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Pré-Cálculo

Humberto José Bortolossi

Departamento de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense

Aula 16 23 de junho de 2011

de Matemática Aplicada Universidade Federal Fluminense Aula 16 23 de junho de 2011 Aula 16 Pré-Cálculo

Função polinomial

Função polinomial Aula 16 Pré-Cálculo 2

Função polinomial

Definição

Diz-se que p : R R é uma função polinomial se existe inteiro n 0

e existem números reais a 0 , a 1 , tem-se

p(x) = a n x n + a n1 x n1 + ··· + a 1 x + a 0 .

, a n tais que, para todo x R,

Se a n = 0, dizemos que p tem grau n.

Uma função polinomial chama-se identicamente nula quando se tem p(x) = 0 para todo x R (não se define grau para uma função polinomial identicamente nula).

Dizemos que α é uma raiz de p se p(α) = 0 (note que todo número real é raiz de uma função polinomial identicamente nula).

α ) = 0 (note que todo número real é raiz de uma função polinomial identicamente

Função polinomial

Definição

Diz-se que p : R R é uma função polinomial se existe inteiro n 0

e existem números reais a 0 , a 1 , tem-se

p(x) = a n x n + a n1 x n1 + ··· + a 1 x + a 0 .

, a n tais que, para todo x R,

Se a n = 0, dizemos que p tem grau n.

Uma função polinomial chama-se identicamente nula quando se tem p(x) = 0 para todo x R (não se define grau para uma função polinomial identicamente nula).

Dizemos que α é uma raiz de p se p(α) = 0 (note que todo número real é raiz de uma função polinomial identicamente nula).

α ) = 0 (note que todo número real é raiz de uma função polinomial identicamente

Função polinomial

Definição

Diz-se que p : R R é uma função polinomial se existe inteiro n 0

e existem números reais a 0 , a 1 , tem-se

p(x) = a n x n + a n1 x n1 + ··· + a 1 x + a 0 .

, a n tais que, para todo x R,

Se a n = 0, dizemos que p tem grau n.

Uma função polinomial chama-se identicamente nula quando se tem p(x) = 0 para todo x R (não se define grau para uma função polinomial identicamente nula).

Dizemos que α é uma raiz de p se p(α) = 0 (note que todo número real é raiz de uma função polinomial identicamente nula).

α ) = 0 (note que todo número real é raiz de uma função polinomial identicamente

Função polinomial

Definição

Diz-se que p : R R é uma função polinomial se existe inteiro n 0

e existem números reais a 0 , a 1 , tem-se

p(x) = a n x n + a n1 x n1 + ··· + a 1 x + a 0 .

, a n tais que, para todo x R,

Se a n = 0, dizemos que p tem grau n.

Uma função polinomial chama-se identicamente nula quando se tem p(x) = 0 para todo x R (não se define grau para uma função polinomial identicamente nula).

Dizemos que α é uma raiz de p se p(α) = 0 (note que todo número real é raiz de uma função polinomial identicamente nula).

α ) = 0 (note que todo número real é raiz de uma função polinomial identicamente

Função polinomial

Definição

Diz-se que p : R R é uma função polinomial se existe inteiro n 0

e existem números reais a 0 , a 1 , tem-se

p(x) = a n x n + a n1 x n1 + ··· + a 1 x + a 0 .

, a n tais que, para todo x R,

Se a n = 0, dizemos que p tem grau n.

Uma função polinomial chama-se identicamente nula quando se tem p(x) = 0 para todo x R (não se define grau para uma função polinomial identicamente nula).

Dizemos que α é uma raiz de p se p(α) = 0 (note que todo número real é raiz de uma função polinomial identicamente nula).

α ) = 0 (note que todo número real é raiz de uma função polinomial identicamente

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

f ( x ) = x = x − 1 , f ( x ) =

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

f ( x ) = x = x − 1 , f ( x ) =

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial: exemplos

São exemplos de funções polinomiais:

p(x) = x 3 2 x + 1 (de grau 3),

p(x) = x 7 2 x 9 (de grau 7),

as funções afins e quadráticas,

p(x) = (x 2 + 1) 2 = x 2 + 1,

p(x) = sec 2 (arctg(x)) = x 2 + 1.

Não são funções polinomiais:

1

f(x) = x = x 1 ,

f(x) = x = x 1/2 ,

f(x) = 2 x .

( x ) = x = x − 1 , f ( x ) = √

Função polinomial versus polinômio

Um polinômio é uma expressão formal do tipo

p(X) = a n X n + a n1 X n1 + ··· + a 1 X + a 0 ,

, a n são números (os coeficientes do polinômio) e X é um

símbolo (chamado indeterminada), sendo X i uma abreviatura para X · X · · · · · X (i fatores). Em essência, o polinômio p(X ) é o mesmo que a lista ordenada de seus coeficientes:

onde a 0 ,

a 1 ,

p(X) = (a 0 , a 1 ,

,

a n ).

Se os coeficientes são números reais, então cada polinômio determina uma função polinomial e vice-versa. Por esse motivo, para o caso dos números reais, não há necessidade de fazer distinção entre polinômios e funções polinomiais. Existem certos conjuntos numéricos, contudo, onde a diferença existe.

polinomiais. Existem certos conjuntos numéricos, contudo, onde a diferença existe. Aula 16 Pré-Cálculo 22

Função polinomial versus polinômio

Um polinômio é uma expressão formal do tipo

p(X) = a n X n + a n1 X n1 + ··· + a 1 X + a 0 ,

, a n são números (os coeficientes do polinômio) e X é um

símbolo (chamado indeterminada), sendo X i uma abreviatura para X · X · · · · · X (i fatores). Em essência, o polinômio p(X ) é o mesmo que a lista ordenada de seus coeficientes:

onde a 0 ,

a 1 ,

p(X) = (a 0 , a 1 ,

,

a n ).

Se os coeficientes são números reais, então cada polinômio determina uma função polinomial e vice-versa. Por esse motivo, para o caso dos números reais, não há necessidade de fazer distinção entre polinômios e funções polinomiais. Existem certos conjuntos numéricos, contudo, onde a diferença existe.

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Função polinomial versus polinômio

Um polinômio é uma expressão formal do tipo

p(X) = a n X n + a n1 X n1 + ··· + a 1 X + a 0 ,

, a n são números (os coeficientes do polinômio) e X é um

símbolo (chamado indeterminada), sendo X i uma abreviatura para X · X · · · · · X (i fatores). Em essência, o polinômio p(X ) é o mesmo que a lista ordenada de seus coeficientes:

onde a 0 ,

a 1 ,

p(X) = (a 0 , a 1 ,

,

a n ).

Se os coeficientes são números reais, então cada polinômio determina uma função polinomial e vice-versa. Por esse motivo, para o caso dos números reais, não há necessidade de fazer distinção entre polinômios e funções polinomiais. Existem certos conjuntos numéricos, contudo, onde a diferença existe.

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Função polinomial versus polinômio

Um polinômio é uma expressão formal do tipo

p(X) = a n X n + a n1 X n1 + ··· + a 1 X + a 0 ,

, a n são números (os coeficientes do polinômio) e X é um

símbolo (chamado indeterminada), sendo X i uma abreviatura para X · X · · · · · X (i fatores). Em essência, o polinômio p(X ) é o mesmo que a lista ordenada de seus coeficientes:

onde a 0 ,

a 1 ,

p(X) = (a 0 , a 1 ,

,

a n ).

Se os coeficientes são números reais, então cada polinômio determina uma função polinomial e vice-versa. Por esse motivo, para o caso dos números reais, não há necessidade de fazer distinção entre polinômios e funções polinomiais. Existem certos conjuntos numéricos, contudo, onde a diferença existe.

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Função polinomial versus polinômio

Um polinômio é uma expressão formal do tipo

p(X) = a n X n + a n1 X n1 + ··· + a 1 X + a 0 ,

, a n são números (os coeficientes do polinômio) e X é um

símbolo (chamado indeterminada), sendo X i uma abreviatura para X · X · · · · · X (i fatores). Em essência, o polinômio p(X ) é o mesmo que a lista ordenada de seus coeficientes:

onde a 0 ,

a 1 ,

p(X) = (a 0 , a 1 ,

,

a n ).

Se os coeficientes são números reais, então cada polinômio determina uma função polinomial e vice-versa. Por esse motivo, para o caso dos números reais, não há necessidade de fazer distinção entre polinômios e funções polinomiais. Existem certos conjuntos numéricos, contudo, onde a diferença existe.

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Função polinomial versus polinômio

Um polinômio é uma expressão formal do tipo

p(X) = a n X n + a n1 X n1 + ··· + a 1 X + a 0 ,

, a n são números (os coeficientes do polinômio) e X é um

símbolo (chamado indeterminada), sendo X i uma abreviatura para X · X · · · · · X (i fatores). Em essência, o polinômio p(X ) é o mesmo que a lista ordenada de seus coeficientes:

onde a 0 ,

a 1 ,

p(X) = (a 0 , a 1 ,

,

a n ).

Se os coeficientes são números reais, então cada polinômio determina uma função polinomial e vice-versa. Por esse motivo, para o caso dos números reais, não há necessidade de fazer distinção entre polinômios e funções polinomiais. Existem certos conjuntos numéricos, contudo, onde a diferença existe.

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Função polinomial versus polinômio

Um polinômio é uma expressão formal do tipo

p(X) = a n X n + a n1 X n1 + ··· + a 1 X + a 0 ,

, a n são números (os coeficientes do polinômio) e X é um

símbolo (chamado indeterminada), sendo X i uma abreviatura para X · X · · · · · X (i fatores). Em essência, o polinômio p(X ) é o mesmo que a lista ordenada de seus coeficientes:

onde a 0 ,

a 1 ,

p(X) = (a 0 , a 1 ,

,

a n ).

Se os coeficientes são números reais, então cada polinômio determina uma função polinomial e vice-versa. Por esse motivo, para o caso dos números reais, não há necessidade de fazer distinção entre polinômios e funções polinomiais. Existem certos conjuntos numéricos, contudo, onde a diferença existe.

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Função polinomial versus polinômio

Um polinômio é uma expressão formal do tipo

p(X) = a n X n + a n1 X n1 + ··· + a 1 X + a 0 ,

, a n são números (os coeficientes do polinômio) e X é um

símbolo (chamado indeterminada), sendo X i uma abreviatura para X · X · · · · · X (i fatores). Em essência, o polinômio p(X ) é o mesmo que a lista ordenada de seus coeficientes:

onde a 0 ,

a 1 ,

p(X) = (a 0 , a 1 ,

,

a n ).

Se os coeficientes são números reais, então cada polinômio determina uma função polinomial e vice-versa. Por esse motivo, para o caso dos números reais, não há necessidade de fazer distinção entre polinômios e funções polinomiais. Existem certos conjuntos numéricos, contudo, onde a diferença existe.

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O algoritmo da divisão de Euclides

O algoritmo da divisão de Euclides Aula 16 Pré-Cálculo 30

O algoritmo da divisão de Euclides

O algoritmo da divisão de Euclides

Dadas duas funções polinomiais p e d (com d não identicamente nula), existem únicas funções polinomiais q e r tais que

p(x) = q(x)d(x) + r(x), x R,

onde r é identicamente nula ou o grau de r é menor do que o grau de d. Neste caso, p é chamado de dividendo, d de divisor, q de quociente e r de resto da divisão de p por d. Quando o resto r é uma função identicamente nula, dizemos que p é divisível por d.

É possível demonstrar este teorema formalizando o processo que descreveremos a seguir.

d . É possível demonstrar este teorema formalizando o processo que descreveremos a seguir. Aula 16

O algoritmo da divisão de Euclides

O algoritmo da divisão de Euclides

Dadas duas funções polinomiais p e d (com d não identicamente nula), existem únicas funções polinomiais q e r tais que

p(x) = q(x)d(x) + r(x), x R,

onde r é identicamente nula ou o grau de r é menor do que o grau de d. Neste caso, p é chamado de dividendo, d de divisor, q de quociente e r de resto da divisão de p por d. Quando o resto r é uma função identicamente nula, dizemos que p é divisível por d.

É possível demonstrar este teorema formalizando o processo que descreveremos a seguir.

d . É possível demonstrar este teorema formalizando o processo que descreveremos a seguir. Aula 16

O algoritmo da divisão de Euclides

O algoritmo da divisão de Euclides

Dadas duas funções polinomiais p e d (com d não identicamente nula), existem únicas funções polinomiais q e r tais que

p(x) = q(x)d(x) + r(x), x R,

onde r é identicamente nula ou o grau de r é menor do que o grau de d. Neste caso, p é chamado de dividendo, d de divisor, q de quociente e r de resto da divisão de p por d. Quando o resto r é uma função identicamente nula, dizemos que p é divisível por d.

É possível demonstrar este teorema formalizando o processo que descreveremos a seguir.

d . É possível demonstrar este teorema formalizando o processo que descreveremos a seguir. Aula 16

O algoritmo da divisão de Euclides

O algoritmo da divisão de Euclides

Dadas duas funções polinomiais p e d (com d não identicamente nula), existem únicas funções polinomiais q e r tais que

p(x) = q(x)d(x) + r(x), x R,

onde r é identicamente nula ou o grau de r é menor do que o grau de d. Neste caso, p é chamado de dividendo, d de divisor, q de quociente e r de resto da divisão de p por d. Quando o resto r é uma função identicamente nula, dizemos que p é divisível por d.

É possível demonstrar este teorema formalizando o processo que descreveremos a seguir.

d . É possível demonstrar este teorema formalizando o processo que descreveremos a seguir. Aula 16

O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo

O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −

x 4 3x 3 + x 1

p(x)

= (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo

O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −

x 4 3x 3 + x 1

p(x)

= (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo

O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −

x 4 3x 3 + x 1

p(x)

= (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo

O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −

x 4 3x 3 + x 1 = (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

p(x)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

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O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
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O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
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x 4 3x 3 + x 1 = (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

p(x)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

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O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
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x 4 3x 3 + x 1

p(x)

= (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo

O algoritmo da divisão de Euclides: exemplo x 4 − 3 x 3 + x −
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x 4 3x 3 + x 1 = (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

p(x)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

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x 4 3x 3 + x 1

p(x)

= (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

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x 4 3x 3 + x 1 = (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

p(x)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

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x 4 3x 3 + x 1

p(x)

= (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

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x 4 3x 3 + x 1

p(x)

= (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

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x 4 3x 3 + x 1

p(x)

= (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

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x 4 3x 3 + x 1

p(x)

= (x 2 + x 3) (x 2 x + 1) + (3x + 2)

q(x)

d(x) r(x)
d(x)
r(x)

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x 4 3x 3 + x