2C ) Sendo: Dmd – demanda medida diurna (VA) Eθd – tensão fase-neutro medida (V) I2A.23 − 0) ⋅ 1.08 D dm = d = = 0.24 kVA N 54 pia Dd = demanda diurna de = demanda de consumidores não residenciais dIP = demanda de iluminação pública nã oc Página 113 on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a .13 − 19.20 = 44.22 Sendo: Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Demanda de consumidores residenciais (noturna): Dn = (Dmn − de − dIP ) ⋅ Fs Dn = ( 40.10 = = 0.20 = 13.65 − 0 − 3. Cálculo de demanda diurna Demanda medida diurna: Dmd = 122 ⋅ (84 + 83 + 80 ) = 30.9) ⋅ 1. I2C – correntes medidas (A) Fator de correção sazonal (Fs): 1.82 kVA N 54 2.20 D d = (Dmd − de − dIP ) ⋅ Fs D d = (30.ND.

o fator de demanda típico de padaria é Fd = 0.1 de 3 cv 2. o fator de coincidência é de 0.68 kVA 4.87 kVA = 2 ⋅ 4.65 kVA = 3 ⋅ 0.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Anexo V Exemplo de cálculo de demanda de motores (potência absorvida da rede) 1.23 = 4. portanto: Dm = 20. considerado dois consumidores.28 kVA . o fator de coincidência é de 0.90 = 17. portanto: Dm = 19. considerado dois consumidores.96 ⋅ 0.04 kVA = Total = b) Oficina mecânica: 5 ⋅ 0.25 ⋅ 0.90.6 de 3/4 cv .Potência total de motores = 19.04 kVA 20.02 kVA 19.61 kVA 8.26 kVA = 4 ⋅ 2.Demanda de motores: De acordo com a Tabela 4.17 kVA = 1 ⋅ 4.90 = 18.23 D div = Dm ⋅ Fd = 18.56 kVA 8.4 de 1 ½ cv .ND. Oficina mecânica com seguintes motores trifásicos: 3.20 kVA b) Oficina mecânica .25 kVA 2.90.08 kVA 6.96 kVA 4. Cálculo da demanda de motores do circuito: .Demanda de motores: De acordo com a Tabela 4.02 kVA = Total = 7.04 kVA = 1 ⋅ 6.28 ⋅ 0. Para conversão das potências de cv para kVA. temos de acordo com a Tabela 7: a) Padaria: 6 ⋅ 1.28 kVA 3.Demanda de motores De acordo com a Tabela 2.Potência total de motores = 20.25 kVA .96 kVA Có pia a) Padaria: nã oc Página 114 on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a - 5 de 1/3 cv 3 de 1/2 cv 2 de 3 cv 1 de 5 cv .96 kVA . Padaria com seguintes motores trifásicos: .

Có Página 115 pia nã oc on Revisão 03 – 02/2009 tro lad a .03 kVA c) Demandas da padaria e oficina mecânica: A demanda referente aos motores da padaria e oficina mecânica é de: 4.28 D div = Dm ⋅ Fd = 17.20 + 5.23 kVA . que deve ser adicionada às outras cargas existentes para os cálculos elétricos do circuito.Demanda de motores De acordo com a Tabela 2.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica .03 = 9.96 ⋅ 0. o fator de demanda típico de oficina é Fd = 0.ND.28 = 5.

75 3 x 2/0 3x2 3x2 3 x 2/0 0.00 3 x 2/0 3 x 4/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 4/0 3 x 4/0 oc 3 x 4/0 3 x 4/0 3 x 4/0 3 x 2/0 3x2 3x2 3x2 3 x 4/0 nã 2.75 a 1.50 a 15.50 tro lad a 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 4/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 4/0 3 x 4/0 on 1.00 a 0.00 a 7.50 a 2.4 3 x 4/0 3 x 2/0 pia 3 x 4/0 3 x 336.50 3 x 4/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 7.00 a 3.4 3.00 a 20.00 ΔV inicial ≤ 3% ΔV final ≤ 5% Có tamanho das quadras: 140 m x 100 m Página 116 Revisão 03 – 02/2009 .00 3 x 4/0 3 x 2/0 3 x 4/0 3 x 4/0 3 x 4/0 3 x 2/0 3 x 4/0 3 x 2/0 3 x 336.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Anexo VI Configuração de rede secundária – Cabos de alumínio Exemplo de evolução dos circuitos para taxa de crescimento de 10% ao ano kVA/poste 1º ao 5º ano 3x2 5º ao 10º ano 3x2 0.00 15.ND.

50 a 2.50 tro lad a 3 x 35 3 x 35 3 x 35 3 x 35 3 x 70 3 x 35 3 x 35 3 x 35 3 x 35 3 x 70 3 x 70 2.50 3 x 70 3 x 25 3 x 25 3 x 70 3 x 25 3 x 25 3 x 120 3 x 25 7.75 a 1.00 3 x 70 3 x 35 3 x 35 3 x 70 3 x 70 3 x 70 3 x 70 3 x 35 3 x 70 3 x 70 3 x 35 3 x 70 3 x 70 3 x 70 3 x 25 3 x 70 3 x 25 3 x 120 3 x 70 pia 3.75 3 x 35 3 x 25 3 x 25 3 x 25 3 x 25 3 x 25 0.00 a 7.00 ΔV inicial ≤ 3% ΔV final ≤ 5% Có nã 3 x 25 tamanho das quadras: 140 m x 100 m Página 117 Revisão 03 – 02/2009 .00 a 0.00 a 3.ND.50 a 15.00 a 20.22 kVA/poste Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Configuração de rede secundária – Cabos de cobre Exemplo de evolução dos circuitos para taxa de crescimento de 10% ao ano 1º ao 5º ano 3 x 25 5º ao 10º ano 3 x 25 0.00 oc 3 x 70 on 1.00 15.

50 3 x 2/0 3x2 3x2 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 4/0 3 x 4/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 on 3 x 2/0 3x2 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 4/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 4/0 3 x 2/0 pia 3 x 2/0 3 x 4/0 3.ND.00 3 x 2/0 tamanho das quadras: 140 m x 80 m 3 x 4/0 Página 118 Revisão 03 – 02/2009 .00 15.00 tro lad a 3x2 3 x 2/0 0.00 ΔV inicial ≤ 3% ΔV final ≤ 5% nã 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 oc 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 2.75 a 1.00 a 3.00 a 20.00 a 0.00 a 7.50 a 15.50 3 x 2/0 Có 7.50 a 2.75 3x2 3x2 3x2 3x2 3x2 3x2 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 3 x 2/0 1.22 kVA/poste Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Anexo VI (continuação) 1º ao 5º ano 3x2 5º ao 10º ano 3x2 0.

00 a 0.00 3 x 35 3 x 25 3 x 25 tamanho das quadras: 140 m x 80 m 3 x 70 Página 119 Revisão 03 – 02/2009 .00 a 3.50 a 2.ND.00 a 7.00 a 20.50 a 15.00 ΔV inicial ≤ 3% ΔV final ≤ 5% nã 3 x 35 3 x 35 3 x 35 3 x 35 oc 3 x 35 2.00 15.50 3 x 35 3 x 70 3 x 35 3 x 35 3 x 35 3 x 70 3 x 70 3 x 70 1.50 3 x 70 Có 7.00 3 x 35 3 x 70 3 x 35 3 x 70 3 x 70 3 x 35 on 3 x 70 3 x 35 3 x 35 3 x 70 3 x 35 3 x 35 3 x 70 3 x 35 3 x 120 3 x 70 pia 3 x 70 3 x 120 3.75 a 1.22 kVA/poste Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Anexo VI (continuação) 1º ao 5º ano 3 x 25 5º ao 10º ano 3 x 25 0.75 3 x 25 3 x 35 3 x 25 3 x 25 3 x 25 3 x 25 3 x 35 3 x 35 tro lad a 3 x 35 3 x 35 0.

12 3.ND.29 0.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Anexo VII Exemplo de cálculo de queda de tensão Calcular a queda de tensão máxima do circuito secundário.83 1.76 15.55 0.02 2.02 1.02 3.91 1.56 D 1.56 1.93 0.94 1.79 3 x 2 (2) 2C 1.94 2.198 0.02 5.90%.79 G oc Trecho Distribuída no trecho Comprimento Designação Carga Queda de tensão Configuração do circuito No trecho (E x G) H (%) Acumulada no fim do trecho nã Total (C/2+D).02 1.198 0.58 1.55 1.92 4.79 9.58 1.062 0.56 3 x 4/0 (2/0) 2C 3 x 2/0 (2) 2C 1.90 0.33 16.B Unitária A B (100 m) pia C (kVA) D (kVA) E (kVAx100 m) F (AWG) G (%) I (%) A-E E-F T-B B-D D-G Có T-A 0.02 2. 1.02 1.33 C 1.099 0.02 1.79 1.61 11.02 1.02 1.56 25.39 1.42 13.062 0.29 1.33 1.30 1.83 6.33 B 1.56 F 2.07 0.55 6.38 0.02 E 1. representado pelo diagrama abaixo e adotar a abertura do circuito para os cálculos no ponto F.79 T 3.33 3.01 2.12 10.099 0.10 2.33 tro lad a 3 x 2 (2) 2C 2.10 0.96 2.94 0. no ponto F Página 120 Revisão 03 – 02/2009 Total . neste cálculo a maior queda de tensão é de 2.79 A 1.51 2.79 on 3.25 3 x 2/0 (2) 2C 1.79 Portanto.02 3.477 3 x 4/0(2/0) 3 x 2/0(2) 3 x 2(2) 3 x 4/0(2/0) 3 X 2/0(2) 3 X 2(2) 0.02 0.

1. 3 2. 2.3.3. à tarde. Sempre que possível colocar a posteação do lado oeste na rua cujo eixo esteja na direção aproximada Norte-Sul. Revisão 03 – 02/2009 . permitindo a ambas produzirem os resultados esperados. o lado da posteação deve ser. Como recomendação geral. proceder da seguinte forma: 3. a fim de que as futuras árvores de médio porte possam ser plantadas do lado Leste.1. 3. na elaboração de projetos de redes devem ser considerados também. especialmente se houver transformadores ou outros equipamentos projetados. Có Página 121 pia nã oc on tro lad a 2. sobre a frente das casas e as crianças. 2. instalando-se as redes de energia elétrica em posição que não conflite frontalmente com a arborização. A figura a seguir indica locais adequados para a instalação da Rede de Distribuição Aérea e locais adequados para o plantio de árvores de pequeno e médio porte. Sempre que possível manter um afastamento dos postes 3 a 4 metros para árvores pequenas e 6 a 7 metros para árvores médias. do lado Norte.2 Para as ruas cujo eixo está na direção Leste-Oeste. conforme orientação abaixo: 2. no seu planejamento. dando maior sombra. 3. Em áreas que ainda não possuam arborização. para que as árvores de porte médio plantadas do lado Sul dêem sobre a calçada. Quando o local já possuir arborização. Os postes devem ficar do lado da rua onde houver menos arborização.ND. Os postes devem ser implantados sempre que possível do lado oposto da rua em relação às árvores de maior tamanho. sempre que possível. no caso de arborização bilateral.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Anexo VIII Coexistência de sistemas de distribuição e arborização 1. Evitar a implantação de rede no lado da rua com arborização de grande porte. o aspecto ambiental. os postes devem ser locados na calçada adequada ficando reservados os locais e posições convenientes para a futura arborização.

ND.22 Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica 2 Sol tarde 1 Sol manhã 2 tro lad a 2 2 1 1 2 2 2 on 1 2 oc Legenda: 1 2 2 Árvores de médio porte ( de 4 a 6 metros ) Figura 10: Locais adequados para a instalação de rede de distribuição aérea e plantio de árvores de pequeno e médio porte Có Poste da rede de energia elétrica pia Árvores de pequeno porte ( até 4 metros ) nã Página 122 Revisão 03 – 02/2009 .