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11/08/2015

(Executivo­8/08/1998)SecretariadoMeioAmbienteeDesenvolvimentoSustentável­ConselhoEstadualdePolíticaAmbiental

DeliberaçãoNormativaCOPAMnº026,de28dejulhode1998.

Dispõesobreoco­processamentoderesíduosem

fornosdeclínquer

(Publicação­DiáriodoExecutivo­"MinasGerais"­08/08/1998)

(Retificação­DiáriodoExecutivo­"MinasGerais"­24/09/1998)

(Retificação­DiáriodoExecutivo­"MinasGerais"­06/10/1998)

OConselhoEstadualdePolíticaAmbiental­COPAM,nousodassuasatribuições quelheconfereoart.5º,incisoIdaLein o 7.772,de8desetembrode1980,oart.3ºdaLei nº12.585,de17dejulhode1997,oart.40doDecreton o 39.424,de5defevereirode 1998, e considerando a necessidade de normatizar os procedimentos referentes ao licenciamentoambientaldeco­processamentoderesíduossólidos,líquidosousemisólidos,

deClasseIeClasseII,deacordocomanormaNBR10004,emfornosdeclínquerno

EstadodeMinasGerais, [1]

DELIBERA:

Art.1º­ParaefeitodaaplicaçãodestaDeliberaçãoNormativasãoestabelecidasas

seguintesdefinições: [2]

I–Co­processamento:autilizaçãoderesíduospararecuperaçãoe/oueconomiade

energiae/ousubstituiçãodematérias­primas.

II­UnidadesdeMisturaePré­condicionamentodeResíduos(UMPCR):unidades ondeserealizaopreparoeoumisturaderesíduosdiversos,resultandoemprodutoscom determinadas características, para serem utilizados no co­processamento em fornos de clínquer.

III­Resíduosdecomposiçãosimilar:resíduosprovenientesdeprocessosindustriais similaresecomcaracterísticasfísico­químicassemelhantesàderesíduosjáautorizados paraco­processamentoouprocessamentoemUMPCRpeloórgãoambiental,pormeiode licençasdeoperaçãoconcedidasanteriormente,equeobedeçamoslimitesprevistos,na

DNCOPAM26/98ounalicençadeoperaçãodarespectivaUMPCR.

Art. 2º ­ A utilização de forno de clínquer para co­processamento de resíduos dependerádasLicençasPréviaedeInstalaçãodoCOPAM. [3]

§1º­Oco­processamentoderesíduosemfornosdeclínquerdependerádeLicença

deOperaçãodoCOPAM.

§2º­Seráadmitidopeloórgãoambientalcompetenteoagrupamentoderesíduosde

composiçãosimilaremummesmoprocessodelicenciamentoparaco­processamentode resíduosemfornosdeclínquerouprocessamentoderesíduosemunidadesdemisturae pré­condicionamentoderesíduos,desdequecomprovadaasimilaridadecomresíduosque fazempartedelicençasparaco­processamento/processamentoconcedidaseatendidosos limites previstos na DN COPAM nº 26/1998 ou na licença de operação da respectiva UMPCR.

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§3º­Oco­processamento/processamentoderesíduosdecomposiçãosimilarserá

objetodeLicençadeOperaçãoaserexpedidapeloórgãoambientalcompetente.

§4º­Nãoseráadmitidaainclusãodeoutrosresíduosqueatendamaocritériode

similaridadeemprocessosdelicenciamentoemanáliseoujájulgados.

§5º­Aslicençasaqueserefereesteartigosomenteserãoconcedidasquandoa

unidadeindustrialondeselocalizarofornodeclínquerdispuserdeLicençadeOperaçãodo COPAM para a atividade cimenteira e tiver executado todas as medidas nos prazos previstosnoPlanodeControleAmbiental­PCA.

§6º­Oressarcimentodoscustosdeanálisedoprocessodelicenciamentodeque

trata o §2º será equivalente ao custo da Autorização Ambiental de Funcionamento para

empreendimentosClasse1,paracadaresíduo.

Art.3º­Paraatividadedeco­processamento,ofornodeclínquerdeveráatenderàs

seguintescondiçõesgerais:

I­monitoramentocontínuo,comregistradorparaO 2 ,CO,temperaturaetaxade alimentaçãoderesíduosnoestadolíquidoesólido;

II­adoção,noprocessodeco­processamento,demecanismosqueinterrompam

automaticamenteaalimentaçãoderesíduos,quandoocorrer:

a)quedadatemperaturadeoperaçãonormaldetrabalho;

b)ausênciadechamanoqueimador;

c)quedadeteordeO 2 nosistema;

d)maufuncionamentodosmonitoresdeCO, O 2 etemperatura;

e)valoresdeCOentre1.000e3.000ppmpormaisde10minutoscorridos;

f)valoresdeCOsuperioresa6.000ppm,emqualquerinstante;

g)inexistênciadedepressãonoforno;

h)faltadeenergiaelétricaouquedabruscadetensão.

III­monitoramentodoprocessodemodoapermitiraverificaçãodaeficiênciado

sistemadecontroledepoluentes.

Art. 4º ­ Não será permitido o co­processamento de resíduos radioativos, farmacêuticos, hospitalares, PVC, PCB's (bifenil policlorados e similares), pesticidas e explosivos.

Art.5º­Osresíduosaseremco­processadosdeverãoapresentarPoderCalorífico

Inferior­PCImínimode2.800kcal/kg.

Parágrafoúnico­OsresíduosquenãoapresentaremoPCImínimoreferidoneste artigo poderão ser co­processados se caracterizarem substituição de matéria prima e/ou utilizaçãocomomineralizador.

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Art. 6º ­ Para o licenciamento do co­processamento de resíduos em fornos de clínquer, o interessado deverá apresentar a caracterização de cada resíduo segundo a

NormaABNT10004,realizadaemlaboratóriodereconhecidacapacidadeeidoneidade,que

deveráresponsabilizar­sepelaamostragemecaracterização.

Art.7º­ParaaobtençãodaLicençadeOperaçãoparaoco­processamentode

resíduosemfornosdeclínquer,deveráserapresentadoPlanodeControleAmbiental­PCA contendo,nomínimo: [4]

I­estudodedispersãoatmosféricacontemplandoosprincipaiscomponentesdos resíduosecomparando­osaospadrõesdequalidadedoarprevistos,comoreferência,na

Tabela5doAnexoIdestaDeliberaçãoNormativa;

II­cálculodotempoderesidênciadosgaseseresíduosexclusivamentenoforno;

III­programadeauto­monitoramento;

IV­taxadealimentaçãoderesíduo;

V­metodologiadeco­processamentoutilizada;

VI­condiçõesnormaisdeoperaçãodofornodeclínquer;

VII­asseguintesconsideraçõesgerais:

a)Aalimentaçãoderesíduosnofornodeclínquerseráfeitasomenteseatendidasas

condiçõesdoincisoVIdesteartigo;

b)Oarmazenamentoderesíduosdeveráobedeceràlegislaçãovigente;

c) A freqüência de análises e registros será apresentada no Plano de Co­ processamento,dentrodoPCA;

d)Oco­processadordeverámanterumregistropor,nomínimo,3(três)anos,comos

seguintesdadosdeoperação:

1­dataderecebimento;

2­característicadoresíduo;

3­datadoco­processamento;

4­origemdoresíduo;

5­quantidaderecebidaeco­processada;

6­temperaturadeoperaçãodoforno;

7­alimentaçãodefarinhacrua;

8­performancedoeletrofiltro;

9­monitoramentodosefluentesatmosféricos;

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10­análisesdecontroleequalidadedoclínquer.

e)Oco­processadordeveráelaborarmanualdeprocedimentos,operação,segurança

eemergência;

f)Ataxamáximadealimentaçãodosresíduosserádefinidaporumbalançodemassa

querespeiteoslimitesdeemissão.

Art.8º­Aprodutoradeclínquerdeverácomprovaroatendimentoàsexigênciasdo

órgãoambientalatravésdarealizaçãodeumtesteembranco.

Parágrafoúnico­Apósaaprovaçãoointeressadodeverárealizarumtestedequeima experimental dos resíduos a serem co­processados, quando deverão ser avaliadas as condiçõesoperacionaisdofornoeatendimentoaospadrõesdeemissãofixados.

Art.9º­Paraoco­processamentosãofixadososseguintesteoresmáximosnos

resíduosnaentradadoforno:

I­cádmio(Cd)+mercúrio(Hg)+tálio(Tl)até100mg/kg,sendoHg10mg/kg;

II­arsênio(As)+cobalto(CO)+níquel(Ni)+selênio(Se)+telúrio(Te)até1.500

mg/kg;

III­antimônio(Sb)+cromo(Cr)+estanho(Sn)+chumbo(Pb)+vanádio(V)até

5.800mg/kg,sendoPb3.000mg/kg.

Art.10­OtransporterodoviárioderesíduosperigososClasseI,segundoaNBR

10004/2004,parafinsdeco­processamentoemfornosdeclínquerouprocessamentoem

Unidades de Mistura e Pré­condicionamento de Resíduos, deverá ser realizado por empresatransportadoraquepossuaAutorizaçãoAmbientaldeFuncionamentoouLicença de Operação e vinculado ao processo de licença de operação de co­ processamento/processamento dos respectivos resíduos, conforme Termo de Referência específicoparaelaboraçãodePlanodeControleAmbiental. [5]

Art.11­Paraaoperaçãode"blending"(preparaçãoderesíduospré­tratadose/ou

combinados)seráexigidoolicenciamentoespecífico.

Art.12­Oco­processamentoderesíduosemfornosdeclínquerdeveráobservaros

padrõesdeemissãodeefluentesatmosféricosprevistosnasTabelas1a4doAnexoIdesta

DeliberaçãoNormativa.

Art.13­EstaDeliberaçãoNormativaentraemvigornadatadesuapublicação,

revogandoasdisposiçõesemcontrário.

JoséCarlosCarvalho

PresidentedoCOPAM

AnexoI

(aqueserefereaDeliberaçãoNormativaCOPAMnº026,de28dejulhode1998)

Tabela1

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PadrõesdeEmissão Parâmetro Concentrações

HCl

HF

1,8 Kg/h ou 99% de remoção de HCl para resíduos que

contenhammaisde0,5%deCloreto

5mg/Nm 3 100 ppm, corrigido a 11% de O 2 , exceto para um intervalo

inferiora10minutos,desdequenãosejaultrapassadoolimite

superior de 500 ppm, corrigido a 11% de O 2 , em qualquer

períodode1hora;

280mg/Nm 3 corrigidoa11%deO 2

CO

Sox ­ medido comoSO 2 Nox ­ medido comoNO 2

Material

Particulado

Total

560mg/Nm 3 corrigidoa11%deO 2

70mg/Nm 3

em material particulado e localizadas em regiões não

urbanizadas,estepadrãopodesernomáximode180mg/Nm 3 , a11%deO 2 ,acritériodoÓrgãodeControleAmbiental

,corrigidoa11%deO 2 .Paraáreasnãosaturadas

Tabela2

Padrõesdeemissãoparamaterialparticuladoinorgânico

Parâmetros

Classe1­Cádmio,Mercúrio,Tálio 0,28mg/Nm 3 parafluxodemassaigualou maior a 1 g/h. Para fluxos menores o padrãonãoseaplica.

Classe2­Arsênio,Cobalto,Níquel,

Selênio,Telúrio

Classe 3 ­ Antimônio, Chumbo, Cromo, Cianetos, Fluoretos, Cobre, Manganês, Platina, Paládio, Ródio, Vanádio,Estanho

Classe1+Classe2+Classe3

Concentrações

1,4mg/Nm 3 parafluxodemassaigualou maior a 5 g/h. Para fluxos menores o padrãonãoseaplica.

7 mg/Nm 3 para fluxo de massa igual ou maior a 25 g/h. Para fluxos menores o padrãonãoseaplica.

1,4mg/Nm 3 . O somatório Classe 1 deve serinferiora0,28mg/Nm 3 7mg/Nm 3 .Osomatórioclasse1deveser inferiora0,28mg/Nm 3 7mg/Nm 3 .Osomatórioclasse2deveser inferiora1,4mg/Nm 3

Classe1+Classe3

Classe2+Classe3

Tabela3

Padrõesdeemissãoparasubstânciasinorgânicasemgasesouvapores

Parâmetro

Padrãodeemissão 1 mg/Nm 3 , para fluxo de massa igual ou maior a 10 g/h.

5 mg/Nm 3 para fluxo de

massaigualoumaiora50g/h

30 mg/Nm 3 , para fluxo de

massade2000g/h

Classe1­Fosfina,Clorocianato,fosgênio

Classe 2 ­ Ácido Cianídrico, Bromo e seus compostos indicados como Ácido Bromídrico,

ÁcidoSulfúrico(fluxodemassade50g/h),Cloro

Classe 3 ­ Compostos inorgânicos de Cloro, indicadoscomoHCl

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Classe4­Amoníaco

Classe5­NOxeSox

250 mg/Nm 3 , para fluxo de

massade2000g/h

500 mg/Nm 3 , para fluxo de

massade5000g/h

Tabela4

Padrõesdeemissãoparasubstânciasorgânicas* Classedesubstânciaorgânica Padrõesdeemissão

ClasseI

20 mg/Nm 3 , para fluxo de massa maior ou

iguala100g/h

100 mg/Nm 3 , para fluxo de massa maior ou

iguala2000g/h

150 mg/Nm 3 , para fluxo de massa maior ou

iguala3000g/h

ClasseII

ClasseIII

*Paraaclassificação,verAnexoIIdestaDeliberaçãoNormativa

Tabela5

Referênciaparaestudosdedispersãodepadrõesdequalidadedoar

Parâmetro

Concentraçãomédiageométricaanualde0,08mg/m 3 Partículas totais em dear.

Concentraçãomédiade24horasde0,24mg/m 3 dear, quenãodeveserexcedidamaisdeumaveznoano. Concentraçãomédiaaritméticaanualde0,08mg/m 3 de ar. Concentração média de 24 (vinte e quatro) horas de 0,365mg/m 3 ,quenãodeveserexcedidamaisdeuma vezporano Concentraçãomédiaaritméticaanualde0,10mg/m 3 de ar. Concentraçãomédiade1(uma)horade0,32mg/m 3 de ar, que não deve ser excedida mais de uma vez por ano.

0,002mg/m 3

suspensão

Padrãodequalidade

Dióxidosdeenxofre

Dióxidosdenitrogênio

Chumbo

e

seus

compostosorgânicos Cádmio e compostos inorgânicosdeCádmio Cloro Flúor, seus compostos

comoF ­

HCl

0,00004mg/m 3

0,1mg/m

0,1mg/m

0,2mg/m

3

3

3

AnexoII

(aqueserefereaDeliberaçãoNormativaCOPAMnº026,de28dejulhode1998)

ClassificaçãodeSubstânciasOrgânicas Substância

Classe

1.1.1­Tricloroetano

II

1.1.2.2­Tetracloroetano

I

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1.1.2­Tricloroetano

I

1.1­Dicloroetano

II

1.1­Dicloroetileno

I

1.2­Diclorobenzeno

I

1.2­Dicloroetano

I

1.2­Dicloroetileno

III

1.4­Diclorobenzeno

II

1.4­Dioxano

I

2.2­Iminodietanol

II

2.4­Xilenol

II

2.6­Dimetilheptano­4­on

II

2­Butanona

III

2­Butoxietanol

II

2­Cloro­1,3­butadieno

II

2­Cloropreno

cf:2­Cloro­1,3­butadieno

2­Cloropropano

II

2­Etóxietanol

II

2­Furialdeido

I

2­Metóxietanol

II

2­Propenal

I

4­Hidróxi­4­metil­2­pentanona

III

4­Metil­2­pentanona

III

4­Metil­m­fenilenediiso­cianato

I

Acetaldeído

I

Acetona

III

Ácidoacético

II

Ácidoacéticobutiléster

cf:Butilacetato

Ácidoacéticoetiléster

cf:Etilacetato

Ácidoacéticometiléster

cf:Metilacetato

Ácidoacéticoviniléster

cf:Vinilacetato

ÁcidoAcrílico

I

ÁcidoAcrílicoEtilÉster

cf:Etilacrilato

ÁcidoAcrílicoMetilÉster

cf:Metilacrilato

Ácidocloroacético

I

Ácidofórmico

I

Ácidofórmicometiléster

cf:metil

ÁcidoPropiônico

II

Acroleina

cf:2­Propenal

ÁlcoolAlquil

III

Álcooldiacetona

cf:

4­Hidróxi­4­metil­2­

pentanona

ÁlcoolFurfurílico

II

Aldeídobutírico

II

Anidridomaléico

I

Anilina

I

Bifenil

I

Butilacetato

III

Butilglicol

2­Butóxietanol

Cilcohexanona

II

Cloretodebenzil

cf:Clorotolueno

Cloretodeetila

cf:Cloroetanolcloroetano

Cloretodemetil

cf:Clorometano

Cloroacetaldeido

I

Clorobenzeno

II

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(Executivo­8/08/1998)SecretariadoMeioAmbienteeDesenvolvimentoSustentável­ConselhoEstadualdePolíticaAmbiental

Cloroetano

III

Clorofórmio

cf:Triclorometano

Clorometano

I

Clorotolueno

I

Compostosalquilchumbo

I

Cresol

I

Cumeno

cf:Isopropilbenzeno

Di­(2­etilhexil)­ftalato

II

Dibutileter

III

Dicloretodemetileno

cf:Diclorometano

Diclorodifluorometano

III

Diclorofenol

I

Diclorometano

III

Dietanolamina

cf:2,2­Iminodietanol

Dietiléter

III

Dietilamina

I

Difenil

cf:Bifenil

Diisopropiléter

III

Diisopropilcetona

cf:2,6­Dimetilheptano

4­on

Dimetiléter

(exceto1,3­Butadieno)

III

Dimetilamina

I

Dioctilftalato

cf:Di­(2­etilhexil)­ftalato

Dissulfetodecarbono

II

Ésteracético

cf:Etilacetato

Estireno

II

Etanol

cf:Álcoolalquil

Éter

cf:Dietiléter

Etilacetato

III

Etilacrilato

I

Etilamina

I

Etilbenzeno

II

Etilglicol

cf:2­Etóxietanol

Etilmetilcetona

cf:2­Butanona

Fenol

I

Formaldeido

I

Formiatodemetila

II

Furfural,Furfurol

cf:Furialdeido

Glicol

cf:Glicoletileno

GlicolEtileno

III

GlicolEtilenoetiléter

cf:Etóxietanol

GlicolEtilenometiléter

cf:2­Metóxietanol

Hidrocarbonetosolefínicos

III

Hidrocarbonetosparafínicos

III

(excetometano)

Isobutilmetilcetona

cf:4­Metil­2­pentanona

Isopropenilbenzeno

II

Isopropilbenzeno

II

Mercaptanas

cf:Tioalcool

Metanol

cf:Alcoolalquil

Metilacetato

II

Metilacrilato

I

Metilbenzoato

III

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(Executivo­8/08/1998)SecretariadoMeioAmbienteeDesenvolvimentoSustentável­ConselhoEstadualdePolíticaAmbiental

Metilglicol

Metilisobutilcetona

cf:2­Metóxietanol

cf:4­Metil­2­pentanona

Metilmetacrilato

cf:Metilmetacrilato

Metilmetacrilato

II

Metilamina

I

Metilciclohexano

II

Metilclorofórmio

cf:1,1,1­Tricloroetano

Metiletilcetona

cf:2­Butanona

N,N­Dimetilformamida

II

N­Metilpirrolidona

III

Naftalina

II

Nitrobenzeno

I

Nitrocresol

I

Nitrofenol

I

Nitrotolueno

I

o­Toluidina

I

Partículasrespiráveisdemadeira

I

Percloroetileno

cf:Tetracloroetileno

Pinenos

III

Piridina

I

Propionaldeido

II

Sulfetodecarbono

cf:Dissulfetodecarbono

Tetracloretodecarbono

cf:Tetraclorometano

Tetracloroetileno

II

Tetraclorometano

I

Tetrahidrofurano

II

Tioalcool

I

Tioéter

I

Tolueno

II

 

cf:

4­Metil­m­

Toluilene­2.4­diisocianato

fenilenediisocianato

Tricloroetileno

II

Triclorofenol

I

Triclorofluorometano

III

Triclorometano

I

Trietilamina

I

Trimetilbenzeno

II

Vinilacetato

II

Xilenóis(exceto2.4­Xilenol)

I

Xilenos

II

[1] OincisoIdoartigo5ºdaLeiEstadual7.772,de8desetembrode1980(Publicação­DiáriodoExecutivo­

"MinasGerais"­09/09/1980)determinaquecabeaoCOPAM,observadasasdiretrizesparaodesenvolvimento

econômicoesocialdoEstado, atuarnaproteção, conservaçãoemelhoriadoMeioAmbiente, formulandoas normas técnicas e estabelecendo os padrões de proteção, conservação e melhoria do meio ambiente,

observandoalegislaçãofederal.Oartigo3ºdaLeiEstadualnº12.585,de17dejulhode1997(Publicação­

Diário do Executivo ­ "Minas Gerais" ­ 18/07/1997) tem a seguinte redação: "Art. 3º ­ O COPAM tem por finalidadedeliberarsobrediretrizes,políticas,normasregulamentaresetécnicas,padrõeseoutrasmedidasde caráteroperacional,parapreservaçãoeconservaçãodomeioambienteedosrecursosambientais,bemcomo sobreasuaaplicaçãopelaSecretariadeEstadodeMeioAmbienteeDesenvolvimentoSustentável,pormeio das entidades aelavinculadas, dos demais órgãos seccionais edos órgãos locais. §1º­Sãoconsiderados órgãos seccionais os órgãos ou as entidades da administração pública estadual cujas atividades estejam

associadasàsdeproteçãoecontroledousodosrecursosambientais.§2º­Sãoconsideradosórgãoslocaisos

órgãos ou as entidades municipais responsáveis pelas atividades referidas no parágrafo anterior nas suas

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respectivas jurisdições." Oartigo40doDecretoEstadual nº 39.490, de13demarçode1998 (Publicação ­ DiáriodoExecutivo­"Minas Gerais" ­14/03/1998)dispõequeaoConselhoEstadualdePolíticaAmbiental­ COPAMcompetebaixardeliberaçõesaprovandoinstruções,normasediretrizeseoutrosatoscomplementares necessários aofuncionamentodosistemaestadual delicenciamentoambiental eàproteção, conservaçãoe melhoriadomeioambiente.

[2] Oartigo1°daDeliberaçãoNormativan°83, de11demaiode2005, (Publicação­DiáriodoExecutivo­

"MinasGerais"­13/05/2005)deunovaredaçãoaoartigo1°destaDeliberaçãoNormativa,quetinhaaseguinte

redação original: “Art. 1º ­ Para os efeitos desta Deliberação Normativa, considera­se co­processamento a utilizaçãoderesíduospararecuperaçãoe/oueconomiadeenergiae/ousubstituiçãodematérias­primas.”.

[3] Oartigo2°daDeliberaçãoNormativan°83, de11demaiode2005, (Publicação­DiáriodoExecutivo­

"MinasGerais"­13/05/2005),deunovaredaçãoaoartigo2°destaDeliberaçãoNormativa,quetinhaaseguinte

redaçãooriginal:”Art.2º­Autilizaçãodefornodeclínquerparaco­processamentoderesíduosdependerádas

LicençasPréviaedeInstalaçãodoCOPAM.§1º­Oco­processamentodecadaresíduoemfornosdeclínquer

dependerádeLicençadeOperaçãodoCOPAM.§2º­Aslicençasaqueserefereesteartigosomenteserão

concedidasquandoaunidadeindustrialondeselocalizarofornodeclínquerdispuserdeLicençadeOperação

doCOPAMparaaatividadecimenteiraetiverexecutadotodasasmedidasnosprazosprevistosnoPlanode

ControleAmbiental­PCA.”.

[4] OIncisoIIIdoartigo8ºdaResoluçãoCONAMAnº237,de19dedezembrode1997(Publicação­Diário OficialdaUnião­22/12/1997)dispõequeaLOautorizaaoperaçãodaatividadeouempreendimento, após a verificação do efetivo cumprimento do que consta das licenças anteriores, com as medidas de controle ambiental e condicionantes determinados para a operação. O inciso III do artigo 9º do Decreto Estadual nº

LO autoriza, após as verificações necessárias, o início da atividade licenciada e o funcionamento de seus equipamentosdecontroledepoluição,deacordocomoprevistonasLicençasPréviaedeInstalação.

[5] Oartigo3°daDeliberaçãoNormativan°83, de11demaiode2005, (Publicação­DiáriodoExecutivo­

"MinasGerais"­13/05/2005),deunovaredaçãoaoartigo10destaDeliberaçãoNormativa,quetinhaaseguinte

redaçãooriginal:”Art.10­Aoperaçãodeco­processamentoderesíduosemfornosdeclínquerdependeráda

LicençadeTransportedoresíduonoEstadodeMinasGerais,atendendoaNBR­13221.”.