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ESCOLA SECUNDÁRIA DE SÁ DE MIRANDA

Braga

PROJECTO CURRICULAR
2009/2013
ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DE MIRANDA Projecto Curricular – 2009/2013

Introdução
O Projecto Educativo define as linhas orientadoras para o Projecto Curricular cujos objectivos
fundamentais são os seguintes:
1. Reduzir o insucesso / abandono escolar;
2. Promover a Cidadania nas vertentes da Saúde e do Ambiente.

Para concretizar estes objectivos, a Escola propõe organizar o seu trabalho em torno dos seguintes
indicadores:
1. Apoio a alunos com dificuldades de aprendizagem
2. Actividades de complemento curricular
3. Projectos

1 – Matriz Curricular do Ensino Secundário

De acordo com o Decreto-lei nº 74/2004 que regulamenta os novos cursos do ensino secundário, a
Escola adoptou, para o ano de 2009/2010, os cursos de Ciências e Tecnologias e Cursos Profissionais
(Anexo I), partindo dos seguintes pressupostos:

• A aposta na continuidade das grandes áreas de formação científico-humanísticas actualmente


existentes, para as quais existem recursos humanos e materiais suficientes, assim como
experiência na sua leccionação;

• A aposta na continuidade das áreas de formação tecnológica e profissional já existentes e


para as quais a Escola possui recursos humanos e materiais bem como parcerias já
estabelecidas com empresas do concelho. Foram criados dois novos cursos – Técnico de
Contabilidade, com tradição na nossa Escola e Técnico de Gestão de Ambiente, para responder
às necessidades de protecção do ambiente em algumas áreas de formação técnica e
profissional. O público-alvo é o das freguesias e concelhos limítrofes;

• O reforço da imagem da Escola com forte componente científica e tecnológica, visando a


qualidade das ofertas pós-secundário numa perspectiva de prosseguimento de estudos e/ou
inserção na vida activa;

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De acordo com a natureza e especificidade de cada disciplina, o ensino secundário deverá ser
organizado de forma a desenvolver as seguintes competências, capacidades e destrezas intelectuais e
práticas:

• Ao nível da competência do saber e saber fazer:

– Compreensão, integração e aplicação do conhecimento na resolução de


problemas;
– Interpretação, análise e comparação de textos e documentos variados;
– Produção de diversos tipos de texto, em suportes diferentes;
– Manipulação de diferentes recursos/materiais de aprendizagem;
– Comunicação/uso correcto da língua portuguesa;
– Pensamento científico;
– Aptidões físicas e motoras.

• Ao nível da competência estratégica:

– Desenvolver hábitos de pesquisa, recorrendo a diversos tipos de fonte, nomeadamente às


tecnologias de informação e comunicação;
– Saber seleccionar e tratar/processar a informação;
– Utilizar estratégias de organização do processo de aprendizagem;
– Avaliar o seu progresso na aprendizagem.

• Ao nível da educação para a cidadania:


– Promover um ensino que privilegie a educação para os valores do trabalho, respeito,
cooperação / solidariedade, envolvimento positivo, abertura ao outro, iniciativa e autonomia.

2- Formações transdisciplinares

2.1 – Educação para a cidadania

A educação para a cidadania é da responsabilidade de cada professor e concretiza-se,


essencialmente, através das suas boas práticas quotidianas de relacionamento interpessoal com todos os
elementos da comunidade educativa. O saber estar, a assunção de valores como a solidariedade, o
respeito mútuo, o rigor e o brio profissional deve pautar os comportamentos de todos e muito especialmente
de toda a comunidade educativa.

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2.2 – Valorização da Língua Portuguesa

A valorização da Língua atravessa todas as componentes do currículo. Efectivamente, todos somos


professores em língua portuguesa, realidade que a todos responsabiliza quanto às aquisições das
competências essenciais na língua materna. Assim, cada professor nas suas turmas assumirá esta
preocupação, ao longo do ano lectivo, associada aos conteúdos que integram o Projecto Curricular de
Turma/PFT.

3. Avaliação da Aprendizagem
.
A avaliação das aprendizagens, constantes nas Portarias 550-D, alterada pela Portaria 1322/2007, e
550-C de 21 de Maio de 2004, alterada pela Portaria 797/2006 orienta-se pelos seguintes princípios:

a) Qualidade das aprendizagens, entendida a avaliação como instrumento regulador;

b) Contextualização, entendida como a consistência entre as actividades de avaliação e as


actividades de aprendizagem, numa perspectiva de integração do ensino, da aprendizagem e da
avaliação;

c) Diversificação de técnicas e instrumentos de avaliação, de acordo com a natureza das


aprendizagens e dos contextos em que ocorrem;

d) Diversificação dos intervenientes, valorizando processos de auto-avaliação dos alunos e a


participação activa dos Encarregados de Educação e outros intervenientes, sem prejuízo do papel
fundamental do professor, em função da complexidade do processo de avaliação;

e) Transparência do processo de avaliação, nomeadamente através da explicitação e divulgação


dos critérios adoptados;

f) Valorização da informação sistemática ao aluno sobre o seu desempenho, com vista à melhoria
das aprendizagens.

4. Objectivos, recursos e estratégias

O PCE constrói-se com alguns objectivos, com alguns elementos e com algumas estratégias. Os
objectivos são os do currículo nacional. Os elementos que o delimitam são as matrizes disciplinares, os
programas, os recursos (humanos e materiais) da escola, a rede escolar, a procura/resposta à população
escolarizável, a avaliação/acompanhamento da oferta formativa.

Há um princípio que o PCE deverá assumir e que consiste em preservar a qualidade e o equilíbrio da
oferta curricular da Escola entre os cursos do currículo nacional: Científico-Humanísticos e Profissionais.

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5 – Actividades de Complemento Curricular

A escola oferece a todos os alunos espaços e actividades que lhes permitem a ocupação de tempos
não lectivos, apelando a para um maior envolvimento dos alunos na escola. Destinam-se particularmente ao
reforço das aprendizagens dos alunos, especialmente para aqueles cujas dificuldades são mais evidentes.

Neste âmbito, a Escola dinamiza os seguintes projectos:

5.1 – Sala de Estudo

Este espaço destina-se ao estudo nas horas em que os alunos não têm aulas e ao Apoio Educativo,
encontrando-se apetrechado com dossiers de fichas de trabalho de todas as disciplinas. A Sala tem um
horário de funcionamento que respeita os tempos lectivos diários.

5.2 – Clube Desporto Escolar

Destinado à promoção do gosto pelo desporto e de competências físicas na perspectiva da


formação integral dos nossos alunos, oferece as modalidades de voleibol, futsal, xadrez, natação,
orientação e BTT.

Pretende também contribuir para o combate ao insucesso e abandono escolar e promover a


inclusão, a aquisição de hábitos de vida saudável e a formação integral dos jovens em idade escolar,
através da prática de actividades físicas e desportivas.

Integra-se neste projecto O Clube do Xadrez, uma actividade que tem como objectivos:

– Desenvolver a prática do xadrez;

– Desenvolver competências de respeito, ponderação, análise e


decisão;

– Realizar torneios na Escola;

– Participar nas competições do Desporto Escolar e da Associação


de Xadrez de Braga;

– Desenvolver nos alunos/professores o "gosto pela Escola" e a sua


identificação com ela.

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5.3 – Biblioteca

A Biblioteca Escolar proporciona informação e ideias necessárias ao sucesso na sociedade actual,


baseada na informação e no conhecimento. A Biblioteca Escolar desenvolve nos alunos competências para
a aprendizagem ao longo da vida e estimula a imaginação, permitindo-lhes tornarem-se cidadãos
responsáveis. [UNESCO]

Para a operacionalização dos objectivos, a Biblioteca promove um conjunto de actividades que


integram o Plano Anual de Actividades da Escola e, no biénio 2008/2010 será consolidado o projecto “De
mim para ti”, procurando desenvolver a leitura e a escrita do texto epistolar.

5.4 – Clube Europeu

O Clube Europeu é assegurado pelos professores de Economia e promove actividades de


divulgação e conhecimento da União Europeia.

5.5 – Educação para a Saúde

Este projecto tem como objectivos gerais:

– Melhorar o conhecimento da comunidade educativa sobre a fisiologia e equilíbrio do


organismo humano;

– Dotar a comunidade educativa, em particular os alunos, de conhecimentos, capacidades,


atitudes, valores, sentido crítico e de responsabilidade que lhes permitam tomadas de
decisão promotoras do seu potencial de saúde;

– Desenvolver nos jovens competências que permitam escolhas informadas nos domínios
da alimentação e exercício físico, consumo de substâncias psicoactivas, sexualidade e
relações interpessoais/violência;

– Contribuir para a redução de possíveis enfermidades na comunidade educativa resultantes


dos seus hábitos alimentares associados a uma insuficiente actividade física ou de
distúrbios alimentares;

– Contribuir para a redução de possíveis consequências negativas relacionadas com


comportamentos sexuais, tais como a gravidez não planeada e de doenças sexualmente
transmissíveis (IST).

Neste momento, o projecto de Educação para a Saúde ainda não está formalizado. Há,
naturalmente, um enquadramento/linhas orientadoras que o contextualizam e no qual se deverá integrar,
incluindo as orientações relativas à educação sexual em contexto escolar. Ele será construído a partir de
temas de projectos de grupos de trabalho de alunos do 12ºano, em Área Projecto e do contributo de
professores que leccionam a disciplina e de outros que, pela natureza dos assuntos, se queiram associar e
participar.

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5.6 – Educação Ambiental

Os objectivos gerais deste projecto são:

– Sensibilizar a comunidade escolar para as questões ambientais, designadamente no domínio da


conservação e ordenamento do território;
– Apelar ao desenvolvimento da educação para a sustentabilidade, no contexto da Área de Projecto;
– Apoiar as actividades que envolvam projectos de educação para a sustentabilidade.

5.7 – Pedagogia para a autonomia e sucesso educativo – que relação?

Os objectivos deste Projecto são os seguintes:

– Promover o desenvolvimento integrado de competências académicas e de aprendizagem dos alunos;


– Promover a coerência das práticas, por referência aos objectivos curriculares de carácter transdisciplinar;
– Promover o diálogo profissional e a colaboração interpares.

Consiste na realização de sessões de trabalho periódicas para discussão de questões pedagógicas,


bem como na análise e construção de materiais; experimentação de estratégias de ensino e aprendizagem
voltadas para o desenvolvimento da autonomia dos alunos.

5.8 – Ciência Viva “As Ciências Experimentais, o passado e o desejo do futuro”

O projecto de “Ciência Viva” foi iniciado em 2006 e desde logo apostou em levar a Ciência ao
primeiro ciclo do Ensino Básico, nomeadamente ao 3º e 4º anos das Escolas associadas ao projecto. Teve
como preocupação fundamental analisar os programas desse Ciclo de ensino, numa perspectiva de
motivação para a Ciência, dando ênfase à parte experimental e ao processo de construção da própria
Ciência.

Pretende-se dar continuidade ao projecto e, se possível, alargá-lo a outras áreas, como a


Matemática e as Ciências da Natureza.

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6 – Avaliação dos Alunos

Os critérios de avaliação estabelecidos e a estabelecer devem ter em consideração a diversidade


das áreas específicas leccionadas na escola este ano lectivo. Nesse sentido, define-se um conjunto de
critérios gerais que deverão ser tidos em conta:
a) A avaliação deverá ser um reflexo da avaliação formativa realizada na aula e não
contemplar domínios não desenvolvidos durante as aulas;
b) A avaliação deve ajustar-se à natureza das disciplinas/módulos, ao curso a que se
destinam e à componente de formação curricular em que se situam;
c) Em cada momento de avaliação sumativa há sempre uma decisão que se fundamenta
na apreciação dos processos e dos resultados de acordo com a natureza dos cursos e das
disciplinas;
d) Nos cursos Científico-Humanísticos faz-se uma avaliação integral do aluno, isto é, uma
avaliação global de todos os elementos de avaliação recolhidos sobre o aluno desde o início
do ano; o progresso do aluno deve ser reflectido em cada momento sumativo de avaliações
(diferença entre o ponto de partida e o ponto de chegada);
e) Nos Cursos Profissionais a classificação de cada módulo deverá resultar dos processos
e resultados previamente definidos para a disciplina e ajustados ao módulo.

Os critérios de avaliação são da responsabilidade dos departamentos disciplinares e submetidos ao


Conselho Pedagógico para ratificação. Estes critérios devem ser apresentados aos alunos no início de cada
ano lectivo, tal como consta no Regulamento Interno.
O aluno do ensino secundário dos cursos Científico-Humanísticos transita de ano sempre que a
classificação final não seja inferior a 10 valores a mais de duas disciplinas.
Os alunos que transitam para o ano seguinte com classificações inferiores a 10 valores em uma ou
duas disciplinas, progridem nesta(s) disciplina(s) desde que a(s) classificação(ões) obtida(s) não seja(m)
inferior(es) a 8 valores.
Os alunos não progridem em disciplinas em que tenham obtido classificação inferior a 10 valores
em dois anos consecutivos.
O aluno não aprova numa disciplina plurianual se no último ano de frequência a classificação
alcançada for inferior a 8 valores.

Nos Cursos Profissionais, a avaliação das disciplinas tem carácter específico e ocorre no final de
cada módulo. Para efeitos de conclusão do curso com aproveitamento, os níveis de assiduidade não podem
ser inferiores a 90% nas disciplinas e a 95% na formação em contexto de trabalho.
Os alunos dos Cursos Profissionais têm, no final do 3ºano, de realizar uma PAP (Prova de Aptidão
Profissional) que implica a defesa de um trabalho perante um júri que integra elementos responsáveis pelos

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cursos a nível interno bem como representantes de associações empresariais, sindicais e profissionais de
reconhecido mérito.

Toda a avaliação é regulamentada pelas seguintes Portarias: 550– D (alterada pela Portaria
1322/2007) para os Cursos Científico-Humanísticos e, para os Cursos Profissionais, pela Portaria: 550-
C/2004 (alterada pela Portaria 797/2006).

7 - Esquema de Funcionamento e Critérios de Organização

7.1. Os horários dos alunos serão elaborados de acordo com os seguintes critérios:
– Todas as aulas decorrerão, no turno da manhã, das 8.20h às
13.15h e no turno da tarde das 13.30 às 18.25 h.

– No corrente ano, os alunos não deverão ter aulas nas tardes de


4ª para permitir a realização de reuniões e actividades de complemento curricular;

– As turmas dos Cursos Profissionais devem ter, pelo menos,


uma tarde ou manhã livres, mesmo que isso implique uma carga de 7 horas e 30m, num dia
da semana;
– As turmas de 10º, 11º e 12º anos poderão ter dois dias com 5
blocos, nunca consecutivos, distribuídos pelos dois turnos;
– Na distribuição da carga lectiva semanal deverá evitar-se a
existência de aulas isoladas;
– Nos dias com um maior número de aulas, os horários deverão
ter uma distribuição equilibrada, integrando disciplinas de carácter teórico e disciplinas de
carácter prático;
– As disciplinas que tenham apenas duas aulas semanais não
deverão ficar em dias seguidos;
– A primeira aula a seguir ao almoço nunca poderá ser aula de
Educação Física;
– Dentro do possível, será atribuída uma sala fixa aos alunos.

7.2. Critérios de Distribuição de Serviço Lectivo

7.2.1 – Directores de Turma

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São nomeados pelo Director da Escola, preferencialmente de entre os professores titulares da


turma, tendo em conta o seu perfil e a capacidade de relacionamento com os alunos.
Sempre que possível, será nomeado Director de Turma o professor que, no ano lectivo
anterior, exerceu o cargo na turma a que pertenceram os mesmos ou a maior parte dos alunos da
turma. Este critério está condicionado pela legalidade dos horários e pela ausência de dificuldades
de relacionamento / incompatibilidade professor/turma /pais e EE.
Na falta de professores titulares ou outras razões fundamentadas, todos os professores
profissionalizados estão habilitados para o exercício da Direcção de Turma.
Não deve ser designado Director de Turma o docente que não leccione a maioria dos alunos
da turma ou sobre o qual existe conhecimento objectivo de conflito com os alunos.

7.2.2 – Directores de Curso


Os Directores de Curso são nomeados, preferencialmente, de entre os titulares que leccionam
as disciplinas da formação técnica, ouvido o Conselho Pedagógico.
Não havendo professores titulares para as direcções de curso de uma determinada área, esta
será exercida, preferencialmente, por professores titulares das disciplinas da formação específica.
Deve-se também evitar a acumulação de cargos dentro dos professores titulares.

7.2.3 – Serviço docente

7.2.3.1 - Na elaboração dos horários dos professores, para além de se respeitarem as orientações
constantes nos normativos em vigor, serão tidos em conta os seguintes critérios:
1. Deverá evitar-se a atribuição de mais 3 blocos lectivos no mesmo dia;
2. Deve evitar-se a atribuição de mais de dois blocos consecutivos;
3. Para os professores do mesmo grupo disciplinar será reservado um bloco
semanal comum para coordenação das diferentes actividades (planificação,
regulação e avaliação), em princípio à quarta-feira, da parte da tarde;
4. Ao mesmo professor deve evitar-se atribuir mais de duas disciplinas /
programas diferentes.
7.2.3.2 - Os critérios para a distribuição de serviço docente são os seguintes:
1. Continuidade;
2. Escolhas dos docentes quando não há continuidade, desde que garantida
a leccionação das disciplinas pelos professores do Quadro de Escola e não resulte
para outros horários do grupo disciplinar um número de programas/ano superior a
três;
3. O escalonamento dos professores (titulares e não titulares) para a escolha
do serviço segue o estipulado no Regulamento Interno ou seja a antiguidade;
4. A distribuição do serviço docente é da competência do Director da Escola;

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5. Deverá ser respeitado o princípio da continuidade pedagógica:


manutenção das equipas formadas no ano lectivo de 2008-2009.
7.2.3.3 - Na constituição das equipas pedagógicas para o ano lectivo de 2009/2010 dever-se-á
atender aos seguintes critérios:
1. No caso de grupos multidisciplinares, as várias disciplinas deverão ser
distribuídas de acordo com a formação académica e o perfil individual dos
professores do grupo;
2. Cada professor não deverá leccionar mais de 2 disciplinas, sempre que
possível;
3. Cada professor não deverá leccionar mais de 2/3 níveis, a menos que o
requeira.

7.2.3.4 - Os coordenadores de grupo/departamento deverão leccionar disciplinas centrais da sua


área curricular.
7.2.3.5 - Não poderá ser atribuída mais de uma direcção de turma a cada professor, salvo se se
tratar de uma turma de reduzido número de alunos ou quando circunstâncias
excepcionais, devidamente fundamentadas, o justificarem;
7.2.3.6 - Deverá ser estipulado o princípio da continuidade da direcção de turma, excepto por
conveniência de serviço;
7.2.3.7 - As direcções de turma dos Cursos Profissionais deverão ser atribuídas,
preferencialmente, a professores das áreas técnicas dos referidos cursos;
7.2.3.8 - Deverão ser distribuídos os apoios aos docentes titulares das turmas dos alunos
envolvidos.
7.2.3.9 - As tarefas a desenvolver na componente não lectiva deverão ser distribuídas de acordo
com as seguintes prioridades:
a) Desempenho de cargos / reforço do desempenho de cargos;
b) Dinamização de actividades / projectos de enriquecimento e complemento
curricular;
c) Ocupação plena dos tempos lectivos dos alunos;
d) Trabalho de grupo de planificação e produção de materiais pedagógicos;
e) Frequência de acções de formação contínua.

7.2.3.10 - As tarefas a desenvolver no tempo remanescente do horário deverão ser distribuídas de


acordo com as seguintes prioridades:
a) Apoios Educativos;
b) Plano Anual de Actividades.
7.2.3.11. Deverá ser atribuída a cada docente com mais de 16 horas, 1 hora de componente de
escola; aos restantes, desde que tenham horário completo, serão atribuídas 2 horas.

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7.3. Área de Projecto

De acordo com o “Documento orientador da Revisão Curricular”, a Área de Projecto, de frequência


obrigatória, é uma área curricular não disciplinar de final do ensino secundário regular. Visa a mobilização e
a integração de competências adquiridas nas diferentes disciplinas ao longo do percurso do secundário.
Desenvolve e aprofunda competências de trabalho autónomo e em equipa no âmbito da realização de
trabalho de iniciação à investigação, na aplicação de conhecimentos adquiridos nas disciplinas do currículo,
na utilização de ferramentas simples no tratamento de dados, na análise e interpretação qualitativa e
quantitativa da informação e de monitorização de fenómenos físicos e/ou humanos. O trabalho desenvolvido
nesta área resultará num produto que será objecto de avaliação e classificação.
(Texto retirado de ADÉRITO CUNHA, Reforma do Ensino Secundário, Currículo e Avaliações, Edições Asa, Porto, 2004, pp. 66-67).

8 – Pessoal Não Docente

Os horários do pessoal não docente serão elaborados e reajustados, sempre que necessário, de
modo a:
a) Garantir que na biblioteca, na papelaria, no ginásio e na portaria esteja
sempre um funcionário, garantindo o funcionamento destes serviços durante o
horário lectivo
b) Assegurar a presença do maior número de funcionários nos intervalos
lectivos.

São elaborados horários-tipo de acordo com a diversidade de funções a desempenhar.


A jornada contínua é autorizada apenas para os serviços previamente definidos: Portaria e Cantina;
Os funcionários manifestarão a sua preferência, dentro dos horários-tipo que lhes são propostos.
No caso de não haver conciliação de interesses, proceder-se-á à escolha mediante a antiguidade.

9 – Critérios para elaboração de turmas

São adoptados os seguintes procedimentos relativamente à formação de turmas:


a) A constituição das turmas depende dos critérios estabelecidos na Lei;
b) O número de alunos por turma será entre 24 e 28, inclusive e, nos Cursos Profissionais,
será ente 18 e 23 alunos;
c) Nas turmas, o quantitativo de rapazes deve ser equiparado ao de raparigas, sempre que
possível;
d) A idade dos alunos deve, também, ser equilibrada e tão uniforme quanto possível;
e) Quanto à integração dos alunos retidos, deve haver o cuidado de os distribuir de forma
equilibrada, não esquecendo as recomendações do Conselho de Turma do ano anterior e
as indicações dos respectivos relatórios de retenção;

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f) No que respeita aos alunos oriundos de outras nacionalidades/outros sistemas de ensino,


deverá ser ponderada a sua integração, inserindo-os em turmas, preferencialmente, com
menor número de alunos;
g) Não constituir turmas reproduzindo integralmente as que trazem do Básico (mantêm-se
quatro ou cinco alunos da mesma escola) e evitar casos de isolamento;
h) Não são constituídas turmas de nível mas deve evitar-se a excessiva heterogeneidade.

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10 – Canais de comunicação

Todos os membros da comunidade escolar são possuidores de um cartão electrónico que lhes
permite ser identificados no espaço escolar, fazer compras e pagamentos de serviços e registar a entrada e
saída da escola, no caso do pessoal não docente.

O correio electrónico institucional é um meio de comunicação privilegiado para se fazer chegar


algumas informações ou avisos quer a alunos, através dos delegados de turma ou da Associação de
Estudantes, quer a professores e à Associação de Pais e Encarregados de Educação.

O Sítio da escola na Internet disponibiliza informação útil e actualizada a todos os elementos da


comunidade educativa. É um espaço de informação dinâmico onde se divulgam as actividades que se vão
desenvolvendo na escola.

O Boletim da Biblioteca “Subtília” é editado anualmente. A sua coordenação é da


responsabilidade da Equipa Coordenadora da Biblioteca. Tem um corpo redactorial composto por
professores e conta ainda com a colaboração de outros docentes, alunos e assistentes operacionais.
Procura informar e reflectir sobre temas actuais que possam interessar a toda a comunidade educativa.

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11 – Orientações para os Projectos Curriculares de Turma/ Plano de Formação

O projecto curricular de turma tem como finalidade a organização das actividades da turma ao longo
do ano, adequando o currículo nacional e o PCE ao contexto da turma. O PCT é da responsabilidade do
Conselho de Turma, a quem cabe a sua concepção, desenvolvimento, avaliação e reformulação.

Com o PCT pretende-se definir uma linha de actuação comum ao nível do Conselho de Turma no
que concerne ao trabalho pedagógico, bem como definição de critérios de actuação comuns aos modos e
instrumentos de avaliação a privilegiar.

O PCT deve envolver os contributos dos professores, alunos, encarregados de educação e de


outros parceiros solicitados pelo CT.

O Projecto Curricular da Turma, mais que um documento escrito, é um projecto que deve ter a
intervenção de todos os alunos e professores.” O PCT é um modo de actuação, uma forma de trabalho de
equipa, que deverá ser concretizado por todos os envolvidos, sobre alunos reais, com as suas fragilidades,
empatias e potencialidades.”

Para delinear o PCT é necessário conhecer, mesmo que sumariamente, os intervenientes


(caracterização da turma, o que inclui professores, alunos e respectivas famílias).

As avaliações e reformulações do PCT/PFT, feitas ao longo do ano lectivo, devem ser integradas no
PCT/PFT na forma de capítulos, não sendo, pois, necessário voltar a alterar o corpo inicialmente delineado
do PCT/PFT. O PCT deve ser actualizado no final de cada período lectivo incluindo nele, entre outros
documentos, as actas das reuniões de Conselho de Turma e os resultados finais (pauta). O PFT deve ser
actualizado mensalmente e/ou no final de cada período lectivo incluindo nele, entre outros documentos, as
actas das reuniões de Conselho de Turma e os resultados finais (pauta).

Na avaliação do final do ano lectivo poderá ser feita a rectificação relativamente ao número de
alunos da turma, caso se tenham verificado alterações de fundo (transferências, inclusão de novos alunos)
e/ou substituição de professores.

A avaliação do PCT/PFT passará, fundamentalmente, pelos seguintes momentos:

 Outubro: Reuniões Intercalares -


elaboração do PCT/PFT;

 Dezembro e Março - adequação às


situações de ensino/aprendizagem entretanto ocorridas;

 Junho - avaliação final do PCT/PFT,


envolvendo a recolha e incorporação de dados da avaliação para (re) construção do
PCT/PFT do ano seguinte.

Dado que o PCT/PFT é um projecto de turma, o guião que a seguir se apresenta deve ser
entendido como um auxiliar para a apresentação final do PCT e do PFT.

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A- Guião para a elaboração do Projecto Curricular de Turma


1. Identificação (na capa)
Escola, turma, ano de escolaridade, ano lectivo, Director de Turma
2. Lista de alunos e Horário
3. Caracterização do Conselho de turma:
 Professores (nome, disciplina leccionada)
 Técnicos dos serviços especializados de Apoio Educativo
 Representantes dos Pais e Encarregados de Educação
 Representantes dos alunos (delegado e subdelegado)
4. Caracterização da Turma
a. Composição da turma em género e nível etário
b. Escola de proveniência
c. Retenções
d. Alunos Estrangeiros (país de origem e nível de proficiência)
e. Dados sobre os Encarregados de Educação/ pais (parentesco com o aluno, idade, habilitações literárias, profissão,
agregado familiar etc.)
f. Alunos beneficiários dos serviços de ASE (escalão)
g. Dificuldades e preferências escolares assumidas pelos alunos
h. Hábitos de estudo extra escola
i. Ocupação dos tempos livres, interesses pessoais
j. Expectativas em relação à escola
k. Expectativas em relação ao futuro profissional
l. Alunos com necessidades educativas já identificadas em anos transactos
5. Diagnóstico da Turma
– Planos de Recuperação/Desenvolvimento (Para os alunos de 11º e 12º anos)
– Assiduidade/ pontualidade
– Comportamento (desviante, desadequado, etc.)
– Valores e Atitudes (relações interpessoais, responsabilidade, autonomia, etc.)
– Dificuldades de integração (no País, na cidade, na escola, na turma)
– Restrições relativamente a certas aprendizagens (ex. restrições para Educação Física, etc.)
– Dificuldades de aprendizagem; aprendizagens não efectivadas
– Alunos com dificuldades educativas especiais e/ou necessidades de apoio pedagógico.
6. Actividades a Desenvolver
– Selecção do(s ) problema(s) identificado(s) na turma ; (comportamento,
aprendizagem na disciplina de ...)
– Identificação dos conteúdos necessários à aquisição dos pré-requisitos
em falta e do tipo de apoio a dar
– Definição de critérios comuns de actuação com os alunos, relativamente
ao seu comportamento (relação entre comportamento desadequado/ actuação do professor)
– Listagem dos trabalhos a desenvolver na Área de Projecto; (12º ano)
– Identificação e definição do tipo de apoio a dar aos alunos com
necessidades educativas especiais
– Plano Anual de Actividades: Selecção das actividades extracurriculares
visitas de estudo, exposições, feiras, etc.)
– Divulgação e adequação dos instrumentos de avaliação (formativa,
sumativa, diferenciada) dos alunos, bem como dos instrumentos de auto e hetero-avaliação do desempenho dos
alunos
– Definição das datas de entrega das fichas intercalares de informação ao
DT.
6. Avaliação do PCT
– Definição dos momentos de avaliação (Final de Período)
– Parâmetro a avaliar (eficácia do PCT na superação das dificuldades
apresentadas pelos alunos/ diagnosticadas pelo Conselho de Turma no final do 3º Período)
– Reformulações e sugestões para o PCT do próximo ano lectivo

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ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DE MIRANDA Projecto Curricular – 2009/2013

Nos Cursos Profissionais:

Nota: os 2º e 3º anos devem ter em conta os planos de formação dos anos anteriores, os
quais devem ser reformulados e/ou complementados neste ano lectivo

B - Guião para a elaboração do Plano de Formação de Turma

1. Identificação (na capa)


Escola, turma, curso, período de formação, ano de escolaridade e ano lectivo.
2. Constituição e Horário da Turma
3. Caracterização da Equipa Educativa:
a. Professores (nome e disciplina leccionada)
b. Técnicos dos Serviços Especializados de Apoio Educativo ou do Serviço de
Psicologia e Orientação
c. Representantes dos País e Encarregados de Educação
d. Representantes dos alunos (delegado e subdelegado)
e. Director de Turma
4. Caracterização da Turma
a. Descrição-síntese dos elementos constantes na ficha biográfica e de alguns dados recolhidos dos
resultados/classificações dos anos anteriores da turma, dos testes do ano corrente, entretanto realizados, e da
Bateria de Provas de Raciocínio realizada neste ano lectivo (1.º ano/10.º ano).

b. Assiduidade/Pontualidade

c. Comportamento (desviante, desadequado, etc.)


d. Identificação de alunos com NEE e/ou necessidades de Apoio Educativo
e. Identificação de alunos com restrições a determinadas aprendizagens (ex. restrições para Educação Física, etc.)
5. Definição das Competências
De acordo com o curso profissional descrever as competências a alcançar pelos alunos.
(Ver o site WWW. anq.gov.pt – Cursos Profissionais)
6. Definição da Estrutura Modular e dos Critérios de Avaliação
Descrição dos conteúdos, calendarização e critérios de avaliação de cada disciplina.
7. Definição de Estratégias/Recursos
a. Articular os recursos (sala de aula, sala de estudo, Apoio Educativo, biblioteca,...) para se alcançar as
competências prefixadas e definir as linhas de acção.
b. Actividades de recuperação/desenvolvimento
c. Critérios comuns de actuação/conduta com os alunos
d. Interdisciplinaridade/Articulação horizontal
e. Actividades de complemento curricular: Visitas de estudo, exposições, palestras, projectos/PAA, etc.
8. Definição e Programação de Actividades a Desenvolver
a. Descrever as actividades a realizar e o momento da sua realização:
b. Actividades de recuperação/desenvolvimento (Plano de Recuperação /Plano de Desenvolvimento)
c. Interdisciplinaridade/Articulação horizontal (Planificação)
d. Actividades de complemento curricular: Visitas de estudo, exposições, palestras, projectos/PAA, etc. (Planificação)
9. Avaliação do PFT
Definir os momentos de avaliação do PFT
a. Verificar, periodicamente, se os objectivos/competências estão a ser cumpridos/alcançados. Caso contrário, há
que alterar/corrigir o processo.
b. Reformular o PFT
c. Propostas/sugestões para o PFT do próximo ano lectivo

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Obs. O CT deverá reunir, obrigatoriamente, uma vez por mês durante o período da acção de formação.

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ANEXO I

PLANOS CURRICULARES DO ENSINO SECUNDÁRIO

(de acordo com o Decreto-Lei nº 74/2004, de 26 de Março e com as alterações


introduzidas pelo Decreto-Lei nº 24/2006 de 6 de Fevereiro e pelo Decreto-lei nº
272/2007, de 26 de Julho e Declaração de Rectificação nº 84/2007, de 21 de Dezembro)

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1. Cursos Científico-Humanísticos

Características: estes cursos destinam-se fundamentalmente a alunos que pretendem


fazer um prosseguimento de estudos

Curso de Ciências e Tecnologias

Carga horária
Formação Disciplinas (x 90 mim)
10º 11º 12º
Português 2 2 2

Língua Estrangeira I, II ou III (a) 2 2 -


Geral
Filosofia 2 2 -

Educação Física 2 2 2

Matemática A 3 3 3
b) Física e Química A / Biologia e Geologia 3,5 3,5
-
Geometria Descritiva A 3 3

c) Física / Química / Biologia / Geologia - - 3,5


d)
Antropologia (e);
Específica Aplicações Informáticas B (e);
Ciência Política (e);
Clássicos da Literatura (e);
Direito(e); 3
Economia C(e);
Filosofia A(e);
Geografia c(e);
Grego(e);, Língua Estrangeira I,II ou II(e)*;
Psicologia B(e);
Área de Projecto (f) - - 2
Educação Moral e Religiosa (g) 1 1 1

(a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, inicia
obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. No caso de o aluno iniciar uma língua, tomando em
conta as disponibilidades da escola, pode cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina
facultativa, com aceitação expressa do acréscimo de carga horária.
(b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais.
(c) (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c).
(e) Oferta dependente do projecto educativo da escola.
(f) A área de Projecto é assegurada por um só professor.
(g) Disciplina de frequência facultativa.
(*) O aluno deve escolher a língua estrangeira estudada na componente de formação geral, nos 10.º e 11.º anos.

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Curso de Ciências Socioeconómicas

Carga horária
Formação Disciplinas (x 90 min)

10º 11º 12º


Português 2 2 2
Língua Estrangeira I ou II ou III (a) 2 2 -
Geral
Filosofia 2 2 -
Educação Física 2 2 2
Matemática A 3 3 3
b) Economia A e Geografia A / História B 3 3 -
c) Economia C / Sociologia / Geografia C - - 3
Antropologia (e);
Aplicações Informáticas B (e);
Ciência Política (e);
Específica Clássicos da Literatura(e);
Direito(e);
3
Economia C(e);
Filosofia A(e):
Grego (e);
Língua Estrangeira I, II ou III *(e);
Psicologia B(e);
Área de Projecto (f) - - 2
Educação Moral e Religiosa (g) 1 1 1

(a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, inicia
obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. No casode o aluno iniciar uma língua, tomando em
conta as disponibilidades da escola, pode cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina
facultativa, com aceitaçãoexpressa do acréscimo de carga horária.
(b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais.
(c) (d ) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c).
(e) Oferta dependente do projecto educativo da escola.
(f) A área de Projecto é assegurada por um só professor.
(g) Disciplina de frequência facultativa.
(*) O aluno deve escolher a língua estrangeira estudada na componente de formação geral, nos 10.º e 11.º anos.

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Curso de Línguas e Humanidades

Carga horária
Formação Disciplinas (x 90 min)
10º 11º 12º
Português (a) 2 2 2
Língua Estrangeira I ,II ou III 2 2
Geral
Filosofia 2 2 2
Educação Física 2 2 2
História A 3 3 3
b) Geografia A,
Latim A;
3 3
Literatura Portuguesa;
MACS
Língua Estrangeira I, II ou III 3.5 3.5
(c) Filosofia A ;
Geografia C;
Latim B;
Língua Estrangeira I, II ou II*; 3
Literaturas de Língua Portuguesa;
Específica
Psicologia B;
Sociologia
(d) Antropologia (e);
Aplicações Informáticas B(e);
Ciências Políticas(e);
Clássicos da Literatura(e); 3
Direito(e);
Economia C(e);
Grego (e)
Área de Projecto (f) - - 2
Educação Moral e Religiosa (g) 1 1 1

(a) No caso de o aluno dar continuidade às duas línguas estrangeiras estudadas no ensino básico, deve inserir -se a
Língua Estrangeira I na componente de formação geral e a Língua Estrangeira II na componente de formação
específica.
(b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais.
(c) (d ) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c).
(e) Oferta dependente do projecto educativo da escola.
(f) A área de Projecto é assegurada por um só professor.
(g) Disciplina de frequência facultativa.
(*) O aluno pode escolher a língua estrangeira estudada na componente de formação geral ou a língua estrangeira
estudada na componente de formação específica, nos 10.º e 11.º anos.

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Curso de Artes Visuais

Carga horária
Formação Disciplinas (x 90 min)
10º 11º 12º
Português 2 2 2
Língua Estrangeira I ,II ou III (a) 2 2
Geral
Filosofia 2 2
Educação Física 2 2 2
Desenho A 3,5 3,5 3,5
b) Geometria Descritiva A;
Matemática B; 3 3
História e Cultura das Artes

c) Oficina das Artes;


Oficina Multimédia B; 3,5
Materiais e Tecnologias

Específica d) Antropologia (e);


Aplicações Informáticas B(e);
Ciências Políticas(e);
Clássicos da Literatura(e);
Direito(e);
Economia C(e); 3
Grego (e);
Filosofia A (e);
Geografia C (e);
*Língua Estrangeira I, II ou III (f)

Área de Projecto (f) 2


Educação Moral e Religiosa (g) 1 1 1

(a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, inicia
obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário. No caso de o aluno iniciar uma língua, tomando em
conta as disponibilidades da escola, pode cumulativamente dar continuidade à Língua Estrangeira I como disciplina
facultativa, com aceitação expressa do acréscimo de carga horária.
(b) O aluno escolhe duas disciplinas bienais.
(c) (d) O aluno escolhe duas disciplinas anuais, sendo uma delas obrigatoriamente do conjunto de opções (c).
(e) Oferta dependente do projecto educativo da escola.
(f) A área de Projecto é assegurada por um só professor.
(g) Disciplina de frequência facultativa.
(*) O aluno deve escolher a língua estrangeira estudada na componente de formação geral, nos 10.º e 11.º anos.

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ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DE MIRANDA Projecto Curricular – 2009/2013

Cursos Profissionais: 10º,11º e 12º anos

Características: Estes cursos destinam-se fundamentalmente a alunos que pretendem a inserção no


mercado de trabalho; permitem-lhes igualmente optar por um prosseguimento de estudos. Têm a duração
de 3 anos e a conclusão do curso confere um Certificado de conclusão do ensino secundário e a
Certificação de qualificação profissional de nível 3

Componentes Total de Horas (a)


Disciplinas
de Formação
(Ciclo de Formação)

- Português 320
- Língua Estrangeira I, II ou III (b) 220
Sociocultural - Área de Integração 220
- Tecnologias da Informação e Comunicação 100
- Educação Física 140

Científica - Duas a três disciplinas (c) 500

- Três a quatro disciplinas (d) 1180


Técnica
- Formação em Contexto de trabalho (e) 420

Subtotal: 1600

Total Geral: 3100

a) Carga horária global não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação a gerir pela escola, no âmbito da
sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual de forma a optimizar a gestão modular e a
formação em contexto de trabalho.

b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico,
iniciará obrigatoriamente uma segunda língua no ensino secundário.

c) Disciplinas científicas de base a fixar em regulamentação própria, em função das qualificações profissionais a
adquirir.

d) Disciplinas de natureza tecnológica, técnica e prática estruturantes da qualificação profissional visada.

e) A formação em contexto de trabalho visa a aquisição e o desenvolvimento de competências técnicas, relacionais e


organizacionais relevantes para a qualificação profissional a adquirir e será objecto de regulamentação própria.

(Cf. Anexo 6 do Decreto-Lei n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro, Publicado no Diário da Republica n.º26 I SérieA)

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ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DE MIRANDA Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Animador Sociocultural

Componentes
Disciplinas Total de Horas (a)
de Formação
(Ciclo de Formação)

- Português 320
- Língua Estrangeira I, II ou III (b) 220
Sociocultural - Área de Integração 220
- Tecnologias da Informação e Comunicação 100
- Educação Física 140

-Psicologia 200
Científica -Sociologia 200
-Matemática 100

-Área de Expressões (Corporal, Dramática,


480
Musical e Plástica)
350
Técnica -Área de Estudo da Comunidade
350
-Animação Sociocultural

- Formação em Contexto de trabalho 420

Subtotal: 1600

Total Geral: 3100

(a) Carga horária global não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação a gerir pela escola, no âmbito da
sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual de forma a optimizar a gestão modular e a
formação em contexto de trabalho.

(b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará,
obrigatoriamente, uma segunda língua no ensino secundário.

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ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DE MIRANDA Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Apoio à Infância

Componentes
Disciplinas Total de Horas (a)
de Formação
(Ciclo de Formação)

320
- Português
220
- Língua Estrangeira I, II ou III (b)
Sociocultural 220
- Área de Integração
100
- Tecnologias da Informação e Comunicação
140
- Educação Física

-Psicologia 200
Científica -Sociologia 200
-Matemática 100

-Expressão Corporal, Dramática e Musical 240


-Expressão Plástica 360

Técnica -Técnica Pedagógica e Intervenção Educativa 340


-Saúde Infantil 240

- Formação em Contexto de Trabalho 420

Subtotal: 1600

Total Geral: 3100

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola no âmbito da
sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual de forma a optimizar a gestão modular e a
formação em contexto de trabalho.

(b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará,
obrigatoriamente, uma segunda língua no ensino secundário.

27
ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DE MIRANDA Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Apoio Psicossocial

Componentes
Disciplinas Total de Horas (a)
de Formação
(Ciclo de Formação)

- Português 320
- Língua Estrangeira I, II ou III (b) 220
Sociocultural - Área de Integração 220
- Tecnologias da Informação e Comunicação 100
- Educação Física 140

-Psicologia 200
Científica -Sociologia 200
-Matemática 100

-Área de Expressões (Corporal, Dramática, 480


Musical e Plástica)
-Comunidade e Intervenção Social 300
Técnica -Animação Sócio-Cultural 220
-Psicopatologia Geral 180

- Formação em Contexto de Trabalho 420

Subtotal: 1600

Total Geral: 3100

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola no
âmbito da sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual de forma a optimizar a gestão
modular e a formação em contexto de trabalho.

(b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico,
iniciará, obrigatoriamente, uma segunda língua no ensino secundário.

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ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DE MIRANDA Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Análise Laboratorial

Componentes
Disciplinas Total de Horas (a)
de Formação
(Ciclo de Formação)

- Português ( c) 320
- Língua Estrangeira I ou II (b) 220
Sociocultural - Área de Integração 220
- Tecnologias da Informação e Comunicação 100
- Educação Física 140

- Matemática (c ) 300
Científica
-Física e Química (c) 200

-Química Aplicada 250


-Tecnologia Química 180

Técnica -Qualidade, Segurança e Ambiente 130


-Análises Químicas 620

- Formação em Contexto de Trabalho 420

Subtotal: 1600

Total Geral: 3100

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola , de acordo
com o estabelecido na Portaria nº 5450-C/2004, de 21 de Maio, e demais regulamentação aplicável.

(b ) O aluno deverá dar continuidade a uma das línguas estrangeiras estudadas no ensino básico (no 9º ano de
escolaridade).

(c) Disciplinas sujeitas a avaliação sumativa externa, nos termos previstos no artigo 11º do Decreto-Lei nº 74/2004, de
26 de Março, conjugado com os artigos 26º , 27º e 30º a 33º, da Portaria nº 550-C/2004, de 21 de Maio.

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ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DE MIRANDA Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos

Componentes
Disciplinas Total de Horas (a)
de Formação
(Ciclo de Formação)

- Português (b) 320


- Língua Estrangeira I ou II (c) 220
Sociocultural - Área de Integração 220
- Tecnologias da Informação e Comunicação 100
- Educação Física 140

-Matemática (b) 300


Científica
-Física e Química (b) 200

-Sistemas Operativos 144


-Arquitectura de Computadores 152

Técnica -Redes de Comunicação 252


-Programação e Sistema de Informação 632

- Formação em Contexto de trabalho 420

Subtotal: 1600

Total Geral: 3100

(a)Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola , de acordo com
o estabelecido na Portaria nº 5450-C/2004, de 21 de Maio, e demais regulamentação aplicável

(b ) Disciplinas sujeitas a avaliação sumativa externa, nos termos previstos no artigo 11º do Decreto-Lei nº 74/2004, de
26 de Março, conjugado com os artigos 26º , 27º e 30º a 33º, da Portaria nº 550-C/2004, de 21 de Maio.

(c) O aluno deverá dar continuidade a uma das línguas estrangeiras estudadas no ensino básico (no 9º ano de
escolaridade)

30
ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DE MIRANDA Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Multimédia

Componentes
Disciplinas Total de Horas (a)
de Formação
(Ciclo de Formação)

- Português 320
- Língua Estrangeira I, II ou III (b) 220
Sociocultural - Área de Integração 220
- Tecnologias da Informação e Comunicação 100
- Educação Física 140

-História e Cultura das Artes 200


Científica -Matemática 200
-Física 100

-Sistemas de Informação 210


-Design, Comunicação e Audiovisuais 350

Técnica -Técnicas de Multimédia 480


-Projecto e produção Multimédia 140

- Formação em Contexto de trabalho 420

Subtotal: 1600

Total Geral: 3100

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola no âmbito da
sua autonomia pedagógica, acautelando o equilíbrio da carga anual de forma a optimizar a gestão modular e a
formação em contexto de trabalho.

b) O aluno escolhe uma língua estrangeira. Se tiver estudado apenas uma língua estrangeira no ensino básico, iniciará,
obrigatoriamente, uma segunda língua no ensino secundário.

31
ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DE MIRANDA Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Técnico de Contabilidade

Componentes
Disciplinas Total de Horas (a)
de Formação
(Ciclo de Formação)

- Português (b) 320


- Língua Estrangeira I ou II (c) 220
Sociocultural - Área de Integração 220
- Tecnologias da Informação e Comunicação 100
- Educação Física 140

-Matemática (b) 300


Científica
-Economia (b) 200

-Contabilidade Geral e Analítica 600


-Direito das organizações 240

Técnica -Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada 120


-Organização e Gestão Empresarial 220

- Formação em Contexto de trabalho 420

Subtotal: 1600

Total Geral: 3100

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola no âmbito da
sua autonomia

(b) Disciplina sujeita a avaliação sumativa externa nos termos previstos no artigo 11º do Decreto-Lei nº 74/2004 de 26
de Março, conjugado com os artigos 26º, 27º e 30º a 33º da Portaria nº 550 – C/2004, de 21 de Maio.

c) O aluno deverá dar continuidade a uma das línguas estrangeiras estudadas no ensino básico.

32
ESCOLA SECUNDÁRIA SÁ DE MIRANDA Projecto Curricular – 2009/2013

Curso profissional de Gestão do Ambiente

Componentes
Disciplinas Total de Horas (a)
de Formação
(Ciclo de Formação)

- Português (b) 320


- Língua Estrangeira I ou II (c) 220
Sociocultural - Área de Integração 220
- Tecnologias da Informação e Comunicação 100
- Educação Física 140

-Matemática (b) 200


Científica -Física e Química (b) 150
-Biologia e Geologia 150

-Ordenamento do Território 220


-Conservação da Natureza 300

Técnica -Qualidade Ambiental 146


-Projectos em Ambiente 514

- Formação em Contexto de trabalho 420

Subtotal: 1600

Total Geral: 3100

(a) Carga horária global, não compartimentada pelos três anos do ciclo de formação, a gerir pela escola de acordo
com o estabelecido na Portaria 550-C/2004, de 21 de Maio, e demais regulamentação aplicável

(b) Disciplina sujeita a avaliação sumativa externa, nos termos previstos no artigo 11º do Decreto-Lei nº 74/2004 de 26
de Março, conjugado com os artigos 26º, 27º e 30º a 33º da Portaria nº 550 – C/2004, de 21 de Maio.

c) O aluno deverá dar continuidade a uma das línguas estrangeiras estudadas no nnsino básico.

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