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INTORDUÇÃO

A critica da razão prática é parte das obras do filósofo Immanuel Kant, na qual seu objetivo é ponderar ou gerar preposições, que encerram uma determinação universal da vontade. Esta etapa da obra de Kant vem de encontro com a continuidade e aprofundamento do Principio da Razão Pura Prática, onde a moral se sobrepõe, enquanto a razão prática fixa-se na vontade. A obra ―Critica da Razão Prática‖ ou mais conhecida pela abreviatura ―CRP‖, foi publicada em 1788, sendo esta a segunda das três criticas defendidas e publicadas por Immanuel Kant e, é considerada a principal obra deste filósofo.

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OBJETIVO

Este trabalho, tem como objetivo central apresentar as obras do filósofo Kant, provocando a nós alunos, questionamentos entre o moral e a vontade individual, propondo um senso critico.

Na critica da razão prática, Kant propõem diferenciar um aspecto moral perfeito sobre uma vontade imperfeita. Libertando a vontade individual sobre a razão como essência.

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OBRA

As principais obras de teoria do conhecimento do filósofo de Immanuel Kant, consideradas como um dos mais influentes trabalhos na história da filosofia, as três "Críticas", como primeira Crítica de Razão Pura, seguida pela Crítica da Razão Prática e a Crítica do Juízo, dando início ao chamado idealismo alemão.

OBRA As principais obras de <a href=teoria do conhecimento do filósofo de Immanuel Kant, consideradas como um dos mais influentes trabalhos na história da filosofia, as três "Críticas", como primeira Crítica de Razão Pura, seguida pela Crítica da Razão Prática e a Crítica do Juízo, dando início ao chamado idealismo alemão. Neste Trabalho apresentamos a obra publicada em 1788, "Crítica da Razão Prática", segunda das três "Críticas" publicadas por Kant. Nesta o autor da continuidade à sua pesquisa de investigação quanto aos princípios da moral, então iniciada em 1784, com a publicação da "Fundamentação da Metafísica dos Costumes" . É importante ressaltar que Kant, na Critica da Razão Prática, propõe uma reflexão enquanto outra obra sua, denominada de Razão Pura, onde ele apresenta, primeiramente, a fixação de uma lei moral. Nesta ele pretende ponderar que possamos encontrar e fixar a lei prática do que deve acontecer pelo ponto de vista da moralidade, ou seja, esta determin a o ―agir‖ do homem com a preocupação do valor moral de suas ações propriamente ditas. 6 " id="pdf-obj-2-17" src="pdf-obj-2-17.jpg">
OBRA As principais obras de <a href=teoria do conhecimento do filósofo de Immanuel Kant, consideradas como um dos mais influentes trabalhos na história da filosofia, as três "Críticas", como primeira Crítica de Razão Pura, seguida pela Crítica da Razão Prática e a Crítica do Juízo, dando início ao chamado idealismo alemão. Neste Trabalho apresentamos a obra publicada em 1788, "Crítica da Razão Prática", segunda das três "Críticas" publicadas por Kant. Nesta o autor da continuidade à sua pesquisa de investigação quanto aos princípios da moral, então iniciada em 1784, com a publicação da "Fundamentação da Metafísica dos Costumes" . É importante ressaltar que Kant, na Critica da Razão Prática, propõe uma reflexão enquanto outra obra sua, denominada de Razão Pura, onde ele apresenta, primeiramente, a fixação de uma lei moral. Nesta ele pretende ponderar que possamos encontrar e fixar a lei prática do que deve acontecer pelo ponto de vista da moralidade, ou seja, esta determin a o ―agir‖ do homem com a preocupação do valor moral de suas ações propriamente ditas. 6 " id="pdf-obj-2-19" src="pdf-obj-2-19.jpg">

Neste Trabalho apresentamos a obra publicada em 1788, "Crítica da Razão Prática", segunda das três "Críticas" publicadas por Kant. Nesta o autor da continuidade à sua pesquisa de investigação quanto aos princípios da moral, então iniciada em 1784, com a publicação da "Fundamentação da Metafísica dos Costumes".

É importante ressaltar que Kant, na Critica da Razão Prática, propõe uma reflexão enquanto outra obra sua, denominada de Razão Pura, onde ele apresenta, primeiramente, a fixação de uma lei moral. Nesta ele pretende ponderar que possamos encontrar e fixar a lei prática do que deve acontecer pelo ponto de vista da moralidade, ou seja, esta determina o ―agir‖ do homem com a preocupação do valor moral de suas ações propriamente ditas.

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Abaixo, faremos uma apresentação na integra da definição do próprio autor em sua obra, a saber:

§ 1.° DEFINIÇÃO Princípios práticos são proposições que encerram uma determinação universal da vontade, subordinando-se a essa determinação diversas regras práticas. São subjetivos, ou máximas, quando a condição é considerada pelo sujeito como verdadeira só para a sua vontade; são, por outro lado, objetivos ou leis práticas quando a condição é conhecida como objetiva, isto é, válida para a vontade de todo ser natural.

De acordo com nossas pesquisas, apresentamos abaixo, considerações de outros dois autores, propondo exemplos de forma prática das reflexões de Kant. Primeiramente, apresentamos Beck (Lewis White Beck), onde ele apresenta a diferença entre máximas e leis, onde ele diz:

―Vingar uma injustiça é sempre a minha – máxima ou princípio. Dizer uma mentira vingaria uma injustiça regra. Portando, minha proposta é dizer essa mentira – decisão.‖

Assim, por Beck, teremos:

A Se quero A, então B B

Desta forma, por esta contextualização, Beck apresenta ―A‖, a condição que determina a vontade. Se ―A‖ que é um desejo particular, é uma condição de pura subjetividade e o princípio ―B‖, portanto será uma mera máxima. De outra forma, se ―A‖ vale como uma totalidade dos seres racionais, o princípio ―B‖ será também uma lei (continuará sendo uma máxima por ser subjetivo).

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Já o segundo autor, neste caso, Béatrice Longuenesse, propõe um questionamento para universalizar o meu ―eu devo‖ como ―A‖. Assim, o exemplo proposto é:

― Quero emagrecer – fim particular. Se quero emagrecer, não devo comer chocolate. Então, não devo comer chocolate. Se não quero comer chocolates, devo evitar tê-los à disposição em casa. Então, devo evitar ter chocolates em casa. Se quero evitar ter chocolates em casa, não devo comprá-los cada vez que vou ao supermercado. Então, não devo comprar chocolates cada vez que vou ao

supermercado. ―

Assim por Longuenesse, teremos:

A Se A, então B B Se B, então, B1

B1

Se B1, então, B2

B2

Etc.

Desta forma, por esta contextualização, Longuenesse apresenta ―A‖, onde podemos derivar a outras regras da ação (máximas), contudo são regras

subjetivas ligadas a um fim particular ou uma máxima inicial ―A‖.

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CONCLUSÃO

Após a pesquisa podemos observar que a crítica da razão prática esta diretamente relacionada com o individuo e a lei moral. Assim que colocamos uma meta individual para nós, em nosso cotidiano, levamos isso como um ideal a ser realizado na regra da ação, onde a cada vontade individual está com uma consciência.

Na nossa sociedade todos buscam o seu ideal, como a ―felicidade‖, mas nem

todos sabem como alcançar, então tentando satisfazer a plenitude de suas emoções alcançando a razão de forma incoerente, buscando prazer ao invés de felicidade.

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