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UNIDADE 3:

A APLICAÇÃO DAS TÉCNICAS DE LEITURA NA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

PROFª ESP. SILVIA LETICIA M. DE ABREU

Caro estudante, Queremos lhe dar as boas-vindas e cumprimentá-lo pela oportunidade de participar dessa modalidade
Caro estudante,
Queremos lhe dar as boas-vindas e
cumprimentá-lo pela oportunidade de participar
dessa modalidade de ensino-aprendizagem
presente no currículo do curso que escolhestes
estudar.
Você está participando de um momento
importante na instituição e no nosso país, pois a
Educação a Distância – EAD está se expandindo
cada vez mais, por ser uma modalidade que
busca atender as novas demandas educacionais
decorrentes das mudanças na nova ordem
econômica mundial.
As características fundamentais da
sociedade contemporânea que têm impacto
sobre a educação são, pois, maior
complexidade das relações sócio-produtivas,
uso mais intenso de tecnologia,
redimensionamento da compreensão das
relações de espaço e tempo, trabalho mais
responsabilizado, com maior mobilidade,
exigindo um trabalhador multicompetente,
multiqualificado, capaz de gerir situações de
grupo, de se adaptar a situações novas e
sempre pronto a aprender.
Em suma, queremos que a partir do
conhecimento das novas tecnologias de
interação e do estudo independente, você, caro
estudante, torne-se um profissional autônomo
em termos de aprendizado e capaz de construir
e reconstruir conhecimentos, afinal esse é o
trabalhador que o mercado atualmente exige.
Dessa forma, participe de todas as
atividades e aproveite ao máximo esse novo tipo
de relação com os seus colegas, tutores e
professores, e nos ajude a construir uma FATE e
uma sociedade cada vez melhor.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:

Mostrar aos alunos a importância das técnicas de leitura para produção de textos.

Compreender a diferença entre resumo, resenha e fichamento.

Analisar e elaborar Artigos Científicos e monografias.

Ter conhecimento das normas da ABNT

INTRODUÇÃO

A riqueza desta unidade está centrada exatamente na aplicação das técnicas de leitura na elaboração de trabalhos acadêmicos. É bem verdade que durante toda a vida acadêmica do educando, assim como a sua vida profissional está voltada para a leitura e a escrita.

Por isso, ao longo da leitura desta, se faz necessário sua atenção nas três técnicas citadas, são elas: resumo, resenha e fichamento. O educando que consegue aprender a usá-las como ferramentas de estudo, não só terá êxito em sua visa acadêmica como será um excelente escritor.

Aqui também seremos capazes de formatar e compreender como se constrói um trabalho acadêmico.

Então, antes de iniciar o estudo desta unidade, concentre-se e leia com bastante atenção cada objetivo dela, pois você encontrará uma grande riqueza neste material que o acompanhará durante toda sua vida acadêmica.

AULA 5: TÉCNICAS DE LEITURA - RESUMO, RESENHA, FICHAMENTO, ETC.

5.1 A IMPORTÂNCIA DA LEITURA

Em muitas situações de estudo, o estudante fracassa porque sua leitura não é eficiente. A leitura é um dos principais canais de aquisição de informação, especificamente na Universidade.

Por isso antes de iniciar o estudo de um texto, esteja certo de que compreendeu qual é seu objetivo. Pergunte-se que informação terá que encontrar e por que encontrá-la, ou que uso fará dela. Em alguns casos, a colocação dos problemas pode ser difícil; mas você pode sempre se perguntar pelo menos: qual a relação deste tópico com a unidade que eu estou estudando? Qual a relação deste tópico com outras unidades que eu já estudei?

5.1.1 É importante compreender bem o material lido

Muitos estudantes desperdiçam grande parte do tempo lendo materiais cujo significado não está bastante claro para eles. As pesquisas provam que há diferença no nível de aprendizagem de material significativo e pouco significativo. Por exemplo: um indivíduo foi capaz de aprender 200 sílabas sem sentido em 95 minutos e 200 palavras em poesia em 10 minutos. Esses resultados mostram os extremos onde poesia (material bem significativo) pode ser aprendido na décima parte do tempo que é requerido para aprender o mesmo número de sílabas sem sentido.

5.1.2 Ler: grifar e anotar nas margens

Quando observamos os livros de texto e as notas de aula dos alunos, verificamos que poucos deles descobriram a força e a riqueza do grifo. Alguns grifam demais, outros praticamente nada, e outros ainda de modo impróprio. Frequentemente encontramos capítulos inteiros onde a maior parte do material está grifada; o grifo feito com exagero perde muito do seu valor potencial. O processo mecânico de grifar pode ajudar na concentração; mas, na realidade, isso é apenas um pouco mais útil do que seguir a linha com o dedo. Grifar deve ser um processo seletivo e de resumo.

5.1.2.1

Grifando de maneira seletiva e não mecanicamente

O grifo deve ser feito com dois objetivos em mente: primeiro, deve ser uma

ajuda para você entender e organizar a matéria; segundo, um auxílio para revisão.

Para que o material grifado possa ser útil para a revisão, é preciso que seja por si mesmo significativo. Os detalhes precisam estar relacionados uns com os outros e se enquadrar bem ao tópico principal em que estão incluídos. O material grifado de modo apropriado, resume para a revisão posterior (ou mesmo para fazer um resumo escrito daquele texto) as principais idéias, os detalhes importantes, os termos técnicos e as definições.

5.1.2.2 Grifando eficientemente

Se você quer que o grifo seja eficiente, então é necessário que seja feito de acordo com um plano. Tente, por exemplo, o plano seguinte, que tem sido empregado com êxito por muitos:

a) Faça uma leitura do material sem grifar nada (só ler): você terá uma visão

global dele;

b) Na segunda leitura, é que você deverá começar a grifar o texto, usando a

seguinte técnica: identifiquem, em cada parágrafo, quais as questões que seguem as sequências dos tópicos e tente respondê-las enquanto lê (em outras palavras:

faça um levantamento das possíveis perguntas em que o trecho lido serve como respostas. Quando se estuda, durante uma leitura deve-se prever as questões que aquele trecho pode resultar). Quando encontrar idéias ou detalhes importantes que ou respondem as questões, ou estejam relacionadas com ela, coloque um sinal claro na margem. Quando terminar o parágrafo, volte a olhar os itens que marcou. Se ainda achar que as ideias ou os detalhes são importantes, então grife-os.

5.1.2.3 Usando as margens do texto para fazer apontamentos

A combinação do grifo com as anotações nas margens é mais eficiente do

que os simples grifo; isso obriga-o a reformular o material do texto com as suas

próprias palavras, a resumi-lo e a dispô-lo sob uma forma mais conveniente para posterior estudo, revisão, resumo escrito, resenha ou fichamento.

5.1.2.4 O que anotar nas margens

Antes de grifar o texto, você identificou as perguntas que se podem extrair dele. Seria útil que você as escrevesse nas margens; para mais tarde fazer uma revisão rápida , ou um resumo escrito, ou uma resenha, ou um fichamento do que leu, você terá as principais perguntas do texto escrita nas margens e suas respectivas respostas grifadas nele.

Outra possibilidade é você redigir nas margens também as respostas; assim, você terá a oportunidade de traduzir para suas próprias palavras as idéias centrais do texto, garantindo que elas estão realmente bem compreendidas.

Algumas pessoas também encontram utilidade em resumir em uma ou duas palavras o assunto central em cada parágrafo.

5.2 LER: FAZER GLOSSÁRIO

Um dos sinais indicadores de que você domina um determinado assunto é a extensão do seu vocabulário. Um vocabulário de trabalho pode ser um ótimo instrumento que o ajuda a ler mais depressa e a compreender as ideias do texto. Veja que há termos com significados diferentes para a linguagem científica, a popular, a literária, etc.; você precisa identificar o sentido preciso dos termos dentro do contexto linguístico de sua leitura.

a) Como um glossário se compõe?

O glossário referente a um texto compõe-se dos conceitos mais importantes desse texto. Constitui-se numa lista de palavras-chaves, acompanhadas pelas suas respectivas definições; a organização é semelhante à de um dicionário e essas definições devem ser claras, concisas, precisas e objetivas.

b) Extraindo conceitos de um texto

Ao elaborar um glossário, você poder começar fazendo um levantamento das palavras-chaves que expressam as principais ideias do texto; a seguir, procure escrever como cada uma delas pode ser conceituada segundo o contexto da leitura. Obs.: Quando se coloca a lista das palavras-chaves acompanhadas de seus respectivos significados (conceito), tem-se um glossário.

5.2.1 LER: FAZER RESUMO

Fazer resumos é uma técnica de estudo de grande utilidade para você:

a) compreender um texto lido;

b) memorizá-lo;

c) posteriormente, revê-lo.

1) Você conhece algumas indicações a respeito de como fazer um resumo?

As indicações dadas até aqui: você começou situando a leitura dentro de um

contexto (o que o texto que leio tem a ver com o que estou estudando?); depois, leu,

não mecanicamente, mas procurando idéias e a compreensão do seu sentido; você

extraiu conceitos para organizar um glossário (veja mais adiante); você grifou e fez

anotações nas margens. Esses passos são necessários para se fazer um

resumo, uma resenha, ou um fichamento. Na verdade, eles já estarão praticamente

prontos se esses passos forem seguidos: basta, em seguida, num papel à parte,

usando tudo isso que você já fez, elabore para cada parágrafo uma única frase

(tópico frasal) que contenha a ideia central nele desenvolvida, escrita com suas

palavras. Além disso, essas ideias principais devem ser inter-relacionadas, de

maneira a sugerir a sequência que o texto original oferecia.

5.3 RESUMO

É a apresentação concisa e frequentemente seletiva do texto,

destacando-se os elementos de maior interesse e importância, isto é, as principais

ideias do autor da obra.

A Norma NBR 6028, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, define

resumo como "apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto". Uma

apresentação sucinta, compacta, dos pontos mais importantes de um texto.

Esta definição pode, no entanto, ser melhorada: resumo é uma

apresentação sintética e seletiva das ideias de um texto, ressaltando a progressão e

a articulação delas. Nele devem aparecer as principais ideias do autor do texto.

5.4 RESENHA

Depois de ler vários assuntos sobre Resenha e tentando buscar a melhor e

mais simples forma de definir e explicar o método para escrever resenhas,

descobri no blog de Fernando Nogueira da Costa estes quatro passos para

escrever uma resenha:

Primeiro, contextualize o livro dentro de algum debate, mostrando qual é o “estado- da-arte”;

Segundo, resuma o que diz o(s) autor(es) em suas próprias palavras, sem nenhum adjetivo;

Terceiro, confronte a segunda parte com a primeira, isto é, mostre o que o autor avançou em relação ao debate;

Quarto e último, conclua dizendo o que poderia ter avançado e não o fez, ou seja, apresentando sua (autor da resenha) contribuição original ao debate. Só!

Todo mundo está acostumado a ler várias resenhas toda semana, mas

afinal, o que é e o que precisamos saber para escrever texto desse tipo?

Resenha é um tipo de resumo crítico, contudo mais abrangente: permite

comentários e opiniões; inclui julgamento de valor; comparação com outras obras da

mesma área e avaliação da relevância da obra em relação às outras do mesmo

gênero, por isso normalmente a resenha é uma tarefa para especialistas no assunto,

como professores de determinada área.

Segundo Andrade (1997), resenha é um relato minucioso das

propriedades de um objeto, ou de suas partes constitutivas; é um tipo de redação

técnica que inclui variadas modalidades de textos: descrição, narração e

dissertação. Estruturalmente, descreve as propriedades da obra (descrição física da

obra), relata as credenciais do autor, resume a obra, apresenta suas conclusões e

metodologia empregada.

5.4.1 Estrutura

A resenha deve ser escrita em terceira pessoa, implicando em certa

neutralidade, o que é limitado, porque na seleção e organização do texto já ocorre

intenção de quem escreve.

5.4.2 Elementos de Identificação

Uma resenha deve conter os seguintes elementos:

*

*

* Local da Publicação;

*

*

*

Autor;

Título;

Editora;

Data;

Edição;

*

*

* Resumo;

Autoria;

Tamanho;

*

*

*

Tipo de Livro; Bibliografia; Apreciação.

5.4.3 Os tipos de resenhas existentes

Contudo, as resenhas apresentam algumas divisões que vale destacar. A mais

conhecida delas é a resenha acadêmica, que apresenta moldes bastante rígidos,

responsáveis pela padronização dos textos científicos. Ela, por sua vez, também se

subdivide em: resenha crítica, resenha temática e resenha descritiva.

Na resenha acadêmica crítica, os oito passos a seguir formam um guia ideal

para uma produção completa:

1. Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo

que você vai resenhar;

2. Apresente a obra: situe o leitor descrevendo em poucas linhas todo o conteúdo

do texto a ser resenhado;

3. Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em capítulos, em seções, sobre o foco

narrativo ou até, de forma sutil, o número de páginas do texto completo;

4. Descreva o conteúdo: Aqui sim, utilize de 3 a 5 parágrafos para resumir

claramente o texto resenhado;

5. Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa parte, você vai dar sua

opinião. Argumente baseando-se em teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo utilizando-se de explicações que foram dadas em aula. É difícil encontrarmos resenhas que utilizam mais de 3 parágrafos para isso, porém não há limite estabelecido. Dê liberdade ao seu senso crítico.

6. Recomende a obra: Você já leu, já resumiu e já deu sua opinião, agora é hora de

analisar para quem o texto realmente é útil (se for útil para alguém). Utilize elementos sociais ou pedagógicos, baseie-se na idade, na escolaridade, na renda

etc.

7. Identifique o autor: Cuidado! Aqui você fala quem é o autor da obra que foi

resenhada e não do autor da resenha, no caso, você. Fale brevemente da vida e de

algumas outras obras do escritor ou pesquisador.

8. Assine e identifique-se: Agora sim. No último parágrafo você escreve seu nome

e fala algo como “Estudante do Curso de PEDAGOGIA - FACULDADE ATENEU - FATE

Na resenha acadêmica descritiva, os passos são exatamente os

mesmos, excluindo-se o passo de número 5. Como o próprio nome já diz, a resenha

descritiva apenas descreve, não expõe a opinião do resenhista.

Finalmente, na resenha temática, você fala de vários textos que tenham

assunto (tema) em comum. Os passos são mais simples:

1. Apresente o tema: Diga ao leitor qual é o assunto principal dos textos que

serão tratados e o motivo por você ter escolhido esse assunto;

2. Resuma os textos: Utilize um parágrafo para cada texto, diga logo no início

quem é o autor e explique o que ele diz sobre aquele assunto;

3. Conclua: Você acabou de explicar cada um dos textos, agora é sua vez de opinar e tentar chegar à conclusão sobre o tema tratado;

4. Mostre as fontes: Coloque as Referências Bibliográficas de cada um dos textos que você usou;

5. Assine e identifique-se: Coloque seu nome e breve descrição do tipo “Estudante da FACULDADE ATENEU - FATE”.

Obs.: A resenha exige capacidade de síntese, objetividade, relativa maturidade

intelectual, domínio do assunto abordado na obra, sobriedade e, como em todo texto

dissertativo, argumentação eficiente, que é resultado dos requisitos anteriores.

Conclusão

Fazer resenha parece muito fácil à primeira vista, mas devemos tomar muito

cuidado, pois dependendo do lugar, resenhistas podem fazer o livro mofar nas

prateleiras ou transformar filme em verdadeiro fracasso.

As resenhas são ainda, além de ótimo guia para os apreciadores da arte em

geral, ferramenta essencial para acadêmicos que precisam selecionar quantidades

enormes de conteúdo em tempo relativamente pequeno.

5.5 DIFERENÇA ENTRE RESUMO E RESENHA

A diferença entre resumo e resenha é muito pouca. Uma resenha deve

ser feita com base em algo que você leu, podendo colocar suas opiniões próprias no

meio da resenha de forma crítica. Resumo nada mais é do que uma diminuição de

um texto ou de algum assunto abordado, nunca perdendo o foco do assunto

principal.

Já a resenha é uma apreciação crítica sobre uma obra, consistindo na

leitura, no resumo, na crítica e na formulação de um conceito valorativo sobre o texto

resenhado. Além de apresentar uma síntese das ideias fundamentais da obra, a

resenha visa também incentivar (ou não) a leitura do texto comentado.

A resenha, portanto, resume e avalia criticamente (positiva ou

negativamente) um livro, devendo apresentar, descrever, avaliar e recomendar (ou

não) o livro. Ela é composta por referências sobre o livro, o autor, o conteúdo, a

organização, avaliando a importância e relevância da obra para a área de

conhecimento, suas contribuições e inovações.

5.6 FICHAMENTO

É o registro catalogado, em fichas ou em folhas, de uma obra. No fichamento,

a obra é resumida ao essencial: cada capítulo corresponde a uma ficha e, cada

parágrafo, a uma frase.

As informações aqui contidas são padronizadas. Qualquer exigência que

façam a você que não foi citada aqui será decorrente de estilos pessoais às

atividades de leitura e de elaboração de resumos, de resenhas e de fichamentos.

Segundo Severino (2002), os trabalhos didáticos exigidos, sobretudo, nos

cursos de graduação, seguem um caráter universal de estruturação lógica e de

organização metodológica, ou seja, são procedimentos que ainda fazem parte

intrínseca da formação técnica ou científica do estudante. (SEVERINO 2002 p. 129).

O fichamento é o ato de registrar os estudos de um livro e/ou um texto. O

trabalho de fichamento possibilita ao estudante, além da facilidade na execução dos

trabalhos acadêmicos, a assimilação do conhecimento.

De acordo com diversos autores, o fichamento deve conter a seguinte

estrutura: cabeçalho: indicando o assunto e a referência da obra, isto é, a autoria, o

título, o local de publicação, a editora e o ano da publicação.

Existem três tipos básicos de fichamentos: o fichamento bibliográfico, o

fichamento de resumo ou conteúdo e o fichamento de citações. Cada professor

pode seguir um modelo de fichamento, tendo em vista, que não existe um modelo

pronto e/ou determinado. Assim sendo, os modelos apresentados são sugestões.

5.6.1 MODELO DE FICHAMENTO DE CITAÇÕES

Conforme a ABNT (2002a), a transcrição textual é chamada de citação direta,

ou seja, é a reprodução fiel das frases que se pretende usar como citação na

redação do trabalho.

Educação da mulher: a perpetuação da injustiça (pp. 30 132). Segundo capítulo.

TELES, Maria Amélia de Almeida. Breve história do feminismo no Brasil. São Paulo: brasiliense, 1993.

“uma das primeiras feministas do Brasil, Nísia Floresta Augusta, defendeu a abolição da escravatura, ao lado de propostas como educação e a emancipação da mulher e a instauração da República” (p.30) “na justiça brasileira, é comum os assassinos de mulheres serem absolvidos sob a defesa de honra” (p. 132) “a mulher buscou com todas forças sua conquista no mundo totalmente masculino” (p.43)

5.6.2

MODELO DE FICHAMENTO DE RESUMO OU CONTEÚDO

É uma síntese das principais ideias contidas na obra. O aluno elabora com

suas próprias palavras a interpretação do que foi dito.

Educação da mulher: a perpetuação da injustiça (pp. 30 132) segundo capítulo.

TELES, Maria Amélia de Almeida. Breve história do feminismo no Brasil. São Paulo: brasiliense, 1993.

O

trabalho da autora baseia-se em análise de textos e na própria vivência nos

movimentos feministas, como relato de uma prática.

A

autora divide seu texto em fases históricas compreendidas entre Brasil Colônia

(1500 1822), até os anos de 1975 em que foi considerado o Ano Internacional da Mulher.

A

autora trabalha ainda assuntos como mulheres da periferia de São Paulo, a

luta por creches, violência, participação em greves, saúde e sexualidade.

5.6.3 MODELO DE FICHAMENTO BIBLIOGRÁFICO

É a descrição, com comentários dos tópicos abordados em uma obra inteira

ou parte dela.

TELES, Maria Amélia de Almeida. Breve história do feminismo no Brasil. São Paulo:

brasiliense, 1993.

A

obra insere-se no campo da história e da antropologia social. A autora utiliza-se

de fontes secundárias colhidas por meio de livros, revistas e depoimentos. A abordagem é descritiva e analítica. Aborda os aspectos históricos da condição feminina no Brasil a partir do ano de 1500. A autora descreve em linhas gerais todo s processo de lutas e conquistas da mulher. (Por Marina Cabral da Silva )

AULA 6: ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

1. Elementos Pré-textuais

São classificados como pré-textuais os elementos que antecedem o

texto. No caso dos trabalhos acadêmicos, os elementos pré-textuais são: a capa, a

folha de rosto e o sumário.

1.1 Capa

A capa tem a função de identificar o trabalho, o autor, a instituição a qual

está vinculado e a época em que foi feito. Deve constar as seguintes informações,

nesta ordem:

a) nome da Faculdade;

b) curso;

c) autor

d) título do trabalho;

e) local e

f) data

FACULDADE ATENEU FATE CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA SILVIA LETICIA M. DE ABREU

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO DOCENTE DE NÍVEL SUPERIOR

Fortaleza Ceará

2014

1.2 Folha de rosto

Segundo a ABNT, folha de rosto é a página que contém os elementos essenciais à identificação da obra. Deve incluir, além dos elementos constantes da capa, outros que forneçam informações mais detalhadas sobre o trabalho. A folha de rosto, embora considerada a primeira página do trabalho, não recebe numeração. Nela devem constar os seguintes elementos, nesta ordem:

a) Logo marca da Faculdade

b) autor;

c) título;

d) nota indicando a natureza acadêmica do trabalho, além da unidade de ensino, instituição em que será apresentado e o nome do orientador;

e) local;

f) data e

g) Ficha catalográfica (verso da folha de rosto)

FACULDADE ATENEU FATE

CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA

SILVIA LETICIA M. DE ABREU

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO DOCENTE

NÍVEL SUPERIOR

DE

Monografia apresentada como requisito parcial para a obtenção do título do grau de licenciatura em Pedagogia, do Curso de Pedagogia da Faculdade Ateneu - FATE, sob a orientação do profº

Fortaleza Ceará

2014

1.3

FOLHA DE APROVAÇÃO

É a folha que apresenta os dados que comprovam que a monografia foi examinada e aprovada pelo orientador e os examinadores.

1.4 DEDICATÓRIA

Folha onde o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho. Elemento opcional, colocado após a folha de aprovação.

1.5 AGRADECIMENTOS

É opcional, colocado após a dedicatória. Serve para nomear as pessoas às quais se deve gratidão, em função de algum tipo de colaboração para a investigação. Em geral, constam os nomes dos orientadores da monografia, colaboradores, categoria de pessoas entrevistadas, familiares etc.

1.6 RESUMO NA LÍNGUA VERNÁCULA

Elemento obrigatório é o resumo da investigação, destacando as partes mais relevantes, tais como: o problema, os procedimentos utilizados, as hipóteses e o principal resultado alcançado. Apresenta uma sinopse para o leitor da pesquisa realizada. Não pode ultrapassar 250(duzentas e cinquenta) palavras, seguido logo abaixo, das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores. É feito em um único parágrafo.

RESUMO

O presente estudo teve como objetivo avaliar a condição da população de idosos da

baixa renda, no aspecto da incidência da doença, estabelecendo uma propedêutica adequada para o diagnóstico e tratamento. Para tanto, foram avaliados 70 idosos, na Unidade Básica de Saúde da Família Aída Santos e Silva, divididos em grupos de 60 a 70 anos de idade, 71 a 80 e acima de 80 anos, no período de fevereiro a maio de 2003. A pesquisa foi realizada através de uma avaliação do quadro clínico, seguido por um exame físico básico, exames complementares disponíveis pelo SUS e aplicação de questionários, onde foram levantadas informações sobre o estado mental, cognitivo, de orientação temporal e espacial de cada paciente. Por fim, foram

avaliadas: a memória imediata, a memória de evocação, a capacidade de raciocínio,

o julgamento, a atenção a cálculos e linguagem, a alteração do humor e do comportamento.

Palavras-chave: Idoso baixa renda; Idoso-estado mental; Idoso-comportamental

1.7

RESUMO EM LÍNGUA ESTRANGEIRA

Elemento obrigatório com as mesmas características do resumo em língua vernácula. Digitado em folha separada em inglês Abstract, em espanhol Resumen, em francês Résumè, por exemplo. Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores na língua.

ABSTRACT

The objective of this study was to evaluate the condition of low-income elderly population against the incidence of the disease, and establish adequate propaedeutics for diagnosis and management. For that, 70 aged patients ware evaluated at Aída Santos e Silva Basic Family Healthcare Unit, which were divided into age groups of 60 -7- years, 71-8- years, and above 80 years, in the period of February-may 2003. The study included the evaluation of their clinical condition followed by a basic physical examination, complementary examinations available at SUS, and application of questionnaires, where information on the mental, cognitive, and temporal and spatial orientation condition of each patient were collected. Finally, the following was evaluated:

immediate memory, reasoning power, judgment, attention to calculation and language, and mood and behavior changes.

Keywords: low income of elderly

1.8 Sumário

O sumário consiste na enumeração das principais seções e subseções do

trabalho na mesma ordem e forma gráfica em que aparecem no texto. A norma

NB85 da ABNT detalha as especificações para a apresentação do sumário.

2 ELEMENTOS TEXTUAIS

O conjunto formado por elementos textuais é chamado de texto. Os elementos textuais são a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. Caso se decida numerar essas seções e suas subseções, pode-se empregar a seguinte regra:

- As seções primárias são numeradas com algarismos arábicos (esses algarismos devem preceder o título da seção. A numeração deve começar pelo número 1 e prosseguir utilizando números inteiros consecutivos); - As seções secundárias são numeradas também com algarismos arábicos (o indicativo de cada seção secundária, porém, deve ser constituído do indicativo da seção primária a que pertence, seguido do número que lhe for atribuído de acordo com a numeração dessa seção. Separam-se os indicativos por um ponto).

2.1 Introdução

A introdução tem a função de situar o leitor no contexto do tema pesquisado. Para tanto, deve apresentar um breve resumo dos objetivos do trabalho expondo antecedentes, tendências, pontos críticos, modo de tratar o assunto, justificativas e questões a serem respondidas, tomando-se o cuidado de não antecipar as conclusões e/ou recomendações contidas ou decorrentes do estudo. Escrever uma boa introdução representa um grande desafio intelectual, pois exige considerável esforço de síntese.

Exemplo:

A educação caminha a passos largos, ampliando o conhecimento humano e valorizando o capital intelectual, fato este que está levando os mesmos a uma contextualização do futuro. Surge um novo paradigma educacional, transformando a escola num ambiente criado para uma aprendizagem rica em recursos didáticos. Neste cenário surge o aluno

diante da construção do conhecimento através da mediação do professor, transformando o saber ensinar em saber aprender.

A informática está entrando na educação pela necessidade de se transpor as

fronteiras do educar convencional. Colocar-se como educador deste processo informatizado

é conscientizar-se da importância do seu papel, sabedor de que não é ele quem deve indicar o que é próprio de cada educando.

A introdução do computador no ambiente escolar é hoje uma necessidade para o

crescimento de uma nova pedagogia inovadora assentada na susceptibilidade de educadores propensos a didáticas renovadas.

O educando é antes de tudo o fim, para quem se aplica o desenvolvimento das

práticas educativas, construindo seu conhecimento, através da interatividade com o

ambiente de aprendizado.

O envolvimento do aluno no processo de aprendizagem é fundamental. Para isto a escola deve propiciar ao aluno encontrar sentido e funcionalidade naquilo que constitui o foco dos estudos em cada situação da sala de aula. Esta forma de aprender contextualizada é que permite ao aluno relacionar aspectos presentes da vida pessoal, social e cultural, mobilizando as competências cognitivas e emocionais já adquiridas, para novas possibilidades de reconstrução do conhecimento (PCN - Ensino Médio, 1999).

2.2

Desenvolvimento

É o momento em que, usando o seu poder de raciocínio, o autor consegue transformar-se de pesquisador em expositor, desenvolvendo a passagem lógica usada no contexto da investigação para a lógica da demonstração: é a reconstrução racional que tem por objetivo explicar-discutir-demonstrar. (SALOMON, 2000).

Esta parte do trabalho deve conter vários capítulos, discutindo:

a) o problema e a hipótese (análise dos elementos);

b) as variáveis do problema e/ou da hipótese;

c) a opção de pesquisa e sua justificação;

d) seu planejamento;

e) e o tipo de amostragem;

f) descrição das amostras usadas;

g) descrição dos instrumentos usados, sua precisão e validez;

h) apresentação dos resultados;

i) as técnicas de análise utilizadas e sua justificativa e

j) as generalizações e conclusões.

2.3 Conclusão

“As conclusões devem estar vinculadas à hipótese de investigação, cujo conteúdo foi

comprovado ou refutado”. (MARCONI; LAKATOS, 2001).

“Em termos formais, é uma exposição factual sobre o que foi investigado, analisado,

interpretado; é uma síntese comentada das idéias essenciais e dos principais resultados

obtidos, explicitados com precisão e clareza”. (op cit., MARCONI; LAKATOS).

“Ao redigirem as conclusões, os problemas que ficaram sem solução serão apontados, a

fim de que no futuro possam ser estudados pelo próprio autor ou por outros”. (op cit.,

MARCONI; LAKATOS).

3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

3.1 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

As referências utilizadas para a elaboração do projeto e as fontes documentais

previamente identificadas que serão necessárias à pesquisa devem ser indicadas em ordem

alfabética e dentro das normas técnicas (no Brasil as normas mais aceitas são as

estabelecidas pela ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Existem diferenças entre referências, referências bibliográficas e bibliografia. A

palavra referências indica as obras efetivamente citadas no trabalho em questão. Quando

usada sozinha, pode indicar diferentes tipos de obras, como livros, periódicos ou

documentos, sejam manuscritos, impressos ou em meio eletrônico. Quando o trabalho

apresentar somente citações de obras publicadas em papel, utiliza-se o termo referências

bibliográficas. Já a palavra bibliografia indica todas as leituras feitas pelo pesquisador

durante o processo de pesquisa.

Lista de obras utilizadas como fonte de pesquisa.

3.1.1 Referência de livros:

SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes. Título. Edição. Local: Editora, Data da publicação.

SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

3.1.2 Dois autores:

A entrada é feita pelo nome do primeiro mencionado, seguido de ponto e

vírgula e do nome do segundo autor.

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico. 4. ed. São Paulo:

Atlas, 2001.

3.1.3 Três autores: mencionam-se todos.

AFTALIÓN, Enrique R.; OLANO, Fernando Garcia; VILANOVA, José. Introducción al derecho. Buenos Aires: Librería al ateneo, 1956.

3.1.4 Mais de três autores: mencionam-se apenas o primeiro, seguidos da expressão et

al (“e outros”).

URANI, A et al. Constituição de uma matriz de contabilidade social para o Brasil.

Brasília, DF: IPEA, 1994.

3.5 Referência de trabalhos acadêmicos, dissertações e teses

3.1.5 Referência de partes de documentos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes, Título da Parte. In: Título da obra. Local: Editora,

ano. Página Inicial-final da parte.

FREIRE, Paulo. Ensinar exige criticidade. In: Pedagogia da Autonomia. 6. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997. p.34-35.

3.1.6 Referência de artigos de jornal

SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes, Título do artigo. Título do Jornal, Local de

Publicação,

correspondente.

paginação

data

da

publicação,

seção,

caderno

ou

parte

do

jornal

e

a

PINHEIRO, N. O. As crianças querem Ler. O POVO, Fortaleza, 3 jan. 1998. DN Infantil, p. 2.

3.1.7 Referência de artigos de periódicos

SOBRENOME DO AUTOR, Prenomes, Título do artigo. Título do Periódico, Local de

Publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo, data.

BATISTA, P. C. S.; FURTADO, C. F. C. Sistema de informação de marketing: o estudo de caso em uma pequena indústria do setor de estruturas metálicas de Fortaleza. Revista da Faculdade Christus, Fortaleza, n. 2, p.31-52, jan./jul. 2002.

3.1.8 Material eletrônico

3.1.8.1 Artigo de revista

.Net, Rio de Janeiro, nov. 1998. Seção Ponto de

Vista. Disponível em: <http://www.brazilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm>. Acesso em: 28 nov. 1998.

SILVA, M. M. L. Crimes da era

digital.

3.9.2 Matéria de jornal

3.1.8.2 Artigo de jornal científico

3.1.8.2.1 Artigo de periódico científico

KELLY, R. Eletronic publishing ar APS: its not just online journalism. APS News Online, Los Angeles, Nov. 1996. Disponível em: <http:www.aps.org/apsnews/1196/11965.html>. Acesso em: 25 nov. 1998. 3.1.8.2.2 Documento eletrônico no todo (livro)

STRUNK, William. Elements of style. New york: Columbia Univ. Press. 1996. Disponível em: <http://www.columbia.edu/acis/bartleby/strunky>. Acesso em: 14 set. 1998. 3.1.8.2.3 E-mail (correio eletrônico):

CANEPARO, L. Notícias e novidades. [Mensagem pessoal]. Mensagem recebida por:

<ipizzola@hotmail.com.> em 26 jan. 2000.

Obs: as mensagens veiculadas através de “e-mail” são temporárias, daí, não ser recomendável adotar-se sempre o seu conteúdo como fonte de informação científica ou técnica, ou para fins de pesquisa.

3.1.8.2.4 Homepage institucional:

EX: 1

PEIXOTO, Jefferson. Literatura adúltera. Fortaleza, Faculdade Integrada da Grande Fortaleza, 2004. Disponível em::<http://www.fgf.edu.br> Acesso em: 07 jul. 2004.

EX: 2

Obs: Os elementos essenciais são: autor, denominação ou título e subtítulo (se houver), do serviço ou produto, indicações de responsabilidade, endereço eletrônico e data de acesso.

4 CITAÇÃO

4.1 Citação direta ou textual:

Acontece quando é utilizada as próprias palavras do autor consultado. EX: 1

Segundo Sá (1995, p.27):

[

]

por meio da mesma arte de conversação que

abrange tão extensa e significativa parte da nossa existência cotidiana [

]”

EX: 2

“Apesar das aparências, a desconstrução do logocentrismo não é uma psicanálise da filosofia.” (DERRIDA, 1967, p.293).

Obs: Nas citações, as chamadas pelo sobrenome do autor, pela instituição responsável ou título incluído na setença devem ser em letras maiúsculas e minúsculas e, quando estiverem entre parênteses, devem ser em letras maiúsculas.

EX:3

A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade de deixar seu local de origem. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone, e computador. Através de áudio-conferência, utilizando a companhia local de telefone, um sinal de áudio pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão. (NICHOLS, 1993, p. 181).

Obs.: As citações diretas, no texto, com mais de 3 (três) linhas devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto, tamanho 10 e sem as aspas.

4.2 Citação indireta ou paráfrase:

Quando são reproduzidas apenas as idéias do autor.

Oliveira e Leonardos (1943, p.146) dizem que a “[ granitos porfiróides pequenos é muito clara.”

]

relação da série São Roque com os

Obs: No caso de ser citação indireta, apenas virá entre parênteses a data de publicação. A indicação das páginas consultadas é opcional.

4.3

Citação de citação (direta ou indireta):

Aquela que se refere a obras mencionadas por outros autores, às quais não se teve acesso. Deve-se indicar inicialmente a obra original citada, seguida da expressão apud e dos dados da obra onde foi extraída a citação.

EX: 1

Segundo Silva (1983 apud ABREU, 199, p.3) diz ser [

]

EX: 2

“[

preservado de modo encapuçado na Carta de 1946.” (VIANNA, 1986, p.172 apud

o viés organicista da burocracia estatal e o antiliberalismo da cultura de 1937,

]

SEGATTO, 1995, p.214-215).

4.2 APÊNDICE

Apêndices são elementos complementares ao projeto e que foram elaborados pelo pesquisador. Aqui entrariam, por exemplo, questionários, formulários de pesquisa de campo ou fotografias.

4.3 ANEXOS

Assim como os apêndices, os anexos só devem aparecer nos projetos de pesquisa se forem extremamente necessários. São textos de autoria de outra pessoa e não do pesquisador. Por exemplo: mapas, documentos originais, fotografias batidas por outra pessoa que não o pesquisador. Anexos são documentos que, dependendo do tipo de tema trabalhado, podem ter o caráter essencial ou optativo e que servem para apresentar instrumentos de pesquisa, como os questionários utilizados, os roteiros, as entrevistas, as tabelas etc.

CONCLUSÃO

Em relação à unidade apresentada, é nítida a importância da mesma, uma

vez que os temas descritos aqui serão utilizados por nós, docentes e discentes, por

toda a nossa vida acadêmica, enquanto estivermos ativamente nela.

A preparação, a redação e a apresentação de trabalhos científicos envolvem

um grande número de questões de natureza técnica e estética, dentre as quais,

pode-se destacar a disciplina, acompanhada da persistência; a leitura de forma

organizada; a criatividade na seleção da bibliografia; a ousadia e o rigor na

abordagem do assunto; além da obediência a certas normas de redação, no nosso

caso, as normas da ABNT e por fim apresentação do texto final.

Desta forma, podemos concluir nossa disciplina de Comunicação Oficial na

certeza de que não continuaremos nossa jornada acadêmica do mesmo jeito que

começamos. Pois estamos levando uma boa bagagem de conhecimento a cerca da

comunicação escrita, da redação empresarial e das normas e técnicas de leitura e

escrita.
escrita.

Bom estudo a todos!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDRADE, Maria Margarida & HENRIQUES, Antônio. Redação Prática:

Planejamento, estruturação e produção de textos. São Paulo: Editora Atlas,

1999.

CERVO, Amado L. BERVIAN, Pedro A. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo:

Prentice Hall, 2002.

GRANATIC, Branca. Técnicas Básicas de Redação. São Paulo: Scipione, 1995.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2001.

MARTINS, Gilberto de Andrade; LINTZ, Andrade. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2000.

MEDEIROS, João Bosco. Técnicas de Redação. 4ª edição. São Paulo: Atlas, 1997.

Redação Científica. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 1997.

ORLANDI, Eni Pulcinelli. A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. São Paulo: Brasiliense, 1983.

RAFAEL, Edimilson Luiz. Construção de “texto” e de “coesão textual”: da lingüística à sala de aula. 2001. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada). Instituto de Estudo da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2001.

SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes,

2000.

SEVERINO, Joaquim Antônio. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo:

Cortez Editora, 2001.

Apostila sobre técnicas de leitura - PUC/SP - s/ data.

Sites

http://www.profissionalizando.net.br/vestibular/67-redacao/2940-tecnicas-de-leitura-

resumo-resenha-fichamento-etc-

Guia para a elaboração de trabalhos escritos UFRGS; http://monoriginal.net.