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FORMAÇÃO MODULAR

Manual de Sistemas Operativos

Área de Formação 481

UFCD 0751

Formador: Bruno Pereira

MANUAL DO FORMANDO

_, Caracterização do Manual do Formando Tipologia de Recurso: Manual do Formando Área de Formação:
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Caracterização do Manual do Formando

Tipologia de Recurso: Manual do Formando Área de Formação: 481 Ciências Informáticas

Enquadramento do Recurso no Curso/Ação de formação

UFCD: 0751 Formador: Bruno Pereira

Público-alvo Este Recurso foi desenvolvido para os formandos da RRA com necessidades ao nível da informática, com a finalidade de aumentar os seus conhecimentos na área.

Objetivos do Manual

O presente Manual visa o alcance de dois objetivos:

1. Disponibilizar um conjunto de informação teórica para uma melhor aquisição e compreensão de conhecimentos sobre as novas tecnologias de informação e comunicação, especificamente sobre os diferentes tipos de sistemas operativos existentes e o seu modo de funcionamento e sobre a forma de interação entre o sistema operativo e os periféricos do computador.

2. Apoiar o Formando na atividade de Autoestudo, de preparação para o teste final de avaliação de conhecimentos (avaliação sumativa).

Metodologia de Aplicação e/ou Exploração Pedagógica

A elaboração do presente Manual obedeceu às seguintes opções metodológicas:

Conteúdos apresentados em suporte papel para possibilitar ao formando a sua consulta quer em sala, quer em casa.

Os conteúdos estão organizados na mesma sequência das unidades temáticas do programa, para facilitar a sua consulta e exploração à medida que as temáticas vão sendo abordadas.

Resumo/Principais Conteúdos/ Índice

1.

INTRODUÇÃO

Fontes Bibliográficas utilizadas na criação do manual

Outras Informações Entidade Promotora do Curso: RRA Autor: Bruno Pereira Data da primeira Edição: Dezembro de 2012 Data da última Revisão: Maio de 2013

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Data da primeira Edição: Dezembro de 2012 Data da última Revisão: Maio de 201 3 PO
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Manual de Sistemas Operativos POPI-l ~~ 3
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Manual de Sistemas Operativos

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Índice 1. Sistemas Operativos   7 1.1. Definições 7 1.2. Sistemas Operativos   7
Índice 1. Sistemas Operativos   7 1.1. Definições 7 1.2. Sistemas Operativos   7

Índice

1.

Sistemas Operativos

 

7

1.1.

Definições

7

1.2.

Sistemas Operativos

 

7

1.3.

Estrutura do Sistema Operativo

8

1.4.

Tipos de Sistemas Operativos

9

1.4.1.

Monoprogramáveis/Monotarefa

9

1.4.2.

Multiprogramáveis/Multitarefa

9

2.

Estrutura básica de um Sistema

Informático

10

2.1.

Componentes Básicos de um Computador:

10

2.2.

Estrutura um Computador

 

10

2.3.

Um Computador por dentro:

11

2.3.1.

Fonte de Alimentação (Power supply)

11

2.3.2.

Placa de Sistema (Mother Board)

 

11

2.3.3.

As principais secções de uma motherboard

11

2.3.4.

Slots de Expansão (conectores de expansão)

13

2.3.5.

Placas de Expansão (Expansion Cards)

13

2.3.6.

Área de Drives

 

13

2.3.7.

Drive de Disco Rígido (Hard Drive)

14

2.3.8.

Drive de disquetes

14

2.3.9.

Memória

 

14

2.3.10.

BIOS (Basic Input Output System)

 

14

2.3.11.

Unidade Central de Processamento (CPU - Central Processing Unit)

14

2.4.

Processador ou unidade central de processamento (CPU)

15

2.4.1.

Unidades Principais de um CPU

 

15

2.4.1.1.

Um Computador por Fora:

15

2.4.1.1.1.

Porta Paralela (Parallel Port)

16

2.4.1.1.2.

Porta Série (Serial Port)

16

2.4.1.1.3.

Porta

USB (Universal Serial Port)

16

2.4.1.1.4.

Porta

de

Teclado

16

2.4.1.1.5.

Porta de Rato (PS2)

 

16

2.4.1.1.6.

Porta do monitor

17

2.5.

Dispositivos de Entrada e/ou Saída

17

 
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2.5.1. Dispositivos de entrada ou de Input 17 2.5.1.1. Rato: 17 2.5.1.1.1. Funções do Rato:
2.5.1. Dispositivos de entrada ou de Input 17 2.5.1.1. Rato: 17 2.5.1.1.1. Funções do Rato:

2.5.1.

Dispositivos de entrada ou de Input

17

2.5.1.1.

Rato:

17

2.5.1.1.1.

Funções do Rato:

18

2.5.1.1.2.

Rato com “Bola” e sem fios:

19

2.5.1.1.3.

TrackBall:

20

2.5.1.2.

Mesa Digitalizadora, Caneta, Puck:

20

2.5.1.3.

Teclado:

20

2.5.1.4.

Scanner:

22

2.5.1.5.

Joystick:

22

2.5.1.6.

Placas Digitalizadoras de Vídeo:

23

2.5.1.7.

Placa de TV:

23

2.5.1.8.

Outros periféricos de Entrada:

23

2.6.

Dispositivos de saída ou de output

23

2.6.1.

Monitor e Placa de Vídeo:

23

2.6.1.1.

Resolução Gráfica:

24

2.6.2.

Impressoras:

24

2.6.2.1.

Impressoras Matriciais:

25

2.6.2.2.

Outras Impressoras de impacto:

25

2.6.2.3.

Impressoras

Jacto de Tinta:

25

2.6.2.4.

Impressoras a Laser:

25

2.6.2.5.

Impressoras de Margarida e Térmicas

26

2.6.2.6.

Existem opções em termos de portas de impressão:

26

2.6.2.7.

Plotter (traçadores de gráficos e de curvas)

26

2.6.3.

Outros periféricos de saída

27

2.7.

Dispositivos de entrada e saída

27

2.7.1.

Touchscreen

(Monitor Táctil):

27

2.7.2.

Placas de Rede:

27

2.7.3.

Placas de Som:

27

2.7.4.

Modems/fax:

28

2.7.5.

Drives:

29

2.7.6.

Unidade de Disquetes:

29

2.7.7.

Unidade CD-ROM:

29

2.7.7.1.

CD-RW:

30

3.

MS-DOS

 

31

 
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3.1. História do MS-DOS 31 3.2. MS-DOS por dentro 31 3.3. Iniciar o MS-DOS 32
3.1. História do MS-DOS 31 3.2. MS-DOS por dentro 31 3.3. Iniciar o MS-DOS 32

3.1.

História do MS-DOS

31

3.2.

MS-DOS por dentro

31

3.3.

Iniciar o MS-DOS

32

3.4.

Introdução ao

32

3.5.

Características

33

3.6.

Diretórios e Arquivos

33

3.6.1.

Diretório

33

3.6.2.

Arquivos

33

3.7.

Utilização de referência global ou múltipla de arquivos

34

3.8.

PROMPT (PRONTO) do sistema

34

3.9.

Mudança da unidade de disco

34

3.10.

Comandos

35

3.10.1.

Comandos de Redireccionamento

35

3.11.

Programas em lote

42

4.

Ambiente gráfico Windows

45

4.1.

Formatação do computador e instalação do Windows

45

4.1.1.

Antes de Formatar

45

4.1.2.

Formatar

45

4.2.

Dicas para o XP

54

4.3.

Ferramentas de Gestão Windows XP

61

4.3.1.

Control Panel

61

4.3.2.

Gestão de Computadores

62

4.3.3.

Ferramentas de Sistema

63

4.3.3.1.

Visualizador de Eventos

63

4.3.3.2.

Alertas e Registos de Desempenho

64

4.3.3.3.

Pastas partilhadas

64

4.3.3.4.

Gestor de Dispositivos

64

4.3.3.5.

Utilizadores e Grupos Locais

65

4.3.3.6.

Gestão de discos

65

 
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1. Sistemas Operativos 1.1. Definições Um sistema é um conjunto de elementos interconectados, de modo
1. Sistemas Operativos 1.1. Definições Um sistema é um conjunto de elementos interconectados, de modo

1. Sistemas Operativos

1.1. Definições

Um sistema é um conjunto de elementos interconectados, de modo a formar um todo organizado.

Um sistema operativo ou sistema operativo é um programa ou um conjunto de programas cuja função é servir de interface entre um computador e o utilizador.

1.2. Sistemas Operativos

DOS DR·DOS FreeDOS Mic·rosoft Windows (16 bits) Windows t.x MS-DOS Windows2.x PC·DOS VirtuOS Sisne S016
DOS
DR·DOS
FreeDOS
Mic·rosoft
Windows (16 bits)
Windows t.x
MS-DOS
Windows2.x
PC·DOS
VirtuOS
Sisne
S016
ODDS
Windows 3.x
Windows (16 bits/32 bits)
Windows 95
Windows 98
Windows 98 SE
Windows ME
Windows (32 bits)
Windows NT
Windows NT 3.1
Windows NT 3.S
Windows NT 4
Windows 2000
Windows Server 2003
Windows
(32164 bits)
WindowsXP
Windows Home Edition
Windows Professional Edition
Windows Tablet PC Edition
Windows Media Center Edition
Windows Embedded Edition
Windows Starter Edition
Windows 54·bit Edition
Windows Vista
Windows Server 2008
Windows 7
WindowsCE
Windows Mobile
WinPE
Windows 54·bit Edition Windows Vista Windows Server 2008 Windows 7 WindowsCE Windows Mobile WinPE POPI-l ~~
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1.3. Estrutura do Sistema Operativo

O funcionamento do SO é bastante complexo, pois não é executado em sequência, com inicio meio e fim. É executado por rotinas predefinidas, baseadas em eventos dissociados do tempo. O SO é formado por rotinas que oferecem serviços ao utilizador do sistema e as aplicações. Essas rotinas são chamadas de núcleo do sistema, onde suas funções são:

Tratamento de interrupções,

Criação e eliminação de processos,

Sincronização e comunicação entre processos,

Gestão da memória,

Escalonamento e controle dos processos,

Preparação de entrada e saída.

 Gestão da memória,  Escalonamento e controle dos processos,  Preparação de entrada e saída.
 Gestão da memória,  Escalonamento e controle dos processos,  Preparação de entrada e saída.
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1.4. Tipos de Sistemas Operativos 1.4.1. Monoprogramáveis/Monotarefa Enquanto o processador esta a executar uma tarefa
1.4. Tipos de Sistemas Operativos 1.4.1. Monoprogramáveis/Monotarefa Enquanto o processador esta a executar uma tarefa

1.4. Tipos de Sistemas Operativos

1.4.1. Monoprogramáveis/Monotarefa

Enquanto o processador esta a executar uma tarefa não se consegue executar outra, enquanto não acabar aquela anterior. Assim sendo a memória, o processador e os periféricos ficam dedicados apenas a um procedimento. Estes sistemas operativos estão ligados ao aparecimento dos primeiros computadores, o MS-DOS trabalha desta forma.

1.4.2. Multiprogramáveis/Multitarefa

Com o interesse de substituir os monoprogramáveis. Este tipo de sistema operativo são mais complexos e eficientes, ao contrário dos monoprogramáveis, nos multiprogramáveis vários programas dividem este mesmo recurso. Assim enquanto espera um programa ser gravado no disco poderá estar a processar outro programa no mesmo intervalo de tempo. O sistema operativo consegue assegurar a gestão do acesso corrente aos seus diversos recursos como memoria e periféricos.

consegue assegurar a gestão do acesso corrente aos seus diversos recursos como memoria e periféricos. POPI-l
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2. Estrutura básica de um Sistema Informático

Quando falamos na estrutura de um sistema informático, podemos evidenciar quatro pontos principais:

informático, podemos evidenciar quatro pontos principais: 2.1. Componentes Básicos de um Computador: 

2.1. Componentes Básicos de um Computador:

Dispositivos de entrada (input);

Processador ou Unidade Central de Processamento (CPU);

Armazenamento (Memórias);

Dispositivos de saída (output).

Os dados são introduzidos através dos dispositivos de entrada (input) e enviados para a unidade central de processamento ou processador. Após esta ter efetuado todos os cálculos, estes são enviados para os periféricos de saída (output).

2.2. Estrutura um Computador

Disposltivos Disposltivos de Entrada de Salda (Input) (Output) Disposltivos de armazenamento Secund6rlo
Disposltivos
Disposltivos
de Entrada
de Salda
(Input)
(Output)
Disposltivos de armazenamento
Secund6rlo
Disposltivos Disposltivos de Entrada de Salda (Input) (Output) Disposltivos de armazenamento Secund6rlo 10
Disposltivos Disposltivos de Entrada de Salda (Input) (Output) Disposltivos de armazenamento Secund6rlo 10
Disposltivos Disposltivos de Entrada de Salda (Input) (Output) Disposltivos de armazenamento Secund6rlo 10

10

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2.3. Um Computador por dentro:

2.3.1.Fonte de Alimentação (Power supply)

A fonte de alimentação transforma a corrente alternada (doméstica) em corrente contínua que o computador pode utilizar (±12V, ±5V, ±3,3V). A capacidade de uma fonte de alimentação mede-se em Watts. Um computador médio utiliza cerca de 200W.

As alterações na corrente podem danificar o equipamento e a informação, por isso é necessário tomar algumas precauções, tais como:

Utilizar na entrada de corrente um estabilizador de corrente: protege o computador de variações de correntes repentinas, que podem acontecer, por exemplo durante tempestades.

Ligar o computador a uma UPS (Uninterruptible Power Supply - Fonte de alimentação ininterrupta).

2.3.2.Placa de Sistema (Mother Board)

As placas-mãe (ou motherboard, ou mainboard) são desenvolvidas de forma que seja possível conectar todos os dispositivos quem compõem o computador. Para isso, elas oferecem conexões para o processador, para a memória RAM, para o HD, para os dispositivos de entrada e saída, entre outros.

2.3.3.As principais secções de uma motherboard

A B
A
B

O item A mostra o local onde o processador deve ser conectado. Também conhecido como socket.

de uma motherboard A B O item A mostra o local onde o processador deve ser
de uma motherboard A B O item A mostra o local onde o processador deve ser
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O item B mostra os encaixes existentes para a memória RAM.

Item C - Slots de expansão.

Para que seja possível conectar placas que adicionam funções ao computador, é necessário fazer uso de slots de expansão. Esses conectores permitem a conexão de vários tipos de dispositivos. Placas de vídeo, placas de som, placas de redes, modems, etc, são conectadas nesses encaixes. Os tipos de slots mais conhecidos atualmente são o PCI (Peripheral Component Interconnect) - item C1 -, o AGP (Accelerated Graphics Port) - item C2 -, o CNR (Communications Network Riser) - item C3 - e o PCI Express (PCI-E).

Item D - Plug de alimentação O item D mostra o local onde deve-se encaixar o cabo da fonte que leva energia elétrica à placa-mãe.

Item E - Conectores IDE e drive de disquete

O item E2 mostra as entradas padrão IDE (Intergrated Drive Electronics) onde devem ser

encaixados os cabos que ligam HDs e unidades de CD/DVD à placa-mãe. Esses cabos, chamados de "flat.

O item F2 aponta para o chip Flash-ROM e o F1, para a bateria que o alimenta. Esse chip

contém um.

O item G aponta para a parte onde ficam localizadas as entradas para a conexão do rato

(tanto serial, quanto PS/2), teclado, portas USB, porta paralela (usada principalmente por

impressoras).

O

item H que permitem o encaixe de espaçadores e parafusos.

O

item I o chipset é um chip responsável pelo controle de uma série de itens da placa-

mãe.

De forma a se poder fazer todo o contacto ou comunicação entre os diferentes componentes internos do computador, existe na motherboard um circuito que permite esta comunicação. É chamado de barramento (bus) do sistema computacional, o qual não é mais do que um conjunto de linhas (fios condutores, dispostos em paralelo e em número variável) por onde passam todo o tipo de sinais de controlo (bus de controlo), de dados (bus de dados) e de endereços (bus de endereços).

A largura de um bus mede-se em bits (número de linhas)

A velocidade de um bus mede-se em MHz (megaHertz) ou milhões de ciclos por segundo.

Quando a CPU pretende comunicar com qualquer outro dispositivo, a informação deve passar por este percurso. As arquiteturas das motherboards incluem ainda um controlador (bus controller) responsável por gerir a

este percurso. As arquiteturas das motherboards incluem ainda um controlador (bus controller) responsável por gerir a
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este percurso. As arquiteturas das motherboards incluem ainda um controlador (bus controller) responsável por gerir a
este percurso. As arquiteturas das motherboards incluem ainda um controlador (bus controller) responsável por gerir a

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transferência de informação no bus do sistema computacional.  Podemos considerar as seguintes secções de
transferência de informação no bus do sistema computacional.  Podemos considerar as seguintes secções de

transferência de informação no bus do sistema computacional.

Podemos considerar as seguintes secções de barramento ou bus de um computador.

Bus Interno da CPU por onde se faz a circulação dos dados entre os diferentes componentes da CPU;

Bus Local segmento do bus que estabelece a ligação entre a CPU e a memória primária;

Bus de Expansão que permite ligar a CPU e a RAM aos conectores (slots da motherboard) que dão para os dispositivos de I/O.

Por outro lado, as linhas do bus também se diferenciam quanto ao tipo de sinais que transportam; assim, temos:

Bus de Endereços têm a função de conduzir as indicações da CPU aos endereços ou posições da memória ou de outros dispositivos, para leitura ou escrita de informação;

Bus de Dados têm a função de conduzir dados e instruções (dos programas) entre a CPU, a RAM e outros dispositivos;

Bus de Controlo linhas do bus que transportam sinais de controlo da CPU para os outros dispositivos, ou vice-versa, dos dispositivos para a CPU.

2.3.4.Slots de Expansão (conectores de expansão)

Os conectores (slots) de expansão são uma espécie de tomadas da placa de sistema. Podem ser de diferentes arquiteturas:

Slots de expansão ISA (Industrial Standard Architecture) O mais antigo e mais lento. É frequentemente utilizado para transferir informação de e para um dispositivo mais lento. (Atualmente, este tipo de slots já não é incorporado nos novos PC’s);

Slots de expansão PCI (Peripheral Component Interconnect) -nestes slots podem ser ligados vários dispositivos de alta velocidade;

Slot de expansão AGP (Accelerated Graphics Port) foi concebido para transportar informação gráfica entre a placa de vídeo AGP e a memória central do computador.

Nos slots de expansão ligam-se as placas de expansão.

2.3.5.Placas de Expansão (Expansion Cards)

Uma placa de expansão permite acrescentar novas funcionalidades ao computador. Algumas placas de expansão são acessíveis a partir do exterior do computador. Estas placas têm Portas às quais se podem ligar dispositivos.

Exemplo - uma placa de expansão poderá dar ao computador a possibilidade de gravar (através de um microfone) e reproduzir som (através de colunas).

2.3.6.Área de Drives

Uma área de drives é um espaço dentro da caixa de computador onde se encontram os drives de disco, de disquetes, do CD-ROM, etc.

um espaço dentro da caixa de computador onde se encontram os drives de disco, de disquetes,
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2.3.7.Drive de Disco Rígido (Hard Drive) O drive de disco rígido, também conhecido por drive
2.3.7.Drive de Disco Rígido (Hard Drive) O drive de disco rígido, também conhecido por drive

2.3.7.Drive de Disco Rígido (Hard Drive)

O drive de disco rígido, também conhecido por drive de disco, disco rígido ou apenas

disco (hard drive), é o dispositivo principal utilizado pelo computador para armazenar informação.

2.3.8.Drive de disquetes

Um drive de disquetes serve para armazenar e ler informação em disquetes.

2.3.9.Memória

Bancos de memória RAM (RAM - Random Access Memory) que armazenam temporariamente informação dentro do computador. Esta informação perde-se quando se desliga o computador.

A ROM (ROM - Read Only Memory) possui a informação necessária para o arranque do

sistema, bem como rotinas de baixo nível para interface com periféricos.

Memória CACHE é uma memória de alta performance (SRAM) colocada logicamente entre o processador e a memória RAM de forma a aumentar a performance do sistema.

2.3.10. BIOS (Basic Input Output System)

A BIOS é uma memória que é utilizada para conter programas e dados fixos (por vezes

referidos como firmware), não contém mais do que rotinas de baixo nível que iniciam o sistema operacional, ou seja, executam o boot (arranque) na máquina; Testam o hardware;

A BIOS tem a responsabilidade de conhecer os complexos mecanismos de comunicação

entre as diferentes partes do sistema informático (o processador, as memórias e as outras

componentes, periféricos, etc.).

Cabe, pois, ao sistema operativo entrar em contacto com a BIOS para poder gerir o funcionamento básico do sistema informático.

2.3.11. Unidade Central de Processamento (CPU - Central

Processing Unit)

O CPU é o processador principal de um computador. O CPU processa instruções, efetua

cálculos e gere o fluxo de informação. O CPU controla as operações básicas dentro do microcomputador com o envio e receção de sinais de controlo, endereços de memória e de dados de uma parte do microcomputador para outra, através de um conjunto de linhas de interconexão (bus). O microprocessador não consegue controlar todo o microcomputador sem alguma ajuda (nem deve fazê-lo). Assim delega algumas funções de controlo a outros chips, o que liberta o CPU para poder executar os seus programas. Estes chips denominados por device

a outros chips, o que liberta o CPU para poder executar os seus programas. Estes chips
a outros chips, o que liberta o CPU para poder executar os seus programas. Estes chips
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controllers estão usualmente montados na motherboard, mas outros existem que estão colocados em placas de
controllers estão usualmente montados na motherboard, mas outros existem que estão colocados em placas de

controllers estão usualmente montados na motherboard, mas outros existem que estão colocados em placas de expansão que são depois ligadas às slots disponíveis na motherboard. Muitos destes chips de auxílio ao CPU são programáveis, pelo que podem ser manipulados para executarem tarefas especializadas.

A unidade de sistema é a parte central de um computador. Normalmente com a forma de uma caixa retangular, colocada em posição horizontal ou vertical, contem um conjunto de componentes e dispositivos responsáveis pelo processamento e funcionamento do computador e equipamentos auxiliares.

2.4. Processador ou unidade central de processamento (CPU)

Responsável pelo processamento, é o "coração" e "cérebro" do computador: processa instruções, efectua cálculos e gere o fluxo de informação.

O

CPU (Central Processing Unit) é responsável pela gestão de todo o computador, vai buscar à

memória principal as instruções, examina-as, decifra-as e, finalmente, executa-as.

O

CPU comunica com os dispositivos de entrada, armazenamento e saída.

 

2.4.1.

Unidades Principais de um CPU

O CPU é então um circuito integrado que contém muitos milhares de componentes eletrónicos elementares, organizados de modo a poderem efetuar as operações típicas de processamento de informação.

Podem destacar-se as seguintes secções e componentes fundamentais:

Secção de aquisição e descodificação de instruções: onde são recebidas as instruções provindas de outros componentes (memórias ou dispositivos de input), para, em seguida, serem descodificadas de modo a que o CPU possa determinar quais as operações a realizar.

Secção de execução: onde são processadas as instruções e os dados recebidos.

A

secção de execução é constituída pelas seguintes componentes principais:

Unidade de Controlo - que, controla todas as operações de processamento, ou seja, é responsável pela transmissão de sinais, que comandam o funcionamento do computador. Recebe todas as instruções que estão a ser tratadas, de forma a afetar os recursos necessários à concretização das tarefas em curso. Unidade Lógico-Aritmética (ALU ou ULA) - é a secção do processador que efetua todas as operações lógicas e aritméticas.

Registos Internos - são componentes capazes de armazenar temporariamente dados com que a ALU vai efectuar as operações que lhe são indicadas.

2.4.1.1. Um Computador por Fora:

Uma porta é uma ligação na parte de trás do computador onde se pode ligar um dispositivo externo, ou periférico, como uma impressora ou modem.

Esta ligação permitirá o fluxo de instruções e dados entre o computador e o periférico.

ou modem. Esta ligação permitirá o fluxo de instruções e dados entre o computador e o
ou modem. Esta ligação permitirá o fluxo de instruções e dados entre o computador e o
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2.4.1.1.1. Porta Paralela (Parallel Port) Uma porta paralela tem 25 buracos. Neste tipo de porta,
2.4.1.1.1. Porta Paralela (Parallel Port) Uma porta paralela tem 25 buracos. Neste tipo de porta,

2.4.1.1.1. Porta Paralela (Parallel Port)

Uma porta paralela tem 25 buracos. Neste tipo de porta, designada por ligação fêmea, pode-se ligar por exemplo, uma impressora ou um drive, disco removível.

Neste tipo de ligações (ligação paralela) são transmitidos vários bits de informação ao mesmo tempo.

O computador designa internamente as portas paralelas por LPT. A primeira porta

chamar-se-á LPT1, a segunda LPT2, etc.

Existem atualmente dois tipos de portas paralelas melhoradas: Enhanced Parallel Port (EPP) e Extended Capabilities Port (ECP). Este tipo de portas aumenta a velocidade do fluxo de informação entre o computador e o dispositivo.

2.4.1.1.2. Porta Série (Serial Port)

Uma porta série pode ter 9 ou 25 pinos. Este tipo de porta designa-se por ligação macho. O computador designa internamente as portas série por COM. A primeira porta será a COM1, a segunda a COM2, e assim sucessivamente.

Neste tipo de ligações (ligações série) a comunicação é feita bit a bit, ou seja mais lenta que uma comunicação paralela.

Numa porta série pode ligar-se um modem/fax, um rato serial (mouse) ou um teclado.

2.4.1.1.3. Porta USB (Universal Serial Port)

A porta USB permite ligar até um máximo de 127 dispositivos utilizando uma única

porta. Pode-se utilizar uma porta USB para ligar ao computador uma impressora, um modem, um joystick e um scanner. A maior parte dos computadores tem duas portas USB.

2.4.1.1.4. Porta de Teclado

A porta do teclado destina-se a ligar o teclado ao computador. Existem portas de

teclado de dois tamanhos.

2.4.1.1.5. Porta de Rato (PS2)

Os computadores vêm todos equipados com uma porta PS2 para ligação do rato ou teclado.

Porta de Rato (PS2) Os computadores vêm todos equipados com uma porta PS2 para ligação do
Porta de Rato (PS2) Os computadores vêm todos equipados com uma porta PS2 para ligação do
POPI-l ~~
POPI-l ~~

16

2.4.1.1.6. Porta do monitor  Permite fazer a ligação do monitor com a placa gráfica
2.4.1.1.6. Porta do monitor  Permite fazer a ligação do monitor com a placa gráfica

2.4.1.1.6. Porta do monitor

Permite fazer a ligação do monitor com a placa gráfica (ligada a um slot de expansão).

Outros exemplos de portas: portas de jogos, de vídeo IN, porta de rede, etc.

2.5. Dispositivos de Entrada e/ou Saída

Periférico é o nome dado a qualquer equipamento auxiliar ao computador. Pode estar fora ou dentro da caixa do computador e deve cumprir alguma finalidade não essencial ao sistema.

Estes dispositivos permitem a comunicação entre o utilizador e o computador.

Os periféricos podem ser classificados segundo a sua actuação em:

Periféricos de entrada: dispositivos que, ligados ao computador, permitem a entrada de informações.

Periféricos de saída: estes dispositivos permitem ao computador disponibilizar as informações contidas no seu "interior".

Periféricos de entrada e saída: exercem as duas funções.

2.5.1. Dispositivos de entrada ou de Input

Estes dispositivos permitem ao utilizador comunicar com o computador e podem ser usados para recolher informação e emitir;

Exemplos:

Rato;

Teclado;

Digitalizador (Scanner);

Joystick;

Câmaras Digitais;

Leitores óticos

Leitores de códigos de barras;

Microfone;

Unidade CD-ROM;

Etc…

de barras;  Microfone;  Unidade CD-ROM;  Etc… 2.5.1.1. Rato: Este periférico é largamente utilizado

2.5.1.1. Rato:

Este periférico é largamente utilizado nos sistemas informáticos, pois facilita extremamente a execução de certas tarefas. Embora existam ratos de muitas formas e tamanhos, o princípio básico de operação do rato é o mesmo.

Ao movimentá-lo sob uma superfície, o deslocamento é transformado numa série de sinais enviados ao PC.

Ao movimentá-lo sob uma superfície, o deslocamento é transformado numa série de sinais enviados ao PC.
Ao movimentá-lo sob uma superfície, o deslocamento é transformado numa série de sinais enviados ao PC.
POPI-l ~~
POPI-l ~~

17

 Quando se pressiona um ou mais botões no rato, também é enviado um código
 Quando se pressiona um ou mais botões no rato, também é enviado um código

Quando se pressiona um ou mais botões no rato, também é enviado um código ao PC.

Deverá ser efetuada uma limpeza periódica do rato por forma a retirar lixo acumulado na esfera e mecanismos de deteção de movimento.

acumulado na esfera e mecanismos de deteção de movimento. 2.5.1.1.1. Funções do Rato: As quatro funções
acumulado na esfera e mecanismos de deteção de movimento. 2.5.1.1.1. Funções do Rato: As quatro funções
acumulado na esfera e mecanismos de deteção de movimento. 2.5.1.1.1. Funções do Rato: As quatro funções
acumulado na esfera e mecanismos de deteção de movimento. 2.5.1.1.1. Funções do Rato: As quatro funções
acumulado na esfera e mecanismos de deteção de movimento. 2.5.1.1.1. Funções do Rato: As quatro funções
acumulado na esfera e mecanismos de deteção de movimento. 2.5.1.1.1. Funções do Rato: As quatro funções

2.5.1.1.1. Funções do Rato:

As quatro funções mais comuns do rato são as seguintes:

Clique (Click): O clique serve em geral para selecionar elementos do ecrã;

Clique Duplo (Double-Click): O clique duplo destina-se a dar início à execução de alguma tarefa, tal como abrir documentos, pastas ou iniciar a execução de programas;

Arrastar e Largar (Drag and Drop): A acção de arrastar e largar facilita a movimentação de elementos no ecrã. Para tal deve-se posicionar o ponteiro do rato sobre o elemento pretendido. Depois, pressiona-se o botão do lado esquerdo do rato (em geral) e, mantendo a pressão, move- se o elemento para o sítio onde se quer colocar. Por fim solta-se o botão.

Clique com Botão da Direita (Right-Click): Este clique serve para mostrar no monitor uma lista de comandos "rápidos".

Botão da Direita (Right-Click): Este clique serve para mostrar no monitor uma lista de comandos "rápidos".
Botão da Direita (Right-Click): Este clique serve para mostrar no monitor uma lista de comandos "rápidos".
Botão da Direita (Right-Click): Este clique serve para mostrar no monitor uma lista de comandos "rápidos".
Botão da Direita (Right-Click): Este clique serve para mostrar no monitor uma lista de comandos "rápidos".

18

  Mascaras do Rato             A Trabalhar Selecção Normal Selecção
  Mascaras do Rato             A Trabalhar Selecção Normal Selecção
 

Mascaras do Rato

 
         

A Trabalhar

Selecção Normal Selecção da Ajuda em Segundo

Selecção Normal

Selecção Normal Selecção da Ajuda em Segundo

Selecção da Ajuda

Selecção Normal Selecção da Ajuda em Segundo

em Segundo

Plano

Redimensionamento ! Redimensionamento + Mover /

Redimensionamento

!
!

Redimensionamento

+
+

Mover /

Horizontal

Vertical

Deslocar

Redimensionamento Diagonal 1 Redimensionamento Diagonal 2 i Selecção

Redimensionamento Diagonal 1

Redimensionamento Diagonal 1 Redimensionamento Diagonal 2 i Selecção

Redimensionamento Diagonal 2

i
i

Selecção

Alternativa

  +   I Selecção de
 
+
+
 
I
I

Selecção de

Ocupado

Selecção de Precisão

Texto

    Seleccionar
 
    Seleccionar
 
    Seleccionar

Seleccionar

Escrita Manual

Não Disponível

Hiperligação

Expressão

Significado

Apontar para…

Colocar o rato no local que se quer apontar

Seleccionar

Apontar, premir e largar o botão do lado esquerdo

Deslocar

Premir e largar o botão do lado esquerdo do rato, e sem largar o botão deslocar o rato para outro local

Duplo Clique

Premir e largar o botão do lado esquerdo do rato, duas vezes consecutivamente e rapidamente

2.5.1.1.2. Rato com “Bola” e sem fios:

Existem atualmente ratos que têm um pequeno botão de rodar entre os outros dois botões. Este botão serve para fazer passar a informação (scrolling) ou para aumentar ou diminuir a imagem. Ex. o IntelliMouse da MicroSoft é um exemplo de um rato com bola.

Existem também ratos sem fios que comunicam com o computador por intermédio de sinais infravermelhos.

também ratos sem fios que comunicam com o computador por intermédio de sinais infravermelhos. .!! ,II
também ratos sem fios que comunicam com o computador por intermédio de sinais infravermelhos. .!! ,II

.!! ,II

PO P 1-1 ~~
PO P 1-1 ~~

19

J_ consultua

J_ consultua "- ( DGERT ~"':' .e"" 2.5.1.1.3. TrackBall: O TrackBall não é mais do que

"-

( DGERT

~"':'

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J_ consultua "- ( DGERT ~"':' .e"" 2.5.1.1.3. TrackBall: O TrackBall não é mais do que

2.5.1.1.3.

TrackBall:

O TrackBall não é mais do que um rato virado ao contrário que

fica fixo sobre a mesa. Em que em vez de se fazer o deslocamento do dispositivo sobre uma superfície faz-se girar a bola do trackball com os dedos ou a palma da mão. Ideal para quem tem pouco espaço sobre a mesa de trabalho.

Ideal para quem tem pouco espaço sobre a mesa de trabalho. A ligação ao PC é

A ligação ao PC é feita através da porta de comunicação (COM1) de 9 pinos, ou por uma ligação mini-Din, também chamada de PS/2 ou ainda mais recentemente pela ligação USB (Universal Serial Bus). Todas elas situadas na parte posterior da unidade do sistema.

elas situadas na parte posterior da unidade do sistema. Porta Serie (COM1) 6 5 4f:G3 2~1

Porta Serie (COM1)

6 5 4f:G3 2~1
6
5
4f:G3
2~1

Porta PS/2

2.5.1.2. Mesa Digitalizadora, Caneta, Puck:

A caneta ou puck são utilizados para apontar uma área na mesa. A caneta tem uma

pequena chave como bico. Aponta-se um local sobre o digitalizador e pressiona-se a ponta na

direção da superfície. Com algumas canetas, pode-se indicar um ponto, apenas encostando na superfície; outras precisam receber razoável pressão.

na superfície; outras precisam receber razoável pressão. 2.5.1.3. Teclado: É o dispositivo de entrada mais comum.
na superfície; outras precisam receber razoável pressão. 2.5.1.3. Teclado: É o dispositivo de entrada mais comum.

2.5.1.3. Teclado:

É o dispositivo de entrada mais comum. Permite a comunicação do meio exterior para o computador.

A distribuição das teclas básicas possui o mesmo padrão da máquina de escrever. Além dessas possui algumas de uso específico do computador. Os teclados atuais têm 102 ou mais teclas. Existem algumas teclas em todos os teclados com funções específicas. Existem teclados com outras características ou layouts, como teclas adicionais, de programação especial.

Existem teclados com outras características ou layouts, como teclas adicionais, de programação especial. 20
Existem teclados com outras características ou layouts, como teclas adicionais, de programação especial. 20
Existem teclados com outras características ou layouts, como teclas adicionais, de programação especial. 20
Existem teclados com outras características ou layouts, como teclas adicionais, de programação especial. 20

20

I n d i c a d o r e s Tecla Escape Teclas de
I n d i c a d o r e s Tecla Escape Teclas de

Indicadores

Tecla Escape Teclas de Função Luminosos ~ - .,. I
Tecla Escape
Teclas de Função
Luminosos
~
-
.,.
I

Teclas Alfanuméricas

Teclas de Cursor

Teclas Numéricas

Outros teclados, como os dos laptops (computadores portáteis), têm menos teclas e combinam mais funções em cada tecla, para economizar espaço. Existem vários tipos de teclados: Teclados sem fios, teclados ergonómicos, teclados com melhorias incorporadas (tais como microfone, controlo de som, etc.), etc.

O teclado pode ser dividido em quatro áreas: 1  1. Funções; 3 2 
O teclado pode ser dividido em quatro áreas:
1
 1. Funções;
3
2
 2. Alfanumérico;
4
 3. Edição;
 4. Numérico
Tecla
Designao;;.ii.o
Altera
de ntiniisculas
para
maiiisculas
au
de digitos para
~ simbolos. Serve para aceder as segundas partes das teclas e au
se1ecciona:r .
Alteca as letra normais
para caracteres de control, ~:
"CT "ZT
"t,
Ctrl]
CONTROL
etc.
Alteca
0 significado
das teclas
ou acesso aos :O.'lenus, ~:
.e4! e, A!! fT
Alt
ALTER
etc.
ALTER
I Alt Gr]
Altera
as
teclas pa:ca os graticos inscritos na 3 4 zona das tec1as
GRAPHICS

Os teclados seguem um “Standard” de 101 ou 102 teclas, subdivididas em:

Teclas de função (F1, F2, F3,

Teclas de acções especiais (ENTER, CTRL, ALT,

Teclas de cursor (setas direccionais);

Bloco de teclado alfanumérico (letras e números);

Bloco numérico (conjunto de teclas á direita);

);

);

Bloco de teclado alfanumérico (letras e números);  Bloco numérico (conjunto de teclas á direita); );
Bloco de teclado alfanumérico (letras e números);  Bloco numérico (conjunto de teclas á direita); );
- -
-
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21

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-

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consultua r . ,~~ 11 ,I - I DGERT \ ~.,,~,.'., ~-.,.,  Teclas especiais para

Teclas especiais para Windows

Tecla Altera"ao / Significado I Altera de ati.n6.scu1as para tna i6.scula s (activo) e vice-versa
Tecla
Altera"ao / Significado
I
Altera
de ati.n6.scu1as para
tna i6.scula s (activo) e vice-versa
I. Caps
Q£~Y
Lock
(des activo)
I
Num
B
NYMSt::R
Muda 0 tec1ado nUJD.&-icopara activo ou desactivo.
Lock
I
Sc oll
I
SCROLL
Mucl.a pa1"a~
do ecra activo / des
activo.
Lock

O teclado é ligado á unidade do sistema através da porta do teclado (DIN ou PS2), que se situa normalmente na parte posterior da unidade do sistema.

1W ~ 3
1W ~ 3
6 5 4~3 2 V 1
6
5
4~3 2 V 1

6 PIN MINI-

2.5.1.4. Scanner:

O

scanner

(do

verbo

scan

-

examinar

ponto

por

ponto)

funciona

como

uma

fotocopiadora. Mas, em vez de produzir uma cópia numa folha de

papel, este equipamento converte a imagem para números (0,1) e a armazena num disco.

Permite

digitalizar

imagens

anteriormente

obtidas

métodos

edição eletrónica;

convencionais

para

incluir

em

documentos

e

por

para

convencionais para incluir em documentos e por para É possível que o software possa “ler” documentos,

É possível que o software possa “ler” documentos, convertendo a imagem para texto;

Este software é conhecido como OCR (Optical Character Reading) e transforma a imagem, que só é lida por editores de imagem, num texto, composto realmente de caracteres e não de imagens.

Os

2.5.1.5. Joystick:

Joysticks

permitem

controlar o movimento de

figuras

e

objetos em muitos jogos de computador.

de

Para utilizar um joystick é preciso uma porta de jogos (game port). Esta vem em placas que são inseridas nos slots de expansão.

uma porta de jogos (game port). Esta vem em placas que são inseridas nos slots de
uma porta de jogos (game port). Esta vem em placas que são inseridas nos slots de
uma porta de jogos (game port). Esta vem em placas que são inseridas nos slots de
poOl-! ~ ~.'
poOl-! ~ ~.'

22

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< ). consultua 2.5.1.6. Placas Digitalizadoras de Vídeo: São utilizadas para transformar o computador num monitor
< ). consultua 2.5.1.6. Placas Digitalizadoras de Vídeo: São utilizadas para transformar o computador num monitor

2.5.1.6. Placas Digitalizadoras

de Vídeo:

São utilizadas para transformar o computador num monitor de vídeo. Este tipo de placa é instalado no interior da caixa do computador, permitindo que seja ligado a ele uma câmara tradicional ou um videogravador.

2.5.1.7. Placa de TV:

tradicional ou um videogravador. 2.5.1.7. Placa de TV: Este tipo de placas permite transformar o computador

Este tipo de placas permite transformar o computador numa televisão. A maior parte destas placas permitem que esta operação seja feita de formas independentes do processador de dados. Também se podem ligar a estas placas câmaras de filmar.

2.5.1.8. Outros periféricos de Entrada:

Microfones;

Leitores de Código de Barras;

Leitores de Cartões Magnéticos;

Drive de CD-ROM;

Etc

2.6. Dispositivos de saída ou de output

Este tipo de dispositivos permite que o computador comunique com o utilizador, mostrando a informação.

Exemplos:

Monitor;

Impressora;

Colunas de Som;

Projetores de Vídeo;

Etc

2.6.1.Monitor e Placa de Vídeo:

É o periférico mais utilizado para visualização dos resultados do processamento, ou seja, da informação. Por isso é fundamental uma escolha cuidada.

Os monitores são formados por duas partes: o adaptador de vídeo (placa de vídeo) e o monitor propriamente dito.

partes: o adaptador de vídeo (placa de vídeo) e o monitor propriamente dito. •• POP~~ _
partes: o adaptador de vídeo (placa de vídeo) e o monitor propriamente dito. •• POP~~ _
•• POP~~ _ --- nr. ,."
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-

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A placa pode ser parte integrante da placa mãe ou uma placa de circuitos separada.
A placa pode ser parte integrante da placa mãe ou uma placa de circuitos separada.

A placa pode ser parte integrante da placa mãe ou uma placa de circuitos separada.

A placa de vídeo (ou adaptador gráfico ou ainda placa gráfica) é ligada ao monitor por

meio de um cabo, cuja configuração de fios, bem como dos sinais, variam de acordo com a placa de vídeo. O monitor transforma os sinais enviados pela placa em sinais que usa para mostrar a imagem no ecrã.

O tamanho de um monitor determina-se medindo a diagonal do ecrã (em polegadas).

As dimensões mais usuais são 14” e 15”, no entanto, em atividades que envolvem a manipulação de informações predominantemente gráficas (desenho técnico, vídeo, elaboração de revistas, etc.) é normal encontrar écrans de 17” ou até 20” e 21”.

Cores:

A primeira referência a fazer em termos de “cores” dá origem a dois tipos distintos de écran: monocromáticos e policromáticos.

Os écrans monocromáticos apresentam a informação numa única cor. Hoje um écran monocromático possibilita 256 tonalidades de cinzento.

Os écrans policromáticos são aqueles que apresentam a informação em várias cores. Atualmente existem 4 agrupamentos em termos de número máximo de cores que um écran policromático consegue representar: 16, 256, 65.536 ou 16.777.216 cores.

2.6.1.1. Resolução Gráfica:

De uma forma simplificada, a resolução gráfica significa definição de imagem; assim, quanto maior for a resolução gráfica, maior será a qualidade da imagem visualizada no écran.

A

resolução gráfica

é

medida

em

“pixels”

(picture

elements).

Por exemplo: uma

resolução de 640 x 480 significa 640 pixels na horizontal e 480 pixels na vertical.

A resolução gráfica do écran depende de três fatores:

Do écran;

Dos programas utilizados;

Da placa gráfica.

2.6.2.Impressoras:

Todas impressoras executam a mesma tarefa, fornecer cópia em papel, da saída do computador.

Todas impressoras executam a mesma tarefa, fornecer cópia em papel, da saída do computador. POPI-l ~~
Todas impressoras executam a mesma tarefa, fornecer cópia em papel, da saída do computador. POPI-l ~~
POPI-l ~~
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2.6.2.1. Impressoras Matriciais: Impressoras matriciais marcam a página do mesmo modo que uma máquina de
2.6.2.1. Impressoras Matriciais: Impressoras matriciais marcam a página do mesmo modo que uma máquina de

2.6.2.1. Impressoras Matriciais:

Impressoras matriciais marcam a página do mesmo modo que uma máquina de escrever, a cabeça de impressão pressiona uma fita que toca o papel e deixa a impressão. Há dois tipos básicos de impressoras matriciais: a de 9 pinos e a de 24 pinos.

de impressoras matriciais: a de 9 pinos e a de 24 pinos.  Vantagem – é
de impressoras matriciais: a de 9 pinos e a de 24 pinos.  Vantagem – é

Vantagem é ter um baixo custo.

Desvantagens muito lentas, barulhentas e a qualidade de impressão é má.

2.6.2.2. Outras Impressoras de impacto:

As impressoras de linha são utilizadas por programadores para imprimir listagens de

programas extensos, usadas também para imprimir registros bancários.

2.6.2.3. Impressoras Jacto de Tinta:

São diferentes das impressoras de impacto porque a cabeça impressora não atinge a fita ou a página. Como as matriciais, entretanto, as impressoras jacto de tinta criam caracteres como uma série de pontos de tinta.

Tais impressoras usam cartuchos de tinta (módulos que armazenam tinta). A cabeça de impressão contém uma série de bocais que produzem finas gotas de tinta, estas caem no papel, desenhando os caracteres.

de tinta, estas caem no papel, desenhando os caracteres. Produzem documentos de alta qualidade a um

Produzem documentos de alta qualidade a um preço relativamente baixa.

A velocidade de impressão deste tipo de impressoras vai desde as 0,5 ppm (páginas por minuto) a 5 ppm.

2.6.2.4. Impressoras a Laser:

A impressora a LASER funciona como uma fotocopiadora. O computador envia uma página de informação à impressora e esta guarda a página na memória.

envia uma página de informação à impressora e esta guarda a página na memória. PoPw~~·.II II
envia uma página de informação à impressora e esta guarda a página na memória. PoPw~~·.II II
PoPw~~·.II II h., '--- ,
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25

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A imagem da página é transferida para um tambor cilíndrico por onde passa o papel. O

papel recebe toner na área onde está a imagem.

A impressora contém as informações da página, e seu microprocessador interno compõe a figura. O laser é usado para desenhar a imagem no tambor. Na impressora a laser colorida, o papel passa pelo tambor 4 vezes, uma para cada cor (sendo também muito mais caras).

A velocidade de impressão deste tipo de impressoras vai desde as 4 ppm (páginas por

minuto) até às 20 ppm.

vai desde as 4 ppm (páginas por minuto) até às 20 ppm.  Vantagem – silenciosas,
vai desde as 4 ppm (páginas por minuto) até às 20 ppm.  Vantagem – silenciosas,

Vantagem silenciosas, rápidas e tem uma boa qualidade de impressão.

Desvantagem mas são as mais dispendiosas, quer no seu preço quer na manutenção e nos consumíveis que utilizam.

2.6.2.5. Impressoras de Margarida e Térmicas

(ultrapassadas)

2.6.2.6. Existem opções em termos de portas de impressão:

Porta serle (Serial ~ O<i cC)~ "" 7 ~-.-"'" Porta Para.lela -.-- ---/ (Pa7'alal ~
Porta
serle
(Serial ~
O<i cC)~
""
7
~-.-"'"
Porta
Para.lela
-.-- ---/
(Pa7'alal ~
0'a1 LPT1
Porta
USB
(LIni
sal ",,
Srrial Bus)

2.6.2.7. Plotter (traçadores de gráficos e de curvas)

Dispositivo de saída ligado ao computador por uma porta serie, utilizado na produção de desenhos em ambientes de arquitetura e engenharia, que não podem ser produzidos por impressoras. Em geral, desenham a saída em papel com uma caneta.

O plotter tem funcionamento semelhante à impressora.

impressoras. Em geral, desenham a saída em papel com uma caneta. O plotter tem funcionamento semelhante
impressoras. Em geral, desenham a saída em papel com uma caneta. O plotter tem funcionamento semelhante
impressoras. Em geral, desenham a saída em papel com uma caneta. O plotter tem funcionamento semelhante

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2.6.3.Outros periféricos de saída  Colunas de Som;  Data Show;  Projetores de Vídeo;
2.6.3.Outros periféricos de saída  Colunas de Som;  Data Show;  Projetores de Vídeo;

2.6.3.Outros periféricos de saída

Colunas de Som;

Data Show;

Projetores de Vídeo;

Etc.

2.7. Dispositivos de entrada e saída

Os periféricos de entrada e saída, são um conjunto de equipamentos que permitem o envio de dados para a unidade central de processamento (CPU) e também a saída das informações.

Exemplos:

Touchscreen (Monitor Táctil)

Unidade de disquetes;

Unidade CD-ROM;

CD-R (recortable);

CD-RW (rewritable).

DVD Digital Vídeo Disc;

Etc

2.7.1.Touchscreen (Monitor Táctil):

Este tipo de monitores permite, para além da visualização de informação (saída), a comunicação com o computador (através de um "monitor sensível ao toque") sem necessidade de teclado.

2.7.2.Placas de Rede:

sem necessidade de teclado. 2.7.2.Placas de Rede: As placas de rede são, geralmente, dispositivos que se

As placas de rede são, geralmente, dispositivos que se ligam ao computador através dos slots de expansão e que permitem ligar um computador a uma rede de computadores, permitindo também a partilha de ficheiros e recursos físicos nessa rede.

Existem diversos tipos de placas de rede que diferem entre si na forma como permitem a ligação aos restantes computadores, nomeadamente tipo de cabos, topologia de rede e velocidade de transferência.

2.7.3.Placas de Som:

As placas de som permitem que o computador grave (entrada) e reproduza (saída) som de alta qualidade.

Som: As placas de som permitem que o computador grave (entrada) e reproduza (saída) som de
Som: As placas de som permitem que o computador grave (entrada) e reproduza (saída) som de
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' "' , (~~,?!~ As placas de som podem já vir incorporadas na placa mãe,

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' "' , (~~,?!~ As placas de som podem já vir incorporadas na placa mãe, ou

As placas de som podem já vir incorporadas na placa mãe, ou podem ser placas de expansão que se ligam através dos slots de expansão.

Taxa e dimensão de amostra - este valor determina a qualidade do som produzido pela placa. Para se produzirem sons de boa qualidade, a capacidade de amostragem deverá ser superior ou igual a 16 bits e a taxa de amostragem deverá ser de 44,1 KHz.

Ligações comuns numa placa de som:

ser de 44,1 KHz. Ligações comuns numa placa de som: Joystick: esta porta permite a ligação

Joystick: esta porta permite a ligação de um joystick ou de um dispositivo MIDI (ex. piano electrónico)

Line In: permite a ligação de uma entrada de áudio (deck de cassetes, CD, etc.) para ser reproduzida através do PC.

Line Out: permite a ligação do computador a um amplificador para reproduzir o som através de uma aparelhagem de som.

Mic IN: permite a ligação ao computador de um microfone para gravar discursos ou outros sons.

Spk Out: permite a ligação do computador a colunas ou auscultadores para ouvir música ou qualquer outro tipo de som gerados pela placa de som.

ou qualquer outro tipo de som gerados pela placa de som. 2.7.4.Modems/fax: Os Modems são outro

2.7.4.Modems/fax:

Os Modems são outro tipo de dispositivos, atualmente, bem conhecidos dos PC´s. O modem permite que os PCs troquem informação através das linhas telefónicas.

No nível mais simples, pode trocar arquivos com o computador de um amigo; Num nível mais complexo, com os modems podemos fazer uma ligação à Internet (através de um ISP Internet service provider) e desta forma aceder a uma imensidade de bancos de dados.

e desta forma aceder a uma imensidade de bancos de dados. A maior parte dos modems

A maior parte dos modems pode enviar e receber faxes. Permitindo a criação de um documento que será depois enviado para outro computador ou aparelho de fax.

Os modems podem ser de dois tipos:

de um documento que será depois enviado para outro computador ou aparelho de fax. Os modems
de um documento que será depois enviado para outro computador ou aparelho de fax. Os modems
de um documento que será depois enviado para outro computador ou aparelho de fax. Os modems

28

Externo: é telefónica. Interno: é telefónica. ligado ao PC através de uma porta serie e
Externo: é telefónica. Interno: é telefónica. ligado ao PC através de uma porta serie e

Externo: é telefónica.

Interno: é telefónica.

ligado ao PC através de uma porta

serie

e

do modem é ligado à

linha

uma placa de

expansão na qual existe uma ficha para ligação à linha

2.7.5.Drives:

Os drives são dispositivos responsáveis por transmitir a informação entre os suporte de armazenamento secundário:

Unidade de disquetes;

Unidade CD-ROM;

Pen Drive

Etc

2.7.6.Unidade de Disquetes:

Dispositivo

responsável

por

transmitir

a

armazenamento secundário e o CPU.

informação

entre

os

suporte

de

As unidades de disquetes continuam a ser a periférico de entrada/saída mais utilizado em todos os tipos de computadores pessoais, representando o meio mais barato de transmitir informação.

A quantidade de informação que uma disquete pode conter depende do seu número de pistas e sectores.

Se

o

seu

sistema

tiver

apenas

uma

drive

de

disquetes,

ela

será

identificada

internamente pelos programas como drive A: (uma segunda drive seria drive B:).

2.7.7.Unidade CD-ROM:

Desenvolvido inicialmente pela Philips, e em seguida com

a colaboração da Sony, os cd-roms têm se tornado muito

populares, uma vez que são seguros, duráveis, fáceis de armazenar e com alta capacidade de armazenamento, eles têm

se tornado um grande meio de distribuição de programas.

Existem vários tipos de CD’s, nomeadamente:

CD-R;

CD-RW;

DVD

A sigla Cd-R significa cd recordable.

Sector
Sector

Pistas

de CD’s, nomeadamente:  CD-R;  CD-RW;  DVD A sigla Cd-R significa cd recordable. Sector
de CD’s, nomeadamente:  CD-R;  CD-RW;  DVD A sigla Cd-R significa cd recordable. Sector
POPI-l ~~
POPI-l ~~

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Um cd deste tipo pode ser gravado somente uma vez. Representam uma evolução dos Cd-rom
Um cd deste tipo pode ser gravado somente uma vez. Representam uma evolução dos Cd-rom

Um cd deste tipo pode ser gravado somente uma vez.

Representam uma evolução dos Cd-rom comuns, justamente pela capacidade de serem graváveis pelo utilizador comum. Gravação, não regravação, pois cada pit, quando é feito (queimado), não tem condições de ser apagado. Por isso, este tipo de cd permite que seja gravado somente uma vez.

CD <;- -~ - -s I1.2mm
CD
<;- -~
- -s I1.2mm

2.7.7.1. CD-RW:

A terceira fase da evolução dos discos ópticos é o cd óptico regravável.

Com este tipo de CD, podem ser realizadas várias gravações. Como?

Utilizando-se ligas metálicas exóticas, que mudam as suas propriedades de acordo com a temperatura. Na temperatura ambiente, as suas propriedades não são alteradas, mas, a altas temperaturas, estas ligas (térbio, gadolínio), ficam sensíveis a campos magnéticos. Então, para gravar nestes cds, basta que se eleve a temperatura a um nível que sensibilize estas ligas (utilizando laser), e aí, é só aplicar o campo magnético (através da cabeça magnética) devidamente, gravando os dados.

O DVD pretende ser um formato standard para:

Entretenimento;

Computadores;

Informação empresarial num único formato digital;

Eventualmente substituir o CD de áudio, cassetes de vídeo VHS, CD-ROM, e possivelmente os cartuchos de jogos de vídeo.

, DVD ( ,•••• ~ ••••• IO.66mm
,
DVD
(
,•••• ~
••••• IO.66mm
os cartuchos de jogos de vídeo. , DVD ( ,•••• ~ ••••• IO.66mm .!! ,II PO
os cartuchos de jogos de vídeo. , DVD ( ,•••• ~ ••••• IO.66mm .!! ,II PO

.!! ,II

PO P 1-1 ~~
PO P 1-1 ~~

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3. MS-DOS 3.1. História do MS-DOS A história de como o MS-DOS foi criado ilustra
3. MS-DOS 3.1. História do MS-DOS A história de como o MS-DOS foi criado ilustra

3. MS-DOS

3.1. História do MS-DOS

A história de como o MS-DOS foi criado ilustra o imprevisível curso de eventos na

indústria de computadores. O processador 8086 é importante na história do MS-DOS, já que este foi originalmente criado por Tim Paterson e a Seattle Computer Products, em 1980, para ser o sistema operativo de sua recentemente criada placa de CPU com um processador 8086.

Quando a placa de CPU da Seattle Computer apareceu no mercado pela primeira vez, em meados de 1979, o MS-DOS ainda não estava era sequer pensado pelos seus criadores. A Digital Research havia anunciado que o S.O. CP/M-86 estaria pronto para operar o sistema 8086, e, então, as expectativas eram de que nenhum outro sistema operativo seria mais necessário. (O sistema operativo CP/M da Digital Research era na época o mais popular sistema operativo feito para os computadores que utilizavam o chip microprocessador 8080 ou o Z80).

Entretanto, a chegada do CP/M-86 foi adiada, e após esperar por quase um ano, a Seattle Computer decidiu criar seu próprio sistema operativo, denominando-o QDOS. Quatro meses depois, em Agosto de 1980, o QDOS estava pronto para ser lançado no mercado. Pouco depois de seu lançamento, uma outra firma sediada em Seattle no estado de Washington, EUA, chamada Microsoft decidiu comprar o QDOS e fazer dele seu próprio sistema operativo sob o nome de MS-DOS. A Microsoft tornou-se famosa por sua versão de BASIC, mas nunca havia antes vendido um sistema operativo. Alguns meses depois que o MS-DOS foi lançado, o CP/M- 86 surgiu.

A Microsoft lançou versões aperfeiçoadas do MS-DOS. Cada lançamento subsequente

do MS-DOS é chamado de uma nova versão, sendo estas versões numeradas. O primeiro lançamento do MS-DOS é chamado de 1.0. A medida que foram feitos melhoramentos a Microsoft lançou outras versões. E finalizou o lançamento deste Sistema Operativo lançado em 1995 e que finalizou o desenvolvimento deste SO com a versão 6.22.

3.2. MS-DOS por dentro

Muitas pessoas usavam computadores com MS-DOS durante anos sem conhecer nada sobre o que o MS-DOS fazia por elas. Mas um pouco de conhecimento pode ajuda-lo a usar o seu S.O. eficazmente. Também pode ajuda-lo a determinar os limites do que se pode esperar do MS-DOS.

Se pudesse ver o interior do MS-DOS, veria uma complicada massa de instruções de computador. Estas instruções são escritas em linguagem de máquina, que é uma linguagem especial reconhecida pela CPU, que sabe como interpreta-la. Felizmente, não é preciso saber linguagem de máquina para poder usar o MS-DOS, nem é preciso saber como o MS-DOS executa seu trabalho.

linguagem de máquina para poder usar o MS-DOS, nem é preciso saber como o MS-DOS executa
linguagem de máquina para poder usar o MS-DOS, nem é preciso saber como o MS-DOS executa
POPI-l ~~
POPI-l ~~

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3.3. Iniciar o MS-DOS Logo que se liga o computador, este acede um determinado conjunto
3.3. Iniciar o MS-DOS Logo que se liga o computador, este acede um determinado conjunto

3.3. Iniciar o MS-DOS

Logo que se liga o computador, este acede um determinado conjunto de informações residentes na ROM-BIOS (Read Only Basic Input/Output System - um conjunto de programas residentes no computador que realiza as operações de controle e supervisão mais básicas, de nível mais baixo para o computador) do computador. Através das instruções da BIOS, é feito o autoteste de inicialização (ou POST - Power-On Self-Test) que testa todas as características funcionais do computador (RAM, teclado, vídeo, drives, etc.). Logo após, o computador procurar pelo sistema operativo no disco ou na disquete que estiver na drive.

Se na disquete houver o SO este é carregado para a memória, caso contrário o computador solicitara a troca para recomeçar o processo. O programa gravado no “registo” de boot é quem faz a carga do sistema operativo. No caso de não haver disquete na drive o disco rígido será lido em busca do sistema operativo sendo então o MS-DOS carregado do disco para a RAM e começa a executar. Quando o MS-DOS está pronto para receber um comando ou executar um programa, ele exibe um prompt no ecrã e aguarda até que você lhe diga o que fazer. Um prompt é simplesmente um sinal que indica que um programa (neste caso o MS-DOS) esta a aguardar que você digite algo.

O prompt do MS-DOS, geralmente A: , B: ou C:, avisa que o DOS esta pronto para

receber um comando do utilizador. Para se executar um comando, simplesmente digita-se seu nome no teclado e de seguida pressionar a tecla ENTER.

Após você dizer ao DOS o nome do comando, o sistema operativo tem de encontrar o respetivo programa. Ele tem duas escolhas sobre onde encontra-lo. Um comando pode estar interna ou externamente armazenado. Denominamos de RESIDENTES ou INTERNOS os comandos que aparecem na memória do microcomputador enquanto o MS-DOS estiver ativo, de UTILITÁRIOS ou EXTERNOS os comandos que residem em discos e que são trazidos para a memória apenas quando solicitados.

3.4. Introdução ao MS-DOS.

O MS-DOS é apenas um exemplo de uma classe de programas de computador que são

conhecidos como sistemas operativos. A tarefa deste sistema operativo é basicamente supervisionar e direcionar o trabalho de operação do computador. O DOS gestor de dispositivos, controla programas e processa comandos. O gestor de dispositivos (impressora, iscos, monitor, teclado, etc), envolve tudo o que é necessário para manter as partes do computador a funcionar corretamente. O controlo de programas envolve a preparação dos programas para execução e fornecimento de serviços para os programas funcionarem. O processo de comandos envolve solicitações que o utilizador faz ao sistema operativo para executar determinada tarefa.

Dentre as diversas tarefas do DOS, o que vemos acontecer de facto, é o que chamamos de processamento de comandos. Esta tarefa, não é nada mais que, um programa que pedimos para o DOS executar, para realizar determinada tarefa.

tarefa, não é nada mais que, um programa que pedimos para o DOS executar, para realizar
tarefa, não é nada mais que, um programa que pedimos para o DOS executar, para realizar
POPI-l ~~
POPI-l ~~

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Ao solicitarmos um comando o DOS verifica em sua tabela interna (COMMAND.COM), caso encontre, o
Ao solicitarmos um comando o DOS verifica em sua tabela interna (COMMAND.COM), caso encontre, o

Ao solicitarmos um comando o DOS verifica em sua tabela interna (COMMAND.COM), caso encontre, o comando será executado (comandos internos do MS-DOS), caso não encontre, ele procurará no disco o comando externo (são programas que possuem extensão .exe, .com ou .bat). Esta busca é feita dependendo do caminho que estiver no comando Path. Exemplo de comandos Internos (Cls, Copy, Date, etc) e comandos externos = format, more, edit, tree, etc (Ver os arquivos em c:\windows\system32 S O Windowx XP).

3.5. Características

Sistema Operativo que se caracteriza por ser monoutilizador e monoprogramado. A comunicação do utilizador com o MS-DOS ocorre de dois modos, o modo interativo e o modo batch.

Modo Interativo: Propriedade de executar um comando no instante em que foi digitado através do prompt que é um sinal que indica que o DOS esta pronto para executar seus comandos.

Modo batch: Também chamado de comandos em lote, ou seja, uma sequência de comandos que serão executados na ordem em que aparecem. Os comandos desejados devem ser colocados em ordem sequencial em um arquivo que pode ser criado por um processador de textos.

O prompt do MS-DOS, geralmente A:> , B:> ou C:>, avisa que o DOS esta pronto para receber um comando do utilizador. Para se executar um comando, simplesmente digita-se seu nome no teclado e a seguir pressiona-se a tecla ENTER.

3.6. Diretórios e Arquivos

3.6.1. Diretório

Porção lógica de espaço em disco associada a um nome. Um utilizador pode criar um diretório e dar-lhe um nome. Um diretório pode possuir vários subdiretórios que por sua vez podem possuir também vários subdiretórios, formando desta forma o que chamamos de estrutura hierárquica de diretórios. Estes diretórios podem conter também arquivos (programas, aplicativos, utilitários, conjunto de dados). A finalidade de se usar diretórios reside na necessidade de se organizar o disco, de modo a separar os arquivos de acordo com interesses específicos.

3.6.2. Arquivos

Os nomes de arquivos possuem nome e extensão, separada do nome por um ponto (.). São válidas para o nome e extensão qualquer letra do alfabeto, minúscula ou maiúscula e dígitos numéricos. Os caracteres < > . , ; : não podem ser utilizados pois o MS-DOS os utiliza para outros propósitos. Existem algumas extensões pré-definidas, que são as especificadas abaixo:

utiliza para outros propósitos. Existem algumas extensões pré-definidas, que são as especificadas abaixo: POPI-l ~~ 33
utiliza para outros propósitos. Existem algumas extensões pré-definidas, que são as especificadas abaixo: POPI-l ~~ 33
POPI-l ~~
POPI-l ~~

33

 .BAK - arquivos de backup.  .DOC - arquivo documento, arquivo texto.  TXT
 .BAK - arquivos de backup.  .DOC - arquivo documento, arquivo texto.  TXT

.BAK - arquivos de backup.

.DOC - arquivo documento, arquivo texto.

TXT - arquivo texto.

.XLS Ficheiro de calculo do excel.

.BAT - arquivo de comandos em lote.

.EXE - programa executável.

3.7. Utilização de referência global ou múltipla de arquivos

Utilizada quando se deseja fazer referência a um grupo de arquivos que possuem nomes semelhantes. Para tanto utiliza-se o " * " e a " ? ", sendo que o primeiro é utilizado para substituir uma cadeia de caracteres e o segundo apenas um caractere. Ex:

analise.dat; kc.txt ; alcool.doc; ka.txt ; carta.txt; kb.doc ; dollar.txt; ka.doc

*.* -> é tratado como ????????.??? e faz referência a todos os arquivos.

*.txt -> referencia todos os arquivos c/ extensão .txt não importando o nome.

a*.* -> referencia todos os arquivos que começam com " a " e tem qualquer extensão.

??LL*.* -> faz referencia ao arquivo dollar.txt pois é o único que possui dois " l " após os 2 primeiros caracteres.

" k " e cuja extensão é .txt (kc.txt,

k?.txt -> referencia todos os arquivos que começam c/ ka.txt)

3.8. PROMPT (PRONTO) do sistema

O C > ( ou A >, se o boot tiver sido feito via disquete) é chamado prompt do sistema, pois o sistema esta pronto para receber nossos comandos. Neste ponto, o DOS esta no nível de comando. O pronto do sistema tem também a finalidade de identificar a drive corrente, pois o DOS identifica as suas drives com uma letra. Geralmente as letras mais usadas são A e B p/ drives de disquete e C para o disco rígido.

3.9. Mudança da unidade de disco

Para mudarmos a drive corrente basta digitarmos junto ao prompt do sistema a letra relacionada a drive para o qual desejamos mudar seguida do sinal de dois pontos (:).

Exemplo:

A> b:

B> c:

C>

a drive para o qual desejamos mudar seguida do sinal de dois pontos (:). Exemplo: A>
a drive para o qual desejamos mudar seguida do sinal de dois pontos (:). Exemplo: A>
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3.10.Comandos  CLS: comando utilizado para se limpar o ecrã. Sintaxe: A:\>CLS ou C:\>CLS 
3.10.Comandos  CLS: comando utilizado para se limpar o ecrã. Sintaxe: A:\>CLS ou C:\>CLS 

3.10.Comandos

CLS: comando utilizado para se limpar o ecrã.

Sintaxe: A:\>CLS ou C:\>CLS

TIME: -comando utilizado para verificar e configurar a hora do sistema.

Sintaxe: TIME hh:mm:ss

Ex. TIME

DATE: comando utilizado para verificar e configurara a data do sistema.

Sintaxe: DATE mm-dd-aa

Ex. C:\> DATE

VER: -utilizado para exibir a versão do MS-DOS

Sintaxe: VER

Ex. C:\>VER

TYPE: utilizado para se exibir o conteúdo de um arquivo tipo texto.

Sintaxe: TYPE [unidade][caminho] nome arquivo

Ex. C:\>TYPE arq1.txt

Obs. MORE- Permite a paginação na ecran.

C:\>TYPE a:\arq2.txt |MORE

3.10.1. Comandos de Redireccionamento

O MS-DOS utiliza como entrada padrão para seus comandos, o teclado e como saída padrão o vídeo. Podemos alterar isto através do redireccionamento, para tanto utilizamos os sinais de menor que (<), maior que (>) e o pipe (|) ou >>(permite acrescentar um parâmetro para o comando).

Ex. c:\>TYPE a:arq1.txt >PRN

MORE: comando utilizado para exibir o conteúdo de um arquivo tipo texto. Difere-se do comando TYPE porque exibe a listagem paginando. O comando MORE necessita de um redireccionamento de entrada.

Sintaxe: nomedoarquivo | MORE

Ex. TYPE arq1.doc |MORE (a saída do comando TYPE é a entrada do comando MORE)

MORE < a:arq2.txt

MORE < arq3.txt >PRN (>PRN- redireciona para impressora )

Obs. <crtl>+<c> ou <crtl>+break - cancela o comando.

ou

MORE < nomedoarquivo

(< - redireciona o MORE para a ecran)

DIR: usado para exibir os arquivos, diretórios e subdiretórios. Se usado sem parâmetros e opções, este exibirá o nome de volume, o número de série do disco, os diretórios, os arquivos e suas respetivas extensões, seus tamanhos, a data e a hora de criação ou

os diretórios, os arquivos e suas respetivas extensões, seus tamanhos, a data e a hora de
os diretórios, os arquivos e suas respetivas extensões, seus tamanhos, a data e a hora de
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alteração, o total de arquivos exibidos, seus tamanhos acumulados e o total de espaço livre
alteração, o total de arquivos exibidos, seus tamanhos acumulados e o total de espaço livre

alteração, o total de arquivos exibidos, seus tamanhos acumulados e o total de espaço livre em disco em bytes.

Sintaxe: DIR [unidade][caminho][/P][/W]/A:ATRIBUTOS]

o

Opções do DIR:

o

/P- exibe a listagem de arquivos e diretórios ecrã por ecrã

 

o

/W- exibe a listagem no formato horizontal com até 5 arquivos ou diretórios por linha.

o

/A- exibe os arquivos e diretórios que atendem aos parâmetros especificados.

 

o

/A:H -arquivos ocultos

 

o

/A:-H -arquivos não ocultos

o

/A:R -arquivos somente de leitura

o

/A:-R -arquivos que não são somente de leitura

o

/A:D -somente diretórios

o

/A:-D -somente arquivos

o

/A:S -arquivos de sistema

o

/O- Opção que permite ao utilizador definir a ordem de classificação a ser utilizada pelo comando DIR. Se o utilizador não utilizar esta opção o comando DIR exibirá a listagem dos arquivos e diretórios conforme aparecem no diretório raiz.

o

/O:N -por ordem alfabética de nome (crescente)

 

o

/O:-N -por ordem alfabética de nome (decrescente)

o

/O:E -por ordem de extensão (crescente)

o

/O:-E -por ordem de extensão (decrescente)

o

/O:D -por ordem de data (crescente)

o

/O:-D -por ordem de data (decrescente)

o

/S -exibe

cada ocorrência do arquivo especificado no

diretório

corrente e

seus

subdiretórios.

o

/B -exibe todos os arquivos e subdiretórios, exceto os arquivos escondidos e do sistema, sem informação adicional.

Ex. C:\>DIR /w

C:\>DIR a:/p

C:\>DIR b: /a:h

C:\>DIR /a:-r /o:n

C:\>DIR carta.doc /o:d /s

C:\>DIR /a:d

/w C:\>DIR a:/p C:\>DIR b: /a:h C:\>DIR /a:-r /o:n C:\>DIR carta.doc /o:d /s C:\>DIR /a:d POPI-l
/w C:\>DIR a:/p C:\>DIR b: /a:h C:\>DIR /a:-r /o:n C:\>DIR carta.doc /o:d /s C:\>DIR /a:d POPI-l
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 COPY -comando utilizado para copiar arquivos de um local para outro, utilizado para concatenar
 COPY -comando utilizado para copiar arquivos de um local para outro, utilizado para concatenar

COPY -comando utilizado para copiar arquivos de um local para outro, utilizado para concatenar vários arquivos gerando apenas um.

Sintaxe: COPY[origem][destino] /V

o

Origem: refere-se ao local de onde o arquivo ou conjunto de arquivos serão copiados.

o

Destino: refere-se ao local para onde o arquivo ou conjunto de arquivos serão copiados.

Opção:

Ex. C:\>COPY a:*.txt b:

C:\>COPY carta.doc carta.txt

C:\>COPY b:t*.txt

C:\>COPY b:t*.?xt c:\ws

C:\>COPY b:normas.txt PRN

C:\>COPY CON COMANDOS.BAT (cria o arquivo comandos.bat utilize CTRL + Z para finalizar texto)

C:\>COPY a:\ws\*.txt \word

C:\>COPY arq1.txt+arq2.txt b:

C:\>COPY *.txt b:

DEL (ERASE) -comando utilizado para se deletar, excluir um ou mais arquivos.

Sintaxe: DEL [unidade][caminho] caminho /P

Opção:

/P -faz com que o MS-DOS mostre uma mensagem de confirmação para cada arquivo a ser deletado.

Ex. C:\>DEL arq1.txt

C:\>DEL *.$$$

C:\>DEL a:*.txt /P

C:\>ERASE b:carta.doc

C:\>DEL *.*

REN- comando utilizado para se renomear um ou mais arquivos.

Sintaxe: REN [unidade][caminho]arq1 arq2

Onde, [unidade][caminho]arq1 - correspondem à localização do arquivo ou arquivos a serem renomeados e arq2 - corresponde ao novo nome do arquivo ou conjunto de arquivos.

Obs. Qualquer erro com o comando RENAME faz com que o MS-DOS envie uma mensagem de arquivo duplicado ou arquivo não encontrado. O MS-DOS não aceita dois arquivos com o mesmo nome no mesmo diretório.

ou arquivo não encontrado. O MS-DOS não aceita dois arquivos com o mesmo nome no mesmo
ou arquivo não encontrado. O MS-DOS não aceita dois arquivos com o mesmo nome no mesmo
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Ex. C:\>REN arq1.txt arq2.txt C:\>REN a:*.doc *.txt C:\>REN carta.doc carta1.doc  MD - comando utilizado
Ex. C:\>REN arq1.txt arq2.txt C:\>REN a:*.doc *.txt C:\>REN carta.doc carta1.doc  MD - comando utilizado

Ex. C:\>REN arq1.txt arq2.txt

C:\>REN a:*.doc *.txt

C:\>REN carta.doc carta1.doc

MD - comando utilizado para se criar um diretório.

Sintaxe: MD [unidade][caminho] nome diretório

Ex. C:\>MD editor

C:\>MD \ws\texto

C:\>MD\aula\rede

CD - comando utilizado para se alterar o diretório corrente.

Sintaxe: CD [caminho]

Onde, [caminho] - refere-se à localização para onde o utilizador deseja ir.

Ex. C:\>CD firmas

C:\>FIRMAS>CD contas

C:\FIRMAS\CONTAS>CD

C:\USER\ALUNOS>CD

\PROFES\BECSOM

RD - comando utilizado para se remover, excluir, deletar um diretório.

Sintaxe: RD[unidade][caminho]nome diretório

Obs. O MS-DOS não permite que um utilizador delete um diretório que não esteja vazio, ou seja, que contenha arquivos ou subdiretórios a não ser que seja utilizado o comando DELTREE. O MS-DOS não permite que deletemos o directório corrente.

Ex.

C:\>RD firmas\contas

C:\>RD firmas

PROMPT - comando utilizado para se alterar o prompt, o pronto do sistema.

Sintaxe: PROMPT [texto]

Onde, [texto] refere-se a qualquer "texto" digitado pelo utilizador Obs. O comando prompt quando utilizado sem parâmetros faz com que o MS-DOS retorne o prompt à sua configuração padrão (default) que é a unidade corrente seguida do sinal maior que (C>).

CARACTER RESULTAOO $G > $B I $T hor-a do S-ist:e n~ $0 d~Q do siste~
CARACTER
RESULTAOO
$G
>
$B
I
$T
hor-a do S-ist:e n~
$0
d~Q do siste~
$V
vel'"s.io do sist"'n:1.
SN
urud;;ade QOIT'enUt
Sf>
di~rio
corntn1.

Ex.

C>PROMPT tpd

TPD PROMPT aula de sexta

AULA DE SEXTA PROMPT $p$g

Sf> di~rio corntn1. Ex. C>PROMPT tpd TPD PROMPT aula de sexta AULA DE SEXTA PROMPT $p$g
Sf> di~rio corntn1. Ex. C>PROMPT tpd TPD PROMPT aula de sexta AULA DE SEXTA PROMPT $p$g
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C:\USER\PROFES>PROMPT a data é $d A DATA É: 22/06/93  VOL: comando utilizado para se
C:\USER\PROFES>PROMPT a data é $d A DATA É: 22/06/93  VOL: comando utilizado para se

C:\USER\PROFES>PROMPT a data é $d

A DATA É: 22/06/93

VOL: comando utilizado para se exibir o nome de volume de um disco.

Sintaxe: VOL [unidade:]

Ex.

C:\>VOL a:

C:\>VOL b:

C:\>VOL

LABEL: comando utilizado para se incluir, alterar ou excluir o nome de volume de um disco.

Sintaxe: LABEL [unidade:] nome

Obs. -Se utilizarmos o comando LABEL sem parâmetros o MSDOS exibe uma mensagem solicitando pela inclusão do nome de volume do disco caso este não tenha. Em caso contrário, sua alteração ou sua exclusão.<ENTER>

TREE: comando que permite que ao utilizador exiba graficamente a estrutura hierárquica de diretórios.

Sintaxe: TREE [unidade:][caminho] /F /A

Opções: /F -exibe também os arquivos contidos em cada subdiretório do diretório especificado.

/A -exibe a estrutura utilizando caracteres tipo texto.

Ex.

C:\>TREE a:

C:\>TREE \ws /F

 

C:\>TREE \ws /F |MORE

 

C:\>TREE \ws /F >PRN

comando

PATH:

que

define

um

caminho

de

pesquisa

para

comandos

e

arquivos

executáveis.

Sintaxe: PATH [unidade:caminho][; ]

Obs. -O comando PATH quando usado sem parâmetros, exibe o path corrente.

O MSDOS sempre procura por arquivos executáveis ou comandos, primeiro no diretório corrente.

Ex.

C:\>PATH a:;b:;c:\ws;c:\tp;c:\planilha\lotus;

C:\>PATH;

SYS: comando que copia os arquivos escondidos (IO.SYS e MSDOS.SYS) e o COMMAND.COM para um disco, fazendo com que este se torne um disco de "boot", pois estes são os arquivos necessários para se dar "partida" no MS-DOS.

Sintaxe: SYS unidade:

Ex.

C:\>SYS a:

os arquivos necessários para se dar "partida" no MS-DOS. Sintaxe: SYS unidade: Ex. C:\>SYS a: POPI-l
os arquivos necessários para se dar "partida" no MS-DOS. Sintaxe: SYS unidade: Ex. C:\>SYS a: POPI-l
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C:\>SYS b:  CHKDSK: comando que gera um relatório do estado do disco, com informações
C:\>SYS b:  CHKDSK: comando que gera um relatório do estado do disco, com informações

C:\>SYS b:

CHKDSK: comando que gera um relatório do estado do disco, com informações como, total de espaço em disco, espaço ocupado em disco, espaço livre em disco (todos em bytes), total de arquivos do disco, total de arquivos ocultos do disco, total de memória, total de memória disponível. Este comando, também, exibe possíveis erros lógicos e físicos do disco, como por exemplo, unidades de alocação (erro lógico) perdidas ou setores defeituosos (erro físico do disco).

Sintaxe: CHKDSK [unidade:] /F /V

Opções: /F -corrige possíveis erros lógicos do disco, como unidades de alocação perdidas.

/V -exibe o nome de cada arquivo que está sendo verificado.

Ex.

C:\>CHKDSK a: /F /V

C:\>CHKDSK

Obs.: O utilizador que possui uma versão do MSDOS igual ou superior à 6.2 deve utilizar o utilitário SCANDISK. Ele deteta, diagnostica e repara erros de disco. O SCANDISK pode reparar também seu sistema de arquivo (FAT - Tabela de Alocação de Arquivos).

FORMAT: comando utilizado para se formatar um disco. O FORMAT cria uma nova FAT e um novo diretório raiz, cria trilhas novas e deteta áreas defeituosas e as marca para não serem utilizadas posteriormente.

Sintaxe: FORMAT [unidade:] /V:nome /S. Opções:

o

/V:nome - coloca um nome de volume no disco a ser formatado.

o

/S - copia os arquivos escondidos (IO.SYS e MSDOS.SYS e o COMMAND.COM) para o disco formatado, fazendo com que este se torne um disco de 'boot'.

o

/Q 0 -é o que chamamos de formatação rápida. Esta opção cria uma nova FAT, um novo diretório raiz, mas não deteta nem marca áreas defeituosas.

Ex.

C:\>FORMAT a: /S

DISKCOPY: comando utilizado para se fazer uma cópia idêntica do conteúdo de um disco para outro.

Sintaxe: DISKCOPY [origem][destino] /V

Opção:

/V -faz com que o MSDOS verifique se a cópia foi feita corretamente.

Obs.: O disco de destino não precisa estar necessariamente formatado, pois o MSDOS o formata enquanto copia. Pode-se usar o mesmo drive para se efetuar a cópia. Este comando só pode ser utilizado com disquetes. Os disquetes tem que ter o mesmo formato, tipo.

Ex.

C:\>DISKCOPY a: b: /V

C:\>DISKCOPY a: a:

Os disquetes tem que ter o mesmo formato, tipo. Ex. C:\>DISKCOPY a: b: /V C:\>DISKCOPY a:
Os disquetes tem que ter o mesmo formato, tipo. Ex. C:\>DISKCOPY a: b: /V C:\>DISKCOPY a:
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40

 DEFRAG: É o desfragmentador de arquivos do DOS. O MSDOS pode ou não gravar
 DEFRAG: É o desfragmentador de arquivos do DOS. O MSDOS pode ou não gravar

DEFRAG: É o desfragmentador de arquivos do DOS. O MSDOS pode ou não gravar um arquivo em clusters sequenciais. À medida que os arquivos vão sendo gravados ou apagados, o disco começa a ficar fragmentado, ou seja, esse fato acaba fazendo com que o acesso para leitura ou gravação de um arquivo acabe ficando mais lento. O DEFRAG copia os arquivos para setores consecutivos.

Sintaxe: c:\> defrag

MOVE : movimenta um ou mais arquivos para outra localização no mesmo disco

Sintaxe: c:\> move [origem] [destino]

Ex.

c:\> move c:\ws\arq1.txt c:\winword\doc

ATTRIB: comando utilizado para definir ou exibir atributos de um arquivo.

Sintaxe: ATTRIB +R -R +A -A +H -H +S -S arquivo /S

Onde, +R -R -ativa/desativa o atributo de somente de leitura; +A -A -ativa/desativa o atributo de arquivo, +H -H -ativa/desativa o atributo de arquivo oculto, +S -S - ativa/desativa atributo de sistema dos arquivos, /S -ativa/desativa opção especificada em subdirectório

Ex.

C:\>ATTRIB -A a:*.bak

C:\>ATTRIB +R *.txt

DOSKEY: comando utilizado para manter uma lista dos comandos digitados e permite a criação de macros.

C:\>DOSKEY

a) a seta para cima exibe o comando anterior da lista

b) a seta para baixo exibe o próximo comando da lista

c) PgUp -exibe o 1º comando da lista

d) PgDn -exibe o último comando da lista

e) F7 -exibe a lista

f) F9 -exibe a mensagem: "número da linha"

C:\>DOSKEY /history >comandos.doc

(joga lista de comandos no arquivo comandos.doc)

FDISK: comando utilizado para particionar o disco rígido. Este comando pode ser utilizado a partir do PROMPT ou quando da instalação do MSDOS (setup). Cada sistema operativo possui características (padrões) próprias, portanto, para se utilizar 2 ou mais S.O., num mesmo computador, deve-se "particionar" o disco. As Partições:

a) Partição NÃO DOS: é aquela partição do winchester que armazenará um sistema operativo não DOS e seus arquivos e directórios.

b) Partição Primária do DOS: é aquela partição que contém os arquivos que dão partida

ao DOS (IO.SYS, MSDOS.SYS e COMMAND.COM). Deve ser a partição ativa. Geralmente é o

drive C.

dão partida ao DOS (IO.SYS, MSDOS.SYS e COMMAND.COM). Deve ser a partição ativa. Geralmente é o
dão partida ao DOS (IO.SYS, MSDOS.SYS e COMMAND.COM). Deve ser a partição ativa. Geralmente é o
POPI-l ~~
POPI-l ~~

41

c)Partição Extendida do DOS: é aquela que pode conter uma ou mais unidades lógicas (D,E,F,G,
c)Partição Extendida do DOS: é aquela que pode conter uma ou mais unidades lógicas (D,E,F,G,

c)Partição Extendida do DOS: é aquela que pode conter uma ou mais unidades lógicas

(D,E,F,G,

).

Cada unidade lógica pode conter arquivos e directórios.

3.11.Programas em lote

Conjunto de comandos armazenados em um arquivo tipo texto (não formatado). Estes programas podem ser executados digitando-se o seu nome. Os programas em lote devem ter a extensão .BAT. Para cancelar um programa em lote digite CTRL + BREAK.

Vantagens da utilização de programas em lote:

a) Personalizam o MSDOS;

b) Agilizam a execução dos trabalhos - para elaborá-los utiliza-se um editor de

textos (EDIT, WS, WORD, etc

)

ou o comando COPY CON.

O arquivo AUTOEXEC.BAT é um programa em lote que é executado sempre que inicializamos a máquina.

Ex. C:\>COPY CON exemplo.bat Time date chkdsk a:

copy arq1.txt a:

^Z

- comando utilizado para

ECHO

ativar/desativar a

exibição dos

comandos.

Também

utilizado para exibir mensagens.

Sintaxe: ECHO [ON/OFF]

ECHO [mensagem] Ex. C:\>COPY CON teste.bat @ECHO OFF CLS ECHO. ECHO. ECHO *** programa exemplo *** ECHO *** de comandos *** ECHO *** do MSDOS *** ECHO. ECHO o diretório TESTE contém os seguintes arquivos DIR c:\>TESTE ECHO *** fim de processamento *** ^Z

PAUSE -comando utilizado para fazer uma parada no processamento de um programa em lote. Este comando emite a mensagem "pressione uma tecla para continuar". Ex.

de um programa em lote. Este comando emite a mensagem "pressione uma tecla para continuar". Ex.
de um programa em lote. Este comando emite a mensagem "pressione uma tecla para continuar". Ex.
POPI-l ~~
POPI-l ~~

42

C:\>COPY CON testepause.bat @ECHO OFF CLS ECHO. ECHO. ECHO *** programa de cópia *** ECHO.
C:\>COPY CON testepause.bat @ECHO OFF CLS ECHO. ECHO. ECHO *** programa de cópia *** ECHO.

C:\>COPY CON testepause.bat @ECHO OFF CLS ECHO. ECHO. ECHO *** programa de cópia *** ECHO. ECHO insira um disco no drive A ECHO. PAUSE COPY *.doc a:

ECHO. ECHO *** fim de processamento *** ^Z

REM -comando utilizado para se incluir comentários em um programa em lote. Ex.

C:\>COPY CON quarto.bat @ECHO OFF REM programa : testelote.bat REM autor : ETE Pedro Ferreira Alves REM descrição : programa exemplo REM data : 01/04/05 Time date dir /p ^Z

CALL -comando utilizado para executar um programa em lote a partir de outro programa em lote.

C:\>COPY CON call1.bat @ECHO OFF CLS ECHO. ECHO este é o conteúdo da disquete DIR a:/P PAUSE CALL call2 DIR ^Z C:\>COPY CON call2.bat @ECHO OFF CLS Dir /W ^Z

o conteúdo da disquete DIR a:/P PAUSE CALL call2 DIR ^Z C:\>COPY CON call2.bat @ECHO OFF
o conteúdo da disquete DIR a:/P PAUSE CALL call2 DIR ^Z C:\>COPY CON call2.bat @ECHO OFF
POPI-l ~~
POPI-l ~~

43

 PARAMETROS EM ARQUIVOS DE LOTE: C:\>COPY CON parametro.bat @ECHO OFF REM descrição: programa que
 PARAMETROS EM ARQUIVOS DE LOTE: C:\>COPY CON parametro.bat @ECHO OFF REM descrição: programa que

PARAMETROS EM ARQUIVOS DE LOTE:

C:\>COPY CON parametro.bat @ECHO OFF REM descrição: programa que move um ou mais arquivos de um diretório para outro CLS DIR %1 /P COPY %1 %2 DIR %2 ^Z C:\>parametro *.txt C:\ws

COMANDOS IF E GOTO

@echo off cls echo. echo. :inicio echo ***mensagem!!*** echo. Pause if %1 == T goto teste if not exist sandro.txt goto erro :erro echo ***erro*** goto fim :teste echo *teste* :fim echo **fim**

teste if not exist sandro.txt goto erro :erro echo ***erro*** goto fim :teste echo *teste* :fim
teste if not exist sandro.txt goto erro :erro echo ***erro*** goto fim :teste echo *teste* :fim
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44

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4. Ambiente gráfico Windows

4.1. Formatação do computador e instalação do Windows

4.1.1.Antes de Formatar

Para formatar um disco de um computador com o Windows XP, é necessário ter:

CD de instalação do Windows XP com a chave de ativação válida;

Drivers dos dispositivos (sejam eles on-board ou das placas de expansão);

Backup dos arquivos (se possível e necessário).

4.1.2.Formatar

1 Aceder à Bios e colocar o computador a arrancar pela unidade de CD ou DVD;

BIOS SITUP UTILITY I·OUP.l t·,·! ",",1 '1' k ,.\ Spec I ftes Ue IDat Device
BIOS SITUP UTILITY
I·OUP.l
t·,·!
",",1
'1'
k ,.\
Spec I ftes Ue IDat
Device Priority
~
IDat Setti'ngS eooflguration
Jtg
BIOS SETUP UTIUTY ; Iaot leulce PrIOrity Spec I rtes the Iaoot sequence fro. tie
BIOS SETUP UTIUTY
;
Iaot leulce PrIOrity
Spec I rtes the Iaoot
sequence fro. tie
available devices
2M loot Deu ice

2 Saia da Bios e guarde:

Saue cunfigql t Inn changes and exit Ilow"f Ifauce l.l
Saue cunfigql
t Inn changes and exit
Ilow"f
Ifauce l.l
devices 2M loot Deu ice 2 Saia da Bios e guarde: Saue cunfigql t Inn changes
devices 2M loot Deu ice 2 Saia da Bios e guarde: Saue cunfigql t Inn changes
devices 2M loot Deu ice 2 Saia da Bios e guarde: Saue cunfigql t Inn changes

45

3 Ao iniciar, premir qualquer tecla para iniciar a partir do CD: Pr<t:ss ftny key
3 Ao iniciar, premir qualquer tecla para iniciar a partir do CD: Pr<t:ss ftny key

3 Ao iniciar, premir qualquer tecla para iniciar a partir do CD:

Pr<t:ss ftny key to boot from CD ,
Pr<t:ss ftny key to boot from CD
,

4 Ao arrancar pelo CD surge a seguinte imagem do programa de configuração do Windows:

a seguinte imagem do programa de configuração do Windows: 5 Surge depois o ecrã de Boas

5 Surge depois o ecrã de Boas Vindas. Carregamos na tecla ENTER para instalar o Windows XP:

do Windows: 5 Surge depois o ecrã de Boas Vindas. Carregamos na tecla ENTER para instalar
do Windows: 5 Surge depois o ecrã de Boas Vindas. Carregamos na tecla ENTER para instalar
do Windows: 5 Surge depois o ecrã de Boas Vindas. Carregamos na tecla ENTER para instalar
do Windows: 5 Surge depois o ecrã de Boas Vindas. Carregamos na tecla ENTER para instalar

46

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6 Surge o contrato de Licença do Windows. Prima F8 para concordar:

o contrato de Licença do Windows. Prima F8 para concordar: 7 Surgem configurações antigas se não

7 Surgem configurações antigas se não for a primeira instalação. Para formatar, prima-se a tecla ESC:

primeira instalação. Para formatar, prima-se a tecla ESC: 8 Surge uma lista com as partições existentes

8 Surge uma lista com as partições existentes no (s) disco (s). É conveniente eliminar a partição que se pretende formatar. Para isso premir a tecla D ENTER e depois L para confirmar:

conveniente eliminar a partição que se pretende formatar. Para isso premir a tecla D ENTER e
conveniente eliminar a partição que se pretende formatar. Para isso premir a tecla D ENTER e
conveniente eliminar a partição que se pretende formatar. Para isso premir a tecla D ENTER e
conveniente eliminar a partição que se pretende formatar. Para isso premir a tecla D ENTER e

47

). consultua

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1,1

t

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I

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). consultua ~ 1,1 t '''~ I ~A '" (~~,~~~ 9 Eliminadas todas as partições, fica

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). consultua ~ 1,1 t '''~ I ~A '" (~~,~~~ 9 Eliminadas todas as partições, fica
). consultua ~ 1,1 t '''~ I ~A '" (~~,~~~ 9 Eliminadas todas as partições, fica

9 Eliminadas todas as partições, fica um espaço não particionado:

todas as partições, fica um espaço não particionado: 10 Para criar uma nova partição, premimos C,

10 Para criar uma nova partição, premimos C, indicamos qual o tamanho da partição e ENTER:

premimos C, indicamos qual o tamanho da partição e ENTER: 11 Surge a nova partição. Clique

11 Surge a nova partição. Clique em ENTER para configurar o Windows XP na partição seleccionada:

e ENTER: 11 Surge a nova partição. Clique em ENTER para configurar o Windows XP na
e ENTER: 11 Surge a nova partição. Clique em ENTER para configurar o Windows XP na
e ENTER: 11 Surge a nova partição. Clique em ENTER para configurar o Windows XP na
e ENTER: 11 Surge a nova partição. Clique em ENTER para configurar o Windows XP na

48

(~~~!~

(~~~!~

(~~~!~

12 Escolha o sistema de ficheiros NTFS, e caso pretenda uma instalação rápida seleccione a primeira opção. Carregue em ENTER:

NOTA: O sistema NTFS (NT File System) é o sistema utilizado pelo Windows e permite maior nível de segurança e melhor gestão de discos grandes, no entanto não pode ser acedido directamente através do Windows 9X (95 ou 98), nem através de uma disquete de arranque do DOS. O sistema FAT é o sistema utilizador no DOS e no Windows 9X. Quanto à formatação a normal garante a eliminação da informação que existia anteriormente.

a eliminação da informação que existia anteriormente. 13 Após a formatação da partição, inicia-se a cópia

13 Após a formatação da partição, inicia-se a cópia dos ficheiros de instalação do Windows:

anteriormente. 13 Após a formatação da partição, inicia-se a cópia dos ficheiros de instalação do Windows:
anteriormente. 13 Após a formatação da partição, inicia-se a cópia dos ficheiros de instalação do Windows:
anteriormente. 13 Após a formatação da partição, inicia-se a cópia dos ficheiros de instalação do Windows:
anteriormente. 13 Após a formatação da partição, inicia-se a cópia dos ficheiros de instalação do Windows:
anteriormente. 13 Após a formatação da partição, inicia-se a cópia dos ficheiros de instalação do Windows:

49

).;
).;
).;
14 Com o reinício do sistema, iremos ser novamente questionados se desejamos arrancar a partir
14
Com o reinício do sistema, iremos ser novamente questionados se desejamos arrancar a partir do
CD
ou a partir do disco rígido. Não é necessário carregar em nenhuma tecla. Surge o ecrã de
instalação do Windows em modo gráfico:
15
De
seguida é solicitado ao utilizador que verifique se as opções regionais e de idioma estão

correctas. Se não for o caso, o utilizador deve personificá-las:

OPCOc$ reoioMi$ e de idiomol Pcd3~~oN1~-ar C<\"'rioo'fi~XFp ad~el'llon .$j&:t e ij~ma;l • *
OPCOc$ reoioMi$ e de idiomol
Pcd3~~oN1~-ar C<\"'rioo'fi~XFp
ad~el'llon
.$j&:t e ij~ma;l
*
Op~(IS1~~n.i; e Ol i.d CfOO' t41uril'ofJ'r.)#hFodbala ~
ecaeee
n~ro*, d~c-"noode$r.ol'(: •.M~ .t3)~ooO!t.
'o),.1I<.l.(t;.,;;0Cie
.,dOcn"~llflO:~ fdoldcm:.:s.4doOMO.el'TlOd~~d~ni;~~
bccb~
A ~lki~o de f.olO~' i' pa<t&~~x~dtt6!$dap~.:Pc~
l:x.sc~o e:zUd~!.,~a~fa Pclt;l"og';!
1Fatu;a!)~=
p~~.,ter.",ell
-l"
ddin~~~ cl~<eIr)'FftfONdl$,
P.er:soMh
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tECladri pe6~t.e i'l.rrcdr
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s,"Ra;uta; 0:I7l00 4fa~1't£$
Uhl33rt» U"I'IOvlS~tde Ce fl'e!o:ios:-edc di!po:;.(<<O$,_
0:I7l00 4fa~1't£$ Uhl33rt» U"I'IOvlS~tde Ce fl'e!o:ios:-edc di!po:;.(<<O$,_ POPI-l ~~ 50
0:I7l00 4fa~1't£$ Uhl33rt» U"I'IOvlS~tde Ce fl'e!o:ios:-edc di!po:;.(<<O$,_ POPI-l ~~ 50
POPI-l ~~
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50

,_ ( DGERT '~I"'lt.::."'1'!"~~"'r.::

,_

( DGERT

'~I"'lt.::."'1'!"~~"'r.::

,_ ( DGERT '~I"'lt.::."'1'!"~~"'r.::

16 Coloque a identificação do utilizador do computador e da empresa. Clique em seguinte:

Ptu t(U'f_~"" 0 -ou .Oll~o 0P'''9'~decu6V~50l.lIUl~illj_!YI'1Ii3~CU QJI! w.lC~1
Ptu
t(U'f_~""
0 -ou .Oll~o
0P'''9'~decu6V~50l.lIUl~illj_!YI'1Ii3~CU
QJI! w.lC~1 at.t"CI."~ 'i':fCpi~p.y.'l
~v.n:i[d
(I (C(lt'w~~lntOJ'A XP.
-----]

17 Introduza a chave de activação do Windows XP válida:

"" A r.hMtor. de (lfDduto A 3ua UhtNOO! ptCldl.lOidtl'l!iic.¢defOlrr.o C':(d,niY.:a., SIJlj
""
A r.hMtor. de (lfDduto
A 3ua UhtNOO! ptCldl.lOidtl'l!iic.¢defOlrr.o
C':(d,niY.:a., SIJlj c6pi"cb 'W" :!Cil'JlXP'
~<3" .1IrrniP:ro.UOI0tt0'Xlflat:o.dll
h:e.~Q.J40
oOnni~lt"d:l<;wtt-mo .lVS
ch.v~ d~S:fcd_/j)di ~ ()ybcti~-dO IC.o:Wr£fOOd6 'Id
,.
P~i flnt
ItlICfw.t;~i~o:nlas a effb.l~
dofrOOv10;
ft'l1101dllU)".d-I"lJt c'.cf.itOdU-lodoilc~n!o
d: YdUYlO~~IO"

18 Identifique o computador e coloque uma chave para o administrador. Clique em seguinte:

"lilaC cte C:(lmpulll~ I) , 1,""1I'fNU"~$: 11_"'.""'" 'tMde h:lClI
"lilaC cte C:(lmpulll~ I) ,
1,""1I'fNU"~$:
11_"'.""'"
'tMde h:lClI 1.M"OfI'C6~fI'IlI~'1
!a'~t
tit- h.tn.riUI."",U" 0 t~Ulllll
O"lco~a d. a;(.J~!it~8ij:.:tltl"l (OM par. ~M" CCfl'WN.b1SilO
c:MIr.uMYd_e'fll~a
rill'iAiII:
1I111tJAItd!:ptb"'::i:III·UO~~
~uit31,
jFOST01
o ~rC9-~c!~ cc
Ii='l!o,,"".c;.,~.i
WfIoSellnbc;:,I.-Ei: e *- chs:nad
'Ad)'h*<dY' ut:i_Re~ el'-(I<I~)
fj&CE¢Ji." $aero->coll't:J;!o ae
Q)ijfA.Ud:.r,
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el'-(I<I~) fj&CE¢Ji." $aero->coll't:J;!o ae Q)ijfA.Ud:.r, •• ., 1ofoIt,i,01tL , 51
•• ., 1ofoIt,i,01tL ,
••
.,
1ofoIt,i,01tL
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51

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). consultua

I,

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< ). consultua I, ' I 19 Configure o fuso horário e acerte a data e
< ). consultua I, ' I 19 Configure o fuso horário e acerte a data e

19 Configure o fuso horário e acerte a data e hora do sistema se estes dados não estiverem correctos. Clique em seguinte:

p, O~~. ~ t.c•.e t' 0 ;,oj'-I - Oeme,)~e bi:\"~!Xm-:I~I. 0 ~ - ~4.•"h"
p,
O~~.
~
t.c•.e
t'
0
;,oj'-I
-
Oeme,)~e bi:\"~!Xm-:I~I.
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0
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• -A~
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20 Pode configurar a sua rede caso o computador pertença a uma. Definições típicas e Seguinte. Pode alterar mais tarde estas opções:

De(j(l~1I&'i:d& fedt :1.: •• "'~"1. Iw ;'rt.l$l 9Cl1~""'II.d. r.d. po.
De(j(l~1I&'i:d& fedt
:1.: •• "'~"1.
Iw ;'rt.l$l 9Cl1~""'II.d. r.d. po. 19""'''' • w~ ~;t
(r Oelinic6e. tfpica.
e,i, bdj~c do;. !~.IJI6rl'f1~odlll1'!k~~~cl,
"fo":4th.
<I. tkh;tc <.Ii i'rofi~~OPil.ridit Ui:fIOtdl. 0 io9'fdidCf ~
o~«e.; 005 e o~lO!ocdoetc Ilonwolt(:. ll7APc
a"'~!ico
¥\~
(Ir'j()
'C Odirii~lI pax_la
d P
Pem~dhe Cttf.g),l~J.,
,r.:dflle'l~
o::s.c~dendOl'
'C Odirii~lI pax_la d P Pem~dhe Cttf.g),l~J., ,r.:dflle'l~ o::s.c~dendOl' • • DOPI-l ~r ,_- 52
'C Odirii~lI pax_la d P Pem~dhe Cttf.g),l~J., ,r.:dflle'l~ o::s.c~dendOl' • • DOPI-l ~r ,_- 52
• DOPI-l ~r ,_-
DOPI-l ~r
,_-

52

21 Se o computador faz parte de um grupo de trabalho coloque o nome. Se
21 Se o computador faz parte de um grupo de trabalho coloque o nome. Se

21 Se o computador faz parte de um grupo de trabalho coloque o nome. Se faz parte do domínio, coloque o nome do domínio:

G ,,,,)U dl!! ftt 11O uo duMlniu do w~.tKlur Umg po 6.l ~! b.:Il')o'; \Jill
G ,,,,)U dl!! ftt 11O uo duMlniu do w~.tKlur
Umg
po
6.l ~!
b.:Il')o';
\Jill OCt'1;"nto 6.l
(OfI'~O'O=
Colt
OtlKt.:» rY.trIO ct. g~
doc~b.lto. Urn<b:n!no'; tI'Il oon)Jflo
Oil cOtnPJydtfcc<!t!i!i:fo CCI\:).)thh:-"Oidtr do
0«014 <lI.eC4tc(OmPJ~d::f ~CI~Mtmb'o de. !,1mdO!fM'no?
(Podc tcr QI.IO pcdro:t ~s,
:l
\10 to.A .:4T.t1ubdJ' de
tl:dc l

22 Finalizada a instalação, o sistema entra em modo gráfico:

Finalizada a instalação, o sistema entra em modo gráfico: 23 Deve então actualizar o seu sistema

23 Deve então actualizar o seu sistema operativo, instalar os drivers dos dispositivos e instalar o software de aplicação necessário.

seu sistema operativo, instalar os drivers dos dispositivos e instalar o software de aplicação necessário. POPI-l
seu sistema operativo, instalar os drivers dos dispositivos e instalar o software de aplicação necessário. POPI-l
POPI-l ~~
POPI-l ~~

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4.2. Dicas para o XP Muitas das dicas seguintes necessitam da execução do Editor de
4.2. Dicas para o XP Muitas das dicas seguintes necessitam da execução do Editor de

4.2. Dicas para o XP

Muitas das dicas seguintes necessitam da execução do Editor de Registo do Windows (regedit.exe). Para isso, vá em Iniciar / Executar e digite regedit. Vale dizer que é necessária perícia para mexer no Registo do Windows, para que não ocorra danos ao sistema.

1 Desinstalando o Windows Messenger (e outros programas):

Alguns programas que acompanham o Windows XP não possuem nenhuma forma acessível de remoção, mas isso é possível. Um desses softwares é o Windows Messenger. Para desinstalá-lo, abra o Bloco de Notas (Notepad) e por ele aceda o arquivo sysoc.inf (você também pode aceder esse arquivo digitando C:\windows\inf\sysoc.inf em Executar), presente em: C:\Windows\inf. Na secção Components, remova somente a palavra hide do componente que você deseja desinstalar.

Em nosso exemplo, a remoção é do software Windows Messenger e sua linha no

arquivo sycoc.inf - msmsgs=msgrocm.dll,OcEntry,msmsgs.inf,hide,7 - ficará assim:

msmsgs=msgrocm.dll,OcEntry,msmsgs.inf,,7.

Após isso, salve o arquivo e os componentes escolhidos agora poderão ser desinstalados normalmente pelo Painel de Controlo / Adicionar/Remover Programas. Vale dizer que a primeira palavra em cada linha indica o programa (Pinball, MSWordPad, etc) e para cada uma delas é necessário remover a palavra hide para que o aplicativo em questão possa ser removido do Windows XP. Antes de executar o procedimento, faça uma cópia do arquivo sysoc.inf, por precaução. Essa mesma dica também funciona no Windows 2000.

2 Mude a pasta Meus Documentos de lugar

O diretório Meus Documentos fica localizado em C:\Documents and

Settings\usuario\Meus Documentos por padrão (neste caminho, "usuario" é o nome do login