REGIME JURÍDICO DOS AGENTES PÚBLICOS. 1. Normas Constitucionais Pertinentes aos Servidores Públicos.

26/10/05 - Principais Normas Constitucionais do Servidor Público
Principais Normas Constitucionais do Servidor Público. Marcus inicius Corr!a "ittencourt # advo$ado da %ni&o' Mestre em (ireito do )stado pela %*P+' pro,essor de (ireito -dministrativo da *aculdade de (ireito de Curitiba' da )scola da Ma$istratura *ederal do Paran. e do Curso -prova/&o. -utor do livro 0Manual de (ireito -dministrativo1 - )ditora *2rum 3 2005. 444.marcusbittencourt.com.br 1. Servidor Público: são as pessoas físicas que compõem os quadros da Administração Pública, mediante relação profissional, recebendo remuneração direta do stado. !. "ar#o, empre#o e função. "ar#o público $ o con%unto de atribuições e responsabilidades cometidas a um servidor público. A#ora, e&pressão 'empre#o público( tamb$m desi#na uma unidade de atribuições, distin#uindo)se uma da outra pelo tipo de vínculo que li#a o servidor ao stado. *amb$m e&istem atribuições e&ercidas por a#entes públicos, mas sem que corresponda um car#o ou empre#o. "onceito de +unção: con%unto de atribuições ,s quais não corresponde um car#o ou empre#o -conceito residual.. /uas funções na "onstituição +ederal: a.função e&ercida por servidores contratados temporariamente -art. 01, 23.4 b.funções de confiança -art. 01, 5.. 0. 6ature7a da relação %urídica entre os titulares de car#os e o stado: estatut8ria, institucional. 6o vínculo estatut8rio, o stado, ressalvadas as disposições constitucionais impeditivas, deter8 o poder de alterar le#islativamente o re#ime %urídico de seus servidores, não e&istindo a #arantia de que continuarão sempre disciplinados pelas disposições vi#entes quando de seu in#resso. Assim, benefícios e vanta#ens anteriormente previstos podem ser futuramente retirados. sses direitos não se incorporam ao patrim9nio %urídico do servidor, como se a relação fosse contratual. m compensação, a "onstituição +ederal e as leis deferem aos servidores ocupantes de car#o público proteções e #arantias visando #arantir condições para uma atuação impessoal, t$cnica, livre de interfer:ncias e&ternas. ;. 6ature7a da relação %urídica entre os ocupantes de empre#o e o stado: contratual, basicamente re#ida pela "<*, respeitadas as disposições constitucionais que introdu7em particularidades no re#ime trabal=ista aplic8vel aos empre#ados do stado. 6as relações contratuais, direitos e obri#ações constituídos nos termos e na ocasião da contratação, são unilateralmente imut8veis e passam a inte#rar o patrim9nio %urídico das partes, #erando, desde lo#o, direitos adquiridos em relação a eles. >. Principais normas constitucionais sobre Servidores Públicos. >.1 ?e#ime %urídico do servidor: " n@ 1ABAC e&cluiu a e&i#:ncia de re#ime %urídico único, contida no art. 0A. "ada esfera de #overno possui liberdade para adotar re#imes %urídicos diversificados, se%a o estatut8rio, se%a o contratual. Assim, re#ime estatut8rio pode coe&istir com o re#ime contratual. >.! /ireito de acesso aos car#os, empre#os e funções públicas -art. 01, 2 da "+.. /epois da " 1ABAC D brasileiros e estran#eiros. >.0 "ondições de in#resso: Art. 01, 22 D concurso público para car#o e empre#o público, ressalvados os car#os em comissão. Art. 01, 222 ) pra7o de validade de at$ dois anos para validade do concurso, prorro#8vel uma ve7, por i#ual período. Art. 01, 25. >.; /ireito de #reve e de livre associação sindical: Art. 01, 52 e 522 asse#ura ao servidor público o direito , livre associação sindical e o direito de #reve, que 'ser8 e&ercido nos termos e nos limites definidos em lei específica.( >.> "ontratação por tempo determinado para atender necessidade tempor8ria de e&cepcional interesse público: Art. 01, 23. >.E Proibição de acumulação de car#os, empre#os e funções: Art. 01, 352 D $ vedada a acumulação remunerada de car#os públicos, e&ceto quando =ouver compatibilidade de =or8rios, observado, em qualquer caso, o disposto no inciso 32, nos casos de: a de dois car#os de professor4 a de um car#o de professor com outro t$cnico ou científico4 a de dois car#os ou empre#os privativos de profissionais de saúde, com profissões re#ulamentadas. Art. 01, 3522 D estende a vedação a autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista e sociedades controladas, direta ou indiretamente, pelo Poder Público. >.1 stabilidade e disponibilidade: art. ;1 D São est8veis apFs tr:s anos de efetivo e&ercício -est8#io probatFrio. os servidores nomeados para car#o de provimento efetivo em virtude de concurso público. G servidor est8vel sF perder8 o car#o em virtude de sentença %udicial transitada em %ul#ado4 mediante processo administrativo em que l=e se%a asse#urada ampla defesa4 mediante procedimento de avaliação periFdica de desempen=o, na forma de lei complementar, asse#urada ampla defesa e no processo de e&oneração por e&cesso de despesas -art. 1EA, H ;@.. Art. ;1, H ;@ ) '"omo condição para a aquisição da estabilidade, $ obri#atFria a avaliação especial de desempen=o por comissão instituída para essa finalidade(. /isponibilidade -art. ;1, H 0@. >.C /ireitos Sociais: art. 0A, H 0@. +e,er!ncias5 "677)NC8%+7' Marcus inicius Corr!a. Manual de (ireito -dministrativo. "elo 9ori:onte5 *2rum' 2005.

-utar;uia de re$ime especial5 $ toda aquela que a lei instituidora conferir privil$#ios específicos e aumentar sua autonomia comparativamente com as autarquias comuns, sem infrin#ir os preceitos constitucionais pertinentes a essas entidades de personalidade pública. 66 - *unda/<es Públicas São entidades de /ireito Público, inte#rantes da Administração indireta4 prestam)se, principalmente, , reali7ação de atividades não lucrativas e atípicas do Poder Público, mas de interesse coletivo, como a educação, cultura, pesquisa, sempre merecedoras de amparo estatal4 são criadas por lei específica4 os contratos devem ter licitações4 o orçamento $ id:ntico ,s estatais. 666 - )ntidades Paraestatais São pessoas %urídicas de /ireito Privado cu%a criação $ autori7ada por lei específica, com patrim9nio público ou misto, para reali7ação de atividades, obras ou serviços de interesse coletivo, sob norma e controle do stado4 e&erce direitos e contrai obri#ações em seu prFprio nome4 não #o7a dos privil$#ios estatais4 a Competência para sua instituição cabe a Inião, aos stados e Junicípios4 o objeto $ normalmente, a e&ecução de uma atividade econ9mica empresarial, mas pode ser tamb$m uma atividade não econ9mica de interesse coletivo ou, mesmo, um serviço público dele#ado pelo stado. G patrimônio pode ser constituído com recursos particulares ou contribuição pública, ou por ambas. A Administração varia se#undo o tipo e modalidade que a lei determinar, sendo admissível desde a direção unipessoal at$ a #er:ncia cole#iada. Controle5 em princípio t:m autonomia administrativa e financeira, sendo apenas supervisionadas pelo Jinist$rio a que estiverem vinculadas, não subordinadas. )sp#cies de )ntidades Paraestatais5 - Empresas Públicas: são pessoas %urídicas de /ireito Privado, criadas por lei específica, com capital e&clusivamente público, para reali7ar atividades de interesse da Administração instituidora nos moldes da iniciativa particular, podendo revestir qualquer forma e or#ani7ação empresarial4 sua atividades re#em)se pelos preceitos comerciais. - Sociedades de economia mista: são pessoa %urídicas de /ireito Privado, com participação do Poder Público e de particulares no seu capital e na sua administração, para a reali7ação de atividade econ9mica ou serviço de interesse coletivo4 revestem a forma das empresas particulares, admitem lucro e re#em)se pelas normas das sociedades mercantis, com as adaptações impostas pelas leis que autori7arem sua criação e funcionamento. - Serviços sociais autônomos: são todos aqueles instituídos por lei, com personalidade de /ireito Privado, para ministrar assist:ncia ou ensino a certas cate#orias sociais ou #rupos profissionais, sem fins lucrativos, sendo mantidos por dotações orçament8rias ou por contribuições parafiscais. 6 - Servi/os dele$ados a particulares

Serviços concedidos são todos aqueles que o particular e&ecuta em seu nome, por sua conta e risco, remunerados por tarifa, na forma re#ulamentar. mediante dele#ação contratual ou le#al do Poder Público concedente. Concess&o5 $ a dele#ação contratual da e&ecução do serviço, na forma autori7ada e re#ulamentada pelo &ecutivo4 o contrato $ bilateral, oneroso, comutativo e reali7ado intuitu personae, com encar#os e vanta#ens recíprocos4 não transfere propriedade al#uma ao concession8rio, nem se despo%a de qualquer direito ou prerro#ativa pública4 deve ser conferida sem e&clusividade. +e$ulamenta/&o5 compete ao Poder Público, pois a concessão $ sempre feita no interesse da coletividade, tendo o dever -concession8rio. de prestar o serviço em condições adequadas para o público. -art. 11>. "+.. *oda concessão fica submetida as normas de nature7a re#ulamentar- disciplinam o modo e a forma. e as de ordem contratual -condições de renumeração.4 o poder de re#ulamentar as concessões $ inerente ao concedente. Contrato5 $ o documento escrito que encerra a dele#ação do poder concedente, define o ob%eto, delimita a 8rea, forma e tempo da e&ploração, estabelece os direitos e deveres das partes e dos usu8rios do serviço4 a alteração unilateral restrin#e)se apenas ,s cl8usulas re#ulamentares ou de serviço, sempre para mel=or atendimento ao público4 pode sofrer intervenção4 a fiscali7ação cabe ao Poder Público4 o serviço concedido deve ser renumerado por tarifa4 os direitos do usu8rio devem ser claramente asse#urados no contrato por ser ele o destinat8rio do serviço oferecido. )=tin/&o da Concess&o5 pode ocorrer por diversos motivos e formas4 o t$rmino do pra7o impõe a reversão4 o interesse público superveniente , concessão muitas ve7es e&i#e a encampação ou resgate -retomada coativa. do serviço a conveni:ncia recíproca das partes ou a inadimpl:ncia pode condu7ir , rescisão do contrato4 ou ainda, a ile#alidade da concessão ou do contrato pode impor sua anulação G Patrimônio do Concession!rio est8 prote#ido pelo "Fdi#o Penal, que considera crime de dano qualificado -art. 1E0,222. qualquer lesão aos bens da empresa. Servi/os Permitidos5 são todos aqueles em que a Administração estabelece os requisitos para sua prestação ao público e, por ato unilateral -termo de permissão., comete a e&ecução aos particulares que demonstrarem capacidade para seu desempen=o4 a permissão $ em princípio discricion8ria e prec8ria, mas admite condições e pra7os para e&ploração do serviço, a fim de #arantir rentabilidade e asse#urar a recuperação do investimento do permission8rio visando atrair a iniciativa privada. Servi/os -utori:ados5 são aqueles que o Poder Público, por ato unilateral, prec8rio e discricion8rio, consente na sua e&ecução por particular para atender a interesses coletivos inst8veis ou emer#:ncia transitFria4 a renumeração $ tarifada pela Administração. - Conv!nios e Cons2rcios -dministrativos Conv!nios -dministrativos5 são acordos firmados por entidades públicas de qualquer esp$cie, ou entre estas e or#ani7ações particulares, para reali7ação de ob%etivos de interesse comum dos partícipes4 $ acordo, mas não $ contrato4 a organi"ação não tem forma prFpria. ms sempre se fa7 com autori7ação le#islativa e recursos financeiros para atendimento dos encar#os assumidos no termo de cooperação. Cons2rcios -dministrativos: são acordos firmados entre entidades estatais, aut8rquicas, fundacionais ou paraestatais, sempre de mesma esp$cie, para reali7ação de ob%etivos de

aproveitamento ou reversão. Provimento de car$os5 $ o ato pelo qual se efetua o preenc=imento do car#o público. readmissão. para ser provido e e&ercido por um titular. acesso. enquadramento. em ra7ão da investidura em car#os e funções. 'd(. com denominação prFpria. sem que o servidor ten=a propriedade do lu#ar que ocupa4 $ inapropri8vel4 o servidor poder8 adquirir direito .4 essa privatividade de iniciativa. devendo ser observada 0 re#ras fundamentais. 8r$ani:a/&o Ae$al5 $ e&i#ida pela "onstituição ao permitir a acessibilidade dos car#os públicos a todos os brasileiros. cate#oria que abran#e a #rande massa de prestadores de serviços . que $ celebrado entre pessoas %urídicas de esp$cies diferentes. e&cluídas desse re#ime as empresas públicas de sociedades de economia mista4 pressupõe preceitos sobre in#resso no serviço. ainda que sancionado e promul#ado pelo "=efe do &ecutivo. perman:ncia no mesmo. 6 . na forma estabelecida em lei4 'unção $ a atribuição ou o con%unto de atribuições que $ conferida a cada cate#oria profissional ou comete individualmente a determinados servidores para a e&ecução de serviços eventuais. Compet!ncia para or$ani:ar o servi/o público5 $ da entidade estatal que pertence o respectivo serviço4 são estanques e incomunic8veis4 as normas federais não se aplicam aos servidores estaduais ou municipais. . Administração e a ela vinculados por relações profissionais. as prerro#ativas são irrenunci8veis4 essas leis podem sofrer emendas do <e#islativo. investidura em car#os em comissões e funções de confiança. Cria/&o' trans. 01.s prerro#ativas da função e os vencimentos e vanta#ens decorrentes da investidura.8r$ani:a/&o do Servi/o Público As entidades estatais são livres para or#ani7ar seu pessoal para o mel=or atendimento dos serviços a seu car#o.interesse comum4 o que o caracteri7a $ que ele sF e feito entre entidades da mesma esp$cie. que pressupõe a ine&ist:ncia de vinculação entre a situação de serviço anterior do nomeado e o preenc=imento do car#o ) e )erivado . >? S)+ 6(8+)S P@"A6C8S Gs servidores públicos constituem subesp$cies dos a#entes administrativos. para todos os servidores de sua Administração direta. (ireitos do 7itular do Car$o5 restrin#em)se ao seu e&ercício. com a desi#nação de seu titular4 pode ser: (rigin!rio ) $ o que se fa7 atrav$s de nomeação. forma e limites de renumeração. aut8rquica e fundacional. -"+. nem as do stado aos servidores do município. dos Lovernadores e dos Prefeitos . E1. planos de carreira. torna inconstitucional o pro%eto oriundo do <e#islativo. a título de empre#o e com retribuição pecuni8ria. que preenc=am os requisitos estabelecidos em lei.un/<es ou empre$os públicos5 e&i#e lei de iniciativa privativa do Presidente da ?epública. diferentemente do "onv:nio. nesse . art. $ sempre alteração na situação de serviço provido. atribuições e responsabilidades específicas e estip:ndio correspondente. deveres e direitos. 2. G #egime $ur%dico &nico $ o estabelecido pela entidade estatal no Kmbito de sua compet:ncia. promoção. Car$os e *un/<es5 "ar#o público $ o lu#ar instituído na or#ani7ação do serviço público."+. mas nunca direito ao e&ercício da mesma função. que não podem poster#ar: a que e&i#e que a or#ani7ação se faça por lei4 a que prev: a compet:ncia e&clusiva da entidade4 e a que impõe a observKncia das normas constitucionais pertinente ao funcionalismo. remoção.se fa7 por transfer:ncia. *nião: sF encontra limites na "+ e não ense%a conflito de normas4 suas leis não podem colidir. reinte#ração.orma/&o e e=tin/&o de car$os' . 22. art. H 1@.

e&cluindo e&pressamente os estran#eiros4 condiciona ao preenc=imento do requisitos estabelecidos em lei4 o S*M %8 decidiu que 'a desi#ualdade física. ou l=es atribuir menor renumeração. Estado: $ ampla. acessíveis a qualquer que de prova da capacidade e&i#ida(.s normas da "+. com a le#islação estadual e municipal. como nos ditames de sua "onstituição estadual. atrav$s da nomeação . como são obri#adas a isso4 o que não $ permitido $ dispensar ou alterar as %8 estabelecidas como condiç. (esinvestidura de car$o ou empre$o público5 pode ocorrer por demissão -punição por falta #rave. eda/&o de e. ten=a transposto o est8#io probatFrio de ! anos4 o servidor est8vel não pode mais der e&onerado por conveni:ncia da Administração. ou se tornara. mas nunca pa#ar)l=es mais. ou a qualquer fator qu funcione como índice de rea%ustamento autom8tico. desde que não este%a sendo processado.. nem demitido sem se apurar a infração em processo administrativo ou %udicial. incapacitados para suas funções4 pode ser por . do candidato aprovado. prorro#8vel uma ve74 apFs se#ue)se o provimento do car#o. -cumula/&o de car$os' empre$os e .de ofício ou a pedido do interessado.Normas Constitucionais pertinentes aos servidores -cessibilidade aos car$os5 -"+. a todos os brasileiros. 01. Paridade de vencimentos5 os Poderes..$ ato de provimento de car#o que se completa com a posse e o e&ercício. 8bservBncia das Normas Constitucionais5 as disposições estatut8rias não podem contrariar o estabelecido na "onstituição +ederal como normas de observKncia obri#atFria pela entidades estatais.2. Concurso5 $ obri#atFrio. mas fica adstrita . art.uipara/<es e vincula/<es5 proíbe o tratamento %urídico paralelo de car#os e funções desi#uais e a subordinação de um car#o a outro. nomeado por concurso em car8ter efetivo. dentro ou fora do mesmo Poder. moralidade e aprimoramento do serviço e como garantias dos -uncion!rios públicos 66 . +unic%pio: $ consect8rio da autonomia administrativa4 pode elaborar o estatuto de seus servidores.es de e-iciência. e proporcionar aos interessados i#ual oportunidade4 tem validade de ! anos. de modo a criar uma in%usta disparidade. podem estabelecer a retribuição a seus funcion8rios. contados da =omolo#ação. e&oneração .un/<es públicas5 sua proibição visa impedir que uma mesma pessoa passe a ocupar v8rios lu#ares ou e&ercer v8rias funções sem que as possa desempen=ar proficientemente. em vista de suas disponibilidades orçament8rias. efici:ncia e aperfeiçoamento do serviço. para os funcion8rios com funções i#uais ou assemel=adas do <e#islativo e do Mudici8rio. aut8rquicas e fundacionais na or#ani7ação de seu pessoal e dos respectivos re#imes %urídicos4 não impede que se%am concedidos outros direito e vanta#ens a seus servidores. e aos preceitos das leis complementares. embora recebendo os respectivos vencimentos. )stabilidade5 $ a #arantia de perman:ncia no serviço público outor#ada ao servidor que. -posentadoria5 $ a #arantia de inatividade remunerada recon=ecida aos servidores que %8 prestaram lon#os anos de serviço. ressalvados os car#os em comissão4 $ o meio t$cnico posto . %8 que o teto salarial m8&imo são os pa#os pelo &ecutivo. moral e intelectual $ um fato que a lei recon=ece e por ve7es aprecia e apura. como sucede na seleção do pessoal para as funções públicas.campo. disposição da Administração para obter)se moralidade. e a dispensa -ao admitido pela "<*.

compulsFria -atin#ido a idade limite. Mustiça do trabal=o decidir toda e qualquer reivindicação do servidor público.est8vel ) processo administrativo. compete .veis5 dependem. a serem observados pelos estatutos das entidades estatais e de seus desmembramentos aut8rquicos e fundacionais. encimentos5 5encimento. (ireitos5 a "+BCC detal=ou seus direitos nos arts. CCmputo do tempo de servi/o5 o tempo do serviço público prestado a qualquer das entidades estatais.. . totalidade dos vencimentos ou proventos do servidor falecido.(everes e (ireitos do Servidores5 estão detal=adamente estabelecidos na "+BCC. pois as normas le#ais aplicadas a estes são muito específicas.1. $ a retribuição pecuni8ria devida ao servidor pelo efetivo e&ercício do car#o. não condi7 com a realidade. A> e 1!C. (emiss&o de vitalDcios e est. aut8rquicas e fundacionais. Compet!ncia da Eusti/a comum5 de acordo com a "+. de conduta /tica e outros que são comumente especificados nos estatutos. não permitindo que outros l=e se%am acrescentados4 pois foi indicado especificamente os que l=e são e&tensivos. +einte$ra/&o5 $ a recondução do servidor ao mesmo car#o de que fora demitido. Pens&o por morte5 corresponder8 . ser8 inte#ralmente computado para a aposentadoria e a disponibilidade. )=ercDcio de mandatos eletivos5 não $ vedado ao servidor4 pode e&erc:)lo sem perder o car#o. at$ o limite estabelecido em lei. com o pa#amento inte#ral dos vencimentos e vanta#ens do tempo em que esteve afastado.invalide7 permanente. 666 . uma ve7 recon=ecida a ile#alidade da demissão em decisão %udicial. de obediência. seqOestro ou pen=ora4 a prescrição de vencimentos e vanta#ens consuma)se em > anos e sua interrupção sF poder8 ser feita uma ve7. +esponsabili:a/&o civil dos servidores5 sua responsabili7ação por danos causados a terceiros do e&ercício de suas atividades depende da comprovação da e&ist:ncia de dolo ou culpa de sua parte. -bran$!ncia das normas constitucionais5 são normas impositivas para os tr:s Poderes e para todas entidades estatais. 01 a .4 $ o padrão com as vanta#ens pecuni8rias auferidas pelo servidor a título de adicional ou #ratificação -amplo. empre#o ou função. . arts. nem arresto. devendo apenas afastar)se com pre%uí7o da renumeração. .N. recomeçando o pra7o a correr pela metade4 suspende)se durante o recurso. -art. +estri/<es .4 não podem ser e&onerados ex officio. diferente dos trabal=adores re#idos pela "<*. estrito. ou volunt8ria4 os proventos sempre serão inte#rais quando por tempo de serviço. destacando as de se sujeitarem aos impedimentos estabelecidos para desempen=o do car#o. correspondente ao padrão fi&ado em lei -sent. por$m. em qualquer caso .uncionais5 são as restrições que a função pública impõe aos seus e&ercentes. portanto devem ser %ul#adas pela Mustiça "omum. (everes5 são impostos aos funcion8rios como requisitos para o bom desempen=o de seus encar#os e re#ular funcionamento dos serviços públicos4 tais deveres são: de lealdade.4 $ descon=ecido car#o sem retribuição pecuni8ria4 o aumento depende de lei de iniciativa e&clusiva do "=efe do &ecutivo4 sua nature7a alimentar não permite que se%am eles retidos pela Administração. de sentença %udicial em que se l=e asse#ure ampla defesa -"+. H >@.1.

concedidas a título definitivo ou transitFrio. Administração por culpa ou dolo no desempen=o de suas funções4 $ apurada perante a Mustiça "omum4 essencial $ que o ato culposo cause dano patrimonial."+. Frati. #esponsabilidade Criminal: $ a que resulta do cometimento de crimes funcionais. das Polícias Jilitares e dos "orpos de Pombeiros . >10 a >1C do "PP. ou em ra7ão de condições anormais em que reali7a o serviço. .. administrativa e penal4 as penas vão desde a advert:ncia at$ a demissão. finalmente. ( abuso de autoridade su%eita a a#ente público . art. ou em face da nature7a peculiar da função. 6 . perda do car#o e inabilitação para função pública.!. Enri0uecimento il%cito. função ou empre#o público4 o seqOestro $ provid:ncia cautelar..anta$ens Pecuni. ou.ica/<es5 são vanta#ens pecuni8rias atribuídas precariamente aos servidores que estão prestando serviços comuns da função em condições anormais de se#urança. definidos em lei federal4 o ilícito penal su%eita o servidor a responder a processo crime e a suportar os efeitos le#ais da condenação4 obedece os ritos dos arts. Meios de Puni/&o5 Se01estro e Perdimento de 2ens: são cabíveis contra os servidores que enriqueceram ilicitamente com o produto do crime contra a Administração ou por influ:ncia de abuso de car#o. pela decorr:ncia de tempo de serviço.4 tem por base a =ierarquia e a disciplina. que e&i#e con=ecimentos especiali7ados ou um re#ime prFprio de trabal=o -adicional de função. ou concedidas como a%uda aos servidores que reúnam as condições pessoais que a lei especifica -especiais. $ o que decorre da pr8tica de crime contra a Administração.+esponsabilidade dos Servidores A responsabili7ação dos servidores $ dever #en$rico da Administração e específico de todo c=efe. 666 . . aplica)se isolada ou cumulativamente. sem o qual não a responsabilidade4 a comprovação $ feita atrav$s do processo administrativo. no que tan#e a servidores. -dicionais5 são vanta#ens pecuni8rias concedidas aos servidores em ra7ão do tempo de e&ercício -adicional de tempo. ou pelo desempen=o de funções especiais. detenção. tríplice responsabilidade civil. salubridade ou onerosidade -de serviço..4 são acumul8veis. em relação a seus subordinados. em ra7ão de condições especiais do servidor. #esponsabilidade Civil: $ a obri#ação que se impõe ao servidor de reparar o dano causado . decreto ou qualquer outro provimento re#ulamentar da função pública4 a punição administrativa ou disciplinar não depende de processo4 sF não podem ser aplicadas punições arbitr8rias4 a e&tinção da pena d8) se pelo seu cumprimento.rias5 são acr$scimos de estip:ndio do servidor. desde que compatíveis.Servidores Públicos Militares São todos inte#rantes das +orças Armadas. e no processo penal escalonam)se em multa. o perdimento $ a medida definitiva. #esponsabilidade Administrativa: $ a que resulta da violação de normas internas pelo servidor su%eito ao estatuto e disposições complementares estabelecidas em lei.(8MGN68 P@"A6C8 .

nas condições convencionadas. se assim o dese%ar. etc. como tais. as servidões. ou sobre bens do patrim9nio privado. corpFreas ou incorpFreas. aut8rquicas. mFveis e semoventes. . re#idos pelo /ireito Público. Permissão de uso: $ o ato ne#ocial. e&ecução dos serviços públicos. assim considerados bens públicos e. edifícios de repartições públicas. coletividade em #eral sobre os bens públicos. *so Especial: $ todo aquele que. todos os locais abertos . deles diferem pela possibilidade sempre presente de serem utili7ados em qualquer fim ou. utili7ação pública. . mesmo.ica/&o dos "ens Públicos5 todos são bens nacionais. embora politicamente compon=am o acervo nacional. enfim. inte#ram o patrim9nio da 6ação. Domínio Eminente:$ o poder político pelo qual o stado submete . sem discriminação de usu8rios ou ordem especial para sua fruição4 não e&i#e qualquer qualificação ou consentimento especial4 os usu8rios são an9nimos. alienados pela Administração. mas. indeterminados. Domínio Patrimonial:$ direito de propriedade pública. direitos e ações. &. praias. cr$ditos.s entidades estatais. por um título individual. estradas. civil e administrativamente pertencem a cada uma das entidades públicas que os adquiriram. a Administração atribui a determinada pessoa para fruir de um bem público com e&clusividade. ruas. a qualquer título. Classi. mas de fruição #eral da coletividade4 e&teriori7a)se em poderes de soberania e em direitos de propriedade. Autori"ação de uso: $ o ato unilateral. na sua unidade estatal. no que aquelas forem fal=as ou omissas. As formas administrativas para o uso especial são: 1. -dministra/&o dos bens públicos5 compreende o poder de utili7ação e conservação das coisas administradas4 re#e)se pelas normas de /ireito Público. aplicando)se supletivamente os preceitos de /ireito Privado. 2ens de uso comum do povo ou do dom%nio público: são os mares. 2ens dominiais ou do patrimônio dispon%vel: são aqueles que. discricion8rio e prec8rio atrav$s do qual $ facultado ao particular a utili7ação individual de determinado bem público. o stado interfere como poder administrador. fundacionais e paraestatais. a desapropriação. disciplinando e policiando a conduta do públicos e dos usu8rios especiais4 *so Comum do Povo: $ todo aquele que se recon=ece . as medidas de polícia e o re#ime %urídico especial de certos bens particulares de interesse público. embora inte#rando o domínio público como os demais. discricion8rio e prec8rio pelo qual a Administração consente na pr8tica de determinada atividade individual incidente sobre um bem público. 2ens de uso especial ou do patrimônio administrativo: são os que se destinam especialmente . unilateral. embora se%am aplicadas al#umas re#ras da propriedade privada. vontade todas as coisas de seu territFrio -manifestação de soberania interna. %tili:a/&o dos bens públicos5 se destinam ao uso comum do povo ou a uso especial. e os bens utili7ados o são por todos os membros da coletividade. !. "ens Públicos5 são todas as coisas. ou sobre as coisas inapropri8veis individualmente. rios. que pertençam. su%eito a um re#ime especial4 subordina todos os bens das pessoas administrativas.Domínio Público em sentido amplo $ o poder de dominação ou de re#ulamentação que o stado e&erce sobre os bens do seu patrim9nio.4 nele $ que são estabelecidas as limitações ao uso da propriedade privada. imFveis.

podendo a Administração dispor a esse respeito como mel=or l=e convier. por tempo certo ou indeterminado. pertencentes ao domínio público de qualquer das entidades estatais. dação em pa#amento. a fim de que o cession8rio o utili7e nas condições estabelecidas no respectivo termo. impen=or8veis e não su%eitos a oneração. em toda e&tensão do prolon#amento natural de seu territFrio terrestre. investidura. a qual e&i#e autori7ação le#islativa. ou ainda. doação. autori7ação le#al e licitação. -. para que o e&plore se#undo sua destinação específica. certo e invari8vel. Cessão de uso: $ a transfer:ncia #ratuita da posse de um bem público de uma entidade ou Fr#ão para outro. pelos instrumentos comuns de /ireito Privado. 4mprescritibilidade: decorre como conseqO:ncia lF#ica de sua inaliebilidade ori#in8ria4 se os bens são inalien8veis. E1C. não se ac=am utili7adas pelo Poder Público. como direito real resolúvel. 6mprescritibilidade' 6mpenHorabilidade e n&o onera/&o dos "ens Públicos5 os bens públicos são em re#ra. por desapropriação ou ad%udicação em e&ecução de sentença. dação em pa#amento. 6 . ou se reali7am compulsoriamente. Concessão de direito real de uso: $ o contrato pelo qual $ transferido o uso renumerado ou #ratuito de terreno público a particular. at$ o bordo e&terior da mar#em continental. cultivo ou qualquer outra e&ploração de interesse social. sob forma de venda.uisi/&o de bens pela -dministra/&o5 são feitas contratualmente. doação. art. -"". nem destinadas a fins administrativos específicos.7erras Públicas 7erras (evolutas5 são todas aquelas que. para que dele se utili7e em fins específicos de urbani7ação. em #eral. En-iteuse ou a-oramento: $ o instituto civil que permite ao propriet8rio atribuir a outrem o domínio útil de imFvel. ou at$ uma distKncia de !NN . -liena/&o dos bens públicos5 Alienação $ toda transfer:ncia de propriedade. na destinação de 8reas públicas nos loteamentos e na concessão de domínio de terras devolutas4 a aquisição onerosa de imFvel depende de autori7ação le#al e avaliação pr$via4 deve constar de processo re#ular no qual se especifiquem as coisas a serem adquiridas e sua destinação. permuta. avaliação pr$via e concorr:ncia4 )e bens m3veis ou semoventes não tem normas rí#idas para sua reali7ação. edificação..orma Continental5 compreende o leito e o subsolo das 8reas submarinas que se estendam al$m de seu mar territorial. 6ão oneração: a impossibilidade se oneração dos bens públicos $ indiscutível diante de sua inaliebilidade e impen=orabilidade. industriali7ação. remunerada ou #ratuita. permuta. anual.. ao sen=orio direto um pensão ou foro. na le#islação prFpria das entidades estatais. Plata. . pa#ando a pessoa que o adquire -enfiteuta. E.0. se efetivam por força de lei. imprescritíveis. salvo a e&i#:ncia de avaliação pr$via. nin#u$m pode os adquirir enquanto #uardarem essa condição. sob forma de compra. 4mpen5orabilidade: decorre de preceito constitucional que dispões sobre a forma pela qual serão e&ecutadas as sentenças %udici8rias contra a +a7enda Pública. >. Concessão de uso: $ o contrato administrativo pelo qual $ atribuída a utili7ação e&clusiva de um bem de seu domínio a particular. le#itimação da posse ou concessão de domínio4 )e bens im3veis est8 disciplinada.

sobreviv:ncia física e cultural das populações indí#enas que as =abitam. com direito de prefer:ncia ao propriet8rio do solo4 são de re#ime de monopFlio da Inião as se#uintes %a7idas: • • Petr2leo5 G cFdi#o do PetrFleo -/ec)lei 0. -"+ art. comuns ou particulares. As 8#uas nacionais. autarquia que superintende.!guas comuns são correntes não nave#8veis nem flutu8veis e de que dessa não se façam4 . declarou que as %a7idas de petrFleo e #ases naturais e&istentes no territFrio nacional pertencem . 11. em suas prFpria terras ou nas particulares. Min#rios Nucleares5 G Prasil criou a "omissão 6acional de ner#ia 6uclear -"6 6. -ai8a de -ronteira. 32. natural ou plantada. ou tem destinação pública4 . não . eqOitativa distribuição de consumo. oneradas com a servidão de trKnsito4 a fai&a reservada $ feita para obras e serviços públicos. a título de domínio privado imprescritível.mil=as marítimas das lin=as de base a partir das quais se mede a lar#ura do mar territorial -<ei CE11BA0. contados desde o ponto em que c=e#a o preamar m$dio. 7errenos -crescidos5 são todos aqueles que se formam com a terra carreada pela caudal. consoante seu domínio e uso. são públicas. na lar#ura de 1> metros. 7erras tradicionalmente ocupadas pelos Dndios5 são porções do territFrio nacional necess8rias . fiscali7a. promove e e&ecuta todos os trabal=os de pesquisa. 666 . beneficiamento e utili7ação dos min$rios e materiais nucleares4 estabelece ainda normas de se#urança relativa ao uso sas radiações e materiais nucleares. asse#ura a posse permanente e o usufruto e&clusivo das rique7as naturais. em sua fo7. 7errenos de MarinHa5 são todos que. vias e logradouros públicos 66 . preservação dos mananciais e .!guas particulares são as nascentes e todas as demais situadas em propriedade privada4 a utili7ação das 8#uas su%eita)se sempre . ) !guas públicas são todas as que pertencem a uma pessoa %urídica de /ireito Público. ban=ados pelas 8#uas do mar ou dos rios nave#8veis. 7lveos abandonados. la#os. e !01. Inião. mediante .!0EB. vão at$ a distKncia de 00 metros para a parte da terra. a serem e&plorados no sistema de autori7ação e concessão. mar#inais dos rios. utili7ação de particulares. com o mínimo de espaçamento entre si4 As reservas florestais podem ser constituídas por qualquer das entidades estatais.1. !N. 9 não sei se ainda são v!lidas 6 3 *lorestas +loresta $ a forma de ve#etação. art. 7errenos +eservados5 são as fai&as de terras particulares. 8utros terrenos5 4l5as.. re#ulamentação necess8ria . se#undo o /ireito 2nternacional Público em e&ternas e internas4 consideram)se e&ternas as que contornam o continente e internas as que ban=am e&clusivamente o territFrio nacional ou l=e servem de divisa com stados estran#eiros. constituída por um #rande número de arvores. lavra. e canais públicos.Ea:idas G re#ime %urídico $ o de domínio federal sobre os min$rios.I$uas Públicas As 8#uas são classificadas.

desapropriação, com a respectiva indeni7ação4 a fiscali7ação florestal compete precipuamente , Inião. - *auna A fauna su%eita)se a um re#ime administrativo especial, visando , sua preservação, como rique7a nacional que $. 6 - )spa/o -#reo G Prasil e&erce completa e e&clusiva soberania sobre o espaço a$reo acima de seu territFrio e mar territorial - art. 11 da <ei 1E>EBCE.. 66 - PatrimCnio 9ist2rico5 7ombamento G conceito de patrimônio 5ist3rico e art%stico nacional abran#e todos os bens, mFveis e imFveis, e&istentes no País, cu%a conservação se%a de interesse público, por sua vinculação a fatos memor8veis da QistFria p8tria, ou por seu e&cepcional valor artístico, arqueolF#ico, etno#r8fico, biblio#r8fico ou ambiental. :ombamento $ a declaração pelo Poder Público do valor =istFrico, artístico, paisa#ístico, turístico, cultural ou científico de coisas ou locais que, por essa ra7ão, devam ser preservados, de acordo com a inscrição em livro prFprio4 A abertura do processo de tombamento asse#ura a preservação do bem at$ a decisão final, a ser proferida dentro de EN dias4 em princípio não obri#a a indeni7ação, salvo as condições e, contr8rio. 666 - Prote/&o -mbiental A proteção ambiental visa , preservação da nature7a em todos os elementos essenciais , vida =umana e , manutenção do equilíbrio ecolF#ico, diante do ímpeto predatFrio das nações civili7adas, que, em nome do desenvolvimento, devastam florestas, e&aurem o solo, e&terminam a fauna, poluem as 8#uas e o ar. Controle de Polui/&o5 enquadra)se no poder de polícia administrativa de todas as entidades estatais, competindo a cada uma delas atuar nos limites de seu territFrio e de sua compet:ncia, e em con%unto colaborar nas provid:ncias de Kmbito nacional de prevenção e repressão as atividades poluidoras definidas em norma le#al. Preserva/&o dos +ecursos Naturais5 $ dever do stado e apFia)se do domínio eminente que ele e&erce sobre todas as coisas que se encontram em seu territFrio4 mas pode apenas condicionar o uso da propriedade particular para cumprimento de sua função social ou retir8) la compulsoriamente, por utilidade pública ou interesse social, atrav$s de desapropriação, com %usta e pr$via indeni7ação. +estaura/&o dos elementos destruDdos5 impõe a reflorestamento das 8reas desmatadas, a recomposição dos terrenos erodidos ou escavados, a recuperação de 8#uas poluídas, a re#eneração de terras e&auridas, a recriação de esp$cies silvestres e aqu8ticas em via de e&tinção, e tantas outras medidas de restauração do meio ambiente, para o reencontro do equilíbrio ecolF#ico e renascimento da vida animal e ve#etal, de que depende a sobreviv:ncia da Qumanidade4 essa provid:ncias são mais de incentivo ao administrado do que de polícia administrativa. -/&o Civil Pública para prote/&o ambiental5 A lei 10;1BC> le#itima precipuamente o JP para prop9)la como, tamb$m , as entidades que indica -art. >@. e estabelecendo re#ras específicas para o a%ui7amento e %ul#amento.

J? 6N7)+ )NKL8 N- P+8P+6)(-() ) -7%-KL8 N8 (8MGN68 )C8NMM6C8 Gs fundamentos da intervenção na propriedade e atuação no domínio econ9mico repousam na necessidade de proteção do stado aos interesses da comunidade4 os interesses coletivos representam o direito de maior número e, por isso mesmo, quando em conflito com os interesses individuais, estes cedem ,queles, em atenção ao direito da maioria, que $ a base do re#ime democr8tico e do /ireito "ivil moderno. Propriedade e domDnio econCmico5 A propriedade $ um direito individual, mas condicionado ao bem estar da comunidade4 admite limitações ao seu uso e restrições ao seu conteúdo em benefício da comunidade4 A "f #arante a propriedade, mas permite a desapropriação4 e l=e atribui a função social4 6o domínio econ9mico a "+ asse#ura a liberdade de iniciativa, mas, no interesse do desenvolvimento nacional e da %ustiça social, impondo re#ras. A intervenção na propriedade incide sobre os bens4 a intervenção no dom%nio econômico incide sobre a atividade lucrativa e&ercida pela empresa, como instrumento de iniciativa privada. "em-estar social5 $ o bem comum, o bem do povo em #eral4 $ o escopo da %ustiça social e sF pode ser alcançado atrav$s do desenvolvimento nacional4 para propiciar isso, o Poder Público pode intervir na propriedade privada e nas atividades econ9micas, nos limites da compet:ncia atribuídas a cada uma das entidades estatais, atrav$s de normas le#ais e atos administrativos adequados ao ob%eto da intervenção. Compet!ncia para a interven/&o5 a le#islação sobre direito de propriedade e intervenção no domínio econ9mico $ privativa da Inião4 aos stados e Junicípios sF cabem as medidas de polícia administrativa, de condicionamento do uso de propriedade ao bem)estar social e de ordenamento das atividade econ9micas, nos limites das normas federais, a intervenção no domínio sF pode ser feita por dele#ação do Loverno +ederal, que $ o detentor de todo poder nesse setor. 6 - 6nterven/&o na Propriedade R todo ato do Poder Público que compulsoriamente retira ou restrin#e direitos dominiais privados ou su%eita o uso de bens particulares a uma destinação de interesse público4 pode ter fundamento na necessidade ou utilidade pública, ou no interesse social -e&presso em lei federal.. Gs meios específicos de intervenção são os se#uintes: (esapropria/&o5 ou e&propriação $ a transfer:ncia compulsFria da propriedade particular -ou pública de entidade de #rau inferior para superior. para o Poder Público ou seus dele#ados, por utilidade ou necessidade pública, ou ainda por interesse social, mediante pr$via e %usta indeni7ação -"+, art. >@, 3325.4 $ a forma conciliadora entre a #arantia da propriedade individual e a função social dessa mesma propriedade, que e&i#e usos compatíveis com o bem)estar da comunidade. 6ecessidade pública: sur#e quando a Administração defronta situações de emer#:ncia, que, para serem resolvidas satisfatoriamente, e&i#em a transfer:ncia ur#ente de bens de terceiros para o seu domínio e uso imediato4 as 6ormas 2!sicas da desapropriação ac=am)se e&pressas no /ec)lei 00E>B;1 complementado pela le#islação subseqOente4 a )eclaração e8propriat3ria pode ser feita por lei ou decreto em que se identifique o bem, se indique seu destino e se aponte o dispositivo le#al que a autori7e. Processo e8propriat3rio: pode ser feito por via administrativa ou por processo %udicial4 via administrativa consubstancia)se no acordo entre as partes quanto ao preço, redu7ido a termo para transfer:ncia do bem e&propriado -e&i#e escritura pública.4 o Processo judicial se#ue o rito especial estabelecido na lei #eral das desapropriações, admitindo os preceitos de "P". #etrocessão: $ a obri#ação que se impõe ao e&propriante de oferecer o bem e&propriado,

mediante a devolução do valor da indeni7ação, quando não l=e der o destino declarado no ato e&propriatFrio -"", art. 11>N.. (bs: / aconsel5!vel uma leitura pro-unda sobre esse assunto. devido sua diversidade e o grande numero de detal5es. 0ue -icaram de -ora deste breve resumo Servid&o administrativa5 $ 9nus real de uso imposto pela Administração , propriedade particular para asse#urar a reali7ação e conservação de obras e serviços públicos ou de utilidade pública, mediante indeni7ação dos pre%uí7os efetivamente suportados pelo propriet8rio4 a 4nstituição fa7)se por acordo administrativo ou por sentença %udicial, precedida sempre de ato declarat3rio de servidão4 a indeni7ação fa7)se em correspond:ncia com o pre%uí7o causado ao imFvel. +e;uisi/&o5 $ a utili7ação coativa de bens e serviços particulares pelo Poder Público por ato de e&ecução imediata e direta da autoridade requisitante e indeni7ação ulterior, para atendimento de necessidades coletivas ur#entes e transitFrias - art. >@, 335 da "+.. 8cupa/&o tempor.ria5 $ a utili7ação transitFria, remunerada ou #ratuita, de bens particulares pelo Poder Público, para a e&ecução de obras, serviços ou atividades públicas ou de interesse público4 essa prerro#ativa estatal pode ser transferida a concession8rios e empreiteiros. Aimita/&o administrativa5 $ toda imposição #eral, #ratuita. unilateral e de ordem pública condicionadora do e&ercício de direitos ou de atividades particulares ,s e&i#:ncias do bem) estar social4 são preceitos de ordem pública4 decorrem do poder de polícia inerente e indissoci8vel da Administração e se e&teriori7am nas imposições unilaterais e imperativas sob a tríplice modalidade positiva -fa7er., ne#ativa -não fa7er. ou permissiva - dei&ar fa7er.. 66 - -tua/&o no (omDnio )conCmico +onop3lio: $ a e&clusividade de domínio, e&ploração ou utili7ação de determinado bem, serviço ou atividade4 $ a privatividade de al#um direito ou de al#uma atividade para al#u$m4 em sentido econ9mico, si#nifica controle de produção e de preços. #epressão ao Abuso de Poder Econômico: a constituição impõe sua repressão -art. 110, H ;@ .4 o abuso pode assumir as mais variadas modalidades, visando sempre ao açambarcamento dos mercados, , eliminação da concorr:ncia e ao aumento arbitr8rio dos lucros, neste caso mediante um e&cessivo e in%ustific8vel aumento de preços4 as formas usuais são: os trustes: truste $ a imposição das #randes empresas sobre os concorrentes menores visando afast8)los do mercado ou obri#8)los a concordar com a política de preços do maior vendedor4 e os cart/is: cartel $ a composição volunt8ria dos rivais sobre aspectos do ne#Fcio comum. Controle de Abastecimento: $ o con%unto de medidas destinadas a manter no mercado consumidor mat$ria)prima, produtos ou serviços em quantidade necess8rias ,s e&i#:ncias de seu consumo. :abelamento de preços: Preço $ a retribuição pecuni8ria do valor do bem, do serviço ou da atividade que se compra ou que se utili7a mediante renumeração4 pode ser privado, semiprivado ou público4 :abelamento $ função privativa da Inião, por seus Fr#ãos centrali7ados ou entes descentrali7ados a que a lei federal atribui4 incide sobre os preços privados. 10? +)SP8NS-"6A6(-() C6 6A (- -(M6N6S7+-KL8

as faculdades a serem e&ercitadas e as finalidades ob%etivadas.. &: a liquidação da despesa. e do risco integral -obri#a a indeni7ação de todo e qualquer dano.?esponsabilidade civil da Administração $.'inal%stico: estabelecido para as entidades aut9nomas. salvo o direito re#ressivo contra os causadores do dano(4 não admite responsabilidade sem culpa. -/&o re$ressiva5 corre contra o causador direto do dano4 como $ destinada . nessa qualidade. . indicando a autoridade controladora. de maneira ile#ítima e lesiva.H E@ da "+: 'as pessoas %urídicas de /ireito Público e as de /ireito Privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus a#entes. +a7enda Pública a obri#ação de compor dano causado a terceiros por a#entes públicos. Fr#ão ou autoridade que o e&ercita ou o fundamento. reparação patrimonial.ier!r0uico: resulta do escalonamento vertical. bem como seu montante4 comprovado isso. sur#e a obri#ação de indeni7ar4 a indeni7ação deve abran#er o que a vítima efetivamente perdeu e o que dei&ou de #an=ar -dano emer#ente e lucros cessantes. 11? C8N7+8A) (. a que impõe . do risco administrativo -fa7 sur#ir o obri#ação de indeni7ar o dano do sF ato lesivo e in%usto causado . . transmite)se aos =erdeiros e sucessores do servidor culpado.4nterno: $ reali7ado pela entidade ou Fr#ão respons8vel pela atividade controlada -Kmbito interno. Administração.repara/&o do dano5 -/&o de indeni:a/&o5 basta o lesado acionar a +a7enda pública e demonstrar o ne&o causal entre o fato lesivo e o dano. requisito de sua efic8cia. . 6 . . 66 .. $ a faculdade de vi#ilKncia. asse#urado o direito de re#resso contra o respons8vel nos casos de dolo e culpa(4 independe de dolo ou culpa. $ fi&ada a compet:ncia dos seus Fr#ãos e a#entes. para oportuno pa#amento. ainda que resultante da culpa ou dolo da vítima. . pois. no desempen=o de suas atribuições ou a prete&to de e&erc:)las. vítima pela Administração. &: reali7ação de auditoria durante a e&ecução do orçamento. :eoria da culpa administrativa. . causarem a terceiros..E8terno: reali7ado por Fr#ão estran=o . Fr#ão ou autoridade e&erce sobre a conduta funcional de outro4 assim.responsabilidade civil da -dministra/&o no (ireito brasileiro5 arti#o 1> do "": 'as pessoas %urídicas de /ireito Público são civilmente respons8veis por atos de seus representantes que nessa qualidade causem dano a terceiros.-(M6N6S7+-KL8 "ontrole. em administração pública. o modo e o momento de sua efetivação: . e $ estabelecido os tipos de forma de controle de toda atuação administrativa. para sua defesa prFpria e dos direitos dos administrados. os inferiores estão subordinados aos superiores. #esponsabilidades por atos legislativos e judiciais: a +a7enda Pública sF responde mediante a comprovação de culpa manifesta na sua e&pedição.Pr/vio ou preventivo: antecede a conclusão ou operatividade do ato.Concomitante ou sucessivo: acompan=a a reali7ação do ato para verificar a re#ularidade de sua formação. procedendo de modo contr8rio ao direito ou faltando a dever prescrito por lei. orientação e correção que um Poder. Arti#o 01... 7ipos de Controle5 variam se#undo o Poder.

Subse01ente ou corretivo: se efetiva apFs a conclusão do ato controlado. mesma autoridade que e&pediu o ato. pelo que $ um controle de le#alidade e de m$rito.)e legalidade ou legitimidade: verifica unicamente a conformação do ato ou do procedimento com as normas le#ais que o re#em. . respeitadas as situações %urídicas sub%etivas que se construíram. não suspende a prescrição. +ecursos -dministrativos5 são todos os meios =8beis a propiciar o ree&ame de decisão interna pela prFpria Administração. visando a ordenar. propiciando o ree&ame do ato inferior sob todos seus aspectos4 podem ter efeito devolutivo ou suspensivo4 possui pra7os fatais e peremptFrios. . su%eitas ao controle finalístico de quem as institui. Supervis&o ministerial5 $ um meio atenuado de controle. 6 . visando mant:)las dentro da lei.Controle -dministrativo "ontrole administrativo $ todo aquele que o &ecutivo e os Fr#ãos de administração dos demais Poderes e&ercem sobre sua prFprias atividade. &: a =omolo#ação do %ul#amento de uma concorr:ncia. orientar e corri#ir suas atividades e a#entes. conveni:ncia ou oportunidade do ato.)e m/rito: visa a comprovação da efici:ncia. Coisa julgada administrativa: limita)se ao caso apreciado e e&tin#ue)se com o enceramento deste. com nova instrução e ampla defesa. feita por quem quer que se%a .r. #evisão do processo: $ o meio previsto para o ree&ame na punição imposta ao servidor. Pedido de reconsideração: $ a solicitação da parte diri#ida . esse meios compreendem: #epresentação: $ a denúncia formal e assinada de irre#ularidades internas ou de abuso de poder na pr8tica de atos da Administração. #eclamação: $ a oposição e&pressa a atos da Administração que afetem direitos ou interesses le#ítimos do administrado4 e&tin#ue)se em 1 ano.uica5 $ e&ercida pelos Fr#ão superiores sobre os inferiores da mesma Administração. instKncia superior. resulta do sistema le#al imposto . coordenar. autoridade competente para con=ecer e coibir a ile#alidade apontada. a contar da data do ato ou fato lesivo4 o pra7o $ fatal e peremptFrio para o administrado4 suspende a prescrição enquanto depende de decisão. a pedido ou de ofício. quando se adu7ir fato novo ou circunstKncia suscetível de %ustificar sua inoc:ncia ou inadequação da penalidade aplicada.s autarquias e entidades paraestatais. salvo novo processo administrativo. se#undo as necessidades do serviço e as e&i#:ncias t$cnicas e econ9micas de sua reali7ação. . pelo e&aurimento de seus efeitos.. aplic8vel nas entidades vinculadas a um Jinist$rio4 não $ subordinação. visando as devidas correções. Meios de Controle *iscali:a/&o Hier. para que o invalide ou modifique nos termos da pretensão do requerente4 e&tin#ue)se em 1 ano da data de decisão. #ecursos 5ier!r0uicos: são aqueles pedidos que as partes diri#em .

$ulgamento: $ a decisão proferida pela autoridade ou Fr#ão competente sobre o ob%eto do processo. o rito processual. a oportunidade para oferecimento de contestação e provas. a vistas dos autos na repartição. Procedimento $ o modo de reali7ação do processo. ainda que provocado por particular. porque ela si#nifica a perda da respectiva ação .requerimento ou petição. representação ou despac=o inicial. (-icialidade: atribui a movimentação do processo . instauração: $ a apresentação escrita dos fatos e indicação do direito que ense%am o processo4 proveniente da Administração . sendo aplic8veis a todas as suas modalidades. solução de lití#io entre a Administração e o administrado. ou de complementação das iniciais -controle ou outor#a... Administração. 4nstrução: $ a fase de elucidação dos fatos. com apreciação das provas. sua apreciação. naqueles que visam . feita por quem o presidiu individualmente ou pela comissão processante.Prescrição administrativa: pressupõe a e&ist:ncia de uma ação %udicial apta . a oportunidade para contestar a acusação.punitivo. ou se%a. uma ve7 iniciado4 o Poder Público o impulsiona at$ a decisão final4 0..4 0. com a produção de provas da acusação . PrincDpios5 1. <egalidade objetiva: e&i#e que o processo administrativo se%a instaurado com base e para a preservação da lei4 baseia)se numa norma le#al específica4 !. S As fases acima enunciadas. dos fatos apurados. #elat3rio: $ a síntese do apurado no processo. >arantia de de-esa: entende)se não sF a observKncia do rito adequado como a cientificação do processo ao interessado. 4n-ormalismo: dispensa ritos sacramentais e formas rí#idas. a inquirição e reper#untas de testemun=as e a observKncia do devido processo le#al4 . defesa de um direito. devem ser atendidas em todos os processos administrativos prFprios. Processo -dministrativo5 $ con%unto de atos coordenados para a obtenção de decisão sobre uma controv$rsia no Kmbito %udicial ou administrativo. compreende a ci:ncia da acusação. por in$rcia de seu titular4 ela opera a preclusão de oportunidade de atuação do Poder público sobre mat$ria su%eita . )e-esa: $ a #arantia.4 !. desde que a faça trasladar para o processo4 >.portaria auto de infração. *ases do processo administrativo5 1. =erdade material: autori7a a Administração a valer)se de qualquer prova de que a autoridade processante ou %ul#adora ten=a con=ecimento. acompan=ar os atos de instrução e utili7ar)se dos recursos cabíveis. Modalidades5 . obtenção da certe7a %urídica4 . de um modo #eral.4 do administrado . ou se%a. produ7ir prova de seu direito. principalmente para os atos a car#o do particular4 bastam as formalidades necess8rias . do direito debatido e proposta conclusiva para decisão da autoridade %ul#adora competente4 não tem efeito vinculante4 >.

Processo Punitivo: $ todo aquele promovido pela Administração para a imposição de penalidade por infração da lei. deve ser relatado o que se apurou e opinar pela absolvição ou punição do acusado4 no %ul#amento. com oportunidade de defesa e estrita observKncia do devido processo le#al. nem suprimem direitos. com motivação prFpria ou adoção dos fundamentos do relatFrio. =erdade sabida: $ o con=ecimento pessoal da infração pela prFpria autoridade competente para punir o infrator. $ o meio de apuração e punição das faltas #raves dos servidores e demais pessoas su%eitas ao re#ime funcional de determinados estabelecimentos da Administração4 $ sempre necess8rio para a imposição de pena de demissão4 deve ser instaurado por portaria da autoridade competente4 na instrução $ livre a col=eita de provas4 concluída. atrav$s da tomada de seu depoimento sobre irre#ularidade que l=e $ atribuída e. Processo -dministrativo 7ribut. antes de seu encerramento. Processo de Outorga: $ todo aquele que se pleiteia al#um direito ou situação individual perante a Administração4 normalmente tem rito especial. direito ou conduta do administrado ou de servidor. fi&ação do alcance de normas de tributação em casos concretos. Processo de Controle: $ todo aquele em que a Administração reali7a verificações e declara situação. 66 . tal ocorre quando o subordinado desautora o superior no ato do recebimento de uma ordem. imposição de penalidades ao contribuinte. para receber a solução conveniente4 não tem procedimento prFprio.Controle Ae$islativo "ontrole le#islativo ou parlamentar $ o e&ercido pelos Fr#ãos le#islativos ou por comissões parlamentares sobre determinados atos do &ecutivo na dupla lin=a de le#alidade e da conveni:ncia pública. Meios Sum. determinação. nem alteram. re#ulamento ou contrato4 $ contraditFrio. com car8ter vinculante para as partes4 tem rito prFprio4 quando deparadas irre#ularidades puníveis.rio5 $ todo aquele que se destina . salvo quando =8 oposição de terceiros ou impu#nação da prFpria Administração. sob pena de invalidade. Processo -dministrativo (isciplinar5 tamb$m c=amado de 2nqu$rito administrativo. a autoridade dever8 sempre fundamentar sua decisão. e&i#:ncia ou dispensa do cr$dito fiscal. pelo qu: caracteri7a)se como um controle eminentemente político. mas não contraditFrio. nem e&i#:ncia de comissão sindicante. ou . Sindic?ncia: $ o meio de elucidação de irre#ularidades no serviço para subseqOente instauração de processo e punição ao infrator4 não tem procedimento formal. servir8 de base para a punição cabível. indiferente aos direitos individuais dos administrados. :ermo de declaraç. bem como . se confessada. mas ob%etivando os superiores interesses do stado e da comunidade.rios5 podem ser utili7ados para a elucidação preliminar de determinados fatos ou aplicação de penalidades disciplinares menores ou comprovadas na sua fla#rKncia.es: $ forma sum8ria de comprovação de faltas menores dos servidores.Processo de Expediente: $ denominação imprFpria que se d8 a toda atuação que tramita pelas repartições públicas por provocação do interessado ou por determinação interna da Administração. tanto para a condenação quanto para a absolvição. pelos Fr#ãos competentes tributantes. nem rito sacramental4 não #eram. . e&i#em oportunidade de defesa.

666 . e sim pela via especial da Ação direta de 2nconstitucionalidade. *iscali:a/&o . prFpria elaboração das leis. desempen=adas simetricamente tanto pelo *"I. assessoradoras e %urisdicionais administrativas. dos pro#ramas de trabal=o e a avaliação dos respectivos resultados. . sobre o qual e&erce amplo controle. "+. não $ uma faculdade inferior ou ad%acente . sem se aterem a crit$rios %urídicos preestabelecidos4 seu discricionarismo $ a conseqO:ncia das restrições para o controle %udicial. valores e din=eiro públicos. possibilitando o acompan=amento da e&ecução do orçamento.06nterna corporis15 não $ tudo que prov$m do seio da "Kmara ou de suas deliberações internas4 são sF aquelas questões ou assuntos que entendem direta e imediatamente com a economia interna da corporação le#islativa. . restrin#e)se ao controle da le#alidade e da le#itimidade do ato impu#nado4 por le#alidade entende)se a conformidade do ato com a norma que o re#e4 por le#itimidade entende)se a conformidade do ato com a moral administrativa e o interesse coletivo. $ fundamental e necess8ria . -tos suNeitos a controle especial . -art. mas se refere . Controle interno: ob%etiva a criação de condições indispens8veis .inanceira e or/ament. de editar as leis4 pelo contr8rio. prestação de contas de todo aquele que administra bens.rio "ontrole Mudici8rio ou %udicial $ o e&ercido privativamente pelos Fr#ãos do Poder Mudici8rio sobre os atos administrativos do &ecutivo. . verificadoras. quanto pelas outras entidades estatais que o tiverem.*iscali:a/&o dos atos da -dministra/&o5 a "+BCC ampliou as atribuições do <e#islativo para a fiscali7ação e controle dos atos da Administração em #eral -art.A.Controle do Eudici. e se%a qual for o artifício que a encubra4 não $ permitido pronunciar)se sobre o m$rito administrativo. praticados por a#entes do Loverno. com seus privil$#ios e com formação ideolF#ica . Atribuiç es dos !ribunais de Contas: suas atividades e&pressam)se fundamentalmente em funções t$cnicas opinativas. 3. tanto para a lei em tese como para os demais atos normativos. porque visa a impor a observKncia da lei em cada caso concreto. quando reclamada por seus benefici8rios. no uso de sua compet:ncia constitucional. -tos suNeitos a controle comum5 são os administrativos em #eral4 a compet:ncia do Mudici8rio para a revisão de atos.ria5 $ conferida ao "on#resso 6acional. efic8cia do controle e&terno e visa asse#urar a re#ularidade de reali7ação da receita e da despesa. propriamente dita. a fim que o <e#islativo con=eça como funciona os outros Fr#ãos. assim como a fiel e&ecução do orçamento.4 essa função. indissoci8veis de toda atividade pública4 $ permitido perquirir todos os aspectos de le#alidade e le#itimidade para descobrir e pronunciar a nulidade do ato administrativo onde ela se encontre. valores ou din=eiro públicos4 o controle interno $ feito pelo &ecutivo e o controle e&terno pelo "on#resso 6acional au&iliado pelo *ribunal de "ontas da Inião. sobretudo do &ecutivo. do <e#islativo e do prFprio Mudici8rio quando reali7a atividade administrativa4 $ um meio de preservação de direitos individuais.atos polDticos5 são os que. Controle e8terno: visa comprovar a probidade da Administração e a re#ularidade da #uarda e do empre#o dos bens.atos le$islativos5 a lei. 11. não ficam su%eitos a anulação %udicial pelos meios processuais comuns. se fundam na ampla liberdade de apreciação da conveni:ncia ou oportunidade de sua reali7ação.

por suas autarquias. ou para retificação de seus dados pessoais.. por sua prFpria nature7a.rio5 são as vias processuais de procedimento ordin8rio. porque seu er8rio $ que suporta os encar#os da demanda. . sem ele.. mas coletiva -"+.a/&o popular5 $ um instrumento de defesa dos interesses da coletividade. utili78vel por qualquer de seus membros. art. e os Junicípios. >@. . nacionalidade. art. .0H.. . <332.mandado de se$uran/a coletivo5 seus pressupostos são os mesmos do individual. não se presta para direitos individuais. <33. -"+. >@. 6 . <33222. -"+. Meios de Controle Eudici. +epresenta/&o em NuD:o5 $ feita por seus procuradores %udiciais ou advo#ados constituídos para determinados feitos. revisão %udicial. art. reparação de pre%uí7os4 -<ei 10. >@. tamb$m por seu Prefeito.1BC>4 "+ art. que. ser8 apreciada pelo S*+. nem se destina .-dministra/&o em EuD:o A Administração Pública. art. recebe .a/&o declarat2ria de constitucionalidade5 de lei ou ato normativo. 222. e&clusiva apreciação e deliberação do Plen8rio da "Kmara4 tamb$m são vedados . <323. . desi#nação de +a7enda Pública. líquido e certo do impetrante4 o pra7o para impetração $ de 1!N dias do con=ecimento oficial do ato a ser impu#nado -"+.beas data15 asse#ura o con=ecimento de re#istros concernentes ao postulante e constantes de repartições públicas ou particulares acessíveis ao público. a decisão definitiva de m$rito tem efeito erga omnes. 2. 1!A. . art. inclusive quanto ao direito líquido e certo. <3322.mandado de se$uran/a individual5 destina)se a coibir atos ile#ais da autoridade que lesam direito sub%etivo. soberania e . no #o7o de seus direitos cívicos e políticos4 o benefici8rio direto e imediato $ o povo. são reservados . 1N!. sum8rio ou especial de que dispõe o titular do direito lesado ou ameaçado de lesão para obter a anulação do ato ile#al em ação contra a Administração Pública.medida cautelar5 feito pelo ar#Oente de inconstitucionalidade. sF que a tutela não $ individual.mandado de inNun/&o5 ampara quem se considerar pre%udicado pela falta de norma re#ulamentadora que torne invi8vel o e&ercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerro#ativas inerentes a direitos e liberdades constitucionais e . >@.a/&o de inconstitucionalidade por omiss&o5 ob%etiva e e&pedição de ato normativo necess8rio para o cumprimento de preceito constitucional que.da lei. art.a/&o direta de inconstitucionalidade5 $ usado para atacar a lei em tese ou qualquer outro ato normativo antes mesmo de produ7ir efeitos concretos. mas não o que se aperfeiçoou durante sua vi#:ncia4 produ7 efeitos e8 nunc . por suas fundações públicas ou por seus Fr#ãos que ten=am capacidade processual. . cidadania. . -"+.a/&o civil pública5 ampara os direitos difusos e coletivos. . não poderia ser aplicado. quando in#ressa em %uí7o por qualquer de suas entidades estatais. . ser8 %ul#ado pelo S*+4 e&i#e os pressupostos das cautelares comuns4 a liminar suspende a e&ecução da lei. >@. . -"+.

1NN4 "P".. desi#ualando as partes. prestam serviços públicos ou de interesse público. (espesas Eudiciais5 são pa#as ao final pelo vencido4 tamb$m os =onor8rios ao advo#ado vencedor. assistente ou opoente. 12? 8+F-N6P-KL8 -(M6N6S7+-76 . 66 . que.es reais tem sido considerada pelos *ribunais a comum de 1N e 1> anos4 contra o particular $ comum a lei civil ou comercial..-tua/&o Processual5 como autora ou r$.es pessoais contra a +a7enda Pública e suas autarquias $ de > anos. com a preocupação maior de diminuir a m8quina estatal. Prescri/&o5 $ a perda da ação pelo transcurso do pra7o para seu a%ui7amento ou pelo abandono da causa durante o processo4 das aç.PrincDpios . seus bens não se su%eitam a pen=ora nem a arresto. simplificar os procedimentos administrativos e redu7ir as despesas causadoras do d$ficit público. não $ propriamente constituída de serviços. constituindo)se em stado /emocr8tico de /ireito. a Administração direta $ o con%unto dos Fr#ãos inte#rados na estrutura administrativa da Inião e a Administração indireta $ o con%unto do entes -personali7ados. na #estão de bens e interesses qualificados da comunidade. as postulações constitucionais. atrav$s de um plano #eral de #overno. art. salvo quanto aos pra7os para contestar -qu8druplo. do orçamento)pro#rama anual e da pro#ramação financeira de desembolso.Oestro e Perdimento de "ens5 em favor da +a7enda Pública são admitidos pela "+. conforme o caso. asse#ura a autonomia político)administrativa aos seus membros. )=ecu/&o *iscal5 re#ida pela <ei EC0NBCN. pro#ramação. e interpor recurso -dobro. Gbs: deve ser visto mais profundamente. -"+. do particular. sim."+-S6A)6+A or#ani7ação administrativa mant$m estreita correlação com a estrutura do stado e a forma de Loverno adotada4 o Prasil.. somente interrompidas uma ve74 das aç. formada pela união indissolúvel dos stados. a#ili7ou o processo. arts. Se.undamentais da -dministra/&o Pública *ederal Gs princípios fundamentais foram estabelecidos. o que nos permite concluir que no Kmbito federal. vinculados a um Jinist$rio. que são seus instrumentos b8sicos4 toda atividade deve a%ustar)se . mas com vanta#ens para a +a7enda Pública. estruturalmente. mas pode =aver seqOestro da importKncia devida se não for atendida a requisição do Mudici8rio competente na ordem dos precatFrios e&pedidos. 10N e 101. de pro#ramas #lobais. -<ei C. mas sua administração =8 de corresponder. para aqueles que causarem dano ao er8rio ou se enriquecerem de forma ilicitamente no e&ercício de car#o.-dministra/&o *ederal A Administração Pública. . de Fr#ãos a serviço do stado. 6 . )=ecu/&o do Eul$ado5 por quantia certa. orientando a Administração Pública +ederal ) PlaneNamento5 $ o estudo e estabelecimento das diretri7es e metas que deverão orientar a ação #overnamental. no caso uma federação.!ABA!. mas. mesmo que a sucumb:ncia se%a da +a7enda. função ou empre#o na Administração direta ou indireta. Junicípios e do /istrito +ederal. setoriais e re#ionais de duração plurianual. liti#a em situação id:ntica .

que $ a Presid:ncia da ?epública. plane%amento. o Alto "omando das +orças Armadas4 o stado)Jaior das +orças Armadas4 e são Fr#ãos de assistência direta e imediata: Secret8ria de Assuntos strat$#icos. que são os Jinist$rios. consecução de seus ob%etivos e . de política. coordenação e controle do desenvolvimento sFcio) econ9mico do País e da se#urança nacional4 $ constituída essencialmente. (o Presidente da +epública5 são 3rgãos de consulta: G "onsel=o da ?epública e o "onsel=o de /efesa 6acional4 são Fr#ãos de assessoramento imediato: ) o "onsel=o de Loverno. em qualquer de suas modalidades. de modo a evitar a duplicidade de atuação. Secret8ria da Administração +ederal e Assessoria de "omunicação 2nstitucional. pela Secret8ria)Leral.Controle5 visa. e&pressas em pareceres ou deliberações que. e por Fr#ãos aut9nomos tamb$m.(escentrali:a/&o5 em sentido %urídico)administrativo. . devem ser supridos todos os controles meramente formais e aqueles cu%o custo se%a evidentemente superior ao risco decorrente da ine&ist:ncia de controle específico. . .8s 2r$&o diri$entes da -dministra/&o *ederal A Administração +ederal $ diri#ida por um Fr#ão independente. a qual. e&ercita atividade pública ou de utilidade pública4 diversa $ a desconcentração. submetendo)as ao que foi plane%ado e poupando)a de desperdícios. unipessoais. aos quais se subordinam ou se vinculam os demais Fr#ãos e entidades descentrali7adas. distinta da do stado. a dele#ada e o ob%eto da dele#ação4 asse#ura maior rapide7 e ob%etividade . . Presid!ncia da +epública5 $ o Fr#ão supremo e independente representante do Poder &ecutivo da Inião. que si#nifica repartição de funções entre v8rios Fr#ãos de uma mesma Administração. em especial. Minist#rios5 são Fr#ãos aut9nomos da cúpula administrativa. sem quebra de =ierarquia.Coordena/&o5 visa entrosar as atividades da Administração. investida dos necess8rios poderes de administração. efici:ncia de sua #estão. a dispersão de recursos.(ele$a/&o de compet!ncia5 as autoridades competentestransferem atribuições decisFrias a seus subordinados. . 666 . neles inte#ram)se os serviços da Administração direta e a eles se vinculam as entidades da Administração indireta cu%as atividades se enquadrem nas respectivas 8reas de compet:ncia.. 6 . podendo ser e&ercido de v8rios modos4 estabelecidas as formas de controle das atividades administrativas. passam a vincular a Administração ao seu enunciado. Grçamento e "oordenação e pela "asa Jilitar. ressalvadas obviamente. situando)as na pro&imidade dos fatos.s decisões. a diver#:ncia de soluções e outros males característicos da burocracia4 coordenar $ =armoni7ar todas as atividades da Administração. pessoas e problemas a atender. supremo e unipessoal. as que a prFpria lei inte#ra na Presid:ncia da ?epública ou a ela se vincula. quando aceitos pela autoridade competente. enfei&ando todas as atividades administrativas superiores de Kmbito federal. pela Secret8ria de Plane%amento. pela "asa "ivil. $ atribuir a outrem poderes da Administração4 pressupõe a e&ist:ncia de uma pessoa.Qr$&os de assessoramento São Fr#ãos consultivos do Presidente da ?epública e dos Jinistros de stado4 sua funções são essencialmente opinativas. mediante ato prFprio que indique com a necess8ria clare7a e conveniente precisão a autoridade dele#ante.

pelos stados)membros. unipessoalmente. Sesc. 6 . Senai. #eridos em conformidade com seus estatutos. diretamente ou atrav$s de Fr#ão vinculado. criados ou autori7ados por lei.)ntes de Coopera/&o São pessoas de /ireito Privado. ficam su%eitos a orientação normativa. a supervisão t$cnica e a fiscali7ação do respectivo Fr#ão central. necessitem de coordenação central4 os serviços que a inte#ram.s normas complementares. a seu crit$rio.8utros Qr$&os da -dministra/&o *ederal 7ribunais -dministrativos5 são Fr#ãos do Poder &ecutivo com compet:ncia %urisdicional específica para assuntos indicados em lei. 666 . relativamente ao atendimento dos princípios fundamentais adotados pela ?eforma Administrativa. fi#urarem entre os Fr#ãos da Administração direta ou entre as entidades da indireta4 &: Sesi.-dministra/&o Municipal A administração municipal $ diri#ida pelo Prefeito. Senac. supervisiona e coordena os serviços de peculiar interesse do Junicípio. comanda. cu%as qualificações capacidade e e&peri:ncia específicas se%am e&aminadas. %udicial e e&tra%udicialmente. a criação de autarquias e entidades estatais visando . . as atividades de consultoria e assessoramento %urídico do Poder &ecutivo. ainda. por ato do Poder &ecutivo. descentrali7ação administrativa4 as lei locais são votadas pela "Kmara de 5ereadores4 Fr#ão cole#iado. au&iliado por Secret8rios municipais. e .(os Ministros de )stado5 Secretaria) &ecutiva4 Labinete4 "onsultoria Murídica4 Secret8ria de Administração Leral4 Secretaria de "ontrole 2nterno4 são caracteri7adas pelo alto nível de especificidade. atenta ao mandamento constitucional de observKncia aos princípios estabelecidos na mesma. cabendo)l=e. 66 . aferidas e certificadas por Fr#ão prFprio. contratadas por instrumento de locação de serviços. #eralmente aprovados por /ecreto. de assessoramento #overnamental e de administração de seus serviços au&iliares. entretanto. a serem decididos nos recursos prFprios4 não inte#ram o Poder Mudici8rio. que. desde que. podendo ser subvencionados pela Inião ou arrecadar em seu favor contribuições parafiscais para prestar serviços de interesse social ou utilidade pública. 6R . Qr$&os -utCnomos5 são desmembramentos da Administração direta que não c=e#am a se eri#ir em pessoa %urídica mas #o7am de certa autonomia administrativa e financeira para o desempen=o de suas atribuições específicas. -dvocacia-Feral da %ni&o5 representa a Inião.-dministra/&o )stadual Ac=a)se estruturada em simetria com a Administração +ederal. comple&idade e responsabilidade. . devem ser e&ercidas por pessoas de comprovada idoneidade.Sistema de -tividades -u=iliares As atividades au&iliares. sendo permitida. serão or#ani7adas sob a forma de sistema. sem. em que se e&i#ir8 delas tempo inte#ral e dedicação e&clusiva. com função le#islativa precípua para todos os assuntos de peculiar interesse do Junicípio e funções complementares de fiscali7ação e conduta político) administrativa do Prefeito. nos termos da lei complementar ali prevista.

ria5 pressupõe a ine&ist:ncia de uma relação %urídica anterior mantida entre o Servidor e a Administração. /iante do entendimento do S*+. estudante da AT fase de /ireito ) Inoesc ) "ampus de 5ideira. Mudici8rio e &ecutivo prFprios4 pode ainda. Promo/&o5 $ a elevação de um Servidor de uma classe para outra dentro de uma mesma carreira. +evers&o5 $ o retorno ao Serviço Ativo do Servidor aposentado por invalide7 quando insubsistentes os motivos da aposentadoria D pode acontecer para o mesmo car#o se ele ainda estiver va#o ou para um outro semel=ante. arrecadar seus tributos e reali7ar os serviços públicos de sua compet:ncia. não $ nen=um nem outro. A única forma de Provimento Gri#in8rio $ a nomeação. Formas de Provimento e Vacância do Cargo Público. ?esumo efetuado por ?odolp=o Priebe Pedde Munior.-dministra/&o do (istrito *ederal Ao /istrito +ederal são atribuídas as compet:ncias le#islativas reservadas aos stados e Junicípios4 entretanto. . baseado na obra de QelU <opes de Jeirelles. instituir o re#ime %urídico único e planos de carreira de seus servidores. pois tem Poderes <e#islativo. constituindo uma entidade estatal an9mala.R . se assemel=e mais ao stado. S". nos diversos escalões de uma mesma carreira. S "arreira: $ o a#rupamento de classes de car#os de uma mesma atividade +eadapta/&o5 $ a passa#em do Servidor para outro car#o compatível com a defici:ncia física que ele ven=a a apresentar. *ormas de Provimento dos Car$os Públicos *8+M-S () P+8 6M)N78 (8S C-+F8S P@"A6C8S O Provimento " o preenc#imento do cargo público 8ri$in. decorrem de um vínculo anterior entre Servidor e Administração. ainda que. =ouve a vacKncia de um car#o inferior e conseqOentemente o provimento do car#o superior. entendeu)se que Ascensão +uncional e a *ransfer:ncia SWG 26"G6S*2*I"2G6A2S. V Promoção V ?eadaptação V ?eversão V Aproveitamento V ?einte#ração V ?econdução G servidor poder8 pro#redir na mesma carreira. que pode ser reali7ada em car8ter fetivo ou para "ar#os de Provimento em "omissão. V 6omeação ) "ar#o fetivo: pressupõe a aprovação em concurso público de provas ou de provas e *ítulos D sabemos que a aprovação em concurso 6WG 6S MA G /2? 2*G A/XI2?2/G Y 6GJ AZWG. (erivada5 As formas derivadas de provimento dos car#os públicos. "om isso. or#ani7ar seu sistema de ensino. 3.

V Se não =ouver car#o va#o. V A Administração deve reali7ar o aproveitamento de forma priorit8ria. o Servidor que reverter ficar8 como 3" / 6* . &ercem as funções comuns da Administração. membros do Jinist$rio Público e membros do *ribunal de "ontas etc. com ou sem remuneração. +econdu/&o5 $ o retorno ao car#o anteriormente ocupado. indireta. la implicava em uma mudança de um quadro para outro. quando a demissão for anulada administrativamente ou %udicialmente. etc. -$entes -dministrativos5 São os servidores públicos. tamb$m era uma forma de vacKncia e de provimento. antes mesmo de reali7ar concurso para aquele car#o. G conceito $ amplo D abran#e todas as pessoas que de uma maneira ou de outra prestam um serviço público D estão abran#idos por esse conceito desde os titulares dos poderes do stado at$ pessoas que se vinculam contratualmente com o Poder Público como $ o caso dos concession8rios.er!ncia5 ra a passa#em de um Servidor de um quadro para outro dentro de um mesmo poder.. V /8)se com o ressarcimento de todas as vanta#ens que o servidor dei&ou de receber durante o período em que esteve afastado.quele anteriormente ocupado. aut8rquica e fundacional. Gs servidores públicos podem ser: . -proveitamento5 $ o retorno ao Serviço Ativo do Servidor que se encontrava em disponibilidade e foi aproveitado D deve reali7ar)se em car#o semel=ante . 6nconstitucionais: V 7rans. voltando para o mesmo car#o que ocupava anteriormente. cartor8rios. Gs servidores Públicos constituem uma esp$cie de A#entes Públicos. sp$cies de A#entes Públicos: -$entes PolDticos5 São a#entes públicos nos mais altos escalões que decidem a vontade soberana do stado com atribuições constitucionais sem subordinação =ier8rquica4 são os titulares dos Poderes do stado. Lovernador. leiloeiros. S)+ 6(8+ P@"A6C85 são todas as pessoas físicas que mant:m relação de trabal=o com a Administração Pública. Senador. V -scens&o5 foi a modalidade considerada inconstitucional D si#nificava a passa#em de uma carreira para outra. 8s Servidores Públicos -F)N7)S P@"A6C8S5 São P SSGAS +[S2"AS incumbidas de uma função estatal. +einte$ra/&o5 $ o retorno ao Serviço Ativo do Servidor que fora demitido. -$entes dele$ados5 São os particulares que e&ercem função pública por dele#ação. /eputado. de maneira transitFria ou definitiva. -concession8rios. -Presidente. +oi considerada inconstitucional. permission8rios. direta. ferindo uma norma constitucional. do servidor que não lo#rou :&ito no est8#io probatFrio de outro car#o para o qual foi nomeado decorrente de outro concurso.

: Panco "entral. devendo ser criados por <ei. com determinação prFpria e remunerados por pessoas %urídicas de direito público.rios T*uncion. patrim9nio e receita prFprios -desvinculados da matri7. -utar. mas podem ser admitidos pela "<* -e&cepcionalmente. V "?2A/A por <ei specífica4 V orçamento.)statut.. /istrito +ederal e Junicípios. instituídas e mantidas pelo Poder Público para e&ecutar atividades. )ntidades Públicas )ntidade )statal ) PM de /ireito Público. *unda/<es Públicas ) PM de /ireito Público4 $ a personali7ação %urídica de um patrim9nio. pra7o em dobro para recorrer e em quadruplo para contestar4 &s. impen=orabilidade de seus bens.uias ) PM de /ireito Público4 $ um serviço aut9nomo criado para au&iliar a Administração Pública a e&ecutar atividades típicas da Administração. atividades atípicas da Administração Pública. 2mprensa Gficial do stado.: Inião. S JA .4 V #estão administrativa e financeira descentrali7ada4 V não tem subordinação =ier8rquica com a entidade que as criou4 V fa7em parte da Administração 2ndireta4 V submetem)se . prescrição qOinqOenal de suas dívidas. *un/&o ) $ a atribuição ou con%unto de atribuições que a Administração confere a cada cate#oria profissional. que inte#ra a estrutura constitucional do stado. supervisão do Jinist$rio ou Secretaria competente ) controle finalístico4 V e&ecuta serviços sem fins lucrativos4 V administra a si mesma4 . patrim9nio e receita prFprios -desvinculados da matri7. ou comete individualmente a determinados servidores para a e&ecução de serviços eventuais ou tempor8rios. ou se%a.. basicamente são aquelas aplicadas aos contratos trabal=istas em #eral. V criada por <ei Autori7ativa4 V orçamento.rios Públicos? ) possuem "A?LGS )mpre$ados Públicos Tceletistas? ) possuem JP? LGS Servidores 7empor. e tem poder político e administrativo. supervisão do Jinist$rio competente ) controle finalístico4 V e&ecuta serviços prFprios do stado4 V administra a si mesma4 V funcion8rios são estatut8rios -em re#ra.4 V #estão administrativa e financeira / S" 6*?A<2\A/A4 V não tem subordinação =ier8rquica com a entidade que as criou4 V fa7em parte da Administração 2ndireta4 V submetem)se . previstos em número certo.rios ) possuem +I6ZWG Car$os ) são as mais simples e indivisíveis unidades de compet:ncia a serem e&pressas por um a#ente público. obras ou serviços sociais.s normas do concurso público4 V os contratos são reali7ados atrav$s de <2"2*AZWG4 V privil$#ios ) imunidade de impostos. / ?. Pública4 obedecem . 2APAS. etc.4 proibidos de acumular car#os remunerados na Adm. stados. )mpre$os ) são núcleos de encar#o de trabal=o a serem preenc=idos por a#entes contratados para desempen=8)los sob uma relação trabal=ista -celetista. Su%eitam)se a uma disciplina %urídica que embora sofra al#umas influ:ncias. V tem autonomia política. financeira e administrativa4 V fa7em parte da Administração /ireta4 V AP 6AS a I62WG tem soberania4 &s.

mas de nature7a t$cnica. I6P. cu%as ações com direito a voto pertençam.: + P J. +a7em parte da Administração 2ndireta. " +. V autonomia administrativa e financeira ) o patrim9nio prFprio pode ser utili7ado. serviços ou atividades econ9micas de interesse coletivo. e são considerados funcion8rios públicos4 $ proibida a acumulação de car#os P]P<2"GS remunerados -e&ceção: ! car#os de professor.s normas do concurso público4 V os contratos são reali7ados atrav$s de <2"2*AZWG4 V privil$#ios ) imunidade de impostos. aprovados por /ecreto e podendo arrecadar contribuições parafiscais. supervisão ministerial. sob a forma de SBA -sempre. Sociedades de conomia Jista e Serviços Sociais Aut9nomos. J SIA JA2G?2A ->N^ _ 1. #eridos conforme seus estatutos. obedecem . coletividade.4 proibidos de acumular car#os remunerados na Adm. para a reali7ação de obras. V não estão su%eitas . &s. onerado ou alienado na forma re#ulamentar ou estatut8ria4 V capital e&clusivo do poder público4 V criadas por <ei Autori7ativa4 V vale)se dos meios da iniciativa privada para atin#ir seus fins de interesse público4 V ficam vinculadas e não subordinadas aos respectivos Jinist$rios4 são supervisionadas e controladas finalisticamente pelos Jinist$rios4 V "ontratos D reali7ados atrav$s de <2"2*AZWG V +uncion8rios ) são sempre " < *2S*AS -nunca estatut8rios. 6ão tem privil$#ios administrativos ou processuais4 V Pa#am tributos4 Servi/os Sociais -utCnomos ) PM de /ireito Privado.: Panco do Prasil. S 6A2. prescrição qOinqOenal de suas dívidas. e são considerados funcion8rios públicos4 $ proibida a acumulação de car#os remunerados. mas se su%eitam a uma vinculação ao minist$rio competente4 V utili7am)se de verbas públicas4 devem prestar contas conforme a lei competente4 . prestação de serviços industriais ou atividades econ9micas em que o stado ten=a interesse prFprio ou considere convenientes . impen=orabilidade de seus bens. industrial ou econ9mica em que o stado ten=a interesse prFprio na sua e&ecução. pra7o em dobro para recorrer e em quadruplo para contestar4 &s. cu%a criação $ feita atrav$s de <ei Autori7ativa. S 6A". ! car#os na 8rea da saúde ou 1 car#o de professor outro de t$cnico. V autonomia administrativa e financeira ) o patrim9nio prFprio pode ser utili7ado. ISP )ntidades Para-)statais ) PM de /ireito privado. etc. criadas para prestar serviços de interesse social ou de utilidade pública. São empresas para)estatais: mpresas Públicas. pertencente ao poder público4 V criadas por <ei Autori7ativa4 V destinadas a atividades de utilidade pública. onerado ou alienado na forma re#ulamentar ou estatut8ria4 V capital ->N^ _ 1.. autori7ada para a e&ploração de atividade econ9mica. S S2.4 V 6ão tem privil$#ios administrativos ou processuais4 V Pa#am tributos4 Sociedade de )conomia Mista ) PM de /ireito Privado. ao poder público. destinadas . mas resulta inconveniente ou inoportuno ele prFprio reali7ar4 V ficam vinculadas e não subordinadas aos respectivos Jinist$rios4 são supervisionadas e controladas finalisticamente pelos Jinist$rios4 V "ontratos D reali7ados atrav$s de <2"2*AZWG V +uncion8rios ) são sempre " < *2S*AS -nunca estatut8rios.: S S". )mpresa Pública ) PM de /ireito Privado.. Pública. &s. mas podem ser admitidos pela "<* -e&cepcionalmente.V funcion8rios ) são estatut8rios -em re#ra. &s.: "orreios.

etc.icos5 são os a#entes convocados ou nomeados para prestarem serviços de nature7a transitFria. &ercem funções e mandatos tempor8rios4 6ão são funcion8rios nem servidores públicos. G car#o. V os car#os e as funções são independentes dos a#entes4 "ar#o $ o lu#ar. Muí7es.4 V $ meio instrumento de ação destas pessoas %urídicas4 V $ dotado de compet:ncia.ica/&o dos Qr$&os5 . Jinistros. depois. $ lotado no Fr#ão. administrativos. São reservados aos a#entes. -$entes (ele$ados5 são os particulares que e&ercem funções dele#adas da Administração Pública.: os serventu8rios de "artFrio. que $ distribuída por seus car#os4 Classi. caso cometam crimes contra a Administração Pública4 -$entes -dministrativos5 são os a#entes públicos que se vinculam . R a atividade e&ercida pelo Fr#ão. pessoa %urídica a que pertencem. comiss8rios de menores. por este a#ente. Gcupam os car#os dos Fr#ãos independentes -que representam os poderes do stado. <otação $ o número de car#os de um Fr#ão. Su%eitam)se . &s. CaracterDsticas dos Qr$&os V não tem personalidade %urídica4 V e&pressa a vontade da entidade a que pertence -Inião. V +unção ` $ o encar#o atribuído ao Fr#ão. Prefeitos. todavia seus diri#entes são considerados funcion8rios públicos4 +uncion8rios das +undações Públicas: são a#entes administrativos4 -$entes 9onorD. Junicípio. voltando)se. stado. ?espondem criminalmente como funcion8rios públicos pelos crimes que cometerem no e&ercício de sua função4 A Administração Pública responde pelos danos causados a 0@s. Gs AL 6* S desempen=am as funções dos Fr#ãos a que estão vinculados. contra o a#ente público dele#ado4 8r$ani:a/&o -dministrativa Q+FL8S ) São centros de compet:ncia instituídos para o desempen=o de funções estatais atrav$s de seus a#entes.s Autarquias por relações profissionais. e os quais estão vinculados a um Fr#ão4 V "ar#os ` são os lu#ares criados por lei. cu%a atuação $ imputada . -$entes PolDticos5 e&ercem atribuições constitucionais. Gs a#entes públicos podem ser: políticos. ao qual corresponde uma função e $ provido por um a#ente. etc. sendo lu#ar. e em #eral. &s.: %urados. e&ceto para fins penais. &s. =onoríficos e dele#ados... permitidos e autori7ados.. e que são os serviços concedidos. os leiloeiros oficiais.4 ?espondem por simples culpa ou dolo pelos atos ilícitos civis. V A#entes ` são as pessoas que e&ercem as funções. e dos Fr#ãos aut9nomos -que são os au&iliares imediatos dos Fr#ãos independentes. criado por lei. mes8rios eleitorais4 nquanto e&ercerem a função4 Submetem)se . /eputados. penais ou administrativos que praticarem4 +uncion8rios de para)estatais: não são a#entes administrativos. os tradutores.: Presidente da ?epública. Senadores. sem vínculo empre#atício. sem remuneração.-$entes Públicos São todas as pessoas físicas incumbidas de e&ercer al#uma função estatal. =ierarquia funcional4 São funcion8rios públicos com re#ime %urídico único -estatut8rios. Administração Pública /ireta ou . =ierarquia e são considerados funcion8rios públicos para fins penais. "onstituem os munus publicos -serviços relevantes. Lovernadores. definitiva ou transitoriamente.

as Seccionais. <e#islativo. Posto +iscal. Qr$&os Compostos5 5b?2GS centros de compet:ncia -outros Fr#ãos menores na estrutura. &s.: bancas de %ornais. os vesti8rios em praias. XIA6*G Y A*IAZWG +I6"2G6A< Sin$ular5 são os que decidem atrav$s de um único a#ente. A revo#ação fa7)se. por isso mesmo.: "on#resso 6acional. 0.: os Jinist$rios.: Jinist$rios. Cole$iado5 decidem por manifestação con%unta da maioria de seus membros. &s. sta permissão $ sempre modific8vel e revo#8vel unilateralmente pela Administração. do Fr#ão central para os demais Fr#ãos subalternos. coordenação e controle4 Seus a#entes são denominados A#entes Políticos nomeados em comissão4 6ão são funcion8rios públicos4 &s. *ais autori7ações não #eram privil$#ios contra a Administração ainda que remuneradas e fruídas por muito tempo. financeira e t$cnica4 São Fr#ãos diretivos. Seções de &pediente. "oordenadorias.: Labinetes. discricion8rio e prec8rio atrav$s do qual a Administração faculta ao particular a utili7ação individual de determinado bem público. as "oordenadorias.: autori7ações para a ocupação de terrenos baldios. Portarias. A#:ncia da S?+. pois visa apenas a atividades transitFrias e irrelevantes para o Poder Público. e. &s. "Kmara de /eputados. Secretaria de Plane%amento. etc. XIA6*G Y S*?I*I?A Qr$&os Simples5 IJ Sa centro de compet:ncia. decisão e comando. 6ão tem qualquer subordinação =ier8rquica4 Suas funções são políticas.. &. imediatamente abai&o dos Fr#ãos independentes e diretamente subordinados a seus c=efes4 *em ampla autonomia administrativa. A atividade $ desconcentrada.: *ribunais. etc. Senado Qr$&os -utCnomos5 são os locali7ados na cúpula da Administração. subordinando)se a um Fr#ão mais alto. Secretarias Lerais. para a retirada de 8#ua em fontes não abertas ao uso comum do povo. em . !.. &. unilateral. #ratuito ou oneroso. XIA6*G Y PGS2ZWG S*A*A< Qr$&os 6ndependentes5 se ori#inam da previsão constitucional. dispensam lei autori7ativa e licitação para seu deferimento. por tempo certo ou determinado.&ecutivo.: ?epartições. 6ão tem forma nem requisitos especiais para sua efetivação. controle. Qr$&os Subalternos5 são os Fr#ãos subordinados =ierarquicamente a outro Fr#ão superior4 ?eali7am tarefas de rotina administrativa4 ?edu7ido poder de decisão4 R predominantemente Fr#ão de e&ecução4 &s. dentro de sua esfera de compet:ncia4 ?esponsabilidade pela e&ecução e não pela decisão política4 &s. Qr$&os Superiores5 são os que det:m poder de direção. &s. <e#islativo e Mudici8rio.: Portaria. Permiss&o de uso ) $ o ato ne#ocial -com ou sem condições. "onsel=o de "ontribuintes.: /ele#acia da ?eceita +ederal. quando o interesse público o e&i#ir. *ormas de %tili:a/&o dos "ens Públicos por Particulares -utori:a/&o de uso ) $ o ato unilateral.. 2nspetoria +iscal. de plane%amento. etc. São os representativos dos 0 Poderes . %udiciais e le#islativas4 Seus a#entes são denominados A#entes Políticos4 &s. 6ão #o7am de autonomia administrativa nem financeira4 <iberdade restrin#ida ao plane%amento e soluções t$cnicas. discricion8rio e prec8rio pelo qual a Administração consente na pr8tica de determinada atividade individual incidente sobre um bem público.1.

Se não =ouver interesse para a comunidade.: G que caracteri7a a concessão de uso e a distin#ue dos demais institutos assemel=ados D autori7ação e permissão de uso D $ o car8ter contratual e est8vel da outor#a do uso do bem público ao particular. de concorr:ncia para o contrato. com a diferença de que o imFvel reverter8 .iteuse ou a. a cessão de uso $ ato de administração interna que não opera a transfer:ncia da propriedade e. de 8reas em mercado ou de locais para bares e restaurantes em edifícios ou lo#radouros públicos. como direito real resolúvel. R ato de colaboração entre repartições públicas. privativo e intransferível sem pr$vio consentimento da Administração. por$m. cultivo ou qualquer outra e&ploração de interesse social. mas tão)somente para o particular. Xualquer bem público admite permissão de uso especial a particular. Cess&o de uso ) $ a transfer:ncia #ratuita da posse de um bem público de uma entidade ou Fr#ão para outro. para que dele se utili7e em fins específicos de urbani7ação.: mini)distritos industriais4 R transferível por ato inter vivos ou por sucessão le#ítima ou testament8ria. pois obedece a normas re#ulamentares e tem a estabilidade relativa dos contratos administrativos. A concessão pode ser remunerada ou #ratuita. necess8rio se torna autori7ação le#al4 V m qualquer =ipFtese. Concess&o de uso ) $ o contrato administrativo pelo qual o poder Público atribui a utili7ação e&clusiva de um bem de seu domínio a particular.oramento ) $ o instituto civil que permite ao propriet8rio atribuir a outrem o . G ato da revo#ação deve ser id:ntico ao do deferimento da permissão e atender . dispensa re#istros e&ternos. a cessão $ para outra entidade. V A cessão de uso entre Fr#ãos da mesma entidade não e&i#e autori7ação le#islativa V Xuando.: concessão de uso remunerado de um =otel municipal. para que o e&plore se#undo sua destinação específica.s condições nele previstas. sem indeni7ação. administrativos e tribut8rios que ven=am a incidir sobre o imFvel e suas rendas. normalmente. &. Administração concedente se o concession8rio ou seus sucessores não l=e derem o uso prometido ou o desviarem de sua finalidade contratual. edificação. em que aquela que tem bens desnecess8rios aos seus serviços cede o uso a outra que deles est8 precisando. Sua outor#a não $ nem discricion8ria nem prec8ria. para que o utili7e com e&clusividade e nas condições convencionadas com a Administração. que se assemel=a a um serviço de utilidade pública. salvo se em contr8rio se dispuser. desde que a utili7ação se%a tamb$m de interesse da coletividade que ir8 fruir certas vanta#ens desse uso. )n. /esde a inscrição o concession8rio fruir8 plenamente o terreno para os fins estabelecidos no contrato e responder8 por todos os encar#os civis. mas dever8 ser sempre precedida de autori7ação le#al e. A concessão de direito real de uso pode ser outor#ada por escritura pública ou termo administrativo. o uso especial não deve ser permitido nem concedido. a fim de que o cession8rio o utili7e nas condições estabelecidas no respectivo termo.#eral. a título #ratuito ou remunerado. por tempo certo ou indeterminado. por tempo certo ou indeterminado. #erando direitos individuais e sub%etivos para o concession8rio4 *al contrato confere ao titular da concessão de uso um direito pessoal de uso especial sobre o bem público. Gbs. em car8ter precaríssimo. por isso. mas simplesmente autori7ado. pois $ reali7ado intuitu personae. &. como os demais direitos reais sobre coisas al=eias. embora admita fins lucrativos. pois a re#ra $ a revo#abilidade sem 9nus para a Administração. industriali7ação. Concess&o de direito real de uso ) $ o contrato pelo qual a Administração transfere o uso remunerado ou #ratuito de terreno público a particular.

na transfer:ncia do domínio útil de imFvel público a posse. entidade de classe ou associa le#almente constituída a pelo menos 1 ano. em car8ter perp$tuo. aforamento ou enfiteuse $ o direito real de posse. V +oro. ste termo não $ definido na le#islação. uso e #o7o pleno da coisa al=eia que o titular -foreiro ou enfiteuta. +em#dios EurDdicos ou Constitucionais +em#dio constitucional ou rem#dio NurDdico. <íquido e "erto: o direito não desperta dúvidas. por$m. por menor ou por estran#eiro. Gb%etivo: defesa do interesse dos seus membros ou associados. "onsiste. uso e #o7o perp$tuos da pessoa que ir8 utili78)lo daí por diante. certo e invari8vel. tamb$m c=amado domínio eminente. quando o respons8vel pela ile#alidade ou abuso de poder for autoridade pública ou a#ente de pessoa %urídica no e&ercício de atribuições do Poder Público. quando o respons8vel pela ile#alidade ou abuso de poder for autoridade pública ou a#ente de pessoa %urídica no e&ercício de atribuições do Poder Público. sen=orio. 5e%a quais são: 9-")-S C8+P%S ) sempre que al#u$m sofrer -Q" ?epressivo. A propositura da ação $ #ratuita e $ uma ação personalíssima. ou se ac=ar ameaçado de sofrer -Q" Preventivo. cKnon ou pensão $ a contribuição anual e fi&a que o foreiro ou enfiteuta pa#a ao sen=orio direto. ao sen=orio direto uma pensão ou foro. Pode ser impetrado pela prFpria pessoa. ao sen=orio direto. disposição dos indivíduos e cidadão para provocar a intervenção das autoridades competentes. 9-")-S (-7.C8A)76 8 ) instrumento que visa prote#er direito líquido e certo de uma coletividade. V /omínio útil consiste no direito de usufruir o imFvel do modo mais completo possível e de transmiti)lo a outrem. renuncia seu direito de reaver esse domínio útil. pois. <e#itimidade para impetrar JS "oletivo: Gr#ani7ação Sindical. viol:ncia ou coação em sua <2P ?/A/ / <G"GJGZWG. com a obri#ação de pa#ar perpetuamente uma pensão anual -foro. serve tamb$m para retificação de dados. constante de re#istro ou banco de dados de entidades #overnamentais ou de car8ter público.) para prote#er direito líquido e certo não amparado por Q" ou Q/. M-N(-(8 () S)F%+-NK. por ile#alidade ou abuso de poder.) para asse#urar o con=ecimento de informações relativas . pessoa do impetrante. V /omínio direto. anual. são meios postos . visando sanar ile#alidades ou abuso de poder em pre%uí7o de direitos e interesses individuais. pa#ando a pessoa que o adquire -enfiteuta. mas somente atrav$s de advo#ado. assim como partidos políticos com representação no "on#resso 6acional. Aaud!mio ) $ a importKncia que o foreiro ou enfiteuta pa#a ao sen=orio direto quando ele. sem as suas utilidades. apenas na doutrina. para o e&ercício de seus direitos sobre o domínio útil do imFvel. quando 6WG se prefira fa7:)lo por processo si#iloso. $ o direito . pode alienar e transmitir =ereditariamente. %udicial ou administrativo. m lin#ua#em t$cnica. substKncia mesma do imFvel. M-N(-(8 () S)F%+-NK. M-N(-(8 () 6NE%NKL8 ) sempre que a falta de norma re#ulamentadora que torne . est8 isento de obscuridades e qualquer pessoa física ou %urídica pode impetrar. nas mesmas condições em que o terceiro o adquire.domínio útil de imFvel. por ato entre vivos ou por testamento.

. lei e sua atuação deve ser confrontada com a lei. Atualmente. a tend:ncia $ preval:ncia do controle de resultados sobre o controle de meios. soberania e .invi8vel o e&ercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerro#ativas inerentes . -KL8 P8P%A-+ ) visa a anulação ou . ao Jeio Ambiente. na Adm. nacionalidade. . *oda atividade da Adm. Uuadro +esumo dos PrincDpios Constitucionais do (ireito -dministrativo PrincDpios Ferais Ae$alidade CaracterDsticas 6a atividade particular tudo o que não est8 proibido $ permitido4 na Administração Pública tudo o que não est8 permitido $ proibido. 6mpessoalidade Moralidade Publicidade ). procurando sempre o mel=or resultado para a administração.ici!ncia G interesse público t:m SIP? JA"2A sobre o interesse individual4 Supremacia do Jas essa supremacia sF $ le#ítima na medida em que os interesses 6nteresse Público públicos são atendidos. G dever do administrador não $ apenas cumprir a lei formalmente. sempre atrav$s de advo#ado. moralidade Administrativa. ?equisito da efic8cia e moralidade. pode ser destruída por prova contr8ria. A propositura cabe a qualquer cidadão -brasileiro. pois $ atrav$s da divul#ação oficial dos atos da Administração Pública que ficam asse#urados o seu cumprimento. ao Patrim9nio QistFrico e "ultural. Presun/&o de Ae$itimidade *inalidade Gs atos da Administração presumem)se le#ítimos. *oda atuação do administrador se destina a atender o interesse público e #arantir a observKncia das finalidades institucionais por parte das entidades da Administração 2ndireta. no e&ercício de seus direitos políticos. não fa7er distinções com base em crit$rios pessoais. G serviço público destina)se a atender necessidades sociais.. (6+)678 () P)76KL8 ) visa defender direito ou noticiar ile#alidade ou abuso de autoridade pública. G administrador est8 ri#idamente preso . cidadania. pode impetrar. Administração: a defesa da le#alidade e efici:ncia dos seus atos4 nada mais $ que um autocontrole SGP? S IS A*GS. R a obtenção do mel=or resultado com o uso racional dos meios. Xualquer pessoa -física ou %urídica. G administrador deve orientar)se por crit$rios ob%etivos. Xualquer pessoa pode propor. at$ prova em contr8rio -presunção relativa ou %uris tantum D ou se%a. declaração de nulidade de atos lesivos ao: Patrim9nio Público. Pública. R com fundamento nesse princípio que nos contratos administrativos não se -uto-7utela Continuidade do Servi/o Público . brasileira ou estran#eira. Pública deve ser praticada tendo em vista a finalidade pública. A autotutela se %ustifica para #arantir . mas cumprir substancialmente. observKncia e controle.

/eve ser autori7ada por lei. a e&ceção do contrato não cumprido. Xuando. parcelamento e ocupação do solo urbano4 a proteção ao patrim9nio =istFrico)cultural local. V /os stados D distribuição de #8s canali7ado4 V /os Junicípios ) o transporte coletivo4 a obri#ação de manter pro#ramas de educação pr$)escolar e de ensino fundamental4 os serviços de atendimento . Concentração e )esconcentração ocorrem no ?mbito de uma mesma pessoa ()SC8NC)N7+-KL85 e&iste quando as atividades estiverem distribuídas entre os Fr#ãos . a transfer:ncia da prFpria titularidade do serviço da pessoa política para a pessoa administrativa. +a7)se atrav$s de lei e sF pode ser retirada atrav$s de lei. São as concessões e permissões do serviço público. Gs serviços não podem parar c +a:oabilidade Gs poderes concedidos . Gutor#a si#nifica. ?eali7a)se por ato ou contrato administrativo. "oncursos d Jateriais d /ireito Administrativo d Gs Servidores Públicos Mais Sobre Servi/os Públicos Compet!ncias e 7itularidades5 V interesses prFprios de cada esfera administrativa V a nature7a e e&tensão dos serviços V a capacidade para e&ecut8)los vanta%osamente para a Administração e para os administrados. a não ser por lei. pelo particular. a Inião cria uma Autarquia e transfere para esta a titularidade de um serviço público. portanto. aeroespacial e de infra)estrutura portu8ria4 os de transporte interestadual e internacional4 de instalação e produção de ener#ia nuclear4 e a defesa contra calamidades públicas.permite que se%a invocada. que desenvolve o serviço em seu prFprio nome e não no de quem transferiu. ()A)F-KL85 implica na mera transfer:ncia da e&ecução do serviço. a$rea e de fronteiras4 a emissão de moeda4 o serviço postal4 os serviços de telecomunicações em #eral4 de ener#ia el$trica4 de nave#ação a$rea. Pode ser retirado por um ato de mesma nature7a. não transfere apenas a e&ecução. S J 3AL ?GS.4 promoção de pro#ramas de construção de moradia4 proteção do meio ambiente4 S %su. saúde da população4 o ordenamento territorial e o controle do uso. 6ão pode mais a Inião retomar esse serviço. R sempre feita por lei e somente por outra lei pode ser mudada ou retirada. Podem ser5 V Privativos: V /a Inião ) defesa nacional4 a polícia marítima.rios: G direito fundamental do usu8rio $ o recebimento do serviço4 Gs serviços uti sin#uli podem ser e&i#idos %udicialmente pelo interessado que este%a na 8rea de sua prestação e atenda as e&i#:ncias re#ulamentares para sua obtenção4 A trans-erência da e8ecução do serviço público pode ser -eita por (*:(#>A ou por )E<E>A@A( 8%78+F-5 implica na transfer:ncia da prFpria titularidade do serviço. V Comuns: Serviços de saúde pública -SIS. Administração devem ser e&ercidos na medida necess8ria ao atendimento do interesse coletivo. por e&emplo.

Q8 uma transfer:ncia das atividades dos Fr#ãos perif$ricos para os centrais. na forma autori7ada e re#ulamentada pelo &ecutivo. manutenção de serviços de atendimento ao usu8rio e a avaliação periFdica. A Inião $ um e&emplo de centrali7ação administrativa D mas as atribuições podem ser e&ercidas por seus Fr#ãos centrais D =8 concentração dentro de uma estrutura centrali7ada. contrato -concessão. bilateral. diretamente ou sob re#ime de concess&o ou permiss&o. G termo contrato. prestação dos serviços públicos em #eral. centrali7ação. Administração indireta corresponde . bem como as condições de caducidade. /esconcentração dentro de uma estrutura centrali7ada D quando =8 dele#ação de atribuição. Gbs. e&terna e interna. fiscali7ação e rescisão da concessão ou permissão4 22 ) os direitos dos usu8rios4 222 ) política tarif8ria4 25 ) a obri#ação de manter serviço adequado. Permissão de serviço público. ou por ato unilateral -permissão.de uma mesma pessoa D quando forem as atribuições transferidas dos Fr#ãos centrais para os locaisBperif$ricos. prec8rio. na forma da lei. tem o sentido de instrumento de dele#ação. podendo ser #ratuito ou oneroso. abran#endo. descentrali7ação.: o 26SS $ e&emplo de descentrali7ação. os atos administrativos. o car8ter especial de seu contrato e de sua prorro#ação. &.: tanto a concentração como a desconcentração poder8 ocorrer na estrutura administrativa centrali7ada ou descentrali7ada.4 (ireitos dos %su. &iste a necessidade de lei autori7ativa A lei dispor8 sobre: 2 ) o re#ime das empresas concession8rias e permission8rias de serviços públicos.Participação do usu8rio na administração: 2 ) as reclamações relativas . no que di7 respeito . C8NC)N7+-KL85 ocorre o inverso da desconcentração. V transfere)se a e&ecução V transitoriedade "oncursos d Jateriais d /ireito Administrativo d Gs Servidores Públicos Concess&o e Permiss&o de Servi/os Públicos R incumb:ncia do Poder Público. comutativo e reali7ado intuito personae P)+M6SSL8 $ tradicionalmente considerada pela doutrina como ato unilateral. Gutor#a V G stado cria a entidade V G serviço $ transferido por lei V *ransfere)se a titularidade V Presunção de definitividade /ele#ação V o particular cria a entidade V o serviço $ transferido por lei.rios . da qualidade dos serviços4 . tamb$m. discricion8rio. sempre atrav$s de licitação. G contrato de "oncessão $ a%uste de /ireito Administrativo. V (outrina ) Ato Administrativo V Aei ) "ontrato Administrativo -contrato de Adesão. C8NC)SSL8 $ a dele#ação contratual da e&ecução do serviço. intuito personae. Administração /ireta corresponde . asse#uradas . oneroso. a prestação de serviços públicos.

R reali7ada por ato administrativo.riaV V *alecimento ou incapacidade do titular' no caso de empresa individualV -utori:a/&o ) a Administração autori7a o e&ercício de atividade que.rio ) SF com anu:ncia )ncar$os do Poder Concedente ) ?e#ulamentar o serviço4 fiscali7ar4 poder de reali7ar a rescisão atrav$s de ato unilateral4 )ncar$os da Concession. Conv!nios e Cons2rcios -dministrativos V Conv!nios -dministrativos ) são acordos firmados por entidades públicas de qualquer esp$cie. instaurar procedimentos administrativos para intervir nos serviços prestados pelas concession8rias. V Caducidade ) corresponde . aut8rquicas.ria ) prestar serviço adequado4 cumprir as cl8usulas contratuais4 6nterven/&o nos Servi/os Públicos ) para asse#urar a re#ular e&ecução dos serviços. Aicita/&o5 V "oncessão ) &i#e <icitação modalidade "oncorr:ncia V Permissão ) &i#e <icitação Contrato de Concess&o: V Contratar terceiros ) Atividades acessFrias ou complementares V Sub-concess&o ) Jediante autori7ação S 7rans. est8 su%eita ao poder de policia do stado. empre#o ou função na administração pública. rescisão unilateral pela não e&ecução ou descumprimento de cl8usulas contratuais.ria ) Gs serviços públicos são remunerados mediante tarifa. por motivos de interesse público. V -nula/&o ) por ile#alidade na licitação ou no contrato administrativo4 V *al!ncia ou )=tin/&o da Concession.. &. para reali7ação de ob%etivos de interesse comum dos partícipes. fundacionais ou paraestatais. o serviço $ e&tinto4 V )ncampa/&o ou +es$ate ) $ a retomada do serviço pelo Poder "oncedente durante o pra7o da concessão. sendo de re#ra sem remuneração ou remunerado atrav$s de tarifas.er!ncia de concess&o e Controle societ. ou entre estas e or#ani7ações particulares.22 ) o acesso dos usu8rios a re#istros administrativos e a informações sobre atos de #overno4 222 ) a disciplina da representação contra o e&ercício ne#li#ente ou abusivo de car#o. sempre da mesma esp$cie.: /espac=antes4 a manutenção de canteiros e %ardins em troca de placas de publicidade. para reali7ação de ob%etivos de interesse comum dos partícipes. mediante <ei Autori7ativa específica e apFs pr$vio pa#amento da indeni7ação. por sua utilidade pública. discricion8rio e prec8rio -ato ne#ocial. ou quando por qualquer motivo o concession8rio paralisar os serviços. no caso de descumprimento das normas contratuais pelo Poder "oncedente. V +escis&o ) por iniciativa da concession8ria. o Poder "oncedente pode. mediante ação %udicial.. )=tin/&o da Concess&o5 V -dvento do 7ermo Contratual ) ao t$rmino do contrato. R a transfer:ncia ao particular. . de serviço público de f8cil e&ecução. PolDtica 7ari. atrav$s de /ecreto. V Cons2rcios -dministrativos ) são acordos firmados entre entidades estatais.

9ier.cia: a medida deve ser adequada para impedir o dano ao interesse público. direitos.ic.ria5 incide sobre as pessoas e destina)se . cabendo ao &ecutivo e&pedir re#ulamentos e outros atos normativos de car8ter #eral e de efeitos e&ternos. mediante vínculo %urídico instituído por meio de contrato de #estão. M8 foram criadas al#umas A#:ncias ?e#uladoras. (iscricion. las irão receber maior autonomia administrativa . &iste uma #radação.-$!ncias +e$uladoras ) A ?eforma Administrativa ora sendo implantada previu a criação de autarquias especiais que vão e&ercer o papel de poder concedente relativamente aos serviços públicos transferidos para particulares atrav$s do contrato de concessão de serviços públicos. sua validade. como por e&emplo: V A6 < D A#:ncia 6acional de ner#ia l$trica4 V A6A* < D A#:ncia 6acional de *elecomunicações4 V A6P D A#:ncia 6acional do PetrFleo -$!ncias )=ecutivas ) tamb$m são autarquias que vão desempen=ar atividades de e&ecução na administração pública. Normativo5 mbora a atividade normativa caiba predominantemente ao <e#islativo. de modo e&plícito ou implícito. Administração Pública poder para a pr8tica de determinado ato. disciplina administrativa. (isciplinar5 R conferido . +esumo Sobre Poderes -dministrativos inculado5 Xuando a lei confere .: 26J *?G. com incentivo e fiscali7ação do Poder Público. instituídas por iniciativa de particulares. em ra7ão do interesse público. orçament8ria e financeira mediante contratos de #estão firmados pelos seus administradores com o poder público.uico5 R o meio de que dispõe a Administração Pública para distribuir e escalonar as funções dos Fr#ãos públicos4 estabelecer a relação de subordinação entre seus a#entes4 e ordenar e rever a atuação de seus a#entes. como $ o caso das que por ela são contratados4 Poder de PolDcia5 R a atividade da Administração Pública que. &.r. atividades e $ re#ida pelo /ireito Administrativo Policia Eudici. estipulando todos os requisitos e elementos necess8rios . interesses ou liberdades individuais. Administração para apurar infrações e aplicar penalidades funcionais a seus a#entes e demais pessoas su%eitas . Administração. . re#ula a pr8tica do ato ou abstenção de fato. para desempen=ar serviços sociais não e&clusivos do stado. poder para pr8tica de determinado ato com liberdade de escol=a de sua conveni:ncia e oportunidade. Se$mentos do Poder de PolDcia5 Policia -dministrativa5 incide sobre bens. R necess8rio um decreto do Presidente da ?epública.rio5 Xuando o /ireito concede . recon=ecendo a autarquia como A#:ncia &ecutiva. nele não se e&aure. limitando ou disciplinando direitos. desfrutando de autonomia decorrente de contrato de #estão. 8r$ani:a/<es Sociais T8NFWs? ) São pessoas %urídicas de /ireito Privado. sem fins lucrativos. R aplicado aos particulares. R inerente ao Poder &ecutivo. responsabili7ação penal Aimita/<es do Poder de PolDcia5 V Necessidade5 o Poder de policia sF deve ser adotado para evitar ameaças reais ou prov8veis de pertubações ao interesse público4 V Proporcionalidade5 $ a e&i#:ncia de uma relação entre a limitação ao direito individual e o pre%uí7o a ser evitado4 V ).

G administrador não pode dispor Mais Sobre Contratos -dministrativos 6N7)+P+)7-KL8 (8S C8N7+-78S V As normas que re#em os contratos administrativos são as de /ireito Público.. das normas que cuidam de tal poder. R o princípio que determina privil$#ios %urídicos e um patamar de superioridade do interesse público sobre o particular "onseqO:ncias: a? a administração pública como / * 6*G?A / P?252<RL2GS. ao Poder Mudici8rio.: A <2"2*AZWG R GP?2LA*a?2A4 $ interesse público qualificado. V imunidade recíproca entre os entes públicos -não pa#am impostos. pela Administração Pública. indisponível. deve atuar nos limites da lei.4 V prescrição qOinqOenal -pra7o único.6N(6SP8N6"6A6(-() (8 6N7)+)SS) P@"A6C8 ) <2J2*A A SIP? JA"2A. 6 " SSA?2AJ 6* . 8 +e$ime EurDdico -dministrativo P+6NCGP68S D são re#ras que sur#em como parKmetro para a interpretação das demais normas %urídicas.C0NB estabelece.-tributos do Poder e PolDcia5 V (iscricionariedade5 "onsiste na livre escol=a. admitindo)se at$ o empre#o da força pública para seu normal cumprimento. sem necessidade de recorrer. bem como.(8 6N7)+)SS) P@"A6C8 ) =avendo conflito de interesses.S%P+)M-C6. V -uto-)=ecutoriedade5 Possibilidade efetiva que a Administração tem de proceder ao e&ercício imediato de seus atos. V Coercibilidade5 R a imposição imperativa do ato de policia a seu destinat8rio. suplementadas pelos princípios da teoria #eral dos contratos e do /ireito Privado. na opção quanto ao conteúdo. são l=es impostas obri#ações de não fa7er. dos meios adequados para e&ercer o poder de policia. o interesse público não pode ser livremente disposto pelo administrador que. V ação re#ressiva contra seus servidores culpados por danos a terceiros4 V impen=orabilidade de seus bens e rendas4 V pra7o qu8druplo para contestar4 V impedimento de acúmulo de car#os públicos. prevalece sempre o interesse público. &. b? PGS2ZWG / SIP ?2G?2/A/ nas relações com os particulares V "APA"2/A/ I62<A* ?A< / ? S"2SWG e ou de A<* ?AZWG /G "G6*?A*G.4 V e&ecução fiscal de seus cr$ditos D a fa7enda $ credora -lei E. previamente. V -tividade Ne$ativa5 *endo em vista o fato de não pretender uma atuação dos particulares e sim sua abstenção. . quando =ouver resist:ncia por parte do administrado. P+6NCGP68 (. P+6NCGP68 (.

em seu conteúdo. c8lculos. planil=as. cl8usulas que concedam maiores vanta#ens ao contratado. salvo nos casos de 26 3 L2P2<2/A/ e /2SP 6SA. encar#os e responsabilidades. aplicando)l=es supletivamente os princípios da *eoria Leral do "ontratos e o /ireito Privado. Conteúdo5 $ a vontade das partes e&pressa no momento de sua formali7ação V sur#e então a necessidade de cl8usulas necess8rias. V Xualquer cl8usula que contrarie o interesse público ou renuncie direitos da Administração. V 2nte#ram o "ontrato: o dital.etc. V 6ão se admite. *8+M-A6P-KL8 (8 C8N7+-78 -(M6N6S7+-76 8 Gs contratos Administrativos re#em)se pelas suas cl8usulas e pelos preceitos de /ireito Público. V A aus:ncia de contrato escrito e requisitos essenciais e outros defeitos de forma ) podem viciar as manifestações de vontade das partes e com isto acarretar a A6I<AZWG do contrato.V 6os contratos administrativos celebrados em prol da coletividade não se pode interpretar suas cl8usulas contra essa mesma coletividade. etc. Administração Pública. o memorial. o pro%eto. pois os ne#Fcios administrativos dependem de comprovação documental e re#istro nos Fr#ãos de controle interno. conclusão e entre#a do ob%eto do contrato4 V as que apontem as #arantias. 'presunção de le#itimidade das cl8usulas contratuais(. e&ecução. deve ser interpretada como não escrita. tais como a 'vinculação da administração ao interesse público(. V &istem princípios que não podem ser desconsiderados pelos int$rpretes. *erão que constar. "l8usulas Gbri#atFrias: V as que definem o ob%eto4 V as que estabeleçam o re#ime de e&ecução da obra4 V as que fi&em o preço e as condições de pa#amento4 V as que tra#am os crit$rios de rea%ustamento e atuali7ação monet8ria4 V as que marquem pra7os de início. 6nstrumento Contratual5 lavram)se nas prFprias repartições interessadas4 V e&i#e)se scritura Pública quando ten=am por ob%eto direito real sobre imFveis V o contrato verbal constitui e&ceção. salvo se autori7ada por lei. que fi&em com fidelidade o ob%eto do a%uste e definam os direitos e obri#ações. )R)C%KL8 (8 C8N7+-78 . obri#atoriamente. Gs contratos administrativos t:m que ser precedidos por <icitação. e que se%am pre%udiciais .

sF poder8 e&ecut8)lo aquele que foi o #an=ador da licitação4 V nem sempre $ personalíssimo. )tapa *inal da )=ecu/&o do Contrato V consiste na entre#a e recebimento do ob%eto do contrato. não transfere a responsabilidade . )=ecu/&o Pessoal V todo contrato $ firmado 'intuitu personae(. revisão das cl8usulas do contrato. *eoria da 2mprevisão !. sob sua inteira responsabilidade4 )ncar$os da )=ecu/&o V o contratado $ respons8vel pelos encar#os trabal=istas.icadoras5 São causas que permitem %ustificar o descumprimento do contrato por parte do contratado. A e&ist:ncia dessas causas pode levar . culposa ou sem culpa de qualquer das partes. podendo e&i#ir a participação de diferentes t$cnicos e especialistas. orientação. 1. nos seus pra7os e nas suas condições. no todo em parte. com refer:ncia a esses encar#os. fiscal e comerciais decorrentes da &ecução do contrato4 V a inadimpl:ncia do contratado. +ato do Príncipe 0. previdenci8rios. intervenção e aplicação de penalidades contratuais. Administração e nem onera o ob%eto do contrato4 V outros encar#os poderão ser atribuídos ao contratado. ou se%a. Pode ser provisFrio ou definitivo 6N)R)C%KL8 (8 C8N7+-78 R o descumprimento de suas cl8usulas. mas deverão constar do dital de <icitação4 -companHamento da )=ecu/&o do Contrato V $ direito da Administração e compreende a +iscali7ação. interdição. +orça Jaior .R o cumprimento de suas cl8usulas firmadas no momento de sua celebração4 $ cumpri)lo no seu ob%eto.. Causas Eusti. "aso +ortuito >. +ato da Administração . Pode ocorrer por ação ou omissão. e&tinção ou .

. não relacionada diretamente com o contrato. que impossibilita a e&ecução do contrato. V 6nteresse da -dministra/&o5 quando o interesse público e&i#e a alteração do pro%eto ou dos processos t$cnicos de sua e&ecução.O!ncias da 6ne=ecu/&o5 V propicia sua rescisão4 V acarreta para o inadimplente. V A aplicação da * G?2A /A 2JP? 52SWG permite o restabelecimento do equilíbrio econ9mico)financeiro do contrato administrativo. C-S8 *8+7%6785 $ o evento da nature7a. V Gs contratos são obri#atFrios -'pacta sunt servanda(. imprevisível e inevit8vel. $ a medida de ordem #eral. nos contratos de prestações sucessivas est8 implícita a cl8usula 'rebus sic stantibus( -a convenção não permanece em vi#or se =ouver mudança da situação e&istente no momento da celebração.: inundação *8+K. e&ecução do contrato.6MP+) 6SL85 Pressupõe situações imprevisíveis que afetam substancialmente as obri#ações contratuais. conseqO:ncia de Grdem "ivil e Administrativa4 V acarreta a suspensão provisFria e a declaração de inidoneidade para contratar com a Administração. provocando desequilíbrio econ9mico)financeiro em detrimento do contratado.7)8+6. retarda ou impede a sua e&ecução. R falta contratual cometida pela Administração. &.(. tornando e&cessivamente oneroso o cumprimento do contrato.M-68+5 $ o acontecimento =umano. &.: #reve. que impossibilita o cumprimento do contrato. inevit8vel e imprevisível. praticada pela prFpria Administração Pública. *-78 (8 P+GNC6P)5 tamb$m denominada '8lea administrativa(. *-78 (.-(M6N6S7+-KL85 $ toda ação ou omissão do Poder Público que . &. +) 6SL8 (8 C8N7+-78 -(M6N6S7+-76 8 Pode ocorrer por interesse da prFpria Administração ou pela superveni:ncia de fatos novos que tornem ine&eqOível o a%uste inicial. JAS XI 6 < ? P ?"I* . incidindo direta e especificamente sobre o contrato. com aumento de encar#os4 . V R a aplicação da anti#a cl8usula 'rebus sic stantibus(.: Jedida Lovernamental que dificulte a importação de mat$ria)prima necess8ria . Conse. 6o entanto..

V por . )sp#cies de Controle 1. que se asse#ure o direito de defesa ao contratado. observando o / 52/G P?G" SSG < LA<. pois decorre de um fato e&tintivo %8 previsto. a?LWG GI AI*G?2/A/ e&erce sobre a conduta funcional de outro. -(M6N6S7+-76 -5 V por motivo de interesse público5 A Administração.V Superveni!ncia de *atos5 quando sobrevem atos de Loverno ou fatos materiais imprevistos e imprevisíveis pelas partes. então por seus prFprios meios. o contrato $ passível de +) 6SL8. MI/2"2A<J 6* . orientação e correção que IJ PG/ ?. E%(6C6-A5 $ determinada pelo Poder Mudici8rio. se quiser. ou se%a.alta do contratado5 6esse caso. Gbs: o particular far8 %us a mais ampla indeni7ação. Controle da -dministra/&o Pública "ontrole da Administração Pública $ a faculdade de vi#ilKncia. que leva . . pode pleitear %udicialmente a rescisão. rescisão do contrato de pleno direito. declara a rescisão.: a fal:ncia. A esse respeito distin#uem)se as =ipFteses de ? S"2SWG: a? -(M6N6S7+-76 -V b? E%(6C6-AV c? () PA)N8 (6+)678. no Kmbito da prFpria administração. PA)N8 (6+)6785 não depende de manifestação das partes. pela superveni:ncia de eventos que impeçam ou tornem inconvenientes o prosse#uimento do a%uste. 7elando pelo interesse público. +)SC6SL8 (8 C8N7+-78 -(M6N6S7+-76 8 R o t$rmino do contrato durante a e&ecução por inadimpl:ncia de uma das partes. &. ) e&ercido de forma inte#rada entre os Poderes . no caso de rescisão por motivo de interesse público. m qualquer destes casos. considera inconveniente a sua manutenção. o qual dificulte ou a#ravem a conclusão do ob%eto do contrato. não est8 a Administração obri#ada a entrar na %ustiça e. sendo facultativa para a Administração ) esta.uanto X e=tens&o do controle5 V "G6*?G< 26* ?6G: $ todo aquele reali7ado pela entidade ou Fr#ão respons8vel pela atividade controlada. G contratado somente poder8 pleitear a rescisão.

anulação. . como ocorre. e. AP?A6L A*GS como os de aprovação. por parte do Senado +ederal. autoridade ou Fr#ão estran=o . anualmente. por e&emplo. Meios de Controle5 ) +iscali7ação Qier8rquica: esse meio de controle $ inerente ao poder =ier8rquico. sob os ASP "*GS / < LA<2/A/ JR?2*G. ao <e#islativo. e&pressos na "onstituição.) responsabilidade solid8ria dos respons8veis pelo controle interno. 2. =omolo#ação. somente. Z. disposição de qualquer contribuinte. autoridade ou instKncia superior do mesmo Fr#ão administrativo em que foi praticado o ato4 $ decorr:ncia da =ierarquia4 ) ?ecurso Qier8rquico &presso: diri#ido .uanto X nature:a do controle5 V "G6*?G< / < LA<2/A/ : $ o que verifica a conformidade da conduta administrativa com as normas le#ais que a re#em. do Presidente e diretores do Panco "entral. V "G6*?G< < L2S<A*25G: 6WG PG/ e&orbitar . desfa7:)los ou. com a fiscali7ação de um contrato em andamento. ) controle do Mudici8rio sobre os atos do &ecutivo em ações %udiciais4 ) sustação de ato normativo do Poder &ecutivo pelo <e#islativo4 V "G6*?G< 3* ?6G PGPI<A?: As contas dos Junicípios ficarão. . ) ?epresentação: denúncia de irre#ularidades feita perante a prFpria Administração4 ) ?eclamação: oposição e&pressa a atos da Administração que afetam direitos ou interesses le#ítimos do interessado4 ) Pedido de ?econsideração: solicitação de ree&ame diri#ida . V "G6*?G< /G JR?2*G: $ o que se consuma pela verificação da conveni:ncia e da oportunidade da conduta administrativa. mas com compet:ncia %ul#adora e&pressa. Y. G controle alcança os . repartição que e&pediu o ato recorrido. mesma autoridade que praticou o ato4 ) ?ecurso Qier8rquico prFprio: diri#ido . durante EN dias. quando dei&arem de dar ci:ncia ao *"I de qualquer irre#ularidade ou ile#alidade.etua5 V "G6*?G< P?R52G GI P? 5 6*25G: $ o que $ e&ercido antes de consumar)se a conduta administrativa. por iniciativa prFpria ou mediante provocação. por e&emplo. V "G6*?G< 3* ?6G: ocorre quando o Fr#ão fiscali7ador se situa em Administração /25 ?SA daquela de onde a conduta administrativa se ori#inou. pela P?aP?2A A/J262S*?AZWG P]P<2"A. confirm8)los. mas nunca ao Mudici8rio. com aprovação pr$via. o qual poder8 questionar)l=es a le#itimidade. e não revo#ado.uanto ao momento em . revo#ação ou convalidação. A compet:ncia para e&erc:)lo $ da Administração.s =ipFteses constitucionalmente previstas. ) ?ecursos Administrativos: são meios =8beis que podem ser utili7ados para provocar o ree&ame do ato administrativo. ?ecursos Administrativos: em re#ra. . . em casos e&cepcionais. para e&ame e apreciação. sse controle pode ser interno ou e&terno. para corri#i)los.ue o e=erce5 V "G6*?G< A/J262S*?A*25G: $ e&ercido pelo &ecutivo e pelos Fr#ãos administrativos do <e#islativo e do Mudici8rio. V "G6*?G< "G6"GJ2*A6* : acompan=a a situação administrativa no momento em que ela se verifica. ) Supervisão Jinisterial: AP<2"b5 < nas entidades de administração indireta vinculadas a um Jinist$rio4 supervisão não $ a mesma coisa que subordinação4 trata)se de controle finalístico. o efeito R 6WG SISP 6S25G. 5ale di7er que a Administração e&ercita)o de ofício ou mediante provocação: o <e#islativo sF o efetiva nos casos constitucionalmente previstos4 e o Mudici8rio atrav$s da ação adequada.uanto ao 2r$&o . R o que ocorre.ue se e. sob pena de ofensa ao princípio da separação de poderes. nos termos da lei. V "G6*?G< PGS* ?2G? GI "G?? *25G: tem por ob%etivo a revisão de atos %8 praticados. Por esse controle o ato ile#al e ile#ítimo somente pode ser anulado.

. bens e valores públicos ou pelos quais a Inião responda. R o denominado poder e&troverso da Administração. as normas sobre fiscali7ação cont8bil. -tributos e Uualidade do -to -dministrativo P+)S%NKL8 () A)F676M6(-()5 todo ato administrativo presume)se le#ítimo. quanto .: Secret8rio de Saúde quando dita normas de =i#iene D decorre do e&ercício do Poder de Polícia D pode impor obri#ação para o administrado. financeira e orçament8ria.: 6o Kmbito estadual e municipal. ser8 e&ercida pelo "on#resso 6acional. #uarde. Gbs. Alcança. -%78-)R)C%78+6)(-()5 $ o atributo do ato administrativo pelo qual o Poder Público pode obri#ar o administrado a cumprí)lo. os atos administrativos do &ecutivo. economicidade. ou que. função administrativa e or#ani7acional. ) "ontrole Político: tem por base a possibilidade de fiscali7ação sobre atos li#ados . le#alidade. V "G6*?G< MI/2"2A<: $ o poder de fiscali7ação que o Mudici8rio e&erce SP "2+2"AJ 6* sobre a atividade administrativa do stado. assuma obri#ações de nature7a pecuni8ria.Fr#ãos do Poder &ecutivo e suas entidades da Administração 2ndireta e o Poder Mudici8rio -quando e&ecuta função administrativa. em nome desta. aos respectivos *ribunais e "onsel=os de "ontas. financeira.: &ecução de /ívida Ativa D cabe ao particular o 9nus de provar que não deve ou que o valor est8 errado.. independentemente de ordem %udicial4 +e. Gbs. verdadeiro e conforme o direito4 $ presunção relativa -%uris tantum.: R 5 /A/G AG MI/2"2b?2G apreciar o m$rito administrativo e restrin#e)se ao controle da le#alidade e da le#itimidade do ato impu#nado. orçament8ria. arrecade. le#itimidade. pública ou privada. independentemente de sua concordKncia4 &. basicamente.uisitos do -to -dministrativo +)U%6S678S5 Compet!ncia' *inalidade' *orma' Motivo e 8bNeto . *"I: $ Fr#ão inte#rante do "on#resso 6acional que tem a +I6ZWG / au&ili8)lo no controle financeiro e&terno da Administração Pública. e pelo sistema de controle interno de cada Poder. Atos su%eitos a controle especial: ) atos políticos4 ) atos le#islativos4 ) atos interna corporis. aplicam)se. operacional e patrimonial da Inião e das entidades da administração direta e indireta. ) "ontrole +inanceiro: A fiscali7ação cont8bil. aplicação das subvenções e renúncia de receitas. ) "ampo de "ontrole: Prestar8 contas qualquer pessoa física ou %urídica. #erencie ou administre din=eiro. no que couber. isto $. &. mas tamb$m e&amina os atos do <e#islativo e do prFprio Mudici8rio quando reali7a atividade administrativa. 6MP)+-76 6(-()5 $ a qualidade pela qual os atos dispõem de força e&ecutFria e se impõem aos particulares. que utili7e. mediante controle e&terno.

$ o ato efica7 e e&eqOível4 +e. não pode o Poder Mudici8rio pretender substituir a discricionariedade do administrador pela discricionariedade do Mui7. 8"E)78: $ o conteúdo do ato4 $ a prFpria alteração na ordem %urídica4 $ aquilo que o ato dispõe. A compet:ncia A/J2* / < LAZWG A5G"AZWG. de como o ato deve ser praticado4 R o revestimento e&terno do ato4 $ 526"I<A/G.&. a validade do ato fica subordinada . resultante da lei. que d8 ao a#ente administrativo a capacidade de praticar o ato administrativo. sob pena de 6I<2/A/ do ato pelo / S52G / +26A<2/A/ específica. resultante da lei.. Qavendo qualquer desvio. o ato $ nulo por / S52G / +26A<2/A/ . nos c=amados atos discricion8rios. e&aminar os motivos invocados pelo Administrador para verificar se eles efetivamente e&istem e se porventura est8 caracteri7ado um desvio de finalidade. ato discricion8rio ) =8 uma mar#em de liberdade do Administrador para preenc=er o conteúdo do ato . ) motivação facultativa ) ato discricion8rio ) ou não estar previsto em lei -a autoridade tem a liberdade de escol=er o motivo em vista do qual editar8 o ato. Se o Administrador invoca determinados motivos. admitem)se as ordens atrav$s de sinais ou de vo7. Pode. R preciso saber. resolve)se nesses tr:s aspectos.C8MP)7[NC6-5 $ o poder.: aposentadoria do servidor. 2nicialmente. no entanto. portanto. como são feitas no trKnsito. M876 85 $ a situação de direito que autori7a ou e&i#e a pr8tica do ato administrativo4 ) motivação obri#atFria ) ato vinculado ) pode estar previsto em lei -a autoridade sF pode praticar o ato caso ocorra a situação prevista. efetiva e&ist:ncia desses motivos invocados para a sua pr8tica. G problema da compet:ncia. caracteri7am o que se denomina de JR?2*G A/J262S*?A*25G. f:)lo no e&ercício das atribuições do car#o. Ato <e#al e Perfeito $ o ato administrativo completo em seus requisitos e efica7 em produ7ir seus efeitos4 portanto.. se o Fr#ão daquela Pessoa Murídica que praticou o ato. +inalmente. ato vinculado ) o ob%eto %8 est8 predeterminado na lei . a forma $ particulari7ada e e&i#e)se um determinado tipo de forma escrita. sses institutos resultam da =ierarquia.&. m al#uns casos. R a teoria dos Jotivos /eterminantes. Pode ser 526"I<A/G ou /2S"?2"2G6b?2G. m princípio. em princípio. G Administrador não pode fu#ir da finalidade que a lei imprimiu ao ato. mesmo que =a%a relevKncia social.uisitos 7ipo do -to CaracterDsticas R G PG/ ?. em se#undo lu#ar. $ necess8rio verificar se a Pessoa Murídica tem atribuição para a pr8tica daquele ato. que d8 ao a#ente administrativo a capacidade de praticar o ato administrativo4 $ 526"I<A/G4 R o primeiro requisito de validade do ato administrativo.: desapropriação D cabe ao Administrador escol=er o bem. estava investido de atribuições para tanto.. *8+M-5 $ a maneira re#rada -escrita em lei. M#rio -dministrativo5 corresponde .4 A efetiva e&ist:ncia do motivo $ sempre um requisito para a validade do ato. "GJP *e6"2A 5inculado . *6N-A6(-()5 $ o bem %urídico ob%etivado pelo ato administrativo4 $ 526"I<A/G4 G ato deve alcançar a finalidade e&pressa ou implicitamente prevista na norma que atribui compet:ncia ao a#ente para a sua pr8tica. $ preciso verificar se o a#ente público que praticou o ato. de acordo com os interesses da Administração. esfera de discricionariedade reservada ao Administrador e. Admite / < LAZWG e A5G"AZWG. e&i#e)se a forma escrita para a pr8tica do ato. &cepcionalmente. JG*25G e GPM *G.

-tos Ne$ociais5 aqueles que cont:m uma declaração de vontade do Poder Público coincidente com a vontade do particular4 visa a concreti7ar ne#Fcios públicos ou atribuir certos direitos ou vanta#ens ao particular. Portarias. Grdens de Serviço. -ltera/&o ou +escis&o %nilateral por parte da -dministra/&oV Y.: <icença4 Autori7ação4 Permissão4 Aprovação4 Apreciação4 5isto4 Qomolo#ação4 /ispensa4 ?enúncia4 -tos )nunciativos5 aqueles que se limitam a certificar ou atestar um fato. ?esoluções. -tos Punitivos5 atos com que a Administração visa a punir e reprimir as infrações administrativas ou a conduta irre#ular dos administrados ou de servidores. Peculiaridades dos Contratos -dministrativos A Administração Pública aparece com uma s$rie de prerro#ativas que #arantem sua supremacia sobre o particular. de como o ato deve ser praticado4 R o revestimento e&terno do ato. pois visam a e&plicitar a norma le#al. CAI%S%A-S )R8+"67-N7)S ) %amais seriam possíveis no /ireito Privado 1. -tos 8rdinat2rios5 visam disciplinar o funcionamento da Administração e a conduta funcional de seus a#entes. e&plícitas ou implícitas. Gfícios. "irculares. &.: /ecretos. /eliberações. trata. )=i$!ncia de Farantia 2. &. ?e#imentos. visando a correta aplicação da lei4 estabelecem re#ras #erais e abstratas. manam do poder =ier8rquico da Administração. &. ou emitir opinião sobre determinado assunto4 6WG S 526"I<A A S I 6I6"2A/G. *iscali:a/&oV . R a AP<2"AZWG do Poder de Policia e Poder /isciplinar. &s. )sp#cies de -tos -dministrativos -tos Normativos5 aqueles que cont:m um comando #eral do &ecutivo. etc. &s. Avisos.: Julta4 2nterdição de atividades4 /estruição de coisas4 Afastamento de car#o ou função.: 2nstruções.: "ertidões4 Atestados4 Pareceres.+26A<2/A/ +G?JA JG*25G GPM *G 5inculado 5inculado 5inculado ou /iscricion8rio 5inculado ou /iscricion8rio R o bem %urídico GPM *25A/G pelo ato administrativo4 $ ao que o ato se compromete4 R a maneira re#rada -escrita em lei. R a situação de direito que autori7a ou e&i#e a pr8tica do ato administrativo4 $ o por que do ato. ?e#ulamentos. *ais peculiaridades constituem as c=amadas "<bISI<AS 3G?P2*A6* S. em todo contrato administrativo. /espac=os. R o conteúdo do ato4 $ a prFpria alteração na ordem %urídica4 $ aquilo de que o ato dispõe.

pro%etos ou pra7os4 66 ) a lentidão do seu cumprimento. / 5 ?b. quer no plano dos prFprios interesses. )=i$!ncia de Farantia5 ApFs ter vencido a <icitação. +etomada do 8bNeto5 G princípio da continuidade do serviço público AI*G?2\A a retomada do ob%eto de um contrato.. o XI2<[P?2G "G6fJ2"G e financeiro do contrato. sem %usta causa e pr$via comunicação . desde que o Poder Público observe uma cl8usula correlata. serviço ou fornecimento ou a paralisação da obra. os direitos dos contratados estão basicamente voltados para as c=amadas cl8usulas econ9micas. ssa A<* ?AZWG não pode sofrer resist:ncia do particular contratado. -plica/&o de Penalidades e -nula/&o 6. -plica/&o de Penalidades5 Pode o Poder Público 2JPG? P 6A<2/A/ S em decorr:ncia da fiscali7ação e controle -aplicação de multas e. qual se%a. posteriormente. etc. da mesma proporcionalidade entre encar#os e vanta#ens estabelecidas no momento em que o contrato foi celebrado. /eve a Administração fiscali7ar. manutenção ao lon#o da e&ecução do contrato. preservando o interesse público. se a Administração alterar cl8usulas do serviço. Jotivos ense%adores de alterações nos "ontratos: 6 ) não cumprimento de cl8usulas contratuais. 6mpossibilidade do Particular 6nvocar a )=ce/&o do Contrato n&o CumpridoV 1. "aso o contratado ten=a dado causa a rescisão contratual. em casos e&tremos. Administração4 666 ) a decretação de fal:ncia ou a instauração de insolv:ncia civil4 a dissolução da sociedade ou o falecimento do contratado. sob pena do contratado reclamar %udicialmente P< 2* A6/G G XI2<[P?2G "G6fJ2"G +26A6" 2?G. especificações. proporcionar modificação na remuneração a que o contratado fa7 %us. inclusive. 2. admitindo)se. $ feita uma e&i#:ncia ao contratado. sta #arantia ser8 devolvida apFs a e&ecução do contrato. acompan=ar a e&ecução do contrato. -ltera/&o ou +escis&o %nilateral5 A Administração Pública tem o dever de 7elar pela efici:ncia dos serviços públicos e. ). sempre que a paralisação ou a ineficiente e&ecução possam ocasionar pre%uí7o ao interesse público. o atraso in%ustificado no início da obra. ). de modo correlato. *ítulos da /ívida Pública. uma intervenção do Poder Público no contrato. a qual pode ser: "aução em din=eiro. 6. observa)se que estes não mais servem ao interesse público. +iança Panc8ria. do serviço ou do fornecimento. que $ a manutenção da comutatividade na e&ecução do contrato -equival:ncia entre as prestações D comutativo. *iscali:a/&o5 Gs contratos administrativos prev:em a possibilidade de controle e fiscali7ação a ser e&ercido pela prFpria Administração. a Administração poder8 reter a #arantia a título de ressarcimento. muitas ve7es. GPS: R evidente que no contrato de direito privado seria inadmissível a aplicação das sanções penais que e&i#em intervenção do Poder Mudici8rio. celebrado um contrato de acordo com determinados padrões.. 2JPG6/G JA2S LAS*GS ou f6IS AG "G6*?A*A/G.Z. a alteração social ou a modificação da finalidade ou da estrutura da empresa que pre%udique a e&ecução do contrato4 6 ) ra7ões de interesse público4 ) a ocorr:ncia de caso fortuito ou de força maior4 Y. +etomada do 8bNetoV 5. assumindo a e&ecução do contrato para eliminar fal=as. a proibição de contratar com a Administração Pública. 5.uilDbrio )conCmico e *inanceiroV >. .uilDbrio *inanceiro5 6os contratos administrativos. quer no plano das t$cnicas empre#adas. Por isso. ou ainda. G contratado tem o direito . Z. ?esulta do princípio da 'auto)e&ecutoriedade( e do poder de polícia da Administração Pública.

para o a#ente. afirma)se que o princípio da continuidade dos serviços públicos 2JPGSS2P2<2*A AG PA?*2"I<A? ar#Oir a e&ceção do contrato não cumprido. )=ce/&o do Contrato n&o Cumprido5 R a impossibilidade do Particular invocar a &ceção do "ontrato não cumprido. devendo se su%eitar . para o a#ente. liberdade <icença4 de escol=a. 6o entanto. /emissão4 /estina)se a uma pessoa em particular ou 2ndividuais &oneração4 a um #rupo de pessoas determinadas .. /esapropriação4 2nterdição4 ?equisição. 6os demais. Gutor#a de <icença 2nternos Alcance &ternos Gs destinat8rios são os Fr#ãos e a#entes "irculares4 da Administração4 não se diri#em a Portarias4 terceiros 2nstruções4 Alcançam os administrados de modo #eral -sF entram em vi#or depois de publicados. S J ISA? SIA "ertidões SIP? JA"2A4 Aqueles praticados por a#entes subalternos4 atos de rotina interna4 Protocolo &pediente 5inculado ?e#ramento Xuando não =8. Qo%e. o particular não deve paralisar a e&ecução do contrato. Classi."G65 62e6"2A e GPG?*I62/A/ . no que di7 respeito ao /iscricion8rio Autori7ação m$rito . Aquele que a administração pratica no #o7o de suas prerro#ativas4 em posição de supremacia perante o administrado4 Admissão4 <icença. seria impossível a inoponibilidade da e&ceção do contrato não cumprido. Se a Administração descumpriu uma cl8usula contratual. A inoponibilidade da e&ceção do contrato não cumprido sF prevaleceria para os contratos de serviços públicos. ou se%a.EEEBA0 D "ontratos e <icitações D prev: a paralisação da e&ecução do contrato não pa#o por período acima de AN dias. 6os contratos de direito privado. $ admissível a e&ceção do contrato não cumprido D a parte pode di7er que somente cumprir8 a obri#ação se a outra parte cumprir a sua. nos contratos administrativos.ica/&o dos -tos -dministrativos Uuanto aos -tos Lerais /estinat8rios (escri/&o /estinam)se a uma parcela #rande de su%eitos indeterminados e todos aqueles que se v:em abran#idos pelos seus preceitos4 )=emplos dital4 ?e#ulamentos4 2nstruções. mas postular perante o Poder Mudici8rio as reparações cabíveis ou a rescisão contratual. . de nature7a bilateral. naqueles em que e&istem obri#ações recíprocas.>.s Pedido de determinações da <ei4 Aposentadoria Xuando =8 liberdade de escol=a -na < 2. 2mp$rio Gb%eto Lestão São os praticados pela Administração em Alienação e situação de i#ualdade com os Aquisição de bens4 particulares.. a <ei C.

que produ7 conseqO:ncias %urídicas. Ima cirur#ia mal reali7ada em um =ospital público. -to EurDdico5 $ uma manifestação de vontade destinada a produ7ir efeitos %urídicos. que ten=a por fim imediato adquirir. verdadeiro e conforme o direito4 $ presunção relativa -%uris tantum. . A*?2PI*GS XIA<2/A/ S /G A*G A/J262S*?A*25G P+)S%NKL8 () A)F676M6(-()5 todo ato administrativo presume)se le#ítimo. como e&emplo. res#uardar. 6o entanto. embora muitas ve7es esses efeitos ocorram. transferir. &. isto $. ?esultam da soma de vontade de ! ou mais Fr#ãos. que vai produ7ir conseqO:ncias %urídicas. 6ão deve ser confundido com procedimento administrativo -"oncorr:ncia Pública. &.Simples Produ7ido por um único Fr#ão4 podem ser simples sin#ulares ou simples cole#iais. *ato -dministrativo5 $ o acontecimento material da Administração. não tradu7 uma manifestação de vontade voltada para produção dessas conseqO:ncias. que tamb$m resultar8 na responsabilidade do stado.. mas dependente da ratificação de outro Fr#ão para se /ispensa de licitação tornar e&eqOível. scol=a em lista tríplice "omple&o -to -dministrativo -to -dministrativo $ o ato %urídico praticado pela Administração Pública4 $ todo o ato lícito. G +ato Administrativo não se destina a produ7ir efeitos no mundo %urídico. modificar ou e&tin#uir direitos4 SF pode ser praticado por a#ente público competente4 *ato EurDdico5 $ um acontecimento material involunt8rio. /espac=o +ormação do A*G "omposto Produ7ido por um Fr#ão.: A construção de uma obra pública4 o ato de ministrar uma aula em escola pública4 o ato de reali7ar uma cirur#ia em =ospital público. ense%ando indeni7ação..: &ecução de /ívida Ativa D cabe ao particular o 9nus de provar que não deve ou que o valor est8 errado. uma obra pública mal e&ecutada vai causar danos aos administrados.

pois visam a e&plicitar a norma le#al. Avisos.: "ertidões4 Atestados4 Pareceres. Portarias.: Julta4 2nterdição de atividades4 /estruição de coisas4 Afastamento de car#o ou função.6MP)+-76 6(-()5 $ a qualidade pela qual os atos dispõem de força e&ecutFria e se impõem aos particulares.: Secret8rio de Saúde quando dita normas de =i#iene D decorre do e&ercício do Poder de Polícia D pode impor obri#ação para o administrado. ?esoluções. &. -%78-)R)C%78+6)(-()5 $ o atributo do ato administrativo pelo qual o Poder Público pode obri#ar o administrado a cumprí)lo. &s. -tos Ne$ociais5 aqueles que cont:m uma declaração de vontade do Poder Público coincidente com a vontade do particular4 visa a concreti7ar ne#Fcios públicos ou atribuir certos direitos ou vanta#ens ao particular. Gfícios. &. independentemente de sua concordKncia4 &. manam do poder =ier8rquico da Administração. ?e#imentos. ou emitir opinião sobre determinado assunto4 6WG S 526"I<A A S I 6I6"2A/G. /espac=os.: <icença4 Autori7ação4 Permissão4 Aprovação4 Apreciação4 5isto4 Qomolo#ação4 /ispensa4 ?enúncia4 -tos )nunciativos5 aqueles que se limitam a certificar ou atestar um fato. visando a correta aplicação da lei4 estabelecem re#ras #erais e abstratas. -tos 8rdinat2rios5 visam disciplinar o funcionamento da Administração e a conduta funcional de seus a#entes. &s. ? XI2S2*GS /G A*G A/J262S*?A*25G . -tos Punitivos5 atos com que a Administração visa a punir e reprimir as infrações administrativas ou a conduta irre#ular dos administrados ou de servidores. etc. ?e#ulamentos. R a AP<2"AZWG do Poder de Policia e Poder /isciplinar. /eliberações. independentemente de ordem %udicial4 SPR"2 S / A*GS A/J262S*?A*25GS -tos Normativos5 aqueles que cont:m um comando #eral do &ecutivo.: /ecretos.: 2nstruções. &. Grdens de Serviço. R o denominado poder e&troverso da Administração. "irculares.

*6N-A6(-()5 $ o bem %urídico ob%etivado pelo ato administrativo4 $ 526"I<A/G4 G ato deve alcançar a finalidade e&pressa ou implicitamente prevista na norma que atribui compet:ncia ao a#ente para a sua pr8tica. Se o Administrador invoca determinados motivos. efetiva e&ist:ncia desses motivos invocados para a sua pr8tica. resultante da lei. G problema da compet:ncia. G Administrador não pode fu#ir da finalidade que a lei imprimiu ao ato. admitem)se as ordens atrav$s de sinais ou de vo7. de como o ato deve ser praticado4 R o revestimento e&terno do ato4 $ 526"I<A/G. como são feitas no trKnsito. R preciso saber. que d8 ao a#ente administrativo a capacidade de praticar o ato administrativo4 $ 526"I<A/G4 R o primeiro requisito de validade do ato administrativo. *8+M-5 $ a maneira re#rada -escrita em lei. &cepcionalmente. estava investido de atribuições para tanto. sob pena de 6I<2/A/ do ato pelo / S52G / +26A<2/A/ específica. sses institutos resultam da =ierarquia.&. m princípio. A compet:ncia A/J2* / < LAZWG A5G"AZWG. M876 85 $ a situação de direito que autori7a ou e&i#e a pr8tica do ato administrativo4 ) motivação obri#atFria ) ato vinculado ) pode estar previsto em lei -a autoridade sF pode praticar o ato caso ocorra a situação prevista. Pode ser 526"I<A/G ou /2S"?2"2G6b?2G. R a teoria dos Jotivos /eterminantes. f:)lo no e&ercício das atribuições do car#o. portanto. em se#undo lu#ar. o ato $ nulo por / S52G / +26A<2/A/ .+)U%6S678S5 Compet!ncia' *inalidade' *orma' Motivo e 8bNeto C8MP)7[NC6-5 $ o poder. mesmo que =a%a relevKncia social. 8"E)78: $ o conteúdo do ato4 $ a prFpria alteração na ordem %urídica4 $ aquilo que o ato dispõe. . +inalmente.. se o Fr#ão daquela Pessoa Murídica que praticou o ato. 2nicialmente. ) motivação facultativa ) ato discricion8rio ) ou não estar previsto em lei -a autoridade tem a liberdade de escol=er o motivo em vista do qual editar8 o ato. m al#uns casos. e&i#e)se a forma escrita para a pr8tica do ato. a forma $ particulari7ada e e&i#e)se um determinado tipo de forma escrita. Qavendo qualquer desvio. resolve)se nesses tr:s aspectos.. $ preciso verificar se o a#ente público que praticou o ato.4 A efetiva e&ist:ncia do motivo $ sempre um requisito para a validade do ato. ato vinculado ) o ob%eto %8 est8 predeterminado na lei . $ necess8rio verificar se a Pessoa Murídica tem atribuição para a pr8tica daquele ato.: aposentadoria do servidor. a validade do ato fica subordinada .

:: al#u$m obteve uma permissão para e&plorar o serviço público. A partir da data da revo#ação $ que cessa a produção de efeitos do ato at$ então perfeito e le#al. no entanto. $ o ato efica7 e e&eqOível4 +e. não pode o Poder Mudici8rio pretender substituir a discricionariedade do administrador pela discricionariedade do Mui7.ato discricion8rio ) =8 uma mar#em de liberdade do Administrador para preenc=er o conteúdo do ato . JG*25G e GPM *G. G ato revo#ado conserva os efeitos produ7idos durante o tempo em que operou. esfera de discricionariedade reservada ao Administrador e. e&aminar os motivos invocados pelo Administrador para verificar se eles efetivamente e&istem e se porventura est8 caracteri7ado um desvio de finalidade. em princípio. caracteri7am o que se denomina de JR?2*G A/J262S*?A*25G. Pode. por$m descumpriu uma das condições para a prestação desse serviço. Admite / < LAZWG e A5G"AZWG. nos c=amados atos discricion8rios. &. R o bem %urídico GPM *25A/G pelo ato administrativo4 $ ao que o ato se compromete4 R a maneira re#rada -escrita em lei.uisitos 7ipo do -to CaracterDsticas R G PG/ ?. pela Administração. de como o ato deve ser praticado4 R o revestimento e&terno do ato. R o conteúdo do ato4 $ a prFpria alteração na ordem %urídica4 $ aquilo de que o ato dispõe. de acordo com os interesses da Administração. que d8 ao a#ente administrativo a capacidade de praticar o ato administrativo. Ato <e#al e Perfeito $ o ato administrativo completo em seus requisitos e efica7 em produ7ir seus efeitos4 portanto. trata. "GJP *e6"2A 5inculado +26A<2/A/ +G?JA JG*25G GPM *G 5inculado 5inculado 5inculado ou /iscricion8rio 5inculado ou /iscricion8rio 8 -to -dministrativo e o (ireito dos -dministrados )R76NKL8 (8S -78S -(M6N6S7+-76 8S C-SS-KL85 embora le#ítimo na sua ori#em e formação. +) 8F-KL85 $ a e&tinção de um ato administrativo le#al e perfeito. R a situação de direito que autori7a ou e&i#e a pr8tica do ato administrativo4 $ o porque do ato.: desapropriação D cabe ao Administrador escol=er o bem. SF pode ser . por ra7ões de conveni:ncia e oportunidade. como penalidade. resultante da lei. no e&ercício do poder discricion8rio. 5em o Poder Público e. torna)se ile#al na sua e&ecução4 quando o destinat8rio descumpre condições pr$)estabelecidas. M#rito -dministrativo5 corresponde .&.. procede a cassação da permissão.

por ra7ões de ile#alidade e ile#itimidade. a#indo nessa qualidade. mas não tão #rave porque foi praticado dentro do mesmo Fr#ão. com a qual esse ato $ incompatível. 3)*I6" ` com efeito retroativo... e pela Administração Pública -aspectos le#ais e no m$rito.: al#u$m que mandasse torturar um preso.. ) sem efeito retroativo -N%A-KL85 $ a supressão do ato administrativo.&. Qouve violação. A revo#ação não pode atin#ir os direitos adquiridos 3)6I6" ` -nunca mais. Gs efeitos passam a contar da data do ato anterior D $ editado um novo ato. e não um ato unilateral e impositivo da Administração4 *ormal5 e&pressado por escrito e com requisitos especiais4 . C8N )+SL85 Aproveita)se. 26"<IS25 aquele que não foi observado no ato anterior e determina a sua retroatividade .&. firmado livremente pelas partes. C-+-C7)+GS76C-S Consensual5 acordo de vontades.: pr8tica de um ato por uma pessoa %urídica incompetente. data de vi#:ncia do ato tido como anul8vel. nas condições estabelecidas pela prFpria Administração. mas poder8 =aver a nomeação para car#o comissionado. com um outro conteúdo. firma com o particular ou outra entidade administrativa para a consecução de ob%etivos de interesse público.praticado pela Administração Pública por ra7ões de oportunidade e conveni:ncia. presentes e futuras. C-(%C6(-()5 R a cessação dos efeitos do ato em ra7ão de uma lei superveniente.: 6omeação de al#u$m para car#o público sem aprovação em concurso. &. -78 -N%AI )A5 representa uma violação mais branda .: um ato que era de compet:ncia do Jinistro e foi praticado por Secret8rio Leral.. o ato que inicialmente foi considerado nulo. -78S N%A8S ) -78S -N%AI )6S -78S 6N)R6S7)N7)S5 são os que cont:m um comando criminoso . Produ7 efeito 3)*I6".&. -78S N%A8S5 são aqueles que atin#em #ravemente a lei . com efeito retroativo. A conversão d8 ao ato a conotação que deveria ter tido no momento da sua criação. C8N -A6(-KL85 R a pr8tica de um ato posterior que vai conter todos os requisitos de validade. Contratos -dministrativos Contrato5 $ todo acordo de vontades. para criar obri#ações e direitos recíprocos Contrato -dministrativo $ o a%uste que a Administração. invalida as conseqO:ncias passadas. norma . A característica $ a incompatibilidade do ato com a norma subseqOente. Pode ser e&aminado pelo Poder Mudici8rio -ra7ões de le#alidade e le#itimidade.

re#istrados no "? A. materiais de consumo. C8N7+-78 () S)+ 6K85 *rata)se de acordo celebrado pela Administração Pública com certo particular. 2ndireta e entidades privadas qualificadas como G6Lgs 5. A ? +G?JA GI AJP<2AZWG / " ?*A GP?A P]P<2"A. #lobal ou unit8rio. 2. M8(-A6(-()S () C8N7+-78S -(M6N6S7+-76 8S 1. #:neros alimentícios. &. visando transferir o uso de determinado bem público. vedadas. 6ão podemos confundir contrato de serviço com contrato de concessão de serviço. C8N7+-78 () *8+N)C6M)N785 R o acordo atrav$s do qual a Administração Pública adquire. 6o "ontrato de Serviço a Administração recebe o serviço.P@"A6C-5 *rata)se do a%uste levado a efeito pela Administração Pública com um particular. M8 na "oncessão. *ais contratos sF podem ser reali7ados com profissionais ou empresa de en#en=aria. com certo particular. oneroso ou #ratuito. V Pela JP? 2*A/A.8neroso5 remunerado na forma convencionada4 Comutativo5 porque estabelece compensações recíprocas4 6ntuitu Personae5 /eve ser e&ecutado pelo prFprio contratado. manutenção. produtos industriali7ados. monta#em. Z. transporte. em princípio. reali7ação de obras e manutenção de serviços públicos. outor#a)se ao particular contratante a e&ecução de pequenas obras ou parte de obra maior. a sua substituição por outrem ou a transfer:ncia de a%uste. operação. que tem por ob%eto A "G6S*?IZWG. Y. por compra. c=amada "G6" / 6* . (ireito administrativo nos concursos públicos . instalação. com quem celebra o a%uste. etc. efetivado sob condição pela Administração Pública. atribui)se ao particular a e&ecução da obra mediante remuneração previamente a%ustada. C8N7+-78 () F)S7L85 $ o a%uste celebrado pelo Poder Público com Fr#ão ou entidade da Administração /ireta. C8N7+-78 () 8"+. reparação. presta o serviço ao Administrado por interm$dio de outrem. etc. o "G6" SS2G6b?2G. V Pela *arefa. mediante remuneração por preço certo. coisas mFveis de certo particular. conserto. R contrato precedido de autori7ação le#islativa. *ais bens destinam)se . São serviços de demolição. conservação. C8N7+-78 () C8NC)SSL85 *rata)se de a%uste.

autonomia e produ7em mudanças tão #randes e si#nificativas em sua formação que transformam ob%etivos mais imediatistas em al#o de menor importKncia diante das =abilidades desenvolvidas no processo de crescimento. 6o final. portanto. 6ota)se que os e&aminadores atuais estão elaborando questões cada ve7 mais sofisticadas para apurar o con=ecimento dos candidatos. 2sso não si#nifica que não =ouve na Anti#Oidade normas que re#ulavam a atuação do stado em suas necessidades peculiares. 2sso se e&plica pela presença de inúmeros princípios positivados no caput do art. sem precisar correr atr8s de comentadores oficiais. a aprendi7a#em representa al#o mais descart8vel. Apesar de o /ireito Administrativo oferecer uma barreira inicial aos estudantes. o que o torna apto a desenvolver capacidades superiores como formular raciocínio prFprio e acurado diante das alterações le#islativas freqOentes.+oi)se o tempo em que o concursando não precisaria con=ecer mel=or o /ireito Administrativo para ser aprovado em concursos públicos. Jas. "ontudo. não =8 ra7ão para pKnico. não =8 investimento mel=or que uma pessoa possa fa7er em sua e&ist:ncia do que desenvolver =abilidades de raciocínio. 6ote)se que enquanto o direito privado possui mais tempo de e&ist:ncia e desenvolvimento. trata)se de obst8culo de f8cil transposição. ao passo que no estudo menos velo7. no sentido de separar do c=amado hdireito comumg o que seria adequado ao direito público. pode)se di7er que as questões da atualidade são at$ mais a#rad8veis. para não pretender en#anar nin#u$m. que condu7em o ser =umano . que são de observKncia obri#atFria em todas as esferas. Sabe)se que quando se e&i#e mais memori7ação do que raciocínio. uma ve7 que a disciplina $. o que as obri#am a ter de retomar diversas ve7es aos mesmos dados. o direito público $ disciplina que tem pouco mais que du7entos anos. Fr#ão de cúpula do sistema do contencioso administrativo. aliada a uma e&plicação =istFrica acerca da ori#em da disciplina. pois seus institutos foram pensados %8 da Anti#Oidade romana. ou se%a.. vale recorrer ao ad8#io popular: e&istem 'curtos camin=os lon#os(. "ontudo. 01 da "onstituição. e 'lon#os camin=os curtos(. e a partir desse hsaltog qualitativo. tais normas não eram submetidas a princípios que foram desenvolvidos com o sur#imento do stado de /ireito e que dão ao direito público suas notas características. mais atento e raciocinado. composta de normas que podem ser editadas pelos variados entes federativos D =avendo diversas le#islações esparsas -porquanto a autonomia federativa implica na auto) administração. G /ireito Administrativo $ uma das mat$rias mais sistem8ticas do ordenamento %urídico. . deve)se alertar que $ necess8rio p9r a massa cin7enta para funcionar. encai&ando)se perfeitamente nas avenidas abertas pela pavimentação das sinapses que foram reali7adas. que não levam a lu#ar al#um. que não encontram o amparo de um cFdi#o. pois ao mesmo tempo em que certas pessoas possuem maior facilidade em decorar al#umas informações. contudo. pois partem menos de =abilidades como a memori7ação do que do raciocínio da mat$ria. que doravante serão utili7adas em outros aspectos da vida. &iste um momento dial$tico na aprendi7a#em das pessoas em que 'a quantidade se transforma em qualidade(. as coisas vão 'fa7endo sentido(. A formação de #rande parte dos institutos se deu pelo trabal=o %urisprudencial do "onsel=o de stado franc:s. em sua #rande maioria. não resta dúvidas que tamb$m as esquecem com a mesma velocidade que as memori7am. as informações vão se %untando com =armonia. o aluno acaba por adquirir ba#a#em mais perene.

como #:nero. a partir de sua leitura e compreensão. portanto. sob pena de desvio de finalidade. para mel=or adequar os contratos . con=ecidos seus princípios. o re#ime %urídico público $ amparado por fundamentos específicos. que. lei e sua atuação deve ser confrontada com a lei. não =aver8 mais como hpe#ar o candidatog. G re#ime %urídico administrativo ou re#ime %urídico público $ a manifestação de prerro#ativas e su%eições que transforma tradicionais institutos da *eoria Leral do /ireito em institutos de /ireito Administrativo. o ob%eto e a forma. isto $. *odas essas notas características adv:m do c=amado re#ime %urídico administrativo. as cl8usulas contratuais %8 são previamente estabelecidas em leis e re#ulamentos. o fundamento do re#ime %urídico administrativo e al#uns institutos. via de re#ra.Assim. condens8veis em obra única. de mat$ria en&uta. adequando)os aos princípios publicísticos. de licitação. ser8 tentado a começar a reali7ar qualquer prova de concurso público a partir desta interessante mat$ria. Al$m disso. pois se ele suspender o fornecimento lo#o do início -ab ovo. G administrador est8 ri#idamente preso . ale#ar de forma irrestrita a e&ceção de contrato não cumprido -e8ceptio non adimpleti contractus. As cl8usulas e&orbitantes são manifestação peculiar do /ireito Administrativo nos contratos celebrados pelo Poder Público. enquanto o ato %urídico. caso se familiari7e com a sistem8tica da disciplina. at$ certo limite le#al. no preenc=imento dos requisitos de validade. no ato administrativo. 6o /ireito Administrativo. por e&emplo. que $ a grande c5arada da disciplina.. pois pela indisponibilidade dos interesses públicos. cu%os Januais. e de adesão. por e&emplo. dentro da id$ia propa#ada por Seabra +a#undes de que 'administrar $ aplicar a lei de ofício(. que $ uma esp$cie de ato %urídico. contemplam de quin7e a vinte capítulos. que deve a#ir conforme a lei. devem ser capa7. m outro e&emplo: qual a diferença entre contratos e contratos administrativosi Gra. CaracterDsticas dos princDpios da administra/&o pública Ae$alidade ) na atividade particular tudo o que não est8 proibido $ permitido4 na Administração Pública tudo o que não est8 permitido $ proibido. independentemente da e&tensão do problema elaborado -que $ a nova tend:ncia dos concursos e provas. pois no /ireito Administrativo interessa menos a intenção ou mFvel do a#ente público. =8 mais dois elementos: o motivo. o re#ime %urídico administrativo que acrescenta cl8usulas e&orbitantes a um tipo de contrato que deve ser intuito personae. lícito possível e determinado e prescrita ou não defesa. a Administração det$m a prerro#ativa da mutabilidade. que vem sendo miti#ado pela %urisprud:ncia em casos concretos. que serve ao interesse da coletividade.. e a finalidade. . que em termos dinKmicos. at$ porque precedido. por isso muitos autores c=amam)no de poder)dever da Administração que $ titular de prerro#ativas na e&ata medida da satisfação de interesses coletivos. na realidade. "omo os interesses públicos variam em função do tempo. via de re#ra. devendo suportar o atraso da Administração. pode ser que os maiores pre%udicados se%am os cidadãos)administrados e não a Administração. *rata)se. de consecução dos fins le#ais e do interesse coletivo. e o particular)contatado não pode.s finalidades públicas. possui por elementos: o su%eito. de AN dias. para a manifestação da vontade.

*oda atividade da Adm. V /esse princípio decorre a #eneralidade do serviço público D todos que preenc=am as e&i#:ncias t:m direito ao serviço público. Gs serviços não podem parar c +a:oabilidade .Gs poderes concedidos . *inalidade . *oda a atividade da Administração Pública deve ser praticada tendo em vista a finalidade pública. ). lei e sua atuação deve ser confrontada com a lei. Atualmente. Continuidade do Servi/o Público . R em decorr:ncia desse princípio que temos. na Administração Pública tudo o que não est8 permitido $ proibido. a e&ceção do contrato não cumprido.Gs atos da Administração presumem)se le#ítimos. o concurso público e a licitação. pode ser destruída por prova contr8ria. at$ prova em contr8rio -presunção relativa ou %uris tantum D ou se%a.?equisito da efic8cia e moralidade. não fa7er distinções com base em crit$rios pessoais. G administrador est8 ri#idamente preso .6mpessoalidade . Publicidade . ficar8 su%eita . na Adm. pelo particular. Presun/&o de Ae$itimidade . Se não visar o bem público. invalidação.o administrador deve orientar)se por crit$rios ob%etivos.G serviço público destina)se a atender necessidades sociais. mas cumprir substancialmente. PrincDpios constitucionais da administra/&o pública Ae$alidade5 R o princípio b8sico de todo o /ireito Público. observKncia e controle. .G interesse público t:m SIP? JA"2A sobre o interesse individual4 Jas essa supremacia sF $ le#ítima na medida em que os interesses públicos são atendidos.ici!ncia .*oda atuação do administrador se destina a atender o interesse público e #arantir a observKncia das finalidades institucionais por parte das entidades da Administração 2ndireta. S J 3AL ?GS. pois $ atrav$s da divul#ação oficial dos atos da Administração Pública que ficam asse#urados o seu cumprimento. Administração devem ser e&ercidos na medida necess8ria ao atendimento do interesse coletivo.. Supremacia do 6nteresse Público . Pública. não devendo fa7er distinções fundamentadas em crit$rios pessoais. por desvio de finalidade.$ a obtenção do mel=or resultado com o uso racional dos meios. a tend:ncia $ preval:ncia do controle de resultados sobre o controle de meios. -uto-7utela . Pública deve ser praticada tendo em vista a finalidade pública. 6mpessoalidade5 Si#nifica que o administrador deve orientar)se por crit$rios ob%etivos. R com fundamento nesse princípio que nos contratos administrativos não se permite que se%a invocada.o dever do administrador não $ apenas cumprir a lei formalmente. A doutrina costuma usar a se#uinte e&pressão: na atividade particular tudo o que não est8 proibido $ permitido. por e&emplo.a autotutela se %ustifica para #arantir . procurando sempre o mel=or resultado para a administração. Moralidade . Administração: a defesa da le#alidade e efici:ncia dos seus atos4 nada mais $ que um autocontrole SGP? S IS A*GS.

V Por esse princípio. a =onestidade. <ei. tem uma finalidade pública específica. pratica / S52G / +26A<2/A/ . mas vai al$m. V A Administração não precisa ser provocada ou recorrer ao Mudici8rio para recon=ecer a nulidade dos seus prFprios atos4 . ). G administrador. o administrador não aplica apenas a lei. Presun/&o de Ae$itimidade5 Gs atos da Administração presumem)se le#ítimos. a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao er8rio na forma e #radação previstas em lei. a perda da função pública. procurando sempre o mel=or resultado para a administração. V A "onstituição de 1ACC enfati7ou a moralidade administrativa. a tend:ncia $ preval:ncia do controle de resultados sobre o controle de meios. praticando o ato fora dos fins. Supremacia do interesse público5 Gs interesses públicos t:m supremacia sobre os interesses individuais4 $ a ess:ncia do re#ime %urídico administrativo. e&pressa ou implicitamente contidos na norma. prevendo que 'os atos de improbidade importarão a suspensão dos direitos políticos. tem a ver com a $tica. Moralidade5 G /ireito Administrativo elaborou um conceito prFprio de moral. a conveni:ncia e a oportunidade. R por isso que se recon=ece . sem pre%uí7o da ação penal cabível(. V Mamais a moralidade administrativa pode c=ocar)se com a lei. pois $ atrav$s da divul#ação oficial dos atos da Administração Pública que ficam asse#urados o seu cumprimento. na Administração Pública. *rata)se de princípio meramente retFrico. Atualmente. *inalidade5 *oda atuação do administrador se destina a atender o interesse público e #arantir a observKncia das finalidades institucionais por parte das entidades da Administração 2ndireta. Pressuposto de validade de todo ato da Administração Pública. ao atribuir compet:ncia ao Administrador. de um lado. A finalidade pública ob%etivada pela lei $ a única que deve ser perse#uida pelo administrador. pode ser destruída por prova contr8ria. Administração o poder e dever de anular ou declarar a nulidade dos seus prFprios atos praticados com infração . diferente da moral comum.ici!ncia5 &i#e resultados positivos para o serviço público e satisfatFrio atendimento das necessidades dos administrados -público. at$ prova em contr8rio -presunção relativa ou %uris tantum D ou se%a. A <ei. . no entanto.V A responsabilidade ob%etiva do stado decorre do princípio da impessoalidade. produção dos efeitos e&ternos dos atos administrativos.. fici:ncia $ a obtenção do mel=or resultado com o uso racional dos meios. A moral administrativa si#nifica que o dever do administrador não $ apenas cumprir a lei formalmente. observKncia e controle4 destina)se. com a %ustiça. aplicando a sua substKncia.. mas cumprir substancialmente. levando)o a escol=er a mel=or opção. R possível. Publicidade5 ?equisito da efic8cia e moralidade. -utotutela 5 A Administração tem o dever de 7elar pela le#alidade e efici:ncia dos seus prFprios atos. V *oda atuação do administrador $ inspirada no interesse público. &istem atos que não se restrin#em ao ambiente interno da administração porque se destinam a produ7ir efeitos e&ternos D daí ser necess8ria a publicidade. invoc8)lo para limitar a discricionariedade do Administrador.

V A Administração pode revo#ar os atos administrativos que não mais atendam . A#ir com lF#ica.CC. a autotutela se %ustifica para #arantir . V A e&ceção do contrato não cumprido $ dei&ar de cumprir a obri#ação em virtude da outra parte não ter cumprido a obri#ação correlata. pode ser mudada atra8ves de lei. R com fundamento nesse princípio que nos contratos administrativos não se permite que se%a invocada. Administração devem ser e&ercidos na medida necess8ria ao atendimento do interesse coletivo. Atos discricion8rios. sta característica não se apresenta de modo absoluto. 6mprescritibilidade ) decorre como conseqO:ncia lF#ica de sua inalienabilidade ori#in8ria. V Qo%e./01) 6nalienabilidade ) $ característica ori#inal do bem público que restrin#e de forma efetiva a possibilidade de sua alienação. se#ue)se que nin#u$m os pode adquirir enquanto #uardarem essa condição. Administração: a defesa da le#alidade e efici:ncia dos seus atos4 nada mais $ que um autocontrole4 Continuidade dos Servi/os Públicos5 G serviço público destina)se a atender necessidades sociais.s finalidades públicas D se%am inoportunos. Gs bens públicos não podem ser ob%eto de Qipoteca. V 6os contratos civis bilaterais pode)se invocar a e&ceção do contrato não cumprido para se e&imir da obri#ação. V m suma. ponderação. +a:oabilidade5 Gs poderes concedidos . G /ireito Administrativo consa#ra a supremacia do interesse público sobre o particular. se%am inconvenientes D embora le#ais.art) . a e&ceção do contrato não cumprido. satisfação do d$bito. ra7ão. . &i#e proporcionalidade entre os meios de que se utili7e a Administração e os fins que ela tem que alcançar. a le#islação %8 permite que o particular invoque a e&ceção de contrato não cumprido D <ei CEEEBA0 D "ontratos e <icitações. desde que ocorram certas condições processuais ) atrav$s de precatFrio N&o-onera/&o ) R a impossibilidade dos bens públicos serem #ravados com direito real de #arantia em favor de terceiros. ou se%a. o seqOestro da quantia necess8ria . Admite. /aí não ser possível a invocação de usucapião sobre eles. apenas no caso de atraso superior a AN dias dos pa#amentos devidos pela Administração. entretanto. sem permitir a pen=ora de seus bens. $ f8cil demonstrar a assertiva: se os bens públicos são ori#inariamente inalien8veis. CaracterDsticas dos bens públicos $%& a'uele 'ue pode alienar poder( #ipotecar ou empen#ar) %& as coisas 'ue se podem alienar poder*o ser dadas em pen#or ou #ipoteca+ . sem e&a#eros. 6mpenHorabilidade ) os bens públicos não estão su%eitos a serem utili7ados para satisfação do credor na =ipFtese de não)cumprimento da obri#ação por parte do Poder Público. /ecorre de preceito constitucional que dispõe sobre a forma pela qual serão e&ecutadas as sentenças %udici8rias contra a +a7enda Pública. pelo particular. mas essa supremacia sF $ le#ítima na medida em que os interesses públicos são atendidos.

por recon=ecer sua essencialidade e necessidade para a sobreviv:ncia do #rupo social e do prFprio stado. facultativa e mensur8vel. =i#iene e saúde públicas etc. Servi/os 6ndustriais . mediante remuneração dos usu8rios.: polícia. sociedades de economia mista. telefone. "*A. &. São sempre serviços de utili7ação individual.Classi.: autarquias. Servi/os -dministrativos .. Servi/os de %tilidade Pública . calçamento.: 2mprensa Gficial. Servi/os pr2prios do )stado . que $ remuneração mensur8vel e proporcional ao uso individual do serviço. nem necessidade. ou tarifa -preço público.são os que produ7em renda mediante uma remuneração da utilidade usada ou consumida. 6ão podem ser dele#ados a particulares. normalmente. recon=ecendo sua conveni:ncia -não essencialidade.ica/&o dos servi/os públicos Servi/os Públicos . mas por conta e risco dos prestadores. para atender . Servi/os Ferais ou 0uti universi1 .: os serviços de transporte coletivo. empresas públicas. iluminação pública.: o telefone. ou dele#a sua prestação. fundações #overnamentais. os serviços uti universi devem ser mantidos por imposto -tributo #eral. &. a Administração os presta remuneradamente. de polícia.: 2*A.são os que a Administração presta diretamente . polícia. por seus Fr#ãos ou entidades descentrali7adas . #eralmente são #ratuitos ou de bai&a remuneração. pelo qu: devem ser remunerados por ta&a -tributo.são aqueles que se relacionam intimamente com as atribuições do Poder Público . para os membros da coletividade.. &. +e$ime NurDdico dos servi/os públicos Conceito: Serviço Público / todo a0uele prestado pela Administração ou por seus delegados. tais serviços são considerados privativos do Poder Público. por isso. para satis-a"er necessidades essenciais ou secund!rias da coletividade ou simples conveniências do Estado . Servi/os 6ndividuais ou 0uti sin$uli1 .: se#urança. no sentido de que sF a Administração deve prest8)los. Servi/os impr2prios do )stado . mas satisfa7em interesses comuns de seus membros. presta)os diretamente ou aquiesce em que se%am prestados por terceiros -concession8rios. permission8rios ou autori7at8rios. e não por ta&a ou tarifa. e para a e&ecução dos quais a Administração usa da sua supremacia sobre os administrados. ener#ia el$trica. &. &.são os que a administração e&ecuta para atender as suas necessidades internas.. e. por sua essencialidade.: defesa nacional.. &.&. #8s. e não por imposto. coletividade no seu todo. comunidade..são os que t:m usu8rios determinados e utili7ação particular e mensur8vel para cada destinat8rio. /aí por que. sem dele#ação a terceiros.são aqueles que a Administração presta sem *er usu8rios determinados. a 8#ua e a ener#ia el$trica domiciliares.são os que não afetam substancialmente as necessidades da comunidade. sob normas e controles estatais.&. nas condições re#ulamentadas e sob seu controle. *ais serviços. Por isso mesmo.Serviços de utilidade pública são os que a Administração. de preservação da saúde pública.

daí a necess8ria distinção entre serviços públicos e serviços de utilidade pública4 mas. Pública pode unilateralmente criar obri#ações aos e&ploradores do serviço4 V continuidade do serviço4 CaracterDsticas5 )lemento SubNetivo ) o serviço público $ sempre incumb:ncia do stado. sempre atrav$s de lei e sob re#ime de concessão ou permissão e por licitação. coletividade. $ de /ireito Público. não se %ustificando sua presença senão para prestar serviços . em sentido amplo e #en$rico. com preste7a e efici:ncia4 V Princípio da modicidade ) e&i#e tarifas ra7o8veis4 os serviços devem ser remunerados a preços ra7o8veis4 V Princípio da cortesia ) tradu7)se em bom tratamento para com o público. a princípio.: "orreios4 telecomunicações4 radiodifusão4 ener#ia el$trica4 nave#ação a$rea e infra)estrutura portu8ria4 transporte ferrovi8rio e marítimo entre portos brasileiros e fronteiras nacionais4 transporte rodovi8rio interestadual e internacional de passa#eiros4 portos fluviais e lacustres4 serviços oficiais de estatística. dependendo do que dispuser a lei. abran#emos ambas as cate#orias. por$m. &. Princípios do %erviço Público: 'altando 0ual0uer desses re0uisitos em um serviço público ou de utilidade pública. R permitido ao stado dele#ar determinados serviços públicos. são considerados serviços públicos. a responsabilidade $ ob%etiva. / dever da Administração intervir para restabelecer seu regular -uncionamento ou retomar sua prestação V Princípio da Perman:ncia ou continuidade ) impõe continuidade no serviço4 os serviços não devem sofrer interrupções4 V Princípio da #eneralidade ) impõe serviço i#ual para todos4 devem ser prestados sem discriminação dos benefici8rios4 V Princípio da efici:ncia ) e&i#e atuali7ação do serviço. comunidade. -os danos causados pelos seus a#entes serão indeni7ados pelo stado. podendo prevalecer o /ireito Público ou o /ireito Privado. particulares prestam serviço em colaboração com o Poder Público o re#ime %urídico $ =íbrido. quando aludimos a serviço público. m ambos os casos. R o prFprio stado que escol=e os serviços que. V sses serviços podem ser essenciais ou apenas úteis . em determinado momento. . Xuando.V A atribuição primordial da Administração Pública $ oferecer utilidades aos administrados. Particularidades do Servi/o Público5 V são vinculados ao princípio da le#alidade4 V a Adm. )lemento Material D o serviço público deve corresponder a uma atividade de interesse público. #eo#rafia e #eolo#ia D 2PL 4 serviços e instalações nucleares4 Serviço que compete aos stados ) distribuição de #8s canali7ado4 )lemento *ormal D o re#ime %urídico.

não tendo. ?e#ime statut8rio si#nifica a ine&ist:ncia de um acordo de vontades no que tan#e . +e$ime )statut. Sabemos que a "+ previu a e&ist:ncia de um ? L2J MI?[/2"G ]62"G -?MI.s leis que criarem os empre#os públicos.rio estabelecido por lei em cada esfera de #overno -nature7a le#al. 0@ da mencionada lei: falta #rave4 acumulação ile#al de car#os. o referido re#ime apresenta peculiaridades. aut8rquica e fundacional.AE!. Ser8 imprescindível que se caracteri7em as =ipFteses previstas no art. e&iste um statuto ao qual se submete D que $ o ?e#ime Murídico statut8rio o qual se a%usta ao interesse público. /eterminou a aplicação do re#ime celetista aos servidores federais. por leis específicas. G servidor ao tomar posse no car#o público. persist:ncia das mesmas condições de trabal=o e&istentes no momento em que ele tomou posse. aut8rquica e fundacional. bem como os que forem servidores estatut8rios anteriormente . por e&cesso de despesa4 e insufici:ncia de desempen=o. coloca)se sob essas condições. no entanto. que não se limitou ao in#resso na . Gs atuais car#os do re#ime estatut8rio poderão ser transformados em empre#os. A rescisão do contrato de trabal=o por tempo indeterminado não poder8 ser reali7ada livremente pela Administração.s condições de prestação do serviço D A Administração não celebra contrato com o Servidor statut8rio D as condições de prestação do serviço estão traçadas na <ei. 2mportante $ a e&i#:ncia do "oncurso Público. empre#os ou funções públicas4 necessidade de redução do quadro de pessoal. daí porque preservam a sua supremacia. para os servidores da Administração /ireta. R imprescindível a criação dos empre#os públicos. de !! de fevereiro de !NNN . o direito . 6o caso do servidor público não e&iste contrato. 6o entanto. tamb$m por leis específicas. *rata)se de um re#ime le#al. 6ão poderão submeter)se ao re#ime trabal=ista os car#os de provimento em comissão. aplicando)se a le#islação trabal=ista naquilo que a lei não dispuser em contr8rio. As modificações são unilaterais porque são ditadas pelo interesse público. das Autarquias e das +undações Públicas D esse ?e#ime Murídico ]nico $ de nature7a estatut8ria e no Kmbito da Inião est8 previsto na <ei C11!BAN.)sp#cies de re$imes NurDdicos +)F6M)S E%+\(6C8S A menda "onstitucional nj 1A eliminou a e&i#:ncia de re#ime %urídico único para a administração direta. A <ei n@A. disciplinou o re#ime de empre#o público do pessoal da Administração federal direta. A contratação dos servidores dever8 ser precedida de concurso público de provas ou de provas e títulos. no Kmbito federal.

) de atribuição D $ o em que a Administração confere determinadas vanta#ens ou certos direitos ao particular. )SP]C6)S5 ) contrato de obra pública4 ) contrato de fornecimento e serviços4 ) contrato de consultoria pública4 ) contrato de permissão e concessão de uso e serviço4 ) contrato de risco4 ) contrato de #estão etc. P-+7)S5 contratante D contratado D Pública. a sua dispensa ter8 de fundamentar)se em um dos motivos le#ais. 6o entanto.s normas constitucionais -nature7a contratual. mas tamb$m na 2ndireta. tal como uso especial de bem público4 $ reali7ado no interesse precípuo do particular. inclusive nas mpresas Públicas e Sociedades de conomia Jista. como ocorre nos a%ustes de obras. G servidor celetista $ ocupante de empre#o público. M8(-A6(-()S5 ) de colaboração D $ todo aquele em que o particular se obri#a a prestar ou reali7ar al#o para a Administração. +e$ime 7rabalHista re#ido pela "<*. ou'contratos administrativos típicos ou propriamente dito( -re#idos pelas re#ras do /ireito Público ) Administrativo4 supremacia do Poder Público. mas submete)se . serviços ou fornecimentos4 $ reali7ado no interesse precípuo da Administração.. os empre#ados em #eral re#idos pela "<* possuem um re#ime contratual o que si#nifica di7er que em princípio a%ustam as condições de trabal=o e assim a%ustadas não podem ser modificadas unilateralmente +ela/<es NurDdicas da administra/&o com particulares unilaterais D 'atos administrativos(. bilaterais D 'contratos administrativos atípicos ou semipúblico da Administração( -re#idos pelas normas do /ireito Privado ) "ivil4 posição de i#ualdade com o particular contratante.Administração /ireta. $ a pessoa física ou %urídica si#nat8ria de contrato com a Administração . $ o Fr#ão ou entidade si#nat8ria do instrumento contratual. 6ão adquirir8 estabilidade. desde que não contrarie o interesse público.

bem assim como a le#islação específica da Inião estão previstas: na <ei nj C. da dispensa ou da ine&i#ibilidade4 a su%eição dos contratantes .CC0BA. +)U%6S678S *8+M-6S5 deve mencionar: os nomes das partes e os de seus representantes4 a finalidade4 o ato que autori7ou a sua lavratura4 o nj do processo de licitação. com as alterações introdu7idas pelas <eis njs. ) obri#a as partes a cumprir fielmente o que avençaram e prometeram reciprocamente. 33522. ) impede a alteração do que as partes 'pacta sunt servanda( : -observKncia do pactuado. desde que não vedada em lei. Inião e&pedir normas #erais sobre contratação -art. os fundos especiais. a <ei nj C. C. +)U%6S678S () -A6(-()5 licitude do ob%eto e a prFpria forma do contrato. compras.E. aterem)se aos termos da lei e a presença inaport8vel da finalidade pública. < L2S<AZWG /2S"2P<26A/G?A: em nosso direito. /+ e Junicípios. subordinam a esta lei. stados. alienações e locações no Kmbito dos Poderes da Inião. as fundações públicas. dos stados. compete . as sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta e indiretamente pela Inião. !!.EEEBA0.CBAC. "+.EEEBA0 estabelece normas #erais sobre 'licitações( e 'contratos administrativos( pertinentes a obras. inclusive de publicidade. forma livre. as autarquias. ) as referidas normas #erais. "G6* ]/G: t:m que obri#atoriamente. embora nada obste .s cl8usulas contratuais. que preferencialmente. serviços. as empresas públicas. bem como a publicação resumida do 'instrumento do contrato(S PrincDpios da administra/&o pública .EEEBA0 e . e A. do /+ e dos Junicípios4 al$m dos Fr#ãos da administração direta. Setoriais: norteadores dos contratos administrativos: vinculação da Administração ao interesse público4 prescrição de le#itimidade das cl8usulas contratuais celebradas4 alterabilidade das cl8usulas re#ulamentares4 e&cepcionalidade dos contratos de atribuição. deve ser a prescrita em lei.P+6NCGP68S ) *%N(-M)N78S +)F)N7)S5 P8sicos 'le& inter partes(: convencionaram4 -lei entre as partes.s normas da <ei nj C.

pratica um ato de interesse público da mesma forma que aquele que a autori7a. que est8 embutida na prFpria norma. coletividade -desvio da finalidade. Xuando a Administração Pública se afasta destes comandos. a Administração Pública estaria praticando ato de impessoalidade4 6mpessoalidade relativa X -dministra/&o5 se#undo esta corrente. quem dissolve a passeata. R a lei que distribui compet:ncias aos administradores. pois. de acordo com os que defendem esta corrente. Im administrador de empresa particular pratica tudo aquilo que a lei não proíbe.. Por e&emplo. cu%os princípios são elencados a se#uir: 1? PrincDpio da Ae$alidade: se#undo ele. não importando quem os ten=a praticado. uma reunião. com a finalidade. do contr8rio. M8 o administrador público. 6o campo do /ireito Administrativo esta palavra foi uma novidade. os pa#amentos devidos pela +a7enda . a Administração sF pode praticar atos impessoais se tais atos vão propiciar o bem comum -a coletividade. sF pode praticar o que a lei permite. poderão ser dissolvidas. autori7adas pela Administração Pública. Posteriormente. os atos são dos Fr#ãos e não dos a#entes públicos4 Y? PrincDpio da *inalidade: relacionado com a impessoalidade relativa .Anti#amente =avia uma preocupação doutrin8ria no sentido de se orientar os administradores públicos para terem um comportamento especial frente .. 01 da "+ um capítulo sobre a Administração Pública. por ser obri#ado ao estrito cumprimento da lei e dos re#ulamentos. G desvio da finalidade pública tamb$m pode ser encontrado nos . 1NN da "+. atos nulos e respondendo por sanções por ela impostas -Poder /isciplinar..( . e&ceção dos cr$ditos de nature7a alimentícia. em relação . os atos impessoais se ori#inam da Administração. produ7indo... Sur#iram duas correntes para definir 0impessoalidade15 6mpessoalidade relativa aos administrados5 se#undo esta corrente. 6esse caso. A e&plicação para a impessoalidade pode ser buscada no prFprio te&to "onstitucional atrav$s de uma interpretação sistem8tica da mesma. 01 da "+ o le#islador fala tamb$m da impessoalidade. encontra)se. a ponto de causarem problemas . Gs servidores. este princípio orienta que as normas administrativas tem que ter sempre como ob%etivo o interesse público. se o a#ente público pratica atos em conformidade com a lei. todos os atos da Administração t:m que estar em conformidade com os princípios le#ais. 6ão se pode pa#ar fora desta ordem. pratica atos ile#ais. '. sse comportamento especial. Assim. mas tamb$m os re#ulamentos que cont$m as normas administrativas contidas em #rande parte do te&to "onstitucional. sse princípio deve ser entendido para e&cluir a promoção pessoal de autoridade ou serviços públicos sobre suas relações administrativas no e&ercício de fato.far)se) ão na ordem cronolF#ica de apresentação dos precatFrios . se se tornarem violentas. no Prasil foi aparecendo nas leis infraconstitucionais. Por e&emplo. por conseqO:ncia. 2? PrincDpio da 6mpessoalidade: no art. re#ido por princípios b8sicos administrativos. de acordo com o art. podem at$ ser demitidos. Administração Pública.. indiretamente.. em 1ACC. os constituintes escreveram no art. um comício ou uma passeata de interesse coletivo. finalidade. ste princípio observa não sF as leis. Administração. ao praticarem estes atos. G le#islador não colocou a palavra finalidade.. pois.

Por outro lado. Por e&emplo. ao mesmo tempo que inicia os atos. 6o entanto. al$m de ser le#al. embora os processos administrativos devam ser públicos. para que esse ato de nomeação ten=a validade. que todo ato administrativo. cultural etc. com base em diversos incisos do art. sse princípio da publicidade $ uma #eneralidade. por não =aver interesse da coletividade. a publicidade se restrin#e somente aos seus atos intermedi8rios. tamb$m possibilita . de utili7arem os rem$dios constitucionais contra eles. Por e&emplo. com efeito de iniciar a sua atuação e&terna. com finalidade pública. 6estas situações. o Prefeito Junicipal. sses efeitos %urídicos podem ser de direitos e de obri#ações.4 da Ação Popular4 Qabeas /ata4 Qabeas "orpus. atrav$s de indeni7ações ilícitas4 Z? PrincDpio da Moralidade: este princípio est8 diretamente relacionado com os prFprios atos dos cidadãos comuns em seu convívio com a comunidade. Q8 um sistema de fiscali7ação ou mecanismo de controle de todos os atos administrativos praticados. sendo mais ri#orosa que a $tica comum. *odos os atos da Administração t:m que ser públicos. >j da "+. os #overnantes podem ter suspensos os seus direitos políticos. sob pena de sua nulidade. se#uindo)se o ressarcimento dos bens e a nulidade do ato ilicitamente praticado. estando esta última sempre presente na vida do administrador público. os atos não são tornados públicos.queles que deles tomam con=ecimento.casos de desapropriação de imFveis pelo Poder Público. $tica administrativa. Assim. Por e&emplo. tem que ter probidade e. ou se%a. o interessado poder8 se utili7ar: do /ireito de Petição4 do Jandado de Se#urança -rem$dio =erFico contra atos ile#ais envoltos de abuso de poder. $ sabido que o administrador público tem que ser =onesto. com o ob%etivo de preenc=er determinada va#a e&istente na sua Administração. apFs a sua publicação. não =8 ra7ão para serem públicos. Por e&emplo. ele deve ser publicado. pois. a Publicidade. Por outro lado. a determinadas fases processuais. os Fr#ãos de espiona#em não fa7em publicidade de seus atos4 nos casos de investi$a/&o policial5 ação penal que $ pública. moral e . econ9mica.. 5? PrincDpio da Publicidade: $ a divul#ação oficial do ato da Administração para a ci:ncia do público em #eral. o "on#resso 6acional e&erce esse controle atrav$s de uma fiscali7ação cont8bil e&terna ou interna sobre toda a Administração Pública. o nomeado ter8 0N dias para tomar posse. A publicidade dos atos administrativos sofre as se#uintes e&ceções: nos casos de se$uran/a nacional5 se%a ela de ori#em militar. li#ando)se . de #erar efeitos %urídicos. al$m da perda do car#o para a Administração. 6os casos de improbidade administrativa. nomeia al#u$m para o car#o de Procurador Junicipal. ou se%a. tem que ser moral. sua condição de Administrador Público.Pública5 nestes.4 onde o 2nqu$rito Policial $ e&tremamente si#iloso -sF a nos casos dos atos internos da -dm. comete ato imoral o Prefeito Junicipal que empre#ar a sua verba de representação em ne#Fcios al=eios . .

. que caracteri7em a promoção pessoal do A#ente Administrativo. por isso. como na estadual -atrav$s do /i8rio Gficial stadual. ()SC)N7+-A6P-KL85 $ a transfer:ncia de e&ecução do serviço ou da titularidade do serviço para outra pessoa.ormas de presta/&o do servi/o público C)N7+-A6P-KL85 $ a prestação de serviços diretamente pela pessoa política prevista constitucionalmente. São meros fei&es de atribuições ) não t:m responsabilidade %urídica prFpria D toda a sua atuação $ imputada . Sociedades de conomia Jista. se não =ouver o /i8rio Gficial Junicipal. não podendo ser utili7ados símbolos. sem dele#ação a outras pessoas. e. São entidades descentrali7adas de direito público: Autarquias e +undações Públicas. a Publicidade deve ter ob%etivo educativo. destinada a atender de modo direto e imediato. Pode. Modalidades e . inclusive. mesmo que se%a para entidades particulares. sob o re#ime de /ireito Público.A publicidade dos atos administrativos $ feita tanto na esfera federal -atrav$s do /i8rio Gficial +ederal. por meio de seus Fr#ãos. estar8 =avendo centrali7ação. R todo o aparel=amento do stado para a prestação dos serviços públicos.administra/&o pública Conceito5 R a atividade desenvolvida pelo stado ou seus dele#ados. não retira o car8ter público do serviço.: ar#ãos são simples repartições interiores da pessoa do stado. Gbs. 6os Junicípios. São divisões da Pessoa Murídica. . a e&ecução do serviço ser transferida para entidades que não este%am inte#radas . a publicidade poder8 ser feita atrav$s dos %ornais de #rande circulação ou afi&ada em locais con=ecidos e determinados pela Administração.s pessoas a que pertencem. apenas transfere a e&ecução. quer se%a de direito público ou de direito privado. ima#ens etc. . São entidades descentrali7adas de direito privado: mpresas Públicas. dele não se distin#uem. ou municipal -atrav$s do /i8rio Gficial do Junicípio. para a #estão dos bens públicos e dos interesses da comunidade. como: "oncession8rias de Serviços Públicos e Permission8rias. Se os serviços estão sendo prestados pelas Pessoas Políticas constitucionalmente competentes. necessidades concretas da coletividade. informativo e de interesse social. A descentrali7ação. Por último. Administração Pública. /i7)se que a atividade do stado $ centrali7ada quando ele atua diretamente.

com suas alterações. nas autarquias e nas fundações públicas4 por isto $ que o re#ime não $ mais um sF. "omo %8 vimos. <ei e não . A lei que reúne estas re#as $ denominada de statuto e o re#ime %urídico passa a ser c=amado de re#ime %urídico statut8rio. do /istrito +ederal e dos Junicípios. o ?e#ime Murídico ]nico e&istiu at$ o advento da menda "onstitucional n@ 1A. o /istrito +ederal e os Junicípios ) =8 um statuto. não $ mais único. • • • • +e$ime NurDdico dos servidores da uni&o 6N7+8(%KL8 5 8 U%) ] +)F6M) E%+G(6C8 ^ ?e#ime %urídico dos servidores públicos $ o con%unto de princípios e re#ras referentes a direitos. de N..4 • <eis específicas disporão sobre a criação de empre#os. que devem ser tecnicamente perfeitos e se#undo os preceitos le#ais4 car8ter instrumental D a Administração Pública $ um instrumento para o stado conse#uir seus ob%etivos. ocupantes de car#os públicos.BNEBAC.N!. das autarquias e fundações públicas federais. aut8rquica e fundacional.AE!. ou se%a.( CaracterDsticas5 • • • • • • praticar atos tão somente de e&ecução D estes atos são denominados atos administrativos4 quem pratica estes atos são os Fr#ãos e seus a#entes. os stados. que são sempre públicos4 e&ercer atividade politicamente neutra ) sua atividade $ vinculada . • 6o Kmbito federal. moralidade. obedecer8 aos princípios de le#alidade.. caput. publicidade e efici:ncia .1@. impessoalidade. re#ido pela "<*. • 6o Kmbito de cada pessoa política ) Inião. de qualquer dos poderes da Inião. compet:ncia limitada D o poder de decisão e de comando de cada 8rea da Administração Pública $ delimitada pela 8rea de atuação de cada Fr#ão.4 • 5edou que se submeta ao re#ime de empre#o público os car#os públicos de . disciplina o re#ime de empre#o público do pessoal da Administração federal direta. • 8 +)F6M) E%+G(6C8 ] @N6C8 ^ • ra. A lei C. de 11B1!B1AAN. A partir de então $ possível a admissão de pessoal ocupante de empre#o público. deveres e demais normas que re#em a sua vida funcional. A Administração serve ao stado. de !!.'A Administração Pública direta e indireta ou fundacional. dos stados.!NNN. $ o re#ime %urídico statut8rio aplic8vel aos Servidores Públicos "ivis da Inião. bem como sobre a transformação dos atuais car#os em empre#os -H1@. não $ mais. na Administração federal direta. dispondo : • G pessoal admitido para empre#o público ter8 sua relação de trabal=o re#ida pela "<* -art. a <ei n@ A.11!BAN. Política4 ter conduta =ierarqui7ada D dever de obedi:ncia ) escalona os poderes administrativos do mais alto escalão at$ a mais =umilde das funções4 praticar atos com responsabilidade t$cnica e le#al D busca a perfeição t$cnica de seus atos.

declarado em lei de livre nomeação e e&oneração. • P)SS8-S P8+7-(8+-S () ()*6C6[NC6• Serão reservadas at$ !N^ -vinte por cento. : • m car8ter efetivo quando se tratar de car#o isolado ou de carreira -car#os de carreira são aqueles são estruturados em classes e que permitem crescimento profissional. salvo os casos previstos em lei -art. G provimento dos car#os públicos far)se)8 mediante ato da autoridade competente de cada Poder -art. >@. par8#rafo único. .provimento em comissão. %8 =aviam sido declaradas inconstitucionais pelo Supremo *ribunal +ederal.. _`? 5 • • • • • • • • 6omeação Promoção ?eadaptação ?eversão Aproveitamento ?einte#ração ?econdução. 2mportante ) as formas de provimento Ascensão e *ransfer:ncia não e&istem mais.... com denominação prFpria e vencimento pa#o pelos cofres públicos. • • • P+8 6M)N78 R preenc=imento de car#o va#o. antes mesmo. • P?GJGZWG D representa a pro#ressão vertical na carreira. A@ e 1N@. • *8+M-S () P+8 6M)N78 Tart..s datas das respectivas publicações de tais leis específicas -H!@. depende de pr$via =abilitação em concurso público de provas ou de provas e títulos. A nomeação dar)se)8 -art. para car#os de confiança. São criados por lei..@. E@. • m comissão. para provimento em car8ter efetivo ou em comissão -art. • C8NC)678 () C-+F8 P@"A6C8 • "ar#o público $ o con%unto de atribuições e responsabilidades que devem ser cometidas a um servidor. 0@. foram revo#adas pela lei n@ A. • R proibida a prestação de serviços #ratuitos. • 6GJ AZWG D $ o ato administrativo pelo qual se atribui um car#o a al#u$m -Gdete Jedauar. . bem como os servidores re#idos pela lei C.. • • ? A/AP*AZWG D $ a investidura do servidor em car#o de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que ten=a sofrido em sua capacidade . H!@. passando de uma classe para outra -conceito doutrin8rio.>!1BA1.11!BAN.s pessoas portadoras de defici:ncia para provimento de car#o cu%as atribuições se%am compatíveis com a defici:ncia de que são portadoras -art. das va#as oferecidas no concurso público .

• • • • • ? "G6/IZWG ) $ o retorno do servidor est8vel ao car#o anteriormente ocupado e decorrer8 de : -art.física ou mental verificada em inspeção m$dica i#uais ou assemel=adas -art. anos de idade -art. !. !A. Se %ul#ado incapa7 para o serviço público o readaptando ser8 aposentado-H1@. quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou %udicial.0. 2 ) por invalide7. !. em substituição aos proventos da aposentadoria. -CaNC6R a situação do car#o que est8 sem ocupante.Tart. quando %unta m$dica oficial declarar insubsistentes os motivos da aposentadoria4 22 ) no interesse da administração.. ou no car#o resultante de sua transformação.. 6ão poder8 reverter o aposentado que %8 tiver completado 1N -setenta. Somente ter8 os proventos calculados com base nas re#ras atuais se permanecer pelo menos cinco anos no car#o -H>@.. • • • • • • • • • • *8+M-S () -CaNC6..!NN1. atividade do servidor est8vel em disponibilidade em car#o de atribuições e vencimentos compatíveis com o anteriormente ocupando -art. de !1.. art. YY? 5 Aposentadoria4 +alecimento /emissão4 Promoção4 ?eadaptação4 &oneração4 Posse em outro car#o inacumul8vel4 APGS 6*A/G?2A D $ a desocupação do car#o e ocorrer8 por invalide7 permanente . 6este caso o servidor perceber8.@. AP?G5 2*AJ 6*GD $ o retorno . !>. a remuneração do car#o que voltar a e&ercer. 01. • • • • inabilitação em est8#io probatFrio relativo a outro car#o4 reinte#ração do anterior ocupante.... com ressarcimento de todas as vanta#ens -art..NCC)0C. inclusive com as vanta#ens de nature7a pessoal que percebia anteriormente . aposentadoria -H. ? 26* L?AZWG ) retorno do servidor est8vel no car#o anteriormente ocupado. • • • • • • • • • • • • ? 5 ?SWG ) reversão $ o retorno . atividade de servidor aposentado: -art. desde que: -?edação dada pela JP n@ !. !1. !C. o servidor aposentado ten=a solicitado a reversão a aposentadoria ten=a sido volunt8ria4 est8vel quando na atividade4 a aposentadoria ten=a ocorrido nos cinco anos anteriores . solicitação4 =a%a car#o va#o.

A ? "G6/IZWG ) $ o retorno do servidor est8vel ao car#o anteriormente ocupado e decorrer8 de inabilitação em est8#io probatFrio relativo a outro car#o. de provimento e de vacKncia. no caso. mas.. a vacKncia do car#o. YZ? • • • • • • A e&oneração de "A?LG + *25G dar)se)8 a pedido do servidor. o servidor não entrar em e&ercício no pra7o estabelecido -1> dias. deste estatuto. a readaptação e a recondução são formas simultKneas -ao mesmo tempo. ou por decisão volunt8ria do servidor que cumprir os requisitos para a aposentadoria. tendo tomado posse. Se %ul#ado incapa7 para o serviço público o readptando ser8 aposentado-H1@. • / J2SSWG D trata)se de penalidade aplicada ao servidor. art. • .. ou a %uí7o da autoridade competente. • A* 6ZWG : embora não conste e&pressamente do arti#o 0N.. !A. • PGSS J GI*?G "A?LG P]P<2"G 26A"IJI<b5 < ) G servidor federal quando %8 est8vel em um car#o público e obtiver aprovação em concurso público para outro car#o. 6ão $ um ato. A PGSS -arts. poder8 optar por esta forma de vacKncia em ve7 de pedir e&oneração.P8SS) ) 8 )R)+CGC68 • • • A nomeação por si sF não basta para iniciar as atribuições do car#o são necess8rios ainda a posse e o e&ercício. os deveres. "om esta provid:ncia. $ um fato administrativo. • )R8N)+-KL8 Tart. passando de uma classe para outra -conceito doutrin8rio. 1@... • J ? SIJG : a promoção.: A investidura em car#o público ocorrer8 com a posse -art.. ou de reinte#ração do anterior ocupante -art. compulsoriamente quando o servidor tiver completado 1N anos. • ? A/AP*AZWG D $ a investidura do servidor em car#o de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que ten=a sofrido em sua capacidade física ou mental verificada em inspeção m$dica i#uais ou assemel=adas -art. ou de ofício quando : 2 ) quando. poder8 retornar ao car#o em que era est8vel. caso se%a inabilitado no est8#io probatFrio para o novo car#o. mediante assinatura do respectivo termo. !. no qual deverão constar as atribuições.. 10 e 1. • +A< "2J 6*G D *rata)se de um fato a que o direito administrativo atribui repercussão. que elenca as =ipFteses de vacKncia. A e&oneração de "A?LG J "GJ2SSWG dar)se)8 a pedido do servidor.para o serviço público. as . 22 ) quando não satisfeitas as condições do est8#io probatFrio. !.. prevista no arti#o 10!. a recondução tem sido assim considerada nos concursos públicos.. • P?GJGZWG ) representa a pro#ressão vertical na carreira.

10. art. 1>. 6o ato da posse. A lei C. aert. 2 . o pra7o para o servidor empossado em car#o público entrar em e&ercício. Ser8 tornado sem efeito o ato de provimento se a posse não ocorrer neste pra7o -HH 1@ e E@. art... >@... 10. 1>..BA!.!. 01. 22 ) o #o7o dos direitos políticos4 222 ) a quitação com as obri#ações militares e eleitorais4 25 ) o nível de escolaridade e&i#ido para o e&ercício do car#o4 5 ) a idade mínima de de7oito anos4 52 ) aptidão física e mental. art. donde passa a contar o tempo de serviço -Gdete Jedauar. • • • 7QP6C8S S8"+) P8SS) SF =aver8 posse na =ipFtese de provimento por nomeação -H..+)M8KL8' +)(6S7+6"%6KL8 ) S%"S767%6KL8 • +)M8KL8 • . • • A posse depender8 de pr$via inspeção m$dica oficial.. &ercício $ o efetivo desempen=o das atribuições do car#o.. A lei n@ A. contados da publicação do ato de provimento -nomeação. Posse $ a aceitação do car#o pelo servidor -Gdete Jedauar. t$cnicos e cientistas estran#eiros... (. e&i#e a declaração de bens e valores do c9n%u#e ou compan=eira e das demais pessoas que vivam sob sua depend:ncia econ9mica -<ei C. As atribuições do car#o podem %ustificar a e&i#:ncia de outros requisitos estabelecidos em lei -H 1@.6N )S76(%+. contados da data da posse. • R de 1> -quin7e dias.Tposse? )M C-+F8 P@"A6C8 Tart. o servidor apresentar8 declaração de bens e valores que constituem seu patrim9nio e declaração quanto ao e&ercício ou não de outro car#o.. empre#o ou função pública -H>@. 10. +)U%6S678S "IS6C8S P-+. 10. caput...responsabilidades e os direitos inerentes ao car#o ocupado -art. 1. 15 a 20? 5 • &ercício $ o efetivo desempen=o das atribuições do car#o público ou da função de confiança -art. • • • ? SIJ26/G : A nomeação $ ato administrativo que atribui um car#o público. poder8 ser mediante procuração específica -H0@..!A. art. art. 5`? 5 • • 2 ) a nacionalidade brasileira4 • • • • • • • • Gs car#os públicos são acessíveis aos estran#eiros na forma da lei -"+BCC.. caput e H1@. • 8 )R)+CGC68 Tarts. art.. ser8 empossado aquele que for %ul#ado apto física e mentalmente para o e&ercício do car#o -art. -HH1@ e !@.>1>BA1 prev: que as universidades e instituições de pesquisa científica e tecnolF#ica federais poderão prover seus car#os com professores. art. se não entrar em e&ercício no pra7os previsto o servidor ser8 e&onerado do car#o ou ser8 tornado sem efeito o ato de sua desi#nação para função de confiança.@. A posse ocorrer8 no pra7o de 0N -trinta dias. 10. 10. Posse $ a investidura no car#o.

1C. compan=eiro ou dependente que viva . previamente desi#nados pelo diri#ente m8&imo do Fr#ão ou entidade -art. 20? A aptidão e a capacidade do servidor para o desempen=o do car#o serão avaliados observando)se os se#uintes fatores : • • • • • • • • • • assiduidade4 disciplina4 capacidade de iniciativa4 si#la : A /2 "A P?G ? S . e observados os limites mínimo e m8&imo de E -seis =oras. caput e H. condicionada . )S7-"6A6(-() São est8veis. redistribuido. 01. no interesse da Administração4 a pedido. podendo ser convocado sempre que =ouver interesse da Administração -H1@.. 0E.@.+)6NGC68 (8 7+-"-A98 • G servidor que deva ter e&ercício em outro município em ra7ão de ser removido. que foi deslocado no interesse da Administração4 • • b. dos stados. -art. a crit$rio da Administração ou a pedido independentemente do interesse da Administração. no caso de omissão. respectivamente -art. • S%"S767%6KL8 • Gs servidores investidos em car#o ou função de direção ou c=efia e os ocupantes de car#o de 6ature7a special terão substitutos indicados no re#imento interno ou. G ocupante de car#o em comissão ou função de confiança submete)se a re#ime de inte#ral dedicação ao serviço. ocupado ou va#o no Kmbito do quadro #eral de pessoal. e C -oito =oras.. a pedido ou de ofício. para outro Fr#ão ou entidade do mesmo Poder. . requisitado ou cedido ter8. • • • E8+N-(. do /istrito +ederal e dos Junicípios.. c9n%u#e. Y>? • ?edistribuição $ o deslocamento de car#o de provimento efetivo.1.N -quarenta =oras. desde que: a. comprovação por %unta m$dica oficial4 • +)(6S7+6"%6KL8 Tart.() 7+-"-A98 Tart. • P+-P8 P-+. A remoção pode ser de ofício. no mínimo 1N e no m8&imo 0N dias de pra7o para retomada de suas atribuições. )S7IF68 P+8"-7Q+68 Tart. di8rias.. 1J? A duração m8&ima do trabal=o semanal de . incluído o pra7o de deslocamento -art. apFs 0 anos de efetivo e&ercício os servidores nomeados para car#o de provimento efetivo em virtude de concurso público4 como condição para aquisição da estabilidade $ obri#atFria a avaliação especial de desempen=o por comissão instituída para essa finalidade -"+.s suas e&pensas. tamb$m servidor público da Inião. com ou sem mudança de sede -art. 0C. para acompan=ar c9n%u#e ou compan=eiro.. 1A.• ?emoção $ o deslocamento do servidor. art.. caput. no Kmbito do mesmo quadro de pessoal . por motivo de saúde do servidor..

6en=um servidor receber8.1. ..1.art. acrescido das vanta#ens pecuni8rias permanentes estabelecidas em lei -art. • G vencimento...N.1.• • • produtividade4 responsabilidade. acrescido das vanta#ens de car8ter permanente. a forma de provimento e de vacKncia denominada de recondução. . art... • S G S ?52/G? 6WG +G? AP?G5A/G 6G S*bL2G P?GPA*G?2G i • G servidor não aprovado no est8#io probatFrio ser8 e&onerado ou. com valor fi&ado em lei -art. .1. importKncia inferior ao sal8rio)mínimo. ter8 o pra7o de EN dias para quitar o d$bito -art. . c=efia ou assessoramento no Fr#ão ou entidade de lotação -H0@. • A ?emuneração $ o vencimento do car#o efetivo.. .C. se est8vel. e&onerado ou que tiver sua aposentadoria ou disponibilidade cassada. • • • • (6+)678S ) -N7-F)NS 5encimento e da ?emuneração G 5encimento $ a retribuição pecuni8ria pelo e&ercício de car#o público. . A não quitação do d$bito no pra7o previsto implicar8 sua inscrição em dívida ativa -par8#rafo único. e&ceto nos casos de prestação de alimentos resultante de decisão %udicial -art. poderão ser pa#as ao servidor as se#uintes vanta#ens -art. . • -N7-F)NS • Al$m do vencimento. ... G vencimento do car#o efetivo. >1.. !N.: • A%uda de custo4 . nos casos e condições indicados em lei -H!@. !N. is aqui. G servidor em est8#io probatFrio poder8 e&ercer quaisquer car#os de provimento em comissão ou funções de direção.E.A. ao mesmo tempo. a título de vencimento. • S)+ 6(8+ )M (]"678 C8M 8 )+I+68 • As reposições e indeni7ações ao er8rio serão previamente comunicadas ao servidor ou ao pensionista e amorti7adas em parcelas mensais cu%os valores não e&cederão a 1N^ da remuneração ou provento -art.. art.: • • • • indeni7ações4 #ratificações4 adicionais. G servidor que for demitido. 6N()N6P-Kb)S • • "onstituem indeni7ações ao servidor -art. seqOestro ou pen=ora. $ irredutível -H0@. a remuneração e o provento não serão ob%eto de arresto. art. recondu7ido ao car#o anteriormente ocupado -H!@. As #ratificações e os adicionais incorporam)se ao vencimento ou provento. As indeni7ações não se incorporam ao vencimento ou provento para qualquer efeito -H1@..

das licenças e dos afastamentos $ secund8rio. • AMI/A / "IS*G ) destina)se a compensar as despesas de instalação do servidor que. E!.• • • /i8rias4 *ransporte. #ratificações e adicionais -art.. vedado o duplo pa#amento de indeni7ação. conforme se dispuser em re#ulamento -art. c=efia ou assessoramento.. Ao servidor ocupante de car#o efetivo $ devida retribuição pelo seu e&ercício de função de direção. conforme se dispuser em re#ulamento. E!. com mudança de domicílio em car8ter permanente. calculada sobre a remuneração do m:s da e&oneração -art. E1. EN. • A a%uda de custo $ calculada sobre a remuneração do servidor. >0.. c=efia e assessoramento4 #ratificação natalina4 adicional pelo e&ercício de atividades insalubres. /2b?2AS ) G servidor que.. E>. G servidor e&onerado perceber8 sua #ratificação natalina. conforme dispuser em re#ulamento -art. • • • • • • • F+-76*6C-KL8 N-7-A6NA #ratificação natalina corresponde a 1B1! -um do7e avos. • F+-76*6C-Kb)S ) -(6C68N-6S • Al$m do vencimento e das vanta#ens previstas nesta <ei. "=efia e Asessoramento A remuneração dos car#os em comissão ser8 estabelecida em lei específica -par8#rafo único. A . art. por força das atribuições prFprias do car#o. peri#osas ou penosas4 adicional pela prestação de serviço e&traordin8rio4 adicional noturno4 adicional de f$rias4 outros. da remuneração a que o servidor fi7er %us no m:s de de7embro. ?etribuição pelo &ercício de +unção de /ireção. ntendo que o detal=amento a respeito dos adicionais e #ratificações. >C. por m:s de e&ercício no respectivo ano -art. serão deferidos aos servidores as se#uintes retribuições. não podendo e&ceder a importKncia correspondente a 0 -tr:s. dias ser8 considerada como m:s inte#ral. ou de car#o de provimento ou de 6ature7a special -art... >. passar a ter e&ercício em nova sede. nature7a do trabal=o.. vier a ter e&ercício na mesma sede -art. • *?A6SPG?* ) conceder)se)8 indeni7ação de transporte ao servidor que reali7ar despesas com a utili7ação de meio prFprio de locomoção para a e&ecução de serviços e&ternos. como consta do pro#rama pon=o a disposição o te&to de estatuto com redação atuali7ada at$ março de !NN1. no entanto. a qualquer tempo. no interesse do serviço. relativos ao local ou . A fração i#ual ou superior a 1> -quin7e.. proporcionalmente aos meses de e&ercício. meses -art.: • • • • • • • • • retribuição pelo e&ercício de função de direção. a serviço. alimentação e locomoção urbana. afastar)se da sede em car8ter eventual ou transitFrio far8 %us a passa#ens e di8rias destinadas a indeni7ar as parcelas de despesas e&traordin8ria com pousada.. no caso de o c9n%u#e ou compan=eiro que deten=a tamb$m a condição de servidor. E0.

ressalvadas as =ipFteses em que =a%a le#islação específica -art.. 1!.. um adicional correspondente a 1B0 -um terço. o acr$scimo de que trata este arti#o incidir8 sobre a remuneração prevista no art. na proporção de 1B1! • • • • • • • • • • • . ou em comissão. dias antes do início do respectivo período.... em relação . que podem ser acumuladas. ou ocupar car#o em comissão. 10 -art. =oras do dia se#uinte. perceber8 indeni7ação relativa ao período das f$rias a que tiver direito e ao incompleto. respeitado o limite m8&imo de ! -duas.#ratificação natalina não ser8 considerada para c8lculo de qualquer vanta#em pecuni8ria.. 1E. at$ o m8&imo de dois períodos. • • • • • G adicional de atividade penosa ser8 devido aos servidores em e&ercício em 7onas de fronteira ou em localidades cu%as condições de vida o %ustifiquem. EC.. *]+6-S G servidor far8 %us a trinta dias de f$rias. EC. -(6C68N-A () *]+6-S 2ndependentemente de solicitação. Para o primeiro período aquisitivo de f$rias serão e&i#idos 1! -do7e. 1>. c=efia ou assessoramento. 1. Gs locais de trabal=o e os servidores que operam com ?aios 3 ou substKncias radioativas serão mantidos sob controle permanente. =ora normal de trabal=o -art. G pa#amento da remuneração das f$rias ser8 efetuado at$ ! -dois. meses. • -(6C68N-6S () 6NS-A%"+6(-()' P)+6C%A8S6(-() ou -76 6(-()S P)N8S-S • +a7em %us a um adicional sobre o vencimento do car#o efetivo os servidores que trabal=em com =abitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substKncias tF&icas. G servidor e&onerado do car#o efetivo. condições e limites fi&ados em re#ulamento -art. 10. a respectiva vanta#em ser8 considerada no c8lculo do adicional de f$rias -art. =oras dia e > -cinco. de modo que as doses de radiação ioni7ante não ultrapassem o nível m8&imo previsto na le#islação prFpria. por ocasião das f$rias. prestado em =or8rio de um compreendido entre !! -vinte e duas.... -art. 1E. da remuneração do período das f$rias -art. computando)se cada =ora como cinqOenta e dois minutos e trinta se#undos -art. e somente ser8 permitido para atender a situações e&cepcionais e tempor8rias.. Gs servidores a que se refere este arti#o serão submetidos a e&ames m$dicos a cada E -seis. no caso de necessidade do serviço. par8#rafo único. meses de e&ercício -par8#rafo único. par8#rafo único. radioativas ou com risco de vida -art. ter8 o valor)=ora acrescido de !>^ -vinte e cinco por cento. 11. Par8#rafo único. ser8 pa#o ao servidor.. 1>. =oras por %ornada -art. art. 6o caso de o servidor e&ercer função de direção. • G servidor que fi7er %us aos adicionais de insalubridade e de periculosidade dever8 optar por um deles -H1@. nos termos. m se tratando de serviço e&traordin8rio. 11. -(6C68N-A N87%+N8 G serviço noturno. -(6C68N-A P8+ S)+ 6K8 )R7+-8+(6NI+68 G serviço e&traordin8rio ser8 remunerado com acr$scimo de >N^ -cinqOenta por cento.

P8+ M876 8 () -*-S7-M)N78 (8 CMNE%F) Poder8 ser concedida licença ao servidor para acompan=ar c9n%u#e ou compan=eiro que foi deslocado para outro ponto do territFrio nacional... at$ trinta dias. ou por necessidade do serviço declarada pela autoridade m8&ima do Fr#ão ou entidade -art. do /istrito +ederal e dos Junicípios. por at$ noventa dias -H!@. CN. A licença ser8 por pra7o indeterminado e sem remuneração -art. 6o deslocamento de servidor cu%o c9n%u#e ou compan=eiro tamb$m se%a servidor público. por semestre de atividade profissional. H1@.. dias consecutivos de f$rias. • A licença ser8 concedida sem pre%uí7o da remuneração do car#o efetivo. (-S A6C)NK-S "onceder)se)8 ao servidor licença -art. ou dependente que viva . C1. G restante do período interrompido ser8 #o7ado de uma sF ve7. serviço militar ou eleitoral.. civil ou militar. C. dos fil=os. 1A. A licença concedida dentro de EN -sessenta.s suas e&pensas e conste do seu assentamento funcional. C. • • • A6C)NK..P-+. C1. do padrasto ou madrasta e enteado. G servidor que opera direta e permanentemente com ?aios 3 ou substKncias radioativas #o7ar8 !N -vinte.. 11.. de qualquer dos Poderes da Inião. mediante comprovação por %unta m$dica oficial -art. As f$rias somente poderão ser interrompidas por motivo de calamidade pública. art.• • -um do7e avos. -o arti#o não di7 se $ com ou ... poder8 =aver e&ercício provisFrio em Fr#ão ou entidade da Administração +ederal direta. comoção interna. dias do t$rmino de outra da mesma esp$cie ser8 considerada como prorro#ação -art. dos stados. desde que para o e&ercício de atividade compatível com o seu car#o -art. e&cedendo estes pra7os.. podendo ser prorro#ada por at$ trinta dias. convocação para %úri. proibida em qualquer =ipFtese a acumulação -art. ou fração superior a quator7e dias -art. por m:s de efetivo e&ercício.. C>. • • • • • • • • • • • A6C)NK. sem remuneração. na forma e condições previstas na le#islação específica -art.H!@.8 S)+ 6K8 M6A67-+ Ao servidor convocado para o serviço militar ser8 concedida licença...: por motivo de doença em pessoa da família4 por motivo de afastamento do c9n%u#e ou compan=eiro4 para o serviço militar4 para atividade política4 para capacitação4 para tratar de interesses particulares4 para desempen=o de mandato classista. aut8rquica ou fundacional. C. C0. H 0@. • • • • • A6C)NK. • R vedado o e&ercício de atividade remunerada durante o período da licença -H0@.. C!. mediante parecer de %unta m$dica oficial e. dos pais.P8+ M876 8 )M P)SS8. para o e&terior ou para o e&ercício de mandato eletivo dos Poderes &ecutivo e <e#islativo -art.*-MGA6• Poder8 ser concedida licença ao servidor por motivo de doença do c9n%u#e ou compan=eiro.(.

• A6C)NK. assessoramento. a pedido do servidor ou no interesse do serviço. A!.. por at$ tr:s meses. conforme disposto em re#ulamento -art. • Gs períodos de licença de que trata o caput não são acumul8veis.. nas se#uintes =ipFteses: 2 ) para e&ercício de car#o em comissão ou função de confiança ) sendo a cessão para Fr#ãos ou entidades dos stados. H!@. • • A6C)NK. A!.P-+... CE. licença. C1. o servidor far8 %us . o servidor ter8 at$ 0N -trinta. -art. afastar)se do e&ercício do car#o efetivo. e&ceto promoção por merecimento. -considerado tempo de efetivo e&ercício. dias sem remuneração para reassumir o e&ercício do car#o -art. H1@. A licença ter8 duração i#ual ... do /istrito +ederal ou dos Junicípios. • • • A6C)NK. (8S -*-S7-M)N78S • -*-S7-M)N78 (8 S)+ 6(8+ . durante o período que mediar entre a sua escol=a em convenção partid8ria.C-P-C67-KL8 ApFs cada qOinqO:nio de efetivo e&ercício. e por uma única ve7 -art. para participar de curso de capacitação profissional -art. a qualquer tempo. C>. e a v$spera do re#istro de sua candidatura perante a Mustiça leitoral -art.sem remuneração. dele ser8 afastado. dos stados. • • • A6C)NK. no interesse da Administração. associação de classe de Kmbito nacional. CE. CE. asse#urados os vencimentos do car#o efetivo.. at$ o d$cimo dia se#uinte ao do pleito -art. sem remuneração. G servidor poder8 ser cedido para ter e&ercício em outro Fr#ão ou entidade dos Poderes da Inião. c=efia. federação. par8#rafo único. H!@. sindicato representativo da cate#oria ou entidade fiscali7adora da profissão. a partir do dia imediato ao do re#istro de sua candidatura perante a Mustiça leitoral. como candidato a car#o eletivo. "oncluído o serviço militar. desde que não este%a em est8#io probatFrio. somente pelo período de tr:s meses -art.P-+. • • A partir do re#istro da candidatura e at$ o d$cimo dia se#uinte ao da eleição. licenças para o trato de assuntos particulares pelo pra7o de at$ tr:s anos consecutivos.. G servidor candidato a car#o eletivo na localidade onde desempen=a suas funções e que e&erça car#o de direção. ou do /istrito +ederal e dos Junicípios.-76 6(-() P8AG76CG servidor ter8 direito a licença. o 9nus da . A licença poder8 ser interrompida.P-+..8 ()S)MP)N98 () M-N(-78 CA-SS6S7• • • R asse#urado ao servidor o direito . no caso de reeleição. arrecadação ou fiscali7ação. A1. licença sem remuneração para o desempen=o de mandato em confederação. poderão ser concedidas ao servidor ocupante de car#o efetivo.P-+.8%7+8 Q+FL8 8% )N76(-() • • Art.7+-7-+ 6N7)+)SS)S P-+76C%A-+)S A crit$rio da Administração. com a respectiva remuneração. podendo ser prorro#ada. A0. sem remuneração. do mandato. o servidor poder8.

• • • • • •

remuneração ser8 do Fr#ão ou entidade cession8ria, mantido o 9nus para o cedente nos demais casos -H1@.. 22 ) em casos previstos em leis específicas. -*-S7-M)N78 P-+- )R)+CGC68 () M-N(-78 )A)76 8 SS M8 estudamos ao tratarmos do servidor na "onstituição SS -*-S7-M)N78 P-+- )S7%(8 8% M6SSL8 N8 )R7)+68+ A aus:ncia não e&ceder8 a ; -quatro. anos, e finda a missão ou estudo, somente decorrido i#ual período, ser8 permitida nova aus:ncia -H1@, art. A>.. Ademais a este servidor não ser8 concedida e&oneração ou licença para tratar de interesse particular antes de decorrido período i#ual ao do afastamento, ressalvada a =ipFtese de ressarcimento da despesa =avida com seu afastamento -H!@, art A>.. 7)MP8 () S)+ 6K8

• •

• • • • • • • • • • •

• • • • • •

R contado para todos os efeitos o tempo de serviço público federal, inclusive o prestado ,s +orças Armadas -art. 1NN.. A apuração do tempo de serviço ser8 feita em dias, que serão convertidos em anos, considerado o ano como de 0E> dias -art. 1N1.. Al$m das aus:ncias ao serviço previstas no art. A1, são considerados como de efetivo e&ercício os afastamentos em virtude de -art.1N!. : 2 ) f$rias4 22 ) e&ercício de car#o em comissão ou equivalente, em Fr#ão ou entidade dos Poderes da Inião, dos stados, Junicípios e /istrito +ederal4 222 ) e&ercício de car#o ou função de #overno ou administração, em qualquer parte do territFrio nacional, por nomeação do Presidente da ?epública4 25 ) participação em pro#rama de treinamento re#ularmente instituído, conforme dispuser o re#ulamento4 5 ) desempen=o de mandato eletivo federal, estadual, municipal ou do /istrito +ederal, e&ceto para promoção por merecimento4 52 ) %úri e outros serviços obri#atFrios por lei4 522 ) missão ou estudo no e&terior, quando autori7ado o afastamento, conforme dispuser o re#ulamento4 5222 ) licença: a. , #estante, , adotante e , paternidade4 b. para tratamento da prFpria saúde, at$ o limite de vinte e quatro meses, cumulativo ao lon#o do tempo de serviço público prestado , Inião, em car#o de provimento efetivo4 c. para o desempen=o de mandato classista, e&ceto para efeito de promoção por merecimento4 d. por motivo de acidente em serviço ou doença profissional4 e. para capacitação, conforme dispuser o re#ulamento4 f. por convocação para o serviço militar4 23 ) deslocamento para a nova sede de que trata o art. 1C4 3 ) participação em competição desportiva nacional ou convocação para inte#rar representação desportiva nacional, no País ou no e&terior, conforme disposto em lei específica4 32 ) afastamento para servir em or#anismo internacional de que o Prasil participe ou com o qual coopere. "ontar)se)8 apenas para efeito de aposentadoria e disponibilidade -art. 1N0.:

• • •

2 ) o tempo de serviço público prestado aos stados, Junicípios e /istrito +ederal4

• • • • • • •

22 ) a licença para tratamento de saúde de pessoa da família do servidor, com remuneração4 222 ) a licença para atividade política, no caso do art. CE, H !o4 25 ) o tempo correspondente ao desempen=o de mandato eletivo federal, estadual, municipal ou distrital, anterior ao in#resso no serviço público federal4 5 ) o tempo de serviço em atividade privada, vinculada , Previd:ncia Social4 52 ) o tempo de serviço relativo a tiro de #uerra4 522 ) o tempo de licença para tratamento da prFpria saúde que e&ceder o pra7o a que se refere a alínea kbk do inciso 5222 do art. 1N!. G tempo em que o servidor esteve aposentado ser8 contado apenas para nova aposentadoria -H1@, 1N0.. Ser8 contado em dobro o tempo de serviço prestado ,s +orças Armadas em operações de #uerra -H!@, art. 1N0.. ntendo que $ inconstitucional, ante o teor do art. ;N, H1N, "+, acrescentado pela " n@ !NBAC,

R vedada a conta#em cumulativa de tempo de serviço prestado concomitantemente em mais de um car#o ou função de Fr#ão ou entidades dos Poderes da Inião, stado, /istrito +ederal e Junicípio, autarquia, fundação pública, sociedade de economia mista e empresa pública -H0@, art. 1N0..

(6+)678 () P)76KL8

R asse#urado ao servidor o direito de requerer aos Poderes Públicos, em defesa de direito ou interesse le#ítimo -art.1N;.. Para o e&ercício do direito de petição, $ asse#urada vista do processo ou documento, na repartição, ao servidor ou a procurador por ele constituído -art.110..

G requerimento ser8 diri#ido , autoridade competente para decidi)lo e encamin=ado por interm$dio daquela a que estiver imediatamente subordinado o requerente -art. 1N>..

"abe pedido de reconsideração , autoridade que =ouver e&pedido o ato ou proferido a primeira decisão, não podendo ser renovado -art. 1NE.. G requerimento e o pedido de reconsideração de que tratam os arti#os anteriores deverão ser despac=ados no pra7o de > -cinco. dias e decididos dentro de 0N -trinta. dias -art. 1NE, par8#rafo único.. "aber8 recurso do indeferimento do pedido de reconsideração, no pra7o de 0N -trinta. dias, diri#ido , autoridade imediatamente superior , que tiver e&pedido o ato ou proferido a decisão, e, sucessivamente, em escala ascendente, ,s demais autoridades -art. 1N1, 2, H1@.. Ser8 encamin=ado por interm$dio da autoridade a que estiver imediatamente subordinado o requerente -1N1, HH 1@, !@ e art. 1NC..

G recurso poder8 ser recebido com efeito suspensivo a %uí7o da autoridade competente. m caso de provimento, os efeitos da decisão retroa#irão , data do ato impu#nado -art. 1NA..

P+)SC+6KL8 (8 (6+)678 () +)C8++)+

G direito de requerer contado da data da publicação do ato impu#nado ou da data da ci:ncia pelo interessado, quando o ato não for publicado -tiver nature7a reservada. -art. 11N, par8#rafo único., prescreve -art. 11N.:

2 ) em > -cinco. anos, quanto aos atos de demissão e de cassação de aposentadoria ou

disponibilidade, ou que afetem interesse patrimonial e cr$ditos resultantes das relações de trabal=o4

22 ) em 1!N -cento e vinte. dias, nos demais casos, salvo quando outro pra7o for fi&ado em lei.

A prescrição $ de ordem pública, não podendo ser relevada pela administração -art. 11!.. G pedido de reconsideração e o recurso, quando cabíveis, interrompem a prescrição -art. 111.. São fatais e improrro#8veis os pra7os estabelecidos neste "apítulo, salvo motivo de força maior -art. 11>..

A administração dever8 rever seus atos, a qualquer tempo, quando eivados de ile#alidade -art. 11;..

(8 +)F6M) (6SC6PA6N-+

G re#ime disciplinar fa7 parte do título 25 do statuto, e compreende os se#uintes capítulos : dos deveres, das proibições, da acumulação, das responsabilidades e das penalidades.

Preves coment8rios :

6ão deve ser confundido o poder disciplinar com o poder penal do stado. G poder penal $ e&ercido pelo Poder Mudici8rio, norteado pelo processo penal4 visa , repressão de condutas de condutas qualificadas como crime e contravenções4 portanto, tem a finalidade precípua de preservar a ordem e ordem e a conviv:ncia na sociedade como um todo. G poder disciplinar, por sua ve7, $ atividade administrativa, re#ida pelo direito administrativo4 visa , punição de condutas, qualificadas em estatutos ou demais leis, como infrações funcionais4 tem a finalidade de preservar de modo imediato, a ordem interna do serviço, para que as atividades do Fr#ão possam ser reali7adas sem a perturbação e sem desvirtuamentos, dentro da le#alidade e da lisura -Gdete Jedauar..
• • • • • • • • • • • • •

(-S P)N-A6(-()S São penalidades disciplinares -art. 1!1. : Advert:ncia4 Suspensão4 /emissão4 "assação de aposentadoria ou disponibilidade4 /estituição de car#o em comissão4 /estituição de função comissionada. -( )+7[NC6A advert:ncia ser8 aplicada por escrito, nos casos de : inobservKncia de dever funcional previsto em lei, re#ulamentação ou norma interna, que não %ustifique imposição de penalidade mais #rave -art. 1!A.. is aqui um e&emplo de que as sanções disciplinares não obedecem ce#amente o princípio da tipicidade. Xue decide se cabe ou não penalidade mais #rave $ a Administração. Pem como na 2nobservKncia das se#uinte proibições -art. 111, incisos 2 a 5222 e 323. ausentar)se do serviço durante o e&pediente, sem pr$via autori7ação do c=efe imediato4

• •

e&ceto em situações de emer#:ncia e transitFrias4 e&ercer quaisquer atividades que se%am incompatíveis com o e&ercício do car#o ou função e com o =or8rio de trabal=o4 8"S)+ -Kb)S S8"+) . cessando os efeitos da penalidade uma ve7 cumprida a determinação -H1@. dias4 Xuando =ouver conveni:ncia para o serviço. recusar)se a ser submetido a inspeção m$dica determinada pela autoridade competente.4 abandono de car#o -confi#ura abandono de car#o a aus:ncia intencional do servidor ao serviço por mais de trinta dias consecutivos. 10C. 10!. se o servidor não =ouver. o desempen=o de atribuição que se%a de sua responsabilidade ou de seu subordinado4 coa#ir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem)se a associação profissional ou sindical. praticado nova infração disciplinar -art.4 inassiduidade =abitual -entende)se por inassiduidade =abitual a falta ao serviço. • • • • • • ()M6SSL8 A demissão ser8 aplicada nos se#uintes casos -art... respectivamente. em car#o ou função de confiança. sem pr$via anu:ncia da autoridade competente. 4 improbidade administrativa4 incontin:ncia pública e conduta escandalosa. dias o servidor que.• • • • • • • • • • • • • • • • • retirar. : crime contra a administração pública -estão previstos no "Fdi#o Penal. S%SP)NSL8 A suspensão ser8 aplicada -art.. : em caso de reincid:ncia das faltas punidas com advert:ncia e de violação4 das demais proibições que não tipifiquem infração su%eita a penalidade de demissão4 de que são e&emplos as proibições -art.. 111. C-NC)A-M)N78 (8S +)F6S7+8S () S%SP)NSL8 ) -( )+7[NC6- • • • As penalidades de advert:ncia e de suspensão terão seus re#istros cancelados. G cancelamento da penalidade não surtir8 efeitos retroativos -par8#rafo único. nesse período. 10N. apFs o decurso de 0 -tr:s. por sessenta dias. durante o período de do7e meses -art. interpoladamente. ou a partido político4 manter sob sua c=efia imediata. na base de >N^ -cinqOenta por cento. e > -cinco. a penalidade de suspensão poder8 ser convertida em multa. ficando o servidor obri#ado a permanecer em serviço -H!@. 10A. Ser8 punido com suspensão de at$ 1> -quin7e. repartição. na repartição4 insubordinação #rave em serviço4 • • • . sem causa %ustificada. : cometer a outro servidor atribuições estran=as ao car#o que ocupa. por dia de vencimento ou remuneração.S%SP)NSL85 A suspensão não poder8 e&ceder de AN -noventa. c9n%u#e. 101. in%ustificadamente. art. compan=eiro ou parente at$ o se#undo #rau civil4 recusar)se a atuali7ar seus dados cadastrais quando solicitado. 3522 e 35222. anos de efetivo e&ercício. qualquer documento ou ob%eto da repartição4 recusar f$ a documentos públicos4 opor resist:ncia in%ustificada ao andamento de documento e processo ou e&ecução de serviço4 promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição4 cometer a pessoa estran=a . fora dos casos previstos em lei.

salvo quando se tratar de benefícios previdenci8rios ou assistenciais de parentes at$ o se#undo #rau. sociedade civil. art. como procurador ou intermedi8rio.. presente ou vanta#em de qualquer esp$cie. a servidor ou a particular. • • • • • improbidade administrativa aplicação irre#ular de din=eiros públicos lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrim9nio nacional-T. %unto a repartições públicas. participação do capital social. e&ceto na qualidade de acionista. salvo a participação nos consel=os de administração e fiscal de empresas ou entidades em que a Inião deten=a. : valer)se do car#o para lo#rar proveito pessoal ou de outrem. em ra7ão de suas atribuições4 • aceitar comissão..• • • • • • • • ofensa física. sendo)l=e vedado e&ercer o com$rcio. • • • revelação de se#redo do qual se apropriou em ra7ão do car#o4 corrupção G servidor que for demitido ou destituído do car#o em comissão nos casos abai&o não poder8 retornar ao serviço público federal -par8#rafo único. e de c9n%u#e ou compan=eiro4 • receber propina. 101. anos -art. direta ou indiretamente.incisos 23 a 352 do art. nos casos abai&o implica a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao er8rio. pelo pra7o de > -cinco. empre#o ou pensão de estado estran#eiro4 • praticar usura sob qualquer de suas formas4 • proceder de forma desidiosa4 • utili7ar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades particulares4 • A demissão ou a destituição de car#o em comissão. 101. em serviço. 10E.. em detrimento da di#nidade da função pública4 • participar de #er:ncia ou administração de empresa privada. sem pre%uí7o da ação penal cabível -art. nos casos abai&o incompatibili7a o e&)servidor para nova investidura em car#o público federal. 111. comissão.4 corrupção4 A demissão ou a destituição de car#o em comissão. empre#os ou funções públicas4 Pem como na trans#ressão das se#uintes proibições . salvo em le#ítima defesa prFpria ou de outrem4 aplicação irre#ular de din=eiros públicos4 revelação de se#redo do qual se apropriou em ra7ão do car#o4 lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrim9nio nacional4 corrupção4 acumulação ile#al de car#os. • crime contra a administração pública . cotista ou comandit8rio4 • atuar.

fica condicionada . para apresentar opção no pra7o improrro#8vel de de7 dias. art. 11A. que acumular licitamente dois car#os efetivos. • A proibição de acumular estende)se a car#os..-e&ercício interino em outro car#o de confiança. destituição ou cassação de aposentadoria ou disponibilidade em relação aos car#os. 11C. • C-SS-KL8 () -P8S)N7-(8+6• Ser8 cassada a aposentadoria ou a disponibilidade do inativo que =ouver praticado. art. declarada pelas autoridades m8&imas dos Fr#ãos ou entidades envolvidos -art. • "aracteri7ada a acumulação ile#al e provada a m8)f$. 11C. &ceto remuneração devida pela participação em consel=os de administração e fiscal das empresas públicas e sociedades de economia mista. dos *erritFrios e dos Junicípios -H1@. deten=a participação no capital social-par8#rafoúnicoart. • • G servidor vinculado ao re#ime desta <ei. 10. quando investido em car#o de provimento em comissão.. 1!N. aplicar)se)8 a pena de demissão. 100.• • • • • • • improbidade administrativa aplicação irre#ular de din=eiros públicos lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrim9nio nacional4 corrupção4 -C%M%A-KL8 6A)F-A () C-+F8S ?essalvados os casos previstos na "onstituição.. /etectada a qualquer tempo a acumulação ile#al de car#os. • A acumulação de car#os.. salvo na =ipFtese em que =ouver compatibilidade de =or8rio e local com o e&ercício de um deles. bem como quaisquer empresas ou entidades em que a Inião. dos stados. falta punível com a demissão -art..11A. na atividade. $ vedada a acumulação remunerada de car#os públicos -art. por interm$dio de sua c=efia imediata. empre#os ou funções públicas em re#ime de acumulação ile#al. nem ser remunerado pela participação em Fr#ão de deliberação coletiva -art. 11C. direta ou indiretamente. sociedades de economia mista da Inião. empresas públicas. a autoridade notificar8 o servidor. art. empre#os e funções em autarquias. =ipFtese em que os Fr#ãos ou entidades de vinculação serão comunicados -HE@... =ipFtese em que se converter8 automaticamente em pedido de e&oneração do outro car#o -H>@. na =ipFtese de omissão. • • Art.. nesta =ipFtese dever8 optar pela remuneração de um deles. fundações públicas. 100. • • ()S767%6KL8 () C-+F8 )M C8M6SSL8 . comprovação da compatibilidade de =or8rios -H!@. contados da data da ci:ncia e. adotar8 procedimento sum8rio para a sua apuração e re#ulari7ação imediata 4 • A opção pelo servidor at$ o último dia de pra7o para defesa confi#urar8 sua boa)f$. Ao. do /istrito +ederal.. G servidor não poder8 e&ercer mais de um car#o em comissão. suas subsidi8rias e controladas. empre#os ou funções públicas. ainda que lícita. ficar8 afastado de ambos os car#os efetivos. e&ceto no caso previsto no par8#rafo único do art.

Fr#ão. de servidor vinculado ao respectivo Poder. pelo Presidente da ?epública. dias. suspensão4 • 222 ) em 1CN -cento e oitenta. quanto .4 • quando se tratar de destituição de car#o em comissão. • As penalidades disciplinares serão aplicadas -art. ser8 convertida em destituição de car#o em comissão -par8#rafo único. . pela autoridade que =ouver feito a nomeação. as circunstKncias a#ravantes ou atenuantes e os antecedentes funcionais -art. 1!C. 1!C.: • quando se tratar de demissão e cassação de aposentadoria ou disponibilidade.• A destituição de car#o em comissão e&ercido por não ocupante de car#o efetivo ser8 aplicada nos casos de infração su%eita . pelas autoridades administrativas de =ierarquia imediatamente inferior .: • 2 ) em > -cinco. os danos que dela provierem para o serviço público. a e&oneração efetuada -a pedido ou a %uí7o da autoridade. art. pelos Presidentes das "asas do Poder <e#islativo e dos *ribunais +ederais e pelo Procurador)Leral da ?epública. pelo c=efe da repartição e outras autoridades na forma dos respectivos re#imentos ou re#ulamentos. quanto 8 advert:ncia. =ipFteses do arti#o 0>. G ato de imposição da penalidade mencionar8 sempre o fundamento le#al e a causa da sanção disciplinar -par8#rafo único.!. ou entidade4 • quando se tratar de suspensão superior a 0N -trinta..quelas mencionadas no inciso anterior4 • nos casos de advert:ncia ou de suspensão de at$ 0N -trinta.s penalidades de suspensão e de demissão -art. • • pra7o de prescrição começa a correr da data em que o fato se tornou con=ecido -H1@. dias. dias. quanto .1. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de car#o em comissão4 • 22 ) em ! -dois. ao contr8rio do que acontece no direito penal.. não deve ri#orosa obedi:ncia ao princípio da tipicidade estrita na definição le#al dos atos passíveis de pena e das respectivas sanções. • -PA6C-KL8 (-S P)N-A6(-()S (6SC6PA6N-+)S • Preves coment8rios : • 6a Administração Pública. anos. 1..!. • 6a aplicação das penalidades serão consideradas a nature7a e a #ravidade da infração cometida. 10>. A?*. anos.s infrações puníveis com demissão. 1... • "onstatada a =ipFtese de que trata este arti#o. • P+)SC+6KL8 • A ação disciplinar prescrever8 -art. 1.

• Gs autos da sindicKncia inte#rarão o processo disciplinar.E.11!BAN. ou ter nível de escolaridade i#ual ou superior ao do indiciado -art. art... 1. atrav$s de sindicKncia. sempre que o ilícito praticado pelo servidor ense%ar a imposição de penalidade de suspensão por mais de 0N -trinta. art.. ou destituição de car#o em comissão -<ei C. • • • • • /a sindicKncia poder8 resultar -<ei C. independentemente da imediata instauração do processo disciplinar -art. art. 1>. at$ a decisão final proferida por autoridade competente -H0@. • (8 P+8C)SS8 -(M6N6S7+-76 8 (6SC6PA6N-+ • (. de demissão.. • C8N(%KL8 (8 P+8C)SS8 (6SC6PA6N-+ • G processo disciplinar ser8 condu7ido por comissão composta de tr:s servidores est8veis desi#nados pela autoridade competente.@. 1. 1. o pra7o começar8 a correr a partir do dia em que cessar a interrupção -H. dias. P+-P8 () C8NCA%SL8 (.. art. a proceder a sua apuração. • *-S)S (8 P+8C)SS8 (6SC6PA6N-+ • G processo disciplinar se desenvolve nas se#uintes fases -art. dias4 222 ) instauração de processo disciplinar.A. podendo ser prorro#ado por i#ual período. a crit$rio da autoridade superior -lei C. • 6N7)++%PKL8 (.11!BAN. SindicKncia $ um procedimento pr$vio a qualquer punição. dias. . 1. 6a =ipFtese de o relatFrio da sindicKncia concluir que a infração est8 capitulada como ilícito penal. 1>. art.!. que dever8 ser ocupante de car#o efetivo superior ou do mesmo nível.. art.: 2 ) arquivamento do processo4 22 ) aplicação de penalidade de advert:ncia ou suspensão de at$ 0N -trinta.. par8#rafo único.>.• Gs pra7os de prescrição previstos na lei penal aplicam)se . como peça informativa da instrução -art.s infrações disciplinares capituladas tamb$m como crime -H!@.>.!. 1>1. 1. 1.11!BAN..: . que indicar8 entre eles o seu presidente.P+)SC+6KL8 • A abertura de sindicKncia ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição.!.S6N(6CaNC6G pra7o para conclusão da sindicKncia não e&ceder8 0N -trinta. • 2nterrompido o curso da prescrição. (8 P+8C)SS8 (6SC6PA6N-+ • • • • Ser8 obri#atFria a abertura de processo disciplinar.S6N(6CaNC6• Ao tomar con=ecimento de irre#ularidades praticadas por servidor a Administração $ obri#ada. par8#rafo único. caput. 1. a autoridade competente encamin=ar8 cFpia dos autos ao Jinist$rio Público... cassação de aposentadoria ou disponibilidade.

stados. qualquer pessoa da família poder8 requerer a revisão do processo. que ser8 citado por mandado e&pedido pelo presidente da comissão para apresentar defesa escrita.. sem pre%uí7o da remuneração. art. ainda que não concluído o processo -art. • • • 6N(6C6-KL8 (8 S)+ 6(8+ "oncluída a instrução do inqu$rito. a revisão ser8 requerida pelo respectivo curador -art. asse#urado o direito de re#resso contra o respons8vel nos casos de dolo ou culpak. quando as circunstKncias e e&i#irem -<ei C. admitida a sua prorro#ação por i#ual pra7o. a pedido ou de ofício. m caso de falecimento. /istrito +ederal e Junicípios. 6o caso da Inião o assunto $ previsto pela lei n@ C. percebemos que : . HH1@e !@. que poder8 ser prorro#ado por i#ual pra7o.. H1@ e art. no pra7o de 1N -de7. 11. quando se adu7irem fatos novos ou circunstKncias suscetíveis de %ustificar a inoc:ncia do punido ou a inadequação da penalidade aplicada. asse#urando)se)l=e vista do processo na repartição. a qualquer tempo. 1!1 a 1!E. caput.1. • • 7+-7-M)N78 (-(8 P)A. 01. com a publicação do ato que constituir a comissão4 22 ) inqu$rito administrativo. ser8 formulada a indiciação do servidor. • +esponsabilidades dos servidores públicos ncontra)se prevista na "onstituição bem como nos respectivos re#imes %urídicos -estatutos. 1..C8NS767%6KL8 *)/ ?A< • "+BCC. P+-P8 (8 P+8C)SS8 (6SC6PA6N-+ G pra7o para conclusão do processo disciplinar não e&ceder8 EN -sessenta..1E. G servidor que não apresentar defesa ser8 considerado revel -arts. 1>!. contados da data de publicação do ato que constituir a comissão. dias.. 6o caso de incapacidade mental do servidor.. nessa qualidade.11!BAN. dias. que compreende instrução. defesa e relatFrio4 222 ) %ul#amento. dos servidores públicos civis de cada pessoa política : Inião. em seus arts. pelo pra7o de at$ EN -sessenta. 1E1. • • (8 -*-S7-M)N78 P+) )N76 8 "omo medida cautelar e a fim de que o servidor não ven=a a influir na apuração da irre#ularidade. art. tipificada a infração disciplinar. findo o qual cessarão os efeitos.H E@ ) kAs pessoas %urídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus a#entes. • /a an8lise deste dispositivo. com a especificação dos fatos a ele imputados e das respectivas provas. dias. a autoridade instauradora do processo disciplinar poder8 determinar o seu afastamento do e&ercício do car#o. +) 6SL8 (8 P+8C)SS8 (6SC6PA6N-+ • • G processo disciplinar poder8 ser revisto.• • • • • 2 ) instauração. aus:ncia ou desaparecimento do servidor.11!BAN. causarem a terceiros.

• +)SP8NS-"6A6(-()S (8 S)+ 6(8+ • G servidor responde civil.. do statuto. e das pessoas %urídicas de direito privado prestadoras de serviços públicos -concession8rias e permission8rias. • Gs pra7os de prescrição previstos na lei penal aplicam)se . H!@. at$ o limite do valor da =erança recebida -art. H0@. doloso ou culposo. que resulte pre%uí7o ao er8rio ou a terceiros -art.. R re#ressiva porque. primeiro. +)SP8NS-"6A6(-() P)N-A • A responsabilidade penal -criminal. sendo independentes entre si -art. não ser8 punido administrativamente se ocorrer a prescrição penal.: • . 1!>.!.. 10!. ?esponsabilidade ob%etiva $ aquela que independe da verificação da ocorr:ncia de dolo ou culpa • b.. • +)SP8NS-"6A6(-() -(M6N6S7+-76 • A responsabilidade administrativa resulta de ato comissivo ou omissivo praticado no desempen=o do car#o ou função -art.s infrações disciplinares capituladas como crime -art. nessa qualidade -art. o servidor sF indeni7ar8 pre%uí7os que ten=a causado em caso de dolo ou de culpa. se servidor cometer infração administrativa que confi#ure tamb$m infração penal. 1!!. 1!!. caput. penal e administrativamente pelo e&ercício irre#ular das suas atribuições -art. 6o entanto. se estes forem ou causadores do dano. 5222. e suas respectivas Autarquias e +undações Públicas.. depois. cBcart. • C%M%A-76 6(-() (-S S-NKb)S • As sanções civis. • • • A obri#ação de reparar o dano estende)se aos sucessores e contra eles ser8 e&ecutada. stados. 1. abran#e crimes e contravenções imputadas ao servidor.• a. R sub%etiva. Assim.. porque. • )RCA%SL8 (. • +)SP8NS-"6A6(-() C6 6A • A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo.. no estatuto $ infração punível com demissão cu%o pra7o prescricional $ de > anos -art.. 1!0. Junicípios. $ ob%etiva.. a e&emplo do empre#o irre#ular de din=eiros públicos. 1!. 1!E. as pessoas %urídicas indeni7am os pre%uí7os causados a terceiros. se aplica o pra7o de prescrição da lei penal que $ menor. 2.!. 1.+)SP8NS-"6A6(-() -(M6N6S7+-76 • A responsabilidade administrativa do servidor ser8 afastada no caso de absolvição penal que -art. penais e administrativas poderão cumular)se. /istrito +ederal. A responsabilidade das pessoas %urídicas de direito público -Inião. 1!1. in#ressam com ação %udicial contra os a#entes -servidores. A responsabilidade dos a#entes públicos $ re#ressiva e sub%etiva.

baseada no dolo ou na culpa. queda de raio. na =ipFtese de insufici:ncia de provas. • • • • • A do a#ente público causador do dano. c=uva de #rani7o.4 • responsabilidade patrimonial e&tracontratual do stado -"elso Ant9nio. causarem a terceiros. no H E@ do art. como por e&emplo : acidente de trKnsito provocado por veículo oficial. C-%S-S () )RCA%SL8 787-A 8% P-+C6-A (.4 • • • +)SP8NS-"6A6(-() C6 6A (8 )S7-(8 N8 (6+)678 "+-S6A)6+8 *rata)se de responsabilidade ob%etiva ou sem culpa.4 • responsabilidade civil do stado -Mos$ dos Santos "arval=o +il=o. • A doutrina atribui outros nomes a esta mat$ria tais como : • responsabilidade e&tracontratual do stado -Jaria SUlvia \anella di Pietro. tornado. buracos em vias públicas. irresistíveis tais como : terremoto. perante a Administração ou perante o seu mpre#ador ) responsabilidade sub%etiva. . • A interpretação desta re#ra permite vislumbrar duas responsabilidades : • A das pessoas %urídicas de direito público : Inião. perante a vítima do dano ) responsabilidade ob%etiva. com base na teoria do risco administrativo. reparação de danos causados a terceiros em decorr:ncia das atividades ou omissões do stado. A "onstituição da ?epública +ederativa do Prasil de N>B1NB1ACC. 4 ne#ue sua autoria -não foi o servidor o autor do fato. inundação de rio4 • culpa e&clusiva da vítima4 • culpa de terceiros. • • +esponsabilidade civil da administra/&o sta responsabilidade se relaciona . mant$m)se a punição administrativa.+)SP8NS-"6A6(-() 8"E)76 ocorr:ncia de força maior) e&pressa em fatos da nature7a. e as entidades inte#rantes da Administração 2ndireta com personalidade de direito público. 01 : • ' As pessoas %urídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus a#entes. /istrito +ederal e Junicípios. aí compreendida a Administração /ireta. Assim. Gbservação : a absolvição penal por insufici:ncia de provas não afasta a responsabilidade administrativa do servidor.• • • ne#ue a e&ist:ncia do fato -o fato não e&istiu. nessa qualidade. . tais como Autarquias e +undações Públicas e seus dele#ados na prestação de serviços públicos -concession8rios e permission8rios. stados. baseada no ne&o causal. asse#urado o direito de re#resso contra o respons8vel nos casos de dolo ou culpa( -#rifei..

*em personalidade %urídica especial. impessoalidade. art. art. R pessoa %urídica pública ou privada. di7 que 'compete .( • • • aí como cai no concursoi 5e%amos uma questão do *?+ D .-"+BCC. o stado pode atuar no campo do /ireito Público como no /ireito Privado. a "onstituição de 1ACC.@ re#ião. 01. Assim. R bom lembrar que o "Fdi#o "ivil est8 se referindo ao Kmbito interno.. por ser entidade política -(M6N6S7+-KL8 P@"A6CA or#ani7ação político)administrativa brasileira compreende a Inião.T edição. o /istrito +ederal e os Junicípios. no art. $ pessoa %urídica de /ireito &terno.T re#ião.. Inião manter relações com stados estran#eiros e participar de or#ani7ações internacionais(. 1. no Kmbito internacional. mas não $ pessoa %urídica.) 6N(6+)7• • • • • • Personalidade Murídica do stado Ser pessoa $ poder assumir direitos e contrair obri#ações. pois a teoria da dupla personalidade do stado ac=a)se definitivamente superada. A administração /ireta e 2ndireta de qualquer dos Poderes da Inião dos stados. conclusão. ou e&terno. -1. caput. inciso 2. mantendo sempre sua única personalidade de /ireito Público. do /istrito +ederal e dos Junicípios obedecer8 aos princípios da le#alidade. G que nos leva . 10 afirma que as pessoas %urídicas são de direito público interno.. para QelU <opes Jeirelles. >>.• • Personalidade NurDdica do estado -(M6N6S7+-KL8 P@"A6C• C-+-C7)+GS76C-S ) M8(8 () -7%-KL8 • -(M6N6S7+-KL8 (6+)7. G "Fdi#o "ivil. b. 6o art. em uma primeira classificação a Administração Pública compreende a : • • • . representado pela Inião... e de direito privado. todos aut9nomos nos termos da "onstituição -"+BCC. os stados. art. caput. R pessoa %urídica de direito privado interno d.-*?+ D . • • • • • 6o entanto. !1. moralidade. R pessoa %urídica de direito público interno e. p8#. 6o Kmbito e&terno. inciso 2. a ?epública +ederativa do Prasil. *em dupla personalidade por atuar na 8rea de direto público e privado c. !.. 1C. R certa a afirmação de que o stado : • • • • • • • • • a. publicidade e efici:ncia.(. dispõe : São pessoas %urídicas de direito público interno : A Inião4 "ada um dos stados e o /istrito +ederal4 "ada um dos Junicípios le#almente constituídos. /ireito Administrativo Prasileiro. ve%a se voc: responde. o stado $ pessoa %urídica de /ireito Público 2nterno e ainda 'como ente personali7ado.

a vontade da entidade a que pertencem e a vinculam por seus atos. admitem defesa at$ mesmo por mandado de se#urança. quando infrin#idas por outro Fr#ão. manifestados atrav$s de seus a#entes -pessoas físicas. cu%a atuação $ imputada . ssa prerro#ativa $ denominada de capacidade %udici8ria ou capacidade processual. colocados no 8pice da pirKmide #overnamental. sem qualquer subordinação =ier8rquica ou . uma ve7 que seus conflitos de atribuições serão resolvidos administrativamente pelas c=efias a que estão subordinados • "lassificação dos Fr#ãos públicos • QelU Jeirelles classifica os Fr#ãos públicos quanto 8 posição estatal. e isto $ muito importante. • • 2mportante : essa capacidade processual sF a t:m os Fr#ãos independentes e os aut9nomos. 6o entanto.• • • • • • • • • • Administração +ederal4 Administração stadual. Por isso mesmo. -(M6N6S7+-KL8 (6+)7A Administração /ireta $ o con%unto dos Fr#ãos inte#rados na estrutura da c=efia do &ecutivo e na estrutura dos Fr#ãos au&iliares da c=efia do &ecutivo. visto que os demais D superiores e subalternos ). atrav$s de seus a#entes. em : independentes. embora não ten=am personalidade %urídica. que são atributos do corpo e não das partesk. • • • %M. relativamente 8 posição ocupada pelos mesmos na escala #overnamental ou administrativa. Administração do /istrito +ederal4 e Administração Junicipal. mas. não podem demandar %udicialmente. os Fr#ãos não t:m personalidade %urídica nem vontade prFpria.(. ou se%a. os Fr#ãos podem ter prerro#ativas funcionais prFprias que. pessoa %urídica a que pertencem(. • • Assim.P-A. aut9nomos. superiores e subalternos : • a?LWGS 26/ P 6/ 6* S : são os ori#in8rios da "onstituição.S8"+) 8S Q+FL8S P@"A6C8S Para QelU Jeirelles Fr#ãos públicos 'são centros de compet:ncia instituídos para o desempen=o de funções estatais. "ada uma destas Administrações se subdivide em : Administração /ireta e Administração 2ndireta. • Atenção : Ao falarmos da Administração /ireta $ inevit8vel citarmos os Fr#ãos públicos. os Fr#ãos na 8rea de suas atribuições e nos limites de sua compet:ncia funcional e&pressam não a sua prFpria vontade.+. • Sabemos que personalidade %urídica si#nifica a possibilidade de assumir direitos e obri#ações. em ra7ão de sua =ierarqui7ação.

posição estatal são considerados respectivamente. para serem desempen=adas diretamente pelos seus membros -a#entes políticos. supervisão. São c=amados de Fr#ãos prim8rios do stado. financeira e t$cnica. Prefeituras.-*?+ D . "Kmara dos /eputados. • *ribunais Mudici8rios e Muí7es sin#ulares4 • Jinist$rio Público D da Inião e dos stados4 • • *ribunais de "ontas D da Inião. coordenação e controle das atividades que constituem sua 8rea de compet:ncia. Sua liberdade funcional restrin#e)se ao plane%amento e soluções t$cnicas. "Kmaras de 5ereadores. com redu7ido poder decisFrio e predominKncia de atribuições de e&ecução.T re#ião. políticos e administrativos . dos stados. com responsabilidade pela e&ecução. distintos de seus servidores. dentro de sua 8rea de compet:ncia. que são atributos dos Fr#ãos independentes e dos aut9nomos a que pertencem. Fr#ãos : • a. %udiciais e quase)%udiciais outor#adas diretamente pela "onstituição. imediatamente abai&o dos Fr#ãos independentes e diretamente subordinados a seus c=efes. sses Fr#ãos det:m e e&ercem as funções políticas. São e&emplos • • • • • • • • • • Labinetes4 2nspetorias)Lerais4 Procuradorias Administrtivas e Mudiciais4 "oordenadorias4 /epartamentos4 /ivisões. São e&emplos : • "asas le#islativas ) "on#resso 6acional. a?LWGS SIPA<* ?6GS : destinam)se 8 reali7ação de serviços de rotina. • • • Portarias4 Seções de e&pediente aí como cai no concurso i 5e%amos uma questão do *?+ D . Secretarias Junicipais.. que são a#entes administrativos. São e&emplos . a e&emplo das atividades)meios e atendimento ao público. • "=efias do &ecutivos D Presid:ncia da ?epública. e sF su%eitos aos controles constitucionais de um Poder pelo outro. tarefas de formali7ação de atos administrativos. a Advocacia)Leral da Inião e as "oordenadorias. Superiores. dos Junicípios a?LWGS AI*l6GJGS : são os locali7ados na cúpula da Administração. #eralmente a car#o de seus Fr#ãos subalternos. São e&emplos : Jinist$rios. Lovernadorias. ve%a se voc: responde.@ re#ião. • -!. Senado +ederal.funcional. quanto . *:m ampla autonomia administrativa. Secretarias staduais. Advocacia)Leral da Inião. Gs *ribunais +ederais. a?LWGS SIP ?2G? S : não #o7am de autonomia administrativa nem financeira. Procuradorias dos stados e Junicípios. Assembl$ias <e#islativas. caracteri7ando)se como Fr#ãos diretivos com funções precípuas de plane%amento.

empre#o ou função em que este%am investidos. desi#nados ou nomeados para prestar. su%eitos . aut9nomos e superiores c. classificam)se em : • AL 6* S PG<[*2"GS D são os componentes do Loverno nos seus primeiros escalões para o e&ercício de atribuições políticas. do e&ercício de al#uma função estatal(.4 ?epresentantes diplom8ticos4 A* 6ZWG : estes quatro sF são considerados a#entes políticos por QelU <opes Jeirelles • AL 6* S A/J262S*?A*25GS D são todos que se vinculam ao stado por relações profissionais. 2ndependentes. su%eitam)se . AL 6* S QG6G?[+2"GS D são cidadãos convocados.4 Servidores tempor8rios contratados por tempo determinado para atender a necessidade tempor8ria de e&cepcional interesse público -"+. 22. =ierarquia funcional e ao re#ime %urídico determinado pela entidade estatal a que servem. /eputados. 6ão são membros de poder de stado. 6esta cate#oria encontram)se : • "=efes de &ecutivo -Presidente.• • • • • • b. e seus au&iliares imediatos -Jinistros e Secret8rios de stado e Junicípio. superiores e aut9nomos -F)N7)S P@"A6C8S Síntese e&traída do livro /ireito Administrativo Prasileiro de QelU <opes Jeirelles. %udiciais e quase %udiciais previstas na constituição. determinados serviços ao stado. mas normalmente e&ercem uma função pública e. normalmente.4 Servidores públicos e&ercentes de car#os ou empre#os em comissão -"+. de sua =onorabilidade ou de sua notFria capacidade profissional. independentes e aut9nomos e. =ierarquia e disciplina do Fr#ão a que estão servindo.. sem remuneração. conforme o car#o. • Gs a#entes públicos. #:nero que se reparte em cinco esp$cie ou cate#orias. nem e&ercem atribuições políticas ou #overnamentais4 são unicamente servidores públicos. 2ndependentes. Para QelU a#entes públicos 'são todas as pessoas físicas incumbidas. transitoriamente. nem o representam.art. 5. e 5ereadores. Atuam com plena liberdade funcional suas prerro#ativas e responsabilidades estão estabelecidas na "onstituição e em leis especiais. enquanto a desempen=am. Superiores.4 Jembros do Poder Mudici8rio4 Jembros do Jinist$rio Público4 Jembros dos *ribunais de "ontas -Jinistros do *"I e "onsel=eiros do *" . 01. 5.4 • • • • • • Jembros das "asas <e#islativas -Senadores. Aut9nomos. 6esta cate#oria se encontram : • • • • Servidores públicos concursados -"+. com maior ou menor =ierarquia. art. 6ão são servidores públicos. 01. em ra7ão de sua condição cívica. art. 01. definitiva ou transitoriamente. encar#os e responsabilidades profissionais dentro do Fr#ão ou da entidade a que servem. independentes e superiores d. Lovernadores e Prefeitos. mas sem qualquer vínculo empre#atício ou estatut8rio e. podendo perceber um pro labore e contar o período de trabal=o .

• • • ()SC8NC)N7+-KL8 ) ()SC)N7+-A6P-KL8 /esc ntrali7ação $ a distribuição de compet:ncias entre ntidades de uma para outra pessoa.como de serviço público. e administrativos. Políticos. pressupõe a e&ist:ncia de duas pessoas. administrativos e dele#ados. de 1C. mas se#undo as normas do stado e sob a permanente fiscali7ação do dele#ante. =onoríficos e dele#ados. ve%a se voc: responde. obra ou serviço público e reali7am em nome prFprio. d. por sua conta e risco. "redenciados. b.AC. mediante remuneração do Poder Público credenciante. Gs membros do Poder Mudici8rio.T re#ião. ?ecentemente foi editada a lei n@ A. e permitir o seu mais adequado e racional desempen=o. • /escGncentração $ a distribuição de compet:ncias entre ar#ãos dentro da mesma pessoa %urídica.-(M6N6S7+-KL8 6N(6+)7-%7-+U%6- . dele#ados e credenciados. -0. as empresas públicas e as sociedades de economia mista. 6esta cate#oria encontram)se : • • • • • Gs concession8rios e os permission8rios de obras e serviços públicos4 Gs serventu8rios de ofícios ou cartFrios não estati7ados4 Gs leiloeiros4 Gs tradutores e int$rpretes públicos. respectivamente. nem representantes do stado. e. os %urados e os leiloeiros pertencem. AL 6* S "? / 6"2A/GS D são os que recebem a incumb:ncia da Administração para represent8)la em determinado ato ou praticar certa atividade específica. sses a#entes não são servidores públicos. nem =onoríficos. ou se%a. /ele#ados. as fundações públicas. parte de colaboradores do Poder Público. um volume #rande de atribuições.!.ENC. Administrativos.@ re#ião. Políticos. esp$cie ou cate#oria dos a#entes : • • • • • • • a. • • • aí como cai no concurso i 5e%amos uma questão do *?+ D . AL 6* S / < LA/GS D são particulares que recebem a incumb:ncia da e&ecução de determinada atividade. . • • • C-+-C7)+GS76C-S (-S )N76(-()S (. -(M6N6S7+-KL8 6N(6+)7A Administração 2ndireta se constitui das entidades dotadas de personalidade %urídica prFpria e compreende as autarquias.-*?+ D . entre as quais se repartem as compet:ncias. desconcentrar. dispondo sobre serviço volunt8rio. credenciados e =onoríficos. c. políticos. 6esta cate#oria se encontram : • • • • • Murados do tribunal do %úri4 Jes8rio eleitoral4 Jembro de comissão de estudo ou de %ul#amento. para descon#estionar. todavia constituem uma cate#oria .

de N. 11>. no entanto. o seu pessoal $ ocupante de empre#o público. de sociedade de economia mista e de fundação.. poder8 admitir pessoal no re#ime de empre#o público4 re#ime tribut8rio ) imunidade de impostos no que se refere ao patrim9nio renda e serviços relacionados a suas finalidades essenciais -"+BCC. poder8 admitir pessoal no re#ime de empre#o público4 re#ime tribut8rio ) imunidade de impostos no que se refere ao patrim9nio renda e serviços relacionados a suas finalidades essenciais -"+BCC. assim como a participação de qualquer delas em empresa privada4 pessoa %urídica de direito público4 o seu pessoal $ ocupante de car#o público -estatut8rio. 52. H1@. 323. art.4 e&plora predominantemente atividade econ9mica -art. em cada caso. +oro para solução dos conflitos ) %ustiça federal -"+BCC. de N.M6S7tem sua criação autori7ada por lei específica ) "+BCC. apFs a menda "onstitucional n@ 1ABAC. "+BCC. 1>N. 110. desempen=a serviço público descentrali7ado4 *%N(-KL8 P@"A6C- • • • • • • • criação autori7ada por lei específica e lei complementar ir8 definir as 8reas de sua atuação ) "+BCC. art.NE. e H!@.P@"A6C- • • • • • tem sua criação autori7ada por lei específica ) "+BCC. S8C6)(-() () )C8N8M6. kak. e H!@. bem como de suas entidades da administração indireta. com redação dada pela " n@ 1A4 • • • • • • • . definir as 8reas de sua atuação4 33 ) depende de autori7ação le#islativa.1AAC : 323. 110. kak. 6o entanto. apFs a menda "onstitucional n@ 1ABAC. admite)se a participação de outras pessoas de direito público interno a e&emplo de stados e Junicípios. com redação da " n@ 1A.. art. neste último caso. : ksomente por lei específica poder8 ser criada autarquiak e autori7ada a instituição de empresa pública. 4 embora tamb$m possa prestar serviços públicos -"+BCC..• • • • criação por lei específica : "+BCC. 323. art. e H!@. art. 323. 52.1AAC4 • • • • $ pessoa %urídica de direito público4 o seu pessoal $ ocupante de car#o público -estatut8rio. 01. art. 01. 22. cabendo ..2. 1>N.4. 01. art. lei complementar.. 01. art. no entanto. 1NA.NE. )MP+)S. com redação dada pela " n@ 1A4 $ pessoa %urídica de direito privado ) titular de direitos e obri#ações prFprios distintos da pessoa que a instituiu4 +orma de or#ani7ação societ8ria ) qualquer das formas admitidas em direito4 "omposicão do capital ) a titularidade do capital $ pública. com redação dada pela " n@ 1A. a criação de subsidi8rias das entidades mencionadas no inciso anterior. o seu re#ime tribut8rio $ o mesmo das empresas privadas -"+BCC. e necessita reali7ar concurso público para investidura. desde que a maioria do capital com direito a voto permaneça de propriedade da Inião. art..

.4 e&plora predominantemente atividade econ9mica -art. 4 o ato administrativo $ unilateral. 11>.. • foro %udicial para solução dos conflitos da empresa pública federal $ a %ustiça federal4 da sociedade de economia mista $ a %ustiça estadual -"+BCC. H1@..P@"A6C- • • • • • forma de or#ani7ação societ8ria : a sociedade de economia mista sF poder8 ser Sociedade An9nima.N. e H!@. pelas suas obri#ações -<ei E. sociedade an9nima. • -78 -(M6N6S7+-76 8 = -78 E%+G(6C8 • A diferença essencial entre ato %urídico e ato administrativo reside em que o ato administrativo tem finalidade pública. • composição do capital : a sociedade de economia $ constituída por capital público e privado. 0-". e a pessoa %urídica que a controla responde.. 4 embora tamb$m possa prestar serviços públicos -"+BCC. e necessita reali7ar concurso público para investidura. res#uardar.• • • • • $ pessoa %urídica de direito privado ) titular de direitos e obri#ações prFprios distintos da pessoa que a instituiu4 +orma de or#ani7ação societ8ria ) unicamente sob a forma de sociedade an9nima4 "omposição do capital ) a titularidade do capital pode ser pública e privada4 não estão su%eitas a fal:ncia ) mas os seus bens são pen=or8veis e&ecut8veis. 2. ten=a por fim imediato adquirir. 110. "+BCC. art. A empresa pública poder8 estruturar)se sob qualquer das formas admitidas em direito -sociedade por cotas de responsabilidade limitada. art. 110. das sociedades an9nimas. ou impor obri#ações aos administrados ou a si prFpria -QelU <opes Jeirelles. subsidiariamente. !. 1NA.. e&tin#uir e declarar direitos.uisitos de validade? do -78 -(M6N6S7+-76 8 .. o seu re#ime tribut8rio $ o mesmo das empresas privadas -"+BCC. Ato administrativo $ uma esp$cie de ato %urídico. modificar. A empresa pública $ constituída apenas por capital público. o seu pessoal $ ocupante de empre#o público. • )A)M)N78S T+e.!. 22. qu: -tos administrativos C8NC)678 R toda manifestação unilateral da Administração Pública que. art.4. etc.B1E. P+6NC6P-6S (6*)+)NK-S )N7+) S8C6)(-() ) )MP+)S. a#indo nessa qualidade. • • • • • Labarito das questões: 1-/. transferir. art. • -78 -(M6N6S7+-76 8 = C8N7+-78 -(M6N6S7+-76 8 • /iferença entre ato administrativo e contrato administrativo ) o contrato $ bilateral -=8 duas partes com ob%etivos diversos. !-P.

. con=ecido tamb$m por desvio de finalidade. • • 8"E)78 • R o conteúdo do ato. • • • • • • • "GJ P *e6"2A *6 6A<2/A/ *0+ JA dica 5 C8M *6 *8+ M8" M G*25G 8" M *G C8MP)7[NC6R o poder atribuído ao a#ente -a#ente $ aquele que pratica o ato. o ato sF ser8 v8lido se os motivos forem verdaadeiros. tem por ob%eto a criação. &emplo : dispensa de um servidor ocupante de car#o em comissão. Pode vir e&presso em lei como pode ser dei&ado ao crit$rio do administrador. formação do ato administrativo. a da Administração e&i#e forma le#al.• Gs < J 6*GS SS 6"2A2S . As letras iniciais formam a palavra "GJ+2+G? JGP. se forem e&ternados os motivos. A finalidade do ato $ aquela que a lei indica e&plícita ou implicitamente. &emplo : 6o ato de demissão do servidor o ob%eto $ a quebra da relação funcional do servidor com a Administração. A "+BCC. • *8+M• R o revestimento e&teriori7ador do ato. mas. Ao estudarmos o #:nero abuso de poder vimos que a alteração da finalidade caracteri7a desvio de poder. • Ao estudarmos o #:nero abuso de poder vimos que uma de suas esp$cies. &cepcionalmente e&istem : -1. sinais convencionais : sinali7ação de trKnsito. nquanto a vontade dos particulares pode manifestar)se livremente. di7 que o car#o em comissão $ aquele declarado em lei de livre nomeação e e&oneração. forma verbal : instruções momentKneas de um superior =ier8rquico4 -!. • *6N-A6(-() • R o ob%etivo de interesse público a atin#ir. ou se%a. Gs atos serão nulos quando satisfi7erem pretensões descoincidentes do interesse público. ação do Poder Público. modificação ou comprovação de situações concernentes a pessoas. • M876 8 • • R a situação de fato ou de direito que determina ou autori7a a reali7ação do ato administrativo. *odo ato administrativo produ7 um efeito %urídico. não =8 necessidade de motivação do ato e&oneratFrio. coisas ou atividades su%eitas . A forma normal $ a escrita. Portanto. o e&cesso de poder. daí serem recon=ecidos como ? XI2S2*GS / 5A<2/A/ . para o desempen=o específico de suas funções. constituem a sua infra)estrututa. ocorre quando o a#ente público e&cede os limites de sua compet:ncia.

5 Súmula Z>Y do S7* 5 • ' A Administração pode anular seus prFprios atos. >N. respeitados os direitos adquiridosk -art. sob aspectos de le#alidade. • kG direito da Administração de anular os atos administrativos de que decorram efeitos favor8veis para os destinat8rios decai em cinco anos. e de m$rito -oportunidade e conveni:ncia. porque deles não se ori#inam direitos4 ou revo#8)los. • "onclusão : • a administração controla seus prFprios atos em toda plenitude. • Principais lições : • A Administração com relação aos seus atos administrativos pode : • • • A6I<A? quando 2< LA2S.• -N%A-KL8' +) 8F-KL8 ) C8N -A6(-KL8 (8 -78 -(M6N6S7+-76 8.1AAA dispõe que : • kA Administração deve anular seus prFprios atos. • kXuando importem anulação. >. isto $. • Anulação ) invalidação de um ato ile#ítimo e ile#al. com indicação dos fatos e dos fundamentos %urídicos k -art. salvo comprovada m8)f$k -art. . revo#ação ou convalidação de ato administrativo os atos administrativos deverão ser motivados. e ressalvada.1C.. • E%+6SP+%([NC6. e pode revo#8)los por motivo de conveni:ncia ou oportunidade. quando eivados de vícios de le#alidade. reali7ada reali7ada pela Administração ou pelo Mudici8rio. em todos os casos. contados da data em que foram praticados.. e&erce a autotutela. • Assim : • ?evo#ação ) $ supressão de um ato administrativo le#ítimo e efica7 reali7ada pela Administração ) e somente por ela ) por não mais l=e convir sua e&ist:ncia.N1... respeitados os direitos adquiridos. G Mudici8rio com relação aos atos administrativos praticados pela Administração pode : • A6I<A? quando 2< LA2S.. de !A. >0. por motivo de conveni:ncia ou oportunidade. ou se%a. a apreciação %udicial(. • • o controle %udicial sobre o ato administrativos se restrin#e ao e&ame dos aspectos de le#alidade. ? 5GLA? quando 26"G5 62 6* S ou 26GPG?*I6GS ao interesse publico. quando eivados de vícios que os tornem ile#ais. • -N%A-KL8 ) +) 8F-KL8 • A lei A.. 5222.

para ser v8lida.-(M6N6S7+-KL8 A Administração Pública pode praticar certos atos ou celebrar contratos em re#ime de /ireito Privado -/ireito "ivil ou /ireito "omercial.N1. ao passo que os vícios insan8veis impedem o aproveitamento do ato. • A anulação #era efeitos 3 *I6" -retroa#e . editora Jel=oramentos.. dispõe que : • kGs atos que apresentem defeitos san8veis poderão ser convalidados pela prFpria Administração em decisão na qual se evidencie não acarretarem lesão ao interesse público nem pre%uí7o a terceiros k -art. que aceita possam os atos administrativos ser nulos ou anul8veis. As imposições le#ais absorvem quase por completo a liberdade do administrador. • C8N -A6(-KL8 (8S -78S -(M6N6S7+-76 8S • 'A convalidação $ o refa7imento de modo v8lido e com efeitos retroativos do que fora produ7ido de modo inv8lido(-"elso Ant9nio Pandeira de Jello..s normas do /ireito Privado. 6ão retroa#e. >>. su%eitando)se em tudo . pois a ação. • • • -78S () (6+)678 P+6 -(8 P+-76C-(8S P)A.. data de início dos efeitos do ato. • CA-SS6*6C-KL8 (8S -78S -(M6N6S7+-76 8S • A classificação dos atos administrativos sofre variação em virtude da diversidade dos crit$rios adotados.( • Gs efeitos da convalidação são e&)tunc -retroativos.1AAA. fica restrita aos pressupostos estabelecidos pela norma le#al. • Gs vícios san8veis possibilitam a convalidação.• • • )*)678S ()C8++)N7)S 5 A revo#ação #era efeitos ) 3 6I6" ) ou se%a. Serão apresentados abai&o os crit$rios mais adotados pelos concursos. • A*GS /2S"?2"2G6b?2GS ) são aqueles que a administração pode praticar com a . • "rit$rio n@ 1 D classificação quanto a liberdade de ação : • A*GS 526"I<A/GS ) são aqueles nos quais a lei estabelece os requisitos e condições de sua reali7ação. m o que ocorre. 11T edição.. quando a Administração emite um c=eque ou assina uma escritura de compra e venda ou de doação. por e&emplo. de !A. e não com supremacia de poder. Ao praticar tais atos a Administração Pública ela se nivela ao particular..1C. a partir da sua declaração.. 00E. • A lei A. • Assim : • SF $ admissível o instituto da convalidação para a doutrina dualista.

"onsel=o "urador do +L*S. • sp$cies de Atos quanto . • Pareceres ) manifestam opiniões ou pontos de vista sobre mat$ria submetida a apreciação de Fr#ãos consultivos. /iscricion8rio são os meios e modos de administrar e nunca os fins atin#ir. e "onsel=os -"onsel=os de "ontribuintes. lei em todos os seus elementos ) "GJ+2+G?JGP) Ao praticar o ato discricion8rio a autoridade $ livre ) dentro das opções que a prFpria lei prev: ) quanto a escol=a da conveni:ncia e da oportunidade. Xuanto as esp$cies devem os atos ser a#rupados de um lado sob o aspecto formal e de outro lado sob o aspecto material . "onsel=o 6acional da Previd:ncia Social. documentos e informações em #eral. encamin=am)se pap$is. 4 • 2nstruções. Arbitr8rio $ aquilo que $ contr8rio a lei. Presidente. Avisos ) utili7ados para a Administração transmitir aos subordinados a maneira de condu7ir determinado serviço4 • Alvar8s ) utili7ados para a e&pedição de autori7ação e licença. Grdens de serviço.. 25. • "rit$rio n@ ! ) classificação quanto ao modo de e&ecução • A*G AI*G) 3 "I*a?2G ) possibilidade de ser e&ecutado pela prFpria Administração. • A*G 6WG AI*G) 3 "I*a?2G ) depende de pronunciamento do Mudici8rio. forma de e&teriori7ação : • /ecretos D são editados pelos "=efes do Poder &ecutivo. Lovernadores e Prefeitos para fiel e&ecução das leis -"+BCC.a e&emplo dos diversos . • Gfícios ) utili7ados pelas autoridades administrativas para comunicarem)se entre si ou com terceiros. . ste item %8 foi estudado no tFpico atributos do ato administrativo.. • Ao praticar o ato administrativo vinculado a autoridade est8 presa . A terminolo#ia utili7ada diver#e bastante entre os autores.4 • ?esoluções D praticados pelos Fr#ãos cole#iados em suas deliberações administrativas . • • • SPR"2 S / A*GS A/J262S*?A*25GS -estudo baseado em "elso Ant9nio Pandeira de Jello.art. por meio delas e&pedem)se a#radecimentos. de sua oportunidade e do modo de sua reali7ação. • 6ão se confunda ato discricion8rio com ato arbitr8rio.ou seu conteúdo. *ribunais de "ontas . *ribunais -*ribunais Mudici8rios.liberdade de escol=a de seu conteúdo. • sp$cies de Atos quanto ao conteúdo dos mesmos : • Admissão D R o ato unilateral e vinculado pelo qual a Administração faculta a al#u$m a inclusão em estabelecimento #overnamental para o #o7o de um serviço público. São as 'cartas( ofícios. C. de seu destinat8rio. denotam aquiesc:ncia da Administração no sentido de ser desenvolvida certa atividade pelo particular.

pois a Administração não apenas pode como tem a obri#ação de e&erc:)los. • & : A pr8tica de ato -portaria. • CA-SS6*6C-KL8 (8S P8()+)S • • • • • • • • • Poder 5inculado Poder /iscricion8rio Poder Qier8rquico Poder /isciplinar Poder ?e#ulamentar Poder de Polícia P8()+ 6NC%A-(8 n o Poder que tem a Administração Pública de praticar certos atos ksem qualquer mar#em de liberdadek. &emplo : licença para edificar que depende do alvar8. ou se%a. %8 praticados verificando a consonKncia deles com os requisitos le#ais condicionadores de sua v8lida emissão.&emplo : in#resso em estabelecimento oficial de ensino na qualidade de aluno4 o desfrute dos serviços de uma biblioteca pública como inscrito entre seus usu8rios. analisando aspectos de conveni:ncia e oportunidade faculta ao particular o e&ercício de atividade de car8ter material. • Qomolo#ação D $ o ato unilateral e vinculado de controle pelo qual a Administração concorda com um ato %urídico. art. Administração Pública e possuem car8ter instrumental. determinando os elementos e requisitos necess8rios. autori7ação para e&ploração de %a7ida mineral -"+. • Autori7ação ) e o ato unilateral e discricion8rio pelo qual a Administração. ou manifesta sua concordKncia com ato %urídico %8 praticado -aprovação a posteriori. 1. Por ser ato vinculado. • P8()+ (6SC+6C68NI+68 • R aquele pelo qual a Administração Pública de modo e&plícito ou implícito. de aposentadoria de servidor público.. com detal=es.E. • <icença ) $ o ato unilateral e vinculado pelo qual a Administração consente ao particular o e&ercício de uma atividade. 6uma se#unda definição $ o ato pelo qual a administração faculta ao particular o uso privativo de um bem público. ou s$rie de atos -procedimento. G ato de admissão não pode ser ne#ado aos que preenc=am as condições normativas requeridas. se. pratica .. par8#rafo único. desde que cumpridas as e&i#:ncias le#ais a Administração não pode ne#8)la. • Aprovação D $ o ato unilateral e discricion8rio pelo qual a Administração faculta a pr8tica de ato %urídico -aprovação pr$via.. quando e como a Administração deve a#ir. são instrumentos de trabal=o essenciais para que a Administração possa desempen=ar as suas funções atendendo o interesse público. • • Poderes administrativos Gs Poderes Administrativos são inerentes . Gs poderes são verdadeiros poderes)deveres. A diferença em relação a <icença $ que a Administração pode ne#ar a autori7ação. &emplos : autori7ação de porte de arma. A lei encarre#a)se de prescrever.

art. não se confunde com arbitrariedade que $ ação contr8ria ou e&cedente da lei.( -"Fdi#o *ribut8rio 6acional.( • • m resumo : atrav$s do qual a Administração Pública tem a faculdade de condicionar e restrin#ir o uso e #o7o de bens. interesse ou liberdade. . ou se%a aqueles que tra7em mat$ria reservada . C. ordena e rever a atuação de seus a#entes... • P8()+ +)F%A-M)N7-+ • n aquele inerente aos "=efes dos Poderes &ecutivos -Presidente. A aplicação da punição por parte do superior =ier8rquico $ um poder)dever. ) "ompete privativamente ao Presidente da ?epública: 25 ) sancionar. 6o seu e&ercício dão)se ordens. • & : Autori7ação para porte de arma4 &oneração de um ocupante de car#o em comissão. dele#a)se e avoca)se. para e&pedir decretos e re#ulamentos para complementar. promul#ar e fa7er publicar as leis. disciplina dos Fr#ãos e serviços da Administração. • & : Aplicação de pena de suspensão ao servidor público. 1C. 0!N. lei. 6o Poder disciplinar ela responsabili7a os seus servidores pelas faltas cometidas. primeira parte. P8()+ () P8AGC6- • '"onsidera)se poder de polícia a atividade da administração pública que. • P8()+ 96)+I+U%6C8 • R aquele pelo qual a Administração distribui e escalona as funções de seus Fr#ãos. se não o fi7er incorrer8 em crime contra Administração Pública -"Fdi#o Penal. bem como e&pedir decretos e re#ulamentos para sua fiel e&ecução(4 G direito brasileiro não admite os c=amados kdecretos aut9nomosk. atividades e direitos individuais. Lovernadores e Prefeitos. 6o Poder =ier8rquico a administração pública distribui e escalona as funções de seus Fr#ãos e de seus servidores. e&plicitar-detal=ar. re#ula a pr8tica de ato ou abstenção de fato. • • • P8()+ (6SC6PA6N-+ n aquele atrav$s do qual a lei permite a Administração Pública aplicar penalidades . estabelece a relação de subordinação entre os servidores públicos de seu quadro de pessoal.. em benefício do interesse público.s infrações funcionais de seus servidores e demais pessoas li#adas .atos administrativos com liberdade de escol=a de sua conveni:ncia. • A discricionariedade $ a liberdade de escol=a dentro de limites permitidos em lei. A "+BCC dispõe que : • • • • • ' Art. limitando o disciplinando direito. art. em ra7ão de interesse público. • Poder disciplinar não se confunde com Poder Qier8rquico. oportunidade e conteúdo. fiscali7a)se. a lei visando sua fiel e&ecução.

.• &tensão do Poder de Polícia ) A e&tensão $ bastante ampla. propriedade e aos direitos individuais( -"Fdi#o *ribut8rio 6acional. se#urança.-(M6N6S7+-KL8 P@"A6CSão eles : P?26"[P2GS "G6S*2*I"2G6A2S 3P? SSGS e P?26"[P2GS P? 52S*GS 6A < 2 /G P?G" SSG A/J262S*?A*25G P+6NCGP68S C8NS767%C68N-6S )RP+)SS8S • • • • "onstam do art. do /istrito +ederal e dos Junicípios obedecer8 aos princípios de le#alidade. ao e&ercício de atividades econ9micas dependentes de concessão ou autori7ação do Poder Público. • Sua principal característica $ serem de observKncia obri#atFria a Inião. /istrito +ederal e Junicípios. !A. stados. da "onstituição da ?epública. /esde o Presidente da ?epública. Prefeito ao mais =umilde dos servidores ao a#irem devem observar atenção especial a este princípio. art.ic. impessoalidade. =i#iene. 1C se#unda parte. . ve%amos : • 'Art. p8#. Para ser efica7 a Administração não precisa recorrer ao Poder Mudici8rio para e&ecutar as sua decisões. disciplina da produção e do mercado. /ireito Administrativo Joderno.cia D a medida deve ser adequada para impedir o dano a interesse público. aos costumes. porque o interesse público $ amplo. 01 ) A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da Inião. 01. São eles : • • • • • • A LA<2/A/ 6 2JP SSGA<2/A/ M G?A<2/A/ P IP<2"2/A/ ) +2"2e6"2A dica : <2JP <e#alidade ) determina a completa submissão da Administração Pública a lei e ao /ireito. >T edição.. moralidade. publicidade e efici:ncia(. $ o que se c=ama de auto)e&ecutoriedade. • A6M67)S (8 P8()+ () P8AGC6• 6ecessidade D a medida de polícia sF deve ser adotada para evitar ameaças reais ou prov8veis de perturbações ao interesse público4 • ProporcionalidadeBra7oabilidade D $ a relação entre a limitação ao direito individual e o pre%uí7o a ser evitado4 • ). Lovernador. Se#undo o "*6 '2nteresse público $ aquele concernente .. editora ?evista dos *ribunais. ordem. • 6a c$lebre frase de QelU <opes Jeirelles encontra)se toda a sua ess:ncia: • . . caput. oa tranqOilidade pública ou ao respeito . dos stados. 1` P8N78 5 P+6NCGP68S "IS6C8S (. !NN1. • • • Conceito de direito administrativo "on%unto de normas e princípios que re#em a atuação da Administração Pública -Gdete Jedauar.

autotutela P+6NCGP68 (.• • • 'na Administração Pública sF $ permitido fa7er o que a lei autori7a. tamb$m se#uir princípios $ticos. de =onestidade. moralidade administrativa.6N(6SP8N6"6A6(-() .AC. lei. dentre outros.. !@. dever8 ser publicado não somente para que o nomeado possa tomar con=ecimento. perfeição t$cnica. /ecorre deste princípio que o fim visado a de ser o do interesse público.( 6mpessoalidade ) destina)se a quebrar o vel=o =8bito do a#ir em ra7ão do prestí#io ou influ:ncia do administrado -particular. inciso <3322. dispõe que : kqualquer cidadão $ parte le#ítima para propor ação popular que vise anular ato lesivo . enquanto na Administração privada $ possível fa7er o que a lei não proíbe.A)6 (8 P+8C)SS8 -(M6N6S7+-76 8 • A <ei n@ A. adequabilidade. A aplicação desse princípio não si#nifica o total desrespeito ao interesse particular. Por e&emplo: o ato de nomeação de um candidato aprovado em concurso público. • P+6NCGP68S P+) 6S78S N.N1. • ). Por este princípio a Administração e seus servidores t:m de atuar se#undo padrões $ticos de probidade. no caso da nomeação não obedecer ri#orosamente a ordem de classificação. conseqOentemente. A prFpria "+BCC. prev: que A Administração Pública obedecer8. "onsiderar)se)8 desvio de finalidade a Administração utili7ar de sua compet:ncia para atin#ir fim diferente do interesse público.. aos princípios da : • • • • • • • • • • supremacia do interesse público sobre o interesse particular indisponibilidade finalidade. nos termos do art.. e.. 6ão se di#a que se trata de princípio indeterminado perante o qual não se poder8 invalidar um ato administrativo.k • • Publicidade ) A administração pública encontra)se obri#ada a publicar seus atos para que o público deles ten=am con=ecimento. >@. decoro e boa)f$. ra7oabilidade e proporcionalidade. inciso 33352. se#urança %urídica. de N. mas para que os demais candidatos possam contestar-questionar administrativamente ou %udicialmente. contest8)los. %8 que a Administração deve obedi:ncia ao direito adquirido e ao ato %urídico perfeito. prestação dos serviços. • P+6NCGP68 (. da "+BCC. motivação. ampla defesa e contraditFrio. ou do a#ente -servidor.NE. Passou a fa7er parte da "onstituição a partir da menda "onstitucional n@ 1A.S%P+)M-C6..1AAA. art. mas. Assim a atividade administrativa deve obedecer não apenas . do que for mel=or e mais útil para o interesse público.ici!ncia ) n o mais novo dos princípios.(8 6N7)+)SS) P@"A6C8 /ecorre deste princípio posição de supremacia %urídica da Administração em face da supremacia do interesse público sobre o interesse particular. de !A. &i#e que o e&ercício da atividade administrativa -atuação dos servidores. produtividade e qualidade.1C. atenda requisitos de preste7a. no arti#o >@. Moralidade ) est8 intimamente li#ado aos conceito de probidade.

Administração Pública o dever de indicar os pressupostos de fato e de direito que determinarem uma decisão tomada. mero #estor da coisa publica. kSerão observados crit$rios de atendimento a fins de interesse #eral.• Gs bens.+-P8-"6A6(-() ) (.1C.()*)S..BAA.-MPA. 22. anula os atos ile#ais. vedada a imposição de obri#ações. e não se alcança o interesse público se for perse#uido o interesse particular. por ra7ões de m$rito4 b. com os meios e recursos a ela inerentesk. o administrador ao mane%ar as compet:ncias postas a seu encar#o. • P+6NCGP68 (.. Ampla defesa D $ a #arantia que a parte tem de usar todos os meios le#ais para provar a sua inoc:ncia ou para defender as suas ale#ações. finalidade de cada qual. respeitados os direitos adquiridosk -<ei A.1C.M876 -KL8 2mpõe . : kaos liti#antes. >0. P+6NCGP68 (. a quem apenas cabe cur8)los e aprimor8)los para a finalidade pública a que estão vinculados. Por essa ra7ão =8 necessidade de lei para alienar bens. ou do a#ente público. Assim. e pode revo#8)los por motivo de conveni:ncia ou oportunidade. outor#ar a concessão de serviços públicos. G detentor desta disponibilidade $ o stado. livre disposição dos Fr#ãos públicos. par8#rafo único. • • • P+6NCGP68 (.P+8P8+C68N-A6(-() • • • • Por este princípio se determina a adequação entre meios e fins. • • • • • Assim a Administração : a. >@.) (8 C8N7+-(67Q+68 *rata)se de e&i#:ncia constitucional. incioso <5.-%787%7)A• kA Administração Pública deve anular seus prFprios atos . interesses e serviços públicos não se ac=am .*6N-A6(-() 2mpõe que o alvo a ser alcançado pela Administração $ o atendimento ao interesse público.BAA. art. direitos.quelas estritamente necess8rias ao atendimento do interesse público. em processo %udicial ou administrativo. • • • P+6NCGP68 (. . salvo autori7ação em leik -<ei A. prevista no art. "ontraditFrio D $ a #arantia que cada parte tem de se manifestar sobre todas as provas e ale#ações produ7idas pela parte contr8ria. restrições e sanções em medida superior . revo#a os atos inconvenientes e inoportunos. e aos acusados em #eral são asse#urados o contraditFrio e ampla defesa. deve atuar com ri#orosa obedi:ncia . P+6NCGP68 (. quando eivados de vício de le#alidade. vedada a renúncia total ou parcial de poderes ou compet:ncias.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful